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Unisys indica 6 passos para promover a transformação digital durante conferência Tech Forum

Stephen Nunn, Vice-Presidente Global de Serviços em Cloud e Infraestrutura da Unisys explica como é possível promover iniciativas digitais de negócios, por meio da transformação da infraestrutura tecnológica, em sua apresentação durante o Unisys Tech Forum 2016, que ocorre entre 9 e 13 de outubro, em Atenas, na Grécia.

A seguir, o executivo indica os seis passos para o desenvolvimento da transformação digital nos negócios:

– Estabelecer novos modelos de negócios focados em estratégias digitais;

– Criar e desbravar novos mercados;

– Descobrir novos conjuntos de valor a serem agregados nos produtos e soluções;

– Pensar em novos produtos e serviços relacionados com as novas demandas do mundo digital;

– Promover e aprimorar a interação com clientes, funcionários e parceiros por meio de experiências diferenciadas;

– Desenvolver uma demanda de escala de negócios proativa durante períodos sazonais, para uma utilização sustentável dos recursos.

A ágil identificação de elementos que promovam esta transformação é a chave para transpor estes desafios, porém algumas etapas essenciais como a modernização da infraestrutura são fundamentais para garantir estratégias futuras de sucesso.

Uma pesquisa recente encomendada pela Unisys mostrou um forte compromisso entre os executivos para adotar um modelo de negócio digital, tendo a nuvem como o principal habilitador. Para 72% dos participantes, o modelo de negócio digital é fundamental para o sucesso e o mesmo percentual (72%) concordara que é essencial ou muito importante para uma organização modificar seus processos de TI e seus recursos para oferecer suporte a um modelo de negócio digital.

Os entrevistados claramente percebem o valor da nuvem como o elemento decisivo em uma infraestrutura de TI que possibilita negócios digitais: eles relatam que mais da metade (55%) das aplicações das suas organizações já estão implementadas em um ambiente de nuvem.

Além disso, os participantes indicaram que suas organizações estão vendo resultados positivos da nuvem e iniciativas digitais, com melhorias ao longo dos últimos 12 meses em várias áreas, incluindo segurança dos dados (56%), experiência do usuário com aplicações e serviços (44%), eficiência de TI (42%) e desempenho/disponibilidade da infraestrutura (41%).

“Esta pesquisa apoia nossas indicações do sucesso no caminho para as organizações se tornarem mais ágeis e bem-sucedidas na capitalização dos desafios de negócios atuais e futuros. As empresas devem pensar em estratégias no ambiente digital focadas em conectividade, padrão de comunicação, estratégia baseada na nuvem, plataformas com base em soluções de padrão aberto, com ambientes de usuário final flexíveis e operações híbridas e seguras”, indica Stephen Nunn.

Em sua apresentação durante o Tech Forum 2016, o executivo aponta que as corporações que irão prosperar na nova ordem são as que focarem rapidamente, de maneira eficiente e flexível na integração da segurança nos ambientes de nuvem, IoT e de outras tecnologias emergentes, para impulsionar novos e promissores níveis de serviço.

O estudo realizado para a Unisys pela IDG Research entrevistou 175 executivos de negócios e TI, nos Estados Unidos e na Europa, sobre as iniciativas que suas organizações estão realizando para liderar novos modelos de negócios. Para mais informações sobre os resultados da pesquisa, acesse: http://outreach.unisys.com/UnisysIDGSurveyResults?src=pr.

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Retail Labs: você sabe o que é isso?

Por Mauricio Andrade de Paula, especialista de Varejo e Big Data da Teradata para América Latina.

O novo termo do momento são os Retail Labs, ou Laboratórios de Varejo em uma tradução livre para o português, expressão usada para designar iniciativas e espaços que buscam a inovação nas operações do varejo, como uma unidade pensante e idealizadoras de ações “fora da caixa”. Apesar do termo querer trazer um ar de novidade e modernidade, essa prática não é tão nova assim no setor varejista: quem está por dentro dos negócios do varejo sabe que esse setor tem as palavras transformação e inovação como seus principais pilares, sempre buscando saídas novas para melhorar a experiência dos clientes e criar níveis de excelência operacional. Porém, o que muda com essa “nova” abordagem materializada nessa proposta de criação de novos centros de inovação?

