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Digital-First: Promovendo o pleno uso da infraestrutura disponível

Por Eduardo Borba, presidente da Sonda IT

A maior empresa global de transporte urbano, o Uber, não é dono de nenhum veículo, assim como a provedora de mídia mais popular do mundo, o Facebook, não produz conteúdo e a Airbnb, maior provedora de hospedagens, não possui um único quarto de hotel em seu nome. Por que, então, essas empresas estão revolucionando a forma de fazer negócios?

Elas satisfazem as necessidades de seus clientes com uma experiência fluida, clara, objetiva e por último, mas não menos importante, colaboram. Não se trata apenas de uma forma digital de relacionamento, mas fundamentalmente da utilização de infraestrutura disponível (capital estagnado) para alavancar a oferta de serviços (monetização dos ativos). No caso do Uber, por exemplo, o serviço é mais barato e personalizado. E agora? E as empresas que nasceram analógicas? Como elas devem ser inseridas nesta revolução digital?

O primeiro passo é adotar a estratégia Digital-First. No passado, TI e Negócios eram separados. Agora, a TI é parte do negócio. Ou seja, a estratégia do negócio deve ser a estratégia digital. Não se trata de adaptar-se ao digital, criando uma estratégia paralela, mas sim de renascer no digital. De que forma? Os CEO’s e CIO’s devem ter em mente quando for planejar as ações que sem software não há negócios.

Primeiramente, criar estratégias de atendimento digital (redes sociais, aplicativos etc) fornecem um apoio ao mundo físico do negócio, mas a jornada não para por aí. Ela deve ser contínua e rumo à digitalização, tendo sempre como ponto de partida o relacionamento do consumidor com as novas tecnologias.

Os tradicionais sistemas de gestão empresarial (ERP), que fornecem a base de informações para as novas plataformas que estão surgindo, não devem ser descontinuados, mas sim integrados às ferramentas. Neste ponto, os fornecedores de Tecnologia da Informação podem apoiar as empresas, avaliando quais são as possibilidades em termos de softwares e como eles devem auxiliar a empresa a ser mais ágil.

Compreender os clientes nunca será uma tarefa concluída, por isso não existe um portfólio de soluções prontas e produtos finalizados que estão disponíveis para compra. O ideal, na jornada da Transformação Digital, é a inovação entre fornecedores de TI e empresas. Juntos, métodos disruptivos são desenvolvidos levando ao melhor entendimento do cliente. Mãos à obra. É hora de transformar.

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Tecnologia móvel vai agregar US$ 1 trilhão à economia norte-americana até 2020, revela estudo da GSMA

O setor de telefonia móvel da América do Norte vai valer quase US$ 1 trilhão por ano para a economia da região até 2020, de acordo com um novo estudo da GSMA. O novo relatório, “The Mobile Economy: North America 2016” (A Economia Móvel: América do Norte 2016), prevê que o papel pioneiro da região da América do Norte em áreas como o 5G, Internet das Coisas (IoT), cidades inteligentes e carros conectados verá o setor responder por 4,5% (US$ 1 trilhão) do PIB regional projetado até o final da década, acima dos 3,6% (US$ 710 bilhões) do ano passado. O relatório foi publicado pelo evento “GSMA Mobility Live! – América do Norte” que acontece em Atlanta, de 1 a 2 de novembro, em colaboração com o Metro Atlanta Chamber.

“Graças aos bilhões de dólares em investimentos feitos por operadoras móveis em suas redes em anos recentes, a América do Norte é líder no uso e adoção de dispositivos móveis, caracterizados por enormes níveis de consumo de dados móveis”, disse Michael O’Hara, diretor de Marketing na GSMA. “A decisão recente dos EUA de identificar a abrir o espectro de serviços 5G – ao lado de sua liderança no mercado de IoT – confirmou que a região é um dos mercados móveis mais avançados do mundo e que está liderando a próxima onda de inovação móvel.”

Grande adoção do uso de smartphones e do 4G motivando a explosão do fluxo de dados móveis

A América do Norte é um dos mercados móveis mais amadurecidos do mundo e isso se reflete em suas altas taxas de penetração de assinantes e forte aceitação de banda larga móvel e smartphones. Havia 284 milhões de assinantes exclusivos de telefonia móvel1 na região no final de 2015 (equivalente a 79% da população), um número que deverá aumentar para 315 milhões (85% da população) até 2020.

Os smartphones representam 75% das conexões móveis da região2, a maior taxa de adoção de smartphones a nível mundial, enquanto mais de metade das conexões estão sendo realizadas em redes 4G. Esta situação está promovendo o enorme crescimento do uso de dados, principalmente devido aos serviços de vídeo. Calcula-se que o streaming de vídeo em redes 4G representará mais de três quartos do consumo de dados até 2020. A Cisco estima que até o final da década, o consumo de dados por assinante na América do Norte chegará a quase 9 GB por mês, superior aos cerca de 2 GB por assinante por mês em 2015.

Um crescente contribuinte para a economia da América do Norte

A indústria móvel norte-americana apresentou uma contribuição total de US$ 710 bilhões para a economia da América do Norte em termos de valor agregado no ano passado, equivalente a 3,6% do PIB anual da região3. Em 2020, espera-se que esse número aumente para quase US$ 1 trilhão (4,5% do PIB), uma vez que a região experimenta um forte crescimento da produtividade devido à rápida adoção de novas tecnologias móveis, como as comunicações máquina a máquina (M2M) e o aumento da digitalização do setor e dos serviços.

