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Fintech de câmbio faz compra e venda de moedas via WhatsApp

Com o mundo extremamente conectado, as redes sociais em alta e o quesito praticidade elevado à última potência, muitas empresas estão buscando diversificar sua forma de prestar serviços e, mais ainda, de atender ao cliente. A BeeCâmbio, por exemplo, primeira correspondente cambial brasileira que funciona completamente online e está presente em 40 cidades, tem como missão proporcionar um atendimento humanizado, no qual a experiência de compra e troca de moedas estrangeiras seja simples, rápida e prática.

Para isso, a empresa disponibiliza diversas formas de atendimento ao cliente, um diferencial, principalmente quando se fala do ramo financeiro – respondendo, assim, à necessidade de qualquer tipo de consumidor.

Além dos tradicionais e-mail e telefone, o chat no próprio site da empresa, o Telegram, o Skype e, também, o WhatsApp, são ferramentas que a fintech utiliza para realizar suas transações e que já fazem parte do dia-a-dia de muitas empresa como a BeeCâmbio, que mantém relação direta com seu cliente.

Para o tipo de cliente conectado, é essencial poder requisitar um serviço, tirar uma dúvida ou mesmo fechar um negócio utilizando ferramentas como o WhatasApp ou até mesmo fazendo um call rápido via Skype.

A proposta é tão relevante que a correspondente cambial online já possui o maior parte de sua demanda realizada via canais digitais (chat, WhatsApp, Telegram e Skype). Esses números contrastam com o de atendimentos realizados por meio de telefone e e-mail.

“O cliente quer cada vez mais seu atendido de forma multicanal. Estamos vivendo uma fase de transformação e precisamos transformar também a forma com que empresas e consumidores se relacionam. Por isso, na BeeCâmbio, que já nasceu digital, o consumidor conectado se sente em casa e confiante de fazer negócios com uma correspondente cambial via aplicativos que aproximam o cliente e a empresa, por exemplo”, explica Fernando Pavani, fundador e CEO da BeeCâmbio.

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TIVIT firma parceria inédita com a SAP para América Latina

Em busca de um parceiro regional dinâmico, flexível e com grande conhecimento de mercado, a SAP firmou parceria com a TIVIT, líder em serviços integrados de Tecnologia na América Latina, tornando a empresa a primeira provedora de cloud computing para a solução SAP HANA Enterprise Cloud – HEC na América Latina.

“A SAP tem como foco entender as necessidades de seus clientes para apresentar as melhores soluções, capazes de simplificar processos e ajudá-los a enfrentar os desafios da jornada de transformação digital”, destaca Cristina Palmaka, presidente da SAP. “Ao estabelecer esta parceria com a TIVIT conseguiremos estar ainda mais próximos dos clientes e explicar como o SAP HANA Enterprise Cloud permite unir o poder do acesso aos dados com a flexibilidade da nuvem. Com isso, garantimos que nossos clientes consigam se adaptar às rápidas mudanças do mercado, com menor custo e risco. ”

Entre outras vantagens, o SAP HANA Enterprise Cloud – HEC disponibiliza recursos de gestão que permitem implementações mais rápidas, atendendo as empresas que precisam ou desejam contar com aplicações de missão crítica na nuvem sem qualquer prejuízo em termos de desempenho, integração, segurança e condições de recuperação em caso de falhas ou desastres naturais.

Esta parceria é única no mercado regional, pois a qualificação para se tornar um Premium Suplier da SAP requer uma série de validações e certificados, que inclui avançados níveis de segurança, alta disponibilidade, processos operacionais de gestão de tecnologia, performance da infraestrutura e qualificação profissional, atributos já presentes nos data centers e nas operações da TIVIT. Para concretizar a parceria foram necessários sete meses dedicados de uma equipe multidisciplinar.

“Este acordo qualifica ainda mais a oferta da TIVIT e demonstra a confiança e o reconhecimento do mercado nos nossos serviços SAP e Cloud Computing. Do ponto de vista de negócios, esperamos dobrar nossa base de clientes SAP até o fim de 2017”, ressalta Carlos Gazaffi, vice-presidente de Gestão de Tecnologia da TIVIT. A parceria, que estará disponível no Brasil a partir de novembro de 2016, em breve também contemplará outros países da América Latina.

