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PMI-MG promove curso preparatório para Certificação PMP®

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Inscrições abertas para o Curso Preparatório para Certificação PMP® , promovido pelo Project Management Institute (PMI-MG) . As aulas serão de 21 de outubro a 09 de dezembro e são destinadas aos candidatos que já possuem os pré-requisitos de elegibilidade para prestar o Exame PMP® e já têm um estudo prévio baseado no Guia PMBok® Quinta Edição.

O curso tem carga horária de 60 horas e 15 aulas e será ministrado por instrutores filiados ao PMI-MG , com certificado PMP® e ampla experiência na área de Gerenciamento de Projetos e vivência docente.

Curso Preparatório Para A Certificação PMP® :

Data: De 21 de outubro a 09 de dezembro
Horário: Sextas de 18h30 às 22h30
Sábados das 08h às 12h
Local: Rua Cláudio Manoel, 1.185 – Funcionários – PUC Praça da Liberdade
Contato: (31)3280-3302
Informações: www.pmimg.org.br

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Internet das Coisas será mera tempestade comparada ao tsunami de dados provocado pela Realidade Virtual – Por Tiago Khouri

Khouri 1A Internet das Coisas (IoT) é uma tendência tecnológica com tremendo potencial de geração de valor. Algumas de suas aplicações já mostram resultados promissores, como por exemplo, a utilização de sensores Invisible Tracck para identificar e combater o desmatamento da floresta Amazônica. Vale destacar, também, a aplicação desenvolvida pela universidade de Cornell (NY- EUA), que permite o uso de smartphones para medição instantânea de níveis de colesterol.

Esse quadro aplica-se também à América Latina aonde segundo o IDC, o mercado de IoT movimentará US$ 41 bilhões em 2016. A primeira onda da IoT na América Latina deve se focar em dispositivos mais simples, fonte de geração de dados numéricos que demandam pouca banda, como por exemplo, aplicações para gestão de frotas. Apesar da IoT multiplicar os pontos de coletas de dados, ainda assim o volume gerado será relativamente pequeno quando comparado com outras aplicações.

Isso não significa que a Internet das Coisas não traga seus próprios desafios. Com a multiplicação dos sensores inteligentes, crescem também as portas de entrada para ataques cibernéticos. O risco de hackers controlarem dispositivos industriais, veículos e artigos pessoais é real. Além disso, no caso da América Latina, temos o desafio de manter a integridade física dos dispositivos inteligentes, que muitas vezes são instalados em áreas urbanas e sujeitos a vandalismo. Estes riscos terão de ser neutralizados em parte com medidas preventivas e ações conjuntas das equipes de TI e de infraestrutura. Para detalhes de como reduzir downtime causado por ataques cibernéticos, leiam nosso estudo, construído em parceria com o Ponemon Institute.

O mundo digital é repleto de dispositivos

Uma investigação fria do relatório Cisco VNI 2016 revela que, apesar de toda a euforia sobre a Internet das Coisas, o consumo de vídeo via internet gera 63% do trafego de dados global. A expectativa é que essa marca chegará a 79% até 2020 e o tráfego de dados gerado por vídeos em Ultra HD subirá de 1.6% para 20.7% do total em 2020.

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A maior parte do tráfego de dados global é gerado pelo consumo de vídeos

Uma aplicação de Realidade Virtual propicia para a pessoa que está usando, por exemplo, o Oculus, do Facebook, uma visão de 360 graus de uma paisagem virtual. Este cenário nada mais é do que um vídeo de altíssima densidade (HD ou 4K) que, mesmo durando poucos minutos, facilmente atinge o tamanho de um filme de longa metragem em baixa resolução.

Um simples vídeo de 15 segundos em formato HD é muito mais pesado do que toda a massa de dados coletadas em uma semana de rastreamento de um caminhão inserido em uma aplicação IoT de monitoramento de frotas. O levantamento Cisco VNI Mobile 2016 mostra que os dispositivos IoT mais simples geram uma quantidade de dados equivalente a 7 vezes o que é produzido por um celular comum (não um smartphone). Demandando pouco das redes de Telecom, os dispositivos IoT entry level não representarão um grande peso para os provedores de infraestrutura na América Latina.

Os dispositivos Machine-to-Machine Communications (M2M) que suportam a Internet das Coisas geram, na media, dados de menor densidade

Ainda estamos muito distantes de uma realidade onde os consumidores latino-americanos consumam vídeos 4K e adotem tecnologias de realidade virtual em larga escala. Isso acontece, em parte, por causa das disparidades econômicas da nossa região, que tornam este tipo de tecnologia inacessível para a maioria das pessoas. Outro fator importante é que a transmissão dos arquivos de vídeo via Internet exige muito da infraestrutura de TI e de Telecomunicações.

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Segundo o relatório The State of Internet 2016, da Akamai, está acontecendo uma corrida entre os países latino-americanos em relação a uma oferta mais generosa de banda de rede. O país melhor colocado na faixa de redes com banda igual ou maior a 15 Mb/s é o Chile – 4,4% de seus serviços de Internet atingem essa marca. Mas, para chegar a essa posição, o Chile investiu pesadamente entre 2014 e 2015, conseguindo crescer 150% de um ano para o outro. O Uruguai fica logo abaixo, com 4,1% de sua Internet na faixa dos 15 Mb/s, e é seguido pelo México, com 4%, e pela Argentina, com 1,7% de sua Internet atuando na faixa dos 15 Mb/s. No Brasil, somente 1,1% dos serviços de Internet atingem essa marca.

