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Mondelez Brasil acelera inovações em co-criação com startups e plataformas digitais

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A Mondelez International, detentora de marcas como Lacta, Trident e Oreo, realiza a segunda edição do programa Digital Accelerator, que busca startups e parceiros digitais para empreender de maneira colaborativa a fim de acelerar a transformação da maneira como a companhia conecta suas marcas aos consumidores, além de potencializar a cultura de criatividade nos times de marketing e no ecossistema de trabalho.

O evento de lançamento, que ocorreu no último dia 13 e já iniciou tirando todos os participantes de suas zonas de conforto, aconteceu na Wayra – parceira do programa e onde algumas das startups mais criativas do Brasil foram aceleradas. Durante todo o dia, eles tiveram contato com os parceiros digitais e foram provocados a pensar diferente.

A companhia acredita na inovação como motor de crescimento e desenvolvimento de seus talentos. Por essa razão, o objetivo do programa é encorajar os times de marketing da Mondelez Brasil a pensarem fora do lugar comum, a se arriscarem sem medo e a aprenderem fazendo. Os projetos devem ser baseados em plataformas mobile, focados em elevar a relação entre os consumidores e as marcas a um novo patamar no universo digital, além de ter potencial para serem escalados para a América Latina.

Primeiro encontro do Digital Accelerator 2016, na Wayra Brasil

“O Digital Accelerator é uma grande oportunidade que nós desenvolvemos para acelerar a inovação na Mondelez International e transformar a forma como nos conectamos com as pessoas. Queremos criar o futuro mobile, hoje. As indústrias de tecnologia e de mídia digital são algumas das mais inovadoras do mercado, especialmente no que se refere a experiência e engajamento do consumidor, e têm alguns dos talentos mais criativos do mundo. Nossa empresa também tem alguns dos melhores talentos da área de marketing, e por isso queremos colocá-los para trabalhar juntos, para incentivar dentro da companhia uma cultura de criatividade empreendedora”, afirma Maria Mujica, diretora de marketing e comunicação da Mondelez International Latinoamerica.

A Seleção

Em parceria com empresas que têm o digital em seu DNA, a Mondelez International desenvolverá projetos que acelerem de forma exponencial o crescimento de suas marcas neste universo. No Brasil, os projetos serão escolhidos após um processo seletivo que começou no último dia 13, no qual as empresas candidatas – Tinder, Buzzfeed, Waze, Spotify, Vice, Vevo, Izit, InLocoMedia, Twitch, Aquto, EA Games, Heatmape e Spumenews – apresentaram as suas capacidades e conheceram os desafios de cada uma das marcas da companhia. A partir daí, cada marca escolherá um parceiro para trabalhar e, juntas, farão a co-criação de um projeto. As três propostas selecionadas receberão o investimento de US$ 30 mil cada uma para sua implementação.

“Estamos mudando a nossa forma de investir em mídia. Entendemos que o ambiente digital é onde o nosso consumidor mais a consome, então é lá que precisamos estar. Também sabemos que o retorno sobre investimento em digital é o dobro se comparado com a mídia tradicional, por esse motivo, até 2018, 30% do total do investimento em mídia, será em digital”, reitera Mujica.

Mais informações a respeito do Digital Accelerator estão disponíveis no site http://www.digitalaccelerator-mdlz.com/

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Gartner aponta 24% mais gastos em transações in-App do que em download de aplicativos

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, aponta que os usuários de aplicativos para dispositivos móveis gastam 24% mais em transações in-App do que em pagamentos antecipados para download de aplicativos. De acordo com pesquisa realizada pelo Gartner, a preferência dos clientes por compras in-App indicam que a flexibilidade oferecida por esse modelo garante uma melhor experiência do cliente.

“Os resultados revelam que usuários de aplicativos móveis gastam US$ 7,40 em downloads de Apps a cada três meses e US$ 9,20 em transações dentro de aplicativos, valor 1/4 maior. Isso confirma que, uma vez que os usuários tenham certeza de que a ferramenta oferece a experiência desejada sem a necessidade de pagar antecipadamente, eles terão mais facilidade em gastar em transações in-App”, afirma Stephanie Baghdassarian, Diretora de Pesquisas do Gartner.

Stephanie acrescenta que nem todos os usuários ativarão as transações in-App, especialmente aqueles que não perceberem sua utilidade. Porém, os que conseguem enxergá-la possuem maior possibilidade de gastar quantias mais altas. Um em cada três usuários investe, em média, mais de US$ 5 por mês.

Gráfico: Quanto você gastou em aplicativos para dispositivos móveis nos últimos três meses?

