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Gartner: remessas de PCs diminuíram 5,2% no mundo no segundo trimestre de 2016

As remessas de PCs na América do Norte aumentaram pela primeira vez em cinco trimestres, enquanto a Europa, África e Oriente Médio tiveram uma queda de 4,3%

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, alerta que as remessas de PCs totalizaram 64,3 milhões de unidades no mundo durante o segundo trimestre de 2016, uma queda de 5,2% em relação ao segundo trimestre de 2015, de acordo com resultados preliminares. Esse foi o sétimo trimestre consecutivo de queda nas remessas de PCs, porém, os analistas do Gartner afirmam que o mercado mostra alguns sinais de melhora.

“Um dos problemas atuais no mercado de PCs tem sido o aumento dos preços em algumas regiões devido ao enfraquecimento da moeda local frente ao dólar americano. O preço impactou as regiões da EMEA (Europa, África e Oriente Médio) e da América Latina no ano passado. No entanto, a queda na remessa de PCs foi pequena no segundo trimestre se comparado aos trimestres anteriores, o que sugere uma diminuição no impacto da moeda”, afirma Mikako Kitagawa, Analista do Gartner.

Todas as regiões, exceto a América do Norte, vivenciaram uma queda na remessa de PCs. A América Latina ainda apresentou resultados fracos devido à instabilidade política e econômica. A remessa de PCs na região deve cair para menos de cinco milhões de unidades no segundo trimestre de 2016, o que é um declínio de mais de 20% em relação ao segundo trimestre de 2015. Esse resultado deve ser um dos mais baixos na história do mercado de PCs na América Latina.

A Lenovo manteve a primeira posição no mundo em remessas de PCs no segundo trimestre de 2016, apesar de uma queda de 2,2% nas unidades em relação ao mesmo período do ano anterior (ver Tabela 1). Esse foi o quinto trimestre consecutivo de quedas na remessa global de PCs para a Lenovo. A empresa vivenciou um crescimento de dois dígitos no mercado de PCs portáteis nos Estados Unidos. Na Ásia/Pacífico, as remessas da Lenovo caíram, mas a queda foi menor do que a média geral da região.

A HP Inc. voltou a crescer no segundo trimestre de 2016 após quatro trimestres consecutivos de queda nas remessas. A empresa solucionou seu acúmulo de inventário, o que desacelerou suas remessas de venda. AHP Inc. obteve bons resultados na EMEA para manter a posição principal, mas não foi capaz de superar a Dell nos Estados Unidos.

A Dell cresceu mais rápido que a média do mercado em todas as regiões no segundo trimestre de 2016. A companhia obteve bons resultados especialmente nos mercados dos Estados Unidos, América Latina e Japão. As remessas de PCs portáteis cresceram em todas as regiões, exceto na EMEA, enquanto as remessas de desktop PCs caíram na maioria das regiões.

A Asus, a Apple e a Acer estavam batalhando pela quarta posição nas remessas de PCs do mundo no segundo trimestre de 2016, quando os resultados preliminares foram finalizados.

Nos Estados Unidos, as remessas de PCs totalizaram 15,2 milhões de unidades no segundo trimestre de 2016, uma alta de 1,4% em relação ao segundo trimestre de 2015 (ver Tabela 2). O setor de PCs do país vivenciou cinco trimestres consecutivos de quedas, porém, os analistas afirmam que ainda há oportunidades e desafios no mercado americano de PCs.

“Enquanto fornecedores e canais geralmente possuem expectativas mais otimistas em relação às vendas de PCs se comparadas ao passado, ainda há chance de ter um aumento potencial de inventário. Isso dependerá de como a demanda do mercado de PCs crescerá na segunda metade deste ano para os segmentos corporativo e de consumidores finais. O segundo e o terceiro trimestres são normalmente os momentos de compras de PCs nos setores públicos americanos. Resultados positivos no segundo trimestre podem sugerir atividades saudáveis de vendas de PCs nesses setores. Há uma oportunidade de atualização para o Windows 10 entre as empresas, que esperamos ver mais entre o final de 2016 e o início de 2017″, afirma Kitagawa.

As remessas de PCs na Ásia/Pacífico totalizaram 22,7 milhões de unidades no segundo trimestre de 2016, uma queda de 6,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. Com uma economia estagnada na região, há uma pressão nos gastos não essenciais e a prioridade de compra é por smartphones em relação aos PCs. Houve eleições na Austrália, nas Filipinas e na Coreia do Sul, o que criou uma pausa nos gastos com TI no setor governamental. As remessas de PCs na China diminuíram 6,4% no segundo trimestre de 2016. A confiança nos negócios é fraca no país, o que afeta os padrões de compra dos consumidores.

As remessas de PCs na EMEA totalizaram 17,8 milhões de unidades no segundo trimestre de 2016, uma queda de 4,3% em relação ao mesmo período em 2015.

