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Saiba como proteger seus bitcoins

A guarda de bitcoins envolve basicamente a proteção correta de uma “chave criptográfica privada”, que é uma sequência de letras e números que dá acesso ao valor guardado por alguém na rede Bitcoin. Essa chave é como se fosse a senha que dá acesso a um e-mail, ou conta bancária, por exemplo.

Para o armazenamento seguro dos bitcoins existem diversas formas e diferentes dispositivos. Confira alguns:

Carteiras para celular

São aplicativos que rodam no smartphone que guardam as chaves criptográficas e possibilitam pagamentos diretamente a partir do telefone. O seu funcionamento é bem simples.

Entre as carteiras para celular Android mais usadas podemos citar a Blockain Wallet, Mycelium, Xapo e Bitcoin Wallet. Já para celulares com iOS as mais famosas são a Blockchain Wallet, Mycelium e Xapo.

Carteiras Online

São carteiras que guardam as chaves privadas em um servidor que está conectado à internet. A principal vantagem delas é que você pode usá-las de qualquer dispositivo que esteja conectado à internet, seja ele um desktop, celular ou tablet, por exemplo.

A grande desvantagem destes serviços é que você terceiriza a guarda de suas moedas. “Esse sistema é bom se você não tem conhecimento técnico para guardar os recursos por conta própria”, diz Rodrigo Batista, sócio do Mercado Bitcoin, o maior site na América Latina para comprar, vender e guardar moedas digitais.

Como exemplos desse site temos o Mercado Bitcoin , uma bolsa para compra e venda de bitcoins e uma carteira que pode ser usada no Brasil para troca de bitcoins por reais e de reais por bitcoins. E o Blockchain, site com a carteira mais popular no planeta com mais de 8 milhões de usuários.

Carteiras para computador desktop

O próprio software para conectar seu computador, chamado de Bitcoin Core é uma carteira que possibilita o envio e recebimento de bitcoins. Há outros conhecidos como o Armory, cujos destaques são funcionalidades de segurança e o Multibit que roda em Window, Mac e Linux.

Carteiras em Hardware

Carteiras em hardwares são equipamentos com duas funções: fazer a guarda segura dos bitcoins assim como facilitar pagamentos.

As mais conhecidas são a Trezor, que custa 99 dólares e a carteira Ledger cuja opção mais em conta sai por 15 euros. No Brasil, é produzida uma carteira em acrílico, a Walltime, ideal para guarda por longos períodos.

Fonte: Mercado Bitcoin

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Adecol adere ao uso de ferramentas e aplicativos para desburocratizar a gestão dos negócios

Whatsapp, Google Drive e Trello são algumas das ferramentas utilizadas que trouxeram sucesso à rotina de trabalho.

Maior fabricante de adesivos industriais com capital nacional do País, a Adecol tem inovação em seu DNA, mesmo tendo surgido há quase 35 anos, numa fase em que não havia tanta tecnologia disponível para tornar o negócio inovador e disruptivo.

Há cerca de 6 anos, quando o casal de filhos e herdeiros, Ana Júlia Kiss e Alexandre Kiss Segundo, assumiram a empresa registrou um crescimento anual de 20%, mesmo com a crise. Ana Júlia e Alexandre – ambos na faixa dos 30 e poucos anos, são os que chamamos internamente de millenials out of the box, ou seja, são jovens e têm comportamento diferente e com isso alavancaram a empresa.

Prova disso foi o recente balanço anual divulgado: a empresa que fechou recentemente seu balanço para o 1o semestre de 2016 registrou um aumento de 24,43% em faturamento e 5,41% em volume em comparação ao mesmo período de 2015. O crescimento de 24,43% está um pouco superior aos 20% que a empresa vem crescendo anualmente. Com a performance a empresa projeta fechar 2016 com faturamento de R$150 milhões, um crescimento de R$ 20 milhões perante 2015.

E como isso foi possível? Ambos transformaram os vendedores da empresa em “cargos de confiança”. Ou seja, deixaram o modelo tradicional de funcionário contratado que tem que bater ponto e cumprir uma agenda de trabalho por tempo. Além disso, implementaram um novo sistema em que os vendedores têm liberdade total para fazer o planejamento da sua rotina de trabalho e o norte para isso é a meta que têm que cumprir. O como e quando são secundários.

