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Toshiba expande operação de impressão no Brasil

A divisão de multifuncionais da Toshiba inicia uma nova fase no Brasil após a compra de sua operação pelo Grupo Malca, que passa a representá-la em todo o território nacional vendendo com exclusividade os produtos da marca Toshiba. O foco do Grupo Malca é atuar no mercado de outsourcing de impressão nos setores corporativo e público.

A gigante japonesa, que fatura US$ 63 bilhões e é o oitavo maior grupo de manufatura eletrônica integrada, quer retomar seu crescimento no mercado nacional através do desenvolvimento de revendas para a distribuição de impressoras multifuncionais e térmicas.

“O foco da Toshiba é tornar a operação brasileira a maior da América Latina. E este alinhamento estratégico está atrelado a alguns fatores, como as perspectivas da retomada da economia brasileira, o reconhecimento da marca, a sua estratégia diferenciada de logística, as condições de financiamento especiais e o perfil dos equipamentos, que têm uma característica premium, ou seja, são mais duráveis, pois é o único fabricante a oferecer três anos de garantia em seu portfolio de equipamentos, o que resulta num baixo custo total de propriedade (TCO)”, explica o CEO do Grupo Malca, Michel Atie.

O executivo também atribui a expectativa de bons resultados nos negócios em função da Toshiba ser uma empresa que tem como lema a transparência e o respeito com os parceiros. “Esta era uma qualidade que procurávamos para firmar uma aliança”, resume Atie.

Segundo o executivo, em relação às multifuncionais, não há setores específicos a serem atacados, porém, a oferta será voltada principalmente para empresas que necessitam de processos digitais, pois a fabricante disponibiliza equipamentos voltados a essa demanda. “Uma multifuncional dentro da área jurídica promoverá um workflow padronizado para a demanda deste departamento. A mesma função pode ser adotada para recursos humanos e financeiro, entre outros”. Já a linha de impressoras térmicas tem como alvo os segmentos industriais, logística, varejo e saúde, que inclui farmacêuticas e hospitais.

Para esta nova etapa de atuação no País, a Toshiba soma através do Grupo Malca uma operação com 200 colaboradores e 230 clientes diretos em seus contratos de serviços HaaS (Hardware as a Service), tendo como alvo de crescimento a expansão via canais. De acordo com Adrian Fuentes, vice-presidente de vendas da Toshiba America Business Solution, a expectativa é que a operação brasileira tenha um crescimento expressivo por se tratar do maior mercado na região.

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Embratel lança soluções de Storage como Serviço

A Embratel lança hoje soluções de Storage as a Service: Cloud Storage e Network Storage. As novas ofertas permitem o armazenamento de arquivos e objetos na Nuvem da Embratel, com acesso via Internet e rede privada, com a vantagem que os clientes podem pagar conforme o uso dos serviços. Os novos produtos de armazenamento (storage) integram o portfólio de segurança da empresa e serão anunciados durante o Futurecom 2016, principal evento de TIC da América Latina e que acontece de 17 a 20 de outubro, em São Paulo.

“As ofertas Cloud Storage e Network Storage vieram complementar nossa família de serviços em Nuvem, tornando o portfólio de produtos da Embratel ainda mais completo, com maior abrangência e mais benefícios para empresas de todos os tamanhos”, diz Mário Rachid, Diretor Executivo de Soluções Digitais da Embratel. Segundo ele, as duas modalidades garantem alta disponibilidade de dados armazenados, com SLA (garantia de nível de serviço) de 99,9%, atrelada à alta performance e desempenho da rede da Embratel.

A Cloud Storage da Embratel é uma plataforma escalável para armazenamento, gerenciamento e distribuição de objetos na Nuvem via Internet, com alta disponibilidade e durabilidade. A nova oferta é ideal para guardar e disseminar conteúdos como sites e sistemas virtuais, fazer backup on-line e armazenar grande volume de dados como imagens, músicas, documentos, e-mail, entre outros. A nova solução destaca-se por utilizar o software de código aberto OpenStack para gerenciar os componentes de múltiplas infraestruturas virtualizadas, funcionando independentemente de servidores e de outros equipamentos.

Já com a Network Storage, o cliente consegue ampliar o desempenho e a capacidade de sua infraestrutura, associando seus servidores a uma solução de armazenamento de arquivos de forma centralizada, escalável e baseada na plataforma NAS – Network Attached Storage (armazenamento conectado à rede). A oferta é recomendada para o armazenamento de volumes de tamanhos e desempenhos variados que precisam estar acessíveis por rede privada, via protocolo NFS – Network File System (diretório virtual de compartilhamento entre computadores conectados em rede).

