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Rakuten é eleita pela Forbes uma das 20 empresas mais inovadoras do mundo

A Rakuten, Inc. – uma das maiores empresas de Internet Services do mundo e líder de mercado no Japão acaba de ser apontada pela Revista Forbes como a 17ª empresa mais inovadora do planeta. Conhecida por praticamente ter inventado o e-commerce em 1997 com o Rakuten Shopping no Japão, a companhia expandiu o modelo ao redor do mundo e hoje gerencia milhares de lojas em mais de 100 países.

A Forbes é a publicação de negócios mais importante do mundo e calcula quão inovadoras são as companhias através de um algoritmo que relaciona valor de mercado e fluxo de caixa, além da análise de um corpo de especialistas, que buscam elementos que apontem a capacidade de a empresa continuar crescendo e tendo lucro no futuro. Concorrem apenas companhias que tiverem ao menos sete anos de dados financeiros públicos e valor de mercado superior a US$ 10 bilhões.

De acordo com René Abe, recém-empossado CEO da Rakuten Brasil, a empresa figura entre as empresas mais inovadoras do mundo porque nunca abandonou sua missão de capacitar as pessoas e a sociedade por meio da Internet. “Assim como o fez no Japão, essa revolução tem sido colocada em prática também no Brasil e através dos nossos serviços, que cada vez mais empoderam os varejistas do e-commerce nacional”, comenta.

A Rakuten atua no mercado brasileiro desde 2011 – época em que adquiriu a Ikeda E-commerce e começou a oferecer ao varejo virtual a mais completa plataforma do mercado: a Rakuten Genesis – disponível aos lojistas sem nenhum custo de setup, manutenção ou taxas mensais em um ecossistema que oferece logística (via Rakuten Envios), pagamentos (Rakuten Payments).

Além disso, as plataformas Rakuten oferecem total integração com os sistemas dos varejistas, unificando informações de pedidos, de estoques e das vendas realizadas por todos os canais e marketplaces do mercado por meio do Rakuten Nexus.

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Glassdoor adquire Love Mondays, o principal site de avaliações de empresas, salários e vagas de emprego do Brasil

Glassdoor, Inc., o site de empregos e recrutamento mais transparente do mundo, anunciou hoje a aquisição do Love Mondays, um site de avaliações de empresas, salários e vagas de emprego em rápido crescimento no Brasil. Os detalhes financeiros da transação não foram divulgados.

O Love Mondays é altamente complementar ao Glassdoor. O site ajuda profissionais a saber como é trabalhar em mais de 75.000 empresas, conhecer faixas salariais e candidatar-se a vagas de emprego no Brasil. O Love Mondays continuará operando sob sua própria marca no futuro previsível. Nas próximas semanas, o Glassdoor irá adicionar o Love Mondays ao seu conjunto de produtos disponíveis para empresas multinacionais interessadas em contratar profissionais no Brasil.

“O Love Mondays se encaixa perfeitamente com o Glassdoor para alcançar nossa missão de ajudar pessoas de todo o mundo a encontrar o emprego e a empresa que eles amem. Estamos muito impressionados com a equipe do Love Mondays, seu rápido crescimento e sua capacidade de execução em atrair profissionais brasileiros e empresas para seus produtos e serviços”, disse Robert Hohman, cofundador e CEO do Glassdoor, Inc. “Esta aquisição marca a entrada oficial do Glassdoor na América Latina e nos proporciona uma base sólida para desenvolvermos nossa presença na região. Temos o prazer de receber toda a equipe do Love Mondays na família Glassdoor.”

“O Love Mondays está muito feliz em unir forças com o Glassdoor para ajudar empresas multinacionais e nacionais a conectar com os melhores talentos do Brasil”, disse Luciana Caletti, cofundadora e CEO do Love Mondays. “A reputação e a liderança do Glassdoor tornam a empresa um parceiro ideal para que o Love Mondays cresça ainda mais. Eu estou muito animada com o potencial do nosso futuro juntos.”

O Love Mondays foi lançado em 2014 pelos cofundadores Luciana Caletti, CEO; Dave Curran, COO; e Shane O’Grady, CTO, e hoje conta com aproximadamente 20 funcionários em São Paulo, Brasil. A empresa recebeu investimento de mais de dois milhões de dólares, liderado por Kaszek Ventures, o principal fundo de Venture Capital da América Latina.

Esta é a primeira aquisição feita pelo Glassdoor fora dos Estados Unidos. Com a adição do Love Mondays, além do site Glassdoor.com, o Glassdoor agora tem presença em mais de 12 países, incluindo Reino Unido, Irlanda, Canadá, Austrália, Índia, França, Alemanha, Holanda, Áustria, Suíça, e Bélgica e está disponível em cinco idiomas (inglês, francês, alemão, holandês e português).

