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81% dos comerciantes vão funcionar como delivery

Uma pesquisa nacional encomendada pela VR Benefícios, empresa que é sinônimo de categoria em vale-alimentação e vale-refeição, mostra como está o planejamento dos comerciantes.

Segundo o levantamento, encomendado ao Instituto Locomotiva, 81% dos estabelecimentos comerciais no Brasil passaram a fazer delivery durante a quarentena e vão manter esta modalidade terminada a pandemia. Antes, somente 49% dos restaurantes, lanchonetes, padarias e mercados faziam entregas em domicílio.

Em relação ao atendimento ao cliente, o self-service era oferecido por 59% dos restaurantes antes da crise sanitária, e, agora, somente 42% deles servem refeições desta forma. Em contrapartida, o serviço à la carte subiu de 43% para 54% nesta pandemia.

Como medidas de proteção ao cliente, os estabelecimentos afirmam adotar: limpeza e desinfecção do ambiente (91%), disponibilidade de álcool em gel aos clientes (85%), ambiente mais aberto e ventilado (80%) e utilização de mais itens descartáveis (63%).

Comerciantes aderem às ferramentas digitais

A pesquisa da VR Benefícios mostra ainda que 47% dos restaurantes, lanchonetes, padarias e mercados estabeleceram novos canais de venda a partir da pandemia, como forma de sobrevivência. O comércio pelo telefone foi o mais adotado, com 71% de adesão por parte dos comerciantes. Na sequência, vem o Whatsapp (63%), o e-commerce próprio (51%), as vendas online (42%) e os aplicativos de entrega (39%).

A pandemia acelerou também a implementação de meios de pagamento sem contato entre os estabelecimentos comerciais. Os que já adotavam a facilidade, e intensificaram seu uso no período, e os que inauguraram a modalidade somam 65%. Já as formas mais utilizadas são: aproximação de celular (83%), QR Code (69%), aplicativos no celular, como Google Pay ou Apple Pay (32%) e envio de link por pagamento (18%).

“O aumento do e-commerce é um movimento que vimos crescer fortemente nos últimos meses, principalmente nas plataformas de entrega de comida. E o uso cada vez maior do link de pagamento é uma tendência no setor de benefícios, tanto que a VR Benefícios foi a primeira a lançar este serviço para seus clientes”, explica Paulo Roberto Esteves Grigorovski, diretor executivo de Marketing e Serviços ao Trabalhador, da VR Benefícios.

Sobre a VR Benefícios – Fundada em 1977, a VR Benefícios é pioneira no segmento de benefícios e se tornou sinônimo de categoria em vale-refeição e vale-alimentação no país. Suas soluções inovadoras são dirigidas aos empreendedores, empresas de pequeno, médio e grande porte, estabelecimentos comerciais e trabalhadores, sempre com o objetivo de facilitar a vida dos clientes de forma prática, rápida, segura e digital. Os produtos Alimentação, Refeição, Auto e Cultura beneficiam 1,4 milhão de pessoas e são aceitos em mais 400 mil estabelecimentos credenciados, em 5 mil municípios atendidos.

Aceleradora canadense seleciona startups brasileiras para programa de internacionalização na América do Norte

Estão abertas as inscrições para o Dream2B Global Acceleration Program, programa de aceleração e internacionalização para startups brasileiras no Canadá. Em sua 5ª edição, o programa irá selecionar 15 startups de todo o país das áreas de inteligência artificial, cidades inteligentes e veículos autônomos. As interessadas em participar têm até o dia 14 de fevereiro para se inscreverem gratuitamente no site https://www.dream2b.com.br/.

“O diferencial do nosso programa de aceleração é ser hands-on. Além de mentoria com profissionais de alto nível do mercado global, fazemos a validação do modelo de negócios e ajudamos em todas as etapas de internacionalização. É uma parceria de longo prazo que já ajudou 40 startups brasileiras, sendo que algumas iniciaram operações globais a partir do Canadá. Uma das mais recentes foi a Safetest, que criou um teste rápido de Covid-19 e foi aprovada pelo FDA, para a comercialização e distribuição nos EUA, assim como na União Europeia, antes mesmo de ter autorização no Brasil”, explica Regina Noppe, founder & CEO da venture builder canadense Dream2B.

As 15 startups selecionadas para esta edição, a primeira a ser realizada virtualmente, participarão do programa que será realizado de 12 de abril a 7 de maio, incluindo desde mentoria com experts e empreendedores canadenses e brasileiros, a workshops com profissionais para validação do modelo de negócios; reuniões com potenciais parceiros e clientes; além de pitches para investidores. As startups selecionadas também terão acesso a uma sessão de mentoria de pré-internacionalização oferecida pela Softex.