O laboratório é onde se aprende errando – A operação dentro do varejo não permite erros: com um cenário tão competitivo, onde o lucro e as oportunidades estão nos pequenos detalhes, qualquer erro pode custar muito caro. Porém, inovar e achar novas alternativas para uma operação não é tão simples assim. Muitas vezes uma novidade precisa de ajustes, não sendo um sucesso logo de cara, mas com alguns reparos aqui e ali, podem gerar novas opções para o varejista. Essa é a principal semelhança de um Retail Lab com um centro de Pesquisa & Desenvolvimento: orientação para geração de experimentos controlados dentro desse ambiente, permitindo erros e acertos que aumentem o nível de conhecimento do varejista, sempre com resultados sendo analisados na prática. Além dessa liberdade de tentativa e erro, o laboratório busca aproximar os “profissionais-cientistas” do dia-dia do varejo, mas mantendo uma blindagem que evite que essas pessoas sejam sugadas pela problemática e desafios operacionais comuns do dia a dia. Trata-se de ser pragmático: direcionar e aproveitar as competências e energia desses profissionais para novas descobertas e insights que realmente trarão benefícios quantificáveis.

A tecnologia como um meio, e não fim – As ferramentas de análise de dados e de Big Data, sejam hardware, software, serviços ou uma conjunção de todas essas coisas, nunca estiveram tão ao alcance de todos como agora – seja por questões de ordem financeira (custo), seja por questões de disponibilidade do conhecimento. Porém, como agregar valor real ao fazer este tipo de investimento? A resposta é entender a tecnologia como caminho, ou seja, uma viabilizadora do resultado final, uma aliada importante na busca pelas respostas para suas perguntas de negócio. Hoje eu afirmo (e tenho a disposição uma ampla gama de casos de uso implementados que reforçam a tese) que a análise avançada dos dados (que provavelmente já estão sendo geradas e armazenadas pelos varejistas) é fundamental na obtenção de sucessos nas duas tarefas mais importantes do varejo: melhorar a experiência do consumidor e estabelecer a excelência operacional – seja através da otimização de processos internos, da criação de promoções mais direcionadas, da conquista e fidelização dos clientes, da redução de custos – promovendo maior lucro para o varejista. Cabe lembrar que as descobertas aqui não representam coisas ligadas a tecnologia, mas sim detalhes do comportamento do consumidor, da operação das lojas, resultados das iniciativas promocionais, etc. que demandarão um “ouvir ativo” para que os insights encontrados sejam rapidamente transformados em ações práticas que gerem novas informações para novas análises e novos ajustes de rota – é um ciclo contínuo. Acredite naquilo que seus dados revelarem e transforme essas respostas em missões críticas para o sucesso.

Diversificar para inovar – Outra característica inerente aos Retail Labs é o intercâmbio de profissionais inovadores. Não entendeu? Em alguns casos implementados ao redor do mundo, os laboratórios de varejo podem selecionar pessoas de diversos setores (marketing, operações, logística, comercial, etc.), que já fazem parte do quadro de colaboradores da empresa, e que tem em comum uma capacidade intra-empreendedora aguçada para atuar como temporários em algum experimento no qual seus conhecimentos, habilidades e atitude farão a diferença. Combinar estes especialistas com cientistas de dados, por exemplo, permitirá a criação de uma ampla gama de soluções inteligentes e eficazes, muito mais próximas dos contextos cultural e operacional da empresa, o que aumenta muito as chances de sucesso. Após o objetivo alcançado, os especialistas voltam para suas posições de origem com um novo papel: de embaixadores da mudança e líderes da implantação dessas novas formas de fazer negócios.

É possível fazer a terceirização de um Retail Lab? – Sim. Hoje o varejista brasileiro já tem a opção de “terceirizar” grande parte de seu laboratório, contando com empresas aqui no Brasil, como a Teradata, que possuem especialistas da indústria, arquitetos de solução tecnológica e cientistas de dados que ajudarão nessa busca pela inovação. O processo é praticamente o mesmo do feito “em casa”, porém com um parceiro que irá fornecer acesso ao estado da arte em tecnologia, a especialidade em lidar com os dados e o conhecimento de mercado, cabendo ao varejista fornecer os dados e mobilizar alguns de seus especialistas intra-empreendedores em tempo parcial durante a realização do experimento. A principal vantagem dessa prática é a flexibilidade: Um laboratório não irá fabricar inovações diariamente, já que depende de todo um processo de pesquisa, análise e testes. Por isso, contar com um parceiro que permita ao varejista buscar inovações em momentos e pontos específicos certamente irá baratear e facilitar a busca por melhores práticas. Em alguns varejistas onde esse processo já está em andamento, uma “corrida pela inovação” – que representa um experimento com escopo definido – tem sido realizada em um período de 6 a 10 semanas, o que é muito rápido quando comparado as abordagens tradicionais. Além da diminuição do custo, a terceirização do seu Retail Lab pode ser ainda mais positiva quando somada a experiência do parceiro, que pode usar casos de uso e benchmarks internacionais para direcionar e acelerar os resultados dentro de um novo projeto.

