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Indicadores de demanda e condições de crédito ainda refletem dificuldades no mercado imobiliário

O Radar Abrainc-Fipe de julho mostra que as condições gerais do mercado imobiliário apresentaram pontuação média de 2,3 na escala entre 0 (menos favorável) a 10 (mais favorável), indicando um novo piso na série histórica desde janeiro de 2004.

O mês de julho foi marcado por uma ligeira melhora no ambiente macro, em específico o indicador de confiança, que teve aumento de 0,4. O ambiente setorial também deu sinais de melhora com os indicadores de lançamentos (+0,6) e de insumos (+0,1), o que compensou a queda no indicador de preço dos imóveis (-0,4). Em relação às dimensões de crédito imobiliário e de demanda, ambas mantiveram trajetória de queda em comparação ao mês anterior (-0,3).

No total, cinco dos doze indicadores do Radar encontram-se nos níveis mais baixos da série histórica, que são atividade, massa salarial, preço dos imóveis, emprego e condições de financiamento.

Em 2016, o panorama geral do mercado imobiliário permanece negativo, com queda de 0,7 pontos entre dezembro de 2015 e julho de 2016. Cenário que não difere do comparativo de 12 meses, uma vez que entre os meses de julho de 2015 e de 2016 observa-se uma queda em todas as dimensões avaliadas, com um recuo de 1,4 pontos na nota média geral.

Para Renato Ventura, vice-presidente executivo da Abrainc, o setor continua aguardando por melhorias na economia para retomar seu crescimento. “Vemos que alguns indicadores mostram leve avanço, como o de confiança, mas ainda há uma série de questões que impactam a economia brasileira e, consequentemente, o setor imobiliário”, afirma ele.

O executivo comenta ainda que o setor vem se ajustando há algum tempo. “Os lançamentos continuam seletivos, e esperamos que mais sinais positivos se somem ao aumento de confiança indicado”, destaca Ventura.

Vale lembrar: Na dimensão “Ambiente Macro”, por exemplo, há informações a respeito de variáveis e condições macroeconômicas da economia brasileira, que são Atividade, Confiança e Juros. Já no Crédito Imobiliário, a análise é coberta pelos indicadores Condições de Financiamento, Concessões Reais e Atratividade do Financiamento Imobiliário.

Em relação à Demanda, são interpretados dados de Emprego, Massa Salarial e Atratividade do Investimento Imobiliário. Por fim, a dimensão Ambiente Setorial mostra as análises de Insumos, Lançamentos e Preço dos Imóveis.

Metodologia do estudo

O Radar Abrainc-Fipe combina doze índices dos setores imobiliário e econômico em quatro dimensões: ambiente do setor, ambiente macroeconômico, demanda e crédito imobiliário, com dados desde janeiro de 2004.

Cada um dos indicadores possui uma metodologia própria de cálculo, desenvolvida para capturar a relação (interpretação) desejada entre a sua média e as condições enfrentadas pelo mercado ao longo do tempo. Dessa forma, são atribuídas médias de 0 a 10 para cada indicador, de modo que é possível apresentar todos os doze indicadores na mesma escala de pontuação.

Ao longo do tempo, as médias dos indicadores exibirão um comportamento correspondente à variação das condições do mercado imobiliário, assim o nível pode indicar se o cenário atual está: favorável e/ou estimula a atividade do setor; próximo à tendência histórica ou ao esperado para o momento; ou compromete e/ou desestimula o setor.

A divulgação do Radar Abrainc-Fipe é mensal e as fontes de coleta de dados são públicas. No glossário e na apresentação anexos do estudo, é possível acessar a metodologia completa para maior detalhamento sobre a elaboração de cada um dos indicadores. Acesse os materiais: www.abrainc.org.br ou www.fipe.org.br .

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Grupo PSA e a MKB investem na Communauto, um dos líderes do carsharing na América do Norte

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O Grupo PSA e o fundo de investimento de Montreal MacKinnon, Bennett & Co. (MKB) anunciaram ontem a sua entrada no capital da Communauto, que há 22 anos é uma das principais empresas na área de compartilhamento de veículos na América do Norte, com presença em 7 cidades do Canadá e em Paris.

O investimento foi conduzido de maneira conjunta pelo Grupo PSA e pela MKB, sociedade de investimento em capital privado, atuando no setor das energias renováveis e das cidades inteligentes. Com essa operação, a Communauto poderá acelerar o seu desenvolvimento internacional, consolidar sua posição de líder na América do Norte e implementar a sua estratégia de eletrificação.

Essa parceria com o pioneiro do car sharing na América do Norte segue o plano estratégico do Grupo PSA “Push to Pass”. Ela atende a um duplo objetivo do Grupo: responder às diferentes expectativas dos clientes em termos de mobilidade, especialmente aquelas ligadas ao carsharing, e orientar-se para o mercado da América do Norte com uma oferta de serviços de mobilidade.