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A pesquisa revela ainda que os jovens são mais confiantes ao realizar transações in-App do que os mais velhos. Embora essas transações geralmente representem a maior parte dos gastos em todas as faixas etárias (exceto dos 35 aos 44 anos, em que são iguais àquelas com pagamentos antecipados), a diferença entre os dois modelos é muito maior entre usuários mais jovens, de 18 a 34 anos. Essas gerações se sentem mais seguras para gastar em aplicativos do que os usuários mais velhos, que acreditam mais no modelo clássico de compra. Os mais jovens provavelmente não devem perder essa confiança e nem diminuir as expectativas quanto às transações in-App no futuro, uma boa notícia para fornecedores de aplicativos para dispositivos móveis.

Mais de 65% das pessoas entrevistadas afirmaram que seus gastos continuaram os mesmos com relação aos downloads pagos e transações in-App. No entanto, entre os usuários que mudaram os níveis de gastos em aplicativos móveis no ano passado, 62% aumentaram suas transações in-App e 55% em downloads pagos. “Há uma preferência pelas transações em aplicativos porque elas permitem que os usuários ‘testem antes de comprar’ e validem a oferta antes de um envolvimento maior”, explica Stephanie.

“Uma ótima experiência do cliente leva o usuário a defender o produto ou serviço, tornando-o leal e fiel à marca. Além das transações in-App, os fornecedores de aplicativos móveis devem apostar em atualizações para versões premium. Uma boa abordagem é misturar recursos extras que motivem as transações in-App durante o ciclo de vida do aplicativo, para que os usuários tenham a oportunidade de escolher o que pagar ‘a la carte’, embora ainda exista a opção de comprar o pacote completo se desejado”, afirma a diretora.

Os fornecedores que querem oferecer a melhor experiência ao cliente devem estar atentos à publicidade nos aplicativos. Quase 60% dos usuários afirmam que acessam esse tipo de anúncio, demonstrando que ainda é preciso provar o valor que as propagandas agregam.

“Independente do tipo de aplicativo, seja um jogo, um App de produtividade, saúde ou entretenimento, há sempre oportunidade para agregar valor extra por meio das transações in-App, impulsionando o envolvimento dos usuários e, eventualmente, sua satisfação”, diz Stephanie.

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Os 10 motivos que levam os jovens a optar por trabalhar numa startup

Geralmente a vida em uma startup está associada a certos conceitos tais como: “horários flexíveis”, “uma mesa de ping-pong” ou “um escritório mais despojado“, aspectos que não refletem ou representam o que realmente ocorre em tais empresas, na realidade, nem se aproximam do espírito que se respira quando se inicia um empreendimento deste estilo.

Como não existe uma definição única de startup, pode-se considerá-la como uma companhia com um alto potencial de crescimento a um ritmo muito acelerado e que, além disso, sustenta uma missão ambiciosa tentando resolver algum tipo de problema ou necessidade de uma grande quantidade de pessoas ou organizações.

Companhias como Nuvem shop, Cinemad ou Brownie do Luiz se aplicam a esta definição. Cada uma delas tem uma missão ambiciosa junto com objetivos agressivos, ano após ano, e para alcança-los, requerem um dinamismo especial de trabalho. Por outro lado, há exemplos de empresas que já transcorreram esta definição de startup e que hoje são grandes companhias como é o caso do Mercado Livre, Google, Facebook, entre outras empresas.

O fenômeno das companhias modernas traz consigo uma quebra de paradigma ligada a diversos aspectos tradicionais do ambiente de trabalho. Por exemplo, em que o Google contribuiu neste sentido? São mundialmente conhecidas as mudanças inovadoras que foram geradas em seuambiente de trabalho: horários flexíveis, ambientes que estimulam a imaginação, refeitórios livres, escritórios dinâmicos e muito mais. Representam, além disso, um modelo de negócio de êxito e lideram no quesito inovação.

Então, qual é a motivação para ingressar em uma startup? Por quê os jovens se atraem pelo desafio de fazer parte delas?

Para esta pergunta, há resposta. Segundo, Randstad Award, os jovens se preocupam mais em ter um bom treinamento, com o conteúdo do trabalho que realizam, e com a oportunidade de crescimento profissional. Portanto, todas as organizações que busquem ser uma marca forte voltada para esta geração deverão trabalhar desta maneira para chamar sua atenção e atraí-los.

Os motivos pelos quais um jovem decide integrar uma startup poderiam ser resumidos em 10 itens:

1. Adeus à rotina: ingressar no mundo startup envolve mudar de atividades ao longo do dia, ser parte de trocas constantes na organização das equipes de trabalho, ter que provar, errar e melhorar constantemente, tendo a sensação de que a casa está fora de ordem ou feita caos. Uma startup necessita de agilidade para tomar novos rumos constantemente; caso contrário, morre na praia.

2. Crescimento profissional: em uma startup não é possível falar em um limite em relação ao plano de carreira, evolução e desafio pessoal. O aprendizado é contínuo, se baseia no ato de fazer, e a realidade com constantes mudanças faz com que os desafios se renovem a cada passo. Definitivamente, não há limites para o crescimento, tudo depende das próprias ações, resultados e expectativas.

