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Flex firma parceria com a Elleven em solução de virtualização de desktop

Seguindo sua estratégia de crescimento preservando agilidade e buscando consistentemente maior eficiência e segurança para seus clientes a Flex, empresa de gestão de relacionamentos com foco em contact center e gestão de crédito e cobrança, firmou parceria com a Elleven Tech, empresa de tecnologia que oferece plataformas de virtualização de estações de trabalho. A solução que será utilizada pela Flex é a Office Workspace, que proporciona benefícios como redução de custos com manutenções, consumo de energia elétrica, agilidade de implantações e a mobilidade das operações, assim como ampliação dos processos de segurança de informação.

Além de uma tecnologia inovadora para ambientes virtuais customizados, a Elleven foi escolhida por que se propõem a ser mais que um fornecedor de licenças, mas um parceiro nas implementações e no desenvolvimento continuo para as necessidades atuais e futuras. “Nossa demanda por computadores, tanto no ambiente corporativo, quanto no ambiente de operacional, é permanente e buscamos sempre alternativas que conjuguem vantagens técnicas e econômicas. Após validação técnica da solução da Elleven identificamos um produto consistente alinhado com os nossos objetivos, explicou Marcondes Bezerra de Melo, Diretor de infra de tecnologia e suporte da Flex.

“Ter a Flex como parte de nosso portfólio é de suma importância para a Elleven. Nós temos uma vertical que atua muito fortemente no segmento de contact center e acreditamos que o setor faz poucos investimentos em tecnologia. Esse passo que estamos dando junto com a Flex mostra que é possível inovar tecnologicamente com todos os benefícios que uma operação baseada em VDI (virtual desktop interface) tem para oferecer, como fácil manutenção, uniformidade em todas as máquinas e rapidez ao montar uma nova operação”, comentou Emran Said, CEO e proprietário da Elleven.

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Vídeo da camara-e.net dá a lojistas dicas de planejamento para a Black Friday

“Toda promoção, seja ela online, seja ela offline, é uma empreitada empresarial e deve ser planejada”. Assim Jairo Lobo, o consultor do Sebrae-SP inicia o vídeo da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) com dicas de planejamento para a Black Friday e outras datas promocionais. “O planejamento é importante para minimizar os riscos e ter mais sucesso na promoção”, alerta ele.

O vídeo faz parte de uma série de minicursos de capacitação que a camara-e.net, com o patrocínio da Braspag, preparou para os lojistas que vão participar da Black Friday 2016, em 25 de novembro. O consultor mostra como o empresário deve se preparar para atender a um volume de vendas três vezes maior do que o normal nas 24 horas da promoção. “Ele precisa avaliar se o volume adicional de pedidos da Black Friday pede a contratação de mais gente no atendimento, no controle do estoque, no preparo do produto para o envio, no próprio envio e no pós-venda”, ensina.

“O objetivo do lojista não pode ser só vender. Ele tem que proporcionar uma boa experiência de compra para que o cliente volte à sua loja durante o ano todo”, diz ele, que ainda fala sobre gerenciamento de estoque e definição de descontos.

Se as dicas do vídeo pudessem ser resumidas, seriam as seguintes:

– Planejar, planejar e planejar;

– Inventariar o estoque;

– Fazer uma boa política comercial;

– Revisar a navegação do site e os meios de pagamento;

– Definir uma estratégia de divulgação da sua campanha promocional.

A série de vídeos faz parte do programa Black Friday Legal 2016, cujas inscrições ficam abertas até o dia 18/11. Para acessar esse e os demais vídeos do BFL 2016, visite o canal da camara-e.net no YouTube (http://youtube.com/camaraenet). As inscrições para participar da Black Friday com o selo BFL 2016 podem ser feitas no site blackfridaylegal2016.com.br.

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Santa Casa de Porto Alegre utiliza PACS Aurora para otimizar fluxo de trabalho

A Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre, instituição referência no Sul do país, diminuiu pela metade o tempo de avaliação e entrega de resultados de exames de radiologia com a adoção do sistema de arquivamento e comunicação de imagens da Pixeon, o PACS Aurora, implementado há quatro anos. Além disso, o hospital aumentou em 25% a quantidade de laudos realizados, pois o software possibilita a melhoria das filas de processos e integração de todas as etapas da realização de um exame de imagem.

“Nossa taxa de ocupação de leitos dependentes de exames de imagem obteve redução devido ao tempo de entrega do resultado dos exames”, explica Luciano Hoffmann, coordenador médico do Centro de Diagnóstico por Imagem da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre. “A gestão do fluxo de trabalho melhorou muito, pois o sistema oferece ferramentas simples de controle de produtividade dos médicos, listas de trabalho e organização de prioridades”, complementa.

A partir da utilização do sistema da Pixeon, que facilita a organização de prioridades, houve um aumento de cerca de 25% no número de laudos realizados por médico. “Isso refletiu no crescimento do setor como um todo, que aumentou sua produção em torno de 20% com a utilização do PACS Aurora”, explica Hoffmann. “Os exames de tomografia e ressonância magnética tiveram um acréscimo em sua realização de aproximadamente 20%”, diz o gestor, que ainda salienta que o sistema auxiliou significativamente na redução do número de exames que saíam do prazo de entrega.

A Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre possui estações de visualização de imagens médicas do PACS em todas as enfermarias, blocos cirúrgicos e CTIs nos sete hospitais que integram o complexo. E com o sistema da Pixeon, as informações disponíveis nos laudos dos exames conseguem chegar mais agilmente aos profissionais responsáveis por dar continuidade ao tratamento de um paciente.

“Ter a oportunidade de entregar tecnologia para gestão de imagens médicas para a Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre, instituição que serve como referência em todo o país por sua abrangência e relevância, é uma forma da Pixeon poder reforçar sua permanência sólida no mercado brasileiro”, ressalta André Silveira, diretor de Gestão e Concepção de Produtos da Pixeon.

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Na Futurecom, IEEE debate desejo dos brasileiros por câmeras de monitoramento integradas a centrais de polícia

Em pesquisa realizada pelo DATAFOLHA, encomendada pela IEEE, maior organização global dedicada aos avanços da tecnologia para o benefício da humanidade, 36% da população brasileira pede a implantação de câmeras de monitoramento integradas às centrais de polícia, para garantir segurança pública, como melhor contribuição da tecnologia para o desenvolvimento urbano. O assunto foi debatido em painel pelos membros sênior da IEEE, Cyro Boccuzzi e Raul Colcher, durante a Futurecom, que se encerra nesta quinta-feira. O Instituto DATAFOLHA realizou ampla pesquisa nacional para descobrir dos brasileiros quais soluções tecnológicas são consideradas as mais importantes para suas cidades. Foram apresentadas 10 opções de tecnologia e ouvidas mais de 2 mil pessoas, de 130 municípios de diferentes portes, em 4 regiões do país.