Este movimento faz parte da estratégia de expansão da oferta de cloud computing da TIVIT. Recentemente a empresa anunciou investimento de R$ 46 milhões para a construção de nuvens locais e ampliação do portfólio com a adoção de um modelo multicloud, que oferece aos clientes uma solução híbrida, combinando ambientes tradicionais, nuvens privadas e também nuvens públicas.

Centro de Excelência SAP

Para prover aos clientes gestão unificada de infraestrutura e aplicações, assim como uma solução integrada do ciclo de vida das soluções SAP, desde 2012 a TIVIT possui um Centro de Excelência com mais de 600 profissionais que agrega toda a expertise em processos de negócios complexos, inovadores e de missão crítica.

Com uma robusta infraestrutura baseada em cloud computing, a TIVIT possui mais de 10 milhões de SAPS (SAP Application Performance Standard) gerenciadas. SAPS é uma unidade de medida para dimensionar processamentos em sistemas SAP, independentemente do tipo de hardware. O ambiente da TIVIT suporta mais de 165 mil usuários, abrangendo as etapas de licenciamento, projeto, consultoria, manutenção, suporte técnico e funcional. Outra vantagem importante é a garantia de ambiente tecnológico estável, com alta disponibilidade e segurança.

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StartSe promove terceira edição do Invest Class e reúne os melhores investidores do país

No próximo dia 01 de dezembro, o StartSe, maior plataforma de startups do Brasil, realiza a terceira edição do Invest Class, evento que cria uma oportunidade única para empreendedores e startups que estão em fase de captação de investimento ou que pretendem fazer isso em um curto período de tempo.

Marco Poli, Fábio Póvoa, Edson Rigonatti e Pedro Englert discutem todos os aspectos que os investidores buscam quando decidem investir em uma startup e sobre o que os empreendedores precisam fazer para encantar esses investidores e, consequentemente, alavancar seus negócios.

“É crescente o número de startups dos mais diferentes segmentos no país e, claro, aumenta também a procura por investidores. As duas edições anteriores do Invest Class foram um sucesso justamente por ajudar os empreendedores a encontrar um caminho para encantar os fundos ou investidores anjo no Brasil. Temos grandes expectativas para essa edição”, explica Pedro Englert, CEO do StartSe.

Além do conteúdo ministrado por esses investidores, as startups participantes terão, como bônus, a oportunidade de apresentar um pitch para uma plateia de dez investidores convidados, no final do dia. O encontro acontece em São Paulo, das 9h às 18h, na sede da Microsoft, que apoia o evento. As inscrições podem ser feitas no site do encontro: eventos.startse.com.br/investclass.

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Pesquisa Capgemini: metade das empresas brasileiras investindo em transformação digital

Um novo estudo que avalia o nível de maturidade digital revelou que metade dos executivos brasileiros já estão investindo em transformação digital apesar de seus grandes desafios. Conduzida pela Capgemini, um dos líderes globais em serviços de consultoria, tecnologia e terceirização, em parceira com a Pegasystems, empresa de software que capacita o engajamento do cliente nas principais empresas do mundo, a pesquisa revela que ainda há muito espaço para investimentos adicionais, assim como para um maior envolvimento dos funcionários das empresas com os programas de transformação digital.

“Com base em entrevistas realizadas com 150 executivos de alto nível (C-level) de empresas brasileiras de uma ampla gama de setores, incluindo varejo, bens de consumo, bancos e companhias de seguros, a pesquisa identificou que a pressão de novos entrantes no mercado, bem como os níveis de maturidade digital já existentes, afetam a velocidade da transformação digital dentro das organizações. Contudo, aqueles que superarem estes obstáculos, tornando-se mais maduros digitalmente, colherão resultados relevantes”, afirma Rodrigo Corumba, vice-presidente da Capgemini Brasil.

O relatório mostrou que, embora a definição de transformação digital pareça estar bem definida em muitas companhias, o compromisso da alta administração, bem como o compartilhamento e a promoção de um entendimento comum em toda a organização, tem sido um desafio. A comunicação e o envolvimento dos funcionários, em vez de serem impulsionadores para a transformação digital, são vistos como fatores limitantes em várias empresas, o que pode inibir o sucesso das mudanças.

De acordo com a pesquisa, as tecnologias digitais estão sendo usadas por essas corporações para entender melhor o mercado e seus clientes. Dentre os entrevistados, 63% afirmaram usar a internet de forma geral ou significativa para esse fim, 57% as redes sociais e 53% os serviços móveis, o que indica que a adoção de uma abordagem omnichannel tem sido importante para as estratégias de negócios.

