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Cabify expande operação no país e chega a Porto Alegre e Belo Horizonte em setembro

A Cabify (www.cabify.com), empresa mundial de soluções de mobilidade urbana inteligentes, segue seu plano de expansão no Brasil com o objetivo de se tornar líder de mercado e já trabalha para estabelecer sua operação em Porto Alegre e Belo Horizonte. Depois do sucesso em São Paulo, que já conta com 25 mil motoristas cadastrados no site para se tornarem parceiros, e 5 mil no Rio de Janeiro, a empresa está com o processo de cadastramento e recrutamento de motoristas abertos nas duas cidades. A empresa visa agregar o melhor do transporte profissional com a conexão entre passageiros e motoristas particulares por meio de smartphones e site. A empresa inicia operação nas duas cidades oferecendo o Cabify Lite, modalidade que abriga veículos comuns e conta com equipe regional em cada uma das praças.

“Nosso plano de expansão no Brasil é bastante agressivo. Iniciamos a nossa operação em São Paulo em junho e no Rio de Janeiro no início de agosto e estamos recebendo parceiros agora em Porto Alegre e Belo Horizonte. Devemos iniciar a operação nas duas cidades agora em Setembro”, afirma Daniel Velazco-Bedoya, Head de Operações da Cabify no Brasil.

Assim como na Capital Paulista e na Cidade Maravilhosa, o serviço da Cabify poderá ser utilizado em Belo Horizonte e Porto Alegre tanto pelo aplicativo, que já está disponível nas versões iOS e Android, como diretamente pelo site. A Cabify busca solucionar as necessidades da demanda das grandes cidades com uma ampla gama de opções de frota, composta por carros comuns, executivos, minivans de luxo e transporte privado aéreo. Esses diferenciais fazem da plataforma uma opção com muitos benefícios por um investimento justo.

“Nossa premissa é prestar um serviço e fazer um atendimento da mais alta qualidade e sabemos que o bom relacionamento com os nossos parceiros é essencial para que a relação entre motorista e passageiro funcione de forma eficiente. E é exatamente por isso que um dos nossos diferenciais é baseado em valores fixos para o cálculo dos custos das viagens, o que torna ainda mais favorável o uso da nossa plataforma tanto para o motorista, quanto para o usuário”, ressalta Bedoya. “A regulamentação desse serviço é outro ponto importante para a Cabify, portanto, no processo de abertura de novas praças, fazemos questão de manter um relacionamento próximo com as autoridades locais para dialogar e entender qual a melhor forma de operação em cada uma das cidades”, completa o executivo.

A empresa tem a segurança de que a sua proposta de valor, além das diversas categorias de transporte que oferece, conseguirá apoiar a mudança cultural do Brasil no que diz respeito à diminuição do uso de carros particulares. Redução que favorece diretamente a melhoria da mobilidade nas cidades e na qualidade de vida das pessoas que transitam por elas. A Cabify tem criado oportunidades para geração de novas alternativas de renda para a população, tanto que já iniciou o processo de cadastro de novos parceiros. Interessados devem acessar http://motoristas.cabify.com.br

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Sonda IT anuncia estratégia para o mercado de Segurança da Informação

O crescente uso de serviços em nuvem, o aumento da demanda por soluções móveis, a ampliação na sofisticação das ameaças virtuais e a dificuldade em assegurar a privacidade dos dados resultam em um cenário na qual a segurança da informação torna-se cada vez mais complexa e estratégica para as empresas. Atenta a esta realidade, a Sonda IT, maior integradora latino-americana de soluções de Tecnologia da Informação, anuncia a sua oferta voltada para o mercado de Segurança.

A proposta consiste em levar às medias e grandes empresas um serviço consultivo, baseada na necessidade integral do cliente, o atendendo através de uma plataforma agnóstica, cuja a particularidade da estratégia está em oferecer desde o diagnóstico, indicando o tecnologia exata para assesugar os dados da empresa, até a manutenção dos serviços, blindando ao máximo a companhia de riscos a ataques virtuais. Neste primeiro momento, a Sonda mira o seu alvo para os setores de telecom, finanças e e-commerce devido ao volume massivo de dados confindenciais que trafegam nesses segmentos.