Semáforos inteligentes e acessibilidade/apoio a deficientes físicos nos meios de transporte públicos praticamente empataram em segundo lugar, com índices bem menores (15% e 14%, respectivamente). Em terceiro lugar, os entrevistados citaram internet sem fio em ruas e praças e o monitoramento de tráfego urbano em tempo real (ambos com 8%), seguidos de interação dos usuários com serviços de transporte público (7%), veículos elétricos (4%), identificação automática de veículos e instalação de sensores em postes de iluminação (ambos com 3%) e sistemas inteligentes para cobrança de passagens (2%).

O objetivo do painel foi explicar os principais usos da tecnologia em prol da melhoria da vida urbana, além de apontar novas tendências que estão sendo desenvolvidas atualmente, como as redes inteligentes de energia. Um dos principais temas abordados foi redes inteligentes–as chamadas smart grids. Na avaliação de Cyro Boccuzzi, também CEO da consultoria ECOEE, “as redes inteligentes são a base fundamental da sociedade do século 21, uma vez que nada funciona sem energia: precisamos de um serviço confiável para manter segurança e conforto elementares, como pegar um elevador ou pagar uma conta com cartão de crédito. Empresas brasileiras vêm fazendo investimentos significativos na área de automação de subestações e redes e de tecnologia de comunicação e informação. E os consumidores brasileiros já começaram a adotar sistemas próprios de geração de energia, cujos preços estão caindo vertiginosamente no mercado internacional”.

Para Raul Colcher, CEO da consultoria Questera, “a implementação e uso de smart grids se encontram em fase inicial no Brasil, mas já existem investimentos privados representativos para o desenvolvimento e certificação de medidores inteligentes, dispositivos essenciais à viabilização das redes inteligentes de distribuição”. Porém, segundo aponta Boccuzzi, “ainda há a necessidade de regulamentar as tarifas inteligentes, que sinalizam adequadamente os custos de capacidade e congestionamento de redes. “Elas são a base de mudança do comportamento das pessoas para que haja o consumo consciente de energia; e, para sua implantação progressiva, as concessionárias ainda precisam fazer investimentos significativos, pois é preciso integrar essa geração distribuída ao seu sistema de forma eficiente. Ainda, haverá a necessidade de investimentos em medição inteligente”.

Melhoria da iluminação pública- Outro desafio é fornecer iluminação pública eficiente para as cidades. Para Boccuzzi, o Brasil tem uma grande oportunidade de implementar iluminação a LED, tecnologia madura e com bom custo-benefício. Entretanto os municípios, legalmente responsáveis pela gestão e expansão do serviço de iluminação pública, enfrentam restrições orçamentárias e exigências de investimento em outras áreas, como saúde, transporte, segurança e educação. “A saída tem sido a busca de parceiros privados para a operação e modernização destes serviços que, em função de sua granulosidade e presença no meio urbano, têm a vocação natural de ser a porta de entrada para a conectividade, podendo, assim, viabilizar uma grande melhoria nos demais serviços públicos, como transporte, segurança, saúde e outros”, afirmou.

E Colcher destacou um aspecto importante: “Quando se fala de iluminação pública, é importante ter em conta o papel que esses sistemas podem desempenhar no contexto das chamadas cidades inteligentes. O poste de iluminação, por ser um elemento de mobiliário urbano bem presente em todas as partes, também pode servir para ancorar sistemas vitais para a implementação de outras tecnologias essenciais, como, por exemplo, a de redes de acesso de dados (WiFi), postos de acesso à informação sobre transportes públicos ou difusão de câmeras de vídeo para monitoramento em centros de supervisão e controle e/ou apoio à segurança pública”.

O futuro das energias renováveis- Energias renováveis também são componente fundamental do futuro e, segundo Boccuzzi, o Brasil tem a mais bem-sucedida trajetória na área, possuindo a matriz elétrica mais limpa do mundo, construída à base de hidroeletricidade, além de também ter-se destacado em outras áreas de renováveis, como o álcool automotivo, a geração por biomassa, a energia eólica e mais recentemente a solar. “Certamente permaneceremos na vanguarda destas energias, por causa das dimensões e diversidades regionais do País e o extenso potencial existente para a sua exploração em base econômica”, prevê. O grande desafio dos próximos anos, porém, será rever o modelo econômico das concessões para integrar estas fontes distribuídas aos sistemas existentes.“Isso exigirá investimentos das companhias de distribuição e transmissão em sistemas de controles e equipamentos que preparem os sistemas atuais para a nova realidade, uma vez que foram projetados para operar de modo unidirecional. E o crescimento de pontos de injeção de renováveis no nível dos consumidores, de modo granular, trará a inevitável necessidade de gerenciamento dinâmico e situacional de fluxos de potência e da carga, de modo harmonioso”, sugeriu Boccuzzi.

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Nuvem da Amazon Web Services é disponibilizada a clientes a partir de centros de dados em Ohio

A Amazon Web Services, Inc. (AWS), uma empresa da Amazom.com (NASDAQ:AMZN), anunciou hoje a disponibilização da Região Leste dos EUA (Ohio) a clientes que queiram construir negócios e rodar aplicativos de infraestrutura na Nuvem da AWS. Juntamente com a Região Leste dos EUA (Norte da Virgínia), a Leste dos EUA (Ohio) provê baixa latência em toda a região centro-leste dos Estados Unidos (EUA). Com esse lançamento, a AWS passa a oferecer 38 Zonas de Disponibilidade em 14 regiões de infraestrutura de tecnologia globalmente. Só nos EUA, a AWS agora tem 16 Zonas de Disponibilidade espalhadas por cinco regiões. A AWS anunciou que outras nove Zonas de Disponibilidade e quatro regiões – no Canadá, no Reino Unido, na França e na China –devem entrar on-line nos próximos meses. A partir de hoje, desenvolvedores, startups, empresas, órgãos governamentais e organizações sem fins lucrativos do mundo inteiro podem se cadastrar e começar a usar a Região Leste dos EUA (Ohio) no endereço: http://aws.amazon.com.

Há mais de uma década, a AWS mudou a forma como as organizações adquirem infraestrutura de tecnologia. Os clientes da AWS não precisam se comprometer com adiantamentos financeiros ou contratos de longo prazo. Eles podem transformar despesas de capital em despesas operacionais variáveis, ganhar escala rápida e facilmente ao acrescentar ou se desfazer de recursos, ganhar mercado rapidamente com ideias novas e relevantes, e liberar os escassos recursos de engenharia do desnecessário trabalho pesado de administrar a infraestrutura de backend – tudo isso sem sacrificar o desempenho, a confiabilidade ou a segurança das operações. Isso fez com que mais de 1 milhão de clientes adotassem a Nuvem da AWS em mais de 190 países de todo o mundo.

