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Liv Up capta R﹩180 milhões para se tornar o mercado online de quem quer comer bem e viver melhor

A Liv Up, foodtech que tem como propósito conectar as pessoas à comida boa de verdade, anunciou a captação de R﹩180 milhões. A rodada foi liderada pela Lofoten Capital, veículo de Marcos Amino (ex-Discovery Capital) com o apoio de Luiz Otavio Campos (Ex-Sócio da Onyx Equity Management) e contou com a participação de investidores estratégicos globais, como Rob Citrone (founder do Discovery Capital), Cadonau (um veículo de investimentos do Grupo Jereissati), Milton Seligman e Ricardo Rolim (ex-executivos da Ambev), e Christian Egan (ex-Itaú), entre outros. A Série D também foi acompanhada pelos fundos já parceiros ThornTree Capital Partners e Kaszek Ventures.

O aporte vai permitir à companhia acelerar seu projeto de expansão do portfólio e aumentar os investimentos em tecnologia para trazer eficiência à operação e surpreender na experiência do consumidor. “Temos uma oportunidade única de oferecer aos consumidores uma experiência digital diferenciada e simplificar o acesso a alimentos gostosos e saudáveis. Ficamos felizes em encontrar investidores que têm uma visão totalmente alinhada com a nossa e ainda podem aportar conhecimentos estratégicos para a fase em que entramos como companhia”, afirma o CEO e fundador Victor Santos.

Portfólio completo para quem quer comer bem

Durante a pandemia, a Liv Up também passou a oferecer a seus clientes frutas, legumes e verduras frescos, dando suporte aos agricultores familiares parceiros que tiveram pedidos cancelados por escolas e restaurantes que suspenderam atividades. As análises dos dados mostraram o potencial da nova categoria de aumentar expressivamente a frequência de compra e a retenção dos clientes. Assim, a Liv Up acelerou o processo de expansão de portfólio para novas categorias, lançando uma grande variedade em itens de hortifruti, açougue, peixaria e curadoria de parceiros com propósito alinhado em categorias como laticínios, padaria e mercearia, oferecendo alimentos mais frescos e preços justos, por comprar direto dos produtores. Com este movimento, a empresa espera gerar ainda mais valor para toda a cadeia e já vem observando um aumento de mais de duas vezes na receita média por cliente. “Estamos construindo um sistema alimentar mais inteligente e transparente, com portfólio completo para as diferentes necessidades do dia a dia, tornando a marca o destino certo para quem quer comer bem. Com uma alimentação gostosa, natural, equilibrada nutricionalmente e que gera impacto, queremos promover fácil acesso a uma vida melhor para quem produz e para quem consome”, afirma Santos.

Tecnologias customizadas garantindo escalabilidade e excelência na experiência

Com o novo aporte, a empresa vai aumentar os investimentos na plataforma de tecnologia para ser ainda mais eficiente nas operações e oferecer uma experiência superior aos clientes. A inteligência de dados traz conhecimento profundo do consumidor para personalizar a experiência, mapear a satisfação e identificar oportunidades de melhoria em tempo real. “Nossos softwares proprietários permitem rastreabilidade total da produção e garantem operações ágeis e escaláveis com gestão eficiente de estoque e algoritmo de roteirização do last mile. Além disso, temos um aplicativo com interface intuitiva, moderna e fácil de usar e, com contato constante com os clientes, construímos uma relação de confiança, co-criando com eles as receitas e personalizando a experiência, encantando com a excelência dos serviços desde a compra, passando pelo consumo, até o pós venda. Não à toa, o NPS da empresa é cerca de 80 pontos”, explica o CEO da empresa.

Dobrar de tamanho ano contra ano e aumentar o impacto

A Liv Up tem um modelo de negócio direto ao consumidor, que elimina os diversos intermediários, garantindo alimentos mais frescos, remuneração mais justa para quem produz e preços mais acessíveis para quem consome. A empresa faturou mais de R﹩100 milhões em 2020 e planeja dobrar o faturamento novamente este ano. “As novas estratégias adotadas têm resultado em uma mudança significativa no padrão de compra dos consumidores, aumentando a frequência de compra e o lifetime value. Com a nova capitalização, vamos implantar uma estratégia de crescimento acelerado para seguir dobrando de tamanho a cada ano, expandindo o alcance de nossa cadeia de valor compartilhado”, indica Gabriel Eisencraft, CFO da Liv Up.

A busca por talentos continua intensa. “Somos uma empresa diversa e abriremos mais de 100 vagas para colocar os planos em prática. Para isso, buscamos pessoas que compartilham o sonho de criar um novo sistema alimentar mais inteligente e melhorar a vida das pessoas”, completa Santos.

Plataforma digital de contratação de frete recebe aporte de R$ 6 milhões

A goFlux acaba de receber um importante investimento de R$ 6 milhões de dois fundos. Um deles é a SP Ventures, principal fundo de venture capital com atuação focada em AgTechs na América Latina e o outro a ADM Venture Capital, braço de investimentos em startups e inovação do Grupo Rendimento. Criada em 2018, a goFlux é uma logtech que surgiu para atuar em um dos maiores gargalos do transporte rodoviário brasileiro: a contratação de frete. A plataforma inteligente que possui forte atuação no setor agrícola, trouxe para o mercado um conceito mais dinâmico de cotação, negociação, contratação e gestão transporte rodoviários com foco no B2B, conectando embarcadores e transportadoras do setor.

Com o aporte, a startup deve acelerar ainda mais seu crescimento, não somente no setor agrícola com o transporte de commodities, mas também mirando novos segmentos. Segundo Rodrigo Gonçalves, fundador e CEO da goFlux, o propósito da staturp é ser a bolsa de fretes do Brasil, agregando as soluções logísticas e financeiras da plataforma para o mercado de transporte. “Nessa nova fase, investiremos para aumentar e consolidar nossa liderança em alternativas logísticas digitais para o agronegócio e focar bastante nos produtos financeiros, como antecipação de recebíveis para transportadoras”, destacou.

A goFlux pretende transacionar R$2,5 bilhões em fretes em 2021, algo em torno de 1,3% do mercado Brasileiro, estimado em R$200 bilhões anualmente – sem contabilizar a última milha, apenas em longas distâncias – e dobrar esse resultado em 2022. Outro objetivo importante de curto prazo está em ampliar a atuação de antecipação de recebíveis por parte das transportadoras que, em média, recebem até 30 dias depois do serviço prestado. “Nossa plataforma atua como uma mesa digital de contratação de frete digitalizando todo processo e registro de documentação. Assim temos o acompanhamento em tempo real de que o serviço foi contratado e executado corretamente. Dessa forma conseguimos converter o recebível da transportadora em pagamento no mesmo dia do frete realizado, ajudando-as a melhorar seu fluxo de caixa”, explica
Gonçalves.

O crédito do pagamento antecipado é feito em conjunto com o Banco Rendimento, parceiro da goFlux. A empresa tem ainda a intenção de diversificar as fontes de financiamento estruturando um FIDC próprio até o fim de 2021. De acordo com o Gonçalves, a expectativa da goFlux é atingir R$1 bilhão em fretes antecipados até o fim de 2022. “O agronegócio é o nosso principal mercado e pretendemos ser ainda maiores e dominantes no setor, oferecendo produtos financeiros e de inteligência em fretes”, afirma o CEO da goFlux.

Futuro

Com o aporte, a goFlux planeja investir principalmente em tecnologias como Machine Learning, algoritmos preditivos para frete, e blockchain para sustentação das operações financeiras. Além disso, está no plano o foco em certificações em compliance com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD). Ainda segundo Gonçalves, neste novo ciclo de investimento a ideia é alavancar dois produtos importantes da marca. Um é o goFlux View, uma plataforma que usa big data e algoritmos preditivos para ajudar empresas a precificar fretes futuros, algo super relevante em setores com preços de fretes voláteis como o agronegócio. E o outro foco é o “goFlux Na Conta”. “Temos o propósito de ajudar na digitalização, mas também melhorar a relação de fluxo de caixa das mais de 1.500 transportadoras conectadas ao nosso ecossistema”, finaliza.

Gigante Global de plataforma EAD aposta no Brasil

Com a pandemia de Covid-19, a D2L viu seus negócios crescerem no Brasil. Um salto de mais de 100% no faturamento comparando final de 2019 com final de 2020. A demanda é resultado da maior procura por parte de instituições de ensino e empresas por plataformas de aprendizado, que estejam em linha com as melhores práticas e tecnologias do mundo e possam atender ao modelo remoto de estudos. Esse crescimento reforçou a importância do mercado brasileiro para a empresa, um dos mais relevantes para a marca no mundo.

A D2L é a desenvolvedora da Brightspace, sistema de gerenciamento de aprendizagem (LMS), tecnologia de ponta, que ajuda no processo de ensino dos alunos, dentro e fora da sala de aula. Além de robusta, simples e fácil de usar, a plataforma foi desenvolvida para conectar todos os principais agentes do ecossistema de educação: alunos, professores, famílias, funcionários e gestores de escolas ou de empresas.

