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Millennials: o que traz satisfação para os empregados que fazem parte da geração mais jovem do mercado?

Desde o início do Século XX se fala sobre a importância que a felicidade dos trabalhadores tem nos resultados de uma empresa. No entanto, o que acontece em uma empresa na qual tanto os chefes quanto os funcionários tem menos de 35 anos?

Olhar apenas para os clientes não é uma boa estratégia para uma empresa: de certo modo, seu público alvo também são os funcionários, cuja satisfação contribui – e muito – com os resultados da companhia. Todavia, as condições de trabalho que as novas gerações – como os Millennials (também conhecidos como a Geração Y), que inclui os nascidos entre 1980 e 2000 – esperam, são diferentes das do passado. As empresas que sabem disso, se preocupam especialmente em manter “apaixonados” seus Millennials, para conseguir um melhor clima no local de trabalho, uma maior retenção de talentos e, finalmente, um melhor rendimento da companhia em geral.

A Nuvem Shop, – uma startup que oferece serviços para que empreendedores possam criar suas próprias lojas online – trabalha com um modelo muito atrativo para seus funcionários jovens, que acaba refletindo nas palavras dos próprios empregados ao responder uma enquete proposta pela empresa.
Os Millennials dão valor ao uso dos recursos tecnológicos somados à experiência do colaborativo. É o caso de Arnon, 25, que assinala que “o processo de seleção foi completo, mas foi todo através do Skype, exceto a última entrevista, que foi pessoalmente. Foi uma experiência única, muito organizada e objetiva”.
“Prezo por ser escutado, assim como a possibilidade de trabalhar de forma remota”, disse Pedro, 31.

Rotinas

Pelas respostas recebidas nesta enquete, um ambiente rígido e rotineiro pode espantá-los. Luna, 29, afirma: “A experiência na Nuvem Shop se caracteriza pela flexibilidade, o companheirismo e a forte apreciação dos valores e da cultura, que caminham lado a lado. As relações são mais horizontais, os desafios são grandes e a rotina praticamente não existe”.

Por sua vez, Luane, 27 tem foco na liberdade de mudar um pouco as regras fixas: “Aprecio o ambiente mais favorável à criatividade, à imaginação e ao rendimento, sem muita burocracia”.
Como característica desta geração, é marcante o fato de querer trabalhar com o que lhes apaixona e deixar sua identidade, sentir que sua colaboração é importante.

“A principal vantagem de trabalhar em uma startup é a possibilidade de fazer a diferença, propor ideias e desenvolvê-las. Isso é extremamente gratificante a nível profissional e pessoal”, disse Danniela, 31.

A motivação e a inspiração

Para os Milennials, esses dois pontos devem estar sempre presentes em sua vida e, além disso, o fato de serem “obrigados” à fazer algo não os agrada. “O trabalho em equipe, a atmosfera de “vamos juntos conquistar o mundo”, a liberdade de pensamento e expressão e a possibilidade de participar de diferentes projetos, de aprender sobre os novos aspectos do negócio e como nosso trabalho se reflete em todo ecossistema é incrível.”, afirma Itallo, 24.

Além desses pontos, o fato de sempre aprenderem coisas novas também é um fator principal para a motivação dos Milennials. “Nunca estamos fazendo as mesmas coisas, nunca nos estagnamos na zona de conforto: as mudanças são muitas e rápidas, o que requer de nós uma vontade e um esforço maior, o que é muito estimulante.”, conclui Arnon, 25.

E ainda que os Millennials lutem contra a rotina, a estabilidade lhes parece fazer falta. Esse é o pensamento de Bruno, 35, que afirma: “As frequentes mudanças relacionadas às startups – as vezes de objetivo ou de foco – pode fazer-nos sentir certa instabilidade ou falta de organização, e em certas ocasiões há projetos que não se concretizam por falta de investimento de tempo”.
“Nestes esquemas flexíveis, às vezes nos damos conta que estamos fazendo mais do que achávamos que íamos fazer, cansando e sentindo que nem sempre somos reconhecidos, mas quando o momento de crise passa, enxergamos o quanto vale a pena o esforço.”, conclui Renata, 33.
Até os fundadores da Nuvem Shop pertencem à Geração Y, e formam uma equipe onde todos, e cada um, se sentem totalmente responsáveis pelos resultados.

Um caso como este serve para que cada companhia analise as condições de trabalho de seus empregados, observe se correspondem às necessidades e desejos das novas gerações que estão se inserindo no mercado de trabalho, e tome decisões para mudar em todos os aspectos onde possam existir oportunidades de melhora em suas empresas, tornando-as ainda melhores para seus colaboradores e seus clientes.