O setor também apoiou direta e indiretamente mais de 2,3 milhões de empregos na região em 2015 e fez uma contribuição fiscal para os governos da região de US$ 82 bilhões. Isto está além dos US$ 46 bilhões obtidos através de leilões de espectro nos EUA e Canadá durante o ano.

Operadoras que promovem a Internet das Coisas

O relatório destaca várias áreas onde a região da América do Norte está motivando a inovação móvel, particularmente na Internet das Coisas. Ele observa que havia mais de 60 milhões de conexões M2M de celulares na região no final de 2015, respondendo por quase 15% do total de conexões móveis e com previsão de 30% até 2020. Os dispositivos de IoT também estão sendo conectados por diversas tecnologias que não são de celulares; novas redes de baixa potência de área ampla (LPWA), por exemplo, estão sendo implantadas na América do Norte, utilizando tanto o espectro licenciado quanto o não licenciado. As operadoras na região, incluindo a AT&T e Verizon Wireless estão adotando o padrão LTE-M para utilizar a infraestrutura do 4G para os serviços de LPWA.

As operadoras, os órgãos governamentais e vários outros participantes do setor também estão colaborando para a implantação de novos serviços para ajudar a realizar o potencial das cidades inteligentes na América do Norte, enquanto as operadoras promovem o desenvolvimento de redes e aplicativos móveis 5G. A tecnologia e indústrias automotivas da América do Norte também estão liderando o desenvolvimento dos setores de carros conectados e de carros autônomos e autodirigidos.

“Enquanto o crescimento de assinantes e smartphones está amadurecendo, as operadoras de telefonia móvel da América do Norte estão procurando conectar agora uma crescente variedade de outros dispositivos, desde carros até aviões não tripulados, e promover a aplicação da Internet das Coisas”, acrescentou O’Hara. “A região é o lar de muitas das empresas mais inovadoras no ecossistema móvel mais abrangente, e fluxos de capital de risco para o setor móvel continuam a apresentar um crescimento saudável. O setor também se beneficiou de um ambiente regulatório, em geral favorável, como evidenciado pelos esforços de normalização e ao se facilitar a primeira onda de implementações 5G.”

O novo relatório “The Mobile Economy: North America 2016” é de autoria da GSMA Intelligence, a divisão de pesquisa da GSMA. Para acessar o relatório integral e infográficos relacionados, visite: http://www.gsma.com/mobileeconomy/northamerica/

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Telit apresenta novo módulo 3G para o mercado brasileiro

A Telit, líder global na área de Internet das Coisas (IoT), anuncia hoje que o seu novo módulo celular 3G, o UL865-BR, começa a ser comercializado no mercado nacional. A companhia lança a nova versão do módulo em resposta à alta demanda dos fabricantes e integradores de dispositivos eletrônicos que utilizam o popular módulo 2G, GL865, produto líder de mercado há anos. Com o seu formato VQFNcompacto, ocupando apenas 24.4×24.4mm, o módulo UL865-BR UMTS|HSPA é ideal em aplicações de IoT como rastreadores telemáticos e pessoais, painéis de alarme, dispositivos de monitoramento e segurança, e edifícios inteligentes (smart buildings).

O módulo representa a mais nova geração tecnológica empregada na série de produtos xL865, trazendo performance líder de classe, o que inclui suporte a voz, quatro bandas de frequência 2G para garantir conexão onde o 3G não está disponível e interface embutida no conjunto de comandos AT para a plataforma deviceWISE da Telit. O módulo propicia integração facilitada dos dados provenientes do dispositivo contendo o módulo e a Nuvem. O UL865-BR é ideal para a geração nascente de dispositivos conectados, que almejam a utilização da tecnologia mais avançada no mercado brasileiro de IoT.

“O módulo UL865-BR é a plataforma perfeita para o nosso mercado porque aproveita a longevidade da tecnologia 3G para acelerar e expandir o acesso da IoT a um número muito maior de setores onde são críticos os requisitos de alta taxa de dados e vida útil longa do dispositivo. A experiência técnica global da Telit e a manufatura local no Brasil se traduzem em reais vantagens para nossos clientes”, diz Ricardo Buranello, Vice Presidente da Telit para a América Latina. “Como ainda temos lacunas de cobertura de tecnologia 3G no país, o atributo do novo módulo de operar transparentemente em 2G quando necessário garante que o dispositivo do cliente permanecerá conectado não obstante a sua localização,” conclui.

O UL865-BR é um módulo multi-modo, com duas bandas em UMTS|HSPA, quatro bandas em GSM|GPRS e compatível com o padrão internacional ‘3GPP Release 7’. Suporta 3G em 850/2100MHz, 2G em 850/900/1800/1900MHz, e tem velocidade de dados de 7.2Mbps downlink com 5.76 uplink. O novo módulo suporta o desenvolvimento e operação de aplicativos dentro de seu próprio ambiente por meio do desenvolvimento de aplicativos Telit IoT AppZone. Inclui também circuito de voz digital e é ideal para novos projetos ou projetos em processo de modernização.