Desde que desembarcou no Brasil, em 2012, a D2L vem registrando um crescimento saudável do ponto de vista de manutenção dos negócios, e mais especialmente nos últimos dois anos. A pandemia e as políticas de isolamento social impulsionaram os negócios e todo o desenvolvimento do setor de educação. Nos últimos três anos, o crescimento da D2L foi de mais de 50%, a cada ciclo de 12 meses, e em 2020 houve um salto de 100%, dobrando a quantidade de clientes no país.

Esse desempenho se explica nas mudanças envolvendo o segmento de educação. Em 2019, apenas no ensino superior, pela primeira vez na história, o número de novos estudantes na modalidade EAD ultrapassou a quantidade daqueles que optaram por iniciar a graduação presencial. Ao todo, 50,7% (1.559.725) dos alunos de instituições privadas escolheram o ensino a distância no país.

Em 2009 a quantidade de estudantes do Ensino Superior em cursos à distância ultrapassava os 330 mil. Mas em 2019 os dados apontaram um salto para mais de 1 milhão e meio, o que resultou em crescimento de 378,9%. Os números fazem parte do Censo da Educação Superior 2019, divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), órgão do Ministério da Educação (MEC).

“A D2L entende que o Brasil é um grande mercado a ser desenvolvido e as medidas governamentais e demandas de instituições privadas têm demonstrado uma clara tendência à adoção de tecnologias educacionais no país. A expectativa é que o crescimento seja ainda maior nos próximos anos, como resultado da transformação digital inclusive nos setores públicos, para o qual a nossa solução também está perfeitamente formatada”, afirma Peterson Theodorovicz, diretor regional para o mercado brasileiro.

Atualmente, a tecnologia da D2L está em escolas e empresas dos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Distrito Federal, Bahia, Espírito Santo, Sergipe, Mato Grosso e Paraná, com clientes em todos os segmentos de atuação: Educação Básica, Ensino Superior e Educação Corporativa. São centenas de milhares de alunos e funcionários se beneficiando da sua tecnologia diariamente no Brasil, sendo mais de 20 milhões no mundo todo. Entre os principais estão: FGV, SPC, Instituto Ayrton Senna, Pearson, Universidade Tiradentes, Explicaê, Grupo Positivo, Eleva Educação, entre outros.

“A D2L está presente em 40 países, e o Brasil é considerado prioridade em nossos negócios, assim como EUA, Canadá, Austrália, Índia, Reino Unido, Bélgica, Holanda, México e Colômbia. Sentimos que ainda precisamos educar o mercado sobre os benefícios de se investir em tecnologia de aprendizagem. Mas a pandemia acelerou a transição para um modelo educacional mais em linha com a velocidade da mutação das demandas de mercado, ao mesmo tempo que apoia de maneira mais efetiva e transparente a relação entre os personagens do processo de ensino e aprendizagem. Queremos acelerar a transformação digital no país, por meio da democratização da Educação, com a tecnologia certa, que torna o aprendizado mais assertivo e personalizado”, ressalta Peterson.

Até 2020 o setor digital representava cerca de 12% da economia mundial. Nos próximos três, quatro anos, cerca de 30% da economia global será mudada digitalmente. “Não haverá uma parte da economia que não passe pela transformação digital. Na Educação, os modelos de aprendizado devem preparar os alunos para o sucesso em um mundo em cada vez mais rápida evolução. Acreditamos na nossa responsabilidade em ajudar a construir um novo mundo digital, que seja mais igual, justo, democrático e com maior equidade para as pessoas”, finaliza o diretor.

inovabra habitat anuncia novos parceiros tecnológicos

Microsoft for Startups, Startup with IBM e Google Cloud for Startups disponibilizam benefícios financeiros e outras vantagens, por meio de tecnologias, serviços e produtos para as startups habitantes

Com o objetivo de fomentar e alavancar os negócios de seus habitantes, o inovabra habitat, ambiente de coinovação do Bradesco, anuncia parceria com três grandes empresas de tecnologia por meio dos seus programas: Microsoft for Startups, Startup with IBM e Google Cloud for Startups. Com isso, as mais de 200 startups do ecossistema terão vantagens de aprendizado, melhor aproveitamento da tecnologia e acesso a benefícios financeiros.

O ecossistema do inovabra habitat conta com o apoio da Microsoft for Startups, que oferece até R$ 120 mil em créditos de nuvem no Microsoft Azure, acesso a produtos como o Office 365, suporte técnico gratuito 24 horas e contato com engenheiros para arquitetar, projetar, implementar, migrar e escalar soluções. Há ainda o acesso a oportunidades comerciais via marketplace e rede de vendedores da Microsoft.

Já a IBM oferece créditos de até US$ 120 mil por ano no Startup with IBM. O programa disponibiliza um catálogo com mais de 190 serviços, que permitem inclusive o gerenciamento e a modernização de cargas de trabalho. Ao construir soluções na nuvem IBM, as startups recebem treinamento digital e podem aproveitar um ecossistema de desenvolvedores e extenso material técnico.

No caso do Google Cloud for Startups, durante todo o ano os habitantes terão um suporte abrangente em serviços e produtos, além de treinamentos práticos e sob demanda, encontros informais, webinars e acesso total à comunidade de Google Cloud para desenvolvedores e C-levels. Também haverá sessões de mentoria técnica com experts e Googlers e as startups poderão ter acesso a até US$ 100 mil de créditos na Google Cloud Platform, de acordo com os critérios do programa.

“Estar no inovabra habitat e, agora, contar com os benefícios oferecido pelos parceiros tecnológicos, é fundamental para fomentar um modelo de negócios sustentável, apoiado em ferramentas tecnológicas de ponta e criando pontes para que a gente siga crescendo, otimizando custos e fazendo a diferença”, afirma Fábio Freire, CEO e cofundador da FindUP, startup de tecnologia do ramo de Field Service.

“Sem o suporte oferecido pelo inovabra habitat não teríamos conseguido chegar entre as cinco startups mais relevantes do agronegócio, segundo a 100 Open Startups, nem teríamos conseguido conquistar grandes empresas como clientes. Os benefícios oferecidos pelos parceiros tecnológicos são o empurrão que faltava para acelerarmos nosso negócio ainda mais e conquistarmos a América Latina”, destaca Rômulo Prudente, CEO da Implanta.

Para a diretora executiva do Bradesco, Walkiria Marchetti, o contato direto com as principais empresas de tecnologia do mundo é fundamental para aportar conhecimento e implementar novas soluções. “Nossa intenção é apoiar o crescimento das startups em todas as fases de sua jornada, além de fomentar os negócios e disponibilizar benefícios financeiros, que representam contribuições relevantes no conjunto das suas despesas, especialmente em um momento de crise”, explica.

CADE aprova compra da Linx pela Stone

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica – CADE – aprovou hoje, por unanimidade e sem restrições, a combinação de negócios entre Linx e Stone, entendendo que o resultado é positivo para o mercado.

O objetivo da combinação de negócios de ambas as companhias é aprimorar a oferta de soluções completas de gestão e pagamentos, facilitando o dia a dia do negócio do empreendedor brasileiro e potencializando a inovação e a transformação digital de todo o comércio brasileiro.

“Estamos muito felizes com este desfecho”, ressalta Lia Matos, COO e CSO da Stone. “Essa união reforça a missão da Stone de ser a principal parceira do empreendedor brasileiro e abre um universo imenso de oportunidades de crescimento e inovação para nossos times internos e parceiros, mas, principalmente, para os nossos clientes”, completa. Lia ainda reforça que o Brasil ganha, e muito, por contar com uma estrutura como o CADE, que atua para manter um ambiente concorrencial sadio.

A partir de agora, os pequenos e médios donos de negócios terão acesso às soluções de gestão da Linx e os grandes varejistas terão novas opções de serviços financeiros à disposição por meio da Stone.

O crescimento da Stone tem como base uma cultura forte, transparente, e a busca por soluções inovadoras que ajudem o empreendedor brasileiro a vender mais, gerir melhor e crescer sempre. Tendo isso em vista, o objetivo principal consiste em buscar sinergias que gerem valor para os clientes com a oferta dos melhores produtos e serviços para aqueles que são a razão de ser dessa união.

ServiceNow leva tendências tecnológicas para painéis do CIAB 2021

Entre os dias 22 e 25 de junho, a ServiceNow apresentará cases e palestras na 31ª edição do CIAB. O evento, que é o maior de tecnologia para o mercado financeiro da América Latina, deverá trazer as principais novidades na área de tecnologia de grandes empresas e conta com patrocínio Platinum da ServiceNow.

Alguns dos principais temas abordados pelos painéis da companhia serão inteligência artificial em meio à oferta de melhores experiências para os clientes, low code, gestão de projetos e modernização, automatização de operações, dentre outros.

Além disso, o congresso acontecerá neste ano de forma totalmente virtual. Assim, os participantes poderão navegar por entre as salas e acessar informações. Gratuita, a inscrição para participar pode ser feita no site https://ciab2021.noomis.febraban.org.br/evento/ciab2021.

