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Google dá desconto de 30% em seu pacote de aplicativos para trabalhar na nuvem

Promoção é válida apenas para novos clientes e por prazo limitado

Boa parte da magia tecnológica que sustenta a produtividade e a colaboração dentro do Google acontece dentro dos aplicativos que são usados pelos seus quase 65 mil funcionários diariamente. É essa mesma tecnologia que o Google oferece para pequenas e médias empresas no mundo todo com seu pacote de Google Apps for Work.

A partir de hoje, os empreendedores brasileiros poderão contratar esse serviço com um desconto de 30% no preço original do plano básico, pagando apenas 3,50 dólares por funcionário/mês, durante 12 meses. Isso representa uma economia de 360 dólares em um ano para empresa com 20 funcionários.

O empreendedor que fizer a assinatura terá direito a:

• email profissional com domínio próprio e a mesma tecnologia do Gmail;
• armazenamento online com o Drive;
• calendários compartilhados;
• ferramentas para videoconferências; e
• todos os aplicativos de edição que uma empresa necessita, como Documentos, Planilhas e Slides.

É possível acessar de forma segura a todos os serviços e arquivos de trabalho a partir do computador, tablet ou celular das plataformas Android, iOS e BlackBerry. Como os aplicativos funcionam na nuvem, é possível se manter produtivo a partir de qualquer lugar, seja esperando aeroporto, preso no trânsito dentro de um táxi ou do conforto de casa.

Disponível 99,9% do tempo, sem períodos de inatividade programada e com suporte 24 horas por dia, sete dias da semana, Google Apps for Work proporciona às PMEs toda a segurança e respaldo necessários. Além dos ganhos de produtividade advindos da colaboração e mobilidade proporcionados pelas ferramentas do Google, estudos da Deloitte apontam que empresas que utilizam ferramentas online crescem mais rápido que as competidoras.

“O objetivo desta promoção é tornar o produto ainda mais acessível às PMEs brasileiras e permitir que elas usem a tecnologia para aumentar sua produtividade, além de reduzir custos, claro, em um momento de crise econômica. Isso vai possibilitar que as empresas foquem no que importa que é inovar e crescer”, explica Izabelle Macedo, diretora de marketing do Google Apps for Work.

Para contratar o serviço, basta acessar este site, seguir os cinco passos necessário para criar uma conta e informar um cartão de crédito internacional para fazer o faturamento. A promoção é válida apenas para clientes novos, com empresa aberta no Brasil, e para os 99 primeiros funcionários registrados.

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Valores aplicados em projeto de financiamento coletivo não ativado devem ser devolvidos

Por Vinicius Maximiliano Carneiro

Outro ponto que não poderíamos deixar de lado em relação ao financiamento coletivo, são os projetos que não atingem o número mínimo de apoiadores para serem financiados, além de fazermos algumas reflexões sobre o formato adotado pelos sites na “devolução” dos valores enviados a esses projetos.

Assim, se admitirmos que os valores enviados pelos apoiadores aos projetos que não foram ativados, permanecem em poder do site, tecnicamente esses valores se tornam faturamento do site. Os argumentos atinentes à devolução trataremos mais a frente, mas nesse ponto vamos falar somente do fluxo financeiro.

Inegável perceber que a transferência dos valores para os sites, por parte dos sistemas de pagamento, é operação financeira acobertada, em tese, pelo contrato existente entre site e sistema de pagamento, como meio facilitador da atividade fim do site, que é a intermediação de negócios. Como estamos falando dos projetos não financiados, o site em si fatura (em tese), mesmo que o projeto não decole.

Do outro lado, os sites divulgam uma política de devolução dos valores em forma de crédito, daqueles projetos que não foram ativados, para que o apoiador possa usar em um outro projeto do mesmo site, o valor então já repassado. Aqui precisamos analisar alguns detalhes especiais.

A figura do crédito, pela legislação brasileira, comporta diversas interpretações. Na prática, se entendermos que a relação entre o apoiador e o site é de consumo (em razão da prestação do serviço de intermediação), esse condicionamento de uso dentro do próprio site se mostra abusiva. Se analisarmos sob o prisma comercial, a iniciativa é meramente de marketing, por se tratar de um processo “forçado” de fidelidade.