“Nossos clientes nos dizem que, ao rodarem seus aplicativos na Nuvem da AWS, eles conseguem ir mais rápido, operar com mais segurança e fazer economias substanciais – tudo isso ao mesmo tempo em que impulsionam a escala e o desempenho da AWS”, afirma Peter DeSantis, vice-presidente de Infraestrutura da AWS. “Agora com cinco regiões altamente escaláveis em todos os EUA, os clientes da AWS têm múltiplas opções para prover acesso de baixa latência a aplicativos na nuvem aos usuários finais localizados nos EUA, bem como a oportunidade de arquitetar uma variedade de operações de backup e recuperação de desastres para oferecer uma disponibilidade ainda maior.”

A Região Leste dos EUA (Ohio) consiste atualmente em três diferentes Zonas de Disponibilidade. As Zonas de Disponibilidade remetem a centros de dados diferentes, situados em locais distintos dentro de uma mesma região. São projetadas para operarem independentemente de outras Zonas de Disponibilidade, com abastecimento de energia, resfriamento e segurança física independentes, e são conectadas por meio de uma rede de baixa latência. Os clientes da AWS focados em alta disponibilidade podem desenvolver aplicativos que rodem em várias Zonas de Disponibilidade a fim de atingir ainda mais confiabilidade e tolerância a falhas. Já para clientes que buscam redundância entre regiões, a nova Região Leste dos EUA (Ohio), em conjunto com as regiões Leste dos EUA (Norte da Virgínia), Oeste dos EUA (Oregon) e Oeste dos EUA (Norte da Califórnia), oferece flexibilidade para que desenvolvam em várias Regiões da AWS dentro dos EUA.

Reconhecendo que a Nuvem da AWS se tornou necessária para que empresas de todos os portes e setores utilizem os aplicativos mais importantes para seus negócios e tenham cada vez mais agilidade, o governador de Ohio, John Kasich, não demorou em dar as boas-vindas à nova Região da AWS. Em declaração divulgada em vídeo por seu gabinete, Kasich afirma: “Está claro que a economia mundial está se direcionando a tecnologias digitais e à computação na nuvem. E o compromisso da Amazon Web Services aqui demonstra o papel fundamental que esperamos que Ohio possa desempenhar nesse mundo. […] Ohio não só está abraçando a nova economia do conhecimento, como também está promovendo as tecnologias que farão essa economia prosperar”.

Boa recepção de clientes à nova Região Leste dos EUA (Ohio) da AWS

A Cardinal Health é uma empresa global de serviços e produtos em saúde, oferecendo soluções personalizadas a sistemas hospitalares, farmácias, centros cirúrgicos ambulatoriais, laboratórios de análises clínicas e consultórios médicos em todo o mundo. O laboratório Fuse by Cardinal Health concentra-se em tecnologias e inovações que melhorem o futuro da saúde e do bem-estar. “O Fuse utiliza serviços como Amazon EC2, Amazon RDS, Amazon S3, Amazon Glacier, Amazon Redshift, Amazon EBS e Elastic Load Balancer para testar ideias no mercado e disponibilizar recursos a nossos clientes com mais rapidez”, afirma Michael Swartzbaugh, diretor de Engenharia do Fuse by Cardinal Health. “A AWS é líder de mercado em soluções na nuvem e nos permite usar metodologias ágeis para impulsionarmos nossas inovações e plataformas. No Fuse, conseguimos avançar rapidamente em nossa jornada de TI ao utilizar a Nuvem da AWS e estamos muito felizes de ter Zonas de Disponibilidade adicionais por perto, que irão prover mais largura de banda e capacidade a nossos clientes.”

A Socrata é líder de mercado em soluções de democratização de dados baseados na nuvem, que ajudam governos a obter impacto social e econômico significativo ao tornarem informações públicas fáceis de compartilhar, encontrar, usar e acionar. “A Socrata hospeda o Orçamento 2017 da Casa Branca em sua nuvem de dados de finanças públicas, que inclui detalhes sobre mais de US$ 4 trilhões e permite que os usuários explorem visualmente esses dados por área de atuação e agência, além de criarem, analisarem e compartilharem tabelas e gráficos interativos”, conta Kevin Merritt, CEO da Socrata. “A visualização simples e acessível desse complexo conjunto de dados possibilitou um engajamento inédito de cidadãos. Paramos de operar centros de dados próprios e colocamos tudo na AWS porque ela nos permite inovar mais rapidamente, ganhar escala com mais flexibilidade e alocar mais recursos de engenharia no desenvolvimento de funções e capacidades que beneficiem diretamente nossos clientes.”

A APPRISS é uma empresa sediada em Louisville, no estado norte-americano de Kentucky, que utiliza soluções de dados e analítica nos mercados de saúde, varejo e segurança pública para explorar novos jeitos de proteger e informar comunidades. “A PMP AWARxE, uma solução para programas de monitoramento de receitas médicas, fornece aos estados ferramentas que monitoram as prescrições de substâncias controladas pelo governo federal”, explica Brian Oldham, CIO da APPRISS. “Trinta estados atualmente estão aderindo ao programa, e hospedá-lo na Nuvem da AWS faz com que tenhamos o tempo de operação e a resiliência necessários para satisfazer as demandas deles. Estamos contentes de ter uma região adicional nos EUA com que poderemos contar no futuro, conforme expandirmos nossa utilização da Nuvem da AWS.”

A NaviStone, sediada em Cincinnatti, oferece aos profissionais de marketing direto e digital uma maneira revolucionária de atingir os navegadores certos na web e incluí-los em campanhas de marketing direto. Tom White, CTO da NaviStone, afirma: “Nosso negócio de big data não existiria sem que pudéssemos usar a escala da AWS para proveito de nossos clientes. Nossos clientes incluem grandes varejistas com operações em múltiplos canais e em pontos on-line, impressos e físicos. Podemos sonhar alto e experimentar produtos inovadores, tais como nossa tecnologia web-to-print, que ajuda nossos clientes a atingir clientes com maior precisão e a estimular conversas. A velocidade, a flexibilidade e o baixo custo da AWS permitem que a NaviStone teste em pequena escala sabendo que pode levar um produto do protótipo à escala real rapidamente usando a Nuvem da AWS. A NaviStone é cliente da AWS há três anos e agora está 100% na AWS. Damos as boas-vindas à expansão da AWS em Ohio, pois ela continuará ampliando a comunidade de profissionais dedicados a construir empresas de big data em um momento em que toda e qualquer organização é movida cada vez mais pelos dados.”