A solução ainda permite que arquivos salvos na rede sejam acessados ou compartilhados por mais de um dispositivo. Para contratar a oferta de Network Storage, é necessário que o cliente já possua servidores conectados ao Data Center da Embratel, que possui a maior abrangência de conexão de rede do Brasil, com ótima latência, alta velocidade e o melhor tempo de resposta para aplicações.
O portfólio de produtos da Embratel permite ao cliente terceirizar toda a sua infraestrutura de TI, inclusive com soluções como as de Cyber Intelligence, Data Center Virtual, Core Infrastructure, Network Suite, Experience Monitoring, Backup e Storage Protect, Security Services, Managed Services e Disaster Recovery.

Portfólio de segurança da Embratel

As soluções de Storage as a Service podem ser utilizadas em conjunto com a nova oferta de Cyber Intelligence, que está sendo lançada no mercado esta semana para proteger empresas de ataques cibernéticos e de invasões capazes de colocar em risco suas estruturas de TI e de Telecom. Também podem ser integradas a outras soluções da Embratel, como o Data Center Virtual, que é uma linha de serviços capaz de unir a flexibilidade das soluções hospedadas em Cloud com a robustez do Hosting gerenciado.

“Com a Embratel, os clientes possuem soluções completas, desde a infraestrutura até todo o suporte necessário as suas aplicações”, afirma Mário Rachid. Segundo ele, outro destaque do portfólio da Embratel é o Core Infrastructure que reúne todos os elementos essenciais para hospedar o ambiente de TI do cliente em um Centro de Dados. Já o Network Suite, oferece soluções de conectividade e alta disponibilidade de rede. Proporciona crescimento escalável, conforme a necessidade dos negócios. No âmbito do monitoramento, o Experience Monitoring inclui soluções com total integração em diferentes ambientes, correlacionando dados e permitindo visualização de indicadores de desempenho.

Na área de Backup, o produto Backup e Storage Protect permite fazer o armazenamento centralizado e gerenciado, garantindo maior benefício no ciclo de vida da informação. Com a adoção de políticas de proteção (backup), dados críticos ficam seguros e disponíveis a qualquer momento. O Security Services apresenta soluções flexíveis e em conformidade com as normas de segurança internacional. É uma linha de serviços que agrega melhorias contínuas, gerencia o risco e antecipa possíveis impactos nos negócios dos clientes.
Para o ambiente de gestão, a Embratel oferece o Managed Services para gerenciar cada componente do ambiente de TI das empresas, e o Disaster Recovery para cópia adicional de dados e proteção em caso de desastre.

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Futurecom 2016: Claro e Ericsson apresentam testes inéditos com o 5G

A Claro e a Ericsson fazem o primeiro teste da tecnologia 5G no Brasil durante a Futurecom 2016. A demonstração permitirá que operadoras de telecomunicações e parceiros, como instituições acadêmicas, centros de saúde, setor de energia e agricultura, testem os recursos do 5G em uma rede ao vivo.

O 5G possibilitará às organizações entrarem em mercados pouco explorados e desenvolver novos modelos comerciais, incluindo aplicações voltadas para a internet das coisas. Os recursos disponíveis a partir do uso dessa tecnologia incluem maior capacidade de rede e ampliação do tráfego de dados, baixa necessidade de energia, mais segurança e confiabilidade, bem como latência reduzida.

“Esse é um importante passo para a evolução das redes de telefonia celular no Brasil. Estamos muito satisfeitos em viabilizar, pela primeira vez no país, testes com o 5G e participar ativamente do desenvolvimento dessa tecnologia. A quinta geração da telefonia móvel permitirá tráfego de dados centenas de vezes maior do que é oferecido hoje, podendo conectar 100 vezes mais dispositivos”, afirma André Sarcinelli, diretor de engenharia da Claro.

“Novas tecnologias de informação e comunicação (TIC) podem dar suporte à transformação virtual de todos os setores da sociedade, bem como de todas as indústrias. Estamos convencidos de que a próxima geração de banda larga móvel e de internet das coisas, habilitadas pelo 5G, vão acelerar ainda mais as oportunidades de avanço em diferentes setores da indústria e em novas aplicações”, diz Eduardo Ricotta, vice-presidente da Ericsson responsável pela unidade de negócio no Brasil. “Tirar os testes dos laboratórios e trazê-los para as redes, como estamos fazendo na Futurecom, é parte importante do processo que permitirá estar com as redes comerciais prontas em 2020”, complementa.

O acordo entre a Ericsson e a América Móvil, maior grupo de telecomunicações da América Latina e controlador das marcas Claro, NET e Embratel no Brasil, para testar o 5G foi feito em 2015, durante um encontro com o governo brasileiro na sede da Ericsson, na Suécia, onde a empresa anunciou que também daria suporte ao país em sua agenda digital.