O maior problema aqui está nos casos em que o apoiador quer a devolução efetiva do dinheiro pago, seja porque não quer mais apoiar nenhum projeto, seja porque não aceita esse condicionamento, haja vista que ele não sabe quando pode aparecer outro projeto que lhe interesse nos mesmos moldes ou valores. E nesse caso, a maioria dos sites condiciona ao apoiador que abra uma conta dentro de um sistema de pagamentos online, para, ARCANDO COM OS CUSTOS DESSE SISTEMA, receba o reembolso dos valores. Só que, justamente em razão desses custos, o valor recuperado não será o valor pago.

Outro problema: imaginemos que um site esteja a pleno vapor, com dezenas de projetos, milhares de apoiadores, mas que a maioria desses projetos não atinja o mínimo para ativação. Digamos ainda que o empreendedor, por algum motivo, sinta-se desmotivado de continuar sua empresa e resolva fechá-la simplesmente. E digamos ainda que eu, apoiei com mil reais um projeto “x” o qual não foi ativado e, portanto eu tenho um crédito. E nesse meio tempo o site simplesmente sai do ar, fecha-se a empresa e meu crédito “cai em descrédito”.

Novamente voltaríamos a necessidade premente de se ter uma contabilidade bem estruturada (e devidamente informada aos órgãos oficiais eletronicamente), a qual viabilizaria ao apoiador demonstrar seu crédito e ter de quem receber. Além disso, em uma contabilidade completa, o próprio site que pretende encerrar suas operações, teria condições em due dilligence de informar ao mercado e aos credores tudo que tem a reembolsar de créditos não utilizados.

Percebam que o assunto é delicado! Alguns meios de pagamento possuem meios de controle para não repassar o valor aos sites sem que o projeto seja ativado. Porém, da mesma forma, esses meios de pagamento retêm esses valores dos apoiadores, aguardando o uso do crédito, ou o processo chamado de “transferência de projetos”, onde o apoiador volta ao site e indica para onde deve ir aquele valor que ele tem disponível.

A coisa não parece tão grave, desde que estejamos falando de pequenos valores. Mas existem diversos projetos na rede onde as cotas de apoio (ou até mesmo chamadas de “patrocínio”) estão na casa dos 20 mil reais por exemplo. Imagine uma empresa ou pessoa na qual o projeto não foi ativado, fique com um crédito de 20 mil para novos projetos? Comercialmente, isso se mostra altamente negativo ao modelo de negócio, apesar de financeiramente atrativo.

O problema é relevante na medida em que o PayPal, um conhecido meio de pagamento, já instituiu políticas específicas fora do Brasil para a conclusão de projetos de crowdfunding em sites dessa natureza, com a preocupação de que, aqueles que sejam ativados, realmente ocorram. Na prática, qualquer escândalo de projetos que arrecadem milhões e simplesmente não gerem nada, cria um grande desconforto comercial, além das dezenas, quando não milhares de operações de devolução (refund) ocasionadas por esse tipo de acontecimento.

Não podemos esquecer ainda que no Brasil, a intenção legislativa está navegando a margem da realidade de algumas empresas do segmento, de maneira que, dependendo da forma adotada, pode acabar estendendo responsabilidades por não execução dos projetos aos sites e aos meios de pagamento, que a bem da verdade, nada tem relação com essa efetividade. Afinal, tanto site quanto meio de pagamento, são custos do idealizados do projeto, sendo este em última instância responsável integral pelo cumprimento daquilo que ele divulga.

Por fim, a legislação do Consumidor no Brasil trata com severidade campanhas que sejam consideradas “enganadoras” ou que levem o consumidor a erro. Você pode até estar se questionando se nesse caso de financiamento coletivo seria uma relação de consumo? Meu entendimento é simples: se o projeto inclui o desenvolvimento e pré-venda e entregue de um produto ou serviço, se aplicaria sim a lei consumidora. Nos demais casos, cada órgão atuante em sua esfera de competência seria cabível de analise, mas no caso de produtos e serviços, o risco de problemas extensivos aos sites é muito grande, seguindo-se a tradição legal brasileira.

Com base nisso, entendemos que a melhor forma de evitar riscos potenciais está no desenvolvimento de uma equipe interna ou terceirizada de auditores especializados na análise de projetos que serão divulgados no site. Posteriormente, aos ativados, acompanhamento do desenvolvimento do projeto. Aos que não foram ativados, implantar uma política simples e eficiente de reembolso e devolução aos financiadores. Simples assim!