Além da oportunidade de participar do projeto de aceleração da Dream2B, as startups que tiverem seu modelo de negócios validado pelo programa e um ótimo fit com o mercado, poderão aplicar para o Startup Visa através do parceiro da Dream2b, que é uma das instituições designadas pelo governo federal Canadense. O Startup Visa é um dos vistos mais cobiçados hoje por empreendedores do mundo todo, pois permite a imigração de até 5 sócios com suas respectivas famílias para o Canadá. O visto concede a residência permanente e as startups que forem aprovadas e passarem pelo programa, ainda poderão utilizar toda a estrutura do Spark Center para conduzir seus negócios no Canadá por até um ano.

A novidade desta edição é que as startups que mais se destacarem terão ainda a chance de receber investimento de até CAD $500.000 diretamente da venture builder canadense após o programa.

Startups brasileiras já aproveitam o mercado internacional

Em suas 4 edições anteriores, o Dream2B Global Acceleration Program ajudou 40 startups, incluindo a Safetest, startup mineira que desenvolveu teste de Covid-19 de resultado rápido e de baixo custo, que após participar do programa de aceleração em 2019, obteve reconhecimento mundial. “A Dream2B nos guiou em nossa jornada de internacionalização, e hoje podemos realizar negócios nos Estados Unidos, Canadá e em vários países na Europa. E continuamos em plena expansão. As oportunidades que surgiram a partir do contato com a Dream2B foram imensas. Bastou que a gente soubesse aproveitá-las da melhor maneira”, explica Felipe Peixoto, CEO da Safetest.

“Mesmo com a crise econômica, as startups continuaram inovando e crescendo. Nossa proposta é abrir as portas do mercado internacional para as que possuem soluções escaláveis, oferecendo todo o conhecimento e experiência necessários para isso”, relata Noppe.

A 5ª edição do Dream2B Global Acceleration Program é realizada pela Dream2B em parceria com a incubadora canadense Spark Centre, com apoio da Softex e Câmara do Comércio Brasil-Canadá.

Mercado second hand é novo target de marcas de luxo

Gucci, Burberry e Stella McCartney são alguns dos gigantes da moda que já entraram nesse empório em ascensão

De acordo com um levantamento das Organização das Nações Unidas (ONU), a moda é responsável por 8% das emissões de gases-estufa na atmosfera da Terra. Além disso, é o segundo maior consumidor global de água e grande poluidor de ecossistemas, despejando, a cada ano, mais de 500 mil toneladas de lixo sintético nos mares, rios e oceanos. Sem falar nos cerca de US﹩ 500 bilhões de roupas e acessórios que vão parar em lixões e aterros do planeta anualmente.. Preocupadas com sustentabilidade e cada vez mais adeptas do consumo consciente, as grandes marcas do mundo fashion têm aquecido o mercado de segunda mão ao redor do mundo. A mais nova player deste tipo de negócio é a Gucci que anunciou sua parceria com a The RealReal.

Para Carol Esteve, fundadora e CEO da plataforma Buy My Dress, esse é o futuro da grande maioria das lojas icônicas. “As grandes marcas já notaram a importância da sustentabilidade na nossa sociedade e isso é cada vez mais visível. O mercado de segunda mão oferece diversas vantagens e que vão muito além só da questão sustentável. Com essas parcerias é possível fidelizar clientes, oferecer créditos em venda (gerando fluxo de vendas nas lojas físicas), amplia o fluxo do ciclo de vida das peças que não ficam simplesmente paradas dentro do armário. Ganha a marca, ganha o marketplace e ganha o consumidor“, explica a empresária.

Além da Gucci, marcas como Channel, Luis Vitton e Prada também aderiram ao movimento. Esse target pode-se explicar também pelo fato de que o re-commerce valerá quase 50% mais do que o tradicional segmento de compra de peças novas, segundo levantamento da GlobalData. “Os principais fatores que favorecem o segmento de peças second hand: preços mais baixos e em boa qualidade, alta variedade e sustentabilidade. A gente percebe que esse mercado só tem a crescer, cada vez mais” finaliza Carol.

Wipro nomeia Douglas Silva como Country Head para o Brasil

A Wipro Limited (NYSE: WIT, BSE: 507685, NSE: WIPRO), empresa líder global em tecnologia da informação, consultoria e serviços de processos de negócios, anuncia a nomeação do veterano de indústria Douglas Silva como Country Head para o Brasil. 

Douglas tem mais de duas décadas de experiência no setor de TI e desempenhou papel importante na liderança de transformações de clientes em vários setores. Antes de ingressar na Wipro, Douglas foi Head para Serviços Financeiros na América Latina e Diretor de Vendas Corporativas para o Brasil na Amazon Web Services (AWS). Douglas também ocupou cargos seniores na SAP, Capgemini e TCS durante sua carreira.  

