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Drones e Realidade virtual: próximo horizonte do serviço em campo

Por Mara Santos, da ClickSoftwware

Aqueles que se recordam do Inspetor Bugiganga, provavelmente também devem lembrar-se do relógio futurista de sua sobrinha e ajudante Penny. Com o apertar de um botão, Penny podia fazer chamadas de vídeo, iluminar a escuridão com uma lanterna ou perfurar metais com um tiro de raio laser. Agora, 30 anos decorridos, essa fantasia de um smartwatch de desenho animado já é uma realidade – menos o raio laser, claro.

Wearables, relógios, óculos e a Internet das Coisas (IoT) mudarão completamente o serviço em campo, gostemos ou não. A grande questão a ser colocada, portanto, é quando e de que maneira exatamente esse conjunto de tecnologias se tornará parte do dia a dia de nosso trabalho.

Antes de sairmos entregando smartwatches a todos os técnicos em campo, é importante avaliar como esses dispositivos conectados estão melhorando a gestão do serviço em campo e em que momentos iniciativas à moda antiga como um bom aperto de mão ou um telefonema, ainda fazem a diferença.

Os dispositivos conectados são um modismo?

Definitivamente não. De acordo com um recente relatório do Gartner, as vendas de dispositivos wearable em todo o mundo devem crescer cerca de 20% até o fim de 2016. E não são apenas os consumidores que estão seguindo e sendo beneficiados com essa tendência. Wearables, smartwatches e IoT devem impactar os prestadores de serviço em campo mais cedo do que se imagina. O guru de serviços na nuvem, analista da consultoria americana de tecnologia Moor Insights & Strategy e colaborador regular da Forbes, Chris Wilder, relata: “Nos próximos três anos, 75% das empresas de serviços em campo irão equipar seus técnicos com dispositivos portáteis, como relógios, óculos e outras tecnologias”. É uma afirmação ousada, por isso, é importante compreender algumas das principais formas em que estas mudanças irão impactar o gerenciamento de serviços de campo.

Principais tendências da tecnologia de serviço em campo para focar

Naturalmente, diferentes dispositivos com necessidades distintas vão se tornar populares no mercado. Wearables com recursos de segurança em tempo real atendem bem os segmentos ferroviário, de petróleo e gás, construção e utilities. Já os dispositivos de diagnóstico ou com capacidades robustas de comunicação com o cliente estão revolucionando os setores de varejo, contact centers e telecomunicações.

1. Os relógios inteligentes revolucionarão as tecnologias de segurança, rastreamento e comunicação em campo

Diversos estudos revelam que uma força de trabalho saudável é estatisticamente mais eficiente. A maioria, se não todos os smartwatches, podem acompanhar dados biométricos, que trazem grandes benefícios para as empresas que procuram melhorar a produtividade e a saúde da sua força de trabalho. Imagine monitorar a saúde de toda a equipe técnica durante os meses quentes de verão ou definir os limites da frequência cardíaca dos técnicos durante o trabalho realizado em campo de setores como utilities, construção ou petróleo e gás. E imagine se a central puder receber notificações imediatas quando o técnico tiver um pico na frequência cardíaca ou ser avisada quando essa frequência estiver em um nível elevado por um longo período de tempo.

O centro de comando poderia utilizar esses dados para ajudar as empresas a criar turnos de horários mais inteligentes e saudáveis, melhorando a eficiência geral. O impacto em longo prazo dos smartwatches sobre a saúde dos técnicos pode ser substancial.

Além disso, ter acesso à localização dos técnicos a todo o momento seria revolucionário para o gerenciamento dos serviços. Imagine a criação de um sistema de mensagens automáticas capaz de informar aos clientes quando um técnico está a 10, 20 ou 30 minutos de distância. Mapas como o do Uber, por exemplo, poderiam mostrar ao cliente onde o técnico está e quando ele chegará. Quem não gostaria de ter acesso a esse serviço? E qual o gerente que não gostaria de saber o que todos os seus técnicos estão fazendo? Essa comunicação em tempo real entre a empresa e o cliente também abre a porta para o engajamento e a personalização de toda a experiência em curso do serviço em campo.

Já os smartwatches estão mudando a comunicação em campo e melhorando a eficiência. Os relógios ativados por voz não exigem que os técnicos pressionem qualquer botão, o que significa que eles podem tomar notas, realizar pesquisas no banco de dados ou retornar a chamada à sede, mantendo-se fisicamente focados em suas tarefas no campo e o melhor, com as mãos livres.