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Black Friday: entenda o que é e veja dicas para lojas

A Black Friday é uma data que cada ano tem maior relevância no mercado brasileiro. A data é uma prática comercial herdada dos Estados Unidos, ocorre logo após o feriado americano de Ações de Graças que, em 2016, será no dia 25 de novembro.

Começou com os grandes varejistas mas, hoje, os médios e pequenos também aproveitam, ano a ano, a onda de descontos. O importante é ter em conta que, ainda que a concorrência por preços mais baixos seja a principal estratégia das grandes lojas, se recomenda aos lojistas trabalhar forte no diferencial de atendimento personalizado e relacionamento único com o cliente.

Os números do ano passado e o que se espera para 2016

Em 2015 essa data movimentou 1,5 bilhão em vendas no varejo on-line. O valor supera o arrecadado em 2014, de R$ 872 milhões, segundo dados da ClearSale, empresa que monitora o faturamento do evento, em parceria com Busca Descontos, organizador da Black Friday.

Para edição 2016 é previsto que as vendas aumentem de a 20% a 30% em relação ao ano passado, para um valor entre R$1,9 bilhão e R$2,1 bilhões, segundo uma pesquisa feita pelo Google Brasil sobre a intenção de compras no país.

E na Nuvem Shop, uma plataforma de e-commerce voltada para pequenos e médios empreendedores, a edição do ano passado foi marcada por um aumento no volume de vendas equivalente a 285% em relação à da semana anterior, em um dia comum. Isso significa que a preparação dos lojistas valeu muito a pena.

Dicas para a sua loja virtual

Os pequenos negócios, sejam eles virtuais ou físicos, podem aproveitar as oportunidades que essas datas de compra trazem ao aplicar uma série de estratégias que você pode conferir agora:

Antes de dar início às ofertas, é importante definir os produtos que devem receber os descontos. Embora seja tradicional colocar toda a loja “abaixo”, você pode dar descontos agressivos apenas em alguns itens. A ideia é sempre fazer com que o estoque funcione de forma saudável.

Ainda que seja recomendado colocar os produtos menos vendidos com maiores margens de desconto, é relevante que o seu produto mais conhecido também esteja em oferta. Essa pode ser uma ótima maneira de ganhar novos clientes que há tempos estavam interessados naquele item, mas que por algum motivo nunca compraram (sim, eles existem!).

2. Implemente estratégias de marketing adequadas ao seu negócio

Se você trabalha com ferramentas de e-mail marketing, esse é um bom momento para analisar a sua lista e segmentá-la: você tem clientes fiéis ou apenas usuários que deixaram seus contatos para receber novidades? A ideia é pensar em uma estratégia mais individualizada para cada público consumidor.

Por exemplo: para o cliente que já comprou mais de uma vez, talvez um cupom de desconto mais agressivo ou a oportunidade de ganhar um super brinde possa ter um efeito positivo. Para aquele que nunca comprou, um desconto no seu produto “carro-chefe” pode ser o caminho para fechar mais uma venda. Lembre-se: ser objetivo e direto em todos os e-mails que enviar.

Para ganhar um diferencial entre a concorrência e garantir mais vendas, você pode incrementar seu e-commerce com os banners gratuitos. Por exemplo, a plataforma Nuvem Shop oferece a seus lojistas alguns exclusivos.

3. Ofereça um super atendimento

Esse é um ponto imbatível dos pequenos lojistas: atendimento eficiente e mais afetuoso. Se a concorrência é grande, você pode “fisgar” o visitante se oferecer um atendimento online personalizado. É importante contar com uma ferramenta que possa atender a múltiplos visitantes em dias de grande movimento.

