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48% das empresas estão muito expostas ao risco de corrupção, afirma estudo da ICTS Protiviti

A promulgação da Lei Anticorrupção do Brasil (Lei Empresa Limpa 12.846/13) atendeu aos anseios da população e fortaleceu o combate à cultura da impunidade. Com sanções administrativas severas, que podem ser aplicadas a companhias de todos os portes, as empresas deveriam incluir em sua agenda a criação de medidas para prevenir e combater a corrupção e as fraudes. Contudo, este cenário ainda não alcançou os níveis adequados de debate dentro da maioria das organizações, de acordo com a ICTS Protiviti, consultoria especializada em auditoria interna, serviços em gestão de riscos e compliance, que realizou uma análise do nível de maturidade de compliance de empresas brasileiras.

Com uma amostra de 642 companhias, o levantamento aponta que 48% das empresas analisadas estão em situação de extrema exposição a riscos de corrupção e apenas 3% adotam um bom conjunto de ações de um programa de compliance. Os números apresentam uma situação alarmante por parte das companhias quanto às atuais medidas tomadas para sanar os riscos associados à corrupção, condutas antiéticas, fraudes e outras falhas de conformidade.

De acordo com Jefferson Kiyohara, líder da Prática de Riscos & Compliance da ICTS Protiviti, as empresas precisam aumentar a conscientização sobre a importância de implantar um programa efetivo de compliance. “Mesmo com a ampla divulgação sobre o tema em função das investigações, acordos e sanções impulsionados pelas operações da Polícia Federal, como Lava Jato e Zelotes, muitas companhias ainda não entraram na rota correta para proteger o seu negócio, a sua reputação e os seus profissionais, e inclusive há aquelas que pagarão para ver até onde conseguirão chegar sem adotar as medidas anticorrupção necessárias. Os benefícios de um programa efetivo de compliance vão além do mero atendimento de um requisito legal: há o reforço da cultura organizacional, redução de custos com fraudes e sanções, assim como a atração e retenção de talentos, entre outros”.

Programas de compliance inexistentes ou incipientes expõem a riscos como o fechamento da empresa, perda de clientes, restrição de acesso a crédito, danos reputacionais junto a fornecedores e clientes, gastos com multas, punições e com advogados de defesa, sem contar os prejuízos financeiros alavancados pelas fraudes, que são responsáveis por uma perda média de 5% do faturamento das empresas, conforme levantamento da Association of Certified Fraud Examiners (ACFE).

Segundo a consultoria, na análise deste ano houve um aumento pelo interesse no tema compliance, principalmente entre empresas de até 99 colaboradores. Se comparada à versão realizada em 2015, esta nova amostra foi ampliada em 38% no número de empresas participantes. Dessas, 56% são companhias de até 99 profissionais, 21% contemplam de 100 a 499 funcionários e 23% estão acima de 500.

Outra informação preocupante apresentada na análise relata que 71% das empresas ainda não mapearam seus riscos de exposição à corrupção e 68% não adotam processos de análise de terceiros (Due Dilligence). Para o especialista, tais dados demonstram que há ainda um caminho a ser percorrido. “Na atual conjuntura, os orçamentos estão limitados. O mapeamento de riscos permite identificar o que é crítico e definir um plano de ação priorizado, otimizando o uso dos recursos da empresa. E mesmo assim não tem sido feito”. Analisando os riscos de terceiros, Kiyohara afirma: “Se o pagamento de propina for feito por um fornecedor, em benefício da empresa, ambos podem ser penalizados. E mesmo assim, há empresas que não se preocupam em realizar uma pesquisa reputacional do seu fornecedor”

A situação também é grave entre empresas que mantêm relações comerciais com entes públicos. Do total de companhias analisadas, 70% atendem o setor governamental. Dessas, 67% ainda não mapearam seus riscos de exposição à nova lei e o mesmo número não possui mecanismos de avaliação de terceiros (Due Dilligence). Os dados apontam uma inadequação, mesmo em processos críticos. “É fundamental conhecer quais são os agentes públicos com quem a empresa interage, quem faz esta interação e como ela é feita” reforça Kiyohara.

Em relação aos elementos de compliance mais presentes na análise, 61% afirmam possuir Código de Ética e Conduta, enquanto 62% disponibilizam um canal de denúncia que permite a apuração de registros anônimos de desvios e violações do Código. A dúvida, nesses casos, é qualitativa, ou seja, se as empresas estão de fato alinhadas com as melhores práticas. Por exemplo, o canal é, de fato, independente? O código é de conhecimento de todos e praticado no dia a dia?

As informações analisadas pela ICTS Protiviti têm origem em dados registrados em seu portal (www.portaldecompliance.com.br) que oferece para todas as organizações que desejarem a possibilidade de avaliar gratuitamente seu nível de compliance e aderências às melhores práticas de um programa de integridade. Todas as empresas interessadas em avaliar sua situação em relação à exposição a riscos e seu grau de maturidade em compliance podem acessar o website www.portaldecompliance.com.br.