Para ajudar esse planejamento, os herdeiros inseriram ferramentas de sucesso na rotina da empresa:

Google drive – todo material promocional da empresa está na nuvem e pode ser acessado remotamente

Trello – ferramenta de gestão utilizada por todo o departamento de vendas e que os coloca em comunicação direta mesmo não compartilhando o mesmo tempo e espaço

Google calendar – compartilhamento de agenda para projetos desenvolvidos em conjunto por vendedores

Whatsapp – o vendedor é estimulado a atender seus clientes também por esta ferramenta, aumentando o leque de opções de atendimento e ampliando a acessibilidade além do horário comercial. O app, inclusive, se tornou já em 2014, a principal ferramenta para para agilizar o atendimento a clientes, oferecendo assistência técnica à distância com maior qualidade e rapidez. “A expectativa da empresa sempre foi a de reduzir o tempo total médio para obtenção de uma solução técnica”, enfatiza Alessandre Kiss Segundo. Hoje também é usado para comunicação interna.

Uma pesquisa recente, realizada pelo Mobile Entertainment Fórum (MEF) mostrou que, dentre nove grandes mercados incluídos, com 6 mil usuários móveis, o Brasil é o segundo com maior uso de WhatsApp, atrás apenas da África do Sul. Segundo relatório divulgado pela entidade, 76% dos assinantes móveis no Brasil fazem uso regular do WhatsApp, que é o comunicador instantâneo mais popular no País. “Para nós, funciona muito bem para agilizar os processos, e também quando divulgamos novos materiais informativos, lançamentos de produtos. Já estamos analisando também a viabilidade de usá-lo como suporte para vendas online em conjunto com um aplicativo para celular que funcionará como um canal de vendas”, acrescenta Alexandre.

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O desafio digital chega às seguradoras brasileiras – Por Acácio Alves

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Em um mundo de pessoas conectadas e cada vez mais dependentes das tecnologias, a revolução digital tornou-se uma realidade, ocupando um lugar de destaque entre as prioridades das organizações. Todos os segmentos da indústria estão sendo impactados pelo digital business, que se tornou fundamental para as companhias que querem manter-se competitivas. No ramo das seguradoras, o cenário não é diferente.

Uma recente pesquisa realizada com cerca de 450 executivos de seguros, revelou que 90% das seguradoras no mundo e 100% das brasileiras esperam que o ritmo da mudança tecnológica aumente drasticamente nos próximos três anos. Além disso, 83% das seguradoras acreditam que a Internet das Coisas (IoT) irá promover mudança significativa ou transformação completa na indústria. No Brasil, este percentual sobe para 91%.

Segundo esta mesma pesquisa, 100% das seguradoras brasileiras acreditam que a adoção de modelo de negócio baseado em plataformas e o envolvimento em ecossistemas de parceiros digitais são fundamentais para o sucesso. Ademais, 83% acreditam que esse tipo de modelo de negócio fará parte da estratégia de crescimento da seguradora dentro de três anos.

Entretanto, tornar-se uma empresa digital não significa apenas conhecer ou utilizar tecnologia. Não se trata apenas de oferecer aplicativos e prover transações em celulares. O conceito vai muito além de interfaces amigáveis em dispositivos móveis. Para ser digital é preciso repensar a operação por inteiro, desde a interface com o cliente até os processos internos, passando pelo backoffice e abrangendo a relação com parceiros e fornecedores.

No caso das seguradoras, algumas funções já vêm sendo ofertadas aos clientes na modalidade de autosserviços e personalização, como a tarifação e o pagamento conforme a utilização (pay-how-you-use, pay-as-you-drive, etc.), o uso de wearables para antever e prevenir doenças (reduzir custos dos “sinistros”), a vistoria pelo próprio usuário e aviso de sinistro via mobile. Aplicativos que automatizam serviços são bons exemplos de como a conectividade e a IoT tornam mais fáceis os processos no mercado de seguros. Essas funções são fundamentais, porém são apenas a ponta do processo e não o suficiente para tornar uma seguradora realmente digital.

A tecnologia precisa viabilizar as tendências de mercado. Hoje o foco está em ofertas de proteção, em oposição aos produtos convencionais. Proteger significa prevenir os prejuízos e fatalidades, ao invés de apenas pagar ou reembolsar sinistros. Para tal, é imperativo que se conheça cada vez mais os clientes, parceiros, seus hábitos, necessidades e níveis de exposição a riscos. O cliente precisa ser colocado no centro da empresa (customer centricity) e precisa estar conectado via múltiplos, fáceis e transparentes canais de relacionamento (omnichannel).

O caminho para ser digital passa também pela capacidade da empresa de analisar, entender e antever as demandas de seu ecossistema (clientes, parceiros, concorrentes, etc.), através da análise dos novos e diversificados dados disponíveis (big data). Segundo artigo da Forbes, embora o volume de dados criado nos últimos dois anos tenha sido maior do que a quantidade produzida em toda a história da humanidade, menos de 0,5% destes dados foram utilizados ou analisados. Como sabemos, os dados são o recurso natural do século XXI e quem deseja ser digital precisa saber transformar esta gigantesca matéria prima em valiosa e indispensável informação.

