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Estratégia e execução devem andar de mãos dadas

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Por Luiz Melo

Um artigo que me chamou muito a atenção, escrito por Stephen Kanitz, em 1998, intitulado “Iniciativa e o poder da acabativa”, dizia que para o Brasil começar a dar certo seria preciso procurar valorizar mais os brasileiros com a capacidade de implantar ideias. Era uma reflexão sobre as pessoas com capacidade de gerar ideias (iniciativa), mas que quando o assunto era implantá-las (acabativa) suas limitações vinham à tona. E isso nunca esteve tão atual no cenário brasileiro.

Tomaria a liberdade ainda, de fazer algumas inserções que ajudariam a deixá-lo um pouco mais realista. É fato que sobram “pensadores” nas empresas e que estes ficam pouco à vontade quando o assunto é colocar a mão na massa, pois o trabalho do fazer, relegado ao segundo escalão das empresas, é considerado um trabalho menos nobre do que o trabalho do pensar. Via de regra, sabe-se muito sobre a criação da estratégia, mas muito pouco sobre o seu real funcionamento.

Já trabalhei em empresas em que constatei que haviam sido gastos algumas centenas de milhares de reais com consultorias preocupadas em focar na revisão da estratégia, posicionamento, missão, visão, valores, em realizar convenções com apelos motivacionais, mas que praticamente nada havia deixado de legado de como implantar a estratégia que eles mesmos haviam redesenhado.

Na verdade não é uma crítica às consultorias, mas apenas uma constatação de como parece ser difícil escrever as páginas do livro dedicadas à ação do como se deve executar aquilo que se fala ou se escreve. Observei por lá que havia muito pensamento abstrato e praticamente nada dedicado à parte que une a implantação ao processo contínuo de monitoramento da implantação da estratégia. Se execução é essencial para o sucesso, por que as organizações não dedicam tempo suficiente quando se trata em desenvolver uma abordagem pragmática que as conduzam na direção de resultados estratégicos importantes?

Um planejamento frágil gera um processo de implantação frágil. A execução de uma estratégia e de um planejamento insuficientes são a garantia de que o resultado final será desastroso. Parte dessa história, com o fim já conhecido no início, pode ser atribuída ao vicio intrínseco de se pensar estratégia, planejamento e execução como partes e não como a própria essência do trabalho. É até mesmo comum em certas empresas uma forte cultura da departamentalização; ou seja, cada um em sua caixinha num processo que combina má comunicação com mau gerenciamento da implantação.

A má comunicação começa com a cúpula da empresa, que se incumbe em formular a estratégia e repassá-la adiante em um processo contínuo de repasses para os departamentos envolvidos na implantação. E como executar não é algo que os pensadores das empresas estejam acostumados a fazer…

Execução é algo que se aprende na “escola da vida real”, e os caminhos que levam a resultados bem-sucedidos vêm acompanhados de erros e frustrações como disse Lawrence Hrebiniak no livro “Execução – Fazendo a Estratégia Funcionar”.

O saber fazer é algo tão importante quanto o saber pensar e se faz necessário, para o bem dos negócios, que haja uma maior integração dos “fazedores” e dos planejadores com aqueles responsáveis pela formulação da estratégia, pois um projeto que não é aplicável na prática se assemelha muito àquele ditado chinês que diz que “Quem sabe e não faz, no fundo, não sabe”. Muito apropriado para os dias de hoje.

Luiz Melo, especialista em Gestão de Produtos & Supply-Chain e sócio-diretor da 360 Varejo

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SEMRush aponta os 11 erros mais comuns em SEO

A SEMRush, líder global em marketing digital, divulga estudo que aponta os onze erros mais comuns em SEO. A análise foi feita de forma anônima, utilizando a ferramenta Site Audit da SEMrush em mais de 100 mil sites e 450 milhões de páginas.

“Meu objetivo era provar a importância da técnica do monitoramento com uma frequência constante, não apenas avaliações anuais. Para tal, decidimos pesquisar quais seriam os erros mais comuns em todo o website ou em pelo menos uma das páginas do site. E, como esperávamos, os resultados demonstraram a importância de se ter uma avaliação técnica constante nas tabs de SEO do site” afirma Maria Belkina, Product Owner, Site Audit and SEO Ideas da SEMrush.

As principais conclusões do estudo são:

– A questão mais comum que afeta o SEO dos sites é o conteúdo duplicado: encontrado em 50% dos sites analisados pela SEMRush;

– 45% dos sites analisados tem problemas na otimização de imagens;

– Questões de SEO nas páginas dos sites estão entre os erros mais comuns. 35% dos sites tinha tags duplicadas no, e outras questões, tais como tags enormes no título que foram encontrados em 15% dos sites. Em 30% da base analisada tinham páginas com meta descriptions duplicados e 25% dos sites tinha páginas sem meta descriptions.

Para mais detalhes do estudo, acesse a versão completa aqui (em inglês).

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Twitter anuncia novas maneiras de descobrir e assistir transmissões no Periscope

O Twitter anuncia três novas funcionalidades para encontrar e assistir vídeos transmitidos por meio do Periscope, seu aplicativo de transmissão de vídeo ao vivo. Os novos recursos permitem assistir aos melhores momentos já registrados no Periscope, acompanhar transmissões diretamente de Tweets incorporados na web e visualizar automaticamente vídeos em tempo real ao redor do mundo. As novidades estão disponíveis a partir de hoje e contarão com funcionalidades adicionais nas próximas semanas.

Os usuários terão a possibilidade de acessar um carrossel com as transmissões do Periscope em destaque do último dia em seus feeds, sejam elas de qualquer perfil ou melhores momentos de determinadas buscas. Esta novidade gerará automaticamente um breve trailer de cada transmissão. A nova guia de exibições do aplicativo Periscope mostrará automaticamente transmissões ao vivo, em formato maior e mais imersivo, permitindo ao usuário ver instantaneamente o que está acontecendo no mundo.

O lançamento das transmissões incorporadas em Tweets fará com que seja possível assistir vídeos do Periscope em qualquer lugar da web ao incorporar um Tweet com o link da transmissão. Além disso, produtores de conteúdo têm agora a oportunidade de incluir conteúdo de transmissões do Periscope em suas páginas, enquanto os usuários poderão facilmente descobrir e assistir vídeos ao vivo ou replays.