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Revolução digital no agronegócio – Por Ricardo Fachin

Ao simplificar os processos, as organizações conseguem agilidade para os negócios e passam a ser mais competitivas no mercado. As soluções tecnológicas e comércio eletrônico, conquistam as companhias de agronegócio que projetam um desempenho positivo para 2016.

O setor prevê um crescimento entre 1,5% e 2,2%. Segundo a CNA, neste ano, o Valor Bruto da Produção (VBP) da agropecuária chegará a R$ 529,9 bilhões. Vale lembrar que, em 2015, o agronegócio representou 23% do PIB nacional, 35% da força de trabalho do país e 40% das exportações brasileiras.

No caso do Paraná, estado que se destaca no setor agrícola com 220 cooperativas filiadas à Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar), o faturamento em 2015 foi de R$ 60,4 bilhões. Esse valor ganha ainda mais destaque se comparado ao PIB brasileiro, que no ano passado teve uma retração de 3,8%.

Mas, mesmo com os avanços do segmento, ainda há muitos gargalos e deficiências a serem supridos. É aí que a tecnologia pode auxiliar as cooperativas, agroindústrias e quem trabalha no campo.

Hoje, ter o controle operacional do negócio passou a ser o desejo de toda organização. Desejo que se torna realidade por meio da tecnologia. Uma das soluções desenvolvidas pela marca alemã SAP, o S/4 HANA traz simplificação para os processos e possibilita a uso real de Big Data (grandes volumes de dados).

Se, hoje, uma simulação de planejamento de produção pode durar horas para ser realizada, com o SAP S/4 HANA são segundos, ou seja, o software permite o replanejamento de toda a empresa: logística, produção, vendas e finanças, a fim de atender as demandas estratégicas das cooperativas. Vale destacar que, se a logística não for bem gerenciada, há riscos de perder contratos e, até mesmo, a própria produção.

Outro desafio para as cooperativas e agroindústrias é a diversidade de negócios – tudo precisa estar integrado e a informação gerencial consolidada. Nas plataformas tradicionais não é possível fazer a integração em tempo real – muitas vezes, o profissional da área tem que olhar em vários sistemas diferentes para obter os dados desejados – e quando o faz são com informações dos dias anteriores, dessa maneira não consegue a mesma qualidade de informação oferecida pela SAP.

Ajustar a gestão contábil, fiscal e financeira das operações é mais uma questão a ser solucionada pelas cooperativas. O Simple Finance e a plataforma fiscal da SAP (TDF) ajudam nesta tarefa. Tornam o trabalho dos usuários e gestores mais intuitivo e produtivo, usam informações em tempo real para reduzir riscos e diminuir a exposição fiscal das empresas.

Outra “grande solução” para as cooperativas

Além do S/4HANA, as organizações contam com o software de Gestão de Contratos Agrícola (Agricultural Contract Management – ACM) da SAP. A solução gerencia as atividades relacionadas aos contratos e oportunidades do negócio agrícola, ao promover a gestão eficaz de contratos.

No caso das cooperativas, por exemplo, se percebe que as soluções atuais, são de difícil atualização e baixo nível de integração, expondo as empresas a riscos e dificultando o cálculo do resultado real de uma operação. Nesse caso, o ACM da SAP é uma boa opção, agrupa os contratos de compra com os de venda, gerencia o volume de compra, vendas, variações dos preços e o resultado.

Em resumo, por meio deste software– que atende organizações de todos os tamanhos – é possível ter controle das relações na cadeia de suprimento de matéria-prima, produção e vendas, a começar pela identificação de fornecedores de grãos; gerenciamento de volume de produção; preço e qualidade; controle de prazos de entrega e acompanhamento da liquidação final do contrato.

As soluções da SAP vieram para suprir as demandas por eficiência, qualidade de produção, redução de custos, desperdícios e competitividade.

Ricardo Fachin – Diretor Corporativo da FH

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Stefanini Capital Market desenvolve solução inovadora para participantes do Mercado de Bolsa

Batizada de BankPro-BTC, solução oferece controle, gerenciamento e monitoramento da troca de mensagens com a BM&FBOVESPA e recursos para negociação dos contratos de aluguel, garantindo excelente performance para até 10 mil transações por dia

A Stefanini Capital Market, joint venture entre a Stefanini e a Tema Sistemas, presente no mercado financeiro há 31 anos, lança uma solução inovadora para corretoras, agentes de custódia e participantes de liquidação, batizada de BankPro-BTC.

O BankPro-BTC é uma solução que possibilita o recebimento, validação, interpretação, envio de mensagens, monitoramento da conectividade com a BM&FBOVESPA e oferece recursos para facilitar a negociação, renovação e liquidação dos contratos de aluguel pela área responsável. “Estamos apostando em uma solução robusta, flexível e escalonável, que atende prontamente às necessidades do setor financeiro, proporcionando aos nossos clientes o atendimento personalizado em três frentes de extrema importância no segmento da bolsa: Liquidante, Custodiante e agora, as Corretoras”, afirma Alexandre Cota, diretor de negócios da Stefanini Capital Market.

