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O futuro da biometria em pagamentos móveis – Por Juan D’Antiochia

A penetração de dispositivos móveis continua crescendo de forma constante no Brasil, e, cada vez mais, a adoção do uso de biometria em smartphones se torna mais comum e conquista a confiança dos consumidores, com possibilidades como a certificação de identidade e desbloquear dispositivos com um simples toque.

No entanto, a biometria pode fazer muito mais do que apenas isso.
No Brasil, os bancos e outras instituições financeiras já adotaram a tecnologia biométrica para proteger transações financeiras em caixas eletrônicos. O próximo passo é usá-la em pagamentos móveis, tornando-os mais seguros e rápidos. Diante desse cenário, os smartphones, que já contam com autenticação biométrica, devem desempenhar um papel muito maior na liberação de pagamentos em um clique.

No entanto, antes da biometria se consolidar nos meios de pagamentos, existem algumas preocupações fundamentais que devem ser abordadas.

Em primeiro lugar, há a questão da segurança. A tecnologia biométrica aproveita dados extremamente sensíveis e únicos, o que gera preocupações sobre a transferência e o armazenamento dessas informações. Um número de cartão de crédito roubado pode ser substituído, enquanto as impressões digitais roubadas, não. No entanto, conforme a autenticação biométrica se torna padrão em dispositivos móveis, ela deve atingir, naturalmente, um nível mais elevado de segurança, a fim de atender às exigências dos consumidores e ganhar sua confiança. À medida que os sistemas de autenticação móveis evoluem, os leitores biométricos em smartphones começam a ganhar mais aplicações em pagamentos móveis, melhorando a experiência dos consumidores ao confirmar sua identidade e concluir uma compra.

A biometria deve conquistar um papel importante também na proteção dos nossos dados pessoais. Essa tecnologia é um elemento essencial para a autenticação local e ajuda a assegurar que um consumidor esteja atrelado a um dispositivo específico. Desta forma, os dados pessoais, como um número de identificação, aniversário ou endereço, não precisam ser compartilhados em todo o ecossistema de pagamentos. Em vez disso, tanto tokens, como dados muito limitados, podem ser transmitidos a terceiros. Assim, vemos a biometria como um mecanismo que aumentará a privacidade e a proteção de dados.

Além de segurança, a biometria também terá de superar a questão do custo. Os custos iniciais podem ser elevados – especialmente quando se trata de novos métodos, como reconhecimento facial, – enquanto chips e PINs são tecnologias confiáveis que oferecem alto nível de segurança a um preço considerado aceitável. A expectativa é que com o crescimento da adoção de tecnologia biométrica, os custos de leitores já apresentem queda, consequentemente alavancando a procura por parte dos consumidores e comerciantes. Podemos esperar que os custos caiam ainda mais, já que organizações, como bancos e outras empresas de serviços financeiros, que dependem de prevenção da fraude, devem passar a ver o uso da tecnologia biométrica como um investimento rentável a longo prazo.

Finalmente, a fim de alcançar presença sólida em pagamentos móveis, a tecnologia biométrica terá de adotar normas comuns para garantir uma experiência de pagamento rápida, intuitiva, segura e fácil, já que atualmente existe uma gama enorme de tecnologias de autenticação no mercado. De forma isolada, essas tecnologias não conseguem oferecer uma solução de pagamento completa, com a qual comerciantes e clientes possam contar.

Um padrão biométrico já está em desenvolvimento. FIDO – ou Identidade Rápida On-line – acaba com a dificuldade de desenvolver uma solução que funcionará com tudo. Este padrão emergente visa criar uma interface universal que cada autenticador móvel pode usar para completar os pagamentos. Com ele, um dispositivo autenticado pode atuar como uma chave de acesso para permitir a realização de pagamentos de forma simples e segura.

Recentemente, a Worldpay fechou uma parceria com a Samsung SDS, o braço de soluções de tecnologia da companhia, para desenvolver uma prova de conceito explorando a utilidade de FIDO nos dispositivos móveis de pontos de venda. A autenticação biométrica pode não só tornar realidade a implementação destes dispositivos em diferentes ambientes comerciais, como também pode contribuir para oferecer experiências mais consistentes para os usuários, permitindo que os varejistas façam login mais rápido e seguro para servir os seus consumidores. Em um país de proporções continentais como o Brasil, e que ainda tem regiões sem agências bancárias, esses dispositivos poderiam abrir novas possibilidades para o comércio entre os consumidores rurais e comerciantes sem acesso à infraestrutura bancária tradicional.

No final, tanto os clientes quanto os comerciantes exigem uma experiência de pagamento rápida e segura. Os consumidores não querem se lembrar de várias senhas e os comerciantes, por sua vez, querem soluções acessíveis que melhorem a segurança e reduzam o tempo de transação, já que adicionar até poucos segundos extras à experiência de pagamento pode impactar seus negócios. Se a tecnologia for capaz de superar preocupações sobre a segurança, custo e padronização, a autenticação biométrica conseguirá oferecer grandes benefícios para todos.

Juan D’Antiochia, gerente geral da Worldpay para a América Latina

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Pesquisa da Unisys aponta que as tecnologias vestíveis revolucionarão a biometria

Nova pesquisa da Unisys Corporation(NYSE: UIS) revela que a área de aplicação da lei deve conduzir a inserção da biometria à tecnologia vestível. Entretanto, a questão da privacidade e segurança dos dados biométricos armazenados na nuvem precisa ser abordada, conforme seja amplamente adotada.

A pesquisa com 54 profissionais especialistas em biometria foi conduzida pela Unisys durante a Conferência do Instituto de Biometria na região Ásia-Pacífico(Biometrics Institute Asia Pacific Conference), realizada em Sidney, em maio de 2016.