“As quedas nas vendas de PCs diminuíram para um dígito na EMEA devido ao fim da depreciação do euro frente ao dólar americano e ao aumento do preço relacionado em euros. O Brexit (saída do Reino Unido da União Europeia) não teve nenhum impacto no segundo trimestre além do enfraquecimento constante da libra desde o anúncio do referendo em 2015. Após o Brexit, a libra esterlina desvalorizou ainda mais frente ao dólar e isso desencadeará um aumento nos preços, que provavelmente causará uma pressão para baixo nas vendas do quarto trimestre no Reino Unido”, afirma Isabelle Durand, Analista de Pesquisa do Gartner.

“Continuaremos cuidadosos em 2016. A maioria das empresas estará focada em sobreviver aos desafios pelos próximos 12 meses. O principal ponto do mercado pode ser o aumento na média dos preços de venda, com boa comercialização de PCs com tecnologia de ponta para jogos e laptops híbridos alimentando essa mudança”, completa Durand.

AGCO oferece soluções de alta tecnologia para agricultura por meio de parcerias

A AGCO Corporation, fabricante mundial e distribuidora de equipamentos agrícolas, continua expandindo sua abordagem para a agricultura de precisão por meio de parcerias que ofereçam soluções mais robustas a seus clientes, como parte de seu conceito Fuse®, de integração tecnológica e conectividade perfeitas. Entre as empresas parceiras estão Topcon®, Trimble® e NovAtel®, que também fazem parte de dois recentes lançamentos: a nova tecnologia de piloto automático e a Interface de Programação de Aplicações em telemetria da AGCO, o AgCommand®, sistema de orientação para equipamentos agrícolas mais aberto do mercado, que permite aos clientes acesso aos dados de suas máquinas AGCO por meio de suas outras ferramentas de gerenciamento agrícola.

Conexões de Software de Informação de Gestão Agrícola (FMIS) – Com as tecnologias agrícolas se desenvolvendo rapidamente, os produtores rurais estão tendo cada vez mais dificuldade de analisar e se beneficiar dos dados de maneira segura e eficiente. A AGCO, utilizando sistemas de gerenciamento de arquivos de tarefa, como o VarioDoc e TaskDoc®, possibilita comunicação mais fácil entre as máquinas e seus FMIS de preferência, promovendo maior eficiência na gestão de seus dados agrícolas e frotas. Entre as ferramentas de gestão agrícola, estão SMAG, Farmplan, DuPont Pioneer e FarmFacts.

– A parceria da AGCO com o fornecedor de software, SMAG, facilita a transferência de dados de tarefa com ferramentas SMAG FMIS, Agreo e Atland;

– Os produtores podem escolher se querem que seus dados coletados com o VarioDoc e TaskDoc sejam transferidos, via conexão sem fio, para softwares como MapShots, Inc. AgStudio® ou serviços DuPont Pioneer EncircaSM;

– Uma parceria recente com a Farmplan permite a conexão direta ao seu GateKeeper FMIS, oferecendo aos clientes um processo simplificado para receber documentação de dados ISO XML com os dados de gráfico aplicados. O VarioDoc e TaskDoc, via Bluetooth, e a integração do servidor de troca de dados de tarefa permitem a exportação de dados de configuração agrícola.

– A FarmFacts, subsidiária da BayWa AG, lançou uma solução de gestão de dados agrícolas em nuvem chamada “Next Farming”. Ao ser integrado com os produtos VarioDoc e TaskDoc da AGCO, o Next Farming permitirá que os clientes troquem dados diretamente, incluindo prescrições e mapas de rendimento.

Liderança do Setor – Em parceria com outros participantes do setor, a AGCO está ajudando a dar vida ao projeto de Ferramentas de Programação de Aplicação de Dados Agrícolas da AgGateway (ADAPT). É membro fundador da recentemente anunciada Coalizão de Dados Agrícolas (ADC) e tem papel fundamental no lançamento de uma nova ferramenta de ponta do setor chamada Avaliador da Transparência de Dados Agrícolas, além de estar envolvida no centro de dados DKE.

– O ADAPT é um conjunto de ferramentas de software que foram criadas para simplificar a troca de arquivos de tarefa entre diferentes aplicativos de software e hardware, incluindo equipamentos agrícolas. Para mais informações, acesse www.ADAPTframework.org.

– A ADC (www.agdatacoalition.org) tem como objetivo ajudar os produtores agrícolas a controlar e gerenciar melhor seus dados eletrônicos, além de promover a inovação e o progresso no mercado agrícola.

– A ferramenta chamada Avaliador de Transparência de Dados Agrícolas analisa os termos de contrato e condições, o que permite aos produtores determinar rápida e facilmente as respostas às preocupações que muitos têm sobre seus dados agrícolas. Para saber mais sobre o selo de “Transparência de Dados Agrícolas” e como ele é obtido, acesse www.fb.org/agdatatransparent/.

– A AGCO vem trabalhando com outros líderes do setor no desenvolvimento da plataforma DKE, o que ajudará a solucionar problemas de comunicação e conversão de dados para produtores rurais. Saiba mais sobre a DKE em www.dke-data.com.

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Varejo online fatura R$ 27,04 bilhões no primeiro semestre de 2016

As vendas B2C (Business to Consumer) no varejo online nas categorias bens de consumo, turismo e auto movimentaram cerca de R$ 27,4 bilhões no primeiro semestre de 2016, o que representa 41,9% dos R$ 64,4 bilhões previstos para o segmento faturar neste ano. O levantamento conduzido pela consultoria E-Consulting aponta queda de 2,35% nos primeiros seis meses.

