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Atendimento dos bancos tradicionais perde para fintechs e soluções digitais

Instituições tradicionais solucionam 74,4% dos problemas, enquanto bancos digitais alcançam 80,4% e empresas de soluções financeiras 89%, conforme índice do site Reclame Aqui.

Manter a qualidade no atendimento sempre é um desafio para as empresas, ainda mais para aquelas que são responsáveis por lidar com o dinheiro das pessoas. Não é à toa que os bancos estão entre os campeões nas reclamações dos usuários, junto com telefonia e energia. No entanto, as novas iniciativas digitais têm aproveitado essa falha das grandes instituições financeiras para investir no atendimento. No Reclame Aqui, uma das maiores plataformas de reputação de empresas nacionais, enquanto os bancos tradicionais têm nota média de 7,24, os bancos e cartões digitais ficam com 7,78, e as soluções financeiras – compostas principalmente por fintechs – com 8,35*.

Um dos motivos que colaboram para esses resultados é a praticidade dos serviços digitais, que hoje já oferecem praticamente os mesmos recursos dos bancos tradicionais de forma mais facilitada, sem que seja necessário nem mesmo sair de casa ou enfrentar grandes filas. 

“Uma fintech precisa ter entre seus diferenciais a agilidade e a inovação. É isso que nos distancia da burocracia das agências bancárias, sem falar nos serviços especializados e renovados conforme a demanda do nosso público”, explica Piero Contezini, CEO da fintech Asaas, que venceu a categoria de empresa que mais evoluiu no Prêmio ReclameAQUI 2020 e ficou entre as dez finalistas de soluções financeiras.

Segundo um estudo da plataforma Capterra, 71% das pequenas e médias empresas (PMEs) que utilizam fintechs têm um nível de confiança alto ou muito alto nos serviços contratados, enquanto as PMEs que se apoiam em instituições financeiras tradicionais totalizam apenas 32% nesses níveis.

Evitar problemas é importante, mas resolvê-los também é essencial

Outro sinal que demonstra o atraso das instituições financeiras tradicionais é o índice de soluções dos problemas apontados por seus clientes. No Reclame Aqui, esses bancos ficam com uma média de 74,4%, enquanto os digitais alcançam 80,4% e, as soluções financeiras, quase 89%. 

“É importante que o cliente saiba que está sendo ouvido e que estamos dispostos a ajudá-lo da melhor forma possível. As pessoas responsáveis pelo atendimento devem se colocar na situação do cliente e mostrar que o compreendem de forma clara. Mesmo que a reclamação não tenha uma solução, o companheirismo e a demonstração de que estamos buscando melhorar também é uma boa prática”, comenta Maiara Gonçalves Vieira, responsável pela Ouvidoria no Asaas.

Para alcançar os níveis de atendimento que têm hoje no Reclame Aqui – nota 9,4, 100% das reclamações respondidas e índice de solução de 97,9% -, a empresa investiu em um sistema próprio de integração que automatizou todos os canais de atendimento: chat, ligação, e-mail e WhatsApp. “Nosso sistema define automaticamente quais são as prioridades para que todas as demandas sejam distribuídas para cada setor do Asaas de acordo com a urgência. Isso  evita que mensagens deixem de ser respondidas e problemas não sejam solucionados, mesmo tendo apenas duas pessoas na Ouvidoria da empresa“, reforça Maiara.

Nos últimos 12 meses, o Asaas teve um crescimento de 100% no número de clientes, passando de 27 mil para 54 mil usuários em sua plataforma, que já transacionou mais de 3 bilhões de reais. Mesmo assim, o atendimento nunca deixou de ser prioridade. Atualmente, a fintech recebe uma média de 850 ligações e mensagens no chat por dia, além dos contatos por outros canais.

* Os dados foram levantados levando em consideração a média das notas das empresas apontadas pelo Prêmio ReclameAQUI 2020 como finalistas nas categorias “bancos”, “bancos e cartões digitais” e “soluções financeiras”. 

Cisco abre inscrições para programa de capacitação gratuita em segurança cibernética

A Cisco do Brasil está lançando uma nova etapa do Programa CiberEducação, que oferece capacitação profissional em segurança digital. A iniciativa, que combina os esforços da estratégia de aceleração digital “Cisco Brasil Digital e Inclusivo” e a oferta educacional do programa global de responsabilidade social Cisco Networking Academy, está com inscrições abertas entre 1 de fevereiro a 8 de março.

Realizado de forma 100% remota, o CiberEducação conta com quatro fases, iniciando com uma maratona de conhecimento, o Learn-A-Thon, em março. O objetivo é estimular e capacitar alunos no curso exploratório do Networking Academy, “Fundamentos de Cibersegurança”. Aberta aos alunos das academias Cisco participantes e o público em geral, esta etapa será uma maratona de aprendizado autodidata com duração de três semanas e sua finalização é pré-requisito para os melhores alunos concorrerem às 1.300 bolsas gratuitas para cursos profissionalizantes, oferecidas pela Cisco e seus parceiros.

Além do Learn-A-Thon, o programa CiberEducação tem mais as seguintes fases:.

  • Capacitação Profissionalizante de Alunos: 1.300 estudantes selecionados do Learn-A-Thon serão capacitados no curso profissionalizante CCNA 1, focado em redes, e no ”Network Security”, que prepara para carreiras especializadas em segurança de infraestrutura. Esta fase também incluirá formações complementares em conjunto com parceiros educacionais do Cisco Networking Academy.
  • Capacitação de Instrutores: o programa também incluirá a formação de professores no novo curso Network Security. Este curso irá substituir o atual CCNA Security. O objetivo desta fase é criar uma cadeia sustentável de educadores brasileiros em Segurança Cibernética, onde os instrutores atuarão como multiplicados de conteúdo da Networking Academy nas suas instituições.
  • Oportunidade de Estágio e Emprego: na última fase os melhores alunos poderão colocar em prática os conhecimentos adquiridos. Os melhores talentos terão acesso a um programa de estágio ou emprego, posições que serão oferecidas por parceiros e clientes Cisco.

Formando a próxima geração de profissionais de segurança digital

O Programa CiberEducação, que  conta com parceiros estratégicos: Centro Paula Souza, Senai Nacional, Escola de Comunicações do Exército Brasileiro e SENAC Minas Gerais, tem o objetivo de ampliar o número de profissionais capacitados para o mercado de trabalho na área de cibersegurança, uma das que mais crescem e que mais ofertam novas vagas no país.

A primeira onda de formação, lançada em julho de 2020 atingiu mais de 17 mil estudantes de todo o país, que participaram da maratona do conhecimento. A fase final formou 513 estudanes nos programas profissionalizantes de cibersegurança. Os 100 melhores alunos da turma de 2020 vão ganhar um voucher integral para aplicarem à prova de certificação CyberOps Associate. Ao todo, mais de 80 academias Cisco Networkng Academy de 20 Estados participaram do Programa CiberEducação.