Desigualdades socioeconômicas e a falta de acesso a internet de alta velocidade atrasarão a adoção destas tecnologias na América Latina.

As empresas que estão liderando o desenvolvimento de aplicações de Realidade Virtual – caso do Facebook, Google e Microsoft – sabem que o sucesso de suas ofertas depende da existência, inclusive na América Latina, de uma infraestrutura capaz de dar vazão ao tsunami de dados provocado por aplicações de vídeo 4K e de realidade virtual e, por isso, têm investido muito em seus data centers locais.

Ainda assim, está claro que, no futuro, viveremos imersos num mundo marcado pela proliferação de vídeos em HD e 4K e pela adoção de tecnologias de Realidade Virtual e Aumentada (vide a febre do game Pokémon-Go). Esse novo modo de viver gerará uma quantidade de dados sem precedentes, e esta onda sim colocará os centros de dados e redes de telecomunicação em teste.

Os data centers do futuro serão instalados cada vez mais próximos da borda da rede e utilizarão gestão remota e soluções integradas com Rapid Deployment. Podemos esperar, também, sites híbridos com centrais telefônicas e pequenos centros de dados integrados.

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A demanda gerada pela transmissão de vídeo levará os principais players do setor a avaliar novos paradigmas. Veremos mais data centers de borda. Tratam-se de data centers menores, espalhados geograficamente e voltados para as fases iniciais de processamento dos dados. Os dados processados inicialmente no data center de borda serão eventualmente transferidos para um data center maior que hospeda a camada de aplicações analíticas na nuvem. Afinal de contas, a riqueza da IoT não está no dispositivo em si e sim nos dados gerados e na refinada análise do Personal Data (os dados sobre a pessoa monitorada pelo dispositivo IoT).

Esta realidade está levando os principais analistas do mercado a valorizar as soluções DCIM (Data Center Infrastructure Management), que facilitam a gestão de recursos no site ou em uma central remota. Outra tendência ganhando popularidade é o Rapid Deployment de data centers integrados em módulos, abrigados dentro de contêineres. Este tipo de implementação elimina tempo de construção e permite ao cliente plugar os módulos imediatamente após a chegada ao seu destino.

Como consumidores, teremos de esperar mais alguns anos antes de ver estas tecnologias realmente deslancharem na América Latina. Como gestores na área de tecnologia, porém, devemos desde já preparar a Infraestrutura de TI dos nossos negócios para esta nova realidade.

Tiago Khouri, Diretor de Marketing e de Planejamento da Emerson Network Power América Latina

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SAS reforça papel de Analytics em evento da FEBRABAN

O SAS, líder de mercado em Analytics, participará do 6º Congresso Internacional de Gestão de Riscos, promovido pela Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN). O evento acontece nos dias 04 e 05 de outubro, no Maksoud Plaza Hotel, em São Paulo (SP), com a presença dos principais players do setor financeiro.

O SAS será representado no evento pelo executivo Renato Fiorini, gerente das Soluções de Gestão de Risco do SAS América Latina, que participará do painel “Trading Book: Revisão da Abordagem, Implicações no Brasil e Particularidades”, a ser realizado na terça (04), das 10h45 às 11h45.

“Fundamental Review of the Trading Book (FRTB) é o novo conjunto de regras para capital mínimo regulatório para risco de mercado. Será possível ter uma visão geral sobre as regras e possíveis impactos, além do cálculo”, comenta Fiorini.

Durante o evento, cujo tema central é “O novo arcabouço regulatório e seus impactos no gerenciamento de riscos do setor financeiro: onde estamos e para onde vamos?”, ocorrerão ainda palestras sobre os novos requisitos regulatórios em fase de implementação, como os Planos de Recuperação, o NSFR e os testes de estresse, as novas regras internacionais, como o IFRS-9, e outros temas relacionados à área. Dentre os presentes estão Ilan Goldfajn, presidente do Banco Central do Brasil; e Murilo Portugal, presidente da FEBRABAN.

IFRS-9 impõe desafios ao setor financeiro

Um dos temas de destaque no evento será a nova regulamentação IFRS-9, ou International Financial Reporting Standards 9, que entrará em vigor apenas em 2018, mas já impulsiona mudanças no setor financeiro. “A nova regulamentação modifica o modo como a perda de crédito é reconhecida. Atualmente, as imparidades são baseadas em perdas incorridas, modelo que será substituído por expectativas futuras, ou Perdas Esperadas de Crédito (ECL)”, afirma Fiorini.

Com a mudança, os bancos precisarão aumentar significativamente o número e a frequência dos cálculos de imparidade a serem realizados, assim como a quantidade de informações que devem ser recolhidos com essa finalidade.

No intuito de auxiliar o mercado na transição, o SAS desenvolveu um White Paper com informações úteis, recomendações e as melhores abordagens tecnológicas para fazer a adequação operacional, minimizando os esforços empregados. O documento Achieving Optimal IFRS-9 Compliance pode ser acessado para download gratuito pelo link: http://www.sas.com/en_us/whitepapers/optimal-ifrs9-compliance-107752.html

6º Congresso Internacional de Gestão de Riscos da FEBRABAN

Data:04 e 05 de outubro de 2016

Palestra SAS: “Trading Book: Revisão da Abordagem, Implicações no Brasil e Particularidades”, a ser realizada na terça (04), das 10h45 às 11h45.
Local:Maksoud Plaza Hotel
End.:Alameda Campinas, 150 – Bela Vista, São Paulo

Para inscrições e mais informações, acesse o link.