“Temos visto um incrível crescimento do Periscope durante o último ano”, diz o CEO e co-fundador do aplicativo, Kayvon Beykpour. “É difícil acompanhar todo o conteúdo compartilhado por usuários do Periscope ao redor do mundo. Por isso, criamos uma forma de facilitar o acesso aos melhores momentos de cada transmissão gerados automaticamente. Pensando nos produtores e disseminadores de conteúdo, nós também estamos simplificando a incorporação de transmissões em qualquer lugar da web. Muitas vezes vemos matérias citando transmissões específicas com imagens ou gravações manuais. Agora, os editores podem facilmente incorporar os Periscopes apenas ao embedar um Tweet.”

Disponibilidade

A capacidade de assistir a transmissões do Periscope dentro do Twitter ou em Tweets incorporados na web já está disponível. Os melhores momentos das transmissões também já podem ser visualizados nas plataformas Android e iOS. A exibição automática será disponibilizada primeiro na versão do aplicativo para o sistema Android e nas próximas semanas para iOS.

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Empresas precisam investir em tecnologia de proteção contra paralisia de operações e perda de faturamento

Por Francisco Munhoz

É impensável, hoje em dia, qualquer operação de negócio nas empresas que não esteja minimamente relacionada à tecnologia. A forte relação de dependência trouxe melhorias incontáveis, mas também uma questão inquietante: até que ponto as empresas estão preparadas para enfrentar eventualidades e interrupções não planejadas sem que isso coloque em xeque a operação do negócio corporativo e o faturamento da empresa?

Com a facilidade de produzir e compartilhar informações, as empresas estão cada vez mais vulneráveis a vazamentos e perdas de dados. Por parte dos funcionários, é comum comportamentos que colocam em risco os dados e ativos da empresa, como baixar aplicativos não-autorizados, fazer download de músicas, compartilhar senhas, utilizar o computador para acesso a e-mails pessoais.

Por parte das empresas, a gestão da segurança da informação também é precária. Os erros mais comuns são a falta de backup, servidor mantido dentro das instalações físicas da empresa e não na “nuvem”, desproteção da rede wi-fi ou uso de senhas frágeis, como “senha123”.

A falta de investimentos em tecnologia e de uma política de segurança da informação pode colocar em xeque as operações e o faturamento da empresa. Soluções técnicas, que permitem a recuperação de sistemas informatizados, de forma a assegurar que, diante de uma eventualidade, a condição operacional de uma empresa seja restabelecida em um prazo aceitável a suas funções de negócios estão disponíveis no mercado e não podem ser negligenciadas.

Essas soluções levam em conta uma análise de riscos inerentes à própria atividade e a riscos internos, como um curto-circuito, ou externos, a exemplo de distúrbios cíveis, acidentes, alagamentos. A partir disso, avalia-se a probabilidade de ocorrência de um evento inesperado e a vulnerabilidade da empresa. Só então, de forma customizada e de acordo com o tamanho do negócio, são oferecidas soluções preventivas, como um Plano de Continuidade de Negócios (PCN) ou de Recuperação de Desastres, que prevê a sobrevivência às interrupções ou falhas.

O empreendedor não pode tratar a segurança da informação sem o profissionalismo necessário. Afinal, ela representa a própria sobrevivência do negócio. O processo de planejamento e a elaboração de um plano contingencial para evitar prejuízos decorrentes de um incidente inesperado minimizam as perdas e podem ser a diferença entre continuar no mercado ou não.

Francisco Munhoz, consultor da ENW, empresa que oferece o serviço de PCN na cidade de Manaus.

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Dez formas de melhorar a gestão de uma rede varejista

A Bluesoft é pioneira em Sistema de Gestão Integrados para o Varejo na Nuvem, estamos no ar há mais de 14 anos e temos profissionais com mais de 30 anos de experiência no Varejo. Veja 10 formas de melhorar a gestão de sua Rede Varejista, e como a Bluesoft pode te ajudar.

1. Reduzir Drasticamente a Ruptura e Estoque Virtual

Você sabia que o Índice de Ruptura dos Supermercados é maior que 10%? E que o de Estoque Virtual é quase 6%? Numa situação assim, muitas vendas são perdidas, e, por isso, ter um sistema de gestão integrado feito para o varejo é essencial para você implantar processos que diminuam ambos a ruptura e o estoque virtual.

O Bluesoft ERP oferece um módulo completo de Prevenção de Perdas, com o qual você poderá fazer auditoria de presença dos itens na área de venda de suas lojas através de dispositivos móveis, reduzindo assim a ruptura de presença, e corrigindo o estoque virtual.

Com o estoque sempre correto e com nossa sugestão de compra com base da demanda de venda, sua equipe de compras fará um trabalho ainda mais eficiente não deixando mercadorias faltarem e reduzindo assim drasticamente a ruptura de estoque (a venda não acontece porque não há estoque disponível).

2. Comprar melhor e gerir fornecedores

Comprar e Vender é o que faz o coração do varejo bater. É por isso que ao longo de todos esses anos nosso pedido de compra nunca parou de evoluir. Oferecemos para o comprador um painel completo com todas as informações necessárias para a melhor tomada de decisão, desde a sugestão de quantidade e mix a ser comprado, até a formação do preço de venda. Além disso no próprio pedido de compra é possível gerenciar trocas, bonificações, acordos comerciais e muito mais.

3. Reduzir a Quebra de Estoque

É comum que a maior parte do ativo de varejistas esteja no Estoque, por isso é essencial que seja feita uma gestão de estoque eficiente. Com o Bluesoft ERP você poderá realizar contagem de estoque através de dispositivos móveis, e realizar estudos sintéticos e analíticos através de relatórios de investigação para acompanhar as perdas e quebras de seus estoques ao longo do tempo, também identificar os principais focos de quebra, e agir para resolver o problema na raiz. Além disso você vai comparar quebras por categoria, setor de compra e produtos de diferentes períodos e diferentes filiais para encontrar casos que necessitem de investigação.

4. Reduzir Custo de Operação do Financeiro (EDI Bancário e de Cartões)

Através do EDI Bancário sua equipe poderá fazer pagamentos de títulos, realizar transferências (DOC/TED), emitir boletos, pagar tributos e consultar extratos bancários através do Bluesoft ERP. Você poderá centralizar todos as suas contas bancárias no sistema, e não vai mais precisar utilizar o site do seu banco para nada, e seus colaboradores não precisaram mais ter acesso direto à conta corrente.