*Este artigo é parte integrante do e-book Vinicius Maximiliano Carneiro “Dinheiro na Multidão” – Oportunidades x Burocracia no Crowdfunding Nacional. A obra tem como missão ser a primeira do segmento no país, destacando-se pela objetividade, pelos detalhes práticos e pela análise concisa de uma inovação financeiramente incomparável. Para ler na integra, acesse http://viniciuscarneiro.adv.br/. Quem se cadastrar no site, gratuitamente, receberá informações sobre o mercado de crowdfunding e conferir vídeos explicando todo o funcionamento burocrático de uma transação de crowdfunding.

Sobre Vinicius Maximiliano Carneiro

O autor é advogado e escritor. Com MBA em Direito Empresarial pela FGV, é Especialista em Direito Eletrônico pela PUC/MG, atuou como advogado de Propriedade Intelectual no Brasil para a Motion Picture Association (MPA), Associação de Defesa da Propriedade Intelectual (ADEPI) e também para a União Brasileira de Vídeo (UBV). Foi gestor de projetos especiais na Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES) – e da Business Software Alliance (BSA). Também ocupou lugar na Comissão de Mercado de Capitais e Governança Corporativa da OAB/SP. Focado no mercado de financiamento coletivo nacional, apaixonado por Internet, novos mercados e Economia Digital, agora Vinicius se lança no mercado editorial com a obra “Dinheiro na Multidão” –Oportunidades x Burocracia no Crowdfunding Nacional.

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Parceria entre Huawei e Qualityware aposta em oferta de Data Center modular e em contêiner no sul do Brasil

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Mercado corporativo é alvo das empresas, que focam em soluções de infraestrutura de TI

Como em todas as áreas da Tecnologia da Informação e Comunicações, a infraestrutura de TI avança para atender a demandas por projetos mais ágeis e com implantações em prazos mais curtos. Para acompanhar o cenário de transformação digital dos negócios, as empresas buscam soluções que fiquem rapidamente disponíveis para colaboradores e clientes.

Essa é a aposta da empresa curitibana Qualityware ao firmar parceria com a gigante chinesa Huawei. Para Marcelo Piuma, diretor de marketing da Qualityware, o data center modular ou em contêiner, atende justamente essa nova demanda: “As obras convencionais podem durar mais de um ano e correm até o risco de ficar obsoletas quando prontas. Agora, é possível entregar muita velocidade na instalação e na operação em pouco tempo”.

Rômulo Horta, diretor de marketing da Huwaei, explica que a parceria com a Qualityware, no sul do Brasil, favorece a percepção regional da imagem da empresa como referência no fornecimento de soluções para projetos que demandam convergência de TI e Comunicações não só para operadoras de telecom e em produtos para o consumidor final, mas, principalmente, no segmento corporativo, combinando serviços e armazenamento robustos com preços mais competitivos. “Quem já possui legado de tecnologia está buscando eficiência nos investimentos. E o custo geral da tecnologia Huwaei é mais interessante”, ressalta Rômulo.

Para reforçar o interesse pelo sul do Brasil, a Huwaei formalizou, recentemente, uma cooperação institucional com a Prefeitura de Curitiba e o Instituto Smart City Business para apresentar produtos e ideias de projetos de cidades inteligentes.

Rômulo Horta também destaca os investimentos em inovação da Huwaei: “A empresa foi a que mais aplicou patentes no mundo em 2015 e traz o que há de mais moderno para o Brasil”.

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Gera planeja acelerar expansão com apoio de novos investidores

Alencar de Carvalho e Fábio Piastrelli, sócios da Gera

Alencar de Carvalho e Fábio Piastrelli, sócios da Gera

A Gera, líder em soluções na nuvem para o mercado de venda direta e omnichannel, está analisando potenciais parcerias que agreguem expertise, apoio estratégico e contribuam para acelerar a sua expansão nos mercados nacional e internacional. Para assessorá-la neste processo, a empresa contará com a assessoria do banco Credit Suisse Hedging-Griffo. A companhia, que já vinha sendo abordada por fundos de investimento, pretende tomar esta decisão estratégica já no segundo semestre de 2016.