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Direct Talk lança chatbot para Facebook no CONAREC 2016

A Direct Talk (www.directtalk.com.br), plataforma especializada em soluções tecnológicas para relacionamento entre empresas e consumidores, apresentará durante o CONAREC 2016 (Congresso Nacional das Relações Empresa-Cliente) sua nova versão de chatbot para Facebook Messenger. O evento acontece entre os dias 13 e 14 de setembro, no Hotel Transamérica, em São Paulo.

O chatBot para Facebook Messenger começou a ser desenvolvido pela Direct Talk em abril deste ano, quando a rede social abriu a API para desenvolvimento de robôs para o Messenger. A ferramenta utiliza tecnologia de inteligência artificial e permite às empresas se comunicarem automaticamente via chat, sem a presença de um operador do outro lado da tela, para atender às demandas dos clientes, sejam relacionadas a compras, dúvidas ou reclamações.

“A utilização de chatbots seja para sites e lojas online ou na página da rede social da empresa é uma necessidade que precisa ser analisada pelas empresas como uma das estratégias para aumentar a qualidade do atendimento, independente do setor de atuação ou do tamanho da companhia. Isso porque de um lado estão os consumidores autoservice buscando praticidade e agilidade, e na outra ponta as marcas têm em suas mãos recursos como a inteligência artificial que estão mais sensíveis para entender as reações de cada consumidor e, assim, melhorar a relação empresa-cliente”, explica Marcelo Pugliesi, CEO da Direct Talk.

Pioneira no Brasil na oferta de chatbot e líder em números de clientes atendidos, a solução DTbot da Direct Talk já realizou mais de 20 milhões de atendimentos on-line dentro de sites e lojas de comércio eletrônico das principais empresas do país como Sky, Netshoes, Magazine Luiza, Electrolux, Natura e Fastshop, conquistando uma retenção média de atendimento de 90%.

Case de Sucesso

Durante o Conarec 2016, o Head de Atendimento Digital da Sky, Eli Donato, apresentará o case da empresa em atendimento, mostrando a experiência com robô de atendimento desenvolvido pela Direct Talk. A palestra “Robôs: Otimizar e agregar qualidade na experiência do cliente” será na quarta-feira, 14 de setembro, às 12h55min, na sala 2. Donato está há 8 anos na empresa, sendo 6 na gestão de Atendimento Digital, também esteve à frente do atendimento contencioso (Instâncias Superiores) e atualmente lidera as frentes de Atendimento em Chat, Agente Virtual, E-mail, Redes Sociais e Ouvidoria Digital. Com 13 anos de experiência em Atendimento a Clientes, atuou em frentes como Treinamento (desenvolvimento e capacitação), Qualidade (Diagnóstico), estratégia, implantações de novas ilhas e operações de Contact Center.

Conarec 2016

Data: 13 e 14 de setembro

Local: Hotel Transamérica – Av. das Nações Unidas, 18591 – São Paulo

Local do Stand: 9

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Diretor de TI da Delta: “Este é o momento de transformar a tecnologia em uma vantagem competitiva”

Criado em Mumbai na Índia, Rahul Samant aprendeu cedo o valor de trabalho árduo e humildade.

“Cresci em uma família de classe média, vivendo em uma casa de 35 metros quadrados com meu pais e um irmão mais velho. Éramos, sem dúvidas, uma família próxima”, brinca. “Mas o que nos faltava em bens materiais, sobrava em amor e humor”.

Após se formar em engenharia eletrônica pela Universidade de Mumbai, Samant se mudou para Londres para trabalhar como programador de software. Foi a primeira vez que estava longe de casa e a sua primeira vez em um avião.

“Foi um choque cultural e eu tive que amadurecer rapidamente”, disse Samant.

Conforme ele começou a crescer na carreira profissional, os valores ensinados por sua família tornaram-se uma força orientadora, lembrando-o constantemente onde havia chegado e do futuro que havia sonhado em construir.

“Sempre soube que queria ser o diretor de TI de uma grande empresa, portanto conduzi minha carreira profissional nesta trajetória”, lembra ele.

Após 23 anos atuando no setor financeiro no American International Group (AIG) e Bank of America, Samant começou a trabalhar na Delta em fevereiro, um caminho que ele nunca imaginou, mas que diz que tem sorte por ter encontrado.

No AIG, Samant era diretor digital, responsável pela estratégia digital de toda a empresa, incluindo o desenvolvimento de programas para engajamento de clientes, novos modelos de negócios e processos operacionais digitalizados. Antes do AIG, trabalhou em diversas posições no Bank of America, incluindo um período de dois anos como diretor de TI na divisão de gestão patrimonial da empresa e outros três anos como o diretor de TI para canais dos clientes.

Trabalhando há apenas seis meses na Delta, Samant recebeu a ligação que todos os diretores de TI temem: os sistemas de TI caíram, impactando operações em todo o mundo. Pelas próximas 72 horas, ele liderou a equipe de TI da Delta durante os esforços para a recuperação e assegurou que uma falha como esta nunca ocorreria novamente.

