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Pandemia faz ritmo de lançamento de produtos cair 9,4% em 2020

A indústria de transformação, aquela que produz os bens de consumo mais comuns, não conseguiu fechar o ano com desempenho positivo no lançamento de produtos. O Índice de Atividade Industrial, calculado mensalmente pela Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil, demonstra que o recuo nos últimos 12 meses foi de 9,4% devido à crise econômica provocada pela pandemia.


O segundo trimestre de 2020 foi o de pior desempenho na intenção da indústria em lançar produtos, já que o impacto do distanciamento social foi mais intenso nessa época. Foi quando o índice acumulou queda de 31,5%. O índice que apresentou sua menor marca mensal histórica em junho deste ano, com -22,4%. Já entre os meses de setembro e dezembro, houve uma inversão da tendência de queda no indicador, fazendo que o resultado anual fosse de -9,4%.

Regiões


Após o terceiro trimestre, algumas regiões atingiram níveis positivos, mas não o bastante para suprir as quedas apresentadas no início do ano. A região que fechou 2020 mais próxima de uma recuperação foi a Sul, com um resultado de queda 7,3% na comparação com o ano anterior. Depois temos as regiões Sudeste, -9,1%; Norte, -14,1%; Nordeste, -15,2%; e Centro-Oeste com queda de 18,5%.

Setores


Da mesma forma que nas regiões, os dois primeiros trimestres do ano foram negativos para os cinco setores destacados pelo índice – Bebidas, Vestuário, Têxtil, Alimentos e Produtos diversos. Após o terceiro trimestre, todos tiveram resultados positivos na comparação com o mesmo período de 2019. Porém, no acumulado do ano de 2020, o único setor que apresentou resultado positivo foi Bebidas, que conseguiu recuperar as perdas e fechou o ano 0,7% acima do resultado de 2019. Na sequência, os outros setores fecharam no vermelho, como Vestuário, -1%; Têxtil, -3,8%; Alimentos, -12,1%; e Produtos Diversos (artigos de joalheria, brinquedos, instrumentos musicais entre outros), com -14,2% na comparação com o ano anterior.

Entenda o Índice GS1


Índice antecedente de produção industrial que mede a intenção de lançamento de produtos no Brasil, por meio dos pedidos de códigos barras pelas empresas.


• ORIGINAL – dado bruto reflete as solicitações de GTIN mês a mês.
• DESSAZONALIZADO – série livre de efeito sazonal, exclui efeitos típicos de meses específicos e permite uma avaliação mais intuitiva de tendência do crescimento da série entre os meses (ex. comportamento histórico de aumento de pedidos por conta de datas comemorativas).
• O Índice GS1 Brasil de Atividade Industrial será divulgado:
• Todo 1º dia útil do mês
• Primeiro indicador antecedente de Indústria a ser divulgado
• Poder explicativo adicional – não direto – com significância estatística
• Relacionado com Inovação – portfólio de produtos das empresas
• Setores relacionados com CNAE – Divisão 10 a 33
• Número Índice (Base: média de 2012 = 100)

Organizações prontas para o digital podem contribuir com o crescimento global em US﹩ 5 trilhões, revela Accenture

A adoção de soluções digitais na pandemia e as novas formas mais ágeis de operação, se aplicadas de forma ampla, poderão permitir que as empresas destravem US$ 5,4 trilhões em crescimento rentável, de acordo com o novo estudo da Accenture (NYSE: ACN).

Com base em um estudo global realizado com 1.100 executivos de alto escalão e dados financeiros com validação externa, o levantamento analisou o impacto da obtenção de níveis progressivos de maturidade das operações de negócios. Quanto mais maduras, maior o nível das capacidades digitais das empresas, como inteligência artificial (IA), nuvem e data analytics.

As conclusões da Accenture indicam que até mesmo no atual cenário de incerteza econômica, um pequeno grupo formado por empresas espalhadas pelo mundo todo – cerca de 7% – praticamente dobrou a sua eficiência e aumentou em três vezes a lucratividade em relação aos seus concorrentes. No Brasil, as organizações que estão prontas para o futuro (ou “future-ready”, em inglês) devem representar 42% do total de empresas no país até 2023 – um aumento de 21 vezes sobre os 2% atuais.

“Com as incertezas atuais passamos a valorizar ainda mais as formas diferentes e ágeis de fazer as coisas, reforçando a ideia de que as operações podem ser verdadeiras catalisadoras para a vantagem competitiva, valor transformacional e crescimento”, afirma Manish Sharma, diretor geral da Accenture Operations. “Mas isso só dá certo quando as empresas pensam grande – transformando a maneira como o trabalho é realizado em termos de tecnologia, processos e pessoas.”

