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O DevOps possibilita mais agilidade e diminui os riscos do seu negócio – Por Eduardo Floriano

A oferta de AMS (Application Management Services) proporciona à empresa, através do DevOps, mais agilidade, um ambiente de desenvolvimento padronizado e automação de processos operacionais na produção de softwares e serviços. Fato consumado.

Para entender melhor, o DevOps é a relação de interdependência entre desenvolvimento de software e operação de TI. Ou seja, é um trabalho colaborativo e harmônico entre esses dois times. O resultado desta junção é a entrega de aplicações, conhecidos por releases, mais rapidamente, com maior frequência e com aumento da qualidade do software implantados nos ambientes de infraestrutura. Consequentemente, atrelados a estes benefícios, há um aumento significativo na satisfação dos usuários e TI, bem como no atendimento do time to market e melhoria na eficiência do negócio.

O time de desenvolvimento ágil possui o foco na geração de novas aplicações ou releases ininterruptamente para atender as necessidades do negócio, enquanto o time de operação de TI foca na estabilidade e disponibilidade das aplicações para o usuário. A grande dificuldade encontrada pelas empresas é fazer com que esses dois times, com funções tão dispersas, consigam trabalhar juntos em prol de um mesmo objetivo.

Para isso, é necessária a mudança de cultura da companhia como um todo, envolvendo processos e práticas, como integração e entregas contínuas, que por meio de processos automatizados de teste unitários e funcionais, qualidade do código, liberações de novas versões de software nos ambientes de infraestrutura, e monitoramento proativo e constante por ambos os times, traz, além do ganho de produtividade percebida pelo usuário final e de TI, a garantia de um produto estável e com alta disponibilidade dos sistemas no ambiente produtivo.

Há ainda a questão da eficiência dos custos operacionais da TI, redução do TCO (Total Cost of Ownership), atingida durante o processo de desenvolvimento, na identificação de defeitos com antecedência, na redução do tempo de implementação e testes, bem como na manutenibilidade, que devido à aderência das boas práticas de desenvolvimento do código do software e da necessidade de um menor tempo para adequar o software a novos requisitos, por exemplo, proporciona economia.

A união de uma operação fundamentada e operada seguindo as boas práticas, uma boa governança sobre os ambientes de infraestrutura e equipes movidas pela cultura do DevOps permite à empresa maior crescimento, mais agilidade e qualidade no seu negócio. Fique atento.

Eduardo Floriano é diretor da área de AMS (Application Management System) da Sonda IT, maior integradora latino-americana de Tecnologia da Informação.

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Sete importantes considerações sobre Governança de Dados – Por Cynthia Bianco

Se a possibilidade de estar lidando com dados incorretos, mesmo que hipoteticamente, estremece sua estrutura, você não está sozinho. É preciso ter claro que, sem uma governança, qualquer organização que decida ampliar suas aplicações self-service deparar-se-á com o mesmo problema.

Na verdade, a corrupção dos dados é uma consequência da não verificação da origem do que se tem em mãos ou, mais do que isso, de não se saber como se chegou àquela informação. Desconsiderar ou desconhecer os filtros que foram aplicados ao transformar cada dado em uma informação é um risco inerente a qualquer ambiente corporativo e que é resultado, na maioria das vezes, da descentralização das soluções.

Este modelo pode até funcionar em equipes menores, com menos pessoas envolvidas, mas em locais com centenas de usuários e dezenas de linhas de negócios as consequências de se confiar nesse método podem ser muito negativas e o cenário certamente será caótico.

Além disso, é preciso atentar-se ao fato que embora todos dentro de uma empresa estejam em busca de um mesmo objetivo, ou seja, tornar o negócio bem sucedido, equipes diferentes têm prioridades distintas. A TI foca principalmente na gestão de processos e em assegurar dados confiáveis. Já as áreas de negócio, geralmente enxergam a segurança e a governança como obstáculos na tomada de decisão. Com prioridades tão conflitantes, é obvio que aumentam as dificuldades para se colocar em prática uma aplicação self-service de analytics capaz de funcionar para todos. Porém, algumas medidas podem ajudar as equipes a trabalharam juntas de maneira eficiente:

1. Engajar

Como é mandatório em qualquer projeto, o engajamento é crucial. A organização como um todo precisa reconhecer o valor de uma iniciativa corporativa de governança de dados – seja por meio de padronização de tecnologia, revisões sistemáticas ou designando administradores de dados. É preciso que o empenho vá além do patrocinador do projeto. Os líderes de negócios devem comprometer-se em traçar objetivos e diretrizes e, ainda, estabelecerem de maneira muito transparente e direta as responsabilidades de cada uma das equipes.

2. Identificar os principais stakeholders

Cada unidade de negócio precisa disponibilizar um representante dentro do projeto, que funcione como um porta-voz. Idealmente, os diálogos entre as equipes devem ter uma rotina pré-estabelecida para garantir que todos estejam na mesma página. É responsabilidade de cada um dos envolvidos assegurar que seus times adaptem-se aos processos estabelecidos, construindo assim um ambiente mais colaborativo.

3.TI e Negócios precisam conversar de maneira direta

Criar um canal de comunicação e promover a colaboração entre as equipes de TI e de negócios são os melhores caminhos para garantir que as demandas sejam totalmente atendidas. A área de negócios precisa ser transparente em relação às suas necessidades e tratar a equipe de tecnologia como uma aliada. Ao mesmo tempo em que a TI precisa soltar-se um pouco e ser mais flexível, porém sem forçar-se a extremos. A plataforma analítica selecionada para o projeto deve ser capaz de oferecer funcionalidades de monitoramento que preencham esta lacuna, mas a tecnologia por si só não levará o projeto tão longe quanto se imagina. Para viabilizar isso, os processos de governança precisam ser abertos e fluídos e a área de TI precisa estabelecer uma rotina de monitoramento contínua, trabalhando para que os principais indicadores estejam estruturados com governança e preparados para mudanças recorrentes.