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Novo dispositivo da Fluke Networks simplifica o processo de inspeção de fibra óptica

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Para facilitar aos instaladores de rede inspecionar fibras,a Fluke Networks, líder mundial no fornecimento de soluções de teste de rede e monitoramento, anuncia ao mercado brasileiro a disponibilidade do novo FI-500 FiberInspector, primeira sonda de inspeção de fibras por vídeo com lanterna integrada. O recurso PortBright combinado com autofoco e visor grande e de alto contraste, torna o FI-500 um dispositivo fundamental para técnicos de fibra que atuam em ambientes densos com baixa luminosidade.

Terminais de fibras ópticas sujos são uma grande fonte de problemas tanto no sistema monomodo quanto no multimodo. O novo dispositivo da Fluke Networks permite que os técnicos determinem rapidamente se os terminais estão contaminados ou danificados e está posicionado entre dispositivos analógicos simples e modelos com vídeo automáticos de preço elevado. Embora o FI-500 seja quase metade do preço da maioria dos dispositivos de inspeção completamente automáticos, ele fornece muitos dos mesmos recursos, incluindo autofoco, visor com iluminação de fundo, uma visualização congelada, e uma ampla variedade de pontas para inspeção de praticamente qualquer terminal de fibra.

“Como a fibra é implantada mais profundamente na rede do data center, é importante ter acesso a uma gama completa de ferramentas de solução de problemas”, disse Stuart Hoiness, vice-presidente sênior de redes corporativas para comunicações ópticas da Corning. “A limpeza da extremidade do conector é muitas vezes esquecida na solução de problemas. Assim, este dispositivo amigável de um líder de setor como a Fluke Networks beneficiará o mercado de data center e deve ser parte de qualquer kit de ferramentas do instalador de fibra”, completa Hoiness.

O FI-500 fornece iluminação para ajudar o usuário a localizar a fibra ou a porta certa em painéis escuros ou congestionados, mais uma tecnologia para autofoco rápido. Controles na sonda permitem a operação com apenas uma mão, incluindo um botão de pausa que congela a imagem, tornando mais fácil inspecionar lugares de difícil alcance ou para ver quando a imagem simplesmente não fica parada. A sonda compacta proporciona um campo de visão de 610 X 460 mícrons, com uma gama de funções de zoom e centralização. O visor grande fornece uma visualização instantânea de contaminação de fibra no anteparo ou cabos de conexão.

“Para técnicos de fibra tentando solucionar problemas em locais complexos, compactos e de baixa visibilidade, o FI-500 proporciona a simplicidade e praticidade de um dispositivo de inspeção manual, mas com recursos avançados para reduzir o tempo da inspeção e da solução de problemas”, ressalta Richard Landim, especialista de produto da Fluke Networks Brasil. “Acreditamos que nove entre 10 dentistas aprovariam o fato de que o FI-500 ajuda os técnicos a evitar segurar uma lanterna com os dentes”, ironiza.

“A facilidade de operação torna o novo FiberInspector uma ótima ferramenta para diagnósticos e solução de problemas de contaminação de terminais de fibra”, revela Greg Badnerosky, supervisor de projetos da Fisk Technologies, empresa líder em projetos e instalações de sistemas de cabeamento estruturados. “O recurso de lanterna é especialmente útil, pois muitas das caixas de fibras que encontramos em locais de construções não são bem iluminadas.”

Vendido por cerca de metade do preço de dispositivos com vídeo automáticos, o FI-500 está disponível por intermédio de diversos fornecedores tradicionais e online. Uma gama de adaptadores está incluída, atendendo à maioria dos aplicativos sem compras adicionais, embora adaptadores especiais também estejam disponíveis.

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PIS e COFINS: empresas podem solicitar restituição de importação – Por Beatriz Dainese

Você sabia que quem efetuou importação entre 2011 e 2013 pode solicitar restituição de PIS e COFINS pagos na importação? Até o exercício de 2013 a legislação aplicável dizia que o valor aduaneiro seria composto do valor que servisse de base de cálculo para o Imposto de Importação acrescido do valor do ICMS e das próprias contribuições.

Ocorre que este conceito estava totalmente equivocado. Isso porque o valor aduaneiro da mercadoria é encontrado a partir do seu valor FOB (Free on Board), acrescido dos valores do frete e seguros internacionais, convertendo-se esses valores para reais, por meio da taxa de câmbio do dia do registro da importação.

Sendo inconstitucional, foi determinada uma nova forma de cálculo, considerada a partir de outubro/2013, com alteração da legislação aplicável, como a maneira correta de calcular o PIS e a COFINS na importação, tendo como base de cálculo apenas o VALOR ADUANEIRO da mercadoria. Com este novo entendimento, os importadores passaram a ter direito a requerer a restituição dos valores pagos a mais (em função da base de cálculo incorreta).