As tecnologias vestíveis são dispositivos que podem ser utilizados junto ao corpo e que normalmente possuem a funcionalidade de promover a comunicação, o que possibilita a troca de dados entre uma rede e o dispositivo. Biometria refere-se a uma variedade de tecnologias nas quais os atributos exclusivos das pessoas são utilizados com o objetivo de identificar e autenticar, tais como impressão digital, da íris, mão, rosto, voz ou movimento.

“Embora a biometria tenha se tornado mais barata, mais precisa e mais fácil de usar, a falta de uma mudança revolucionária na tecnologia de captura restringiu os tipos de aplicações que utilizam a biometria e os tipos de biometria utilizados nessas aplicações. No entanto, o surgimento das tecnologias vestíveis tem o potencial de mudar completamente a utilização da biometria”, afirma John Kendall, Diretor do Programa de Fronteiras e Segurança Nacional da Unisys.

A maioria dos profissionais da área de biometria entrevistados (63%) disse que possibilitar que os agentes que aplicam a lei em âmbito público e privado identifiquem suspeitos ou conhecidos, que sejam terroristas e criminosos é a oportunidade mais apropriada para incorporar a biometria à tecnologia vestível. Poucos indicaram a finalidade para que consumidores possam fazer uso de relógios inteligentes, por exemplo, para autenticar pagamentos (19%) ou a utilização da biometria para controlar o acesso de dados capturados por dispositivos vestíveis (14%).

“Câmeras utilizadas junto ao corpo, que ficam presas nos uniformes como se fossem crachás, já estão sendo utilizadas em todo o mundo por autoridades de segurança pública para identificar pessoas, ao comparar com uma lista de suspeitos e depois, por meio de um smartphone ou um fone de ouvido Bluetooth discreto, notificam a pessoa que está utilizando esta câmera junto ao corpo”, indicou Kendall.

Os entrevistados disseram que o reconhecimento facial é a modalidade biométrica mais apropriada para a tecnologia vestível, seguido pela identificação de voz. Além disso, pulseiras (52%), relógios (19%) e broches (15%) foram indicados como os formatos de dispositivos vestíveis mais apropriados para utilização da biometria.

“A autenticação da impressão digital já é aceita em smartphones e poderá ser aplicada a relógios ou pulseiras por meio de sensores de impressão digital. De modo similar, como muitos dispositivos vestíveis já incorporam câmeras, o reconhecimento facial é uma opção lógica para os óculos inteligentes e as câmeras utilizadas junto ao corpo”, completou Kendall.

Questões sobre privacidade no acesso às informações biométricas armazenadas na nuvem foram citadas como sendo o obstáculo mais significativo para a incorporação da biometria à tecnologia vestível (79%). De uma forma geral, tecnologia, formato e custo não foram considerados como obstáculos.

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Atento adquire participação majoritária da R Brasil Soluções para expandir sua capacidade em serviços de cobrança

A Atento S.A (NYSE: ATTO), líder em serviços de gestão de clientes e terceirização de processos de negócios (CRM/BPO) na América Latina e um dos três maiores provedores em nível mundial, anunciou hoje a aquisição do controle majoritário da R Brasil Soluções, um dos principais provedores de serviços de cobrança no País. Os termos financeiros da transação não foram divulgados. Espera-se que a aquisição seja contabilizada para a rentabilidade da Atento no seu primeiro ano.

Fundada em 2007, a R Brasil Soluções conta com mais de 20 clientes em seu portfólio. A empresa é altamente reconhecida por representar clientes dos segmentos financeiro, de telecomunicações e varejo no Brasil, com soluções de cobrança inovadoras e eficientes. Referência neste mercado, a plataforma da R Brasil permite a rápida implantação de soluções de cobrança, além de garantir uma eficiente recuperação de recebíveis por meio de ferramentas de business intelligence e analytics.

“A aquisição acelera a evolução da companhia com a oferta de soluções de maior valor agregado, solidificando ainda mais nossa liderança na América Latina”, afirma Alejandro Reynal, CEO da Atento. “A iniciativa reforça a nossa estratégia de longo prazo, que inclui a consolidação de nossa liderança em serviços de voz, garante uma maior expansão em soluções fim-a-fim – especialmente em serviços financeiros -, bem como acelera o crescimento em serviços digitais”, completa.

“A união das competências da Atento com as da R Brasil irá nos tornar a maior provedora de soluções de recuperação de recebíveis no Brasil”, declarou Mário Câmara, diretor geral da Atento no Brasil. “Nós forneceremos uma solução de cobrança fim-a-fim superior para nossos clientes, que proporcionará uma alternativa mais eficiente para os consumidores regularizarem seus vencimentos e melhorarem suas relações com as marcas. Estamos muito animados com as novas oportunidades que podemos trazer para os nossos clientes”.

Flavio Luiz Rossetto, diretor executivo da R Brasil Soluções, acredita que a relação com a Atento seja o marco mais importante para a empresa. “Nossa visão corporativa de geração de valor, que busca prover excelentes soluções de recuperação de recebíveis, está alinhada à missão da Atento em contribuir para o sucesso de seus clientes e garantir uma melhor experiência para os consumidores”, complementa Rosseto. Com a operação, os fundadores da R Brasil, Flávio Luiz Rosseto e Jorge Lourenção permanecerão com seus papeis de liderança na empresa nesta nova fase com a Atento.

A combinação entre as capacidades da Atento e da R Brasil é sinérgica em vários pontos, pois::

– Oferece aos clientes uma plataforma totalmente integrada e com soluções de cobrança personalizadas.

