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Siemens amplia portfólio Xcelerator com sistema de gerenciamento de qualidade em toda a empresa

A Siemens Digital Industries Software anunciou o software Teamcenter® Quality, um novo conjunto de soluções que oferece uma abordagem de circuito fechado para o gerenciamento da qualidade, do projeto à manufatura na fábrica, de maneira contínua. O Teamcenter Quality ajuda a manter o desenvolvimento do produto, o planejamento da qualidade e os processos de melhoria contínua em sincronia para maximizar o valor das capacidades de gerenciamento de mudanças e gerenciamento de configuração na plataforma de colaboração do Teamcenter.


“Com as complexidades dos produtos atuais e a exigência de rápido lançamento do produto no mercado, os fabricantes líderes incluem gerenciamento de qualidade em suas capacidades de colaboração, gerenciamento de mudanças e backbone de dados, assim como funciona o Teamcenter hoje”, disse Matthew Littlefield, presidente e analista principal da LNS Research, empresa de analistas de transformação industrial.

“A Samsung e a Siemens têm um histórico de colaboração que permite aos clientes em comum usar a plataforma AFS. É com satisfação que anunciamos que a plataforma AFS agora é certificada para a fase inicial de projetos do novo processo da Samsung Foundry”, disse Sangyun Kim, vice-presidente da equipe de tecnologia de projetos de fundição da Samsung Electronics. “O conhecimento combinado da Samsung Foundry e Siemens fornece aos profissionais de projeto a capacidade de desenvolver e verificar rapidamente CIs inovadores para uma variedade de mercados e aplicações de alto crescimento.”


No mercado de hoje, as empresas são continuamente desafiadas a reduzir os custos operacionais e de produtos e, ao mesmo tempo, melhorar a qualidade, para diferenciar os produtos e obter vantagem competitiva. Todo esforço deve ser dedicado para melhorar a eficiência entre as equipes que podem estar distribuídas pelo mundo. Por outro lado, os consumidores demandam mais inovação, entrega mais rápida e produtos mais baratos no mercado, com garantia de qualidade e segurança. Essa nova expansão do portfólio Teamcenter permite que os engenheiros definam os requisitos de qualidade no início do projeto e estabeleçam os parâmetros necessários para ajudar a garantir que o produto obtido durante a fase de produção atenderá aos padrões de qualidade exigidos.


A Cebi, fabricante mundial de componentes eletromecânicos para o setor automotivo e eletrodomésticos, firmou recentemente uma parceria de longo prazo com a Siemens para acelerar sua transformação digital em todo o processo de desenvolvimento, incluindo a fase de conceito, o processo de qualidade na fábrica e o atendimento ao cliente. “Um aspecto importante da nossa transformação digital é a definição de uma abordagem comum para gerenciar as informações de produtos e melhorar a colaboração em toda a rede global da Cebi, na qual todos os atores trazem seu valor agregado para atender às expectativas dos clientes em termos de inovação e qualidade de produtos”, disse Paul Elvinger, membro da diretoria executiva da Cebi.

“O software Teamcenter Quality fornece o thread digital em todas as fases de projeto e produção, criando fluxos de trabalho alinhados entre as equipes de qualidade, manufatura e engenharia para melhorar a colaboração e reduzir a necessidade de coordenação”, disse o Dr. Raffaello Lepratti, vice-presidente de desenvolvimento de negócios e marketing para gerenciamento de operações de manufatura da Siemens Digital Industries Software. “A criação desta estrutura única para dados de produto, processo e qualidade pode ajudar a garantir que cada etapa do processo seja sincronizada e conforme, além de oferecer rastreabilidade e um alto nível de transparência no processo.”


O Teamcenter Quality é acessado por uma interface da web moderna e inclui orientação ao usuário operada por IA com a funcionalidade Teamcenter Assistant. Para saber mais sobre o Teamcenter Quality, clique aqui. Veja mais informações participando do lançamento do Teamcenter Quality no YouTube em 11 de fevereiro de 2021.O Teamcenter Quality é acessado por uma interface da web moderna e inclui orientação ao usuário operada por IA com a funcionalidade Teamcenter Assistant. Para saber mais sobre o Teamcenter Quality, clique aqui. Veja mais informações participando do lançamento do Teamcenter Quality no YouTube em 11 de fevereiro de 2021.

Mindset Ventures deve concluir captação de seu terceiro fundo no primeiro trimestre de 2021

A Mindset Ventures , gestora internacional de venture capital que conecta investidores renomados a empresas de tecnologia em estágio inicial localizadas nos Estados Unidos e Israel, se aproxima do encerramento da captação de seu terceiro fundo (Fund III). O processo já levantou US﹩ 45 milhões e a empresa espera alcançar o montante planejado originalmente de US﹩ 50 milhões ainda no primeiro trimestre de 2021. Os investidores são majoritariamente executivos, CEOs e family offices, que além de buscarem retornos expressivos, visam a acompanhar mais de perto as novidades desenvolvidas em dois dos mais relevantes pólos de desenvolvimento tecnológico do planeta.