Na agenda abaixo, confira mais detalhes sobre os painéis virtuais da ServiceNow.

22 de junho, 14h45
Painel geral CIAB: A experiência personalizada e a satisfação do cliente medida a cada etapa  

Tema: IA, assistentes virtuais, interação por meio de voz. O leque de tecnologias aumenta a cada dia, mas a prioridade deve ser sempre a mesma: a melhor experiência possível para os clientes. Conheça as principais estratégias, inovações e tendências de personalização

Participação: Katia Ortiz, Country Manager da ServiceNow

Estande ServiceNow:

22 de junho

17h | Palestra – Operações do cliente em conformidade: Eleve a experiência do cliente conectando os canais e automatizando o back-office


23 de junho

9h30 | Palestra – Low Code/No Code: Ganhe Velocidade no Desenvolvimento das Aplicações de Negócio

14h | Palestra – Modernizando a Gestão de Empréstimos: Gerencie de forma eficaz e eficiente todo o processo de Empréstimo

14h45 | Palestra – Preveja e Previna problemas e automatize as resoluções com o AIOps da ServiceNow


24 de junho

10h30 | Palestra – Gerencie seus projetos tradicionais e ágeis numa única plataforma


25 de junho

9h30 | Palestra – Acelerando o processo de contestação de despesas: Processe as transações contestadas com agilidade e proporcionando uma experiência superior ao cliente

10h15 | Palestra – Reduza Custos de Hardware e Software e Melhore Sua Eficiência Financeira

11h30 | Palestra – Sua instituição já possui uma estratégia low code|no code?

InterSystems privilegia as informações no CIAB FEBRABAN 2021

A InterSystems , fornecedora de tecnologia de dados dedicado a ajudar seus clientes a resolver os desafios mais críticos relacionados a informações, terá um estande virtual durante o CIAB FEBRABAN 2021, de 22 a 25 de junho, com links que disponibilizam material rico em informações sobre Adaptive Analytics e Smart Data Fabric, chat e salas de reunião. Entre os principais temas da companhia no evento estão o uso da Inteligência Artificial e plataforma de dados interoperável para mitigar riscos diante de operações complexas e dinâmicas que envolvem grandes operações financeiras.

De acordo com Odilon Almeida, executivo responsável por negócios na área financeira da InterSystems no Brasil, “se é consenso que o grande patrimônio deste século são os dados, a disponibilidade dos mesmos bem como a sua capacidade de análise para suportar as decisões de negócios nos momentos adequados são essenciais para garantir a sobrevivência”. “Esse é o primeiro passo para que os gestores tenham a capacidade de tomar decisões inteligentes baseadas em fatos, aumentar eficiência operacional, ter agilidade e garantir a confiabilidade”, completa Almeida.

Outro tema relevante da InterSystems no setor financeiro é a hiperpersonalização. Aliada das estratégias de fidelização de clientes, com ofertas customizadas e relevantes, a hiperpersonalização se mostra grande tendência. Trata-se de um sistema que permite aos fornecedores customizarem ao máximo a experiência de seus clientes, o que reforça a fidelidade na relação. “A hiperpersonalização possibilita que as organizações de serviços financeiros façam recomendações de produtos mais específicos e relevantes, como aumento do limite de crédito no ponto de venda, por exemplo. O processo pode parecer complexo, mas nem tanto. Além da implantação não interromper o fluxo dos negócios, a tecnologia preserva o histórico de informações, promove a transformação digital e garante a continuidade do relacionamento comercial”, relata Almeida.

No portfólio da InterSystems, a principal solução é InterSystems IRIS® , uma plataforma de dados independente que pode ser implantada em todas as principais nuvens públicas e é compatível com ambientes multicloud e híbridos. InterSystems IRIS elimina a necessidade de integrar múltiplas tecnologias e facilita o desenvolvimento de aplicativos de alto desempenho habilitados para machine learning que conectam silos de aplicativos e dados.

Huawei apresenta soluções no CIAB FEBRABAN

A Huawei, líder mundial em Tecnologia de Comunicação e Informação (TIC), estará presente no maior evento de tecnologia para o setor financeiro da América Latina. Com o tema “Uma retomada conectada, sustentável e resiliente”, o 31º CIAB FEBRABAN acontece dos dias 22 a 25 de junho de 2021 com transmissão virtual e inscrição gratuita e reúne referências locais e internacionais do setor financeiro e de tecnologia, palestrando sobre oito temas, que vão de 5G a projeções de retomada pós-crise.

No dia 22 de junho, a partir das 13h30, o Diretor de Transformação Digital da Huawei, Chen Kun-Te, participa do painel “O digital atrai os digitais: a consolidação dos neobanks na era conectada”. Ele estará acompanhado de três representantes de instituições financeiras para apresentarem suas visões e experiências sobre a expansão dos neobanks.

A experiência de Chen Kun-Te sobre o tema vem da liderança em projetos de posicionamento estratégico, transformação de processos de negócios, estratégia de marca e operações e controle de risco para bancos e bandeiras de cartões de crédito. Ele desenvolveu os serviços de cartão de crédito no Ping An Bank (ocupando a posição de CEO), bem como estabeleceu um sistema para gestão de fortunas e banco privado do China Merchants Bank (CMB, na posição de CIO), onde também auxiliou a instituição em seu posicionamento como um banco fintech.

Além do painel de Chen Kun-Te, o CIAB FEBRABAN 2021 – organizado pela Federação Brasileira de Bancos – vai explorar em apresentações de mais de 100 especialistas temáticas como experiência do cliente, inteligência artificial, ASG e finanças sustentáveis, open banking, Pix e o futuro dos meios de pagamento, blockchain, inovação aberta, internet das coisas, Lei Geral de Proteção de Dados e cibersegurança.

Evento: CIAB FEBRABAN 2021
Datas: 22, 23, 24 e 25 de junho
Horário: Das 9h às 18h15
Inscrição e programação completa:
https://ciab2021.noomis.febraban.org.br/evento/ciab2021

Abstartups lança estudo sobre agtechs

Em busca de compreender o ecossistema em suas diversas atuações, a Associação Brasileira de Startups , entidade sem fins lucrativos que promove o ecossistema brasileiro de startups, em parceria com a Dell, lança o Mapeamento de Agtechs 2021 – Estudo das agtechs no Brasil e suas tecnologias.

O recente estudo tem como objetivo atualizar as informações sobre o segmento e conhecer melhor os desafios que as agtechs do país enfrentam neste momento. O setor agrícola é um dos mais importantes e lucrativos do Brasil, visto que em 2019 foi o responsável por movimentar mais de 20% do PIB brasileiro. As Agtechs representam 11,8% entre os segmentos mais comuns, ficando apenas atrás das startups relacionadas a educação e bem-estar. Ainda de acordo com o mapeamento, 47,1% das agtechs brasileiras já receberam investimentos – quase o dobro da média geral em todos os setores (26,7% em 2020).

O mapeamento classifica as startups em três momentos da gestão agrícola: antes da porteira (tudo que é necessário para a gestão agrícola, mas que não atua na fazenda); dentro da porteira (que envolve diretamente os produtores agropecuários); e depois da porteira (que se refere a tudo após a produção agrícola). No Brasil, 72,6% das agtechs estão localizadas na fase Dentro da Porteira, contra 10,2% no Antes da Porteira e 17,2% no da Porteira.

Felipe Matos, presidente da Associação Brasileira de Startups, aponta que o estudo revelou que o futuro do agronegócio está totalmente focado na tecnologia que já está revolucionando o setor: “Não resta dúvidas, que o futuro do agronegócio está totalmente atrelado a tecnologia, já que esta é a ferramenta base das soluções que vem revolucionando o setor, e o melhor caminho para verticalização da produção e garantir a escalabilidade das produções”.

“Com esse novo estudo, queremos trazer mais visibilidade e reforçar a importância das agtechs para a economia brasileira e em nosso ecossistema de startups. O segmento agro é um dos mais tradicionais e maduros, mas ainda com oportunidades para novas soluções e exponencial crescimento. E os resultados positivos deste estudo só comprovam esse promissor futuro”, afirma Ana Flávia Carrilo, coordenadora de Informação da Abstartups e responsável pelo estudo.