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84% dos consumidores A e B já usam aplicativos para fazer transações financeiras, aponta pesquisa do Collinson Group

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Estudo do Collinson Group baseado em entrevistas com 6.125 consumidores que possuem entre 10 a 15% dos salários mais altos da Austrália, Brasil, China, França, Hong Kong, Índia, Singapura, Reino Unido, EUA e dos Emirados Árabes Unidos, constatou que 84% dos consumidores da elite econômica brasileira (classes A e B) já utilizam aplicativos para serviços bancários e financeiros – em 2014 eram 78%. O estudo também revelou que a maioria dos clientes (56%) prefere fazer suas operações bancárias on-line ou via aplicativo móvel, enquanto 44% prefere usar o telefone ou ir a agência bancária.

Outras informações importantes da pesquisa incluem:

– 79% fazem pagamentos digitais sempre que possível

– 74% dizem que o mobile banking é extremamente importante

– 74% citam uma boa experiência digital como fator importante na fidelidade à marca

– 63% usam carteiras digitais (incluindo Apple Pay, Google Wallet ou PayPal), um risco para as marcas de serviços financeiros

– 79% dizem que se sentem leais ao seu banco

– 73% afirmam esperar recompensas e reconhecimento por esta fidelidade,

– 43% não acreditam que os bancos ofereçam recompensas ou reconhecimento por sua fidelidade

No entanto, o estudo mostra que as instituições que estão investindo em programas de fidelidade abrangentes, que incluem não apenas benefícios ligados aos cartões de crédito, mas também referentes `as contas correntes, aos seguros e investimentos oferecidos etc, estão colhendo benefícios, incentivando 81% dos seus participantes a gastar mais, enquanto os programas exclusivos de cartão de crédito influenciam positivamente 74%.

“Nos mercados ocidentais desenvolvidos, após o sucesso inicial dos programas de fidelidade, temos visto instituições financeiras lutarem para atender as expectativas de seus clientes com serviços digitais. Mercados emergentes, como o Brasil, parecem estar começando a seguir essa tendência. À medida que o mercado cresce e mais marcas começam a competir por atenção, comportamentos de fidelização tendem a espelhar os dos mercados ocidentais e as instituições financeiras brasileiras terão de trabalhar ainda mais para solidificar suas relações com os consumidores”, afirma Danilo Vasconcelos, diretor geral do Collinson Group no Brasil.

Segundo ele, “apesar de muitas instituições de serviços financeiros brasileiros estarem modernizando seus serviços digitais, suas ofertas de fidelização não estão mantendo o ritmo dessas atualizações e, caso isto não seja corrigido, essa tendência conduzirá inevitavelmente à insatisfação do cliente e consequentemente ao fracasso do programa de fidelidade. Se você olhar para alguns exemplos dos mercados ocidentais mais desenvolvidos, algumas instituições financeiras já estão reconhecendo isso e as empresas brasileiras fariam bem em seguir esta tendência. Por exemplo, no Grupo Collinson nós trabalhamos com o Commonwealth Bank, segundo maior banco da Austrália, ajudando-os a modernizar com sucesso seus programas de fidelização e serviços digitais, permitindo aos participantes resgatar seus pontos em tempo real no ponto de venda físico de parceiros selecionados. Os participantes de programas de fidelidade não só de cartão de crédito, mas de qualquer segmento, têm a opção de pagar por produtos em lojas de varejo diretamente com pontos. Neste momento, soluções similares apenas se iniciam no Brasil”.

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ECI investe em equipe nacional e nomeia Rogério Munuera como Country Manager Brasil

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A ECI, fornecedora global das soluções ELASTIC Network para provedores de serviços, Utilities e operadores de datacenter, anuncia a nomeação de Rogério Munuera como Country Manager para o Brasil. Com vasta experiência em telecomunicações e networking, a colocação do executivo faz parte da fortificação da estrutura da ECI na América Latina.

“A equipe de vendas da ECI aumentou 20% em 2015 e a nomeação do Rogério Muruera reflete esse desenvolvimento, bem como a crescente importância estratégica da América Latina para a empresa israelense, presente há mais de 50 anos no mercado e que hoje atua em mais de 30 países. Confiamos em seu dinamismo e estou seguro que ele vai contribuir para acelerar a posição da empresa no mercado brasileiro”, diz Carlos Brito, General Manager para as Américas.