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10 Startups que os funcionários amam e estão com vagas abertas

Empresas jovens e criativas, sempre de olho em inovação – essa é a proposta das Startups. No Brasil, mesmo em um cenário de retração econômica, o número de startups teve um crescimento de 18,6% nos últimos seis meses do ano passado*.

Para os funcionários, alguns dos pontos de maior satisfação de trabalhar em startups são a competência dos colegas, oportunidades de carreira e, o já conhecido, ambiente descontraído. O Love Mondays, plataforma onde funcionários avaliam as empresas em que trabalham, identificou 10 startups bem avaliadas que estão com vagas abertas em diversas áreas como Marketing, Programação, Desenvolvimento de software e Engenharia.

Entre as startups que estão contratando, temos Mercado Livre, Buscapé, Beleza na Web e Netshoes. Você já imaginou trabalhar em alguma delas? Então, confira um pouco mais sobre as 10 startups que estão contratando:

● Beleza na Web – 4 vagas abertas
Pontos positivos mais mencionados: ambiente de trabalho, aprendizado, pacote de benefícios, oportunidade de carreira e competência dos colegas.
Satisfação geral dos funcionários: 3,6
Veja as vagas em: https://www.lovemondays.com.br/trabalhar-na-beleza-na-web/vagas

● Buscapé – 14 vagas abertas
Pontos positivos mais mencionados: ambiente jovem, pacote de benefícios, clima descontraído e competência dos colegas.
Satisfação geral dos funcionários: 4,2
Veja as vagas em: https://www.lovemondays.com.br/trabalhar-na-buscape-company-1/vagas

● Conta Azul – 6 vagas abertas
Pontos positivos mais mencionados: ambiente jovem, cultura, autonomia, competência dos colegas e liberdade.
Satisfação geral dos funcionários: 4,3
Veja as vagas em: https://www.lovemondays.com.br/trabalhar-na-contaazul-1/vagas

● GetNinjas – 12 vagas abertas
Pontos positivos mais mencionados: ambiente de trabalho, liberdade, localização, competência dos colegas e escritório.
Satisfação geral dos funcionários: 4,0
Veja as vagas em: https://www.lovemondays.com.br/trabalhar-na-getninjas/vagas

● Loggi – 20 vagas abertas
Pontos positivos mais mencionados: ambiente de trabalho, competência dos colegas, liberdade, pacote de benefícios e oportunidade de carreira.
Satisfação geral dos funcionários: 4,0
Veja as vagas em: https://www.lovemondays.com.br/trabalhar-na-loggi/vagas

● Mercado Livre – 43 vagas abertas
Pontos positivos mais mencionados: pacote de benefícios, ambiente de trabalho, clima na empresa, competência dos colegas e departamento de RH.
Satisfação geral dos funcionários: 4,2
Veja as vagas em: https://www.lovemondays.com.br/trabalhar-na-mercado-livre-1/vagas

● Netshoes – 11 vagas abertas
Pontos positivos mais mencionados: ambiente de trabalho, pacote de benefícios, competência dos colegas, salário e oportunidade de carreira.
Satisfação geral dos funcionários: 4,1
Veja as vagas em: https://www.lovemondays.com.br/trabalhar-na-netshoes/vagas

● Nubank – 4 vagas abertas
Pontos positivos mais mencionados: ambiente de trabalho, competência dos colegas, cultura, liberdade e oportunidade de carreira
Satisfação geral dos funcionários: 4,8
Veja as vagas em: https://www.lovemondays.com.br/trabalhar-na-nubank/vagas

● QuintoAndar – 9 vagas abertas
Pontos positivos mais mencionados: ambiente de trabalho, competência dos colegas, negócio inovador, a-players e oportunidade de carreira.
Satisfação geral dos funcionários: 4,2
Veja as vagas em: https://www.lovemondays.com.br/trabalhar-na-quintoandar-1/vagas

● VivaReal – 19 vagas abertas
Pontos positivos mais mencionados: ambiente de trabalho, competência dos colegas, cultura, clima e pacote de benefícios.
Satisfação geral dos funcionários: 4,3
Veja as vagas em: https://www.lovemondays.com.br/trabalhar-na-vivareal/vagas

*Fonte: http://www.abstartups.com.br/2016/07/13/case-o-maior-evento-para-startups-da-america-latina/

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T-Systems Brasil unifica áreas de vendas

A T-Systems Brasil, provedora alemã de soluções e serviços de TI, acaba de anunciar a unificação de suas três áreas de vendas no País. A partir de agora, as áreas antes conhecidas como Local Market, Global Accounts e Auto & MI, tornam-se Sales & Service Management.

Com a mudança, Camilo Rubim, que até aqui era vice-presidente da área de vendas para o setor automotivo, assume a vice-presidência de Sales & Service Management da T-Systems Brasil. De acordo com o presidente da companhia, Ideval Munhoz, o novo desenho atende à determinação estratégica da companhia, que segue mudando para atender à nova dinâmica do mercado. “Desejamos ao Camilo muito sucesso neste novo desafio”, afirma.

