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Henrique Sei é o novo diretor-presidente da Epson no Brasil

A Epson anuncia Henrique Sei como seu novo diretor-presidente no Brasil. O executivo assume a liderança da companhia no país em substituição a Fábio Neves, que ocupava o cargo desde abril de 2019 e foi promovido a vice-presidente de Vendas da empresa na América Latina.

“Estou muito contente com o desafio de contribuir para o fortalecimento das operações da Epson no Brasil e tenho certeza de que será uma fase de continuidade dos resultados estratégicos e de grandes conquistas. Junto da equipe, buscarei manter a curva de crescimento da empresa e a sua sólida atuação em todo o País”, comenta Sei.

O executivo é formado em Design Gráfico pela Faculdade Belas Artes, de São Paulo, possui MBA em Finanças Corporativas na Fundação Getúlio Vargas, especialização como CIO pelo Insper, e MBA Executivo em General Management pela UCLA. Em sua trajetória profissional de mais de 20 anos na liderança de empresas e no gerenciamento de projetos no Brasil e na América Latina, teve passagem pela G4S, líder do mercado de segurança e facilities, na qual era recentemente CEO no Chile e Diretor Comercial na América Latina, e na DELL Technologies, na qual foi o Diretor de Vendas e Soluções para Brasil e América Latina.

Os resultados consistentes da Epson no Brasil têm contribuído para o reconhecimento e a movimentação de executivos brasileiros dentro da companhia nos últimos anos. Fábio Neves assumiu o cargo de diretor-presidente da empresa no país em 2019 após a promoção de Fernando Stinchi a vice-presidente de Marketing na América Latina no mesmo ano. Agora é a vez de Neves levar suar expertise à sede da Epson Americas na Califórnia, Estados Unidos, onde será responsável pelas estratégias de vendas e negócios das diversas linhas de produtos da companhia na América Latina.

“Nestes dois anos em que liderei a operação da Epson no Brasil tive o apoio de equipes altamente qualificadas, capazes de se adaptar a cenários em constante transformação e a superar os desafios com excelência e profissionalismo. Os resultados comprovam o quanto nossas estratégias e parcerias vêm rendendo frutos e é com muita satisfação que assumo a missão de expandir os negócios da companhia em toda a região da América Latina”, afirma Neves.

Azion tem 96 vagas abertas em diversas áreas

Não é segredo que enquanto alguns setores sofreram baixas no volume de contratação, o mercado de tecnologia teve um aumento significativo no número de oportunidades. Esse crescimento exponencial se deve, principalmente, à transformação digital acelerada pela pandemia do novo coronavírus.

Uma empresa brasileira de tecnologia que visa ampliar o número de colaboradores, é a Azion, uma das líderes globais de Edge Computing, que tem como objetivo simplificar a criação e entrega de aplicações que exigem tempos de resposta rápidos e capacidade de processamento de dados mais próximo do usuário final, em qualquer lugar do mundo.

A empresa ajuda negócios das mais diversas indústrias a resolverem desafios complexos de computação e rede, nas áreas de disponibilidade, desempenho, escalabilidade e segurança de serviços de missão crítica e ajuda profissionais a construírem o futuro em games, e-commerce, finanças, mídia, IoT, AI, 5G, realidade aumentada (AR) e realidade virtual (VR).

São 96 vagas e todas estão em trabalho remoto até o momento. As oportunidades são para diversas áreas como Marketing, Vendas, Operações, Engenharia de Software, Produtos e Segurança. Todas as posições exigem inglês avançado. A Azion oferece VT, VR, VA, plano de saúde e odontológico, além de outros benefícios.

Segundo o levantamento da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), a busca por profissionais na área de TI será de 420 mil pessoas até 2024, no Brasil. Em contrapartida, a escassez de profissionais qualificados tem sido um alerta muito grande para a área. De acordo com a pesquisa da startup de educação Gama Academy, 66% das empresas estudadas disseram que a ausência de competências técnicas é o principal motivo para a não admissão do candidato.

“A Azion está em crescimento acelerado globalmente e todos os nossos colaboradores possuem grandes oportunidades de crescimento pessoal junto com a empresa. Por isso, buscamos pessoas que queiram evoluir ao nosso lado, que sejam ágeis, gostem de assumir responsabilidade e que ultrapassem os padrões para se diferenciar no mercado.”, diz Rafael Umann, CEO da Azion.

Os interessados devem acessar o site de carreiras da empresa e se candidatar.

Boticário é primeira empresa brasileira a atingir maior nível de maturidade digital em versão atualizada de índice do Google

O Google anuncia nesta segunda-feira que o Boticário foi a primeira empresa brasileira a alcançar neste ano o maior nível de maturidade digital no gMaturity, índice criado em 2019 e atualizado em 2021 para estimular a evolução das estratégias de marketing digital de grandes empresas. Com base em uma análise que considera mais de 50 critérios de utilização das plataformas do Google, o Boticário alcançou essa classificação considerando a versão atualizada do gMaturity ao adotar amplamente a automação de campanhas, alinhar os objetivos de marketing com resultados de negócio e unificar a jornada do usuário em diferentes canais.

O gMaturity é um modelo que permite avaliar a maturidade digital de empresas por meio do levantamento automático de diferentes sinais dentro das plataformas de publicidade, incluindo formatos usados, tipos de lances e audiências, criativos, mensuração de campanhas e automação de processos de marketing. O índice nasceu após um estudo feito em 2018 pelo Google e Boston Consulting Group (BCG) no Brasil e na Europa, que estabeleceu as etapas que grandes empresas deveriam percorrer para alcançar a maturidade digital.

Para classificar as empresas, o gMaturity considera quatro estágios diferentes: Nascentes, Emergentes, Conectadas e Multimomento. No primeiro nível, as campanhas de marketing são realizadas considerando apenas dados de terceiros e há pouca conexão entre as estratégias de marketing e os resultados de negócio; no estágio mais avançado, chamado de Multimomento, o anunciante tem um nível sofisticado de uso de dados, com uma visão centrada no usuário em diferentes canais. Empresas em estágio Multimomento, conforme o estudo feito pelo Google e BCG, podem ter aumento de 20% nas receitas geradas pelas campanhas de marketing e redução de até 30% nos custos associados.