Segundo o estudo, bens de consumo continua a liderar o índice, arrecadando R$ 14,89 bilhões de janeiro a julho de 2016. Era previsto para esta categoria, que mensura as vendas de eletro, eletrônicos, informática, vestuários e produtos de beleza, atingir neste período 43% do montante previsto para o ano, que é de R$ 32,3, porém o setor alcançou 46,1%, observando um incremento de 3,1%

“Apesar dos primeiros seis meses do ano haver diversos fatores não convergentes com o aquecimento das vendas no e-commerce, porque é um momento em que tem que pagar matrícula na escola, IPTU, IPVA e outros tributos que impactam diretamente no poder de compra, bens de consumo superou as expectativas do período”, explica Daniel Domeneghetti, CEO da E-Consulting.

Outro nicho que faz parte da somatória está relacionado ao turismo. As viagens vendidas via web fecharam o ciclo com uma arrecadação de R$ 7,17 bilhões, ficando, praticamente, na meta prevista que era chegar aos 42,8% do volume previsto para 2016, que soma R$ 16,9 milhões.

Já em relação ao VOL Auto, a queda foi maior, retraindo 12% da previsão. O número registrado no primeiro semestre de 2016 foi de R$ 4,98 bilhões. O previsto da E-Consulting para as vendas de auto no período era chegar aos 42,8% da metade do ano, que é R$ 13,2 bilhões, porém atingiu apenas R$ 37,7%.

Medido há 14 anos, o cálculo do índice do VOL inclui em sua soma a potencialização do e-commerce B2C nas modalidades tradicional, mobile commerce, social commerce e compras coletivas, além do C2C (Consumer to Consumer).

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A vez da tecnologia RFID – Por Fábio Lopez

Num ambiente tão dinâmico quanto o da Tecnologia, as novidades acontecem a todo momento. Algumas vêm para ficar e outras acabam simplesmente desaparecendo ou caindo em desuso. Há algum tempo, o mercado se questionava sobre o que aconteceria com a tecnologia de RFID (identificação por radiofrequência), se ela iria conseguir se consolidar ou se seria mais uma daquelas boas ideias que não encontram espaço. Passados mais de 30 anos desde que a RFID passou a ser usada comercialmente (a tecnologia tem suas raízes nos sistemas de radares usados na Segunda Guerra Mundial), hoje podemos dizer com toda a certeza que a tecnologia amadureceu, tem seu lugar, evoluiu muito tecnicamente e está ganhando escala.

Estimativas projetam que em 2017 o mercado de leitores RFID movimentará US$ 170 milhões, com 250 mil unidades, representando um crescimento de 12%, em termos financeiros, e de 19% em número de equipamentos, em comparação a este ano. Essa expansão gradual vem sendo registrada ano após ano, sinalizando que há potencial para manter essa trajetória ascendente, contribuindo assim para financeiramente viabilizar cada vez mais os projetos envolvendo RFID.

Entre as vantagens da RFID estão: velocidade de leitura, distância de leitura, não necessidade de linha de visada direta, não necessidade de intervenção manual, alta capacidade de armazenamento de dados e flexibilidade de aplicação em ambientes hostis.

Mas então pode ser que a tecnologia RFID substitua o código de barras no futuro? Na verdade, dificilmente isso deve acontecer. O que se espera é uma complementariedade de tecnologias, com cada uma delas sendo aproveitada no que tem de melhor. No caso da RFID, há boas oportunidades nos segmentos de varejo de vestuário, saúde, logística, serviços de telecomunicações e segurança, em aplicações como gestão de estoque em tempo real, controle de inventário, controle de temperatura, controle de bagagem, controle de equipamentos médicos, rastreamento, controle de acesso, identificação animal, etc.

A pergunta que fica, no entanto, é: todas essas aplicações fazem sentido para o mercado brasileiro? Bem, é certo que o grau de maturidade da RFID é maior em regiões como Europa e América do Norte, mas ainda assim há um grande potencial a ser conquistado na América Latina, incluindo o Brasil. As necessidades existem, a tecnologia vem evoluindo constantemente, os fabricantes vêm apostando nela e o custo da RFID está se tornando cada vez mais acessível com o passar do tempo. Ou seja, as condições estão se formando. Agora é a hora de o mercado querer e saber como utilizar.

Fabio Lopez, diretor de vendas da Datalogic ADC para Brasil e Sul da América Latina

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BR Media Group apresenta balanço do 1o semestre de ações com influenciadores digitais

Influencer, embaixador, os termos são cada vez mais usados no dia-a-dia. Embora a grande massa não saiba dizer exatamente o que caracteriza um deles, muito provavelmente grande parte da população já foi atingida e influenciada. Não importa qual é sua “tribo” você tem influenciadores. Seja uma dona de casa que goste de culinária e das novidades para o lar, seja um millenial fã de games interativos e tecnologia, o mundo de hoje está dominado por pessoas que se tornam relevantes em determinado assunto perante um grupo social. E é justamente essa relevância que está conquistando tanto as empresas atualmente. Empresas e marcas de produtos, serviços dia após dia têm percebido que num universo com tantas ofertas e estímulos, falar e estar próximo do seu público-alvo é ouro. “No marketing de influência o segredo é investir não no maior, mas em influenciadores específicos e estratégicos, pois assim, mesmo com investimentos menores, que resultem em alcances menores, os resultados podem ser melhores e mais assertivos”, revela Celso Forster, sócio e diretor de atendimento da BR Media Group.

