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75% dos brasileiros confiam mais em robôs do que em humanos em relação ao dinheiro

2020 mudou nossa relação com o dinheiro e as pessoas agora confiam mais nos robôs do que em si mesmas para gerenciar suas finanças, de acordo com um novo estudo da Oracle e da especialista em finanças pessoais Farnoosh Torabi.

O estudo com mais de 9 mil consumidores e líderes empresariais em 14 países, incluindo 500 entrevistados brasileiros, descobriu que a pandemia COVID-19 aumentou a ansiedade financeira, a insegurança entre as pessoas ao redor do mundo mudou as atitudes e a maneira de como administrar as finanças. Além disso, de acordo com a pesquisa, o papel e o foco das equipes de finanças corporativas e consultores financeiros pessoais estão sendo reavaliados.

COVID-19 criou ansiedade financeira

A pandemia global influenciou a relação das pessoas com o dinheiro:

• Entre os líderes empresariais, a ansiedade financeira e o estresse aumentaram 176% e a tristeza 150%; a ansiedade e o estresse financeiros do consumidor aumentaram 79% e a tristeza, 64%.

• 95% dos líderes brasileiros estão preocupados com o impacto da COVID-19 em sua organização, sendo as preocupações mais comuns: lenta recuperação econômica ou recessão (50%), cortes no orçamento (42%) e falência (41%).

• 91% dos consumidores brasileiros enfrentam temores financeiros, incluindo perda de emprego (34%), perda de poupança (41%) e nunca sair das dívidas (35%).

• Essas preocupações mantêm as pessoas acordadas à noite: 45% dos consumidores relataram perder o sono devido a suas finanças pessoais.

As pessoas querem ajuda e agora confiam mais nos robôs do que em si mesmas para gerenciar as finanças

A incerteza financeira criada pela COVID-19 mudou em quem e o que confiamos para administrar nossas finanças. Para ajudar a explorar a complexidade financeira, os entrevistados dependem cada vez mais da tecnologia:

• 75% dos consumidores e líderes empresariais confiam mais em um robô para gerenciar as finanças do que em um ser humano.

• 69% deles confiam mais em um robô do que em si mesmos para gerenciar as finanças; 76% confiam em robôs em vez de em suas próprias equipes financeiras.

• 93% dos entrevistados acreditam que os robôs podem melhorar seu trabalho detectando fraudes (55%), criando notas fiscais (24%) e realizando análises de custo / benefício (30%).

• 56% dos consumidores confiam mais em um robô do que em si mesmos para gerenciar suas finanças; 74% confiam em robôs em vez de consultores financeiros pessoais.

• 84% dos consumidores acreditam que os robôs podem ajudar na gestão financeira ajudando na detecção de fraudes (54%), ajudando a reduzir gastos (43%) e fazendo investimentos em bolsa (28%).

O papel das equipes financeiras e consultores financeiros nunca mais será o mesmo

Para se adaptarem à influência e ao papel crescentes da tecnologia, os profissionais e consultores de finanças pessoais devem abraçar a mudança e desenvolver novas habilidades:

• 61% dos líderes empresariais acreditam que os robôs substituirão os profissionais de finanças corporativas nos próximos cinco anos.

• 92% deles querem a ajuda de robôs para tarefas financeiras, incluindo aprovações financeiras (53%), orçamento e previsão (33%), relatórios (52%) e gerenciamento de conformidade e risco (46%).

• Os líderes empresariais desejam que os profissionais de finanças corporativas se concentrem na comunicação com os clientes (37%), na negociação de descontos (37%) e na aprovação de transações (32%).

• 53% dos consumidores acreditam que os robôs substituirão os consultores financeiros pessoais nos próximos cinco anos.

• Os consumidores querem robôs para ajudá-los a administrar suas finanças, liberando tempo para outras tarefas (39%), reduzindo gastos desnecessários (46%) e aumentando os pagamentos em dia (27%).

• Os consumidores querem que os consultores financeiros pessoais forneçam orientações sobre as principais decisões de compra, como comprar uma casa (37%), comprar um carro (35%) e planejar a aposentadoria (21%).

Nossa relação com o dinheiro mudou; é hora de adotar inteligência artificial para gerenciar finanças

Os eventos de 2020 mudaram a maneira como os consumidores administram o dinheiro exigindo que as organizações repensem como usam IA e outras novas tecnologias para gerenciar processos financeiros.

• 77% dos consumidores afirmam que a pandemia mudou a maneira como compram bens e serviços.

• 91% dos consumidores afirmam que os acontecimentos de 2020 mudaram a forma como se sentem em relação ao dinheiro, com as pessoas se sentindo ansiosas (34%), com medo (42%) e sujas (8%). Quase metade (49%) dos consumidores agora afirma que apenas o dinheiro é um obstáculo para fazer negócios.

• As empresas responderam rapidamente. 87% dos líderes investiram em recursos de pagamento digital e 75% criaram novas formas de engajamento do cliente ou mudaram seus modelos de negócios em resposta ao COVID-19.

• 54% das organizações já usam IA para gerenciar processos financeiros, em comparação com 31% dos consumidores.

• 94% dos líderes de negócios dizem que as organizações que não repensam os processos financeiros enfrentarão riscos, incluindo ficar para trás dos concorrentes (62%), trabalhadores mais estressados (43%), relatórios imprecisos (42%) e produtividade reduzida dos funcionários (44%).

“Gerenciar as finanças é difícil nos melhores momentos, e a incerteza financeira da pandemia global exacerbou os desafios financeiros em casa e no trabalho”, disse Farnoosh Torabi, especialista em finanças pessoais e apresentadora do podcast So Money. “Os robôs estão bem posicionados para ajudar – eles são ótimos com números e não têm a mesma conexão emocional com dinheiro. Isso não significa que os profissionais de finanças estão saindo ou sendo substituídos totalmente, mas a pesquisa sugere que eles devem se concentrar no desenvolvimento de habilidades sociais adicionais à medida que seu papel evolui”.

“Os processos financeiros em nossos mundos pessoal e profissional tornaram-se cada vez mais digitais por muitos anos e os eventos de 2020 aceleraram essa tendência”, disse Alexandre Maioral, vice-presidente de Aplicativos da Oracle Brasil. “Digital é o novo normal e tecnologias como inteligência artificial e chatbots desempenham um papel vital na gestão financeira. Nossa pesquisa indica que os consumidores confiam nessas tecnologias para acelerar seu bem-estar financeiro, em vez de consultores financeiros pessoais, e os líderes de negócios vêem essa tendência remodelando o papel dos profissionais de finanças corporativas. As organizações que não adotam essas mudanças correm o risco de ficar para trás em relação a seus pares e concorrentes; prejudicando a produtividade, moral e bem-estar dos funcionários; e lutando para atrair a próxima geração de talentos financeiros habilitados para IA “.

Metodologia

Os resultados da pesquisa são baseados em uma pesquisa realizada pela Savanta, Inc. entre 10 de novembro – 8 de dezembro de 2020 com 9.001 entrevistados globais de 14 países (Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, Holanda, França, China, Índia, Austrália, Brasil, Japão , Emirados Árabes Unidos, Cingapura, México e Arábia Saudita). A pesquisa explorou atitudes e comportamentos de consumidores e líderes de negócios em relação a dinheiro, finanças, orçamentos e o papel e as expectativas da inteligência artificial (IA) e robôs em tarefas e gerenciamento financeiro.

Parceria entre TecBan e plataforma HERE oferecerá serviço de geolocalização para o Banco24Horas

A TecBan, administradora do Banco24Horas, vai oferecer a localização exata dos caixas eletrônicos Banco24Horas, em todo o país, a partir do mês de Março. O serviço será realizado em parceria com a HERE, uma empresa global que oferece soluções de geolocalização em sua plataforma aberta, cujo aplicativo, o Here WeGo, já é oferecido nas plataformas Google Play e App Store. O serviço de geolocalização com a TecBan permitirá que os clientes consultem os locais com o Banco24Horas mais próximo por meio do aplicativo.

Atualmente, mais de 23 mil Banco24Horas estão distribuídos em mais de 900 munícipios brasileiros. Mais de 140 milhões de pessoas utilizam os caixas eletrônicos para realizar serviços financeiros, em todo o Brasil.