“Nosso objetivo é entender como as maiores empresas do Brasil interligam dados, automatizam processos e fazem a tecnologia trabalhar para melhorar resultados”, diz Rafael Russo, diretor de produtos de publicidade do Google Brasil. “O levantamento deixa claro que uma maior maturidade digital traz resultados concretos, como mais receita e menos despesas.”

No caso do Grupo Boticário, a empresa alcançou o nível Multimomento por apresentar evolução em diversos parâmetros analisados no gMaturity. Entre os destaques, a empresa analisa resultados de campanhas de marketing de forma alinhada aos objetivos e métricas de negócio, como lucratividade. Além disso, o Grupo Boticário demonstra maturidade tecnológica na compra de mídia, utilizando ferramentas avançadas de Analytics, e visão integrada dos dados de seus consumidores, possibilitando uma estratégia única em todos os canais.

“Este é o resultado de muito esforço e uma atitude incansável dos times do Boticário e do Google para acelerar essa jornada de transformação digital, capturar o valor que as novas tecnologias trazem à tona e tornar nossa comunicação mais assertiva e relevante”, afirma Renata Gomide, diretora de Comunicação e Branding do Grupo Boticário. “Mesmo com muita tradição e mais de 40 anos de história, mantemos vivo o espírito empreendedor.”

Evolução

O tema de maturidade digital, que ganhou força nos últimos anos, tornou-se ainda mais importante durante a pandemia da COVID-19, quando as empresas passaram a utilizar ainda mais as plataformas do Google para se manterem conectadas aos seus clientes por meio da internet. Apesar da aceleração, contudo, o gMaturity mostra que há bastante espaço para as empresas evoluírem. Das mais de cem companhias analisadas em junho com base na metodologia de 2021, 4% ainda são Nascentes; a maior parte se encontra no segundo estágio, chamado de Emergente; o nível Conectado concentra 25% das companhias analisadas; e somente uma empresa brasileira já alcançou o nível de Multimomento.

“Desde o início do ano, percebemos uma evolução na distribuição das empresas entre os quatro estágios, com um percentual maior de empresas no nível Conectado”, diz Rodrigo Carvalho, especialista em mensuração e atribuição do Google Brasil e responsável pelo gMaturity. “Do ponto de vista de segmentos, há uma concentração grande no nível Emergente, com Varejo e Finanças demonstrando uma evolução maior rumo ao estágio Conectado.”

Uma das empresas que segue ganhando maturidade no segmento de Varejo, a Americanas S.A., dona das marcas Americanas, Submarino e Shoptime, avançou em mensuração nos últimos meses. A empresa, que está no estágio Conectado, demonstra seu nível de maturidade digital por meio da alta frequência de testes, como em otimização de criativos, alta velocidade de carregamento das páginas e uso de machine learning para definir audiências.

Já na área de Finanças, o PicPay, que também está no nível Conectado, é um dos destaques. A companhia tem apresentado evolução tanto em mensuração quanto na centralização de compra de mídia. Além disso, a empresa de tecnologia também tem aumentado o alinhamento das métricas de campanha aos seus objetivos de negócio.

“Conectar dados on-line e off-line, viabilizar automação e tecnologia integrada, ter métricas acionáveis, fazer parcerias estratégicas, desenvolver competências essenciais e criar a cultura do ‘testar e aprender, falhar rápido’, são os desafios que as empresas brasileiras devem superar para viabilizar a sua maturidade data-driven”, afirma Russo. “Com o gMaturity, nosso objetivo é estimular uma jornada contínua de inovação com o apoio do Google.”

Kodak Alaris apresenta novo diretor comercial no Brasil

A experiência de 15 anos trabalhando diretamente com o mercado brasileiro, dois destes morando por aqui, mais a experiência com o mercado de hardware e softwares fez com que Oscar Rodríguez fosse o escolhido para assumir a direção comercial da Kodak Alaris no Brasil. Apesar de estar sediado em Miami (EUA), o executivo tem uma rotina dedicada ao relacionamento. “Justamente por saber dessa distância física, mantenho contato semanal com nossos distribuidores e clientes diretos via call”, explica.

Para Rodríguez, estar por perto e sempre dedicado a ouvir suas necessidades é a chave para manter a estrutura segura. Mas isso não significa que ele não planeje passar alguns dias em solo brasileiro. “Estou me planejando para fazer essa viagem tão logo os protocolos contra a COVID-19 me permitam visitar meus clientes com segurança para todos nós”, planeja o diretor comercial.

Entre os objetivos de Rodríguez está a ampliação da venda do portfólio da Kodak Alaris para o mercado privado. “Somos líderes no mercado governamental e temos ótima reputação com a indústria, então queremos ampliar nossas linhas também para empresas de varejo, por exemplo”, aguarda.

E este plano veio de estudos de campo da Kodak Alaris que identificaram que a pandemia acelerou o processo de transformação digital no Brasil. Com isso, as soluções de softwares, principalmente focados nos processos remotos, ganharão peso no trabalho comercial. “Sabemos que nossas linhas de produtos podem colaborar muito para empresas que querem ter uma gestão profissional e segura à distância”, finaliza Oscar Rodríguez.

G2D soma 8 unicórnios em seu portfólio com aporte anunciado pela NotCo

A G2D Investments, empresa global de investimentos em companhias de tecnologia e marcas de consumo disruptivas criada pela GP Investimentos, anuncia um ganho de R$ 134 milhões em relação ao último balanço apresentado no momento do IPO em maio. Desta vez, o resultado foi provocado pelo aporte de US$ 235 milhões recebido pela NotCo, uma de suas investidas, em uma rodada de investimentos Série D liderada pelo fundo do fundo Tiger Global. Na transação, a foodtechchilena foi avaliada em US$ 1,5 bilhão, tornando-se o primeiro unicórnio latino-americano de comida à base de plantas

Desde a estreia na B3, no último mês de maio, o valor do patrimônio líquido por ação (NAV) pós-IPO da G2D evoluiu de R$ 6,35 para cerca de R$ 10,67. Além dos eventos envolvendo os unicórnios Mercado Bitcoin, Coinbase e Notco, também contribuiu para essa alta o aporte de R$ 300 milhões recebidos na semana passada pela fintech Blu da gestora global de private equity Warburg Pincus.

