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Instituto Butantan e Hilab ganham prêmio por plataforma de monitoramento da pandemia no interior de São Paulo

Usar a tecnologia a favor da saúde e da ciência tem sido cada vez mais importante na luta contra a pandemia do novo Coronavírus. Prova disso foi o reconhecimento nacional que a plataforma Tainá, elaborada pelo Instituto Butantan e co-desenvolvida pela Hilab , recebeu ao vencer o prêmio inédito Case de Sucesso Portal IT4CIO, evento nacional CIO Brasil GOV.

A ferramenta, que torna possível compilar dados e traçar estratégias de maneira mais assertiva e rápida, fez o trabalho de monitoramento e controle da pandemia realizado no Projeto S, na cidade de Serrana, interior de São Paulo. O ensaio clínico se deu através da imunização, com a Coronavac, da população adulta do local, realizada em parceria com a Secretaria de Saúde e a Prefeitura Municipal de Serrana .

Entre 17 de fevereiro e abril deste ano, ao longo de oito semanas, cerca de 27 mil moradores do município receberam o esquema vacinal completo: duas doses da Coronavac com intervalo de 28 dias entre a primeira e a segunda. Além disso, foram 19.415 mil exames de beta HCG realizados nas mulheres que participaram do estudo para saber se estavam ou não grávidas. A imunização da população participante fez os casos sintomáticos de Covid-19 despencarem 80%, as internações em 86% e as mortes em 95%, após a segunda vacinação do último grupo do estudo. Dessa maneira, foi comprovado o efeito de efetividade da vacina desenvolvida pelo Instituto Butantan.

Outra conclusão do projeto foi a avaliação da incidência da doença em Serrana na comparação com as cidades vizinhas. Cerca de 10 mil serranenses trabalham em Ribeirão Preto diariamente, porém, enquanto a cidade vizinha e outros municípios da região apresentaram alta nos casos de Covid-19, Serrana manteve baixas taxas de incidência graças à vacinação. Ou seja, além da queda das infecções, os moradores que transitam em outras cidades não trouxeram um incremento relevante nos casos.

A plataforma Tainá abriga todos os resultados dos exames de Covid-19 realizados pelo Butantan, incluindo testes rápidos, RT-PCR e exames Hilab. “O projeto Tainá foi criado pela equipe de desenvolvedores da Hilab, em parceria com o Instituto Butantan, com o objetivo de monitorar os dados epidemiológicos dos exames laboratoriais de Covid, auxiliar na realização dos mesmos e emitir os laudos com os resultados das análises. Estamos felizes que conseguimos colocar a nossa tecnologia neste importante projeto e com o reconhecimento recebido pela plataforma Tainá”, explica Marcus Figueredo, CEO da Hilab.

“Todo o monitoramento do inédito Projeto S, feito diariamente e em tempo real, só foi possível graças à implementação da plataforma do Instituto Butantan, desenvolvida pelo nosso departamento interno de TI. O prêmio veio para coroar todos os resultados que vimos na população de Serrana”, afirma Dimas Covas, presidente do Instituto Butantan.

O envolvimento da Hilab se tornou bastante eficiente, o que fez com que a plataforma ganhasse novas funções como: notificação de casos positivos para os órgãos responsáveis e a troca de dados por um canal seguro para a disponibilização dos mesmos aos coordenadores dos projetos. “A Tainá ajudou a coordenação do projeto a identificar o número de pessoas em cada escola e remanejar os voluntários entre os pontos para não causar aglomeração, por exemplo”, diz Claudia Anania, gerente de inteligência corporativa e novas tecnologias do Instituto Butantan.

Investimentos em agtechs brasileiras ultrapassam US$ 160 milhões

Os investimentos em agtechs brasileiras ultrapassaram a barreira de US$ 160 milhões somando os aportes feitos desde 2009, mostra o Distrito Mining Report – Agtech 2021, relatório anual feito pela plataforma de inovação aberta Distrito, e que traça um panorama completo do setor. Mais da metade desse valor foi aportado nos últimos três anos.

Segundo o documento, a maior parte dos deals, cerca de 40%, está concentrada no estágio Seed, o que sinaliza que o investimento de risco ainda está descobrindo as agtechs. Ano passado bateu o recorde de investimentos no setor, com US$ 67,3 milhões aportados ao longo de 18 rodadas, mas excluindo-se o investimento de US$ 60 milhões feito na Solinftec, referência em agricultura de precisão, foi um ano fraco. Já em 2021, até agora, foram US$ 4,7 milhões em sete deals.

“Isso significa que há uma grande perspectiva de crescimento no investimento nesse setor”, diz Tiago Ávila, líder do Distrito Dataminer, braço de inteligência do Distrito. “As agtechs ainda enfrentam muitos desafios para levar a inovação ao campo no Brasil, ainda assim, têm sido vistas como o potencial nacional. O grande desafio do nosso tempo é tornar a produção agropecuária mais sustentável e eficiente.”

Nos últimos anos houve também seis aquisições em agtechs, com participação tanto de empresas do agronegócio, como também de outros setores, como no caso da compra da Gira, que oferece tecnologia financeira para o agronegócio, pelo banco Santander em 2020. Também no ano passado a Mvisia, empresa de sistemas de visão industrial, comprou a Weg, especializada na fabricação de motores elétricos.

O Distrito mapeou 298 startups voltadas para o agronegócio, com predomínio para a categoria agricultura de precisão (38%). Entre essas, destaca-se a oferta de software de gestão da produção agropecuária e uso de internet das coisas e big data analytics para o campo. Entre as demais soluções tecnológicas para a agropecuária, temos um cenário bastante equilibrado entre biotecnologias, automação e robotização e soluções de marketplace.

As cinco maiores startups do agronegócio no Brasil são a Solinftec, mais investida do ecossistema e com sólida atuação internacional; a Agrosmart, que acaba de adquirir a argentina especialista em análise meteorológica BoosterAgro; a Xmobots, especializada em drones para o agronegócio; a Solubio, voltada para defensivos agrícolas biológicos; e a GlobalYeast que oferece inovação para a produção de bioetanol e outros materiais verdes. Esse top cinco é calculado pelo Distrito levando-se em consideração número de funcionários, faturamento presumido, funding captado e métricas de redes sociais.

Wiser anuncia acordo para aquisição da Conquer

A Wiser Educação anunciou nesta quarta-feira (16) um aporte minoritário com condições predeterminadas para a aquisição de 100% da Conquer, escola de negócios da nova economia. Isso é parte de um programa que em três anos pretende investir cerca de R$ 1 bilhão na incorporação de novas edtechs à sua plataforma. O acordo prevê a possibilidade de aquisição integral da Conquer futuramente. Após a finalização da compra, os fundadores da Conquer, Hendel Favarin, Josef Rubin e Sidnei Junior, passarão a integrar o organograma de sócios da Wiser. Os valores da transação não foram divulgados.

Liderada pelo empresário Flávio Augusto da Silva, a Wiser Educação reúne as marcas Wise Up Online, Wise Up, Number One, meuSucesso.com, Power House e Buzz. Segundo ele, “a aquisição da Conquer é a primeira de uma série de transações a serem anunciadas nos próximos anos. Temos um pipeline com mais de 40 empresas hoje, sendo algumas delas em estágio avançado de negociação. Estamos caminhando a passos firmes para nos tornar a principal plataforma de edtechs do Brasil.”

