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Enem 2016 gera 4,2 milhões de menções no Twitter

Realizado no último final de semana, o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) gerou grande movimentação no Twitter. De 0h de sábado (5) às 23h59 de domingo (6), foram contabilizadas 4.231.101 menções ao Enem 2016 no Twitter no mundo. Só no Brasil, foram 3.107.692 menções ao tema. As hashtags mais utilizadas durante esse período foram #ShowDosAtrasados, #AprendiNoENEM e #ENEM2016.

Os maiores picos de conversas sobre o assunto no Twitter aconteceram no sábado (5). O maior deles foi às 13h, com comentários, fotos, GIFs, vídeos e memes referentes aos estudantes que chegaram atrasados para o Exame; outro momento com grande volume de conversas ocorreu às 10h, com a expectativa para o início das provas; e às 19h, com comentários sobre o primeiro dia do Enem.

Confira abaixo um gráfico com o comportamento das principais hashtags analisadas durante o período:

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e-Safer investe em nova sede

Para dar continuidade ao seu plano de expansão, a e-Safer, integradora da área de Segurança da Informação e desenvolvedora de soluções para Certificação Digital, investe em uma nova sede e, a partir do dia 14 de outubro, estará em um novo endereço, Al. Rio Negro, 500 – 15ª and / Bloco B, Alphaville, SP.

O novo espaço conta com um ambiente descontraído, maior que o atual e foi escolhido e adequado para que seus colaboradores compartilhem da filosofia da e-Safer, uma empresa de TI focada na inovação que busca incentivar a integração, motivação e a criatividade de toda a equipe. “Esse engajamento, juntamente com a capacidade técnica que a empresa atingiu se deve ao comprometimento e qualidade com que as atividades são executadas por seus colaboradores. Quando iniciamos a e-Safer, tínhamos apenas três funcionários e hoje contamos com 34 colaboradores”, avalia William Bergamo, Diretor Executivo da e-Safer.

Para o executivo, esta mudança reflete o ótimo momento em que a empresa vive. “Nossa estratégia em investir constantemente na comunicação para garantir o posicionamento da marca, expansão dos negócios, conquista de grandes clientes, mesmo diante de um cenário econômico ainda desfavorável no país, tem possibilitado mantermos um crescimento sustentável. Em 2015, fechamos nosso faturamento com uma elevação de 200% e nossa expectativa para este ano, com a condução de grandes projetos, é que alcancemos o mesmo resultado positivo”, destaca Bergamo.

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Algar Telecom lança segunda edição do Programa de Aceleração de Startups

A Algar Telecom, empresa de telecomunicações do grupo Algar, lança o segundo ciclo do seu Programa de Aceleração de Startups. Assim como na primeira turma, o programa continuará a ser operado pela Ace (ex-Aceleratech), empresa reconhecida como maior aceleradora da América Latina pela Latam Founders, que selecionará seis startups para um processo de aceleração com duração de 4 a 10 meses (dependendo do nível de maturidade da startup), e conta com diversos serviços de auxílio para alavancar os negócios, além de 150 mil reais de investimento direto. O lançamento acontece durante o Congresso Anual de Startups e Empreendedorismo (CASE), no dia 7 de novembro, no estande da Algar Ventures.

Os empreendedores interessados têm até o dia 11 de dezembro para se inscrever na página do programa (http://goace.vc/algartelecom/). Podem participar startups de todo o Brasil que possuam soluções para os seguintes temas: Eficiência e Produtividade; Transformação Digital de Negócios; Cidades Inteligentes e Humanas; Entretenimento, Comunicação e Ferramentas para o Público Jovem.

Segundo Renato Paschoarelli, diretor de Estratégia e Regulatório da Algar Telecom, o programa é uma excelente oportunidade tanto para os empreendedores, que necessitam de investimentos e mentoria para o desenvolvimento e crescimento de seus negócios, como para a grande empresa, que precisa estar próxima das empresas que poderão promover mudanças significantes no mercado em um futuro próximo. “Vamos aumentar o número de startups selecionadas porque apostamos no potencial de inovação do empreendedor brasileiro. Buscamos projetos que apresentem soluções inovadoras em tecnologia da informação e comunicações e que resolvam problemas reais do dia a dia das pessoas e empresas, com potencial de atuação em todo o mercado nacional”.