A solução possui diferenciais competitivos que se destacam nos quesitos relacionados à tecnologia, capacidade de processamento e performance, configurações, gerenciamento de mensagens e monitoramento de conectividade, além de gerar praticidade operacional no momento da negociação, seja na mesa ou no backoffice. “O BankPro-BTC mostra como a Stefanini Capital Market está preparada para compreender as necessidades do mercado e apresentar ferramentas inovadoras, que conseguem tratar até 10 mil transações por dia – 10 vezes mais que outras ferramentas disponíveis no mercado”, destaca Cota.

O BankPro BTC está em conformidade com o *IPN- fase 2, e se caracteriza por ser uma solução abrangente adequada para atender as necessidades de instituições que atuem como PL, PNP ou agente de custódia. Além disso, apresenta alto grau de automação, eliminando ao máximo a intervenção manual nos processos rotineiros. “Nossa expectativa é atingir 40% das corretoras em seis meses.”, diz Wander Cunha, diretor da Business Consulting da Stefanini.
De olho no mercado financeiro

A Stefanini Capital Market está oferecendo também uma suíte de soluções especificas para o setor financeiro como: BankPro – Renda Fixa e BankPro – Renda Variável, que são produtos desenvolvidos por especialistas nestes mercados.

BankPro – Renda Fixa

Permite à instituição controlar e gerenciar as operações no Open Market e o seu respectivo fluxo de envio e recebimento de mensagens ao Sistema de Pagamentos Brasileiro – SPB. Possibilita também o gerenciamento das liquidações financeiras por clearing – Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic), Câmara de Custódia e Liquidação (Cetip), BMA, Central Depositária de Ativos BM&F/Bovespa (ex-CBLC), Tesouro Direto, apuração dos resultados diários conforme determinações do Plano Contábil das Instituições Financeiras (Cosif) e a geração de arquivos e relatórios com as informações apuradas.

BankPro – Renda Variável

Controla as operações nos segmentos de ações e derivativos para os mercados futuro, opção e termo, validando todos os cálculos efetuados pela BM&FBOVESPA, gerando todos os subsídios necessários para liquidação e para o gerenciamento das posições e garantias dos clientes. Apurar os resultados das operações e contabilizar os eventos automaticamente.

BankPro – Custódia

É uma suíte integrada de softwares voltada para a custódia de títulos, valores mobiliários e derivativos das instituições financeiras.

Tem por objetivo eliminar completamente a necessidade de operacional redundante, otimizando os processos internos de controle e possibilitando ganhos de escala operacional.

Informações adicionais:

*IPN: Integração da Pós-Negociação é uma iniciativa da BM&FBOVESPA para a criação da câmara de compensação integrada, que consolidará as atividades das quatro “clearings” hoje existentes: ações e renda fixa privada, derivativos, câmbio e ativos.

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Vendas boas, mas o caixa está negativo. E agora?

Por Edélcio Fonseca, especialista em finanças e M&A e diretor executivo da 360 Varejo

O varejista sempre se preocupa com a venda, pois afinal depende dela um bom giro dos negócios. Mas quando as vendas vão bem e o caixa continua negativo, é motivo de parar e analisar bem o que tem sido feito e identificar onde está o erro que compromete o desempenho da sua empresa. Primeiro, não se espante achando que esse tipo de problema é exclusivo de sua empresa. Fique certo de que não é. Na verdade esse problema é muito comum. Porém, deve ser tratado com muita profundidade nas análises para ter um diagnóstico preciso, pois diversos fatores podem influenciar.

Vamos começar analisando o que pode estar consumindo seus recursos de caixa, o que equivale dizer que, nesses casos, sempre é um conjunto de fatores que invadem a reserva de caixa da empresa. Vamos citar alguns para que possa analisar e verificar se eles possuem um impacto negativo em seus negócios:

1. Capital de giro insuficiente para suportar o negócio

2. Custo financeiro inadequado (empréstimos, tarifas e taxas):
– Taxas alta de juros
– Tarifas abusivas
– Multas e juros no atraso de pagamento
– Desalinhamento de vencimentos (concentração de pagamento em um só período)

3. Relatórios financeiros e fluxo de caixa não expressam a realidade:

– Desalinhamento de gastos na linha do tempo
– Desequilíbrio nos prazos de recebimento X pagamento
Índice de inadimplência elevado
– Conflitos entre as visões de “caixa” X “competência”

4. Falta de um planejamento financeiro envolvendo as áreas de compras e vendas:

– Compras de mercadorias sem planejamento, não considerando o giro de estoque, liquidação/descontos e prazo de pagamento
– Compras feitas sem consultar o financeiro, faltando verificar a capacidade de pagamento e a programação
– “Apostar” que o produto vai ter um giro muito bom e pouca mercadoria vai ficar no estoque
– Desalinhamento de gastos na linha do tempo