A Case Western Reserve University, em Cleveland, é uma das principais instituições de pesquisa dos EUA, oferecendo uma combinação ímpar de oportunidades educacionais avançadas em um ambiente cultural inspirador. Com cerca de 11 mil alunos, os programas de renome nacional da universidade incluem artes e ciências, odontologia, engenharia, direito, administração, medicina, enfermagem e assistência social. “A University Tecnology [departamento de serviços de tecnologia da Case Western Reserve University] começou a repensar e redesenhar seus sistemas legados e corporativos, utilizando a Nuvem da AWS para oferecer suporte mais ágil em administração, pedagogia, aprendizado e pesquisa”, afirma Sue B. Workman, CIO da University Technology. “Estamos promovendo o sucesso docente e discente ao fornecer acesso à tecnologia de nuvem da AWS, líder do setor, e garantindo maior retorno sobre investimento (ROI) para nossos custos de tecnologia. A agilidade e a flexibilidade oferecidas pela AWS dá a nossos estudantes a capacidade de montar sistemas de tecnologia rapidamente e com mais entendimento, permite que nossos pesquisadores criem e desmanchem experimentos mais facilmente e melhora a eficiência com que gerenciamos nossos sistemas corporativos. O compromisso da AWS com Ohio demonstra que ela confia no estado para estimular a inovação e o avanço tecnológico.”

Investimento em Ohio

A Região Leste dos EUA (Ohio) é mais um investimento que a AWS está fazendo no estado de Ohio. O Amazon Wind Farm US Central, localizado no condado de Paulding, Ohio, é um parque eólico de 100 megawatts (MW) atualmente em construção. Quando estiver funcionando – o que deve acontecer até maio de 2017 –, o Amazon Wind Farm US Central produzirá 320.000 megawatt-horas de energia eólica por ano, que abastecerão os centros de dados na Região Leste dos EUA (Ohio) da AWS e outros centros de dados atuais e futuros da AWS, diretamente pela rede elétrica. Para mais informações sobre o Amazon Wind Farm US Central, assista ao vídeo ou acesse o website de Sustentabilidade da AWS, e saiba mais sobre outros projetos de energia eólica e solar da companhia nos EUA.

Além do lançamento da Região Leste dos EUA (Ohio), a AWS está trabalhando com a Ohio Academic Resources Network (OARnet), uma organização de TI com financiamento estatal que fornece serviço de rede interestadual e outros serviços de TI às entidades associadas. A AWS e a OARnet fecharam um acordo para trabalharem juntas para explorar o acesso pela AWS Direct Connect à rede de backbone para pesquisa de 100 gigabits de Ohio chamada OARnet. Ao usar a altíssima velocidade de backbone da OARnet, faculdades, escolas, hospitais de pesquisa médica e o governo estadual já podem aproveitar a conexão rápida de rede com a AWS para desenvolver pesquisas e descobertas.

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Futurecom 2016: saiba como foram os primeiros dias do evento

Em sua 18a edição, o Futurecom continua trazendo ao público debates relevantes e qualificados a respeito dos setores de telecomunicações, TI e internet. E, assim como aconteceu ontem (17), primeiro dia do evento, a programação do segundo dia manteve o conteúdo em um nível elevado.

Logo cedo, o painel “Segurança nas Comunicações & Gerenciamento de Riscos nos Negócios trouxe para o evento discussões sobre a abordagem que as empresas precisam dar para a segurança de dados em tempos cada vez mais conectados. “Precisamos conversar e trabalhar para criarmos ambientes seguros para IoT”, afirmou Frederico Tostes, painelista da empresa Fortinet, quando indagado sobre o contexto da segurança nas comunicações atuais e o desenvolvimento cada vez mais latente da IoT.

No mesmo painel, outro ponto bastante importante sobre o tema foi levantado: investimentos em segurança. Nesse quesito, todos os painelistas – dez, ao todo – demonstraram possuir a mesma opinião. Em linhas gerais, as explanações resumiam a ideia de que as empresas precisam deixar de tratar a segurança digital como gasto e encara-la como investimento.

Logo após o debate sobre segurança, o auditório Brasil abriu as portas para receber os congressistas para o painel “IoT: Revolucionando o Estilo de Vida dos Cidadãos e Impulsionando os Negócios”, quem mediou o debate foi a jornalista Christiane Pelajo, que iniciou as falas solicitando aos convidados que contextualizassem o público sobre IoT a partir de seus pontos de vista particulares a respeito do assunto. Na ocasião, Zalma Milazzo, da Algar Telecom, aproveitou para destacar que é cada vez mais necessária a parceria entre operadoras e fabricantes de dispositivos IoT para garantir que o desenvolvimento dessas tecnologias avancem ainda mais rapidamente na América Latina.

O investimento em IoT e a necessidade de parcerias ficaram bastante nítidos após o destaque que o representante da Vivo, Pablo Ernesto Larrieux, deu ao assunto. “Os especialistas nacionais e internacionais em IoT compreendem que o impacto das coisas conectadas pode ser tão grande quanto foi a revolução industrial”, comentou Larrieux.

Enquanto isso, o presidente da Telefônica/Vivo, Amos Genish, conversava com os jornalistas na sala de coletivas. Os assuntos abordados foram diversos como, por exemplo, a limpeza da rede para a frequência 700Mhz, a tributação para segmento de telecom, e o futuro da comunicação por voz em um contexto onde os dados estão cada vez mais presentes.

De acordo com Genish, a empresa pretende desligar a transmissão 1800Mhz nos próximos três anos e investir fortemente na frequência 700Mhz, e indicou que o Ministério da Ciência e Tecnologia está bastante comprometido em trabalhar para garantir que a limpeza da nova alternativa aconteça no prazo esperado.

A conversa continuou com desdobramentos a respeito das perspectivas dos investimentos da empresa para 2017. Genish foi enfático ao dizer que a Telefônica/ Vivo não tem interesses em comprar ativos da Oi – a empresa atualmente passa por um contexto judicial de desfavorável. “A Oi logo passará pela recuperação judicial na qual se encontra, ela tem seu lugar no mercado. No entanto, não estamos cogitando a compra dela”, ressaltou o executivo. Para 2017, Genish também foi enfático ao afirmar que a empresa já tem seus objetivos de investimento bem definidos. “No próximo ano os investimentos tangenciaram dois focos: 4G e fibra óptica”, afirmou.

Amos Genish terminou a coletiva respondendo perguntas a respeito da famigerada concorrência entre as operadoras e as OTTs. De acordo com ele, nem só de competição é feito o mercado. “Competimos, claro, em alguns aspectos, mas também existem muitas parcerias entre as operadoras e as OTTs. Todavia, apesar disso, precisamos de regras iguais para o mesmo”. O executivo se referia ao complexo panorama tributário que favorece financeiramente as OTTs em relação às teles.


Primeiro dia

A Associação Brasileira de Internet (ABRANET) iniciou as atividades do evento com o seu seminário FutureNet, que contou com a participação de diferentes painelistas, incluindo representantes de algumas startups. Nesse contexto, o primeiro painel abordou a importância das empresas de internet no desenvolvimento de negócios de impacto social, como é o caso da Tá-Na-Hora, empresa que utiliza da tecnologia para democratizar o acesso à informação sobre saúde, atendendo setor público, empresas e qualquer pessoa que que possua celular.