De acordo com Arthur Garutti, COO da Ace, para esta segunda fase, a aceleradora busca em conjunto com os executivos da Algar Telecom expandir o raio de atuação do programa. “Com a agregação do ACE Start, nossa rota de aceleração de validação, vamos não só aumentar a capacidade de startups aceleradas em simultâneo como também adequar o programa ao estágio de cada startup selecionada. A tese também está mais refinada, focada na busca de soluções e não necessariamente em tecnologias. Este é o DNA dos negócios da Algar Telecom, então buscamos cada vez mais usar a empresa como plataforma de escalabilidade para as startups através das possibilidades de cross-selling, ações de marketing e demais possibilidades que vão além da metodologia em si. Considero o escopo desta segunda fase do programa da Algar como um marco no salto de maturidade das acelerações corporativas existentes no Brasil”.

Segundo Guilherme Tângari, empreendedor da Espresso, startup que faz parte do primeiro ciclo de aceleração do programa, um dos maiores desafios para quem está começando um negócio é conectar o produto ao mercado. “Uma das principais vantagens do programa é a validação da solução com o cliente e principalmente o auxílio na identificação do melhor mercado de atuação e na montagem da estratégia de vendas. A proximidade com uma grande empresa como Algar Telecom facilita muito essa conexão com o mercado”.

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Pesquisa exclusiva MeSeems/PayPal traça o perfil das mulheres empreendedoras no Brasil

A diferença salarial entre homens e mulheres no mercado de trabalho sempre assustou – e ainda assusta. Eles chegam a ganhar salários até 30% maiores para realizar as mesmas tarefas. Executivas recebem, em média, 74,5% do rendimento de seus pares engravatados – segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2014, a mais recente disponível.

E o futuro não parece promissor: de acordo com dados do Fórum Econômico Mundial (FEM), mantida a velocidade em que a diferença cai anualmente, as mulheres só verão a igualdade chegar em 2095. Para se ter ideia do tamanho do problema, o Brasil ocupa, atualmente, o 85º lugar entre 145 países monitorados pelo FEM quando o assunto é igualdade de gênero na economia. Quem lidera o ranking? Islândia, Noruega, Finlândia e Suécia. Em 35º está a Argentina, e a Venezuela aparece na 78ª posição.

Ainda segundo o Fórum, a igualdade de gênero seria capaz de aumentar o PIB global em cerca de 12% – algo como US$ 12 trilhões. Com esse cenário sob perspectiva, o MeSeems acaba de tabular, sob encomenda do PayPal Brasil, pesquisa inédita sobre empreendedorismo feminino no País. E as conclusões são muito interessantes. A empresa, especializada em big data, ouviu 515 mulheres a partir dos 18 anos de idade em todas as regiões do Brasil e de todas as classes sociais – entre os dias 15 e 23 de setembro. Os highlights do estudo você confere abaixo:

Novidades

• Das 515 entrevistadas, 54% disseram não ter empreendimento/negócio próprio; e 46% já são empresárias. Dentro do universo pesquisado, 48% das mulheres dizem trabalhar menos de 40 horas por semana; 27%, mais de 40 horas; e 25%, exatamente 40 horas semanais.

• Questionadas sobre como se posicionam quanto ao empreendedorismo, as mulheres entrevistadas se dividiram: 22% disseram já ter comércio online (e-commerce); 21% garantem que pretendem abrir um e-commerce; 32% chegaram a abrir um comércio online, mas não conseguiram se manter; e 25% pretendem abrir um e-commerce e já iniciaram o planejamento do negócio.

• Quando a pesquisa se aproxima apenas do universo das já empreendedoras, fica-se sabendo que 20% delas têm comércio de artesanato; 18%, cosméticos e produtos de beleza em geral; 15%, roupas; 11%, alimentos; 8%, joias e bijuterias; 4%, calçados; e 3%, serviços de corte e costura.

• Por que abriram negócio próprio? Para 21,4% das mulheres entrevistadas, foi uma maneira de complementar a renda; para 14,4%, trata-se da oportunidade de ganhar mais dinheiro; outras 11,3% imaginam que conquistarão a independência financeira; e 8,9% estavam fora do mercado de trabalho quando resolveram empreender. Somente 7,4% acreditaram que seriam muito bem-sucedidas; 5,8% queriam ter mais controle sobre a própria vida; e outras 5,8% seguiram sua paixão.

