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Aruba lança Mobile First Platform, com foco em desenvolvedores e IoT

A Aruba, uma empresa da Hewlett Packard Enterprise, acaba de anunciar a Aruba Mobile First Platform, plataforma baseada em software que utiliza interfaces de programação de aplicativos (APIs) para fornecer aos desenvolvedores e líderes de mercado mais informações sobre a rede, o que lhes permitirá aprimorar aplicativos e serviços. A iniciativa acelera a integração e a inovação de tecnologias móveis e da IoT (Internet das Coisas) na velocidade do ecossistema de desenvolvedores.

Para fazer uso do atual ambiente de IoT de rápido crescimento e com foco em mobilidade, as redes devem fornecer mais do que conectividade e se adaptar facilmente aos novos requisitos de aplicativos sob demanda. Com informações detalhadas sobre o uso de apps móveis específicos e tecnologias operacionais geradas pela Internet das Coisas, essas redes podem ajudar as organizações a justificar os futuros investimentos em tecnologia digital.

A Aruba Mobile First Platform explora a habilidade dos desenvolvedores e fornecedores de tecnologia de inovar com base nas ricas informações contextuais que a infraestrutura da Aruba coleta dos dispositivos móveis e de IoT, e de personalizar de forma dinâmica as funções da rede em tempo real. Com isso, os clientes podem aprimorar os aplicativos atuais e criar novos apps para intensificar a experiência do cliente, melhorar as operações dos negócios e criar novas oportunidades de receita.

Controles de rede avançados e aplicação de políticas para mobilidade distribuída

A Aruba Mobile First Platform utiliza o novo sistema operacional ArubaOS 8.0, que permite aos desenvolvedores alavancar as informações contextuais oriundas da infraestrutura com camadas superiores por meio de API’s. Implementado em uma máquina virtual (VM) em um servidor, o ArubaOS 8.0 simplifica consideravelmente as mudanças na infraestrutura e permite ao cliente expandir sua rede.

O sistema também oferece maior capacidade de programação de redes Aruba. Desenvolvedores e parceiros do ecossistema da Aruba podem facilmente habilitar o gerenciamento por políticas e o controle de qualidade para os novos aplicativos críticos aos negócios, sem precisar de upgrades ou interrupções da rede.

Maior controle do acesso à rede e a aplicativos para dispositivos móveis e de IoT

As melhorias mais recentes no software Aruba ClearPass, que faz parte da Mobile First Platform, fornecem análises detalhadas sobre todos os dispositivos conectados e aprimoram a capacidade de integração com terceiros. O novo ClearPass Extensions facilita aos profissionais de segurança de TI e desenvolvedores a integração de serviços de tecnologia gerenciados na nuvem com o Aruba ClearPass. Os parceiros simplesmente colocam seu software em um repositório, que pode ser integrado por meio de uma API. Os clientes podem assim criar fluxos de trabalho automatizados de maneira rápida e fácil.

Com o McAfee ePolicy Orchestrator (ePO), plataforma de gerenciamento unificado da Intel Security, os usuários podem verificar o status de um dispositivo. O McAfee ePO também fornece gerenciamento unificado da segurança de dispositivos, dados e rede. Aumentando assim a segurança e reduzindo custos e a complexidade do gerenciamento de riscos e da segurança. “A integração do McAfee ePO com o ClearPass fornece aos clientes visibilidade unificada da situação de segurança, independente da rede, do tipo de dispositivo ou localidade do usuário, e automatiza a política de acesso para proteger as redes corporativas”, explica D. J. Long, Chefe da Intel Security Innovation Alliance.

Para automatizar o acesso aos atributos do gerenciamento de mobilidade corporativa (EMM) da nuvem, a integração do Microsoft Intune por meio do ClearPass Extensions permite maior controle para as organizações que desejam fornecer aos funcionários acesso seguro a aplicativos, dados e recursos corporativos usando quase qualquer tipo de dispositivo. “Nossa integração com o Aruba ClearPass permitirá garantir que apenas dispositivos gerenciados e adequados estarão aptos a se conectar à rede corporativa”, afirma Andrew Conway, gerente geral de marketing de produto da Microsoft Enterprise Mobility + Security. A integração do Intune com a plataforma da Aruba estará disponível no quarto trimestre de 2016.

O novo ClearPass OnConnect é a ferramenta ideal para clientes que não estão prontos para a adoção de 802.1X e RADIUS em suas redes, devido a sua infraestrutura de redes ter sido adquirida de diferentes fabricantes. O gerenciamento de políticas de acesso para esses ambientes pode ser habilitado com a aplicação de perfis para todos os dispositivos, sendo estes colocados em segmentos adequados da rede, sem grandes investimentos operacionais em TI.

Otimização da experiência do usuário e análise dos negócios para serviços de localização interna

A plataforma Aruba Mobile First se utiliza de dispositivos Bluetooth Low Energy (BLE) para fornecer informações analíticas dos usuários da rede à plataforma Meridian Mobile App, que vão muito além do simples monitoramento dos tempos de permanência em uma localidade específica. O novo recurso Meridian Goals intensifica os dados coletados via BLE para informar às equipes de marketing e desenvolvimento de negócio sobre o sucesso ou fracasso de suas campanhas de vendas, eliminando a necessidade de classificar relatórios detalhados e variados para determinar os resultados de uma determinada campanha.