3. Horários fixos? Em uma startup desaparece a noção de “cumprir” um horário. Os prazos de trabalho, por exemplo, têm uma ordem, mas estão ligados à atitude e as capacidades. Dentro de uma startup todos fazem sua parte; cada dia conta e pode fazer a diferença entre o êxito e o fracasso.

4. O dinheiro não é tudo: obviamente a aspiração por um salário competitivo existe mas fica em segundo plano no rol das prioridades dentro de uma startup.

5. Perks (benefícios): A dinâmica de trabalho permite oferecer certas vantagens muito valorizadas neste meio, como horários flexíveis, a possibilidade de trabalhar em “home office” ou um escritório com um ambiente mais despojado. As corporações, por sua vez, oferecem outro tipo de benefícios.

6. Gerar um impacto real: uma startup nasce com a ideia de sanar um problema ou necessidade que muitas pessoas ou organizações têm. Esta acaba por ser a missão da companhia.

7. Nome próprio: ao fazer parte de uma equipe pequena, de menos de 100 pessoas, o que cada um faz ou deixa de fazer pode realmente fazer a diferença. Portanto, todos têm nome e sobrenome e um certo protagonismo a desenvolver.

8. Empreender dentro de uma startup: muitos dos que se juntam a uma startup o fazem porque querem empreender algum dia ou inclusive já fizeram. A realidade é que se juntar a uma startup já é empreender. Todas as companhias têm recursos limitados para executar e alcançar seus objetivos, mas em uma startup tal limitação é particularmente mais notória e por isso deve-se pensar em ideias bem inovadoras e diferentes

9. União em equipes: em uma startup se respira um ar de compromisso e entusiasmo. Por se tratar de equipes menores, a união e a coesão se dão naturalmente. Se trabalha em um ambiente de superação continua que envolve uma entrega de 110%. E, através desta dinâmica, todos ensinam a todos.

10. Formar uma cultura: a cultura de trabalho é formada em equipe de maneira horizontal. Não resulta de uma estrutura vertical, onde as ações e costumes da equipe vêm especialmente dos integrantes de hierarquias superiores e dão um rumo ao estilo de trabalho e aos valores da empresa.

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Intelipost participa de Fórum E-commerce Brasil e concorre a prêmio de inovação

A Intelipost (www.intelipost.com.br), empresa de software e serviços para gestão logística de frete, participará do Fórum E-commerce Brasil 2016, que será realizado nos dias 26 e 27 de julho no Transamerica Expo Center, em São Paulo. A empresa apresentará ao público atualizações da plataforma de frete fracionado.

Essa edição do Fórum E-commerce Brasil contará com a participação de mais de 100 expositores e 60 palestrantes de diversos segmentos de atuação e entrega do Prêmio E-commerce Brasil de Inovação.

A empresa disputa na categoria Logística com duas indicações: como Empresa Inovadora e Profissional do Ano, com o Stefan Rehm, cofundador da Intelipost.

“Ficamos muito felizes de ver que nossa empresa e nossas soluções tem sido reconhecidas pelo mercado. Ainda ser indicado como profissional do ano foi uma surpresa, mas que valoriza ainda mais todo o esforço da equipe e o crescimento da Intelipost”

As votações estão abertas ao público e encerram no dia 18 de julho, com anúncio dos vencedores no Fórum. O Prêmio E-commerce Brasil de Inovação, que acontece desde 2011, é o mais importante em termos de reconhecimento profissional e e-commerce, e em 2015, reconhece também as lojas e fornecedores mais inovadores do mercado.

Fórum E-commerce Brasil 2016

Data: dias 26 e 27 de julho
Local: Transamérica Expo Center
Endereço: Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387,Santo Amaro, São Paulo – SP
Mais informações: www.ecommercebrasil.com.br/forum2016

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join.me lança reuniões com vídeo no Brasil para dispositivos iOS

O join.me, umas das plataformas de reuniões online que mais cresce no mundo, recebe uma nova atualização para os dispositivos com sistema operacional iOS, desta vez incluindo a opção de vídeo que antes funcionava apenas para computadores. A partir de agora, qualquer usuário de iPhone, iPad ou iPad Pro poderá realizar reuniões com vídeo instantaneamente, com simplicidade de conexão e sem custo.

O novo recurso de vídeo para dispositivos móveis funciona da mesma forma que as conferências colaborativas conduzidas por um computador: os usuários que estão conectados por vídeo ficam em bolhas espalhadas pela tela e, quem assiste a conferência, pode movimentá-los, aumenta-los e até encostá-los em um canto para maximizar o espaço da área de trabalho. Os balões de vídeo também incluem controles que permitem ao usuário silenciá-los, iniciar um bate-papo particular e muito mais. Os responsáveis pela condução das reuniões podem repassar a função de apresentação para outra pessoa ou, quando necessário, expulsar qualquer participante.
“Estas novas funcionalidades trazem os benefícios e facilidades de uma conferência em vídeo individual para reuniões com várias pessoas, usando o formato para todos os participantes. Cada vez mais profissionais usam os dispositivos móveis para conduzir encontros de negócios com suas equipes, portanto atualizamos o join.me para atender uma demanda do mercado”, segundo Gustavo Boyde, gerente de marketing da LogMeIn para América Latina.