Como parte da iniciativa, a Sonda realizou investimentos na área de Segurança da Informação focados no aprimoramento de protocolos de diferentes fabricantes, no reforço do time especialista, além de prever o lançamento de produtos, que serão desenvolvidos em larga escala com a intensão de usufruir de toda estrutura do data center próprio da integradora, no qual detém a certificação TIER III.

Para liderar a frente, a Sonda contratou Fernando Fontão como gerente de Soluções de Segurança. O executivo possui larga experiência em Tecnologia da Informação, com passagens mais recentes pela AirPatrol Corporation e CheckPoint Software Technologies. Dentre os principais desafios na integradora, o executivo coordenará os núcleos de planejamento estratégico de soluções de segurança, análises de necessidades do mercado e gestão da equipe de analistas de negócios.

Segundo Fontão, o quesito segurança nas empresas não deve ser considerado como um complemento das rede, mas sim uma plataforma em que o próprio negócio é planejado e executado. “Segurança da Informação envolve hardware e software, mas precisa de outros componentes para que seja mais efetiva, desde a escolha da tecnologia, passando pelo por processos de governança, risco e conformidade que deverão ser observados atentamente até o acompanhamento do estado da segurança como um todo. A tônica da oferta é baseada no discurso “a segurança da segurança”. Ou seja, sistemas que antecipam situações nas quais poderiam provocar interrupção no serviço e prejuízos ao negócio do cliente no dia a dia.” finaliza o executivo.

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Cinco lições que sua empresa pode aprender com as startups

As startups deixaram há muito tempo de ser apenas uma ideia no papel pelos seus idealizadores. Muitas empresas iniciantes se tornaram referências em inovação e estão influenciando outras companhias maiores, que estão remodelando todo o seu negócio para buscar justamente essa veia inovadora nos seus negócios.

É o caso da Nimbi, especializada em gestão de compras para a cadeia de suprimentos. A companhia investiu R$ 40 milhões para modernizar toda a sua plataforma, reduzindo os custos de adoção para as empresas que a utilizam. Com uma história de mais de 15 anos, a empresa mudou não apenas a sua tecnologia, mas também a sua marca e até a sua sede para se adaptar à inovação buscada – muito inspirada em plataformas como Netflix e Spotify.

Nesse processo todo, o sócio-diretor da empresa, Carlos Henrique Campos, relata um pouco do que aprendeu nesse processo e as lições que tirou ao observar essas startups. Muito disso foi implementado na sua empresa. Veja abaixo cinco lições que o executivo aprendeu com elas:

Defina um ambiente inovador e criativo

Assim como nas startups, as empresas mais consolidadas também devem criar ou mesmo remodelar o seu ambiente de trabalho, de modo a deixá-lo mais inovador e criativo e, por consequência, incentivar os seus colaboradores, aponta Campos. “Com isso é possível nortear uma nova cultura dentro da empresa, estimulando valores que são regidos por inovação, criatividade, além do senso crítico e de equipe, para que cada um dos colaboradores possa trazer novas ideias”, afirma o executivo.

Atualize-se às novas tecnologias

Quando se fala em startups, logo vem à mente as palavras inovação e tecnologia. É intrínseco às ideias de disrupção apresentadas por essas empresas em estágio inicial. E essa é a principal lição a ser tirada quando o assunto é atualização e inovação, avalia o executivo. É preciso se espelhar em sinônimos de inovação, com empresas disruptivas como Netflix, Uber e Spotify para se atualizar às essas tecnologias. A dinâmica do mercado obriga essa reinvenção e observar como as startups executam e se adaptam às novas tecnologias é fundamental para incentivar outras empresas, relata Campos.

Faça o colaborador se sentir em casa

Não há mais espaço para uma cultura organizacional baseada em regras antiquadas e ultrapassadas. A chamada geração millennial – que são os nascidos entre 1977 e 2000 – são profissionais hiperconectados, otimistas, conhecem profundamente a tecnologia, são atraídos pela inovação, tem grande poder de compra e são idealistas. E acima de tudo possuem grande senso de responsabilidade e de crítica, e desejam ter a flexibilidade de levantar da mesa para dar uma volta na hora que bem entenderem. “É preciso entender esse profissional, dando a assistência necessária para que ele possa ter a autoestima elevada para poder inovar dentro da empresa”, afirma Campos.