Com a versão mais recente do Meridian, as empresas podem agora permitir o compartilhamento da localidade entre visitantes de um local público ou entre funcionários no trabalho. As pessoas com o mesmo app móvel em seu smartphone podem compartilhar sua localização física com colegas de trabalho e amigos e, ao mesmo tempo, manter controle total da sua privacidade. Esses novos recursos intensificam a experiência do usuário e a inteligência do negócio em termos de colaboração no local de trabalho e comportamento do cliente em locais públicos.

Fornecimento de rede na nuvem para empresas com diversas localizações geográficas

Atendendo às demandas por soluções de rede na nuvem altamente personalizáveis, a Aruba fez avanços significativos em sua solução Aruba Central de serviços de rede gerenciados na nuvem, baseada em assinaturas. Com sua arquitetura de múltiplos clientes e o novo portal de serviços, a Aruba Central permite que os revendedores rapidamente criem serviços gerenciados personalizados com a marca do cliente, entreguem serviços de valor agregado a clientes atuais e explorem novas oportunidades.

Além disso, a Aruba Central agora inclui funcionalidades corporativas, como Aruba Clarity para visibilidade da integridade da rede Wi-Fi e análise de localização do usuário móvel em diferentes espaços físicos. O novo app Aruba Central permite que equipes de TI instalem novos componentes de infraestrutura de rede com provisionamento automático (zero touch).

Maximize a receita com o programa Partner Ready for Networking

Aproveitando-se das vantagens do Aruba Mobile First Platform e para tornar os parceiros altamente competitivos no mercado de redes móveis, a Aruba apresenta o novo programa Partner Ready for Networking. O programa oferece um portal dedicado aos parceiros, permite o registro do novas oportunidades em apenas uma página com processo de aprovação simplificado, de fácil compreensão dos requisitos do programa, com apenas um ponto de contato, com MDF (fundo de desenvolvimento de marketing, da sigla em inglês) planejado e ferramentas para geração de novas oportunidades de negócios.

Disponibilidade

A Aruba Mobile First Platform e seus recursos associados ArubaOS, Aruba Central, Aruba ClearPass e Aruba Meridian estarão disponíveis no quarto trimestre do ano fiscal de 2016.

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Telit impulsiona mercado automobilístico inteligente na América Latina

A Telit, líder global em Internet das Coisas (IoT), anuncia parceria com a empresa chilena Jooycar, primeira plataforma telemática capaz de transformar veículos automotivos em SmartCars – carros conectados e inteligentes. A multinacional italiana foi a escolhida para fornecer serviço de conectividade por meio de sua plataforma IoT chamada deviceWISE.

Os algoritmos exclusivos da Jooycar são armazenados em nuvem, onde a equipe atuarial – que analisa e calcula os possíveis riscos na administração de seguros – pode incluir novas variáveis de dados para o cálculo mais preciso do perfil do motorista por meio do modelo Usage Based Insurance (UBI), onde são considerados fatores relacionados aos hábitos de condução como locais, períodos (diurno a noturno) e tempo dirigido.

A Jooycar fornece um modelo conhecido como Pay as You Drive (pague baseado na utilização do veículo) e Pay How You Drive (pague baseado em como você dirige). No Brasil, o conceito está cada vez mais popular e traz reais economias ao usuário final, além de uma maior taxa de conversão de vendas e retenção, respectivamente, para as concessionárias e empresas de seguro. “Com a popularização dos negócios digitais, a tendência global é que os principais players invistam na telemática e em plataformas voltadas para a Internet das Coisas a fim de conectar pessoas e carros e tonar os preços mais justos para o condutor”, avalia Ricardo Buranello, VP da Telit para a América Latina.

A Jooycar é a primeira companhia fundada na América Latina, com vasta experiência em negócios digitais baseados em Internet das Coisas. Oferece uma plataforma telemática abrangente para tornar veículos cada vez mais conectados. Seu objetivo é a condução mais segura e inteligente, com a oferta de seguros menos caros para os motoristas. Além disso, a Jooycar é responsável pela criação de novos negócios para o setor de seguros, telecomunicações e indústria automotiva.

“Estamos muito contentes em contar com a Telit”, revela Maria Paz Gillet, CEO da Jooycar. “Para o nosso UBI ser bem-sucedido, as companhias de seguro exigem a coleta de um amplo conjunto de dados e a adoção de softwares para melhores análises das métricas de condução. Nosso algoritmo, unido ao portal IoT da Telit, tornou possível a tomada de decisão mais eficiente da equipe atuarial para a análise/venda das apólices de seguro”.

A Jooycar utiliza o DL750 da Danlaw, empresa líder em soluções UBI para carros. O DL750 utiliza módulo celular GSM/GPRS da Telit para a comunicação de informações críticas do veículo e sua localização, o que permite encontrar o inventário de automóveis e monitorar as condições de bateria. O benefício são Test Drives bem-sucedidos, pois as concessionárias podem delimitar um perímetro em torno de seus locais para segurança e monitoramento dos carros.

Para aumentar a receita e a pós-venda, as concessionárias podem, ainda, vender os dispositivos GPS para os potenciais compradores para que possam monitorar o comportamento de motoristas mirins (filhos adolescentes, por exemplo), além de poder recuperar o veículo em caso de roubo. Além destes benefícios, o motorista terá acesso a um aplicativo intuitivo para gerenciar o uso do carro e programar manutenções preventivas.

“Os dispositivos e plataforma da Telit têm reputação global de confiabilidade e escalabilidade. Sempre oferecemos aos nossos clientes uma solução de ponta” diz Fred Yentz, CEO da área de Plataformas IoT da Telit. “O modelo UBI tem o potencial de reduzir risco para as empresas de seguros, além de reduzir este custo para os condutores. O app da Jooycar é alimentado pelos dados de nosso portal e o acesso às informações é realizado 24h/7, em tempo real”, finaliza.