Ele ficará baseado em Alphaville, Barueri, Brasil e irá se reportar a Mukund Seetharaman, Vice-Presidente e Diretor Regional da Wipro Limited na América Latina, que disse: “Estamos entusiasmados por ter o Douglas se juntando a nós e seguimos na construção de um legado de sucesso, impulsionando nosso crescimento em um dos mercados mais dinâmicos da América Latina. O Brasil ajudou a acelerar o crescimento em toda a região nos últimos anos e a Wipro continua comprometida em fortalecer suas equipes para apoiar clientes globais e locais em sua jornada de transformação” 

Reconhecendo o enorme potencial de crescimento da região e atuando no mercado brasileiro pelos últimos 14 anos, a Wipro fez vários investimentos estratégicos na América Latina nos últimos cinco anos. A empresa construiu sua presença local em toda a região significativamente, contratando uma força de trabalho local forte e diversificada, adquirindo empresas locais e estabelecendo escritórios nos principais centros econômicos. 

Cresce demanda por profissionais de tecnologia em outros setores, mostra estudo setorial

Depois de quatro anos de estabilidade, o número de profissionais de tecnologia que atuam em empresas que não têm como foco produtos ou serviços de tecnologia, chamados In House, voltou a crescer no Brasil. O movimento foi captado pelo Tech Report 2020 – estudo realizado pelo Observatório da Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE) e pela Neoway, com apoio da Finep – e reflete um maior investimento do setor produtivo na digitalização de processos. De acordo com o documento, enquanto que entre 2014 e 2017 esse grupo era composto por algo em torno de 310 mil profissionais em todo o país, em 2018 saltou para 365 mil – alta de 17%. É um panorama que segue impulsionado até pela atual crise econômica causada pela pandemia de coronavírus. 

“A transformação digital tem papel fundamental no desenvolvimento da economia. Ela beneficia e estimula a expansão da conectividade e se torna uma facilitadora das empresas. Movimenta negócios, gera meios para a redução de custos, maximiza receitas e contribui para o desenvolvimento de novos projetos. Inseridos neste contexto, profissionais ligados à área de tecnologia estão se estabelecendo cada vez mais nas instituições e em todos os setores da economia”, observa Iomani Engelmann, presidente da ACATE. 

Só para ter uma ideia da dimensão dessa corrida, em 2019, a Supero Tecnologia – empresa que atua há 17 anos com um portfólio de produtos e serviços que inclui alocação de profissionais especializados para auxiliar empresas no processo de digitalização – registrou alta de 45%, em relação a 2018, no número de pessoal alocado em clientes cuja atividade fim não está relacionada à tecnologia. As projeções para 2020, segundo o gerente comercial da empresa Adriano Kasburg, indicavam uma nova alta, em torno de  20%:

“Numa crise, seja ela econômica ou pandêmica como a que estamos passando, as empresas precisam fundamentalmente preservar caixa, priorizando investimentos na transformação digital para criar valor para o cliente final. Independentemente do segmento, em maior ou menor intensidade elas precisam se adaptar, rever processos, investir em Business Intelligence e Data Science para tomar decisões mais assertivas para vender numa realidade em que cada vez menos as pessoas sairão de casa”. 

Pix e Open Banking impulsionam contratações

Um exemplo é o  grupo HR Restaurante, que  usa as soluções da WK Sistemas, empresa referência em softwares de gestão empresarial (ERP), e percebeu uma melhora na agilidade dos processos, mais controle das informações, aumento de produtividade e diminuição de gastos com papel. Hoje, o ERP é usado nas três frentes de negócios do grupo ( uma rede de restaurantes, uma distribuidora e uma fazenda). José Alves, Gerente de TI do grupo, acredita que digitalizar as empresas foi fundamental para ter uma visão mais completa e precisa do negócio. “A utilização do sistema trouxe para a empresa, de imediato, uma visão mais detalhada e apurada das informações para a tomada de decisões, além de diminuir significativamente os controles paralelos. Todos os dados estão integrados, o que significa muito mais rapidez e assertividade nos processos”, comenta.

De acordo com Kasburg, este crescimento também vem sendo acelerado por questões regulatórias, que têm exigido maior investimento em digitalização dos setores financeiro e de energia, por exemplo. O primeiro, em razão da implementação do Pix (novo sistema de pagamento digital do Banco Central) e do Open Banking (plataforma que promete mudar a forma como o mercado financeiro funciona). O segundo porque está passando por um processo de mudança na forma como capta e vende energia. 

“Qualquer empresa que queira se manter no mercado precisa investir em tecnologias que aproximem a marca dos clientes, sejam eles B2B ou B2C. Isso se faz entendendo o nível de maturidade tecnológica existente na organização e criando um mapa de transformação digital adaptado à estratégia de negócio”, explica o gerente comercial da Supero.

Locar, em vez de contratar, agiliza digitalização

Nesse contexto, muitas empresas optam por contratar serviços de alocação de profissionais especializados para realizar essas atividades, em vez de investir em departamentos próprios de TI, por razões que vão desde a maior agilidade na execução do projeto, já que há aporte de expertise tecnológica imediata, sem curva de aprendizagem; a gestão das pessoas e dos projetos, que normalmente são pontos sensíveis, ficam sob responsabilidade da empresa prestadora do serviço; e ao não precisar arcar com a folha de pagamento de profissionais com alto valor de mercado, caem os custos. 