Valores em BRL
NAV por ação (Pós IPO)6,35
Ganho com Coinbase0,26
Ganho com Mercado Bitcoin2,33
Ganho com Blu0,46
Ganho com NotCo1,27
NAV por ação estimado pós transações10,67

Holding de venture capital, a G2D é uma plataforma que investe em empresas disruptivas de alto potencial de crescimento e em estágio pré-IPO no Brasil, Estados Unidos e Europa. “Ao se listar na B3, a G2D democratizou o acesso a uma carteira seleta de ativos globais e inovadores, com melhor equação risco-retorno, geralmente restritos apenas a fundos de Venture Capital ou investidores institucionais”, afirma Carlos Pessoa, diretor de Relações com Investidores da G2D. 

A companhia atraiu 6 mil investidores pessoas físicas, que tiveram a oportunidade de investir em negócios altamente disruptivos e com diferenciais únicos: liquidez, governança de empresa aberta, diversificação de moedas, mercados e setores. “São empresas de rápido crescimento que já superaram os riscos associados a uma startup e ainda não fizeram IPO. Pela primeira vez os investidores pessoas físicas estão tendo a oportunidade de participar da valorização de unicórnios”, diz Pessoa.

A NotCo é investida pela G2D por meio da The Craftory, casa global de investimentos baseada em Londres , que prioriza aportes em marcas disruptivas de bens de consumo, capazes de criar impacto social e ambientalmente positivo. Com a última rodada de investimentos, a foodtech à base de plantas se junta agora a um seleto grupo de empresas já investidas pela G2D avaliadas em mais de US$ 1 bilhão. 

Por meio do venture capital Expanding Capital, sediado em São Francisco, nos Estados Unidos, a G2D já mantém no portfólio os unicórnios Clover Health, Cameo, Farmers Business Network, Fair, Turo e ClassPass. 

Outra companhia investida recém alçada ao posto é o Mercado Bitcoin, que passou a ser avaliado em US$ 2,1 bilhões após aporte do fundo Softbank, promovendo uma valorização de 19 vezes no investimento realizado pela G2D. Antes, a G2D já havia tido um ganho de R$ 30 milhões com o IPO do unicórnio cripto Coinbase.

Liv Up lança programa “Mães da Tecnologia”

A fim de ampliar a diversidade no ambiente de trabalho, a Liv Up – foodtech brasileira que defende a comida boa e saudável -, lança o programa “Mães da Tecnologia”, com a abertura inicial de quatro vagas exclusivas para mães na área de Engenharia de Software. As vagas oferecem uma jornada de trabalho reduzida em 40%, com carga diária de 5 horas e benefícios completos, e podem ser acessadas neste link .

O objetivo do programa é seguir uma política de diversidade e ampliar a representatividade feminina dentro de um setor majoritariamente masculino, dando oportunidade para que as mulheres possam alinhar a carreira com os cuidados maternos. “Dentro da Liv Up entendemos que existem outras coisas acontecendo além da carreira, que também são importantes para a vida das pessoas. Por conta isso, focamos no perfil das mães para dar oportunidades para que elas possam desenvolver tanto o lado profissional quanto o materno, uma vez que a maioria das mulheres abre mão da carreira ao tornar-se mãe, pois a dupla jornada é pesada”, comenta Tatiana Ottenio da Costa, Head de Engenharia de Software da Liv Up.

No Brasil, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as mulheres ocupam apenas 20% dos postos de trabalho na área de tecnologia. Além disso, segundo a Revelo, apenas 17% das vagas de emprego em tecnologia são efetivamente oferecidas a mulheres ao final dos processos seletivos.

Gasola, inovação em gestão de combustíveis, capta R﹩ 2 milhões em investimentos

A Gasola, sistema que conecta gestores de frota, motoristas e postos de combustíveis, captou R﹩ 2 milhões em rodada privada de investimentos. A plataforma digital estreita o relacionamento entre transportadoras e postos de todo o Brasil por meio de um sistema de gestão on-line que controla de consumo dos veículos, mostra o impacto financeiro de cada motorista, garante o recolhimento de notas fiscais, além de negociar melhores preços, dentre outras funcionalidades.

O aporte da rodada foi liderado por Smart Money Ventures, clube de investidores liderado por de Fábio Póvoa (ex-Movile e iFood) e Cesar Bertini (ex-MC1), responsável por impulsionar e gerir ideias de startups inovadoras com potencial de crescimento exponencial, com aporte de capital, experiência e contatos dos investidores participantes.

O fundador da Gasola, Ricardo Lerner, com mais de oito anos de experiência na área de logística, lançou a solução no mercado em janeiro de 2020, inicialmente com capital próprio. “Somos uma plataforma web e aplicativo móvel capaz de estreitar de forma dinâmica e objetiva a relação direta entre transportadoras e postos, para gerar melhores opções de negociações, menores custos e melhores margens”, explica.

Os R$ 2 milhões captados na rodada serão utilizados para gerar mais descontos para frotistas e maiores margens para postos, simultaneamente. “É um mercado que precisa de disrupção. O preço do combustível vem aumentando acima da inflação e as margens e fluxo de caixa dos postos estão cada vez mais apertadas. “Quanto mais próxima, ágil e direta a relação entre transportadoras e postos, melhor será a negociação para ambos os lados”, afirma.

O problema que a Gasola resolve


Muitas transportadoras utilizam cartões de frota para abastecer, mas a taxa cobrada em cima dos postos varia entre 3% a 6%, consumindo cerca de 50% da margem deles. Quando este posto perde esta margem importante, fica também reduzido o potencial de negociação das transportadoras.

Somado a isso, os postos recebem o pagamento no prazo médio de 33 dias, mas precisam pagar a distribuidora à vista. Então, acaba sendo comum os postos cobrarem mais caro para quem utiliza estes cartões de frota, quando comparado a outros meios de pagamento.

Mesmo assim, muitas empresas continuam utilizando este modelo por conta do benefício de gestão e facilidades financeiras.

Para resolver este impasse, Gasola fornece uma ferramenta de gestão que conecta transportadoras com postos, de modo que possam “se pagar” sem a intermediação dos cartões e, assim, eliminar as altas taxas cobradas. Na outra ponta, o próprio posto, mesmo oferecendo desconto para a transportadora, também consegue aumentar sua margem de venda. Bom e sustentável para todos os agentes da cadeia produtiva.