Flávio Augusto explica que a Conquer foi escolhida em razão da excelente qualidade de seus produtos educacionais e do seu modelo disruptivo de negócios, voltado ao aprimoramento de conhecimentos e habilidades profissionais. Focados em aspectos e temas como inovação, liderança, gestão, tecnologia, transformação digital, negociação e vendas, os programas vão além dos conhecimentos ensinados em cursos de graduação e pós-graduação. A metodologia própria, o “jeito Conquer”, foca em três pilares: aprendizado por contexto, ensino em diferentes formatos e professores referência no mercado de trabalho.

Com a mudança de posicionamento na pandemia, a Wiser Educação saltou de 65 mil alunos (em 180 cidades) para mais de 300 mil, em 4 mil cidades de 85 países. Para dar suporte à expansão, o número de funcionários de seu núcleo de gestão aumentou de 189 para mais de 800, além dos 10 mil indiretos que fazem parte de seus canais físicos. Da mesma forma que a holding, a Conquer também demonstrou grande agilidade na tomada de decisões e capacidade de adaptação diante da crise, ajustando seus programas ao formato online.

“A Conquer trabalha um conceito no qual a gente acredita, e que é disruptivo, de querer resolver problemas reais do mercado”, comenta Flávio Augusto. “Além disso, também levamos em conta a qualidade dos empreendedores, que, no nosso formato de aquisição, se tornarão sócios da Wiser. Durante a pandemia eles demonstraram uma grande capacidade de ‘pivotar’ o negócio.”

Com oito unidades físicas e plataforma online, a Conquer também atua com aulas e treinamentos in company (B2B) em mais de 300 empresas e startups, e desde a sua fundação em 2016 já atendeu mais de 1 milhão de alunos em 80 países. Com a adaptação de seus programas durante a pandemia, dobrou o seu faturamento no período. O desempenho fez com que fosse a única marca do segmento de educação entre as 100 mais lembradas pelos brasileiros durante a pandemia, conforme pesquisa realizada pelo Instituto Croma Insights.

De acordo com Hendel Favarin, um dos seus fundadores, “a Conquer e a Wiser têm propósitos muito claros e parecidos, tendo em vista que ambas visam um ensino disruptivo e muito mais assertivo. Assim, a sinergia das duas escolas, com bagagens amplas de experiência no segmento, reforça o sonho de apoiar e transformar a educação no Brasil”. Hendel ressalta que, durante a pandemia, as duas companhias tiveram em comum a forma como se reinventaram na crise, entendendo a dor de seus alunos e promovendo uma solução prática e funcional. “A união entre Conquer e Wiser soma um time de empreendedores que já passaram pelo teste de driblar grandes desafios, de forma criativa e inovadora, promovendo um novo modelo de negócio. Por isso, estamos muito entusiasmados para os próximos passos, quando iremos aperfeiçoar a entrega dos nossos cursos, beneficiando cada vez mais alunos de forma direta”, afirma Hendel.

“A Conquer nasceu do mercado e para o mercado. Sabemos que existe um grande gap entre o mercado de trabalho e o ensino tradicional. A Conquer tem a missão de formar profissionais para essa nova economia”, informa um dos fundadores, Josef Rubin.

HDI Seguros faz novo aporte financeiro no Accountfy, plataforma SaaS para gestão de performance

O Accountfy , plataforma SaaS para a gestão de performance corporativa, anuncia o recebimento de um aporte de US﹩ 4,5 milhões, feito pela Redpoint eventures e pela HDI Seguros, e a expansão de suas operações – já presentes no Brasil e na América Latina – para os Estados Unidos. Esse valor é um complemento a um investimento series A, no valor de US﹩ 6,5 milhões, totalizando, assim, US﹩ 11 milhões. Desde a primeira parte do aporte, o Accountfy quase triplicou em crescimento.

Essa nova quantia será destinada ao funcionamento da operação americana nos primeiros anos, incluindo um time dedicado, investimento em divulgação e a abertura da filial no estado da Flórida, prevista para o segundo semestre de 2021. Além disso, o Accountfy pretende focar seus esforços na atração de clientes locais, começando por startups com aportes a partir de séries A e middle market, ofertando um produto sofisticado a preços competitivos para adentrar no mercado norte-americano.

Para Goldwasser Pereira Neto, CEO do Accountfy, a expansão para os Estados Unidos é um passo importante para a empresa. “Nossa operação começou no Brasil em 2017 e estamos presentes em alguns países da América Latina. Os Estados Unidos têm um mercado importante e vemos grande potencial de sucesso por lá”, afirma.

Para Rodrigo Baer, sócio da Redpoint eventures, esse novo passo do Accountfy aumenta o alcance do modelo de gestão financeira da empresa. “A ambição do Accountfy é clara e de enorme valor: tornar as áreas financeiras mais estratégicas. Nós investimos nessa visão e em um grande time, que conhece a realidade de um gestor financeiro como ninguém e trabalha com uma solução incrível”, afirma.

Vagner Guzella, Vice-presidente Financeiro da HDI, comenta sobre a parceria: “Aportamos recurso no Accountfy ano passado e agora complementamos pois acreditamos fortemente que investir em tecnologia é o caminho para a perenidade dos negócios. O mercado de seguros ainda carece de modernização neste sentido e a associação com startups tem se mostrado uma estratégia eficiente para trazer um novo olhar para processos, produtos e serviços”.

Liv Up capta R﹩180 milhões para se tornar o mercado online de quem quer comer bem e viver melhor

A Liv Up, foodtech que tem como propósito conectar as pessoas à comida boa de verdade, anunciou a captação de R﹩180 milhões. A rodada foi liderada pela Lofoten Capital, veículo de Marcos Amino (ex-Discovery Capital) com o apoio de Luiz Otavio Campos (Ex-Sócio da Onyx Equity Management) e contou com a participação de investidores estratégicos globais, como Rob Citrone (founder do Discovery Capital), Cadonau (um veículo de investimentos do Grupo Jereissati), Milton Seligman e Ricardo Rolim (ex-executivos da Ambev), e Christian Egan (ex-Itaú), entre outros. A Série D também foi acompanhada pelos fundos já parceiros ThornTree Capital Partners e Kaszek Ventures.

O aporte vai permitir à companhia acelerar seu projeto de expansão do portfólio e aumentar os investimentos em tecnologia para trazer eficiência à operação e surpreender na experiência do consumidor. “Temos uma oportunidade única de oferecer aos consumidores uma experiência digital diferenciada e simplificar o acesso a alimentos gostosos e saudáveis. Ficamos felizes em encontrar investidores que têm uma visão totalmente alinhada com a nossa e ainda podem aportar conhecimentos estratégicos para a fase em que entramos como companhia”, afirma o CEO e fundador Victor Santos.