2. Carros inteligentes e dispositivos conectados irão revolucionar o mapeamento de rota

Os carros ainda não dirigem a si próprios. No entanto, uma série de tecnologias móveis já é capaz de proporcionar benefícios como mapeamento de rotas, comunicação hands-free e um deslocamento em campo mais eficiente.

Segundo uma recente pesquisa da Juniper, dispositivos e aplicações em veículos conectados estão em ascensão – e a um ritmo surpreendente. Como a adoção do serviço em campo está cada vez mais regular, espera-se melhorias no mapeamento de rota, redução de custos globais com combustível por quilômetro rodado, além de uma diminuição expressiva do tempo de serviço. Esses benefícios impactam, e muito, a satisfação geral do cliente.

As empresas que já implementaram a tecnologia de carro conectado para otimizar o mapeamento de rota estão percebendo uma significativa economia de custos. Um estudo de caso sobre o mapeamento de rotas ORION da UPS indica que eles projetam uma redução anual de 100 milhões de milhas dirigidas e uma economia de combustível de 10 milhões de galões por ano.

Assim como Google, Volvo, Tesla e outros, veremos também as equipes em campo mais focadas em seus postos de trabalho e menos no deslocamento. Imagine se o tempo do técnico fosse gasto examinando registros de peças, em comunicação com os clientes e na preparação para resolver os principais problemas de serviço de campo no local – ao invés de apenas no deslocamento de uma chamada a outra. O aumento da eficiência será substancial.

3. Realidade Virtual e Drones: O próximo horizonte

A realidade virtual está pronta para alcançar um tamanho de mercado de mais de $ 15 bilhões em 2020. Certamente, a maior parte desse mercado tem sido representada por jogos, marketing experimental e filmes em 3D. Entretanto, as aplicações de realidade virtual no serviço em campo em longo prazo poderiam provar ser tanto rentáveis quanto fundamentais para a segurança. A companhia de IoT, Space-time Insight, ofereceu a seus executivos a oportunidade de utilizar fones de ouvido Oculus Rift VR e percorrer subestações virtuais para identificar problemas.

A simulação revela que os dados e a análise em tempo real oferecem métodos criativos para resolver problemas em campo, utilizando a tecnologia de realidade virtual.

Finalmente, os drones oferecem uma incrível oportunidade de diagnóstico para a gestão do serviço em campo para suplantar o risco por meio de um voo imediato. O serviço em campo pode ser perigoso – especialmente para técnicos que trabalham em parques eólicos, arranha-céus e plataformas de petróleo. Os drones podem ajudar os profissionais de serviço em campo a observar grandes áreas, examinar paisagens perigosas ou de difícil acesso e escalar alturas anteriormente inacessíveis aos técnicos, trazendo mais segurança à operação.

Um recente relatório da Business Insider aponta que o crescimento no setor corporativo deve superar a demanda dos consumidores tanto nos embarques quanto nas receitas. Preparem-se, os drones estão chegando.

Mara Santos, Gerente de Alianças da ClickSoftware para América Latina, líder no fornecimento de soluções para a gestão automatizada e otimização da força de trabalho e serviços em campo.

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StartMeUp abre oferta de R$ 2.4 milhões para BMV Mineradora

A StartMeUp, plataforma de investimento colaborativo, anuncia a sua primeira oferta online de captação por meio do Royalty Crowdfunding. A empresa responsável por estrear a mais nova modalidade de investimento é a pedreira Brazil Mineral Ventures (BMV), uma Junior Mining focada na prospecção e pesquisa acadêmica de novas áreas para extração de matérias-primas pouco exploradas no Brasil.

O projeto da pedreira consiste na abertura de uma operação na cidade de Itapetinga (BA) para a extração da pedra brita, material de baixo valor agregado, mas muito valioso pela Construção Civil local na criação de estradas, pavimentos de concreto e obras de infraestrutura. Para a instalação da operação, a BMV Mineradora espera levantar, por meio do Royalty Crowdfunding da StartMeUp, o valor de R$ 2.4 milhões em um período de seis meses.

O geólogo Herbert Sodré, sócio fundador e diretor de exploração mineral da BMV, explica que a instalação de uma pedreira conseguiria suprir a necessidade de matéria-prima dos municípios da região por conta da oferta de preço mais competitivo no mercado. Isso porque a pedreira ficaria localizada em local estratégico, onde há carência desse tipo de minério. “A localização escolhida para a instalação da operação nos colocou em situação privilegiada para atendermos o mercado local e regional, que abrange 14 cidades em um raio de até 100 km”.

Herbert também comenta que em suas pesquisas acadêmicas, a BMV Mineradora descobriu que havia grande disparidade em relação aos preços da brita. “Enquanto o preço médio deste produto é de R$ 60,00 reais na pedreira, unidade produtora, esta mesma brita é vendida por preços que variam de R$ 120,00 a R$ 150,00 reais, demonstrando um grande potencial para esta região”.