Para mais informações, confira o vídeo da Jooycar com a Telit:

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Como as empresas podem aproveitar o Social Business para crescer

O cenário econômico atual somado à globalização da informação e das atividades profissionais, elevou a concorrência e tornou o mundo dos negócios cada vez mais competitivo. Estar à frente do seu concorrente e próximo do seu cliente nunca foi tão necessário como agora.

Levando-se em consideração que as pessoas e as organizações estão cada vez mais presentes nos meios digitais, é impossível traçar estratégias assertivas de mercado que não incluam uma forte presença virtual. Ainda mais com a febre das redes sociais que se tornaram um celeiro fértil para as empresas interagirem online com os stakeholders.

“Não tem ambiente mais propício para fomentar os negócios do que as redes sociais corporativas. Ao utilizar uma plataforma como o Linkedin, com 450 milhões de usuários espalhados pelo mundo inteiro, um vendedor pode localizar e se aproximar de um cliente para fechar uma negociação em âmbito internacional”, esclarece a especialista em social business da DMS, Denise Maia.

Um levantamento do International Data Corporation (IDC) indica que 25% das empresas brasileiras pretendem investir em social business com o objetivo de adquirir vantagens competitivas em 2016. Através deste modelo de marketing tecnológico as empresas conseguem fazer a gestão da marca e da reputação da organização, criar relacionamento com os clientes e melhorar a compreensão das tendências de mercado. Além de estimular a conectividade entre empregados, clientes, parceiros, fornecedores e até concorrentes.

A especialista em social business da DMS, Denise Maia, destaca algumas vantagens na utilização desta tecnologia para obter sucesso nos negócios:

Criação de Valor – o poder nas mídias digitais deriva da partilha de conhecimento, em virtude disso, possuir uma página bem elaborada e com conteúdo de qualidade em uma rede social corporativa funciona como uma vitrine que aumenta a reputação da empresa, reforça o seu posicionamento e promove a marca dentro deste novo paradigma tecnológico.

Gestão de relacionamento com os clientes – o fluxo de contatos que pode ser obtido dentro de uma plataforma de negócios tem um alcance social muito grande o que amplia o relacionamento com os atuais e os potenciais clientes. Por meio do contato social entre organização e público-alvo é possível medir o feedback dos produtos e serviços ofertados pela empresa e colher dados para avaliar o sucesso destas iniciativas.

Aumento na produtividade dos colaboradores – é possível estabelecer um novo modelo de captação de clientes dentro das organizações, porque, os profissionais que sabem utilizar suas conexões dentro das redes corporativas para prospecção de clientes levam vantagem sobre os demais. Os velhos modelos de ligações frias e envio de e-mail marketing, para contatar uma pessoa chave para negociar, foram ultrapassados pelo relacionamento direto com os poderosos contatos disponíveis nas redes. Os colaboradores se tornam ainda mais proativos se incorporarem a função de embaixadores das marcas e divulgarem o potencial da empresa que representam para sua rede de contatos.

Identificação e exploração de novos modelos de negócio – através da observação e compreensão do comportamento dos concorrentes dentro das plataformas corporativas, fica mais fácil traçar uma tendência de mercado e desenvolver estratégias de inovação para superar a concorrência e ampliar as oportunidades de crescimento.

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Business Intelligence x Business Discovery: especialista explica a diferença

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Não é novidade que grandes empresas analisam o comportamento dos indivíduos na internet para oferecer produtos ou serviços. Dados são coletados para estruturar pesquisas e ações em diversos sites. Os resultados servirão de informação útil para definir novas estratégias de mercado.

Essa coleta e análise de dados é chamada de “Business Intelligence” – ou “Inteligência de Negócios”, em tradução livre. Esses dados vão se atualizando conforme novas ações são feitas pelos usuários. O cruzamento geralmente é realizado por uma equipe de TI, demandando tempo e profissionais qualificados para concretizar as estratégias.

“Nas últimas décadas, as instituições construíram e integraram sistemas que geraram enormes massas de dados. Transformar esses dados em informação útil e estratégica passou a ser o desafio das instituições”, afirma Pablo Coelho, sócio da Produtiva TI, empresa especializada em Business Discovery. Para ele, o Business Intelligence – atualmente, método de trabalho de diversas empresas – vai ser substituído pelo Business Discovery. “No BI, dados coletados anteriormente são cruzados com dados novos, isso acaba gerando uma série de dados desatualizados acarretando em distorções ou interpretações potencialmente equivocadas”, ressalta.

Ainda de acordo com o empresário, o BI necessita uma grande equipe especializada, o que acarreta custos muito altos para as empresas. “A Produtiva TI já está trabalhando com o Business Discovery ou BD para nossos clientes de forma eficiente e já trazendo resultados”, diz Coelho.

Com ferramentas de BD, você consegue prever a integração prévia de todas as fontes de dados. “O trabalho de conexão e tradução dos dados é feito previamente, estando disponível quando necessário”, explica o empresário. Com a utilização de ferramentas especialistas, o dado utilizado nos cruzamentos é tão atualizado quanto sua fonte. O administrador do sistema pode configurar sua taxa de atualização e assim não puxar informações desatualizadas.

A escolha de ferramentas de Business Discovery ao invés de ferramentas de Business Intelligence permite a utilização de conceitos como a “Busca Associativa”. “Este conceito, associado a outras características como a pesquisa ‘in Memory’, dispensa a construção prévia de consultas, permitindo ao usuário construir e compartilhar livremente suas próprias pesquisas, de forma rápida, fácil e intuitiva”, completa Coelho.