Alex Colcher, líder da Accenture Operations na América Latina, completa: “As organizações que estão preparadas para o futuro sabem que o importante é maximizar os talentos, já que estamos falando de uma era que o fator humano é a chave para o sucesso. Elas estão impulsionando o futuro por meio da reformulação dos modelos operacionais, de forma a capitalizar a criatividade humana e a inteligência das máquinas para transformar a maneira como as pessoas trabalham e fazem negócios.”

Cenário brasileiro

As empresas prontas para o futuro transformam a forma de execução do trabalho usando um grande volume de dados na tomada de decisão, ampliando as capacidades dos funcionários com o uso de inteligência artificial (IA) e empregando modelos ágeis na força de trabalho. O estudo, que contou com a participação de 50 companhias com sede no Brasil, analisou os níveis crescentes de maturidade digital e operacional dessas organizações. As áreas de atenção incluem:

• Nuvem: Ao todo, 74% das empresas no Brasil usam a infraestrutura na nuvem em larga escala, enquanto 64% também buscam novas áreas para escalonar e maximizar valor.

• Inteligência da Máquina: Com foco na ampliação das capacidades humanas por meio de tecnologia, 40% das organizações no Brasil já adotaram totalmente os recursos de IA e ciência de dados – um aumento de 20 vezes em relação a apenas 2% três anos atrás – e 24% das organizações planejam expandir suas práticas de IA até 2023.

• Automação em Escala: Apenas 2% das organizações já conquistaram a maturidade nas operações. Um terço (36%) espera alcançá-la até 2023.

• Dados mais inteligentes: Na China, 64% das organizações usam analytics de forma ampla, enquanto 40% planejam expandir seu uso até 2023 – combinando-os a dados diversos – a fim de apoiar processos de tomada de decisão e gerar insights cada vez mais úteis.

• Força de trabalho ágil: No Brasil, 46% das organizações planejam escalonar as estratégias voltadas a uma força de trabalho mais ágil até 2023, permitindo a atração de especialistas a partir de uma base de talentos expandida. Trata-se de um aumento de 11 vezes em comparação com os 4% de hoje.

Ao avaliar o que a Accenture chama de “valor transformacional” – um conceito que leva em consideração o desempenho financeiro e a experiência diferenciada oferecida pela companhia – a pesquisa descobriu que os esforços de progressão para o futuro alcançaram ganhos médios de eficiência de 13,1% e aumento na lucratividade da ordem de 6,4%.

No Brasil, as organizações que avançaram no nível de maturidade operacional ao longo dos últimos três anos relataram melhorias na experiência do cliente (78%), eficiência operacional (68%), velocidade de inovação em produtos e serviços (64%), prazo para comercialização (58%), parcerias dentro do ecossistema (56%), valor de negócios gerado a partir de dados (54%), mix de talentos de funcionários e esforços de requalificação (50%) e engajamento e retenção de funcionários (40%).

Metodologia

A Accenture entrevistou 1.100 executivos de nível sênior no mundo todo, 44% dos entrevistados eram executivos C-suite de 13 indústrias espalhados por 11 países (Alemanha, Austrália, Brasil, Canadá, China, Espanha, EUA, França, Itália, Japão e Reino Unido). O estudo, conduzido em 2020, analisou quatro níveis de maturidade na operação de negócios – estável, eficiente, preditivo e pronto para o futuro. Cada nível tem como base o processo das capacidades digitais, como IA, nuvem e dados. O impacto nos negócios foi avaliado por meio de uma combinação entre as respostas da pesquisa com dados financeiros avaliados externamente de 810 das 1.100 organizações pesquisadas.

Quais os desafios dos CIOs no pós-pandemia?

Por Thiago Lopes, Country Manager Brasil da Quest Software

O primeiro movimento da pandemia foi ter lançado todo mundo para trabalhar em casa. As empresas brasileiras, inclusive, mesmo com algumas falhas, são bons exemplos de eficiência neste processo. Agora, para este pós-pandêmia que se avizinha, espera-se que o próximo movimento seja uma volta gradual e parcial para os padrões anteriores. Em resumo, o ano de 2021 será tão desafiador para os Chief Information Officer (CIOs), quanto este que passou.

De acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), em maio (pico da pandemia),  cerca de 20 milhões de trabalhadores brasileiros passaram ao modelo remoto com sucesso, observando aumento nos índices de rendimento, redução de estresse e diminuição dos custos para as empresas.

Segundo uma pesquisa divulgada em dezembro de 2020 e realizada pela companhia global de serviços imobiliários comerciais, Cushman & Wakefield, no Brasil, 73,8% das empresas pretendem instituir um regime de teletrabalho de forma permanente. Ou seja, os grandes players, provavelmente, suportarão mais tempo em regime de teletrabalho aproveitando-se do seu lastro tecnológico e pelo punch de investimentos anteriormente realizados. Com isso, continuarão apostando em soluções disruptivas, principalmente nas áreas de segurança e gestão, focados bastante em controle de acesso, gerenciamento anywhere e uma camada de governança “away from office”, tendo como principal diretriz a maleabilidade do negócio.