Com uma solução embarcada em um modelo de negócio 100% cloud e comercializada no formato SaaS (software como serviço), capaz de gerenciar operações de venda direta e omnichannel, a Gera destaca-se por seu potencial de mercado no Brasil e América Latina. Presente em sete países da região, a Gera responde atualmente por cerca de 12% do market share de soluções para o mercado de vendas diretas do Brasil e 3% da região latino-americana (fonte: Gera). Mercado esse que, mesmo com o cenário econômico desfavorável, continua em pleno crescimento. Em 2015, o mercado mundial cresceu 7,7% e a América Latina registrou um incremento de 4,4% (receita em dólares no mesmo período). O Brasil destaca-se como o sexto maior mercado no ranking mundial da WFDSA (World Federation of Direct Selling Associations), com 5% de participação e mais de 4,6 milhões de revendedores.

Por meio do GeraSGI, mais de 1,6 milhão de revendedores são gerenciados, 217 mil pedidos são processados diariamente e mais de 70 milhões de produtos são distribuídos por mês. Em 2015, a plataforma emitiu o equivalente a US$ 2 bilhões de faturamento para seus clientes.

De acordo com os sócios Fábio Piastrelli e Alencar de Carvalho, após crescimento acelerado nos últimos anos, a partir desse ano, a companhia irá aumentar o investimento em inovação e na expansão para novos mercados. “Nossa previsão é crescer três vezes até 2020 e tornar nossa plataforma a melhor ferramenta para a gestão comercial das Américas”, ressalta Piastrelli. Para alcançar as ambiciosas metas, a Gera traçou um plano de internacionalização com foco na América Latina, e planeja atingir 30% de market share em número de revendedores em 2020.

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Braspag e Cielo apresentam primeira solução brasileira de IoT para compras no Fórum E-commerce Brasil 2016

A tecnologia, que permite realizar compras por meio de botão conectado, estará em demonstração durante todo o evento

A Cielo, empresa de tecnologia e serviços para o varejo, líder em pagamentos eletrônicos na América Latina, e a Braspag, empresa do grupo Cielo, fazem demonstração da primeira tecnologia brasileira de Internet of Things voltada para o comércio eletrônico durante o Fórum E-commerce Brasil 2016, principal evento do setor da América Latina e o terceiro maior evento de comércio eletrônico do mundo, de acordo com a Forrester Research, que acontece em 26 e 27 de julho, em São Paulo.

Lançada neste ano e ainda em fase de testes, a solução funciona como um botão conectado que permite realizar compras a partir de qualquer objeto com apenas um clique e sem sair de casa, incorporando o conceito de Internet das Coisas (IoT).

A tecnologia estará em demonstração durante todo o evento no estande da Braspag. A partir do segundo semestre, o botão conectado entra em piloto com cerca de 100 consumidores cariocas da Organomix, empresa distribuidora de produtos orgânicos. Até o final do ano, estará disponível para todo o mercado brasileiro, podendo ser disponibilizada por meio de botão físico ou aplicativo para smartphone.

Fórum E-commerce Brasil 2016

Quando: 26 e 27 de julho (terça e quarta)
Das 9h às 20h
Onde: Transamérica Expo Center
Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387 – Halls C e D – Santo Amaro, São Paulo – SP
Informações: www.ecommercebrasil.com.br/forum2016/

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Professor também precisa saber usar tecnologias

Por Pavlos Dias*

O blended learning, conhecido no Brasil como ensino semipresencial ou híbrido, não é uma novidade. Usado há quase 20 anos, o termo foi ouvido pela primeira vez foi no mundo corporativo para definir um tipo de curso que permitia a trabalhadores continuarem seus estudos sem prejudicar a rotina. Com a popularização no Ensino Superior, por trazer a mesma flexibilidade para a educação – de profissionais que podem continuar estudando, ou de estudantes que podem trabalhar –, o semipresencial está presente em diversas instituições de ensino brasileiras.

Misturar o EaD com encontros presenciais trouxe uma nova experiência para estudantes, principalmente no que se refere à qualidade da educação. E é comprovado: o semipresencial traz resultados mais efetivos que o tradicional. Um estudo conduzido pela Atilim University, em 2015, na Turquia, com um grupo de 110 estudantes mostrou isso. Os estudantes realizaram as aulas de Introdução a Computação no presencial e online e disseram ter aprendido mais no EAD, por causa do compartilhamento de informações nos fóruns, vídeos e imagens que apoiavam os exercícios facilitavam a retenção do conteúdo. Diferente do presencial, em que o professor expõe o conteúdo, fomenta uma discussão (em que nem todos precisam participar) e os alunos vão para casa pesquisar e fazer seus trabalhos, no EAD, o estudante acessa o material em qualquer hora e lugar, e do mesmo modo, inicia seus trabalhos e projetos; além de ter mais interação com o educador. No entanto, por melhor que seja o curso a distância, ainda é preciso vencer os preconceitos sobre a qualidade dos cursos, conteúdos e docentes.