No que diz respeito aos canais de acesso móvel, 39% dos entrevistados afirmaram empregá-los para promover bens e serviços, enquanto apenas 29% os utilizam para vender os seus produtos e serviços. Especificamente nas mídias sociais, 46% responderam que estão fazendo uso de canais sociais para promover produtos e serviços, 41% para prestar serviços ao cliente e 37% para monitorar a reputação da marca. Sua aplicação como ferramenta de engajamento de clientes (38%) e como canal de vendas (35%) tem grande potencial de crescimento.

A pesquisa também descobriu que menos da metade das empresas empregam a análise de dados de forma significativa: 46% a adotaram para orientar o marketing de forma mais eficiente e 44% para otimizar os preços. Embora a tecnologia digital seja usada, principalmente, como uma ferramenta de comunicação com o cliente, ela ainda não é explorada em todo seu potencial de segmentação de clientes e personalização de conteúdo. A análise é aplicada por 36% dos entrevistados para personalizar as comunicações, enquanto por 35% deles para qualificar potenciais perspectivas de vendas.

“Está claro, a partir desta pesquisa, que as empresas no Brasil têm oportunidades significativas para alavancar compromissos mais significativos e duradouros com o cliente por meio de um melhor aproveitamento de suas capacidades digitais”, analisou Rob Spencer, vice-presidente e gerente geral da Pegasystems para a América Latina. “Nossa colaboração com a Capgemini no Brasil está totalmente focada em entregar valor para as organizações que buscam aprimorar o envolvimento do cliente por meio de iniciativas de transformação digital”.

Para ter acesso ao relatório completo, visite: https://www.br.capgemini.com/maturidade-digital-no-brasil

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Compliance para startups

A consultoria anglo-brasileira de compliance e investigação de crimes de colarinho branco Wolfe Associates (www.wolfe.com.br) está lançando um serviço inédito de diagnóstico de governança corporativa para startups e empresas já estruturadas em busca de investidores. Batizado de “Flash Diagnostic”, o serviço é gratuito e faz um mapeamento de riscos para criação ou refinamento de políticas de compliance, gestão de crise e otimização de desempenho de negócios.

Em média, o processo de “flash diagnostic” leva apenas um dia – e fornece à empresa um cenário de áreas do negócio que oferecem riscos de fraudes, corrupção ou outros desvios de conduta, além da localização de potenciais pontos desprotegidos nos principais eixos de seu ambiente administrativo.

Segundo o advogado internacional Barry Wolfe, profissional que já foi chamado de “Sherlock do setor financeiro” pelos esquemas de desvios que desvendou tanto com sua empresa quanto quando foi diretor da KPMG Forensic, “a ideia é dar ao empreendedor um mapa da mina para a criação de uma política real de compliance.”

A estratégia da Wolfe Associates se baseia na necessidade de compliance estruturado em startups que buscam investimentos. “No Brasil com a imagem chamuscada pelos atuais escândalos, governança é condição fundamental para parcerias ou investimentos de fundos estrangeiros”, explica o advogado inglês Edward Jenkins, membro do Queens Consuel e um dos mais importantes especialistas em crimes de colarinho branco da Grã Bretanha.

Além de Wolfe e Jenkins, o time responsável pelo “flash diagnostic” é capitaneado pelos consultores Jefferson Almeida e Marcelo Pereira, especialistas em auditoria forense e financeira e ambos ex-executivos de companhias como Ernest & Young e PwC.

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Copywriting: como usar e potencializar o número de conversão em seu site

Por Rafael Damasceno

Em diversos negócios, o website é a principal ou única porta de entrada para que os visitantes conheçam os produtos e serviços que são oferecidos. Para transformá-los em futuros clientes é preciso uma página funcional, com informações diretas, ótimo design e de fácil navegabilidade, fazendo com que em poucos cliques se consiga alcançar o objetivo. Porém, tudo isso pode ir por água abaixo caso o visitante não se sinta munido de argumentos suficientes que o convençam a realizar a ação que procura. É para ajudar nessa questão que surgiu o copywriting.

Para quem ainda não conhece, o copywriting nada mais é que o uso da linguagem escrita para induzir, direta ou indiretamente, o seu público-alvo e levá-lo a uma ação de conversão. Normalmente essa ação é uma compra imediata ou o contato com sua empresa. Vale lembrar que diferentemente de negócios físicos, as plataformas online não contam com um vendedor para sanar as dúvidas dos clientes e por fim, levá-lo à compra. Nesse cenário, o bom uso do copywriting como ferramenta para geração de vendas é ainda mais importante.