• Em ritmo de “one woman band”, o MeSeems perguntou às entrevistadas que áreas da empresa são tocadas apenas por elas ou por terceiros. As respostas mostram como ainda há bastante margem para a criação de serviços dedicados a esse setor da economia. A área jurídica é responsabilidade única e exclusiva de 40,1% das pesquisadas (43%, “eu, com a ajuda de outra pessoa”); Contabilidade, 29,1% (41,4%, idem); Website, 29,5% (41,8%, idem); Plano de negócio/marketing/estratégia, 33,8% (59,5%, idem); Gestão bancária/financiamento, 48,1% (42,2%, idem); e e-commerce, 41,8% (49,4%, idem).

• Quando precisam de ajuda externa para “tocar” a empresa, a maioria (65,8%) realiza pesquisa própria; 51,5% procuram o Sebrae; e 45,1% vão em busca de amigos que já passaram pelas mesmas dificuldades. Apenas 19,4% procuram empresas de serviços profissionais; e 10,1%, organizações governamentais.

• Também entre as pesquisadas que mantêm negócio próprio, 75,7% só contam com loja online (e-commerce); 24,3% têm loja física com apoio de e-commerce.

• A pesquisa questionou as mulheres que ainda não abriram negócio próprio sobre a possibilidade de virem a fazê-lo: 27,4% disseram que pretendem se aventurar no universo das PMEs daqui a 1 ou 2 anos; 22,4%, entre 1 e 6 meses; outras 21,5% dizem que tentarão abrir seu negócio daqui a 6 meses ou 1 ano. Cerca de 10% querem fazer isso em até 1 mês; e outras 11% não sabem se terão coragem para empreender.

• Um ponto que chamou a atenção do MeSeems diz respeito aos motivos que levaram as empreendedoras a abrirem suas empresas: para 51,7%, o objetivo de empreender foi “ter orgulho de mim mesma”; já 47,4% citaram “mais equilíbrio e liberdade para ficar com a família”; e 46,9%, “serei bem-sucedida financeiramente”. Para 4,8%, é uma “contribuição para a minha indústria”; e 5,7% queriam “se tornar famosas”.

• Já os maiores medos das mulheres pesquisadas (tanto as que têm empresa própria quanto as que não têm) são “não obter lucro” (45,5%); “ficar sem dinheiro” (39,3%); “demorar para ter lucro” (38,8%); e “correr riscos” (32,5%). Cerca de 31% temem passar por “instabilidade financeira”; e 30,3% têm medo de “cometer erros” na gestão do negócio.

“Os números da pesquisa são bastante interessantes e revelam o quanto ainda precisa ser feito para que as mulheres se sintam seguras para empreender. É um setor com imenso potencial de geração de empregos e que movimenta a economia como poucos. Sabendo disso, o PayPal trabalha, em todos os seus mercados, para fomentar o empreendedorismo e o empoderamento das mulheres” – Gabriela Szprinc, head de Pequenas e Médias Empresas (SMB) do PayPal Brasil.

“O estudo revela que o empreendedorismo feminino é uma atividade independente, muito influenciada pela necessidade de incrementar a renda familiar e a busca constante por uma vida mais equilibrada. É necessário oferecer mais suporte em cada uma das etapas desse processo, para alavancar o índice de êxito e impulsionar o empoderamento da mulher” – Flavia Cruz, gerente de Atendimento do MeSeems

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Extreme Networks anuncia parceria com novos integradores de TI

A Extreme Networks (NASDAQ: EXTR), especialista em soluções de redes guiadas por software, acaba de anunciar associação no Brasil a três novos integradores: OKI Brasil, BlackBull e Teltec Solutions. A parceria tem como principal objetivo intensificar os negócios realizados pelas empresas no país e entregar melhores serviços e soluções de rede a clientes de diversos setores.

“Estamos muito felizes com o início da parceria com a OKI Brasil, a BlackBull e a Teltec Solutions. Essas empresas têm uma excelente reputação no mercado e estamos bastante animados para compartilhar com elas toda a qualidade e o potencial dos produtos da Extreme com o propósito de entregarmos ainda melhores projetos para os nossos clientes”, afirma Eduardo Almeida, presidente da Extreme Networks para o Brasil e o Cone Sul.