Através do EDI de Cartões, você poderá consultar diariamente o extrato de transações de cartões de crédito e débito realizados nas suas lojas. Quando todas as vendas do dia forem conciliadas automaticamente e a administradora enviar por EDI o comprovante de depósito, o sistema fará a baixa dos cartões automaticamente para você.

5. Proteção contra Desvios Financeiros e Fraudes

Todos já ouvimos diversas histórias de desvios financeiros, não faz muito tempo que ouvimos de uma empresa que um funcionário desviava o valor exato da guias de PIS/COFINS e deixava de pagar os tributos, para que ninguém notasse a falta desse dinheiro. Tenho certeza que você conhece muitos outros casos como esse. Com o Bluesoft ERP você estará protegido contra esse tipo de cilada, porque você poderá centralizar todas as operações bancárias no sistema e toda as operações financeiras realizadas devem ter com lastro um documento fiscal ou um contrato devidamente autorizado.

6. Cadastro de Produtos e Tributação Atualizados Automaticamente

O Bluesoft ERP é integrado ao Cosmos, uma das maiores bases de dados de produtos do mundo. Com essa integração você poderá reduzir em horas o tempo de cadastro de produtos e inclusão de novos itens em linha, basta informar o GTIN/EAN do produto, e o Bluesoft ERP se conecta ao Cosmos para buscar todas as informações relevantes como descrição, peso, fabricante, marca, NCM, PIS, COFINS, ICMS e até mesmo a foto do produto.

7. Reduzir Custo com TI

Quando você compra uma solução On Premisse (aquelas que você mesmo instala nos seus próprios servidores) há uma série de custos escondidos que você precisa pagar. Além do custo da licença do software que você já conhece, esses custos escondidos podem chegar a representar mais de 90% do custo do seu software On Premisse.

8. Acompanhar as vendas da sua empresa em tempo real

O Sistema Bluesoft ERP é integrado ao Sistema de Frente de Caixa e recebe e apresenta os dados de vendas em tempo real para que você possa acompanhar tudo o que está acontecendo agora em suas lojas a qualquer hora e de qualquer lugar. Através dessas informações você poderá acompanhar em tempo real resultado de ofertas, jornais e promoções e tomar decisões otimizando as vendas do dia.

9. Atender a todas as obrigações Legais e Fiscais do Varejo

Utilizando o Bluesoft ERP sua empresa será um verdadeiro exemplo de Compliance Tributário, você será capaz de gerar em poucos minutos todas as obrigações fiscais municipais, estaduais e federais, desde a emissão de NF-es até a geração de obrigações complexas como SPED ICMS/IPI, SPED Contribuições (PIS/COFINS), SPED ECD, SPED ECF, etc.

Construímos um sistema que consegue lidar com grandes volumes de informações, e por isso, diferente de nossos concorrentes, conseguimos gerar os arquivos de obrigações fiscais como o SPED ICMS/IPI, por exemplo, com milhões de cupons fiscais e itens vendidos em poucos minutos em vez de horas ou dias.

10. Aumentar a Segurança das informações

Sabemos o quando a segurança e controle de dados é importante para o seu negócio. Por isso, a Bluesoft trabalha em parceria com a empresa de Cloud Computing mais respeitada, segura e flexível do mercado, a Amazon Web Services (AWS).

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Return Path promove consultas gratuitas de otimização de e-mail no Fórum E-commerce Brasil 2016

Provedora global de soluções de dados, a Return Path tem como uma de suas missões disseminar boas práticas no uso do e-mail marketing. Por essa razão, mais uma vez, a empresa irá promover gratuitamente Consultas de Otimização de E-mail durante o Fórum E-Commerce Brasil (https://www.ecommercebrasil.com.br/forum2016/). A edição de 2016 do tradicional evento acontece nos dias 26 e 27 de julho, no Transamérica Expo Center (Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro – São Paulo/ SP – Pavilhões C e D).

“Por meio de dados extraídos nessas consultas munimos os profissionais de marketing de insights interessantes sobre como suas empresas podem melhorar o relacionamento com seus clientes. A ideia é que, com base no desempenho real de suas campanhas, esses profissionais possam entender quais são os melhores caminhos para o aumento da entregabilidade e do engajamento, dois pontos importantes para que as marcas se mantenham competitivas”, explica Rodrigo Mesquita, Diretor de Contas da Return Path, que estará presente no evento para conduzir algumas destas sessões. Em seu estande no Fórum E-Commerce Brasil, a empresa estará representada também por especialistas de todas as áreas para esclarecer dúvidas e apoiar profissionais de marketing em suas estratégias de e-mail.

Para participar das Consultas de Otimização de E-mail, oferecidas gratuitamente pela Return Path, os visitantes do Fórum E-Commerce Brasil 2016 devem se cadastrar com antecedência (Link de cadastro: https://www.regonline.com/Register/Checkin.aspx?EventID=1847762). Com vagas limitadas, a análise dura cerca de 30 minutos e é baseada em relatório personalizado que considera a reputação da marca e métricas de desempenho do programa de e-mail, como percentual de entrega em caixa de entrada, leitura de mensagens e marcações de spam, não somente de suas próprias campanhas, como também as da concorrência. A Return Path avalia ainda potenciais riscos de fraude por e-mail ao verificar eventual ocorrência de phishing ou spoofing, além de orientar os profissionais participantes sobre como proteger suas marcas.

Fórum E-Commerce Brasil 2016

Datas – 26 e 27 de julho
Local – Transamérica Expo Center (Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro – São Paulo/ SP – Pavilhões C e D)
Inscrição para as Consulta Gratuitas de Otimização de E-mail – https://www.regonline.com/Register/Checkin.aspx?EventID=1847762

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Dicas para jogadores iniciantes de Pokémon Go

O jogo mais comentado no mundo, nos últimos tempos, chega para dar lições de tecnologia e cria inúmeras possibilidades de uso em marketing, por exemplo. Veja como Pokemon GO cativa os seus jogadores acompanhando dicas apresentadas por Nuuvem, plataforma de venda de games online.