A versão gratuita do join.me, disponível para os usuários brasileiros em Português, permite reunir até cinco participantes em uma chamadas em vídeo, além de conexão de voz gratuitas por VoIP. Já as versões PRO e Business, com planos pagos, contam com 10 conexões em vídeo por reunião e outros recursos, como chamada de áudio ilimitada com linhas de conferências nacionais e internacionais. Com esta atualização para iOS, os usuários podem compartilhar conteúdo e trabalhar em conjunto via áudio e vídeo de qualquer lugar.

“O join.me permite que os usuários compartilhem a tela do celular, escrevam juntos sobre a tela, participem por áudio e agora também vídeo. É tudo que eles precisam para trabalhar de forma eficiente, descomplicada e cada vez mais colaborativa”, sinaliza Boyde.

join.me e Apple

A mobilidade faz com que as pessoas se reúnam e participem de reuniões cada vez mais colaborativas, sempre de forma remota. Por isso, o join.me procura melhorar a experiência dos usuários a cada nova atualização. A funcionalidade de vídeos nos dispositivos iOS faz parte de uma série de novidades da plataforma, incluindo compatibilidade com iOS 9 e com novos dispositivos como iPad Pro, Apple Pencil e Apple Watch. Além disso, desde o trimestre passado, o join.me é parceiro de mobilidade da Apple.

Preço e disponibilidade

Disponível na App Store, o novo recurso de vídeo do join.me já está disponível para os atuais e novos usuários. O aplicativo é gratuito e a funcionalidade funciona nos seguintes dispositivos (ou versões posteriores): iPhone 5S, iPad mini 2, iPod Air ou sexta geração do iPad touch.O join.me funcionará sem a funcionalidade de videoconferência em versões anteriores dos demais dispositivos, entre eles iPhone 4, iPad mini, iPad 2, 3 e 4.

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Applicando apresenta franquia de desenvolvimento de aplicativos para smartphone

O Brasil é um dos maiores consumidores de aplicativos do mundo e o quinto país em que se mais realiza downloads de apps, de acordo com pesquisa realizada pela “We are Social”. O mercado de desenvolvimento de aplicativos ultrapassou $27 bilhões de dólares em receitas em todo o mundo no ano de 2013. O crescimento de um ano para outro chega a 100%. Segundo pesquisa realizada pelo MCTI (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação), em 2017 este valor pode chegar a 77 bilhões.

Dada a atual conjuntura deste nicho de mercado, fica evidente o momento propício para investir na criação de apps que apresentem serviços e funcionalidades inovadoras. Contudo, é preciso não apenas ter conhecimento técnico, mas também um bom modelo de negócios estruturado para garantir que todo o processo de gestão seja efetuado com qualidade. As franquias, por exemplo, desempenham este papel. Mas já se falou em franquia de desenvolvimento de aplicativos para smartphones?

Applicando, empresa que nasceu no Vale do Silício (EUA) e retornou ao Brasil com um projeto inovador, apresenta uma proposta de franquia para criação de apps. Na plataforma é possível criar, organizar e gerir o próprio negócio mobile atuando, assim, como empreendedor digital. A ideia é facilitar o acesso a ferramentas que ajudem na elaboração do aplicativo garantindo qualidade e inserção nas principais lojas mobile, como Apple Store ou Google Play.

“É uma ótima forma de conseguir renda extra ou uma nova fonte de receita”, comenta Thiago Almeida, fundador da Applicando. O modelo de negócio já foi testado e possui diversas filiais no país. Com lucro operacional, oferece um retorno de rápido investimento. “A ideia é o Franqueado somente se preocupar com a venda, não precisar ter conhecimento técnico para desenvolvimento, pois o mesmo é realizado por uma equipe da franquia”, afirma Almeida. Caso o franqueado queira montar os seus próprios apps, ele consegue utilizar a plataforma sem a necessidade de ter conhecimento em programação. “Só precisa arrastar e inserir em cada projeto a funcionalidade disponível”, completa.

A franquia é considerada de baixo custo e alta rentabilidade pelo mercado. Os sócios estão buscando novos franqueados para que possam expandir a tecnologia e atender uma maior demanda de clientes. O treinamento e o suporte também são diferenciais da franquia, uma central com profissionais com alto nível técnico auxilia o usuário em todas as etapas necessárias para desenvolver seu negócio – com horário de atendimento excedente ao horário comercial e acessibilidade diferenciada, composta por vários canais como sistema de tickets, central telefônica e chat online.