“Temos trabalhado na Cisco para construiur um futuro inclusivo para todos e o Programa CiberEducação tem um papel muito importante para dar oportunidade para que jovens de todo o país possam ingressar em um segmento em constante crescimento, que é o de cibersegurança. Ficamos muito satisfeitos em contribuir com a inclusão de milhares de estudantes que já passaram pelo nosso programa no ano passado e com os próximos que chegarão nesta nota etapa”, afirma Gabriel Bello Barros, líder do Cisco Networking Academy no Brasil.  

Um evento virtual vai celebrar a formatura dos jovens profissionais, no dia 9 de fevereiro as 17h30, e ainda marcará o lançamento da nova etapa do Programa CiberEducação, com a presença de executivos da Cisco e seus parceiros. Para acompanhar o evento ao vivo, acesse https://youtu.be/HOvR-nC_tlA.

O estudantes interessados pelo Programa CiberEducação podem buscar as academias do Cisco Networking Academy ou inscrever-se pelo site: https://community.cisco.com/t5/documentos-de-geral/programa-cibereducação-cisco-do-brasil/ta-p/4279701

Para mais informações sobre o programa CiberEducação Cisco Brasil acesse: https://www.cisco.com/c/m/pt_br/brasil-digital-e-inclusivo/cibereducacao.html.

Saiba quais são os sites de compras com os melhores preços no Brasil

A consultoria Price Survey realizou uma pesquisa de comparação de preços nos dez maiores marketplaces que atuam no Brasil. Marketplace é o nome dado aos sites de compras online que permitem a diversos lojistas venderem seus produtos dentro de sua plataforma. A apuração, realizada entre 18 e 28 de dezembro de 2020, revela que o AliExpress oferece os preços mais baratos em 85% dos itens pesquisados e, na média, os valores praticados pelo AliExpress são 39,2% mais baixos que os praticados nos outros serviços analisados.

O estudo comparou os preços oferecidos em todos os sites pesquisados para 328 produtos comuns, ou seja, que podem ser encontrados com as mesmas características e versões em vários serviços de compras. Foram analisados os dez sites com maior participação de mercado no e-commerce brasileiro, como o AliExpress, Americanas.com, Casas Bahia, Extra, Kabum, Magazine Luiza, Mercado Livre, Ponto Frio, Shoptime e Submarino. Depois do AliExpress, o marketplace com melhores preços é o Mercado Livre, seguido por Ponto Frio. Na média, um item disponível no AliExpress é 36,49% mais barato que o Mercado Livre e 37,91% mais barato que o Ponto Frio, aponta a análise.

Os itens avaliados foram divididos em 11 categorias diferentes e, em todas elas, o AliExpress apareceu com os melhores preços. A maior diferença de preços ocorreu na categoria “Beleza e Saúde”, em que os itens vendidos no AliExpress apareceram com preços 74% mais baixos, na média, que os oferecidos por outros serviços.

Além de Beleza e Saúde, foram avaliadas categorias como Relógios (economia de 53,27% no AliExpress), Esportes e Entretenimento (-49,5%), Equipamentos/Acessórios para Carros/Motos (-46,92%), Brinquedos e Hobbies (-46,88%), Telefones e Telecomunicações (-44,32%), Eletrodomésticos (-39,45%), Computador e Escritório (-37,03%), Eletrônicos (-36,62%), Mães e Filhos (-25,35%) e Casa e Jardim (-20,17%).

“A variação de preços no e-commerce pode ser grande, sobretudo em marketplaces, que possuem uma grande variedade de ofertas, de diversos vendedores. A diferença pode chegar a mais de 80% em alguns produtospor isto é sempre importante o consumidor pesquisar antes de comprar”, destaca Maycon Andrade, CEO da Price Survey.

NRF 2021: três pontos para se adaptar ao novo consumidor

A primeira fase da NRF 2021, principal evento do varejo no mundo e onde as principais tendências do setor são debatidas, teve o cenário de pandemia da Covid-19 como pano de fundo. Tiago Mello, diretor de estratégia e produtos da Linx Digital e curador do evento, afirma que as mudanças de consumo no período estiveram entre os temas mais importantes dos debates, e indica três pontos importantes para os varejistas se atentarem no novo cenário.

1) Pensar no digital primeiro

O digital vem se consolidando como a força motriz do varejo – em 2020, o e-commerce obteve o maior faturamento de sua história: 122% até novembro, segundo a Neotrust e a Câmara Brasileira da Economia Digital. Para Mello, se antes a loja virtual era pensada como complemento à loja física, agora o caminho inverso deve ser feito, pois mesmo que a maior parte da venda do varejista seja feita na loja física, é no on-line que o cliente, sempre conectado, vai estar na maior parte do tempo. “O papel da loja física está mudando e ela será super importante na jornada do consumidor, mas hoje grande parte das vendas do varejo físico são influenciadas pelo digital, ou seja, o cliente faz a compra após visualizar os produtos em canais digitais da marca”, afirma.

2) Lojas Phygital e experiência do cliente

A integração das lojas físicas e virtuais está se popularizando no conceito de loja phygital, no qual loja física se torna mais um ponto de contato com o cliente, um espaço para a marca na comunidade. “Mais do que vender, a loja física hoje representa uma experiência para o cliente. Já para o varejista, é a oportunidade de fortalecer a marca, criando um espaço de comunidade sólida. Ou seja, o cliente, além de consumidor, faz parte de algo maior, como a Lululemon, que cria um universo da yoga dentro da própria loja, ou a Nike e seus clubes de corrida”, comenta o executivo, ressaltando que a loja deve estar totalmente integrada aos canais digitais do varejista, funcionando como um mini centro de distribuição da loja virtual e um espaço para atendimento dos clientes físicos ou digitais.

3) Serviço como diferencial competitivo

Para o executivo, apostar nos serviços como um diferencial foi um dos caminhos para se manter competitivo durante a pandemia – e continuará sendo assim em 2021. Ele cita que todo varejista que vende algum produto deveria estar pensando em qual serviço pode começar a oferecer nas suas lojas. A subscrição, por exemplo, pode ser uma aposta de sucesso dentro desse campo. “Serviços de subscrição, onde o cliente paga um valor recorrente por determinada contrapartida, pode tanto garantir uma receita recorrente e aumentar o faturamento da empresa, quanto fornecer uma experiência sem atrito para o cliente e gerar maior fidelização. O Amazon Prime é um bom exemplo, pois já possui mais de 150 milhões de membros e gera para Amazon cerca de R$ 100 bilhões em receita a partir das subscrições, sem oferecer um produto, mas um serviço que oferta frete grátis para receber suas compras em até um dia e serviços de streaming e armazenagem na nuvem. O segredo é analisar profundamente o negócio para entender o que se pode oferecer como diferencial”, finaliza.

Mastercard lança nova tecnologia de pagamentos por aproximação

A Mastercard anunciou essa semana que está trabalhando com novas tecnologias que trarão melhorias para os pagamentos por aproximação. Pioneiras no setor, as novas especificações do Enhanced Contactless (Ecos) ajudarão a garantir que à medida que o cenário digital evolui e novas tecnologias são introduzidas – como é o caso da computação quântica – as transações por aproximação estarão preparadas com sua tecnologia, para garantir que os consumidores tenham os mesmos níveis altos de segurança e conveniência que possuem hoje.