“Temos uma metodologia de recrutamento desenvolvida para selecionar o mais rápido possível o profissional mais adequado para cada projeto, por meio de triagem qualificada, entrevista por competência, prova e entrevista técnica”, explica Bárbara Daniel Vieira, coordenadora de Desenvolvimento Humano Organizacional (DHO) da Supero. 

Segundo o Tech Report da ACATE, os profissionais que compõem o grupo de especialistas em tecnologia considerados pelo estudo exercem as funções de diretores de serviços de informática, analistas de sistemas computacionais, gerentes de tecnologia da informação, técnicos em programação, engenheiros em computação, técnicos em operação e monitoração de computadores e especialistas em informática.

Programa de Inovação Aberta do Grupo Prosegur lança desafio em busca soluções tecnológicas para mercado de criptomoedas

O Grupo Prosegur lançou um novo desafio para reforçar a segurança do mercado de criptomoedas e promover o desenvolvimento de novas soluções tecnológicas para complementar e agregar ainda mais valor à Prosegur Crypto, a mais nova solução abrangente de custódia e gestão de ativos digitais apresentada pelo grupo no final de 2020.

O concurso, realizado no âmbito do Come In, o programa de inovação aberta do Grupo Prosegur, receberá inscrições até 8 de fevereiro. Podem participar startups nacionais e internacionais com um protótipo funcional, exclusivamente direcionado para o mercado B2B, interessadas em validar os seus projetos tecnológicos num ambiente real e em contribuir para a abertura de novas linhas de negócio no mercado de criptomoedas.

Os projetos apresentados terão de passar primeiro por uma avaliação da Comissão de Seleção, para confirmar se atendem a critérios como as necessidades que resolvem, as tecnologias em que se baseiam, o cumprimento das regras e sua replicabilidade.

As startups que passarem à fase seguinte vão participar do Selection Day, onde defenderão as suas propostas perante o júri da companhia. Os projetos selecionados terão a oportunidade de testar o seu potencial em colaboração com especialistas do Grupo Prosegur, utilizando também os equipamentos e infraestruturas de trabalho da companhia.

Projetos vencedores serão financiados

As empresas vencedoras receberão um financiamento de 30 mil euros. Será uma oportunidade de estabelecer uma sinergia com o Grupo Prosegur através da divisão Tech Ventures, responsável por analisar o potencial dos projetos para comercializá-los em escala global.

Para Raimundo Castilla, CEO da Prosegur Crypto, “esse novo desafio tecnológico é mais um exemplo do nosso empenho na inovação e no reforço de um setor pioneiro que exige soluções reais e confiáveis em termos de segurança. A Prosegur Crypto é o primeiro passo numa longa jornada e, para enfrentar os próximos desafios do futuro, temos que somar a nossa liderança tecnológica global ao talento e criatividade do ecossistema empresarial”.

Lançado em novembro de 2020, a solução Prosegur Crypto oferece um sistema de armazenamento a frio (que nunca se liga à Internet), permitindo máxima proteção contra qualquer ciberataque. O serviço combina os mais elevados padrões de segurança física, uma área em que o Grupo Prosegur é líder mundial há mais de 40 anos, com tecnologias de segurança criptográfica de última geração.

82% das PMEs brasileiras pretendem continuar o processo de adoção de novas tecnologias após a pandemia, segundo estudo

A Microsoft encomendou para a agência de comunicação Edelman o estudo “Como as PMEs brasileiras enfrentaram a pandemia da Covid-19”, com a finalidade de entender quais os desafios e oportunidades que essas empresas encontraram durante o período e o que elas esperam para o futuro pós-pandemia. O estudo consultou proprietários e funcionários de mais de 500 pequenas, médias e microempresas de todo o país para entender a visão desse público em relação à adoção de novas tecnologias, trabalho remoto, recursos humanos, implementação de estratégias de marketing digital e capacidade de reinvenção de seus objetivos e estratégias de negócio.  

De acordo com o estudo, as PMEs se sentem preparadas para encarar os desafios do mercado pós-pandemia. Para a maioria delas (78%), a adoção de novas tecnologias é o que elas enxergam como a mudança mais fácil para a retomada. Além disso, 73% das pequenas, médias e micro empresas se dizem prontas para enfrentar os desafios de marketing digital e 71% estão preparadas para as questões relacionados ao trabalho remoto.  

“O ano de 2020 foi desafiador para as empresas de todos os tamanhos, especialmente para as de pequeno, micro e médio portes. Nunca foi tão importante praticar a resiliência e a capacidade de adaptação. Por isso, é fundamental entendermos os anseios das PMEs durante esse período para que consigamos oferecer a melhor solução para continuar apoiando a recuperação econômica desses parceiros”, afirma Priscyla Laham, vice-presidente de vendas para o mercado corporativo e SMB da Microsoft Brasil.  