Principais insights do Mapeamento de Agtechs 2021 :
– Foram identificadas 299 agtechs ativas em todo Brasil;
– 54,1% das agtechs mapeadas estão em fase de validação e operação;
– O setor é majoritariamente composto por empreendedores homens, com 85,4% dos fundadores do gênero masculino;

– São Paulo é o estado com maior representatividade de agtechs (27,4%), seguido por Rio Grande do Sul (17,2%) e Paraná (12,7%);

– 47,1% das agtechs já receberam investimentos;
Para ter acesso ao estudo completo, acesse: https://abstartups.com.br/mapeamento-agtech/

Alvarez & Marsal investe na Booming Tech Hub

A Alvarez & Marsal segue investindo em tecnologia e inovação. A mais recente iniciativa da consultoria é a parceria com a Booming Tech Hub , empresa que promove mentoria, investimento e tecnologia para startups, para acelerar a cultura de corporate innovation no mercado global. Com a parceria, o ecossistema da Booming apoiará no desenvolvimento dos projetos que surgem dentro dos programas de inovação da A&M, além de executar a negociação com startups e gerir aportes às novas empresas. Desde 2019, a A&M aposta em inovação e empreendedorismo no Brasil, com a criação da plataforma BizHub e o fundo de venture capital Next A&M. Este ano, a consultoria pretende fechar entrada em mais cinco novas startups, alcançando um crescimento de dois dígitos em investimentos em relação ao ano passado, quando selecionou 12 startups entre healthtechs, agritechs, retailtechs e payment, com aporte médio de R﹩500 mil em cada uma.

“A Booming Tech Hub já atua conosco e nossos clientes com soluções de Fast Prototyping nos novos projetos, além de nos trazer dois dos nossos 14 investimentos. Certamente, participar de uma startup como a Booming Tech Hub potencializa o nosso espírito de ‘empreender para revolucionar’ e reforça o nosso posicionamento de criar e implementar novos modelos de negócio e fontes de receita”, pontua Luis Camisasca, líder de Inovação da A&M.

Segundo João Braga, CEO da Booming Tech Hub, o objetivo da parceria é unir forças e capacidades. “Temos a chance de trazer a nossa experiência e rede de contatos do mercado das startups e aproveitar o tamanho da estrutura e a capilaridade que a A&M apresenta no mercado global. Juntas, as empresas são capazes de unir tamanho, velocidade e direção na operação”, finaliza.

Os serviços serão realizados de forma ágil, integrada e com qualidade, atributos essenciais no desenvolvimento de startups de tecnologia, que apresentam alto potencial de crescimento e resposta a demandas urgentes. Ao otimizar o desempenho e maximizar o valor agregado, é possível construir pontes entre aqueles que querem transformar realidades e quem tem apetite por investir em novas ideias. E quem ganha é a sociedade.

Até o final de 2021, a Alvarez & Marsal pretende lançar o segundo fundo de venture capital de startups na ordem de US﹩ 20 milhões. Diferente do primeiro, o Next A&M 2 terá participação internacional, aproveitando os 4 mil consultores espalhados pelo mundo para investir em projetos na China, Emirados Árabes Unidos e Israel.

IBM anuncia parceria com 30 organizações para atualizar as habilidades da força de trabalho e conectá-la a oportunidades reais de carreira

Arvind Krishna, CEO da IBM (NYSE: IBM ), anunciou hoje na VivaTech uma nova parceria com 30 organizações globais, incluindo governos, institutos de educação superior, organizações sem fins lucrativos e agências de emprego, com o objetivo de melhorar as habilidades e a empregabilidade de populações carentes.

De acordo com o Fórum Econômico Mundial, fechar a lacuna global de competências poderia adicionar US$ 11,5 trilhões ao PIB global até 2028, mas os sistemas de educação e treinamento devem acompanhar as demandas do mercado. Além disso, conforme refletido em um novo estudo do IBM Institute for Business Value (IBV), os candidatos a emprego enfrentam grandes desafios, com um em cada quatro consumidores pesquisados ​​globalmente planejando mudar de empregador em 2021.

“Fechar a lacuna de habilidades globais é uma das questões mais urgentes de nosso tempo”, comentou Arvind Krishna, presidente e CEO da IBM. “É por isso que estou orgulhoso dessas parcerias, que ajudarão pessoas de todas as origens a adquirirem as habilidades que precisam para prosperar na economia global dinâmica.”

A aliança se estende a 12 países e inclui ActionAid Italia Onlus, The American Indian Foundation Trust, Andhra Pradesh State Skill Development, Argencon, Bay Area Community College Consortium (BACCC), Bruxelles Formation, Cité des Métiers, CSC Academy, CSRBOX, Edunet Foundation, Fondazione Human Age Institute, Fundación Konecta, Junior Achievement Americas, Junior Achievement Italy, Laboratoria, Mission Locale de Paris, Reacha Foundation, Tata Community Initiatives Trust, The Royal Alberta College, Technifutur®, Technology Ireland ICT Skillnet, Training Point, Turkish Industry & Business Association (TÜSİAD), Unnati Foundation, Uvi Jagriti Sansthan, VetsinTech, Jeevitam-VSS Tech Solutions Pvt Ltd, Workforce Development Inc., e 60 000 rebonds.

Essas organizações irão alavancar o programa de aprendizado online IBM SkillsBuild com seus membros, principalmente populações carentes, como veteranos, mulheres, minorias, refugiados e jovens adultos desempregados. O programa é projetado para treinar candidatos a emprego dentro de 3-6 meses com prontidão profissional no local de trabalho e habilidades técnicas, ganhar distintivos e credenciais reconhecidos pelo mercado, em idiomas locais e com orientação pessoal.

Além disso, o ManpowerGroup, a terceira maior empresa de recrutamento do mundo, conectará os candidatos com oportunidades reais de carreira. A marca Experies, do ManpowerGroup – líderes globais em recrutamento em IT – irá prover insights baseados em dados sobre as funções em tecnologia que estão sendo buscadas pelos empregadores, alavancando sua experiência no desenvolvimento de talentos e conectando pessoas às posições em cloud e infraestrutura, cibersegurança, análise de dados, digital workspace e aplicações corporativas. Os Talent Agents do ManpowerGroup irão oferecer avaliações, coaching e apoio personalizado para ajudar estudantes das organizações desta aliança no acesso a carreiras em ascensão e no desenvolvimento de empregabilidade a longo prazo.

A parceria apoiará a meta da IBM de treinar 500.000 pessoas até o final do ano por meio do programa IBM SkillsBuild. Além disso, a aliança coletivamente:

• Proporcionará a 15.000 pessoas experiências de aprendizado baseadas em programas especiais, incluindo treinamento personalizado e a oportunidade de se candidatar a um emprego.

• Conectará a força de trabalho a oportunidades reais de carreira, incluindo o compromisso de garantir 7.000 empregos em diferentes setores.

“70% dos empregadores não conseguem encontrar as habilidades que precisam para funções como análise de dados, desenvolvimento de software e atendimento remoto ao cliente”, disse Jonas Prising, Chairman e CEO do ManpowerGroup. “A única forma de resolvermos essa escassez aguda de talentos é por meio de parcerias entre negócios, governo e educação. É por isso que estamos satisfeitos com a parceira com empresas como a IBM que compartilham nossa missão de criar uma força de trabalho mais qualificada e diversificada, de forma que todos sejam capazes de ter uma parcela mais justa de prosperidade.”

“Estamos vendo um aumento na demanda por novas habilidades necessárias para os futuros empregos em tecnologia como inteligência artificial, cibersegurança, análise de dados e computação em nuvem. A IDC acredita que as parcerias que a IBM anunciou são essenciais para ajudar a atender as demandas de empregos em tecnologia para o futuro. No entanto, a parceria com a ManpowerGroup é um complemento perfeito para a missão do IBM SkillsBuild de fornecer treinamento para grupos sub-representados, pois proporciona oportunidades significativas de carreira para os participantes certificados do IBM SkillsBuild “, disse Curtis Price, VP, Social, Responsabilidade Ambiental e Ética na IDC.

“A educação é uma forma excelente para desenvolver um mindset empreendedor e gerar caminhos para a empregabilidade no mercado de trabalho”, disse Leo Martellotto, Presidente da Junior Achievement Americas. “Estamos entusiasmados com esta aliança, pois nos permitirá continuar a inspirar e preparar os jovens para o sucesso em uma economia global com as habilidades necessárias para o futuro dos empregos”.

Rodadas virtuais de negócios abrem oportunidades de exportação para empresas brasileiras

A ação, promovida pela Apex-Brasil, vai colocar os participantes em contato com compradores internacionais. A primeira fase de inscrições se encerra em junho

Empresas brasileiras do agronegócio terão a oportunidade de se qualificar para exportação com imersão virtual em estratégias e oportunidades de negócios na Agro Meet&Export, a série de missões digitais lançada pela Agência Brasileira de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), em parceria com os Ministérios das Relações Exteriores (MRE) e da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA).

A primeira fase de inscrições se encerra em junho e empresas de diversos segmentos podem se inscrever. As rodadas têm início em agosto e se estendem até dezembro, sendo que cada setor terá uma data específica para participar das negociações. A ação vai colocar os participantes brasileiros em contato com compradores da Argentina, Uruguai, Emirados Árabes, Arábia Saudita, China, Índia, Estados Unidos, Reino Unido, Colômbia, Israel e países da América Central e Europa.

Os participantes de cada missão terão acesso a seminários com especialistas e parceiros locais sobre temas essenciais para a atuação em cada região e poderão realizar visitas técnicas virtuais para conhecer os principais atores e tendências do seu segmento de atuação. Ainda, cada empresa poderá receber mentoria individual com consultorias locais especializadas, diagnóstico personalizado e indicação de estratégias de exportação para o seu portfólio de produtos para o mercado-alvo.