Há mais de 20 anos na T-Systems, Rubim construiu uma carreira de sucesso, tendo nos últimos anos se ocupado da gestão da área de vendas para o setor automotivo. Dentro da nova estrutura, o vice-presidente de Sales & Management Services contará ainda com Henrique Berger, head de Sales & Service Management para Local Market; e Irani Correa, head de Sales & Service para Global Accounts. Rubim continuará atendendo interinamente a área de Auto & MI.

“A unificação das áreas de vendas e serviços sob uma única gestão traz grandes desafios e ao mesmo tempo muitas oportunidades. Com o portfólio de serviços e soluções consistente que suporta este momento de transformação digital, um time de vendas mais consistente, suporte mais robusto e veloz, e nossos parceiros de negócios alinhados a nossa estratégia, devemos fortalecer ainda mais a nossa atuação do mercado, e proporcionar mais atenção e benefícios aos nossos clientes” comenta Rubim.

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Saiba impulsionar as vendas para vencer a crise em 2017 – Por Gustavo Paulillo

Diversos gestores e empresas ainda estão sentindo a presença da crise econômica em seus negócios. O ano de 2015 foi terrível, 2016 está em fase de recuperação e 2017 é nossa esperança. De acordo com o FMI (Fundo Monetário Internacional), a situação econômica no Brasil ficou preocupante, principalmente pelos efeitos da recessão no desemprego e na inflação. Mas então, o que esperar do ano de 2017?

A verdade é que não adianta esperar as coisas acontecerem, pois independentemente de 2016 encerrar como um bom ano ou não, será preciso agir! Preparar-se para o que está por vir e traçar um bom planejamento para fazer 2017 ser promissor. Atualmente, o Brasil tem mais de 200 milhões de habitantes. Portanto, seja lá qual for seu mercado, ele tem potencial para atingir um grande número de clientes. Vale lembrar que nem todos os setores passam por problemas e na mesma intensidade: negócios do ramo de luxo ou empresas de exportação, por exemplo, continuam em alta.

Mesmo se a maré estiver puxando você para baixo, é possível olhar as oportunidades e escolher o melhor caminho a seguir. Por isso, para ajudar sua empresa a vencer a crise e a vender mais, elaborei um passo a passo para a criação de um planejamento de vendas eficaz para 2017:

1. Defina seus objetivos: todas as empresas possuem um objetivo principal, aumentar as vendas. Mas para esse objetivo ser atingido, é necessário definir outros direcionamentos essenciais: o que sua empresa vai vender, quem pode comprar, qual o preço e suas condições, período para ações (meta de ganhar X clientes em até dois meses, exemplo), forças e fraquezas (cada um dos aspectos fundamentais que impactam na venda de seu produto ou serviço).

2. Mantenha equipe e objetivos alinhados: os membros da sua equipe também precisam estar dentro do plano, é preciso inseri-los em diferentes etapas e funções. Afinal, cada profissional do time de vendas é peça-chave para o sucesso de sua empresa. É papel do gestor atuar como um coach, sabendo quais são os pontos fortes de cada funcionário e como eles podem ser usados para o sucesso das iniciativas comerciais. Para que isso seja possível, colha feedbacks para melhorar o projeto e adapte seu método de vendas ao mercado que pretende atuar para aumentar sua taxa de sucesso.

3. Escute sua equipe para aprimorar o processo comercial: bem claro que nenhum vendedor gosta de ter metas e objetivos impostos. Pelo contrário, ele espera ser consultado por seu gestor a respeito de seu próprio trabalho. Quais esforços têm sido realizados? Como o restante do time pode ajudar o profissional? Falta estrutura para a concretização das vendas? Levante respostas para essas e outras questões com cada um de seus vendedores. Escute o que a equipe tem a dizer sobre dificuldades e sugestões de melhoria no processo comercial. Inclua seu time no plano de vendas e os resultados serão ainda mais animadores para todos os envolvidos.

4. Aceite críticas e sugestões de sua equipe: ao abrir o plano de vendas para seus vendedores, muitos terão objeções e críticas às suas ideias. Mas você compartilhou essas informações com eles justamente por isso – por conta das informações, do posicionamento e do conhecimento dos profissionais que vivenciam diariamente as dores e alegrias de seus clientes. Entenda o que cada um tem a dizer e pondere as ideias. Veja como cada um deles pode enriquecer seu plano, justifique-se e, por fim, tenha a certeza de que todos estão de acordo com o que foi traçado e prontos para executar o plano até o fim.

5. Crie métricas e metas que levem sua equipe ao objetivo final: é muito importante criar métricas em seu plano, ou seja, definir como a equipe vai chegar ao objetivo principal. Por exemplo, o gestor deve estabelecer o número de contratos que precisam ser fechados até o fim do mês, a quantidade de ligações a serem realizadas em uma semana e o número de prospecções via LinkedIn. Muitos de seus vendedores estão cheios de boas intenções, mas na hora de executar o plano não sabem por onde começar. Assim, as métricas entram em ação para direcioná-los.

6. Mensure, melhore o que está errado e repita: após colocar em prática todos os passos do seu planejamento de vendas, você precisa saber se tudo está caminhando conforme o planejado e a melhor maneira de chegar a essa conclusão é pela mensuração de resultados. Esse processo ajuda inclusive a aprimorar suas métricas.