– Melhora a eficácia das soluções de cobrança com o uso extensivo de tecnologia, inteligência de negócios e capacidades produtivas e analíticas.

– Cria o maior provedor de serviços de recuperação de recebíveis no Brasil, com mais de 7 mil profissionais, forte know-how e expertise.

– Amplia significativamente as oportunidades em um mercado potencial de cobrança, estimado em USD $ 2,7 bilhões na América Latina.

– Impulsiona a consolidação, fortalecendo o setor, que hoje é altamente fragmentado e atrativo na América Latina.

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PAGO, empresa do Grupo Nexxera prestes a completar um ano, pretende transacionar R$25 milhões de reais por mês até outubro deste ano

A PAGO – empresa do Grupo Nexxera, líder nacional em transações eletrônicas financeiras e mercantis no relacionamento das empresas com a sua cadeia de valor – completa um ano de existência em outubro de 2016. Atuando no mercado de captura e subadquirentes de cartões de crédito e débito (atualmente Visa e Mastercard), a empresa procurou se diferenciar de suas concorrentes trabalhando com soluções 100% próprias e inovadoras, o que significa mais flexibilidade para atender as necessidades de seus clientes, como varejistas e prestadores de serviço.

Hoje, transacionando cerca de R$5 milhões de reais por mês – por meio de aproximadamente 750 máquinas de cartão em operação direta, sem contar operações em parceria com bancos e bandeiras – a PAGO pretende alcançar a cifra de R$25 milhões de reais em transações até o fim de setembro/começo de outubro deste ano.

A empresa também tem como objetivo aumentar sua presença de mercado em mais de 500%, colocando 5 mil máquinas de cartão para operar com um tíquete médio variável entre R$7.000 a R$8.000 por mês.

E como a empresa pretende dar este salto? O Diretor da PAGO, Roberto Masotti, explica: “atendemos desde grandes projetos com demanda de customizações e integrações até pequenos clientes (CNPJ ou CPF) com taxas competitivas. O modelo da PAGO permite integração das soluções de captura com as mais diversas necessidades do cliente de forma rápida e segura. A empresa integra bandeiras de cartão regional e private label, ERP do cliente para consulta e envio de dados de transações, recarga de celular, programa de fidelidade, informações gerenciais, entre outras. A PAGO possui toda a linha de terminais de captura já funcionando e com preços competitivos para o cliente adquirir a máquina e não pagar aluguel nem licenciamento pela tecnologia, seja ela POS, mPOS ou TEF”.

O CEO do Grupo, Edson Silva, afirma que o investimento na PAGO é uma estratégia que visa atender a uma necessidade real do mercado de MPEs. “Sabemos que as MPMEs têm dificuldades com as atuais opções no mercado e, por termos ciência do que o mercado precisa, temos a oportunidade de investir em uma empresa como a PAGO que, diferentemente das concorrentes, realiza todas as operações internamente – desde captura até atendimento com SAC próprio -, oferecendo soluções customizadas, com tecnologias 100% proprietárias, para a necessidade específica de cada segmento”, explica Silva.

A PAGO atende atualmente de forma direta cerca de 750 PMEs e já tem estabelecido parcerias com bandeiras regionais para capilarizar sua atuação no cenário nacional.

O Grupo Nexxera investiu R$1,5 milhão nos últimos 12 meses na PAGO que hoje se localiza em Alphaville e emprega 30 funcionários. O Nexxera é o principal gateway de serviços e soluções financeiras e mercantis em termos de marketshare no mundo B2B e o mais relevante fornecedor de conectividade (EDI) do setor, alcançando, com suas soluções, mais de 980 mil CNPJ’s e dois milhões de pessoas físicas conectados em tempo real.

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Programa MGTI-Stanford rumo ao Vale do Silício

A segunda turma do Programa de Inovação e Empreendedorismo da Fumsoft-MGTI com o Centro de Desenvolvimento Profissional da Universidade de Stanford está prestes a decolar. Os 40 passageiros de 23 empresas já confirmaram seus tickets, estão de malas prontas e se acomodando em seus lugares. Agora em 2016 teremos participantes de cinco cidades de quatro estados, Minas Gerais, Paraná, São Paulo e Rio Grande do Sul, o que demonstra o crescimento do programa em relação a sua edição de 2014, que teve predomínio mineiro entre os inscritos.

Serão novos 40 empreendedores brasileiros que desenvolverão e apresentarão seus projetos inovadores para avaliação dos professores de Stanford, empresários e investidores do Vale do Silício. O programa MGTI-Stanford em 2016 conta com a participação de empresas de base tecnológica de vários segmentos e grau de maturidade bastante diversos, contando inclusive com a participação da gigante nacional TOTVS. Todos os participantes compartilharão um objetivo principal: inovar com sucesso! Além do que será visto e aprendido com a melhor universidade dos Estados Unidos, segundo a revista Forbes, o network empresarial gerado é de valor inestimável para todos os participantes do programa.

A agenda deste ano traz webinars ao vivo em 28 de setembro, 11 e 26 de outubro; um curso online entre 29 de setembro e 28 de outubro; e o ponto alto do programa, a aguardada semana presencial no Centro de Desenvolvimento Profissional de Stanford, de 31 de outubro a 04 de novembro. Além de fomentar uma nova mentalidade inovadora em produtos e serviços de tecnologia, os professores de Stanford possuem grande experiência e visão de negócios, pois muitos empreendedores em série e empresários de sucesso. Todo o currículo é pensado para levar os participantes a um patamar acima do atual em seus negócios, com uma renovada visão sobre como criar e inserir produtos no mercado, com foco na solução das dores dos clientes e na sustentabilidade desses produtos. Como mostra a lista de inscritos, até mesmo empresas maduras e de reconhecido sucesso enxergam os benefícios de participar do programa.