Antes de pensar em tecnologia, a seguradora precisa mirar nos objetivos e nos benefícios esperados. Para tornar-se digital, por mais contraditório que pareça, é necessário focar em algo mais simples, flexível, rápido e barato do que o que já existe, ou algo capaz de atender um público novo, ampliando sua capilaridade. O mundo digital aproxima empresas e indivíduos e traz uma visão mais clara de seu ambiente, possibilitando à seguradora a concepção de soluções mais adequadas e personalizadas.

A transformação digital exige quebra de paradigmas e questionamentos por parte das seguradoras, quanto as suas estruturas, processos e produtos. Mais do que mudar, é necessário repensar a empresa, concebendo uma nova organização ao invés de apenas dar um “banho digital” em uma empresa existente. É imperativo ser disruptivo, adotando tecnologias que permitam às seguradoras fazer de forma diferente.

Ser digital é o único caminho economicamente viável para tornar-se mais competitivo. As seguradoras digitais são reconhecidas pelo caráter inovador, são ágeis e combinam seus negócios e produtos com a tecnologia para criar novos modelos de negócio e facilitar a vida dos clientes e parceiros. Este perfil faz com que essas empresas tornem-se mais presentes, fáceis de lidar, leves, rápidas, integradas, com operação mínima, custos mais baixos e preços menores. Com isso, podem prover uma experiência única, personalizada, sustentável e com maior valor agregado.

Não se trata de usar mais tecnologia, mas permitir que clientes, parceiros, colaboradores e acionistas tenham mais sucesso através da mesma, enxergando-a como peça fundamental para promover essa mudança.

Acácio Alves, Diretor Executivo da Provider IT, uma das consultorias e provedoras de serviços de TI que mais cresce e inova no país, com vasta experiência e foco no mercado de Seguros, Previdência e Saúde.

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BotChatters para redes sociais: o fim dos aplicativos mobile – Por Marcelo Arakaki

Após o lançamento da Apple Store (iOS), em julho de 2008, e do Play Store (Android), os aplicativos mobile tornaram-se uma febre no atendimento. Desde então, praticamente todas as grandes empresas lançaram seus aplicativos com o objetivo de facilitar o relacionamento e estar mais próximo dos clientes. Porém, com o surgimento dos chamados botchatters para redes sociais, os aplicativos parecem estar perdendo sua força original.

Devido à capacidade de processar a linguagem natural escrita e falada, os botchatters conseguem iniciar o atendimento com uma pergunta aberta “Como posso ajudar?” e resolver as demandas básicas dos consumidores, eliminando o chamado “labirinto de menus” (típico da tradicional navegação por categorias e opções dos aplicativos).

De olho nessa oportunidade, em abril deste ano, o Facebook disponibilizou a sua API para que os desenvolvedores de botchatters pudessem utilizar o Messenger como um novo canal de atendimento automático. Isso ocorre da mesma forma em outras redes sociais, como Skype e Twitter. O Telegram, por exemplo, com a intenção de atrair desenvolvedores de botchatters, ofereceu prêmios de 25 mil dólares para quem desenvolva um botchatter “surpreendente” em sua plataforma.

Como resultado, atualmente (jul/2016) já existem mais de 10k botchatters de redes sociais em desenvolvimento pelo mundo. Apesar destas iniciativas, acreditamos que muitos usuários frequentes de algum produto ou serviço continuarão instalando os aplicativos para se comunicar com as empresas. Por outro lado, os usuários não frequentes (e até parte dos usuários frequentes) certamente preferirão o botchatter, para que a sua solicitação seja atendida com mais agilidade (inteligência artificial) e sem a necessidade de sair de sua rede social preferida, quando já estiver logado (conveniência).

Além da maior portabilidade dos botchatters entre os aparelhos iOS, Android e Windows Phone, a forte presença das redes sociais no espaço limitado da home-screen (smartphones) lança uma grande expectativa sobre o brilhante futuro dos botchatters. Resta saber como será a divisão do bolo do negócio de atendimento com os aplicativos.

Marcelo Arakaki, sócio fundador e COO da Bluelab, empresa especializada em automatizar o atendimento ao cliente, que possibilita em algumas operações solucionar até 95% das demandas dos clientes via telefone, webchat ou Facebook.

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Startup fatura R$ 20 mi com sistema que aumenta vendas no Mercado Livre

Aos 21 anos, os jovens Frederico Flores e Fernando Montera Filho tornaram-se um dos maiores vendedores do Mercado Livre. Com a chegada de muitos concorrentes, desistiram do negócio e se reinventaram. Em 2012, criaram uma empresa para ajudar a resolver os problemas que tinham quando eram vendedores. Assim, surgiu a Ecommet, uma startup que facilita a gestão e aumenta a conversão de vendas em shoppings virtuais, marketplaces como o Mercado Livre, cobrando centavos por venda.