Brigitte Courtehoux, Diretora da Business Unit Serviços Conectados e Novas Mobilidades do Grupo PSA, afirmou: “A revolução da mobilidade, operada por mudanças da utilização e do modo de consumo dos nossos clientes, transforma o nosso ecossistema. Desde já, temos a capacidade de fornecer uma gama completa de serviços, assim como meios de mobilidade adaptados às necessidades de cada um. A estratégia da Communauto está no centro desta mudança de paradigma.”

Kenneth MacKinnon, presidente e chefe da diretoria da MacKinnon Bennett & Compagnie inc., declarou na ocasião: “O carsharing está se tornando um setor com um forte potencial. A equipe da Communauto, conduzida pelo seu experiente presidente Benoit Robert, já demonstrou a sua competência na vanguarda dessa revolução, com seu modelo de negócios único que oferece serviços de carsharing ponto a ponto ou livres, uma frota de veículos mista (elétrica, gasolina e híbrida) e uma intermodalidade com os transportes públicos. Esta oferta atraente vai melhorar significativamente a oferta de transporte urbano.”

Benoît Robert, presidente fundador da Communauto, acrescentou: “Esta aliança estratégica nos associa a um grande fabricante de automóveis mundial e a um importante ator financeiro do setor das energias renováveis e dos serviços de infraestrutura urbana. A combinação do nosso know-how, do capital e de uma base industrial nos dará, finalmente, as condições para realizar nossas ambições.”

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Uma em cada três PMEs brasileiras já começou o processo de adoção de serviços na nuvem

Os investimentos em TI pelas pequenas e médias empresas brasileiras deve saltar de US$ 48 bilhões em 2016 para US$ 63 bilhões até 2020, com as tecnologias baseadas em computação em nuvem e mobilidade crescendo de três a sete vezes mais rapidamente do que as tecnologias tradicionais on premise. Os dados são da pesquisa 2016 Brazil Small & Medium Business: ICT & Cloud Services Tracker Overview, realizada pela AMI Partners a pedido da Intel Brasil. O estudo mapeou tendências e perspectivas na migração para novas tecnologias em todo o universo brasileiro de pequenas e médias.

Segundo Fabio de Paula, diretor da Intel para o mercado corporativo, em momentos de turbulência econômica, como o que vivemos atualmente, o investimento em serviços de tecnologia que tornem a operação mais eficiente e ágil em curto e médio prazo é essencial para manter a empresa competitiva. Um forte indicador disto é que o fator preço como principal critério no momento da aquisição de serviços de TI caiu 18%, segundo o estudo. ”

Essa visão também é compartilhada por parte dos tomadores de decisão entrevistados: 48% das empresas médias e 30% das pequenas consideram como prioridade nos próximos 12 meses o investimento em tecnologia para a redução de custos e maior eficiência. Estes números superam aqueles que priorizam o corte de gastos (23% apontados pelas pequenas e 27% pelas médias) ou encerramento de operações e unidades de trabalho (12% pelas médias e 16% das pequenas), por exemplo. Em relação as que já adotaram serviços de tecnologia, quando perguntadas o motivo, 49% das pequenas empresas e 62% das médias responderam que a economia nos custos operacionais é um dos fatores que estão levando as PMEs e buscar novas tecnologias.

Cloud e Mobilidade são prioridades

A pesquisa também registrou que a adoção de soluções em Cloud Computing e Mobilidade devem crescer de 3 a 7 vezes mais rápida do que as soluções tradicionais, on premise. As áreas de investimento neste cenário incluem as DaaS (Data as a Service), IaaS (segurança, storage e servidores), PaaS (Plataform as a Service) e aplicações SaaS (Software as a Service). As preferências por estes modelos variam de 10% a 35% dos entrevistados, enquanto soluções on premise não passam dos 10%.

Os perfis de soluções procuradas variam de acordo com o tamanho e foco das empresas. A pesquisa identificou que as principais necessidades das médias empresas são virtualização de servidores, segurança e prevenção de dados. Já as pequenas demandam uma maior velocidade de conexão, marketing em social media e soluções em comunicação.