Para isso, é preciso observar os números de cada vendedor (métricas individuais) e do time (métricas do departamento de vendas). Trace um comparativo do que sua equipe fez com o que alcançou, levando em consideração os ambientes interno e externo. Em caso de resultados positivos, compartilhe a boa notícia com o time, reconheça os esforços e avalie se é possível reajustar as métricas de acordo com o mais alto desempenho que sua equipe tem potencial para alcançar. Em outras palavras, calibre os indicadores para cima e revise constantemente cada ação tomada.

Se precisar de mais informações e dicas de como encarar a crise como uma oportunidade, confira o ebook “Vencendo a crise: construa um planejamento de vendas de sucesso para 2017”. O material traz informações interessante sobre planejamento de processo comercial e gestão do time vendas.

Gustavo Paulillo, CEO do Agendor, aplicativo para web e mobile, que ajuda milhares de vendedores a organizar e aumentar as vendas diariamente.

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Debate em São Paulo é o primeiro transmitido na íntegra via Periscope no Brasil

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O debate com os principais candidatos à prefeitura de São Paulo realizado na TV Gazeta no domingo, 18 de setembro, foi o primeiro transmitido na íntegra no Brasil via Periscope, aplicativo de transmissão de vídeo ao vivo do Twitter.

O feito é resultado da parceria entre a emissora paulista, o jornal “ O Estado de S. Paulo” e próprio Twitter. Como geradora de imagem, a TV Gazeta foi a responsável pela captação do conteúdo. A transmissão foi realizada no perfil @Estadao no Periscope e compartilhado exclusivamente no Twitter.

Para Jonas Oliveira, diretor de parcerias com veículos de notícias e política do Twitter Brasil, o Twitter conecta as pessoas com o que está acontecendo no momento, eventos em tempo real, como o debate, o que possibilita um alto engajamento dos usuários. “Os eleitores puderam tornar-se protagonistas no debate, trazendo dúvidas e questionamentos que fazem parte de algumas das conversas que acontecem diariamente no Twitter”, explica Oliveira.

Além da transmissão ao vivo, os telespectadores enviaram perguntas no formato vídeo e texto, via Twitter, para serem respondidas ao longo do evento. As perguntas foram organizadas e exibidas em um painel do Moments, ferramenta de curadoria do Twitter que busca os melhores Tweets e assuntos mais relevantes todos os dias. Conforme análise realizada pela plataforma, entre às 15h30 do domingo (18) até a meia-noite da segunda-feira (19), foram contabilizados mais de 26 mil Tweets relacionados ao debate e mais de 120 mil telespectadores na transmissão ao vivo pelo Periscope.

Segundo Dacio Nitrini, diretor de Jornalismo da TV Gazeta, a estratégia permitiu que o debate fosse visto por uma camada da população que não assiste televisão: “Nada é mais democrático do que ampliar o acesso à informação”.

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O pagamento digital chegou: cinco tópicos para entender esse tema – Por Fabrício Costa

Se esquecer a carteira em casa durante uma compra no supermercado ou no restaurante é motivo de arrepio, em um futuro próximo isso não será mais problema – e talvez a própria carteira como a conhecemos deixará de existir. Os meios de pagamentos digitais já são uma realidade e se popularizam em todo o mundo. Na Suécia, por exemplo, a expectativa é que cédulas e moedas saiam de circulação até 2030. Contudo, como toda novidade, o hábito ainda suscita dúvidas e receios nos empresários brasileiros. Confira cinco pontos essenciais para entender este modelo:

1 – A experiência de compra não pode ter atrito

O principal benefício do pagamento digital é transmitir mais segurança e facilitar a jornada de compra do usuário. Afinal, como o pagamento pode ser feito no próprio aplicativo ou pela simples aproximação entre dois gadgets, os dados bancários do consumidor não serão compartilhados com outras pessoas e a finalização de compra será muito mais rápida e eficiente.

2 – Adequação à nova demanda

Cedo ou tarde o empresário vai ter que aceitar os meios de pagamentos digitais. Estimativas do mercado mostram que, em cinco anos, 70% das compras no varejo físico serão influenciadas e efetivas no mundo online. Assim, aceitar essa nova modalidade é uma forma para oferecer vantagens aos clientes atuais e se aproximar de consumidores adeptos dessas tecnologias.

3 – Mercado nacional ainda pede diferentes opções de pagamentos

Por mais que o dinheiro eletrônico ganhe espaço no mercado de pagamentos, é precipitado abandonar as cédulas e moedas. Por ter um território continental e diferentes peculiaridades regionais, ainda há centros importantes que possuem crediário forte e alta circulação de dinheiro físico – seja pelo costume da população ou dificuldade de acesso aos serviços bancários. O ideal é justamente dar mais opções aos consumidores no momento de finalizar a transação.

4 – Crise abre espaço para inovação e soluções

A instabilidade econômica enfrentada pelo Brasil nos últimos meses faz com que os empresários busquem métodos para retomar o crescimento e aumentar as vendas. É uma excelente oportunidade para implementar soluções que facilitam a transação e melhorem a experiência de compra.