O presidente enfatiza a força da cultura de canais na Extreme Networks e comenta que 100% das vendas da companhia são realizadas por meio de parceiros em todos os países em que atua, com exceção do Estados Unidos. “A Extreme entende que esse modelo traz bastante valor aos nossos negócios. O integrador nos dá uma escalabilidade que, sozinhos, seria bem mais complicado alcançar. Contamos com essa parceria para adotarmos cada vez mais uma abordagem de vendas focada em soluções com base na arquitetura da Extreme Networks”, pontua o executivo.

A associação com a OKI Brasil, especialista em automação bancária e comercial e serviços de TI, tem como estratégia principal desenvolver soluções para empresas do segmento financeiro. Segundo Marcelo Alexandria, da OKI Brasil, Gerente de produtos de redes e infraestrutura, “a parceria com a Extreme Networks ajudará nossa empresa a criar oportunidades mais vantajosas e gratificantes para os nossos clientes e, com isso, nos diferenciar no mercado. Temos convicção de que essa união vai acelerar o tempo de entrega e aumentar a qualidade dos nossos serviços”.

Com forte atuação na região Sul do Brasil, em São Paulo e no Distrito Federal, a catarinense Teltec Solutions, integradora de soluções de tecnologia da informação e comunicação, chega com a proposta de intensificar a entrega de projetos com a Extreme nos setores de educação, saúde e público. Para Rafael Araújo, diretor de negócios da Teltec, “a associação com a Extreme Networks agrega qualidade e robustez ao trabalho que vimos desenvolvendo ao longo de 25 anos no mercado brasileiro. Estamos muito animados com a parceria e confiantes de que ela será de grande valor para a Teltec e os nossos clientes”.

Para Raphael D’Avilla, diretor comercial da BlackBull, integradora com forte atuação no Distrito Federal e com foco no setor público, “a BlackBull tem como meta entregar projetos customizados de acordo com os desafios dos negócios de cada cliente. Essa proposta não poderia estar melhor alinhada com a Extreme Networks. Certamente, essa parceria renderá a execução de excelentes projetos”.

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Mobonus lança shopping virtual

Para proporcionar mais benefícios para os seus usuários, o Mobonus acaba de lançar uma nova funcionalidade. O aplicativo agora apresenta um shopping virtual do Buscapé, em que os usuários podem comprar produtos de tecnologia, como TV, celular, videogame, computador e tablets em grandes lojas como Submarino, Extra e Ponto Frio. Além de toda facilidade e conforto para adquirir bens de consumo, a cada compra o usuário ganha mobocoins, pontos que podem ser resgatados por bônus de celular e, em breve, por infoprodutos e brindes físicos. Em apenas um dia, o Mobonus vendeu mais de 10 mil reais.

Para este lançamento, o Mobonus mudou o seu layout e promete lançar novidades para a nova ação até o fim do ano, como a possibilidade de trocar os pontos por assinaturas de infoprodutos. “Os usuários já estão ganhando mais de mil pontos por cada compra feita. Estamos inovando o modelo tradicional de programa de fidelidade, em que o usuário troca seus pontos por prêmios na hora”, destaca Talita Lombardi, COO da Mobocity, empresa responsável pelo aplicativo.

Com o shopping virtual, o Mobonus se tornou um verdadeiro Pointback – sistema que devolve parte do dinheiro ao consumidor em forma de pontos. Quem navega no aplicativo faz compras pelo mesmo preço que compraria fora do Mobonus e ainda recebe pontos por isso.

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StarSe promove evento Fintechclass e discute atuação de startups do setor financeiro

Empreendedores interessados em Fintechs e executivos do mercado financeiro têm um encontro marcado no próximo dia 09 de novembro, em São Paulo. Promovido pelo StartSe, a maior plataforma de startups do Brasil, o evento FintechClass reunirá grandes nomes do segmento para discutir o setor e sua evolução.

Nos últimos anos, o mercado financeiro viveu uma revolução. Não sem motivo, o setor é talvez um dos principais do mercado de startups atualmente: no Brasil, são mais de 200 startups do tipo. No mundo, os investimentos em fintech explodiram recentemente, saindo de US$ 1,5 bilhão, em 2008, para US$ 2,4 bilhões, em 2011, US$ 3,9 bilhões, em 2013, US$ 12 bilhões, em 2014 e inacreditáveis US$ 19,1 bilhões, em 2015. A importância das fintechs é tão grande que o Goldman Sachs divulgou um relatório afirmando que US$ 4,7 trilhões de receitas dos grandes bancos migrarão para elas nos próximos anos. Além disso, 33% das pessoas nascidas na Geração Y não querem usar bancos nos próximos cinco anos.