4. Nomear um administrador de dados

É ingênuo pensar que os dados de maior criticidade estão armazenados em um único local. Normalmente, encontram-se espalhados por toda a empresa, em planilhas pessoais e em aplicações na nuvem, e é preciso que alguém os administre. É aí que entra o CDO (Chief Data Officer) ou gerente de dados. De acordo com o Gartner, nos próximos três anos, esta posição estará preenchida em 90% das grandes empresas, o que é uma boa notícia. O CDO surge da interseção das áreas de TI e de negócios com a missão de zelar pelas informações e promover a comunicação entre as equipes.

5. Padronizar tecnologias

Padronize, padronize, padronize. Imagine que você use determinado editor de apresentações e em sua equipe exista um grande número de pessoas que não utilizam esse tipo de tecnologia, fazendo com que cada slide construído, precise ser adaptado para a ferramenta adotada pelo restante da equipe. O tempo de execução do trabalho com certeza aumentaria. Agora, se houver uma padronização da tecnologia, embora isso possa significar abdicar de uma preferência pessoal, tudo poderia ser concluído duas vezes mais rapidamente. Com o analytics, assim como em todas as outras implementações tecnológicas, a padronização entre todas as áreas ajuda consideravelmente.

6. Dar pequenos passos

A verdade é que a governança de dados não ocorre de um dia para outro. Com as necessidades de negócios mudando com frequência, é preciso estabelecer um processo de identificação de lacunas repetitivo e cíclico, priorizando as aplicações e dados mais importantes. O ideal é começar pequeno. Escolha um e comece por ele. Lembre-se que mesmo que você seja capaz de certificar ou impulsionar uma aplicação por mês, serão 12 implementações críticas ao longo do ano.

7. Não deixar que vitórias de curto prazo impactem em estratégias de longo prazo

Para alcançar verdadeiramente a governança, você precisa investir em uma estratégia de longo prazo que inclua uma visão de crescimento e de mudanças. Correções pontuais trabalham no sentido contrário. Focar em objetivos em curto prazo e adotar a primeira ferramenta gratuita de análise com a qual se deparar, dificulta a colaboração entre as equipes e torna a governança ainda mais árdua. Então, quando estiver selecionando uma ferramenta, certifique-se de que ela seja escalável; possa ser acessadas através de diversos dispositivos e que tenha futuro garantido no que diz respeito à velocidade e reutilização.

Lembre-se, que dados estão sempre mudando e evoluindo.

Cynthia Bianco é presidente da MicroStrategy no Brasil, empresa líder mundial no fornecimento de plataformas de software empresarial, que atende com sua solução inovadora MicroStrategy 10 Secure Enterprise tanto as necessidades de implementações departamentais self-service como de âmbito corporativo

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São Paulo concentra maioria absoluta das maiores empresas de TI, confirma Censo do setor

O Estado de São Paulo reúne a maioria absoluta das maiores empresas de TI, é o que reforça o Censo de TI de 2015, realizado pela Assespro (Federação das Associações das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação), em parceria com a Aleti (Federação Iberoamericana de Entidades de Tecnologia da Informação e Comunicação).

Em todo o território paulista, as companhias que operam com TIC contam com o suporte da Assespro-SP, Regional que representa o Estado que detém 65% do mercado de TI no país.

“Os números falam por si quando se tratam de mercados do Estado de São Paulo”, diz o presidente da Assespro-SP, Arildo Constantino. Conforme ele, a indústria paulista de fabricação de equipamentos de informática e periféricos concentra 40% de todo pessoal ocupado do segmento no país.

Com relação às atividades de serviços de tecnologia da informação e comunicação, segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, São Paulo abriga 32% das unidades locais do país, respondendo por 44% do total dos vínculos empregatícios nacionais do setor, concentrados nas Regiões Metropolitanas de São Paulo e Campinas, com 72% e 4% dos empregos, respectivamente.

“Diversos fatores contribuem para essa liderança do setor de TIC em relação aos outros estados, dentre eles destaco a diversificação da economia, a localização, a infraestrutura, a mão de obra qualificada, além do fato de que nenhum outro estado tem um mercado consumidor como o nosso”, ressalta Constantino.

A quarta edição do levantamento abordou informações fornecidas por 950 empresas, de 23 países – espalhadas por quatro continentes. As companhias brasileiras correspondem a 55% do total das participantes, possibilitando uma comparação do cenário nacional em âmbito regional e global.

Entre as constatações, possível reflexo da instabilidade econômica do mercado brasileiro, o Censo aponta que houve uma queda no número de empresas com crescimento no faturamento, já que 67% das companhias registraram aumento nas receitas em 2015, um índice dez pontos percentuais menor do que o obtido no ano anterior.

O Brasil acompanha a tendência ruim do exterior, tendo em vista que apenas 59% das companhias registraram crescimento em 2015, enquanto no Censo anterior este número era de 77%. O levantamento releva ainda que 20% das empresas mencionaram que ficaram estagnadas no ano passado.

O censo de TI 2015 também mostra que em um setor que valoriza startups, são as empresas maduras que compõem grande parte do mercado de Tecnologia da Informação – 55% das empresas foram fundadas ainda no século 20, ou seja, possuem mais de 15 anos de atuação na área. No Brasil, este número é um pouco maior: 60% estão nesta categoria.

Para mais informações sobre o Censo 2015, acesse: http://www.mbi.com.br/mbi/biblioteca/eventos/2016-02-26-apresentacao-resultados-iniciais-censo-setor-ti-edicao-2015/

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Twitter prepara ações especiais para a Olimpíada Rio 2016

O Twitter anuncia nesta terça-feira (2), em todo o mundo, as iniciativas preparadas especialmente para os Jogos Olímpicos Rio 2016. Entre os destaques estão ações na cidade do Rio de Janeiro, cobertura especial do Moments Brasil e o lançamento de mais de 200 emojis relacionados ao uso de hashtags específicas, além de uma série de parcerias de mídia.