Portfólio completo para quem quer comer bem

Durante a pandemia, a Liv Up também passou a oferecer a seus clientes frutas, legumes e verduras frescos, dando suporte aos agricultores familiares parceiros que tiveram pedidos cancelados por escolas e restaurantes que suspenderam atividades. As análises dos dados mostraram o potencial da nova categoria de aumentar expressivamente a frequência de compra e a retenção dos clientes. Assim, a Liv Up acelerou o processo de expansão de portfólio para novas categorias, lançando uma grande variedade em itens de hortifruti, açougue, peixaria e curadoria de parceiros com propósito alinhado em categorias como laticínios, padaria e mercearia, oferecendo alimentos mais frescos e preços justos, por comprar direto dos produtores. Com este movimento, a empresa espera gerar ainda mais valor para toda a cadeia e já vem observando um aumento de mais de duas vezes na receita média por cliente. “Estamos construindo um sistema alimentar mais inteligente e transparente, com portfólio completo para as diferentes necessidades do dia a dia, tornando a marca o destino certo para quem quer comer bem. Com uma alimentação gostosa, natural, equilibrada nutricionalmente e que gera impacto, queremos promover fácil acesso a uma vida melhor para quem produz e para quem consome”, afirma Santos.

Tecnologias customizadas garantindo escalabilidade e excelência na experiência

Com o novo aporte, a empresa vai aumentar os investimentos na plataforma de tecnologia para ser ainda mais eficiente nas operações e oferecer uma experiência superior aos clientes. A inteligência de dados traz conhecimento profundo do consumidor para personalizar a experiência, mapear a satisfação e identificar oportunidades de melhoria em tempo real. “Nossos softwares proprietários permitem rastreabilidade total da produção e garantem operações ágeis e escaláveis com gestão eficiente de estoque e algoritmo de roteirização do last mile. Além disso, temos um aplicativo com interface intuitiva, moderna e fácil de usar e, com contato constante com os clientes, construímos uma relação de confiança, co-criando com eles as receitas e personalizando a experiência, encantando com a excelência dos serviços desde a compra, passando pelo consumo, até o pós venda. Não à toa, o NPS da empresa é cerca de 80 pontos”, explica o CEO da empresa.

Dobrar de tamanho ano contra ano e aumentar o impacto

A Liv Up tem um modelo de negócio direto ao consumidor, que elimina os diversos intermediários, garantindo alimentos mais frescos, remuneração mais justa para quem produz e preços mais acessíveis para quem consome. A empresa faturou mais de R﹩100 milhões em 2020 e planeja dobrar o faturamento novamente este ano. “As novas estratégias adotadas têm resultado em uma mudança significativa no padrão de compra dos consumidores, aumentando a frequência de compra e o lifetime value. Com a nova capitalização, vamos implantar uma estratégia de crescimento acelerado para seguir dobrando de tamanho a cada ano, expandindo o alcance de nossa cadeia de valor compartilhado”, indica Gabriel Eisencraft, CFO da Liv Up.

A busca por talentos continua intensa. “Somos uma empresa diversa e abriremos mais de 100 vagas para colocar os planos em prática. Para isso, buscamos pessoas que compartilham o sonho de criar um novo sistema alimentar mais inteligente e melhorar a vida das pessoas”, completa Santos.

Plataforma digital de contratação de frete recebe aporte de R$ 6 milhões

A goFlux acaba de receber um importante investimento de R$ 6 milhões de dois fundos. Um deles é a SP Ventures, principal fundo de venture capital com atuação focada em AgTechs na América Latina e o outro a ADM Venture Capital, braço de investimentos em startups e inovação do Grupo Rendimento. Criada em 2018, a goFlux é uma logtech que surgiu para atuar em um dos maiores gargalos do transporte rodoviário brasileiro: a contratação de frete. A plataforma inteligente que possui forte atuação no setor agrícola, trouxe para o mercado um conceito mais dinâmico de cotação, negociação, contratação e gestão transporte rodoviários com foco no B2B, conectando embarcadores e transportadoras do setor.

Com o aporte, a startup deve acelerar ainda mais seu crescimento, não somente no setor agrícola com o transporte de commodities, mas também mirando novos segmentos. Segundo Rodrigo Gonçalves, fundador e CEO da goFlux, o propósito da staturp é ser a bolsa de fretes do Brasil, agregando as soluções logísticas e financeiras da plataforma para o mercado de transporte. “Nessa nova fase, investiremos para aumentar e consolidar nossa liderança em alternativas logísticas digitais para o agronegócio e focar bastante nos produtos financeiros, como antecipação de recebíveis para transportadoras”, destacou.

A goFlux pretende transacionar R$2,5 bilhões em fretes em 2021, algo em torno de 1,3% do mercado Brasileiro, estimado em R$200 bilhões anualmente – sem contabilizar a última milha, apenas em longas distâncias – e dobrar esse resultado em 2022. Outro objetivo importante de curto prazo está em ampliar a atuação de antecipação de recebíveis por parte das transportadoras que, em média, recebem até 30 dias depois do serviço prestado. “Nossa plataforma atua como uma mesa digital de contratação de frete digitalizando todo processo e registro de documentação. Assim temos o acompanhamento em tempo real de que o serviço foi contratado e executado corretamente. Dessa forma conseguimos converter o recebível da transportadora em pagamento no mesmo dia do frete realizado, ajudando-as a melhorar seu fluxo de caixa”, explica
Gonçalves.

O crédito do pagamento antecipado é feito em conjunto com o Banco Rendimento, parceiro da goFlux. A empresa tem ainda a intenção de diversificar as fontes de financiamento estruturando um FIDC próprio até o fim de 2021. De acordo com o Gonçalves, a expectativa da goFlux é atingir R$1 bilhão em fretes antecipados até o fim de 2022. “O agronegócio é o nosso principal mercado e pretendemos ser ainda maiores e dominantes no setor, oferecendo produtos financeiros e de inteligência em fretes”, afirma o CEO da goFlux.

Futuro

Com o aporte, a goFlux planeja investir principalmente em tecnologias como Machine Learning, algoritmos preditivos para frete, e blockchain para sustentação das operações financeiras. Além disso, está no plano o foco em certificações em compliance com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD). Ainda segundo Gonçalves, neste novo ciclo de investimento a ideia é alavancar dois produtos importantes da marca. Um é o goFlux View, uma plataforma que usa big data e algoritmos preditivos para ajudar empresas a precificar fretes futuros, algo super relevante em setores com preços de fretes voláteis como o agronegócio. E o outro foco é o “goFlux Na Conta”. “Temos o propósito de ajudar na digitalização, mas também melhorar a relação de fluxo de caixa das mais de 1.500 transportadoras conectadas ao nosso ecossistema”, finaliza.

Gigante Global de plataforma EAD aposta no Brasil

Com a pandemia de Covid-19, a D2L viu seus negócios crescerem no Brasil. Um salto de mais de 100% no faturamento comparando final de 2019 com final de 2020. A demanda é resultado da maior procura por parte de instituições de ensino e empresas por plataformas de aprendizado, que estejam em linha com as melhores práticas e tecnologias do mundo e possam atender ao modelo remoto de estudos. Esse crescimento reforçou a importância do mercado brasileiro para a empresa, um dos mais relevantes para a marca no mundo.

A D2L é a desenvolvedora da Brightspace, sistema de gerenciamento de aprendizagem (LMS), tecnologia de ponta, que ajuda no processo de ensino dos alunos, dentro e fora da sala de aula. Além de robusta, simples e fácil de usar, a plataforma foi desenvolvida para conectar todos os principais agentes do ecossistema de educação: alunos, professores, famílias, funcionários e gestores de escolas ou de empresas.