Há quatro anos no mercado, a startup já conta com mais de 1.600 clientes, que transacionam juntos cerca de R$2 bilhões por ano. Em plena recessão no Brasil, a empresa dos jovens com menos de 30 anos dobra a cada ano e vai fechar 2016 com R$ 20 milhões de faturamento. O crescimento acelerado se deu, principalmente, pela invenção de um sistema que torna simples algo complicado: vender, anunciar e gerenciar produtos em vários canais na internet.

Chamado de Becommerce, o software integra vendas, marketing e logística, aumentando a produtividade dos lojistas e automatizando processos. Segundo levantamento feito este ano, em média, clientes que utilizam a ferramenta dobram o faturamento em 6 meses.
O sistema possui 14 módulos, que são acessíveis para qualquer porte de empresa: o mais caro custa R$0,59 centavos por transação, independentemente do valor do produto. Entre as soluções mais procuradas, estão o módulo que gerencia os pedidos – automatizando todo o relacionamento do cliente com a loja; o robô lojista – uma máquina que tira todas as dúvidas 24 horas por dia – e o módulo que monitora o preço da concorrência, abaixando automaticamente o valor caso o concorrente faça uma oferta.

“Muitos clientes começaram lá atrás conosco, pessoas que começaram do zero, ex-cobradores, ex-motoboys, que hoje faturam R$ 40 milhões ano com a ajuda de uma plataforma de gestão inovadora”, explica Frederico Flores, CEO da Ecommet.

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Pokemon Go traz visibilidade com baixo retorno comercial para marcas, segundo 58% dos profissionais de marketing do País

A Câmara Americana de Comércio/Amcham entrevistou 275 profissionais durante o Fórum de Marketing promovido pela entidade, em São Paulo

Apesar da grande visibilidade, fenômenos digitais como “Pokemon Go” trazem baixo impacto comercial para marcas, segundo avaliação de 58% dos profissionais de marketing brasileiros. Esta é a conclusão de pesquisa realizada pela Câmara Americana de Comércio (Amcham) com 275 profissionais de comunicação e marketing de empresas e agências

A Amcham aplicou a sondagem durante Fórum de Marketing, em São Paulo, no último dia 16/8. Na enquete, a maioria (58%) dos profissionais avaliou como pontual o retorno de ações de marketing atreladas a fenômenos digitais, como o do jogo da Nintendo. Outros 31% dos entrevistados informaram acreditar em retorno significativo tanto comercialmente como de relevância de marca. Uma parcela de 10% avalia como insignificativo o retorno.

Impacto do digital

Os entrevistados avaliam que hoje o maior impacto do digital está no redesenho do perfil do profissional de marketing e na reestruturação das empresas para atender à mudança cultural do consumidor. Em 79% das empresas, a estrutura do departamento e núcleo de marketing ainda não acompanhou totalmente as transformações do mundo digital. No caso de 39% delas, a jornada digital da companhia ainda requer grandes ajustes de estrutura, recursos e colaboradores. Outros 15% não iniciaram a readequação, e 8% já se enxerga totalmente online.

Além disso, na avaliação de 76%, o atual modelo de formação brasileiro não está adequado à nova demanda de mercado. Como resultado do descompasso entre formação e mercado, segundo 91%, marcas e agências devem viver cenário de guerra por talentos e escassez de mão de obra. Para 61%, hoje a demanda ainda está controlada, mas a tendência no curto prazo é de falta de profissionais, em virtude também da retomada da economia. Outros 31% enxergam já no presente uma demanda aquecida e com escassez de pessoas.

Dentre as características dos profissionais de marketing mais procuradas pelo mercado, estão: inovação e criatividade na gestão de marcas, produtos e do próprio negócio (34%); habilidade para integração entre canais online e offline (21%); e gestão da interação marca/cliente (19%).

Luz em 2017

Sobre o cenário econômico brasileiro, os profissionais de marketing (70%) enxergam uma retomada comercial e produtiva até o final do ano. Para 64%, a intensificação dos investimentos em marketing virá em 2017.

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Solução agrega controle, flexibilidade e transparência aos processos antifraude no e-commerce

Para qualquer empreendedor que atua no comércio eletrônico, encontrar o equilíbrio entre aumentar a taxa de conversão, evitar chargebacks e driblar as tentativas de fraudes é uma das chaves para alcançar a eficiência e a sustentabilidade do negócio. De acordo com Svante Westerberg, especialista em pagamentos digitais e cofundador do gateway maxiPago!, os 350 maiores varejistas virtuais norte-americanos utilizam, em média, de cinco a seis tipos de ferramentas de antifraude sob gestão própria para minimizar fraudes. “Isso faz com que o próprio lojista ganhe novas dimensões de inteligência sobre o perfil dos compradores, conseguindo maximizar fluxos e converter mais vendas”, explica.