A demanda por formas de pagamentos mais rápidas, convenientes, seguras, e cada vez com menos atritos para o consumidor, impulsionou os consumidores a aderirem em suas rotinas a tecnologia dos pagamentos por aproximação, dados internos, nos comprovam que essa tendência continuará a crescer daqui para frente. Em números, a adesão aos pagamentos por aproximação, no terceiro trimestre de 2020, representando 41% das transações de compras pessoais em todo o mundo, uma expansão de 30% em relação ao ano anterior.

“A tecnologia dos pagamentos por aproximação é o presente e o futuro dos pagamentos presenciais”, afirma João Pedro Paro Neto, presidente da Mastercard Brasil e Cone Sul. “O ano de 2020 trouxe uma rápida aceleração da transformação digital e reforçou a importância das soluções digitais – como a tecnologia dos pagamentos por aproximação – para ajudar a atender às nossas necessidades diárias. Conforme o ecossistema continua a evoluir, mais dispositivos conectados e a Internet das Coisas criarão mais demandas dos usuários e uma necessidade ainda maior de inovação contínua dos players do setor para construir uma capacidade de próxima geração, ajudando a garantir que a tecnologia jamais ultrapasse a confiança”.

Há anos a Mastercard vem liderando essa transição para os pagamentos por aproximação e desenvolvendo especificações como a Ecos para apoiar os esforços de padronização do setor e para ajudar a garantir que todo o ecossistema se beneficie de níveis mais altos de segurança com as soluções de ponta da companhia.

Com a Ecos, consumidores, comerciantes e instituições financeiras se beneficiarão de:

· Conveniência otimizada – Com o tempo, prevemos que as compras em lojas físicas utilizarão cada vez mais os pagamentos por aproximação. As novas especificações ajudarão a garantir que qualquer dispositivo possa ser um dispositivo apto a realizar esse tipo de transação, ao mesmo tempo que elimina qualquer necessidade adicional de passar ou inserir o cartão.

· Confiança aprimorada – A solução alavanca a nova tecnologia à prova do quantum para fornecer algoritmos da próxima geração e a força das chaves criptográficas, resultando no tempo da transação por aproximação abaixo de meio segundo.

· Privacidade elevada – As novas especificações fornecem proteção avançada quando as informações da conta são compartilhadas entre o cartão ou carteira digital e o terminal de checkout. A Ecos se baseia nos crescentes requisitos para oferecer suporte a diferentes regulamentos de privacidade.

À medida que as novas especificações sejam ativadas ao longo dos próximos anos, consumidores e comerciantes podem esperar uma transição perfeita. Carteiras digitais, pagamentos móveis, cartões de pagamentos por aproximação e terminais de ponto de venda continuarão funcionando como hoje. A compatibilidade entre as Ecos e as especificações atuais dos pagamentos por aproximação é simples, ela funciona em segundo plano e é fornecida por meio de uma atualização de software, portanto não é necessário novos hardware ou terminais. Este investimento complementa investimentos semelhantes em tokens, 3-D Secure e Click to Pay, proporcionando ao consumidor e ao comerciante uma melhor experiência.

LGPD traz novos desafios e oportunidades para o marketing

Por Vinicius Siqueira, líder de marketing da NICE para Caribe e América Latina.

A Lei Geral de Proteção de Dados já está a todo vapor nesse começo de 2021. Cada vez que entramos em um site, mesmo aqueles que acessamos com frequência, nos pedem autorizações.

Nos últimos dias, muitos começaram a questionar práticas do WhatsApp e cogitaram modificar a maneira como se comunicam por “instant messages”. São os novos tempos, nos quais os consumidores têm cada dia mais consciência da importância de seus dados e da necessidade de escolher com quem os compartilha.

A LGPD vem impactando e mudando a história de muitos setores e o marketing não fica de fora. Esta área, que realiza parte essencial do relacionamento das empresas com seus consumidores, tem um novo desafio pela frente: o de se reinventar diante das novas regulamentações, tanto no online ou offline, tanto no Brasil quanto no mundo.

Quando penso em Lei Geral de Proteção de Dados me vem à mente a questão da propriedade das informações. A democratização da web iniciou uma era em que as empresas tinham facilidade em conseguir e armazenar dados e esses eram facilmente utilizados pelos departamentos de marketing para fazer a ponte entre os desejos dos clientes e o que as empresas tinham a oferecer.

Agora, com as novas legislações, o consumidor se torna soberano em relação aos seus dados, mas não vejo isso como um problema e sim como uma nova porta que abrimos para desbravarmos uma nova realidade. Adaptação sempre foi uma característica fundamental em marketing e esta é mais uma grande oportunidade de irmos além.

A LGPD impacta o marketing em relação a coleta, armazenamento, segurança e compartilhamento dos dados de clientes e prospects. Por isso, a primeira coisa que devemos ter me mente é a necessidade de ter o controle da origem destes dados e como iremos utilizá-los. É o que chamamos de “deep dive”, ou seja, uma pesquisa profunda para saber exatamente de onde vem os dados que utilizaremos em uma campanha ou uma ação de vendas, de forma que possamos informar o cliente em caso de questionamento e termos a possibilidade de agir com rapidez em solicitações de descadastramento.

A segunda, e não menos importante, é a oportunidade que a LGPD nos dá de atuarmos de forma muito mais focada e alinhada com as tendências de consumo. Em todos os setores observamos cada dia mais a importância de uma experiência personalizada para conquistar novos clientes e fidelizar aqueles que já estão conosco. Com a lei, ações de marketing preocupadas em oferecer uma experiência rica e única para o público-alvo se tornam necessárias e mais do que bem-vindas.

O trabalho de geração de leads com a oferta de algo que seja útil ao consumidor também tem destaque nesse novo cenário. Afinal, sendo dono de seus dados, o cliente entende a importância que suas informações têm para o mercado corporativo e, consequentemente, pensa duas vezes antes de preencher uma ficha de inscrição com e-mail e telefone, por exemplo. Trocar essa informação por algo que seja útil e leve conhecimento, experiência (ela de novo) e/ou algum tipo de ganho mensurável acaba atraindo consumidores interessados na interação com a marca e com lead de potencial mais realista. O tempo dos disparos para mailings gigantes e aleatórios está chegando ao fim.

Finalizando, porém não menos importante, é necessário olhar para esses dados como a preciosidade que eles realmente são. E cuidar da segurança e da gestão da privacidade das informações de clientes e potenciais leads como uma ferramenta valiosa e com a qual precisamos lidar com todo entendimento do compliance das empresas e seus respectivos mercados e órgãos reguladores.

Dessa forma inauguramos uma nova era para o marketing, principalmente o digital. Quem se adaptar prontamente sairá na frente.

Pesquisa mostra como restaurantes se adaptaram à pandemia

A chegada da pandemia de covid-19 impactou diretamente o segmento de alimentação, em especial os restaurantes que foram obrigados a efetuar mudanças para minimizar os prejuízos diante deste cenário inesperado. Levando em consideração este período, a consultoria Galunion realizou uma pesquisa em parceria com a Associação Nacional de Restaurantes (ANR) e o SindRio. O levantamento mostra quais foram alguns dos desafios que as empresas localizadas no Rio de Janeiro tiveram que superar durante a retomada dos negócios.