O pedido de restituição pode ser feito administrativamente, e a própria Procuradoria Geral da Fazenda Nacional emitiu um parecer e instruiu a Receita Federal, no sentido de que as solicitações deste tema, por ser um assunto pacificado pelo STF, não deverão ser discutidas e devem ser acatadas conforme já decidido.

Quem tem direito a solicitar a restituição do PIS da COFINS importação, são os importadores tributados no lucro presumido entre 2011 e 2013 que ainda não se apropriaram do crédito. O mais importante é que, por podermos fazer este trabalho de restituição integralmente de forma administrativa, os créditos poderão ser imediatamente utilizados pela empresa por meio da compensação com os tributos federais que forem pagos futuramente.

Beatriz Dainese, sócia da Giugliani Advogados www.giugliani.com.br

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Inteligência analítica em tempo real como arma secreta dos varejistas

Por Nélito Pereira, consultor de pré-vendas do SAS Brasil

Um cliente entra na loja, a única perfumaria em um raio de um quilômetro, e coloca produtos na cesta. Um bom e atento vendedor, ao reconhecê-lo e sabendo de suas preferências, comportamento e tendências de consumo, recomenda outros dois produtos. O cliente adiciona os itens à cesta e o valor de sua compra aumenta de R$ 94 para R$ 131,10. Bom este vendedor! Mas, e se ele não conhecesse o cliente, o que recomendaria? Esse exemplo parece ser uma história dos anos 80, naquela cidadezinha do interior.

Em um momento de crescente pressão por melhores resultados, empresas do segmento varejista têm procurado aumentar o valor do ticket médio de suas transações no e-commerce através de melhores recomendações de produtos para seus clientes. Para isso, é necessário entender o perfil de cada consumidor, conhecer seu histórico de compras e seu comportamento – de preferência em tempo real. Estamos falando de uma solução de recomendação inteligente, que define a próxima melhor oferta para cada cliente, utilizando técnicas de Big Data, inteligência analítica, regras de negócio e o comportamento do consumidor – tudo isso em real-time.

A decisão da ‘Next Best Offer’ (NBO) para um cliente específico passa pela gestão dos dados disponíveis e por um processo analítico, no qual técnicas de modelagem preditiva e de auto-aprendizagem automatizadas (self-learning analytical process) identificam suas propensões de compra. Consumidores não identificados assemelham-se a perfis comportamentais conhecidos e a recomendação inteligente e relevante também é uma realidade. Um motor de decisão orquestra toda esta inteligência analítica acrescida com as regras de negócios e estratégias da empresa e disponibiliza as recomendações personalizadas de forma dinâmica (em tempo real), no momento de cada interação do cliente com a loja.

Recentemente, na tentativa de aumentar seu ticket médio, uma empresa brasileira do segmento varejista e reconhecida por inovações, iniciou um piloto com um subconjunto de clientes definidos por amostragem randômica. O objetivo era avaliar a capacidade de entrega de inteligência analítica, regras de negócios e NBO em real-time em seu site de e-commerce. O primeiro passo foi a criação de modelos preditivos utilizando técnicas estatísticas para a determinação das propensões de cada perfil de cliente e a melhor associação entre os produtos. Em seguida, foram configuradas as regras de negócios e a integração do motor de decisão ao site. Para a avaliação e mensuração dos resultados, o motor de recomendação considerou dois diferentes grupos de controle (um exposto a recomendações aleatórias e um segundo a recomendações padrões) e registrou o histórico de tudo.

O sucesso desse piloto definiria a adoção ou não da solução e isso deu-se através de análises e comparações dos resultados dos grupos de controle com o grupo de clientes, que recebeu a NBO determinada pela recomendação inteligente. Após três meses de piloto, os resultados demonstraram que o aumento do valor do ticket médio obtido, projetado para todos os clientes, representou um incremento no lucro capaz de pagar o investimento em poucos meses, ou seja, do prazo de recuperação do capital investido na solução (payback).

Por essas razões, a mesma empresa varejista decidiu expandir o uso da solução para outros canais de interação com o cliente, como televendas e aplicativos móveis bem como para outros países onde também mantém operação. A inteligência analítica em tempo real é o “bom vendedor” do mundo atual, aumentando o ticket médio no varejo on-line.

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II Congresso Internacional de Direito Digital debate impacto das tecnologias na indústria

O II Congresso de Direito Digital da FIESP terá como foco os desafios, oportunidades e inovações para a indústria propiciados, inclusive, pela tecnologia e seu impacto nas relações sociais e profissionais.