Ao lançar o fraudControl 2.0, a maxiPago! se tornou o primeiro gateway da América Latina a disponibilizar várias soluções de antifraude já integradas à plataforma. A partir de uma única integração via API, o varejista online tem acesso às tecnologias da Clearsale e da Kount, consideradas duas das mais completas ferramentas antifraude da atualidade, além de todas as funcionalidades da maxiPago!. Ao mesmo tempo, o fraudControl 2.0 permite total flexibilidade e transparência para o lojista montar e ajustar seus próprios fluxos e regras de análise. Vale lembrar que os serviços da maxiPago! de gateway ou antifraude podem ser usados separadamente ou em conjunto.

Gateway de pagamentos inteligentes, controlado pelo Grupo Itaú, a maxiPago!, tem a capacidade de processar mais de 4 mil transações por segundo. Ao mesmo tempo, a maxiPago! é o único gateway do mercado a contar com o conjunto de selos internacionais de segurança PCI DSSLevel 1, certificação HIPAA e ISO27001-3.

Pagamentos Inteligentes

Gateway de pagamentos, antifraude e conciliação financeira, tudo em uma única plataforma. Fundada em 2011 no Brasil, a maxiPago! (www.maxipago.com) disponibiliza todos os meios de pagamento e adquirentes relevantes, tanto de cartões nacionais e internacionais em crédito e débito, quanto boletos bancários e e-wallets, sistema e gestão de antifraude e gerenciamento das operações. Além da capacidade para realizar até 4 mil transações por segundo, a maxiPago! possui disponibilidade de 99,99% para pagamentos no Brasil e mais de 160 moedas.

A segurança das informações segue rigorosos padrões internacionais, o que confere credibilidade ao negócio dos varejistas. Um dos grandes diferenciais que distinguem a mP! no mercado nacional de gateways são as certificações PCI-DSS Level 1, HIPAA e ISO 27001-3, consideradas as mais relevantes para a segurança de dados.

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5 ferramentas e boas práticas importantes que valorizam o e-commerce

A cada ano o mercado de lojas virtuais tem apresentado um crescimento significativo em todos os setores que atuam. De acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), em 2016, o e-commerce nacional deve aumentar 18% e faturar R$ 56,8 bilhões em comparação com o ano anterior. Em 2015, o setor cresceu 22% com um faturamento de R$ 48,2 bilhões ante 2014.

Mesmo que os números sejam positivos e cada vez mais as pessoas estão efetuando suas compras por meio das lojas virtuais, outros mantém a desconfiança em adquirir os produtos pela internet por diferentes fatores. Uma delas é em relação a entrega e qualidade dos produtos. Atualmente, existem ferramentas no mercado que asseguram a confiabilidade do e-commerce, com o objetivo de mostrar por meio do logo e/ou símbolo que aquela determinada loja possui uma boa reputação.

Diante disso, a fim de facilitar para o consumidor final, listamos alguns exemplos de empresas que atestam e garantem uma boa experiência para o cliente:

1. Trustvox: Primeira e única certificadora de reviews no Brasil. Atua com o propósito de tornar a sinceridade padrão de mercado no e-commerce e, por consequência, gerar cada vez mais vendas aos comerciantes. Atualmente, conta com mais de mil varejistas utilizando a plataforma e, dentre eles O Boticário, Polishop, Época Cosméticos, Grupo Technos, World Tênis, Shopfato, Aleatory, Shoulder, Trifil, Mash, Scala, Di Pollini, entre outros.

2. Konduto: A plataforma, com tecnologia única e inovadora, tem o objetivo de diminuir os índices de fraudes nos pagamentos do e-commerce com rapidez, segurança e baixo custo para os lojistas. A empresa não se limita em verificar somente dados cadastrais dos compradores, como analisa todo o comportamento do cliente desde o momento em que o site é acessado.

3. Site Blindado: O Site Blindado é especialista em segurança para portais de negócios via internet e líder em segurança para e- commerce na América Latina. O seu objetivo é proteger os portais web contra ataques de hacker, infecção por malware, roubo e clonagem de informações e números de cartão de crédito. Desenvolvido pelo Site Blindado, a Blindagem de Sites possui diversos níveis proteção, pois quanto mais exposto um site está, maior o nível de proteção necessário. Por exemplo: sites de nicho precisam de um nível de blindagem inferior aos sites de varejo tradicional.