Quebre as hierarquias

Em uma cultura corporativa convencional, é comum ter os cargos de chefia, de gerência e de execução. Trabalhar de forma horizontal, de igual para igual, foi uma quebra trazida pelas startups. Não estipular essa hierarquia de forma definida também pode ter um impacto positivo para os colaboradores da empresa, avalia Campos. “Eliminar as nomenclaturas tradicionais podem servir para unir as equipe, não definindo o grau de importância – ou seja, o peso de todos os integrantes é igual”, afirma o executivo.

Transponha as metodologias ágeis

Quem conhece um pouco mais a fundo a cultura das startups, sabe muito bem o quão as chamadas metodologia ágeis são utilizadas. Para organizar os processos internos e otimizar a gestão do desenvolvimento de produtos ligados à tecnologia, essas mesmas metodologias podem ser utilizadas em outras áreas da empresa, diz Campos. “É possível utilizar essas metodologias em áreas como marketing e recursos humanos”, diz o executivo. “Tudo isso ligado à cultura de startups, que nada mais é do que ideias inovadoras colocadas em prática no curto prazo”, complementa.

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Evento que lançou o Easy Taxi agora pretende criar a fintech mais inovadora do Brasil

O maior evento de incentivo do empreendedorismo do mundo, o Startup Weekend, tem sua edição voltada para FinTechs no Rio

Após duas edições de sucesso em São Paulo, que contaram com mais de 200 participantes, o Startup Weekend Fintech chega ao Rio de Janeiro no dia 16 para reforçar o compromisso da Techstars em promover o empreendedorismo em todas as esferas – incluindo a financeira, que é a cada dia mais importante para a vida pessoal e profissional da população. O Fintech é um dos conceitos inovadores recentes, que mistura tecnologia com finanças, e soluções que descentralizam o poder de bancos sobre o dinheiro do usuário.

Com mais de 3 mil edições realizadas em 300 países, o evento é conhecido no Brasil por ter sido o responsável pelo nascimento do app Easy Taxy, hoje líder no segmento e presente em mais de 30 países.

Como funciona?

O Startup Weekend tem um formato inovador que dura o fim de semana inteiro. Na noite de sexta-feira (16) os participantes reúnem-se para elaborar ideias e formar grupos. As aprovadas passam para a próxima fase, que se inicia na própria sexta e vai até o final do domingo, onde os grupos irão desenvolver o plano de negócios e validar o problema a ser resolvido.

Com o apoio de mentores e organizadores, os grupos receberão dicas e serão avaliados ao longo de todo o processo. As ideias de startups serão trabalhadas e retrabalhadas, mudarão de formato e se adequarão de acordo com a necessidade do mercado.

Já no final de domingo, o grupo de jurados convidados e sem contato prévio com os grupos fará a avaliação final, onde apenas uma das ideias sairá vitoriosa. O evento conta com o apoio de empresas de peso do setor financeiro, como a Rico, Circles Group, Sicoob, InvesteApp e Stone.

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SafetyPay inicia operação na Bélgica e consolida presença em 21 países

A SafetyPay, plataforma para pagamento à vista, anuncia a abertura de nova operação na Bélgica. A entrada no país europeu se soma aos 20 países onde a empresa já atua, como em outras regiões da Europa e Américas (Norte, Central e Sul).

A entrada na Bélgica era uma das prioridades da companhia e atinge um dos objetivos de negócios, que é a expansão na Europa. Para o sucesso da operação, a SafetyPay ajustou-se à realidade e às características do país, a fim de disponibilizar produtos e criar estratégias locais. “Nosso principal objetivo é ter a SafetyPay reconhecida no mercado. A percepção da marca é uma tática de venda inteligente para os comerciantes, tão fundamentais no processo”, explica Gustavo Ruiz Moya, CEO da SafetyPay.

Com uma população de mais de 11,3 milhões de pessoas, 90% dos belgas têm acesso à internet. Metade desse público tem o hábito de realizar compras on-line, movimentando cerca de US$ 3 bilhões por ano. Diante desses dados de mercado, a SafetyPay avistou uma grande oportunidade de oferecer seu serviço aos comerciantes locais que passam a oferecer aos seus clientes uma solução de pagamento multicanal e internacional e independente dos métodos tradicionais.