O App Here WeGo foi desenhado para facilitar a locomoção pelas cidades utilizando diferentes meios de transporte – táxi, transporte público, carro próprio e pedestres – e é o primeiro aplicativo de navegação a ter a opção offline total, ou seja, sem precisar de conexão com a internet e limitar o download de áreas. Além disso, oferece segurança ao usuário em zonas de instabilidade ou ausência de sinal de internet, e possui uma interface voltada à navegação rápida, simples e direta, sem estímulos extras, respeitando a privacidade de dados dos usuários.

O aplicativo também possibilita também que os seus usuários baixem os mapas por cidades ou países, deixando mais leve a navegação em seus celulares, além de promover economia do uso de dados.

Sucesso internacional

A HERE tem mais de 35 anos de tradição na produção de mapas, e a cada cinco carros na Europa e na América do Norte, quatro utilizam os mapas da empresa. Atualmente, grandes companhias de diferentes segmentos também utilizam os mapas da HERE.

A atualização dos mapas da HERE é feita diariamente, por meio de sua própria frota de carros, colaboradores profissionais de entidades associadas, dados de localização via satélite e até com a colaboração de comunidades, mediante um processo minucioso, repleto de validações. A HERE oferece API´s e SDK´s para desenvolvedores e empresas com soluções que se utilizem de geolocalização. No modelo Freemium (developer.here.com) até 250 mil transações a plataforma são disponibilizadas por mês sem custos, como Geocoding, Roteamento e outros serviços de geolocalização.

A plataforma de dados de localização da HERE também possibilita a outras companhias desenvolverem seus próprios produtos, serviços e aplicativos. Elas podem fazer isso utilizando-se de dados da própria HERE ou intercambiando, à sua escolha, dados com outras empresas e parceiros, sob as diretrizes da GPDR e LGPD, preservando a privacidade de clientes e fornecedores de dados, bem como sua anonimidade. A plataforma também possibilita o escalonamento de negócios com mais de 30 APIs de localização disponíveis para desenvolvedores, que incluem planos gratuitos para startups e pequenos empreendedores.

Praticidade

Para Ariovaldo Ribeiro, superintendente de autoatendimento da TecBan, a parceria com a HERE vem para facilitar ainda mais a vida dos clientes do Banco24Horas, pois permite que eles consigam localizar de maneira ágil e prática o melhor ponto onde um caixa eletrônico do Banco24Horas está presente, de acordo com a sua localização. “Acreditamos na política do “E” para conectar o físico “E” o digital, promovendo a inclusão financeira “E” o desenvolvimento econômico “E” social por meio dos nossos serviços. O serviço de geolocalização chega para fortalecer ainda mais este nosso propósito”, completa.

“A HERE é uma empresa global focada em serviços de geolocalização que atua regionalmente, com o objetivo de oferecer atualizações locais contínuas para facilitar a mobilidade de milhões de usuários que usam o HERE We Go no seu dia a dia. Estamos orgulhosos dessa parceria com a TecBan para facilitar a localização dos caixas eletrônicos Banco 24Horas em todo Brasil, além de ajudar empresas e desenvolvedores de software que usam as API´s e SDK´s de mapas da HERE em suas aplicações”, comenta Vinicius Grassi, Gerente de Comunidades LATAM da HERE Brasil.

Governo deve gastar R$ 320 milhões em fretes para distribuição de vacinas, estima Cargo X

De acordo com um levantamento realizado pela Cargo X , maior marketplace de fretes do Brasil que oferece uma plataforma com tecnologia de ponta e serviços necessários para embarcadores e transportadores transacionarem online de forma eficiente e segura, o governo brasileiro deve desembolsar R$ 320 milhões em fretes para realizar o trecho rodoviário de entrega das vacinas contra a Covid-19 pelo país.

Feito com base nas informações de Business Intelligence (BI) da logtech, o estudo revela que para transportar 400 milhões de unidades da vacina, quantidade necessária para que cada brasileiro receba duas doses, serão realizadas cerca de 160 mil viagens pelas estradas do Brasil, a um custo médio de R$ 2 mil por frete. O levantamento considera que cada caminhão consiga transportar 5 mil doses por vez.

“O valor estimado para cada viagem leva em conta a necessidade de ter um caminhão refrigerado, o que acaba encarecendo um pouco a viagem. Consideramos a média dos custos que temos em nossa base de dados para mostrar essa realidade, que deverá ser levada em consideração diante de toda a logística que envolve a distribuição das vacinas. Dessa forma, a estimativa inclui o transporte entre o local de produção e os aeroportos; dos aeroportos às cidades; e depois dos Centros de Distribuição até os postos de vacinação”, explica Federico Vega, CEO da Cargo X.

Metodologia

O estudo foi feito com base no banco de dados da Cargo X, que conta com mais de 10 mil embarcadores, 20 mil empresas de transportes e 400 mil caminhoneiros em sua plataforma e registra uma média de 10 mil fretes por mês para todas as regiões do Brasil. Além disso, a pesquisa levou em consideração apenas o modal de transporte rodoviário da vacina que, em sua rota integral, também contempla o modal aéreo.

Banco Original usa Inteligência Artificial para oferecer serviços inéditos para clientes pelo WhatsApp

Como parte da estratégia de oferecer utilizar a Inteligência Artificial para oferecer serviços inovadores aos clientes, o Banco Original – primeiro banco digital completo do país – anuncia dois novos serviços exclusivos pelo WhatsApp: alteração do limite do cartão de crédito e consulta de status das transações PIX. Com essas novidades, a instituição amplia o atual leque de serviços e comunicação dentro da plataforma de mensagens instantâneas.

Para usufruir dos dois novos serviços, que são inéditos no mercado, o correntista do Original deve entrar no canal de atendimento pelo WhatsApp e digitar o comando desejado. A partir daí, recebe instruções no próprio aplicativo, sem interferência humana, o que garante mais agilidade, praticidade e segurança, uma vez em que as transações contam com um sistema de autenticação. Para a manutenção de limite, é possível ser realizada pelo titular da conta, solicitando o aumento ou redução e no cartão principal ou no adicional. Para o status de transferência via Pix, basta entrar no aplicativo de mensagens e já estará visível o menu referente ao tema e a situação da transação

O Original oferece atualmente mais de 17 transações por meio do atendimento pelo Whatsapp e mais de 450 fluxos conversacionais, incluindo FAQ e operações. Entre as transações estão: cotação de dólar, consulta de seguros, parcelamento de fatura, emissão de boleto de depósito em PDF, renegociação de dívidas, extrato, saldo, entre outros.

“Para o Original, o cliente está no centro de toda nossa estratégia. Por isso, o atendimento via Whatsapp é tão importante para nós, pois representa um dos canais mais utilizados e preferidos pelos correntistas”, afirma Renê Gonçalves, Consultor de Inteligência Artificial e Comunicação do Banco Original. “Atualmente, já são cerca de 6 milhões de mensagens trocadas com nossos clientes graças ao uso da Inteligência Artificial. E nosso objetivo é que o canal seja utilizado para comunicação, marketing e vendas”, complementa

Carteira total de crédito deve crescer 7,3% em 2021

A carteira total de crédito deve apresentar crescimento de 7,3% em 2021 em relação ao ano anterior, impulsionada, principalmente, pelas linhas com recursos livres dos bancos. É o que aponta a primeira edição do ano da Pesquisa FEBRABAN de Economia Bancária e Expectativas. O percentual sinaliza a tendência de melhoria na avaliação do cenário se comparada com a registrada na edição da pesquisa realizada em dezembro, cuja projeção de crescimento para a carteira total era de 7,0%.

“Mesmo num cenário de grandes incertezas, elevado aumento do risco e de aguda retração econômica, o crédito, em 2020, funcionou como um muro de contenção e os bancos irrigaram a economia com forte expansão de sua carteira. Neste ano, o crédito continuará a ser fator relevante para impulsionar os negócios e alavancar a retomada das atividades. 2021 deve ser um ano igualmente desafiador, mas com boas expectativas de crescimento também robusto do mercado de crédito, liderado pelas linhas com recursos livres, que devem crescer novamente perto de dois dígitos”, avalia Isaac Sidney, presidente da Febraban.