Nesse evento será debatida a necessidade de segurança jurídica, além de dar uma visão sobre o direito internacional aplicado. O Congresso, estruturado em seis painéis nos dias 27 e 28 de setembro, contará com a participação de procuradores da Justiça, delegados da Polícia Federal, especialistas, pesquisadores e acadêmicos.

O primeiro painel, sobre a sociedade da informação e compliance, deverá esclarecer como a tecnologia pode impulsionar os negócios, bem como eventuais lacunas em sua regulação e, ainda, a relação entre compliance e Direito Digital.

No seguinte, a Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal e a Escola Nacional de Polícia Judiciária (EADELTA) irão tratar de compliance digital e combate à corrupção.

O debate prossegue com Direito digital comparado: a era do Big Data e os desafios da privacidade e da segurança da informação. Quais as tendências regulatórias no Brasil, nos Estados Unidos, na Europa e na América Latina e seu impacto na sociedade? Para encerrar o dia, aspectos legais nos bloqueios de aplicativos como o WhatsApp.

Na sequência, no dia 28, governo digital: os principais desafios da tecnologia, riscos, compliance e anticorrupção diante dos desafios jurídicos da atualidade digital. O tema envolve provas digitais, o cruzamento de informações, e-Social e sigilo fiscal, por exemplo.

O quinto painel trará temas como governança, riscos corporativos e direito digital. O tema envolve o desenvolvimento dos negócios com a proteção jurídica e de integridade. Serão abordados os principais instrumentos e mecanismos para proteção dos ativos de indústria, tais como marcas, patentes, mapeamento de redes sociais, proteção de softwares e o alinhamento com a governança e os riscos corporativos.

No último painel, os desafios da tecnologia da informação, compliance e educação digital para a indústria tendo em vista a necessidade de se implementar Códigos de Ética e canais de denúncia anônima nas empresas, além de avaliar a Lei n. 12.846/2013 (Anticorrupção).

Entre as autoridades confirmadas na abertura do evento, Gilmar Mendes (ministro do Supremo Tribunal Federal e presidente do Tribunal Superior Eleitoral-TSE) e Marcos da Costa (presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – OAB/SP).

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Apertem os cintos, o piloto do Uber sumiu – Por Arie Halpern

Depois de sacudir o sistema de transporte urbano e tirar o sono dos taxistas em mais de 70 países com o aplicativo que permite contratar corridas de carros particulares, o Uber está apontando seu chifre de unicórnio para negócios mais ousados. Explique-se que “unicórnio”, no jargão da nova economia, não é um ser imaginário, mas uma empresa que se lançou no mercado como embrião de um grande negócio, cresceu e viu seu valor ultrapassar a barreira do bilhão de dólares. O Uber, avaliado em 63 bilhões de dólares, encabeça o ranking de unicórnios da revista Fortune. Pois bem, esse animal econômico adquiriu, em agosto, a Ottomotto, uma startup dedicada à tecnologia de veículos ditos autônomos, porque dispensam motoristas.

Desde o ano passado, no polo robótico de Pittsburgh, a empresa mantém uma equipe de pesquisadores – mais de quarenta foram “roubados” da Carnegie Mellon University, com quem a empresa tinha um acordo de cooperação – trabalhando sobre o mesmo objeto: carros autônomos. E a empresa já faz testes com a intenção de colocar, em breve, esses veículos acéfalos à disposição de clientes que se disponham a utilizá-los no transporte. Antes disso, ainda, o Uber havia comprado a deCarta, uma empresa de softwares de mapeamento. O que o seu fundador e comandante, Travis Kalanick, está mirando? Bem, ele realmente não economiza nos sonhos e na ambição: ele está de olho num mercado estimado em dez trilhões de dólares.

Dez trilhões?! Como assim?! Kalanick é uma versão excepcionalmente bem-sucedida do “homem da cobra”. Este era um tipo popular, misto de vendedor e artista de rua. Ele atraia a atenção do público com um saco vazio em que dizia haver uma cobra. Entretinha as pessoas com histórias e vendia remédios para picada de cobra e outros bichos. Kalanick, com seu aplicativo, realiza viagens para mais de 30 milhões de clientes por mês, em quase 500 cidades, sem que para isso tenha sido necessário imobilizar um único centavo em uma frota própria de carros e sem empregar nenhum motorista. Com essa prestidigitação, que recebeu o nome de UberX, ofereceu um solução prática e mais barata que o serviço de táxi. Depois disso, lançou o UberPool que permite ao usuário compartilhar o transporte com outros passageiros e reduz ainda mais os preços. Com esse passo, começou a competir não mais com os táxis, mas com o transporte público. Agora, com os carros autônomos, o objetivo é livrar-se também do motorista, para tornar o transporte ainda mais barato.