Inicialmente, os resultados mostraram que 31% dos entrevistados que contavam com mais de um restaurante precisou fechar, pelo menos uma unidade, durante a pandemia. Em consequência disso, 24% tiveram redução no faturamento entre 50% e 75% se comparado ao mesmo período do ano anterior; e 22% teve uma redução de 26% e 50% do faturamento. Como alguns locais registraram prejuízo, houve uma diminuição no quadro de funcionários, já que 51% demitiu na crise. Como pudemos observar ao longo dos meses, o delivery ou take Away (quando você apenas retira a refeição) foram as alternativas encontradas para atravessar o período. Sendo assim, 86% utilizaram tais canais como modalidade de vendas no seu negócio.

Ainda neste interim, as três formas mais utilizadas para captar pedidos pelos restaurantes de diferentes segmentos são iFood (86%), WhatsApp (64%) e Telefone (56%). Quando perguntados sobre a percepção de crescimento da modalidade após a reabertura para público, 39% disseram que houve uma diminuição no faturamento em mais que 10%; 19% registraram queda até 10% do faturamento; em 23% dos estabelecimentos o faturamento se manteve; e em 15% o faturamento cresceu mais que 10%. Vislumbrando um cenário com a aplicação da vacina neste ano, a estimativa é de que o delivery irá representar do 34% faturamento dos restaurantes no Rio de Janeiro, em 2021.

“Quando pedimos para que os entrevistados listassem os três maiores desafios para 2021, os mais citados foram evoluir e ampliar os canais de vendas, dentro ou fora dos restaurantes (76%), ajustar a oferta com menu atrativo, competitivo e rentável (60%) e ampliar os canais de relacionamento e fidelização de clientes (60%). Como recomendação, a palavra de ordem que estamos ouvindo é a resiliência. E resiliência no sentido de realmente compreender o impacto de algo na vida, superar com mais rapidez e agir em cima das consequências de uma maneira positiva. Então vemos que o ano de 2021 será de adaptação para o segmento e vai exigir a leitura com hiper atenção ao ambiente de negócios. Pensando em tendências, vemos o cliente seguir comprando para consumir fora do local, o aprimoramento do delivery e das experiências geradas pelo delivery. Outro ponto é o aperfeiçoamento da segmentação das ofertas de serviços para entregar ou para retirar para que o consumidor possa ser atendido nas suas ocasiões de consumo e em suas necessidades”, finaliza Simone Galante, CEO da Galunion Consultoria e responsável por esta pesquisa.

O presidente do SindRio e diretor executivo da ANR, Fernando Blower, revela que dentre os respondentes, 46% atribuiu à falta de confiança do cliente em voltar a frequentar bares e restaurantes uma das maiores dificuldades enfrentadas. “O trabalho do SindRio é constante na busca de soluções junto aos parceiros e ao poder público para trazer de volta a clientela. Uma das mais recentes conquistas foi a publicação da resolução conjunta que regulamenta a Lei de Mesas e Cadeiras. É fundamental para o setor neste momento de crise em que se reconhece o benefício de ocupar espaços públicos de forma ordenada, permitir que clientes se sintam confortáveis ao ar livre e evitem aglomerações”, finaliza.

Negócios velozes e hiperconectados: realidade deve impactar mais de 1 milhão de empresas até 2022 diz startup de educação

Iniciativa tem como objetivo ajudar empresários, C-Levels, fundadores e conselheiros a encararem os desafio e contradições da inovação com velocidade e controle

Criar negócios velozes sempre foi um desafio para empreendedores brasileiros. Nos últimos anos, porém, o obstáculo não tem sido somente o tempo, mas também as contradições de unir velocidade, regulamentação e, principalmente, controles voltados ao futuro. Para ajudar empresas a organizarem seu crescimento por meio de resultados exponenciais, a edtech GoNew criou o GonewImpact, iniciativa que quer impactar mais de 1 milhão de empresas até o fim de 2022.

“O programa reúne diversas ações voltadas para a alta gestão empresarial com foco em ampliação de repertório e produção de insights, a fim de modular práticas de Governança para uma era de negócios hiperconectados. Queremos ajudá-las a construir melhores relações societárias, tomar melhores decisões digitais e, claro, construir formatos de controles voltados para o futuro”, explica Anderson Godz, fundador da edtech.

A primeira edição do GonewImpact terá três turmas, sendo cada uma com enfoque e temas diferentes: Digital Decisions, Some Controls e Governance by Principles. No programa, os participantes também poderão conhecer melhor o trabalho da Gonew.co, comunidade formada por mais de 20 mil pessoas, além de uma edtech embasada na construção coletiva de saberes, voltada à capacitação de profissionais a partir de elementos de inovação e abordagens práticas.

O programa

Os encontros da primeira turma, que tratará sobre Digital Decisions, ocorrem nos dias 10, 11 e 12 de fevereiro, de forma remota, das 7h45 às 9h15. Nas aulas, serão abordados temas como Poder, Governos e Dados; Investimentos e Contabilidade em Inovação; Cultura e Novas Formas de Sucessão; Tecnologias Específicas; Riscos, Estratégias e Reputação; Ambiental e Social; Ética, Compliance e Timing to Legal.

Na segunda turma, os encontros estão marcados para 22, 24 e 26 de fevereiro, das 7h45 às 9h15, e serão discutidos os assuntos relacionados ao tema ‘Some Controls’ como Modelos de Governança Joviais; Controles por Princípios; Líderes messiânicos e compliance baseado em carisma; Governança de Portfólio de Startups; Modelos de Assesment; Governança para Mini e Nano IPOs.

A turma de Governance by Principles, por sua vez, com aulas marcadas para os dias 1°, 03 e 05 de março, trabalhará os temas: Os 4 fatores essenciais no relacionamento societário; Cases de sucesso e insucesso de relacionamentos societários; Workshop exclusivo do método Board Canvas.

Pré-seleção

Os profissionais que desejam fazer parte do Programa GonewImpact podem se inscrever gratuitamente através do site da instituição para a análise e pré-seleção de perfil.  As aulas serão ministradas pelo fundador da Gonew.co, Anderson Godz, e também por especialistas egressos na Comunidade.

GonewImpact

Data de início: 10/02/2021

Inscrições: https://gonew.co/gonewimpact/.

Mais informações: (11) 97665-9853

Ritmo lento de Reformas e Vacinação são os maiores riscos à retomada da economia em 2021, segundo sondagem inédita da Amcham Brasil

Para o setor privado brasileiro, o ritmo lento das Reformas e da imunização da população brasileira são os dois maiores riscos a retomada da economia brasileira em 2021, segundo sondagem inédita da Amcham Brasil divulgada nesta terça-feira (2/fev).

pesquisa intitulada “Plano de Voo Amcham – Perspectivas Empresariais 2021” ouviu 280 lideranças das principais empresas em várias cidades do País em janeiro. A sondagem conduzida pela Câmara Americana de Comércio no Brasil questionou os empresários “quais aspectos poderiam atrasar ou impactar a decolagem da nossa economia em 2021?”.