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Pizzarias investem em aplicativos próprios para fidelizar clientes

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Para fidelizar seus clientes, e conquistar novos consumidores, pizzarias de São Paulo começam a investir no desenvolvimento de seus próprios aplicativos para atender com ainda mais agilidade, comodidade, e oferecer descontos e promoções a todos os perfis de clientes. Até então, os restaurantes utilizam apenas os aplicativos market place, que conectavam usuários a todos os tipos de restaurantes, mas esse cenário fez um novo movimento: entrada de aplicativos próprios, desta forma, o cliente consegue ir direto ao estabelecimento pelo celular, e fazer seu pedido.

É o caso da Pizzaria Panini, Maurício de Paula, proprietário do estabelecimento, aderiu a tendência, e 10% de suas vendas totais são através do aplicativo próprio, e esse número tende a aumentar ainda mais. “Inicialmente optamos pelos aplicativos de pedidos tradicionais para fazer um teste, com o passar do tempo a demanda foi crescendo e investi no aplicativo da pizzaria”, comenta Maurício. “Ter o app da minha pizzaria é muito mais vantajoso e econômico,”, completa.
Em um comparativo realizado pela Pizzaria Panini, em um ano (de setembro de 2015 a setembro de 2016) o aplicativo aumentou suas vendas em 10%. “Em 2017 a previsão é que aumente para 25%” explica Maurício

A cada 100 pedidos, 10 são diretos pelo aplicativo da pizzaria. “O costume de pedir por aplicativo é uma realidade que veio para ficar. Com a nossa plataforma cada vez mais estruturada, conseguimos a cada dia atrair e fidelizar mais consumidores”, explica Maurício.
Através do app é possível fazer o pedido com promoções e descontos exclusivos, ter acesso completo ao cardápio e foto das pizzas, com a opção de adicionar ou remover ingredientes, personalizando sua pizza – quem utiliza o app já tem 10% de desconto garantido além de outros benefícios.

De acordo com a Apuesp – Associação Pizzarias Unidas do Estado de São Paulo – o aplicativo próprio é uma forma mais eficaz e inteligente de aproximar a marca ao consumidor. Os aplicativos oferecem desde cardápio até avaliação sobre o atendimento e produto, incluindo promoções e descontos. “Uma das estratégias utilizadas pelos donos de pizzarias para driblar a crise é investir em tecnologia. Quem está seguindo esta receita está conseguindo aumentar suas vendas”, diz Ricardo Vilibor, presidente da associação. “Os aplicativos nos fornecem respostas imediatas sobre a qualidade do produto e a satisfação do cliente, desta forma, podemos investir em promoções especificas e novos produtos conforme a demanda” finaliza Ricardo. Atualmente a Apuesp oferece aos seus associados parceria com desenvolvedores de aplicativos como Wabiz, CCM e Ecomanda.

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Por que adotar Mobile Learning para treinamento?

Por Samir Iásbeck de Oliveira

De acordo com uma pesquisa da associação de marketing móvel MMA, feita pela Millward Brown Brasil e NetQuest, o brasileiro passa em média 3h14 por dia usando o aparelho celular. Segundo a pesquisa, que foi divulgada em setembro deste ano, a média sobe um tanto considerável quando são considerados os jovens da geração “millennials”, alcançando 4h diárias. Nota-se que este número vem aumentando ano após ano.

Algumas estatísticas apontam que já existem mais smartphones do que televisores no mundo e, em alguns países, o número de aparelhos já é maior do que a sua população. No Brasil, os smartphones estão entre um dos produtos de consumo mais vendidos. Atualmente, 15% do tráfego global na internet é proveniente de dispositivos móveis, e cerca de 50% das buscas acontecem via mobile. Por ano, são investidos cerca de 22 bilhões de dólares em propagandas para o público mobile, e este número só aumenta, principalmente porque mais de 15% das compras de varejo já são realizadas por meio dos dispositivos móveis. E essas estatísticas são de 2013.

A tecnologia mobile vem recebendo cada vez mais atenção dos mais variados tipos de empresas e organizações, principalmente daquelas que querem continuar na linha de frente da inovação, pois ainda há muitos recursos e ferramentas inexploradas em um mercado que só tende a crescer. Então, porque não aproveitar que os celulares estão sempre à mão para possibilitar novas formas de aprendizado? Você sabia que muitas universidades, cursos e empresas estão apostando no ensino por meio de dispositivos móveis, mais conhecido como o mobile learning?

Se você ainda não dá a devida importância para este assunto, pode ser necessário repensar a sua estratégia, pois, grande parte dos seus consumidores estão utilizando o mobile, e eles desejam uma experiência de aprendizado superior a de estudar a partir de um computador. Acreditamos que a forma mais didática de explicar os principais conceitos relacionados ao mobile learning é abordando as 12 questões-chave sobre o tema. Veja a seguir!

1. O que é mLearning ou Mobile Learning? – também conhecido como mLearning, é derivado do ensino a distância, e pode ser definido como o uso de tecnologias móveis como smartphones e tablets para obter uma experiência de aprendizado. Esse modelo oferece aos usuários a capacidade de aprender utilizando a mobilidade ao seu favor, com acesso imediato e ilimitado à informação, na hora e no local em que necessitam.

2. O que está causando o rápido desenvolvimento do mLearning? Atualmente, a tecnologia móvel tornou-se parte integrante do dia a dia das pessoas. A flexibilidade que ela oferece está sendo amplamente utilizada pelas pessoas para satisfazer suas necessidades variadas e o cenário não é muito diferente quando se trata da aprendizagem.