Nos últimos três anos, a empresa cresceu mais de 400% em vendas globalmente. A expansão dos produtos e a abertura de escritórios, combinadas à premissa de ajudar os comerciantes a aumentarem suas vendas no comércio eletrônico, oferecendo comodidade e segurança aos consumidores on-line garantiram a consolidação da companhia.

“O crescimento que conquistamos deve-se ao investimento em tecnologia, inovação do portfólio de produtos e do trabalho de uma equipe dedicada e altamente qualificada”, destaca o CEO.

Presente no mercado desde 2007, a SafetyPay é uma empresa de ponta que combina finanças e tecnologia (FinTech). A conveniência das compras on-line, a segurança do pagamento via internet banking, em tempo real, permitem que centenas de milhões de consumidores comprem de qualquer parte de mundo e paguem em moeda local por meio de seu banco de origem, sem cartão de crédito ou boleto. A parceria com quase 100 bancos habilitados globalmente, além de correspondentes bancários, possibilita as transações tanto para comerciantes quanto para consumidores com total conveniência e segurança.

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Salesforce é nova mantenedora da ABStartups

A Salesforce (NYSE: CRM), líder mundial em plataformas de gerenciamento de relacionamento de clientes (CRM), acaba de se tornar mantenedora da Associação Brasileira de Startups (ABStartups). Ao falar sobre a importância da parceria, o presidente da entidade, Amure Pinho, afirma que “mesmo sendo uma gigante, a Salesforce tem o DNA de startup e conseguiu revolucionar o mercado de tecnologia ajudando empresas no mundo inteiro”.

Considerada uma das empresas mais inovadoras do mundo, a Salesforce se juntou à ABStartups na missão de tornar o Brasil um país cada vez mais voltado para a inovação e o avanço tecnológico. A partir de agora, a empresa passará a oferecer atividades para os associados da entidade, como conteúdo educativo, participação em palestras, webinars e apoio nos projetos institucionais.

“Quando começam a construir seus produtos e aplicativos, muitas startups não sabem por onde começar. Além disso, nossa experiência mostra que a maior parte dessas empresas falham em conquistar e reter clientes. Nosso portfólio inclui soluções para startups que têm como foco apoiar a comunidade a construir seu negócio, crescer a base de clientes e retribuir esse sucesso à sociedade. Estamos muito empolgados em estender essas ferramentas ao ecossistema de startups brasileiras por meio da parceria com a ABStartups”, afirma Daniel Hoe, diretor de marketing da Salesforce para a América Latina.

Atualmente, a ABStartups possui mais de 4 mil startups em sua base de dados e fornece informações de mercado relevantes para aumentar a competitividade das startups brasileiras. Recentemente, a entidade anunciou o lançamento do CENSO para levantar mais informações sobre o amadurecimento do setor.

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Saiba como proteger seus bitcoins

A guarda de bitcoins envolve basicamente a proteção correta de uma “chave criptográfica privada”, que é uma sequência de letras e números que dá acesso ao valor guardado por alguém na rede Bitcoin. Essa chave é como se fosse a senha que dá acesso a um e-mail, ou conta bancária, por exemplo.

Para o armazenamento seguro dos bitcoins existem diversas formas e diferentes dispositivos. Confira alguns:

Carteiras para celular

São aplicativos que rodam no smartphone que guardam as chaves criptográficas e possibilitam pagamentos diretamente a partir do telefone. O seu funcionamento é bem simples.

Entre as carteiras para celular Android mais usadas podemos citar a Blockain Wallet, Mycelium, Xapo e Bitcoin Wallet. Já para celulares com iOS as mais famosas são a Blockchain Wallet, Mycelium e Xapo.

Carteiras Online

São carteiras que guardam as chaves privadas em um servidor que está conectado à internet. A principal vantagem delas é que você pode usá-las de qualquer dispositivo que esteja conectado à internet, seja ele um desktop, celular ou tablet, por exemplo.

A grande desvantagem destes serviços é que você terceiriza a guarda de suas moedas. “Esse sistema é bom se você não tem conhecimento técnico para guardar os recursos por conta própria”, diz Rodrigo Batista, sócio do Mercado Bitcoin, o maior site na América Latina para comprar, vender e guardar moedas digitais.