Desde que desembarcou no Brasil, em 2012, a D2L vem registrando um crescimento saudável do ponto de vista de manutenção dos negócios, e mais especialmente nos últimos dois anos. A pandemia e as políticas de isolamento social impulsionaram os negócios e todo o desenvolvimento do setor de educação. Nos últimos três anos, o crescimento da D2L foi de mais de 50%, a cada ciclo de 12 meses, e em 2020 houve um salto de 100%, dobrando a quantidade de clientes no país.

Esse desempenho se explica nas mudanças envolvendo o segmento de educação. Em 2019, apenas no ensino superior, pela primeira vez na história, o número de novos estudantes na modalidade EAD ultrapassou a quantidade daqueles que optaram por iniciar a graduação presencial. Ao todo, 50,7% (1.559.725) dos alunos de instituições privadas escolheram o ensino a distância no país.

Em 2009 a quantidade de estudantes do Ensino Superior em cursos à distância ultrapassava os 330 mil. Mas em 2019 os dados apontaram um salto para mais de 1 milhão e meio, o que resultou em crescimento de 378,9%. Os números fazem parte do Censo da Educação Superior 2019, divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), órgão do Ministério da Educação (MEC).

“A D2L entende que o Brasil é um grande mercado a ser desenvolvido e as medidas governamentais e demandas de instituições privadas têm demonstrado uma clara tendência à adoção de tecnologias educacionais no país. A expectativa é que o crescimento seja ainda maior nos próximos anos, como resultado da transformação digital inclusive nos setores públicos, para o qual a nossa solução também está perfeitamente formatada”, afirma Peterson Theodorovicz, diretor regional para o mercado brasileiro.

Atualmente, a tecnologia da D2L está em escolas e empresas dos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Distrito Federal, Bahia, Espírito Santo, Sergipe, Mato Grosso e Paraná, com clientes em todos os segmentos de atuação: Educação Básica, Ensino Superior e Educação Corporativa. São centenas de milhares de alunos e funcionários se beneficiando da sua tecnologia diariamente no Brasil, sendo mais de 20 milhões no mundo todo. Entre os principais estão: FGV, SPC, Instituto Ayrton Senna, Pearson, Universidade Tiradentes, Explicaê, Grupo Positivo, Eleva Educação, entre outros.

“A D2L está presente em 40 países, e o Brasil é considerado prioridade em nossos negócios, assim como EUA, Canadá, Austrália, Índia, Reino Unido, Bélgica, Holanda, México e Colômbia. Sentimos que ainda precisamos educar o mercado sobre os benefícios de se investir em tecnologia de aprendizagem. Mas a pandemia acelerou a transição para um modelo educacional mais em linha com a velocidade da mutação das demandas de mercado, ao mesmo tempo que apoia de maneira mais efetiva e transparente a relação entre os personagens do processo de ensino e aprendizagem. Queremos acelerar a transformação digital no país, por meio da democratização da Educação, com a tecnologia certa, que torna o aprendizado mais assertivo e personalizado”, ressalta Peterson.

Até 2020 o setor digital representava cerca de 12% da economia mundial. Nos próximos três, quatro anos, cerca de 30% da economia global será mudada digitalmente. “Não haverá uma parte da economia que não passe pela transformação digital. Na Educação, os modelos de aprendizado devem preparar os alunos para o sucesso em um mundo em cada vez mais rápida evolução. Acreditamos na nossa responsabilidade em ajudar a construir um novo mundo digital, que seja mais igual, justo, democrático e com maior equidade para as pessoas”, finaliza o diretor.

inovabra habitat anuncia novos parceiros tecnológicos

Microsoft for Startups, Startup with IBM e Google Cloud for Startups disponibilizam benefícios financeiros e outras vantagens, por meio de tecnologias, serviços e produtos para as startups habitantes

Com o objetivo de fomentar e alavancar os negócios de seus habitantes, o inovabra habitat, ambiente de coinovação do Bradesco, anuncia parceria com três grandes empresas de tecnologia por meio dos seus programas: Microsoft for Startups, Startup with IBM e Google Cloud for Startups. Com isso, as mais de 200 startups do ecossistema terão vantagens de aprendizado, melhor aproveitamento da tecnologia e acesso a benefícios financeiros.

O ecossistema do inovabra habitat conta com o apoio da Microsoft for Startups, que oferece até R$ 120 mil em créditos de nuvem no Microsoft Azure, acesso a produtos como o Office 365, suporte técnico gratuito 24 horas e contato com engenheiros para arquitetar, projetar, implementar, migrar e escalar soluções. Há ainda o acesso a oportunidades comerciais via marketplace e rede de vendedores da Microsoft.

Já a IBM oferece créditos de até US$ 120 mil por ano no Startup with IBM. O programa disponibiliza um catálogo com mais de 190 serviços, que permitem inclusive o gerenciamento e a modernização de cargas de trabalho. Ao construir soluções na nuvem IBM, as startups recebem treinamento digital e podem aproveitar um ecossistema de desenvolvedores e extenso material técnico.

No caso do Google Cloud for Startups, durante todo o ano os habitantes terão um suporte abrangente em serviços e produtos, além de treinamentos práticos e sob demanda, encontros informais, webinars e acesso total à comunidade de Google Cloud para desenvolvedores e C-levels. Também haverá sessões de mentoria técnica com experts e Googlers e as startups poderão ter acesso a até US$ 100 mil de créditos na Google Cloud Platform, de acordo com os critérios do programa.

“Estar no inovabra habitat e, agora, contar com os benefícios oferecido pelos parceiros tecnológicos, é fundamental para fomentar um modelo de negócios sustentável, apoiado em ferramentas tecnológicas de ponta e criando pontes para que a gente siga crescendo, otimizando custos e fazendo a diferença”, afirma Fábio Freire, CEO e cofundador da FindUP, startup de tecnologia do ramo de Field Service.

“Sem o suporte oferecido pelo inovabra habitat não teríamos conseguido chegar entre as cinco startups mais relevantes do agronegócio, segundo a 100 Open Startups, nem teríamos conseguido conquistar grandes empresas como clientes. Os benefícios oferecidos pelos parceiros tecnológicos são o empurrão que faltava para acelerarmos nosso negócio ainda mais e conquistarmos a América Latina”, destaca Rômulo Prudente, CEO da Implanta.

Para a diretora executiva do Bradesco, Walkiria Marchetti, o contato direto com as principais empresas de tecnologia do mundo é fundamental para aportar conhecimento e implementar novas soluções. “Nossa intenção é apoiar o crescimento das startups em todas as fases de sua jornada, além de fomentar os negócios e disponibilizar benefícios financeiros, que representam contribuições relevantes no conjunto das suas despesas, especialmente em um momento de crise”, explica.

CADE aprova compra da Linx pela Stone

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica – CADE – aprovou hoje, por unanimidade e sem restrições, a combinação de negócios entre Linx e Stone, entendendo que o resultado é positivo para o mercado.

O objetivo da combinação de negócios de ambas as companhias é aprimorar a oferta de soluções completas de gestão e pagamentos, facilitando o dia a dia do negócio do empreendedor brasileiro e potencializando a inovação e a transformação digital de todo o comércio brasileiro.