O bom desempenho do mercado de crédito deve dar tração à atividade econômica. Para 47,6% dos analistas ouvidos, o Produto Interno Bruto (PIB) de 2021 deve crescer entre 3% e 3,5%. Já 38,1% dos respondentes enxergam um cenário ainda mais otimista, com crescimento do PIB superior a 3,5%.

“Além da aceleração do plano de vacinação, que é premissa inafastável, outros fatores podem sustentar um crescimento mais robusto do PIB neste ano, como o cenário de baixa taxa de juros, no Brasil e no mundo, o baixo nível de estoques, a poupança acumulada e demanda reprimida e, ainda, a possibilidade de novos estímulos econômicos”, avalia Isaac.

A Pesquisa FEBRABAN de Economia Bancária é feita a cada 45 dias com instituições financeiras, logo após a divulgação da ata da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom). O levantamento, realizado entre os dias 27 de janeiro e 2 de fevereiro, reuniu as percepções de 21 instituições financeiras sobre a última ata do Copom e as projeções para o desempenho do mercado de crédito para o ano corrente e o próximo. O número de instituições é 31% maior que os 16 ouvidos em dezembro.

A melhora na projeção de crescimento para a carteira total se apoia, principalmente, na expectativa mais positiva para as linhas com recursos livres, cuja expansão prevista subiu de 9,6% (na pesquisa de dezembro) para 9,9%. Esse bom desempenho é fruto tanto do crédito PJ, que teve o crescimento esperado previsto de 9,2% para 9,3%, quanto do crédito PF, de alta de 9,9% para 10%.

Redução da inadimplência

Houve melhora também na projeção para a taxa de inadimplência desta carteira, que recuou de 4% (edição de dezembro) para 3,7%. A inadimplência das linhas de crédito livre fechou 2020 em 2,9%, menor nível da série histórica, após uma atuação proativa dos bancos num robusto programa de repactuação. Para 2021, a expectativa é o retorno para o patamar de inadimplência do fim de 2019.

“Apesar de os analistas esperarem aumento da inadimplência, a elevação não deve ser tão significativa quanto se acreditava no início da pandemia”, explica o economista-chefe da FEBRABAN, Rubens Sardenberg.

No caso do crédito direcionado, após expressiva alta em 2020, especialmente em função dos programas públicos de crédito para micro e pequenas empresas, espera-se uma acomodação da carteira. O crescimento previsto para essa modalidade de crédito é de 3,7% em relação a 2020. Percentual ligeiramente maior do que os 3,4% registrados na pesquisa de dezembro.

Para 2022, a expectativa de crescimento da carteira total ficou em 6,9%. Semelhante ao esperado para este ano (7,3%). A expansão deve ser liderada pela carteira com recursos livres, que deve apresentar um desempenho 8,7% superior ao de 2021.

Taxa Selic deve fechar 2021 em 3,75% a.a.

O início do processo de elevação da taxa básica de juros não deve ser imediato, aponta a Pesquisa FEBRABAN de Economia Bancária e Expectativas. Para 61,9% dos analistas dos bancos ouvidos, O Copom deve iniciar o ciclo de elevação da taxa Selic apenas na reunião de maio, que ocorrerá nos dias 4 e 5.

A trajetória esperada pela mediana das projeções coletadas pelo levantamento aponta alta de 0,25 pp da Selic nas reuniões de maio, junho e agosto. Esse movimento ganharia força no encontro de setembro, quando a taxa subiria em 0,5 pp. Para o fim do ano, a projeção mediana é de 3,75% aa.

No entanto, mesmo que a Selic suba para 3,75% aa, ela ainda estaria perto de zero em termos reais e abaixo do que a maioria dos analistas considera como a taxa neutra da economia brasileira.

“Neste patamar, a taxa básica de juros mantém a política monetária estimulativa para a atividade econômica. Mas sem o grau extraordinário utilizado ao longo de 2020, dado que a economia não se encontra mais em nível tão deprimido”, avalia Isaac.

Índice de Confiança do Agronegócio encerra 2020 em patamar otimista e registra 121,4 pontos

O Índice de Confiança do Agronegócio (IC Agro), divulgado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e pela CropLife Brasil, fechou o quarto trimestre de 2020 em 121,4 pontos, recuo de 5,6 pontos em relação ao levantamento anterior. Apesar da queda, os ânimos do setor mantiveram-se em patamares altos, visto que é o terceiro melhor resultado desde o início da série histórica. Segundo a metodologia do índice, resultados acima de 100 pontos demonstram otimismo no setor e, abaixo deste patamar, pessimismo.

Todos os segmentos pesquisados perderam confiança, mas cada um por seus próprios motivos. Os produtores agrícolas, por exemplo, foram influenciados diretamente pela irregularidade climática observada no fim de 2020, que fez o plantio da safra de verão ser o mais atrasado da história. No caso das agroindústrias, para algumas o aspecto preponderante foi a desvalorização do Real, enquanto para outras o aumento dos custos das rações pesou mais.

Desta vez, não foi a avaliação sobre a economia brasileira que determinou a maior parte da variação do índice – diferentemente, portanto, do que se tornou comum nos últimos anos. “Não se pode ver no atual recuo da confiança uma tendência de queda para 2021. Era de esperar que houvesse uma retração em relação ao terceiro trimestre de 2020, quando o indicador alcançou o melhor resultado da série histórica. Ainda assim, esta foi a terceira vez que o indicador fechou acima de 120 pontos”, observa Roberto Betancourt, diretor titular do Departamento do Agronegócio da Fiesp.

Índice de Confiança das Indústrias

O Índice de Confiança das Indústrias inseridas na cadeia produtiva do agronegócio caiu 6,0 pontos do terceiro para o quarto trimestre de 2020, fechando a 116,9.

Índice de Confiança das Indústrias Antes da Porteira

A confiança das empresas de insumos agrícolas registrou 112,9 pontos com queda de 9,1. Dentre todos os segmentos pesquisados, esse foi o que mais perdeu entusiasmo no quarto trimestre de 2020, embora os resultados ainda se mantenham na faixa considerada otimista pela metodologia do estudo. A queda, porém, não foi uniforme entre todos os setores situados antes da porteira. Um grupo em que claramente a confiança diminuiu foi o de defensivos agrícolas.

“As empresas do setor não têm encontrado espaço para repassar ao mercado doméstico os aumentos de custos resultantes da desvalorização do real, da logística e das matérias primas vindas da China”, diz Christian Lohbauer, presidente executivo da CropLife Brasil. “Os altos estoques de produtos acumulados nas revendas também preocupam a indústria.”

Em outras áreas os ânimos se mantêm em alta. É o caso dos fabricantes de máquinas agrícolas, cujas vendas fecharam o ano acima do mesmo período de 2019, segundo os dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). As empresas de fertilizantes também convivem com um momento de vendas em alta. Capitalizados, muitos produtores adiantaram as compras de adubo para as próximas safras, aproveitando o momento de boas relações de troca.

Índice de Confiança das Indústrias Pós-Porteira

A confiança também diminuiu entre as empresas do pós-porteira, que registraram queda de 4,7 pontos, fechando em 118,6. No entanto, tal como aconteceu no pré-porteira, a queda também não foi uniforme dentre os setores que compõem esse grupo. “As indústrias de alimentos concentraram o esfriamento do otimismo, devido principalmente aos altos preços da soja e do milho (que encarecem os custos das rações) e do boi gordo, que diminuem as margens de lucro dos frigoríficos”, avalia Betancourt.

O momento relativamente melhor para usinas de açúcar e etanol, tradings e empresas de logística no fim do ano passado amenizou a queda no índice de confiança desse segmento.

Índice de Confiança do Produtor Agropecuário

O índice de confiança do produtor agropecuário encerrou o quarto trimestre do ano passado em 127,6 pontos, segundo melhor resultado da série histórica. Pode-se afirmar que o entusiasmo dos produtores continua em alta, apesar da queda de 5,1 pontos desde o recorde do terceiro trimestre de 2020.

Índice de Confiança do Produtor Agrícola

Para o produtor agrícola, a queda na confiança foi de 4,2 pontos, mantendo o índice em patamar ainda bastante otimista, com 129,2. O otimismo, neste grupo, recuou em relação aos principais aspectos pesquisados para compor o índice: preço, produtividade, crédito e custo de produção. Nos dois primeiros casos, a perda de otimismo se deve em boa parte ao momento em que os agricultores foram entrevistados, entre o fim de novembro e o início de dezembro.