Interessados em saber mais sobre consultoria e gestão de BIG DATA, além de entender melhor o conceito de Business Discovery, pode acessar o site oficial da Produtiva TI (www.produtivati.com.br), e entrar em contato com especialistas na área.

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SAS é escolhido melhor fornecedor de Analytics para Varejo

O SAS, líder de mercado em Analytics, foi vencedor do prêmio CONAREC 2016 na categoria “Melhor fornecedor de Retail em Analytics”, reforçando a importância da empresa na entrega de tecnologia para o mercado brasileiro de varejo. O prêmio foi entregue durante o jantar de abertura do evento, no dia 12 de setembro, no Hotel Transamérica, em São Paulo.

O Prêmio do Congresso Nacional das Relações Empresa-Cliente (CONAREC) foi baseado na 3ª edição do estudo “Panorama Brasileiro do Setor de Relacionamento com Clientes”, elaborado pelo Centro de Inteligência Padrão. O levantamento buscou a opinião dos próprios usuários de produtos e serviços, mostrando o panorama de como as empresas contratantes e de contact centers estão se avaliando. Além disso, avaliaram os fornecedores de tecnologia e os melhores profissionais do setor de relacionamento.

O SAS e outros fornecedores de tecnologia foram classificadosde acordo com oito critérios: funcionalidades, facilidade de uso, desempenho, suporte técnico, integração, estabilidade, escalabilidade e custo-benefício. Os ganhadores foram determinados pelos votos dos próprios clientes de varejo.

Segundo Fernanda Benhami, gerente de Customer Intelligence do SAS América Latina, a inteligência analítica está mudando o setor de varejo e trazendo novas experiências e produtos aos clientes, reforçando o papel de importância das fornecedoras de tecnologia. “É extremamente gratificando ser reconhecido pelos nossos clientes e saber que estamos fazendo parte de uma transformação tão importante no mercado de varejo”, afirma ela.

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Scania lança desafio de inovação para universitários

A Scania Latin America realiza, nos dias 8 e 9 de outubro, o desafio Inovathon Logistics Challenge, uma maratona para estudantes universitários que terão a missão de criar uma solução inovadora com foco no setor de logística. A fábrica da Scania em São Bernardo do Campo será o palco para a competição, que oferece a 25 graduandos uma oportunidade de aprimorarem seus conhecimentos de forma prática no ambiente industrial.

Os participantes da maratona serão divididos em cinco grupos, cada uma com cinco integrantes, e em equipe devem criar um projeto inovador que solucione a problemática do setor logístico, que será apresentada pela Scania no dia do desafio. Os participantes terão 24 horas, começando no sábado (8) às 10 da manhã até o domingo (9), também às 10 da manhã.

“A logística está ganhando cada vez mais um papel central nas empresas, deixando para trás a imagem de área suporte. Para a Scania, investir e buscar novos projetos e soluções é muito importante para o desenvolvimento da empresa no setor”, afirma Fabio Castello, vice-presidente de Logística da Scania Latin America.

Para a escolha dos 25 participantes do grande desafio, os estudantes passarão por um processo de avaliação em três etapas. Toda a fórmula do Inovathon foi pensada para que os competidores possam aprimorar seus conhecimentos adquiridos em sala de aula, colocando em prática suas ideias dentro do ambiente empresarial.

A primeira etapa será realizada por meio de uma prova online com 10 questões de múltipla escolha e uma dissertativa. Os classificados passarão por entrevistas individuais na segunda fase para a seleção dos 25 participantes e, por fim, os escolhidos participarão de uma reunião em grupo para a definição das equipes, já organizando suas atividades para o evento. “Faremos a simulação real de nosso dia a dia com foco em melhorias contínuas nos processos e métodos que aplicamos”, explica Fabio Castello.

A inspiração para o Inovathon surgiu da ideia dos Hackathons, competições em que estudantes universitários desenvolvem soluções operacionais voltadas para áreas de tecnologia da informação de grandes empresas. O objetivo da montadora é trabalhar mais próxima das instituições de ensino e pesquisa para o desenvolvimento de projetos inovadores, como o laboratório de motores em Sorocaba, que opera em parceria com a Poli-USP.

Início das inscrições – De 1 a 18 de setembro, os interessados poderão se cadastrar diretamente no site oficial da competição, preenchendo um formulário de cadastro e iniciando a primeira etapa das avaliações. As questões da prova foram elaboradas, e serão analisadas por profissionais da Scania, que selecionarão os 50 classificados para a segunda fase.

Os vencedores serão premiados com uma viagem Suécia, para conhecerem a capital do país, Estocolmo, e a sede da Scania na cidade de Södertälje, onde acompanharão todo o processo logístico realizado na fábrica.

Inovathon Logistics Challenge

Inscrições: Até 18 de setembro pelo www.inovathonscania.com.br
Evento: 8 e 9 de outubro na sede da Scania – Av. José Odorizzi, 151 – SBC

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Curso de inovação mapeia fronteiras tecnológicas no Brasil

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O Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia (Cietec), gestor da Incubadora de Empresas de Base Tecnológica de São Paulo USP/Ipen, em conjunto com a Agência USP de Inovação e a Escola da Inovação realizarão um curso para apresentação de algumas das principais iniciativas tecnológicas desenvolvidas no Brasil. O evento terá também o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP).