“As ações do Twitter voltadas ao período dos Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro unirão fãs do mundo todo para acompanhar o que acontece com as equipes antes, durante e depois de os melhores atletas competirem pela vitória”, diz Leslie Berland, CMO do Twitter. “O Twitter, o Vine e o Periscope oferecerão aos fãs informações dos bastidores, comentários, destaques e conversas ao longo dos jogos.”

O espírito olímpico será espalhado também pelo Twitter em todo o Rio de Janeiro: Tweets do mundo inteiro serão projetados em monumentos famosos da cidade, como os Arcos da Lapa, e um ônibus de turismo personalizado, apelidado de Twitter Buzz, circulará por pontos estratégicos do Rio exibindo, nas telas instaladas no lugar das janelas, Tweets e transmissões de Periscope. O ônibus também oferecerá acesso a wifi grátis para facilitar a navegação dos usuários que estiverem por perto.

Os Jogos Olímpicos contam, a partir desta terça-feira (2), com a aba especial Rio 2016 no Moments Brasil, que fará uma cobertura ao vivo dos principais jogos e eventos durante a Olimpíada. O conteúdo especial do Moments, ferramenta de curadoria do Twitter que busca os melhores Tweets e assuntos mais relevantes todos os dias, também está disponível na Austrália, Canadá, México, Reino Unido e Estados Unidos. Já usuários em países como Alemanha, França e Japão poderão seguir e receber Tweets sobre os jogos na linha do tempo. Os fãs também podem se atualizar sobre o que perderam a partir de Moments que destacarão os resultados, contagem de medalhas e outras informações sobre o dia que passou. A seção de Moments dedicada à Olimpíada já está disponível.

Fãs de todo o mundo poderão compartilhar a paixão por seus times favoritos no Twitter com 207 emojis. Ao Tweetar a hashtag com as letras que formam o código do país (ex. #BRA), é possível visualizar o emoji da respectiva bandeira, incluindo o time olímpico de refugiados (#ROT). Os usuários também terão a oportunidade de visualizar emojis dos mais de 50 jogos olímpicos e modalidades no Twitter. As hashtags que exibem os emojis estarão disponíveis em inglês, francês, português e espanhol. Já as hashtags que trarão os emojis de esportes, assim como #Rio2016 e #Olympics, também estarão disponíveis em japonês, coreano e árabe. Será possível conferir todos os emojis no decorrer dos próximos dias.

Através do Twitter Amplify, fãs em locais como Austrália, Brasil, França, Alemanha, Japão, Estados Unidos, entre outros, poderão ver destaques de vídeos de seus eventos favoritos ao longo dos Jogos. O Periscope e o Vine também aproximarão os fãs das competições. No Periscope, será possível acessar um canal com transmissões ao vivo relacionadas aos Jogos Olímpicos. Já no Vine, os conteúdos sobre o evento estarão disponíveis na seção “explorar”. Além disso, ao clicar duas vezes em um Vine da conta @Olympics ou de diversos times, os usuários poderão visualizar uma chama Olímpica ao invés de um coração – como de costume em uma curtida.

Parcerias

Integrações com parceiros de mídia serão parte importante da estratégia do Twitter durante os Jogos Olímpicos. Emissoras como SporTV, Record e ESPN farão diversas ativações no Twitter no decorrer de todo o evento, incluindo alertas de disputa e conquista de medalhas, notificações sobre o início de competições e da participação de atletas específicos nas partidas, transmissões de bastidores via Periscope, enquetes e emojis especiais, entre outras ações de interação com a audiência. Portais de notícias como VEJA, G1, UOL, Estadão e Folha também participarão das integrações.

“Em um mercado de mídia sofisticado como o que temos no mundo hoje, o segredo está em fazer com que os diversos meios trabalhem em conjunto. Todas as mídias devem se complementar para atrair a atenção do consumidor da melhor forma possível. Dentro desse contexto, o Twitter cumpre um papel específico, único e claro: o Twitter é a conexão em tempo real com o que está acontecendo no momento. Essa vocação da plataforma fica ainda mais evidente quando estamos falando em esporte, especialmente em um evento do porte das Olimpíadas, com tantas transmissões ao vivo. O engajamento é ainda maior”, afirma Carlos Moreira, diretor executivo de mídia do Twitter para a América Latina.

O Twitter também estará presente nos arredores das disputas olímpicas: grandes telas apresentarão Tweets do mundo todo em tempo real. Também serão distribuídos painéis em áreas comuns frequentadas pelos atletas com mensagens de apoio e incentivo enviadas pelos fãs a partir do uso das hashtags #EuSouTimeBrasil e #TimeBrasil. Essas mensagens poderão ser respondidas pelos atletas aos torcedores a partir da conta do @TimeBrasil.

Influenciadores

Influenciadores também participarão do papo olímpico. Entre eles está Gabriel Bohm (@Kamizeon), mais conhecido como Kami, um dos maiores jogadores de League of Legends (LoL). Ao lado de seu treinador, Gabriel Lucas (@GbrMiT), Kami fará transmissões diárias ao vivo pelo Periscope, de 6 a 20 de agosto, sempre às 16h30. Kami e Gabriel falarão sobre a semelhança entre os e-sports e os esportes olímpicos.

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Startup Marmotex cresce mais de 130% em vendas e bate recorde de entrega diária de pedidos

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Com menos de 1 ano de atuação, a Marmotex, plataforma de entrega de almoço executivo que se difere do tradicional delivery, cresceu mais de 130% em vendas, atingindo a média de 100 entregas diárias. O recorde de vendas bateu a marca de 180 pratos.

Antes restrito à região da Vila Olímpia e das avenidas Faria Lima e Brigadeiro Luís Antônio, o serviço de entrega inicia uma nova operação na Chácara Santo Antônio, que deve ter início em agosto. Para que isso fosse possível, os gestores avaliaram e cadastraram restaurantes na região para que tivessem condição de atender a demanda. O passo seguinte é atingir a Avenida Paulista até o final desse ano.