Tecnologia, a protagonista da recuperação econômica  

Com a pandemia, muitas empresas precisaram se reinventar e adaptar seu modelo de trabalho para o formato remoto. Isso fez com que plataformas de comunicação e colaboração se tornassem essenciais no dia a dia dessas empresas. Para 66% dos entrevistados, os softwares de videochamadas são as principais mudanças adotadas em relação à adoção de tecnologia, seguido por nuvem e software de trabalho remoto (ambos com 55%). A pesquisa mostrou que a maioria das PMEs estão familiarizadas, até certo ponto, com as plataformas de videochamadas e tecnologia de nuvem, cerca de 74% e 76% respectivamente.  

Durante a pandemia, 42% das PMEs aceleraram a adoção de novas tecnologias, principalmente as empresas de médio porte e 83% dos entrevistados afirmam que a adoção de novas tecnologias é o aspecto mais relevante para a recuperação econômica das PMEs brasileiras. Com a adoção de novas tecnologias, houve um aumento na adoção de políticas de segurança cibernéticas, principalmente entre as microempresas – 51% delas implementaram esse tipo de solução e 52% das PMEs afirmaram estar preparadas para enfrentar os desafios da segurança cibernética.  

O protagonismo da tecnologia no auxílio à adaptação das empresas à nova realidade do mercado reflete nos dados da pesquisa também para o momento pós-pandemia: 82% das PMEs entrevistadas pretendem continuar com o processo de adoção de tecnologias mesmo depois que esse momento passar, sendo que 40% delas priorizarão as tecnologias baseadas em nuvem e 36% as tecnologias de marketing digital.  

“A tecnologia e a Inteligência Artificial têm um enorme potencial para se tornar um dos principais impulsionadores da recuperação e desenvolvimento social e econômico do Brasil. É nítido que as empresas que alcançaram melhor desempenho têm em comum o uso da tecnologia para alavancar seus negócios e superar os desafios encontrados e, esse cenário poderia ser ainda mais positivo se as PMEs ampliassem a adoção de Inteligência Artificial. Para a Microsoft, o processo de transformação digital deve alcançar quatro importantes pilares: engajamento de clientes; empoderamento dos funcionários, transformação de produtos e otimização das operações. Ao analisar os resultados da pesquisa, pudemos enxergar uma evolução das PMEs nesses pilares durante o último ano”, comenta Priscyla.  

Trabalho remoto, a nova realidade do mercado 

Um dos principais temas discutidos durante a pandemia foi a adequação ao modelo de trabalho remoto, que foi adotado por muitas empresas no período, de acordo com as recomendações de medidas de distanciamento e isolamento social. No caso das PMEs, 42% dos entrevistados aceleraram a adoção do trabalho remoto – 71% das mudanças em recursos humanos foram focadas em políticas de home office. Segundo a pesquisa, as mudanças no trabalho remoto nessas empresas foram baseadas na flexibilização (76%), cultura interna (62%) e implantação de ferramentas para viabilizar esse modelo de trabalho (59%). Em relação ao futuro pós-pandemia, a pesquisa identificou que apenas 38% das PMEs pretendem retornar ao local de trabalho físico com políticas flexíveis e 30% das PMEs vão manter o trabalho remoto integralmente.  

Esse novo formato afetou as áreas de Recursos Humanos das empresas, que sentiram necessidade, em especial as de médio porte, de procurarem talentos com competências digitais – 64% das médias empresas, de 150 a 250 colaboradores, apostaram na aquisição de novos talentos especializados em tecnologia e habilidades digitais.  De acordo com a pesquisa, a prioridade da área de Recursos Humanos a curto prazo é buscar talentos com habilidades para inovar (59%), competências digitais (56%) e habilidades para trabalhar remotamente (55%).  

Objetivos e estratégias de negócios das PMEs durante a pandemia  

O ano de 2020 também foi marcado pela revisão dos objetivos e estratégias de negócios para essas empresas. Dentre as principais mudanças relatadas pelas PMEs nesse aspecto está a reinvenção de suas estratégias de marketing – 60% dos entrevistados afirmam que essa foi sua prioridade durante o período, seguido da reinvenção do produto ou serviço que oferecem (45%) e de seus canais de vendas (41%).  

A comunicação e o relacionamento com os clientes foi uma das principais mudanças realizadas pelas PMEs consultadas pela pesquisa: 75% implementaram alguma mudança nas comunicações de mídia social, seguido de melhorias no website (54%) e canais de atendimento ao cliente (51%).  

As expectativas para o pós-pandemia são positivas: 75% das PMEs continuarão reinventado seus objetivos e estratégias de negócio e 81% irão manter seus esforços de marketing digital após a pandemia, com destaque para as microempresas: 92% afirmam que vão continuar com suas estratégias de marketing digital. 