4. e-Bit: Pioneira em realizar pesquisas com usuários do e-commerce para analisar e entender hábitos e o perfil do consumidor, é referência na divulgação de informações do setor. Além disso, é uma das principais empresas que disponibilizam um sistema de avaliação após a realização da compra na qual o mesmo relata a sua experiência e com isso, as lojas são classificadas por meio de medalhas, diamante, ouro, prata e bronze. Atualmente, a empresa com mais de 7 mil lojas virtuais afiliadas.

5. Reclame aqui: Plataforma que tem como objetivo melhorar o relacionamento entre fornecedores e clientes, de forma transparente e colaborativa. O site permite que os usuários pesquisem sobre um determinado e-commerce, para ter conhecimento se o mesmo é confiável. A avaliação que é feita pelos consumidores se refere a reputação das marcas.

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Mudança de atitude é caminho para sucesso de empresas – Por Edison Tamascia

“Como reinventar seu negócio em época de crise”, “Os desafios de administrar uma empresa no Brasil em um momento de crise” e “A crise econômica e as perspectivas para o varejo farmacêutico”. Esses foram apenas alguns dos títulos de eventos que recebi convite recentemente para participar, e posso afirmar que dificilmente tenha um dia que eu não receba algo do tipo, com o objetivo de juntar um grupo de empresários dispostos a se lamentar e falar da crise.

Acho importante falar sobre o assunto, mesmo que eu, pessoalmente, evite participar de eventos que tenham como foco falar ou se posicionar de maneira negativa em relação à situação. Para mim, falar de crise é contraproducente, invariavelmente causa um efeito contrário daquilo que buscamos para as nossas empresas, que é a prosperidade.

Em minha opinião, a prosperidade tem pouca relação com fatores externos; digo isso com a experiência que possuo no segmento de varejo farmacêutico. Até nessa área observo claramente que uma parcela significativa dos empresários está vivendo uma profunda crise em seus negócios.

Seja pela baixa lucratividade, diminuição do faturamento, aumento dos custos operacionais ou agressividade dos concorrentes, enfim, poderíamos listar diversos fatores que foram responsáveis por essa situação, por outro lado, vamos encontrar uma parcela expressiva de empresários que estão comemorando os bons resultados de seus negócios.

Quando conversamos com alguém que está prosperando, ouvimos sempre a frase: “o mercado farmacêutico é resiliente e não tem os mesmos problemas de outros segmentos”. Quando conversamos com alguém que está em crise, ouvimos: “a crise está em todos os segmentos e o mercado farmacêutico não é imune a tudo isso”.

Considerando tudo isso, é certo afirmar que, seja ele o mercado que atuo – que é o varejo farmacêutico – ou qualquer outro, o que fazemos é administrar um empreendimento e, por definição, um empreendimento tem como objetivo o desenvolvimento de uma atividade visando sua lucratividade e seu crescimento. Portanto, todos que resolvem empreender têm, conceitualmente, os mesmos objetivos, mas, na minha visão, o que vai fazer a diferença são as características da pessoa que está à frente.

Não basta ser empresário, é preciso ser empreendedor, que é aquele que, além de ser criativo, aceita riscos, confia na própria capacidade, tem persistência, proatividade, otimismo e não desiste nas dificuldades. É uma pessoa que visualiza o futuro e se propõe a construí-lo.
Concluindo, não adianta falarmos de crise e participarmos de seminários para entender o tamanho da dificuldade; não adianta acharmos que nosso futuro está apenas nas mãos dos economistas ou governantes, é preciso ter a clareza e a certeza de que o sucesso ou o fracasso da sua empresa estão nas atitudes e na coragem que se tem de correr riscos e não desistir nunca, mesmo quando tudo parece perdido.

Edison Tamascia, empresário do varejo farmacêutico há 40 anos, presidente da FEBRAFAR (Federação Brasileira das Redes Associativistas e Independentes de Farmácias), da rede de Drogarias Ultrapopular e da administradora de redes Farmarcas.

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Para 48% dos executivos, investimentos estão em compasso de espera do impeachment, aponta pesquisa AMCHAM

A votação do impeachment vem retardando investimentos e decisões estratégias em empresas brasileiras, segundo 48% dos diretores e gestores financeiros ouvidos pela Câmara Americana de Comércio/AMCHAM, em pesquisa aplicada nesta última terça-feira (23/8), durante edição do CFO Fórum promovido em São Paulo. Outros 35% dos consultados afirmam que a indefinição politica não é um fator de impacto no adiamento de investimentos e estratégias de negócio, 17% preferiu não declarar ou avaliar impacto.

A enquete realiza pela Amcham envolveu 155 executivos de empresas dos mais variados portes e segmentos. Na percepção de 67% deles, a recente onda de otimismo visto em alguns setores ainda é uma questão pontual, sendo um voto de confiança ao governo de transição e segue sem base concreta que garanta uma melhora da economia, seguindo na espera de reformas e ajustes . Uma parte menor (24%) dos consultados enxergam já uma retomada concreta da economia, em crédito a nova agenda econômica e ajustes do atual governo. E 6% não observam otimismo.