Pokémon GO: Guia Completo para Iniciantes

Pokémon GO está prestes a ficar disponível (tomara) no Brasil para iOS e Android, e para ajudar você a se tornar o melhor de todos os treinadores, a Nuuvem, plataforma de vendas de games online preparou algumas dicas que ajudam mais que Rare Candy. Leiam agora o guia para iniciantes de Pokémon GO e deixe o Ash no chinelo enquanto se torna uma lenda das batalhas.

ABC do Treinador

Quando você abrir o jogo pela primeira vez, terá que customizar seu treinador. Considerando a quantidade de pessoas que já está jogando, talvez seja bem difícil criar um personagem único, então você não precisa perder tanto tempo aqui, já que a diversão está prestes a começar. O jogo te dá a clássica escolha entre 3 Pokémons iniciais, mas se você quer começar de um jeito diferente, aqui vai uma dica…

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Glitch para conseguir o Pikachu

Sim, queridos Pokéfãs. É possível capturar um Pikachu como seu inicial. Tudo que você precisa fazer é ignorar o trio inicial quatro vezes. Na quinta o amado rato elétrico que nossas mães pensam ser o único Pokémon do mundo vai aparecer, aí é só captura-lo.

O jogo é conectado à uma conta do Gmail por um motivo: ele usa um mapa real através do GPS. Então sim, você vai capturar Pokémons na sua rua. Existem vários marcadores no mapa indicando onde encontrar as criaturas, mas clicando no botão na parte inferior direita, você consegue descobrir que Pokémons estão ao seu redor e a quantos passos de distância eles estão de você. Quanto menos pegadas, mais próximos os Pokémons se encontram.

A experiência do jogo é ganha conforme você se locomove e captura Pokémons, então vai lá upar rápido e aproveite pra entrar em forma.

Capturando Pokémons

A mecânica de captura aqui é bem diferente dos jogos normais. Você não vai precisar batalhar contra os Pokémons usando a sua equipe. Ao invés disso, sua possibilidade de capturar é definida de acordo com o nível do Pokémon, o tipo de Pokébola que você usa, sua técnica de arremesso e outros fatores. Os Pokémons vão tentar fugir, então seja rápido na hora de capturar.

A técnica de arremesso é o que você vai precisar dominar para virar um Mestre. O ângulo e a força do arremesso são importantes, então tome cuidado para acertar o Pokémon direitinho. Vai demorar um pouco, mas você pega o jeito. Para facilitar, tente manter seu celular o mais imóvel possível. A estabilidade ajuda muito na hora do arremesso.

O círculo em volta dos Pokémons que diminui na hora do arremesso é o seu foco. Quanto menor ele estiver, mais fácil será capturar o seu Pokémon, então cronometre seus arremessos direitinho e não terá problemas na hora de construir um grande time.

O habitat natural de cada um influencia o tipo de Pokémon que vai aparecer. Pokémons aquáticos serão encontrados perto da água, enquanto Pokémons de grama são mais fáceis de encontrar em áreas de grande vegetação. Resta esperar que ninguém precise entrar num vulcão ativo pra pegar algum de fogo, mas resta esperar uma lista de locais, que com certeza os gamers farão em breve.

Além disso, você pode usar o item Incense para atrair Pokémons até você por 30 minutos. Use-o quando estiver difícil achar alguma coisa no mapa.

Stats dos seus Pokémons

Agora que você capturou seus Pokémons, é hora de descobrir o que fazer com eles. O jogo tem CP (Command Points), que determinam quão bem eles lutam. Quanto mais alto, melhor. Além disso, você vai perceber que algumas espécies variam muito de CP quando são capturadas. Foque nisso na hora de treinar os seus e manter seu time com um nível alto.

Evoluindo Pokémons

Se você quiser subir seus Pokémons de level, vai precisar de Stardust, que você ganha conforme captura outros Pokémons. Já para evoluir você vai precisar fazer mais coisas que envolvem Transferências, o Professor e doces específicos para cada Pokémon.

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Melhore e evolua seus Pokémons.

A maneira mais fácil de evoluir é capturando vários do mesmo Pokémon até que sua barrinha encha, mas antes você vai precisar usar a opção TRANSFER, que libera seu Pokémon na natureza, mas te recompensa por isso. Então escolha bem que Pokémons quer liberar e quais quer guardar. É sempre bom investir bastante em um Pokémon antes de evolui-lo, então foque nisso.

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Liberando Pokémons em Pokémon GO.

Uma outra dica na hora de evoluir o seu level é tirar o máximo possível do item Lucky Egg, que duplica o XP ganho por qualquer coisa no jogo. Junte vários Pokémons e deixe para evoluí-los juntos, dobrando o XP a cada vez que faz isso. O item dura meia hora, então programe-se para aproveitar bem esse tempo.

Pokestops – As Paradas

Essas são áreas que vão te dar itens e ovos. Os marcadores no mapa são os quadrados azuis e quando você estiver perto o suficiente, é só girar a medalha e itens cairão. Existe um tempo até que você possa usar uma Pokestop novamente, então procure bem no mapa e trace sua rota através delas para maximizar seus ganhos.

Ovos

A mecânica dos ovos é bem parecida com a dos jogos, com a diferença de que quem vai precisar andar aqui é você. Cumpra a meta da distância de cada ovo para que ele choque e revele um novo Pokémon. Quanto mais você precisar andar, mais raro será o Pokémon que sairá do ovo. Para chocar cada um você precisará de uma Incubadora. Como no início do jogo você só recebe uma, precisará comprar outra, caso queira chocar mais de um ovo de uma vez.

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Chocando ovos.

Itens

Assim como a Incubator e o Incense, existem outros itens no mundo de Pokémon GO. Aqui existe uma grande lista de itens presentes no jogo e como conseguir cada um deles, então fica de olho. Como todo jogo mobile, existem microtransações dentro de Pokémon GO que podem ser uma boa maneira de conseguir itens, caso você queira desembolsar um grana com isso. Você ganha moedas fazendo atividade in-game, mas comprar agiliza muito o processo.