Nimbi fecha parceria com Associação Nacional dos Restaurantes

A Nimbi, plataforma de Supply Chain Management, fechou parceria com a Associação Nacional dos Restaurantes (ANR) para disponibilizar seu marketplace – o Nimbi Private – aos estabelecimentos associados, permitindo a eles a aquisição de itens com condições diferenciadas.

Com o acordo, mais de 9 mil restaurantes de todo o Brasil terão acesso a uma ampla gama de produtos a preços mais atrativos, fornecidos por empresas que passaram, previamente, pela curadoria e negociação feita pelo time Nimbi.

O Nimbi Private é o marketplace da Nimbi, que pode ser utilizado por qualquer empresa (cliente ou não), sem custo. Atualmente o Nimbi Private conta com mais de 30 mil produtos já negociados com fornecedores selecionados e disponíveis nas categorias descartáveis, limpeza e higiene, escritório, impressos, insumos de copa e cozinha, correia e rolamento, brindes, EPI e MRO, entre outros.

De acordo com a parceria realizada com a ANR, a partir de fevereiro, já estarão disponíveis para os associados, em nível nacional, itens de escritório, embalagens e descartáveis e materiais de higiene e limpeza.

Até o final de março, a plataforma deve incluir outras categorias, como acessórios de cozinha, legumes e verduras. “Nossa expectativa é que, além de reduzir os preços (entre 12% a 20%), possamos gerar facilidade e segurança para os restaurantes ao utilizarem a nossa plataforma”, afirma Carolina Cabral, sócia diretora da Nimbi.

Para a ANR, esta é mais uma oportunidade de propiciar aos associados condições mais justas, seguras e confortáveis para a aquisição de insumos. “Esta parceria tende a ser cada vez mais frutífera, à medida em que aumentamos o número de categorias de compras a serem disponibilizadas para os estabelecimentos”, conclui Fernando Blower, diretor-executivo da ANR.

Brasoftware cresce 34% e fecha 2020 com faturamento de R﹩1.9 bilhão

A Brasoftware, um dos principais provedores de tecnologia do mercado, acaba de divulgar os resultados alcançados em 2020. Mesmo num período desafiador, com uma economia instável, pautada pela pandemia da Covid-19, a companhia manteve-se na contramão e comemora o encerramento do ano com um faturamento de R﹩1,9 bilhão, um aumento de 34% em relação a 2019.

O crescimento ocorre justamente no momento em que muitas organizações precisaram de mais tecnologia para se adequarem à nova realidade. “As companhias que não usavam ou tinham poucas aplicações e soluções em nuvem, por exemplo, precisaram se adaptar e recriar seus negócios e modelos de atendimento, e a nuvem foi o caminho mais rápido, seguro e acessível”, pontua Eduardo Fouad Sukarie, diretor comercial da Brasoftware.

Sukarie revela que o aumento exponencial de demanda teve total relação com a pandemia: “Desde março, o consumo de soluções cloud cresceu mais de 30% ao mês. Projeto com plataformas de comunicação cresceram mais de 175%, como é o caso do Microsoft Teams onde implantamos em menos de 4 meses mais de um milhão de usuários, um montante recorde. Além disso, percebemos uma alta demanda por soluções relacionadas à cibersegurança – um movimento alavancado pela LGPD, que entrou em vigor em setembro, e as preocupações das empresas em proteger cada vez mais os dados de seus clientes e colaboradores, que em muitos casos, começaram a trabalhar 100% remotos. Além disso, tivemos um crescimento de projetos focados em assinatura digital de documentos, como o Adobe Sign, que facilitam a gestão e governança das organizações, que passaram a resolver tudo remotamente”, detalha o executivo.

Para atender a essas demandas, a Brasoftware ampliou seus times técnicos em mais de 20%, e precisou transformar a forma de atendimento para ficar ainda mais perto e disponível para os seus clientes: “Elaboramos uma série de atividades que nos aproximaram ainda mais dos nossos parceiros, colaboradores, e sobretudo dos nossos clientes. Trilhas de capacitação, workshops 100% customizados, lives de dicas e truques, novos canais de atendimento e um programa de qualificação técnica, o Brasoftware Road, foram ações que nos ajudaram a continuar próximos. O feedback que recebemos dos nossos clientes é que eles sentem a relação ainda mais estreita no modelo que hoje podemos ter, que é 100% digital”, ressalta Eduardo.

Em 2021, a companhia continuará ampliando suas estruturas técnicas e canais de atendimento, focando em soluções que promovem e ampliam a mobilidade, e ajudam a alavancar a produtividade de organizações de qualquer perfil e porte, sobretudo os projetos de telefonia e dados integrados. Além disso, projetos de segurança e inovação baseados em inteligência artificial, como Analytics e cybersecurity, e a ampliação da oferta de seus serviços gerenciados estarão disponíveis para o mercado brasileiro. “Nossa expectativa é crescer na casa de 2 dígitos e ultrapassar a barreira dos 2 bilhões pela primeira vez, mas nosso foco prioritário é nos reinventar para continuarmos sendo relevantes aos nossos clientes, auxiliando no desafio que é a transformação digital “, finaliza o executivo.