O calendário de missões virtuais inclui as seguintes datas, mercados e setores:

● Argentina e Uruguai (agosto e setembro) – Banana, abacaxi, abacate e polpa de açaí; demais frutas frescas ou polpas;

● Emirados Árabes e Arábia Saudita (agosto e setembro) – Polpas de frutas congeladas e polpa de açaí;

● Europa (setembro) – Ingredientes e temperos;

● Índia (outubro) – Pulses e especiarias;

● Israel (outubro) – Sucos; chás; açaí e produtos derivados de açaí; superfoods;

● Estados Unidos (outubro e novembro) – Pet Food;

● Indonésia (outubro e novembro) – Superfoods e healthy foods; bebidas alcoólicas; sucos de frutas;

● Reino Unido (outubro e novembro) – Bebidas alcoólicas e não alcoólicas;

● Colômbia e América Central (outubro e novembro) – Superfoods e healthy foods;

● China (novembro e dezembro) – Pescados e laticínios.

Agro Meet&Export 2021

Data: 19/8 a 10/12

Clique aqui e confira o calendário completo da Agro Meet&Export e os produtos selecionados para cada mercado.

Estudo DHL: A partir de 2022, serão necessárias entre 7 e 9 bilhões de doses ao ano para manter reinfecção baixa e reduzir o ritmo de mutação do vírus

Já passou mais de um ano desde que o mundo se deparou pela primeira vez com a notícia do novo vírus SARS-COV-2. O que vimos na sequência foi a maior crise de saúde mundial em 100 anos. A logística e as cadeias de suprimento têm desempenhado um papel vital na gestão da pandemia desde o início, garantindo a disponibilidade e a distribuição dos principais dispositivos usados no combate à pandemia, como medicamentos e suprimentos médicos, vacinas, kits, testes, suprimentos auxiliares, tratamentos e Equipamentos de Proteção Individual (EPIs).

A DHL tem feito parte da estratégia global de resposta à pandemia desde o início e já foi responsável pelo transporte de mais de 200 milhões de doses de todas as vacinas aprovadas, para mais de 120 países e territórios, por meio de 9 mil voos operados pela DHL, tendo envolvido mais de 350 de suas instalações em todo o mundo. Mais de 50 colaborações bilaterais e multilaterais foram criadas com parceiros da indústria farmacêutica e do setor público, incluindo diversos novos serviços especializados nesta área. O estudo da DHL “Aprendizados sobre a resiliência diante da pandemia” avalia o desempenho global no enfrentamento da crise e destaca o que o setor de logística aprendeu durante a corrida contra a COVID-19, identificando as principais ações de preparação para melhor gerenciar emergências de saúde pública no futuro.

“Uma vez que as vacinas contra a COVID-19 ficaram prontas, era crucial que a logística e a gestão de supply chain fossem eficientes o bastante para atender a todos os continentes com a urgência necessária”, disse Claudia Roa, Vice-Presidente do Setor Farmacêutico e de Equipamentos Médicos da DHL nas Américas. “Na DHL, desenvolvemos e implantamos soluções especializadas para a distribuição de vacinas, que possibilitaram a movimentação de volumes inéditos até então, sempre levando em conta a urgência com que as vacinas precisam chegar a cada país. A logística e o gerenciamento da supply chain desempenharam um papel fundamental durante a pandemia e, no decorrer dessa batalha, aprendemos lições valiosas”.

Foram registradas importantes conquistas em pesquisa e desenvolvimento, produção e gestão da supply chain, bem como políticas que ajudarão a superar a crise como uma comunidade global. As bases para isso foram construídas por meio de pesquisa e desenvolvimento, que possibilitou a criação de uma vacina com uma agilidade cinco vezes maior do que qualquer outra vacina da história, e também pelo aumento da produção de vacinas em tempo recorde, quadruplicando a capacidade de produção verificada antes da pandemia de COVID-19. Por meio da logística e supply chain, as vacinas que salvam vidas estão sendo entregues a pacientes de todo o planeta. Embora tenha sido necessário cumprir requisitos sem precedentes na cadeia fria de distribuição – até -70°C de temperatura para transporte e armazenamento – a logística possibilitou a distribuição em uma velocidade três vezes mais rápida do que a de costume. Além disso, as ações multilaterais realizadas por diferentes atores da saúde pública e do governo possibilitaram a criação de uma estrutura propícia para acelerar o desenvolvimento e a implementação das vacinas.

“Todos os setores, indústrias e nações devem trabalhar em conjunto para vencer com sucesso a fase aguda desta pandemia”, acrescentou Roa. “Firmar parcerias sólidas e alavancar a análise de dados será fundamental para combater com sucesso essa e qualquer outra pandemia no futuro”.

Colaboração é essencial para a distribuição global de vacinas

Para atingir níveis elevados de imunização, estima-se que será necessário cerca de 10 bilhões de doses até o final de 2021. Até o momento, apenas quatro países alcançam taxas de vacinação superiores a 50% de suas respectivas populações – e muitos dos países e territórios restantes têm infraestruturas menos desenvolvidas, o que torna a implementação ainda mais desafiadora nesses locais. Para acelerar a entrega de vacinas, os seguintes aspectos precisam ser levados em conta:

• Os diferentes setores da economia e os governos devem promover a colaboração, com foco específico no estabelecimento de parcerias sólidas e na criação de uma infraestrutura de dados de apoio.

• Para garantir os fluxos de abastecimento, é necessário realizar uma gestão proativa das capacidades de transporte e dos fluxos sustentáveis de devolução de embalagens. Isso é de extrema importância, uma vez que mais de 95% das doses da vacina para a COVID-19 no mundo são fabricadas em apenas oito países, a partir dos quais devem ser distribuídas para o resto do mundo.

• Também devem ser implementados modelos de distribuição terrestres no trecho final da entrega (last mile delivery) com base nas necessidades locais específicas, priorizando a localização estratégica dos armazéns, a sincronização dos fluxos de vacinas e produtos auxiliares, bem como a quantidade e a localização dos pontos de vacinação existentes em cada local.

A infraestrutura logística e as capacidades estabelecidas deverão ser mantidas nesse nível nos próximos anos, uma vez que serão necessárias entre 7 e 9 bilhões de doses adicionais de vacinas todos os anos para manter as taxas de reinfecção baixas e reduzir o ritmo de mutação do vírus – isso sem contar com as flutuações sazonais.

“Embora tenhamos sido ágeis durante esta pandemia, devemos nos manter preparados para grandes fluxos de pacientes e volumes de vacinas, preservar a infraestrutura e a capacidade logística instaladas e nos planejar para as flutuações sazonais, fornecendo uma plataforma estável e bem equipada ao longo dos próximos anos”, explicou Roa.

Planejamento futuro

De acordo com o estudo, o planejamento futuro é algo essencial para identificar e prevenir crises de saúde por meio de cooperação ativa, ampliação dos sistemas globais de alerta, agenda integrada de prevenção de epidemias e investimentos específicos em P&D. Também é recomendado expandir e institucionalizar medidas de contenção e combate ao vírus (por exemplo, rastreamento digital de contatos e criação de reservas nacionais) a fim de garantir a preparação estratégica e tempos de resposta mais eficientes. Para facilitar a rápida distribuição de insumos e medicamentos – incluindo produtos para diagnóstico, tratamento e vacinação – os governos e a indústria precisarão manter as capacidades de produção permanentemente disponíveis, com pesquisas sobre modelos, sistemas de produção e planos de provisionamento, além de expandir as capacidades locais de implementação.

Para ler o estudo na íntegra, clique no seguinte link: https://www.dhl.com/pandemic-resilience.

Azul lança “Azul Wi-fi”, que contará com 35 aeronaves com sistema de Wi-Fi Grátis a bordo até o fim deste ano

Nesta quinta-feira (17), a Azul dá mais um passo em seu compromisso de proporcionar a melhor experiência a bordo possível aos seus Clientes. O lançamento do Azul Wi-fi pretende revolucionar o conhecido modo avião em um recurso mais conectado, divertido e cheio de entretenimento ao oferecer internet gratuita nos voos, que se juntará à já conhecida TV ao vivo com mais de 40 canais, aos memoráveis Snacks da Azul e à Revista Azul.

O sistema de WiFi Grátis a bordo é um marco na aviação comercial, já que o mesmo serviço é cobrado por outras empresas do setor. “O nosso Modo Azul pretende deixar a experiência de nossos Clientes a bordo ainda mais completa. Durante anos, as pessoas precisaram se desconectar do mundo enquanto voavam, mas, agora, pra quem é Cliente Azul, o Modo Avião será completamente diferente e revolucionará o jeito de voar, reunindo diversas opções de entretenimento a bordo, inclusive com a nossa consolidada TV ao vivo”, afirma Marco Barbosa, Diretor de Experiência do Cliente da Azul.