“Estamos muito felizes com este desfecho”, ressalta Lia Matos, COO e CSO da Stone. “Essa união reforça a missão da Stone de ser a principal parceira do empreendedor brasileiro e abre um universo imenso de oportunidades de crescimento e inovação para nossos times internos e parceiros, mas, principalmente, para os nossos clientes”, completa. Lia ainda reforça que o Brasil ganha, e muito, por contar com uma estrutura como o CADE, que atua para manter um ambiente concorrencial sadio.

A partir de agora, os pequenos e médios donos de negócios terão acesso às soluções de gestão da Linx e os grandes varejistas terão novas opções de serviços financeiros à disposição por meio da Stone.

O crescimento da Stone tem como base uma cultura forte, transparente, e a busca por soluções inovadoras que ajudem o empreendedor brasileiro a vender mais, gerir melhor e crescer sempre. Tendo isso em vista, o objetivo principal consiste em buscar sinergias que gerem valor para os clientes com a oferta dos melhores produtos e serviços para aqueles que são a razão de ser dessa união.

ServiceNow leva tendências tecnológicas para painéis do CIAB 2021

Entre os dias 22 e 25 de junho, a ServiceNow apresentará cases e palestras na 31ª edição do CIAB. O evento, que é o maior de tecnologia para o mercado financeiro da América Latina, deverá trazer as principais novidades na área de tecnologia de grandes empresas e conta com patrocínio Platinum da ServiceNow.

Alguns dos principais temas abordados pelos painéis da companhia serão inteligência artificial em meio à oferta de melhores experiências para os clientes, low code, gestão de projetos e modernização, automatização de operações, dentre outros.

Além disso, o congresso acontecerá neste ano de forma totalmente virtual. Assim, os participantes poderão navegar por entre as salas e acessar informações. Gratuita, a inscrição para participar pode ser feita no site https://ciab2021.noomis.febraban.org.br/evento/ciab2021.

Na agenda abaixo, confira mais detalhes sobre os painéis virtuais da ServiceNow.

22 de junho, 14h45
Painel geral CIAB: A experiência personalizada e a satisfação do cliente medida a cada etapa  

Tema: IA, assistentes virtuais, interação por meio de voz. O leque de tecnologias aumenta a cada dia, mas a prioridade deve ser sempre a mesma: a melhor experiência possível para os clientes. Conheça as principais estratégias, inovações e tendências de personalização

Participação: Katia Ortiz, Country Manager da ServiceNow

Estande ServiceNow:

22 de junho

17h | Palestra – Operações do cliente em conformidade: Eleve a experiência do cliente conectando os canais e automatizando o back-office


23 de junho

9h30 | Palestra – Low Code/No Code: Ganhe Velocidade no Desenvolvimento das Aplicações de Negócio

14h | Palestra – Modernizando a Gestão de Empréstimos: Gerencie de forma eficaz e eficiente todo o processo de Empréstimo

14h45 | Palestra – Preveja e Previna problemas e automatize as resoluções com o AIOps da ServiceNow


24 de junho

10h30 | Palestra – Gerencie seus projetos tradicionais e ágeis numa única plataforma


25 de junho

9h30 | Palestra – Acelerando o processo de contestação de despesas: Processe as transações contestadas com agilidade e proporcionando uma experiência superior ao cliente

10h15 | Palestra – Reduza Custos de Hardware e Software e Melhore Sua Eficiência Financeira

11h30 | Palestra – Sua instituição já possui uma estratégia low code|no code?

InterSystems privilegia as informações no CIAB FEBRABAN 2021

A InterSystems , fornecedora de tecnologia de dados dedicado a ajudar seus clientes a resolver os desafios mais críticos relacionados a informações, terá um estande virtual durante o CIAB FEBRABAN 2021, de 22 a 25 de junho, com links que disponibilizam material rico em informações sobre Adaptive Analytics e Smart Data Fabric, chat e salas de reunião. Entre os principais temas da companhia no evento estão o uso da Inteligência Artificial e plataforma de dados interoperável para mitigar riscos diante de operações complexas e dinâmicas que envolvem grandes operações financeiras.

De acordo com Odilon Almeida, executivo responsável por negócios na área financeira da InterSystems no Brasil, “se é consenso que o grande patrimônio deste século são os dados, a disponibilidade dos mesmos bem como a sua capacidade de análise para suportar as decisões de negócios nos momentos adequados são essenciais para garantir a sobrevivência”. “Esse é o primeiro passo para que os gestores tenham a capacidade de tomar decisões inteligentes baseadas em fatos, aumentar eficiência operacional, ter agilidade e garantir a confiabilidade”, completa Almeida.

Outro tema relevante da InterSystems no setor financeiro é a hiperpersonalização. Aliada das estratégias de fidelização de clientes, com ofertas customizadas e relevantes, a hiperpersonalização se mostra grande tendência. Trata-se de um sistema que permite aos fornecedores customizarem ao máximo a experiência de seus clientes, o que reforça a fidelidade na relação. “A hiperpersonalização possibilita que as organizações de serviços financeiros façam recomendações de produtos mais específicos e relevantes, como aumento do limite de crédito no ponto de venda, por exemplo. O processo pode parecer complexo, mas nem tanto. Além da implantação não interromper o fluxo dos negócios, a tecnologia preserva o histórico de informações, promove a transformação digital e garante a continuidade do relacionamento comercial”, relata Almeida.

No portfólio da InterSystems, a principal solução é InterSystems IRIS® , uma plataforma de dados independente que pode ser implantada em todas as principais nuvens públicas e é compatível com ambientes multicloud e híbridos. InterSystems IRIS elimina a necessidade de integrar múltiplas tecnologias e facilita o desenvolvimento de aplicativos de alto desempenho habilitados para machine learning que conectam silos de aplicativos e dados.

Huawei apresenta soluções no CIAB FEBRABAN

A Huawei, líder mundial em Tecnologia de Comunicação e Informação (TIC), estará presente no maior evento de tecnologia para o setor financeiro da América Latina. Com o tema “Uma retomada conectada, sustentável e resiliente”, o 31º CIAB FEBRABAN acontece dos dias 22 a 25 de junho de 2021 com transmissão virtual e inscrição gratuita e reúne referências locais e internacionais do setor financeiro e de tecnologia, palestrando sobre oito temas, que vão de 5G a projeções de retomada pós-crise.

No dia 22 de junho, a partir das 13h30, o Diretor de Transformação Digital da Huawei, Chen Kun-Te, participa do painel “O digital atrai os digitais: a consolidação dos neobanks na era conectada”. Ele estará acompanhado de três representantes de instituições financeiras para apresentarem suas visões e experiências sobre a expansão dos neobanks.

A experiência de Chen Kun-Te sobre o tema vem da liderança em projetos de posicionamento estratégico, transformação de processos de negócios, estratégia de marca e operações e controle de risco para bancos e bandeiras de cartões de crédito. Ele desenvolveu os serviços de cartão de crédito no Ping An Bank (ocupando a posição de CEO), bem como estabeleceu um sistema para gestão de fortunas e banco privado do China Merchants Bank (CMB, na posição de CIO), onde também auxiliou a instituição em seu posicionamento como um banco fintech.

Além do painel de Chen Kun-Te, o CIAB FEBRABAN 2021 – organizado pela Federação Brasileira de Bancos – vai explorar em apresentações de mais de 100 especialistas temáticas como experiência do cliente, inteligência artificial, ASG e finanças sustentáveis, open banking, Pix e o futuro dos meios de pagamento, blockchain, inovação aberta, internet das coisas, Lei Geral de Proteção de Dados e cibersegurança.