A escolha da startup


César Bertini, da Smart Money Ventures, apontou que a decisão em investir no Gasola passou por crivos técnicos que se mostraram sólidos para um investimento de capital semente no modelo da startup. Tudo isso depois de rigoroso processo de análise e validação da oportunidade eda máquina de vendas, além de entrevista a experts do nicho.

“Ao longo de 2019, conforme nosso cronograma de mentoria, engajamos recorrentemente com Ricardo para conhecer a ideia. Gasola foi nos apresentada pelos nossos parceiros da Axigen, agência de fomento do membro K-Pool, que tem investido de forma profícua nos nossos deals e trazido ótimas startups para nosso deaflow. O mercado de combustíveis para frotas tem todas as características interessantes para uma disrupção inovadora”, justifica Bertini.

O mercado em potencial no Brasil em dados


• São 2 milhões de caminhões rodando no país

• Consumo médiode um caminhão entre R$ 3 mil e R$ 30 mil ao mês

• O segmento movimenta R$ 100 bi anualmente

• São 500 mil empresas entre transportadoras e empresas com frota própria

• 40 mil postos de combustível espalhados pelo Brasil

Como a tecnologia pode ajudar gestores públicos na tomada de decisão

Com a missão de apoiar todos os gestores públicos a tomarem melhores decisões com base em dados, evidências e utilizando muita tecnologia, Rodolfo Fiori e Ricardo Ramos criaram a Gove, plataforma de inteligência que aumenta a eficiência das finanças municipais. De acordo com a govtech as administrações municipais geram bilhões de dados diariamente, mas pouco utilizam estas informações para tomada de decisão. Por meio de inteligência, oportunidades e gerenciamento de ações, a tecnologia pode auxiliar gestores públicos na tomada de decisão auxiliando diversas cidades brasileiras a serem mais eficientes.

A seguir a Gove destaca de que forma o administrador público ganha com a tecnologia disponível na plataforma:

Informação acessível e analisada
Principais informações e análises financeiras na palma da mão do gestor público via aplicativo Gove;

Conhecimento técnico e segurança jurídica
Boas práticas com o que há de mais interessante nas gestão pública e orientações sobre utilização de recursos e mudanças de entendimentos jurídicos;

Mais tempo para outras atividades
Atividades antes realizadas manualmente agora são automatizadas via algoritmos de inteligência da Gove;

Gestão integrada de ações
Cadência para que ações saiam do papel e visibilidade para os gestores em um só lugar;

Mais recursos
Ações de melhoria da arrecadação e otimização das despesas municipais liberando recursos para investir em prioridades;

Mas afinal, como funciona a plataforma? De acordo com Rodolfo Fiori, cofundador da Gove, o sistema é integrado aos principais sistemas da prefeitura e coleta dados e informações de diversas fontes externas que impactam as finanças municipais. Além de fazer a automatização de análises para auxiliar os gestores no processo de tomada de decisão, é possível identificar oportunidades para o município arrecadar mais, gastar melhor ou implementar ações de forma mais segura. “A plataforma ainda sugere ações e nós apoiamos a prefeitura na implementação para que as ações saiam do papel. Desta forma, os gestores têm mais tempo para focar em prioridades do governo e os municípios conseguem aumentar a eficiência das finanças públicas”, comenta Fiori.

Startup GoCache recebe R$ 3,2 milhões da KPTL, ABSeed e anjos

Fundada em 2013, a GoCache já nasceu com a intenção de melhorar a qualidade da experiência no consumo de produtos, serviços e conteúdos digitais. De lá para cá a empresa cresceu, acrescentou funcionalidades de segurança, expandiu sua rede de pontos de presença no Brasil e superou até coberturas de empresas internacionais, como AWS Cloudfront e Cloudflare. Com isso, atraiu mais de 400 clientes, entre eles empresas de grande exigência de serviço como SmartFit, Hering, Ultrafarma e Petz.

Essas credenciais e o histórico de evolução chamaram a atenção da KPTL, uma das principais gestoras de fundos de Venture Capital do Brasil, que acaba de liderar uma rodada conjunta com a ABSeed e outros investidores-anjo estratégicos, totalizando um investimento de R$ 3,2 milhões na companhia. Anteriormente a empresa já tinha recebido investimento Pré-Seed da ACE e da ABSeed, que retorna para mais uma rodada de aporte.

A GoCache nasce a partir da trajetória de seu fundador e CEO, Guilherme Eberhart. Com passagens pelo UOL e outras empresas de tecnologia, ganhou experiência com infraestrutura de internet, provedores de hospedagem e Cloud Computing para desenvolver soluções para problemas de qualidade de serviço e de segurança web. A empresa desenvolveu uma tecnologia proprietária de CDN (Content Delivery Network), que permite a empresas entregarem seus serviços e produtos digitais – lojas online, websites, apps, APIS, etc – com melhor performance, disponibilidade, segurança e escalabilidade.

De acordo com Eberhart, o objetivo da GoCache é se tornar uma camada unificada de gestão e visibilidade de aplicações. “Há frequentes queixas no mercado de que há muitas soluções para diferentes problemas. Falta uma que ofereça um espectro mais amplo. Queremos quebrar as barreiras que existem entre desenvolvimento, redes e segurança no ciclo de vida da aplicação. O objetivo final é um modelo compartilhado, ágil e efetivo de gestão de segurança e confiabilidade.”, ressalta Eberhart.

Eduardo Sperling, Head do Fundo Criatec 3 na KPTL, conta que a tecnologia inovadora e a vivência do empreendedor no mercado de TI pesaram na decisão de investimento. “Os principais concorrentes da GoCache no mercado são empresas enormes e multinacionais. A companhia conseguiu criar um produto que se destaca justamente por um alcance mais bem distribuído nacionalmente”, acredita Sperling.

A GoCache é uma das únicas soluções, de fato, nacionais e pensada especificamente para empresas locais. Possui infraestrutura em todas as regiões do Brasil, diferentemente de várias empresas globais. Um diferencial mais claro é a quantidade de pontos de presença, totalizando 8, mais do que as principais concorrentes Cloudflare (7), AWS Cloudfront (4) e Fastly (3) .