“Nossa estimativa é que o mercado de soluções em Cloud para pequenas e médias empresas em 2020 no Brasil alcance os U$ 6,6 bilhões, já que ainda há um grande terreno a ser conquistado”, afirmou Fabio de Paula. “Comparando com os EUA e Canadá, onde cerca de 30 a 40% das PMEs ainda não começou um processo de transição para a nuvem, no Brasil, esse número ainda está próximo dos 70% no País. Apenas 3% das PMEs nacionais foram plenamente transformadas pela nuvem, enquanto nos EUA esse número é de 14%. ”

Demais conclusões

As preocupações com a segurança no momento da adoção de soluções em nuvem também foram abordadas na pesquisa. Perguntadas sobre a preferência por serviços privados ou públicos de nuvem, as empresas médias citam a segurança como fator na escolha pela nuvem privada (36%), enquanto a maior parte das empresas pequenas (36%) não tem preferência. De modo geral, as médias se mostram mais resistentes do que as pequenas na migração para serviços de nuvem pública, justamente por uma preocupação maior com questões relativas à segurança da informação. “Ainda há um trabalho a ser feito pela indústria para desfazer mitos e inseguranças com relação à segurança da nuvem pública dentro do mercado de médias empresas. Para essas empresas, o modelo de nuvem híbrida tem se mostrado uma solução mais interessante”, comentou Fábio de Paula.

As soluções de segurança mais usadas atualmente pelas empresas são serviços de filtro de Web (13% em empresas pequenas e 25% em empresas médias) e anti-spams (13% e 29% respectivamente). Já quando perguntadas quais serviços de segurança pretendem adotar nos próximos 12 meses, a preferência das pequenas é por gerenciamento unificado de ameaças (sigla UTM em Inglês) com 19%, enquanto 25% das empresas médias pretendem adotar serviços de VPN.

Em relação às aplicações voltadas para a administração dos negócios, as soluções de gestão de documentos são as mais utilizadas tanto nas pequenas quanto nas médias empresas (23%). As médias também já estão adotando soluções de business intelligence (23%) e CRM (17%). Quanto às adoções futuras, 28% das pequenas visam adquirir soluções voltadas especificamente para sua área de atuação, enquanto 21% das médias enxergam serviços de CRM como o próximo passo.

Quando perguntadas sobre a adoção de softwares de comunicação e colaboração, 59% das pequenas empresas usam aplicações para a gestão de redes sociais e marketing digital. Entre as empresas de porte médio, o número é ainda maior, chegando a 71%. Nos próximos 12 meses, 30% das pequenas pretendem adotar serviços de edição compartilhada de documentos, enquanto 40% das médias pretendem utilizar servidores VoIP.

Sobre a pesquisa

A pesquisa 2016 Brazil Small & Medium Business: ICT & Cloud Services Tracker Overview, realizada no primeiro semestre de 2016, entrevistou 251 tomadores de decisão em pequenas e médias empresas que atuam em setores como agronegócio, finanças, manufatura, serviços, varejo, educação, saúde, turismo e entretenimento. A pesquisa não considerou ONGs e órgãos governamentais e nem empresas que não possuem um endereço comercial (home office/home business). A margem de erro é de 5%.

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Startup leva conceito de Uber aos cinemas

A inovação do aplicativo Uber é um exemplo de tecnologia de produtos ou serviços que utilizam uma estratégia de mudanças radicais e inovações tecnológicas que altera formatos e modelos existentes no mercado.

Utilizando conceitos `disruptivos´, empresas aproveitam oportunidades para trazer mais rapidez e facilidade na vida cotidiana das pessoas com maior qualidade e menor preço, criando experiências de fato significativas e impactantes. O PrimePass surgiu exatamente assim. Um aplicativo que funciona como um passaporte digital mensal que leva os amantes de cinema, mais vezes às sessões e filmes.

O serviço, próximo a expandir-se em outros países como Argentina, México e Estados Unidos promete se tornar tendência nos cinemas brasileiros. Por meio da assinatura de pacotes de serviços, o PrimePass garante ao usuário passe livre em mais de 2.200 salas de cinema no País, com a possibilidade de assistir a um filme a cada 24 horas, sem restrição de dia, horário ou gênero. Os pacotes vão desde os tradicionais filmes em 2D até filmes em 3D nas salas convencionais ou nos pacotes que contemplam as salas especiais, VIP e Imax (que contam com atendimento especial, poltronas super espaçosas, telas maiores com resoluções melhores e som com maior realismo).

Por meio de um aplicativo com download gratuito é possível ter um guia completo dos cinemas com filmes nacionais, internacionais em cartaz ou próximos a estrear. Navegando neste app a pessoa terá acesso aos trailers inéditos, sinopses, duração, roteiro e avaliação da crítica. É possível pagar um valor fixo e ir durante um mês em 95% dos cinemas do país, incluindo grandes redes.

De acordo com Ricardo Cury, Diretor de Marketing e Digital do Primepass no Brasil, o serviço cobre centenas de cidades brasileiras e está disponível em mais de 430 cinemas. Segundo o executivo, já estará economizando aquele que for 3 vezes ou mais no cinema no período de 1 mês. A economia para o usuário pode chegar a 80%.