Ainda durante o período de captação, o time de gestão começou a investir os recursos. Com sete investimentos anunciados, mais de um terço do portfólio do fundo, estimado em aproximadamente 20 empresas, já está definido. No Fund III, a Mindset Ventures consolida a tese de investimento dos seus dois fundos anteriores, através dos quais já realizou aproximadamente 40 investimentos desde 2016. De forma resumida, a gestora aporta recursos em startups de estágio inicial com modelos de negócio B2B (business to business) em setores como healthtech, agronegócios, fintechs, cybersecurity e softwares como serviço (SaaS). Como proposta de valor sugerida para suas empresas investidas, a Mindset Ventures promove a entrada de suas startups no mercado brasileiro, de forma a colaborar diretamente para a expansão de seus negócios.

“Das empresas em que investimos neste terceiro fundo, já tivemos sinalizações de excelentes perspectivas. A Turing , por exemplo, cresceu em uma velocidade tão grande que pularam a captação do Series A e foram direto para o Series B, evento que nos gerou um retorno anual de cerca de 30% em um curtíssimo espaço de tempo”, afirma Daniel Ibri, CIO da Mindset Ventures. Esta promissora startup com sede no Vale do Silício facilita a contratação de programadores e engenheiros de software remotos em vários países do mundo. A Turing cresceu exponencialmente no ano passado devido à pandemia, e já foi feito o segundo investimento nela com um retorno significativo em relação ao primeiro investimento feito no primeiro trimestre de 2020.

“Uma vez que o trabalho remoto está se tornando tendência e há escassez dessa mão de obra técnica e qualificada nos grandes centros urbanos, a Turing facilitará a contratação de profissionais de tecnologia e desenvolvedores de software, essenciais para o crescimento de diversos negócios ao redor do mundo. Com isso, a HR tech pode gerar mais oportunidades de trabalho e de contratações, sem a necessidade de uma proximidade geográfica. Atualmente, ela já opera com profissionais do mundo todo, inclusive com programadores brasileiros em sua plataforma”, revela Ibri.

O mercado de Venture Capital no Brasil e a Mindset Ventures estão de olho nas tendências de inovação para 2021. Alguns setores especificamente têm grande potencial de gerar startups para 2021: healthcare, agro e cybersecurity. Quanto a inovações, a automação, seja para softwares de automação ou para veículos autônomos, por exemplo, e as tecnologias no campo do trabalho remoto são as que devem receber grande parte dos investimentos em 2021. O setor de gaming também apresenta grandes perspectivas para este ano, tendo no final de 2020 atingido um tamanho superior ao das indústrias de cinema e esportes juntas.

Digisystem abre 46 vagas de emprego que pagam até R$14.000

Mesmo com o cenário econômico ainda adverso para novas contratações em decorrência da pandemia do COVID-19, a Digisystem, companhia brasileira fornecedora de soluções de negócios de tecnologias avançadas que ajudam as empresas a passarem pela jornada da transformação digital, anuncia a abertura de 46 novas vagas relacionadas à área de tecnologia para atuação em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, mas os candidatos do Brasil inteiro podem se candidatar e trabalhar remotamente.

A iniciativa reforça o apoio da empresa à campanha nacional “Não Demita”, criada pela Ânima Educação. Com 1100 colaboradores compondo a equipe atualmente, dos quais 35% estão trabalhando presencialmente em escalas semanais para manter o distanciamento social, a expectativa da Digisystem é a realização de 240 novas contratações no primeiro semestre de 2021.

De acordo com a diretora de Recursos Humanos da Digisystem, Mirian Macedo Amaral, o maior desafio desde o início da pandemia foi manter as pessoas em segurança, saudáveis física e mentalmente, sem alterar a qualidade de produção. “A Digisystem aderiu ao Movimento Não Demita abrindo mão das suas margens para contribuir com a sociedade mantendo os empregos. Com isso, não perdeu talentos e se manteve pronta para agir quando os clientes demandavam. O resultado é o crescimento”, explica.

Vagas em aberto na Digisystem

Atualmente, a Digisystem conta com os seguintes cargos, para atuação em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília: Desenvolvedor React JS (Júnior, Pleno e Sênior), Analista BI, Desenvolvedor.net Pleno (com PL/SQL), Analista automação de testes (Júnior, Pleno e Sênior), Desenvolvedor Java, Analista de Suporte e Consultor Tasy (função que engloba módulo de implantação, relatórios, financeiro/contabilidade e cadastro).