Segundo Felipe Coelho, sócio da ABSeed, a crescente digitalização dos mais diferentes tipos de negócio aumenta a demanda por soluções e que suportem sites com maior volume de tráfego, compras e transações. “A proposta de valor da GoCache é inovadora pois atende o mercado brasileiro por toda a jornada indo além da CDN, une consultividade e tecnologia do processo de vendas ao sucesso do cliente. Acreditamos que a tecnologia somada ao time ‘customer first‘ da empresa formam uma excelente composição para a construção de uma trajetória de sucesso”, acredita Coelho.

“No passado quem tinha acesso a CDNs eram empresas maiores, que acabavam optando pelo serviço de grandes empresas. Era algo complexo de se ter, e viemos para democratizar esse acesso. Tiramos do cliente a preocupação com performance e confiabilidade de aplicações. Agora ele não precisa fazer em casa nem ter essa expertise, o que permite também uma redução expressiva dos custos com cloud”, complementa Eberhart.

“A Gocache é uma autêntica empresa de base tecnológica e tem uma proposta de valor muito alinhada com o atual ambiente digital de negócios. A demanda crescente por alta performance e segurança, em especial no e-commerce, faz parte do DNA da Gocache. Além da confiança na proposta de valor, tenho certeza que o Guilherme Eberhart é um CEO capaz de liderar uma jornada de alto crescimento. Um profissional muito ético com investidores, correto com as pessoas e responsável com o uso de recursos. Estamos muito animados em renovar nossa aposta juntamente com a KPTL”, afirma Marcelo Hoffmann, sócio-fundador da ABSeed.

A GoCache hoje está bem posicionada para atender empresas como e-commerces e portais de conteúdo, está ganhando tração em empresas como modelos de negócio mais inovadores como startups. Com o investimento, pretende evoluir e aprimorar capacidades de seus produtos em segurança e observabilidade, para gerar mais valor individualmente e expandir seu market share, já que são preocupações em alta.

“Em termos de performance possuimos estamos muito bem por conta da nossa infraestrutura distribuída em todo o Brasil. Passaremos a agregar mais valor para organizações com modelos de negócio mais complexos, como SaaS, fintechs e marketplaces. Também iremos distribuir mais efetivamente nos Managed Security Services (MSS), como Tempest, Cipher e Real Protect/Accenture e também nos Managed Service Providers (MSP), como DaRede, Nextios, Dedalus e BRLink”, comenta Eberhart.

A empresa paulistana também planeja se associar com esses MSPs, MSSs e consultorias digitais, fortalecendo-se como um parceiro decisivo para seus projetos de modernização de aplicações. “A GoCache já possui uma capacidade incrível de tratamento de requisições para aplicações. Estou bastante empolgado com o potencial que ela terá em oferecer uma forma proativa de gerir a confiabilidade e segurança de aplicações, ainda mais se levar em consideração o nível de suporte e experiência ao cliente que eles oferecem”, afirma Flávio Rescia, CTO da DaRede.

KPMG investe R$ 1 milhão na WE Impact

A KPMG anuncia o apoio institucional à WE Impact, primeira Venture Builder dedicada a startups de tecnologia lideradas por mulheres. A iniciativa, pioneira na KPMG em todo o mundo, está distribuída em algumas frentes de ações: investimento de R$ 1 milhão em debêntures simples de série única não conversíveis em ações, compartilhamento de conteúdo, participação em mentorias coletivas e realização de eventos. A atuação conjunta das duas organizações também será direcionada para que os recursos compartilhados com as startups investidas incluam uma rede exclusiva de profissionais de destaque no mercado e grandes corporações para apoiar o aperfeiçoamento de seus produtos tecnológicos, construção de times e desenvolvimento de growth mindset.

“O objetivo do nosso apoio é apostarmos no empreendedorismo feminino e contribuirmos de fato para o crescimento do ecossistema de startups fundadas por mulheres. Apenas 7% das startups consideradas unicórnios no Brasil, ou seja, com avaliação de mercado superior a US$ 1 bilhão, têm fundadoras mulheres. Queremos impactar positivamente esse mercado. Há muito o que fazer e estamos no caminho certo para transformarmos essa realidade”, afirma Carolina de Oliveira, sócia-diretora de Private Enterprise da KPMG no Brasil.

Atuando no Brasil desde 2020, a WE Impact proporciona investimentos de até R$ 500 mil em startups early-stage que tenham mulheres no quadro societário e/ou na direção. Além disso, as startups precisam ter tecnologia embarcada, hardware ou software, e modelo de negócios B2B. Desde a sua fundação, a Venture Builder já investiu mais de R$ 1,5 milhão no empreendedorismo feminino tecnológico, impactando a vida de mais de 100 mulheres desse ecossistema. A partir do apoio da KPMG, a ideia é impactar, nas diversas ações, mais de mil mulheres.

“O apoio da KPMG é estratégico para mitigar as principais causas de mortalidade das startups fundadas por mulheres. Nosso foco será contribuir para destinar recursos financeiros e conhecimento para startups alinhadas com essa vertente de diversos setores e regiões do Brasil. Estamos apostando, por meio deste apoio, nessas startups e no impacto que suas soluções podem gerar para o mercado e a sociedade”, afirma Jubran Coelho, sócio-líder de Private Enterprise da KPMG no Brasil.

Para as empreendedoras, a WE Impact oferece capital financeiro e intelectual, networking e acesso a uma grande rede de especialistas de forma simultânea, aplicando uma metodologia de Venture Management que vai muito além do acompanhamento de indicadores. Para os investidores e grandes corporações parceiras, promove a conexão a startups que têm mulheres no comando, disponibilizando acesso à real inovação por meio da diversidade aliada à tecnologia. Nesse sentido, a WE Impact e o apoio da KPMG devem ajudar empreendedoras dispostas a liderarem empresas inovadoras que resolvam problemas reais em escala significativa.