3. Por que você não deve ignorar o mLearning como parte da sua oferta de treinamento? Do meu ponto de vista, para maximizar o impacto do seu treinamento, é necessário oferecer flexibilidade para as pessoas aprenderem no dispositivo que elas escolherem. Considere alguns dados, como 60% dos trabalhadores consideram que a mobilidade é o seu “mais relevante dispositivo de trabalho”; quase 100% dos alunos são suscetíveis de completar o treinamento no formato móvel; 47% das organizações já estão usando dispositivos móveis para as suas iniciativas de formação.

4. O mLearning pode ser usado em todos os tipos de treinamento corporativo? o mLearning é um ótimo meio para que qualquer treinamento passe do estilo formal para o informal. Ele também pode ser utilizado de forma eficaz para promover a aprendizagem colaborativa ou social.

5. Quais são os benefícios de mLearning? Fornece flexibilidade para os alunos; Oferece maior envolvimento do aluno; Demonstra melhores taxas de conclusão e maior retenção; Facilita a aprendizagem colaborativa; Oferece suporte multidispositivo; Adapta-se ao treinamento formal, bem como ao Suporte de Desempenho; Facilita “a aprendizagem como um continuum”.

6. Em quais aspectos você precisa ser cuidadoso quando começa a adotar o mLearning? a. Mobile Learning não é eLearning; b. Uma regra não serve para todos; c. O mesmo conteúdo e estratégia de aprendizagem funcionaria em todos os dispositivos; d. tablets e smartphones suportam HTML5, mas a mesma estratégia de aprendizagem não funciona em ambos os dispositivos; e. Foque na estratégia de oferecer uma completa experiência de aprendizagem em smartphones primeiro; f. Para implementar o mLearning precisamos considerar todos os aspectos do universo mobile

7. Pode mLearning ser usado para atender as diferentes expectativas da sua força de trabalho “Millennial”? Para ser capaz de resolver isso, você precisa primeiro estar ciente das características da geração “millennial”, suas preferências, modos de acesso à informação, e os seus vícios. Então você pode projetar sua estratégia nesse sentido, usando elementos da forma como eles buscam suprir suas diversas necessidades de informação e entretenimento.

8. Quais são os outros aspectos que você pode usar para aumentar o impacto da mLearning? Microlearning e Social learning.

9. O que está em destaque em mLearning? Enquanto mLearning usa vários formatos envolventes, as tendências que você deve adotar são os vídeos interativos ou aplicativos móveis.

10. Quais outras abordagens você pode adotar para aumentar o impacto do seu mLearning? Para multiplicar o impacto, você pode alavancar na combinação de microlearning e aprendizagem social; proporcionar um caminho de aprendizagem baseado na abordagem dos alunos; e oferecer aprendizagem personalizada.

11. Por que microlearning e Mobile Learning formam uma combinação perfeita? O microlearning consiste em um método de ensino focado na aprendizagem de forma rápida e prática, por meio de pequenos blocos de informações. Através de materiais que explicam conceitos em termos simples e com uma linguagem de fácil acesso, o conteúdo é apresentado para usuário de forma específica e direta. Quando entregue a partir de dispositivos móveis, como smartphones, no entanto, seu potencial é amplificado. Nessas circunstâncias, a tendência é que os usuários não só aprendam mais rapidamente como também se tornem capazes de reter as informações durante um maior período de tempo.

12. Por que combinar gamificação e Mobile Learning? Gamification ou Gamificação consiste em fazer o uso de desafios e pensamentos lógicos para sua estratégia de ensino, treinamento, motivação e até mesmo vendas. Ela parece um processo de difícil aplicação, mas esta não é a realidade. Implantando medidas simples, como: barras de progresso, recompensa para usuários com as melhores notas nos cursos, ou ganhar uma medalha após completar uma etapa, já significa que estamos aplicando o gamification e incentivando, de forma sadia, a competição e o desafio.

Espero que este artigo forneça algumas dicas que você pode aplicar em sua organização, independentemente se você é novo para mLearning ou está procurando abordagens que podem aumentar o impacto do seu mLearning.

Samir Iásbeck, CEO e Fundador do Qranio, plataforma mobile de aprendizagem que usa a gamificação para recompensar os usuários e estimulá-los a se envolver com conteúdos educacionais em todos os momentos.

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Mulheres representam 61% das buscas por imóveis na internet

O VivaReal, plataforma digital que conecta imobiliárias, incorporadoras e corretores aos consumidores, aponta que 61% das pessoas que buscam suas casas dos sonhos são mulheres. O levantamento foi realizado em setembro com consumidores de todo o Brasil.

A pesquisa mostra que 41% das mulheres são casadas, 32% são solteiras e 11% estão em união estável. Independente do estado civil, grande parte delas é assalariada e a finalidade da busca é para compra de um imóvel. A intenção de compra é de 55% entre as solteiras e 65% entre as casadas. Já para aluguel, os números são 35% e 28%, respectivamente.

A pesquisa do VivaReal também revela que 48% das entrevistadas solteiras irão mudar para a nova casa sozinhas ou somente com filhos. No total, 32% das mulheres solteiras irão morar sozinhas, 31% com parceiro, 16% somente com filhos e 10% com os pais. “O estudo comprova uma nova tendência do mercado imobiliário, onde cada vez mais, a mulher é quem decide em parcela significante das transações, deixando de ser apenas uma incentivadora da compra. O setor deve ficar atento e entender esse ‘empoderamento’ da mulher”, analisa Aline Borbalan, head de Inteligência de Mercado do VivaReal.