A vasta experiência do geólogo na área de logística é outro ponto importante para que a pedreira alcance parte deste mercado. A intenção é aproveitar espaços ociosos em carretas para tornar o preço da matéria-prima mais acessível para as concreteiras, construtoras, indústrias de pré-fabricados, revendedores, lojas, pavimentadoras, usinas de asfalto e órgãos públicos. A Brazil Mineral Ventures possui o apoio dos municípios da região, bem como do Governo do Estado da Bahia para a comercialização dos insumos.

“Diferente do Equity Crowdfunding, o Royalty possui potencial de alta rentabilidade. O investidor não se torna sócio do projeto, mas recebe o retorno de seu investimento em uma única parcela até o término do prazo estipulado”, afirma Fábio Silva, sócio fundador da StartMeUp.

O executivo acredita no grande BMV da pedreira em atingir o montante estipulado para a instalação da pedreira na Bahia. “Nós escolhemos a Brazil Mineral Ventures para estrear a modalidade, pois a proposta foi muito bem desenvolvida e embasada em um business plan estratégico na extração de minérios pouco explorados no Brasil e, ao mesmo tempo, os mais necessários para o mercado de Construção Civil”, finaliza Fábio.

Mercado de agregados em números

De acordo com dados da Associação Nacional das Entidades de Produtores de Agregados para Construção (ANEPAC), os minerais mais consumidos no Brasil e no mundo são os agregados de baixo valor como pedra brita, areia e cascalho. O mercado brasileiro destes produtos é atendido por uma ampla e diversificada gama de produtores, envolvendo cerca de 3.100 empresas: 600 de produção de brita e 2.500 de extração de areia, com um total de 75.000 empregos diretos e 250.000 indiretos. São 623 milhões de toneladas produzidas, gerando um faturamento de R$ 12 bilhões.

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BT investe em segurança cibernética na América Latina

A BT anuncia o lançamento na América Latina do seu serviço de proteção contra ataques DDoS (Distributed Denial of Service, ou ataques de negação de serviço), baseado em nuvem, que contribuirá para a segurança das organizações atuantes na região, garantindo a continuidade de seus serviços em um cenário de crescentes ameaças. O serviço contará com suporte em português e em espanhol, prestado pelo Centro de Operações de Segurança (SOC – Security Operations Centre) da BT localizado no Brasil.

As tecnologias de mitigação de ataques DDoS utilizadas pela BT “limpam” o tráfego Internet, separando e bloqueando as solicitações maliciosas e liberando as solicitações legítimas. A BT adota uma arquitetura de defesa multicamada para detecção e mitigação do tráfego malicioso que o identifica de maneira automática, possibilitando que rapidamente sejam tomadas medidas no sentido de proteger a rede do cliente.

À solução de segurança multicamada da BT soma-se a experiência de especialistas altamente qualificados dos Centros de Operações de Segurança para que o ataque DDoS seja mitigado antes de atingir a rede visada e, em alguns casos, até mesmo antes de penetrar na rede da BT. Assim, é mínimo ou inexistente o impacto sobre os negócios do cliente, sem que se comprometa o desempenho da rede.

A BT continuamente investe no aprimoramento dos recursos de segurança que oferece na América Latina para proporcionar a seus clientes na região detecção e mitigação de ameaças de forma cada vez mais rápida. A contratação de novos profissionais ampliou o time de especialistas em segurança cibernética do SOC regional, permitindo que serviços como o Assure Threat Monitoring e o Threat Defence sejam prestados com suporte 24×7 em português e em espanhol.

O SOC localizado no Brasil integra a rede BT de 14 Centros de Operações de Segurança em todo o mundo, o que permite atender a qualquer momento do dia ou da noite a seus clientes globais, onde quer que se encontrem.

Jason Cook, Chief Information Security Officer da BT para as Américas, comenta: “a segurança é a prioridade número um da agenda dos CIOs, e também das empresas que realizam investimentos na América Latina. Nós dispomos de um dos mais completos portfólios de serviços gerenciados de segurança e de uma numerosa equipe global de consultores especializados, além do suporte 24×7 prestado por nossos SOCs em todo o mundo. Ampliando nossos recursos na América Latina, certamente nos tornamos o parceiro de segurança preferencial tanto para as empresas multinacionais que operam na região como para as “multilatinas” em sua expansão para o mercado global”.

O serviço Assure DDoS Mitigation combina proteção on-premise e em nuvem para assegurar a visibilidade do tráfego de rede e identificação e mitigação imediatas de ataques potenciais.