Neste período, houve leve queda dos preços de commodities como soja e milho, consequência de uma valorização temporária do real frente ao dólar. Quando o mercado voltou a subir, na última semana de dezembro, o levantamento já havia sido encerrado. É importante ressaltar que, mesmo com a ligeira queda em relação ao trimestre anterior, a boa avaliação dos produtores sobre os preços continuou em patamares claramente positivos.

Algo parecido aconteceu com a produtividade. “Até meados de dezembro, a chuva ainda não havia se regularizado completamente nas principais regiões produtoras, trazendo dúvidas sobre o potencial produtivo das lavouras de verão. Já a alta nos custos de produção reflete o aumento dos preços dos insumos, embora as relações de troca para o produtor continuem num dos melhores níveis da história” complementa Lohbauer.

No caso do crédito, não houve grandes eventos significativos – a queda de confiança pode estar relacionada ao esgotamento de algumas linhas, como foi com o Moderfrota.

Índice de Confiança do Produtor Pecuário

Para o produtor pecuário, o índice de confiança ficou em 122,8 pontos, indicando uma queda mais intensa do que para o produtor agrícola, de 7,9. Um dos principais aspectos foi a piora na avaliação dos custos de produção, que fecharam o quarto trimestre de 2020 no menor nível da série histórica.

Para Betancourt, essa piora na confiança está diretamente relacionada aos preços altos do milho e da soja e, especialmente, do farelo. São fatores que afetam tanto a pecuária de corte quanto a de leite. Para os pecuaristas que atuam na engorda, subiram os custos de reposição de bezerros. Houve perda de confiança também nos demais itens principais que entram na composição do índice – preços, crédito e produtividade -, de maneira semelhante ao que aconteceu com os agricultores.

WPP adquire DTI, empresa líder em inovação digital e engenharia de software

A WPP anuncia hoje que adquiriu a DTI, empresa brasileira líder em inovação digital e engenharia de software.

As soluções digitais da DTI ajudam os clientes a se tornarem mais eficientes, digitais e totalmente conectados aos seus clientes, oferecendo desde o desenvolvimento de sistemas de suporte de back-office, como automação da área de suprimentos e software de coleta de dados, até aplicativos e plataformas voltados para o consumidor, incluindo marketplaces e interfaces de serviços ao cliente.

A abordagem proprietária da DTI, baseada em metodologia ágil e design thinking, permite que suas equipes de desenvolvimento, que compreendem mais de 600 engenheiros de software, criem soluções eficazes e escaláveis para atender às necessidades do cliente. “Nossos clientes estão procurando soluções totalmente integradas que combinem criatividade com tecnologia de ponta para ajudá-los a se adaptar e responder ao ambiente de negócios em rápida mudança. Estou muito satisfeito em dar as boas-vindas à DTI na WPP e espero trabalhar juntos para fornecer resultados transformadores para nossos clientes”, diz Mark Read, CEO da WPP.

A aquisição está em linha com os objetivos da WPP delineados no Capital Markets Day, em dezembro de 2020, de expandir, com crescimento rápido, a presença nas áreas de experiência, comércio e tecnologia. Esta operação, em particular, fortalecerá as capacidades da WPP em apoiar os objetivos de seus clientes no Brasil de transformação digital ponta-a-ponta, complementando e expandindo os recursos existentes de adtech e integração de sistemas da WPP. “As culturas e objetivos da WPP e da DTI são convergentes e nossas atividades, complementares. A sinergia em conhecimento e experiências irá beneficiar diretamente nossos clientes e definir um novo padrão para as empresas de comunicação do Brasil”, diz Stefano Zunino, Country Manager da WPP para o Brasil.

Com sede em Belo Horizonte, a DTI foi fundada em 2009 e emprega 800 pessoas. Sua lista de clientes inclui algumas das maiores empresas nacionais e multinacionais, bem como empresas globais, entre elas Vale, Localiza, MRV, FCA, Gerdau, Serasa Experian, Hermes Pardini, Pottencial, BS2, Ânima e Bayer. “A aquisição pela WPP é uma oportunidade de agregar ao nosso trabalho um incrível conjunto de novas competências associadas à criatividade e à criação de grandes experiências, e vai ampliar nossa capacidade de trazer transformação para as maiores empresas do mundo”, diz Marcelo Szuster, CEO e co-fundador da DTI.

Com mais de 4.000 funcionários e US$ 300 milhões em receita, o Brasil é o maior mercado da WPP na América Latina. A WPP trabalha com uma ampla gama de clientes globais e locais no Brasil, incluindo Coca-Cola, Visa, Nike, Vivo, Itaipava e Casas Bahia.

A aquisição está sujeita às aprovações regulatórias. Os termos do negócio não são divulgados.

Movimento Unidos pela Vacina é lançado

Objetivo desta mobilização nacional é contribuir de diferentes formas para que todos os brasileiros sejam vacinados até setembro de 2021

Vacinar todos os brasileiros contra Covid-19 até setembro de 2021! Sim, isso é possível e é com esse propósito que representantes da sociedade civil, liderados pela empresária Luiza Helena Trajano, presidente do Grupo Mulheres do Brasil, e suas 75 mil voluntárias, potencializaram suas forças e vozes unindo-se a entidades como Instituto de Desenvolvimento do Varejo (IDV), Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e Federação Brasileira de Bancos (Febraban), entre outras instituições, lançando o movimento Unidos pela Vacina.

Segundo Luiza Helena Trajano, a ideia surgiu no final do ano passado, com a campanha de conscientização Vacina para Todos, do Grupo Mulheres do Brasil. “A partir dali, tentamos entender como poderíamos ajudar e concluímos que era preciso partir para uma ação efetiva. Foi quando esse movimento passou por uma transformação, trouxemos mais parceiros, empresários e executivos de diferentes setores e organizações não governamentais e surgiu o Unidos pela Vacina”, explica a empresária.

Apartidário, o movimento pretende contribuir em diversas frentes de trabalho que farão interfaces com o Governo Federal, com os Estados, secretarias de saúde, municípios e meios de comunicação. O objetivo é que não haja entraves para que a vacina chegue o mais rápido possível a todos os cantos do Brasil.

Com uma agenda detalhada e bem distribuída de ações, cerca de 380 pessoas, entre empresários, representantes de entidades, de comunidades e lideranças do Grupo Mulheres do Brasil estão trabalhando coordenadamente e engajados.

Marcelo Silva, presidente do IDV, aponta como exemplo um grupo que já está fazendo a interlocução com representantes da Casa Civil, Ministério da Saúde e suas secretarias.

“A ideia é que esses representantes listem as necessidades e apontem de que forma o Unidos pela Vacina pode contribuir”, explica Marcelo Silva.

“Não vale ser espectador e esperar que o outro resolva todos os problemas. As pessoas querem colaborar, querem se engajar na busca do bem comum e muitos não sabem como fazer isso. Os empresários, todos que convidamos se engajaram com entusiasmo, dedicando o seu tempo para fazer acontecer”, diz Betania Tanure, fundadora da BTA, vice-presidente do Conselho Estatutário do Grupo Mulheres do Brasil, membro do Conselho de Administração do Magazine Luiza e da MRV.

O movimento já tem ações concretas. Há um sub grupo que faz interface com os estados, outro focado nos municípios e secretarias de saúde municipais mapeando os possíveis pontos que exigem atenção e, assim, o movimento ajudará fazer as pontes necessárias.

“Já estamos fazendo pilotos na cidade do Rio de Janeiro e em Nova Lima (Minas Gerais) de forma articulada com o subgrupo que tem como foco a cadeia produtiva, que inclui insumos, a vacina propriamente dita, armazenamento, logística e o processo de vacinação”, explica Betania.

Esse subgrupo é liderado por Walter Schalka, CEO da Suzano, e Paulo Kakinoff presidente da Gol, e conta com a participação de diversos empresários, entre eles Pablo De Si, presidente da VW, Tito Martins, Presidente da Nexa, Romeu Cortes Domingues, presidente do Conselho da Dasa, João Carlos Brega, presidente da Whirlpool, Cristina Potomati, co-presidente da Lukscolor, e Gustavo Estrella, presidente da CPFL.