Entre as solteiras, a maioria tem o objetivo de sair da casa dos pais (21%) ou estão prestes a oficializar uma união (18%). Já as casadas esperam encontrar um imóvel maior (20%) ou morar perto do trabalho ou de instituição de ensino (16%).

Confira o estudo completo em http://bit.ly/estudo_mulheres_vivareal_setembro2016.

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Mercedes-Benz marca presença em maior Congresso de Engenharia da Mobilidade na América Latina

A Mercedes-Benz do Brasil fez parte do Congresso SAE BRASIL 2016, que teve como tema “A Engenharia criando a mobilidade do futuro” e reuniu diversas empresas e profissionais ligados à engenharia da mobilidade. Philipp Schiemer, presidente da Mercedes-Benz do Brasil e CEO América Latina, também presidiu essa edição do evento, que celebrou os 25 anos da fundação da entidade e ocorreu entre os dias 25 e 27 de outubro, em São Paulo.

A Empresa, que comemora 60 anos de presença no Brasil, apresentou em seu estande o caminhão Actros 2651 Megaspace Segurança, que possui uma série de componentes exclusivos, como o sistema de orientação de faixa de rodagem, controle de proximidade e assistente ativo de frenagem. Outro produto exposto no estande da marca foi o modelo recém-lançado Classe E 250, que chega ao mercado com o que há de mais moderno em termos de sistemas de assistência e segurança. Na entrada da Mostra Tecnológica também estava exposto um modelo Vito Tourer, na versão acessibilidade que facilita notavelmente o acesso de cadeirantes ao interior da van.

“O Grupo Daimler está cada vez mais avançando em conectividade e tecnologia de produtos e serviços e tivemos a oportunidade de demonstrar algumas dessas inovações em nosso estande no Congresso SAE BRASIL. Além disso, como presidente do Congresso, foi possível reforçar o nosso compromisso com o desenvolvimento de produtos no Brasil e da importância de encontros como esse para criarmos ainda mais oportunidades de melhoria na indústria automobilística” afirmou Philipp Schiemer.

Além desses produtos, a Empresa apresentou, por meio de uma Mesa Interativa, as principais novidades internacionais da marca, como a Vision Van, o Urban eTruck e o Future Bus, inovações que foram lançadas pelo Grupo Daimler na 66ª edição do IAA em Hannover, o maior salão de veículos comerciais do mundo.

Os visitantes do estande da Mercedes-Benz também tiveram uma experiência diferente com alguns veículos da marca. Com óculos de realidade virtual, foi possível estar em uma pista a bordo de um automóvel Mercedes-Benz, aprender mais sobre os caminhões a partir da visão de um motorista e presenciar como a van Sprinter pode ser versátil no transporte de passageiros.

O Comitê de Reconhecimento da SAE BRASIL realizou uma pesquisa com os participantes do evento e a Mercedes-Benz do Brasil foi uma das Empresas premiadas como Destaque Tecnológico, por demonstrar produtos com aplicações inovadoras ao mercado brasileiro em seu estande montado para o Congresso.

Forte presença

Representantes do Grupo Daimler e da Mercedes-Benz do Brasil também fizeram parte de painéis temáticos ao longo da programação do Congresso. Foram oito participações de executivos que trataram dos mais variados temas, entre eles Educação de Engenharia, Tecnologia da Informação e Caminhões e Ônibus.

O evento reuniu sete mil visitantes e mais de 30 empresas na Mostra Tecnológica. Foram 16 painéis temáticos e mais de 100 trabalhos inéditos de engenharia apresentados nas sessões técnicas do Congresso.

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Santa Catarina ganha a primeira iniciativa para fortalecer ecossistema de fintechs no Brasil

Vertical Fintech, da Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia, pretende incentivar empresas a desenvolver ofertas competitivas para o setor financeiro.

De acordo com levantamento do FintechLab, iniciativa da Clay Innovation, existem no Brasil mais de 200 startups fornecendo serviços financeiros inovadores para pessoas e empresas. São as chamadas fintechs, que desafiam ou complementam as ofertas tradicionais das grandes empresas do setor financeiro.

Para promover o desenvolvimento desse segmento em Santa Catarina, a Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (ACATE) lança a Vertical Fintech, que conta com apoio da Cetip, por meio de seu programa de inovação Foresee. É a primeira iniciativa desse tipo no Brasil.

Na vertical, as fintechs se reúnem mensalmente para trocar experiências e desenvolver o setor. Elas dividem também suas dúvidas e necessidades e contam com o apoio e orientação da Cetip e da consultoria Clay Innovation.

“Além da promoção de eventos e de incentivar o compartilhamento de experiências entre seus membros, a Vertical pretende proporcionar o desenvolvimento de ofertas complementares e competitivas para o setor de serviços financeiros, a partir da colaboração entre as empresas”, diz o diretor do grupo, Roberto Dagnoni, que é vice-presidente e diretor-executivo de Novos Negócios da Cetip. A empresa é a maior depositária de títulos privados de renda fixa da América Latina, a maior câmara de ativos privados do país e a companhia líder na prestação de serviços de entrega eletrônica das informações necessárias para o registro de contratos e anotações dos gravames pelos órgãos de trânsito.