Aqui chegamos ao tal mercado de dez trilhões de dólares. Com o serviço atual, o Uber come uma fatia do mercado de táxis cuja receita global é estimada em cem bilhões de dólares. Com o veículo autônomo, segundo Kalanick confessou à The Economist, sua intenção é tornar o Uber tão barato e conveniente que ele se transforme em uma alternativa ao carro particular. Outras grandes corporações do mundo da tecnologia também estão nessa estrada, investindo em projetos de carros autônomos, e são competidores de peso como Google, Apple, Facebook, Tesla. O caminho para realizar esse sonho também é acidentado e bastante policiado pelo Estado regulador, pois o transporte autônomo envolve a segurança das pessoas. A primeira onda de disrupturas provocada pelo Uber mal começou e já estão assistindo à próxima onda se formar. Apertemos os cintos.

Arie Halpern, economista e empreendedor com foco em tecnologias disruptivas e diretor da empresa israelense Gauzy Technologies

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Brasileiro é um dos três vencedores do prêmio Merck de incentivo à inovação

Dr. Alexander Augusto de Lima Jorge, da USP, está entre os três vencedores, que dividirão o prêmio de € 400 mil para apoio à pesquisa

A Merck, empresa alemã líder em ciência e tecnologia, anunciou os vencedores do prêmio Grant for Growth Innovation 2016, cujo objetivo é identificar e apoiar pesquisadores com visão de futuro sobre crescimento físico. A inciativa está alinhada à estratégia da companhia em fornecer uma plataforma que possibilite a inovação.

Com o projeto “Farmacogenética do hormônio de crescimento e estrogênio em pacientes com síndrome de Turner”, Dr. Alexander de Lima Jorge, da Universidade de São Paulo, foi um dos três vencedores do prêmio, que contou com 38 projetos inscritos de 20 países.
“Este prêmio é uma conquista para a Endocrinologia Pediátrica nacional, pois resultou do trabalho inovador e consistente do nosso grupo nos últimos 20 anos e da união de diversos grupos brasileiros para realização de um estudo prospectivo e multicêntrico em busca de uma melhor compreensão da resposta ao tratamento com hormônio de crescimento”, comemorou Dr. Alexander.

Os projetos foram avaliados por um Comité Científico independente composto por cinco endocrinologistas de renome internacional e pesquisadores. Os demais vencedores foram: Dr. Andrew J. Brooks, da Universidade de Queensland, Brisbane, Austrália (o domínio transmembranar do receptor de hormônio de crescimento como alvo terapêutico para desenvolver novas classes de drogas para necessidades não atendidas no tratamento de distúrbios do crescimento) e Dr. Antonio Cittadini, da Universidade Frederico II, de Nápoles, Itália (Tratamento da deficiência do hormônio do crescimento associado com insuficiência cardíaca crônica: Um estudo duplo-cego, randomizado, controlado por placebo).

Sobre o Grant for Growth Innovation (GGI)

O programa GGI, da Merck, tem como objetivo apoiar e suportar o desenvolvimento da compreensão do campo de crescimento. Um apoio de até € 400.000 por ano, dividido entre até três propostas de pesquisa, é concedido aos projetos selecionados. Cada projeto é cego e avaliado por um Comitê Científico independente, composto por endocrinologistas de renome internacional e investigadores, de acordo com cinco critérios: inovação, fundamentação científica, clareza, viabilidade e impacto da investigação.

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Dia Mundial Sem Carro: conheça apps que ajudam na mobilidade urbana

Entre os dias 18 e 25 de setembro, é celebrada a Semana da Mobilidade no Brasil, que visa trazer reflexões sobre a forma como nos deslocamos no país. Ainda na semana, mais precisamente no dia 22, quinta-feira, é o Dia Mundial Sem Carro, maior manifestação no ano da vontade de uma parte da população de estabelecer uma nova ordem de mobilidade urbana. Uma pesquisa divulgada nesta semana pelo Movimento Nossa São Paulo indica que 30% dos paulistanos gastam mais de 2 horas apenas no trajeto de ida e volta do trabalho (7% a mais que em 2015) e que outros 33% levam entre 1 e 2 horas nesse deslocamento.

O mesmo estudo mostrou que mais da metade dos entrevistados responderam “com certeza” quando questionados se deixariam de utilizar o carro pessoal se houvesse uma melhor alternativa. Com tantos indícios favoráveis à necessidade de se buscar um novo modelo de mobilidade urbana nas metrópoles, preparamos uma lista com 3 aplicativos que podem ser aliados nessa verdadeira guerra contra o tempo perdido no trânsito.