No entanto, a possibilidade das pequenas e médias empresas voltarem ao modelo tradicional, ou um intermediário entre o trabalho remoto e escritório, é maior. Por não terem realizado com mais afinco a jornada para uma Transformação Digital mais veloz, deverão apostar neste período ainda de crise no que já conhecem. Ou seja: em um modelo que já controlam.

Os CIOs precisam estar preparados para superar uma demanda volátil. Mesmo depois dos programas de vacinação, existe uma boa chance de enfrentarem picos durante o ano, com flexibilização de trabalho local e o já conhecido movimento de onda. Estas oscilações serão constantes até encontrarem em um curto prazo (porém intenso) ponto de equilíbrio.

Mais do que nunca, o CIO precisará ter ter uma visão diferenciada, sentir a dor da empresa, dos funcionários e dos clientes, identificando processo e jornada. Seja qual for o tamanho da companhia, é fundamental entender e realizar um mapeamento de diversos tipos de jornadas e investir em uma infraestrutura que suporte os importantes novos tempos que virão.

Thiago Lopes é Country Manager Brasil da Quest Software

Locaweb anuncia a aquisição da ConnectPlug e entra para o mercado de PDV

 A Locaweb avança na sua estratégia de M&A e anuncia a aquisição da ConnectPlug, plataforma que reúne soluções de PDV, ERP e autoatendimento para restaurantes, comercio e varejo em geral.

Fundada em 2015 em Curitiba, a ConnectPlug é uma plataforma SaaS com um sistema de ponto de venda (PDV) e uma completa plataforma de gestão. Com ampla presença no segmento de food services, a ConnectPlug oferece importantes ferramentas como a integração de pedidos em diversos marketplaces, plataformas de autoatendimento e soluções para cardápios e comandas digitais totalmente integrados com o sistema de gestão de cozinha (KDS – kitchen display system). A solução, que a princípio foi desenvolvida para o mercado de food services, ficou completa e robusta e passou a atender outros segmentos com grande foco em pequenas e médias empresas.

Com essa aquisição, a Locaweb, que já tem o mais completo ecossistema de soluções tecnológicas para PME’s e forte atuação no mercado de food services com a Delivery Direto, reforça o seu portfólio e entra para o importante mercado de soluções de tecnologia para comércio físico, e segue se consolidando como a melhor opção para digitalizar as empresas do Brasil, ampliando as possibilidades de cross-sell com a base de lojistas da Tray.

“Já começamos 2021 dando boas notícias ao mercado. Desde a abertura do capital, fizemos 5 aquisições e o mercado, tanto clientes quanto investidores, receberam muito bem essas transações, entendendo qual a nossa estratégia. Agora tenho o imenso prazer de anunciar não só mais uma aquisição, mas uma importante entrada da Locaweb no segmento de PDVs e digitalização do comércio físico, o que amplia as soluções de omnicanalidade do grupo, principalmente para integrar com as lojas da Tray e com os restaurantes atendidos pela Delivery Direto. A ConnectPlug vem para atender a essas demandas”, afirma Fernando Cirne, CEO da Locaweb.

Assim como a Locaweb, a ConnectPlug apresentou forte crescimento em 2020 e gerou receita anual recorrente (ARR) de R$ 4 milhões. Neste período, a companhia também teve um papel fundamental ajudando milhares de empresas a se transformarem digitalmente e, mesmo após a reabertura do mercado, esse crescimento segue consistente. Entendemos que esse movimento é reflexo de uma conscientização dos varejistas, comerciantes e restaurantes de que sistemas de gestão são extremamente importantes para a gestão dos seus negócios.

“Temos grande potencial de sinergia com a nossa base de clientes. Oferecer as soluções da ConnectPlug para todos os restaurantes que utilizam o Delivery Direto e para as dezenas de milhares de lojas da plataforma Tray, já será algo natural nesse primeiro momento. Além desses, temos uma oportunidade enorme de integração com demais serviços e unidades de negócios da companhia”, afirma Higor Franco, diretor geral dos segmentos Be Online & SaaS da Locaweb. “Outro ponto que nos chamou a atenção, é a grande capacidade do time super enxuto desenvolver uma solução tão completa e robusta”, completa Franco.

O setor de bares e restaurantes está investindo muito em tecnologia para se reinventar perante os desafios dos novos padrões de atendimento e tornar-se mais eficiente. Somente com o Delivery Direto, que é melhor solução de aplicativo próprio para delivery do mercado e tem tido bastante sucesso nesse segmento, a nossa base de clientes mais que dobrou de tamanho entre setembro de 2019 e setembro de 2020.

Com esta aquisição a Locaweb atinge um novo mercado e amplia a capacidade do grupo de oferecer soluções omnichannel. A ConnectPlug permite que o lojista usufrua de todas as funcionalidades que um sistema SaaS entrega, com uma vasta capacidade de emissão de notas fiscais de todo Brasil, relatórios de inteligência para o negócio e possibilidade de trabalhar offline para casos de acesso à internet mais remotos.