O primeiro passo para o uso da técnica é a criação de conteúdos de qualidade por meio de uma excelente argumentação textual, que envolverá o visitante a cada palavra lida, provocando assim, o interesse que o levará para a conversão final. Esse é o momento ideal para que você fale tudo o que precisa para converter seu visitante e nada além disso. É importante ressaltar que elaborar um bom conteúdo é ainda um fator de relevância para sites de busca, potencializando as chances de sua marca aparecer nas primeiras colocações no ranking dessas páginas.

Fora o excelente conteúdo, é necessário também aguçar a curiosidade do visitante de sua página. Para isso, use títulos que despertem o interesse, juntamente com um bom subtítulo, assim induzindo o visitante a continuar com a leitura. Outra forma de potencializar o interesse do leitor é o uso de fotos, vídeos, infográficos, links e outras informações que facilitem o entendimento do que está sendo oferecido. Evite parágrafos e frases longas, isso pode deixar o visitante perdido com o extenso volume de informações.

Tenha também muita atenção ao uso correto da ortografia! Não adianta ter bons argumentos e usar o “mais” no lugar do “mas”, por exemplo. Isso tira toda a credibilidade de seu site, fazendo com que o visitante desista da leitura, diminuindo as chances de conversão.

Se você ainda não utiliza o copywriting em seu dia a dia, chegou a hora de rever seus conceitos! Mesmo com todo avanço tecnológico e das facilidades de encontrar serviços e produtos, o poder da palavra ainda tem um peso decisivo no momento de induzir seu visitante a comprar seu produto ou escolher seu serviço. Isso muito provavelmente trará um aumento significativo em sua taxa de conversão.

Rafael Damasceno, CEO da Supersonic, primeira empresa brasileira empresa 100% focada no aumento das taxas de conversões de sites

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Fórum Sped debate novo módulo da ECF

O Fórum Sped se reuniu no Conselho Federal de Contabilidade (CFC), em Brasília, nesta terça-feira (22), para discutir a implantação do bloco W da Escrituração Contábil Fiscal (ECF), módulo que atende à demanda da Declaração País-País, da Receita Federal. Também esteve na pauta a proposta de alteração da norma da Receita que detalha a entrega da Escrituração Digital Contábil (ECD), para que possa haver troca de informação na escrituração já transmitida ao fisco.

A Declaração País-a-País (Country-by-Country, no original) é resultado do Projeto Base Erosion and Profit Shifting (Beps), que envolve a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e o G20, e busca evitar a evasão e a elisão fiscal por meio da transferência artificial dos lucros para países com baixa tributação. O Brasil, como signatário do projeto, comprometeu-se em prestar informações sobre as empresas multinacionais em operação no País. A declaração atende a uma das ações desse projeto, a Ação 13.

A declaração é um relatório anual, em que os grupos deverão fornecer à administração tributária da jurisdição de residência do controlador final da multinacional diversas informações e indicadores relacionados à localização de suas atividades, à alocação global de renda, impostos pagos e devidos, entre outras informações.

Aqui no Brasil, ficou acertado que essa declaração será feita dentro da ECF, num módulo específico, o W. Durante a reunião do Fórum Sped, em Brasília, os participantes puderam tirar dúvidas sobre o novo módulo, que já tem leiaute disponível. “A declaração é obrigatória para empresas e grupos que tenham receita consolidada total de € 750 milhões, no ano fiscal anterior ao da declaração, o que no Brasil está restrito a grandes empresas, bancos e outros. Mas é uma medida importante para os países envolvidos”, afirma o representante do CFC no Fórum Sped, Paulo Roberto da Silva.

Durante a reunião também foi debatida a proposta de condicionantes para que ocorra a troca de dados da Escrituração Digital Contábil (ECD), já entregue à Receita Federal. “Antes, quando a ECD era registrada nas Juntas Comerciais, ao verificar um equívoco na contabilidade do ano anterior, o profissional contábil corrigia o livro em que estava o erro e o registrava novamente. Como desde o ano passado é aceito o comprovante de envio da ECD no Sped como prova de entrega, ficamos com uma dificuldade técnica, e o CFC está debatendo a melhor forma de sanar esse problema”, afirma Silva.