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Philips Connect Day 2016 reúne executivos e gestores de saúde para promover a tecnologia conectada à gestão de saúde

A Philips, líder global em inovação para saúde e bem-estar, realiza entre os dias 31 de outubro e 1 de novembro, o Philips Connect Day, que reunirá executivos de hospitais, organizações de saúde de todo o país e empresas parceiras de TI. O evento tem como objetivo compartilhar inovações na área da saúde, promover o conhecimento sobre tecnologias que suportam o negócio hospitalar, além de conectar instituições desse setor de todo o país.

Em sua terceira edição, o evento contará com estandes de empresas parceiras como Teiko, Certisign, Honeywell, Quick Soft, HQS, Wolters, E-val, Folks, Oracle, Accenture e Truven. Além disso, serão mais de 10 palestras que irão tratar de temas importantes para a área de saúde, como experiência do usuário e mobilidade, sistema de apoio à decisão clínica, gestão da tecnologia da informação e inovações em hospitais, medicina preventiva e tendências do setor de saúde e IT.

Segundo Solange Plebani, gerente geral de EMR da Philips, “o Philips Connect Day é uma oportunidade de apresentar a clientes todas as inovações da empresa, desenvolvidas para todas as fases da vida e que contribuem tanto com a melhoria da saúde das pessoas quanto com a sustentabilidade do negócio de saúde no país”.

A Philips tem como missão impactar a vida de 3 bilhões de pessoas por ano no mundo até 2025, mas é crucial conectar a saúde e as pessoas para obter resultados mais positivos. Todos os temas que serão apresentados durante o evento culminam no “Healthcare Continuum”, que vai da prevenção ao tratamento em um ciclo em que a tecnologia ampara a evolução. Os resultados são melhores quando o conhecimento é compartilhado, por isso o Connect Day promove este encontro de experts em saúde.

Para consultar a programação e mais informações sobre o Philips Connect Day 2016, acesse www.philipsconnectday.com.br.

Philips Connect Day 2016

Local: Centro Fecomercio de Eventos, São Paulo.
Endereço: Rua Dr. Plínio Barreto, 285, Bela Vista

Data: 31 de outubro | Horário: das 13h30 às 19h45
1 de novembro| Horário: das 09h às 16h

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Arquiteta inova em projetos com óculos do Facebook

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A realidade virtual que coloca os usuários em interação com um ambiente de 360 graus -, é uma das grandes apostas dos setores de entretenimento, principalmente os games, esportes e educação. Em busca de novas ideias para a arquitetura, o escritório liderado pela arquiteta Maria Lavinia traz ao mercado de arquitetura, o Oculus Rift, desenvolvido pela Oculus, empresa pertencente ao Facebook para substituir as apresentações em 3D e trazer maior realismo a qualquer tipo de simulação de ambientes.

A arquiteta conheceu a novidade na revista Wired (especializada em tecnologia), em uma matéria sobre Palmer Luckey (inventor dos óculos) e, viu na realidade virtual, os benefícios que ela traria à arquitetura. “Compramos um Cardboard (óculos de papelão da Google), assistimos alguns conteúdos e continuamos interessados. Depois de algum tempo, encontramos o site da ArchVirtual (empresa que desenvolve conteúdo específico para arquitetura) e, finalmente, descobrimos a Iris VR (startup que desenvolve softwares que faz a interface entre programas de arquitetura e o oculus). A ideia é que as pessoas tenham a sensação de se transportarem para dentro do projeto e que interajam com cada ambiente proposto, como se elas estivessem vivendo nele”, explica Maria Lavinia, proprietária do escritório de arquitetura que leva seu nome. “Essa tecnologia chegou para revolucionar a maneira com a qual as pessoas se relacionam com os projetos de arquitetura. Está sendo implementada para os meus clientes desde maio de 2016 e eles estão adorando”, complementa a arquiteta.

Diferenças da tecnologia

Ela permite maior interatividade, pois tem um controle remoto que admite ao usuário uma navegação pelos ambientes. Ele pode também andar para qualquer direção e ter uma visão ampla e não de apenas uma parte, como acontece com os outros modelos de óculos VR existentes. A tecnologia é indicada para qualquer pessoa, basta colocar os óculos e o usuário já estará vivendo a realidade virtual. O controle remoto permite os movimentos individuais dentro do espaço, mas também pode ser operado por um auxiliar, caso a pessoa não tenha intimidade tecnológica.