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7 fatores que auxiliam para o sucesso no varejo

Por Paulo Roberto O. da Costa

Em um cenário de recessão de mercado, o que observo em diversos setores da economia é um grande desânimo, muitas vezes condizente com a realidade, em outras, representam um pouco de falta de visão dos empreendedores para o crescimento. Por isso, se torna relevante pontuar caminhos a serem tomados.

Gerencio uma associação de redes de farmácias, a Farmarcas, que obteve um grande feito recentemente. Para se ter ideia, a rede tinha, em junho de 2015, 361 lojas; no decorrer do ano, foram abertas mais 130 lojas, sendo que já estamos chegando na marca de 500 estabelecimentos. Um crescimento acima de 38%.

Outro dado impressionante obtido pela Farmarcas é em relação ao faturamento, que foi superior a 500 milhões em 2015. Lógico que são muitos os fatores que se conjugaram para a obtenção desses resultados. Contudo, existem alguns pontos em comum que podem ser replicados pelas empresas de varejo na busca de crescimento.

Pensando nisso, acredito ser importante detalhar alguns deles:

1 – Dominar o negócio – O mercado não perdoa a falta de conhecimento. É importante que, antes de iniciar qualquer negócio, se tenha profundo conhecimento do ramo, suas peculiaridades, situação do mercado e concorrência, fatores que serão primordiais nas decisões estratégicas.

2 – Ter um perfil empreendedor – Muitos profissionais são sensacionais tecnicamente, mas são péssimos empreendedores. Ao ter um negócio, é importante saber lidar com as incertezas e adaptar-se às mudanças que acontecem por fatores externos e/ou internos. Estar sempre preparado para enfrentar imprevistos, sem medo, estar disposto a correr riscos e lidar com as consequências. Em poucas palavras: se deve tomar uma posição de protagonista nos negócios.

3 – Ter engajamento no seu negócio – Ser empresário de sucesso não requer apenas investimento financeiro, mas também a doação de esforços e de tempo. Não entenda por isso ter que ficar atrás de um balcão por doze horas, pois tomar a frente do operacional de nada vai resolver. É preciso ter uma visão ampla do negócio, quais são as necessidades implícitas e saber liderar, coordenar sua equipe para alcançar a meta.

4 – Tenha uma estratégia vencedora – Para atingir o sucesso, é necessário traçar metas e pensar estrategicamente em como atingi-las. Sendo assim, se torna primordial um bom planejamento de seu negócio, traçando rumos e ideias a fim de concretizar essa estratégia, como por exemplo, uma boa política de compra, que possibilitará estabelecer preços diferenciados do mercado.

5- Ter excelência em gestão – Um grande empreendedor tem seu negócio controlado de forma bastante assertiva, para tanto, é importante acompanhar todos os números que são relevantes para tomada de decisões, bem como os seus indicadores de desempenho. Além disso, é preciso saber interpretar os números para criar ações que possam corrigir qualquer deficiência ainda no seu início.

6- Não atuar sozinho – Esqueça a imagem do empreendedor solitário; hoje, com o espaço conquistado pelas grandes redes, o mercado se torna ainda mais acirrado, cruel e capaz de “engolir” facilmente os pequenos, pelo fraco poder que têm comparado aos grandes grupos. Os empresários devem buscar ações associativistas para sobreviver. Esse fato proporcionará um poder muito maior de negociação e a troca constante de conhecimento e estratégias de mercado.

7 – Busque ferramentas de apoio – Ferramentas de gestão fazem toda a diferença para as empresas, possibilitando simplificar ações que antes se mostravam complexas. Assim, é importante que se faça a diferença por meio do uso de ferramentas e de recursos tecnológicos. Por exemplo: ter um cadastro centralizado de compras, trabalhar com cartão fidelidade, etc.

Paulo Roberto O. da Costa, diretor geral da Farmarcas, associação criada para administrar agrupamentos farmacêuticos e redes associativistas com 500 farmácias associadas

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Google reúne especialistas para falar sobre proteção de dados

O Google apresentará no dia 26 de julho o Atmosphere Digital, com o tema “Repensando a segurança na nuvem”. Evento online reunirá especialistas em segurança, parceiros e clientes do Google Apps for Work para falar como a tecnologia ajuda superar os desafios de segurança e proteção de dados – uma das principais preocupações para quem quer trabalhar e crescer na nuvem. Para participar, é só se inscrever aqui e acompanhar a transmissão, que começará às 10h do dia 26 de julho.

Durante o evento, serão apresentadas as soluções tecnológicas do Google para a segurança da informação e as diferentes formas para manter as empresas mais seguras. Com moderação de Eran Feigenbaum, diretor de segurança do Google Apps, especialistas como Tim Willis, da equipe de segurança do Google Chrome, vão falar de suas experiências sobre armazenamento de dados online.