5. Despesas fixas não condizentes com a capacidade de geração de caixa:

– Pró-labore dos sócios acima da realidade financeira do negócio.
– Mistura de Gastos pessoais com os da empresa
– Folha de pagamento e encargos “altos”
– Quadro de funcionários superestimado
– Custo de ocupação alto em relação à receita (aluguel, luz, água, IPTU e condomínio)

São diversos fatores que podem prejudicar e atacar o caixa de uma empresa. Para se evitar tudo isso, é fundamental ter um controle mínimo de todos os gastos, coisa que um simples DRE (Demonstrativo de Resultado) já ajuda muito. Isso pode ser feito até mesmo em uma planilha de Excel. Tendo isso tudo controlado fica fácil identificar os vilões do caixa. Basta fazer uma simples curva ABC das despesas e elas irão aparecer.

Mas se, mesmo assim, não conseguir se organizar para mudar o cenário negativo, busque uma consultoria que faça um “raio x” do negócio e possa oferecer uma visão externa e realista quanto às ações necessárias para estabelecer uma recuperação favorável. Buscar ajuda terceirizada pode ser a maneira mais fácil de detectar e eliminar falhas, que muitas vezes podem não ser tão evidentes no dia a dia comercial.

Artigo de:

Edélcio Fonseca, especialista em finanças e M&A e diretor executivo da 360 Varejo (http://www.360varejo.com.br)

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Great Place to Work lança plataforma digital de serviços e informação

A expertise de mais de 20 anos de Great Place to Work na condução de pesquisas e consultorias para identificar as melhores e mais eficazes práticas de gestão agora chega ao ambiente digital. GPTW Connect é novo produto da consultoria: uma plataforma online de transformação do trabalho que aproxima empresas e pessoas de seus propósitos.

A novidade estará online a partir do dia 16/8 no endereço: http://www.gptw.com.br//pesquisa-e-benchmark/gptw-connect.htm

A plataforma pode ser acessada por qualquer empresa e neste primeiro momento, empresas de até 100 colaboradores, contarão com serviços específicos. A solução traz serviços e funcionalidades como pesquisa de clima, participação nos rankings GPTW de forma mais ágil e intuitiva, benchmark de práticas e cases de gestão das melhores empresas para trabalhar no Brasil.

Estruturada em três modalidades de assinatura, GPTW Connect oferece desde as informações sobre as práticas e cultura profissional das empresas que compõem o ranking GPTW à possibilidade mais complexas como a aplicação de pesquisas de clima e até prioridade na participação dos eventos GPTW. Os valores de assinatura começam em R$ 675 mensais.

Aspiração: ingressar no ranking GPTW

Para Ruy Shiozawa, presidente do GPTW, a nova plataforma é ideal para auxiliar empresas que desejam se tornar melhores empresas para trabalhar, mas sentem que é necessário superar alguns “gaps” no processo. “Se tornar uma empresa melhor para trabalhar é um recurso valioso e que contribui diretamente para os resultados da organização”, afirma.

A primeira versão da plataforma foi lançada ontem, juntamente com o resultado da pesquisa anual que aponta as melhores empresas para trabalhar no levantamento GPTW.

Sobre GPTW Connect

GPTW Connect é uma plataforma online de transformação do trabalho que aproxima empresas e pessoas de seus propósitos através de gestão e conhecimento.
Visite: http://www.gptw.com.br//pesquisa-e-benchmark/gptw-connect.htm

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GFT registra aumento de 23% na receita no segundo trimestre de 2016

A GFT Technologies SE, companhia de Tecnologia da Informação referência em Digital para o setor financeiro, deu continuidade ao seu sólido crescimento no segundo trimestre. Esta tendência foi impulsionada sobretudo pela grande procura por soluções e projetos de Transformação Digital da indústria de serviços financeiros. Além disso, tal dinamismo de crescimento também é resultado de uma alta demanda por soluções digitais para atender as demandas regulatórias do setor.

Desenvolvimento dos negócios no segundo trimestre de 2016

A receita consolidada aumentou 23%, passando de 90,24 milhões de euros no segundo trimestre de 2015 para 110,64 milhões de euros no mesmo período de 2016. Ajustado à contribuição das receitas das empresas adquiridas: a Adesis Netlife S.L. em julho de 2015 e a Habber Tec Brasil em abril de 2016, o crescimento orgânico da GFT no segundo trimestre foi de 17%.

No segundo trimestre de 2016, os lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização (EBITDA) sofreram um aumento em 12% por causa de mudanças cambiais, passando de 10,19 milhões de euros no segundo trimestre de 2015 a 11,39 milhões de euros no mesmo período de 2016. Já os lucros antes de impostos (EBT) atingiram a ordem de 7,56 milhões de euros, ou seja, ligeiramente superiores ao do ano anterior, que registrou 7,35 milhões de euros. O lucro por ação chegou a 0,25 euros no segundo trimestre. No mesmo período do ano anterior o valor foi de 0,16.