Após contextualizar o cenário da publicidade digital com influenciadores, o chamado marketing de influência, a BR Media Group apresenta o balanço do 1o semestre de 2016 em comparação ao 1o semestre de 2015 da sua atuação. Com 75% do mercado, a empresa é líder absoluta nas ativações com influenciadores no País e tem ao longo de seus quatro anos de existência se preparado para atender à demanda cada vez maior por influenciadores.

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Nestes primeiros seis meses, o crescimento da empresa foi de 142% em faturamento e o número de consultas triplicou. Com as Olimpíadas o balanço anual também será incrementado de forma significativa. E o mercado já entendeu a importância de trabalhar com influenciadores e, contratos anuais com embaixadores já estão se tornando mais frequentes. “No Brasil não temos uma pesquisa mais abrangente sobre as compras como um todo, porém para se ter uma ideia da força do marketing de influência, nos EUA onde um levantamento abrangente foi feito pela Nielsen*, estima-se que 64% das compras feitas em 2015 foram influenciadas pela internet”, conta Forster. No Brasil o número pode ser um pouco menor, porém a movimentação com a ampliação do mercado de smartphones é para chegarmos em uma performance bem similar.

Influência na decisão de compra

Fonte: RhythmOne Full Year 2015 Influencer Marketing Report, Nielsen Global Trust in Advertising Survey – Q1- 2015

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Marketing de influência – Consumidores

Fonte: OMG + Twitter Influencer Attitudes, Perceptions US, July 2010-Jan2016 – The Shelf

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Influenciadores aumentam até 10 vezes mais a conversão de influenciados

Um estudo de 2015 no mercado norte-americano mostra que compartilhar conteúdo através de influenciadores, pode aumentar a conversão de vendas de uma marca/ produto/ serviço de 3 até 10 vezes. “Verificamos essa realidade diariamente com nossos clientes. A chave do sucesso é identificar o(s) influenciador(es) corretos para cada ação e deixa-los o mais livres possível para que possam traduzir o conteúdo que se quer divulgar à forma/ linguagem que usam para se comunicar com seu público”, explica Forster.

Marketing de influência – Marcas e empresas

Fonte: BR Media Group

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Retorno de investimento e segmentos que mais investem em marketing de influência

“No mercado americano, a cada dólar investido em marketing de influência, o retorno médio é de 11,90 dólares. No Brasil estamos bem perto deste número e devemos alcança-lo em um curto prazo já que o mercado de influenciadores se consolida a cada dia”, conta Forster.

Retorno do Investimento por segmento para cada dólar investido.

Fonte: RhythmOne Full Year 2015 Influencer Marketing Report, Nielsen Global Trust in Advertising Survey – Q1 – 2015

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Em seu levantamento semestral, a BR Media também mapeou o investimento de marketing de influência por segmento no Brasil:

Engajamento por plataforma no mundo

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Sobre o perfil de influenciados via You Tube no Brasil

Fonte: Pesquisa Google & Reds – ComScore – Março 2016

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Cenário e mercado de publicidade digital e com influenciadores no Brasil e no mundo

De acordo com uma recente pesquisa realizada* pelo instituto inglês de Hampshire Juniper Research, o Mercado de publicidade digital no mundo que hoje é estimado em $ 160 bilhões de libras, deve chegar a $ 285 bilhões em 2020. Deste mercado, segundo estimativa da BR Media, cerca de 25 a 35%, são destinados a ações em redes sociais com influenciadores. Isso envolve a contratação do influenciador e a contratação de mídia para promover o conteúdo nas redes sociais do influenciador e da marca.

Cerca de 20% dos consumidores estão dispostos a pagar mais por um produto ou serviço que teve endosso de uma celebridade, segundo dados da pesquisa “The value of using famous personalities in advertising communications, a quantitative analysis of prices for a fashionable product” realizada pela professora de marketing da IE Business School, Anna Rumschisky.

No Brasil, 71% das mulheres se dizem induzidas à experimentação de um produto que está na moda, conforme aponta o estudo “Celebridades. Marcas e Consumo” realizado pela Ipsos.

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Com planejamento até 2035, setor de tecnologia do Paraná quer liderar negócios na América Latina

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O Comitê de Governança de Tecnologia da Informação e Comunicações do Paraná começa a desenhar o futuro do setor no estado com um planejamento estratégico até 2035. Reunidos na sede do Sebrae Paraná, em Curitiba, representantes de empresas, do poder público e da academia já definiram a visão do grupo para as próximas décadas: ser o principal polo de negócios de TIC na América Latina.