Na esteira das melhorias a Digisystem acaba de fechar a parceria com a Kenoby para a divulgação das vagas . Até o término da implantação os currículos podem ser enviados diretamente para o seguinte e-mail: guilherme.lins@digisystem.com.br. Após a primeira seleção de currículos, o profissional será direcionado para a equipe de RH da Digisystem, que em conjunto com a área técnica, realizarão as entrevistas e a aplicação dos testes virtualmente. Após aprovação dos candidatos, os trâmites da contratação continuam remotos. Apenas o exame médico será realizado presencialmente. Após a contratação, os treinamentos e imersões serão viabilizados através de ferramentas de colaboração.

A empresa também investiu em uma plataforma de treinamento online e adaptou todo o seu processo de onboarding para remoto. “Os processos eram presenciais, com dinâmicas ou entrevistas. A entrega de documentos era presencial e cheia de cópias em papel. Nos adaptamos e agora o processo seletivo é online e a entrega de documentos é feita em um site onde todos os documentos são digitalizados”, finaliza a executiva.

Desde março de 2020, a Digisystem está atenta às medidas para garantir a segurança de seus colaboradores, clientes e parceiros. A companhia criou um comitê de gestão de crise, com o objetivo de avaliar os impactos da pandemia e instruir frequentemente os funcionários sobre medidas de segurança e prevenção do COVID-19, por meio de canais informativos.

BTG Pactual prorroga inscrições de programa para recém-formados

O BTG Pactual (BPAC11), maior banco de investimentos da América Latina, está com inscrições abertas para o programa Próxima Geração, dedicado a identificar, contratar e treinar jovens talentos que farão parte da próxima geração do time BTG Pactual. Os aprovados terão desenvolvimento e acompanhamento constante por parte dos líderes de suas respectivas áreas de atuação.

“Desenvolver e aperfeiçoar os nossos talentos é parte fundamental do nosso sucesso, e garante a perenidade de nossa cultura e nossos valores. Buscamos jovens com muita dedicação e vontade de crescer profissionalmente, desenvolvendo e construindo, em equipe, um negócio único e especial na indústria financeira, que passa por intensa transformação”, diz Mateus Carneiro, sócio responsável pelo RH do BTG Pactual.

As inscrições para o Próxima Geração foram prorrogadas até 7 de fevereiro, e há vagas para diversas áreas do banco, incluindo a área de tecnologia.

A área de Tecnologia do BTG Pactual está à frente da criação de novos negócios e é responsável por dar escalabilidade e eficiência aos processos do banco. “No BTG Pactual, utilizamos padrões de desenvolvimento modernos, e diferentes linguagens de programação. Trabalhamos com metodologia ágil, DevOps com integração contínua, automação de deploy e automação de testes, além do nosso desenvolvimento ser todo feito em cloud” explica David Favaro.

O banco acredita que a proximidade do time de tecnologia as áreas de negócios e demais times do banco é importante para o processo de inovação, e estimula um ambiente colaborativo, com liberdade para novas, soluções e padrões de desenvolvimento.

Para conhecer mais cada área, acesse o site e se inscreva. Para participar do processo seletivo, é necessário atender aos seguintes pré-requisitos: formação entre janeiro de 2018 a janeiro de 2021 e é desejável inglês fluente.

“Antes de sermos o Melhor Banco de Investimentos da América Latina, somos o Melhor Banco de Talentos da América Latina. Esse é o segredo de nosso sucesso há mais de 30 anos”, conclui Carneiro.

Com novo Head of Sales para Software, FH busca consolidar expansão de negócios

O executivo Eduardo Augusto Moura da Cunha, novo Head of Sales da operação de software da FH, empresa do grupo Itelligence | NTT Data, líder em tecnologia para negócios em empresas dos principais setores da indústria, chega à companhia com o desafio de consolidar a expansão dos negócios da empresa no Brasil.

Formado em Marketing Digital pela ESPM, com extensão em Gestão da Força de Vendas, Merchandising e Marketing pela FGV, Eduardo é um entusiasta e motivador do desenvolvimento de novas tecnologias que auxiliam as empresas a alcançarem seus objetivos de forma eficaz e econômica.

“Nesse momento de pandemia, quando empresas estão acelerando seus processos de imersão digital e buscando tecnologias avançadas, sinto que minha responsabilidade em contribuir com a sociedade aumenta. Sou uma pessoa focada no cliente e comprometida em buscar as melhores soluções para alcançarem seus resultados. Acreditando nesse propósito junto-me à FH como Head of Sales, com o objetivo de consolidar e expandir nossos serviços no mercado da tecnologia da informação e promover a transformação digital nas companhias dos principais setores de negócios do país”, comenta Eduardo Augusto Moura da Cunha.