Batalhas e Ginásios

Quando você chegar no level 5 como treinador poderá se juntar a um time, Azul, Vermelho ou Amarelo. E é assim que você começa a lutar nos Ginásios. Quando você se junta à uma equipe, pode designar Pokémons que capturou para um Ginásio vazio ou algum em que um membro da mesma equipe que você já tenha reivindicado. Assim como Pokéstops, Ginásios também serão localizações reais do mundo, como a casa de alguém, talvez. Você só poderá designar um dos seus Pokémons para cada ginásio, então escolha bem.

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Como funcionam as batalhas de Ginásio.

Assim como defender o seu, você também pode atacar Ginásios que pertençam à outras equipes. Prestige determina quão difícil será dominar aquele Ginásio, então cuidado para não morder mais do que você pode mastigar. Treinar o seu Pokémon no Ginásio aumenta o Prestige do seu próprio, então é um bom jeito de afastar outras equipes.

Se um Prestige chegar a zero, a equipe perde o controle do Ginásio e você ou outro jogador podem reivindicar para a sua equipe o Ginásio vazio.

Curando e revivendo Pokémons

Se seus Pokémons perderem uma batalha, inevitavelmente tomarão dano e podem até desmaiar. Nesse caso, você terá que usar itens de cura. Para acessá-los, basta clicar na Pokébola na as tela, abrir “Itens” e escolher o item apropriado. Pokémon desmaiado? Use Revive. Pokémon levou dano? Use uma Potion.

Economizando Bateria

Logo nos primeiros momentos você vai descobrir que Pokémon GO pode comer a sua bateria de uma maneira assustadora. Uma forma de evitar que isso aconteça tão rápido é usando a opção Battery Saver. Para ativar isso, basta abrir a Pokébola, ir em “Setting” e marcar essa opção.

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Economizar a bateria pode fazer muita diferença.

Dicas de Segurança

O jogo é muito divertido, mas pode ser um perigo se você não prestar atenção por onde anda. Evite usar à noite ou caminhar sem olhar para onde está indo. Dessa maneira você evita vários acidentes e garante que não vai topar em nenhuma outra pessoa que também esteja usando o aplicativo distraído. Não seja como as pessoas do vídeo abaixo. Se for sair pra capturar Pokémons, evite deixar seu carro no meio da rua. Se bem que era um Vaporeon, então tá tudo certo.

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Pesquisa da Philips revela: maioria dos pacientes e profissionais da saúde acredita na adoção de tecnologias conectadas para tratamentos

A Royal Philips (NYSE: PHG, AEX: PHI) divulga os resultados da primeira edição do Future Health Index (FHI), um extenso estudo que revela a forma como os países estão posicionados para atender a longo prazo os desafios da saúde mundial, por meio de integração e de tecnologias conectadas de saúde. O Brasil recebeu uma pontuação global de 50,6 de um total possível de 100, com destaque para o crescente interesse e confiança em soluções tecnológicas; a necessidade de um esforço combinado com o intuito de aumentar o acesso a serviços de assistência médica; e uma maior educação no que diz respeito aos benefícios da adoção de tecnologias conectadas para cuidados com a saúde.

Evidências comprovadas:

– Apesar do uso e conhecimentos limitados de tecnologias conectadas para cuidados com a saúde, a melhora na área de saúde, no Brasil, é algo de extrema importância.

– Poucos pacientes e profissionais de saúde acreditam que o sistema de saúde atende às necessidades dos pacientes, o que pode aumentar as preocupações com a saúde em geral. Pacientes e profissionais de saúde entendem que é preciso aumentar o acesso em todas as áreas da saúde para melhorar a saúde pública.

– Embora os pacientes e os profissionais da área da saúde não pensem na saúde do Brasil de forma integrada, ambos conseguem notar o valor que tal integração poderia trazer para o sistema de saúde.

A fim de melhorar a qualidade, o acesso e a capacidade financeira para adquirir os cuidados necessários com a saúde, os sistemas de assistência médica em todo o mundo estão se focando menos em modelos hospitalares convencionais e mais em novos modelos integrados e coordenados por todas as fases do ciclo da Saúde – hábitos para uma vida saudável, prevenção, diagnóstico, tratamento e atendimento domiciliar.

Analisando as percepções, comportamentos e atitudes dos pacientes e profissionais de saúde, o Future Health Index está focado em três fatores importantes e necessários para se desenvolver um sistema mais integrado de assistência médica: o acesso aos cuidados de saúde; a integração do atual sistema de saúde; e a adoção de dispositivos e sistemas de tecnologia de saúde que estejam conectados.

Ao passo em que os dados ilustram a crescente oportunidade para a tecnologia digital conduzindo a transformação da saúde, o Future Health Index também revela níveis de prontidão em todos os mercados pesquisados, além de também revelar oportunidades de melhoria para incentivar uma adoção de práticas de cuidado com a saúde de forma mais ampla e a nível mundial.

Mais de três quartos (76%) dos profissionais de saúde, em mercados desenvolvidos, concordam que seus pacientes têm acesso aos tratamentos necessários para condições médicas atuais e futuras. Nos mercados emergentes, essa relação cai para pouco mais da metade (58%). No Brasil, essa estatística ficou abaixo de 25%. Em geral, mercados emergentes como a África do Sul e os Emirados Árabes Unidos parecem estar liderando o caminho na adoção de dispositivos conectados, sendo que os players em economias emergentes esperam que dispositivos conectados possam ser utilizados para gerir a saúde no futuro.

O estudo, que será atualizado anualmente, foi realizado em parceria com uma empresa de pesquisa de mercado global independente. Mais de 2.600 profissionais de saúde e 25 mil pacientes participaram foram ouvidos em 13 países – Austrália, Brasil, China, França, Alemanha, Japão, Holanda, Singapura, África do Sul, Suécia, Emirados Árabes Unidos, Reino Unido e EUA.

Atribuindo a cada país pesquisado uma pontuação média que poderia chegar a 100, o relatório FHI mostra a percepção de cada mercado sobre os benefícios da integração entre os sistemas de saúde e o interesse pela adoção dessas tecnologias. Os Emirados Árabes Unidos alcançaram a pontuação mais alta (65,3 pontos) entre os países participantes, sendo que a Holanda e a China também ficaram bem colocados, com pontuações de 58,9 e 58,1. Por outro lado, Alemanha, Brasil e Japão receberam as pontuações mais baixas, com 54,5, 50,6 e 49,0 – respectivamente.