“A WE Impact acredita na diversidade aliada à tecnologia como driver de inovação. Alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, somos signatárias dos Princípios de Empoderamento das Mulheres da Organização das Nações Unidas (ONU), assumindo publicamente nosso compromisso com a agenda de empoderamento feminino no mercado de trabalho. A expectativa é que o apoio da KPMG possa fortalecer ainda mais essa atuação, que é positiva tanto do ponto de vista social como econômico”, afirma Lícia Souza, fundadora e CEO da WE Impact.

Com objetivo de auxiliar a construção de ambientes mais equitativos nas startups, a empresa lançou recentemente, em parceria inédita e pioneira com a ONU Mulheres e Gema Consultoria, a cartilha “Princípios de Empoderamento das Mulheres para Startups”, disponível para download no site https://conteudo.weimpact.tech/weps-para-startups. O material considera as particularidades desse tipo de empresa, que passa por fases específicas de desenvolvimento, por exemplo, na hora de criar e implementar mecanismos para promover a equidade de gênero, inserindo-os na estratégia do negócio.

No Brasil, a KPMG também atua para proporcionar um ambiente acolhedor, seguro e livre de discriminação, que favoreça a multiplicidade de opiniões e garanta os direitos de cada um, independentemente de características e crenças pessoais. Esse esforço está alinhado à atuação cidadã e a própria estratégia da KPMG e se concretiza sob a coordenação do Comitê de Inclusão, Diversidade e Equidade (CIDE) em quatro dimensões: gênero (Know), LGBTQI+ (Voices), Raça e Etnia (Ebony) e Pessoas com Deficiência (Buddies).

Fundado em 2009, o Know busca o empoderamento feminino das mulheres da KPMG e do mercado, na carreira e em suas vidas, trabalhando temas como empoderamento pessoal, representatividade, desenvolvimento na carreira, liderança inclusiva, cultura de não assedio, reconhecimento equitativo, mentoring, networking, parentalidade compartilhada, masculinidades, combate a violência de gênero e doméstica, influencia a fornecedores, clientes e mercado em geral com influência direta e apoio a WCD, ONU Mulheres, C101, #Impulse, MM360, entre outros.

Twitter Brasil tem mudanças em estrutura de vendas

Com o objetivo de acompanhar as transformações do mercado publicitário e atender às novas demandas de agências e anunciantes, o Twitter Brasil dá início a uma reorganização de sua estrutura de vendas. Neste momento, as mudanças estão focadas na área de relacionamento com agências, novos clientes e marcas em desenvolvimento e, também, na vertical de bens de consumo. Em breve, outras verticais também devem fazer parte da reorganização, cuja intenção principal é revisitar as necessidades de clientes e parceiros, atuando de maneira cada vez mais próxima, estratégica e assertiva.

Dessa forma, Marcello Vieira, que nos últimos quatro anos fez parte da estrutura de atendimento a grandes clientes do Twitter no Brasil, passa a liderar o relacionamento com as agências e o time dedicado a novos clientes, incluindo pequenos e médios anunciantes, e também dos clientes em desenvolvimento. “Vejo esse escopo que estou assumindo como uma grande engrenagem em que atraímos e fidelizamos ao Twitter novas marcas e colaboramos com aquelas que estão em fase de amadurecimento no uso da plataforma, passando naturalmente pela parceria com as agências nesse processo”, afirma Marcello. Para o executivo, as agências são uma peça fundamental nesta frente de trabalho, que hoje está entre as prioridades de negócio da empresa no Brasil.

Já na área de grandes clientes, que permanece liderada por Cadu Aun, a atuação com as agências vai no sentido da evolução das relações já estabelecidas. “Temos oportunidade de apoiar e estar mais próximos das agências nesse processo de transformação digital, trazendo soluções para todo o funil de vendas, além de dados sobre o comportamento do consumidor, por exemplo. Já contamos com uma parceria bastante consolidada em termos de mídia, mas ainda há trabalho a fazer em frentes como criação, inteligência de dados e inovação. Queremos caminhar junto com as agências nessas frentes de trabalho”, diz Marcello.

Ainda na área de grandes clientes, a mudança que já está acontecendo é na vertical que atende clientes do setor de bens de consumo. Naiana Lage, que completa oito anos no Twitter e estava dedicada à liderança das verticais de finanças e tecnologia, assume agora a vertical de CPG (consumer packaged goods), comandando o maior time dentro da estrutura de grandes clientes, cujo principal desafio é priorizar e criar estratégias para que as diferentes marcas de um mesmo guarda-chuva aproveitem o melhor do Twitter para atingir seus objetivos de negócio de maneira certeira e otimizada.

“Uma peculiaridade de bens de consumo é que uma única empresa é responsável por várias marcas, cada uma com seu posicionamento, seu produto, seu desafio de marketing, comunicação e vendas. É uma vertical muito grande para o nosso negócio, já bastante madura, mas que tem o desafio da priorização, do olhar estratégico, para que os clientes e o próprio Twitter possam otimizar resultados e trazer ainda mais valor para seus negócios. É nesse direcionamento que está, pelo menos neste início, a minha grande colaboração nesse novo papel”, afirma Naiana.

Em um mundo dinâmico, profissionais com mais de 50 anos encontram oportunidades de requalificação

Por Maria Filomena Brandão, gerente editorial de portfólio e coordenadora daPearson Clinical

Quase 55 milhões de brasileiros têm mais de 50 anos, número que corresponde a 25% da população atual do Brasil, segundo dados oficiais do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia Estatística). A estimativa, de acordo com o órgão, é de que até 2040, metade da força de trabalho tenha mais de 50 anos e, em 2050, pessoas a partir dos 60 anos passem de 30%. São homens e mulheres cada vez mais ativos, que vêm buscando qualidade de vida e movimentando a economia. Somente no ano passado foram gerados pela Economia Prateada (referência aos cabelos grisalhos) cerca de R$ 1,8 trilhão, de acordo com levantamento realizado pelo Instituto Locomotiva, empresa especializada em pesquisas.

Mesmo com esse potencial de girar a economia, um estudo recente da consultoria americana Robert Half, identificou que 69% das empresas não contratam esses profissionais – e um dos aspectos está relacionado à desatualização. Apesar disso, o mesmo levantamento aponta que as organizações que absorvem colaboradores na senioridade levam em consideração a experiência do novo funcionário e também a inteligência emocional desses trabalhadores.