Anteriormente à FH, o executivo atuou em empresas e organizações líderes de mercado, como Grupo Voetur, CVC Operadora, Micros Fidelio e Oracle.

Parceria incentiva produção de insumos para medicamentos e vacinas no Brasil

A pandemia do Coronavírus explicitou a dependência da indústria nacional, gerando escassez de produtos em diversas áreas. Não foi diferente com a cadeia produtiva farmacêutica. Logo após euforia da aprovação de uso emergencial das Vacinas Oxford/AstraZeneca e Coronavac, veio o receio da paralização da imunização por falta do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA), catalisador do qual depende a fabricação das vacinas, no país.

Para deixar o setor farmoquímico mais flexível e independente de pressões e escassez externas, a Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (EMBRAPII) e a Associação Brasileira da Indústria de Insumos Farmacêuticos (Abifiqui), se uniram e assinaram nesta quarta-feira (26), em cerimônia online, um acordo de Aliança Estratégica de fomento a inovação, produção local e tornar o país mais independente tecnologicamente.

“O papel da EMBRAPII é fortalecer a indústria nacional e conta, para isso, com um modelo ágil, flexível e sem empecilhos burocráticos. As Unidades EMBRAPII estão preparadas para atender às demandas das empresas e, inclusive, pretendemos credenciar novos centros para atuar com o setor da saúde. Eu tenho certeza de que será possível unir a expertise acumulada do setor empresarial com o conhecimento dos pesquisadores das Unidades EMBRAPII para promover mais inovação no setor farmacoquímico”, explica o diretor presidente da EMBRAPII, Jorge Guimarães.

Para a produção de remédios e vacinas, a indústria farmacêutica utiliza insumos farmacêuticos ativos (IFAs). Somente 5% dos insumos utilizados pela indústria farmacêutica para a produção de remédios prontos são produzidos no Brasil — o outros 95% são importados, mais de 70% vêm provenientes da China e da Índia, países que fizeram grande investimentos nos últimos 20 anos na sua indústria de química fina.

“Há uma necessidade absoluta de nós agregarmos ao conhecimento dos empresários em parceria com os pesquisadores o que temos disponíveis em desenvolvimento tecnológico. As universidades e centros de pesquisas tem competência de nível global. Precisamos explorar mais essa capacidade afim de agregarmos ao setor de insumos no país”, destaca o presidente do Conselho de Administração da Abiquifi, José Correia.

A EMBRAPII promove o encontro de empresas com a rede de Unidades EMBRAPII, importantes centros de pesquisas no Brasil, para auxiliá-las a superar seus desafios tecnológicos. Há unidades com competência para desenvolver soluções em fármacos, biofármacos e insumos para o setor farmacêutico.

A aliança com a ABIQUIF se soma a uma série de ações da EMBRAPII com o objetivo de fortalecer laços com setores industriais específicos. A instituição também mantém acordo com a ABBI (Associação Brasileira de Bioinovação), ABIMO (Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos e Odontológicos), ABTCP (Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel), ABAL (Associação Brasileira de Alumínio), ABINEE (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica), ABIT (Associação Brasileira da Indústria Têxtil), IBRAM (Instituto Brasileiro de Mineração), ABIHPEC (Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos) e Sindipeças (Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores).

Empresas familiares empregam 75% da força de trabalho no Brasil

‘The Harvard Business Review – Family Business Handbook’ revela como garantir o futuro dos negócios que passam de pai para filho

Diz o ditado que “pai rico, filho nobre, neto pobre”. Josh Baron e Rob Lachenauer, cofundadores e sócios da BanyanGlobal – empresa com sede em Boston que oferece consultoria aos donos das mais bem-sucedidas empresas familiares do mundo -, mostram que não é bem assim. Eles acabam de lançar The Harvard Business Review – Family Business Handbook, um manual prático para negócios familiares em que explicam como construir e manter um negócio de sucesso através de gerações.

No mundo inteiro, as empresas familiares são um potente motor da economia. Isso fica evidente não apenas pela popularidade de séries de TV (como “Succession”, “Empire”, “Dynasty” e “Dallas”) e novelas que abordam o tema, mas no tratamento que a imprensa costuma dar a dinastias da vida real em empresas de mídia, esportes e negócios. Afinal, as empresas familiares representam cerca de 85% das empresas globais. Só os Estados Unidos têm 5,5 milhões dessas companhias, que empregam 62% da força de trabalho.

No Brasil, o quadro não é muito diferente, e esse modelo de negócio concentra 90% das empresas, respondendo por 65% do Produto Interno Bruto (PIB) e empregando 75% dos trabalhadores no país. É a estes empresários e funcionários, familiares ou não, que compartilham salas de reuniões e de jantar, que o manual mostra caminhos para enfrentar desafios tão particulares, como as sucessões.