TRAFI

Disponível para iOS e Android, o TRAFI carrega o espírito da Semana da Mobilidade porque te faz escolher as rotas mais rápidas para chegar onde deseja utilizando o transporte público. Com ele, você nunca mais precisará passar por aquela angústia de observar todas as linhas de ônibus passando em frente ao ponto que você está parado, sem saber onde está seu ônibus e por que ele não chega. O TRAFI mostra em tempo real onde está passando o ônibus que você espera e até mesmo atrasos de minutos são incorporados pelo moderno sistema de machine learning do aplicativo. Fundado na Lituânia, o TRAFI ganhou fama no Brasil depois de ser escolhido para ajudar a planejar o transporte público da Cidade Olímpica, durante as Olimpíadas do Rio. Pelo app, o usuário busca rotas, recebe tabelas de horários do transporte público e modais, acessa o feed de notícias e reports de outros usuários.

Likeways

Disponível para iOS, o app mostra trajetos mais estimulantes para quem prefere andar a pé e explorar melhor o que a cidade pode oferecer. O aplicativo também pode ajudar turistas, interessados em transformar uma simples caminhada em uma nova forma de conhecer melhor as atrações da região

Strava

Se você prefere curtir a cidade sobre duas rodas, o Strava é o app ideal. Ele mapeia os melhores e mais usados caminhos para ciclistas e traz outras funcionalidades, como conferir distâncias e frequência cardíaca e participar de desafios com seus amigos. Disponível para iOS e Android.

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Empresas com débitos serão excluídas do Simples Nacional

A Receita Federal do Brasil informou recentemente que, a partir deste mês de setembro, irá notificar as empresas do Simples Nacional que possuem débitos tributários ou previdenciários e, caso esses não sejam pagos, haverá na sequência o procedimento de exclusão por oficio de pessoas jurídicas optantes pelo regime simplificado de tributação.

“É imprescindível que os responsáveis por empresas enquadradas no Simples busquem avaliar se possuem algum valor em aberto e, caso haja, realizem o imediato pagamento ou parcelamento, caso contrário perderá todos os benefícios. Vejo muitos casos de empresas que fizeram pagamentos de forma errada ou mesmo esqueceram de pagar, assim, nem imaginam que possuem um problema, assim essa preocupação deve ser de todos”, alerta o diretor executivo da Confirp Consultoria Contábil, Richard Domingos.

O procedimento de exclusão de oficio de pessoas jurídicas optantes pelo Simples Nacional terá início no dia 26 de setembro de 2016, em todo o Brasil, sendo notificadas as empresas por débitos com exigibilidade não suspensa, previdenciários e não previdenciários com Secretaria da Receita Federal (RFB) e Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN).

A comunicação será feita por Ato Declaratório Executivo (ADE) que será disponibilizado no Domicilio Tributário Eletrônico (DTE-SN), sistema em que todos os optantes pelo Simples Nacional, exceto os MEI, são automaticamente participantes. Os débitos motivadores da exclusão da Pessoa Jurídica estarão relacionados no anexo único do ADE.

Para ter acesso a essas informações se deve acessar o Portal do Simples Nacional ou o Atendimento Virtual (e-CAC) no site da Receita federal do Brasil, mediante certificado digital ou código de acesso. Todavia, o código não é válido para consulta ao atendimento virtual (e-CAC).

Para que se possa resolver as pendências, os especialistas da Confirp recomendam que se faça essa consulta até 45 dias após a disponibilização da comunicação eletrônica, o ideal é o quanto antes. A partir da data da ciência do ADE de exclusão, a pessoa jurídica tem até 30 dias para regularização da totalidade dos débitos à vista, parcelados ou compensados.

Ocorrendo a regularização dos débitos totais em até 30 dias após a comunicação e ciência, o processo de exclusão será automaticamente cancelado. Contudo, se não ocorrer essa regularização dentro desse prazo, o contribuinte fica automaticamente excluído a partir de 2017 do regime simplificado.

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Protiviti debate sobre os riscos de ciberataques e ameaças virtuais

De acordo com dados do Centre for Strategic and International Studies, o custo anual de crimes digitais e roubo de propriedade intelectual no mundo é de US$ 445 bilhões. Quando se fala em fraudes relacionadas às vulnerabilidades de TI, a Association of Certified Fraud Examiners (ACFE) aponta prejuízos financeiros que chegam a 5% do faturamento anual das empresas.

No Brasil, que é considerado o país mais atacado da América Latina, os números seguem a mesma tendência e registrou, somente em 2014, um aumento de 197% em incidentes de segurança da informação, dos quais 45% representaram fraudes.

Diante deste cenário, a Protiviti no Brasil, consultoria especializada em gestão de finanças, tecnologia, operações, governança, risco e auditoria interna, apresentará, durante a 37ª edição do Congresso Brasileiro de Auditoria Interna (Conbrai), que acontece em São Paulo, a palestra “Ciberataques e ameaças virtuais: como enfrentar esta realidade”.