Evento: CIAB FEBRABAN 2021
Datas: 22, 23, 24 e 25 de junho
Horário: Das 9h às 18h15
Inscrição e programação completa:
https://ciab2021.noomis.febraban.org.br/evento/ciab2021

Abstartups lança estudo sobre agtechs

Em busca de compreender o ecossistema em suas diversas atuações, a Associação Brasileira de Startups , entidade sem fins lucrativos que promove o ecossistema brasileiro de startups, em parceria com a Dell, lança o Mapeamento de Agtechs 2021 – Estudo das agtechs no Brasil e suas tecnologias.

O recente estudo tem como objetivo atualizar as informações sobre o segmento e conhecer melhor os desafios que as agtechs do país enfrentam neste momento. O setor agrícola é um dos mais importantes e lucrativos do Brasil, visto que em 2019 foi o responsável por movimentar mais de 20% do PIB brasileiro. As Agtechs representam 11,8% entre os segmentos mais comuns, ficando apenas atrás das startups relacionadas a educação e bem-estar. Ainda de acordo com o mapeamento, 47,1% das agtechs brasileiras já receberam investimentos – quase o dobro da média geral em todos os setores (26,7% em 2020).

O mapeamento classifica as startups em três momentos da gestão agrícola: antes da porteira (tudo que é necessário para a gestão agrícola, mas que não atua na fazenda); dentro da porteira (que envolve diretamente os produtores agropecuários); e depois da porteira (que se refere a tudo após a produção agrícola). No Brasil, 72,6% das agtechs estão localizadas na fase Dentro da Porteira, contra 10,2% no Antes da Porteira e 17,2% no da Porteira.

Felipe Matos, presidente da Associação Brasileira de Startups, aponta que o estudo revelou que o futuro do agronegócio está totalmente focado na tecnologia que já está revolucionando o setor: “Não resta dúvidas, que o futuro do agronegócio está totalmente atrelado a tecnologia, já que esta é a ferramenta base das soluções que vem revolucionando o setor, e o melhor caminho para verticalização da produção e garantir a escalabilidade das produções”.

“Com esse novo estudo, queremos trazer mais visibilidade e reforçar a importância das agtechs para a economia brasileira e em nosso ecossistema de startups. O segmento agro é um dos mais tradicionais e maduros, mas ainda com oportunidades para novas soluções e exponencial crescimento. E os resultados positivos deste estudo só comprovam esse promissor futuro”, afirma Ana Flávia Carrilo, coordenadora de Informação da Abstartups e responsável pelo estudo.

Principais insights do Mapeamento de Agtechs 2021 :
– Foram identificadas 299 agtechs ativas em todo Brasil;
– 54,1% das agtechs mapeadas estão em fase de validação e operação;
– O setor é majoritariamente composto por empreendedores homens, com 85,4% dos fundadores do gênero masculino;

– São Paulo é o estado com maior representatividade de agtechs (27,4%), seguido por Rio Grande do Sul (17,2%) e Paraná (12,7%);

– 47,1% das agtechs já receberam investimentos;
Para ter acesso ao estudo completo, acesse: https://abstartups.com.br/mapeamento-agtech/

Alvarez & Marsal investe na Booming Tech Hub

A Alvarez & Marsal segue investindo em tecnologia e inovação. A mais recente iniciativa da consultoria é a parceria com a Booming Tech Hub , empresa que promove mentoria, investimento e tecnologia para startups, para acelerar a cultura de corporate innovation no mercado global. Com a parceria, o ecossistema da Booming apoiará no desenvolvimento dos projetos que surgem dentro dos programas de inovação da A&M, além de executar a negociação com startups e gerir aportes às novas empresas. Desde 2019, a A&M aposta em inovação e empreendedorismo no Brasil, com a criação da plataforma BizHub e o fundo de venture capital Next A&M. Este ano, a consultoria pretende fechar entrada em mais cinco novas startups, alcançando um crescimento de dois dígitos em investimentos em relação ao ano passado, quando selecionou 12 startups entre healthtechs, agritechs, retailtechs e payment, com aporte médio de R﹩500 mil em cada uma.

“A Booming Tech Hub já atua conosco e nossos clientes com soluções de Fast Prototyping nos novos projetos, além de nos trazer dois dos nossos 14 investimentos. Certamente, participar de uma startup como a Booming Tech Hub potencializa o nosso espírito de ‘empreender para revolucionar’ e reforça o nosso posicionamento de criar e implementar novos modelos de negócio e fontes de receita”, pontua Luis Camisasca, líder de Inovação da A&M.

Segundo João Braga, CEO da Booming Tech Hub, o objetivo da parceria é unir forças e capacidades. “Temos a chance de trazer a nossa experiência e rede de contatos do mercado das startups e aproveitar o tamanho da estrutura e a capilaridade que a A&M apresenta no mercado global. Juntas, as empresas são capazes de unir tamanho, velocidade e direção na operação”, finaliza.

Os serviços serão realizados de forma ágil, integrada e com qualidade, atributos essenciais no desenvolvimento de startups de tecnologia, que apresentam alto potencial de crescimento e resposta a demandas urgentes. Ao otimizar o desempenho e maximizar o valor agregado, é possível construir pontes entre aqueles que querem transformar realidades e quem tem apetite por investir em novas ideias. E quem ganha é a sociedade.

Até o final de 2021, a Alvarez & Marsal pretende lançar o segundo fundo de venture capital de startups na ordem de US﹩ 20 milhões. Diferente do primeiro, o Next A&M 2 terá participação internacional, aproveitando os 4 mil consultores espalhados pelo mundo para investir em projetos na China, Emirados Árabes Unidos e Israel.

IBM anuncia parceria com 30 organizações para atualizar as habilidades da força de trabalho e conectá-la a oportunidades reais de carreira

Arvind Krishna, CEO da IBM (NYSE: IBM ), anunciou hoje na VivaTech uma nova parceria com 30 organizações globais, incluindo governos, institutos de educação superior, organizações sem fins lucrativos e agências de emprego, com o objetivo de melhorar as habilidades e a empregabilidade de populações carentes.

De acordo com o Fórum Econômico Mundial, fechar a lacuna global de competências poderia adicionar US$ 11,5 trilhões ao PIB global até 2028, mas os sistemas de educação e treinamento devem acompanhar as demandas do mercado. Além disso, conforme refletido em um novo estudo do IBM Institute for Business Value (IBV), os candidatos a emprego enfrentam grandes desafios, com um em cada quatro consumidores pesquisados ​​globalmente planejando mudar de empregador em 2021.

“Fechar a lacuna de habilidades globais é uma das questões mais urgentes de nosso tempo”, comentou Arvind Krishna, presidente e CEO da IBM. “É por isso que estou orgulhoso dessas parcerias, que ajudarão pessoas de todas as origens a adquirirem as habilidades que precisam para prosperar na economia global dinâmica.”