A Nuvem Shop te ensina a adicionar um chat online para o seu e-commerce de uma maneira bem simples. Nem sempre é preciso que você esteja online 24 horas por dia, mas nos períodos mais movimentados (como Black Friday e Natal) pode ser interessante ampliar esse horário. Outro ponto essencial é destacar-se no pós-venda, oferecendo uma política de trocas e retornos eficiente.

4. Seja ativo nas redes sociais

Você já deve ter percebido que as pessoas adoram compartilhar boas ofertas. Como as redes sociais ganham novos ativos comunicadores a cada dia que passa, lembre-se de publicar nas páginas do seu negócio com hashtags como #BlackFridayBrasil, #BlackFriday2016, entre outras.

Já está comprovado que a Black Friday é uma experiência única para cada lojista e, agora, é preciso estar preparado. Lembre-se que, se um cliente passou por uma experiência agradável durante essa data, onde todo mundo está fazendo compras on-line, com certeza ele voltará ao longo do ano, e essa fidelização é muito importante para a sua marca.

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Adyen fecha parceria com a Sabre para expandir meios de pagamentos das companhias aéreas

A Adyen, líder global em tecnologia de pagamento, anuncia hoje parceria com a Sabre Airline Solutions, empresa de SAAS especializada em companhias aéreas, permitirá às companhias de aviação aceitar formas de pagamento do mundo todo e aos viajantes, pagar da forma que mais confiam.

A nova extensão proporcionará às empresas clientes da Sabre, como a Aeromexico e a Alitalia, todas as vantagens da plataforma global de pagamentos da Adyen, como estabilidade e escalabilidade sem paralelo no mercado. Por meio de mais de 250 formas de pagamento em mais de 150 moedas, os passageiros escolherão pagar como lhes convier, independente de onde estiverem no mundo.

A partir de agora, as companhias aéreas integradas à Sabre terão acesso a uma solução de pagamentos com funcionalidades avançadas que otimiza o processamento de cada transação. Entre elas, o uso de tratamento de dados para aumentar as taxas de conversão e uma ferramenta integrada de gerenciamento de risco, que mantém a fraude em níveis mínimos – resultando em faturamento maior para as empresas e consumidores mais satisfeitos.

Além disso, a solução da Adyen obedece as regras de compliance da PCI – Payment Card Industry Compliance, o que permite às companhias aéreas repassarem parte deste esforço para a Adyen.

“Essa nova parceria é uma grande vantagem para nós. Desde que começamos a trabalhar com a Adyen no México, nossas taxas de conversão aumentaram 8%. Nós estamos muito satisfeitos com os resultados e temos planos de que essa parceria se estenda globalmente”, comemora Anko van der Werff, Chief Revenue Officer da Aeromexico.

A Adyen também vê muitas vantagens na integração com a Sabre. “Nós estamos muito contentes pois esta parceria estenderá a disponibilidade de nossa solução de pagamentos global para um número ainda maior de airlines. Trabalharemos juntos para proporcionar uma plataforma unificada por meio da qual as empresas de aviação continuarão a crescer”, finaliza Andy Guenthard, vice-presidente Sênior de Parcerias, Viagens e Transportes da Adyen.

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NHS estima crescer 33% em seis meses com novo acordo de distribuição

A Alcateia, pioneira na distribuição de soluções de informática, acaba de selar acordo de distribuição com a NHS, especializada na produção de nobreaks. A fabricante brasileira quer aumentar a capilaridade da marca NHS na região Sudeste, nos canais em que a distribuidora atua. “A expectativa de ampliar nossa penetração em regiões onde a Alcateia tem forte presença e a NHS tem demanda não realizada, leva-nos a apostar em um crescimento médio de 33% no faturamento em um período de seis meses, muito em função do posicionamento consolidado da Alcateia no mercado,” estima a gerente comercial, Maria Helena Garcia.

Ainda segundo Maria Helena, historicamente, o segundo semestre do ano apresenta melhores resultados que o primeiro. Para 2016, mesmo diante da crise econômica, a NHS aposta neste cenário. “Observamos aumento de intenções de compras no último bimestre, o que deve se refletir em negócios para os próximos meses”, comenta.

O foco das vendas são os segmentos de TI, varejo e projetos nas áreas de infraestrutura, para os quais a NHS possui amplo mix de produtos, com forte sinergia com o business da Alcateia. O diretor comercial da Alcateia, Ricardo Marques, explica que entre as ofertas disponíveis para as revendas estão as linhas Interactive de 600VA a 1.5KVA de nobreaks com alta tecnologia, senoidal de 1KVA a 5KVA, que protege contra instabilidades, para segmentos de TI e a linha online dupla conversão com equipamentos acima de 3KVA, que são redes vitais e alimentam com energia, para projetos de médio e grande portes.