A proposta apresentada pelo Fórum Sped ao CFC determina algumas condicionantes para que essa correção possa ser feita. “Por exemplo, não poderá ser feito reenvio se a correção puder ser feita por Lançamento Extemporâneo, de acordo com a norma contábil vigente”, afirma o consultor da Fenacon e integrante do Fórum Sped Márcio Tonelli. A proposta prevê que só haverá reenvio se houver um laudo, assinado por dois profissionais da contabilidade, atestando a necessidade da mudança. “E a mudança só poderá ocorrer nos itens apontados pelo laudo”, completa.

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Startup acelerada em Ribeirão Preto atrai investidores das áreas de varejo e educação

view.aspx A FishTank, startup recém-acelerada pelo SEVNA Seed dentro do SUPERA Parque de Inovação e Tecnologia de Ribeirão Preto, chamou a atenção de duas empresas líderes no desenvolvimento de sistemas para os segmentos de educação e de varejo. A Evolua Educação e a Consinco se tornaram sócias da novata que criou uma tecnologia inédita para a coleta e análise de informações sobre o comportamento dos consumidores em centros comerciais, lojas e eventos.

A tecnologia da FishTank, que promete transformar lojas físicas em smart retails, mapeia com precisão a experiência de clientes por meio de sua localização em ambientes comerciais e oferece informações relevantes aos gestores que atuam nas áreas de operações, marketing e vendas, incluindo tempo de permanência, taxa de retorno, fluxo de passantes, hotzones e muito mais.

“O investimento da Consinco na startup está estrategicamente alinhado às propostas de inovação que defendemos. Nosso foco é ser a mais completa fornecedora de soluções aos nossos clientes, por isso estamos sempre em busca de agregar novos parceiros que possam melhorar e otimizar os processos varejistas. Percebemos, no projeto da FishTank, um grande potencial comercial”, afirma Flavio Barros, presidente da Consinco.

A FishTank, já está presente em diversas cidades do estado de São Paulo e está iniciando projetos em outros estados. O aporte será aplicado nas áreas de desenvolvimento, marketing, vendas e na ampliação da equipe de colaboradores da startup. Com o investimento, a empresa prevê, até o final deste ano, mais que triplicar a quantidade de pontos instalados. “O sistema não fere a privacidade do usuário do aparelho já que utiliza o sinal público de wi-fi e não acessa seus dados pessoais”, destaca o CTO da FishTank, Rodrigo de Almeida. “A função da nossa solução é oferecer ao gestor informações atualizadas sobre tempo de permanência, taxa de retorno, quantidade de novas visitas, conversão de vendas e mais,” explica Fernando Machado, CEO da empresa.

O valuation da FishTank foi peça fundamental para a concretização do negócio. O relatório foi elaborado pela Valore Brasil que utilizou o método do fluxo de caixa descontado, validando dados de previsão de faturamento da empresa com base em projeções do mercado de varejo físico. “O ponto chave de um valuation é o risco, que acaba sendo maior no caso das startups. No caso da FishTank, por ter passado pelo ambiente de aceleração, a empresa tem uma chancela que garante que ela cumpriu os primeiros passos para estruturar o negócio”, avalia Jaziel Pavine, diretor da Valore Brasil.

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Prorrogadas as inscrições para startups participarem de batalha inédita no Brasil sediada na Vivo

Startups que utilizam inteligência artificial como principal tecnologia em suas soluções têm mais prazo para se inscreverem para a terceira edição da batalha global de startups, que acontece dia 9 de dezembro, na sede da Vivo, em São Paulo. As inscrições estarão abertas até dia 29 de novembro por meio do link participe da batalha de AI.

É a primeira vez que um evento nestes moldes acontece no Brasil, como conclusão do curso de verão de Machine Learning, organizado pela norte-americana BigML em parceria com o Telefónica Open Future e a Vivo. Antes, já houve edições da batalha em Boston (EUA) e Valência (Espanha).

Durante a batalha, cinco startups pré-selecionadas irão competir entre si e serão avaliadas por um algoritmo de Machine Learning (o PreSeries), sem qualquer envolvimento humano. As empresas apresentarão seus projetos em inglês e o algoritmo dará notas a cada uma. O algoritmo reflete um extenso modelo preditivo gerado com informações de milhares de startups no mundo, além de considerar rodadas de investimento realizadas até o momento.