Evolução das receitas e lucros no primeiro semestre de 2016

No primeiro semestre de 2016, a GFT elevou sua receita em 16% em relação ao primeiro semestre de 2015, passando de 178,76 milhões a 208,03 milhões de euros. Ajustado às contribuições de receitas das empresas Adesis e Habber Tec Brasil, adquiridas em 2015 e 2016, respectivamente, a GFT obteve um crescimento orgânico de 12% no primeiro semestre. O EBITDA, afetado pela taxa de câmbio num total de -2,43 milhões de euros durante os primeiros seis meses de 2016, teve um aumento de 9%, totalizando 21,54 milhões de euros. No primeiro semestre de 2015 foi de 19,80 milhões de euros. O EBT, lucro antes de impostos, de 14,60 milhões de euros foram ligeiramente superiores aos valores apresentados no ano anterior, que alcançou 14,23 milhões de euros. No primeiro semestre, o lucro por ação aumentou de 0,34 em 2015 para 0,46 milhões de euros em 2016.

Desenvolvimento por segmento no primeiro semestre de 2016

No primeiro semestre de 2016, o segmento Américas e Reino Unido registrou um crescimento de 7% em sua receita, passando de 103,80 milhões (2015) a 110,84 milhões de euros. Devido às mudanças cambiais negativas, o lucro do segmento caiu de 6,53 milhões de euros para 4,45 milhões de euros. O segmento Europa Continental alcançou um crescimento de receita de 29%, fechando em 74,96 milhões no primeiro semestre de 2015 e atingindo 96,71 milhões de euros atualmente. O resultado do segmento melhorou em 7%, de 10,06 milhões a 9,40 milhões de euros (2015).

Número de colaboradores cresce para cerca de 4.500

Até 31 de junho de 2016, o quadro de funcionários em tempo integral da GFT contava com 4.493 colaboradores, representando um crescimento de 31% em relação ao mesmo período do ano passado, no qual o número de colaboradores era de 3.421. Tal aumento se deve principalmente pela aquisição da Adesis, que somou 277 colaboradores na Espanha e no México, e da Habber Tec Brasil, que adicionou 102 colaboradores no Brasil, bem como pela contratação de novos funcionários, sobretudo em centros de desenvolvimento na Espanha, Polônia, Costa Rica e no Brasil.

Outlook para 2016

No final do primeiro semestre, a GFT ajustou suas projeções para o exercício de 2016. Devido ao desenvolvimento positivo apresentado, especialmente no que tange a soluções relacionadas à transformação digital, a previsão foi elevada em 10 milhões, totalizando 420 milhões de euros. Antes se projetava atingir 410 milhões de euros. Em termos de receitas, a GFT espera que o crescimento seja ligeiramente mais lento do que o previsto inicialmente. As causas dessa desaceleração se devem principalmente à desvalorização da libra esterlina com a decisão do referendo do Brexit. A empresa agora espera atingir um EBITDA de 46,5 milhões de euros e um EBT na ordem dos 33 milhões de euros. A previsão anterior era de 48,5 e 35 milhões de euros, respectivamente.

“Apesar dos desafios resultantes da saída do Reino Unido da União Europeia, o Brexit, a GFT obteve um crescimento dinâmico no primeiro semestre do ano. Além disso, na segunda metade do ano, esperamos um crescimento advindo da resiliente transformação digital de processos de negócios na indústria de serviços financeiros. Além disso, os bancos terão de fazer novos investimentos em projetos de TI para implementar e se adequar às reformas e demandas regulatórias”, afirma Ulrich Dietz, CEO da GFT.

“O posicionamento da empresa como referência em Digital para o segmento financeiro tem alavancado projetos de Mobilidade, Analytics, BPM, BackOffice Digital, abertura de conta corrente e contratação de produtos financeiros 110% digitais, bem como outros projetos de Transformação Digital, que fomentaram o aumento da nossa receita em 107%, comparado ao mesmo período do ano passado”, explica o managing director Latam da GFT, Marcos Santos, acrescentando que para atender a demanda, somaram-se novos profissionais à operação brasileira nos últimos meses, totalizando 676 colaboradores até 30 de junho de 2016.

Dados financeiros detalhados estão disponíveis na seção Investor Relations do site da GFT: www.gft.com/int/en/index/company/investor-relations/

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Lumosity, companhia de games para o cérebro, atinge 2 milhões de usuários no Brasil

A americana Lumosity, líder mundial em treinamento cerebral, atingiu uma importante marca: dois milhões de usuários no Brasil. A companhia tem mais de 70 milhões de usuários ao redor do mundo e oferece seu programa de treino cerebral em sete idiomas. O Brasil passou a ser o principal mercado de língua não inglesa da empresa, que tem usuários em mais de 180 países, incluindo Alemanha, Espanha, Argentina, Chile, França, Coreia e Japão.