Cada vez mais as instituições brasileiras oferecem cursos na modalidade para atender um gap da sociedade – de pessoas que moram longe das universidades, trabalham em horário comercial, têm família, e dispõem de horários alternativos para se dedicar aos estudos. Além disso, as instituições conseguem centralizar o ensino no estudante, promover debates no ambiente online, e os alunos podem seguir o próprio ritmo de estudos. Diferente do presencial, onde as aulas acontecem no horário marcado e a aprendizagem é mensurada pelo desempenho do grupo e não do indivíduo, o EAD permite acompanhar de perto o desenvolvimento do aluno. Mas, para que os resultados aconteçam, o professor/tutor precisa ter familiaridade com novas tecnologias para estar mais próximo do estudante.

O Ensino a Distância traz um debate amplo sobre a necessidade contínua de qualificação do corpo docente. Quando se fala em adoção de Tecnologias da Informação para facilitar o processo de ensino e aprendizagem, o treinamento de professores precisa ser visto como uma necessidade tão comum quanto a especialização dele na sua área de atuação. Afinal, eles serão a vitrine do investimento da instituição no ambiente virtual de aprendizagem, e, se souberem usar bem a tecnologia, os alunos também serão motivados a fazer o mesmo. Gerando, assim, resultados reais de aprendizagem.

Não tem como fugir de tecnologia quando se fala em EaD – seja 100% online ou híbrido. E, embora as instituições de ensino tenham um papel fundamental em oferecer capacitação, o corpo docente também pode tomar algumas iniciativas para investir na própria aprendizagem sem depender 100% da instituição de ensino. Alguns exemplos são os cursos online, formação de grupos de estudos com colegas mais ‘heavy users’, e leituras sobre como integrar as TICs com as novas metodologias ativas de aprendizagem.

Por fim, é preciso ressaltar que o docente tem um papel fundamental na educação a distância, e não é só de mediar discussões e compartilhar conteúdos, mas de enxergar o estudante como um indivíduo que tem dúvidas, certezas e incertezas. Por isso, o seu papel não será substituído pela máquina, pelo contrário. Da mesma forma que quadro negro e o livro complementaram o seu papel em sala de aula, a tecnologia fará o mesmo. E, ela precisa ser enxergada como um meio de trazer qualidade à educação, que é a ponte para a conquista de objetivos profissionais e pessoais dos alunos.

Pavlos Dias é Gerente Nacional da Blackboard Brasil

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Seis passos para alcançar seu cliente via mobile

Veja as dicas dos especialistas da Serasa Experian Marketing Services para uma estratégia de marketing assertiva. 35% dos acessos às lojas virtuais são via smartphone ou tablet

O uso de dispositivos mobile cresce em ritmo acelerado no mundo inteiro. Mais do que facilitar a comunicação e nos manter conectados 24 horas por dia, os dispositivos móveis revolucionaram a forma de fazer negócios.

Estudos recentes nos Estados Unidos (UPS Pulse of the Online Shopper) mostram que as compras online já superaram as compras em lojas físicas e, além disso, 77% dos usuários de aparelhos móveis têm usado seus dispositivos durante o processo de compras. No Brasil, de acordo com o relatório Webshoppers, do E-bit, 35% dos acessos a lojas virtuais em 2015 foi via mobile. Ou seja, mais de um terço do tempo em que visitam um e-commerce, esses consumidores o fazem por um dispositivo móvel. Em dezembro de 2015, 14% do volume de compras em lojas virtuais foi feito por um smartphone ou tablet.

Para o gerente da Serasa Experian Marketing Services, Fernando Rosolem, entender as necessidades dos clientes é o maior desafio do marketing. “O marketing em canais como tablets e smartphones oferece oportunidades únicas, já que normalmente este é um momento de total atenção do usuário, onde ele está em busca de entretenimento, informação ou serviço”.