Antes desta ligação, Samant já havia começado a trabalhar nos estágios iniciais de uma longa transformação de TI em infraestrutura, aplicativos, cibersegurança e dados – partes vitais de cada aspecto da experiência dos clientes e funcionários.

Em uma entrevista recente para o Delta News Hub, o novato na indústria de aviação compartilhou suas percepções sobre seu novo cargo, quais são os outros líderes em tecnologia que o inspiram e como um de seus projetos preferidos tornou-se um trabalho real.

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Delta News Hub: Qual é o papel da tecnologia em uma companhia aérea como a Delta?

Samant: A Delta é a companhia aérea mais confiável do mundo e o setor de TI desempenha um papel fundamental em manter as aeronaves voando de maneira segura e sendo pontuais. Estas são coisas fundamentais.

A interrupção operacional que enfrentamos recentemente demonstra o quanto é importante um alicerce sólido e reforçado de TI para a nossa operação. Toda a equipe de liderança está comprometida em assegurar que isto não ocorra nunca mais na Delta.

Ter uma sólida infraestrutura de TI é essencial para alcançar nosso objetivo de melhorar a experiência de nossos clientes do começo ao fim, de uma maneira envolvente e ininterrupta. Portanto, continuamos a entregar cada vez mais funcionalidade diretamente aos nossos clientes por meio dos canais móveis e web, ao mesmo tempo que equipamos nossos funcionários com as ferramentas necessárias para entregar o melhor atendimento ao cliente na indústria.

Nunca deixo passar a oportunidade de conversar com um comissário de bordo sobre a funcionalidade de seu tablet SkyPro ou seguir os agentes de solo para verificar como o novo rastreamento de bagagens RFID está sendo implementado. Sempre busco novas maneiras para me infiltrar nos processos internos da nossa operação. E conforme a tecnologia se transforma, nós vamos ouvir, aprender e atender as necessidades de nossos clientes e funcionários.

DNH: Qual é o projeto mais importante que está trabalhando ou que está focado neste momento?

Samant: Aqui na Delta, embarcamos em uma longa jornada com diversas fases para transformar o setor de TI e oferecer uma experiência mais confiável para nossos clientes e funcionários.

Nossa missão tem dois lados. Queremos tornar a tecnologia uma fonte de vantagem competitiva para a Delta, não apenas como uma função de apoio, mas também como uma parceira de escolha que não é utilizada somente em caso de necessidade. Também estamos focados em contratar novos talentos e em manter uma força de trabalho extremamente qualificada. Finalmente, nosso objetivo é mesclar aqueles com conhecimento na indústria da aviação com os que possuem experiência em tecnologias modernas, como Cloud, API e dispositivos móveis.

Em maio, a Delta lançou o Comfort+, uma classe com poltronas que contêm mais espaço para as pernas e amenidades adicionais como cerveja artesanal e vinho cortesias. Oferecer este tipo de tarifa para compra requer que a Delta mude os aplicativos móveis e para a web, assim como os sistemas de reservas, atendimento ao cliente, entre outros.

Em abril, lançamos nossa nova e aprimorada intranet para os funcionários, a Deltanet, que com o tempo será um ponto de entrada único para uma ampla variedade de recursos

Além disso, a Delta implementará diversos projetos interessantes no setor de TI até o fim do ano, incluindo o “Flight Family”, focado em aprimorar a comunicação durante o processo de embarque e o lançamento de nossas novas rotas para Cuba.

O projeto de comunicação “Flight Family” tem como objetivo aprimorar a eficácia da comunicação por meio de um sistema de mensagens entre as equipes que trabalham juntas para conseguir que os voos sejam sempre pontuais. Este projeto piloto incluirá como participantes comissários de bordo, agentes de portão, funcionários de operações e do atendimento ao cliente em voos selecionados.

O lançamento do serviço para Cuba é outro importante projeto na lista de tarefas do setor de TI. As pessoas às vezes não sabem o trabalho que é necessário para lançar uma nova rota, desde aplicativos de hardware e software até a conectividade para instalar estações de trabalho em diversos aeroportos. É muito demorado e o setor de TI participa de todo o processo.

DNH: O que você acha que torna um líder bem-sucedido? Como você descreveria seu estilo de liderança?

Samant: Liderança consiste em impulsionar a mudança, especialmente em nosso mundo dinâmico. Para liderar bem, é necessário invocar o compromisso e inspirar.

Meu estilo se baseia em três princípios básicos. Primeiro, valorizo a humildade e a sinceridade

Segundo, vivo por três conceitos – confiança, transparência e trabalho em equipe.