Segundo Peter Chun, co-fundador da Marmotex, o processo de crescimento teve início em abril, quando entraram para o ecossistema da Move2, um Venture Builder que coloca a mão na massa de todo o processo de desenvolvimento e gestão de uma startup. “A profissionalização do serviço, aliada às estratégias implantadas, deram suporte para fazer diferente e melhor cada ação”, declara Peter Chun.

Atualmente, a startup conta com mais de 245 grupos de empresas cadastradas e possui uma lista de espera com mais de 140 grupos, que aguardam a liberação para fazer parte da plataforma e usufruir das vantagens do serviço.

Criada para atender o segmento corporativo, a Marmotex iniciou o trabalho com a entrega de almoço, cujos pedidos são feitos até às 10h para serem entregues a partir das 12h no horário mais conveniente para cada grupo. Os pedidos são feitos no site https://www.marmotex.com/ e podem ser programados com antecedência. No cardápio estão à disposição mais de 250 pratos, além das promoções diárias, sempre variadas.

Recentemente, a empresa inseriu também a opção de snacks para atender o público adepto ao lanche da tarde. O pedido pode ser feito junto com o almoço ou individualmente, sempre até às 15h. No cardápio estão incluídas mais de 50 opções de lanches. Em média, o almoço tem preços a partir de R$ 15,00 com opções tradicionais, light e veganas, e os snacks custam a partir de R$ 2,00.

Outra novidade é a ‘Fruta Feira’, que consiste numa embalagem com duas frutas da época, sempre higienizadas, que podem ser entregues diariamente, de segunda a sexta, ou 3 vezes por semana, por um custo fixo, através da assinatura do serviço. Também é possível fazer o pedido individual, quando quiser, pelo preço de R$ 5,90 por dia.

Como todo o serviço é online, o pagamento segue a mesma linha, através do cadastro de um cartão de crédito ou até mesmo do próprio Vale Refeição, inserindo crédito no valor mínimo de R$ 100,00, que é descontado a cada pedido.

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UView360 e O Globo fazem uma das primeiras transmissões ao vivo em 360° do Brasil

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No final de abril o YouTube lançou a tecnologia que permitiu vídeos ao vivo em 360 graus para todo o mundo. E logo depois o Brasil realiza uma das primeiras transmissões deste tipo, com duração de 9h, passando conteúdo imersivo sobre revolução digital, inovação e tecnologia. E isso só foi possível graças à parceria entre o jornal O Globo e a startup carioca UView360, no evento de aniversário de 20 anos do Globo Online. Para conseguir realizar a transmissão ao vivo em 360°, a startup carioca usou uma câmera canadense, mais propícia para o livestream, além de uma boa iluminação e conexão com a internet.

Essa tecnologia ainda é pouco conhecida no país, conta Charles Boggiss, diretor da UView360:

“Realizar esta transmissão está sendo um divisor de águas para o país e, claro, para nós da UView360. Muitos ainda desconhecem que existe a possibilidade de vídeos ao vivo em realidade virtual; e ser um dos primeiros a fazer isso no Brasil é incrível”, revela o criador da UView360, empresa pioneira em realidade virtual e na produção de conteúdo imersivo em esportes, jornalismo, entretenimento e publicidade.

Novos site e aplicativo da UView360 – O evento de O Globo marcou também o lançamento do novo site da startup carioca: www.uview360.com.br. O aplicativo da UView360 também permitiu a transmissão ao vivo do evento. Disponível para iOS, conta com conteúdo exclusivo de vídeos interativos em 360 graus, além de possuir suporte para Cardboard.

Baixe o app da UVIEW360 – itunes.apple.com/br/app/uview360/id1075693158?mt=8

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80% dos internautas brasileiros fazem downloads de filmes, séries e shows

O CONECTA, por meio da 3ª onda do CONECTAí Express, pesquisa nacional online, identificou que 80% dos internautas brasileiros realizam downloads de filmes, séries e shows. Os aparelhos mais usados para fazer esses downloads são, em ordem de utilização, computador/notebook, smartphone, tablet e smartv.

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Sobre a pesquisa

A pesquisa foi realizada com 2.000 internautas em junho de 2016 por meio do CONECTAi Express, pesquisa trimestral, online, multiclientes, com cobertura nacional, que permite responder a qualquer tipo de pergunta, de forma exclusiva, rápida e econômica.

Sobre o CONECTA

CONECTA é a plataforma web do IBOPE Inteligência. Seu foco está na fusão do melhor da pesquisa online tradicional, tecnologia para gestão de painéis online – CONECTAí – e soluções interativas e inovadoras de marketing digital. Acesse nosso site e cadastre-se! Acumule pontos, troque por prêmios e concorra a sorteios. Transforme o mundo com a sua opinião e com as suas ideias! www.conectaibrasil.com.br

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Retail Labs no Brasil é destaque do Congresso TI & Varejo 2016

5ª edição do Congresso TI & Varejo que acontece dia 18 de agosto no WTC, em São Paulo, vai discutir como desenvolver essa inovação nos varejistas brasileiros

Poucos assuntos estão tão em alta no mercado de Varejo quanto os Retail Labs. Seja pela novidade em contar com um time especializado em pensar novos negócios ou pela urgência na adoção junto às estratégias, a questão desperta interesse por ser mais um caminho de inovação no setor.

Pensando na importância do assunto, a 5ª edição do Congresso TI & Varejo – que vai acontecer no dia 18 de agosto no WTC, em São Paulo – contará com o painel que vai falar justamente desse tema com foco na inovação. O painel será das 13h30 às 14h30 e terá como tema: “Retail Labs: como deixar a inovação no foco”. A mediação será feita pela diretora editorial da revista Decision Report, Graça Sermoud, e por Eduardo Terra, presidente da SBVC (Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo). Graciela Kumruian Tanaka, COO da Netshoes; Nicolas Simone, CIO do Grupo Boticário, Vitor Sena, IT Senior Manager da Livraria Cultura; e Mendel Szlejh, CIO de grande rede Varejista estarão presentes no painel.