Em ordem de preocupação, os 280 empresários consultados pela Amcham listaram como dois primeiros temas: a falta de agilidade para implementação da agenda de reformas (71%) e o ritmo lento na imunização da população brasileira (40%). Os entrevistados também apontaram riscos ou incertezas relacionadas à segunda onda de contaminação (29%), o isolamento político brasileiro no cenário internacional (22%), escassez de crédito e fuga de investimento estrangeiro direto (20%).

Sobre a declaração do Ministério da Economia de que emprego, crédito e consolidação fiscal serão as principais variáveis que garantirão o bom desempenho do PIB em 2021, os executivos demonstraram menos confiança no equilíbrio da situação fiscal. Cerca de 68% dos entrevistados pela Amcham afirmaram que a consolidação fiscal será o fator mais desafiador, seguido do emprego (26%) e acesso à crédito e investimentos (6%).

PERFIL DOS ENTREVISTADOS

Nesta pesquisa Amcham, 36% dos respondentes são de grandes empresas, 31% médias, 20% pequenas e 13% de micro e e startups. Os participantes na sua maioria (48%) são C-level (CEOs, presidentes, vice-presidentes, sócios e diretores); outros 24% gerentes e 13% coordenadores e supervisores. Sobre as linhas de atuação dos negócios, a maioria dos entrevistados atua na indústria (39%), serviços (23%), tecnologia (11%) e agronegócio (7%). A pesquisa foi aplicada foi de aplicada de 14 a 21 de janeiro, com associados e não associados Amcham.

INCERTEZA POLÍTICA

Para 60% dos empresários brasileiros, é prioridade reduzir a incerteza política no País nesses dois próximos anos de retomada da economia. A preocupação com o ambiente político ficou à frente de questões como o Custo Brasil (48%), Corrupção (40%), Desmatamentos (26%), Isolamento Global (25%) e Insegurança Jurídica (20%).

“Na visão empresarial, o ambiente político mais estável e o desenvolvimento de uma agenda para o País que passe por uma economia mais eficiente, pela redução das desigualdades sociais e por uma melhor gestão da questão de mudanças climáticas e gestão dos nossos ativos ambientais serão os pilares fundamentais para atacar o chamado custo Brasil e melhorar nossa inserção global no curto e médio prazo”, analisa Deborah Vieitas, CEO da Amcham, entidade centenária que representa cerca de 33% do PIB brasileiro .

As prioridades da Amcham para 2021 passam por esses temas: melhoria da competitividade e do ambiente de negócios aqui dentro de casa. “É preciso avançar em direção a maior sustentabilidade fiscal e concluir as reformas necessárias para a modernização da nossa economia, com destaque para a reforma tributária e administrativa, além de investimento em pesquisa e inovação, melhoria da segurança jurídica e desenvolvimento da nossa infraestrutura. Não há tempo a perder”, aponta ela.

A entidade também chama atenção para a importância da sustentabilidade ambiental para a evolução dos negócios no Brasil. “A promoção de melhores práticas ambientais, sociais e de governança são imperativos para sustentabilidade do planeta e para a prosperidade das empresas”, acrescenta a executiva da Câmara Americana, reforçando uma expectativa empresarial para uma agenda nacional focada nos pilares globais de governança ESG.

EXPECTATIVAS SOBRE BIDEN

Sobre a importância da relação bilateral Brasil-Estados Unidos na nova administração do presidente Biden, os empresários acreditam que novo o governo brasileiro deve priorizar uma relação construtiva e pragmática (72%), já nos primeiros 100 dias de gestão do novo líder da Casa Branca.

Além disso, 49% dos consultados tem uma expectativa da criação de uma agenda conjunta bilateral com foco no aprofundamento dos fluxos de comércio e de investimentos. E para 35% dos executivos também se faz necessário ampliar o desenvolvimento de uma nova relação focada em temas como sustentabilidade, bioeconomia e preservação ambiental.

Em outro estudo inédito, a Amcham identificou que o comércio bilateral entre Brasil e EUA atingiu, em 2020, a pior marca em 11 anos – com uma queda de 23,8% em relação ao ano anterior, acesse aqui o Monitor de Comércio, relatório exclusivo da associação. “Apesar disso, enxergamos um cenário de recuperação gradual, apoiada na retomada da economia americana e na distensão das relações entre EUA e China”, diz Vieitas.

“Com o início da nova administração de Joe Biden, é hora de renovar a nossa parceria e estabelecer uma agenda pragmática em temas de comércio, investimentos, infraestrutura, energia, agricultura bioeconomia e sustentabilidade, além de trabalhar para iniciar o funcionamento dos dois acordos bilaterais conquistados em 2020 (salvaguardas tecnológicas para uso da Base de Alcântara para lançamento de foguetes comerciais) e o mini-acordo comercial (que envolveu protocolos de facilitação de comércio, boas práticas regulatórias e anticorrupção)”, explica a líder da principal entidade bilateral.

A CEO da Amcham ressalta ainda que Brasil e Estados Unidos são as duas maiores democracias e economias das Américas . Juntos, representam mais de 90% do PIB e mais da metade da população do continente. Além disso, os Estados Unidos ocupam a posição de 2º maior parceiro comercial e maior investidor estrangeiro no Brasil, sendo fundamental a construção e manutenção de um relacionamento pragmático, acrescenta Deborah Vieitas. .

“Não há melhor caminho para ambos que não seja o da cooperação e o do trabalho conjunto em favor de interesses comuns e em direção a uma economia do século 21. Este século começou agora, após a pandemia. Se tornou urgente, pensar conjuntamente como beneficiar sociedade e empresas”, conclui a CEO da Amcham Brasil, a maior Câmara Americana entre 117 existentes fora dos Estados Unidos.

PLANO DE VOO AMCHAM

A pesquisa Plano de Voo Amcham integra um conjunto de iniciativas em prol da retomada da economia liderado pela entidade que representa cerca de cinco mil empresas brasileiras.

O Plano de Voo foi o primeiro de uma série de encontros, analisando turbulências e pontos de decolagem da economia brasileira no ano. Participaram da reunião estratégica, em 26 de janeiro, mais de mil executivos, com debates e análises direta feitos por Gustavo Montezano, presidente do BNDES, Murillo de Aragão, CEO da consultoria política Arko Advice, Mariana Vasconcelos, CEO da AgroSmart, e João Carlos Brega, presidente da Whirpool Latin America.

No Plano de Voo da Amcham, o presidente do BNDES apontou as cinco principais metas econômicas para 2021. Acesse aqui.

Sinch e Wavy unem forças para acelerar crescimento na América Latina

A Sinch , líder global em comunicações em nuvem para engajamento de clientes, anuncia a união de forças com a Wavy Global para promover a inovação globalmente e construir uma posição de liderança em mensagens móveis na América Latina. Comunicado pela primeira vez em março de 2020, o fechamento da transação segue a aprovação dos reguladores e reúne a Wavy e a ex-TWW, uma das maiores provedoras de mensagens móveis para empresas no Brasil, que foi adquirida pela Sinch no final de 2019. A empresa passa a atender a mais de 3.000 outras companhias, grandes e pequenas, incluindo muitas das principais empresas do Brasil nos setores de bancos, varejo e educação.