Especialistas da Serasa Experian Marketing Services elegeram seis dicas para uma estratégia de mobile marketing assertiva:

1) Design responsivo: hoje em dia é esperado pelos consumidores que a experiência no computador/notebook, tablet e celular sejam igualmente agradáveis e fluídas. Independentemente do dispositivo que seu cliente esteja utilizando, o site deve se adequar ao tamanho da tela, e não o contrário;

2) Identificação: apesar de navegar em diferentes dispositivos, a transição entre esses canais deve ser orgânica para o consumidor. Ou seja: quanto mais integradas forem as plataformas, maiores as chances de reter e fidelizar aquele cliente. Se o seu consumidor comprou uma televisão na loja física, quando ele fizer login no seu site já espera que o seu sistema tenha aquela informação. E lhe ofereça, por exemplo, acessórios para integrar o ambiente em que instalou sua televisão, e não um novo aparelho igual ao que ele acaba de adquirir;

3) Personalização: com as tecnologias disponíveis é possível criar um conteúdo específico para cada um dos consumidores. Quanto mais informações você tiver sobre aquele cliente, mais assertiva será sua comunicação. Hoje em dia, existem ferramentas que auxiliam na segmentação da audiência, que garantem oferecer o produto certo, na hora – e no device – certos para cada consumidor;

4) Redes Sociais: o acesso às redes sociais via mobile é cada vez maior. Algumas redes, como Instagram e Snapchat são de uso exclusivo em smartphones. Por isso, a presença digital nestes canais é essencial para falar e atrair o consumidor para o seu site e também para que ele compartilhe com seus amigos/seguidores sobre a experiência com sua marca;

5) SEO: Assim como nos desktops, o Google é a principal ferramenta de busca por informações. Por isso é necessário trabalhar o SEO do seu site também para as buscas por mobile. Palavras-chave para a mesma busca podem variar de acordo com o dispositivo utilizado, por isso a estratégia de SEO deve ser dedicada para este tipo de navegação;

6) Publicidade: além da segmentação por comportamento é possível também direcionar a publicidade de acordo com o tipo de aparelho que a pessoa esteja utilizando. Sendo assim, desenvolver uma estratégia própria para cada tipo de device aumenta as chances de atrair o cliente e concluir uma venda.

É importante ter em mente também que a experiência física e a virtual são complementares e igualmente fundamentais para a decisão de compra. Isso porque enquanto estão dentro da loja, assistindo a um comercial na TV ou caminhando por um shopping center, os consumidores utilizam seus dispositivos para consultar e comparar preços, verificar especificações técnicas e checar a reputação da loja e dos produtos.

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Como lidar com a resistência à mudança organizacional

Considerada um dos maiores desafios no engajamento de profissionais, a resistência às mudanças no ambiente organizacional pode desestruturar as relações entre um determinado profissional e sua equipe, ou ainda entre um gestor e outras pessoas da empresa em que trabalha. A resistência pode ser reconhecida por atitudes como críticas imediatas, negação, sabotagem, consentimentos mal intencionados, silêncios e críticas abertas.

De acordo com Ana Pliopas, sócia do Hudson Institute of Coaching no Brasil, “essas atitudes não constroem diálogos. Não há sinergia, e ambientes de medo e desconfiança acabam por aumentar ainda mais a resistência”, explica. Para Ana, um bom modelo para lidar com a resistência que encontramos nas organizações é o apresentado por Rick Mauer em seu livro “Beyond the wall of resistance”. O gestor deve ter curiosidade, estar aberto ao diálogo e atento aos sinais de seu interlocutor para identificar uma das seguintes posturas de resistência à mudança:

1) “Não entendo”. Nesse caso, o profissional não entende os detalhes ou discorda das implicações da mudança. Isso requer que o gestor explicite os pontos positivos da mudança, e antes de falar sobre como ela será implementada, saliente os motivos pelos quais ela deve existir.

2) “Não gosto disso”, que indica o medo do impacto ocasionado pela mudança. Nessa situação, o gestor deve mostrar o potencial para que a equipe se beneficie e ser honesto quanto a possíveis consequências negativas para neutralizar os temores.

3) “Não confio em você”. Essa postura requer que o gestor invista na relação, reestabelecendo laços de confiança entre ele, o funcionário e a empresa. Esse relacionamento se fortalece quando o líder cumpre o que promete e se posiciona aberto a ouvir às ideias de sua equipe.