Também foram definidos objetivos estratégicos para garantir o sucesso das ações do setor em áreas como infraestrutura, educação, capital humano, capacitação, pesquisa desenvolvimento e inovação, incubadoras e parques tecnológicos, integração entre academia e mercado, propriedade intelectual, políticas, legislação, empreendedorismo, ambiente de negócios, competitividade empresarial e internacionalização. Em uma nova reunião, em setembro, vão ser definidas ações para abordar cada um desses pontos.

Para a Assespro-Paraná, que participou do processo de criação do Comitê de Governança de TIC, a visão ousada, estabelecida logo de início, confirma a importância do trabalho que passa a ser realizado. “Cria uma missão muito grande para o nosso estado. Há uma grande sinergia entre empresas produtoras de soluções tecnológicas, o mercado consumidor, as instituições de ensino e parceiros do setor e entidades públicas, destaca o presidente Sandro Molés da Silva.

Criado por decreto estadual, neste ano, o Comitê Gestor tem o objetivo de proporcionar desenvolvimento integrado de diversas áreas da economia estadual com apoio de tecnologia. É presidido pelo secretário da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e composto por representantes da Secretaria Estadual do Planejamento e Coordenação Geral; do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar); da Copel Telecomunicações; da Celepar; Fomento Paraná; da Comissão de Ciência e Tecnologia da Assembleia Legislativa, do Parque Tecnológico de Itaipu, pelas Federações da Indústria (Fiep) e Comércio (Fecomércio), Sebrae-PR; Assespro-Paraná, pelo APL de TI de Londrina e Região, APL de Software de Maringá e Região, APL Iguassu-IT (Oeste do Paraná), APL de TI do Sudoeste do Paraná, APL de TIC de Ponta Grossa e Região, APL de TI de Curitiba, Universidades Estaduais do Paraná, Universidade Federal do Paraná, Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Pontifícia Universidade Católica do Paraná, do Centro de Tecnologia da Informação da Universidade Positivo.

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Mercado conector de fibra óptica crescerá em 9,65% ao ano até 2020

O relatório de mercado conector de fibra óptica 2016-2020 diz que o crescimento das conecções submarinas de fibra óptica e 25 bilhões de dispositivos conectados serão as principais tendências para o mercado crescer durante os próximos 5 anos. Devido ao aumento da exploração e produção de petróleo no mar, a indústria está a procura de novos caminhos para aumentar a eficiência operacional e melhorar a recuperação das reservas de petróleo.

Leia a notícia completa em inglês:

The global fiber optic connector market 2016-2020 report says growth of undersea fiber-optic connections and 25 billion connected devices will be key trends for market growth during the next 5 years. Due to increasing offshore petroleum exploration and production, the industry is looking at new ways to enhance operating efficiencies and improve recovery of petroleum reservoirs. It is considering optical fiber as a good option as it can carry higher data rates over longer distances than copper cables. By 2020, an increase in subsea processing will generate more data, which will make the high bandwidth and longer transmission distances of optical fibers more attractive. More information gathered throughout the system makes for a more meaningful analysis.

Complete report on fiber optic connector market spread across 56 pages, analyzing 15 major companies and providing 25 data exhibits is now available at http://www.reportsnreports.com/reports/657300-global-fiber-optic-connectors-market-2016-2020.html.

The analysts forecast global fiber optic connector market to grow at a CAGR of 9.65% during the period 2016-2020. According to the 2016 fiber optic connector market report, one of the key drivers for market growth will be increase in number of data centers on a global level. The number of data centers is increasing globally due to technological advances. Cloud computing has become an effective way to access data worldwide. Further, the use of compact devices such as smartphones, tablets, and smart wearable devices is flourishing rapidly. Data centers provide high-performance computing across multiple industry verticals and, therefore, help foster more technological innovations.

The growing demand for these cables ultimately boosts the demand for fiber-optic connectors. During 2015, the global fiber optic connector market was dominated by APAC with a market share of almost 56%. An increase in internet penetration in emerging APAC countries such as China and Japan, along with the need for high-speed internet connections will propel the demand for fiber optic connectors in the region during the forecast period.

LC fiber connector segment accounted for more than 44% of the total share of the fiber optic connector market and dominated the industry. Benefits such as better insertion and return loss characteristics, easy to clean, flexibility and polarity reversal, and on-field installations are major reasons for the rise in demand for LCs over other connectors. When compared to SCs, the LCs has much lesser footprint, which makes them popular among the datacom or telecom segment. Moreover, their high-density patch applications and the combination of small size and latch feature makes them ideal for densely populated racks or panels.

The following companies are the key players in the global fiber optic connector market: 3M, Alcatel-Lucent, Amphenol Corporation, Corning Cable Systems, Diamond, Furukawa Electric, Molex, ADTEK, Hirose Electric, Ratioplast-OptoElectronics, Optical Cable, Sterlite Optical Technologies, Sumitomo Electric Industries, TE Connectivity, and Shenzhen DYS Fiber Optic Technology. Order a copy of Global Fiber Optic Connector Market 2016-2020 report @ http://www.reportsnreports.com/Purchase.aspx?name=657300.