Ministrada por Marco Ribeiro, diretor de IT Consulting da Protiviti no Brasil, a palestra abordará aspectos práticos que devem ser considerados para gerenciar os riscos de ataques presentes nas empresas.

Num cenário em que as empresas estão cada vez mais conectadas e dependentes de tecnologia, portanto mais expostas, será discutido como conhecer e tratar as vulnerabilidades de forma contínua. Além da conscientização das companhias em segurança da informação, o executivo abordará a necessidade de adequar o nível de proteção do ambiente tecnológico.

“Embora os setores mais expostos, como financeiro, manufatura, varejo e governamental, sejam os que apresentam mais incidentes em segurança da informação, todos os demais segmentos estão sujeitos a ataques cibernéticos e devem ampliar proteções e monitorar vulnerabilidades em TI”, finaliza Ribeiro.

Palestra: “Ciberataques e ameaças virtuais: como enfrentar esta realidade”

Palestrante: Marco Ribeiro, diretor de IT Consulting da Protiviti no Brasil
Data: 27 de setembro
Horário: 17h10
Local: Transamérica Expo Center
Endereço: Av. Doutor Mário Vilas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro, São Paulo/ SP.

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Infor anuncia Data Migration Accelerators e aposta em agilidade na migração para a nuvem

A Infor, provedora de aplicações empresariais específicas por mercado e desenvolvidas para a nuvem, anunciou o Infor Data Migration Accelerators para ajudar seus clientes a fazerem a transição segura de implantações instaladas in loco para a nuvem com facilidade. Com o Infor Data Migration Accelerators, os clientes podem minimizar os riscos da migração das implantações para cloud, enquanto colhem os benefícios de maior flexibilidade, agilidade e segurança robusta. A Infor Services se alinhou com a BackOffice Associates, líder de soluções de governança da informação e modernização de dados, para ajudar os clientes a gerenciar um dos ativos mais críticos: os dados. Os Accelerators, alimentados pela BackOffice Associates, estarão disponíveis através do Infor Services e inicialmente servirão 3 áreas de produtos: Infor M3, LN, S3 e gerenciamento de ativos empresariais (EAM). Também disponível através do Infor Services está a Infor Enterprise Data Stewardship Platform, que pode gerenciar a governança da informação em toda a empresa.

Migração de dados é uma tarefa considerável e, para muitos CIOs as preocupações com a complexidade podem prevenir que as empresas alcancem os benefícios de uma infraestrutura moderna e baseada em nuvem. Como uma empresa de mentalidade “a nuvem em primeiro lugar”, a Infor reconhece a necessidade de os clientes fazerem a transição com risco mínimo de ruptura e imprecisões para o vasto volume de dados envolvido. Parecidos com o Infor Implementation Accelerators, esse portfólio de ferramentas de migração de dados é desenhado especialmente para abordar os desafios que evitam que os clientes tirem proveito dos benefícios consideráveis em mover aplicações essenciais para a nuvem, como flexibilidade, agilidade e segurança, além de upgrades contínuos com menores rupturas.

“Migração de dados é uma das maiores preocupações que os CIOs têm na tentativa de fazer a transição para uma infraestrutura moderna e baseada em cloud. Eles querem colher os benefícios da nuvem, mas preocupam-se com seus enormes volumes de dados. O Infor Data Migration Accelerators proporciona uma abordagem simples para identificar complexidades e traçar um curso para migração de dados precisa do início ao fim”, comenta Darren Saumur, Vice-Presidenete Sênior da Infor Services. “Ao nos alinharmos à BackOffice Associates, nós fortificamos o processo de migração de dados para garantir que nossos clientes ganhem visibilidade e reduzam riscos quando estiverem fazendo a transição para a nuvem”.

Trabalhando através do Infor Services, uma equipe global de mais de 5.300 especialistas, o Infor Data Migration Accelerators mitiga muitos dos desafios que podem se tornar bloqueios para a migração de dados de um sistema legado para uma aplicação moderna na nuvem. O Infor Services permite que as empresas façam a transição ao entregar orientação especializada para gerenciar qualidade de dados ao longo do processo de migração, o que ajuda a reduzir riscos, diminuir potenciais tempos de inatividade e aumentar o valor geral do investimento em TI.

“Mudar de um complexo ambiente de TI in loco para uma implantação de cloud requer uma abordagem automatizada e estratégica enraizada em qualidade de dados e governança da informação sensata”, afirma Alex Berry, COO e presidente da BackOffice Associates na América do Norte. “A Infor é uma organização que exemplifica a evolução da tecnologia através da abordagem em cloud e, como uma indústria líder, eles também reconhecem a necessidade de serem nossos parceiros para garantir que os clientes tenham o melhor gerenciamento de dados quando estão migrando para a nuvem”.