“O FHI revelou uma série de áreas significativas nas quais os sistemas de saúde devem investir caso queiram obter sucesso a longo prazo na prestação de serviços de assistência médica”, disse Frans van Houten, CEO da Royal Philips. “No entanto, é encorajador ver que muitos países apresentam uma disposição relativamente forte para adotar tecnologias digitais conectadas, o que acabará por conduzir essas transformações. O FHI fornece informações valiosas para os pacientes, profissionais de saúde e legisladores – nos mercados desenvolvidos e emergentes – sobre onde a atenção precisa estar focada no aumento dos níveis de acesso, integração e adoção de tecnologias da saúde para melhorar os resultados de saúde e a experiência do paciente também a longo prazo respectivamente”, completa.

Outros dados do estudo mostram que:

Os dados estão se proliferando, mas o compartilhamento de dados continua a ser um desafio. Apesar dos progressos em relação aos registros médicos universais em alguns mercados, a grande maioria dos pacientes (74%) relata ter de repetir a mesma informação para vários profissionais de saúde, e a maioria (60%) também teve de repetir os mesmos exames. Enquanto isso, apesar de mais da metade (60%) dos pacientes possuir ou utilizar um dispositivo conectado para monitorar vários indicadores de saúde, apenas um terço dos pacientes (33%) já compartilhou essa informação com o seu médico.

Essas médias foram ainda menores no Brasil, comparando-se com os resultados nos 13 países pesquisados, sugerindo que o país está atrás de outros mercados emergentes. Muitos pacientes dizem que é difícil (60%) obter seus dados de saúde quando precisam, e a maioria (88%) diz que tiveram de dizer repetidamente as mesmas informações para vários médicos ou profissionais de saúde.

A tecnologia é uma questão geracional, tanto para médicos quanto para pacientes. Em todos os países pesquisados, os pacientes e médicos mais jovens também são mais propensos a usar e compartilhar informações a partir de dispositivos conectados, comparados aos seus pares mais velhos. Mais da metade (57%) dos pacientes com idades entre 18-34 relatam possuir pelo menos um dispositivo de vigilância de saúde e um quarto dos mesmos (25%) sentem que estão bem informados sobre dispositivos de cuidados com a saúde conectados, versus 14% das pessoas com 55 anos ou mais.

No Brasil, o custo de dispositivos de saúde conectados é considerado uma barreira entre os pacientes (45%) e profissionais de saúde (56%), assim como a burocracia do sistema de saúde para 42% dos pacientes e 39% dos profissionais de saúde.

Pacientes e médicos estão divididos em relação à capacidade dos pacientes em monitorar sua própria saúde. A grande maioria dos pacientes pesquisados (69%) sentem que têm o conhecimento necessário para gerir a sua própria saúde de forma eficaz. No entanto, menos da metade dos profissionais (40%) concorda com isso. Diferentes percepções também existem em termos de quem é responsável pela prevenção de problemas de saúde. Como o aumento da idade do paciente, eles são mais propensos a acreditar que são os guardiões da sua própria saúde – 79% dos entrevistados, com 55 anos ou mais, concordam que são totalmente responsáveis pela prevenção de sua saúde em comparação com pacientes mais jovens (66% daqueles entre 18-34).

No Brasil, apenas um terço dos pacientes (34%) estão bem informados sobre as tecnologias conectadas de cuidados com a saúde, em comparação com 58% dos profissionais de saúde. Por outro lado, a maioria dos pacientes (79%) e dos profissionais de saúde (84%) acreditam que as tecnologias conectadas de cuidados com a saúde sejam algo importante para a melhoria da saúde da população.

A integração e o compartilhamento de dados devem ser um objetivo claro. A maioria considerável dos pacientes e dos profissionais de saúde (69% e 85%, respectivamente) acreditam que os sistemas integrados de saúde e as tecnologias conectadas podem melhorar a qualidade dos cuidados aos doentes, e a maioria dos médicos (88%) concorda que a integração pode ter um impacto positivo direto sobre a gestão de saúde da população.

Áreas específicas de melhoria foram apontadas pelo estudo e devem ser abordadas para aumentar a adoção de tecnologias de forma mais ampla e em nível mundial.

· Em todos os países a burocracia é vista como um grande obstáculo. Mais da metade (54%) dos profissionais de saúde e 43% dos pacientes indicam que a burocracia do sistema de saúde é um dos principais obstáculos a fim de coordenar o compartilhamento de dados e a integração dos sistemas de saúde.

· Preocupações com custos, formação e segurança de dados são alguns dos pontos citados por entrevistados em todos os países pesquisados. Mais da metade dos profissionais de saúde e pacientes (52% e 51%, respectivamente) acreditam que os dispositivos de cuidado com a saúde conectados aumentariam os custos de saúde em geral, com preocupações sobre os recursos necessários para as necessidades associadas, tais como treinamento e segurança de dados.

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Para ler o Future Health Index completo, além dos dados de mercados locais, por favor, acesse: www.futurehealthindex.com

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Startup de mobilidade corporativa recebe investimento de R$ 5 milhões

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A startup uMov.me, empresa de tecnologia desenvolvedora da primeira plataforma brasileira que permite a qualquer pessoa, mesmo sem experiência em programação, criar aplicativos móveis corporativos recebeu investimento do Fundo CVentures Primus, gerido pela CVentures em conjunto com a CRP Companhia de Participações. Com isto o Fundo passa a ter uma participação minoritária não divulgada na uMov.me, contando com um representante no Conselho de Administração cuja missão será implantar as melhores práticas de governança corporativa, além de suporte estratégico no projeto de crescimento da companhia.

O aporte, irá cobrir parte dos R$ 15 milhões que serão investidos nos próximos 36 meses com o objetivo, principalmente, de aprimorar o relacionamento e o desenvolvimento de negócios com sua crescente base de parceiros, que conta com nomes com atuação internacional como Manpower, Neogrid, Contax, TOTVS, entre muitos outros. Eles atendem empresas como pra Nissin, Makro, Bradesco, Hyundai, Renault, Embraer, Etna e mais algumas centenas de empresas dos mais diversos portes e segmentos.

O grande diferencial da plataforma uMov.me é a capacidade de gerar soluções completas (automação, monitoramento e gestão de equipes de campo) de alta qualidade, independente de plataforma e sem programação para qualquer segmento de atuação. Totalmente na nuvem, as soluções permitem automatizar atividades de coleta de dados em campo utilizando recursos de GPS, roteirização, conteúdos multimídia, processamento de imagens e muitos outros.