Para garantir a sessão, a pessoa precisa escolher o cinema, filme e horário da sessão pelo aplicativo, logo após é só ativar o seu cartão PrimePass. Pronto, o espectador, que precisa estar no mínimo a 100 metros do cinema, poderá retirar diretamente no autoatendimento ou bilheteria seu ingresso sem pagar nada a mais por isso.

O cartão PrimePass que funciona como um vip card para a entrada no cinema, é intransferível e só pode ser utilizado uma vez para cada filme.

Cury explica que o serviço de geolocalização do aplicativo também serve para buscar filmes e cinemas mais próximos do usuário. “Se o assinante estiver no centro da cidade, por exemplo, e não souber onde fica o cinema mais próximo, é só ativar o GPS do aplicativo e vamos informar o endereço mais perto da unidade que está exibindo o filme que ele quer ver”, explica.

Para o lançamento oficial, o PrimePass está com uma promoção. Pelo valor de R$ 59,00 por mês os assinantes podem assistir a um filme por dia, de segunda a quarta-feira. Por R$ 79,00 podem escolher seus filmes preferidos e assisti-los todos os dias da semana e no final de semana também. Se optarem por salas especiais como VIP e IMAX, o app também tem esta opção mensal com custos adicionais.

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Cinco anos sem Steve Jobs

unnamed No dia 5 de outubro de 2011, o mundo perdeu o empresário e criador da Apple, Steve Jobs, aos 56 anos. Dono da maior empresa de capital aberto e do estúdio de animação Pixar, Jobs foi um dos grandes defensores da popularização da tecnologia ao lutar para que computadores e gadgets fossem fáceis de serem manuseados por qualquer pessoa. Para relembrar os principais feitos do executivo, a Richmond – selo editorial de idiomas do Grupo Santillana – sugere a leitura de Steve Jobs and the story of Apple, biografia em inglês, escrita por Fiona Beddall.

Na obra, voltada a estudantes de nível intermediário no idioma, os leitores tem a oportunidade de conhecer de perto a trajetória de Jobs como um bem sucedido empreendedor até a sua luta contra o câncer. Além de terem conhecimento do processo de criação e desenvolvimento da Apple e também de particularidades de Jobs que gostava de saber e dar palpite em tudo que estava relacionado aos seus produtos inovadores e de belos designs.

O título faz parte da coleção Media Readers da Richmond, que conta com mais de 30 obras baseadas em livros, celebridades e seriados. Acompanham CDs de áudio com a narração do texto, além de serem recheados de imagens e trazerem exercícios de compreensão que podem ser utilizados como leituras complementares para os estudos da língua inglesa.

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Amazon Web Services aborda computação em nuvem em Porto Alegre

A Amazon Web Services realiza, no próximo dia 29 de setembro, em Porto Alegre, o AWS Experience – evento que revela os benefícios da computação em nuvem para empresas de todos os tamanhos. Com objetivo de reunir especialistas para desvendar os variados aspectos da nuvem AWS e seus benefícios, com casos reais de sucesso de clientes, o encontro acontecerá a partir das 8h30 no Centro de Eventos FIERGS (Avenida Assis Brasil, 8787 – Sarandi).

Hoje, a computação em nuvem é uma grande oportunidade para companhias de todas as verticais − oferece agilidade, elasticidade, baixo custo, possibilidade de escala global e gama de produtos e serviços oferecidos. Durante o encontro, profissionais especializados discutirão o tema, incluindo aspectos técnicos de infraestrutura, soluções e tendências tecnológicas, como Internet das Coisas (IoT) e Big Data.

Netflix, General Electric, Magazine Luiza e Gol Linhas Aéreas são algumas empresas que já estão na nuvem da AWS. Em Porto Alegre, a Gerdau, companhia brasileira especializada no ramo da siderúrgica; a ECS, empresa de informática, quarta maior fabricante de placas-mãe para computador do mundo, e Accera, que atua no desenvolvimento de soluções para gerenciamento de suprimentos e demanda, palestrarão no evento e mostrarão, na prática, os benefícios de utilizar a nuvem em seus negócios.

O evento é aberto ao público e as inscrições são gratuitas e podem ser feitas por meio desse site: https://aws.amazon.com/pt/awsexperience/awsexperience-portoalegre/.

Agenda:
Data: 29 de setembro
Horário: 8h30 – 18h30
Local: Centro de Eventos FIERGS – Avenida Assis Brasil, 8787 – Sarandi – Porto Alegre, RS

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Qiwi apresenta novas soluções na TanspoQuip 2016

A Qiwi, empresa especializada em terminais de autoatendimento e micro pagamentos, planeja expandir ainda mais a sua atuação no mercado brasileiro. Com foco no segmento de soluções de recargas para o transporte público, a empresa anuncia a sua participação na nona edição da feira TranspoQuip Latin America (encontro das indústrias de infraestrutura para transporte), promovido pela empresa Real Alliance. O evento será realizado nos dias 04, 05 e 06 de outubro, no Pavilhão Vermelho do Expo Center Norte, em São Paulo.