Em um contexto de oportunidades para marcas e profissionais, a atualização constante e a busca por conhecimentos são fundamentais para quem, independente da idade, deseja ascender na carreira ou recolocar-se no mercado de trabalho. Neste cenário, é importante sempre se lembrar do contexto do Século 21, onde as tendências de aprendizagem e busca por qualificação foram aceleradas pela pandemia. Em uma pesquisa realizada pela Pearson em 2020, que colheu as percepções de 7 mil pessoas com idades entre 16 e 70 anos, em sete países incluindo o Brasil, a marca global de educação apresentou dados importantes para o atual contexto.

No mundo inteiro, 83% dos entrevistados acreditam no aprendizado do tipo “faça você mesmo”. Esse resultado mostra que pessoas de todo o mundo estão buscando aprender de forma mais adaptável às suas realidades, o que também acontece com pessoas com idades acima dos 50 anos que buscam fontes de conhecimento para requalificação, por exemplo.

Diante deste cenário, confira cinco dicas importantes que podem ser úteis para equilibrar a saúde emocional e mental desses profissionais. Além disso, também ajudam a prepará-los para oportunidades que possam aparecer no mercado de trabalho.

1. Aprender e compartilhar

Em um mundo em constante transformação e com surpresas todos os dias, aprender é preciso. Uma dica é escutar os mais jovens e aceitar que muitas vezes eles sabem mais e podem ensinar. Além disso, aproveitar e aprender com cursos e palestras disponíveis na internet é uma ótima pedida. Interagir com colegas de trabalho e demais profissionais que possam agregar conhecimento é fundamental. Não se feche no casulo; a interação é a melhor maneira de aprender, ensinar e fazer um bom networking.

Compartilhar o que se sabe com outras pessoas e com as novas gerações é uma maneira de se colocar à disposição do aprendizado. É entender que quanto mais se ensina, mais se aprende. Seja um mentor, oriente e compartilhe conhecimento e experiências, mas também esteja aberto ao novo.

2. Mantenha a mente aberta

Se manter aberto a novos conhecimentos, novas possibilidades e oportunidades, ser flexível, aceitar as mudanças, as transformações e se estruturar para conseguir aprender e acompanhar o que de novo há em sua área é fundamental. Experiência não é fazer sempre o mesmo, mas sim aprender novas maneiras de fazer diferente para ganhar eficiência e qualidade sobre o que já faz e aprimorar suas habilidades.

Seja flexível e disponível para as novas iniciativas, novos projetos, novas estratégias e adapte-se aos novos desafios independentes da idade.

3. Aperfeiçoamento constante

Busque todo tipo de aperfeiçoamento. Para além de novos conhecimentos, é preciso se reciclar sempre. Novas ferramentas, novos processos e novos conhecimentos devem ser encarados para que estejam sempre atualizados dentro da área que atua e na função que exerce.

Recicle suas qualificações, amplie habilidades, as plataformas digitais nos ajudam com uma gama imensa de podcast, vídeos, textos, artigos, livros, revistas e outros tipos de conteúdos, além de cursos em universidades, workshops e os programas de treinamento que a maioria das empresas oferecem para seus colaboradores.

4. Aposte em aprender e usar novas tecnologias

Fique atento às novas tecnologias, aos novos recursos, aplicativos e demais programas digitais. O mundo exige que se tenha abertura para aprender a usar todas tecnologias que são oferecidas. É só não ter medo e vontade de aprender. Peça ajuda a quem tem mais conhecimento. Eles se encantam com o aprendizado e interesse de quem tem 50+.

5. Use e abuse das mídias sociais

Atualmente, as empresas estão buscando nas redes sociais bons profissionais. Um exemplo disso é o LinkedIn, principal rede profissional do mundo. Então, é importante ampliar a participação nesse tipo de plataforma. Tome cuidado quando for criar um perfil. Tenha em mente que é comum empregadores conferirem as redes sociais dos candidatos e dos próprios colaboradores na rede. As empresas estão de olho nas postagens, podendo validar um currículo e habilidades ou derrubá-lo por publicações inadequadas.

Acompanhar as redes sociais que focam no perfil profissional é uma maneira das pessoas se atualizarem. Por meio de artigos, por exemplo, é possível mostrar habilidades, conhecimentos, além da oportunidade de compartilhar ideias, experiências e opiniões.

Gerdau lança chamada de inovação aberta em parceria com Porto Digital e AD Diper

A Gerdau, maior empresa brasileira produtora de aço, em parceria com o Porto Digital, parque tecnológico em Recife, lança chamada nacional a projetos que apresentem soluções para sua usina Aço Norte. Com inscrições abertas até 5 de agosto, o programa Desenvolve.Ai, da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (AD Diper), inclui seleção e prova de conceito e, com a validação da solução, aporte e contrato de prestação de serviços. Podem participar do desafio startups, empresas de tecnologia e institutos de ciência e tecnologia (ICTs) em todo o Brasil com capacidade de realizar o desafio em Recife.

A ação, que busca soluções para fabricação e transformação do aço, é mais uma iniciativa de inovação aberta da Gerdau. “Programas como o Desenvolve.AI nos possibilitam reunir a força de uma empresa centenária a novas ideias e pessoas, entendendo sinergias com parceiros em potencial para obtermos soluções que beneficiam todo o ecossistema. Temos diferentes frentes de atuação nesse sentido tanto no Brasil quanto globalmente e, em Recife, nos unimos ao Porto Digital para estarmos também nesse forte polo de inovação. As soluções validadas ali, na usina Aço Norte, serão aplicadas nas unidades da Gerdau em todo o mundo”, afirma Fábio Lourenço Marques da Silva, gerente geral da usina Aço Norte.

“Cada vez mais o Governo de Pernambuco procura meios de consolidar e viabilizar as empresas em operação no Estado, aumentando sua competitividade. Junto com o Desenvolve.AI, a inovação chega de forma célere a essas indústrias, ao mesmo tempo que oportuniza empresas locais de tecnologia a oferecerem soluções e se lançarem no mercado”, afirma Roberto Abreu e Lima, diretor-presidente da AD Diper.