No médio prazo, o otimismo da economia deverá aparecer de fato. Quando questionados sobre o possível cenário de 2017, a maioria (73%) dos diretores financeiros acreditam que a economia deve retomar e trazer melhoras nos indicadores de consumo e produção. Para 22%, a incerteza perdura, com agravamento da crise no próximo ano.

Ajuste nas contas públicas é prioridade

Os diretores financeiros enxergam uma grande prioridade na agenda da retomada econômica: ajuste nas contas públicas, na visão de 83%. Outras ações foram citadas em menor escala por eles: reforma trabalhista (6%); maior diálogo público-privado (5%), e reforma da previdência (2%).

Para 65%, o principal fator da crise no Brasil é politico, em decorrência dos escândalos de corrupção e conflitos partidários e de governo. O fator econômico é visto por 32%, citando como causa a situação fiscal enfrentada pelo governo. Só 2% enxergam a influência externa e da desaceleração das grandes economias globais.

Preocupações

No cenário macroeconômico, alguns fatos estão preocupados os CFO’s brasileiros. Na pesquisa da Amcham, eles listam como grandes pontos de observação em comum: consumo em baixa (39%) ; possibilidade de aumento de impostos (17%); inadimplência alta (14%); câmbio volátil (13%) ; e crédito escasso (5%).

A crise trouxe também pressões internas na sua atividade de gestão financeira da companhia. Na agenda de 56% deles, a busca por eficiência e otimização de processos aparece de forma mais intensa por conta do contexto de incerteza econômica e politica. Corte de gastos (24%); gestão do risco financeiro (9%) e busca por crédito (6%) foram outras atividades citadas pelos diretores financeiros como grandes atribuições do financeiro neste ano.

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Uma prévia do futuro: carteira de motorista no smartphone – Por Joseph Pearson

Joseph Pearson, vice-presidente para soluções de identificação governamental da HID Global, América do Norte

O mundo da identificação segura está em polvorosa agora com o surgimento da identidade móvel. Para os novos no assunto: estamos falando sobre identidades no smartphone.

Atualmente, a privacidade e a proteção dos cidadãos são uma preocupação real em países ao redor do mundo. É por isso que identidades móveis – em particular, carteiras de habilitação móveis – poderão proporcionar aos cidadãos um nível totalmente novo de conveniência enquanto protegem a polícia e outros agentes públicos.

Um alto nível de interação e verificação segura não seria possível se nós não aderíssemos a seis importantes princípios orientadores. Como uma indústria, nós estamos nos aventurando em um novo território. As oportunidades são grandes, mas nós temos que enfrentar os potenciais desafios de frente.

Com o fim de que a transição das carteiras de identidade físicas para as identidades móveis seja bem-sucedida, nós acreditamos que a indústria deve aderir aos seis princípios seguintes:

1. Voluntariedade

A participação é voluntária, os cidadãos controlam seus dispositivos e as informações compartilhadas.

2. Interoperabilidade

A identidade móvel deve funcionar nas principais marcas de smartphones e sistemas operacionais;

Deve estar disponível entre diferentes jurisdições, estados, países e continentes.

3. Segurança

Plataforma forte baseada em padrões de criptografia;

Dados dos cidadãos somente poderão ser vistos pelo smartphone do oficial, agente ou autoridade que os estão validando.

4. Privacidade

Ninguém mais poderá acessar os dados pessoais do proprietário da carteira ou localizar sua identidade;

Um oficial autorizado deve ser capaz de verificar os dados sem que o cidadão precise entregar seu smartphone em suas mãos.

5. Conexão remota

As identidades móveis devem estar seguramente disponíveis mesmo em áreas remotas sem internet ou redes de comunicação. Isso inclui o fornecimento, atualização e revogação de credenciais.

6. Acesso garantido

Mesmo que o smartphone de um cidadão esteja inoperável (sem bateria, por exemplo) ainda deve ser possível acessar sua identidade.

Em breve, compartilharemos mais informações sobre vários destes princípios e como carteiras móveis de motoristas poderão prover uma experiência mais segura e ágil para cidadãos e agentes governamentais.

Enquanto isso, convidamos você a assistir ao vídeo abaixo com uma demonstração de como agentes governamentais podem validar carteiras de habilitação móveis de uma distância segura.

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Leonardo Palhares é o novo presidente da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico

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As empresas associadas da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) elegeram, na manhã desta quinta-feira (25), Leonardo Palhares, sócio do Almeida Advogados, como seu novo presidente. Ele substitui o também advogado Ludovino Lopes, que ocupou o cargo por cinco anos. Flávio Jansen, CEO da Locaweb, assume a posição de vice-presidente de Estratégia, enquanto Marcelo Coelho, diretor do Mercado Pago, permanece como VP de Finanças e Controle. Os três foram eleitos em chapa única, juntamente com os 36 integrantes do Conselho Consultivo da camara-e.net, todos representando empresas ícones da economia digital.