A Azul já conta com 17 aeronaves com sistema de Wi-Fi instalado e pretende, até o final de 2021, ampliar esse número para 35. Para isso, a companhia vem investindo em mão de obra qualificada e nas ferramentas necessárias para a instalação desse sistema, que antes era feita fora do Brasil, e agora está a cargo do centro de manutenção da companhia em Campinas, no interior de São Paulo. “Essa nova linha de trabalho proporciona a geração de empregos formais e de mão de obra especializada em nossa cidade-chave num momento em que o Brasil precisa de ajuda na retomada econômica”, lembra Marco.

Saiba como será o CIAB FEBRABAN 2021

CIAB FEBRABAN 2021 começa na próxima terça-feira (22) e acontece até a sexta-feira (25), com a participação de 110 especialistas em 28 painéis que abordarão temas relacionados à inovação e à tecnologia no setor financeiro. Os visitantes poderão navegar na plataforma do evento, ter acesso à programação e conhecer o perfil de cada palestrante que participará dos debates, que no congresso deste ano tem programação dividida em oito trilhas.

Especialistas do setor financeiro e de diferentes segmentos, como sustentabilidade, futurismo e tecnologia, vão abordar temas relacionados à experiência do cliente; inteligência artificial; ASG e finanças sustentáveis; open banking; Pix e o futuro dos meios de pagamentos; inovação, internet das coisas, negócios inteligentes e a chegada do 5G; LGPD, cibersegurança e privacidade dos dados.

Os detalhes foram apresentados a jornalistas ontem (16) pela FEBRABAN durante encontro para detalhar como será a 31ª edição do maior congresso de tecnologia e inovação do setor financeiro da América Latina. Confira mais sobre cada uma das oito trilhas do evento:

Trilha 1 – Keynotes speakers

Os presidentes dos seis dos maiores bancos do país vão discutir iniciativas sustentáveis, concessões recordes de crédito e o fortalecimento de canais digitais no enfrentamento da crise da Covid-19, logo após a abertura com o presidente da FEBRABAN, Isaac Sidney. Confirmaram participação, no dia 22 de junho, às 10h: Fausto de Andrade Ribeiro, presidente do Banco do Brasil; Milton Maluhy Filho, presidente do Itaú Unibanco; Octavio de Lazari Junior, diretor-presidente do Bradesco; Pedro Duarte Guimarães, presidente da Caixa; Roberto Sallouti, CEO do BTG Pactual; e Sergio Rial, presidente-executivo do Santander Brasil.

O escritor e empreendedor Scott Galloway , professor de Marketing da Stern School of Business da Universidade de Nova York, vai apresentar uma visão do mundo pré e pós-pandemia, o impacto no setor financeiro e as tendências de novos comportamentos no cotidiano das pessoas no primeiro dia do evento (22).

Enviado Especial das Nações Unidas para Ação Climática e Finanças, o economista Mark Carney , Vice Chair da Brookfield Asset Management e head de ESG e Investimentos de Impacto, vai falar no dia 23, entre outros assuntos, sobre sua atuação com foco no desenvolvimento de produtos que combinam resultados sociais e ambientais positivos para investidores.

Don Tapscott , cofundador e chairman do Blockchain Research Institute e CEO do Tapscott Group, vai mostrar no dia 24 a sua visão sobre a aplicação da tecnologia no mundo e as oportunidades de negócios no painel “Blockchain ganha escala e aparece no radar das empresas”.

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto , fará o encerramento do evento e abordará os próximos passos das iniciativas e estratégias de digitalização e modernização do sistema financeiro.

Trilha 2 – A inteligência artificial e a conexão com o cliente

Na trilha que abordará inteligência artificial e a conexão com o cliente, temas como o desenvolvimento de código automatizado, a popularização dos assistentes voz e a ética dos bots serão discutidos pelos especialistas do setor.

Trilha 3 – Open banking e inovação aberta

A inovação aberta e o open banking também ganham destaque na trilha que vai mostrar como o setor está se relacionando e se preparando para esse novo cenário, que criará novas oportunidades para os clientes e para os bancos. Temas como a atuação das fintechs no país e os novos marcos regulatórios também estarão em pauta.

Trilha 4 – Pix e o avanço das transações digitais

O congresso vai debater ainda o sistema de pagamento instantâneo Pix, lançado em novembro do ano passado, e o avanço das transações digitais, com novos produtos, a moeda digital, o stablecoin, os ativos digitais e seus impactos no mercado, com especialistas do setor e do Banco Central. A bancarização , que ganhou impulso ainda maior com o isolamento social e o uso dos canais digitais, e o blockchain , também fazem parte dessa trilha.

Trilha 5 – Agenda ASG e as finanças sustentáveis

Uma das principais trilhas do CIAB FEBRABAN 2021 é sobre a agenda ASG e as finanças sustentáveis , que estarão em debate em diversos painéis dos eventos – começando no dia 22 de junho, com o primeiro painel de abertura do congresso, com os CEOs das seis das maiores instituições financeiras do país. Especialistas da área de sustentabilidade vão traçar um panorama das finanças verdes e a atuação do setor financeiro no tema.

Trilha 6 – Os dados, a nuvem e a segurança cibernética

Especialistas em segurança digital e proteção de dados mostram novas soluções, ações, campanhas de prevenção e os esforços no combate ao cibercrime. Se, de um lado, as tecnologias de proteção estão sendo aprimoradas, do outro, o cibercrime ganha escala e sofisticação. Em meio a essa “guerra digital”, organizações de todos os setores buscam estratégias e tecnologias para garantir a segurança dos clientes e empresas no mundo online.

Além de cybersegurança, a trilha vai debater ainda o uso de dados, a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) e tecnologias como analytics, nuvem, entre outras.

Trilha 7 – 5G, IoT, a era dos negócios inteligentes e conectados

A revolução do 5G e como o setor de telecomunicações brasileiro se mobiliza para a implementação da nova geração de dados móveis no país é parte da trilha 7 do evento, que abordará a integração dos mundos físico e digital com o chamado conceito phygital. A internet das coisas (IoT) e as oportunidades na era dos negócios inteligentes e conectados também ganham destaque nos painéis.

Trilha 8 – Pandemia, mercado digital e a retomada

As ações do setor bancário durante a pandemia e o comportamento do mercado digital nesse período entram em debate no CIAB 2021, que vai mostrar a importância de iniciativas do setor financeiro, além de apoio e incentivo ao papel fundamental da ciência e de laboratórios de pesquisa neste momento. A trilha vai abordar ainda o crescimento e surgimento de novas empresas de tecnologia, a expansão do e-commerce, fintechs e startups nesse cenário.

Pesquisa FEBRABAN de Tecnologia Bancária é um dos destaques

A Pesquisa FEBRABAN de Tecnologia Bancária 2021, com informações sobre o avanço dos canais digitais, os reflexos da pandemia na digitalização e o volume de investimentos dos bancos no último ano será divulgada no dia 24 de junho, em painel que acontece das 9h às 10h. Na sequência, haverá uma entrevista coletiva para detalhar o estudo, realizado em parceria com a consultoria Deloitte.

Plataforma virtual

Uma apresentação em 3D da plataforma vai entrar no ar no primeiro dia do evento (22), a partir das 9h, mas já é possível navegar pelo site do evento , ter acesso à programação completa e conhecer o perfil dos palestrantes e patrocinadores do congresso de TI. Além de navegar pelo auditório, é possível visitar os estandes virtuais das empresas parceiras do CIAB FEBRABAN 2021.

Quem navegar por todos os estandes da feira vai concorrer a cinco smartphones que serão sorteados no final do evento. É preciso fazer o check-in e registrar a participação em todos os estandes virtuais, a partir de um mesmo dispositivo eletrônico, no prazo de duração do CIAB 2021, para poder participar do concurso.

O congresso acontece de forma híbrida para alguns participantes e moderadores, que estarão no Espaço Iate, na avenida Higienópolis, em São Paulo, local escolhido para a sediar os debates. Um telão fará a transmissão dos palestrantes que vão participar de forma remota. Todas as medidas e protocolos de segurança que o momento exige serão seguidos com rigor, segundo os organizadores, para receber de forma segura os convidados.

Inscrição gratuita

Para participar do CIAB FEBRABAN 2021, basta preencher um cadastro simples com informações como nome, e-mail, CPF e empresa, além de criar uma senha para acesso. Faça a sua inscrição . Confira a programação completa do evento.

Mais de R$ 6 bilhões devem ser injetados no ecossistema de tecnologia catarinense em 2021, estima ACATE

As movimentações financeiras estão aquecidas no setor de tecnologia catarinense. A onda de investimentos, processos de fusões e aquisições e estreia de empresas na bolsa de valores, que teve início no fim de 2020, segue a todo vapor com novos anúncios. A Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE) estima que nos últimos cinco  meses foram injetados mais de R$ 5 bilhões em empresas do estado por meio destes aportes e, até o fim de de 2021, a expectativa é alcançar pelo menos mais R$ 1 bilhão em investimentos em negócios na economia catarinense por meio do setor de tecnologia. 