Desde a faculdade Munuera mesclava no currículo pessoas e tecnologia, tendo na formação acadêmica Engenharia Eletrônica, Marketing e Business Management. Essa combinação fez com que ele passasse com sucesso por grandes corporações e desenvolvesse sua carreira em vendas no campo tecnológico.

Por quase 20 anos, o brasileiro tem atuado no setor de provedores de serviço, tendo trabalhado em empresas como a americana Juniper Networks, a britânica PromonLogicalis, as brasileiras Telsinc Tecnologia e Cernet Tecnologia e Sistemas e a canadense Nortel Networks.

“Minha trajetória profissional é inteira permeada por relacionamento com clientes e gerenciamento de serviços. Acredito que minha experiência em conectar empresas internacionais com o campo de negócios brasileiro está em linha com a estratégia de vendas da ECI e que juntos poderemos alcançar importantes resultados”, afirma Rogério Munuera.

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Ingram Micro marca presença no IBM Systems Technical University Brasil

Entre hoje, 18, e quinta-feira, 20 de outubro, acontece em Atibaia-SP, o IBM Systems Technical University Brasil, evento realizado pela IBM para atualizar os profissionais sobre a evolução e o potencial de aplicação de suas principais tecnologias. A Ingram Micro, subsidiária do maior distribuidor mundial de tecnologia, participa do encontro e mostra o portfólio de produtos e soluções da fabricante. No dia 19, realiza, ainda, um café da manhã com parceiros e executivos da IBM para discutirem sobre assuntos que visam a melhoria no desenvolvimento dos negócios conjuntos e na forma de apoiá-los.

“Sempre procuramos conhecer nossos revendedores, ouvir suas necessidades e ajudá-los a fazer negócios. Esse evento é uma ótima oportunidade para isso e para ficarmos alinhados com as soluções e estratégias da IBM. Vamos aproveitar para criar uma aproximação ainda maior entre nossas revendas, nossos clientes finais e os executivos da IBM”, declara Diego Utge, VP & Brazil Chief Executive da Ingram Micro.

O IBM Systems Technical University Brasil acontece no Hotel Bourbon Convention & Spa Resort e apresenta as principais novidades de IBM Systems na área de hardware, computação cognitiva, cloud computing, analytics, mobile, social business e segurança da informação. São mais de 200 sessões de capacitação, certificações e laboratórios para troca de experiências e melhores práticas com os líderes de mercado.

IBM Systems Technical University Brasil

Local: Hotel Bourbon Convention & Spa Resort – Atibaia
Data: de 18 a 20 de outubro de 2016

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Yahsat mantém investimento de US$ 200 milhões para universalização de banda larga via satélite no Brasil

A Yahsat, operadora de satélite sediada no Emirados Árabes Unidos, reitera no Futurecom 2016 sua entrada no mercado brasileiro. A companhia, que é a 7ª maior operadora de satélite em termos de receita, reconfirmou que fixou seus investimentos em US$ 200 milhões desde 2014 diante do lançamento de banda KA, o Al Yah 3.

Após o lançamento do terceiro satélite, a empresa que tem cobertura no Oriente Médio, África e regiões Central e Sudoeste da Ásia, também oferecerá serviços no Brasil a partir de 2017. Em maio de 2015, a Yahsat venceu um leilão público liderado pela Anatel e obteve os direitos de operar um satélite, como uma operadora brasileira, no mercado nacional onde a licença foi concedida no começo deste ano.

A Yahsat vê o Brasil como um dos principais mercados e tem feito investimentos até hoje que incluem dois teleportos no estado de São Paulo, nas cidades de Hortolândia e Jaguariúna. Os teleportos no país proverão uma rede segura e resiliente, assegurando alta disponibilidade e terminação de tráfego dentro do Brasil. Além disso, conforme a Yahsat se aproxima do lançamento em 2017, ela segue incrementando a equipe no Brasil, sediada em seu novo escritório na capital carioca, e está articulando com diversos parceiros estratégicos em sua cadeia de valor para a distribuição de seus serviços. Finalmente, para complementar seus negócios de banda larga, Yahsat também está fechando acordo com vários provedores de serviço como clientes pré-lançamento que têm intenção de usar a Yahsat VNO (operadora de rede virtual) para prover serviços sob medida para seus clientes corporativos finais.

No Futurecom 2016, Masood M. Sharif Mahmood, CEO da Yahsat, comentou sobre a expectativa em prestar serviços no Brasil. “Conforme nos aproximamos de lançar os serviços no Brasil, percebemos a grande oportunidade de conectar usuários por todo o país com uma conexão confiável e estável. Estamos caminhando a passos largos para construir os alicerces desta entrada em um importante mercado e desejamos completar esta jornada”.