“Uma estatística frequentemente citada é que apenas 30% das empresas familiares passam para a segunda geração; 10% a 15%, até a terceira; e 3% a 5%, até a quarta. Estes parecem números desanimadores. Mas vamos colocá-los em perspectiva. Quantas empresas de qualquer tipo ainda existem após o equivalente a três ou quatro gerações?”, provoca Josh Baron, acrescentando que um estudo com 25 mil empresas de capital aberto de 1950 a 2009 descobriu que, em média, elas duraram cerca de 15 anos, ou nem mesmo uma geração. “Nesse contexto, as empresas familiares se mostram muito duradouras”.

No livro, Baron e Lachenauer trazem orientações e conselhos práticos para quem de alguma forma está envolvido em negócios familiares e busca construir, crescer e sustentar os negócios por anos e gerações futuras.

Neste sentido, os autores apresentam métodos comprovados e abordagens para a comunicação eficaz, gerenciando conflitos, construindo estruturas de governança corretas e muito mais. Para isso, contam com a experiência acumulada de décadas trabalhando com mais de 200 empresas com este perfil, de todos os tamanhos, em 20 países de seis continentes. Mais de 20 delas são do Brasil, onde a BanyanGlobal mantém um escritório.

Philip Morris Brasil tem novo gerente de Inovação e Transformação

Há mais de 10 anos liderando equipes globais na área de transformação digital, Denis Chamas assumiu o cargo de gerente de Inovação e Transformação da Philip Morris Brasil (PMB) no mês de janeiro. Mestre em tecnologias do Inteligência e Design Digital, pela PUC-SP e com formação em duas das mais tradicionais instituições norte-americanas na área – certificado em Inovação Radical pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e especialização em futurismo pelo Institute for the Future – o executivo tem passagens por empresas como Unilever e Cisco, além de agências como a F.biz, R/GA e Wunderman. Atualmente, também atua como professor na Miami Ad School e comanda a Startup Rad Lab, focada em pesquisa de maturidade tecnológica e cognição. Na PMB desde 2018, Denis vem colaborando para a construção da inovação na empresa, um dos pilares do grande processo de transformação vivido globalmente pela Philip Morris International, para criar um futuro sem fumaça e substituir os cigarros convencionais por produtos sem combustão. Além de atuar na definição de uma visão de futuro, soluções aos desafios do negócio e na melhoria contínua da experiência do cliente, com base em uma agenda de inovação. Também é o responsável por conduzir a articulação de parcerias entre a PMB e hubs de inovação e desenvolver estratégias de trans formação digital. No novo cargo, Denis Chamas contribuirá com a área de Pessoas & Cultura, para acelerar em todo território nacional a adoção de novas formas de trabalho, conexão com ecossistemas de inovação e  dar suporte à transformação digital em curso. Também fortalecerá, dentro da PMB, o trabalho dos squads (equipes internas e multifuncionais), que utilizam o framework Ágil, criando um ambiente inovador e criativo, indispensável em processos de transformação.

A adoção dessas equipes vem crescendo dentro da empresa, com nove times ativos, reunindo pessoas das áreas de finanças, vendas, tecnologia da informação e logística. Cada um dos grupos atua em temas específicos, como análise de dados, e-commerce, logística e outros, a partir da estratégia de transformação da empresa.

The Bakery completa 3 anos no Brasil e mapeia 5 mil startups no mundo

A britânica The Bakery – primeira consultoria de inovação corporativa do mundo, fundada em 2012 pelos empreendedores e investidores ingleses Andrew Humphries e Tom Salmon – está completando três anos de operação no Brasil e colhe os frutos dos programas realizados para dezenas de clientes de grande porte, como Natura, Vale, Grupo Fleury, Johnson & Johnson, Banco Itaú, Banco Pan e CCR. A carteira de mais de 20 clientes será ampliada em 2021 e a empresa já aumentou sua equipe em 70% nos últimos dois meses. O número atual de profissionais (24) deve dobrar até o fim desse ano.

A pandemia da Covid-19 trouxe ainda mais desafios para as companhias e a consultoria já sente neste início do ano um maior entendimento e disposição das corporações em investirem em programas de inovação mais robustos. Nos últimos meses, a unidade brasileira da The Bakery firmou novos contratos com tíquetes mais que 100% maiores do que os anteriores, com programas de duração e escopo ampliados, incluindo programas híbridos com diferentes frentes de trabalho.

“Nossa metodologia exclusiva de trabalho ajuda as corporações a inovarem de maneira rápida e eficiente, identificando problemas, acessando os melhores empreendedores e ideias, onde quer que eles estejam, testando e implementando soluções criadas por startups do mundo inteiro. Grandes empresas que já nos haviam contratado ao longo dos dois primeiros anos da nossa operação nos procuraram em 2020 para novos projetos, convictas de que o processo trará, novamente, o retorno desejado”, conta o sócio e cofundador Felipe Novaes, que iniciou a The Bakery no Brasil junto ao sócio Marcone Siqueira.