Global Fiber Optic Connector Market 2016-2020, has been prepared based on an in-depth market analysis with inputs from industry experts. The report covers market landscape and its growth prospects over the coming years. The report also includes a discussion of the key vendors operating in this market. To calculate the market size, the report considers the sale of different types of fiber-optic connectors to the telecom (datacom) and computer and peripherals industries and the military segment.

Another related report is Global Fiber Optics Market 2016-2020, growing demand for increased network bandwidth is the primary growth driver for this market. With the proliferation of mobile computing devices, such as smartphones, tablets, and wearables with new capabilities, and the emergence of disruptive technologies that shift the bandwidth usage, the need for fiber optics is envisaged to increase rapidly during the forecast period. Browse complete report @ http://www.reportsnreports.com/reports/461262-global-fibre-optics-market-2016-2020.html.

Explore other new reports on Semiconductor and Electronics Market @ http://www.reportsnreports.com/market-research/semiconductor-and-electronics/.

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PROTESTE entra na Justiça para impedir futuros bloqueios do WhatsApp

Há prejuízos inestimáveis quando milhões de brasileiros são impedidos de usar o aplicativo, que hoje desempenha um papel fundamental na comunicação

A PROTESTE Associação de Consumidores entrou com ação no Supremo Tribunal Federal nesta terça-feira (23), para evitar que ocorram novos bloqueios do aplicativo de mensagens instantâneas WhatsApp por parte da Justiça. A petição (ADPF) tem o número 46222/2016.

Foi pedida liminar para que qualquer decisão futura que vise o bloqueio do aplicativo seja imediatamente suspensa, de forma que o serviço volte a operar imediatamente, sob pena de ofensa aos princípios da razoabilidade, proporcionalidade e segurança das relações jurídicas.

A Associação tomou a medida por entender não ser admissível que, sistematicamente, milhões de brasileiros sejam prejudicados com o bloqueio do aplicativo. Já foram determinadas pela Justiça quatro suspensões até agora, desde o ano passado.

Respaldada pela Constituição e pelo Marco Civil da Internet, a ação ajuizada pela PROTESTE (arguição de preceito fundamental) busca a confirmação definitiva da liminar concedida da última vez em que houve a suspensão do aplicativo. Ela quer assegurar o direito de todos os consumidores brasileiros usuários do aplicativo de se comunicarem livremente.

A última suspensão judicial foi em 19 de julho. A medida tem ocorrido com tanta frequência que a PROTESTE mantém como permanente a campanha “Não Calem o WhatsApp” (www.proteste.org.br/naocalemowhatsapp), que até agora obteve mais de 142 mil adesões.

Em maio, a Justiça também havia determinado a suspensão do serviço em todo o Brasil por 72 horas, mas o bloqueio se manteve por 25 horas, após recurso judicial. As suspensões anteriores também ocorreram em dezembro e fevereiro de 2015.

Este tipo de atitude unilateral da Justiça ocorre a partir de uma má compreensão do Marco Civil da Internet. “A Justiça tem que uniformizar o entendimento sobre esse tema para evitar os repetidos bloqueios”, avalia Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da PROTESTE.

A suspensão do WhatsApp fere duas garantias que são pilares do Marco Civil da Internet: a neutralidade da rede e a inimputabilidade; ou seja, o fato de que os provedores de conexão não respondem pelos ilícitos praticados por terceiros, estabelecidos pelo Marco Civil.

Na ação, a PROTESTE pede que seja definitiva a sentença concedida por liminar pelo STF, que derrubou a decisão da juíza Daniela Barbosa, da comarca de Duque de Caxias, no Rio de Janeiro. A determinação da juíza foi para que o serviço interceptasse mensagens de envolvidos em crimes na região; mas após três notificações, o Facebook não atendeu aos pedidos, diz a decisão. Então, a juíza pediu que o aplicativo desviasse mensagens antes da criptografia ou então desenvolvesse tecnologia para quebrar a criptografia.

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Accenture seleciona startups para o programa UP Innovation Lab

Entre os dias 25 e 29 de agosto, as 20 startups finalistas farão apresentações para grandes empresas do mercado brasileiro

A Accenture realiza, entre os dias 25 e 29 de agosto, a etapa de seleção do Up Innovation Lab, programa de fomento de startups desenvolvido com a finalidade de aprimorar a competitividade da economia local por meio da inovação. Ao todo, serão 20 startups do Brasil e de outros países, relacionadas aos mercados Financeiro, Bens de Consumo e Varejo, que farão apresentações para grandes empresas que atuam no mercado brasileiro – como Ambev, Santander, Itaú, Banco do Brasil, BRF, Natura, GPA, Unilever e outros.

As startups finalistas são:

Arquivei.com.br, Bynd, Cuponeria, Dito Brasil, Guiando, Luckro, Medicinia, Memed, Menupontocom, Moneyclip, NanoRep, NEXXTO, OriginalMY, PagoSim, PinPeople, Remedio Certo, Renda Fixa, Skore, Supermercado Now, Paykey

O que dizem as startups

Para Edilson Osorio Junior, CEO da OriginalMy, “a conexão que o UP Innovation Lab proporciona entre o mercado e as startups é muito importante, além de atender o que o mercado local precisava. As startups formam um dos maiores polos de inovação e soluções para problemas reais, e seu número tende a crescer nos próximos anos”.