Para Marcio Tiago, diretor geral da Yahsat no Brasil, o sucesso dos satélites Yahsat em outras partes do mundo trouxe a experiência para superar este desafio. “Muitos dos mercados que apoiamos são similares ao Brasil, onde há muitas comunidades sem ou com conexão limitada de internet, em que a velocidade de dados é inferior a 1 Mbps. Mais de 60% dos domicílios no Brasil ainda não tem internet banda larga”.

O Al Yah 3, um satélite dedicado exclusivamente à banda Ka, alcançará mais de 95% dos domicílios brasileiros em mais de 5 mil cidades, provendo serviços de banda larga rápida e acessível, assim como links de suporte econômicos e de alta velocidade para operadoras e provedores de serviços.

Em relação ao mercado de atacado, Marcio Tiago detalha a articulação feita até o momento. “Já estamos em negociações com operadoras, provedores de serviço via satélite e suas parceiras para adquirirem serviços de conectividade no atacado. Conexões via satélite de banda Ka são mais acessíveis, rápidas e abrangentes em cobertura, alcançando áreas que não se pode alcançar de forma econômica por soluções terrestres”, aponta Marcio.

A Yahsat no Brasil está participando do Futurecom 2016, em São Paulo, no Transamerica Expo Center, no corredor C, posição C4.

Painéis no Futurecom 2016 – Marcio Tiago, diretor geral da Yahsat no Brasil, participará de dois painéis do Futurecom:

– “Inovações nas Comunicações através de Satélites”, em 18/10, terça-feira, das 16h40-17h50, no auditório Argentina. O painel terá como foco a crescente demanda por serviços de conectividade constante de banda larga em qualquer lugar. As inovações nas arquiteturas das comunicações de banda larga por satélite (LEO, HTS, MSS) serão debatidas por executivos especialistas no sentido de rentabilizar e viabilizar serviços ao mercado com vantagens competitivas às operações com satélites.

– “Soluções para Conectar os Desconectados”, em 19/10, quarta-feira, das 16h40-18h30, no auditório México. O foco das discussões estará nas soluções com maior inovação, viabilidade e vontade política dos países da América Latina em um grande esforço para conectar os desconectados, sem o qual não haverá desenvolvimento sustentável na região.

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Teradata e Tarea fecham parceria mirando novas demandas analíticas no setor público

A Teradata, empresa líder em soluções analíticas, anunciou mais uma parceria em território nacional, dessa vez com a Tarea, empresa de tecnologia situada no Distrito Federal com filial no Rio de Janeiro, que fatura R$25 milhões ao ano com soluções de análise de dados, Business Inteligence e aplicações de Big Data. Segundo as empresas, a nova parceria visa atender a crescente demanda no setor público, que em pouco tempo passou a consumir uma quantidade muito grande de dados por conta do cruzamento de informações entre diferentes órgãos, ampliando sua base de análise de gigabytes para petabytes.

Segundo Rafael Vilela, Diretor da Tarea, “o nível técnico dos clientes está evoluindo de uma maneira muito rápida. Quando realizamos o primeiro contato com um cliente, percebemos que mesmo sem as informações técnicas sobre um appliance de Big Data os administradores vislumbram resultados com o cruzamento de dados, sempre de olho na melhor aplicação dos recursos financeiros e em novos insights que otimizem a operação”.

Para o diretor da Tarea, “essa nova prática de cruzamento de dados foi responsável por gerar uma grande quantidade de informação a serem analisadas, exigindo um bom “motor” para tornar esse tipo de prática uma realidade, sendo a Teradata a líder nessa área”. Hoje órgãos e empresas públicas buscam aglutinar informações em busca de inteligência de mercado, maior conhecimento e expansão do serviço público. Além dessas novas práticas que surgiram a partir do amadurecimento analítico de nossos governantes, outro fator de mercado que chama a atenção é a adoção de sistemas de análise e Big Data em cloud. Para Vilela este pode ser um caminho para democratizar o acesso a esse tipo de tecnologia, barateando o custo do investimento inicial e permitindo que órgãos municipais, muitas vezes pressionados por orçamentos mais restritos, possam aderir a onda da análise de dados também.

Refletindo sobre os objetivos da parceria, Rafael Vilela afirma que os produtos Teradata estarão em 80% dos novos projetos da Tarea, sempre oferecendo escalabilidade e robustez para ambientes analíticos que exijam um poder de processamento eficaz e com alto volume, podendo tornar projetos mais complexos em realidade.