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Microsoft abre Centro de Transparência no Brasil para atender aos governos da América Latina

A Microsoft inaugura, em Brasília (DF), o seu 1º Centro de Transparência da América Latina. O espaço foi construído para promover a computação confiável e segura, um fator crítico para a transformação digital, e atender a necessidades específicas de segurança do setor público. Existem Centros de Transparência da Microsoft em quatro regiões do mundo. O primeiro deles foi lançado em 2014, na sede da empresa, em Redmond, Washington, na América do Norte. No ano seguinte, na Europa, foi inaugurado o de Bruxelas, Bélgica, e no início de outubro, o de Singapura, para apoiar a Ásia. Agora, no Brasil, o novo Centro de Transparência atenderá aos governos de vários países da América Latina, incluindo Argentina, Chile, Colômbia e México. Também foi anunciado neste ano que será aberto o da China, em Beijing.

Participaram da cerimônia de abertura do Centro de Transparência, em Brasília, o Presidente da Câmara dos Deputados e Presidente do Brasil em exercício, Deputado Rodrigo Maia; o Ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab; o Secretário de Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Marcelo Pagotti; o Governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg; o ministro substituto do Tribunal de Contas da União, Weder de Oliveira, e o Diretor de Operações do SERPRO, Iran Martins Porto Jr, representando a Diretora-Presidente do SERPRO, Maria da Glória Guimarães dos Santos.

Os Centros de Transparência são uma extensão do histórico Programa de Segurança de Governo da Microsoft e um pilar fundamental do compromisso de integridade da empresa em relação a seus produtos e serviços. Cerca de 40 países e organizações internacionais já participam do programa, incluindo o Brasil, que proporciona aos participantes a oportunidade de revisar o código-fonte dos produtos Microsoft para atestar sua segurança e confiabilidade. O programa também permite que os governos tenham acesso a importantes informações relacionadas à segurança cibernética de programas da Microsoft com foco em inteligência, proteção contra malwares (ameaças online) e segurança para combater os crimes cibernéticos.

No Brasil, a parceria será estendida com a adesão ao Programa de Segurança do Governo pelo Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, em protocolo de intenções assinado pelo Secretário de Tecnologia da Informação, Marcelo Pagotti.

“O nosso Centro de Transparência no Brasil atenderá a toda a região da América Latina e aos países do Caribe e amplia a nossa responsabilidade e o nosso compromisso de levar transparência, privacidade e controle, segurança e conformidade para nossas tecnologias. Ele faz parte do nosso Programa de Segurança de Governo, o qual visa colaborar na proteção de cidadãos, serviços públicos e da infraestrutura nacional contra ameaças cibernéticas, além de exercer um papel importante na proteção, detecção e resposta a ameaças digitais”, afirma Toni Townes-Whitley, vice-presidente corporativa de Setor Público da Microsoft.

Antes dos Centros de Transparência, a Microsoft já fornecia informações sobre segurança cibernética por meio de algumas iniciativas, como o Cyber Threat Intelligence Program (CTIP), o Security Cooperation Program (SCP), o Microsoft Malware Protection Center, e o Microsoft Security Response Center, que agora estão reunidas no Programa de Segurança de Governo (GSP). O compromisso da Microsoft com a transparência e a segurança de seus produtos e serviços é fundamental para construir e manter a confiança dos clientes.

“Governos, empresas e cidadãos da América Latina estão adotando a transformação digital e, diante da crescente sofisticação dos ataques cibernéticos, a segurança cibernética torna-se uma missão crítica. A nossa missão é empoderar cada usuário e organização no planeta para alcançar mais, e, para isso, precisam confiar na tecnologia que usam. A Microsoft está comprometida em fornecer uma nuvem segura e confiável, nossas inovações para combater ameaças inteligentes e um confiável ecossistema de nuvem com forte proteção contra ameaças de segurança. Nós também os capacitamos para investigar, eliminar e processar redes mundiais de cyber criminosos”, afirma Cesar Cernuda, presidente da Microsoft para a América Latina.

Fonte: http://news.microsoft.com/pt-br/microsoft-abre-centro-de-transparencia-no-brasil-para-atender-aos-governos-da-america-latina/#io1o8VF83wrmmaqW.99

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Startup brasileira lança café em cápsula mais fresco do mundo

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Pensando em uma alternativa que unisse a praticidade da cápsula de café com o sabor de um espresso fresco, jovens empreendedores, decidiram criar a Moccato, o primeiro clube de assinatura de cápsulas de café do país. O grupo formado por experientes profissionais de diferentes áreas, aposta na qualidade de grãos recém-torrados, na comodidade do delivery mensal e no preço acessível.