Dentro dos diversos tópicos, apresentados será compartilhado o resultado da pesquisa realizada com 500 líderes de negócios de 10 países sobre a confiança da tecnologia da nuvem e seu impacto no sucesso das organizações. O Atmosphere Digital será transmitido ao vivo a partir das 10AM do dia 26 de julho, terça-feira, pelo YouTube.

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Roberto Arruda assume diretoria de vendas da integradora Agility Networks

A Agility Networks, integradora brasileira especializada em soluções de segurança, data center e entrega de aplicações, anuncia a contratação de Roberto Arruda como diretor da área de Vendas e Head de Service Providers. Com vasta experiência em vendas, o executivo trabalhou tanto no segmento corporativo como no de telecomunicações, em empresas como Cisco, Juniper e Brocade.

Ao longo de mais de 20 anos de carreira, o diretor desempenhou papel de liderança no crescimento dos negócios na Brocade, onde atuou por um ano como executivo de Vendas Sênior; na Juniper, como diretor de Vendas Regionais durante seis anos; e na Cisco, como gerente de Contas por sete anos.

Na Agility, o diretor de Vendas tem como missão entregar serviços e soluções aos clientes, em que a tecnologia possa transformar seus negócios. “Acreditamos que as organizações possuem a oportunidade de construir uma infraestrutura de TI capaz de proteger os investimentos já realizados. Para alcançar esse objetivo propomos um modelo baseado em padrões abertos, com alta flexibilidade e uma equipe multiespecialista com foco no cliente”, diz o diretor.

Arruda é graduado em Engenharia Eletrônica pela Universidade Gama Filho, com MBA em Tecnologia da Informação pela na Universidade de São Paulo (USP) e extensão em Estratégia e Inovação na The Wharton School da Universidade da Pensilvânia.

A Agility Networks vem crescendo anualmente dois dígitos (entre 20 e 30%), com faturamento acima de 100 milhões, e tem planos de longo prazo de atingir receita de R$ 500 milhões até 2022.

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Avianca Brasil é a primeira cliente do Airbus Smarter Fleet® Maintenance Mobility na América do Sul

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A Avianca Brasil tornou-se a primeira cliente da América do Sul a optar pela “Airbus Smarter Fleet Maintenance Mobility”. Esta solução digital oferecerá uma visão completa do status da aeronave e das atividades de manutenção em toda a companhia, além de proporcionar mais eficiência aos mecânicos através de dados técnicos e itens acionáveis em dispositivos móveis. Desta forma, a Avianca Brasil será beneficiada pela otimização da comunicação, tomada de decisões e economias significativas.

O contrato inclui a integração dos serviços de Maintenance Mobility ao sistema de informações da companhia, bem como a hospedagem do software e dos dados por um período de cinco anos.

A implementação será realizada passo-a-passo com especialistas da Airbus, que estarão trabalhando in loco com a Avianca Brasil para disseminar a integração e gerenciar a mudança gradualmente. A Avianca Brasil se tornou cliente da Airbus em 2010, e hoje opera 40 aeronaves da Família A320 e um avião de carga A330.

O serviço Maintenance Mobility é apenas um dos diversos serviços oferecidos na plataforma em nuvem Smarter Fleet, desenvolvida pela Airbus em parceria com a IBM. Smarter Fleet Maintenance Mobility é um aplicativo web, composto por uma página da web (para o supervisor); aplicativos (para os mecânicos); e sincronizado em nuvem (Plataforma Smarter Fleet).

O Maintenance Mobility permite que os mecânicos da companhia aérea tenham acesso a todas as informações técnicas que precisam por meio de tablets, otimizando a comunicação e a tomada de decisões e, ao mesmo tempo, economizando tempo durante paradas programadas nas operações da companhia aérea. Graças à integração com os sistemas de informação da companhia, a solução oferece aos supervisores de manutenção um monitoramento em tempo real da progressão das atividades de manutenção de cada aeronave e o status operacional. Também inclui um navegador e-Doc, que permite acesso ao Manual de Manutenção da Aeronave (Aircraft Maintenance Manual – AMM), ao Catálogo de Peças Ilustrado (Ilustrated Parts Catalogue – IPC) ou à Lista de Equipamentos Mínimos (Minimum Equipament List – MEL) a partir de um dispositivo móvel.

Frederico Pedreira, Presidente da Avianca Brasil afirma: “Nós, da Avianca Brasil, somos focados na satisfação dos clientes. Oferecemos serviços de alta qualidade e operamos em linha com os melhores padrões e práticas do setor. Somos movidos pela inovação. A implementação do Maintenance Mobility nos permitirá ir além, utilizando as tecnologias mais recentes disponíveis em comunicação de manutenção”.

Didier Lux, Diretor de Atendimento ao Cliente da Airbus, comenta: “A Airbus está, mais uma vez, fazendo uso dos dispositivos móveis, bem como da tecnologia em nuvem, para digitalizar as operações de manutenção”. Ele completa: “A Airbus ajudará a garantir que os mecânicos da Avianca Brasil tenham acesso direto às informações específicas que precisarem, além de otimizarem o tempo gasto entre a aeronave e o escritório”.