No  último IPO do ano de 2020, a Neogrid, que atua com sistemas de gestão de supply chain, estreou na B3. A empresa de Joinville captou R$ 486 milhões em sua oferta inicial. No mês de março deste ano, a empresa anunciou a aquisição da Smarket Solutions, startup de Florianópolis que atua com gestão e criação de promoções e trade marketing, por R$ 8,5 milhões, com um valor total na negociação que pode chegar a R$ 17 milhões. 

 O ano de 2021 começou com o anúncio da Softplan, uma das principais desenvolvedoras de software do Brasil, sobre a aquisição de 51% das cotas da Checklist Fácil, scale-up especializada em software para criação e aplicação de checklists, avaliada em R$ 46 milhões. A Softplan também criou uma área de M&A, com perspectivas de investir R$ 200 milhões em três anos.  

Em março, foram diversos anúncios no ecossistema catarinense. Um levantamento da plataforma Sling Hub apontou que, o estado ocupou o segundo lugar no ranking nacional de investimentos em startups, com cerca de R$ 202 milhões em aportes, atrás somente de São Paulo.  

O mês também ficou marcado pela compra de 92% da RD Station pela Totvs por R$ 1,86 bilhão, a maior movimentação financeira já registrada no setor de tecnologia catarinense e maior transação privada de M&A na área de software do país. Criada há 10 anos em Florianópolis, a RD Station tem 750 funcionários e atende 30 mil empresas em 20 países com seus softwares que ajudam a digitalizar pequenas empresas.  Outros anúncios de aquisição do mês foram o da startup Effecti, de Rio do Sul, especializada em tecnologia para licitações pela Nuvini, holding de empresas SaaS; e a compra da Pollux, empresa de Joinville que possui soluções para transformação digital em fábricas, pela Accenture; e a aquisição da BR Conselhos, de Blumenau, pela Datainfo. Os valores das três transações não foram revelados.

Também em março que a Intelbras, empresa catarinense de câmeras e equipamentos de segurança eletrônica e comunicação, fez sua estreia na bolsa de valores, movimentando R$ 1,3 bilhão em sua oferta pública inicial de ações. Segundo a empresa informou, os recursos serão utilizados para aquisições, expansão da capacidade industrial, ampliação de soluções de software e hardware e expansão dos canais de varejo. Em abril,  a Intelbras anunciou sua primeira aquisição após o IPO, adquirindo a Khomp – empresa catarinense que possui soluções de convergência entre computador e telefonia – por R$ 89,1 milhões. 

No mês de abril, mais uma aquisição foi anunciada: a Medical Harbour, healtech de Florianópolis especializada em soluções de virtualização de imagens de anatomia e radiologia. A Afya Limiter pagou R$ 5 milhões pela empresa.  “Os primeiros quatros meses do ano foram muito significativos para Santa Catarina e existe uma estimativa de que o mercado de venture capital continue aquecido. Muitos fundos estrangeiros estão olhando estrategicamente para o Brasil e o mercado de tecnologia. Além disso, os ecossistemas fora do eixo Rio – São Paulo estão conseguindo ter empresas maduras para receber esses investimentos, como é o nosso caso”, explica o presidente da ACATE, Iomani Engelmann. 

Além das aquisições, catarinenses atraem investidores

Os investimentos de gestoras de venture capital, fundos e grupos de investidores anjos em empresas de tecnologia catarinenses para expansão dos negócios também chamam atenção. A Knewin, de Florianópolis, recebeu um aporte de R$ 40 milhões do fundo Oria Capital. A startup desenvolve soluções de monitoramento de notícias e redes sociais. Outra empresa da capital que também foi investida é a Kyte, que desenvolve um aplicativo de vendas online. O aporte de R$ 5,5 milhões foi liderado pela DGF Investimentos em conjunto com a Honey Island Capital e Caravela Capital. 

A Rede de Investidores Anjo (RIA), uma parceria entre a ACATE e a Anjos do Brasil, finalizou o primeiro trimestre comemorando rodadas de investimentos em cinco empresas. A Quiron (Lages), startup especializada em monitoramento remoto de ameaças florestais, foi uma das investidas, e recebeu um aporte de R$ 750 mil.

Outras empresas catarinenses de tecnologia que receberam investimentos recentes foram a Anestech (Florianópolis) – R$ 3 milhões de investidores-anjo; a Kiwify (Balneário Camboriú) – US$ 125 mil da aceleradora Y Combinator; a Refera (Florianópolis)  – investimento de R$ 1.5 milhão da Ibagy, Brognoli e Sienge (Softplan); e a Bria Saúde, que recebeu R$ 1.2 milhão da Nion Network. 

Maio também iniciou movimentando. Nesta semana o Grupo Nexxees adquiriu a startup de meios de pagamento Gold Solutions. O valor investido será dividido em duas etapas, ao longo de 24 e 36 meses, sendo que a primeira será de R$ 2,4 milhões. Outra aquisição anunciada foi a  da Eyemobile, empresa que fornece soluções digitais para PMEs, por parte da Getnet, empresa de pagamentos do Grupo Santander. O valor não foi revelado. 

Goldman Sachs, BNP Paribas, Deutsche Bank e Grupo UBS lançam 3ª edição do Dn´A Women

Estão abertas as inscrições para a 3ª edição do programa Dn’A Women – Develop and Achieve,curso gratuito de desenvolvimento pessoal e profissional à estudantes universitárias cisgênero e transgênero. São 80 vagas para mulheres de qualquer lugar do país. O projeto, que teve início em 2019, foi criado em parceria entre os bancos Goldman Sachs, BNP Paribas, Deutsche Bank e Grupo UBS no Brasil com o objetivo de incentivar a diversidade, equidade e liderança das mulheres no mercado financeiro. Para participar do processo seletivo é necessário ter nível intermediário de inglês e estar cursando qualquer universidade, com a graduação prevista entre o final de 2023 e 2024. As inscrições vão até 28 de junho.

As aulas serão aos sábados, das 10h às 13h, via plataforma online, com início em 07 de agosto e término em 11 de dezembro de 2021. A programação está dividida em cinco módulos: comunicação, finanças pessoais, mercado financeiro, liderança e autoconhecimento. Além das competências técnicas, o curso visa as habilidades comportamentais, hoje conhecidas como “soft skills”. As 80 estudantes contarão ainda com a mentoria pessoal de executivxs dos bancos. Ao todo, serão 160 mentores.

O processo seletivo vai até o dia 30 de julho e terá três fases – mapeamento de perfil, testes online (incluindo de inglês) e entrevista individual online. O Dn’A Women também conta com o apoio da WILL (Women in Leadership in Latin America), Cescon Barrieu, Grupo Cia de Talentos, Bettha, Bloomberg e B3. O conteúdo do programa é facilitado por empresas também lideradas por mulheres como a Serh1, Denise Damiani Consultoria, Eufrásia, SHP Treinamentos, Impulso Beta e The School of Life.

Serviço

Dn’A Women 2021 (Develop and Achieve Women)

Vagas: 80

Inscrições: até 28 de junho pelo site https://www.atsglobe.com/hotsite/dnawomen2021

Requisito: Necessário ter nível intermediário de inglês e estar cursando qualquer universidade, com a graduação prevista entre final de 2023 e 2024

Início das aulas: em 7 de agosto

GRATUITO

O que muda no setor de Wi-Fi e como os provedores de serviços podem se beneficiar disso

Por Marcos Takanohashi

Estamos vendo um novo cenário quando o assunto é conectividade sem fio. E os provedores de serviço poderão tirar proveito de três mudanças na tecnologia Wi-Fi nos próximos três anos. Esses marcos importantes da tecnologia em Wi-Fi serão introduzidos da seguinte forma:

  • Disponibilidade de clientes e pontos de acesso Wi-Fi 6
  • Oferta iminente do espectro de 6 GHz em vários países e dos dispositivos Wi-Fi 6E que o suportam
  • Finalização dos recursos de operação do Wi-Fi 7

Isso é muito para ser absorvido nos planos de qualquer provedor de serviços, especialmente porque muitos ainda precisam implementar soluções de Wi-Fi 6. Uma decisão importante, portanto, é decidir como conciliar o ponto de acesso e a disponibilidade do cliente nos próximos três anos. Haverá também novas dinâmicas em jogo – semelhante ao momento em que o 802.11n introduziu o suporte ao espectro de 5GHz e a aplicação chave foi o suporte ao streaming de vídeo sobre IP, que ainda compõe cerca de 80% de todo o tráfego residencial.

Wi-Fi 6

Vamos começar com o que está disponível hoje: Wi-Fi 6 com gateways, pontos de acesso e extensores, que começaram sua jornada no varejo há mais de um ano. Quando esses pontos de acesso substituem a tecnologia Wi-Fi 5 da geração anterior, o desempenho geral do Wi-Fi em uma casa com uma variedade de dispositivos clientes (Wi-Fi 4, 5 ou 6) aumenta tanto em rendimento quanto em alcance.