A startup, já nasce com um grande diferencial, garante o café da torra à xícara em apenas sete dias. “O cliente assina e entra em uma das datas de corte, que será a mesma data nos meses seguintes. Durante algumas vezes por mês, o café é torrado, encapsulado e entregue ao cliente em até sete dias. Isso torna o sabor da cápsula Moccato único no mercado”, explica Fabrizio Serra, idealizador do projeto. A empresa nasceu com um investimento inicial de pouco mais de 4 milhões de reais e espera alcançar 20 mil assinantes até o final de 2016.

Com um time de especialistas, a Moccato oferece uma seleção de grãos premium 100% arábica de fazendas prestigiadas e trabalha com estoque zero para oferecer o produto mais fresco do mercado. A marca traz cinco cafés exclusivos e cada sabor é atrelado a uma única fazenda para garantir a singularidade e qualidade do produto. “A ideia é que cada sabor retrate fielmente todas as nuances do grão, do terreno, do clima e principalmente da cultura local do café que trata todas as etapas com um carinho único, evidente em notas sutis, possíveis apenas num café especial”, ensina Emerson Freitas, sócio de Fabrizio, mestre de torra e especialista em cafés. “Um outro fato que também contribui para sua complexidade característica dos cafés premium é o baixíssimo uso de substancias químicas no cultivo e ausência de pesticidas, sendo muitos deles orgânicos”, acrescenta.

Para assinar basta acessar o site www.moccato.com.br. Lá os clientes terão a opção de três planos que contemplam: 30, 60 e 90 cápsulas, 100% compatíveis ao sistema Nespresso. Todo mês é possível alterar o mix de cápsulas, se o cliente desejar. A marca também conta com opções para vendas coorporativas, com 500, 1000 e acima de 1000 cápsulas.

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Impostômetro da Associação Comercial de SP chega a R$ 1,6 trilhão na segunda-feira (24/10) às 8 horas

O Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) registra, às 8 horas de segunda-feira (24/10), a marca de R$ 1,6 trilhão. O valor representa o total de impostos, taxas e contribuições pagos pela população brasileira desde o começo do ano.

Em 2015, esse montante foi arrecadado dia 19 de outubro. “Esse atraso de cinco dias em relação ao ano passado é consequência do ritmo mais fraco da economia. Mesmo assim, o peso da tributação para as empresas e para os consumidores continua o mesmo”, diz Alencar Burti, presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp).

No portal www.impostometro.com.br é possível visualizar os valores arrecadados em cada estado e em cada município brasileiros. Também está disponível a arrecadação por categoria, como produção, circulação, renda e propriedade.

O Impostômetro foi implantado em 2005 pela ACSP para conscientizar o cidadão sobre a alta carga tributária e incentivá-lo a cobrar os governos por serviços públicos de qualidade. Está localizado na sede da ACSP, na Rua Boa Vista, centro da capital paulista. Outros municípios se espelharam na iniciativa e instalaram painéis, como Florianópolis, Guarulhos, Manaus, Rio de Janeiro e Brasília.

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Aplicativo criado por startup brasileira terá expansão no exterior

O aplicativo Filho sem Fila, um serviço que auxilia os pais ao buscarem seus filhos nas saídas das escolas com mais segurança e contribui com a melhoria do trânsito, ganha novos ares e terá expansão na América do Norte, sendo implementado no Canadá e Estados Unidos.

O fundador do Filho sem Fila, Leo Gmeiner, está em Vancouver, participando do LEAP International (Lean Entrepreneur Acceleration Program), programa de aceleração internacional para startups, que tem como objetivo auxiliar empresas brasileiras que buscam expandir seus negócios no exterior, desenvolvido pela Dream2B, junto com a Launch Academy, aceleradora canadense.

Neste programa, com duração de seis semanas, Gmeiner participará de treinamentos, workshops, mentorias com especialistas canadenses, visitas técnicas a outros empreendimentos e encontros com investidores.

Além disso, participou da Vancouver Startup Week, um dos maiores encontros do setor e estará, nessa semana, na National Angel Capital Organization Summit (NACO), que reúne cerca de 400 investidores, tendo sido uma das 10 startups estrangeiras selecionadas para apresentar seu plano negócio para os investidores norte-americanos.

Com o nome Quick Pickup, o projeto tem previsão de lançamento em outubro, no Canadá e, em novembro, nos Estados Unidos. Leo Gmeiner ressalta a importância em participar deste programa no Canadá para, também, entender melhor o cenário nos EUA. “Estar no Canadá nos faz entender melhor o mercado norte-americano: por exemplo, saber quais as diferenças principais desse mercado nos EUA e no Canadá e traçar metas mais realistas e precisas”, explica.