Estas são as empresas da turma de 2016 do Programa MGTI-Stanford:

CRM Educacional, Belo Horizonte/MG; Méliuz, Belo Horizonte/MG; Take.net, Belo Horizonte/MG; Polifrete, Uberlândia/MG Contamobi, Belo Horizonte/MG; Concert, Belo Horizonte/MG; Prime Systems, Belo Horizonte/MG; Enacom, Belo Horizonte/MG; GDAX, Belo Horizonte/MG; Samba Tech, Belo Horizonte/MG; FH, Curitiba/PR; Lavemcasa, Belo Horizonte/MG; Tekann Tecnologia da Informação, Santa Cruz do Sul/RS; Gassend, Belo Horizonte/MG; Fastdezine São Paulo/SP; Hometeka do Brasil, Belo Horizonte/MG; Compass 3D, Belo Horizonte/MG; Sindicato das Empresas de Informática de Minas Gerais, SINDINFOR, Belo Horizonte/MG; RCI, Porto Alegre/RS; Dito, Belo Horizonte/MG; Hekima/Zahpee, Belo Horizonte/MG; Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais, Fapemig, Belo Horizonte/MG; Totvs, Regional Minas Gerais, Belo Horizonte/MG.

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Gartner: empresas podem reduzir 30% dos gastos com software seguindo três melhores práticas

Despesas com programas devem chegar a US$ 332 bilhões em 2016

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, alerta que empresas podem reduzir gastos com software em até 30% ao implementar três melhores práticas de otimização de licenças. Os fatores cruciais para reduzir gastos com programas são a melhoria da configuração de aplicativos, a reutilização de licenças e o uso das ferramentas de gerenciamento de ativos de software (SAM). Esse tema será amplamente debatido no Symposium/ITxpo 2016, o maior e mais importante evento mundial do Gartner para CIOs e executivos de tecnologia, que acontece entre 24 e 27 de outubro, no Sheraton São Paulo WTC Hotel (SP).

“Economizar com software é um exercício complexo, mas a economia em potencial é muito grande para ser ignorada”, afirma Hank Marquis, Diretor de Pesquisas do Gartner. “A otimização automatizada da licença de software é um tema relativamente novo e no qual a maioria das empresas está pouco madura. A variedade de direitos de licença também dificulta a identificação de pontos de redução de custos pelos líderes de TI, especialmente em ambientes com muitos editores e títulos de software. A busca, porém, vale a pena, já que a redução de gastos contribui diretamente para o resultado final como lucro bruto”, explica Marquis.

De acordo com pesquisa global de despesas com TI do Gartner, as companhias irão gastar US$ 332 bilhões em software em 2016. Em mais de 800 consultas com clientes em relação às ferramentas SAM entre maio de 2015 e março de 2016, o Gartner detectou que as empresas com processos maduros de otimização de licenças de software que foram automatizados usando essas ferramentas reportaram a redução de, em média, 30% nos gastos no primeiro ano de operação dessas soluções.

O Gartner afirma que as empresas podem cortar gastos com software ao usar três melhores práticas:

1 – Otimizar as Configurações de Software

Os programas de grandes editores possuem direitos de uso complexos e são caros. A configuração padrão para a maioria dos programas é normalmente a mais cara para os clientes também. A mistura de complexidade com o alto custo oferece as melhores chances para cortar gastos. Os líderes de TI devem buscar a economia na configuração dos programas, especialmente em software para Data Center. “Tais mudanças parecem simples, mas não são óbvias e suas economias podem chegar a milhões de dólares”, afirma o analista do Gartner.

2 – Reutilizar Licenças de Software

Reutilizar licenças de software é a recuperação dos direitos de licenças não utilizadas para reuso, com o objetivo de evitar uma nova compra. Essa reutilização reduzirá os gastos com software assim como os custos de manutenção e suporte. Ela exige um controle rigoroso de processos, no entanto, com muitas empresas de TI com baixo nível de maturidade, a maioria poderia cortar gastos com software ao amadurecer os processos de reutilização e otimização de licenças e desenvolvê-los nas atividades operacionais diárias de TI. A reutilização requer uma verificação para encontrar software fora de uso, mal utilizado ou usado erroneamente. Por exemplo, um usuário pode ter um programa instalado, mas nunca utilizado, ou talvez ele precise do software apenas como visualizador. As ferramentas SAM e algumas outras de gerenciamento dos clientes podem oferecer essa funcionalidade.

3 – Usar Ferramentas SAM

É difícil otimizar os gastos com software porque as licenças são muito complexas. Otimizá-las manualmente exige muito trabalho e conhecimento especializado e não atende em larga escala. As empresas maiores precisarão de uma ferramenta SAM capaz de automatizar, acelerar, melhorar processos manuais, pagar dividendos sobre as alternativas manuais e frequentemente pagar a si mesma.
O Gartner Symposium/ITxpo 2016 oferece aos CIOs e executivos seniores de TI um direcionamento estratégico sobre como dominar as mudanças tecnológicas em um momento de competição como o atual, em que a velocidade dos negócios digitais torna essencial a estratégia de enxergar o futuro com uma ampla visão.

Até o dia 16 de setembro, as inscrições para o Gartner Symposium/ITxpo 2016 estão com desconto de R$ 675,00. Há preços diferenciados para profissionais do setor público e descontos para grupos.