A uMov.me vem trabalhando há 3 anos na construção de uma rede de parceiros que hoje é composto por de mais de 250 empresas (desenvolvedores e integradores), que constroem aplicativos e atendem os clientes finais com soluções como Automação de Força de Vendas, Logística, Equipes de Serviço, Trade Marketing, Auditorias, Eventos, entre muitos outros. Atualmente são mais de 105 mil usuários utilizando aplicativos desenvolvidos com a plataforma, que já passam dos 7 mil aplicativos.

Além do investimento de canais, a plataforma vai receber novos módulos e recursos que irão aumentar a entrega de valor. Quanto aos serviços, os principais beneficiados serão os parceiros que passam a contar com novos serviços especializados oferecidos por analistas de negócios, marketing e de tecnologia da uMov.me para apoiar o desenvolvimento de suas soluções e ofertas para seus clientes considerando a estratégia de negócio de cada parceiro.

A diretoria da companhia segue inalterada, com Alexandre Trevisan (CEO), Daniel Wildt (CTO) e Vinicius Vasconcelos (CBDO). Trevisan reforça o momento: “a empresa segue com gestão independente e tem como principal objetivo ajudar nossos parceiros a desenvolver negócios na área de mobilidade. É a maior oportunidade do mercado de tecnologia e precisa de empresas especializadas e preparadas para atendê-los. Criar a maior e mais qualificada rede de empresas de mobilidade do Brasil é a nossa missão”.

O mercado recessivo não tem sido barreira para o desenvolvimento acelerado da companhia. Em 2015 apresentou um crescimento de 65% e as expectativas para 2016 são ainda mais agressivas. A companhia considera fazer algumas aquisições pontuais como forma de acelerar ainda mais o crescimento. Elas deverão estar vinculadas a novas ofertas de produtos e serviços e na expansão de mercado. A empresa tem alguns parceiros na América Latina mas entende que há muito espaço no mercado internacional para a sua proposta de valor.

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iFood capta R$ 100 milhões por meio da Movile e JUST EAT e passa a operar também no México

A notícia vem para coroar o ano de forte crescimento para a empresa, que consolidou a sua liderança no mercado brasileiro e dá início ao seu processo de globalização

O iFood, plataforma líder de delivery online de comida na América Latina, anuncia a captação de R$ 100 milhões; o investimento foi liderado pela Movile, empresa líder em e-commerce, e pela JustEat, maior mercado digital do mundo de delivery online de comida. Os recursos serão usados para expandir a operação global da plataforma e garantir a sua presença no México por meio da compra de participação do SinDelantal.

O SinDelantal é o maior serviço de delivery de comida do México e foi adquirido pela JUST EAT em fevereiro de 2015. O serviço cresceu ainda mais com a compra da Hellofood Mexico, em fevereiro deste ano. A joint venture iFood e JUST EAT será detentora de 49% da companhia e dividirão a administração da empresa, aproveitando o know-how na América Latina que permitirá escala para estabelecer a empresa como a líder entre os dois mercados mais importantes para takeaway on-line na região. Os termos do acordo não foram divulgados.

“Estamos sempre refletindo sobre a nossa experiência móvel e queremos ser a melhor opção e a maneira mais fácil de pedir comida por smartphones”, afirma Felipe Fioravante, CEO e co-fundador do iFood. “O conhecimento de tecnologia móvel da Movile tem sido essencial para permitir uma experiência de alto nível e nos ajudar a aprimorar o nosso serviço, que é algo que estamos sempre buscando. No primeiro semestre, por exemplo, adquirimos a tecnologia da SpoonRocket para melhorar o nosso backend de logística, com o intuito de otimizar o tempo das entregas e melhorar a experiência não só do consumidor, mas também dos restaurantes, explica.

Desde seu lançamento, em 2011, o iFood já conseguiu incluir mais de 10.000 restaurantes parceiros em sua plataforma, facilitando mais de 1,8 milhão de entregas atualmente e registrando crescimento de 143% em 2015. Ao otimizar tantas entregas, a empresa estabelece-se como líder de mercado tanto no Brasil quanto no México, países que, juntos, representam cerca de 70% do PIB da América Latina. Além disso, os restaurantes têm, em média, aumento de 20% em sua receita quando passam a utilizar a plataforma do iFood, confirmando o apelo que o aplicativo tem com os consumidores.

“A expansão do iFood para o México foi uma decisão natural após observamos o sucesso da plataforma no Brasil”, diz David Buttress, CEO da JUST EAT. “O iFood não só entende bem o mercado local, como tem conhecimento sobre como fazer as coisas funcionarem na tecnologia móvel. Trata-se de uma simbiose bastante positiva, e temos grande interesse em explorar mais esta relação”, acrescenta.

Para Fabricio Bloisi, CEO e fundador da Movile, “com o crescimento e engajamento que estamos vendo na América Latina, o iFood caminha, a passos largos, para se tornar um player global, assim como a Movile e outros produtos e serviços que oferecemos”.

Pesquisa publicada recentemente pela Business Insider Intelligence confirma a importância do México no mercado de e-commerce latino americano. Perdendo em tamanho apenas para o Brasil, estima-se que o faturamento total do país chegue a US$ 11 bilhões em 2019 graças ao mercado de delivery online de comida, de acordo com um estudo realizado pela Euromonitor. O mercado de e-commerce está em franca expansão na América Latina, com algumas das taxas mais altas do mundo, com faturamento estimado em US$ 47 bilhões até 2019.

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Startups: como proteger o seu negócio antes mesmo de começar

Não corra riscos, conheça os primeiros passos legais para abrir uma empresa inovadora

Elas são relativamente novas, mas a fama já se espalhou. As startups, conhecidas no mercado pelo grande potencial de negócios e forte espírito empreendedor, ganham cada vez mais espaço no cenário nacional.

Estimativa da Associação Brasileira de Startups mostra que o número de startups em operação no Brasil cresceu 30,4% entre março e dezembro do ano passado, chegando a 4,1 mil empresas iniciantes. Um cenário animador para empreendedores, fomentado ainda mais pela crise econômica e política instalada no País.