Filho Sem Fila
Desenvolvido em 2013, o Filho sem Fila é um aplicativo pioneiro e inovador que garante mais segurança para os pais buscarem seus filhos nas escolas, por que permite que a equipe da escola tenha acesso, pelo próprio app, a fotos e documentos dos responsáveis pela retirada da criança.

Além disso, contribui na fluidez do trânsito, uma vez que, com antecedência, avisa à escola sobre a chegada dos responsáveis, para que a criança possa ser preparadas para um rápido embarque. Esta ação reduz em cerca de 75% a exposição à violência urbana e o tempo de espera dos pais, reduzindo, consequentemente, o congestionamento no entorno dos colégios.

O Filho sem Fila está presente em mais de 90 escolas por todo o Brasil e atende cerca de 38 mil alunos.

Mais informações: http://www.filhosemfila.com.br/

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Fundação Cargill lança NutriQuiz, aplicativo para educação nutricional

unnamed-66 Durante a semana do Dia Mundial da Alimentação, a Fundação Cargill, que tem como foco de atuação a promoção e disseminação de conhecimentos para uma alimentação saudável, segura, sustentável e acessível, lança o Nutriquiz, aplicativo interativo de perguntas e respostas voltado para educação nutricional.

Em entrevista, Valéria Militelli, presidente da Fundação Cargill, faz uma reflexão sobre segurança alimentar e conta como a instituição tem trabalhado para promover a transformação social nas comunidades onde a empresa atua e disseminar mais informações sobre as diferentes áreas da alimentação. Segundo ela, o aplicativo trará uma oportunidade de interagir com o público jovem e identificar oportunidades para que a Fundação Cargill trabalhe estes temas com a sociedade. “Entender a tabela nutricional e relacioná-la aos ingredientes é a chave para fazer escolhas conscientes”, afirma.

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Como aproveitar a integração vertical dentro de uma empresa?

Por Daniel Dias

A internet não inventou a ideia de cortar o intermediário, mas certamente facilitou o crescimento e a viabilidade da prática, que vem sendo cada vez mais popular. Tem havido mais inovações no e-commerce durante os últimos três anos do que qualquer ciclo anterior. Já ouviu falar da Warby Parker, Dollar Shave Club, Indochino, Stella Dot, Chloe & Isabel, Frank & Oak, Julep, BeachMint, Shoedazzle, ModCloth, Everlane, Bonobos ou J Hilburn? Juntos, esse grupo de empresas irá gerar alguns bilhões de dólares em receitas em 2016. A Warby Parker hoje está avaliada em 300 milhões de dólares e a Dollar Shave Club acabou de ser vendida por 1 bilhão de dólares.

Estas marcas web-only são verticalizadas dentro da cadeia de valor, incluindo fabricação, marca e distribuição. Ao eliminar distribuidores, terceiros e lojistas da cadeia de fornecimento, essas empresas trazem produtos diretamente aos consumidores da fábrica sem o inchaço da varejista tradicional. Isso se traduz em produtos de alta qualidade a preços significativamente mais baixos. Aqui estão três razões pelas quais a integração vertical é um modelo de varejo atraente:

Linhas de produtos exclusivos, o que significa NÃO competir com Amazon ou Alibaba

Qualquer varejista tradicional irá atestar que é muito difícil competir com a Amazon e o Alibaba em preço. A situação não é nada fácil para os varejistas online também. Ao fazer seus próprios produtos originais que não podem ser encontrados em outros lugares através de uma rápida pesquisa no Google, estes varejistas on-line puros ainda podem prosperar – mesmo cercado por grandes players.

Os produtos originais estabelecem as bases para uma marca única

Warby Parker tem a sua própria marca. Como faz o Dollar Shave Club e Bonobos. Um dos principais benefícios de ser um varejista de nicho online é a capacidade de construir uma marca distinta, facilmente reconhecível e que pode crescer a fidelidade do cliente, mesmo quando novas marcas estão a um clique de distância. Enquanto as lojas físicas detinham todo o poder e a vantagem da experiência do PDV, a estética do iPad e todo o compartilhamento social em torno de compras on-line hoje estão agora mudando essa vantagem para os varejistas digitais.

Menos inchaço = melhores preços e margens

A cadeia de valor de varejo tradicional tem custos significativos incorporados desde o fornecedor de matéria-prima, passando pelo fabricante, distribuidor, atacadista até o lojista. Ao controlar toda a cadeia de abastecimento, as empresas verticalmente integradas têm um caminhão de corte de custos no sistema. Isso pode ser uma boa notícia para os consumidores. Eles podem obter produtos de alta qualidade em uma fração do preço de lojas de departamento e outros varejistas. Sem falar que os lançamentos chegam bem mais rápido nas mãos do consumidor.