Interessados devem contatar o Gartner pelo e-mail brasil.inscricoes@gartner.com, pelos telefones (11) 5632-3109 e 0800-744-1440 ou pelo site: gartner.com/br/symposium.
Anote em sua agenda – Gartner Symposium/ITxpo 2016
Data: de 24 a 27 de outubro de 2016 (Segunda a Quinta-feira)
Local: Sheraton São Paulo WTC Hotel – Av. das Nações Unidas, nº 12.559, São Paulo/SP
Site: gartner.com/br/symposium

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Embratel apoia desenvolvimento de startups e empreendedorismo

Participantes da Android DevConference podem testar e conhecer os benefícios do Cloud Server

A Embratel anuncia novas ofertas para startups e empreendedores no Android DevConference, evento para desenvolvedores da plataforma Android e que acontece nos dias 5 e 6 de setembro, em São Paulo. Novas ofertas de serviços de Cloud e de Hospedagem estão sendo apresentadas pela Embratel para mais de 1.500 empreendedores de todo o Brasil que participam da conferênciae que podem acompanhar apresentações sobre soluções, desenvolvimento de aplicativos e outros temas do universo da tecnologia.

“Estamos com uma série de ações e anúncios em nosso portfólio de soluções para empresas de todos os tamanhos e para destacar o DNA empreendedor da Embratel”, afirma Mário Rachid, Diretor Executivo de Soluções Digitais da Embratel. O executivo destaca que os participantes podem conferir as novidades no Salão de Negócios, onde está o estande da Embratel, para conhecer mais sobre a ampla gama de ofertas convergentes de Telecomunicações e Soluções Digitais para pequenas, médias e grandes empresas.

O evento recebe a visitação também de parceiros de negócios e comunidades apoiadas pela Embratel, como a iMasters, com mais 300 mil profissionais de TI, desenvolvimento e criatividade digital.

A promoção para o Android DevConference é especial. Todos os participantes recebem um voucher com bônus de R$ 500 para experimentar e atestar a qualidade do Cloud Server da Embratel. O Cloud Server é um servidor virtual dinâmico que garante flexibilidade para aumentar ou diminuir a capacidade do servidor segundo a demanda computacional dos clientes. A solução é indicada para empresas de todos os portes que necessitam de uma infraestrutura mais flexível para armazenar com segurança seus projetos.

O Cloud Server possui vantagens como discos virtuais de alta capacidade (Virtual-SAN com tiering SSD) em rede dedicada de 40 Gbps, suporte em português sem custo adicional, melhor tempo de resposta às aplicações devido à maior abrangência de conexão de rede do Brasil, proporcionando melhor tempo de resposta para suas aplicações, e múltiplas funcionalidades via painel de controle para auxiliar a rotina de administração do servidor como ferramenta de Backup, Load Balance, API Restful e vLAN (rede privada). Outra vantagem do Cloud Server é a cobrança, feita conforme o volume de uso do serviço, evitando que as empresas tenham custos imobilizados com a aquisição de equipamentos ou que paguem por recursos não utilizados.

Com diversas configurações disponíveis, o Cloud Server permite a instalação de dezenas de servidores em poucos minutos por meio de Painel de Controle. As opções de memória vão de 512 MB a 256 GB, o processamento varia entre 1 vCPUs e 20 vCPUs, com velocidade de 1 GHZ a 2,5 GHZ, e os discos têm com capacidade de armazenamento de 20 GB a 5.000 GB. A ferramenta funciona nos sistemas operacionais Windows, Ubuntu, CentOS, OpenSUSE, RedHat Enterprise, MySQL e SQL.

Interessados podem contratar o Cloud Server pelo portal https://loja.embratelcloud.com.br.

Embratel no Android DevConference
Data: 05 e 06 de setembro
Local: Hotel Tivoli Mofarrej – Endereço: Alameda Santos, 1437 – São Paulo – SP

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64% dos executivos do setor aeroespacial e de defesa esperam crescer nos próximos dois anos, aponta pesquisa da KPMG

De acordo com a edição recente da pesquisa Panorama Global do Setor Aeroespacial e de Defesa (Global A&D Outlook), 64% dos entrevistados estão confiantes ou muito confiantes em relação às previsões de crescimento das empresas nos próximos dois anos. O estudo foi produzido pela KPMG com 76 executivos seniores desses setores do mundo inteiro.

Segundo o estudo, o panorama ainda é mais otimista para as fabricantes originais de equipamentos de aeronaves e as empresas contratadas para prestar serviços para o setor de defesa. Cem por cento dos respondentes de organizações de maior porte (com receitas anuais globais de mais dez bilhões de dólares) parecem confiantes nas estratégias de crescimento. Ainda de acordo com o levantamento, 41% delas dizem que o crescimento será uma das prioridades no topo da lista nos próximos dois anos. Um percentual mais alto do que os 13% observados no ano anterior.

“A pesquisa também nos mostra como as empresas vão buscar esse crescimento, já que a gestão de custos e desempenho ainda é um tópico em alta na pauta das organizações dessa indústria”, afirma o sócio do setor aeroespacial e defesa (A&D) da KPMG, Marcio Peppe.

O executivo destaca que, segundo o levantamento, 81% dos participantes estão focados em aprimorar a gestão de custos e desempenho. “Isso indica que muitas organizações estão investindo de modo mais orientado ao crescimento em novas tecnologias e serviços enquanto enfatizam a redução e a consolidação de custos. Os líderes precisarão expandir as organizações, experimentar novas abordagens e unir-se a novos parceiros que possam ajudá-las a explorar essas oportunidades de modo mais rápido e com maior relação custo-benefício”, analisa Peppe.

Novos serviços

O Panorama Global do Setor Aeroespacial e de Defesa aponta que 87% dos respondentes planejam mudar a gama de produtos que oferecem nos próximos dois anos, sendo que, dentre eles, 47% farão investimentos significativos para lançar um ou mais novos produtos no mercado.