A Alcateia oferece todo portfolio de produtos e soluções para infraestrutura de servidores de informática, data centers, sistemas de telecom e CFTV, automação residencial, comercial e industrial, impressoras plotters, refrigeradores, semáforos, equipamentos de missão crítica. “Além disso, nossos canais contam com total suporte pré e pós-vendas, registro de oportunidade e treinamentos,” lembra Marques.

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Presidente da Sociedade Brasileira de Computação alerta para a necessidade de capacitação

O Brasil tem 149.716 empresas ativas na área de Internet, que geram 400 mil empregos e cujo faturamento alcançou R$ 150 bilhões em 2015, de acordo com informações do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT). Mesmo com a instabilidade econômica e política que o País enfrenta, a indústria de TI terá um cenário com sinais de melhora a partir de 2017. A expectativa é de um crescimento de 1,6% nos investimentos alocados em recursos computacionais frente a 2016, segundo a Gartner, renomada empresa de consultoria, com sede em Stanford, Connecticut, Estados Unidos.

No entanto, mesmo com esse cenário promissor, existe uma carência de capacitação na área, já que a oferta de mão de obra qualificada não tem sido suficiente para as empresas, que procuram profissionais para ocupar posições estratégicas em um período de instabilidade econômica. Atualmente o setor emprega 1,3 milhão de pessoas, de acordo com a Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom). A perspectiva é de que, nos próximos quatro anos, o Brasil irá precisar de 750 mil profissionais nessa área. Os números apresentados pela Associação Brasileira de Internet (Abranet) apontam que em 2022 serão três milhões de empregados trabalhando em TI, contra 1,5 milhão em 2015. Mas, existem 50 mil postos que estão esperando por um profissional qualificado.

“A computação é uma das áreas mais importantes para a economia brasileira e este é um setor que só tende a crescer nos próximos anos. A TI é uma área crucial para diversos outros segmentos como indústria, serviços, e agricultura. Além disso, o país que quiser estar na vanguarda deve continuar investindo na capacitação de pessoas para atender esta demanda crescente”, destaca o presidente da SBC (Sociedade Brasileira de Computação), Lisandro Zambenedetti Granville.

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Cibersegurança: um debate necessário aqui e agora

Segundo Scott Carlson, ex-diretor de Segurança da Informação na PayPal e um dos palestrantes do DCD Converged Brasil, “à medida que as ferramentas de combate aos ataques cibernéticos se tornam mais fortes e sofisticadas, os ataques se transformam em igual proporção. Passam, por exemplo, de um perfil de roubo de informação para um perfil mais agressivo e mais orientado a provocar problemas nas empresas”. Ainda de acordo com o especialista, “quando falamos de ataques cibernéticos, já não se trata de uma questão de ‘se acontecesse’, mas sim, de ‘quando vai acontecer’. O sucesso nos resultados está condicionado à capacidade para atacar o problema no momento certo e, quando se fala de data center, não existe outra opção que não seja começar pela desagregação analítica de todos os elementos que compõe sua infraestrutura e tecnologia”, completa.

Quando perguntado sobre o significado da sua vinda ao Brasil, Scott Carlson mostra-se entusiasmado com a possibilidade de poder compartilhar os conhecimentos obtidos ao longo de 20 anos nas maiores empresas a nível global com os especialistas brasileiros. “Falarei sobre tudo aquilo que qualquer líder de TI necessita saber para poder avançar de forma rápida no desenvolvimento de suas estratégias, planos e ações de cibersegurança”, explica.

De acordo com Thiago Franco, gerente de Negócios da DatacenterDynamics para Brasil e Portugal, “é muito importante para todos nós poder encontrar um espaço de máximo protagonismo para o tema da cibersegurança na 8ª edição do congresso DCD Converged Brasil”. O executivo destaca ainda o apoio oficial ao evento por parte do ISACA Brasil, através do seu capitulo de São Paulo, e a necessidade de envolver toda a comunidade de profissionais em um debate tão importante para um país que deseja consolidar sua posição como hub global de tecnologia e conectividade.