Um passo importante dado pela Lumosity com o objetivo de alcançar mais usuários no Brasil aconteceu em 2015, quando a companhia lançou seus aplicativos para iOs e Android em português e criou um time voltado para o suporte aos usuários no idioma. Hoje, brasileiros têm acesso a mais de 25 jogos cerebrais, ferramentas de acompanhamento e conteúdo científico no idioma, disponíveis para iPhone, iPad, Android e na internet.

“Estamos focados em fornecer a melhor experiência de treinamento do cérebro para os nossos usuários e o aplicativo em português foi um passo importante em nossa estratégia de crescimento no Brasil”, diz Steve Berkowitz, CEO da Lumosity. “É o mesmo programa premiado de treinamento do cérebro que nós desenvolvemos em inglês, porém adaptado para os brasileiros.”

Fundos que já realizaram investimentos em empresas como Uber e AirBnb estão entre as companhias que aportaram cerca de US$ 70 milhões na Lumosity. Os aplicativos da Lumosity ganharam vários prêmios, incluindo o Webby Awards, em 2015. O app para iPhone chegou a ser o Nº 1 em educação em mais de 72 países e o app para iPad atingiu também o 1º lugar em educação em mais de 111 países.

Lumosity desafia o cérebro

A Lumosity traduz tarefas clássicas neurofisiológicas e cognitivas em mais de 25 jogos que desafiam memória, atenção, resolução de problemas, flexibilidade e velocidade. O IPL, índice de performance da Lumosity, analisa o desempenho do usuário nos jogos e compara seus resultados com os de outros jogadores ao redor do mundo, na mesma faixa de idade. Os assinantes da Lumosity podem também ver uma análise detalhada de seu desempenho nos jogos e nas áreas cognitivas desafiadas, para ter uma melhor ideia de suas fragilidades e pontos fortes.

Embora o tema “treinamento cerebral” ainda não seja tão conhecido em outros países, como é nos Estados Unidos, os brasileiros estão cada vez mais interessados em desafiar suas habilidades cognitivas, fazendo uso de programas de treinamento como o da Lumosity. Um breve levantamento feito pela companhia sobre a familiaridade dos brasileiros com sua marca mostrou que mais de 50 % dos participantes sabiam ou já tinham experimentado a Lumosity.

“Os brasileiros são curiosos e abertos a experimentar produtos inovadores, especialmente, aplicativos para celulares e jogos. Acredito que esta é uma das razões para o nosso crescimento no país, em menos de um ano após o lançamento do app em português”, diz Matthew Dickey, diretor de Negócios Internacionais. “O Brasil é uma prioridade para Lumosity e estamos investindo fortemente para conhecer os usuários brasileiros”.

Apenas na América do Sul, mais de 5 milhões de pessoas treinam seus cérebros com a Lumosity. Além do português e do inglês, o aplicativo está disponível em espanhol, francês, alemão e japonês. A Lumosity é um aplicativo gratuito, no entanto oferece assinaturas mensais, anuais, bianuais e vitalícia.

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Twitter lança stickers promovidos para incentivar ainda mais o engajamento de consumidores com marcas

Empresas terão mais uma forma divertida e criativa de conversar com seu público na plataforma

Com o objetivo de dar às marcas ainda mais possibilidades de engajamento com seu público, o Twitter lança hoje (15) em todo o mundo os stickers promovidos. Em junho deste ano, a plataforma já havia colocado à disposição dos usuários a funcionalidade de adicionar stickers a fotos publicadas no Twitter, como uma opção criativa para o compartilhamento de imagens com os seguidores. Agora, as marcas poderão oferecer aos consumidores stickers customizados que amplificarão sua exposição em larga escala e tornarão as fotos de seus fãs ainda mais divertidas. “Stickers têm uma grande popularidade entre os usuários, e estamos muito entusiasmados em incluir as marcas nesse tipo de conversa”, afirma Adam Bain, diretor de operações do Twitter.

O lançamento dos stickers promovidos é marcado por uma parceria fechada entre Twitter e Pepsi e válida para dez países – Argentina, Canadá, Egito, Índia, México, Rússia, Arábia Saudita, Espanha, Emirados Árabes Unidos e Estados Unidos. Como parte do acordo, a Pepsi oferecerá aos usuários do Twitter cerca de 50 stickers personalizados, associados à sua campanha global PepsiMoji. Os stickers exclusivos da Pepsi estarão na biblioteca do Twitter e oferecerão aos consumidores uma forma de expressão criativa que torna as fotos mais divertidas. Além disso, ao tocar em qualquer sticker, o usuário poderá ver uma galeria de fotos públicas do mundo todo que também têm a mesma ilustração. A parceria também conta com uma campanha personalizada de um criador de Niche mostrando aos consumidores como eles podem ser usados.

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E-commerce ultrapassa novas fronteiras – Por Kleber Bacili

APIs mudam a forma de comprar pela internet e levam o e-commerce para outro patamar em colaboração e interatividade

Interatividade, praticidade, conforto, colaboração: esses são alguns dos fatores que influenciam as compras pela Internet.