“Nós utilizamos a tecnologia chatbot via SMS para levar informação até o usuário que não tem acesso. Percebemos essa necessidade principalmente nas classes C, D e E, então, uma gestante que precisa de informações, por exemplo, mas não tenha como fazer acompanhamento médico, pode tirar as principais dúvidas sobre gravidez a partir do celular, e tudo isso de maneira personalizada, levando em consideração até mesmo o período gestacional”, explicou Michael Kapps, empreendedor canadense fundador da Tá-Na-Hora.

Em paralelo, no auditório Brasil, TIM, Vivo, Oi, Dell, Nokia, Dell e outras empresas debatiam as estratégias de evolução das atuais redes para a adoção de SDN e NFV, bem como o comportamento dos novos modelos operacionais para maior agilidade dos negócios. Renata Marques, representante da DellEMC, destacou a necessidade do segmento apresentar soluções de estratégia coerentes com o mercado: “não podemos oferecer uma estrutura de NFV estática enquanto o maior principio dessa tecnologia é a desagregação”.

Os ISPs também foram tema dos painéis que iniciaram as atividades do congresso do Futurecom 2016. Ainda pela manhã, no auditório México, empresas do segmento e órgãos reguladores debateram a universalização da banda larga em pequenas e médias localidades. Além dos desafios existentes para as empresas quando o assunto é a regulamentação do setor, outros pontos foram destacados, como a funcionalidade que os pequenos provedores apresentam ao mercado. “A proximidade dos ISPs com o cliente final é uma das condições que mais favorecem o desenvolvimento do mercado. Isso colabora para que as entidades reguladoras tenham mais informações sobre as necessidades dos usuários”, afirmou Basílio Perez, presidente da Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunica& ccedil;ões (Abrint).

No início da tarde a coletiva de imprensa da TIM Brasil movimentou o debate sobre inovação, conectividade e mobilidade. Luis Minoru, diretor de estratégia e inovação da operadora destacou que o movimento de mudanças que a empresa começou há tempos se deu pela mudança de cenário no segmento. “Antes o contexto era de voz, agora é de dados, por isso a nossa área de inovação cresceu ainda mais. É necessário trabalhar com novos atores, como startups, por exemplo, a fim de acompanhar as tendências e oferecer serviços sempre melhores”.

Além disso, o investimento da empresa na cobertura 4G 700MHz também foi pontuado no debate. Os representantes da empresa mostraram que o investimento nessa tecnologia foi de 3 bilhões de reais – levando em consideração o arremate da banda em 2014, e o desenvolvimento dela até hoje – e que isso significa muito para outros mercados. “Não existe internet das coisas sem conectividade. Não existe inovação sem conectividade móvel de qualidade, então a cobertura via 700MHz da TIM também é um investimento vantajoso para outros segmentos específicos, como o de IoT”, explicou Leonardo Capdeville, diretor de tecnologia da operadora. A cobertura 4G em 700MHz foi arrematada pelas três maiores operadores do país em 2014. Ao todo, estima-se que o governo arrecadou aproximadamente 6 bilhões de reais na transaç&ati lde;o.

Dando continuidade à programação, o auditório Brasil foi palco para uma discussão que preocupa muito o setor de telecom: a transformação digital. Em linhas gerais, os representantes das empresas convidadas destacaram que um dos grandes desafios dessa mudança é garantir o retorno financeiro dos ativos de que as empresas já dispõem, mesmo em uma era completamente digital. “É inegável: apenas sendo digital as empresas conseguem melhorar ou garantir um atendimento de qualidade aos clientes, por exemplo, mas as nossas estratégias digitais precisam ser pensadas para garantir eficiência financeira, esse é um dos desafios mais presentes nessa transformação”, afirmou Fernando Moulin, diretor de experiência digital da Telefônica/Vivo.

Futurecom 2016
Quando: Até 20 de outubro de 2016
Dia 19: das 9h às 20h e Dia 20: 9 às 17h30
Onde: Transamérica Expo Center – Avenida Doutor Mário Vilas Boas Rodrigues, 387
Informações: www.futurecom.com.br
Programação: http://agenda.futurecom.com.br

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Verificação, qualificação, certificação: Qual destas ferramentas de teste é a mais adequada?

Por Richard Landim

À medida que as redes crescem e se transformam, o desempenho do cabeamento torna-se crítico no que diz respeito à qualidade do serviço entregue. Os administradores e usuários estão constantemente demandando novas tecnologias, serviços e melhor performance, o que, inevitavelmente, requer infraestrutura de rede avançada, confiável e segura.

Neste cenário, as ferramentas de teste de cabeamento tornaram-se essenciais para que instaladores, empreiteiros e técnicos garantam a qualidade e evitem falhas na infraestrutura da rede. Essencialmente existem três maneiras para se testar uma instalação de cabeamento: verificação, qualificação e certificação. Mas é preciso analisar cada tipo de teste para que o usuário certifique-se qual ferramenta melhor atende às suas necessidades.

O cabeamento está conectorizado corretamente?

Os testes de verificação respondem a esta pergunta. Para o cabeamento de cobre, essas ferramentas de baixo custo e simples de utilizar realizam funções de continuidade básicas, como pinagem e geração de tons. A pinagem dirá que cada par está conectado aos pinos certos em plugues (machos) e soquetes (fêmeas) com bons contatos nas terminações, enquanto que a geração de tons é usada para auxiliar na identificação de um cabo específico em um grupo ou em uma extremidade remota.

Alguns testadores de verificação incluem um recurso de reflectometria no domínio do tempo (Time Domain Reflectometer, TDR) para ajudar a determinar a distância até a extremidade de um cabo ou um local de problema. Esse tipo de ferramenta também é capaz de detectar se um switch está conectado ao cabo sob teste.

No caso da fibra, um localizador visual de falhas (Visual Fault Locator, VFL) pode servir como ferramenta de identificação, à medida que verifica a continuidade das conexões de fibra para ajudar a encontrar interrupções, conectores e fusões com problemas. Além disso, o localizador visual de falhas verifica a polaridade e a orientação apropriadas das fibras em caixas de passagem, cassetes e DIOs.

Embora a verificação seja ideal para o troubleshooting e realmente a primeira linha de defesa na descoberta de problemas de cabeamento, a maioria dos testes de cabo exige mais do que uma simples verificação. Como consequência, raramente é o único método utilizado, a menos que esteja testando aplicações apenas de voz POTS (serviço telefônico convencional) rodando sobre cabos de voz simples como os de Categoria 3.

Sozinhos, os testes de verificação não averiguarão a capacidade do cabeamento para comportar aplicações específicas. E certamente não resultarão na capacidade de garantir as normas de conformidade necessárias para uma garantia de fabricante.

O cabeamento pode suportar a aplicação desejada?

Os testadores de qualificação incluem a funcionalidade de verificação, porém são mais sofisticados, capazes de qualificar a largura de banda do cabeamento. A qualificação fornece as informações necessárias para determinar se o cabeamento sob teste suportará a sinalização para aplicações específicas.