Antonio Rossini, CEO da NEXXTO, complementa dizendo que “com o avanço exponencial das tecnologias da informação e a criação de novos paradigmas disruptivos, torna-se fundamental que grandes empresas tenham a possibilidade de experimentar e incorporar estas novidades como parte de seus recursos para transformar seus processos, atividades, valores e modelos de negócio”.
O CEO do Renda Fixa, Francis Wagner, reforça a importância das startups para o desenvolvimento da economia local. “O ecossistema de startups no Brasil está crescendo muito, seguindo uma tendência global. Acreditamos que o papel que as startups exercem é essencial para o crescimento salutar do mercado”.

Segundo Marco Zolet, CEO do Supermercado Now, “o UP Innovation Lab é uma iniciativa inovadora e se difere de outras já existentes na medida em que encurta a distância entre as startups e os grandes players do mercado, potencializando discussões, troca de experiências e a geração de negócios”.

E, por fim, Fernando Ohara, CEO do PagoSim, explica que “por oferecermos uma abordagem disruptiva e contrária à lógica do mercado de cobrança de dívidas, estamos muito empolgados com a oportunidade de apresentar nossa solução a alguns dos maiores credores do Brasil e interagir com pessoas influentes no segmento”.

Como funciona o UP Innovation Lab

Inspirado no Fintech Innovation Lab – referência em Nova York, Londres, Hong Kong e Dublin desde 2010 – e sem fins lucrativos, o Up Innovation Lab é direcionado às startups que já possuem produtos validados no mercado e que buscam a oportunidade de apresentá-los às maiores empresas do País.

Com duração de cinco meses, o programa permitirá às startups selecionadas interagir com os principais executivos das maiores empresas do País; realizar provas de conceito; obter conhecimento a partir da experiência dos executivos da Accenture; e, ainda, participar de painéis de discussão e workshops para o desenvolvimento e testes de soluções. Segundo Guilherme Horn, Diretor Executivo de Inovação da Accenture, “é uma oportunidade fantástica para as startups mais maduras darem um passo importante no sentido de escalar seus negócios”.

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Olimpíada marca primeiro voo comercial do A380 para o Rio de Janeiro

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m 22 de agosto, às 20h05, o primeiro voo comercial do A380 aterrissou no RIOgaleão – Aeroporto Internacional Tom Jobim. O voo da Air France entre Paris e o Rio de Janeiro foi especialmente programado em razão das Olimpíadas de Verão Rio 2016. A marca foi comemorada pelo aeroporto em uma saudação com jatos de água, na chegada da aeronave. O aeroporto ingressa na lista dos 230 aeroportos compatíveis com o A380 em todo o mundo.

O RIOgaleão oferece três posições de estacionamento que permitem a programação de futuras operações do A380. Como resultado de esforços contínuos para certificação nos últimos anos, quatro aeroportos na América Latina já estão prontos para receber as operações comerciais do A380 e comportar o crescimento do tráfego aéreo de longo prazo na região. Além do Aeroporto Internacional Tom Jobim, juntam-se à lista Aeroporto da Cidade do México Benito Juarez, o Aeroporto Internacional de Guarulhos-São Paulo e o Aeroporto Internacional de Cancun.

O A380 é a maior e mais espaçosa aeronave do mundo e oferece aos passageiros a viagem mais tranquila e silenciosa. Acomodando confortavelmente 544 passageiros em média em rotas de até 8.200 milhas náuticas, o A380 tem a capacidade única de gerar receita, estimular o tráfego e atrair passageiros. O A380 é a única aeronave com dois andares completos. Mais de 130 milhões de passageiros aproveitaram a experiência de voar a bordo de um A380. A cada três minutos, um A380 decola ou pousa em algum lugar do mundo.

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Logística como fator de qualidade – Por Ingo Pelikan

Investir em qualidade significa melhorar desempenho, conquistar maior credibilidade junto aos clientes, aumentar resultados e, consequentemente, ser mais competitivo no mercado. Para além da qualidade do produto – que, na verdade, é uma consequência –, deve-se considerar a qualidade dos processos, a exemplo da logística, responsável por toda a movimentação de materiais, que influi diretamente na qualidade final do produto.

Para o transporte de materiais, seja entre fábricas ou dentro de cada empresa, existe a máxima do cliente. Neste caso, o cliente da cadeia: quantidade certa, na hora certa e na qualidade certa. Haja logística nos transportes do fabricante de matérias-primas para o tier 2, do tier 2 para o sistemista, do sistemista para a montadora e da montadora para a concessionária ou para o porto, fora as movimentações dentro de cada fábrica.

Logística é um tema que ainda precisa ser muito explorado no Brasil, um país de dimensões continentais, cuja malha é extremamente complexa em todos os modais de transporte. Mas como lidar com o tempo nas grandes capitais, onde há um trânsito bastante intenso e risco de atraso na entrega de mercadorias?

Quando há atrasos, a empresa precisa recuperar o tempo de alguma forma para evitar a insatisfação do cliente. Neste caso, quais ações complementares podem ser adotadas sem prejudicar a qualidade do produto? Há toda uma complexidade nas movimentações, que requer visão estratégica das empresas.