Terceiro, eu lidero as pessoas e gerencio o trabalho. Quando você faz o oposto, arrisca tornar-se um líder em microgerenciamento. O mais importante em uma jornada transformadora, como a que estamos embarcando, é criar uma visão realística de nossa companhia aérea baseada em uma tecnologia confiável, consistente e inovadora, alinhar a equipe com esta visão e torná-la parte da jornada para o sucesso.

DNH: Qual foi o maior desafio ou dificuldade em sua carreira e como fez para superar isto?

Samant: Em 2008, trabalhava como diretor de TI para a divisão de gestão patrimonial do Bank of America e estava responsável pela integração de uma aquisição. Apesar de verificações rigorosas terem ocorrido, a conversão da conta foi um desastre. Muitas razões levaram a isto, mas eu como líder, assumi toda a responsabilidade.

Liderei os esforços de recuperação e reuni nossos colegas na área de negócios e as equipes de TI e operações para resolvermos os problemas, conta por conta. No momento, me situava em Boston mas tive que me mudar para a cidade de Nova York durante dois meses, até que a situação estivesse sob controle.

DNH: Qual é sua maior conquista e como ela te influenciou?

Samant: Em 1998, como parte de um projeto final para o meu MBA na Wake Forest University, pesquisei e escrevi um trabalho recomendando que a empresa na qual trabalhava naquele momento, Bank of America, globalizasse suas operações de TI. Pelos próximos 24 meses, distribui o projeto para diversos executivos em níveis muito mais altos que o meu.

Finalmente, encontrei um patrocinador que me ofereceu ajuda e pediu para transformar meu projeto em um trabalho de período integral. Quando terminei de implementar o novo programa, tínhamos uma rede global de centros integrados em três continentes diferentes.

Mais ou menos, foi como se fosse um empreendedor e catalizador de mudanças em uma grande empresa Fortune 500. Tive acesso a diversas disciplinas em toda a empresa, de financiamentos transfronteiriços a contratações de recursos humanos ou transações imobiliárias…e eu era apenas um funcionário de TI com 30 e poucos anos!

DNH: Que palavras de sabedoria e conselhos de carreira você gostaria de transmitir aos outros?

Samant: Nunca coloque sua carreira no piloto automático. Se seus objetivos não forem claros, você nunca saberá qual caminho deve tomar e é possível que nunca se sinta satisfeito em seu trabalho.

E quanto aos contatos, qualidade supera a quantidade. Invista naqueles relacionamentos e conseguirá estes contatos com o tempo. Lembre-se, para criar uma rede de contatos é necessário alimentá-la quando você não precisa, não o contrário.

Veja a entrevista completa em http://news.delta.com/diretor-de-ti-da-delta-este-o-momento-de-transformar-tecnologia-em-uma-vantagem-competitiva

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Acelera Startups lança trilha de vídeos gratuita

A Acelera Startups, maior escola de startups do Brasil, lança o “Negócio de Sucesso”, um treinamento voltado para empreendedores que ensina como colocar em prática as estratégias dos grandes players do mercado.

Realizado totalmente online, o Negócio de Sucesso é dividido em 9 módulos. Entre os temas abordados estão a criação do modelo de negócios, validação, estratégias de dimensionamento de mercado, criação de um MVP, entre outros. As aulas são rápidas e práticas, facilitando o entendimento e permitindo que o aprendizado possa ser aplicado rapidamente.

“Ao participar de treinamentos e eventos, comecei a perceber que existem alguns fatores fundamentais para idealizar, formatar e promover um negócio irresistível. Ao longo do tempo, fui desenvolvendo um método para criação de empresas e percebi que ele era praticamente infalível. Então, decidi reunir todas essas técnicas em um ambiente online e ampliar o acesso a empreendedores de todo país”, explica Cláudio Brito, CEO da Acelera Startups.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas por meio deste link. Quem se inscrever receberá por e-mail o acesso a 9 vídeos, cada um abordando um pilar diferente para atingir o sucesso em um empreendimento.

“A metodologia é baseada em quatro pilares: o conhecimento que adquiri em Babson, melhor faculdade de empreendedorismo do mundo; a vivência no Empretec, programa da ONU que fui convidado para ingressar, a experiência no Vale do Silício, onde participei de treinamentos, visitei empresas e até gravei um documentário e meus vinte anos de experiência como empreendedor”, finaliza Cláudio.

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Integrações e análise de dados na estratégia de sustentabilidade das empresas – Por Tadeu Longo

Um número cada vez maior de empresas está reavaliando a forma como administra seus ativos, como infraestrutura e equipamentos, a fim de minimizar o impacto ambiental e promover um esforço maior em garantir a disponibilidade de recursos naturais para as próximas gerações. Não é a toa que a indústria de gestão de ativos pode crescer 6% até 2020 e alcançar a marca de US$ 101.7 trilhão, segundo a empresa de pesquisa PwC. Avaliações como essas têm feito organizações de todo o mundo olharem para a sustentabilidade como uma área importante e estratégica para os negócios, e começarem, inclusive, a definir critérios para avaliar o investimento na gestão de ativos.