Combinados com o recurso de verificação, os testadores de qualificação também são excelentes ferramentas na solução de problemas. São ideais para pequenas adições, movimentos e alterações ou para a configuração de uma rede temporária que precisa estar qualificada a uma tecnologia de rede específica. Também podem ajudar a decidir se uma planta de cabeamento existente precisa ser atualizada para comportar uma nova aplicação.

Mas como os testes de verificação, a qualificação não realiza a certificação exigida pelos fabricantes de cabeamento ou pelas Normas atuais.

O cabeamento cumpre as normas do setor?

Os testadores de certificação são a única resposta para esta pergunta. Usados por instaladores/fornecedores e gerentes de unidades empresariais para assegurar que o novo cabeamento satisfaça plenamente aos requisitos das normas de cabeamento como a nova TIA-568.3-D, uma ISO 11801 ou a nossa ABNT NBR 14565, a certificação é a mais rigorosa de todos os testes de cabo. É exigida pelos fabricantes de cabeamento para receber uma garantia.

A certificação inclui todos os testes que entram na verificação e na qualificação, mas também realizam várias medições por meio de faixas de frequência definidas previamente e compara os resultados detalhados aos padrões definidos pela TIA, ISO ou demais órgãos reguladores como a ABNT. Os resultados determinam aprovação ou reprovação de acordo com a norma e indicam se uma ligação está em conformidade com uma categoria ou classe específica de cabo, como a categoria 6A ou EA. Isso, por sua vez, diz qual aplicação esse link é capaz de suportar.

A escolha é importante

Embora a decisão de utilizar testes de verificação, qualificação ou certificação de cabeamento, em última análise, se trate do que o cliente necessita, os testadores de certificação que atendem as normas do setor são os únicos capazes de oferecer o suporte e a segurança financeira necessária. Qualquer outra escolha põe a responsabilidade única de garantia sobre você. E com um custo médio do link de pelo menos R$200 para uma instalação comercial, qualquer valor em risco é muito significativo.

Richard Landim, Especialista de Produtos da Fluke Networks Brasil, líder mundial no fornecimento de soluções de teste de rede e monitoramento

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82% dos usuários finais de TI corporativa utilizam aplicativos em nuvem não autorizados

A SolarWinds, provedora líder de softwares de gerenciamento de TI avançados e acessíveis, anunciou hoje os resultados de sua pesquisa “A TI está em todos os lugares”. Os resultados demonstram como o domínio da TI está se expandindo além das fronteiras tradicionais dos dispositivos de propriedade da empresa e das tecnologias locais, aumentando a demanda dos profissionais de TI do Brasil a fim de gerenciar a tecnologia fora do escopo tradicional de controle.

A pesquisa foi realizada em razão do Dia do Profissional de TI comemorado hoje e com o objetivo de homenagear os profissionais brasileiros e enfatizar a necessidade de valorizá-los ainda mais, além de reconhecer o papel indispensável que eles exercem nos negócios modernos e na vida de praticamente todos os usuários de tecnologia. “Para comemorar o Dia do Profissional de TI deste ano, queremos chamar a atenção para a grande responsabilidade desses especialistas em gerenciar um conjunto cada vez maior de tecnologias, sejam aquelas utilizadas pelas empresas ou os dispositivos de usuários finais e aplicativos de nuvem fornecidos por fornecedores externos”, afirma Joseph Kim, vice-presidente sênior e diretor de tecnologia da SolarWinds.

A pesquisa revela que, mais do que nunca, os usuários finais estão conectando mais dispositivos (incluindo os pessoais) a redes corporativas, utilizando aplicativos baseados na nuvem não autorizados e trabalhando fora do ambiente tradicional dos escritórios. Todas essas tendências tomam o controle direto dos departamentos de TI; no entanto, as pesquisas também demonstram que as exigências sobre os profissionais de TI para oferecer suporte e garantir o desempenho de tecnologias relacionadas também são altas.

Principais conclusões

A pesquisa “A TI está em todos os lugares” é composta por dois estudos. O primeiro se concentra nas perspectivas dos usuários em relação ao cenário de evolução das tecnologias de negócios e o papel dos profissionais de TI nele, enquanto o segundo destaca os pontos de vista dos profissionais de TI. Dentre as principais descobertas, temos:

Cada vez mais usuários finais no Brasil estão se conectando a um conjunto variado de dispositivos eletrônicos, incluindo aparelhos pessoais às redes corporativas.

• 57% dos usuários finais do Brasil dizem que conectam mais dispositivos, sejam pessoais ou da empresa, a redes corporativas hoje do que há dez anos, uma média de quatro a mais por usuário.

• 57% dos usuários finais diz que conecta mais dispositivos pessoais a redes corporativas hoje do que há dez anos, uma média de três a mais por usuário.

• 80% dos usuários finais afirma que conecta um computador laptop/desktop a redes corporativas, 69% um smartphone e 29% um tablet.

• 37% dos usuários finais conecta dispositivos eletrônicos menos comuns a redes corporativas, como caixas de som Bluetooth, media players de streaming, tecnologias vestíveis e eReaders.

Cada vez mais, a tecnologia da qual os usuários finais dependem está fora da infraestrutura local de seus funcionários e inclui aplicativos baseados em nuvem e recursos de trabalho utilizados além do escritório.

• 60% dos profissionais de TI do mundo inteiro afirma que suas organizações permitem/facilitam o uso de aplicativos baseados em nuvem; 71% também estima que usuários finais utilizam, pelo menos ocasionalmente, aplicativos em nuvem não autorizados pela TI.

• 82% dos usuários finais admite o uso desses aplicativos (tanto os autorizados quanto os não autorizados pela TI) no trabalho.

• 77% dos usuários finais diz que costuma utilizar aplicativos relacionados ao trabalho fora do escritório, seja em dispositivos da empresa ou em aparelhos próprios.

Apesar do aumento do uso de tecnologias externas, os usuários finais ainda responsabilizam os profissionais de TI pelo desempenho delas.

• 62% dos profissionais de TI afirma que a expectativa de dar suporte aos dispositivos pessoais dos usuários conectado a redes corporativas é muito maior do que há dez anos, enquanto 76% dos usuários finais espera que os profissionais de TI de seus empregadores garantam o desempenho desse tipo de dispositivo.
• 43% dos profissionais de TI diz que os usuários esperam, ao mesmo tempo, a resolução de problemas entre a tecnologia e os dispositivos pessoais e da empresa.

• 87% dos usuários finais espera que os profissionais de TI de seus empregadores garantam o desempenho de aplicativos baseados em nuvem usados no trabalho, e 56% alega que, quando esses aplicativos não funcionam conforme o esperado, a culpa é dos profissionais de TI.

• 64% dos profissionais de TI diz que os usuários esperam, ao mesmo tempo, a resolução de problemas com aplicativos baseados em nuvem e aplicativos locais (aqueles gerenciados diretamente pela TI).