5 – Gestão financeira exige atenção e cuidado

As tecnologias voltadas para a gestão financeira não acompanham a mesma velocidade de evolução das soluções digitais de meios de pagamento. Atualmente, três desafios devem ser superados: a popularização dos meios digitais, os serviços de conciliação, auditoria e contabilização e a segurança das transações. Isso explica, em partes, o surgimento das fintechs, que preenchem lacunas e oferecem ferramentas que auxiliam a operação do negócio.

Fabricio Costa, diretor de novos negócios na Equals, empresa especialista em gestão e conciliação de vendas com cartões de crédito e débito, boletos e outros meios de pagamentos online.

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Cursos profissionalizantes impulsionam a entrada do jovem no mercado de trabalho

Buscar novas qualificações e habilidades por meio de cursos profissionalizantes é uma boa alternativa a curto prazo, além de servir como bússola, para os jovens, de qual carreira seguir. Mesmo em um cenário de incertezas, o mercado de trabalho ainda é positivo para aqueles que buscam colocação. Segundo uma pesquisa do Espro – Ensino Social Profissionalizante, no ano passado, houve um aumento de 21% no número de admissões de adolescentes no segmento de estágios.

Alinhado a esta tendência, o Grupo Prepara, por meio da marca Prepara Cursos, maior rede de cursos profissionalizantes do país, há uma década, capacita jovens para a vida profissional. A rede de franquias oferece mais de 80 cursos, em diversas áreas, para alunos com faixa etária a partir de 14 anos.

Segundo o portal Catho, a área de TI (Tecnologia da Informação) é uma das mais promissoras de 2016 e o profissional pode conquistar uma remuneração mensal de até 5 mil reais. Uma boa saída para quem deseja se especializar no setor são os cursos profissionalizantes “Analista de Sistema de TI e Sistemas” e “Desenvolvedor de Sistemas”. Nas aulas, os participantes terão um panorama completo sobre o segmento no país e também módulos como desenvolvimento de sistemas e manutenção de computadores.

Em um mercado cada vez mais competitivo, a qualificação é um diferencial imprescindível para que o jovem tenha acesso a boas oportunidades e se destaque em um ofício. “A nossa filosofia é preparar a nova geração para competir com igualdade por um posto de trabalho e, assim, conquistar horizontes de vida mais promissores”, explica Rogério Gabriel, fundador e presidente do Grupo Prepara.

Já para quem pretende atuar na área administrativa, que é um dos setores em alta, uma boa opçõa é o programa de “Gestor Administrativo”. Somente em São Paulo, a Catho disponibiliza mais de 80 mil vagas neste segmento, para atuar como gestor, analista, auxiliar administrativo, recepção, entre outras. Nas aulas, os participantes terão contato com temas como liderança, planejamento financeiro e rotina administrativa. Os candidatos também poderão ampliar seus conhecimentos em informática e tecnologia por meio dos cursos “Excel Avançado” e “Personal Cad”.

Além de oferecer capacitação técnica, a Prepara Cursos também promove o encaminhamento dos jovens ao primeiro desafio profissional, por meio do Programa Mais Empregos, que já beneficiou mais de 100 mil pessoas em todo o país. “Encaminhamos cerca de 15 mil jovens por mês ao mercado de trabalho, sendo 70% deles ao primeiro emprego”, destaca Rogério.

Para se inscrever em uma das 80 opções de programas profissionalizantes, os interessados podem ir até uma unidade mais próxima de sua cidade. Mais informações: www.prepara.com.br

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Resource IT avança em sua expansão internacional na América do Norte

A Resource IT, uma das principais e mais bem-sucedidas empresas brasileiras de serviços de TI, anuncia mais um grande movimento de sua expansão internacional, com o início da operação no México e a inauguração de sua terceira filial nos Estados Unidos, em Dallas, no Texas. A companhia já possui escritórios consolidados na Flórida e na Califórnia. As iniciativas evidenciam o plano estratégico de internacionalização da empresa e ocorrem para atender os clientes que possuem atuação nas regiões, além de permitir a ampliação do atendimento a companhias locais nos dois países. “A abertura das novas filiais impulsiona a presença da Resource IT nos maiores mercados da América do Norte, o que proporciona aos nossos clientes que são, na grande maioria, empresas globais, um atendimento personalizado, de alto valor agregado”, comenta Gilmar Batistela, CEO Global da Resource IT.

A escolha dos locais foi estrategicamente planejada. O Texas possui a segunda maior economia dos Estados Unidos. Seu PIB (Produto Interno Bruto) é comparável com o da Espanha inteira. Por isso, segundo Batistela, “abrir uma unidade na região era um movimento natural dentro de nossa estratégia comercial. Projetamos um crescimento importante de nossa carteira de clientes com esse novo escritório”.

A Resource IT iniciou sua operação nos Estados Unidos em 2000, em Miami (Flórida). Em 2014, inaugurou uma unidade de pesquisa e inovação em Sunnyvale, no Vale do Silício (Califórnia), para levar as últimas tendências em tecnologia aos seus clientes. “Atendemos companhias com atuação internacional, principalmente nos Estados Unidos. Por isso, continuamos investindo para aumentar a nossa presença e capilaridade no mercado norte-americano”, afirma Fábio Back, Vice-Presidente de Negócios para a América do Norte da Resource IT.