O evento apresentará as principais soluções e serviços para o desenvolvimento das áreas de construção, conforto do usuário, gestão e segurança. Na edição de 2016, a Qiwi apresentará seus terminais de autoatendimento e serviços de pagamento.

O primeiro, chamado de SSK4, pode ser fixado à parede e é voltado para a venda e recarga utilizando cartões de débito e crédito como meio de pagamento. A Qiwi também apresentará o SSK3, terminal de tela dupla que disponibiliza diversos serviços da empresa em um único equipamento.

Paolo Chiarlone, CEO da Qiwi, revela que o mercado é extremamente estratégico para a expansão dos negócios da multinacional. “Estamos há dois anos em território brasileiro, realizando estudos de mercado para tropicalizar as nossas tecnologias e atender as necessidades do usuário, que é carente deste tipo de serviço”. Além da recarga de bilhetes de transporte, a empresa oferece a opção para a compra de créditos em jogos e recarga de celular, bem como consulta de situação fiscal e de crédito. O usuário também pode realizar doações, compra de ingressos, entre outras facilidades.

Além de ser credenciada pela SPTRANS e RIOCARD, a Qiwi já está integrada com os principais sistemas de bilhetagem do país. “Estamos com uma forte estratégia de expansão, com crescimento de uma rede de recargas nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Ribeirão Preto. A feira TranspoQuip Latin America nos permitirá apresentar as nossas mais recentes soluções, que visam trazer praticidade aos usuários das mais diversas regiões”, finaliza Fabio.

TranspoQuip

Data: 04 a 06 de outubro

Local: Pavilhão Vermelho – Expo Center Norte

Endereço: Rua Teixeira da Silva, 647 – Paraíso, São Paulo – SP

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BDMG financia criação de plataforma móvel para gerenciamento de processos

Um financiamento do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) contribuiu para a Prime Systems, empresa do Grupo Seculus, de Belo Horizonte, desenvolver a plataforma móvel de gerenciamento de processos de negócios (BPM) denominada PrimeBuilder, que cria e customiza aplicativos com base na necessidade do cliente. O valor do financiamento, por meio da linha Finep Inovacred, foi de R$ 2,9 milhões. Com o êxito da tecnologia, a Prime Systems deu um passo além e lançou uma plataforma de desenvolvimento e um marketplace para aplicativos voltado para pequenos desenvolvedores, o PrimeBuilder Store.

“O BDMG tem atuação destacada no fortalecimento do ecossistema de inovação de Minas Gerais por meio de produtos financeiros direcionados a empresas estabelecidas ou em estágio de crescimento”, afirma Gláucia Anete Ferreira da Silva, gerente de Negócios para Inovação do BDMG. “Esse apoio demonstra o compromisso do BDMG com o desenvolvimento das empresas de base tecnológica de Minas Gerais”. Ela acrescenta que o Banco reestruturou os processos de avaliação do crédito para empresas inovadoras, com o objetivo de dar celeridade à liberação dos recursos.

Evolução

O PrimeBuilder representa uma evolução do Mobile OS, solução para automatizar processos e gerenciar a produtividade de equipes de campo. Com recursos avançados de captura de fotos, leitura de códigos de barra e posicionamento geográfico, permite o acompanhamento on-line de toda a operação, incluindo análise de performance, níveis de serviço, picos de operação, tempo de espera e estatísticas de ocorrências.

O novo projeto se insere no conceito de Gestão de Processos de Negócios Móvel (Mobile Business Process Management), que possibilita a execução e gestão completa através da utilização de dispositivos móveis de comunicação, particularmente tablets e smartphones. A tecnologia vem conquistando o mercado, em especial os setores de logística e de serviços de manutenção.

Esse conceito surgiu da demanda dos clientes de BPM à adequação dos sistemas utilizados em computadores às plataformas móveis, permitindo maior flexibilidade e otimização das novas tecnologias de hardware. Partindo de ações pontuais de desenvolvimento personalizado, roteamento de ferramentas e notificação via e-mail, hoje utiliza as mais sofisticadas tecnologias, adotando recursos do contexto de mobilidade como opções de localização, direção, identidade e pagamento.

Abertura para o mercado

Com o PrimeBuilder Store, a companhia abriu o uso do PrimeBuilder para o mercado em geral. “Ao formatar nosso marketplace, estamos permitindo que uma série de empreendedores digitais, como desenvolvedores, administradores e analistas de processos, possam ter acesso a uma ferramenta robusta para oferecer uma solução completa aos seus clientes, permitindo um atendimento personalizado”, afirma Roberto Willians Azevedo, CEO da Prime Systems.