“Criamos a plataforma para atender a demanda de um dos sócios, que tinha um restaurante e estava muito insatisfeito com as soluções disponíveis no mercado e com o modelo de atuação delas, que eram desenhados principalmente para atender grandes empresas. Como não encontrou nada satisfatório, resolvemos revolucionar o mercado e criar a nossa, com preço justo, totalmente digital e atendendo de ponta a ponta”, afirma Rafael Hasson, cofundador e CEO da ConnectPlug.

Seguindo o modelo de atuação da companhia em outras aquisições, os fundadores Rafael Hasson, Bernardo Marques e Edson Procópio, permanecerão na operação e manterão o time de colaboradores.

Uma das pioneiras em soluções Business to Business (B2B) para transformação digital de negócios no Brasil, a Locaweb nasceu para ajudar empreendedores e negócios a desenvolverem sua presença online e prosperarem na web. Ao longo dos últimos anos, a empresa realizou importantes aquisições, fortalecendo a atuação em diversos mercados como o de e-commerce, redes sociais, recorrência, marketing cloud, hospedagem, cloud computing, pagamentos e aplicativos mobile. A Locaweb possui cerca de 2 mil funcionários, quase 400 mil clientes e 19 mil desenvolvedores parceiros. Com 23 anos de atuação, a empresa segue crescendo e inovando por meio de desenvolvimento e aprimoramento interno de produtos, bem como de aquisições.

Gastos com delivery aumentam em 187% desde o início da pandemia no Brasil

A Mobills, startup de gestão de finanças pessoais, analisou dados de mais de 46 mil usuários do aplicativo Mobills entre os meses de janeiro e dezembro de 2020, e constatou que os gastos com os principais aplicativos de entregas focados no delivery de comida (Rappi, Ifood e Uber Eats) cresceram 149%.

A partir do levantamento é possível notar que o mês de dezembro foi considerado o mês com mais despesas com delivery em 2020. Além disso, comparado ao mês de março, início da pandemia e de maior queda nas despesas por aplicativo no Brasil, o aumento foi de 187%. Para o CEO da Mobills, Carlos Terceiro, a queda no mês de março está relacionada com o medo das pessoas diante da incerteza da pandemia e já o mês de dezembro representa uma volta à normalidade, mesmo com o alto índice de casos de Covid no Brasil.

Falando especificamente sobre os aplicativos de delivery, o Ifood foi o que apresentou maior aumento de despesas. Comparando janeiro a dezembro, o app teve crescimento de 172%. Já o Rappi e o UberEats tiveram aumento de 121% e 37%, respectivamente.

Valor gasto por transação de janeiro a dezembro

O estudo dos dados também analisou a evolução no ticket médio dos pedidos realizados em cada um dos aplicativos.

A Rappi, que além do delivery alimentício oferece entrega de supermercado, farmácia e compras em geral, se destacou sendo o aplicativo que teve maior aumento no ticket médio. Em janeiro, o valor médio das transações era R$ 50,51, já em setembro – mês com maior valor de despesa médio por transação – o ticket médio do aplicativo passou a ser R$ 103,96, aumentando 105%. A média de gastos entre janeiro e dezembro de 2020 foi de 61%. “Analisamos que essa alta se deve ao aumento de pedidos não apenas de restaurantes, mas também de outros itens de necessidade básica que são entregues pela plataforma”, explica Terceiro.

O Ifood manteve o ticket médio estável até março, quando começou a apresentar crescimento. Em janeiro e março, os gastos em média eram de R$ 35,00, em junho, o valor cresceu para R$ 43,36 que sofreu pequena variação até dezembro de 2020, representando 22% de aumento em comparação a janeiro. O Uber Eats apresentou um crescimento de 11,45% em dezembro, com relação a março; e apenas 3,25% quando comparado ao mês de janeiro.

Huawei confirma liderança em 5G em estudo de consultoria internacional

A tecnologia 5G já é realidade em diversas partes do mundo, com redes operando e já atendendo milhões de usuários. A vantagem mais visível a todos é a velocidade da internet nos celulares. As redes de telecomunicações são vitais e responsáveis pela qualidade das conexões e, sem elas, não seria possível acessar a rede em nossos aparelhos.

Trabalhando no desenvolvimento da tecnologia 5G desde 2009, a Huawei já investiu um total de US$ 4 bilhões na iniciativa, sendo a líder em número de patentes (com mais de 4 mil pedidos). Agora, a empresa começa a ver o seu pioneirismo sendo recompensado na prática. A consultoria Ookla realizou um estudo em diversos países para medir o desempenho da rede 5G em aparelhos celulares e a Huawei foi a provedora com os melhores resultados.