Desde 2009 no Conselho Consultivo da camara-e.net, Leonardo Palhares atuou também como VP de Estratégia da entidade na gestão Ludovino Lopes e participou ativamente, por meio do Comitê Jurídico, da formulação do texto do Marco Civil da Internet, entre outras batalhas na promoção e defesa da economia digital. Como presidente, Palhares terá a tarefa de continuar o trabalho que a camara-e.net vem desenvolvendo desde a sua fundação, com foco na inovação e na adequação de suas ações à rápida evolução do setor, às novas tecnologias e ao momento econômico do país.

“Nesses 20 anos de comércio eletrônico, o setor vem crescendo anualmente em índices sempre superiores a 15%, representando uma economia que já supera os 100 bilhões de reais. Agora, nesse ambiente econômico restritivo que o país enfrenta, a entidade tem o desafio redobrado de contribuir para o resgate dos patamares históricos de crescimento do setor”, comenta o novo presidente.

Segundo Palhares, a entidade pretende ajudar a manter o crescimento de novas tecnologias digitais, reforçando a capacitação de start ups, micros, pequenas e médias empresas. São igualmente metas da nova gestão reforçar o estímulo à geração de empregos e buscar a atuação conjunta com as várias esferas do governo e demais atores responsáveis pelo impulso ao setor.

Ele cita como exemplo iniciativas bem sucedidas da camara-e.net que prosseguirão, como o Ciclo MPE.net, um projeto pioneiro que capacita gratuitamente empreendedores de todo o Brasil para atuar no e-commerce, e o Movimento e-MPE, que difunde conhecimento estratégico para que os pequenos negócios se mantenham no mercado. Palhares ressalta ainda que a entidade continuará a manter atenção constante aos novos mercados e a trabalhar em conjunto com os legisladores para auxiliar na manutenção de um ambiente regulatório que permita o crescimento e não inviabilize a geração de empregos e divisas.

“O comércio eletrônico é hoje fonte de renda importante para as famílias e responsável pela geração de mais de 400.000 empregos diretos e indiretos. Acredito que com a retomada do crescimento do PIB a partir de 2017, a uma taxa média conservadora de 2% ao ano, assistiremos, no fim da década, o comércio eletrônico praticamente dobrar de tamanho, atingindo R$ 180 bilhões.”

De acordo com o novo presidente, outra iniciativa na qual a entidade pretende se debruçar é o mapeamento estatístico do comércio eletrônico. “Ter uma visibilidade das interações e impactos multidisciplinares do setor é essencial para a tomada das decisões políticas e estratégicas nesse macrossegmento da economia digital”, afirma Palhares.

“A camara-e.net pretende colaborar nessa nova fase de crescimento do setor com ações para a democratização e expansão do uso da internet comercial no Brasil, trabalhando por uma internet acessível a todos, mais barata e segura, que resultará em geração de emprego, renda e prosperidade”, conclui.

Conheça o novo Conselho Administrativo da camara-e.net

Leonardo Palhares, Presidente – Sócio do Almeida Advogados, mestre em Direito pela Universidade de Paris 1 – Panthéon Sorbonne. É conselheiro da Federação Interamericana de Advogados e vice-presidente do seu Comitê de Infraestrutura e Tecnologia, além de ser professor de direito da Fundação Dom Cabral, considerada uma das dez melhores instituições de ensino executivo no mundo.

Flavio Jansen, VP de Estratégia – Engenheiro elétrico formado pela PUC RJ, Jansen é CEO da Locaweb. Ele integrou o time da BBS Mandic, primeiro provedor de internet do país, onde ficou até 1999, quando assumiu o cargo de CIO do Submarino.com. Em 2002, ele assumiu a presidência da empresa e conduziu sua fusão com a Americanas.com e a criação da B2W, gigante do comércio eletrônico. Em 2009 passou a atuar como conselheiro em várias empresas e em 2013 assumiu o cargo de CEO na Locaweb.

Marcelo Coelho, VP de Finanças e Controle – Vice-Presidente do Mercado Pago no Brasil, responde pelas operações da plataforma de pagamentos no País desde janeiro de 2007. Engenheiro Eletrônico pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, Marcelo tem MBA em Marketing pela ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing) e Mestrado em Economia pelo INSPER (Instituto de Ensino e Pesquisa). Atuou em empresas como Grupo Credicard, onde desenvolveu projetos de produtos e serviços de meios de pagamento eletrônico, entre outras atividades.

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