Nos Estados Unidos o conceito de Retail Labs já é mais difundido, principalmente no Vale do Silício, na Califórnia. E esse ecossistema desenvolvido despertou o interesse de uma comitiva brasileira que visitou os labs americanos em junho. Liderado por Eduardo Terra e Alberto Serrentino, fundador da Varesse Retail Boutique de Varejo que também participará do Congresso TI & Varejo, as impressões na volta foram de urgência no desenvolvimento dessa cultura no Brasil. Essa jornada será o tema central do painel.

Segundo Eduardo Terra as empresas que querem seguir o caminho da adoção dos retail labs precisam, em primeiro lugar, refletir quais as tecnologias podem melhor cuidar das necessidades dos seus diversos setores e públicos, sejam elas de grandes empresas de TI quanto de startups. E as pequenas podem levar vantagem nessa hora por já nascerem preparadas para novas realidades. “Muitos projetos de inovação são realizados a quatro mãos, em formato de parceria com todo ecossistema do mercado”, explica.

E para atingir esse objetivo diversos modelos podem ser utilizados: contar com um time interno focado nessas inovações, contratar um lab terceirizado ou via parcerias com startups. “O Retail Labs pode ser um grande guarda-chuva dessas demandas, tudo pode ser trabalhado em conjunto, desde que a empresa tenha em mente um planejamento de retorno de investimento focando na transformação digital”, comenta Eduardo Terra.

Mais sobre a 5ª. edição do TI & Varejo

Para estar na vanguarda da inovação e engajamento do cliente, o Varejo precisa desenhar e colocar em prática uma estratégia para essa jornada. E engana-se quem acredita que esse processo é simples. Com o objetivo de aprender, compartilhar experiências e discutir os rumos da transformação digital no setor que CIOs e especialistas se reunirão na 5ª edição do Congresso TI & Varejo, que será realizado no dia 18 de agosto no WTC, em São Paulo.

O evento contará com a presença de Giovanni Montoneri, CIO da Decathlon, Jesus Garcia, CIO da Livraria Cultura, Joaquim Garcia, CIO Global da IMC, João Pedro Serra, Country Manager do Groupon, Júlio Baião, diretor de TI do GPA, Paulo Farroco, CIO da Riachuelo e Mendel Szlejh, CIO de grandes redes varejistas, além de outros grandes líderes.

O Congresso também terá uma agenda paralela chamada Jornada Digital. Nessa programação, serão apresentadas palestras de 30 minutos com cases de sucesso, workshops, soluções tecnológicas e etc.

O evento contará ainda com a Feira Tecnológica com estandes de exposição dos principais players de TI e o Consumer Experience, espaço de demonstração de soluções que fomentam o engajamento do consumidor. Nesse ambiente, serão apresentadas várias tecnologias que já são aplicáveis no varejo brasileiro, tais como self checkout e outras soluções para integração da loja física com digital.

Outra novidade deste ano é o Prêmio Líderes TI & Varejo, que está com as inscrições abertas. Em parceria com a IDC, a premiação reconhecerá o trabalho dos líderes de TI e e-commerce das redes varejistas. Para se inscrever, os líderes poderão entrar no link:
http://www.surveygizmo.com/s3/2112939/TI-e-Varejo-2016

As inscrições para a 5ª edição do Congresso TI & Varejo estão abertas e podem ser feitas no site do evento: www.congressotievarejo.com.br

5ª edição do Congresso TI & Varejo
Quando: 18/08
Horário: 8h às 18h30
Onde: WTC
Endereço: Avenida das Nações Unidas, 12551, Brooklin Novo, São Paulo – SP

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Potencial de sinergia entre grandes empresas e PMEs – Por Ralph Schweens

É inegável a importância e relevância das pequenas e médias empresas para a evolução econômica de qualquer país. No Brasil não é diferente. Apesar do desafiante cenário político e econômico nacional, as pequenas e médias empresas representam uma porcentagem relevante para a economia brasileira – mesmo que tenham espaço para crescer ainda mais. Segundo a última pesquisa realizada pelo Sebrae e pela Fundação Getúlio Vargas, as mais de 9 milhões de pequenas e médias empresas representavam 27% do PIB nacional. Esse número, em valores absolutos, soma um total de R$ 599 bilhões (quatro vezes mais do que o resultado da última década).

Ainda nesse estudo, se comprovou que as micro e pequenas empresas são as principais geradoras de riqueza no Comércio no Brasil, uma vez que respondem por 53,4% do PIB deste setor. Para o setor de Serviços o resultado também é relevante, representando 36,3% da produção nacional, ou seja, mais de um terço da produção total. Os dados demonstram a importância de incentivar e qualificar os empreendimentos de menor porte. Quando vista de forma isolada, uma empresa representa pouco para o País. Mas juntas, elas são decisivas para o desenvolvimento de nossa economia.

As PMEs ainda representam apenas 1% das exportações brasileiras e esse cenário pode ser alterado com o auxílio de associações de classe e outras entidades. Existem muitas coisas que podem ser feitas para melhorar o desempenho das pequenas e médias empresas no País, e as grandes corporações podem ser de grande ajuda e referência para esta parcela da cadeia produtiva brasileira. A integração entre empresas de portes diversos é necessária para melhorar sua competitividade e produtividade, além de incentivar o aumento da exportação por parte das pequenas e médias empresas.

Na BASF enxergamos muitas oportunidades de interação com as PMEs, seja como clientes, parceiros ou fornecedores. Sempre que possível procuramos estender o nosso conhecimento para estas empresas por meio de programas de relacionamento e, principalmente, nosso sistema de gestão de fornecedores. Com esta iniciativa, estabelecemos padrões rigorosos de avaliação que motivam o desenvolvimento e a qualificação das pequenas e médias empresas que estão com a BASF no dia a dia de nossas operações.