A ideia é que a beneficiária comercialize soluções de mobilidade no modelo “self service”, sem necessidade de investimento em implantação ou aquisição de licença de uso. Contando com a presença da equipe de desenvolvimento da Prime Systems, o usuário conseguirá projetar, executar e gerenciar um processo completo de negócio. Dessa forma, a Prime Systems passa a atender ao mercado de pequenas e médias empresas. Os poucos “players” que buscam atuar no segmento de MBPM, geralmente, atendem somente às grandes empresas já atuantes nos segmentos de BPM, fornecendo soluções sob demanda.

O PrimeBuilder já é adotado por 55 mil usuários móveis corporativos no Brasil, em mais de 250 clientes, e realiza cerca de 10 milhões de transações diárias. Em alguns deles, analistas de negócio já usam a ferramenta para acrescentar funcionalidades aos seus apps.

De acordo com Mário Luiz, diretor de Operações da Prime Systems, essa base de clientes inspirou a empresa a criar um negócio de escala com base em usuários com conhecimentos de nichos de mercado capazes de conceber aplicativos móveis, mas sem capacidade de executar os conceitos tecnicamente, pois é uma proposta interessante para um desenvolvedor que busca uma segunda fonte de receita ou um analista de negócio que deseja montar a própria empresa.

No PrimeBuilder Store os desenvolvedores podem criar e disponibilizar seus aplicativos. Os apps são publicados em um “container” da Prime nos aparelhos dos clientes finais e a empresa se encarrega da compatibilidade entre os diferentes modelos e sistemas operacionais, além de ir agregando novas funcionalidades para os desenvolvedores. Em troca, a Prime Systems recebe uma porcentagem da mensalidade que os seus clientes cobram dos usuários finais.

Provedor de tecnologia

Mário Luiz acredita que até 2019 essa nova linha de negócios possa responder por metade do faturamento da Prime Systems, que no ano passado foi de R$ 15 milhões. A meta é chegar a R$ 150 milhões até 2020. Com o PrimeBuilder Store, a Prime Systems se torna uma empresa de desenvolvimento de soluções de mobilidade que busca se transformar num provedor de tecnologia, ampliando sua escala.

O mercado norte-americano é o próximo alvo da empresa, que investe R$ 5 milhões no processo de internacionalização. “Nosso grande diferencial é a capacidade de transformar os negócios dos nossos clientes, melhorando sua produtividade. É uma característica que está presente no nosso DNA e faz a empresa inteira vibrar.” De acordo com Roberto Azevedo, a parceria com o BDMG aconteceu num momento de grande importância para a empresa, “pois nos deu a alavancagem necessária para desenvolver o produto”.

Com 80 funcionários, a Prime Systems integra o tradicional Grupo Seculus, conglomerado empresarial composto por dez organizações controladas por uma holding de capital privado. O grupo atua nos segmentos financeiro, imobiliário, industrial, tecnologia da informação e comércio de relógios.

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Iguatemi adota Bot no Facebook Messenger para seus shoppings

A Iguatemi Empresa de Shopping Centers adotou o Bot – contração da palavra robot, em inglês – dentro da ferramenta do Facebook Messenger, que permitirá a interação instantânea entre os shoppings e seus clientes. Pioneiro, o grupo é a primeira empresa de shoppings a utilizar a plataforma. A partir desta terça-feira (27/09), os consumidores do Iguatemi São Paulo já contarão com este canal automatizado e, ao longo das próximas semanas o serviço também será disponibilizado para os outros empreendimentos da rede.

Com o objetivo de otimizar o relacionamento, o Iguatemi Bot permite que os consumidores tenham acesso a um assistente virtual, que enviará rápidas respostas sobre questionamentos diversos, como programação do cinema e informações gerais sobre lojas, atendendo a mais de 170 mil seguidores que acompanham o shopping no Facebook. Além disso, a ferramenta poderá direcionar o cliente para o atendimento direto com a equipe do empreendimento. A Iguatemi segue realizando estudos de programação para que este SAC automatizado seja enriquecido e traga as informações de forma cada vez mais eficaz.

“Inovação é um dos principais pilares da Iguatemi. O Iguatemi Bot fortalece o trabalho contínuo da companhia em aprimorar, cada vez mais, a experiência de nossos clientes dentro e fora do shopping, inclusive, no ambiente digital. Sempre buscamos a excelência no atendimento e o Bot chega para complementar o nosso serviço. Com ele, a comunicação com o consumidor será imediata, facilitando a busca por informações”, afirma Aline Zarouk, diretora de marketing da Iguatemi Empresa de Shopping Centers.