Transversal a esses subgrupos há uma frente de Comunicação liderada por Eduardo Sirotsky Melzer, fundador da gestora EB Capital, tendo como estrategistas Nizan Guanaes e Márcio Santoro, da agência Africa, e o apoio de empresas como Natura e Energisa, entre tantas outras, por meio de seus presidentes e times

“Graças aos nossos cientistas, ao SUS, nós temos as vacinas. E agora, nós vamos trabalhar para que nenhum entrave, de qualquer natureza, impeça que as vacinas cheguem a qualquer ponto do país, seja nos grandes centros, seja no interior mais remoto, nas comunidades ou populações ribeirinhas. Vamos, juntos, cumprir essa meta de ter vacinas para todos os brasileiros até setembro deste ano”, conclui Luiza Helena Trajano.

Programa Metamorfose abre vagas de estágio e jovem-aprendiz para atuarem na HostGator

Inscrições para as 23 vagas abertas pela multinacional de hospedagem de sites encerram em 10 de fevereiro

O mercado de trabalho brasileiro está disputado, mas encontrar uma colocação é ainda mais desafiador para quem busca a primeira experiência profissional. É o que mostra a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo os últimos dados divulgados pelo órgão, a taxa de desocupação de jovens entre 14 e 24 anos corresponde a 34,4% do total de brasileiros sem trabalho formal. A porta de entrada para esses profissionais geralmente ocorre por iniciativas de estágio e de jovens-aprendizes, um meio de tentar amenizar a dificuldade para selecionar candidatos qualificados, apontada por 66% das empresas de tecnologia em um estudo realizado pela Gama Academy. “Há muita disputa por mão de obra qualificada, principalmente no setor de tecnologia que tem crescido exponencialmente. Por isso, oferecer oportunidade para esses jovens que estão começando uma carreira é extremamente positivo para os dois lados”, avalia Giulianna Boscardin, gerente de pessoas da HostGator, multinacional de hospedagem de sites que lançou o Programa Metamorfose, uma iniciativa para impulsionar quem está começando a vida profissional. 

Com início previsto para março, as inscrições para as 23 vagas de estágio e de jovem-aprendiz podem ser feitas até o dia 10 de fevereiro. Todo o processo será realizado online e inclui testes, desafios, dinâmicas e entrevistas. “Identificamos no Programa Metamorfose uma oportunidade para quem está iniciando uma carreira de se desenvolver, aprender conhecimentos técnicos, rotinas de equipe e situações do dia-a-dia profissional, por isso o perfil do candidato e da empresa precisam estar alinhados”, comenta Giulianna. 

A exigência para as vagas de jovem-aprendiz são idade entre 18 e 24 anos e estar cursando ou ter concluído o Ensino Médio. Para as posições de estágio é necessário formação em andamento em administração, engenharia, relações internacionais, ciência da computação, marketing e áreas afins, além de conhecimento de Pacote Office ou Google. Por conta da pandemia, os selecionados trabalharão em regime de home office. As inscrições devem ser feitas no endereço https://conteudos.hostgator.com.br/programa-de-jovens-talentos.

TROC tem mais de 100 vagas para talentos diversos e trabalho remoto

Com crescimento acelerado, a TROC abriu sua temporada de contratação desde o segundo semestre de 2020, quando viu subir rapidamente a procura por roupas de segunda mão em sua plataforma de moda circular. Só de abril até dezembro, o número de peças processadas cresceu mais de 120% e fez o número de funcionários subir mais de 80%. Agora, a plataforma está com vagas em aberto e contratará de forma faseada, nos próximos meses, mais de 100 pessoas nas áreas de curadoria, fotografia, logística, tecnologia e marketing.

Com a previsão de chegar, nos próximos meses, ao patamar de 30 mil peças processadas mensalmente, a startup prepara seu time para atingir a marca de forma sustentável, garantindo a qualidade que é uma de suas marcas. Para a CEO da TROC, Luanna Toniolo, para fazer parte da equipe é fundamental que a pessoa esteja disposta a encarar desafios e, principalmente, participar da grande transformação que o resale está trazendo para a indústria da moda.

“A TROC é uma empresa diversa em sua essência e nosso time já reflete isso. Para fazer parte da nossa equipe é necessário estar alinhado com nossos valores e gostar de trabalhar com moda. Somos curiosos, interessados e enfrentamos desafios todos os dias. É isso que respiramos aqui”, conta Luanna.

Segundo a Head de People da TROC, Rafaella Dias, as vagas para trabalho presencial em Curitiba são nas áreas de curadoria, fotografia e estoque. Já para a área de marketing e tecnologia, algumas oportunidades são para trabalho remoto. Os interessados podem se candidatar para as vagas a partir do perfil da empresa no LinkedIn (https://www.linkedin.com/company/trocreal/) ou enviar o currículo para o e-mail vagas@troc.com.br. “Manteremos um fluxo constante de contratações nos próximos meses porque queremos desenvolver nossas lideranças, deixando todo time preparado para este crescimento acelerado. Estamos implementando um ritmo de forma a manter e replicar nossa cultura para os novos integrantes que estão chegando”, conta Rafaella. 

Pegaki abre 150 vagas com possibilidade de trabalho remoto

A rede de pontos de retirada e coleta Pegaki está contratando. Com 150 vagas abertas durante o ano de 2021 em áreas como tecnologia, vendas, atendimento, marketing, produto e e-commerce, a startup busca talentos de qualquer parte do mundo para trabalharem remotamente. Mais informações sobre as vagas e processo seletivo podem ser encontradas no  https://pegakicarreiras.gupy.io/.

Recém adquirida pelo grupo Intelipost, a Pegaki tem um plano agressivo de crescimento. A startup pretende aumentar sua rede para mais de 20 mil pontos credenciados, saltando de 20 para 150 postos de trabalho. “Acreditamos que o modelo de trabalho foi transformado pela pandemia. Por isso, estamos abrindo uma série de vagas para trabalho remoto. Hoje já temos pessoas do nosso time trabalhando em diferentes cidades, estados e países, como Portugal”, explica o sócio-fundador e Co-CEO da Pegaki, João Cristofolini.

Segundo o executivo, para o período pós vacinação, a ideia é estabelecer um modelo híbrido. “No lugar do escritório tradicional, planejamos hubs de trabalho espalhados em diversas cidades para encontro de pessoas e trabalhos colaborativos, de forma pontual e opcional. Os dois primeiros hubs serão instalados em Florianópolis e São Paulo, com possibilidade de novas instalações no futuro. Parcerias com universidades em cidades fora dos grandes centros tradicionais também estão nos planos para atrair pessoas de diferentes lugares do Brasil”, completa.

Boom do e-commerce

A Pegaki se estabeleceu nos últimos anos como uma alternativa aos Correios, essencialmente na esteira do crescimento das vendas online. Só em 2020, a  startup cresceu 20 vezes, tracionada essencialmente pelo forte crescimento do e-commerce durante a pandemia.  De acordo com um levantamento da Câmara Brasileira da Economia Digital e da empresa Neotrust, o faturamento do comércio online no Brasil mais que dobrou, marcando um crescimento de 122% no acumulado do ano até novembro em comparação com 2019. Ao todo, foram movimentados R$ 115,3 bilhões no período.

“O modelo de redes de ponto de retirada, que já vinha crescendo, foi exponencialmente acelerado em 2020. A transformação digital chegou definitivamente, os e-commerces devem crescer cada vez mais e, neste contexto, soluções de logística eficientes são imprescindíveis para sustentar essa demanda cada vez mais crescente”, finaliza João.

Aplicativo detecta coronavírus através da tosse

A próxima vez que você for tossir, por que não fazer isso no celular? Um grupo de jovens pesquisadores e professores de algumas das melhores universidades de tecnologia do mundo criou um aplicativo para smartphone que detecta em questão de minutos, se alguém tem COVID-19 a partir da análise de um registro de sua tosse. Mas eles precisam da ajuda de pessoas do Brasil para melhorar ainda mais esse aplicativo revolucionário. 

Virufy é uma organização sem fins lucrativos composta por mais de 50 pesquisadores internacionais de 25 universidades de prestígio e 20 países diferentes – incluindo Inglaterra, Japão, EUA, Argentina, Brasil, Colômbia, México e Peru. O aplicativo web mobile (web app) usa inteligência artificial para avaliar a probabilidade de um indivíduo estar infectado com o novo coronavírus. 