Dessa forma, investimentos em pesquisa e desenvolvimento (P&D) vão crescer. Trinta por cento dos entrevistados disseram ter gasto 6% ou mais das receitas com P&D no ano passado e agora 45% dizem que irão gastar no mínimo esse mesmo valor nos próximos dois anos. “O mais impressionante ainda é o fato de que 20% deles disseram que irão gastar mais de 10% das receitas em P&D nos próximos dois anos. Façamos uma comparação com o percentual de 2014, ano em que nenhum deles indicou ou previu um índice de gastos com P&D maior do que 10%”, afirma o sócio da KPMG.

Novos mercados

A pesquisa mostrou que mais de 90% dos respondentes do setor A&D dizem ter planos de expansão para novos mercados nos próximos dois anos. Adicionalmente, quase 30% dos participantes dizem que as estratégias de investimentos estrangeiros são influenciadas principalmente pelo desejo de aproximar-se do cliente e obter acesso a novos mercados.

“Como as economias continuam em ritmo lento e os orçamentos do setor de defesa estagnados nos mercados desenvolvidos, muitas organizações do setor A&D estão atualmente à procura de novos mercados estrangeiros para gerar nova receita. Além da busca pelo crescimento da receita, a redução dos custos com fabricação é um grande fator influenciador”, analisa Peppe.

Riscos e inovação da cadeia de suprimentos

Devido a uma transição para novos produtos e novos mercados, o levantamento mostra que a falha da cadeia de suprimentos continua a ser vista como um grande risco para as organizações do setor A&D, com 87% dos respondentes citando-a como uma grande ameaça à concretização da pauta de crescimento da empresa. Os riscos da cadeia de suprimentos foram classificados como o segundo maior risco enfrentado pelas fabricantes do setor A&D, atrás somente das preocupações com uma ameaça de outra recessão econômica. “A melhor forma de reduzir o risco de falha da cadeia de suprimento é obter uma maior visibilidade de ponta a ponta e gerenciá-la de modo multidisciplinar e mais profundo”, afirma Peppe.

Quase dois terços (64%) dos entrevistados disseram ter planos para investir em detecção de demanda para aprimorar as operações das cadeias de suprimentos e 60% dizem que investirão em análise de dados. Além disso, 32% dos respondentes disseram que investiriam em tecnologias de IoT (internet das coisas) na cadeias de suprimentos. “As organizações mais avançadas estão pensando em como podem combinar dados da tecnologia de detecção com fontes de dados externas para criar um valor ainda maior para os clientes e oportunidades de crescimento mais sustentáveis para si mesmas”, finaliza o executivo.

Sobre o estudo

O relatório tem como base uma pesquisa realizada com 76 executivos seniores do setor de A&D, sendo que metade deles está localizada na Europa e 21% nas Américas. Mais de 30%vdos entrevistados representam empresas com receitas anuais globais de mais de 5 bilhões de dólares e 8% representam organizações com receitas de mais de 25 bilhões de dólares. Você pode fazer o download do A&D Outlook na íntegra em https://home.kpmg.com/xx/en/home/insights/2016/07/kpmg-2016-aerospace-defense-outlook.html

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Startup Evnts recebe investimento e é acelerada na Oxigênio

Startup recebeu 230 mil reais para expandir suas operações

A Evnts, plataforma tecnológica de reservas de hotéis para
eventos, anuncia um importante momento em sua trajetória. A empresa
recebeu um aporte de R$ 230 mil de um investidor-anjo. Agora, a
startup planeja aumentar a equipe comercial, de tecnologia e
atendimento, além de modernizar as ferramentas e funcionalidades da
plataforma.

“A Evnts é a primeira tecnologia que assegura a melhor tarifa da
internet para a reserva de hotéis em eventos. Há um grande mercado
para ser explorado dentro desse nicho, já que temos inúmeros eventos
em todo país. Com a chegada desse investimento-anjo, teremos a
possibilidade de explorar amplamente esse segmento”, afirma
Alexandre Rodrigues, CEO e fundador da Evnts.

Além do investimento, a startup também foi aprovada no processo da
Oxigênio, aceleradora da Porto Seguro. Durante três meses, a empresa
contará com o apoio de mentores referências no mercado, terá a
possibilidade de fazer negócios e networking com a rede de contatos
da Porto Seguro e ainda receberá um investimento de U$50 mil para
aprimorar o serviço da startup. Por fim, a equipe da Evnts passará
mais três meses na Plug and Play Tech Center, uma das maiores
aceleradoras do Vale do Silício, que tem parceria com a Oxigênio.

“Participar desta aceleração será incrível para nós. Além de
todo aprendizado, ter a Porto Seguro como investidora e parceira é
uma grande oportunidade, já que poderemos trabalhar inclusive em
soluções integradas que sejam aproveitadas pela própria
seguradora”, explica Alexandre.

Atualmente, o mercado de reservas de grupos movimenta aproximadamente
U$137 bilhões no mundo todo. Por meio da Evnts, os organizadores de
eventos conseguem alcançar em média de 20% a 40% de descontos nos
hotéis parceiros. A empresa já ofereceu seus serviços para eventos
importantes, como a Campus Party, o Brasil Game Show e o CASE.

“Temos acordo com as 20 principais redes de hotéis do país. Além
disso, analisamos sempre as melhores opções de hotéis, visando
oferecer alternativas próximas aos locais de eventos, das mais
acessíveis às mais luxuosas, desde que com qualidade garantida. Já
temos mais de 2 mil hotéis em nossa base e há uma grande procura de
novos hotéis a cada evento”, finaliza Alexandre.