Como exemplos desse site temos o Mercado Bitcoin , uma bolsa para compra e venda de bitcoins e uma carteira que pode ser usada no Brasil para troca de bitcoins por reais e de reais por bitcoins. E o Blockchain, site com a carteira mais popular no planeta com mais de 8 milhões de usuários.

Carteiras para computador desktop

O próprio software para conectar seu computador, chamado de Bitcoin Core é uma carteira que possibilita o envio e recebimento de bitcoins. Há outros conhecidos como o Armory, cujos destaques são funcionalidades de segurança e o Multibit que roda em Window, Mac e Linux.

Carteiras em Hardware

Carteiras em hardwares são equipamentos com duas funções: fazer a guarda segura dos bitcoins assim como facilitar pagamentos.

As mais conhecidas são a Trezor, que custa 99 dólares e a carteira Ledger cuja opção mais em conta sai por 15 euros. No Brasil, é produzida uma carteira em acrílico, a Walltime, ideal para guarda por longos períodos.

Fonte: Mercado Bitcoin

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Adecol adere ao uso de ferramentas e aplicativos para desburocratizar a gestão dos negócios

Whatsapp, Google Drive e Trello são algumas das ferramentas utilizadas que trouxeram sucesso à rotina de trabalho.

Maior fabricante de adesivos industriais com capital nacional do País, a Adecol tem inovação em seu DNA, mesmo tendo surgido há quase 35 anos, numa fase em que não havia tanta tecnologia disponível para tornar o negócio inovador e disruptivo.

Há cerca de 6 anos, quando o casal de filhos e herdeiros, Ana Júlia Kiss e Alexandre Kiss Segundo, assumiram a empresa registrou um crescimento anual de 20%, mesmo com a crise. Ana Júlia e Alexandre – ambos na faixa dos 30 e poucos anos, são os que chamamos internamente de millenials out of the box, ou seja, são jovens e têm comportamento diferente e com isso alavancaram a empresa.

Prova disso foi o recente balanço anual divulgado: a empresa que fechou recentemente seu balanço para o 1o semestre de 2016 registrou um aumento de 24,43% em faturamento e 5,41% em volume em comparação ao mesmo período de 2015. O crescimento de 24,43% está um pouco superior aos 20% que a empresa vem crescendo anualmente. Com a performance a empresa projeta fechar 2016 com faturamento de R$150 milhões, um crescimento de R$ 20 milhões perante 2015.

E como isso foi possível? Ambos transformaram os vendedores da empresa em “cargos de confiança”. Ou seja, deixaram o modelo tradicional de funcionário contratado que tem que bater ponto e cumprir uma agenda de trabalho por tempo. Além disso, implementaram um novo sistema em que os vendedores têm liberdade total para fazer o planejamento da sua rotina de trabalho e o norte para isso é a meta que têm que cumprir. O como e quando são secundários.

Para ajudar esse planejamento, os herdeiros inseriram ferramentas de sucesso na rotina da empresa:

Google drive – todo material promocional da empresa está na nuvem e pode ser acessado remotamente

Trello – ferramenta de gestão utilizada por todo o departamento de vendas e que os coloca em comunicação direta mesmo não compartilhando o mesmo tempo e espaço

Google calendar – compartilhamento de agenda para projetos desenvolvidos em conjunto por vendedores

Whatsapp – o vendedor é estimulado a atender seus clientes também por esta ferramenta, aumentando o leque de opções de atendimento e ampliando a acessibilidade além do horário comercial. O app, inclusive, se tornou já em 2014, a principal ferramenta para para agilizar o atendimento a clientes, oferecendo assistência técnica à distância com maior qualidade e rapidez. “A expectativa da empresa sempre foi a de reduzir o tempo total médio para obtenção de uma solução técnica”, enfatiza Alessandre Kiss Segundo. Hoje também é usado para comunicação interna.