DCD Converged Brasil 2016

Quando: 8 e 9 de novembro

Onde: Centro de Eventos Pro Magno

Endereço: Rua Samaritá, 230 – Casa Verde – São Paulo (SP)

Mais informações: http://www.dcdconverged.com/conferences/brasil-2016

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Empresa lança ‘diagnóstico a jato’ de Compliance

De olho em um mercado milionário, alimentado por previsões de investimentos externos de até US$ 200 bilhões nos próximos anos no Brasil, a consultoria anglo-brasileira de compliance e investigação de crimes de colarinho branco Wolfe Associates lança este mês um serviço inédito de diagnóstico de governança corporativa. Focada em empresas de médio e grande portes, a consultoria passa a oferecer um serviço de diagnóstico rápido – e gratuito – de mapeamento de riscos para criação ou refinamento de políticas de compliance, gestão de crise e otimização de desempenho de negócios.

A previsão do grupo é que o processo, em média, dure apenas um dia – e forneça às empresas um cenário de áreas que oferecem riscos em termos de fraudes, corrupção ou outros desvios de conduta corporativa, além da localização de potenciais pontos desprotegidos nos principais eixos de seu meio ambiente administrativo.

“Furos na gestão de compliance são inevitáveis dada a atual alta complexidade das empresas”, diz o advogado internacional Barry Wolfe, veterano profissional do mercado que já foi chamado de “Sherlock do setor financeiro” pelos esquemas criminosos que desvendou tanto com sua empresa quanto quando foi diretor da KPMG Forensic. “O que estamos propondo é um segundo olhar, externo, para as companhias que já têm área de governança – e, para as muitas que não a tem, um mapa da mina para a criação de uma estrutura de compliance.”

Um dos pontos em que a estratégia da Wolfe Associates se baseia é a necessidade de compliance estruturado em empresas que querem disputar parte dos investimentos que começam a vir do Exterior. “No Brasil com a imagem chamuscada pelos atuais escândalos, governança é condição fundamental para parcerias ou investimentos de fundos estrangeiros”, explica o advogado inglês Edward Jenkins, membro do Queens Consuel e um dos mais importantes especialistas em crimes de colarinho branco da Grã Bretanha.

Além de Wolfe e Jenkins, o time responsável pelo “flash diagnostic” é capitaneado pelos consultores Jefferson Almeida e Marcelo Pereira, especialistas em auditoria forense e financeira e ambos ex-executivos de companhias como Ernest & Young e PwC.

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Segundo debate entre Hillary e Trump foi o mais Tweetado da história

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O segundo debate entre os candidatos à presidência dos Estados Unidos Hillary Clinton (@HillaryClinton) e Donald Trump (@realDonaldTrump), realizado na noite deste domingo (9) em Saint Louis, gerou mais de 17 milhões de Tweets, quebrando o recorde histórico de volume de conversas para esse tipo de evento.

Os temas de maior discussão no Twitter durante o debate foram terrorismo, relações internacionais, economia, saúde e armas. Os maiores picos de conversas ocorreram quando Trump afirmou discordar de seu companheiro de partido Mike Pence (@mike_pence) em relação à política para a Síria; na hora em que o candidato republicano declarou ser cavalheiro; e no momento em que Trump disse que Hillary estaria presa em sua administração. Durante o evento, Hillary Clinton conquistou 25 mil novos seguidores em seu perfil no Twitter e Donald Trump, 16 mil.

O debate foi transmitido pelo Twitter em parceria com a Bloomberg. O Moments, ferramenta de curadoria do Twitter que busca os melhores Tweets e assuntos mais relevantes todos os dias, também fez uma cobertura ao vivo do evento, com link para o live streaming.

O terceiro e último debate ocorrerá na quarta-feira, 19 de outubro, a partir das 21:30 (horário de Brasília). Os consumidores poderão assisitir ao debate a partir do link debates.twitter.com e do perfil da Bloomberg Politics (@bpolitics).

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Planejamento eficaz começa com a definição dos seus interesses – Por Glauco Cavalcanti

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O planejamento é, sem dúvida, uma das etapas mais importantes do processo de negociação. No entanto, o que vemos são negociadores que improvisam e usam as informações disponíveis naquele instante para tomar decisões. Não percebem que muitas negociações são ganhas fora da mesa a partir da qualidade do planejamento que é realizado. Na mesa, negociadores profissionais estão apenas executando aquilo que foi traçado e definido de forma estratégica fora da mesa. A relação entre uma boa preparação e uma negociação de sucesso é mal-entendida e subestimada. Com frequência, os problemas que surgem em muitas negociações são consequência da falta de preparação de uma ou mais partes.