Segundo estudo da Capgemini, o uso de serviços de fintechs no Brasil está acima da média global. A pesquisa mostra que 74% dos consumidores brasileiros utilizam produtos ou serviços dessa categoria, enquanto a média global é de 63%. Para o presidente da ACATE, Daniel Leipnitz, as fintechs têm revolucionado o modo como as pessoas realizam operações financeiras. “Essas startups estão impactando os negócios das instituições financeiras, que têm buscado se reinventar, sobretudo na maneira como se relacionam com os clientes”, explica. Leipnitz reforça que população está indo menos aos bancos e passando a utilizar tecnologias alinhadas com o conceito de fintech, como aplicativos para pagamentos, empréstimos e gestão financeira.

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Shadow IT: o CIO que diz sim – Por Marcos Oliveira

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Paulo é diretor de vendas de uma grande indústria química. Ele lidera uma equipe com 20 executivos e viaja muito, visitando indústrias de transformação espalhadas por todo o Brasil. Em seu notebook, no seu smartphone, no PC de sua casa, ele acessa aplicações homologadas e testadas pela equipe de TI de sua empresa. Mas Paulo emprega diariamente, também, aplicações que ele baixou da web e que são úteis em sua rotina. Trata-se de serviços como Google Docs e Dropbox, entre várias aplicações para uso pessoal.

Paulo é um dos milhões de usuários corporativos que encontram na Shadow IT recursos que facilitam sua vida.

O que é preocupante é que Paulo pode estar usando web services Shadow IT também para compartilhar informações sensíveis como senhas, documentos confidenciais e planos de longo prazo de sua empresa com interlocutores internos ou externos.

Ele não será o único.

Relatório produzido pela Blue Coat Elastica no primeiro semestre deste ano mostra que as empresas utilizam, em média, 841 aplicações na nuvem, um valor 20 vezes maior do que as aplicações que foram aprovadas pela área de TI. Na prática, portanto, os funcionários corporativos seguem baixando serviços da nuvem e usando esses serviços – sejam seguros ou não – para compartilhar dados. Trata-se de uma ação que não obedece às diretrizes das empresas.

O relatório da Blue Coat Elastica aponta, ainda, que 23% dos dados mais estratégicos da empresa são compartilhados pela nuvem. Essa tendência é confirmada pelo fato de que 12% dos documentos inseridos em aplicações web da Shadow IT traziam informações confidenciais.

Uma forma de lidar com esta realidade é, muito simplesmente, tentar esmagar o uso da Shadow IT em sua organização.

Quem tentou seguir esse caminho já entendeu que se, hoje, existem milhares de aplicações na nuvem, amanhã haverá ainda mais.

Diante disso, talvez valha a pena abrir caminhos de comunicação entre a TI e as áreas de negócio para ouvir o usuário e conseguir que ele também escute a TI. Criar pontes entre a TI e a área de Recursos Humanos também é essencial – a abordagem aqui descrita preocupa-se em evitar que o funcionário fique desmotivado com as restrições impostas pela TI. Trata-se de trabalhar a partir de premissas construtivas em que todos os envolvidos (TI, negócio, RH) são igualmente ouvidos e respeitados, e todos interagem pelo bem da empresa.

Neste contexto, a segurança da TI torna-se responsabilidade de todos, e a produtividade e a inovação, também.

É possível que um usuário tenha descoberto, na web, uma aplicação sob medida para seu desafio; é possível que o CIO teste esse sistema e concorde. É possível que o RH acompanhe esse momento de transformação corporativa e elimine arestas, atuando como mantenedor de vínculos que estão em pleno processo de renovação.

É importante destacar, no entanto, que neste rio de trocas entre a TI, o negócio e o RH, todos têm de compreender que a empresa funciona a partir de regras de conformidade (compliance) que têm razões de existir. Não se trata de, simplesmente, tirar a TI de cena e deixar o uso da Shadow IT correr solto. Muito pelo contrário.

Segue sendo fundamental descobrir, monitorar e controlar o acesso a aplicações na nuvem – incluindo Shadow IT.

Isso pode ser feito com ajuda das soluções CASB (Cloud Access Security Broker). A primeira conquista que as soluções CASB trazem à corporação usuária é dar visibilidade às aplicações Shadow IT. As melhores plataformas realizam uma auditoria completa, repleta de recursos analytics. O resultado é a geração de sofisticados e detalhados relatórios sobre o que as áreas de negócio estão fazendo (download, upload) e que aplicações Shadow IT estão usando.

Acima de tudo, porém, as soluções CASB controlam o acesso, via nuvem, a dados críticos da companhia. Isso evita que o usuário desavisado consiga compartilhar por meio de serviços Shadow IT informações essenciais ao negócio. Para isso, o CASB identifica e classifica informações confidenciais.

Nas melhores plataformas CASB, o dado crítico jamais é trafegado na nuvem. Quem tentar compartilhar, por exemplo, dados extraídos de aplicações como SalesForce, Oracle Sales Cloud e ServiceNow, perceberá, perplexo, que onde deveria haver uma informação inteligível encontram-se, apenas, símbolos sem sentido. Isso acontece por causa dos recursos de tokenização do CASB.

O grau de eficácia das soluções CASB é tal que é possível programar a exclusão de dados confidenciais de uma transação específica ou bloquear o download de um arquivo crítico. Trata-se de uma solução muito poderosa que simplesmente impede que uma informação estratégica seja compartilhada por meio de um serviço Shadow IT.