Com mais de mil aeronaves já vendidas e uma lista de pedidos de mais de 450, a Airbus possui mais de 600 aeronaves em operação em toda a América Latina e Caribe. Desde 1990, a Airbus tem garantido mais de 60 por cento dos pedidos líquidos na região, tendo triplicado sua frota em operação nos últimos 10 anos.

Por meio do “Services by Airbus”, a Airbus oferece soluções completas para todo o ciclo de vida das frotas de seus clientes. Seu portfólio inclui desde serviços independentes até as mais completas soluções integradas, dentre elas os pacotes Flight Hour & Tailored Support, atualizações, treinamentos, soluções eletrônicas, engenharia e manutenção, operações de voo Air Traffic Management e serviços de gestão de materiais. Juntas, estas soluções aumentam a competitividade das aeronaves ao adaptarem-se constantemente às necessidades dos clientes. Com mais de 40 anos de experiência no setor de aeronaves e uma rede mundial de mais de 2,5 mil profissionais, os clientes se beneficiam do conhecimento e dos recursos únicos da Airbus e suas empresas afiliadas.

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Metodologias ágeis trazem novos insights para indicadores de compras – Por Carlos Campos

Dois gestores do departamento de compras se encontram. Um deles pergunta: “Olá, tudo bem com você?”. O outro responde: “Estou bem preocupado por conta do meu spend”. Esta conversa aconteceu na noite desta quinta-feira, dia 7 de julho, na sede da Nimbi onde reunimos 13 executivos responsáveis pelos departamentos de compras de grandes empresas como Nokia, LATAM, Heinz, Vigor, Claro, Eurofarma, Walmart e reforça a importância dos indicadores para a área de suprimentos.

Esses profissionais são bombardeados por dados e relatórios que analisam a performance obtida em cada negociação. Contudo, quais informações são mais relevantes? Para responder a essa pergunta, nossa aposta é fugir do modelo tradicional e recorrer às metodologias ágeis.

Atualmente, as metodologias ágeis não dizem respeito apenas ao desenvolvimento de softwares, mas também à gestão do negócio. Até 2018, por exemplo, 75% das empresas de tecnologia estarão utilizando esses processos, de acordo com pesquisa da consultoria Gartner.

A exigência do ambiente corporativo é fazer mais com menos, ao mesmo tempo em que é promovida a troca de conhecimento entre todos os parceiros. Foi esta ideia que nos motivou a criar o Centro de Excelência em Gestão de Suprimentos (CEGS), a primeira iniciativa deste tipo na América Latina.

Por isso, reunimos estes profissionais ligados aos departamentos de compras de grandes empresas para fomentar o debate e trocar experiências – sempre com foco na inovação e na busca por ferramentas que auxiliem ainda mais a nossa rotina. Recorremos ao método MoSCoW para refletir quais indicadores são, de fato, importantes para a área.

Essa técnica consiste na divisão de quatro pilares: Must, que engloba os conceitos básicos e essenciais (e que, em tese, poderiam ser usados em todos os segmentos), Should, com os que são importantes e agregam benefícios para a gestão, Could, que consiste naqueles que são desejáveis, mas não são tão importantes, e Won’t, com indicadores que não deveriam ser utilizados com tanta frequência. Assim, conseguiríamos promover a reflexão sobre a funcionalidade e eficácia de cada indicador utilizado atualmente.

Divididos em duas equipes, os participantes levantaram as análises mais utilizadas e, na sequência, participaram de um excelente debate para atingir um denominador comum. Após mais de uma hora de debate, chegamos a seguinte conclusão:

Must (Essenciais)

* Prazos de pagamentos e fluxo de caixa: refere-se às condições financeiras de cada compra realizada

* Savings: o conceito engloba os ganhos obtidos na comparação com uma negociação anterior e, em nossa discussão, compreende também o PPV (variação do preço de compra), estoque, entre outros pontos.

* Homologação dos fornecedores: avalia a qualidade do serviço prestado pelos parceiros.

* SLA interno ligado ao lead time: qualidade do serviço interno da empresa, principalmente no que envolve o ciclo do produto.

* OTIF: indicador que analisa a entrega dentro do prazo e que atende as especificações do comprador.

* Produtividade: dados que meçam a eficiência dos processos e dos profissionais envolvidos no departamento de compras.

* Single Source: quantidade de compras realizadas apenas com um parceiro.

Should (Importantes)

* TCO: é o custo total de propriedade e mede os custos envolvidos ao longo do ciclo do produto.

* IIR e LTIR: indicadores de segurança e confiabilidade dos fornecedores.

* Supply Chain Performance Management: análise de desempenho de todo o setor de supply chain.

* Consolidação de Fornecedores: número de fornecedores que realizam negócios com frequência.