• 72% dos usuários finais espera que os aplicativos de trabalho usados fora do escritório funcionem no mesmo nível e recebam o mesmo tipo de suporte dos profissionais de TI de seus empregadores, enquanto 83% dos profissionais de TI diz que fornece tal suporte pelo menos ocasionalmente.

“Os principais resultados mostram que, mais do que nunca, os usuários finais estão rompendo os limites da TI tradicional além das quatro paredes das organizações”, acrescentou Kim. “A TI está em todos os lugares e, como resultado, os profissionais de TI estão sendo cada vez mais cobrados para garantir disponibilidade e desempenho contínuos para todos os dispositivos e aplicativos, muitos dos quais eles não controlam. Todos os setores já sentiram o impacto de uma dependência maior na tecnologia, mas nenhum deles como o próprio setor de TI. Sendo assim, em reconhecimento a todos os profissionais de TI, é com grande satisfação que celebramos esse dia e destacamos esse trabalho árduo de manter as empresas funcionando dia após dia.”

Realizada em junho de 2016 o primeiro dos dois estudos foi conduzido pela Harris Poll em nome da SolarWinds e entrevistou 474 usuários finais de tecnologia do Brasil que eram empregados, mas não profissionais de TI. O segundo estudo foi feito pela SolarWinds em julho de 2016 e ouviu 276 profissionais de TI do mundo inteiro. Os resultados completos estão disponíveis aqui.

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Pesquisa: apenas 5% das indústrias fazem uso de todo o potencial da Internet das Coisas

A consultoria PAC acaba de divulgar os resultados de uma pesquisa realizada com 150 decisores representantes das indústrias de transporte e manufatura na Alemanha. Encomendado pela T-Systems, o estudo mostrou que estes setores querem acelerar o desenvolvimento de soluções de manutenção preditiva e Internet das Coisas (IoT, da sigla em inglês), uma vez que apenas 5% das empresas tem feito uso completo de todo o seu potencial.

“Os decisores estão pensando muito sobre internet das coisas e manutenção preditiva porque as oportunidades que eles oferecem são óbvias”, explica Anette Bronder, head da Divisão Digital da T-Systems. “Mas eles também têm uma série de preocupações com segurança e nós precisamos dissipa-las se quisermos preparar o terreno para a infraestrutura necessária para estabelecer a IoT”. Por conta disso, 73% dos gerentes entrevistados disseram que sua prioridade é investir em segurança antes de investir em sensores ou redes. Eles estão preocupados com a possibilidade de aumento de vulnerabilidades com as unidades de produção ligadas em rede.

O estudo também revelou que muitas companhias não contam com os pré-requisitos técnicos para atender às expectativas criadas com cadeias de produção e de valor totalmente integradas. Virtualmente, todas as empresas já colocaram suas áreas de produção e logística em rede, “mas suas atuais instalações são inadequadas para atingir todas as funcionalidades fim a fim”, explica Joachim Hackmann, consultor da PAC. De acordo com os profissionais pesquisados, as redes precisam evoluir substancialmente: 82% deles disseram que pretendem nos próximos 4 anos, contar com ambientes de produção mais de 50% integrados em rede.

Uma comparação entre diferentes indústrias revelou que o segmento de transportes e logística está melhor integrado que os setores mecânico e de engenharia. O setor de logística, em particular, vem sofrendo uma pressão enorme para inovar por parte do varejo online.

Como as companhias dificilmente serão capazes de completar a transformação digital por sua conta, 65% delas planejam utilizar provedores externos para ajuda-las com seus projetos de IoT: elas querem provedores com experiência no gerenciamento da transição para o IoT e com experiência em seu segmento de atuação.

Os projetos de IoT são geralmente implementados em resposta à pressão competitiva e da necessidade de se ganhar eficiência. Quanto a isso, as empresas têm expectativas específicas em relação à internet das coisas: ela deve permitir a constante otimização dos processos core, alcançar mais transparência em relação a suas máquinas e frotas de veículos e reduzir o tempo ocioso.

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Maior evento de reestruturação empresarial da América Latina começa na próxima semana

A cidade de São Paulo recebe nos dias 24 e 25 de outubro a 8ª edição do VIII Congresso TMA Brasil de Reestruturação e Recuperação de Empresas. Considerado o maior evento do segmento da América Latina, o evento é referência na área de reestruturação e recuperação empresarial multidisciplinar.

O Congresso contará com uma programação de palestras de nomes como o ex-Ministro da Fazenda entre os anos de 1988 e 1990, Mailson de Nóbrega, com o tema “Perspectivas Econômicas e Políticas”; o Juíz Titular da 1ª Vara de Falências da Comarca de São Paulo, Dr. Daniel Cárnio e o Sócio da Finvest Capital Partners, Luís Cláudio Garcia de Souza.

Além das palestras e plenárias, os mais de 350 participantes também poderão contar com painéis e workshops apresentados por executivos de grandes empresas do ramo como DCA Advogados, PwC Brasil, Credit Suisse e KPMG.

VIII Congresso TMA Brasil de Reestruturação e Recuperação de Empresas

Data: 24 a 25 de outubro
Local: Renaissance São Paulo Hotel – Alameda Santos, 2233, São Paulo – SP
Informações e inscrições: www.tmabrasil.org/congresso2016

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Duas novas atrações interativas animam o Kennedy Space Center

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Com toda a emoção de uma verdadeira viagem ao espaço, visitantes do Kennedy Space Center Visitor Complex, na Flórida, terão uma recepção emocionante na inauguração da atração Heroes & Legends e do Astronaut Hall of Fame®, no dia 11 de novembro de 2016. Posicionada na entrada do parque, a nova atração irá definir o cenário para uma experiência muito mais rica e real dentro do parque, apresentando as emoções da exploração espacial e como se sentiram os lendários homens e mulheres pioneiros nessa jornada.

Projetado pelo Falcon’s Treehouse, uma premiada empresa de design com sede em Orlando, Florida, a arquitetura elegante da rampa de entrada irá simular uma viagem para as estrelas, com direito a uma passagem pelo Jardim dos Foguetes. O projeto arquitetônico escolhido para o novo edifício destina-se a celebrar as naves espaciais ao longo da história e no futuro.

Por meio de uma narrativa envolvente, os visitantes irão embarcar em uma viagem inspirador no Heroes & Legens. O começo é uma reflexão com discussão sobre como a sociedade define um herói. Em seguida, por meio de tecnologias de ponta, elementos interativos e exposições envolventes, os visitantes serão apresentados aos heróis do programa espacial da NASA: os pioneiros que trabalharam juntos para fazer a exploração do espaço possível.

“Estamos apostando em uma história para criar o que chamamos de “plataforma de lançamento” para os nossos visitantes, realmente definindo um dia inteiro de experiências por aqui”, afirma Therrin Protze, chefe de operações do Centro de Visitantes Kennedy Space Center. “A oportunidade de aprender sobre os atributos surpreendentes de nossos heróis espaciais e o que esteve por trás das transformações históricas que moldaram a forma como olhamos para o espaço, o mundo e o futuro, se agrega em nossas outras atrações e experiências espaciais. Estamos aqui para inspirar mentes em uma experiência memorável e esta nova atração é uma introdução fenomenal”, completa.