Um alerta: nem todos os apps que a área de negócio baixa são Shadow IT.

É bom lembrar que muitos funcionários utilizam aplicações como Twitter, Facebook ou Dropbox para seu uso pessoal. A inspeção de apps de uso pessoal pode entrar em conflito com o respeito à privacidade dos funcionários. Nesta questão, a área de TI anda no fio da navalha. Daí a importância de compartilhar a tomada de decisão sobre bloqueios e proibições com os gestores de negócio.

Nos dias atuais, as unidades de negócios são capazes de implementar serviços de TI com a mesma velocidade com que eles são criados na web. É o que índica o Gartner. Segundo um relatório desse instituto de pesquisa, em 2015, 35% do orçamento de TI foram gastos em ações definidas fora do departamento de TI. E, até 2017, os CMOs (Chief Marketing Officers) investirão mais em serviços de TI do que os CIOs.

Neste contexto, ganha espaço a TI que atua como “trusted advisor” da área de negócio, iluminando com seu conhecimento o caminho para se melhorar a experiência do usuário e a produtividade da empresa.

É o consenso, e não o conflito, que promove a segurança do ambiente corporativo digital e real.

Durante muito tempo a área de TI foi conhecida por dizer não. Vivemos, agora, a era em que com todo o critério, a partir de informações muito bem fundamentadas, o CIO pode dizer sim.

Marcos Oliveira, country manager da Blue Coat Brasil

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Embaixadora dos EUA no Brasil e executivos de empresas americanas se reúnem para discutir planejamento 2017

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Na última quarta-feira (26), na sede do Citibank no Brasil, a Embaixadora dos Estados Unidos no Brasil, Liliana Ayalde, se reuniu com executivos que compõem o Conselho Diretivo do Grupo +Unidos, uma parceria entre as empresas americanas estabelecidas no Brasil e a Agência de Desenvolvimento Internacional Americana (USAID) – para planejar a expansão dos esforços do Grupo +Unidos para 2017. O grupo, desde 2006, já fomentou 30 projetos na área da educação e meio ambiente.

Os objetivos do encontro incluíram a validação das recomendações de investimento social do Comitê Gestor do grupo para o próximo ano e a apresentação do novo gerente executivo do grupo para o conselho diretivo. Além disso, a Embaixadora americana, Liliana Ayalde, foi homenageada com uma placa de reconhecimento ao seu apoio ao desenvolvimento das atividades do grupo nos últimos anos.

“Nossa meta para 2017 é viabilizar mais seis (06) laboratórios de idiomas nas universidades federais do Amazonas, Ceará, Mato Grosso, Pará, Rio Grande do Sul e Santa Catarina para alcançarmos a meta de capacitar 1 milhão de estudantes nos próximos 10 anos” afirma Gilberto Peralta, presidente Conselho Diretivo do Grupo +Unidos e CEO da GE no Brasil. “Esses laboratórios fortalecerão ainda mais nossa corrente a favor da internacionalização das Universidades Federais brasileiras. Nossos jovens precisam desse apoio e nós, como empresas americanas, temos o dever de participar ativamente dessa transformação”, completa o executivo.

A Embaixadora destacou a importância de iniciativas como essa. “Nos orgulhamos muito de poder contribuir com projetos inspiradores que geram resultados tão impactantes. Incentivar o senso de responsabilidade social nas empresas é um compromisso que temos conseguido levar adiante, principalmente por meio do +Unidos”, afirma.

Por meio da parceria do +Unidos com o Ministério da Educação), a partir do Programa Idiomas sem Fronteiras – IsF, o Grupo investe cerca de R$ 100 mil por laboratório, na aquisição de equipamentos, computadores, softwares e servidores para o ensino do inglês, preferencialmente, aos alunos da Universidade beneficiada. Nos últimos 2 anos o projeto já beneficiou mais de 16 mil estudantes com os laboratórios entregues na UFSCAR, UFPel, UFPE, UFRJ e UnB. A expectativa é de que o Programa alcance mais de 1 milhão de estudantes beneficiados nos próximos 10 anos.

Estiveram presentes os CEOs de empresas americanas estabelecidas no país como Helio Magalhães – Citibank, Luis Pasquotto – Cummins, Francisco Carvalho – Burson-Marsteller, Mauricio Ruiz – Intel e Rafael Steinhauser – Qualcomm, Gilberto Peralta – GE.

Para saber mais sobre o Programa Inglês Sem Fronteiras, clique: http://isf.mec.gov.br.

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Assespro-SP tem área exclusiva para associados na FITIC

A Assespro-SP está entre as empresas e associações apoiadoras da FITIC (Feira Internacional de Tecnologia e Inovação), maior evento de tecnologia e inovação da América Latina, que deve reunir 200 mil visitantes que terão a oportunidade de vivenciar experiências que vão desde realidade virtual, corrida de drones, impressão 3D, entre outras novidades do setor. Os associados da Assespro-SP interessados em expor seus produtos e serviços, poderão contar com condições especiais em um estande exclusivo da associação.