* Acuracidade Forecast: porcentagem de “previsões certas” em cima das negociações realizadas.

Could (Diferenciais)

* E-procurement: porcentagem de compras feitas de forma automática pela Internet.

* Compras fora do contrato: quantidade de negociações feitas fora do contrato com o fornecedor.

* Spend por FTE: análise das despesas feitas em cima do tempo do profissional em cada negociação.

Won’t (Coadjuvantes)

* PTAX: taxa de câmbio vigente (a instabilidade econômica faz com que o dólar oscile bastante e impeça um planejamento a longo prazo).

Evidentemente não podemos considerar como verdade absoluta essa divisão – tampouco era este objetivo. O plano era traçar métricas e análises que façam sentido para o mercado de cada empresa. No debate, por exemplo, tivemos uma dúvida sobre cost avoidance (economia obtida em uma compra após o valor já ter sido orçado).

Um grupo considerou esse ponto como essencial, enquanto outros defenderam como diferencial – certamente é um tema que será pensado e debatido posteriormente. Contudo, se é impossível chegar a uma unanimidade, certamente essa proposta pode ser a luz que abre caminhos na área de suprimentos.

Carlos Campos é Sócio Diretor da Nimbi, empresa especializada em soluções para a cadeia de suprimentos. A fornecedora de tecnologia para supply chain management no Brasil atualmente conta com 50 clientes, no entanto almeja terminar 2016 com 150 empresas parceiras. Em 2015 a plataforma foi responsável por aproximar mais de 30 mil empresas, controlar 3,5 milhões de cotações e pedidos e transacionar R$ 10,6 bilhões.

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Startups revolucionam setor de seguros

A everis, multinacional de consultoria, que oferece soluções de estratégia e de negócios, do Grupo NTT DATA, acaba de lançar o relatório InsurTech Outlook. O estudo mostra um novo ecossistema com as empresas de seguros, as gigantes da tecnologia e as startups disruptivas InsurTech transformando o setor, que passa a investir substancialmente nessa nova modalidade de negócios. Em 2015, foram investidos 3,1 bilhões de dólares no mundo.

Segundo o relatório, os fundos de capital de risco das seguradoras estão diversificando seus investimentos para integrar novos recursos digitais em suas estratégias de negócios, para que, assim, possam oferecer um portfólio de serviços completo e de acordo com as atuais demandas dos consumidores.

Modelos de negócios alicerçados na economia colaborativa, Internet das Coisas (IoT), telemática, seguradoras digitais, além de uma nova forma de se relacionar com os clientes, seja por meio de canais como omnichannel e cross-selling, seja pela gamificação e o seguro personalizado são alguns dos desafios do setor, de acordo com o InsurTech Outlook.

Diante disso, inúmeras startups InsurTech estão surgindo no mercado, modificando a tradicional forma de fazer seguros. Mas, por outro lado, fortalecem o relacionamento com os clientes, graças a uma estrutura mais leve, em função do uso da tecnologia.

As gigantes da tecnologia, conhecidas como “GAFAAs” (Google, Apple, Facebook, Amazon e Alibaba) também estão investindo no mercado InsurTech, se valendo do potencial digital que detêm, das informações dos clientes disponíveis e da capacidade de processarem grandes volumes de dados.

Não há dúvidas que, por meio da aplicação de tecnologias de Big Data e Internet das Coisas, as gigantes mundiais da tecnologia transformarão o modelo de negócio das seguradoras, monetizando os dados dos clientes e abrindo o caminho para o desenvolvimento de novos produtos, além de redefinir políticas de seguro inteligentes.

O relatório da everis inclui uma análise do atual e possível futuro envolvimento das gigantes de tecnologia no setor. Cita os dispositivos da Apple que operam atualmente no setor da saúde, enquanto o seu sistema Carplay integrará novas funcionalidades para análise e prevenção de riscos.

Roberto Ciccone, sócio de seguros Américas, da everis, comenta que a indústria está gradualmente se reinventando frente aos desafios da transformação digital e passa a incorporar a inovação em seu DNA. “A questão vai muito além do uso ocasional de tecnologias disruptivas. Proporcionar uma experiência para corresponder às expectativas dos clientes e sistematizar a busca da eficiência é um imperativo”, afirma.

Segundo Ciccone, a everis acredita que integrar os modelos de negócios oferecidos pelas InsurTech é decisivo para a competitividade das empresas no contexto atual. “No Brasil não é diferente e as seguradoras já começam a se redefinir dentro desse novo ecossistema, que incorpora definitivamente as inovações tecnológicas.”

O InsurTech Outlook foi elaborado com base no maior banco de dados de startup B2B – ICT do mundo, o everis NEXT, plataforma de inovação aberta que conecta mais de um milhão e meio de startups a grandes empresas e outros atores relevantes e da indústria financeira.

O documento pode ser acessado pelo link https://goo.gl/nO0QBG

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