A Wavy fazia parte do Grupo Movile, um dos principais investidores e aceleradores de crescimento para empresas de tecnologia da América Latina, e se estabeleceu como provedora líder de mensagens de negócios na região. A empresa alavancou com sucesso sua forte posição em mensagens de texto para construir um negócio impulsionado pela inovação e forte execução. É provedora líder de mensagens no Brasil e oferece serviços no México, Colômbia, Peru, Chile, Argentina e Paraguai.

“Unir a Sinch e a Wavy fortalece significativamente nossa oferta em mensagens de próxima geração e expande nossa presença na América Latina. Nossa visão compartilhada, maior escala e perspectiva global nos tornam excepcionalmente bem posicionados para ter sucesso no mercado, inovar com nossos clientes e expandir nossos negócios”, comenta Oscar Werner, CEO da Sinch. “A união proporciona alcance e escala globais para clientes internacionais, bem como maior qualidade e alcance por meio de conexões mais diretas com o Brasil.”

A plataforma da Sinch está gerando mais de 107 bilhões de engajamentos a cada ano, com a capacidade de alcançar quase todos os telefones móveis do planeta, em segundos ou menos, por meio de mensagens móveis, voz e vídeo. Já a Wavy tem conexões diretas com mais de 50 operadoras móveis na América Latina e atualmente lida com mais de 13 bilhões de mensagens de negócios por ano. Os clientes corporativos que contam com os recursos de SMS da Wavy incluem Caixa, Atento e CitiBanamex. O forte compromisso com a inovação na Wavy também desenvolveu uma posição de liderança em mensagens conversacionais de próxima geração no WhatsApp. Os clientes neste segmento incluem iFood, Avon e PepsiCo, e esse tipo de negócio está tendo um crescimento ano a ano acima de 250%.

“A Wavy é baseada na paixão, inovação e na missão de causar impacto em escala global. A união de forças com a Sinch fortalece a forma como as empresas se relacionam com nossos clientes em todo o mundo. Estamos em uma jornada que apenas começou e olhamos para o futuro combinado de Sinch e Wavy”, afirma Eduardo Henrique, CEO da Wavy, que agora se torna membro da equipe de Gestão do Grupo Sinch como Diretor de Desenvolvimento de Negócios. “O negócio cria uma empresa A2P líder em LATAM, especialmente no Brasil e no México, com base no volume. Para os clientes, isso traz mais experiência e serviço ainda mais forte”, conclui Eduardo.

Banco PAN tem 100 vagas abertas em Tecnologia

O Banco PAN anuncia 100 vagas para a área de Tecnologia, com remuneração que varia de R$ 3.500 a R$ 12 mil e processo seletivo 100% online. As vagas estão abertas para todas as regiões do Brasil. Para se inscrever é necessário ter experiência na função.

O anúncio faz parte dos investimentos do PAN em tecnologia, com o objetivo de continuar desenvolvendo e aprimorando produtos e serviços, como sua conta digital completa, lançada há um ano. Além da remuneração, as propostas incluem benefícios como assistência médica e odontológica, vales refeição e alimentação, auxílio creche, seguro de vida, programa de parcerias, programa de participação nos resultados, Gympass e day off de aniversário.  

Todas as vagas também são destinadas a pessoas com deficiência, que integrarão o programa de diversidade e inclusão do PAN. Os interessados podem se candidatar pela  página de carreiras do Banco, pelo LinkedIn ou via sites parceiros (Glassdoor, Indeed e Vagas.com).   

Crescimento da construção civil: a tecnologia como alavanca para o impulso do setor

Por Rogério Maciel

A construção civil, que foi pouco desafiada pela pandemia, pois não paralisou suas atividades durante a quarentena, ganhou um novo impulso e deve ser um dos setores com maior crescimento nos próximos anos. Iniciativas governamentais foram decisórias para este aquecimento. Enquanto outros setores fecharam suas portas e reduziram o quadro de funcionários nos últimos meses, a Engenharia e Construção contratou mais de cinco mil pessoas somente durante este período e há previsão de falta de mão de obra com tantos lançamentos imobiliários previstos.

Encerrando positivamente 2020, o ministro da economia, Paulo Guedes, garante que os números continuarão em ascensão nos próximos cinco a dez anos. Mas para que as empresas aproveitem a boa maré do setor, será preciso apostar em tecnologia e automação, construindo bases sistêmicas sólidas para acompanhar a velocidade das atividades deste mercado. No âmbito de sistemas de gestão, será preciso encurtar o caminho entre a informação que ocorre num canteiro de obra e os ERP´s, que gerenciam todo o back office da operação. O setor precisa acelerar sua transformação digital.

Lidando com um grande volume de notas fiscais de entrada de materiais e serviços, além dos pedidos de compras de suprimentos, por exemplo, as empresas deste setor, na maioria, não têm sistemas parametrizados e personalizados para simplificar o apontamento das informações que são geradas dia a dia numa obra, facilitando trâmites como os relacionados às questões fiscais.

Para automatizar tais processos, é necessário conectar o próprio ERP na ponta, ou seja, quem está no campo precisa de um acesso facilitado ao sistema, que normalmente é mais complexo porque foi desenvolvido para aqueles que estão dentro de um escritório. Ajustando módulos, customizando apontamentos ou até mesmo utilizando ferramentas complementares, é possível driblar tais dificuldades e conquistar mobilidade e simplicidade na interface.


Além de automatizar do fluxo e ganhar velocidade, eliminam-se as falhas e as duplicidades de informações. E, em se tratando de uma obra, os processos são cíclicos e as áreas codependentes, por isso, é preciso ter visão e gestão das atividades em tempo real, evitando erros que ocasionam aumento de custos e atrasos no andamento do projeto.

Há uma gama de possibilidades de customizações e personalizações num ERP para facilitar a rotina e o controle de obras e projetos, preparando a construção civil para este “boom” de mercado. Agora, mais que nunca, a automação de sistemas será aliada desse crescimento para, mais que crescer, ser assertivo e organizado, tirando proveito, de fato, deste momento tão esperado do setor.

Rogério Maciel, líder de Tecnologia da Focus IT, consultoria especializada em serviços SAP

http://hubimobiliario.com/

Klabin estrutura sua frente de atuação para o comércio eletrônico

Para atender à demanda do comércio eletrônico, fortemente impulsionada pela pandemia, a Klabin, maior produtora e exportadora de papéis para embalagens do Brasil, apresenta hoje uma estratégia que visa fortalecer a sua atuação na oferta de soluções em papel ao segmento. O e-klabin consolida o trabalho que já vem sendo desenvolvido pela empresa e estrutura a frente para o atendimento do mercado de e-commerce.

O negócio está dividido em três frentes, organizadas para o atendimento de diferentes demandas: uma dedicada às marcas tradicionais que desejam ampliar sua presença no canal de vendas digital; outra voltada aos marketplaces, segmento em que a Klabin já atua como fornecedora de embalagens para grandes players do mercado; e, por último, o Klabin ForYou, marketplace de soluções em papel voltado aos clientes de pequeno e médio portes que buscam uma solução adequada ao seu negócio.