Na oportunidade será lançada ao mercado a Escola da Inovação, que tem o objetivo de propor, não só o ensino teórico e ferramental de como inovar, mas principalmente ensinar inovando, junto com professores colaboradores que encabeçam projetos de inovação tecnológica em seu trabalho diário.

O curso “As fronteiras da Tecnologia no Brasil” abordará algumas das principais tecnologias da atualidade, mostrando, pela primeira vez, o que está sendo pesquisado e desenvolvido pelas startups brasileiras na Incubadora da USP/IPEN. Serão discutidos temas diversos, de Realidade Virtual a Genômica, passando por Internet das Coisas, Games e Biotecnologia. Será também destacado o Programa PIPE da FAPESP, que oferece subsídios para pesquisas de inovação em pequenas empresas.

Os temas serão apresentados pelos pesquisadores e empreendedores que desenvolvem, na prática, esses projetos. Esse é o grande diferencial deste curso de inovação, pois os participantes terão contato direto com aqueles que estão desenvolvendo as tecnologias e poderão conhecer quais são seus desafios, suas dificuldades e todas as questões para tirarem do papel esses empreendimentos tecnológicos.

Além disso, o curso proporcionará atividades práticas em todas as áreas, permitindo que os participantes realmente experienciem a tecnologia que será demonstrada.

Programação do Curso:

• Apresentação sobre o curso e a Incubadora de Empresas de Base Tecnológica de São Paulo USP/IPEN – Cietec por Sergio Risola e Jose Aluizio Guimarães.

• Breve apresentação sobre o programa PIPE / FAPESP – Prof. Dr. Lucio Angnes

• A nova era da Genômica e a medicina personalizada por Ricardo di Lazzaro Filho.
Ricardo é empreendedor em série. CEO do Grupo Genera – Inovação em Saúde. Médico, Farmacêutico e Bioquímico pela USP.

• Games e realidade virtual: bem-vindos a uma nova realidade por Pedro Monteiro Kayatt
Pedro é CEO da VR Monkey. Engenheiro de computação pela POLI-USP, mestre pela Politecnico di Milano.

• Internet of things, a internet em todas as coisas por Conrado Leite de Vitor
Conrado é CEO da Pullup. Engenheiro Elétrico com ênfase em sistemas eletrônicos (POLI-USP).

• Biotecnologia e a nova revolução industrial por Rafael Vicente de Pádua Ferreira.
Rafael é CEO da Itatijuca Biotech. Engenheiro Ambiental e Biomédico, mestre e doutor pela USP.

Informações Gerais:

Período: 26/09/2016 a 29/09/2016, das 19 às 22hs
Local: Agência USP de Inovação – AUSPIN
Av. Torres de Oliveira, 76 – Jaguaré (Próximo à Cidade Universitária)
Valor: R$ 500,00 | Pagamento pelo UOL PagSeguro
Inscrição: www.escoladainovacao.com.br

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Gartner orienta empresas para atendimento a clientes ‘Não-Humanos’

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, anuncia nova tendência e orienta empresas sobre como responder a clientes “Não-Humanos”. Com o crescimento no uso de dispositivos e de Internet das Coisas (IoT), os analistas do Gartner indicam que líderes de TI devem aprender a oferecer suporte ao “serviço das coisas”. Detalhes sobre esse novo mundo digital serão apresentados durante o Gartner Symposium/ITxpo 2016, que acontece entre 24 e 27 de outubro, no Sheraton São Paulo WTC Hotel (SP).

“É fundamental identificar o nível de inteligência das ‘Coisas’ que provavelmente serão seus clientes”, alerta a analista Jenny Sussin, Diretora de Pesquisas do Gartner. Segundo a especialista, bilhões de Coisas — prédios, máquinas, dispositivos e outros materiais integrados com sensores — começarão a solicitar suporte em nome de clientes humanos já nos próximos dois anos. “Portanto, as empresas precisam começar a se preparar para esse novo cenário”, diz.

“As Coisas irão variar no nível de maturidade, bem como em termos de complexidade das solicitações de serviços e da necessidade de intervenção humana, uma vez que todos passarão a exigir diferentes demandas das empresas junto a suas áreas de atendimento a clientes”, afirma. O nível de inteligência das Coisas que se tornam clientes pode ser classificado usando três categorias: Fixa, Adaptável e Autônoma. As Coisas podem funcionar de forma substituível, dependendo de suas necessidades.

As Coisas Fixas como clientes já existem em ambientes B2B e B2C e continuarão a gerar impacto em todos os setores em um volume muito maior nos próximos três anos. Coisas solicitam apenas um tipo específico de serviço ao cliente, geralmente pré-definido pelos clientes humanos conforme suas necessidades. As pessoas definem as regras que são então utilizadas pelas Coisas para executar as solicitações de suporte. Coisas Fixas usam regras simples de raciocínio. Além disso, as Coisas podem identificar e fazer solicitações. Elas já sabem seu limiar de suprimento ou serviço e seu produto ou condição de serviço.

Como exemplo, a analista cita a Preventice Solutions’ BodyGuardian Heart que é um monitor externo sem fio para permitir a equipes médicas monitorar pacientes enquanto eles estão em seus ambientes normais. O monitor envia informações sobre o ritmo cardíaco para o Centro de Monitoramento da Preventice Services e pode solicitar suporte ao cliente quando anormalidades são detectadas.