As pessoas não se preparam para uma negociação basicamente por três motivos: não acreditam suficientemente na eficácia da preparação (confiam mais na intuição), estão ocupadas demais para investir tempo nisso ou simplesmente não sabem como se preparar de maneira produtiva. Um dos principais conceitos para se preparar para uma negociação é saber claramente qual é a sua posição e quais são seus interesses. Existe um conto que, de forma lúdica, explica essa diferença. Trata-se da história de João, Maria e a laranja.

Certo dia o pai chegou em casa e encontrou seus filhos João e Maria brigando por uma laranja. Só havia uma laranja na casa, ou seja, era um recurso escasso e ninguém queria ceder. João dizia que queria a laranja. Maria dizia que queria a laranja. O pai, então, pensou em uma forma de resolver aquele conflito entre os filhos e falou: “vou resolver este problema já que não conseguem chegar a uma solução”. Os filhos ficaram atentos para a decisão do pai: “João corte a laranja e Maria escolha o primeiro pedaço”. João não queria que Maria levasse um milímetro a mais da laranja e por isso mediu o local exato que iria cortar a laranja. Partiu bem no meio. Sabia que se partisse 60% x 40% Maria teria o poder da escolha e pegaria o maior pedaço. Para evitar isso João cortou bem no meio. Certinho. Maria olhando os dois pedaços tão iguais escolheu um. João então ficou com a outra metade da laranja. Cada um saiu para um lado e o problema foi resolvido. Pergunto ao leitor(a), o pai resolveu o conflito? Foi uma solução inteligente? E, por último, foi a melhor solução possível com o recurso disponível?

A princípio parece ser uma solução inteligente e a melhor possível com o recurso disponível. Mas o pai desconfiado seguiu João até o quintal da casa onde viu o filho espremendo a laranja e tomando o suco, depois João jogou a casca fora. Na sequencia o pai encontrou Maria na cozinha da casa. A filha raspava a casca da laranja e enfeitava o bolo de aniversário da avó. Maria só usou a casca da laranja e jogou o restante fora.

Esta é a diferença entre posição e interesse. Posição é aquilo que dizemos que queremos, são as demandas e exigências que fazemos. Neste caso a posição de João e Maria era: “queremos a laranja”. Posição são as exigências. “Eu quero isso”, “este é o preço que quero por este produto”. Sempre que alguém nos fala o preço de um produto ou serviço isto é a posição. No caso de João e Maria a posição “quero a laranja”, mas não é isto que de fato eles realmente precisavam para atender suas necessidades. Cada um precisava de uma parte diferente da laranja. João precisava do suco e Maria da casca. O interesse é mais profundo do que apenas suco e casca. O verdadeiro interesse de João era matar sua sede. Já Maria tinha o interesse de agradar a avó.

Quando definimos de forma equivocada nossos interesses na fase do planejamento, tendemos a conduzir toda uma negociação de forma equivocada. Este é um dos maiores erros cometidos por negociadores: não distinguir qual é a posição e quais são os verdadeiros interesses. Toda demanda, exigência ou valores é posição. Ao passo que interesse é tudo aquilo que preciso para satisfazer minhas necessidades. Antes de sentar à mesa de negociação defina seus interesses e não fique apegado à sua posição. Afinal, você não quer travar uma barganha posicional com a outra parte. O que quer é atender seus interesses. Muitas vezes nos agarramos nas nossas posições e nos desgastamos muito neste processo que vira uma queda de braço ou cabo de guerra. Seja um caçador de interesses e solucionador de problemas. Negociação não é tanto atender suas posições, e sim, satisfazer seus interesses pessoais.

Glauco Cavalcanti, fundador da empresa GC-5 Soluções Corporativas e autor do livro ‘Decolando para o Futuro’, juntamente com a consultora Márcia Tolotti.

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Qualityware e Prime Control promovem evento para apresentar soluções para aumentar produtividade em ambientes SAP

As empresas curitibanas Qualityware e Prime Control reuniram clientes e parceiros para apresentar soluções que aumentam qualidade e produtividade de projetos em ambiente SAP. O evento marca uma parceria entre tradicionais especialistas em qualidade de software e infraestrutura de TI e também contou com apresentação da integradora Tenti, do Rio de Janeiro.