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Pokémon Go chega ao mercado imobiliário com o VivaReal

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Os brasileiros aguardam ansiosos a febre que tomou conta do mundo, o Pokémon Go. No mercado imobiliário brasileiro, o VivaReal, plataforma digital que conecta imobiliárias, incorporadoras e corretores com consumidores que buscam um imóvel, é a primeira empresa a integrar a experiência de encontrar a casa dos sonhos com o jogo. Ao fazer uma busca no aplicativo, os consumidores poderão ver se perto do imóvel onde querem morar existem Ginásios Pokémons e PokéStops. Ao encontrar esses locais no Pokémon Go, os jogadores podem batalhar e pegar itens que os ajudarão durante o jogo.

“Na hora de comprar um imóvel é comum as pessoas buscarem por locais como parques, hospitais e escolas na vizinhança. Agora o aplicativo do VivaReal possibilita a busca por outros locais, como Ginásios Pokémons e Pokéstops, trazendo a realidade virtual ao mundo real. Esta tendência já acontece em diversas partes do mundo e pode representar uma mudança comportamental na forma como as pessoas se relacionam com a localização na hora de comprar o imóvel”, afirma Mariana Ferronato, Diretora de Marketing do VivaReal. Para ver se a casa ou apartamento é perto de Ginásios Pokémons ou PokéStops, os consumidores precisam apenas entrar no anúncio do imóvel e clicar no mapa de localização. Junto com pontos de interesse como transporte público, parques, museus, farmácias, hospitais, mercados e padarias, aparecerão os Ginásios Pokémons e PokéStops.

Para os profissionais do mercado imobiliário, a novidade pode ajudar na hora de fechar o negócio. Pesquisas feitas pelo VivaReal indicam que metade das pessoas que buscam imóveis procuram via mobile. A localização é um dos fatores que consideram mais relevantes na hora de escolher uma casa ou apartamento. Só perde para o preço. Imóveis com o endereço completo geram 83% a mais de contatos. “Os corretores e construtoras devem ficar atentos às novidades como o Pokémon Go. O mercado pode usar o jogo para realizar ações de marketing que chamem a atenção dos consumidores e assim atrair mais interesse aos anúncios”, completa Mariana. Com a novidade do VivaReal, profissionais do mercado imobiliário também adicionaram aos anúncios informações de quantas PokéStops e Ginásios Pokémons existem próximos aos imóveis. A atualização do aplicativo do VivaReal com o filtro Pokémon já está disponível na versão para Android e nos próximos dias será lançada para iOS. Pokémon Go estreará em breve no Brasil.

Veja no vídeo como o VivaReal integrou o Pokémon Go no seu app:

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Avianca Brasil é eleita a companhia aérea mais inovadora do país pelo quarto ano consecutivo

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A Avianca Brasil, membro brasileiro da aliança global Star Alliance, foi eleita pela quarta vez consecutiva a aérea mais inovadora do país, em estudo realizado pela revista Consumidor Moderno e conduzido pela Dom Strategy Partners. A pesquisa “Empresas Mais Inovadoras na Prestação de Serviços ao Cliente no Brasil” avaliou o empenho e o compromisso de empresas em oferecer serviços de qualidade, capazes de superar as expectativas dos seus consumidores.

“Receber esse reconhecimento pela quarta vez respalda nossos investimentos contínuos em novidades que agreguem ainda mais qualidade e valor aos produtos e serviços oferecidos aos clientes”, avaliou Tarcísio Gargioni, vice-presidente da Avianca Brasil.

Segundo o executivo, a inovação é um valor corporativo que pauta diretamente as ações ligadas ao atendimento aos passageiros da empresa. Um exemplo recente é o fato de a Avianca Brasil ter sido a primeira companhia aérea nacional certificada e autorizada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para operar voos domésticos na Categoria III (A) do sistema de aproximação por instrumentos, que prevê pousos em condições visuais mais restritas.

“Essa inovação reduziu a necessidade de alternarmos ou cancelarmos voos em função do mau tempo, como já ocorreu em junho deste ano, em Guarulhos. Quando mantemos a programação original das operações, garantimos a melhor experiência de viagem aos passageiros, que não precisam descer em outros aeroportos ou enfrentar atrasos ou cancelamentos por meteorologia”, destacou Gargioni.