Tudo muito lindo, mas, quais seriam os desafios enfrentados pelos varejistas verticalmente integrados? As empresas verticalmente integradas são difíceis de começar e de escalar. Para as empresas que desejam integrar verticalmente, o design de produto é mais difícil do que merchandising, assim como ter uma equipe expert em e-commerce com uma estratégia que realmente se conecte com o público-alvo. É necessário um profundo conhecimento da cadeia de fornecedores, trazê-los para perto do negócio e, principalmente, distribuir riqueza em conjunto. Um e-commerce verticalmente integrado só funciona de forma rentável em larga escala, o que significa que as necessidades de financiamento são relativamente elevadas. No entanto, a desvantagem também oferece um lado positivo: todos esses desafios criam uma barreira significativa de entrada; isto significa que, uma vez que uma empresa verticalmente integrada se estabelece, as startups têm que fazer muito mais força para competir em um mesmo nicho.

Estamos apenas vendo o início da inovação e da atividade de investimento quando se trata de comércio eletrônico integrado verticalmente. Hoje, este modelo direct- to-consumer começou a perturbar os velhos modelos de negócio. Do mobiliário para produtos de beleza, a maioria do comércio já está madura para a interrupção. Os consumidores estão sedentos por produtos de alta qualidade, exclusivos e, sobretudo, com custos mais baixos. As oportunidades estão apenas começando.

Artigo de:

Daniel Dias, especialista em Gestão de E-commerce & E-business e sócio-diretor da 360 Varejo

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Headhunters devem colaborar ou competir entre si? – Por Rafael Meneses

Uma das maneiras mais eficientes de se contratar um executivo com o perfil não só técnico, mas também comportamental e cultural da empresa, é apostando no conhecimento de um headhunter para fazer a busca. Essa prática vem se consolidando bastante nas últimas décadas no Brasil e cada vez mais vem causando uma grande competitividade entre os profissionais da área. A pergunta que fica é – além de competir, é possível que eles colaborem entre si em um trabalho para o mesmo cliente?

O mercado de headhunters surgiu há mais de 50 anos nos Estados Unidos e na Europa, mas a sua proliferação em nosso país tem se dado de maneira mais marcante desde o final da década de 90. A ascensão das multinacionais deste setor no país fez com que a procura por esses profissionais especializados em recrutamento crescesse paralelamente.

Pelo lado dos produtores de serviço da cadeia de recrutamento, há os atuam autonomamente e os que trabalham por meio de consultorias de recrutamento nacionais ou multinacionais de pequeno, médio e grande porte. Para o mercado comprador do serviço, tal concorrência é muito vantajosa, pois aumentam as opções de escolha e, em tese, há uma competitividade maior no que diz respeito ao preço. Por outro lado, muitas vezes a qualidade do serviço oferecido também diminui e muitos profissionais menos qualificados e inexperientes, acabam se lançando no mercado.

Procuro sempre dizer que para um headhunter se destacar dos demais e desenvolver seu papel com excelência é obrigatório ter uma visão analítica de negócios. No momento em que recebe um desafio de buscar no mercado um profissional, é mais que necessário que o recrutador tenha capacidade de enxergar além do que está na descrição do cargo. Toda cadeira vazia traz em suas entrelinhas uma realidade do negócio a sua volta, com desafios de curto, médio e longo prazo a serem executados. Naturalmente, também existe uma cultura daquela empresa a ser entendida.

Além das questões macro, que são necessárias em todo bom recrutador, claro que há alguns pré-requisitos técnicos que não se pode abrir mão, como por exemplo, extrema capacidade de realizar uma boa entrevista por competências, facilidade de comunicação e conhecimento muito refinado do segmento de mercado para o qual ele contrata (não é um mercado muito generoso com os generalistas).

Outra competência fundamental que tende a ganhar cada vez mais importância é a habilidade interpessoal, uma vez que além de construir laços de confiança com seus clientes e candidatos, modelos colaborativos de negócio têm desafiado o status quo deste setor, como por exemplo o marketplace d’hire, que lançamos recentemente. Pela primeira vez estamos falando de uma solução na qual o contratante tem mais de um especialista trabalhando simultaneamente, como um time para solucionar seu problema, como todos sendo recompensados financeiramente por isso. É uma mudança grande de mindset: de concorrentes a aliados, atuando de forma conjunta em busca não só de agilidade, como principalmente de assertividade. O futuro do mercado de recrutamento definitivamente chegou.

Rafael Meneses, sócio e fundador do d´hire, primeiro marketplace de executive search do Brasil a apostar na expertise e processo colaborativo entre headhunters

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