A empresa vencedora será convidada a fazer parte da Wayra, academia de aceleração do Telefónica Open Future, durante seis meses, aproveitando benefícios como treinamento, mentoring e conexão com a rede de contatos global construída pelo programa. Após esse período, a empresa será avaliada e poderá receber investimento no valor de US$ 50 mil, conversível em participação de 7% a 10% por parte da Telefónica. O empreendedor vencedor também terá a oportunidade de se aproximar da Vivo e de outras unidades da Telefónica ao redor do mundo, para fazer negócios.

A Microsoft vai premiar a vencedora da batalha com US$ 120 mil em créditos no Microsoft Azure para serem utilizados em dois anos. A startup receberá o selo de BizSpark Plus, upgrade do programa de benefícios para startups da Microsoft, que oferece créditos em Azure, acesso à plataforma de software e oportunidades de conexão com investidores e negócios.

Espera-se que mais de 150 profissionais e interessados em aprender Machine Learning, novas ferramentas que ajudam a transformar dados em conhecimentos práticos e a desenvolver aplicações inteligentes, participem do curso de verão de Machine Learning, em São Paulo. Mais detalhes podem ser encontrados no blog post.

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CargoX estuda aquisições para ampliar atuação e intensificar crescimento no Brasil

O mercado utiliza o processo de fusões e aquisições para alcançar crescimentos acelerados e sustentáveis, muitas das companhias realizaram diversos estudos antes da primeira oferta, pois essa movimentação necessita, além de recursos, de conhecimento para que seja assertiva. Um exemplo de empresa que está neste momento pesquisa é a CargoX (http://www.cargox.com.br) – transportadora que opera conectada em tempo real a uma rede de mais de 100 mil caminhoneiros autônomos – que está estudando companhias que possam acrescentar a seu modelo de negócio. O investimento total deve alcançar R$ 15 milhões até o final de 2017.

O foco das análises serão pequenas e médias empresas do ramo de transporte, desta forma, a CargoX espera expandir sua atuação e aprimorar sua operação, aumentando assim seu valor agregado. “Acreditamos que esse modelo nos ajude a alcançar os números que projetamos. Nossa cultura deve ser mantida e nossos resultados ampliados, temos como foco aprimorar nossa presença no mercado” declara Federico Vega, CEO da CargoX.

A companhia acredita que a cautela será uma grande aliada nesse estratégia, pois a análise possui diversas etapas e inúmeros indicadores serão estudados. Para Federico, a aquisição só será concluída se o negócio for benéfico para todos. “Os passos devem ser calculados com o objetivo de crescimento e otimização de nossas operações, diversos níveis operacionais são afetados com uma compra, desta forma, ela deve ser positiva em sua totalidade, assim teremos a segurança de que será um bom negócio” detalha.

Para o executivo, esse modelo de crescimento também será favorável para o desenvolvimento dos atuais colaboradores, já que o crescimento horizontal da empresa no mercado permite a criação de novos setores e o surgimento de oportunidades. “A aquisição não acrescenta somente no faturamento, ele dá robustez para a empresa e amplia as possibilidades internas, assim, é possível a valorização real de equipes e funcionários qualificados” detalha.

Empresa segue na contramão do mercado latinoamericano

Uma recente pesquisa realizada pela consultoria e auditoria norte-americana Grant Thornton, apresentou que o número de aquisições e fusões na América Latina tem como projeção queda de 16% para os próximos três anos, o que demonstra como a CargoX segue na contramão do mercado. A atuação da empresa tem como base a inovação e romper com o modelo tradicionalmente realizado, tendo como elo a tecnologia e a conexão com a maior frota de caminhoneiros autônomos do país.

Os estudos de aquisição reforçam o crescimento da CargoX, a companhia possui menos de 1 ano de atuação e após os primeiros 10 meses de vida já atingiu 90% de sua meta de faturamento anual de R$48 milhões. A evolução média por mês da transportadora é 57% e isso se reflete na estrutura da equipe que, atualmente, é composta por 120 funcionários com projeções de superar 700 colaboradores até dezembro de 2017. Eles são divididos entre as filiais já ativas de São Paulo, Mato Grosso e Buenos Aires (ARG), outras nas regiões Nordeste e Sul do Brasil devem ser inauguradas no futuro.

Semelhante ao Uber, plataforma de caronas mundialmente conhecida, a plataforma dispõe do aplicativo para o sistema Android, do Google, para que o caminhoneiro fique disponível para cargas, ele deve realizar o download e se cadastrar, em seguida, a CargoX entra em contato com o candidato para os procedimentos de aprovação. Há exigências como a data de fabricação do veículo, que não pode ultrapassar dez anos e duas gerenciadoras de risco avaliam os profissionais, incluindo habilitação, histórico nas estradas, incidentes com roubos de carga e etc. Quando aprovados, eles são encaminhados aos treinamentos da transportadora.