O estudo foi realizado com base nos dados da Speedtest Intelligence, considerando as cidades de Seul, Dubai, Riad, Sidney, Helsinki, Tóquio, Berlin, Londres, Zurique, Roma, Hong Kong, Amsterdam, Madrid, Nova York e Singapura. Dentre as 15 cidades, a Huawei foi a fornecedora com a maior velocidade de 5G em 11, comprovando a liderança global da empresa na tecnologia.

Entre as cidades, Seul foi a que se mostrou com a melhor estrutura de 5G, com velocidade média de 472,28 Mbps nos downloads e 49,09 Mbps nos uploads. E a capital sul-coreana foi um dos locais onde a Huawei se destacou entre os fornecedores, chegando a 625,03 Mbps nos downloads e 57,78 nos uploads.

Infosys anuncia Angelo Mazzocchi como novo country manager no Brasil

A Infosys (NYSE: INFY), líder global em consultoria e serviços digitais de última geração, anuncia Angelo Mazzocchi como novo country manager no Brasil. A partir deste mês, o executivo assume a gestão das operações no País, à frente de todas as estratégias e focado na manutenção da alta qualidade de atendimento e no fortalecimento da Infosys no Brasil e região. Mazzocchi tem ampla experiência no mercado de tecnologia da informação e atua na Infosys há mais de cinco anos.

“Ao assumir com entusiasmo a gestão das operações no Brasil, firmo o compromisso de seguir garantindo a alta qualidade de atendimento que a corporação emprega em sua atuação ao redor do mundo. Após os desafios enfrentados e superados em 2020, nosso foco é firmar novas estratégias e avançar em nossa jornada de crescimento, para atender os clientes que  contam com o amplo portfólio de serviços globais da Infosys”, comenta Mazzocchi.

Ao longo dos últimos 40 anos, a Infosys se consolidou no mercado internacional, auxiliando organizações em todo o mundo em seu processo de transformação digital. Presente na América Latina desde 2007, a companhia tem a região como polo estratégico em sua expansão global. Neste ano, o foco é ampliar as ofertas em cloud computing, com treinamentos, provas de conceito e parcerias de olho nas verticais de recursos naturais, energia, serviços, bens de consumo, logística e manufatura. 

“O Brasil continua se destacando como um polo estratégico para a Infosys; trata-se de um país-chave para nossos clientes globais e regionais. Nas Américas, atua como um nearshore para os mercados norte-americano e canadense. Além disso, também é um hub para projetos na América Latina. Em 2021, podemos vislumbrar grandes oportunidades a caminho”, completa o novo country manager.

Mazzocchi ingressou na Infosys em 2015 como associate partner; em 2018, assumiu a função de gerente de desenvolvimento de negócios e operações; desde 2020, atuava como líder dos setores de Varejo, Consumo e Logística (RCL) e Comunicação, Mídia e Entretenimento (CME) na América do Sul. Antes de ingressar na Infosys, o executivo atuou como CEO e vice-presidente de vendas na NTT Data; foi diretor da BearingPoint Brasil e ocupou o mesmo cargo na Ernst & Young, além de operar em outras posições seniores no mercado.

TOPMIND abre vagas para especialistas em TI, Vendas e RH

A TOPMIND, uma das principais empresas de prestação de serviços de TI no Brasil, anuncia a abertura de mais de 60 novas vagas para profissionais de Tecnologia da Informação (TI), Vendas, Processos e Recursos Humanos para atuação em diversas regiões do Brasil e em projetos em diversos países da América Latina. A lista completa de oportunidades e as características de cada posição estão disponíveis no link: www.topmind.com.br/trabalhe-conosco

“Estamos sempre em busca de talentos que nos ajudem a oferecer a inovação que nossos clientes precisam. A TOPMIND trabalha para atrair e reter cada vez mais profissionais que brilhem diante dos desafios que a era digital apresenta diariamente”, afirma Sandra Maura, CEO da companhia. Com sólida atuação no Brasil e em toda a região das Américas, a TOPMIND intensificando a busca por profissionais com perfil analítico e interessadas em aprendizado contínuo.  

As oportunidades oferecidas para a área de TI são para posições como Analista Desenvolvedor de BaaN, Desenvolvedor para dot Net, Analista de Suporte Sênior, Coordenador de Service Delivery, Consultores SAP, Gerente de Projetos, Scrum Master e DevOps Analyst, entre outras. Além disso, a companhia também possui vagas para a área de Vendas, com cargos para Analistas de Negócios e Assistentes, e para Recursos Humanos, incluindo a posição de Analista e Assistente de Departamento Pessoal. 

Para todas as vagas, a TOPMIND busca profissionais que possuam as habilidades e os conhecimentos específicos necessários para suas áreas de atuação, capacidade para resolução estratégica de problemas e trabalho em equipe e bom relacionamento interpessoal. Em algumas oportunidades, outro requisito importante é conhecimento avançado em Inglês. 