Para utilizar o canal, basta acessar a página do shopping no Facebook (www.facebook.com/iguatemisp) e abrir a janela de conversa do Messenger para iniciar o atendimento.

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Lei de repatriação de recursos do exterior é avaliada em evento na Fiep

Na tarde do dia 3 de outubro será realizado seminário sobre o Regime Especial de Regularização Cambial e Tributária (RERCT) com o intuito de atualizar informações sobre a Lei nº 13.254 que diz respeito à repatriação de recursos do exterior.

A adesão termina em breve, no dia 31 de outubro. A anistia envolve a apresentação de declaração única de regularização e o recolhimento de 15% de imposto mais 15% de multa, totalizando 30%, para quem tem bens ou direitos de origem lícita, não declarados ou declarados incorretamente, remetidos, mantidos no exterior ou repatriados por residentes ou domiciliados no País.

Na programação, serão feitas três exposições. A primeira delas sobre a operacionalidade da adesão ao RERCT com Paulo Ricardo de Souza Cardoso, secretário-adjunto da Receita Federal. Na sequência, o tema será tratado por Heleno Torres, conselheiro do CONJUR da Fiesp e professor de Direito Tributário da USP. E, por último, as questões penais ficarão a cargo de Rodrigo de Grandis, procurador da República em São Paulo e professor de Direito Penal Econômico na Pós-graduação da Faculdade de Direito da Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Também será debatida a Instrução Normativa RFB nº 1.627/2016 que traz procedimentos sobre a adesão ao programa de regularização.

Segundo a Receita Federal, apesar de uma expectativa de maior adesão, já foram contabilizados R$ 6,2 bilhões de arrecadação. A previsão de arrecadação é da ordem de R$ 35 bilhões.

O tema repatriação, debatido no Fórum Global sobre Transparência desde 2010, tem o intuito de promover o intercâmbio de informações para fins tributários entre países. A iniciativa da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) tem em sua gênese o 11 de setembro, pois entendeu-se que o terrorismo necessita de financiamento e é preciso governança sobre os ativos mundiais. A repatriação de ativos é preparatória para o novo modelo global de troca de informações a ser implementado a partir de 2018.

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5 startups de economia colaborativa para quem quer ganhar uma renda extra

Muitas pessoas que não se conhecem, mas têm necessidades e interesses bem parecidos estão trocando, dividindo e compartilhando bens e serviços por meio de sites e aplicativos. Essa nova tendência do século 21, chamada de economia colaborativa, já está presente na vida de muitos brasileiros, tanto os que querem economizar com alguns serviços, quanto e principalmente quem busca uma renda extra.

Segundo um relatório da IE Business School, feito em parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), O Brasil já é o líder entre os mercados latino-americanos em iniciativas de serviços compartilhados. Veja cinco serviços de economia colaborativa, de comidas caseiras à leitura digital que permitem ganhar um dinheiro a mais no final do mês.

Eu Entrego
O Eu Entrego, nasce com a missão de revolucionar o sistema de entregas brasileiro. Ele funciona como um aplicativo que conecta pessoas e empresas à comunidade de entregadores independentes, oferecendo uma alternativa fácil, flexível e de baixo custo para levar ou trazer qualquer coisa de qualquer lugar 24 horas por dia, sete dias por semana. Para se tornar um entregador no aplicativo, o Eu Entrego faz uma extensa pesquisa sobre o candidato, que precisa ter ficha limpa. Os entregadores independentes podem ganhar até R$3.000,00 por mês com liberdade de carga horária. Para mais informações: https://www.euentrego.com/#/

Localchef
Disponível atualmente na Região Metropolitana de São Paulo, a Localchef oferece opções de comidas caseiras, de acordo com a proximidade do usuário que faz o pedido. O interessado que deseja solicitar um pedido acessa o site da startup, digita o CEP da sua residência e encontra uma lista de cozinheiros dentro de um raio de dez quilômetros. Para os cozinheiros que desejam fazer parte da plataforma, é recomendado ter um histórico prévio de preparação de pratos para encomendas, depois basta fazer o cadastro no site da Localchef, informando o tipo de prato que cozinha – como marmita, massas, pães, doces e etc. – e enviar imagens tanto do local de trabalho como dos pratos. Após esse processo, é feita uma triagem pela equipe da startup, com realização de entrevista. Para mais informações: www.localchef.com.br

Superela
O Superela é um portal de empoderamento feminino com textos de colunistas e fórum de discussão sobre assuntos do universo feminino, como amor, sexo e relacionamento. Uma das frentes da startup é o Super Profissionais, uma categoria que funciona como um marketplace de profissionais para o universo feminino. Lá, profissionais, como psicólogos, coaches, astrólogos, tarólogos, maquiadores, consultores de estilo e imagem, da saúde e bem estar, podem se cadastrar com o objetivo de facilitar o encontro de quem busca a ajuda de profissionais qualificados para realizar atendimentos online ou presenciais. www.superela.com/super-profissionais