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E-commerce fica mais acessível para pequenas e médias empresas

Após o fechamento de contrato OEM com a SAP, a FH, empresa de tecnologia especializada em negócios e soluções em TI, passa a ter mais autonomia para oferecer os seus produtos e serviços de e-commerce aos clientes, que buscam melhor custo-benefício na compra.

OEM é a sigla de Original Equipment Manufacturer – Fabricante Original do Equipamento. Produtos que possuem o selo OEM são vendidos por preços diferenciados para empresas que desenvolvem a solução final. No caso da FH, o produto desenvolvido foi o Flieger Commerce, software de digital commerce para pequenas e médias empresas, criado sob a plataforma SAP Hybris, lançado em 2015.

Segundo o Diretor de Operações da FH, Wilmar Lima, após fechar o contrato com a SAP – o primeiro de OEM da América Latina – a FH passou a montar modelos comerciais diferenciados para oferecer às empresas de pequeno e médio porte. “Assim, o cliente passa a ter um único fornecedor para suportar todas as necessidades do e-commerce (desde a aquisição do software; licença; implementação; agência digital, hosting e suporte). Isso traz mais segurança e praticidade durante as operações”, relata.

Ele acrescenta ainda que “agora, com o contrato de OEM em mãos há uma tabela com os custos de aquisição, licença e implementação do produto já definidos, ou seja, os clientes pagarão um preço mais acessível pela solução”, explica Lima.

De acordo com Cristiano Silvestrin, Executivo de Vendas da SAP, o OEM é um modelo global de parceria focado em empresas de desenvolvimento de software e hardware, onde a SAP disponibiliza parte do seu portfólio, como por exemplo, banco de dados, plataformas de desenvolvimento e Internet das Coisas (IoT), ferramentas de BI, entre outros, e os parceiros podem desenvolver, embarcar ou complementar seus próprios produtos a partir da tecnologia SAP.

“A FH é uma das principais parceiras da SAP desde 2007, já consolidada e bem relacionada no mercado. Com este contrato, a companhia ganha mais autonomia no mercado varejista. Tudo isso está alinhado à transformação digital e ao perfil dos consumidores modernos, que buscam experiências diferenciadas de compra”, reforça.

A proposta da SAP é fazer com que a companhia paranaense, com seis unidades no Brasil, duas no exterior e atuação em 26 países, trabalhe diretamente com as pequenas e médias empresas. “Como a FH é considerada uma importante parceira para implementação de soluções SAP Hybris do mercado, e possui todas as certificações, temos plena confiança no resultado dos projetos voltados para as empresas que atuam no varejo”, conclui Silvestrin.

Flieger Commerce acelera projetos em pequenas e médias empresas

Segundo o Diretor de Relações Internacionais da FH, Martin Strempfer, o Flieger Commerce é a aposta da companhia para as pequenas e médias empresas aumentarem o portfólio de produtos e oportunidades de negócio, uma vez que muitas delas têm investido em e-commerce para reduzir os gastos com infraestrutura e funcionários, por exemplo.

A solução digital commerce voltada para o varejo foi concebida com a soma da experiência de negócio da FH e do conhecimento de oito anos de SAP Hybris da Flieger, empresa adquirida em janeiro de 2015. Com a aquisição, a companhia ampliou o conhecimento e passou a ter a maior capacidade instalada do Brasil para projetos de omnichannel.

Existe uma percepção grande na experiência de navegação, devido às funcionalidades diferenciadas, responsive designer, alta performance, exatidão nas informações e possibilidade de usar diversos canais. Com o Flieger Commerce, o consumidor tem a mesma experiência seja na loja física, no site ou ainda nas redes sociais. É algo único e integrado. O software da FH também permite uma visão completa dos canais de venda ao contemplar cenários como: B2B, B2C, B2B2C, venda direta (porta a porta), mobile, venda assistida, entre outros.

Entre os clientes da FH estão grandes corporações como Hering, Marisa, Leroy Merlin, Cantu Pneus e Dpaschoal. “Agora, queremos levar a nossa tecnologia para as pequenas e médias empresas. O Flieger Commerce, com base em OEM, barateia o investimento e descomplica o processo. A média de investimento inicial varia entre R$ 200 e R$ 300 mil, além de um percentual sobre as vendas que seja atrativo para o cliente. Em contrapartida, oferecemos o nosso conhecimento digital para fazer do canal um sucesso de receita para o cliente e, consequentemente, para a FH”, diz Strempfer.

A aposta da FH não é só para o mercado brasileiro como também para o exterior. “Um dos nossos primeiros clientes do Flieger Commerce com base em OEM é a Adveo, empresa espanhola que vende materiais para escritório”, reforça o Diretor de Relações Internacionais.

Expansão

Desde 2015, as vendas de produtos e serviços da unidade de Technology da FH (responsável pelos produtos desenvolvidos sob a plataforma SAP Hybris) triplicaram. A meta da companhia para os próximos três anos é fazer com que esta unidade fature tanto quanto as unidades de consultoria, responsável por uma boa parte do faturamento anual da empresa, que deve ultrapassar R$100 milhões.

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48% dos comerciantes e prestadores de serviços acreditam que o segundo semestre será melhor para a economia, aponta pesquisa SPC Brasil e CNDL

84% afastam a possibilidade de demitir funcionários nos próximos meses. Para os empresários, principais condições para que o Brasil volte a crescer é o combate à corrupção, a redução de tributos e o controle da inflação

Uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) com varejistas e prestadores de serviços das 27 capitais e do interior do Brasil mostra que, em geral, o ânimo dos empresários para os próximos meses melhorou na comparação com o começo do ano.