GRU Airport terá Unidade Einstein para coleta e análise de exames

A partir de hoje, passageiros, funcionários e visitantes do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, terão acesso ao exame RT-PCR para diagnóstico de Covid-19 e orientação de saúde por telemedicina oferecidos pela Unidade Einstein, instalada no terceiro piso do Terminal 3, destinado às operações internacionais.

Com a proposta de oferecer mais conveniência, especialmente aos viajantes que precisam de agilidade na coleta de exames, análise dos resultados e atualização vacinal, de acordo com exigências especificas de cada destino, a Unidade Einstein Aeroporto Internacional de São Paulo funcionará 24 horas por dia, sete dias por semana, com uma equipe de 65 profissionais dividida em turnos – incluindo médicos, enfermeiros, auxiliares de enfermagem, clínicos laboratoriais – com atendimento em português, inglês e espanhol. Serão seis guichês, três deles para autoatendimento, além de oito cabines exclusivas para testagem.

Para o exame de RT-PCR, a coleta e a análise serão realizadas na própria unidade. Os resultados serão emitidos em até 4 horas e poderão ser retirados pessoalmente ou verificados no aplicativo Meu Einstein. Em caso de diagnóstico positivo para Covid-19, será oferecido o atendimento por telemedicina. Por meio dele, profissionais da equipe assistencial Einstein avaliarão o estado de saúde do paciente, orientarão a seguir os protocolos de isolamento e, se necessário, encaminharão para a unidade de saúde mais próxima.

“Em parceria com o Einstein, criamos mais uma facilidade e alternativa para o passageiro que necessita apresentar este documento para viajar, principalmente, aos que têm destinos internacionais ou até mesmo para quem deseja realizar o teste e receber o resultado de forma rápida”, destaca Gustavo Figueiredo, presidente da GRU Airport. “Ao disponibilizarmos esse espaço, que já conta com a telemedicina, proporcionaremos o que há de mais moderno e prático para todos que frequentam o nosso aeroporto”, concluí o executivo.

A GRU Airport alerta que diversos países exigem a comprovação da testagem negativa para Covid-19, mas as regras podem mudar a qualquer momento. Por isso, aconselha que o passageiro com destino internacional consulte a companhia aérea ou autoridade local para verificar as condições de embarque e entrada no país antes de viajar.

Na segunda fase de implantação estarão disponíveis vacinas importantes para o calendário dos viajantes. “A proposta da Unidade Einstein no Aeroporto Internacional de São Paulo é oferecer exames médicos e atendimento de excelência com a agilidade que quem está no processo de embarque ou desembarque espera. Ao mesmo tempo, expandimos nossa atuação em medicina diagnóstica para pontos estratégicos”, afirma Sidney Klajner, presidente da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein. Em uma segunda fase, o número de exames laboratoriais oferecidos será ampliado.

Unidade Einstein de Exames – Aeroporto Internacional de Guarulhos
Localização:
Rod. Hélio Smidt, s/nº – Aeroporto, Guarulhos – SP, 07190-100, Terminal 3 Piso de Embarque, próximo ao check-in F, Terminal 3
Horário de funcionamento: de segunda a domingo, 24 horas por dia
Serviços: RT-PCR, vacinas e telemedicina

Startup Skore inova em plataforma de treinamento e recebe R﹩ 11 milhões em investimentos

A Skore, startup brasileira focada no desenvolvimento de plataforma de aprendizagem, anuncia ao mercado o aporte financeiro na ordem de R﹩ 11 milhões da Astella Investimentos. De acordo com a ABTD (Associação Brasileira de Treinamentos e Desenvolvimento), 62% das empresas utilizam Ensino a Distância (EAD) e e-learning, que já é responsável por quase 25% de todos os treinamentos realizados por empresas no Brasil.

A Alexia Ventures também co-investiu com a Astella nesse round. Antes disso, a Skore já havia recebido investimentos da Wayra, Redpoint, Barn Investments, Invest Tech, entre outros fundos. Criada em 2015 pelos empreendedores Luis Novo e Ricardo Katayama, a startup oferece soluções de software para desenvolvimento e treinamento de colaboradores.

A Skore é uma plataforma para distribuição de conhecimento para funcionários, clientes e franqueados de seus clientes. Inovadora, a plataforma possibilita liberdade para que as instituições possam criar, testar, otimizar e colocar em prática o programa ideal de educação corporativa, com qualquer conteúdo, canal, ou estratégia. A empresa também conta com um serviço de consultoria para ajudar seus clientes a lançarem seus programas de educação digital. “Acreditamos que estratégias de upskilling e reskilling são fundamentais para as empresas nos tempos atuais onde tudo muda constantemente e em uma velocidade nunca antes vista”, diz Laura Constantini, Sócia e Co-Fundadora da Astella Investimentos, “as pesquisas atuais do mercado de T&D nos mostram que a procura por soluções que suportem esse desafio só aumenta a cada dia e a Skore é capaz de entregar valor para o desenvolvimento das empresas em escala” completa Laura.