Sem fronteiras para encontrar soluções para desafios estratégicos 

Mas, de que forma as startups entram no radar? A empresa não se restringe a um portfólio próprio de empreendedores, como ocorre em tradicionais aceleradoras, nem aloca grandes times dentro do ambiente do cliente, serviço de alto custo oferecido por consultorias de negócios. Com escritórios em 5 países, clientes em 16 e mais de 150 desafios corporativos resolvidos, a The Bakery atua com isenção na relação com as startups e tem como principal diferencial a sua ampla rede global de soluções, composta por milhares de empreendedores, mentores, professores, pesquisadores e investidores em mais de 30 países.

Por intermédio dessa rede, a The Bakery já mapeou, até agora, 5 mil startups nacionais e internacionais que, de alguma forma, endereçam os desafios mais estratégicos dos seus clientes. Marcone Siqueira explica que, a partir da identificação de cada desafio, são encontradas e engajadas em média 250 soluções para diferentes ângulos de ataque, que passam por uma avaliação ágil, porém, rigorosa.

No funil dos programas de inovação aberta, os resultados conquistados pela The Bakery Brasil são animadores: mais de 150 startups já apresentaram suas propostas para companhias brasileiras, pelo menos 70 iniciaram testes e cerca de 30 já estão trabalhando com corporações.

“Nossa busca não tem fronteiras. Nós acreditamos que, para muitos problemas, alguém, em algum lugar do mundo, já desenvolveu uma solução. A empresa, sozinha, não consegue acessar uma rede tão vasta em tão pouco tempo e, muitas vezes, não conhece os códigos certos para ativar os potenciais parceiros e trazê-los para perto. Nosso trabalho é reduzir essas distâncias, ajudando empresas a encontrar a melhor solução e adaptá-la à sua realidade”, diz Siqueira, que também é professor no MBA em Finanças do Ibmec-BH e no MBA em Inovação Corporativa da FIAP. Graduado em Relações Internacionais, foi chefe de investimentos do governo britânico na América Latina e Caribe, entre 2014 e 2018, e consultor de investimentos para empresas de tecnologia.

Vertentes Partner, Build e Buy

A The Bakery atua em três vertentes dentro dos seus programas corporativos: Partner, Build e Buy. Para resolver um desafio ou problema, seus clientes podem firmar uma parceria com as startups (Partner), desenvolver uma startup própria (Build) ou adquirir a startup que atenda às suas demandas (Buy). Na versão Build, a The Bakery estrutura todos os processos e estratégias para apoiar o cliente na construção de uma solução, criando um negócio, serviço ou produto, digital ou não, para explorar oportunidades de mercado ou demandas de usuários (programa Startup-as-a-Service), ou unindo empreendedores e intraempreendedores para a cocriação de startups inovadoras (programa Start). Ambos são programas com metodologias para Venture Building.

Há, ainda, os chamados programas colaborativos, que reúnem empresas para solucionar desafios de diferentes setores. Recentemente, foram lançados o The Bakery Health Lab e o Capital Markets Lab.

Cases de sucesso

Um dos cases de maior destaque é o trabalho realizado com a Natura (ganhadora do Prêmio Valor Inovação Brasil 2020) em seu Zero Waste Packaging Innovation Challenge, colaborando para o ambicioso desafio de zerar o descarte de embalagens plásticas de uso único. Em parceria com MIT (Massachusetts Institute of Technology), Universidade Técnica de Munique e outras renomadas instituições, foram mapeados 574 potenciais parceiros em 35 países, desde empresas de logística reversa até especialistas em biotecnologia. Três soluções foram selecionadas para a fase de testes.

Outro exemplo recente é um dos cases da Vale. No início da pandemia, com apoio da The Bakery, a companhia realizou uma chamada pública, no Brasil e no Canadá, para soluções de combate ao novo coronavírus. Foram recebidas 1.800 propostas. A mineradora doou US$ 1 milhão para 11 startups que, juntas, impactaram mais de 500 mil vidas.

“Até pela experiência de seus sócios, a The Bakery navega muito bem nos dois universos, o do mundo corporativo e o das startups, contribuindo para essas conexões e falando a língua de executivos e de empreendedores. Nossa missão é unir as forças dessas empresas para ajudar a tornar o mundo mais empreendedor”, destaca Novaes, que é engenheiro de formação e foi cofundador de uma startup de educação em Nova York – investida pelo inventor do Cloud Computing, além de ter atuado por 13 anos em grandes empresas como Avon, Vale e Syngenta, com gerenciamento de projetos e novas tecnologias.