Composta por especialistas médicos, técnicos e jurídicos de instituições como Stanford, Google e Princeton, a equipe do Virufy validou seu algoritmo de machine learning com milhares de tosses da América Latina, Europa e Ásia para distinguir entre SARS-CoV-2 positivo e sons de tosse negativos com 80% de precisão até agora.

Ao mobilizar os jovens para coletar dados de tosse em diversas regiões do mundo, o Virufy visa treinar seu algoritmo para obter uma precisão ainda maior e entender melhor como soa o COVID-19. Para chegar nesse objetivo, a  organização internacional de pesquisa sem fins lucrativos está expandindo seus esforços para coletar mais tosses na América Latina, uma região que continua registrando um aumento alarmante de casos positivos.

“Virufy é a única iniciativa capaz de reunir o mundo inteiro pela primeira vez: para parar o inimigo comum que é a COVID-19”, disse Amil Khanzada, engenheiro de software do Vale do Silício e fundador da Virufy. “É uma solução global genuína para achatar a curva em todo o mundo e acabar com essa pandemia, especialmente nos países em desenvolvimento onde não há acesso massivo aos testes, o que torna o rastreamento e o distanciamento social mais difíceis.”

Ele continuou: “Pedimos às pessoas no Brasil, Argentina, Bolívia,Colômbia, México ou Peru e que apresentem sintomas semelhantes aos da COVID-19 que acessem o site  virufy.org/app e doem sua tosse, para que possamos nos unir e acabar com essa pandemia mais rápido”.

Embora o Virufy não substitua os testes de diagnóstico de nível hospitalar e deva ser usado junto com os sintomas e verificações de temperatura, a detecção precoce e imediata incentivará a quarentena voluntária. Isso, por sua vez, ajudará a proteger as comunidades locais e, em última instância, protegerá centenas de milhões de outras pessoas, à medida que a disseminação do vírus diminui. “A propagação da COVID-19 começou com uma pessoa e não podemos continuar subestimando o vírus”, comentou Khanzada.

O Virufy permite que todos façam sua parte para limitar a propagação e retomar o senso de controle durante a pandemia em curso. Fornecendo a detecção mais rápida do mercado, a organização espera criar uma ferramenta de triagem suplementar que possa ser recomendada com segurança por profissionais de saúde, mitigando a carga que os testes inacessíveis colocam em comunidades carentes em todo o mundo.

“Leva apenas dois minutos para doar uma tosse por meio de um smartphone ou computador”, disse Matheus Galiza, Gerente de Extensão da Comunidade da Virufy para o Brasil. “Recomendamos veementemente que qualquer pessoa de qualquer um dos seis países identificados da LATAM que tenha sintomas semelhantes aos do COVID ou que tenha recentemente testado positivo para COVID-19 doe sua tosse. Membros da família e amigos em contato próximo com indivíduos COVID-positivos devem fazer o mesmo. Ao fazer isso, você estará ajudando diretamente a acabar com a pandemia. ”

EMBRAPII está com oportunidade aberta para empresas brasileiras inovarem com a Suíça

A Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (EMBRAPII) e a Agência de Inovação da Suíça (Innosuisse) abrem chamada de cooperação internacional para unir empresas dos dois países em projetos conjuntos de inovação. O objetivo é que as propostas sejam voltadas para o desenvolvimento de soluções e novas tecnologias com potencial de mercado significativo para o Brasil e para a Suíça. Interessados tem até 30 de abril para encaminhar uma pré-proposta para avaliação.

“O objetivo central da parceria é fortalecer a competitividade das empresas por meio da cooperação internacional. Esse intercâmbio permite a integração do conhecimento técnico-científico e a entrada em novos mercados. A parceria pode ser o primeiro passo para internacionalizar uma startup ou para o desenvolvimento cooperativo de novas tecnologias de alto valor agregado”, destaca Carlos Eduardo Pereira, diretor de Operações da EMBRAPII.

Não há restrição de área de conhecimento e empresas de todos os setores industriais podem apresentar projetos. No entanto, são incentivados o desenvolvimento de PD&I relacionado a: biotech e medtech, agricultura e produção de alimentos, indústria 4.0, materiais avançados, tecnologias de informação e comunicação, energia limpa e água, cidades e comunidades sustentáveis, digitalização e mobilidade.

A Suíça é um dos países com o maior investimento em pesquisa e desenvolvimento (P&D) em relação ao seu produto interno bruto (PIB), cerca de 3% ou 16 bilhões de dólares, sendo 2/3 financiados pelo setor privado. Ela figura entre as primeiras colocadas no ranking de inovação do mundo.

Nesse modelo de cooperação internacional, cada país financia suas respectivas empresas e instituições de pesquisa. As empresas brasileiras devem estar associadas à rede credenciada de 61 Unidades EMBRAPII para o desenvolvimento do projeto. A Unidade EMBRAPII tem total autonomia para decidir sobre a viabilidade de desenvolvimento das propostas com empresas brasileiras. A EMBRAPII garante 1/3 de recursos não reembolsáveis.

A entrega do pré-projeto no dia 30 é uma etapa opcional, em que a EMBRAPII e a Innosuisse analisam e fornecer um feedback sobre o projeto. A submissão final deverá ser feita até 02 de agosto de 2021.

ESG assume papel prioritário para conselhos de administração no pós-pandemia

As questões ambientais, sociais e de governança (ASG) estarão mais presentes na pauta dos conselhos de administração depois da pandemia de Covid-19, assim como a maior competição por talentos, o reposicionamento de negócios e a incorporação de apoio especializado externo para o planejamento de cenários e tomada de decisões sobre riscos. Esse é o cenário apontado pela pesquisa “GNDI 2020-2021 Survey Report – Board governance during the Covid-19 crisis: Análise dos Resultados Brasileiros“, assinada pelo Global Network of Directors Institutes (GNDI), grupo que congrega institutos de governança ao redor do mundo, e que tem o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) como representante no Brasil.

“O relatório nos mostra o que estará no centro das atenções dos conselhos nos próximos anos, além de salientar o papel da resiliência das empresas no enfrentamento da crise, mapeando quais foram os principais desafios diante de um momento sem precedentes, como o que estamos vivendo”, indica Pedro Melo, diretor geral do IBGC. “É papel das empresas promover a melhoria da sociedade. Essa é uma tendência que observamos há alguns anos, mas que se acentuou com a pandemia”, complementa.

Entre os respondentes, 85% acreditam que, no longo prazo, teremos maior foco em questões ASG, de sustentabilidade e de geração de valor para partes interessadas. Outras tendências são maior necessidade de reposicionamento dos negócios (82%) e aumento da competição de talentos.

Em complemento à avaliação das tendências emergentes para os conselhos de empresas, a garantia da segurança e saúde dos empregados e a supervisão da estratégia surgem como preocupações dos entrevistados globais. Já os brasileiros apontam o gerenciamento de riscos (50%) e a melhoria dos planos de crise (38%) como principais necessidades.

Para as duas amostras (mundial e nacional), as empresas não estavam preparadas para lidar com a Covid-19, mas a percepção é que os conselhos têm conseguido atuar efetivamente dentro deste novo cenário. Os comitês de crise (ou de outras funções) foram de grande valia para ajudar o conselho na resposta à pandemia e o plano de gerenciamento de crise tem sido eficaz.

Enquanto para os respondentes brasileiros as três principais forças das suas organizações em resposta à crise da Covid-19 foram valores e propósito (94%), resiliência (88%) e plano de continuidade dos negócios (87%), na amostra global as áreas mais destacadas foram gestão de crises, comprometimento do staff e adaptabilidade organizacional. Duas fraquezas são comuns aos cenários brasileiro e internacional: competência digital e infraestrutura. Na opinião dos participantes, os principais desafios enfrentados pelos conselhos foram ajustar a estratégia da organização ao novo ambiente e mercados, e garantir a efetividade das decisões que afetassem seus stakeholders.

Cerca de 70% dos respondentes brasileiros entendem que até 60% das reuniões de conselho devem ser realizadas no formato virtual mesmo depois da crise. Esse percentual é de pouco mais de 80% na amostra global. Os conselheiros (87%) consideram que uma maior informatização do conselho e reuniões mais frequentes serão importantes para dinamizar a sua atuação.