Pelos últimos três anos, a BASF é associada ao Integrare, instituição especializada na aproximação de grandes corporações e micro e pequenas empresas (MPEs), cujos donos sejam negros, indígenas ou pessoas com deficiência. Com isso, a BASF fomenta a diversidade na cadeia de valor e aumenta suas opções de fornecedores, fortalecendo, ainda, a relação com as pequenas e médias empresas.

Vejo na volatilidade do cenário econômico atual oportunidades para o desenvolvimento sustentável tanto das grandes corporações quanto das pequenas e médias empresas. Precisamos buscar cada vez mais sinergia para juntos alcançar os melhores resultados para nossas organizações e País.

Ralph Schweens é presidente da BASF para a América do Sul

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Samsung e Anprotec graduam startups da primeira edição do Programa de Promoção da Economia Criativa

A Samsung Electronics e a Anprotec acabam de concluir a primeira etapa do Programa de Promoção da Economia Criativa. O término dessa etapa consolida o processo de cooperação tecnológica iniciado entre os governos brasileiro e sul-coreano por meio dos Ministérios de Ciência, Tecnologia e Inovação dos dois países em 2015. As startups selecionadas na primeira edição foram aceleradas pelo programa entre janeiro e julho de 2016, recebendo investimentos diretos, acesso à tecnologias móveis, mentorias e capacitação para introdução no mercado.

Graduaram-se nessa primeira edição as startups Mind The Graph e Sinapse Virtual, incubadas na Incubadora Tecnológica de Campina Grande no Estado da Paraíba (ITCG), DEV Tecnologia, VRMonkey e Doutor Recomenda, incubadas no Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia da USP em São Paulo (CIETEC), Reminds e Oobj Tecnologia, incubadas no Centro de Empreendedorismo e Incubação da Universidade Federal de Goiás (PROINE), e Optix Imagens Médicas, da incubadora de empresas da PUCRS no Rio Grande do Sul (RAIAR).

Segundo Antonio Marcon, gerente de pesquisa e desenvolvimento da Samsung e responsável pelo programa no Brasil, a iniciativa contribui significativamente para o aperfeiçoamento dos mecanismos e ferramentas de colaboração entre as grandes empresas e as pequenas startups de base tecnológica, um exemplo a ser seguido.

“Esta primeira edição do Programa de Promoção da Economia Criativa materializou empreendimentos inovadores em áreas como Educação Digital, Saúde Digital, IoT, Realidade Virtual e Convergência, e demonstrou o efeito catalisador da colaboração para impulsionar o desenvolvimento de tecnologias emergentes e aperfeiçoar modelos de negócios no Brasil. A grande empresa é um poderoso canal de acesso a tecnologias e mercados, e contribui para potencializar rapidamente os resultados dos empreendimentos mais jovens”, afirma Marcon.

Para o presidente da Anprotec, Jorge Audy, a parceria da Associação com a Samsung é estratégica para o Brasil. “Eu vejo as ações da Samsung como alguns dos principais ambientes de inovação da Europa e da Ásia, além da própria Coréia, e percebo a importância desse projeto que desenvolvemos juntos, compartilhando experiências e aprendendo com eles, uma empresa de classe mundial que surge numa das economias mais inovadoras do mundo que é a coreana”, explica.

Audy afirma ainda que o programa estabelece um novo tipo de parceria possível, utilizando os recursos da Lei de Informática brasileira. “Esse projeto é um marco. Abre um novo caminho de parcerias para fomentar o surgimento de startups, de empresas inovadoras, na área de economia criativa principalmente, gerando emprego, renda e desenvolvimento para o país”, acrescenta o presidente da Anprotec.

Na prática

A Optix Imagens Médicas foi uma das empresas participantes da primeira etapa do programa. A startup desenvolveu um produto de tele radiologia capaz de compactar imagens médicas, reduzindo custos e agilizando a emissão de laudos médicos nas plataformas web e mobile, inclusive em situações de emergências médicas. Segundo Paulo Aguiar, diretor da startup, o apoio do programa foi fundamental para o crescimento e aperfeiçoamento da empresa. “Todo o design do produto e os fluxos da solução foram muito discutidos com a equipe da Samsung. Isso ajudou muito para tornar o produto maduro e com qualidade para chegar ao mercado agora”, afirma Paulo.

Outra startup participante é a Sinapse Virtual Tecnologia e Serviços, que desenvolve soluções tecnológicas para ajudar crianças com dificuldades de aprendizagem a superarem suas limitações cognitivas e pedagógicas. Segundo um dos sócios da empresa, Glenny Gurgel, a ideia do projeto, antes limitada a auxiliar professores, foi significativamente ampliada durante o programa, ficando aberta a todas as crianças, dentro e fora do ambiente escolar, por meio de um aplicativo de jogos educativos, desenvolvido em parceria com a Samsung. Com isso, a expectativa de faturamento da empresa passou de R$ 100mil para R$ 1 milhão por ano. “Uma startup paraibana conseguir fazer uma parceria com uma multinacional e ter a perspectiva de distribuir seus produtos pra toda América Latina é incrível”, avalia Gurgel.

Segunda etapa

A Anprotec e a Samsung anunciam também que já foi iniciada a segunda rodada do programa, abrindo novas oportunidades para os empreendedores. O sucesso da primeira fase promoveu o aumento de 5 para 12 incubadoras distribuídas em todo o território nacional. O número de vagas para empreendimentos foi ampliado para 10 startups. Além disso, o valor do apoio financeiro aumentou, podendo agora chegar até a R$ 250 mil por empreendimento, e ainda não será mais exigido o tempo mínimo de operação das empresas candidatas. “Assim, os projetos mais jovens, dispostos a acelerar seu desenvolvimento e sua introdução no mercado, encontram conosco uma ótima oportunidade de desenvolvimento”, destaca Marcon.