A chegada da empresa em solo mexicano complementa a estratégia de expansão. “Como a segunda maior economia da América Latina e uma das 15 maiores mundialmente, o México possui muito potencial, principalmente em relação ao mercado de TI e de transformação digital”, comenta Back, que também é responsável pela filial mexicana. Um estudo produzido pela Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES) em parceria com a IDC evidencia a importância do país, que é o segundo maior mercado de TI da região latino-americana, com investimentos de US$ 26,6 bilhões em 2016.

O processo de internacionalização da Resource IT deverá avançar ainda mais no próximo ano. Com presença na América do Norte e América Latina, onde possui operações no Chile e na Colômbia, a companhia planeja abrir em breve uma filial no Peru. “Aproveitamos o momento de crise econômica no Brasil para nos estruturarmos, refazer nossas ofertas e desenvolver soluções muito mais aderentes e inovadoras, que podem ser comercializadas em escala e por segmentos de indústria”, comenta Batistela. Segundo o executivo, o cenário brasileiro gerou oportunidades para a empresa. “A economia brasileira dá sinais de aquecimento. Entendemos que a pior parte já passou e estamos prontos para acelerar e crescer”, comemora.

Os planos internacionais da Resource IT não param por aí. “Com o mercado nacional sob controle e a expansão na América do Norte e América Latina em andamento, temos agora mais energia para estudarmos a entrada da companhia no mercado Europeu”, finaliza Batistela.

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Microsoft e SmartLab inauguram espaço de experiências educacionais

A Microsoft Brasil e o SmartLab, projeto de tecnologia educacional do Grupo Santillana, fecharam parceria e inauguraram no dia 20 de setembro o espaço Microsoft SmartLab Education Experience, um ambiente interativo dedicado para clientes educacionais dentro do MTC – Microsoft Technology Center. O objetivo da parceria é colaborar para a transformação no que se refere à educação do futuro. Nesse espaço, diretores, coordenadores, professores e estudantes poderão vivenciar a experiência dos ambientes propostos pelo SmartLab, conhecer novos recursos e ferramentas que contribuem para alavancar o aprendizado dos estudantes e vislumbrar possibilidades e benefícios de se tornar uma escola conectada e colaborativa. Estima-se que o espaço SmartLab no MTC receberá mais de 5 mil visitantes no período de um ano.

Para Robson Lisboa, um dos idealizadores do SmartLab, a escola e a forma de aprender precisam estar alinhadas com os tempos de uma vida mais smart e digital: “Os alunos de hoje fazem parte da geração nativa e conectada, portanto, é preciso que a escola faça parte dessa realidade. Para nós, uma instituição smart é aquela em que aulas e atividades são montadas de forma que crianças e adolescentes visualizem seu futuro, encontrem relevância no aprendizado e ganhem motivação extra para estudar e frequentar a escola”.

A parceria entre as duas empresas se deu pelo fato de ambas acreditarem no potencial de transformação da educação por meio de soluções tecnológicas, maior conectividade e conteúdos motivadores. “A Microsoft tem o compromisso de empoderar as pessoas por meio da tecnologia. Por conta disso criamos a Jornada Empreendedora que visa apoiar estudantes desde os ciclos iniciais até o momento em que se tornam empreendedores. Esta talvez seja uma das maiores contribuições da Microsoft para o Brasil, pois é uma necessidade latente na qual poderemos ajudar o país a resolver questões ligadas à produtividade e desigualdade. O Microsoft SmartLab Education Experience vem para concretizar nossa visão e complementar as soluções que oferecemos”, explica Antonio Moraes, diretor de educação da Microsoft Brasil.

O SmartLab propõe um espaço de transformação na forma como o aluno aprende, proporcionando maior envolvimento em sala de aula por meio do uso da tecnologia e incentivo ao aprendizado colaborativo. Nesse sentido, o conceito do Microsoft SmartLab Education Experience, planejado pelo designer Kiko Sobrino, trouxe referências de empresas que já exercitam com seus funcionários o coworking e o coliving com um toque de Starbucks. O objetivo da criação deste ambiente colaborativo é desenhar a escola do futuro, com o uso de tecnologias e conteúdos de aprendizado interativos que façam com que os alunos tenham prazer em adquirir conhecimento e, assim, permanecer mais tempo na escola.

Soluções e ferramentas

O Microsoft SmartLab Education Experience tem como objetivo ajudar na adoção de tecnologias utilizadas no dia a dia e explorar o uso de novas tecnologias, como o Minecraft e as Hololens. Nesse sentido, com a parceria, alunos da plataforma SmartLab também poderão utilizar soluções Microsoft que possibilitam aos estudantes inúmeras formas de aprender; e aos professores, maior produtividade em suas tarefas.

Por meio do Office 365, os usuários têm acesso a uma suíte de aplicativos com as mais recentes versões de ferramentas educacionais. O Office Mix, por exemplo, permite a criação de videoaulas interativas com uma simplicidade surpreendente. Com ele, o professor pode modificar conteúdos já existentes no PowerPoint ou desenvolver novos. Também é possível gravar qualquer tela do computador e incluir quizzes para avaliar o rendimento de cada aluno. O resultado é uma aula envolvente e interativa, que promove a acessibilidade, o ensino a distância e o aprimoramento do processo de ensino-aprendizagem.