Na outra ponta do modelo estão os donos das cargas. Quando o cliente acessa o sistema da CargoX, a companhia verifica a disponibilidade de caminhões para aquela rota e prazo de entrega. Depois, entra em contato com os caminheiros e negocia o frete. A partir daí, assume a responsabilidade pela carga. Os veículos precisam ter capacidade para carregar entre 12,5 e 45 toneladas. Se as mercadorias de um cliente só preenchem uma fração do espaço, são identificadas cargas de outras empresas para completar a capacidade.

Pagamento móvel cresce, aponta análise global da GFT

A GFT, companhia de Tecnologia da Informação especializada em Digital para o setor financeiro, anuncia o lançamento de sua análise de mercado que mostra o desenvolvimento de pagamentos móveis em uma base global e estabelece recomendações importantes para o setor financeiro.

As soluções de pagamento móvel continuam ganhando importância em nível global, com pioneiros no setor vindos de regiões da Ásia-Pacífico e África, onde poucos indivíduos possuem uma conta bancária tradicional. Dentro da Europa, o Reino Unido, a Espanha e a Itália estão na vanguarda da inovação de pagamento móvel, enquanto na Alemanha ainda existe a necessidade de otimização da experiência de varejo e de uma mudança de mentalidade por parte dos consumidores que ainda estão começando a usar os pagamentos móveis. No Brasil, o estudo mostra uma acelerada evolução, com entrada de novos players, especialmente Fintechs, convivendo com os tradicionais provedores do mercado que também buscam inovação em serviços de pagamento.

O estudo intitulado ‘“Pagamentos Móveis 2016: análise do mercado atual, impactos e recomendações para o setor bancário” fornece uma visão abrangente dos oito principais mercados internacionais: Alemanha, Suíça, Espanha, Itália, Reino Unido, EUA, Brasil e China. A análise compara a evolução destes mercados chave, e os progressos alcançados desde o último estudo realizado pela GFT em 2012, analisando como o mercado tem se desenvolvido desde então e onde é necessária uma ação decisiva no setor bancário.

Em muitos países, novos competidores estão abrindo o seu caminho dentro do mercado. Dentre os entrantes, de um lado temos, por exemplo, os fabricantes de smartphones, que trazem consigo um amplo conhecimento do sistema operacional móvel aliado às ideias de negócios disruptivas, e de outro, as poderosas empresas de internet, particularmente interessadas na monetização dos seus relacionamentos com os clientes por meio de uma carteira móvel. “O futuro das operações de pagamento é determinado pela evolução das cadeias de criação de valor que estão crescendo e cada vez ficando maiores e mais complexas. Outros concorrentes na área ainda dominada por bancos e operadoras de pagamento são as FinTechs”, pontua o diretor executivo da GFT Alemanha, Bernd-Josef Kohl.

“Em toda a Europa, muitos países já dispõem de alguns métodos de pagamento contacless (“sem contato”). Em 2020, na Alemanha, todos os terminais de pontos de vendas (PoS) devem suportar esse tipo de pagamento. Para o setor bancário, isto implica uma ampla gama de novas oportunidades de negócios. “Graças à sua infraestrutura e muitos anos de experiência com os serviços de pagamento, as intituições de crédito possuem condições para assumir uma posição chave no futuro do ecossistema móvel”, aponta Kohl.

As principais instituições financeiras podem também se aproveitar da confiança estabelecida entre os seus clientes, especialmente em relação à proteção de privacidade. De acordo com um estudo recente*, três em cada quatro consumidores têm mais confiança em utilizar um aplicativo de seu próprio banco na hora de realizar uma operação de pagamento móvel, do que uma solução de um provedor de TI ou da Internet, cuja proporção é de um para 10.

Além disso, o mercado da zona euro será exposto a uma nova dinâmica através da introdução de novos serviços de pagamento instantâneo. Até 2018, os pagamentos em tempo real devem ser possíveis na Zona Euro, inicialmente entre as empresas e os indivíduos. Os requisitos legais com os quais a União Europeia pretende reforçar a competitividade e a segurança no mercado de pagamento móvel devem somar uma pressão adicional sobre as instituições de crédito. Com a implementação da PSD2, diretiva europeia dos serviços de pagamento, tais empresas serão obrigadas a garantir que provedores externos tenham acesso aos dados de contas que eles hospedam para os clientes, uma grande mudança em relação a atual “proteção” da relação com o cliente.