Uma pesquisa recente, realizada pelo Mobile Entertainment Fórum (MEF) mostrou que, dentre nove grandes mercados incluídos, com 6 mil usuários móveis, o Brasil é o segundo com maior uso de WhatsApp, atrás apenas da África do Sul. Segundo relatório divulgado pela entidade, 76% dos assinantes móveis no Brasil fazem uso regular do WhatsApp, que é o comunicador instantâneo mais popular no País. “Para nós, funciona muito bem para agilizar os processos, e também quando divulgamos novos materiais informativos, lançamentos de produtos. Já estamos analisando também a viabilidade de usá-lo como suporte para vendas online em conjunto com um aplicativo para celular que funcionará como um canal de vendas”, acrescenta Alexandre.

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O desafio digital chega às seguradoras brasileiras – Por Acácio Alves

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Em um mundo de pessoas conectadas e cada vez mais dependentes das tecnologias, a revolução digital tornou-se uma realidade, ocupando um lugar de destaque entre as prioridades das organizações. Todos os segmentos da indústria estão sendo impactados pelo digital business, que se tornou fundamental para as companhias que querem manter-se competitivas. No ramo das seguradoras, o cenário não é diferente.

Uma recente pesquisa realizada com cerca de 450 executivos de seguros, revelou que 90% das seguradoras no mundo e 100% das brasileiras esperam que o ritmo da mudança tecnológica aumente drasticamente nos próximos três anos. Além disso, 83% das seguradoras acreditam que a Internet das Coisas (IoT) irá promover mudança significativa ou transformação completa na indústria. No Brasil, este percentual sobe para 91%.

Segundo esta mesma pesquisa, 100% das seguradoras brasileiras acreditam que a adoção de modelo de negócio baseado em plataformas e o envolvimento em ecossistemas de parceiros digitais são fundamentais para o sucesso. Ademais, 83% acreditam que esse tipo de modelo de negócio fará parte da estratégia de crescimento da seguradora dentro de três anos.

Entretanto, tornar-se uma empresa digital não significa apenas conhecer ou utilizar tecnologia. Não se trata apenas de oferecer aplicativos e prover transações em celulares. O conceito vai muito além de interfaces amigáveis em dispositivos móveis. Para ser digital é preciso repensar a operação por inteiro, desde a interface com o cliente até os processos internos, passando pelo backoffice e abrangendo a relação com parceiros e fornecedores.

No caso das seguradoras, algumas funções já vêm sendo ofertadas aos clientes na modalidade de autosserviços e personalização, como a tarifação e o pagamento conforme a utilização (pay-how-you-use, pay-as-you-drive, etc.), o uso de wearables para antever e prevenir doenças (reduzir custos dos “sinistros”), a vistoria pelo próprio usuário e aviso de sinistro via mobile. Aplicativos que automatizam serviços são bons exemplos de como a conectividade e a IoT tornam mais fáceis os processos no mercado de seguros. Essas funções são fundamentais, porém são apenas a ponta do processo e não o suficiente para tornar uma seguradora realmente digital.

A tecnologia precisa viabilizar as tendências de mercado. Hoje o foco está em ofertas de proteção, em oposição aos produtos convencionais. Proteger significa prevenir os prejuízos e fatalidades, ao invés de apenas pagar ou reembolsar sinistros. Para tal, é imperativo que se conheça cada vez mais os clientes, parceiros, seus hábitos, necessidades e níveis de exposição a riscos. O cliente precisa ser colocado no centro da empresa (customer centricity) e precisa estar conectado via múltiplos, fáceis e transparentes canais de relacionamento (omnichannel).

O caminho para ser digital passa também pela capacidade da empresa de analisar, entender e antever as demandas de seu ecossistema (clientes, parceiros, concorrentes, etc.), através da análise dos novos e diversificados dados disponíveis (big data). Segundo artigo da Forbes, embora o volume de dados criado nos últimos dois anos tenha sido maior do que a quantidade produzida em toda a história da humanidade, menos de 0,5% destes dados foram utilizados ou analisados. Como sabemos, os dados são o recurso natural do século XXI e quem deseja ser digital precisa saber transformar esta gigantesca matéria prima em valiosa e indispensável informação.

Antes de pensar em tecnologia, a seguradora precisa mirar nos objetivos e nos benefícios esperados. Para tornar-se digital, por mais contraditório que pareça, é necessário focar em algo mais simples, flexível, rápido e barato do que o que já existe, ou algo capaz de atender um público novo, ampliando sua capilaridade. O mundo digital aproxima empresas e indivíduos e traz uma visão mais clara de seu ambiente, possibilitando à seguradora a concepção de soluções mais adequadas e personalizadas.