Afinal, qual é a diferença entre comprar um livro na livraria do seu bairro ou na loja virtual da Amazon? O fato é que na compra online, o consumidor não apenas pesquisa e finaliza a compra, ele tem uma experiência.

Esse novo conceito, customer experience (CX), é muito importante. Quanto melhor for sua experiência de navegação, melhores serão os resultados, tanto para o consumidor quanto para a empresa.

Uma experiência de compra mais integrada e interativa é propiciada por “blocos de construção”, APIs (Application Programming Interfaces), que funcionam como uma espécie de cola digital, permitindo a integração entre softwares não anteriormente relacionados. Ou seja, partes essenciais de uma loja virtual, como os meios de pagamentos, os botões de compartilhamento social, as páginas de recomendações, a comunicação por e-mail com os clientes: todos são implementados via APIs. Além disso, as APIs adicionam maior segurança e rapidez às compras online, aumentando a confiabilidade de sua marca junto aos clientes.

As APIs também estão no cerne do desenvolvimento de outra tendência, os marketplaces. Esses shoppings virtuais reúnem diversos lojistas em um mesmo ambiente e a disponibilização das informações sobre os produtos é feita via APIs (atualizações de preços, estoques, características dos produtos, por exemplo, trafegam entre uma empresa e outra a partir da API do operador do marketplace).

Assim, o marketplace surge para aproveitar o fluxo de visitantes em um único portal, potencializando a exposição dos produtos mais variados e atraentes para um público maior. Exatamente como os shoppings reais.

Na dianteira da exposição de APIs, os marketplaces já chegaram ao mercado com alto investimento em tecnologia. E para quem deseja investir e criar um marketplace agora, o caminho já começa focado em APIs.

Pense em API First: um modelo de negócios que já começa com uma estratégia digital transformadora e aberta para integrações com outros canais e parceiros.

Criar uma plataforma de APIs é o ponto inicial para isso. A plataforma concentra as integrações com os lojistas e reduz o tempo de conexão com o marketplace, de meses para dias.

Omnichannel e mobile na jornada do consumidor

Garantir a mesma experiência para o cliente, independentemente do canal ou da interface que ele estiver usando, é o que caracteriza o omnichannel. Seu cliente tem que se sentir bem atendido na sua loja virtual, no chat, no atendimento telefônico, no app e no seu perfil do Facebook. O cliente precisa ser encantado pela experiência oferecida pela sua empresa, e para ele, não há diferença se foi atendido pelo telefone, e depois conclui a compra no site. Tudo deve ser fluído e conter informações coerentes entre si.

Só o site não é suficiente, mesmo que ele seja responsivo. Porém, hoje não dá para abrir mão de estar presente no mobile, integração possibilitada também pelas APIs.

Uma pesquisa do PayPal mostra que nos últimos três anos, a média de crescimento das vendas via mobile é de 46%. Essas tendências só aumentam a cada dia, e se você não quer perder sua fatia nesse mercado, investir em um aplicativo e em um portal de vendas mobile friendly é obrigatório.

Deu para perceber que as APIs estão revolucionando o e-commerce, certo? Então, invista em uma estratégia de APIs e empreenda uma transformação digital em sua empresa. Essa é a chave para se manter competitivo e atrair um consumidor cada vez mais conectado!

Kleber Bacili, CEO da Sensedia

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Itaú Unibanco lidera ranking dos bancos que oferecem mais valor aos diversos públicos

Governança Corporativa, Crescimento Evolutivo, Qualidade de Relacionamento com Clientes e Inovação foram alguns dos 62 ativos avaliados pela consultoria nacional DOM Strategy Partners para dar ao Itaú-Unibanco pelo terceiro ano consecutivo o título de banco que mais soube entregar e gerar valor tangível e intangível aos seus stakeholders. A instituição lidera mais uma vez o ranking MVP Bancos (Mais Valor Produzido), criado pelo DOM há três anos com o intuito de avaliar a capacidade das instituições em gerar e proteger valor não apenas para si, mas também para seus clientes, consumidores, acionistas, funcionários e sociedade.

Isto significa que no último ano a interação do Itaú Unibanco, que alcançou nota 8,33 na pesquisa, com o ciclo de vida de cada agente estratégico da cadeia de stakeholders foi assertiva e direcionada, tendo a capacidade de materializar a geração de proteção de valores e ativos que vão além das questões monetárias. “São indicadores intimamente ligados à sua credibilidade e reputação, o que cria, consequentemente, uma imagem positiva aos seus variados públicos”, explica Daniel Domeneghetti, CEO da DOM Strategy Partners.

O levantamento e o resultado analítico uniu uma série de interações, pesquisas e monitorias feitas pela consultoria com os diferentes públicos dos principais bancos e do País. Junto a essa profunda imersão sobre a análise das empresas, a consultoria também realizou a avaliação de relatórios, documentos e informações disponíveis sobre as companhias (públicas ou não), sem contar uma intensa pesquisa de campo e de mídias para se chegar ao resultado final.