O que muitas dessas empresas têm feito é olhar para o Tripé de Sustentabilidade, que leva em consideração o meio ambiente, economia, e a sociedade no processo de tomada de decisões. No entanto, implementar esse tipo de estratégia não é tarefa fácil, principalmente em empresas que precisam lidar com sistemas legados, e tecnologias antigas, pois falta uma análise de dados mais abrangente, que permita tomar decisões com base em informações ambientais, financeira e pública.

De uns anos pra cá, o desenvolvimeno tecnológico aconteceu de forma tão rápida, que as ferramentas avançadas para gestão de ativos podem ser integradas com tantas outras, como de gestão de capital humano, contratos, inspeções, orçamentos, planejamentos, ornganizações, que isso libertou as organizações – e hoje muitas empresas já não se sentem mais forçadas a trabalhar em um ambiente ‘tecnologicamente defasado’, principalmente quando elas têm seus objetivos de sustentabilidade bem definidos e baseados em fatores reais, efetivos e estratégicos. E, é com integrações e análise de dados que a TI pode contribuir com o desenvolvimento sustentável no setor corporativo.

Um bom exemplo de como gerir cada ativo físico usando a tecnologia é a possibilidade que as soluções têm em informar quando um equipamento necessita de manutenção. Por meio da tecnologia é possível registrar cada propriedade da infraestrutura física, como instalações, equipamentos, documentando as condições de cada ítem, seu valor financeiro, níveis de desgaste, custos da propriedade em curto e longo pazo, e criar agendas de manutenção preventiva e corretivas.

Em momentos de crise econômica em que o controle de gastos é necessário, esse tipo de iniciativa permite que as empresas olhem para dentro e cuidem dos seus ativos físicos. A tecnologia também permite fazer uma análise de áreas críticas, e muitas vezes, negligenciadas, ajudando a evitar possíveis emergências e a lidar com a recuperação de desastres de forma adequada. Quando esse nível de precaução – e maturidade – é alcançado, os objetivos de sustentabilidade, resiliência e confiança se transformam em padrões tangíveis, pelos quais as organizações podem demonstrar que estão investindo em melhorias contínuas para alcançar sucesso e demonstrar que sua comunidade está comprometida não apenas com o negócio, mas com o meio ambiente e as próximas gerações.

Tadeu Longo, Business Consulant da Infor LATAM

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Sonda IT lança tecnologia focada em Inteligência Geográfica

Norteada pela grande expectativa da utilização de sistemas de inteligência geográfica por todos os setores da economia, a Sonda IT, maior integradora latino-americana de soluções em Tecnologia da Informação, lança o Viewer Solution (VS). A solução de georreferência GIS foi desenvolvida para ser utilizada em qualquer atividade econômica que necessite de análise de informações em contexto geográfico.

A ferramenta é capaz de armazenar não só elementos espaciais, como também associá-los às bases de dados de informações alfanuméricas. Permitindo, dessa forma, utilizar subsídios provenientes de diversas fontes, como informações estáticas armazenadas em bancos de dados, planilhas eletrônicas, insumo recolhido através do GPS ou obtido por métodos tradicionais de topografia.

O Viewer Solution possui funcionalidades de visualização de mapas, intersecção de camadas, ferramentas para buscas, captura, manipulação, análises e visualização de informações geográficas. Sua interface é intuitiva e proporciona acesso a um grande volume de dados com utilização mínima de recursos de hardware, garantindo assim, o alto desempenho, além do compartilhamento simultâneo a um grande número de usuários.

Um dos diferencias do VS é a sua caraterística in memory, que utiliza o serviço de cache na memória do servidor para a pesquisa dos dados geográficos e provedores de dados, estes especificados como serviços que podem ser desenvolvidos e integrados de forma transparente.

“Na prática, estes provedores de dados podem ser configurados para proporcionar atualizações em tempo real como, por exemplo, no caso das mudanças ocorridas nas diversas fontes de dados”, explica Maykel Darme, responsável pelo Viewe Solution e gerente de produto da Divisão de Utilities da Sonda IT.

Toda a configuração das informações dos mapas é feita por meio de um editor, que possibilita a parametrização das camadas, ou seja, sua origem de dados, aparência e comportamento, assim como, a criação de mapeamento temático, consultas e filtros. Para facilitar a localização e o acesso, essas camadas são organizadas em uma árvore hierárquica, podendo ser personalizada para cada usuário.

“A solução Viewer Solution proporciona, ainda, a utilização do modelo de visualização multimapas e multipainéis, possibilitando a visualização de determinada região em um ou mais mapas simultaneamente, com diferentes perspectivas de zoom e camadas, ou mais mapas em regiões completamente distintas, em conjunto com painéis de informações tabulares ou gráficos”, pontua Rivaldo Ferreira, diretor executivo da Divisão de Utilities da Sonda IT.