A transformação digital exige quebra de paradigmas e questionamentos por parte das seguradoras, quanto as suas estruturas, processos e produtos. Mais do que mudar, é necessário repensar a empresa, concebendo uma nova organização ao invés de apenas dar um “banho digital” em uma empresa existente. É imperativo ser disruptivo, adotando tecnologias que permitam às seguradoras fazer de forma diferente.

Ser digital é o único caminho economicamente viável para tornar-se mais competitivo. As seguradoras digitais são reconhecidas pelo caráter inovador, são ágeis e combinam seus negócios e produtos com a tecnologia para criar novos modelos de negócio e facilitar a vida dos clientes e parceiros. Este perfil faz com que essas empresas tornem-se mais presentes, fáceis de lidar, leves, rápidas, integradas, com operação mínima, custos mais baixos e preços menores. Com isso, podem prover uma experiência única, personalizada, sustentável e com maior valor agregado.

Não se trata de usar mais tecnologia, mas permitir que clientes, parceiros, colaboradores e acionistas tenham mais sucesso através da mesma, enxergando-a como peça fundamental para promover essa mudança.

Acácio Alves, Diretor Executivo da Provider IT, uma das consultorias e provedoras de serviços de TI que mais cresce e inova no país, com vasta experiência e foco no mercado de Seguros, Previdência e Saúde.

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BotChatters para redes sociais: o fim dos aplicativos mobile – Por Marcelo Arakaki

Após o lançamento da Apple Store (iOS), em julho de 2008, e do Play Store (Android), os aplicativos mobile tornaram-se uma febre no atendimento. Desde então, praticamente todas as grandes empresas lançaram seus aplicativos com o objetivo de facilitar o relacionamento e estar mais próximo dos clientes. Porém, com o surgimento dos chamados botchatters para redes sociais, os aplicativos parecem estar perdendo sua força original.

Devido à capacidade de processar a linguagem natural escrita e falada, os botchatters conseguem iniciar o atendimento com uma pergunta aberta “Como posso ajudar?” e resolver as demandas básicas dos consumidores, eliminando o chamado “labirinto de menus” (típico da tradicional navegação por categorias e opções dos aplicativos).

De olho nessa oportunidade, em abril deste ano, o Facebook disponibilizou a sua API para que os desenvolvedores de botchatters pudessem utilizar o Messenger como um novo canal de atendimento automático. Isso ocorre da mesma forma em outras redes sociais, como Skype e Twitter. O Telegram, por exemplo, com a intenção de atrair desenvolvedores de botchatters, ofereceu prêmios de 25 mil dólares para quem desenvolva um botchatter “surpreendente” em sua plataforma.

Como resultado, atualmente (jul/2016) já existem mais de 10k botchatters de redes sociais em desenvolvimento pelo mundo. Apesar destas iniciativas, acreditamos que muitos usuários frequentes de algum produto ou serviço continuarão instalando os aplicativos para se comunicar com as empresas. Por outro lado, os usuários não frequentes (e até parte dos usuários frequentes) certamente preferirão o botchatter, para que a sua solicitação seja atendida com mais agilidade (inteligência artificial) e sem a necessidade de sair de sua rede social preferida, quando já estiver logado (conveniência).

Além da maior portabilidade dos botchatters entre os aparelhos iOS, Android e Windows Phone, a forte presença das redes sociais no espaço limitado da home-screen (smartphones) lança uma grande expectativa sobre o brilhante futuro dos botchatters. Resta saber como será a divisão do bolo do negócio de atendimento com os aplicativos.

Marcelo Arakaki, sócio fundador e COO da Bluelab, empresa especializada em automatizar o atendimento ao cliente, que possibilita em algumas operações solucionar até 95% das demandas dos clientes via telefone, webchat ou Facebook.

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Startup fatura R$ 20 mi com sistema que aumenta vendas no Mercado Livre

Aos 21 anos, os jovens Frederico Flores e Fernando Montera Filho tornaram-se um dos maiores vendedores do Mercado Livre. Com a chegada de muitos concorrentes, desistiram do negócio e se reinventaram. Em 2012, criaram uma empresa para ajudar a resolver os problemas que tinham quando eram vendedores. Assim, surgiu a Ecommet, uma startup que facilita a gestão e aumenta a conversão de vendas em shoppings virtuais, marketplaces como o Mercado Livre, cobrando centavos por venda.