Isso pode ser atribuído a vários fatores, entre os quais melhor design de ponto de acesso, melhorias em amplificadores de potência de módulo front-end e LNAs e uso mais eficiente de uma camada física de Wi-Fi em ambientes de Wi-Fi misto. Esses benefícios tornam o Wi-Fi 6 a escolha óbvia para service providers que implantarem novos dispositivos em 2021, a fim de melhorar a conectividade doméstica geral.

Wi-Fi 6E

O Wi-Fi 6E representa um dos avanços mais significativos para o Wi-Fi em anos, e a grande questão é como levá-lo aos consumidores. Além de oferecer o espaço adequado para o tráfego nas bandas de 2,4 GHz e 5 GHz, o Wi-Fi 6E oferece melhor QoS para os usuários e suporte a novos serviços de baixa latência, alta velocidade e bookended. A questão é que apenas dispositivos compatíveis com Wi-Fi 6E podem usar esse novo espectro, o que acelera a adoção dos novos recursos de eficiência e fornece um benefício imediato para novos serviços, em matéria de velocidade  e baixa latência.

No entanto, o Wi-Fi 6E vem com um conjunto único de obstáculos:

  • Cada país deve aprovar 1,2 GHz ou 500 MHz de espectro para uso não licenciado
  • É preciso também definir os níveis de energia para uso móvel, interno e externo de Wi-Fi de 6 GHz
  • Há uma nova complexidade em torno da introdução de rádios tri-band 2,4 GHz, 5 GHz e novos 6GHz

O Wi-Fi 6E é uma solução para provedores de serviços que será implantada em 2022 na maioria dos países. Mas mesmo onde já existem acordos regulatórios para 6 GHz – como Estados Unidos, Coreia do Sul, Chile, Índia e Reino Unido – será necessário algum tempo para que as soluções de 6 GHz sejam implantadas pelos provedores de serviços. Entre as principais considerações a serem feitas estão:

  • Qual é  o valor para o consumidor nessa nova solução?
  • Como esse valor se apresentará em uma oferta de serviço?
  • Quais serviços podem ser oferecidos antecipadamente, por conta da taxa de churn, para as novas soluções 6E?

Com quase 66 Gbps de capacidade em 1,2 GHz de espectro, quem puder tirar vantagem disso primeiro, com alguns casos de uso e recursos importantes, estará bem posicionado para conquistar o consumidor. No caso do provedor de serviço, será necessário considerar os seguintes elementos-chave:

Introdução de SKUs adicionais de dispositivos com capacidade para Wi-Fi 6E tri-band (além de dispositivos Wi-Fi 6 dual-band) – Haverá sobreposição entre a implantação de dispositivos Wi-Fi 6 DBC e Wi-Fi 6 TBC por vários anos.

Introdução de novas redes de conectividade doméstica sem fio orientadas por provedores de serviços – Ela conduzirá a integração de novos clientes com capacidade para Wi-Fi 6E e níveis de

desempenho mais altos e estendendo as redes de acesso das casas por meio do Wi-Fi em 6 GHz e criando o determinismo para usuários finais que apenas o agendamento com base no OFDMA do Wi-Fi 6E pode oferecer.

Introdução das principais soluções de dispositivos reservados para provedores de serviços

  • Solução de mesh baseada em Wi-Fi 6E para garantir a capacidade de backhaul e maximizar o potencial de 5 GHz apenas para conexão LAN. Ao mesmo tempo, utilizando a capacidade do backhaul 6GHz para conectar os poucos clientes 6E conforme apareçam.
  • Soluções STB e Smart Media Device (SMD) baseadas em Wi-Fi 6E, particularmente em áreas com alto congestionamento na faixa de 5GHz tais como condomínios de flats e MDU (multi-dwelling-units).
  • Primeiros serviços Wi-Fi determinísticos de baixa latência e sem jitter. O Wi-Fi 6E pode entregar qualidade de comunicação equivalente a um cabo Ethernet. O espectro de 6 GHz oferece uma nova plataforma para aplicações de baixa latência e sem jitter, tais como jogos e operações financeiras. Adicionalmente, serviços de alta capacidade tais como realidade virtual ou realidade aumentada precisarão do Wi-Fi 6E para criar experiencias imersivas que podem trabalhar com o determinismo dos tempos de renderização e decodificação.

As ofertas de provedores de serviços baseados em Wi-Fi 6E se alinham mais com novos casos de uso e novos serviços. Essas implantações são executadas atualmente com o gateway e pontos de acesso Wi-Fi 6 para consumidores que ainda não estão prontos para aproveitar as vantagens dos novos recursos do Wi-Fi 6E. Esperamos ver provedores de serviços liderando a adoção do Wi-Fi 6E de forma mais acelerada que a chegada de clientes Wi-Fi 6E à casa com o objetivo de estender as redes de acesso DOCSIS 3.1 e XGS-PON pela residência.

Wi-Fi 7

E tem mais! Com o IEEE 802.11be ou Wi-Fi de taxa de transferência extremamente alta (EHT – Extremely High-throughput). Atualmente sendo especificado dentro do IEEE e com expectativa de se tornar o padrão Wi-Fi 7, é uma rápida evolução do Wi-Fi 6E e naturalmente estende novos recursos alinhados ao espectro.

Para completar a jornada para tentar igualar a capacidade de qualquer solução com fio, o Wi-Fi 7 adiciona vários recursos, mas dois deles em particular definem o que é e onde será usado. Esses dois recursos principais incluem:

Canais de 320 MHz


Uma atualização significativa do suporte de 160 MHz em Wi-Fi 5/6, ampliam as modulações para 4K QAM. Juntamente com a disponibilidade de espectro de 6 GHz, dá ao Wi-Fi o potencial de suportar 10-20 Gbps em casa, criando o potencial para backbones superiores a 10 Gbps para interconectar quartos e a capacidade de fazer Wi-Fi do ambiente de 4,7 Gbps a 10 Gbps. Isso cria uma futura plataforma sem fio para aumentar a oferta de serviços.

Operação Multilink-Multiband: com pontos de acesso tri-band se tornando a norma a partir de 2023, a especificação Wi-Fi está introduzindo a capacidade de o ponto de acesso e o cliente enviarem tráfego em todas as três bandas (2,4 GHz/ 5 GHz / 6 GHz), com o próprio MAC Wi-Fi gerenciando as decisões sobre como enviar e receber esses fluxos de IP nas várias bandas. Isso substituirá efetivamente o direcionamento de banda específico visto hoje, persuadindo os clientes a usar a banda única certa para obter o melhor rendimento.

Assim, apesar do potencial de introduzir soluções baseadas em Wi-Fi 7 em 2023, este potencial será direcionado em particular pela demanda por aplicações de alta capacidade. Uma vez que a maioria das pessoas não precisará disto imediatamente, há muito espaço para soluções Wi-Fi 6 / 6E serem adotadas em sobreposição com a disponibilização do Wi-Fi 7. Entretanto, o Wi-Fi 7 vai consolidar todas as modificações feitas para o Wi-Fi 6 / 6E tais como a mudança para clientes e pontos de acesso tri-band, criando assim um conjunto atrativo para novas soluções Wi-Fi para as implementações por volta de 2025. Em particular, soluções de backbone e mesh residencial, assim como soluções de realidade virtual e aumentada adotarão rapidamente o Wi-Fi 7 como tecnologia base. Da mesma forma, novas tecnologias, tais como o DOCSIS 4.0, se alinharão naturalmente com a disponibilidade do Wi-Fi 7, levando a entrega de 10 Gbps com baixa latência para as aplicações na residência.

Resumo

Há um caminho para que os provedores de serviço aproveitem as vantagens dessas três novas mudanças na tecnologia Wi-Fi nos próximos três anos. Em seu núcleo está a filosofia principal de investir na extensão de redes determinísticas de alta capacidade e baixa latência para os próprios aplicativos do cliente, e não apenas para a rede de acesso. Todas as três soluções Wi-Fi de dual-band Wi-Fi 6 e tri-band Wi-Fi 6E e 7 terão um papel fundamental na criação da nova plataforma de redes sem fio confiáveis ​​de alta capacidade e baixa latência em que os novos serviços domésticos, como realidade virtual e aumentada, serão oferecidos no futuro.

Com o investimento de criar plataformas sem fio residenciais determinísticas, os provedores de serviços irão natualmente atrair todos os serviços para a plataforma, garantindo sua relevância para o consumidor e potenciais novos acordos comerciais com provedores OTT que buscam redes de maior desempenho e garantia para seus serviços. É  um daqueles momentos em que, se os provedores de serviços adotarem as medidas adequadas, os clientes e benefícios virão, à medida que a confiabilidade, o desempenho e a latência exigidos para o serviço se tornarem fundamentais e disponíveis, neste mundo cada vez mais digitalizado.

Marcos Takanohashi, vice-presidente de vendas para provedores de serviços para a América Latina e Caribe da CommScope