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A tendência de lojas físicas integradas à tecnologia – Por Daniel Dias

A vida do varejista brasileiro definitivamente não está fácil. Crise econômica, queda no faturamento, desconfiança dos mercados, instabilidade política, velhos modelos de negócios que não funcionam mais, projetos engavetados, e etc. Duas perguntas são muito importantes de serem feitas neste momento. A primeira: “Como vocês imaginam AGORA suas lojas físicas ou PDV daqui 5 anos sob a ótica da tecnologia?”; E a segunda é: “Como vocês estão se preparando AGORA para o consumo de uma geração que rompe com o tradicional modelo de comportamento de compras, a chamada Millennials?”.

O ponto aqui não é explicar como funciona o comportamento desta nova geração, mas sim abordar o comportamento dos varejistas diante da mudança dos padrões atuais de consumo e do desconhecido.Dificilmente obtemos respostas do tipo: “Sim, estamos pensando”. Infelizmente as respostas não são positivas. Neste momento, o empresário brasileiro ainda está descobrindo o e-commerce e como gerir este difícil canal, surpreendendo-se ainda com o potencial do mobile, mas principalmente sem orientação de como unir tudo isso dentro de uma estratégia única de marca integrando tecnologia e PDV.Destacaria seis grandes tendências para o empresário do futuro:

1- Emprestar e/ou alugar ao invés da compra

De compartilhar o carro a file streaming, as pessoas estão consumindo mais e possuindo menos. A obsolescência planejadade dos itens eletrônicos levou os consumidores a se perguntarem por que eles devem pagar pelos mais recentes dispositivos quando estes deverão se tornar ultrapassados dentro do próximo ano. Ao emprestar ou alugar itens tecnológicos, as pessoas estão economizando dinheiro e prontos para adquirir um gadget mais atual assim que ele for lançado.

2. A experiência do cliente como principal indicador

Proporcionar a melhor experiência possível em qualquer zona de contato, seja digital ou físico, e não o faturamento, vai medir o sucesso. O foco será na experiência dos clientes: Como os clientes navegam/transitam na loja? Onde é que eles param? Para quais lugares eles olham para, o que eles tocam? Quantas experiências por metro quadrado a loja oferece ao consumidor?

3. ” Advogados da marca “

A ênfase mudará de aquisição de novos clientes a consolidar os atuais, em uma tentativa de transformá-los em discípulos fiéis da marca. “Advogados de marca”, isto é, os fãs leais que irão defender suas marcas favoritas nos múltiplos canais de relacionamento. Estes clientes fiéis também são a melhor forma de propaganda para uma empresa.

4. O fortalecimento dos colaboradores do “chão de fábrica”

A loja do futuro não empregará funcionários sem inspiração e com salários baixos. A fim de ser capaz de ajudar de forma adequada e inspirar os clientes, os funcionários serão contratados e capacitados constantemente. A tecnologia vai ajudar: as melhores lojas já armam seus funcionários com POS móveis, de modo que os membros da equipe possam atender às necessidades dos clientes para o acesso imediato aos dados, dando-lhes informações up to date sobre os produtos, níveis de estoque e até fechando a venda para o cliente no “chão de fábrica”.

5. A digitalização do “In-store”

Clientes modernos estão acostumados a fazer compras online. Cada vez mais, eles exigem que também a sua experiência na loja física seja tão suave e interligada quanto as compras online. De manequins virtuais, para scanners pessoais ligados ao carrinho, vestiários que ajudam a escolher o tamanho da peça, checar o estoque e ofertar promoções, os varejistas brasileiros precisam começar a integrar soluções digitais em suas lojas físicas.

6. Personalização

Para o consumidor moderno, um tamanho definitivamente não serve para todos. Millennials, em particular, procuram cada vez mais produtos e serviços que são adaptados para os seus gostos e estilos de vida individuais. Algumas lojas online e físicas já permitem aos consumidores criarem e modificarem produtos usando modelos pessoais. Os varejistas do futuro precisarão assegurar esta possibilidade.

As lojas já começaram a transformação para o futuro: de locais apenas para o consumo, eles estão se tornando também em centros de entretenimento. Nos próximos anos, as lojas também irão se tornar pontos de colaboração onde os consumidores podem se juntar com especialistas para co-criar, projetar, construir e personalizar itens exclusivos. A experiência de fazer será tão importante como a do produto final. As lojas on-line e móveis podem ser a causa da morte para varejistas menos plugados; no entanto, para lojas com DNA digital a chance de sobreviência e crescimento será maior. Não espere a onda te alcançar. Todos os negócios devem e precisam ser inovadores.No caminho para o futuro, pense sobre como você pode transformar sua loja para atender às novas demandas usando criatividade e o desejo de proporcionar experiências deliciosas e surpreendentes para os clientes. É agora ou jamais. Não dá mais para ficar em dia com o atraso.