E mais: o caminho para aumentar as exportações e ganhar penetração em todo o globo é assegurar a qualidade made in Brazil. A montadora precisa adotar uma série de cuidados ao fazer a expedição de um produto, porque se for transportado de forma indevida pode chegar danificado na concessionária, o que gera custo e, provavelmente, atraso na entrega para o cliente final, o que provoca automaticamente insatisfação.

Hoje diversos procedimentos de logística são adotados pelas empresas com base na ISO 9000 ou na ISO/TS 16949, embora as normas não tenham tópico específico sobre o assunto. A montadora exige a ISO TS de seu fornecedor direto, mas a exigência que sai da montadora, obrigatoriamente, não é a mesma que chega ao tier 2, então aí muito se perde.

Para a logística, o caminho é reverso: se a exigência não chega, a movimentação de mercadoria provavelmente não é realizada com os mesmos critérios do primeiro ao último fabricante. Fica a questão: como podemos desdobrar os conceitos da qualidade para a logística em todas as etapas da cadeia?

E na outra ponta, da montadora para a concessionária, que tipo de padrão é adotado? Hoje as concessionárias são vinculadas a marcas específicas e cada marca tem a sua metodologia de trabalho. Esse segmento oferece maior segurança ao consumidor. Agora, a distribuição de mercadoria para o mercado aberto precisa ser trabalhada no Brasil para que haja maior conscientização e padronização dos processos.

Embora não exista norma específica para logística no mercado, já se percebe a tendência de desenvolvimento de uma certificação para a padronização dos conceitos logísticos, conforme os cinco requisitos MAEPE (manuseio, armazenagem, embalagem, proteção e entrega), que devem ser bem detalhados. Este é o caminho a ser traçado para que haja maior transparência e melhores resultados para toda a cadeia automotiva.

Ingo Pelikan é presidente do IQA – Instituto da Qualidade Automotiva

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GE anuncia extensão do patrocínio à canoagem brasileira

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A GE anuncia hoje a extensão de sua parceria com a Confederação Brasileira de Canoagem (CBCa), válida agora até o final de 2018. A GE investe na Canoagem com recursos próprios, sem renúncia fiscal por parte da companhia, além de oferecer apoio tecnológico para o treinamento dos atletas.

“A Canoagem Brasileira protagonizou o papel mais surpreendente desta edição dos Jogos Olímpicos”, celebra Rafael Santana, presidente e CEO da GE para a América Latina. “Erlon e Isaquias conquistaram medalhas inéditas para o Brasil, marcando o melhor desempenho da modalidade na história. Com a continuidade da nossa parceria, reforçamos nosso apoio ao desenvolvimento dos atletas no País”, salienta o executivo.

O acordo permite à GE apoiar as equipes nacionais de todas as 12 modalidades da CBCa em diferentes categorias, incluindo Canoagem Velocidade, Canoagem Slalom, Caiaque Polo, Rafting e Paracanoagem – que será disputada como esporte paralímpico pela primeira vez durante os Jogos Paralímpicos Rio 2016.

“Estamos muito orgulhosos pelas excelentes conquistas dos nossos atletas e com o patrocínio da GE à Confederação Brasileira de Canoagem. Com a extensão desta parceria, buscaremos voos ainda mais altos”, ressalta João Tomasini Schwertner, presidente da CBCa. Esta foi a melhor campanha da Canoagem Brasileira em todos os Jogos Olímpicos, com 2 pratas e 1 bronze. Isaquias Queiroz se tornou o único atleta individual brasileiro da história a conquistar 3 medalhas em uma mesma edição dos Jogos Olímpicos.

Legado também para a Cidade Maravilhosa

Como patrocinadora dos Jogos Olímpicos, a GE busca a cada edição entregar um presente para a
cidade-sede, aumentando o legado após o término do megaevento. Para o Rio, a doação foi de aproximadamente R$ 20 milhões, composta por tecnologias da empresa de saúde e iluminação.

O Hospital Municipal Souza Aguiar, segunda maior emergência da América Latina, teve parte de seus equipamentos renovados por 24 equipamentos de diagnóstico de imagem, incluindo arcos cirúrgicos, monitores, equipamentos de anestesia, raios-X, tomografia computadorizada e ultrassons, que podem aumentar em 30% o número de cirurgias realizadas no hospital e em 100% o volume de exames na radiologia. “O único legado palpável que fica no Rio é o que a gente ganha aqui na Saúde. Isso dá a gente um prazo de mais 10 anos de bom trabalho”, diz o Dr. Antonio Araújo de Costa, Diretor Geral do Hospital.

A GE também entrega para a cidade 1,6 mil luminárias LED com sistema de telegestão para duas áreas icônicas da cidade, o Parque do Flamengo e a Lapa. Com a nova tecnologia, é possível aumentar e reduzir a intensidade da iluminação conforme a necessidade. Associado ao menor consumo do LED, expectativa é que as novas luminárias gerem uma economia de 78% de energia no Parque do Flamengo e de 50% no bairro da Lapa.

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