Além do Itaú, o atual ranking MVP Bancos traz o Bradesco em segundo lugar, com a nota 8,30; o Banco do Brasil na terceira posição, tendo a pontuação de 8,28 pontos; o Santander e a Caixa Econômica ocupam a quarta e quinta posição conquistando as notas 8,19 e 8,14, respectivamente.

A resposta sobre capacidade de cada empresa gerar e proteger valor para si e para esses públicos foi feita a partir da quantificação das quatro dimensões que definem o Valor Corporativo de uma companhia: Resultados, Reputação (definida como Credibilidade/Imagem), Competitividade e Riscos.

Confira abaixo a lista comparativa com os resultados deste ano e do ano passado dos 05 bancos mais valiosos recomendados por seus stakeholders.

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CDI abre inscrições para cursos gratuitos de tecnologia em São Paulo

Quem parou de estudar e não está trabalhando tem agora uma ótima oportunidade reprogramar sua vida e ter um futuro melhor com os cursos gratuitos do CDI (Comitê para Democratização da Informática). As inscrições já estão abertas e podem ser feitas até o dia 19 de agosto.

O CDI oferece, por meio do Programa Recode, o curso Introdução ao Mundo Digital, Internet, Word, Excel e Power Point, que vai de 23 a 25 de agosto, das 9h às 18h. Há também vagas para o módulo de Modelagem de Aplicativos e Noções de Gestão de Projetos, que começa dia 30 de agosto e vai até 1 de setembro, das 9h às 18h. As aulas acontecerão no CDI, na Praça Ramos de Azevedo, 131, República, São Paulo.

Os cursos são destinados aos que têm entre 14 e 29 anos e visam conectar o aluno. O Programa Recode traz ainda outras oportunidades, como participar de eventos de premiação e receber apoio para empreender. Tudo a partir do empoderamento digital, que permite a identificação e a resolução de problemas sociais e a melhoria na qualidade de vida dos cidadãos.

“Por meio da tecnologia, que já é a linguagem dos jovens, queremos que eles descubram o universo de novas possibilidades para realizar projetos e solucionar problemas de suas comunidades. Internet, computador e celular são ferramentas que podem abrir um leque de oportunidades de desenvolvimento para essa ampla parcela da população que está sem trabalhar e sem estudar”, afirma Carla Branco, gerente de Programas do CDI. Vale lembrar que, segundo o IBGE, 3,4 milhões de jovens, entre 15 e 29 anos de idade, abandonaram as salas de aula e não têm emprego formal. Isso equivale a 1 entre 5 brasileiros nessa faixa etária.

As vagas são limitadas e as inscrições podem ser feitas com um dos parceiros do CDI ou na própria organização. Ao fim dos cursos, serão dados certificados para os alunos que concluírem os módulos.

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A inteligência competitiva como diferencial estratégico – Por Guilherme Tavares

Entender o mercado é fundamental para uma tomada de decisões eficiente e favorece o fortalecimento das empresas em cenários de instabilidade. Diante de fatores como o dinamismo dos negócios contemporâneo, a instabilidade dos ciclos econômicos e a própria necessidade de se antecipar às movimentações do mercado, companhias dos mais diversos segmentos tem, cada vez mais, concentrado esforços no desenvolvimento de estratégias focadas em Inteligência Competitiva.

Em linhas gerais, podemos definir Inteligência Competitiva como o processo de análise das tendências e movimentações do mercado, tendo em vista uma tomada de decisões mais assertiva em uma determinada organização.

Além desta análise mercadológica que envolve estudos da concorrência e do ambiente econômico em geral, a Inteligência Competitiva (IC) engloba também a verificação do comportamento dos clientes da base de uma empresa, seja para expandir esta base ou para melhorar os processos de pós-venda.

Segundo estudos desenvolvidos na Universidade Federal de São Carlos, é possível identificar o uso da IC no Brasil em indústrias como as de energia, telecomunicações, bancária, farmacêutica e do varejo – embora não fique restrita a estas áreas. Tais segmentos utilizam a Inteligência Competitiva, sobretudo, para acompanhar o desenvolvimento e as tendências de maturação tecnológica do mercado.

Mediante um bom uso da Inteligência Competitiva ainda é possível, por exemplo, obter ganhos relacionados a uma diminuição no ciclo de vendas, conversão de um número maior de targets e, consequentemente, maior êxito quanto ao alcance de metas de crescimento.

Sendo implementada no país desde os anos 90 em organizações de grande e pequeno porte, a Inteligência Competitiva tem assumido um papel importante no fortalecimento do ambiente de negócios brasileiro atual. Neste sentido, a ferramenta deve ser vista como uma aliada das empresas, pois suas potencialidades podem contribuir para a retomada do crescimento econômico nacional, trazendo assim, benefícios para a população como um todo.

Guilherme Tavares é Gerente de Marketing e Inteligência Competitiva da Toccato, distribuidora dos produtos Qlik no Brasil e única com o título Elite Master Reseller.

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