“É importante notarmos que o esgotamento e estresse decorrentes do ambiente virtual constante também apareceu no estudo como um dos principais desafios de adaptação para os conselheiros, pois são reuniões longas, que carecem de atenção e normalmente esses profissionais integram mais de um conselho”, menciona Melo, se referindo aos 37% de respondentes que sinalizaram o cansaço na condução dos encontros on-line

O estudo foi realizado com 1.964 conselheiros – sendo 94 brasileiros -, de 17 institutos, e apresenta os resultados gerais e agregados em quatro regiões: Ásia e Oceania; Europa, Oriente Médio e África; América do Norte; e América do Sul. A pesquisa desenvolvida pelo GNDI foi aplicada no formato de questionário (survey) por diversos de seus institutos-membro, em seus respectivos países. No Brasil, a fase de coleta compreendeu o período de 21 de agosto a 28 de setembro de 2020, e teve como público-alvo principal os conselheiros de administração.

Estudo do Itaú Unibanco revela mudanças nos padrões de consumo em ano de pandemia

Como a pandemia afetou o comportamento do consumidor em 2020? Para responder a essa pergunta, o Itaú Unibanco reuniu e analisou os dados relativos às compras feitas ao longo do ano com cartões de crédito e débito emitidos pelo banco e às vendas transacionadas pela Rede, sua empresa de meios de pagamento, em todo o Brasil. O trabalho deu origem ao relatório Análise de Comportamento de Consumo – organizado pela Diretoria de Estratégia e Engenharia de Dados em parceria com a área de Pagamentos (criada este ano na estrutura do banco), ele passará a ser divulgado trimestralmente.

O estudo identifica de que forma a covid-19 e o isolamento social alteraram hábitos e padrões de compra em todo o Brasil, trazendo um retrato do movimento do comércio no ano, com dados sobre desempenho de vendas por segmentos, utilização de canais e preferência por formas de pagamento, entre outros aspectos.

“Esse levantamento é produto da cultura de centralidade no cliente e da conduta orientada por dados do Itaú, disseminada por todo o negócio. A análise de uma ampla gama de informações tem sido o caminho para entendermos de maneira aprofundada quem é o nosso cliente e atendermos com mais agilidade às suas expectativas e às particularidades de novos momentos de consumo”, diz Moisés Nascimento, diretor de Estratégia e Engenharia de Dados do Itaú Unibanco.

Principais achados do estudo

Valores transacionados

O crescimento de vendas no comércio, que vinha sendo observado em janeiro e fevereiro de 2020 (mais de 16% ao mês na comparação com os mesmos meses de 2019), foi interrompido no final de março, quando entraram em vigência as medidas de isolamento social. O maior impacto foi sentido em abril, na comparação com o mesmo período do ano anterior, com queda de 22,4% nos valores transacionados. O consumo começou a se recuperar a partir do terceiro trimestre, e 2020 fechou com faturamento apenas 3,2% maior que o de 2019. O movimento foi puxado pelos estabelecimentos Atacadistas; de Materiais de Construção; Mercados; e Drogarias/Cosméticos. Entre os segmentos que se destacam pela perda de valores transacionados estão Turismo; Vestuário; Cultura, Esportes e Entretenimento; e Educação.

Canais

As vendas no varejo físico fecharam o ano empatadas com as de 2019, com as vendas do segundo semestre compensando as perdas do primeiro. Já o e-commerce transacionou 19,4% mais que no ano anterior, com crescimento mais acelerado em Restaurantes; Atacadistas; e Materiais de Construção. Ao final de 2020 os meios digitais já respondiam por 18,9% do total transacionado pelo varejo, contra 16,3% um ano antes.

Comportamento de compra

O valor do gasto médio por transação no comércio cresceu 6,9% sobre 2019. O crescimento foi mais acentuado entre os consumidores de maior poder aquisitivo e é explicado pelas mudanças de comportamento provocadas pela pandemia: para evitar saídas constantes de casa ou gastos extras com frete nas entregas em domicílio, o consumidor preferiu reduzir a frequência de compras, elevando o tíquete médio de cada transação, e também optou em pagar os bens adquiridos em mais parcelas.

Pagamento por aproximação

A quantidade de pagamentos usando a tecnologia Aproxime e Pague (NFC) subiu exponencialmente após o início da pandemia, com crescimento acumulado no ano de 326%. Antes do isolamento, os pagamentos por aproximação vinham crescendo a uma taxa média mensal de 2,3%.

Perfis de consumo

Gênero – Mais da metade (50,4%) das compras online foram feitas por mulheres, com presença expressiva delas como consumidoras nos setores de Vestuário; Drogarias; e Atacadista. Os homens tiveram participação levemente menor nas compras em canais digitais, mas seu gasto médio por transação é 23,9% maior que o das mulheres. As compras em Atacadistas; de Eletrônicos; e itens e serviços de Saúde foram as que puxaram o crescimento do tíquete médio deles, homens – ainda no ambiente digital.

Faixa etária – Consumidores da geração X (nascidos entre 1965 e 1984) foram os que mais gastaram em 2020 (maior valor transacionado entre as gerações), tanto em compras online quanto presenciais. Já a geração Y (1985-1999) foi a que mais aumentou seu tíquete médio em relação ao ano anterior.

Novos padrões e hobbies

Com as pessoas mais tempo dentro de casa, os gastos com transporte urbano e com turismo caíram respectivamente 38,6% e 43,8, na comparação com 2019. Em contrapartida, os consumidores investiram mais em suas residências. Devido ao home office, o valor gasto com Móveis de Escritório cresceu 39%. Em outra frente de itens comprados para a casa, incluindo Materiais de Construção e Reforma; Artigos de Decoração; e produtos para Jardinagem e de Floricultura, o aumento foi de 29,8%. Também se destacaram as vendas de artigos relacionados a pets e serviços veterinários, com crescimento de 13,2%.

A pandemia forjou novos hábitos e hobbies. Com o fechamento de clubes e academias (que tiveram queda no faturamento de mais de 30% no ano), os consumidores tiveram de buscar novas alternativas para a prática de exercícios físicos e ocupação mental. As vendas de bicicletas cresceram 54,4% em faturamento, e as de equipamentos de streaming, livros, games e instrumentos musicais, 40,4%.

Localiza oferece 30 mil bolsas gratuitas para formação de desenvolvedores em todo Brasil

A Localiza avança em mais uma iniciativa para capacitação de profissionais de tecnologia no Brasil, o #MeuFuturoÉTech, que oferece 30 mil bolsas gratuitas para formação online de desenvolvedores no Brasil. Qualquer pessoa acima de 16 anos pode participar das capacitações, que serão realizadas online em três frentes – cada uma direcionada uma linguagem de programação específica. Os alunos que mais se destacarem terão, ainda, a oportunidade de fazer parte do Localiza Labs, laboratório de tecnologia da Localiza. A primeira fase irá abordar a linguagem .NET e tem carga horária 90 horas. As inscrições poderão ser feitas até 28 de fevereiro no link http://orbi.co/techboost e os alunos podem iniciar as aulas assim que finalizarem seu cadastro.

#MeuFuturoÉTech integra o Órbi Academy Techboost, programa realizado pelo Órbi Conecta, startup de inovação. Em parceria com Localiza, MRV e Banco Inter, busca ampliar a oferta de profissionais de tecnologia para o mercado de trabalho. Juntas, as três empresas oferecem, até o final de 2021, 100 mil bolsas gratuitas de formação de desenvolvedores.

Reforçando seu papel de empresa cidadã e que tem na diversidade uma estratégia de negócio, a Companhia está divulgando de forma proativa o programa em universidades, organizações sociais parceiras da Companhia e de instituições representativas de grupos minoritários, como negros, mulheres, pessoas com deficiência, migrantes, LGBTI+ e profissionais com mais de 50 anos.