As Coisas Adaptáveis como clientes já estão presentes em alguns ambientes B2B, como nos setores de agricultura, automotivo, serviços financeiros, saúde, TI, transporte e serviços de infraestrutura nos próximos três anos. As Coisas podem escolher entre provedores de serviço ou canais concorrentes, decidindo com qual deles trabalhar com base em regras pré-definidas. As pessoas definem as regras e as Coisas recebem a função de tomar decisões. Além das capacidades das Coisas Fixas, Coisas Adaptáveis podem entender variações de opção, limiares de preço/orçamento e critérios de seleção de preferência.

A Sensores Ambyint, que monta bombas de poços de petróleo, é um exemplo que alerta os gerentes operacionais de problemas com o maquinário ou com o local e recomendam soluções automaticamente ou com intervenção humana.

As Coisas Autônomas têm, no mínimo, a probabilidade de ser uma preocupação imediata para organizações de serviços orientadas a clientes, apesar de também ter seu uso em ambientes de serviços financeiros para comercialização com base em algoritmo. As Coisas podem solicitar suporte ao identificar novas necessidades dos clientes com base em contexto e em preferências, aprendidas junto aos próprios consumidores. Coisas Autônomas recebem diretrizes básicas, mas possuem mecanismos previsíveis e normativos, já com recursos de aprendizado de máquina para que elas se tornem mais inteligentes conforme os interesses dos clientes. Além das capacidades de Coisas Adaptáveis e Coisas Fixas, as Coisas Autônomas recebem instruções específicas sobre o que podem e não podem fazer, legalmente e, inclusive, eticamente.

A analista indica que um exemplo possível seria um carro inteligente que sabe que precisará realizar a troca de óleo nos próximos 2.000 quilômetros. O carro saberia que seu proprietário normalmente dirige essa distância em um mês, portanto, ele tem esse período para identificar a melhor loja para realizar a troca de óleo. Sem impactar o proprietário, o agendamento seria automático diretamente com a equipe de serviço da loja, tratando de todos os detalhes relevantes e solicitações, bem como o pré-pagamento.

Esse cenário totalmente novo para a maioria das empresas brasileiras será apresentado durante o Gartner Symposium/ITxpo 2016. Até 16 de setembro, as inscrições para o Gartner Symposium/ITxpo 2016 estão com desconto de R$ 675,00. Há preços diferenciados para profissionais do setor público e descontos para grupos. Interessados devem contatar o Gartner pelo e-mail brasil.inscricoes@gartner.com, pelos telefones (11) 5632-3109 e 0800-744-1440 ou pelo site: gartner.com/br/symposium.

Gartner Symposium/ITxpo 2016

Data: de 24 a 27 de outubro de 2016 (Segunda a Quinta-feira)
Local: Sheraton São Paulo WTC Hotel – Av. das Nações Unidas, nº 12.559, São Paulo/SP
Site: gartner.com/br/symposium

Sobre o Gartner Symposium/ITxpo 2016

O Gartner Symposium/ITxpo é o mais importante encontro de CIOs e executivos estratégicos de TI. O evento traz conteúdo independente e objetivo com a autoridade do líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia e fornece acesso às mais recentes soluções dos principais fornecedores de tecnologia. O Symposium/ITxpo anual do Gartner é um componente essencial dos esforços de planejamento dos participantes. Eles contam com insights sobre como suas empresas podem utilizar a tecnologia para atender aos desafios dos negócios e aprimorar sua eficiência operacional. Para mais informações, acesse gartner.com/br/symposium.

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Consumidores mudam empresas

A FH, empresa de tecnologia especializada em processos de negócios e software, é a única parceira escolhida pela SAP para participar do Congresso Nacional das Relações Empresa-Cliente, o Conarec. O evento será realizado no Hotel Transamérica, em São Paulo, nos dias 13 e 14 de setembro.

Em sua 14ª edição, o congresso – principal encontro sobre relacionamento com clientes, relações de consumo e inovação no serviço ao consumidor – terá como tema o “Protagonismo do Consumidor nas Relações Mercadológicas”.

Durante o evento, a FH apresentará a sua oferta de serviços especializados em e-commerce, que contempla consultoria, implementação, hospedagem, agência digital e suporte para operações de vendas online ou lojas virtuais. Importantes nomes do mercado também estarão presentes ministrando palestras e painéis sobre as principais tendências do mercado brasileiro.

Parceria SAP

Parceira SAP desde 2007, a FH se destaca por ter a maior capacidade instalada do Brasil para projetos omnichannel e ser uma das únicas empresas no mundo e a primeira da América Latina a possuir todas as certificações SAP Hybris – Sales, Pre Sales, Core, Commerce, Business Analyst e PCoE. A companhia também foi a primeira parceira da SAP na América Latina a fechar o contrato de OEM para soluções SAP Hybris.

Congresso Nacional das Relações Empresa-Cliente (Conarec)

Data/horário: 13 e 14 de setembro
Local: Hotel Transamérica – São Paulo
Mais informações: conarec.com.br/novo/

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Atento destaca oferta de soluções com foco no atendimento digital durante a 14ª edição do CONAREC

A Atento, líder mundial em gestão de clientes e especialista em processos de negócios (CRM/BPO), marcará presença na 14ª edição do Congresso Nacional das Relações Empresa-Cliente (CONAREC), maior e mais importante evento sobre relacionamento com clientes, relações de consumo e inovação no serviço ao consumidor do mundo. A companhia contará com um espaço exclusivo, dedicado à apresentação da sua oferta completa de soluções. O evento acontecerá nos dias 13 e 14 de setembro, no Hotel Transamérica, em São Paulo.