Vale destacar, ainda, que as oportunidades vão desde contratos temporários, com possibilidade de prorrogação, até posições fixas, incluindo benefícios compatíveis com o mercado. Além disso, o profissional contará com a possibilidade de crescimento dentro de uma empresa que tem expandido suas operações no Brasil e Américas Latina e do Norte. 

Os candidatos interessados devem enviar seu currículo atualizado para o e-mail rh@topmind.com.

Hotmart anuncia home office permanente e abre 400 vagas

A Hotmart, uma das empresas de maior impacto global no ensino por meio da tecnologia, segundo a GSV Global EdTech 50, e uma das líderes globais no mercado de produtos digitais, anunciou na última sexta-feira, 22, a adesão permanente ao trabalho Home Office. O comunicado vale para as sedes em São Paulo e Belo Horizonte, no Brasil, e também para os escritórios da Holanda, Espanha, EUA, México, Colômbia e França. No novo modelo de trabalho, serão ofertadas 400 vagas para a contratação de novos desenvolvedores.

A iniciativa surge em momento de incertezas causadas pela pandemia do novo coronavírus, que acelerou a decisão em resposta aos desafios do contexto atual. Todos poderão trabalhar de casa e, até o final de 2021, os eventos internos obrigatórios da empresa também continuarão sendo online. Para os próximos anos, a ideia é que os escritórios da companhia estejam abertos e disponíveis, mas sem a obrigatoriedade de os colaboradores trabalharem nesses espaços todos os dias. “O mundo mudou e o trabalho remoto existirá para sempre na realidade da maioria das empresas. Vamos dobrar nossa aposta no pilar liberdade. Nossa ideia é criar escritórios tão incríveis que, mesmo sem obrigatoriedade, muitos vão querer estar lá, próximos uns dos outros. Mas isso não será uma imposição da empresa”, salienta João Pedro Resende, CEO e cofundador da Hotmart.

Já com relação às contratações, que devem aumentar daqui para frente, o contratado que estiver em um estado ou país que não possua uma sede oficial da Hotmart, estará vinculado à sede mais próxima para fins de logística. Com mais flexibilidade e autonomia, a empresa espera continuar atraindo os melhores talentos e confirmando seu diferencial competitivo no mercado.

Empresas como Twitter, XP Inc., Johnson & Johnson e Ambev também adotaram o Home Office como forma de trabalho. Pesquisa realizada em maio de 2020, pela consultoria Cushman & Wakefield apontou que 74% das empresas pretendem instituir o teletrabalho definitivo após a pandemia. O estudo foi feito com 122 executivos de multinacionais que atuam no Brasil.

Para João Pedro Resende, trabalhar lado a lado com outras pessoas pode trazer benefícios imensuráveis em velocidade de aprendizado, criatividade, construções de laços de confiança e amizade, mas não acredita que forçar isso, por meio de uma limitação geográfica, será o caminho. “Os tempos são outros, mas nossa cultura e nossa missão continuam as mesmas. Que estas mudanças e toda esta flexibilidade sirvam para não só construirmos uma empresa melhor, mais competitiva e com mais talentos, mas também traga para todo o time opções que nos ajudem a melhorarmos nossas vidas no nível pessoal”, finaliza.

Pandemia fez com que brasileiros se preocupassem mais com o futuro financeiro, revela estudo da Mastercard

A Mastercard, em parceria com a Americas Market Intelligence (AMI), realizou um estudo no final de 2020 com 13 países da região da América Latina e do Caribe (Argentina, Brasil, Chile, Costa Rica, Colômbia, República Dominicana, Equador, Guatemala, México, Panamá, Peru, Porto Rico e Jamaica) para analisar as mudanças nos hábitos e no estilo de vida dos consumidores causados pela pandemia da Covid-19.

Os resultados da pesquisa revelam que a pandemia e o isolamento social tiveram um grande impacto no emocional dos consumidores. A nova realidade impulsionou diversos sentimentos negativos entre os brasileiros, 33% estão se sentindo menos felizes e 32% estão sentindo mais raiva do que antes. Os níveis de ansiedade também subiram, 54% dos entrevistados acreditam que o nível de ansiedade e estresse está maior agora do que antes e 43% estão sentindo mais medo.

O novo cenário mundial também foi um alerta vermelho para os brasileiros se cuidarem e se planejarem financeiramente. Cerca de 60% estão mais preocupados com o futuro financeiro, mas apenas 45% planejam economizar dinheiro para uma reserva emergencial. Por outro lado, 33% dos brasileiros entrevistados sofreram redução de renda neste período, e 11% foram demitidos de seus trabalhos.

O “novo normal” da rotina dos escritórios


Com os novos desafios impostos pelo distanciamento social, o Home Office se tornou uma realidade para empresas em toda a região e no Brasil não foi diferente, em pouco tempo, empresas tiveram que se adaptar para possibilitar o trabalho remoto. Segundo a pesquisa, 63% dos entrevistados brasileiros empregados trabalharam em casa durante algum período da quarentena.