Daniel Dias, especialista em Gestão de E-commerce & E-business e sócio-diretor da 360 Varejo

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Desenvolvida por startup, plataforma reúne principais cupons de desconto em e-commerce

O modelo de negócios, chamado de cashback, já é sucesso nos Estados Unidos e na Europa. No Brasil, poucos consumidores sabem de sua existência. Mas, felizmente, ele vem ganhando espaço nos últimos anos.

Com o crescimento do e-commerce – e da concorrência online –, as lojas virtuais já reconhecem que as parcerias são fundamentais para atrair novos clientes e fidelizar antigos. Assim, cada vez mais, se unem a startups, como a Poup, para conseguirem atrair a atenção de novos consumidores, cada vez mais exigentes e antenados.

Conseguir cashback em compras online já é realidade

A Poup oferece um programa de fidelidade para cadastrados no site e bonifica os clientes que comprarem online nos sites parceiros. É possível receber de volta até 10% do dinheiro gasto.

Aliexpress, Amazon, Americanas.com, C&A, O Boticário, Carrefour, Casas Bahia, Dafiti e muitos outros grandes nomes já são parceiros da startup. É possível conferir toda a lista e as porcentagens de cashback oferecidas no link: https://www.poup.com.br/cupom-desconto/adidas.

Para ser bonificado, porém, é necessário que o consumidor respeite algumas regrinhas básicas. Por exemplo, o acesso à loja virtual deve vir através do site da Poup e não é permitido que o usuário use cupons de desconto de terceiros.

Isso garante que a startup seja rastreada pelas lojas parceiras e, posteriormente, receba uma comissão. Ao fim, a empresa divide essa comissão com o consumidor. E os dois saem ganhando!

Para sacar a grana, o consumidor precisa aguardar acumular R$ 30 no extrato e ter uma conta corrente em que seja titular ou uma conta no paypal. Os créditos da compra podem demorar até 45 dias para cair no extrato do cliente e têm prazo de expiração.

Por isso, é recomendado sempre ficar atento e ler às newsletters enviadas pela empresa no e-mail de cadastro. Elas alertam para a quantidade de créditos disponibilizados e datas de expiração, além de outras novidades da empresa.

Vale lembrar que a Poup não vende nenhum produto, ela apenas direciona o consumidor para o site dos parceiros.

Setor está em crescimento no Brasil

O principal desafio do setor de cashback é fazer com que as pessoas acreditem na proposta e a testem. Afinal, quando a proposta é muito boa, é comum desconfiarmos, né?

Mas se a proposta funciona em outros países, não há motivos para dar errado no Brasil. Afinal, segundo pesquisas da E-Bit, em 2014, 51,5 milhões de brasileiros realizaram compras online. Desses, 10,2 milhões era estreantes. Ou seja, o setor está ainda em amplo crescimento e há espaço para inovações e boas ideias.

Site permite ainda garimpar ofertas

Além do sistema de cashback, a Poup permite ainda que o consumidor encontre ofertas e cupons de desconto.

Aos mais desligados, que não costumam entrar no site da startup para procurar ofertas, há ainda a possibilidade de instalar um aplicativo de alerta.

Assim, sempre que o consumidor entrar em um site parceiro, receberá um alerta de que é possível utilizar cupons de desconto e ganhar cashback com a compra. Então, basta seguir as instruções e “encher o carrinho”.

O app se chama Poup Alerta e funciona no Google Chrome, navegador mais usado no país.

Nenhum segmento quer ficar de fora

Não há como se esquecer da explosão de sucesso de sites de Compras Coletivas. Pois agora chegou a vez dos sistemas de cashback, com a diferença de que esse tipo de negócio não tende a cair em desuso, apenas a se expandir. Afinal, que consumidor não deseja receber uma porcentagem de volta por suas compras?

Dessa forma, os mais diversos segmentos já fecharam parcerias com a Poup. É possível encontrar desde roupas e eletrônicos até passagens aéreas.

E a porcentagem de cashback varia conforme o segmento. Serviços, por exemplo, pode pagar até 10%. Já passagens aéreas retornam 0,5% ao consumidor.

Startup investe no atendimento diferenciado para se destacar

O consumidor da nova geração não perde tempo: antes de usar um novo produto ou serviço, procura sobre ele em todas as redes sociais e sites de reclamações, como o Reclame Aqui.

Por isso, a startup investe em uma linguagem moderna e pessoal para conversar com seus clientes, conquistando assim um índice quase nulo de reclamações no Reclame Aqui com 100% de resolução aos problemas dos clientes. Para conhecer os serviços da Poup e aproveitar as ofertas disponíveis, acesse a página oficial .