Foram objeto do estudo as 1.000 maiores empresas do país, em seus diferentes setores, e aquelas com maior interação com clientes, analisadas por meio de informações primárias (como press releases, relatórios ao mercado, informações para investidores) e secundárias (reportagens da imprensa, estudos e pesquisas publicadas nos últimos 12 meses).

Durante três meses, a Avianca Brasil foi submetida a um processo de apuração e análise de critérios como oferta de produtos e serviços inovadores, qualidade da gestão do relacionamento com o cliente, colaboração e interação online, sustentabilidade, mobilidade e tecnologias. A companhia aérea se destacou, principalmente, em três itens: serviços de valor agregado, proposta e disponibilidade.

Para Roberto Meir, especialista internacional em relações de consumo e varejo e CEO do Grupo Padrão, a eleição da Avianca Brasil demonstra o acerto da estratégia da companhia em sua proposta. “O fato é que a empresa se destacou pela qualidade e atenção ao passageiro. O título atesta a precisão e o acerto da proposta de valor da instituição. Neste momento extremamente desafiador de nossa economia, é gratificante poder reconhecer quem se preocupa em inovar e aprimorar a qualidade dos serviços prestados aos consumidores”.

A pesquisa “Empresas Mais Inovadoras na Prestação de Serviços ao Cliente no Brasil”, realizada há seis anos, foi publicada na íntegra esta semana na revista Consumidor Moderno.

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Ecritel participa do Fórum E-commerce Brasil 2016

A Ecritel, líder em serviços de hospedagem gerenciada, web performance e segurança para e-commerce, participa pela primeira vez do Fórum E-commerce Brasil, evento que acontece no Transamérica Expo Center, nos dias 26 e 27 de julho.

Com 30 anos de experiência e presença em quatro continentes: América do Norte, Europa, Ásia e América do Sul, a Ecritel oferece infraestrutura global para as necessidades dos clientes – no Brasil a empresa foi fundada em 2011. Possui 10 data centers localizados estrategicamente em todo o mundo. Os centros de dados estão em Nova York (EUA), Montreal (Canadá), Paris (França), Xangai (China), Hong Kong (China) e São Paulo (Brasil).

No evento, a Ecritel apresentará o seu portfólio de serviços para rede, performance, serviços gerenciados e segurança. “Podemos hospedar qualquer solução de e-commerce. Mais de US$ 4 bilhões de transações são processadas através da nossa infraestrutura por ano”, diz Alexandre Salmon, fundador e sócio da Ecritel do Brasil.

Entre os clientes da Ecritel no Brasil estão empresas como: Arezzo, DPaschoal, Cantu, Carrefour, Hering, Leroy Merlin, Decathlon, O Boticário.

Evento: Fórum E-commerce Brasil 2016

Data: 26 e 27 de julho
Local: Transamérica Expo Center (Av. Dr. Mário Vilas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro – SP)
Inscrições e mais informações: https://www.ecommercebrasil.com.br/forum2016

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Startup seleciona passagens aéreas até 65% mais baratas

Após o sucesso do Baixou, Patrick Nogueira lança site que promete ajudar o consumidor a viajar com economia

A plataforma inovadora lançada recentemente, PassagensAéreas.com.br, promete mudar a forma de encontrar promoções de passagens para diversos destinos, e fazer com que o viajante economize até 65%.

Anteriormente, Patrick Nogueira foi o responsável por uma outra grande inovação online, o site Baixou, que encontra os preços mais baratos de diversos produtos.

A nova Startup surgiu com o desenvolvimento de um algoritmo que interage com as informações dos bancos de dados das principais companhias aéreas do mundo, capaz de selecionar as melhores promoções. “A economia é real e baseada nas informações das próprias companhias aéreas”, explica o CEO da empresa.

Além de buscar no próprio site, o usuário pode se cadastrar e receber por e-mail os destinos mais baratos, saindo das principais cidades do país e com opção de diversas datas. Além disso, as ofertas já são apresentadas na moeda Real, facilitando para o consumidor no cálculo dos gastos com a viagem.

Inovação promete aquecer mercado

Em um cenário de crise, economizar na compra de passagens aéreas faz com que mais pessoas viajem, mantendo o mercado mais aquecido. “Antes de desenvolver essa plataforma, eu viajava uma vez por ano. Agora viajo três vezes com o mesmo valor”, revela Patrick Nogueira, que descobriu esse método “por acaso” e hoje trabalha para levar essa economia a outras pessoas.

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