O levantamento revela que caiu de 60,2% em abril para 39,5% em agosto o percentual dos empresários que consideram a crise econômica muito grave. Para 47,9%, o segundo semestre será melhor do que o primeiro, enquanto apenas 6,8% acreditam que será pior, bem abaixo 39,5% que pensavam o mesmo no primeiro semestre.

Em meio à crise, algumas medidas foram estão sendo tomadas pelos empresários para se manterem no mercado. A principal delas é a contenção de despesas, adotada por 38,0% – percentual menor que o verificado em abril, quando era de 45,1%. Em segundo e terceiro lugar aparecem a redução dos preços (17,3%) e a demissão de funcionários (10,1%). Já o investimento em propaganda e marketing e a mudança de foco no perfil do cliente aumentaram entre abril e agosto de 2016, respectivamente de 4,8% para 7,7% e de 2,3% para 6,1%.

“É importante ter em vista que a melhora do padrão de gastos pode ser um legado positivo da crise”, explica o presidente da CNDL, Honório Pinheiro. “Mesmo em períodos de bonança, o empresário deve buscar fazer o máximo com o mínimo de recursos, sem que isso prejudique a qualidade daquilo que oferta”.

“Os dados da pesquisa são consistentes com a discreta melhora dos indicadores de confiança tanto por parte dos consumidores como por parte dos empresários e as expectativas de que a economia inicie a retomada no próximo ano”, afirma. Para Pinheiro, a melhor notícia é que, tendo em vista o cenário de crise na economia, a larga maioria dos entrevistados não pretende demitir funcionários atualmente: 84,1% afastam a possibilidade de reduzir o quadro, contra 8,6% que consideram esta atitude. “A decisão de demitir em razão da crise é algo que o empresário tende a postergar, pois a recontratação posterior é custosa”.

No entanto, pela sua gravidade, a crise teve fortes impactos nas empresas. De acordo com a pesquisa, 62,9% dos entrevistados tiveram que demitir funcionários no primeiro semestre. Ainda como reflexo das dificuldades econômicas, metade dos entrevistados dizem estar com seu negócio estagnado; 12,9% dizem estar em crise e outros 13,1% no vermelho. Cerca de 20% afirmam estar em crescimento.

Na percepção dos empresários que se dizem afetados pela crise (87,3%), o maior impacto sobre os seus negócios foi a diminuição das vendas (70,0%), com percentual menor que a sondagem para o primeiro semestre (82,7%). Os demais motivos mais citados também tiveram queda na comparação: aumento do pagamento de impostos (33,8% ante 51,0%), e a inadimplência dos clientes (31,8% ante 32,8%).

Combate à corrupção, aumento dos impostos e inflação

Na percepção dos empresários, o maior impacto da crise política sobre a economia foi o aumento do desemprego (65,8%), seguido do aumento dos impostos (50,5%), e a redução das vendas (45,7%). A proporção dos que mencionaram esses dois últimos impactos caiu na comparação entre abril, quando eram de 63,6% e 59,2% respectivamente.

Para que o Brasil volte a crescer, as principais atitudes a serem tomadas na opinião dos empresários são a redução dos impostos (42,7%), o combate à corrupção (42,7%) e o controle da inflação (39,1%).

O levantamento do SPC Brasil e da CNDL mostrou que o maior temor dos empresários é que o país não saia da crise em 2016. Porém, o percentual caiu em relação ao levantamento de abril, de 41,1% para 33,5%.

Segundo a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, se os ajustes propostos pela equipe econômica do governo não forem aprovados ou postos em prática, a situação ainda pode se agravar. “As projeções dos economistas apontam para uma queda do PIB superior a 3,0% em 2016, com resultado levemente positivo em 2017.

Diante disso, é importante para os empresários buscarem opções de crédito mais baratas e estreitar o relacionamento com os clientes como forma de sustentar as vendas do negócio e sobreviver à turbulência”, diz Kawauti. “O PIB pode até voltar a crescer no próximo ano, mas ainda teremos que tratar a questão tributária, a excessiva burocracia e a infraestrutura deficiente”, conclui.

Metodologia

A pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) foi realizada com 822 empresários de todos os portes dos segmentos de comércio e serviços nas 27 capitais e no interior.

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NIC.br anuncia reajuste para registro de domínios .br

O Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br) anunciou no dia 1º de setembro, a todos os usuários do Registro.br, um novo valor para a anuidade dos domínios .br. A partir de 1º de janeiro de 2017, o valor passará a R$ 40.

O valor de R$ 30 permaneceu inalterado desde 2003. Demi Getschko, diretor-presidente do NIC.br, explica a alteração: “Após 13 anos do valor em reais mantido sem alteração, está na hora de corrigi-lo, mesmo que parcialmente. O registro brasileiro sempre esteve comprometido a manter o funcionamento do .br dentro dos melhores padrões internacionais e, podemos dizer, temos a segurança de que manteremos a qualidade inatacável”.

Até 31/12/2016, usuários poderão registrar novos domínios, renovar domínios já registrados ou estender o período de renovação pelo valor atual. Todas as informações e condições sobre o processo de renovação estão disponíveis no site do Registro.br: http://registro.br/ajuda.html?secao=pagamentoDominio.

O NIC.br ressalta que a receita proveniente da atividade de registro de domínios sob .br e da distribuição de números IP, além de suportar diretamente o funcionamento destes serviços internacionalmente, é investida em ações e projetos que trazem benefícios para a Internet no Brasil, como: pontos de troca de tráfego Internet; acompanhamento de incidentes de segurança no Brasil; estudo e pesquisa de tecnologias de redes e operações; produção de indicadores sobre as tecnologias da informação e da comunicação (TIC); fomento à Web no Brasil.

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