Durante os quatro dias de feira, serão 350 expositores para demonstrar as mais recentes inovações do mercado, em uma área de 30.000 m² no São Paulo Expo. Os visitantes também poderão acompanhar palestras e workshops, com certificados de participação. Entre alguns dos palestrantes confirmados estão nomes como Roberto Brandão, Country Manager da AMD Brasil, e Todd Barrett, diretor comercial do primeiro Centro de Marketing Internacional de Ontário (Canadá) na América do Sul, localizado em São Paulo.

Além deles, palestrantes como Gil Giardelli, que figura entre os principais nomes da Cultura Digital e será embaixador da FITIC. Com 16 anos de experiência, Giardelli é Web ativista, difusor de conceitos e atividades ligados à sociedade em rede, colaboração humana, economia criativa e inovação.

O evento também terá a presença de executivos do Google e a empresa também contará com dois estandes, sendo um corporativo e o outro para demonstrar ao público as novidades de seu sistema operacional, Android, e realidade virtual.

LEVE SUA EMPRESA PARA O ESTANDE DA ASSESPRO-SP

A equipe da Assespro-SP está à disposição dos associados interessados em integrar o espaço da Assespro-SP através do telefone (11) 3064-0003 e do e-mail: assespro@assespro-sp.org.br

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80% dos custos anuais do data center vêm de despesas operacionais e com energia, diz relatório Emerson Network Power

A Emerson Network Power, em breve transformada em Vertiv, divulga hoje o relatório Cost to Support Compute Capacity Benchmark Study, a mais recente pesquisa da série Data Center Performance Benchmark. Esse estudo foi realizado com apoio do Ponemon Institute.

O relatório analisou o custo anual de 41 data centers da América do Norte. Os custos foram relatados pelas organizações participantes em quatro categorias: planta amortizada, ativos de TI amortizados, operação e energia. Além disso, as organizações participantes relataram dados como carga de TI, número de racks, densidade média do rack e área do data center. Essas últimas quatro categorias de informações permitiram que os analistas do Ponemon Institute construíssem diferentes perfis de data centers hoje atuando no mercado norte-americano.

A partir dos dados coletados, o Ponemon Institute calculou um custo médio para suportar 1 quilowatt (kW) de capacidade computacional para cinco diferentes faixas de tamanho de data center. Os data centers analisados têm de 46,5 a 4650 metros quadrados.

As principais descobertas do estudo incluem:

· Os custos operacionais são responsáveis pela maior porcentagem dos custos dos data centers de todos os tamanhos.

· Em segundo lugar em geração de custos vem a infraestrutura e serviços de energia.

· Em resumo, os custos operacionais e de energia representam 80 por cento ou mais das despesas anuais do data center.

· O custo anual médio por kW varia de USD 5.467 para data centers acima de 4.650 metros quadrados (o maior tamanho pesquisado) até USD 26.495 para data centers entre 46,5 e 465 metros quadrados (o menor tamanho pesquisado).

· Fica claro que o custo por kW diminui à medida que o tamanho do data center aumenta. A maior redução ocorre entre a faixa de 46,5 a 465 metros quadrados e a faixa de 465 a 930 metros quadrados (64 por cento de redução). Os custos continuaram a declinar com o aumento do tamanho do data center:

· Na faixa de 930 a 2.325 metros quadrados, o custo por kW foi 47 por cento inferior ao da faixa de 465 a 930 metros quadrados;

· Na faixa de 2.325 a 4.650 metros quadrados, o custo por kW foi 23 por cento inferior ao da faixa de 930 a 2.325 metros quadrados;

· Na faixa acima de 4.650 metros quadrados, o custo por kW foi 21 por cento inferior ao da faixa de 2.325 a 4.650 metros quadrados.

· Economias de escala foram observadas em todas as categorias de custo. Ao se comparar os data centers menores com os maiores, encontrou-se uma diferença de 180 por cento entre o custo de energia por kW de um grande data center em relação a um pequeno data center. A regra é a seguinte: quanto maior o data center, maior a redução de gastos com energia. Os custos operacionais mostraram uma diferença de 129 por cento em relação aos kW nos data centers maiores, em comparação com aqueles da faixa de 46,5 a 465 metros quadrados (a categoria dos data centers de tamanho mais reduzido).

· Outra conclusão expressiva: o custo por kW diminui com a densidade do rack utilizado no data center. Data centers com uma densidade média de rack de 8,5 kW tiveram um custo por kW 68 por cento inferior ao de data centers com uma densidade média de rack de 4,5 kW.

“Com a variedade de opções de outsourcing atualmente disponível, é essencial que os operadores de data center compreendam os custos associados a suportar a capacidade computacional; isso tem de ser feito a partir da análise dos custos associados aos principais componentes desses custos”, detalha Peter Panfil, vice-presidente de energia global da Emerson Network Power. “Esse relatório fornece um modelo para os operadores de data centers visualizarem seus custos e tomarem decisões muito bem embasadas sobre outsourcings futuros. Esses dados podem facilitar que o gestor do data center avalie tecnologias e melhores práticas que possam reduzir os seus custos e aumentar a competitividade de sua oferta”.

Este é o quarto volume de uma série de relatórios de pesquisas, realizadas por Ponemon e Emerson Network Power, que fornecem benchmarks de indústria e visões dos principais desafios e pontos de decisão enfrentados pelas organizações ao construírem uma infraestrutura de TI para suportar usuários internos, parceiros, fornecedores e clientes na era digital. O relatório completo, juntamente com outros relatórios da Série Benchmarks, está disponível em www.EmersonNetworkPower.com/Benchmarks.

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