Por parte da Teradata, a parceria representa mais um caminho que pode gerar maior controle nas contas do estado, gerando economia para o setor público. Segundo Carlos Bokor, Diretor de Governo da Teradata, “hoje a palavra de ordem no setor público é controle, e nada melhor do que a tecnologia de análise de dados e Big Data para solucionar problemas crônicos. Se antes os administradores públicos “sentavam” em cima dos seus silos de dados, hoje os governantes mais atentos buscam o cruzamento dessas informações, sempre com o objetivo de gerar ganhos para o Estado como um todo”.

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Fiesp promove III Seminário de Micro e Pequena Indústria

A pouco mais de dois meses para o final do ano, as empresas começam a se preparar para enfrentar o mercado e a maratona das vendas de Natal. Com o objetivo de garantir bons resultados nesta época, é fundamental que os empreendedores estejam preparados e tenham estratégias definidas para começar 2017 com saldo positivo.

Para isso, o Departamento de Micro, Pequena e Média Indústria (Dempi) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), realizará no dia 24 de outubro, na entidade, o III Seminário da Micro e Pequena Indústria – Construindo parcerias colaborativas.

O evento que é gratuito e terá a assinatura de convênio de parcerias do Programa Interação Universidades e Institutos. O objetivo é promover a aproximação e a interação universidade-indústria para melhorar o desempenho, a capacitação e a gestão do segmento das micro, pequenas e médias indústrias. Também discutirá a inovação no setor, a colaboração e engajamento das pessoas.

Terá painéis e palestras com informações importantes para empreendedores em busca um novo caminho colaborativo para as indústrias. Ainda serão debatidos “Os Caminhos da Indústria 4.0 e os Impactos na MPI”; “Aplicações da Internet das Coisas na Indústria na MPI”; “Reconstruindo seu Modelos de Negócios”; “Redirecionando seu Negócio com foco nos Clientes”; “Como as ferramentais digitais podem ajudar a buscar novos clientes e parceiros de negócios”, dentre outros assuntos.

O evento é uma comemoração ao mês da micro e pequena indústria e poderão participar empresários, dirigentes, gestores de micro e pequenas indústrias, que poderão trazer seus vendedores.

Confira toda programação abaixo.

8h30 – ABERTURA DO SEMINÁRIO

9h45 Contextualização: “Inovação nas Micro e Pequenas Indústrias: Colaboração e Engajamento das Pessoas

10h15 às 12h15 – Painel 1: “Um novo caminho colaborativo para as Indústrias”

10h15 – 10h35 – Palestra: Os Caminhos da Indústria 4.0 e os Impactos na MPI

Palestrante: Antonio Cabral, Instituto Mauá de Tecnologia

10h35 – 10h55 – Palestra: Aplicações da Internet das Coisas na Indústria na MPI

Palestrante: Fabio Lima, Centro Universitário FEI

10h55 – 11h15 – Palestra: Reconstruindo seu Modelos de Negócios

Palestrante: Mauricio Benedetti, Universidade Mackenzie

11h15 – 11h35 – Palestra: Entender o momento de implementar?

Palestrante: Marcelo Gozoleto, SENAI/SP

11h35 – 12h00 – Sessão de perguntas e respostas

12h15 às 12h30 – Fechamento da Manhã e Introdução da Programação da Tarde

Sessão de vídeos e conclusões

13h30 – Dinâmica de Abertura de Contextualização da tarde

14h00 às 16h20 – Painel 2: “Redirecionando seu Negócio com foco nos Clientes

Mediador:

14h00 – 14h25 – Palestra: Quem é seu Cliente: Monte uma estratégia para melhor atende-lo

Palestrante: Rogerio Lima, ESPM-SP

14h25 – 14h50 – Palestra: Ouvir Clientes e Fornecedores é fundamental para o sucesso dos negócios

14h50 – 15h10 – Palestra: Concorrência x Parcerias: Construindo um novo projeto para seu negócio

15h10 – 15h35 – Palestra: Como as ferramentais digitais pode lhe ajudar a buscar novos clientes e parceiros de negócios

Palestrante: Tatiana Sayuri, GOOGLE.

15h35 às 16h10 – Sessão de perguntas com os palestrantes

16h10 Fechamento do Painel

Conclusões

16h20 Palestra de Encerramento: “Implementar o Futuro que já chegou, hora de se reiventar”

Palestrante: Luis Fernando Liguori, é o Diretor de Tecnologia e Inovação da IBM Brasil (Chief Technology Officer)

17h30 Encerramento

17h40 Coquetel & Networking

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CGI.br divulga nota pública sobre Projeto de Lei que propõe criação de “Cadastro Nacional de Acesso à Internet”