Com a sua profunda compreensão das tendências emergentes no mercado e o seu conhecimento das empresas que operam no setor financeiro, a GFT concebeu valiosas recomendações relativas a modelos de negócio e oportunidades de mercado e os potenciais modelos de cooperação. “O foco deve claramente ser sobre a experiência do usuário final. O contato adequado com o cliente representa um elemento essencial no estabelecimento de bons serviços de pagamento móveis. É a experiência do usuário que explicita a diferença entre o sucesso e o fracasso do mercado e isso fundamentalmente resulta em ganhar a fidelidade do cliente ou perdê-lo”, explica o managing director Latam da GFT, Marco Santos.

A análise da GFT oferece valiosas avaliações sobre a evolução prevista dos sistemas móveis de pagamento ao longo dos próximos anos. Para apresentar o estudo, a GFT realizará um webinar no dia 30.11 às 11h. O evento é gratuito e as vagas são limitadas. As inscrições poderão ser realizadas pelo site http://bit.ly/2fvGET0 ou através do telefone (11) 2176-3253 (com Andressa Oliveira).

Webinar “Pagamentos Móveis 2016: análise do mercado atual, impactos e recomendações para o setor bancário”

Data: 30 de novembro de 2016
Horário: Das 11h às 12h (horário de Brasília – Brasil)
Local: Em um computador com áudio e acesso à internet (os detalhes de conexão serão enviados aos participantes inscritos um dia antes do evento).

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Komatsu escolhe a BT para fornecer sua infraestrutura global de TI

A BT anuncia contrato com a Komatsu, empresa internacional fabricante de equipamentos de mineração e construção, para criar uma nova infraestrutura global de TI cobrindo 26 localidades em 15 países da Europa, Ásia-Pacífico e América do Sul.

A BT irá projetar, implementar e gerenciar uma rede híbrida resiliente, combinando o serviço BT IP Connect Global com serviços híbridos (hVPN) para locais menores, permitindo aos funcionários que trabalham nos escritórios da empresa a utilização da Internet para acessar com segurança a rede corporativa.

O tráfego de voz, um item crítico para a Komatsu, envolvendo cerca de 1.100 funcionários, será roteado com o serviço de SIP trunking centralizado do portfólio One Voice da BT – substituindo os serviços de voz tradicionais pela tecnologia de voz sobre IP. Os maiores clientes da BT têm reduzido seus custos em até 34% com os serviços One Voice.

Pertence ao escopo dos serviços da BT melhorar o desempenho das aplicações de uso corporativo da Komatsu – entre elas o tráfego de voz – por meio do BT Connect Intelligence, medindo-se a qualidade do serviço em termos de resultados de negócios, e não de acordo com os tradicionais SLAs (Service Level Agreement).

É importante para a Komatsu que seu novo provedor possa integrar serviços de data center e de nuvem, já que a empresa pretende migar para a nuvem, nos próximos anos, uma série de aplicações corporativas.

Numa primeira fase, a BT Advise, equipe de serviços profissionais da BT, consolidará a infraestrutura de TI da Komatsu em dois data centers da BT. Os serviços de datacenter BT Compute que a BT prestará à Komatsu compreendem telehousing, acesso à Internet e balanceamento de carga, aprimorando a distribuição da carga entre diferentes equipamentos.

Para Chris Borremans, CIO da Komatsu Europa, “o acordo com a BT representa o início de uma jornada rumo a serviços flexíveis e baseados em nuvem, voltados ao suporte de ​​nossas operações, clientes e funcionários em todo o mundo. Acreditamos que a BT seja a integradora de serviços de nuvem certa para trabalhar conosco em um roadmap capaz de tornar realidade nossa visão”.

Fabrice De Windt, CEO da BT para o Benelux, comenta: “estamos muito orgulhosos de a Komatsu nos haver escolhido para prover sua infraestrutura global de TI, iniciando assim uma ambiciosa jornada de transformação digital que se apoia em nossa estratégia Cloud of Clouds de portfólio. E estamos certos de poder demonstrar como nossos serviços e recursos globais irão colaborar decisivamente na geração de grandes resultados de negócio para a Komatsu”.

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