Social Comics
O Social Comics é o primeiro streaming de quadrinhos auditado pelo IVC (Instituto Verificador de Comunicação), e funciona como a Netflix, mas das HQs. A plataforma prioriza artistas independentes, que são avaliados por uma curadoria. O sistema de monetização aos artistas é baseado em páginas lidas e não por título, algo inovador nesse mercado. Os pagamentos de direitos autorais são distribuídos de acordo com a visualização. Conteúdos com mais leitura recebem uma fatia maior, de forma proporcional. A página só é contabilizada uma vez a cada 24 horas por usuário, então, quanto mais usuários, maior o tíquete ganho, e quanto mais conteúdo no ar, maiores as chance de atrair usuários. Mais infos baixando o arquivo no link: https://www.socialcomics.com.br/artistas

F(x)
A F(x) é uma fintech, startup que atua no setor financeiro. A plataforma ajuda empresas de médio e grande porte a encontrar instituições financeiras dispostas a conceder crédito. Para auxiliar nas transações, a rede conta com consultores especializados na área. Entre eles: ex-bancários, advisors financeiros, advogados e contadores que queiram ter uma renda extra. Esses profissionais geram negócios e são remunerados diretamente pela empresa que contrata a plataforma na obtenção de crédito. Para mais informações: www.fdex.com.br

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Chega ao Brasil The Next Startup, uma oportunidade para empreendedores transformarem suas ideias em realidade

Os empreendedores que desejam tirar suas ideias do papel terão uma grande chance de transformar o sonho em realidade. Estão abertas as inscrições para o The Next Startup, uma iniciativa de apoio a novos negócios que começou em Portugal em 2010 e se consolidou como um forte incentivo aos empreendedores de todos os níveis. Universia, a maior rede ibero-americana de cooperação acadêmica, será co-realizadora.

“The Next Startup visa impactar todas as pessoas que têm uma ideia inovadora e criativa e queiram transformá-la em algo palpável”, explica Miguel Queimado, Diretor da DreamShaper, startup idealizadora do projeto em Portugal e presente no Brasil desde 2014. Por isso, o objetivo não é que apenas empreendedores natos se inscrevam. “Queremos atingir o empreendedor que já tem uma startup ou microempresa, mas também todas as outras pessoas que têm alguma ideia e que queiram fazer dela algo rentável, ainda que lhes falte a experiência no assunto”, afirma o Diretor.

The Next Startup terá duas etapas (ambas online): geração do plano de negócios realizada na plataforma da DreamShaper com orientações em cada tela para o usuário; e, para todos os projetos que completarem a ferramenta, feedback por júri especializado, mentoria e exposição às principais organizações do ecossistema empreendedor.

Podem se inscrever os brasileiros acima de 18 anos, até o dia 30 de setembro. A etapa inicial (plataforma DreamShaper) termina em 30 de novembro e a etapa final (feedback, mentoria e exposição) em 16 de dezembro. Os projetos serão analisados de acordo com cinco critérios – viabilidade econômico-financeira, utilidade pública, inovação, motivação e equipe – dentro de cinco categorias – indústria, comércio e serviços, web e mobile, alta tecnologia e empreendedorismo social.

O valor da inscrição é de R$ 99,00. Todos os inscritos receberão o plano de negócios criado pela plataforma (em arquivo exportável formato PDF).

A co-realização do The Next Startup será feita por Universia, que possui uma rede de relacionamento de mais de 400 grupos educacionais no Brasil. “Divulgaremos o projeto entre os nossos parceiros a fim de incentivar o sonho do empreendedorismo. Essa é uma oportunidade para os jovens universitários terem acesso a uma plataforma que auxiliará na profissionalização e consolidação de seus negócios”, afirma Luis Cabañas, Diretor Geral da Universia.

A Dreamshaper, que chegou ao Brasil por meio da Fundação Lemann e hoje tem parceria com a Subsecretaria de Empreendedorismo do Governo do Estado de São Paulo, também contribui com a educação empreendedora e é utilizada por instituições de ensino que trabalham a temática. Todo o conteúdo oferecido e apresentado foi desenvolvido com o apoio de professores de Harvard e Stanford.

Veja as etapas do processo:

18/08 a 30/09 – Inscrições
30/09 a 30/11 – Criação plano de negócios – plataforma DreamShaper
31/11 a 09/12 – Feedback por júri especializado e mentoria
09/12 a 16/12 – Exposição às principais organizações do ecossistema empreendedor (aceleradoras, investidores, co-workings).

Para acessar as perguntas frequentes e termos de uso, acesse aqui. http://thenextstartup.com.br/

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