Na ocasião, o público poderá conhecer como funciona na prática as soluções de Back Office, Cobrança e Canal Web de Vendas, por meio de apresentações interativas. Em linha com o aumento da demanda do consumidor por um atendimento cada vez mais digital, a Atento conta com uma plataforma completa que inclui: web; back office inteligente; apps integrados; monitoramento de mídias sociais; e-mail; SMS; messengers; assistente virtual inteligente; atendimento em chatbots; entre outros.

Segundo Regis Noronha, diretor executivo de Estratégia e Marketing da Atento, a transformação digital está modificando a forma como os consumidores se relacionam com as marcas. Para se ter uma ideia, em 2015 o crescimento de operações digitais da Atento foi de mais de 15%.

“Com abordagem consultiva, uso eficaz de analytics e a oferta de soluções fim-a-fim, desempenhamos papel de liderança na busca de novas formas de interação em plataforma omnichannel, incluindo desde atendimento pessoal até via meios digitais, garantido mobilidade, interatividade e resolutividade do contato”, afirma Noronha. “Desenvolvemos aplicações e conectamos empresas a seus clientes para realização de diversas operações. Para isso, estamos estruturados para aprimorar processos e implantar tecnologias, provendo inovação, produtividade e eficiência às empresas na era digital”, complementa.

Durante o evento, além do espaço exclusivo para interação, a Atento marcará presença no painel Parcerias de sucesso – estratégias vencedoras para maximizar ROI (retorno do investimento) em tecnologia e serviços, no primeiro dia do evento, com a participação de Rick Merson, diretor de operações globais da Atento.

14º Congresso Nacional das Relações Empresa-Cliente – CONAREC

Data: 13 e 14 de setembro

Horário: entre 8h30 e 18h

Local: Hotel Transamérica São Paulo – Av. das Nações Unidas, 18591 – Vila Almeida, São Paulo – SP

Mais informações em: http://conarec.com.br/

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Gestão de riscos no varejo eletrônico: muito além da proteção do ambiente virtual – Por Rodrigo Castro

Quando se fala em fraudes no e-commerce, que é a maior causa de fechamento de lojas que atuam nessa modalidade de venda, o ambiente virtual é o tema comum, com destaque à invasão das lojas de comércio eletrônico para roubo de dados, ataques para indisponibilidade do site, sequestro de banco de dados e fraudes nos meios de pagamento – com foco no cartão de crédito.

Porém, para a proteção das operações de comércio virtual, é importante estar atento aos processos que vão além do ambiente de TI. Otimização e controles nos procedimentos de troca, proteção física dos estoques e gerenciamento dos riscos de transporte são fatores fundamentais para minimizar perdas no e-commerce.

A gestão de vulnerabilidades no ambiente de TI é, sem dúvidas, importante. Contudo, eventos recentes divulgados na mídia, como prejuízos da ordem de mais de R$ 500 milhões em resultados de empresas sólidas, tiveram uma parcela relevante atrelada a movimentações físicas das mercadorias. Em outras palavras, fragilidades do mundo real podem causar danos severos nos custos de operação do comércio eletrônico, mas em muitos casos não estão entre os riscos prioritários na agenda dos executivos.

Este tipo de prejuízo pode ter sido ocasionado por falha na logística reversa (ou devolução de mercadorias), processo secundário na operação de vendas de lojas físicas, mas quesito extremamente relevante para o comércio eletrônico. Relevante, porém negligenciado na operação logística da maioria dos e-commerces.

De acordo com um estudo, publicado pela empresa americana Shorr, especializada em embalagens, 30% das mercadorias compradas online são devolvidas pelos clientes. O índice de devolução apenas expõe o risco potencial de perdas da empresa, vez que, estando os processos da logística reversa bem controlados, as perdas se restringem aos custos de coleta. Caso contrário, as perdas se estendem ao item comercializado.

Além da logística reversa, a falta de mecanismos de proteção patrimonial dos estoques pode expor o comércio eletrônico a fraudes e perdas. Nas lojas virtuais que comercializam produtos de alto valor agregado e alta atratividade, a preocupação com a segurança patrimonial dos centros de distribuição deve ser foco prioritário.

Um caso emblemático ocorreu em 2015 com um grande varejista nacional, cujo centro de distribuição, localizado no interior de São Paulo e que concentrava grande parte das entregas do comércio eletrônico, foi invadido por uma quadrilha especializada em roubo de cargas. A quadrilha entrou no depósito fortemente armada, subtraindo aparelhos celulares e outros equipamentos eletrônicos. Embora os valores relativos aos produtos roubados não tenham sido divulgados ou confirmados pela Polícia, estima-se que ultrapassou a casa das dezenas de milhões de Reais. O episódio mostrou que o volume de estoques nos centros de distribuição pode ser altamente atrativo para roubos.

Como medida para elevar a proteção patrimonial, é preciso realizar um diagnóstico dos círculos de segurança da operação logística. Perímetro, controle de acesso de pedestres e veículos, distribuição de equipe de vigilância, treinamento da equipe de segurança, interface com órgãos de segurança, sistema de monitoramento e vigilância e confinamento de itens de alto valor agregado são aspectos a serem considerados na análise e no reforço da proteção dos ativos.

Se a elevação da proteção patrimonial é importante para o comércio eletrônico, o gerenciamento de riscos de transporte é item relevante para grande parte das lojas virtuais. Neste caso, a abordagem deve ser muito mais profunda e sistêmica, partindo-se de um mapeamento da mancha criminal, estabelecimento de parcerias com órgãos públicos de segurança e rastreamento dos grandes receptadores. É importante também a elaboração de um Plano de Gerenciamento de Riscos (PGR) com equipes de pronta resposta, dentre outras ações. Com uma abordagem sistêmica para prevenção ao roubo de carga, é possível reduzir as perdas em até 70%.