O COMITÊ GESTOR DA INTERNET NO BRASIL – CGI.br, após tomar conhecimento, no último dia 05 de outubro de 2016, da leitura do parecer de aprovação e do substitutivo aos Projetos de Lei nºs 2390/2015, 3597/2015, 5016/2016 e 5096/2016, bem como do pedido de vista conjunto de parte dos parlamentares integrantes da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática/CCTCI,

CONSIDERANDO:

a. que a proteção online de crianças e adolescentes através da criação de um “Cadastro Nacional de Acesso à Internet”, o qual, em tese, restringiria o acesso à conteúdo “inadequado” a ser classificado de forma unilateral pelos próprios “provedores de informação”, marginaliza o papel dos pais em exercer controle sobre qual tipo de conteúdo seus filho(a)s deveriam consumir, tornando-os coadjuvantes na condução dessa parcela crucial do processo educacional;

b. que existem diversos programas de computadores para o exercício de controle parental quanto ao conteúdo visitado por crianças e adolescentes, o que é garantido como uma opção de livre escolha em qualquer terminal de acesso à Internet e que deve ser objeto de políticas públicas nos termos artigo 29 da Lei 12.965/2014 (Marco Civil da Internet). Tais tecnologias empoderam os pais com a habilidade de controlar as informações consumidas por seus filho(a)s, o que está mais de acordo com o seu papel de protagonistas dessa porção importante do processo educacional e que faz parte do livre planejamento familiar assegurado pela Constituição Federal (artigo 226, §7º).;

c. que a necessidade de esforços coordenados entre o Poder Público, a sociedade civil, a comunidade científica e tecnológica e os provedores de conexão e aplicação para estabelecer de forma estruturada os parâmetros para o tratamento da circulação de material inadequados pela internet;

d. que a obrigatoriedade de sistemas de controle embarcados nos equipamentos oneraria a indústria de bens de informática com a obrigação de lhes agregar a suscitada nova funcionalidade, o que, inevitavelmente, será repassado ao consumidor final, gerando, em última análise, efeitos colaterais para a universalização da conectividade no país, bem como para a viabilidade da atividade de pequenas e médias empresas;

e. que em uma rede local (residencial ou corporativa) pode haver dezenas de usuários, sendo que, na maioria das vezes, compartilha-se o mesmo número IP público. Sendo assim, o provedor de conexão teria que autenticar cada um dos milhares de acessos dos milhares de pontos da sua rede, o que não guarda paralelo com o referido compartilhamento do protocolo IP e, em particular, com a interface dos hardwares dos atuais aparelhos roteadores de conexão à Internet. Nesse último caso, que inclui as redes sem fio, a autenticação seria feita apenas no acesso principal e apenas uma vez, o que impossibilita o controle de cada usuário;

f. por fim, que qualquer sistema de registro poderia ser facilmente burlável. Primeiro, porque poderia haver uma autenticação falsa, tal como a criação ou a utilização de cadastros que não por seus verdadeiros titulares. Segundo, porque há diversas ferramentas de mascaramento da conexão, o que a tornaria não rastreável pelos provedores e, em última análise, pelo “Cadastro Nacional de Acesso à Internet”;

VEM A PÚBLICO

1. Expressar grande preocupação com a proposta de criação do denominado “Cadastro Nacional de Acesso à Internet”, o qual possui barreiras técnicas para a sua implantação, bem como negligencia o controle parental e soluções que contemplem todos os aspectos envolvidos para garantir uma Internet livre, aberta, democrática e que seja um ambiente seguro para as crianças e adolescentes.

2. Argumentar que a pretensão de acautelar riscos inerentes à navegação na Internet – que podem e devem ser mitigados com a educação dos usuários e de seus responsáveis – não deve justificar a criação de controles inconsistentes e passíveis de burla, e que atentariam contra princípios fundamentais consagrados pelo Marco Civil da Internet, criando nova gama de riscos aos cidadãos que se pretende proteger.

3. Expressar, conceitual e tecnicamente, a sua discordância com os projetos de lei supracitados ao proporem:

3.1. que todos os usuários deveriam ser registrados, “a cada conexão”, no “Cadastro Nacional de Acesso à Internet”, bem como que todos os “terminais de acesso à Internet” deveriam vir “embarcados com aplicativo que bloqueie automaticamente o acesso de crianças e adolescentes a sítios com conteúdo impróprio ou inadequado para essa faixa etária”.

3.2. a criação de base de dados do “Cadastro Nacional de Acesso à Internet”, a ser mantida pelo “Poder Público”, que inevitavelmente teria que ser exportada e sincronizada com os milhares de provedores de conexão à internet criando um complexo desafio em termos de escalabilidade e interoperabilidade, bem como uma grande possibilidade de falhas em todo o processo;

3.3 a obrigatoriedade de cadastro significará um estímulo à coleta maciça e desnecessária de dados, o que contraria objetivos, princípios e direitos estabelecidos com o Marco Civil da Internet previstos, respectivamente, nos artigos 2º, inciso II, 3º, incisos II e III, 7º que elevaram a proteção à privacidade à condição para o pleno exercício do direito de acesso à internet, nos termos do artigo 8º, caput, da Lei 12.965/2014.