“Há tempos a Klabin acompanha a forte tendência de crescimento do segmento de comércio eletrônico no país, seguindo movimentos semelhantes em todo o mundo. O isolamento social em função da pandemia de Covid-19 fez com que novos consumidores utilizassem esse canal de compras e a participação do e-commerce no varejo cresceu fortemente. De forma proativa, nos estruturamos para atender melhor o mercado”, afirma Douglas Dalmasi, diretor de Embalagens da Klabin. “Com o e-Klabin, vamos reunir toda a experiência da Companhia na oferta de soluções inovadoras e sustentáveis em embalagens para estruturar o atendimento tanto para o microempreendedor como para as grandes empresas de varejo” complementa.

No ano passado, o segmento de comércio eletrônico na Klabin cresceu de maneira significativa. As vendas diretas de embalagens para o e-commerce em 2020 aumentaram 122% em relação ao ano anterior. De acordo com dados da ABPO/Empapel, a expedição de papelão ondulado bateu diversos recordes no segundo semestre, com destaque para outubro de 2020, quando o setor registrou crescimento de 8% em relação ao mesmo mês do ano anterior, fortemente impulsionado pelo atendimento à Black Friday, com grande participação do comércio eletrônico. No acumulado do ano, ainda segundo a ABPO/Empapel, o aumento foi de 5,5% em relação a 2019.

“Teremos um time que acompanhará a evolução do segmento, que auxiliará os clientes na busca pela solução ideal para cada desafio. Acreditamos que a embalagem deve deixar de ser apenas um produto para transporte para também agregar valor ao que for transportado”, reforça Dalmasi.

O e-Klabin contará com um website e redes sociais próprias, que funcionarão como um hub de informação sobre o segmento de e-commerce. Além de novidades do portfólio da Companhia, serão disponibilizados nessas plataformas diversos conteúdos sobre temas relacionados ao universo das embalagens de papel.

Estratégia embasada

Para atender a forte demanda por soluções sustentáveis em embalagens, a Klabin vem se estruturando para ampliar a sua capacidade produtiva e fortalecer o seu modelo de negócio integrado. No final do ano passado, iniciou a operação das unidades de embalagens de papelão ondulado e papel para embalagens da International Paper no Brasil, o que lhe garantiu capacidade instalada de mais de 1 milhão de toneladas de embalagens de papelão ondulado e o fortalecimento da posição de liderança no segmento. A estratégia inclui a presença com unidades fabris nas cinco regiões do país, conferindo mais flexibilidade às operações, importantes para atender com mais agilidade às demandas do comércio eletrônico. Ainda este ano, entrará em operação a primeira máquina de papel do Projeto Puma II, ampliação da Unidade Puma, localizada no Paraná. O Projeto consiste na instalação de duas máquinas de papel, uma que terá início no terceiro trimestre deste ano e outra em 2023 e, juntas, serão responsáveis pela produção de 920 mil toneladas anuais de papel para embalagens, grande parte incorporada à operação da Klabin, fortalecendo ainda mais o modelo integrado de negócio da empresa.

Inscrições abertas para o programa de empreendedorismo Shell Iniciativa Jovem

Jovens de 20 a 34 anos, com ensino médio completo e residência fixa no estado do Rio de Janeiro, já podem se candidatar para participar da edição de 2021 do programa de empreendedorismo Shell Iniciativa Jovem. Os interessados em ingressar na turma deste ano, que começa no mês de abril, devem se inscrever no site https://www.iniciativajovem.org.br/cadastro/ até o dia 28 de fevereiro.

O Shell Iniciativa Jovem, executado anualmente pelo CIEDS (Centro Integrado de Estudos e Programas de Desenvolvimento Sustentável), busca engajar os empreendedores em atividades como palestras e workshops, que visam aproximá-los e propiciar o trabalho em rede. Devido à pandemia de Covid-19, o formato completo do programa ainda está em definição e será divulgado em breve, tendo sempre como prioridade a saúde dos participantes.

Desde o ano 2000, o Shell Iniciativa Jovem estimula e capacita empreendedores para o desenvolvimento de negócios sustentáveis e de impacto social, além de ser responsável pela criação da Rede de Empreendimentos Sustentáveis. Hoje, mais de 250 empresas integram o grupo, formado por participantes que se destacam e recebem o Selo de Empreendimento Sustentável.

Pipefy abre inscrições para programa de trainees

A Pipefy, startup de gerenciamento de processos presente em mais de 150 países, anuncia a abertura de mais uma edição de seu tradicional programa de trainees, o Young Guns. Em sua primeira edição de 2021, o programa busca talentos para integrar a área de vendas da empresa.

Candidatos de todo Brasil podem se inscrever, uma vez que as vagas são para trabalho remoto. Para participar, não há formação específica, e podem se candidatar graduandos, recém-formados ou quem está em fase de transição de carreira. Os principais requisitos são paixão por vendas e desejo de causar impacto.

Segundo Giovanni Riva, coordenador do programa, o Young Guns é a grande porta de entrada não só para a área de vendas, mas para outras áreas da empresa. “Hoje, 65% do time comercial é composto por profissionais que passaram pelo programa. Além disso, temos muitos casos de profissionais que terminaram o programa e migraram para times como Marketing, Produto e Customer Success, inclusive chegando a posições de liderança”, conta.

Serão selecionados 18 profissionais nesta chamada. As inscrições permanecerão abertas até 21 de fevereiro pelo site do programa, e a partir de abril os profissionais escolhidos iniciarão suas jornadas na Pipefy.

Entre os benefícios oferecidos pela Pipefy estão: trabalho remoto, Gympass, planos de saúde, odontológico e oftalmológico para funcionários e seus dependentes, reembolso para aulas de idiomas, entre outros.

Para Guilherme Bezerra, líder de equipe e desenvolvimento de vendas e Young Guns Business Alumni, “o programa é um reflexo direto da cultura da Pipefy, uma incrível jornada de desenvolvimento que proporciona maturidade profissional a todos que participam. Tive o prazer de fazer parte de uma das primeiras edições do Young Guns Business, e sou extremamente grato por todas as experiências que tive, principalmente a experiência de trabalhar no Vale do Silício. Eu realmente descobri minha paixão por tecnologia e agora eu lidero a equipe de vendas e posso ver outros jovens profissionais abrindo um caminho semelhante.”

Programa Young Guns Business

Inscrições: de 1 a 21 de fevereiro, pelo site https://www.pipefy.com/young-guns-business/

Entrevistas finais: de 15 a 21 de março

Início na Pipefy: Abril de 2021

Eletrônicos e Celulares são responsáveis por mais da metade das vendas com OLX Pay

A OLX, uma das maiores plataformas de compra e venda online do Brasil, realizou um levantamento dos artigos mais procurados e vendidos na plataforma em novembro por meio da OLX Pay, solução de compra e venda online da empresa. Os dados mostram que os produtos na categoria de Eletrônicos e Celulares foram responsáveis por 55% das vendas no mês, seguidos dos itens Para a Sua Casa (12%) e Moda e Beleza (10%).