Por último, mas não menos importante, o controle dos processos de separação, expedição e entrega da mercadoria deve estar no escopo de ações para redução de fraudes e desvios de mercadoria no comércio eletrônico. Em projetos de diagnóstico de riscos na operação logística, é possível constatar brechas simples que expõem o negócio a riscos relevantes. Processos logísticos bem controlados devem trabalhar com índices de erro abaixo de 0,1% em relação ao total expedido.

O comércio eletrônico salta aos olhos dos executivos por ser um canal eficiente para conquista de mercado e aumento das receitas, com baixos custos de imobilização de ativos e de operação. Entretanto, se os riscos de fraude não forem gerenciados, os desvios de mercadorias podem minar silenciosamente os resultados da empresa.

Rodrigo Castro, líder da Prática de Prevenção de Perdas da Protiviti, consultoria especializada em auditoria interna, serviços em gestão de riscos e compliance.

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Wipro HOLMES: Plataforma de Computação Cognitiva da Wipro chega ao Brasil

A Wipro Limited (NYSE: WIT, BSE: 507685, NSE: WIPRO), empresa global líder em Tecnologia da Informação, Consultoria e Serviços de Processos de Negócios, anuncia no mercado brasileiro a plataforma holística de inteligência artificial o Wipro HOLMES. A plataforma é um conjunto e aplicações (APIs) de computação cognitiva focada no desenvolvimento de agentes virtuais digitais, sistemas preditivos, automação de processos cognitivos, aplicativos de computação visual e a virtualização de conhecimento.

O objetivo da computação cognitiva é permitir o uso de dados e transformá-los em informação e conhecimento, além de auxiliar na tomada de decisões. Para chegar a esse nível, as empresas precisarão estar preparadas para adquirir e processar qualquer tipo de dado. No entanto, é preciso atenção, já que as informações chegarão de variadas fontes e em diferentes formatos, e por isso, exigem abordagens diferentes para o seu processamento. Uma vez que tais dados estejam preparados, os parâmetros do negócio são aplicados a fim de fornecer o insight escondido nos dados analisados. Para isto, são aplicados algoritmos que identificam padrões de comportamento, e através destes padrões, orientar as decisões e as ações com os dados processados.

Em um primeiro momento, o foco do Wipro HOLMES é auxiliar a mão de obra humana a desenvolver tarefas que não necessitem de grande conhecimento intelectual, ou seja, a plataforma aprende certas atividades e as executa de maneira natural; atualmente sua capacidade de otimização de mão de obra pode chegar a 1.5x a força de trabalho de uma pessoa. E dentro da divisão das classes da inteligência artificial, esse é denominado como Classe 1; mas para a Wipro, que já investe em pesquisa e desenvolvimento da plataforma HOLMES desde 2010, o HOLMES caminha para sua evolução: a Classe 2, em que depois de programada para suas atividades, a solução capta os dados gerados, analisa possíveis desvios, reconhece as ações a serem tomadas e interage com o analista – humano – para, a partir desses insights, colocar tudo em prática. “A aplicação da computação cognitiva, seja no Brasil ou em LATAM, está apenas no começo, mas a Wipro já entende as oportunidades e espera que o mercado reconheça o imenso ganho competitivo que o HOLMES pode trazer a cada indústria”, afirma Ankur Prakash, VP de New Growth e Emerging Markets da Wipro.

A oferta da Plataforma HOLMES da Wipro abrange cinco grandes áreas para aplicação de inteligência artificial e faz uso de capacidades cognitiva:

1. Interação Natural Humana: HOLMES usa tecnologias de reconhecimento visual para interagir/conversar com os seres humanos, a solução é orientada a diálogos, e por meio do aproveitamento de interfaces da linguagem natural do usuário e da combinação da realidade para imitar a interação humana.

2. Interpretação do Conhecimento e Significado: o sistema do HOLMES cresce conforme a inclusão de informações e a interpretação desse conhecimento. O sistema aplica mapeamento semântico para criar estudos automatizados, a fim de automatizar o conhecimento construção do modelo. Mais importante, o sistema pode identificar e ligação a fontes de dados internas e externas relacionadas.

3. Geração de inteligência e hipótese algorítmica: Por meio de algoritmos de reconhecimento de padrões, cálculos de estudos da evolução de fenômenos e modelos probabilísticos, o sistema leva o trabalho pesado para fora da ciência de dados para gerar automaticamente hipóteses e validar soluções potenciais. O resultado – simulações de cenários ricos e modelos de antecipação que podem ser refinados ao longo do tempo com os dados históricos. As técnicas incluem a aprendizagem de máquina – machine learning, classificação e pontuação, filtragem suave e estatística.

4. A aprendizagem contínua e adaptativas: Usando machine learning aplicado, machine learning interativo e redes neurais, o HOLMES pode identificar novas fontes de informação relevantes e expandir o seu corpo de conhecimento.

5. Raciocínio: O senso comum prevê a capacidade de simular o raciocínio formal. Extraindo o gráfico de conhecimento através de passagem e de inferência profunda resultandos nos primórdios do raciocínio baseado em ontologia, ou seja, em estudo.

Um estudo sobre o Wipro HOLMES e suas aplicações está disponível (em inglês) para download no link – www.constellationr.com/research/holmes-puts-wipro-forefront-cognitive-computing

Para mais informações sobre a plataforma acesse www.wipro.com/holmes

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