Outro recurso é o OneNote Class Notebook que reúne um espaço de trabalho para cada aluno, uma biblioteca de conteúdo para material de apoio e um espaço de colaboração para lições e atividades criativas. Foi projetado para ajudar os professores a economizar tempo e serem mais eficientes. Com essa ferramenta é possível distribuir páginas e seções para estudantes específicos, revisar rapidamente os trabalhos, o rendimento de cada aluno e atribuir notas. E em breve as escolas SmartLab terão acesso à versão educacional do Minecraft, jogo eletrônico que permite a construção usando blocos (cubos) e que pode ser aproveitada no ensino de várias disciplinas.

Todas as soluções do SmartLab são entregues com vários facilitadores, como a formação contínua dos professores, consultoria pedagógica e tecnológica, conteúdos online diversificados, além da integração de plataformas com senhas unificadas, favorecendo a personalização. O projeto já está implementado em várias escolas públicas e privadas.

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Millennials: o que traz satisfação para os empregados que fazem parte da geração mais jovem do mercado?

Desde o início do Século XX se fala sobre a importância que a felicidade dos trabalhadores tem nos resultados de uma empresa. No entanto, o que acontece em uma empresa na qual tanto os chefes quanto os funcionários tem menos de 35 anos?

Olhar apenas para os clientes não é uma boa estratégia para uma empresa: de certo modo, seu público alvo também são os funcionários, cuja satisfação contribui – e muito – com os resultados da companhia. Todavia, as condições de trabalho que as novas gerações – como os Millennials (também conhecidos como a Geração Y), que inclui os nascidos entre 1980 e 2000 – esperam, são diferentes das do passado. As empresas que sabem disso, se preocupam especialmente em manter “apaixonados” seus Millennials, para conseguir um melhor clima no local de trabalho, uma maior retenção de talentos e, finalmente, um melhor rendimento da companhia em geral.

A Nuvem Shop, – uma startup que oferece serviços para que empreendedores possam criar suas próprias lojas online – trabalha com um modelo muito atrativo para seus funcionários jovens, que acaba refletindo nas palavras dos próprios empregados ao responder uma enquete proposta pela empresa.
Os Millennials dão valor ao uso dos recursos tecnológicos somados à experiência do colaborativo. É o caso de Arnon, 25, que assinala que “o processo de seleção foi completo, mas foi todo através do Skype, exceto a última entrevista, que foi pessoalmente. Foi uma experiência única, muito organizada e objetiva”.
“Prezo por ser escutado, assim como a possibilidade de trabalhar de forma remota”, disse Pedro, 31.

Rotinas

Pelas respostas recebidas nesta enquete, um ambiente rígido e rotineiro pode espantá-los. Luna, 29, afirma: “A experiência na Nuvem Shop se caracteriza pela flexibilidade, o companheirismo e a forte apreciação dos valores e da cultura, que caminham lado a lado. As relações são mais horizontais, os desafios são grandes e a rotina praticamente não existe”.

Por sua vez, Luane, 27 tem foco na liberdade de mudar um pouco as regras fixas: “Aprecio o ambiente mais favorável à criatividade, à imaginação e ao rendimento, sem muita burocracia”.
Como característica desta geração, é marcante o fato de querer trabalhar com o que lhes apaixona e deixar sua identidade, sentir que sua colaboração é importante.

“A principal vantagem de trabalhar em uma startup é a possibilidade de fazer a diferença, propor ideias e desenvolvê-las. Isso é extremamente gratificante a nível profissional e pessoal”, disse Danniela, 31.

A motivação e a inspiração

Para os Milennials, esses dois pontos devem estar sempre presentes em sua vida e, além disso, o fato de serem “obrigados” à fazer algo não os agrada. “O trabalho em equipe, a atmosfera de “vamos juntos conquistar o mundo”, a liberdade de pensamento e expressão e a possibilidade de participar de diferentes projetos, de aprender sobre os novos aspectos do negócio e como nosso trabalho se reflete em todo ecossistema é incrível.”, afirma Itallo, 24.

Além desses pontos, o fato de sempre aprenderem coisas novas também é um fator principal para a motivação dos Milennials. “Nunca estamos fazendo as mesmas coisas, nunca nos estagnamos na zona de conforto: as mudanças são muitas e rápidas, o que requer de nós uma vontade e um esforço maior, o que é muito estimulante.”, conclui Arnon, 25.

E ainda que os Millennials lutem contra a rotina, a estabilidade lhes parece fazer falta. Esse é o pensamento de Bruno, 35, que afirma: “As frequentes mudanças relacionadas às startups – as vezes de objetivo ou de foco – pode fazer-nos sentir certa instabilidade ou falta de organização, e em certas ocasiões há projetos que não se concretizam por falta de investimento de tempo”.
“Nestes esquemas flexíveis, às vezes nos damos conta que estamos fazendo mais do que achávamos que íamos fazer, cansando e sentindo que nem sempre somos reconhecidos, mas quando o momento de crise passa, enxergamos o quanto vale a pena o esforço.”, conclui Renata, 33.
Até os fundadores da Nuvem Shop pertencem à Geração Y, e formam uma equipe onde todos, e cada um, se sentem totalmente responsáveis pelos resultados.

Um caso como este serve para que cada companhia analise as condições de trabalho de seus empregados, observe se correspondem às necessidades e desejos das novas gerações que estão se inserindo no mercado de trabalho, e tome decisões para mudar em todos os aspectos onde possam existir oportunidades de melhora em suas empresas, tornando-as ainda melhores para seus colaboradores e seus clientes.

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