Nimbi está com 24 vagas abertas

A Nimbi, empresa de Supply Chain Management, está com 24 vagas abertas, com contratação imediata, para a unidade matriz, na cidade de São Paulo, no bairro da Vila Olímpia, e também para trabalho remoto.

A Nimbi é uma companhia especializada em soluções de tecnologia para o mercado de supply chain management, possui sede no Brasil e operações por diversos países, como, por exemplo, Argentina, Uruguai, Paraguai, Chile e México. Nos últimos cinco anos, a empresa já transacionou mais de R﹩ 170 bilhões em sua plataforma. Atualmente, conta com mais de 270 colaboradores distribuídos em São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e outros estados.

“Aqui na Nimbi temos a cultura de formar bons profissionais. Temos gestores e coordenadores, que ocupam os cargos hoje em dia, e entraram na empresa como estagiários. Nós valorizamos aqueles que se esforçam, se dedicam e que querem crescer com a empresa”, afirma Carolina Cabral, sócia diretora da Nimbi.

As oportunidades oferecidas são para consultores e analistas comerciais, analista de tesouraria, assistente de operações, analista de relacionamento, analistas de vendas, estagiário de compras, analista de implantação e gerente de implantação logística.

Para a vaga de analista de implantação logística, os selecionados serão responsáveis pela implantação do Gestão de Fretes e mapeamento de processos. Caso o candidato apresente conhecimento e experiência em processos logísticos e vivência com transportadoras será considerado um diferencial. O interessado deve ter graduação completa, preferencialmente nos cursos de Ciência da Computação, Sistemas de Informação, Análise de Sistemas e Engenharia de Computação.

Já o analista de relacionamento será responsável pela relação da Nimbi com os seus clientes, entender as necessidades de cada um e propor melhorias e inovações. Para se candidatar é necessário ter no mínimo dois anos de experiência em transportadoras ou com logística, excelente comunicação verbal, escrita e vontade de aprender.

Nas vagas comerciais, os candidatos escolhidos serão responsáveis por atuar na prospecção de novos clientes, fazer o levantamento de necessidades técnicas para apresentar soluções, gerenciar a carteira de clientes e o funil de oportunidades de venda com a utilização do CRM Pipedrive, entre outras atividades.

Para todas as oportunidades, a Nimbi busca pessoas que tenham proatividade, demonstrem facilidade na elaboração de soluções a partir das ferramentas utilizadas, que sejam analíticos, gostem de atuar com melhorias e possíveis evoluções de aplicações, sejam comunicativos e dinâmicos.

A Nimbi oferece salário e bolsa-auxílio compatíveis com o mercado, vale-refeição, seguro de vida, plano de saúde e odontológico. Os interessados podem acessar o LinkedIn da empresa e se candidatarem por lá, ou enviar um e-mail para eunanimbi@nimbi.com.br com o título da vaga no assunto.

FEBRABAN prorroga prazo para inscrição em programa de aceleração de empresas com projetos na área de educação financeira

O prazo para inscrições no Programa de Aceleração Meu Bolso em Dia FEBRABAN foi prorrogado. Empresas de pequeno e médio porte (PMEs), Organizações Não Governamentais (ONGs) e Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscips) que tenham projetos na área de educação financeira têm até 28 de fevereiro para se inscreverem pelo site https://aceleracao.meubolsoemdia.com.br.

A ação tem como objetivo impulsionar empresas com projetos de educação financeira com potencial de ganho de escala, visando o desenvolvimento de soluções inovadoras, abrangentes, inclusivas e gratuitas ou sem custo adicional para o consumidor. A Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN) investirá R$ 1 milhão no programa, incluindo mentorias, workshops e aportes financeiros.

Além disso, as 20 empresas selecionadas para o programa de aceleração terão a oportunidade de divulgar seus projetos para executivos de bancos, do Banco Central, da FEBRABAN e de parceiros, que serão convidados para compor as bancas de avaliação e classificação.

O programa conta com o apoio do Banco Central e da aceleradora Voe sem Asas.

“Ninguém mais tem dúvida sobre a importância da educação financeira como fator de promoção de qualidade de vida e cidadania. Ainda temos um longo caminho pela frente. Mas estamos fazendo a nossa parte para acelerar esse processo”, diz Isaac Sidney, presidente da FEBRABAN.

Os interessados devem ter desenvolvido projetos inovadores na área de educação financeira que respeitem os seguintes critérios:

• protótipos em estado avançado ou projetos em estágio de ganho de escala;

• relevância do problema a ser trabalhado pelo projeto e seu impacto;

• elementos de inovação presente na solução e;

• potencialidade de alcance referindo-se ao mercado, pessoas e usuários.

Após o encerramento das inscrições, uma banca, formada por representantes da FEBRABAN, do Banco Central, da Voe sem Asas e de instituições financeiras, irá escolher até 20 projetos que estejam alinhados com os objetivos do programa.