Dos entrevistados, mais da metade espera retornar ao trabalho presencial ainda na primeira metade de 2021, além disso, 3% acreditam que isso só ocorrerá no segundo semestre e 13% planejam passar a trabalhar remotamente permanentemente.

Novos hábitos online


Com o comportamento digital cada vez mais inserido na rotina dos consumidores e, para compensar a ausência de atividades presenciais, novos hábitos online começaram a fazer parte de suas vidas e devem ser levados em conta. Dos entrevistados, 32% afirmaram que irão trabalhar em home office com mais frequência e 38% vão usar o online banking mais vezes em vez de realizarem transações bancárias em agências físicas.

Após sentirem os benefícios de comprar sem sair de casa, 36% dos entrevistados planejam realizar mais compras online do que físicas, e 27% planejam optar pelo delivery ao pedirem comida em casa.

“A pesquisa revela o grande impacto emocional que a pandemia teve em todos nós. A Covid-19 marca um ponto de atenção importante para que empresas atendam melhor às necessidades de seus funcionários e para que marcas desenvolvam produtos e soluções que suportem as novas necessidades do consumidor. Com espaço para que todos possam melhorar e evoluir, podemos ter certeza de que 2021 terá não apenas um consumidor evoluído, mas também uma indústria inteira transformada. E, à medida que os canais digitais continuam a crescer e ganhar a preferência do consumidor, sabemos que a nossa tecnologia desempenhará um papel fundamental no desenvolvimento de novos modelos de negócios para a indústria e em novas soluções para o consumidor”, afirma Sarah Buchwitz, Vice-Presidente de Marketing e Comunicação da Mastercard Brasil.

Microsoft anuncia a plataforma LatamPartnerOne com foco na experiência dos parceiros

Há décadas, os parceiros estão no centro de como a Microsoft fornece tecnologias e transforma os negócios dos clientes em todo o mundo.  Por isso, é fundamental que a companhia ofereça uma plataforma de recursos, programas e ofertas para qualquer empresa que queira estabelecer uma parceria de sucesso com a Microsoft, e para aqueles que já são parceiros aproveitarem as oportunidades para inovar, agregar valor às suas ofertas e se conectar com clientes, outros parceiros e com a Microsoft. 

Para atender às necessidades das mais de 25.000 empresas parceiras na América Latina e ajudá-los a fazer cada vez mais, a Microsoft Latin America lançou o LatamPartnerOne, uma plataforma que maximizará a importância de nossas parcerias, fornecendo ferramentas para ajudar a simplificar os negócios e ajudar os parceiros a escalar através dos vários programas. Para as empresas que desejam se tornar um Parceiro Microsoft, através da seção Torne-se um Parceiro da plataforma, elas encontrarão informações importantes sobre como se registrar no programa Microsoft Partner Network (MPN) e todas as informações necessárias para iniciar suas jornadas como parceiros. 

Por meio desta plataforma, os parceiros terão acesso à programas, recursos e uma forte expertise do setor para permitir a transformação de ideias em soluções, acessarem ao mercado mais rapidamente, venderem com a Microsoft e atuarem em uma vasta base de clientes. A plataforma LatamPartnerOne será exclusiva para parceiros da Microsoft na América Latina, novos e existentes, e estará disponível em 3 idiomas – inglêsportuguês e espanhol, fornecendo acesso à notícias e incentivos de negócios personalizados, nosso calendário de eventos, casos de sucesso, badges, criação de perfis, como se tornar um parceiro e muito mais, em uma jornada personalizada por público e competência. 

“Estamos sempre buscando criar oportunidades inovadoras que capacitem nossos parceiros e clientes, e a LatamPartnerOne é a plataforma que nos ajudará a alcançar esse objetivo. Acreditamos muito no sucesso de nossos parceiros, e em fazer o que está ao nosso alcance para tornar esse sucesso possível. A LatamPartnerOne será o lugar onde eles poderão seguir suas jornadas para o sucesso”, comenta Danni Mnitentag, vice-presidente de Parceiros na Microsoft Brasil. 

85% dos tomadores de decisões B2B dos parceiros da Microsoft utilizam as comunidades online nas pesquisas sobre tecnologia e negócios. Por isso, como uma experiência digital sempre disponível, a LatamPartnerOne reforçará a importância de fornecer uma comunicação consistente e facilitar o consumo de conteúdo em um ambiente digital personalizado, além de uma experiência online aprimorada para ajudá-los a alcançar mais. 

A Microsoft está ciente de que seus parceiros estão cada vez mais expostos a programas concorrentes e outros programas de marketing de relacionamento em seu dia a dia, remodelando constantemente suas expectativas. Eles valorizam a personalização, simplicidade, conveniência, a transparência e a capacidade de resposta, e a LatamPartnerOne oferece todos esses recursos e muito mais.  