Veja como foi o SAP Solutions Day em reportagem em vídeo do Valor Agregado.

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Tecnologia quântica: o futuro no processamento de dados – Por Luis Casuscelli

A teoria da relatividade, do físico alemão Albert Einstein, afirma que nada que tenha massa pode se mover mais depressa que a luz. Até onde os estudiosos sabem, o Universo segue esta regra. Mas… qual é o cenário diante da inexistência da massa? É aí que entram as tecnologias quânticas, surgindo como uma solução significativa e revolucionária. A Atos, líder internacional em serviços digitais e parceira mundial de TI do Comitê Olímpico Internacional (COI), mostra sua visão no mais recente boletim sobre tecnologia quântica e como ela impacta o setor de serviços financeiros.

A oferta de tecnologias quânticas tem o potencial de revolucionar amplamente um grande número de áreas da Tecnologia da Informação. Junto com os benefícios e oportunidades do imenso poder de processamento, porém, surgem as ameaças e os riscos à cibersegurança. Como preparar o setor financeiro, no qual o quantum terá um papel importante, para minimizar riscos como a quebra da criptografia e aproveitar as oportunidades?

As perspectivas em relação ao volume de dados movimentados impressionam. Em 2020, chegaremos aos 40 zetabytes: 40 mil bilhões de bilhões de dados utilizáveis no mundo. Isso é mais do que o número de grãos de areia na Terra.

Os computadores quânticos prometem um salto à frente em velocidade e em resolução de algoritmos, com potencial para quebrar a maioria dos métodos criptográficos usados atualmente. Esse “criptodesastre” deve se tornar uma real ameaça daqui a 5 ou 10 anos, mas, quando chegar, será tarde demais para reagir com eficácia. Precisamos desenvolver estratégias de intercâmbio de informações que sejam capazes de resistir a ataques quânticos. Se o mundo não se preparar agora para esses riscos, haverá quebras generalizadas de segurança que colocarão em risco todo o sistema bancário – e não só ele.

A Atos oferece ideias baseadas em extensa pesquisa feita no setor financeiro. As implicações potenciais da tecnologia significam que as instituições financeiras devem começar imediatamente a se preparar para ela. Em termos de segurança, isso deve ser feito avaliando o risco do quantum e investimento em criptografia quântica confiável, por exemplo, em algoritmos seguros de criptografia quântica e redes QKD (Quantum Key Distribution – Distribuição Quântica de Chaves, em tradução livre). Já existem entidades prontas para fornecer esses serviços e empresas que estão apertando o passo para fazer o mesmo.

Preparando-se para patentear

A capacidade de produzir e patentear algoritmos quânticos antes da chegada da computação deste tipo às Finanças dará uma grande vantagem às empresas. Nos estágios iniciais de implementação dos computadores quânticos em Finanças, a capacidade real de computação será a do hardware disponível. Neste contexto, a vantagem de uma empresa sobre as rivais virá do desenvolvimento de software. Acreditamos que o período crítico para isso será o dos próximos cinco anos. Depois desse ponto, não se poderá garantir a segurança da transferência de dados criptografados, pois o advento da computação quântica estará iminente.

O progresso de criação e desenvolvimento de computadores quânticos continuará devido à colaboração de pesquisas acadêmicas, como a Quantum Computing Hub (Reino Unido) e a QuTech (Holanda). No entanto, só com envolvimento acadêmico ou pesquisas particulares é que serão produzidos algoritmos quânticos com aplicação direta em Finanças.

Um passo à frente com a Atos

Com 30 petaflops, mais de 30 milhões de bilhões de transações por segundo, o supercomputador Bull Sequana, já em operação na Europa, nos habilitará a fornecer o mais poderoso supercomputador do mundo. E nos permitirá chegar ao exaflop, um bilhão de bilhões de operações por segundo, o que alcançaremos por volta de 2020 — mas este é só o começo. Já estamos trabalhando em um projeto de computador que seus cientistas precisarão ter em 2025. Como as tecnologias atuais chegaram aos limites físicos do material (especialmente em termos de calor) e da velocidade da luz, estamos buscando uma ruptura tecnológica: o computador quântico para o horizonte pós-2030.

Luis Casuscelli, diretor de Big Data e Security da Atos América do Sul.

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