Há quatro anos no mercado, a startup já conta com mais de 1.600 clientes, que transacionam juntos cerca de R$2 bilhões por ano. Em plena recessão no Brasil, a empresa dos jovens com menos de 30 anos dobra a cada ano e vai fechar 2016 com R$ 20 milhões de faturamento. O crescimento acelerado se deu, principalmente, pela invenção de um sistema que torna simples algo complicado: vender, anunciar e gerenciar produtos em vários canais na internet.

Chamado de Becommerce, o software integra vendas, marketing e logística, aumentando a produtividade dos lojistas e automatizando processos. Segundo levantamento feito este ano, em média, clientes que utilizam a ferramenta dobram o faturamento em 6 meses.
O sistema possui 14 módulos, que são acessíveis para qualquer porte de empresa: o mais caro custa R$0,59 centavos por transação, independentemente do valor do produto. Entre as soluções mais procuradas, estão o módulo que gerencia os pedidos – automatizando todo o relacionamento do cliente com a loja; o robô lojista – uma máquina que tira todas as dúvidas 24 horas por dia – e o módulo que monitora o preço da concorrência, abaixando automaticamente o valor caso o concorrente faça uma oferta.

“Muitos clientes começaram lá atrás conosco, pessoas que começaram do zero, ex-cobradores, ex-motoboys, que hoje faturam R$ 40 milhões ano com a ajuda de uma plataforma de gestão inovadora”, explica Frederico Flores, CEO da Ecommet.

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Pokemon Go traz visibilidade com baixo retorno comercial para marcas, segundo 58% dos profissionais de marketing do País

A Câmara Americana de Comércio/Amcham entrevistou 275 profissionais durante o Fórum de Marketing promovido pela entidade, em São Paulo

Apesar da grande visibilidade, fenômenos digitais como “Pokemon Go” trazem baixo impacto comercial para marcas, segundo avaliação de 58% dos profissionais de marketing brasileiros. Esta é a conclusão de pesquisa realizada pela Câmara Americana de Comércio (Amcham) com 275 profissionais de comunicação e marketing de empresas e agências

A Amcham aplicou a sondagem durante Fórum de Marketing, em São Paulo, no último dia 16/8. Na enquete, a maioria (58%) dos profissionais avaliou como pontual o retorno de ações de marketing atreladas a fenômenos digitais, como o do jogo da Nintendo. Outros 31% dos entrevistados informaram acreditar em retorno significativo tanto comercialmente como de relevância de marca. Uma parcela de 10% avalia como insignificativo o retorno.

Impacto do digital

Os entrevistados avaliam que hoje o maior impacto do digital está no redesenho do perfil do profissional de marketing e na reestruturação das empresas para atender à mudança cultural do consumidor. Em 79% das empresas, a estrutura do departamento e núcleo de marketing ainda não acompanhou totalmente as transformações do mundo digital. No caso de 39% delas, a jornada digital da companhia ainda requer grandes ajustes de estrutura, recursos e colaboradores. Outros 15% não iniciaram a readequação, e 8% já se enxerga totalmente online.

Além disso, na avaliação de 76%, o atual modelo de formação brasileiro não está adequado à nova demanda de mercado. Como resultado do descompasso entre formação e mercado, segundo 91%, marcas e agências devem viver cenário de guerra por talentos e escassez de mão de obra. Para 61%, hoje a demanda ainda está controlada, mas a tendência no curto prazo é de falta de profissionais, em virtude também da retomada da economia. Outros 31% enxergam já no presente uma demanda aquecida e com escassez de pessoas.

Dentre as características dos profissionais de marketing mais procuradas pelo mercado, estão: inovação e criatividade na gestão de marcas, produtos e do próprio negócio (34%); habilidade para integração entre canais online e offline (21%); e gestão da interação marca/cliente (19%).

Luz em 2017

Sobre o cenário econômico brasileiro, os profissionais de marketing (70%) enxergam uma retomada comercial e produtiva até o final do ano. Para 64%, a intensificação dos investimentos em marketing virá em 2017.

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