A iniciativa contribui, dessa forma, no fomento à diversidade no mercado de Tecnologia e na democratização do acesso à educação para futuros desenvolvedores. “Temos no Localiza Labs um time colaborativo, que trabalha com as mais novas tecnologias do mercado, e que tem crescido exponencialmente nos últimos anos”, afirma André Petenussi, CTO da Localiza. Para o executivo, ainda mais relevante é o esforço de semear novas habilidades em milhares de pessoas para que se sintam estimuladas a se desenvolver profissionalmente no mercado de tecnologia, que ainda vai evoluir bastante no país.

Formação

Os cursos serão ministrados pela DIO, startup de formação de desenvolvedores de São Paulo, e têm duração entre três e quatro meses. Cada bootcamp terá um nível de dificuldade estabelecido de acordo com a sua carga horária e trabalhará uma habilidade específica – NET, Mobile e React. As trilhas de aprendizado, os desafios e os projetos ao longo do programa são personalizadas para cada ciclo.

Todo percurso do aluno durante o Programa será acompanhado de perto pelas lideranças do Localiza Labs, que farão lives e outras ações de engajamento e mentoria das turmas. Além das disciplinas técnicas, serão evidenciadas também pílulas de aprendizado sobre o negócio da Localiza, o mercado de mobilidade e como a tecnologia é fundamental para os resultados de uma empresa. “Estaremos juntos dos alunos a todo momento para que eles tenham uma formação completa e conheçam o incrível mundo da mobilidade”, completa Petenussi.

Como se inscrever

Os interessados em participar do Programa da Localiza do Órbi Academy Techboost devem entrar no link do programa, clicar em “Inscrições” e, em seguida, no Bootcamp Localiza. O candidato deve fazer seu cadastro e, então, está pronto para começar seu curso.

Conheça mais o programa

Com um time em amplo crescimento, o Localiza Labs enxerga na iniciativa uma oportunidade de atrair novos talentos que ampliem a diversidade das equipes, contribuindo para a construção de soluções de mobilidade cada vez mais aderentes às atuais demandas da sociedade. Para apresentação do programa, foi realizada uma live com a participação de lideranças de tecnologia da Localiza, que pode ser acessada no link: https://yarawiyatxeedle.i-mpr.com/7=I2MxADZ0ojci5SbvNmLhRmbvB0cvBXbhN2b0JXZixWanpTO2MjM2EDNyADN60UbqBHSlFEUl12aENTJ2Z0Mlg2Y0F2dGJTJt92YuUmY1RXdvlnL3d3dGJTJGJTJBNTJwRHdopTM

Localiza – Órbi Academy Techboost

Programa de formação de desenvolvedores com 30 mil bolsas de estudo gratuitas

Primeira etapa

Inscrições: 04 a 28 de fevereiro

Link de inscrição:http://orbi.co/techboost

ANBIMA: ofertas de ações são destaque no mercado de capitais e somam R$ 5,8 bi em janeiro

As empresas brasileiras foram responsáveis por movimentar R$ 5,8 bilhões em ofertas de ações durante o mês de janeiro. De acordo com dados da ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), o montante representa a maior parcela (30,5%) do total de emissões no mercado de capitais no período, que chegou a R$ 19 bilhões (volume este que representa alta de 20,7% em relação a janeiro de 2020).

O destaque nas operações de renda variável foi para os follow-ons (ofertas subsequentes), que registraram R$ 5,3 bilhões. Os IPOs (ofertas iniciais de ações) somaram R$ 486 milhões. Para os próximos meses, já estão em análise 42 novos IPOs. “Essa fila de emissões aguardando para sair mostra que a alta no mercado de ações verificada no ano passado pode continuar ao longo de 2021”, afirma José Eduardo Laloni, vice-presidente da ANBIMA.

Entre os interessados na compra das ações colocadas em mercado durante janeiro, os fundos de investimento se sobressaíram: ficaram com 54,2% do volume total, seguidos dos investidores estrangeiros e institucionais, com parcelas de 25,5% e 18,7%, respectivamente. “O apetite dos fundos foi importante para manter o mercado de renda variável aquecido em 2020. É mais um fator derivado dos juros baixos, que incentivam a procura por papéis com maiores oportunidades de retorno”, completa Laloni.

Os fundos imobiliários (produtos considerados híbridos entre renda fixa e variável) mantiveram a performance positiva registrada desde 2018. Em janeiro, captaram R$ 4,1 bilhões, resultado 74,5% acima do verificado no ano passado (R$ 2,4 bilhões).

Na renda fixa, as captações com debêntures chegaram a R$ 4 bilhões em janeiro, o que revela queda de 37,2% em relação ao primeiro mês de 2020. Os CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários) e CRAs (Certificados de Recebíveis do Agronegócio) também tiveram resultados menores do que no ano passado: acumularam R$ 1,2 bilhão e R$ 200 milhões, respectivamente, contra R$ 2,3 bilhões e R$ 1,1 bilhão no ano passado.

Captações no mercado externo
As captações das companhias brasileiras no mercado externo somaram US$ 5,2 bilhões, contra US$ 5,7 bilhões em janeiro de 2020. Do total, US$ 4,7 bilhões corresponderam a operações de dívida (bonds) e US$ 512 milhões de renda variável.

A partir da edição de janeiro de 2021, o boletim de Mercado de Capitais da ANBIMA passa a contar com o monitoramento das ofertas de ações realizadas pelas empresas locais diretamente em bolsas estrangeiras. Até então, eram contabilizadas apenas as operações realizadas por meio de ADRs (também estão consideradas nas novas edições dos boletins as emissões que aconteceram em períodos anteriores).

Confira os resultados completos no Boletim de Mercado de Capitais

B2W Digital abre inscrições para programa de estágio remoto em tecnologia

Começaram as inscrições para o Programa de Estágio B2W Tech 2021, com foco na área de Tecnologia. O programa é desenvolvido pela B2W Digital – dona das marcas Americanas, Submarino, Shoptime e Sou Barato – e será realizado de forma remota. O objetivo é capacitar jovens talentos, apaixonados por tecnologia, para que se tornem desenvolvedores juniores em apenas seis meses.

Com previsão de início para abril de 2021, o programa é desenvolvido e aplicado pelos especialistas nas áreas de Tecnologia e Gente & Gestão da própria companhia. Os profissionais atuam como mentores e instrutores, com foco no desenvolvimento acelerado dos estagiários, oferecendo a eles feedbacks constantes sobre seu desempenho.

Os participantes passarão por capacitação interna, com treinamentos baseados em uma grade de aulas teóricas e práticas. Neste período, os estagiários serão apresentados a ferramentas de engenharia de software e aos projetos e plataformas de e-commerce desenvolvidos na companhia. Além disso, participarão do desenvolvimento de soluções para as plataformas de e-commerce, marketplace e mobile da B2W.

O Programa de Estágio B2W Tech 2021 será realizado no formato job rotation dentro da área de tecnologia, para que os estagiários conheçam diversas frentes da empresa. Para auxiliá-los a colocar em prática as ferramentas e conceitos aprendidos, os participantes contarão com mentorias e oficinas de Creative Thinking voltadas para o desenvolvimento de soluções de inovação. Ao fim do projeto, desenvolverão um desafio prático e real da companhia para medir a capacidade de resolução de problemas e entregas de resultados.

“O programa oferece contato com diversos líderes da companhia, participação em projetos reais da B2W, aprendizado constante e crescimento acelerado, além do acompanhamento integral do time de Gente & Gestão da companhia. Uma grande oportunidade para os jovens apaixonados por inovação e tecnologia”, afirma José Ronaldo Pizani, diretor executivo de Gente & Gestão da B2W Digital.

Com um processo seletivo ainda mais diverso e inclusivo, podem concorrer a uma vaga no programa universitários de todo o Brasil e de qualquer curso de graduação. A companhia busca estudantes apaixonados por inovação, que tenham foco em resultados e facilidade para trabalhar em equipe. Os candidatos terão seus currículos avaliados e passarão por etapas online com provas de português e testes de fit cultural e lógica de programação gamificados, além de dinâmicas interativas com os gestores e a área de Gente&Gestão. O programa também é aberto à participação de PCDs.

O estágio possui carga horária de 30 horas semanais. Os participantes receberão bolsa-auxílio e benefícios compatíveis com o mercado, além de descontos em compras nos sites das marcas da B2W. As inscrições para o Programa de Estágio B2W Tech vão até o dia 28 de fevereiro e podem ser feitas pelo site https://estagiotech.b2w.io/ .