“A expectativa mais importante de resultados do programa é que as empresas possam vir a gerar resultados positivos do ponto de vista de desenvolvimento econômico e desenvolvimento de inovação para elas próprias e para a região e os ecossistemas de inovação onde elas estão instaladas”, avalia Jorge Audy.

Gradução

O encerramento da primeira etapa do programa foi realizado em 28 de julho, na sede regional da Samsung em São Paulo (SP). As oito startups aceleradas pelo programa fizeram uma pitch session para os participantes e investidores. O evento contou ainda com a participação de diretores e gestores da Samsung, da Anprotec, das Incubadoras, do Centro de Economia Criativa e Inovação de Daegu Coreia do Sul, além de representantes do Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações, investidores e agências nacionais de apoio ao empreendedorismo e inovação.

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Bulgari Vault: aplicativo de grife protege dados pessoais

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De uma forma totalmente inesperada, a Bulgari licenciou a WiSeKey, a empresa suíça que é líder mundial em segurança, para desenvolver e oferecer no mercado, o BULGARI VAULT: um aplicativo móvel para o armazenamento seguro de todos os tipos de dados pessoais. Já disponível, o aplicativo é uma versão personalizada do Wiseid, aplicativo que se encontra no topo do ranking da WiSeKey, com layout, design e cores exclusivas da Bulgari, e pode ser baixado no Google Store e na Apple App Store.

A Bulgari é a única marca de luxo que conecta o mundo dos produtos de luxo de alto valor agregado com a realidade digital de hoje. Mais do que o debate em torno do chamado “objetos de pulso”, conectados, a verdadeira questão principal que a evolução tecnológica aplicada a relógios terão de enfrentar no futuro é o da proteção de dados digitais e sua total segurança. Na sua própria maneira inimitável, normas existentes externas e conformismo vigente, a Bulgari, com o BVLGARI Vault, deu o primeiro passo para preencher a lacuna entre o mundo do artesanato da BVLGARI e o mundo digital de seus clientes e amantes da marca.

O funcionamento intuitivo do aplicativo permite aos usuários proteger seus dados com facilidade. Assim que a informação é enviada para o aplicativo, ela é criptografada instantaneamente, graças a uma tecnologia altamente avançada, desenvolvida pela WISeKey, sem dúvida, líder da indústria nesta área. O usuário também pode arquivar e sincronizar os dados em uma “nuvem”, que depois são armazenados fisicamente em um depósito enterrado nos Alpes suíços. Durante a transferência de dados na internet, quando o risco de hackers é mais elevado, a tecnologia de criptografia da WISeKey alcança um nível “assimétrico” inigualável, normalmente utilizado por agências governamentais.

Este aplicativo é destinado a uma ampla gama de usuários, já que é completamente público e, consequentemente, aberto a todos. No entanto, o BULGARI VAULT também tem como alvo um círculo mais restrito de consumidores: clientes e fãs da Maison que, no futuro, descobrirão serviços personalizados diretamente relacionados com a marca, seus serviços e produtos, que podem incluir serviços relacionados a pós-venda, certificado de autenticidade, ativação da garantia, etc.

A WISeKey tem levado o desenvolvimento do seu conceito a um altíssimo nível ao expandir as chaves de acesso ao Vault através de vários campos que podem ser combinados para segurança adicional: o uso de uma senha, e também através do reconhecimento de impressões digitais, reconhecimento facial, assim como o modo de desbloqueio em que é preciso deslizar o dedo na tela do telefone celular para interligar os 4 pontos.

“Na Bulgari, nos esforçamos para estar à beira de compreender e antecipar experiências de luxo. A 4ª revolução industrial irá modificar a nossa relação com o luxo. É por isso que oferecer aos nossos clientes exigentes uma solução inteligente para proteger seu patrimônio virtual, graças à tecnologia de ponta dos nossos parceiros da WISeKey, é um momento de orgulho e uma experiência inovadora e enriquecedora para nós “, comentou Jean-Christophe Babin, CEO do Grupo Bulgari.

“Este é um novo marco na nossa colaboração com a Bulgari, para oferecer aos clientes comunicações móveis e transações mais seguras e confiáveis, com uma edição de cyber-resiliência do aplicativo BVLGARI Vault, que bloqueia os dados pessoais, tais como contas de usuários e senhas, números de cartões de crédito e PINs em um organizador seguro de dados pessoais, criando identidades responsáveis para as atividades on-line, enquanto os dados continuam protegidos em um cofre seguro na nuvem. Ameaças à segurança móvel estão aumentando em número e sofisticação, com hackers procurando formas de sequestrar celulares para a mineração de Bitcoins, ou para enganar os usuários móveis para que entreguem suas informações de identidade pessoal e contas bancárias. Apesar de sistemas operacionais móveis oferecerem desenvolvedores de aplicativos com recursos de segurança importantes, os hackers ainda têm sido capazes de explorar a enorme base instalada dos dispositivos Android e iOS, usando vários vetores de infecção diferentes para colocar malware “, disse Carlos Moreira, fundador e CEO da WISeKey.

As funções de armazenamento fornecidos pelo aplicativo são potencialmente tão vastas quanto o universo digital pode ser em relação aos dados: diversos códigos, bem como cartões de crédito, documentos (incluindo documentos de viagem), mensagens seguras de envio, assinatura digitalizada, etc. A inserção de dados é fácil e intuitiva, pode ser feita com a utilização de arquivos ligados às plataformas de internet mais utilizadas atualmente, um navegador de internet seguro, e um scanner para cartão de crédito integrado.

Além das plataformas nas quais o aplicativo pode ser baixado, ele também está acessível no site dedicado especificamente a ele: https://www.bulgarivault.com.

Baixe o aplicativo móvel BULGARI Vault diretamente na Apple Store e no GooglePlay.