Diante desses fatos, durante as 10 horas de evento, serão abordadas diversas vertentes, como O Futuro do mercado Fintech (mostrando como as startups devem manter sempre uma visão de futuro para estar em constante transformação); Startups e Corporação (como empresas recém criadas têm conquistado mercado e engajado milhares de clientes); e Oportunidade e Desafios (em tempos em que as exigências dos clientes só aumentam, como conquistar e fidelizar um público que demanda por novidades e segurança).

“O mercado financeiro está em ebulição em todo o mundo, em busca de soluções inteligentes e que atendam às necessidades dos clientes. Por isso, todo o processo é extremamente acelerado e em constante transformação. Criamos o FintechClass justamente para que possa existir uma conexão rica entre os empreendedores, empresários e executivos do setor, abordando suas visões inovadoras”, explica Pedro Englert, CEO do StartSe.

O FintechClass contará com nomes renomados, como Caio Poli (Head os Customer Experience do Nubank); Marcelo Maisonnave (Empreendedor em Fintechs no Brasil e EUA e Co-founder da XP Investimentos); Guga Stocco (Head of Strategy and Innovation do Banco Original); Thiago Alvarez (Co-founder no GuiaBolso); Marc Lahoud (Founder e CEO na Quero Quitar!); Sergio Furio (CEO e Co-founder no BankFácil); Sandro Reiss (Founder e CEO na Geru); Pedro Conrade (Founder e CEO no Banco Neon); André Macedo (Country Manager da Intuit Brasil); e Roberto Dagnoni (Vice-presidente e Diretor executivo de novos negócios da Cetip). Outros nomes ainda serão confirmados na agenda.

O FintechClass acontecerá no dia 09 de novembro, no Hotel Renaissance, em São Paulo, das 9h às 18h. Para se inscrever basta clicar aqui.

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Hackathon apresenta soluções para o setor energético e cidades inteligentes

Equipe vencedora do Hackathon SENDI 2016. Foto: Guilherme Pupo

Equipe vencedora do Hackathon SENDI 2016. Foto: Guilherme Pupo

Uma viagem à Itália com visita técnica ao centro de inovação da Seco Tools e ao pólo tecnológico do Cubit, um laboratório da Universidade de Pisa especializado em tecnologia wireless aplicada à internet das coisas, é uma das premiações oferecidas pela Universidade Positivo aos cinco integrantes da equipe vencedora do Hackathon SENDI 2016. O evento, que aconteceu no último fim de semana (4 a 6 de novembro), em Curitiba, reuniu mais de 350 pessoas (entre competidores e mentores) de todo o Brasil com um único objetivo comum: desenvolverem soluções para o setor de distribuição de energia e cidades inteligentes.

Foram 36 horas ininterruptas de ideias, discussões, debates, programação, prototipação, testes, pesquisas com a orientação de profissionais dos setores de engenharia, tecnologia, negócios, inovação e comunicação. As 35 equipes iniciantes apresentaram projetos nas áreas de relacionamento inteligente com o consumidor; energia inteligente; operação e automação inteligente de redes de distribuição e soluções para cidades e instalações inteligentes.

Os projetos concluídos foram selecionados por uma comissão julgadora, composta pelo presidente da Copel Distribuição, Antonio Guetter, o presidente da Abradee, Nelson Fonseca, os representantes da Google Business Group (GBG) Brasil, Erica Marques e Glauco Furstenberger, o superintendente de Projetos Especiais da Copel e professor da Universidade Positivo, Júlio Shigeaki Omori, além de Paulo Porto (Atitude Empreendedora), Carlos Rodolfo Sandrini (Centro Europeu) Nima Kaz (Jupiter Founder Institute), Filipe Cassapo (Centro de Inovação do Senai) e Alessandro Brawerman (Universidade Positivo). Para a definição do projeto vencedor, foram levados em conta critérios como criatividade, originalidade, utilidade prática e possibilidade de implementação.