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Santander divulga relatório sobre o impacto do Bitcoin para empresas financeiras brasileiras

O Banco Santander divulgou para seus clientes institucionais, como fundos de investimentos, um relatório sobre a moeda digital Bitcoin. Nele o banco avalia o impacto da tecnologia em empresas do mercado financeiro brasileiro e afirma que ela pode ser tanto uma oportunidade quanto uma ameaça a diferentes setores.

Para explicar a tecnologia a clientes convidados e criar o relatório, o banco convidou a startup brasileira Mercado Bitcoin. “As instituições financeiras estão se movimentando para que não aconteça com elas o que aconteceu com a Kodak, após a popularização da fotografia digital, ou com a Blockbuster após o sucesso da Netflix”, diz Rodrigo Batista, sócio do Mercado Bitcoin.

O Santander avalia que empresas que processam transações de pagamento com cartões de crédito como a Cielo e empresas que emitem estes cartões, como os bancos, podem ser impactados negativamente por conta da agilidade, menor burocracia e menores taxas que envolvem transações com Bitcoin.

Já as bandeiras de cartões como Elo, Visa e Mastercard podem se beneficiar da tecnologia que pode ser utilizada para redução de custos. As bolsas de valores, como a BM&FBovespa, também podem sair ganhando, incluindo moedas digitais em seu portfólio de produtos.

Na conclusão do relatório, o Santander reconhece que uma das barreiras para adoção do dinheiro eletrônico é o medo de seu uso para lavagem de dinheiro. Contudo, o banco diz que essa situação está mudando, informando que grandes bancos já estudam tecnologias de moeda digital. Um dos argumentos usados para tal citação é um relatório em que o banco central inglês afirma o baixo risco do uso do Bitcoin para a prática de lavagem de dinheiro.

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E-commerce ou loja tradicional? Um comparativo para criar sinergia entre o mundo físico e o online

Se está pensando em iniciar um empreendimento ou um negócio, ou quer melhorar sua performance de vendas, veja a seguinte análise das características das lojas virtuais e físicas.

Há alguns anos, “abrir um negócio”, significava, sem sombra de dúvidas, conseguir um fiador, alugar um local, juntar vários meses de aluguel para “entrar” e pensar na habilitação, pintura, decoração, despesas: condomínio, empregados, etc. Hoje, a tecnologia nos permite duas alternativas: abrir uma loja online para começar com um baixo investimento (e que talvez funcione tão bem que nunca nos interesse chegar a um local tradicional) ou incorporar um e-commerce à loja física para aumentar não só as vendas, mas também o alcance e assim aproveitar o auge das vendas online – que vêm crescendo a passos largos na América Latina.

Este dado deixa claro que a opção de ter somente uma loja física é uma espécie de auto boicote do empreendedor, que estaria se privando de vender em um mercado em expansão, o qual pode ingressar com um investimento baixíssimo.

A plataforma Nuvem Shop põe preto no branco para que cada empreendedor avalie seu caso:

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Se a loja física já existe, tendo estoque, clientes e experiência em vendas, convém aproveitar tudo isso e adicionar uma loja online para alcançar a clientela que já está na internet. É uma forma de agradar clientes com todas as preferências: os que procuram pela internet e os que ainda gostam de comprar ao vivo.

Sem dúvidas, o mundo online apresenta enormes vantagens quantitativas e qualitativas, e conseguir uma sinergia entre a loja física e a online, como por exemplo um bom ERP, a unificação da identidade visual, e o aproveitamento do espaço de estoque, permite aproveitar as vantagens de cada um destes canais, fazendo com que eles evoluam mutuamente.

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Crise afeta comércio eletrônico no país, mas desempenho ainda segue positivo

O comércio eletrônico não escapou da crise político-econômica no primeiro semestre deste ano segundo o último relatório Webshoppers, da E-bit. O setor faturou R$ 19,6 bilhões e teve crescimento nominal de 5,2% sobre o mesmo período de 2015. “Apesar de estar abaixo dos resultados de anos anteriores, o desempenho do setor ainda segue positivo, se compararmos com outras atividades da economia”, diz Leonardo Palhares, presidente da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net). “Vamos fechar o ano com crescimento de 8%”.

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Nas últimas duas décadas, o comércio eletrônico no país cresceu anualmente na casa dos dois dígitos. E mesmo o ano passado, com o agravamento da crise no país, o setor evoluiu 15%. “Com todos os indicadores econômicos no negativo, era natural que o e-commerce também sentisse”, explica Palhares. “No entanto, esse declínio é passageiro, se deve em parte ao enfraquecimento das compras da classe C, e será revertido à medida que a economia for se estabilizando”.

A previsão é que o comércio eletrônico feche 2016 com crescimento de 8%, atingindo R$ 44,6 bilhões de faturamento. Esses dados constam da 34ª edição do relatório Webshoppers, elaborado pela E-bit com o apoio da camara-e.net.

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