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Inseed Investimentos anuncia parceria com SENAI

Parceria irá impulsionar o desenvolvimento de startups de base tecnológicas que participam do Edital SENAI SESI de Inovação.

A Inseed Investimentos, gestora de recursos focada em empresas inovadoras com alto potencial de crescimento, firmou parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) para impulsionar o desenvolvimento de startups que participam do Edital SENAI SESI de Inovação.

Segundo Alexandre Alves, diretor da Inseed, o acordo vai facilitar a seleção de empresas que receberão investimentos dos fundos FIMA e Criatec 3, criados pelo BNDES e direcionados para empresas de base tecnológica em estágio inicial. Além disso, irá disseminar a cultura da inovação e o fortalecimento de ecossistemas brasileiros de inovação. Para o diretor-geral do SENAI, Rafael Lucchesi, o objetivo do acordo é estimular o crescimento dessas empresas, que são motores do desenvolvimento da inovação no país.

O FIMA foi o primeiro fundo destinado ao segmento de Inovação Tecnológica Sustentável do Brasil, com R$ 165 milhões de capital comprometido e tem foco em negócios que possuem soluções aplicadas ao meio ambiente. Já o Criatec 3 é considerado o maior fundo de apoio ao empreendedorismo e inovação para o desenvolvimento de empresas early stage no Brasil e tem como setores prioritários Tecnologias da Informação e da Comunicação, Biotecnologia, Agronegócio, Novos Materiais e Nanotecnologia.

INSEED Investimentos

A INSEED Investimentos é uma gestora de recursos focada em empresas inovadoras com alto potencial de crescimento. A experiência adquirida, empreendendo negócios inovadores, e os resultados obtidos na gestão de fundos de Capital Empreendedor fazem da INSEED pioneira e grande especialista em empresas inovadoras em early stage no Brasil. A gestora gere e multiplica valor para investidores e empreendedores e estimula a cultura empreendedora em todo o país.

Totaliza R$ 485 milhões sob gestão e um track record de resultados positivos, com mais de 45 investimentos nos últimos 12 anos, 14 desinvestimentos com retorno médio próximo a 30% a.a., e uma carteira remanescente que cresce 45% a.a. desde 2008. O motivo desses resultados tão significativos, num contexto não tão favorável à inovação, é que a INSEED compreende o empreendedor em sua essência e sabe como multiplicar o valor do negócio investido.

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A presença dos médicos na era digital – Por Maurício Balassiano

Essa semana, comemora-se o Dia do Médico. Uma data que não poderia deixar de celebrada por conta da importância e do compromisso desses profissionais com a população. Eles acompanham a modernização dos processos e são adeptos à tecnologia em prol do bem-estar da sociedade.

Desde o surgimento da medicina, muitas coisas mudaram, inclusive o modo que esses profissionais assinam e autorizam procedimentos. A caneta e o carimbo, hoje, estão sendo substituídos pelo Certificado Digital. Já o receituário, o laudo e outros documentos em papel estão sendo transformados em arquivos eletrônicos.

Ainda bem, porque a consequência da adoção da tecnologia da Certificação Digital resulta em diversos benefícios: segurança para os médicos, pacientes e instituições de saúde, integração de dados, eficiência operacional e redução de custos.

Quando a documentação é feita no meio eletrônico, elimina-se o risco de erro na interpretação da grafia e facilita a auditoria dos processos. Já a integração de dados permite integrar diferentes unidades de saúde para indicadores, comparações e melhor controle de recursos. O uso do Certificado Digital também elimina em 100% o uso do papel. A consulta ao histórico do paciente se torna mais rápida e o atendimento mais eficiente e assertivo. E, sem papel e com processos mais rápidos, os custos são reduzidos.

Na mesma medida em que os médicos adotam e acompanham a tecnologia, ela também faz o mesmo para proporcionar a eles comodidade e conveniência. Tanto que atualmente os profissionais podem carregar seus Certificados Digitais no celular ou tablet, graças a modalidade mobileID. Ou ainda, se desejarem, eles podem usar o CRM Digital para armazenar o Certificado.

Esse cenário mostra o quanto os médicos estão inseridos na era digital. A população agradece. Parabéns a todos os médicos.

Maurício Balassiano, diretor de Produtos e Tecnologia da Certisign.

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