Ideias vencedoras

Um dispositivo versátil que funciona com sensores acoplados nos transformadores de energia captando informações em tempo real foi o projeto apresentado pela equipe vencedora do Hackathon SENDI 2016. Composta pelos universitários Alex Antonio Vieira, Cristian Przepiura, Lucas Holtz Wamser, Lucas Nazar Moreira e Suelen Gimenes, a equipe Presságio ofereceu uma solução para um problema que gera mais de R$ 20 milhões anuais de prejuízo em indenizações aos consumidores, somente no Paraná. Com a ferramenta, que prevê um retorno sobre o investimento em menos de 6 anos, as concessionárias resolveriam problemas como a queda no fornecimento de energia elétrica e a fiscalização de irregularidades em tempo real.

O segundo lugar ficou com a equipe 25-Systems, composta pelos estudantes Daniel Vieira de Souza, Edilton Cerqueira Lima, Gabriel César e Sear-Jasube Soares de Castro. Para reduzir gastos com deslocamentos desnecessários ou chamadas improcedentes, o grupo apresentou a proposta de uma rede de distribuição monitorada via radiofrequência que monitora toda a rede elétrica em tempo real. Os integrantes ganharam, entre outros prêmios, smartphones Quantum de última geração.

Em terceiro lugar ficou a equipe Neo Energy Efficience, que desenvolveu uma plataforma inteligente voltada ao mercado corporativo, que visa gerenciar o consumo de energia, traçar planos de consumo e obedecer comandos de sensores, com o objetivo de reduzir o consumo e evitar gastos desnecessários. A equipe, formada pelos estudantes Alexsander Sevilha, Camila Batista, Bruno dos Santos, Ana Carolina Moisés de Souza e Mariane Dias de Mello ganhou, entre outras coisas, vale-compras da Fnac e ingressos para o SENDI 2016 – XXII Seminário Nacional de Distribuição de Energia Elétrica –, que acontece de 7 a 10 de novembro, e um ingresso para jantar e show do Titãs, no dia 09 de novembro, em Curitiba.

Realizado pela ABRADEE (Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica) e coordenado pela Copel, com o apoio da Universidade Positivo (UP) e Centro Internacional de Inovação do Sistema Federação das Indústrias do Estado do Paraná, o Hackathon SENDI 2016 marca o início das atividades do maior evento de distribuição de energia elétrica da América Latina – o SENDI 2016, que reúne representantes das maiores distribuidoras de energia públicas e privadas, do Brasil e exterior, para a apresentação de novas tecnologias, relacionamento de negócios, debate sobre novas tendências e integração entre os profissionais. Mais informações e inscrições pelo site www.sendi.org.br.

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Nanotecnologia é tema de evento em São Paulo

A Fundação CERTI é a co-organizadora do Nano Tradeshow – Feira de Nanotecnologia e Inovação, que acontece de 9 a 11 de novembro, em São Paulo. Diversas empresas irão expor seus produtos do setor durante o evento. Dentre os segmentos das expositoras, estão soluções para o mercado de odontologia, têxtil, de cosmetologia, automotivo e construção civil, com produtos como removedor de pichação, protetor de fachadas, proteção de revestimentos cerâmicos, antimicrobianos, entre outros.

A CERTI também estará presente na Conferência Internacional de Nanotecnologia e Inovação e Workshops Setoriais de Inovação – eventos paralelos que irão reunir o público durante a feira. O secretário executivo do API.nano (Arranjo Promotor de Inovação em Nanotecnologia no Polo Tecnológico da Grande Florianópolis), Leandro Berti, e o coordenador de Sistemas de Qualidade e Inovação do Centro de Referência em Metrologia e Instrumentação da CERTI, André Oliveira, realizarão palestras sobre Nanossegurança na Conferência.

O livro “Nanossegurança – Guia de Boas Práticas em Nanotecnologia para Fabricação e Laboratórios”, de autoria de Leandro Berti e do Prof. da UFSC, Luismar Porto, será comercializado na Nano Tradeshow. Afinal, a tecnologia que promete revolucionar a Medicina, o Meio Ambiente e a Agricultura, também têm seus riscos para o Meio Ambiente, dependendo da forma como o nanomaterial é descartado, e para a saúde do trabalhador, cientistas e pesquisadores, que se expõem a partículas minúsculas, capazes de penetrar células humanas.

Saiba mais sobre a Feira – A Nano TradeShow é a única feira no Brasil voltada para o mercado de fornecedores de nanotecnologia e inovação. O evento é destinado às empresas que buscam tecnologia para a inovação e competitividade de seus produtos. O objetivo central é reunir fornecedores de nanotecnologia e inovação de diversos países, universidades, pesquisadores e a indústria, a fim de impulsionar negócios e o desenvolvimento industrial.