A plataforma também identificou que as subcategorias mais vendidas em novembro foram Celular e Telefonia, que correspondeu a 19%, seguida pela de Computadores e Acessórios com 16% e Videogames com 11% de participação nas vendas.

“A pandemia fez com que os brasileiros passassem a utilizar mais os meios digitais para diversas atividades. Na OLX, não foi diferente. Para quem precisava de renda extra, a solução foi vender itens que não utilizava mais. E para quem precisava encontrar produtos com preços acessíveis, tinha uma gama imensa de opções na plataforma. E, para ajudar ainda mais, a OLX Pay conta com a Compra Segura, que protege o vendedor e o comprador em caso de problemas na transação. Mesmo sendo uma solução nova, percebemos a cada mês o aumento no número de pessoas que aderem a esse formato que proporciona mais comodidade e segurança”, explica Andries Oudshoorn, CEO da OLX Brasil.

Mais procurados em 2020

No acumulado do ano, de janeiro a novembro, Celulares e TelefoniaEletrodomésticos e Computadorese Acessórios lideram o ranking de itens mais procurados. Confira a lista dos 10 itens com maior demanda na OLX neste período:

Feninfra considera acertada decisão da Anatel sobre edital do leilão do 5G

A Feninfra (Federação Nacional de Call Center, Instalação e Manutenção de Infraestrutura de Redes de Telecomunicação e de Informática) considera acertada a posição do conselheiro Leonardo Euler, da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), de pedir vistas à análise do edital do 5G, na reunião do órgão sobre o tema, realizado nesta segunda-feira (1 de fevereiro).

“Devemos considerar que alguns pontos do edital proposto, bem como da portaria 1.924/2021, do Ministério das Comunicações, publicada na noite de sexta-feira, 29 de janeiro, em edição extra do Diário Oficial da União, geraram indefinições que nos impedem de analisar com profundidade o edital”, pondera a presidente da entidade, Vivien Suruagy.

Dentre as novas exigências, uma das preocupações refere-se à obrigatoriedade de implantação de uma rede privativa móvel e fixa exclusiva do governo, bem como outra sub-fluvial, na Amazônia. Também merecem avaliação mais aprofundada a aplicação de decisões relativas à Migração da banda C, e ao Release 16 (responsável por traçar o funcionamento da internet das coisas) do 3GPP (3rd Generation Partnership Project), associação global voltada à disseminação das redes 5G, além da possibilidade ou não de utilização da base da rede 4G já existente. “Todas essas análises e o diálogo sobre as questões precisam ser realizados de modo responsável, eficaz e no menor tempo possível, para que o processo seja adequado e, ao mesmo tempo, não aconteçam atrasos na implementação do leilão”, frisa Vivien.

O setor representado pela Feninfra envolve 57 mil empresas e mais de 1,2 milhão de trabalhadores, que estão sendo qualificados e aguardando a rápida liberação do leilão do 5G. “Sobretudo nessa época de alto desemprego, é fundamental que o certame resolva-se rapidamente, para que possamos impulsionar a economia do País”, conclui a presidente da entidade.

TecBan lança plataforma de Open Banking as a Service para conectar instituições ao novo ecossistema financeiro

A TecBan anuncia o lançamento da sua plataforma de Open Banking as a Service, cujo objetivo é facilitar a implementação e gestão do novo sistema financeiro aberto, acelerando a integração das instituições financeiras à regulamentação brasileira. Batizada de Open Finance TecBana solução foi desenvolvida em parceria com a Ozone, empresa responsável pela criação do sistema utilizado na implantação do Open Banking no Reino Unido.

“O Open Banking tem a capacidade de transformar o ecossistema financeiro brasileiro. A plataforma de Open Banking as a Service da TecBan, testada e aprovada no Reino Unido, vem ao encontro das necessidades do setor financeiro ao passo que reduz o investimento e o esforço necessário para as instituições aderirem ao ecossistema. Assim, ela permite que as instituições concentrem seus recursos no desenvolvimento de propostas de valor inovadoras e impactantes aos seus clientes, enquanto focamos na parte técnica e regulatória que o cliente final não enxerga”, afirma Tiago Aguiar, Head de Novas Plataformas da TecBan.

A tecnologia da TecBan apresenta seis principais funcionalidades:

1. Portal de desenvolvimento – Documentação, exemplos, sandbox para testes e especificações das APIs;

2. Gerenciamento de APIs – Validação das requisições, transformação da resposta, conectores específicos de bancos e validação e assinatura das mensagens;

3. Gestão de parceiros – Integração ao diretório, validação de certificado, gerenciamento de clientes e autenticação TPP;

4. Gerenciamento de token – Fluxos de autenticação, atualização e revogação de token de acesso;

5. Gestão de consentimento – API, autorizações, revogações e um painel que apresenta todas as solicitações;

6. Administração e relatórios – Configuração do sistema, gestão de logs, acesso ao painel de controles, relatórios e lista negra de parceiros.

Na prática

Segundo o Banco Central, o Open Banking é o compartilhamento de dados, produtos e serviços pelas instituições financeiras e demais instituições autorizadas, a critério de seus clientes, em se tratando de dados a eles relacionados, por meio de abertura e integração de plataformas e infraestruturas de sistemas de informação, de forma segura, ágil e conveniente. Com a chegada do novo modelo, o cliente assume totalmente o controle dos seus dados e poderá oferecê-los de forma segura a terceiros e, principalmente, revogar o consentimento a qualquer hora. Já a instituição financeira, precisa cumprir os critérios estabelecidos na regulamentação brasileira.

Nesse sentido, desde o final de 2020, a plataforma já está sendo utilizada pelo Citi Brasil. Para a instituição financeira, o acordo permitiu acelerar a implantação de Open Banking de uma maneira mais eficiente, economizando recursos e utilizando a experiência da TecBan e da Ozone para oferecer a melhor experiência aos seus clientes. Neste primeiro momento, alguns testes estão sendo realizados, como os de integração, padronização e validação das informações, exposição de dados, infraestrutura e segurança.

Para o diretor de Produtos e Canais Digitais do Citi Brasil, Leandro Quintal, o banco saiu na frente dos concorrentes ao encontrar um parceiro de tecnologia capaz de desenvolver soluções digitais inovadoras como a Open Finance TecBan, que foi pensada para oferecer a melhor experiência aos clientes em termos de comodidade, sofisticação, rapidez e ainda mais segurança.

“A criação do Pix, a entrada em vigor da LGPD, a adoção da biometria em maior escala e a introdução do Open Banking mostram a rápida transformação digital do setor financeiro. O Citi é um dos líderes dessa transformação no Brasil e sabemos que a manutenção desse protagonismo passa também pela parceria com fornecedores de ponta”, detalha Quintal.

“Acreditamos que o Open Banking deve transformar o sistema financeiro na próxima década, proporcionando novas oportunidades de negócios, concorrência e inovação. Porém, para o aproveitamento de todas as suas oportunidades de negócios e evoluções, é fundamental ter um parceiro que esteja acompanhando todas as possíveis evoluções no ecossistema brasileiro. É nesse contexto que a TecBan oferece uma solução segura e economicamente acessível para as instituições financeiras”, conclui Tiago.