Os projetos selecionados passarão pela primeira fase do programa, com duração de oito semanas. Ao longo desse período, serão realizados workshops e sessões de mentoria com objetivo de aprofundar o conhecimento das empresas sobre os desafios para a promoção da educação financeira e validar as soluções propostas por meio de experiências com os usuários e clientes. Ao término dessa etapa, serão selecionados até 10 iniciativas para continuar no programa.

A segunda fase do processo seletivo terá duração de cinco semanas durante as quais as empresas irão elaborar o plano de negócio dos projetos. É nessa etapa que elas irão detalhar o tipo de auxílio que precisam para que o projeto tenha alcance nacional, como por exemplo, aportes financeiros e conexão com outras entidades para formação de redes de apoio em todo o país.

Ao final desta fase, os participantes apresentarão seus projetos e os planos de negócio para uma Comissão formada por executivos de bancos, representantes da FEBRABAN, do Banco Central e da Voe sem Asas que escolherá até cinco deles para receber o aporte financeiro e que avançarão para a terceira fase de escalabilidade.

Na terceira fase as equipes deverão desenvolver a solução visando o ganho de mercado e gerando valor aos usuários (tração de clientes). Nessa fase, até 5 projetos continuarão com mentoria e acompanhamento adicional por 12 meses.

Mais informações sobre o Programa de Aceleração Meu Bolso em Dia FEBRABAN estão disponíveis em https://portal.febraban.org.br/pagina/3299/52/pt-br/programa-meu-bolso-em-dia.

Solinftec e IBM fazem parceria visando elevar os padrões de digitalização agrícola

A IBM e a Solinftec, plataforma agrícola líder de mercado, estão trazendo novas soluções de precisão para a agricultura em todo o mundo. Os insights incomparáveis da IBM baseados no clima estão agora sendo combinados com algoritmos sofisticados e inteligência artificial da Solinftec para fornecer soluções de tomada de decisão em tempo real para a agricultura.

Por meio desta parceria, a Solinftec utiliza dados meteorológicos locais e previsões da The Weather Company, uma empresa IBM, para fornecer soluções agrícolas digitais que potencializam a eficiência operacional, o uso de insumos e a conformidade agrícola, reduzindo, em última análise, os impactos ambientais.

“A IBM é um líder mundialmente conhecido em inteligência artificial em muitos setores”, diz Britaldo Hernandez, CEO e fundador da Solinftec. “Estamos construindo rapidamente parcerias nas Américas com especialistas do setor, como a IBM, a fim de fornecer soluções que tenham um impacto significativo na agricultura global.”

“Poucos fatores superam o impacto do clima na maioria das operações agrícolas”, diz Daniel Padrão, diretor de operações da Solinftec. “Dados meteorológicos precisos são cruciais na fazenda, não apenas para excelência operacional, mas para gerenciar melhor os insumos e aumentar a produtividade. Estamos aproveitando os insights exclusivos da IBM para fornecer aos agricultores e varejistas as informações baseadas no clima de que precisam”.

Fernanda Borges, líder de desenvolvimento de negócios da IBM para Weather na América Latina, acrescenta: “Não é apenas uma questão de dados meteorológicos, é o que os dados meteorológicos podem trazer para os agricultores e às suas empresas”.

A Solinftec combina agronomia em tempo real, máquinas e dados meteorológicos para alimentar algoritmos e conduzir excelência operacional e conformidade. “Os usuários da Solinftec no Brasil, por exemplo, viram um aumento na eficiência de suas operações em até 40%”, complementa Padrão.

“IBM e Solinftec são empresas comprometidas em apoiar seus clientes para alcançar eficiência operacional, otimização de recursos e melhores resultados. Desde 2018, a Solinftec usa os dados da IBM Weather para alavancar soluções que beneficiam seus consumidores e a sociedade, promovendo inovação e endereçando problemas críticos relacionados à agricultura, produção de alimentos, sustentabilidade e redução de resíduos. Esta é uma parceria-chave para a IBM e estamos trabalhando juntos para explorar novas tecnologias que possam expandir os recursos da Solinftec, entregando dados de maior valor para seus clientes e percepções de negócios mais precisas”, acrescenta Jose Luis Spagnuolo, Diretor Global da IBM para Software Client Technical Architects.

“Os consumidores e empresas em todo o mundo estão cada vez mais focados nas questões de sustentabilidade. A IBM está pronta para fornecer dados de qualidade e alta precisão em grande escala para apoiar empresas que se concentram em aumentar a eficiência operacional e otimizar os recursos de seus clientes”, afirma Borges. “A Solinftec, com sua escala e expertise em agricultura digital, é uma parte fundamental de nossa estratégia global para apoiar o agronegócio e servir as pessoas em todo o mundo.”