Paralelamente ao evento, irá ocorrer a Conferência Internacional de Nanotecnologia e Inovação, o Venture Capital Expo e, ainda, o Prêmio de Inovação com Tecnologia com Tecnologias Chaves (PITCh). A Conferência reunirá palestrantes nacionais e internacionais para falar sobre assuntos como nanotecnologia em materiais avançados, os avanços do tema na indústria, entre outros. O VC Expo é uma feira internacional de negócios que irá reunir startups, indústria e investidores. O PITCh visa reconhecer profissionais/empresas/instituições cujas inovações foram desenvolvidas com tecnologias chaves (KETs – Key Enabling Technologies). www.nanotradeshow.com.br

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Audi Share é a aposta da montadora em novo serviço de mobilidade

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Com o olhar voltado para o futuro do mercado da mobilidade, a Audi AG investe em diferentes iniciativas relacionadas à mobilidade urbana, condução autônoma e conectividade. Seguindo essa tendência, a Audi do Brasil lança hoje o Audi Share, serviço de compartilhamento de carros premium da marca.

O programa será lançado inicialmente em fase piloto, voltado para funcionários de empresas instaladas no condomínio corporativo WT Morumbi, onde fica a sede da Audi do Brasil, em São Paulo. A marca irá disponibilizar cinco modelos para compartilhamento, havendo opções desde o A3 Sedan ao esportivo Audi TT. As reservas poderão ser feitas por hora, dias ou fim de semana. Nesta fase do projeto, o objetivo é avaliar a funcionalidade do serviço e a viabilidade do modelo de compartilhamento no mercado brasileiro.

“Acreditamos que o serviço de compartilhamento de carros premium pode ser uma boa opção para os consumidores brasileiros. Queremos oferecer uma opção viável para quem quer utilizar um veículo da Audi por um período determinado a um valor acessível”, afirma Jörg Hofmann, presidente e CEO da Audi do Brasil.

Os atendimentos e reservas serão feitos por telefone ou pessoalmente no escritório da Audi. Após a formalização do contrato, o pagamento poderá ser realizado com cartão ou via paypal. O carro é retirado na hora agendada no estacionamento do condomínio e a devolução será feita no mesmo local. A utilização de um A3 Sedan por uma hora, por exemplo, sai por R$ 45,00 + R$ 0,70 por quilometro rodado. Já um fim de semana, de sexta à tarde a segunda-feira de manhã, com o esportivo Audi TT, com 230 cavalos de potência, sairá por R$ 990. Os valores incluem seguro e combustível.

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Gartner: organizações devem atualizar políticas de acesso à rede para evitar ataques a dispositivos de IoT

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, alerta que, até 2020, 21 bilhões de dispositivos de Internet das Coisas (IoT) estarão em uso no mundo. Desses, aproximadamente 6% serão utilizados em aplicações industriais. No entanto, os departamentos de TI têm dificuldade para identificar esses dispositivos e caracterizá-los como parte da política atual de acesso à rede. Os líderes de Infraestrutura e Operações (I&O) devem, portanto, atualizar suas regras para uso da rede para enfrentar com precisão os ataques a dispositivos IoT.

“Com a adoção da estratégia de ‘traga-seu-próprio-dispositivo‘ (do inglês, bring-your-own-device), as organizações devem colocar os aparelhos dos funcionários na rede empresarial e começar a tratar dos 21 bilhões de dispositivos IoT que solicitarão acesso a esse sistema. Seja uma câmera de vigilância por vídeo de um estacionamento, um detector de movimento em uma sala de conferência ou um HVAC (do inglês, heating, ventilating and air conditioning, ou seja, sistema de aquecimento, ventilação e ar-condicionado) de um prédio inteiro, é mais difícil gerenciar e garantir a capacidade de identificar, proteger e isolar todos os dispositivos IoT – e, em particular, os dispositivos headless (sem interface do usuário)”, explica Tim Zimmermann, Vice-Presidente de Pesquisas do Gartner.