A solução de migração de dados está disponível para clientes nas Américas do Norte e Sul, Europa e região da Ásia-Pacífico:

· Infor Data Migration Accelerator para M3

· Infor Data Migration Accelerator para LN

· Infor Data Migration Accelerator para S3

· Infor Data Migration Accelerator para EAM

· Infor Enterprise Data Stewardship Platform

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Inovação e sustentabilidade são os alicerces do crescimento – Por Luciana Coen

Qual seria o impacto no ecossistema se as pessoas usassem um aplicativo que as ajudasse a economizar água em tempo real, por meio de alertas, com o objetivo de estimular o consumo consciente de recursos naturais? O projeto Aldiwa, de alunos da Feevale, é uma startup que faz exatamente isto.

E que tal um aplicativo com GPS em que as pessoas possam marcar lugares onde encontram animais perdidos ou de rua? Um sistema como este facilitaria o trabalho de associações protetoras e ONGs ligadas a resgate de animais e encaminhamento para adoção. Este projeto também já tem nome: Procurando Patas.

Estas e outras ideias, como o Projeto Brain ou o Doador Online, são exemplos de que não se inova sem se falar em sustentabilidade, seja no pilar ambiental, social ou financeiro. É uma questão de sobrevivência de negócios. Em qualquer plano estratégico deve-se levar em consideração os riscos que a companhia corre, seja do ponto de vista de pessoas (escassez de mão-de-obra especializada, poder de compra, disponibilidade de clientes?), seja do ponto de vista econômico (macroeconomia, riscos jurídicos?), ou do ponto de vista ambiental (risco de acidentes naturais, escassez de matéria-prima?).

Diante disso, fica claro que ao lado de estratégia de crescimento e go-to-market de qualquer companhia precisa caminhar a área de Sustentabilidade, pensando em soluções para reduzir o impacto de riscos de longo prazo e trazendo Inovação, como novas linhas de produtos ou novas regiões para ampliar o negócio.

Fomento ao empreendedorismo como forma de desenvolvimento do mercado é prioridade para uma companhia de software como a SAP. Um exemplo disso é o SAP Innomarathon, iniciativa da área de Responsabilidade Social do laboratório de desenvolvimento SAP Labs, na cidade de São Leopoldo, no Rio Grande do Sul, que tem como objetivo acelerar Empreendedores Sociais do país todo. O SAP Innomarathon é composto por 3 pilares: a ideia de um negócio social + uma aceleradora + SAP S/4 HANA e coaching de negócios. O evento nasceu ao lado de outra iniciativa da SAP, o SAP StartUp Focus, programa global de fomento à co-inovação, desenvolvimento de mercado em novas tecnologias (essencialmente SAP HANA), e novos negócios.

Nessa sua primeira edição, 20 startups sociais, das 54 registradas, mostraram seus trabalhos a uma banca de jurados formada por funcionários da SAP de diferentes áreas e profissionais de aceleradoras. As 20 receberam um trabalho de pré aceleração da Ventuir.

No dia do evento, cada uma delas teve 5 minutos (cravados no relógio) para fazer um pitch. A grande vencedora foi a EJR Robótica Educacional, que desenvolveu um divertido e lúdico robô, o Jabuti Edu, para ensinar programação de computadores para crianças a partir dos três anos de idade. Criado por meio de uma impressora 3D, e concebido para atender escolas da rede pública, ele realiza diversos movimentos e os comandos são feitos pela própria criança por meio de um celular via um servidor web.

A EJR recebeu como prêmio a doação de computadores, infraestrutura de hardware e um plano de continuidade SAP por meio de inovação e coaching. Mas os outros quatro finalistas também foram estimulados a continuar seus trabalhos: terão 6 meses de incubação na Unitec para consolidação do negócio.

Projetos incríveis como o da Aldiwa, Procurando Patas e Doador Online terão impacto enorme em suas áreas. Para a SAP, o mais importante é fomentar a economia, apoiando empreendedorismo social por meio de projetos como o SAP Inomarathon ou apoiando startups para desenvolvimento em conjunto. No longo prazo, todos saem ganhando, seja no aquecimento da economia, no ganho de market share e posicionamento para novas tecnologias (produtos, no caso da SAP), seja no fomento à inovação ou no benefício que novos empreendedores trazem. Ou — melhor ainda! — todas as alternativas juntas!

Luciana Coen é Diretora de Comunicação Integrada e Responsabilidade Social Corporativa da SAP Brasil

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