“Queremos receber todos os nossos parceiros na LatamPartnerOne, com um objetivo compartilhado de alcançar o sucesso de nossos clientes. Quando trabalhamos juntos, podemos realizar mais. Queremos que eles nos vejam como uma empresa com a qual eles desejam colaborar”, afirma Mnitentag. 

A Microsoft escuta continuamente a comunidade e busca feedback sobre suas iniciativas e programas, para que possa direcionar seus esforços e ajudar os parceiros a superar os desafios, evoluir para atender às oportunidades do mercado e acelerar o crescimento de seus negócios e de seus clientes. Por meio de suas ferramentas, a Microsoft ajuda seus parceiros a fornecer experiências positivas aos clientes, acompanhando seu sucesso e sempre solicitando o feedback dos parceiros para entender melhor a qualidade de soluções, o valor agregado e o impacto nos resultados. 

A Microsoft incentiva todos os seus parceiros na América Latina, existentes e novos, a acessar a LatamPartnerOne, começar sua jornada como parceiros da Microsoft, reimaginar seu relacionamento com a empresa e avançar em seu caminho de transformação digital, tornando-se parte do ecossistema de parceiros mais amplo da Microsoft. 

Por que o ship from store se tornou tão importante após a pandemia de covid-19?

Por Renato Junoy, Diretor Executivo da Eu Entrego, startup de entregas colaborativas

Por muito tempo, uma compra realizada no e-commerce seguia um modelo clássico no frete: o consumidor disponibilizava o CEP e a página mostrava o tempo estimado e o preço para aquela compra. Quando muito, era possível escolher o formato de entrega mais rápido (com preço elevado) ou demorado (mais em conta). Contudo, o usuário mais atento já percebeu um novo movimento: marcas que possuem lojas físicas, como as grandes redes varejistas do país, estão colocando seus pontos de venda como verdadeiros centros de distribuição para agilizarem o envio de pedidos e baratearem os custos tanto para eles quanto para os consumidores. Uma alternativa que se tornou ainda mais vantajosa após a pandemia de covid-19 e a suspensão das atividades presenciais em grande parte dos segmentos.

Este conceito tem nome: ship from store (entrega na loja, em tradução livre) e compreende a utilização da loja física como uma espécie de centro de distribuição, entregando produtos que estão em seu estoque para compras realizadas digitalmente naquela região. É um modelo que já estava em alta antes mesmo do avanço do novo coronavírus – e a doença apenas reforçou sua necessidade. Afinal, ele atende a um desejo cada vez maior dos consumidores em receber suas compras on-line de forma rápida e com o menor custo possível.

Essa proposta tornou-se necessidade estratégica a partir de 2020 por dois motivos principais. O primeiro deles é um problema crônico das vendas on-line: o custo de frete. Diversas estimativas de mercado mostram que sete em cada dez carrinhos são abandonados pelos consumidores, com o valor a ser pago pela entrega como um dos principais motivos para desistência do pedido. O segundo motivo se relaciona a esse novo momento vivido por consumidores e empresas. As medidas de isolamento social, com o fechamento das lojas físicas, fez as vendas digitais crescerem exponencialmente – e os consumidores se acostumaram com essa conveniência de receber produtos em casa.

Evidentemente, as lojas físicas que desejam aproveitar a possibilidade de agilizar entregas de compras digitais precisam se preparar. O principal ponto envolve a tecnologia. Ou melhor, uma solução capaz de automatizar esse processo para garantir que o consumidor tenha essa opção no momento da compra, identificando em tempo real quais lojas mais próximas têm o item em questão em seus estoques. É uma etapa fundamental porque qualquer erro pode desencadear uma sequência que compromete a experiência de compra como um todo. O desafio, portanto, é transformar a loja física em um hub logístico com processos, tecnologia e treinamento especializado para separar, identificar e transportar os produtos.

Felizmente, hoje o lojista já tem à disposição startups logísticas que realizam esse serviço de forma prática, simples e eficiente. São plataformas que atuam além da simples entrega, mas se posicionam como omnienablers, isto é, como facilitadoras de processos que potencializam a transformação digital do varejo como um todo. São soluções que conseguem atender à proposta da entrega last mile (última milha), essencial para o ship from store funcionar, mas que conseguem criar procedimentos internos para fazer da loja física um verdadeiro centro de distribuição para compras on-line efetuadas em seu raio de atuação.

Se falar em “novo normal” chega a ser clichê diante dos desafios impostos pela pandemia de covid-19, aceitar que esse período difícil que estamos vivendo acarreta profundas transformações nos hábitos e comportamento dos consumidores significa ter consciência do que vem pela frente. Parte dessa mudança passa justamente pela maior eficiência logística, entregando compras com rapidez e sem grandes custos, possibilitando que as pessoas possam usufruir no conforto de seus lares de todas as vantagens que a tecnologia tem a proporcionar em nossas vidas.