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Startup chega a 100 mil usuários com plataforma que ajuda a organizar eventos científicos

Segundo dados da ABEOC Brasil (Associação Brasileira de Empresas e Eventos), estima-se que a indústria de eventos no Brasil movimenta mais de R$ 200 bilhões todos os anos, quase 5% do PIB brasileiro. O número, que continua a crescer, quintuplicou em 12 anos. Com o avanço da ciência e novas tecnologias, torna-se fundamental reunir especialistas, pesquisadores, críticos e profissionais de diferentes áreas no intuito de promover ideias inovadoras e buscar soluções para pautas urgentes. Desde fóruns até feiras de inovação, eventos deste tipo já são parte do calendário anual de muitos países – inclusive do Brasil. Pode-se citar, por exemplo, o Congresso de Ciência do Desporto e Educação Física dos Países e Educação Física dos Países de Língua Portuguesa – que ocorre em 6 países – e a Mostra de Pesquisa em Ciência e Tecnologia Devry Brasil, presente simultaneamente em 12 cidades e 10 mil participantes.

Todo o processo de organização destes acontecimentos precisa ser minunciosamente elaborado e adaptado tanto para atingir o objetivo principal do que está sendo proposto quanto para dialogar com os públicos que comparecerão. Neste ponto, o mercado de eventos abre espaço para quem está no “backstage” e garante que o setor em questão continue firme mesmo em tempos de crise econômica. Em outras palavras: eis a chance de investir neste nicho e transformá-lo em negócio.

Uma startup vem chamando atenção quando o assunto é facilitar a organização e realização de eventos: a Even3. Criada para atender uma demanda específica – a de eventos científicos, destacou-se por atender diferentes perfis dentro da área que vão desde professores, pesquisadores e estudantes universitários até diretores de instituições privadas e equipes de TI que lidam com inovações tecnológicas para o setor.

Um primeiro ponto a ser considerado como positivo é o fato de que a ferramenta não tem taxa de instalação ou configuração. Caso o evento seja pago, a startup cobra apenas uma pequena comissão sobre cada inscrição. Os organizadores ganham tempo, recebendo trabalhos sem planilhas desnecessárias, trocas de e-mail ou avaliação manual.

Organização é a “alma” do negócio

Uma das características do eventos científicos e acadêmicos é a complexidade de sua organização. Isso porque, além da infraestrutura, faz-se necessário pensar no tema, no formato (que pode variar entre feiras, exposições, mesas-redondas, conferências, jornadas etc.), levantamento de custos e lista de palestrantes, basicamente. E é neste “basicamente” que se encontra o desafio maior: conciliar o tempo disponível com todas as tarefas indispensáveis. Neste ponto, o auxílio de quem já conhece tais eventos e atua no mercado com soluções práticas e efetivas também se torna fundamental.

A plataforma criada pela Even3, por exemplo, realiza boa parte dos processos ligados à metodologia do evento em si (como ele irá ser organizado, de fato, e quais os processos envolvidos). Para além dos aspectos funcionais – como gerenciamento da lista de convidados, fichas cadastrais e formas de pagamento, também há necessidade de uma contribuição mais detalhada quando se trata da concretização do evento em questão. É desta demanda que surge o diferencial.

“Organizar as submissões e avaliações de trabalhos científicos, disponibilizar os anais e periódicos online, controlar o credenciamento e emissão de certificados, gerenciar inscrições online com diversas formas de pagamento (PagSeguro, Cielo, PayPal, GRU) e gerenciar a programação do evento com informações de palestrantes e programação científica são elementos complexos que exigem tempo e alto nível de administração”, enfatiza Cláusio Barbosa, sócio da empresa. Reunir todos estes processos em uma única ferramenta colaborativa e sem dependência de setup ou equipe de TI resultou na Even3 e sua efetividade no ramo de eventos acadêmicos e científicos.

Com diversas universidades, empresas, e associações utilizando a plataforma, neste mês foi ultrapassada a marca de 100 mil usuários ativos. “Pelo fato de ainda não termos 2 anos de funcionamento, este resultado nos surpreendeu. Isto é o resultado de muito esforço, comprometimento”, afirma Cláusio Barbosa, cofundador da Even3. Ele também enfatiza que a maior parte dos eventos ocorre nas regiões norte e nordeste – com destaque para Acre, Mato Grosso e Ceará, respectivamente, entretanto, há estratégias elaboradas para abranger o sudeste do país e, principalmente, o estado de São Paulo.

Resultados: e depois do evento?

Toda a estratégia organizacional e cuidado com os detalhes serão inexpressivos se, ao comparar os resultados atingidos com os de outras edições do evento, nenhuma melhoria for detectada. Mensurar o que foi obtido e quais objetivos não apenas foram atingidos, mas também superados comprova a efetividade de quem ficou responsável por “fazer acontecer”.

A VII Mostra Devry Brasil contou com os serviços da Even3. O evento tem por objetivo apresentar e fomentar trabalhos científicos voltados para tecnologia, além de reunir pesquisadores e especialistas da área junto do público participante que integrará diferentes atividades ao longo da programação. A startup, junto dos responsáveis pela mostra, teve como desafio gerenciar mais de 10 instituições simultaneamente, garantindo automatização de processos tanto do setor financeiro quanto o de conteúdo – com publicações sobre o evento no âmbito online. Como parte dos resultados positivos pode-se citar o aumento de 69% no número de inscritos e de 111% no número de atividades.

A eficiência é fruto de diversos fatores, incluindo a oportunidade. Tratando-se de startups, conseguir vaga em processos de aceleração que garantam não apenas o desenvolvimento do projeto, mas também o contato com investidores e outros empreendimentos inovadores no mercado pode ser considerado como uma primeira vitória. A Even3, por sua vez, foi uma das 40 empresas – entre 1.450 – selecionadas pela SEED, uma das principais aceleradoras da América Latina.

Aqueles que buscam ferramentas para melhor gerenciar seus eventos científicos junto de quem entende desta área em questão, basta acessar a página oficial da Even3 ou entrar em contato diretamente com o setor comercial pelo e-mail comercial@even3.com.br.

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