Muitos dispositivos IoT utilizarão a banda larga estabelecida da rede empresarial, fornecida pelo departamento de TI (wireless 1.3 Gbps de 802.11ac Wave 1 ou 1.7 Gbps de 802.11ac Wave 2). Entretanto, é importante se trabalhe diretamente com o departamento de Gerenciamento de Instalações (FM, do inglês, facilities management) e com as unidades de negócios (BUs, do inglês, business units) da empresa para identificar todos os aparelhos e projetos conectados à infraestrutura empresarial e associados à rede.

Uma vez que todos os dispositivos associados à rede sejam identificados, o departamento de TI deve criar ou modificar as regras de acesso como parte de uma estratégia de reforço da política empresarial. Isso deve determinar se e como esses dispositivos serão conectados, assim como qual função será atribuída a eles para controlar sua conexão.

Para monitorar o acesso e a prioridade dos dispositivos IoT, os líderes I&O precisam ponderar melhores práticas adicionais para a rede empresarial. Elas podem ser a definição de uma política de conectividade, visto que muitos dispositivos IoT estarão conectados por Wi-Fi; realizar um planejamento de espectro, uma vez que eles podem utilizar 2.4 GHz mas não protocolos 802.11 tais como Bluetooth, ZigBee ou Z-Wave, que podem criar interferências; ou considerar packet sniffers (ferramentas de análise de rede) para identificar dispositivos que possam promover atividades indesejáveis na rede.

Enquanto mais dispositivos IoT são adicionados à rede empresarial, líderes I&O precisarão criar segmentos virtuais que permitirão aos arquitetos da rede separar todos os ativos de IoT (tais como luzes de LED ou uma câmera de vídeo) de outros tráfegos, suportando cada aplicativo FM ou processo da BU de outros aplicativos empresariais e usuários.

Como o conceito de segmentos virtuais continua a amadurecer, as capacidades permitirão que arquitetos de rede priorizem o tráfego de diferentes setores virtuais comparando-os ao restante do movimento na rede. Por exemplo, o tráfego de vídeo de segurança e o habitual de aplicativos empresariais podem ter uma prioridade maior do que o de iluminação LED.

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Airbus Safran escolhe a Siemens para transformar o ciclo de vida de seus produtos

Depois de uma avaliação competitiva e abrangente, a Airbus Safran Launchers selecionou a Siemens para transformar seu gerenciamento do ciclo de vida de produto, maximizar a qualidade e a eficiência e minimizar os custos associados ao desenvolvimento e à realização de todos os seus programas de lançamento de foguetes. A Airbus Safran Launchers é uma joint venture com participação da Airbus Defence and Space e da Safran, criada para colocar a indústria aeroespacial da Europa no mais alto nível. A empresa desenvolve e fornece soluções inovadoras e competitivas para lançadores espaciais civis e militares.

Com vendas estimadas de 2,5 bilhões de euros, a empresa tem mais de 8 mil funcionários altamente qualificados na França e na Alemanha. As equipes da nova líder da indústria aeroespacial terão como padrão a solução aeroespacial integrada da Siemens – que utiliza os portfólios de software de gerenciamento de ciclo de vida do produto (PLM) e de gerenciamento de operações de manufatura (MOM) – para estabelecer uma plataforma digital em comum de desenvolvimento e execução de produto.

“Como estamos mudando para uma nova forma de produzir lançadores de foguete, a Siemens desafiou nossos métodos de trabalho e nos permitiu definir a solução de ponta para atender às nossas necessidades de manufatura e PLM”, disse David Quancard, diretor de Operações da Airbus Safran Launchers. “Nós gostamos dos benefícios obtidos com a metodologia de trabalho da Siemens desde o início, incluindo as fases de escolha e implementação. Eles nos ofereceram as ferramentas de software e as capacidades de gerenciamento de projetos exatas para satisfazer nossos requisitos.”

A Airbus Safran Launchers tem como objetivo reduzir o ciclo de desenvolvimento de produto, acelerar o início de comercialização e diminuir os custos de manutenção. O novo sistema deve garantir rastreabilidade completa dos produtos e aumentar a colaboração entre as equipes.

“É uma honra estarmos associados a uma empresa líder da indústria aeroespacial como a Airbus Safran Launchers”, disse David Riemer, vice-presidente da área de espacial e de defesa da Siemens PLM Software. “A complexidade dos lançadores espaciais exige uma abordagem de desenvolvimento de produto baseada em sistemas, que combina a engenharia, a definição e a execução de produto integradas.”

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