A aliança se estende a 12 países e inclui ActionAid Italia Onlus, The American Indian Foundation Trust, Andhra Pradesh State Skill Development, Argencon, Bay Area Community College Consortium (BACCC), Bruxelles Formation, Cité des Métiers, CSC Academy, CSRBOX, Edunet Foundation, Fondazione Human Age Institute, Fundación Konecta, Junior Achievement Americas, Junior Achievement Italy, Laboratoria, Mission Locale de Paris, Reacha Foundation, Tata Community Initiatives Trust, The Royal Alberta College, Technifutur®, Technology Ireland ICT Skillnet, Training Point, Turkish Industry & Business Association (TÜSİAD), Unnati Foundation, Uvi Jagriti Sansthan, VetsinTech, Jeevitam-VSS Tech Solutions Pvt Ltd, Workforce Development Inc., e 60 000 rebonds.

Essas organizações irão alavancar o programa de aprendizado online IBM SkillsBuild com seus membros, principalmente populações carentes, como veteranos, mulheres, minorias, refugiados e jovens adultos desempregados. O programa é projetado para treinar candidatos a emprego dentro de 3-6 meses com prontidão profissional no local de trabalho e habilidades técnicas, ganhar distintivos e credenciais reconhecidos pelo mercado, em idiomas locais e com orientação pessoal.

Além disso, o ManpowerGroup, a terceira maior empresa de recrutamento do mundo, conectará os candidatos com oportunidades reais de carreira. A marca Experies, do ManpowerGroup – líderes globais em recrutamento em IT – irá prover insights baseados em dados sobre as funções em tecnologia que estão sendo buscadas pelos empregadores, alavancando sua experiência no desenvolvimento de talentos e conectando pessoas às posições em cloud e infraestrutura, cibersegurança, análise de dados, digital workspace e aplicações corporativas. Os Talent Agents do ManpowerGroup irão oferecer avaliações, coaching e apoio personalizado para ajudar estudantes das organizações desta aliança no acesso a carreiras em ascensão e no desenvolvimento de empregabilidade a longo prazo.

A parceria apoiará a meta da IBM de treinar 500.000 pessoas até o final do ano por meio do programa IBM SkillsBuild. Além disso, a aliança coletivamente:

• Proporcionará a 15.000 pessoas experiências de aprendizado baseadas em programas especiais, incluindo treinamento personalizado e a oportunidade de se candidatar a um emprego.

• Conectará a força de trabalho a oportunidades reais de carreira, incluindo o compromisso de garantir 7.000 empregos em diferentes setores.

“70% dos empregadores não conseguem encontrar as habilidades que precisam para funções como análise de dados, desenvolvimento de software e atendimento remoto ao cliente”, disse Jonas Prising, Chairman e CEO do ManpowerGroup. “A única forma de resolvermos essa escassez aguda de talentos é por meio de parcerias entre negócios, governo e educação. É por isso que estamos satisfeitos com a parceira com empresas como a IBM que compartilham nossa missão de criar uma força de trabalho mais qualificada e diversificada, de forma que todos sejam capazes de ter uma parcela mais justa de prosperidade.”

“Estamos vendo um aumento na demanda por novas habilidades necessárias para os futuros empregos em tecnologia como inteligência artificial, cibersegurança, análise de dados e computação em nuvem. A IDC acredita que as parcerias que a IBM anunciou são essenciais para ajudar a atender as demandas de empregos em tecnologia para o futuro. No entanto, a parceria com a ManpowerGroup é um complemento perfeito para a missão do IBM SkillsBuild de fornecer treinamento para grupos sub-representados, pois proporciona oportunidades significativas de carreira para os participantes certificados do IBM SkillsBuild “, disse Curtis Price, VP, Social, Responsabilidade Ambiental e Ética na IDC.

“A educação é uma forma excelente para desenvolver um mindset empreendedor e gerar caminhos para a empregabilidade no mercado de trabalho”, disse Leo Martellotto, Presidente da Junior Achievement Americas. “Estamos entusiasmados com esta aliança, pois nos permitirá continuar a inspirar e preparar os jovens para o sucesso em uma economia global com as habilidades necessárias para o futuro dos empregos”.

Rodadas virtuais de negócios abrem oportunidades de exportação para empresas brasileiras

A ação, promovida pela Apex-Brasil, vai colocar os participantes em contato com compradores internacionais. A primeira fase de inscrições se encerra em junho

Empresas brasileiras do agronegócio terão a oportunidade de se qualificar para exportação com imersão virtual em estratégias e oportunidades de negócios na Agro Meet&Export, a série de missões digitais lançada pela Agência Brasileira de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), em parceria com os Ministérios das Relações Exteriores (MRE) e da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA).

A primeira fase de inscrições se encerra em junho e empresas de diversos segmentos podem se inscrever. As rodadas têm início em agosto e se estendem até dezembro, sendo que cada setor terá uma data específica para participar das negociações. A ação vai colocar os participantes brasileiros em contato com compradores da Argentina, Uruguai, Emirados Árabes, Arábia Saudita, China, Índia, Estados Unidos, Reino Unido, Colômbia, Israel e países da América Central e Europa.

Os participantes de cada missão terão acesso a seminários com especialistas e parceiros locais sobre temas essenciais para a atuação em cada região e poderão realizar visitas técnicas virtuais para conhecer os principais atores e tendências do seu segmento de atuação. Ainda, cada empresa poderá receber mentoria individual com consultorias locais especializadas, diagnóstico personalizado e indicação de estratégias de exportação para o seu portfólio de produtos para o mercado-alvo.

O calendário de missões virtuais inclui as seguintes datas, mercados e setores:

● Argentina e Uruguai (agosto e setembro) – Banana, abacaxi, abacate e polpa de açaí; demais frutas frescas ou polpas;

● Emirados Árabes e Arábia Saudita (agosto e setembro) – Polpas de frutas congeladas e polpa de açaí;

● Europa (setembro) – Ingredientes e temperos;

● Índia (outubro) – Pulses e especiarias;

● Israel (outubro) – Sucos; chás; açaí e produtos derivados de açaí; superfoods;

● Estados Unidos (outubro e novembro) – Pet Food;

● Indonésia (outubro e novembro) – Superfoods e healthy foods; bebidas alcoólicas; sucos de frutas;

● Reino Unido (outubro e novembro) – Bebidas alcoólicas e não alcoólicas;

● Colômbia e América Central (outubro e novembro) – Superfoods e healthy foods;

● China (novembro e dezembro) – Pescados e laticínios.

Agro Meet&Export 2021

Data: 19/8 a 10/12

Clique aqui e confira o calendário completo da Agro Meet&Export e os produtos selecionados para cada mercado.

Estudo DHL: A partir de 2022, serão necessárias entre 7 e 9 bilhões de doses ao ano para manter reinfecção baixa e reduzir o ritmo de mutação do vírus

Já passou mais de um ano desde que o mundo se deparou pela primeira vez com a notícia do novo vírus SARS-COV-2. O que vimos na sequência foi a maior crise de saúde mundial em 100 anos. A logística e as cadeias de suprimento têm desempenhado um papel vital na gestão da pandemia desde o início, garantindo a disponibilidade e a distribuição dos principais dispositivos usados no combate à pandemia, como medicamentos e suprimentos médicos, vacinas, kits, testes, suprimentos auxiliares, tratamentos e Equipamentos de Proteção Individual (EPIs).