Mas nem tudo são flores. As startups podem ser pequenos meteoros, operando num campo de muitas incertezas, e acabarem com a mesma velocidade em que começaram. Então, se você teve uma ideia incrível e, de repente se junta ao seu amigo de infância ou aos seus familiares para desenvolver essa ideia, é preciso observar alguns detalhes importantes antes de tirar o projeto do papel. Por isso, Tatiana Soares de Azevedo, especialista em direito tributário do escritório Penachio, Moroni Câmara, Mattos & Azevedo Advogados listou alguns pontos que devem ser observados para proteger o seu negócio antes mesmo dele começar:

1. Proteja a sua marca

– Antes de abrir o negócio, faça uma busca no site do INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial), mais especificamente no sistema e-marcas.

“Antes de começar, é necessário proteger a propriedade intelectual ou, pelo menos, analisar a viabilidade ou necessidade de fazê-lo”, esclarece Tatiana.

– Faça um acordo de não divulgação para sócios, investidores e funcionários: curto e simples, com cláusulas que restrinjam a divulgação de informações estratégicas e confidenciais da empresa. Recomendação que se estende para os domínios na internet, bem como para os nomes de contas das mídias sociais.

2. Defina as regras da sociedade

Também é necessário tomar uma série de providências com relação aos sócios:
– Acordo para a divisão das ações. Esse acordo será utilizado mais adiante, no momento da elaboração dos atos constitutivos – contrato social ou estatuto social, dependendo do modelo de sociedade escolhido.
– Definir regras de entrada, de reembolso, de saída etc.

3. Cadastre a sua empresa

Chegado o momento de contratação de pessoal, é preciso abrir formalmente a empresa, com o registro no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ).
A empresa pode ser uma limitada (Ltda), sociedade anônima (S/A) fechada ou aberta, empresa individual, sociedade em conta de participação, entre outras. “Com relação ao regime de apuração de lucros, há algumas possibilidades: lucro real, lucro presumido e SIMPLES. A consultoria tributária, nesse momento, será muito útil”, ressalta a especialista.

4. Evite dor de cabeça na hora de formar o seu time

Com relação à contratação de funcionários, a regra geral é o regime da CLT. Um custo muitas vezes inviável para uma empresa que pouco ou nada fatura. Há outras opções? A resposta é sim.
Há uma pessoa muito talentosa no time, que veste a camisa do projeto? Ofereça a ela uma opção de compra, um share da empresa. Na prática ela será sócia, terá um pro labore e participará da divisão dos lucros.
E se, por acaso, a pessoa admitida na sociedade decide sair? E, alguns anos após a saída dessa pessoa, a startup explode de sucesso e faz um IPO? Como fica a situação do sócio que abandonou o barco lá atrás?
“Para evitar que isso seja um tormento para a empresa, é comum que se recorra a um contrato de VESTING”, conta Tatiana Azevedo. Nesse contrato será estabelecido:

– A quantidade de ações que serão disponibilizadas para o sócio que não comprou a sua participação;

– O período para o sócio vestir 100% das ações que lhe foram destinadas;

– O Cliff, que nada mais é que o prazo para a pessoa receber as primeiras ações;

“Imagine que a empresa agrega ao time um diretor comercial, e oferece para ele vestir 5% das ações em 4 anos, sendo 25% no primeiro aniversário da empresa, e o restante, 75%, divididos pelos meses restantes”, exemplifica Tatiana.

Tudo isso por quê? “No momento oportuno os empreendedores esperam alavancar o negócio a partir de um aporte do investidor anjo. Por certo que esse investidor vai querer saber quais as medidas de proteção já foram tomadas”, completa a especialista.

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Grupo Confederativo do eSocial discute novos prazos

O Grupo Confederativo do eSocial (GTC) se reuniu na terça-feira (19), na sede do Conselho Federal de Contabilidade (CFC), a fim de alinhar os próximos passos para entrada em vigor do módulo do eSocial. A data prevista é setembro de 2016, mas o grupo concorda que é inviável. Além da revogação do prazo, houve também a decisão de concentrar esforços na construção do leiaute definitivo para o eSocial.

O eSocial é um módulo do Sistema Público de Escrituração Digital (Sped) que reunirá todas as obrigações trabalhistas e previdenciárias num único espaço. O GTC tem por objetivo equacionar possíveis divergências entre as necessidades do projeto e das empresas antes que o módulo entre em vigor. O grupo é formado por representantes do Ministério do Trabalho, da Secretaria da Previdência do Ministério da Fazenda, da Caixa Econômica Federal, do CFC, do Sistema S, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), da Confederação Nacional do Comércio (CNC), da Fenacon, de cooperativas, do Sebrae e de empresas de softwares.

Em agosto do ano passado o GTC foi dividido em subgrupos com o intuito de acelerar as discussões para a implantação do módulo dentro do prazo previsto, mas por diversas razões ainda não há leiaute definitivo para o projeto. “Estamos vendo os esforços dos atores envolvidos, tanto na realização dos testes quanto nas discussões de alinhamento, com o objetivo de alcançar as melhorias esperadas para as versões que foram apresentadas até agora. Há necessidade de ajustes e definição do leiaute para novos testes, e o grupo está empenhado em produzir uma versão final”, afirma a representante do CFC no GTC, Sandra Batista.

No encontro desta semana, o coordenador do grupo, José Maia, informou que as mudanças pelas quais passou o governo não alteraram o compromisso com o projeto. “Apesar das mudanças, as equipes que tratam do eSocial foram mantidas, e o governo está comprometido com o módulo.” Ele informou que será publicada uma resolução revogando o prazo atual. “Já havíamos pactuado com esse grupo que apenas revogaríamos o prazo quando tivéssemos uma proposta de cronograma para apresentar. Não foi possível construir esse cronograma, mas estamos trabalhando nisso. A revogação não é, de forma alguma, um sinal de que o projeto não esteja sendo priorizado pelo governo.”

Os participantes reforçaram a necessidade de haver um leiaute definitivo para a repactuação de prazo. Por isso, haverá uma oficina nos dias 9,10 e 11 de agosto, em São Paulo, para acertar os conceitos que ainda precisam ser fechados para elaboração da versão final do projeto. Na reunião serão feitos os últimos ajustes no leiaute.

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