Com um processo de aprendizagem capaz de avaliar as dificuldades dos funcionários, a aposta da Skore é deixar de lado o modelo habitual de treinamento, que consumia horas a fio dos membros da equipe – de forma presencial ou remota -, para um estilo adaptativo que entregue exatamente o conteúdo que cada colaborador precisa para dar seu próximo passo de carreira. “Hoje em dia, ninguém tem tempo para dedicar muitas horas ao estudo. Nosso produto tem tido ótima aceitação por ajudar nossos clientes a diminuírem o tempo de treinamento de seus colaboradores e, ainda assim, atingir resultados incríveis”, comenta Luis Novo, CEO da Skore.

Com a soma investida neste aporte o objetivo da Skore é triplicar o faturamento até o final de 2021. “O recurso financeiro impulsionará os nossos esforços em consolidar a liderança da Skore no mercado nacional de treinamentos e no desenvolvimento de soluções para o segmento. A nossa expectativa até o próximo ano é triplicar o nosso faturamento atual”, ressalta Novo.

A empresa também traz grandes inovações de produto em 2021. Boa parte das novidades é focada em ajudar empresas a lidarem com públicos cada vez mais diversos em seus programas de treinamento. O produto da Skore permite que cada um dos grupos de audiência de uma organização (vendedores, líderes, analistas) tenham uma experiência de aprendizado adequada a seu perfil, o que aumenta muito o engajamento com os programas. Além disso, a empresa é líder em hiper-personalização de conteúdos para treinamento. “Se um colaborador está com dificuldade em vender um produto, somos capazes de entregar o conteúdo adequado que vai ajudá-lo a vender melhor o produto em questão, aumentando muito a assertividade da educação e reduzindo o tempo necessário para que esta pessoa se desenvolva e entregue resultados”, destaca Novo.

Crescimento durante a pandemia

Com a pandemia, a corrida pela transformação digital, que já vinha acontecendo na área de T&D, se intensificou e, junto com o aumento de relevância das áreas de treinamento das empresas, veio o crescimento exponencial de relevância de plataformas de educação, como a da Skore, “tivemos um pico de uso do nosso produto de 4x comparado ao início do ano e as empresas passaram a usar nossa ferramenta para muito mais finalidades e audiências. Esse aporte veio na hora certa para o nosso crescimento efetivo como startup”, finaliza a CEO.

Evino tem 31 vagas de emprego abertas

Nada como começar o ano encontrando novos desafios profissionais, principalmente se você é antenado às tendências tecnológicas, tem o perfil criativo e está sempre em busca de soluções que correspondam à curiosidade – se gostar de vinho melhor ainda. A Evino está com 31 vagas abertas para somar à sua adega de talentos – são posições que vão do nível júnior a sênior, incluindo os cargos de Estagiário de Comércio Exterior, Analista de Marketing, Especialista em Contabilidade, Engenheiro de Dados e até mesmo COO (Chief Operating Officer).

Apesar de todos estarem trabalhando de casa no momento, a maioria das vagas são para o escritório em São Paulo (quando retornarem presencialmente), mas se você é de outro estado ou cidade não se desanime, porque também existem vagas remotas.

O maior e-commerce de vinhos da América Latina – e também maior importadora da Itália, França e Espanha – nasceu em 2013 a partir do desejo de popularizar a paixão pelo vinho, promovendo boas experiências a um preço justo. Atualmente, a Evino conta com um time de 270 colaboradores distribuídos entre São Paulo (matriz) e Espírito Santo (distribuidora), além de funcionários que são remotos. A empresa tem o objetivo de trazer leveza à rotina de trabalho construindo uma relação baseada na hierarquia horizontal, um local onde boas perspectivas e novas ideias são valorizadas – e sim, você pode beber vinho enquanto trabalha. Para se tornar um eviner, basta fazer a inscrição no site .

Confira as vagas disponíveis:

1 Analista Compras Pleno

1 Desenvolvedor Back End

1 Analista de Gestão de Categoria

1 Desenvolvedor Front End Jr

1 Analista de Marketing – CRO

1 Head de Infra

1 Analista de Parcerias

1 Analista de Infra Pleno

1 Analista de RH (DHO)

1 Especialista em Contabilidade

1 Analista de R&S Jr.

1 Estagiário Comércio Exterior

1 Analista Financeiro Pleno

1 Estagiário de Marketing (BizDev)

1 Assistente de Treinamento

1 COO – Chief Operating Officer

1 Coordenador Financeiro