A DHL tem feito parte da estratégia global de resposta à pandemia desde o início e já foi responsável pelo transporte de mais de 200 milhões de doses de todas as vacinas aprovadas, para mais de 120 países e territórios, por meio de 9 mil voos operados pela DHL, tendo envolvido mais de 350 de suas instalações em todo o mundo. Mais de 50 colaborações bilaterais e multilaterais foram criadas com parceiros da indústria farmacêutica e do setor público, incluindo diversos novos serviços especializados nesta área. O estudo da DHL “Aprendizados sobre a resiliência diante da pandemia” avalia o desempenho global no enfrentamento da crise e destaca o que o setor de logística aprendeu durante a corrida contra a COVID-19, identificando as principais ações de preparação para melhor gerenciar emergências de saúde pública no futuro.

“Uma vez que as vacinas contra a COVID-19 ficaram prontas, era crucial que a logística e a gestão de supply chain fossem eficientes o bastante para atender a todos os continentes com a urgência necessária”, disse Claudia Roa, Vice-Presidente do Setor Farmacêutico e de Equipamentos Médicos da DHL nas Américas. “Na DHL, desenvolvemos e implantamos soluções especializadas para a distribuição de vacinas, que possibilitaram a movimentação de volumes inéditos até então, sempre levando em conta a urgência com que as vacinas precisam chegar a cada país. A logística e o gerenciamento da supply chain desempenharam um papel fundamental durante a pandemia e, no decorrer dessa batalha, aprendemos lições valiosas”.

Foram registradas importantes conquistas em pesquisa e desenvolvimento, produção e gestão da supply chain, bem como políticas que ajudarão a superar a crise como uma comunidade global. As bases para isso foram construídas por meio de pesquisa e desenvolvimento, que possibilitou a criação de uma vacina com uma agilidade cinco vezes maior do que qualquer outra vacina da história, e também pelo aumento da produção de vacinas em tempo recorde, quadruplicando a capacidade de produção verificada antes da pandemia de COVID-19. Por meio da logística e supply chain, as vacinas que salvam vidas estão sendo entregues a pacientes de todo o planeta. Embora tenha sido necessário cumprir requisitos sem precedentes na cadeia fria de distribuição – até -70°C de temperatura para transporte e armazenamento – a logística possibilitou a distribuição em uma velocidade três vezes mais rápida do que a de costume. Além disso, as ações multilaterais realizadas por diferentes atores da saúde pública e do governo possibilitaram a criação de uma estrutura propícia para acelerar o desenvolvimento e a implementação das vacinas.

“Todos os setores, indústrias e nações devem trabalhar em conjunto para vencer com sucesso a fase aguda desta pandemia”, acrescentou Roa. “Firmar parcerias sólidas e alavancar a análise de dados será fundamental para combater com sucesso essa e qualquer outra pandemia no futuro”.

Colaboração é essencial para a distribuição global de vacinas

Para atingir níveis elevados de imunização, estima-se que será necessário cerca de 10 bilhões de doses até o final de 2021. Até o momento, apenas quatro países alcançam taxas de vacinação superiores a 50% de suas respectivas populações – e muitos dos países e territórios restantes têm infraestruturas menos desenvolvidas, o que torna a implementação ainda mais desafiadora nesses locais. Para acelerar a entrega de vacinas, os seguintes aspectos precisam ser levados em conta:

• Os diferentes setores da economia e os governos devem promover a colaboração, com foco específico no estabelecimento de parcerias sólidas e na criação de uma infraestrutura de dados de apoio.

• Para garantir os fluxos de abastecimento, é necessário realizar uma gestão proativa das capacidades de transporte e dos fluxos sustentáveis de devolução de embalagens. Isso é de extrema importância, uma vez que mais de 95% das doses da vacina para a COVID-19 no mundo são fabricadas em apenas oito países, a partir dos quais devem ser distribuídas para o resto do mundo.

• Também devem ser implementados modelos de distribuição terrestres no trecho final da entrega (last mile delivery) com base nas necessidades locais específicas, priorizando a localização estratégica dos armazéns, a sincronização dos fluxos de vacinas e produtos auxiliares, bem como a quantidade e a localização dos pontos de vacinação existentes em cada local.

A infraestrutura logística e as capacidades estabelecidas deverão ser mantidas nesse nível nos próximos anos, uma vez que serão necessárias entre 7 e 9 bilhões de doses adicionais de vacinas todos os anos para manter as taxas de reinfecção baixas e reduzir o ritmo de mutação do vírus – isso sem contar com as flutuações sazonais.

“Embora tenhamos sido ágeis durante esta pandemia, devemos nos manter preparados para grandes fluxos de pacientes e volumes de vacinas, preservar a infraestrutura e a capacidade logística instaladas e nos planejar para as flutuações sazonais, fornecendo uma plataforma estável e bem equipada ao longo dos próximos anos”, explicou Roa.

Planejamento futuro

De acordo com o estudo, o planejamento futuro é algo essencial para identificar e prevenir crises de saúde por meio de cooperação ativa, ampliação dos sistemas globais de alerta, agenda integrada de prevenção de epidemias e investimentos específicos em P&D. Também é recomendado expandir e institucionalizar medidas de contenção e combate ao vírus (por exemplo, rastreamento digital de contatos e criação de reservas nacionais) a fim de garantir a preparação estratégica e tempos de resposta mais eficientes. Para facilitar a rápida distribuição de insumos e medicamentos – incluindo produtos para diagnóstico, tratamento e vacinação – os governos e a indústria precisarão manter as capacidades de produção permanentemente disponíveis, com pesquisas sobre modelos, sistemas de produção e planos de provisionamento, além de expandir as capacidades locais de implementação.

Para ler o estudo na íntegra, clique no seguinte link: https://www.dhl.com/pandemic-resilience.

Azul lança “Azul Wi-fi”, que contará com 35 aeronaves com sistema de Wi-Fi Grátis a bordo até o fim deste ano

Nesta quinta-feira (17), a Azul dá mais um passo em seu compromisso de proporcionar a melhor experiência a bordo possível aos seus Clientes. O lançamento do Azul Wi-fi pretende revolucionar o conhecido modo avião em um recurso mais conectado, divertido e cheio de entretenimento ao oferecer internet gratuita nos voos, que se juntará à já conhecida TV ao vivo com mais de 40 canais, aos memoráveis Snacks da Azul e à Revista Azul.

O sistema de WiFi Grátis a bordo é um marco na aviação comercial, já que o mesmo serviço é cobrado por outras empresas do setor. “O nosso Modo Azul pretende deixar a experiência de nossos Clientes a bordo ainda mais completa. Durante anos, as pessoas precisaram se desconectar do mundo enquanto voavam, mas, agora, pra quem é Cliente Azul, o Modo Avião será completamente diferente e revolucionará o jeito de voar, reunindo diversas opções de entretenimento a bordo, inclusive com a nossa consolidada TV ao vivo”, afirma Marco Barbosa, Diretor de Experiência do Cliente da Azul.

A Azul já conta com 17 aeronaves com sistema de Wi-Fi instalado e pretende, até o final de 2021, ampliar esse número para 35. Para isso, a companhia vem investindo em mão de obra qualificada e nas ferramentas necessárias para a instalação desse sistema, que antes era feita fora do Brasil, e agora está a cargo do centro de manutenção da companhia em Campinas, no interior de São Paulo. “Essa nova linha de trabalho proporciona a geração de empregos formais e de mão de obra especializada em nossa cidade-chave num momento em que o Brasil precisa de ajuda na retomada econômica”, lembra Marco.