Separado em três experiências distintas, o Astronaut Hall of Fame e o Heroes & Legends vão oferecer:

– Uma vista deslumbrante de 360 graus, local de encontro onde os visitantes vão explorar questões sobre como a sociedade define o heroísmo: O que é um herói? Quais são os heróis do nosso tempo? O que é preciso para ser um herói? Durante a apresentação de sete minutos, o histórico início da corrida espacial será trabalhado como o impulso para a exploração das estrelas nos primeiros anos da NASA e a rivalidade entre os Estados Unidos e a União Soviética durante a Guerra Fria.

– Um cinema com experiências multissensoriais em 4-D, onde os visitantes irão se juntar aos lendários heróis da NASA nas etapas mais perigosas de suas aventuras. A iluminação artisticamente coreografada e efeitos especiais como névoa, spray de água e vento serão reforçados por efeitos sonoros profundamente ressonantes e intensas imagens, criando a sensação de uma plataforma com vista para o planeta Terra. Um show de meia hora leva os visitantes a uma viagem íntima com quatro heróis da era espacial que vão inseri-los completamente nos temores, emoções e perigos das primeiras missões do programa espacial tripulado.

– Uma exposição interativa com hologramas e outras mídias interativas vai mudar a maneira como os visitantes interagem com a memória dos astronautas e os artefatos do programa espacial. Uma coleção de nove módulos irá descrever atributos de desses heróis – tenazes, apaixonados, disciplinados – e assim por diante – enquanto descobrem mais sobre os astronautas da NASA por meio de suas próprias experiências. Recursos interativos vão inspirar a exploração da sala de controle da Missão Mercury, com direito a um flashback periódico dos momentos memoráveis dessa história. Você assistirá ainda o astronauta Wally Schirra entrando na pequena nave espacial.

– A exposição culmina com a apresentação do Astronaut Hall of Fame. Instalado em uma cúpula, a exposição conecta o visitante a cada um dos cerca de 100 astronautas homenageados por meio de tecnologias interativas. Um cilindro de vidro de 365 graus, com cinco estações interativas fornecerão histórias sobre cada um dos astronautas do Hall da Fama. Um elemento interessante será a possibilidade de capturar uma lembrança especial de sua viagem: posar com alguns dos heróis e lendas em destaque.

O objetivo é que os visitantes deixem as duas atrações com um renovado sentido de orgulho e um entendimento mais profundo das qualidades dos astronautas pioneiros da NASA, que merecem a nossa admiração e respeito.

Heróis estão em todas as esferas da vida e o Kennedy Space Center Visitor Complex quer que todos se envolvam em compartilhar o que heroísmo significa para si. Com ações grandes ou simples, heróis têm um impacto inesquecível – mudar o mundo para melhor. O público é convidado a enviar um vídeo para possível inclusão nos Heroes and Legends por meio de mídias sociais (Twitter, Facebook, Instagram), e utilizando a hashtag #KSCHero. Siga as orientações do vídeo: www.kennedyspacecenter.com/misc/hero-video-contest.

A construção do Heroes & Legends foi anunciada em 2015, em cerimônia de indicação dos nominados no Kennedy Space Center Visitor Complex.

Para mais informações e reservas, visite www.KennedySpaceCenter.com.

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Arbor Networks e Jigsaw colaboram para aprimorar Mapa de Ataques Digitais

A Arbor Networks Inc., divisão segurança da NETSCOUT (NASDAQ: NTCT), em conjunto com a Jigsaw, empresa integrante da Alphabet, controladora do Google (NASDAQ: GOOGL), anuncia uma nova versão, aprimorada, do Mapa de Ataques Digitais, que oferece uma visualização on-line dos ataques de negação de serviço (DDoS – Distributed Denial of Service) em todo o mundo.

A Jigsaw tem como foco identificar ações de censura na web e mitigar as ameaças de ataques digitais, combatendo a violência extremista e protegendo as pessoas do ódio e do assédio on-line. Uma das maneiras mais fáceis de silenciar alguém na web é um ataque DDoS. Esses ataques visam esgotar os recursos de acesso a uma determinada rede, aplicativo ou serviço, impedindo o seu uso. Os ataques DDoS tornam-se cada vez mais comuns em razão do desenvolvimento de ferramentas “do-it-yourself “e de serviços oferecendo esses ataques a baixo custo. Muitas vezes, eles estão diretamente relacionados a acontecimentos do mundo real, como conflitos políticos.

Aprimorando o Mapa de Ataques Digitais (Digital Attack Map)

O Mapa de Ataques Digitais utiliza dados do sistema Atlas (Arbor Threat Level Analisys System), uma rede de monitoramento de ameaças de alcance global. O ATLAS examina atualmente 140Tbps de dados de tráfego anônimo, proveniente de mais de 330 provedores de serviço, em todo o mundo, que são clientes da Arbor. Isso representa cerca de um terço do tráfego mundial de dados na Internet. Dessa forma, a Arbor encontra-se em posição ímpar no que diz respeito a fornecer inteligência relativa a ataques DDoS, malware e botnets que ameaçam infraestrutura de Internet e disponibilidade da redes.

Os dados apresentados no Mapa de Ataques Digitais são uma amostragem aleatória de menos de um por cento dos ataques observados pelo sistema ATLAS, e mostram as tendências verificadas em ataques significativos. A Jigsaw traduz as informações do ATLAS em visualizações on-line que permitem explorar as tendências atuais e históricas de ataques DDoS, consultar ataques por país, e – em atualizações diárias – relacionar os ataques DDoS a notícias e acontecimentos do mundo real.

O que há de novo?

• Uma mudança na arquitetura do sistema ATLAS possibilita agora que o Mapa de Ataques Digitais apresente uma amostra baseada em um volume de dados 20 vezes maior que a versão anterior;

• Com a nova arquitetura do sistema, os dados passam a ser processados por streaming em tempo real e não mais baseado em processamento por lotes armazenados, assegurando assim sua atualidade e precisão.

“Os ataques DDoS estão crescendo em um ritmo alarmante em termos de tamanho, frequência e complexidade. Eles são a principal ameaça à disponibilidade de redes, aplicativos e serviços on-line. O Mapa de Ataques Digitais apresenta parte do conjunto de dados captados pelo sistema ATLAS, traduzidos em informação visual pelos engenheiros da Jigsaw para que todas as pessoas possam tomar conhecimento dos ataques DDoS ocorridos em todo o mundo ou em países específicos. O trabalho da Jigsaw é importante no sentido de educar o público sobre a ameaça que representam os ataques DDoS, e ficamos muito felizes com a apresentação de nossos dados nesse Mapa”, comenta Brian McCann, Presidente da Arbor Networks.

Para mais informações, visite DigitalAttackMap.com

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