“O ecossistema de inovação do Porto Digital, somando forças e soluções de outros ambientes de tecnologia do Brasil, tem como grande objetivo contribuir para o crescimento de empresas líderes em seus setores, como a Gerdau. Por meio do Desenvolve.AI, startups podem ajudar a solucionar desafios da corporação e, com isso, ganhar ainda mais mercado”, afirma Pierre Lucena, presidente do Porto Digital.

Os interessados podem conferir os desafios, conhecer os benefícios e recompensas do programa e se inscrever no site www.desenvolve.ai. As empresas selecionadas contarão com o suporte de ICTs de Pernambuco e do próprio Porto Digital durante todo o processo, e o acompanhamento do programa será feito pela Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (AD Diper) em conjunto com o parque tecnológico.

SERVIÇO
Desenvolve.AI – Gerdau
Período de inscrições: até 5 de agosto
Link para inscrições: https://www.desenvolve.ai

A força da liderança feminina no mercado de tecnologia

Por Sandya Coelho, diretora de Comunicação e Novos Negócios no GetNinjas

Quando iniciei minha carreira no segmento de tecnologia e internet, lá em 2010, ainda via poucas mulheres à frente de áreas estratégicas das grandes empresas com as quais trabalhei. Onze anos depois, vemos um incentivo forte para que mais mulheres tenham oportunidades em posições de liderança, e esse movimento vem sendo puxado justamente pelas empresas do setor de tecnologia e servido de modelo para os demais setores.

E esse movimento pró-liderança feminina não fica restrito apenas aos cargos diretivos. Uma pesquisa realizada pela consultoria de gestão, Korn Ferry, mostra que nos conselhos de administração de empresas brasileiras, a presença de mulheres subiu 14% em 2020, contra 7% em 2014. E no mercado de tecnologia, ao qual estou diretamente envolvida, o estudo mostra que o setor também está ganhando destaque.

Historicamente, muitas mulheres foram brilhantes ao conquistarem, com muita luta, seus espaços na sociedade, e são importantes inspirações para para as atuais gerações, ainda mais para quem busca oportunidades em posições de liderança. Nos dias atuais, acompanhamos mulheres como Whitney Wolfe Herd, fundadora do app de relacionamento Bumble, e a cantora Anitta, que recentemente foi contratada para integrar o conselho administrativo do Nubank, impulsionando cada vez mais a representatividade feminina nos diferentes segmentos do mercado.

Mas, ainda hoje, ser mulher num cargo de liderança não é tarefa fácil, sobretudo no mercado mais tradicional, é muito desafiador ser mulher à frente das negociações. Nas minhas experiências profissionais, já precisei demonstrar firmeza para fazer outra pessoa entender que não era necessário buscar um homem posicionado hierarquicamente acima de mim, que poderia falar diretamente comigo. Por outro lado, também tive a oportunidade de descobrir no mundo da tecnologia, onde passei a atuar nos últimos 11 anos, um ambiente menos desigual.

Atualmente, faço parte de uma empresa que acaba de estrear no Novo Mercado da B3, em um momento crucial para as empresas de tecnologia. Estar na liderança e acompanhar todo esse processo, que é um grande marco na história de qualquer empresa, está sendo não só um grande desafio, mas também uma grande oportunidade. Como mulher na liderança, tenho a oportunidade de inspirar outras mulheres a buscarem e alcançarem esses lugares que sempre foram ocupados majoritariamente por homens, além de abrir caminho para que ações efetivas sejam realizadas e tornem o mercado cada vez mais inclusivo.

Apesar de ter uma percepção sobre a evidente evolução da presença feminina no mercado de tecnologia, em especial em cargos de liderança, ainda há um longo caminho a ser percorrido em relação à representatividade das mulheres em cargos mais estratégicos. Os desafios ainda são muitos e complexos, com raízes históricas que permeiam a sociedade, mas ao olhar para o futuro e graças ao crescimento gradual da força feminina não só no mercado tech, mas nos mais diversos segmentos, tenho a convicção de que juntas podemos propiciar um cenário cada vez mais igualitário.

Os riscos que o home office pode oferecer para a segurança cibernética das empresas

Diretor Geral da multinacional de soluções para segurança NETSCOUT, Geraldo Guazzelli, adverte quais são as implicações que, a longo prazo, o home office pode ter e como as equipes de TI de uma empresa podem contribuir para a produtividade e segurança dos funcionários

O trabalho remoto pode representar inúmeros riscos. Além de acessarem ferramentas e sistemas sem passar por várias camadas de segurança corporativa ou de rede, os funcionários de uma empresa usam, muitas vezes, seus notebooks comerciais para checar e-mails pessoais e mídias sociais.

E eles se conectam a redes Wi-Fi domésticas, já cheias de dispositivos que utilizam senhas padrão. Para completar, a rede ainda é compartilhada entre os membros da família. De acordo com Geraldo Guazzelli, Diretor Geral da NETSCOUT, multinacional de soluções para segurança, quando as pessoas trabalham de casa sem se precaverem e sem orientação de uma equipe de TI, podem abrir as portas para que hackers causem problemas para a empresa. “Qualquer tipo de empresa ou entidade que tenha uma porta conectada a Internet está sujeita a diversos tipos de ocorrência. Desde hospitais e laboratórios até agências de turismo com seus escritórios e franquias hoje estão sujeitos aos mesmos tipos de ameaças como empresas de grande visibilidade, como bancos e lojas e-commerce”, explica. 

Um dos cibercrimes mais em voga atualmente é o ataque de ciberextorção que pode acontecer de três formas: criptografia de arquivo, roubo de dados e ataque de negação de serviço (DDOs). Todos visam que a empresa pague um valor aos criminosos para que consiga recuperar seus dados e retomar o controle de suas operações. Algumas proteções básicas devem ser adotadas pelas companhias para inibir esses tipos de ataques. “Cada caso, empresa ou entidade, requer uma avaliação e um modelo de proteção. Mas os conceitos básicos são sempre os mesmos: pessoas informadas e preparadas, processos adequados e, principalmente, soluções que forneçam visibilidade e ferramentas de obstrução. É necessário manter os serviços ativos, sem interrupções e sem expor dados da empresa, dos colaboradores, usuários e clientes”, finaliza o diretor. 

Take Blip abre mais de 290 vagas na área de tecnologia

Na contramão do atual cenário de empregabilidade, o setor de tecnologia se mantém aquecido e, segundo estudo da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), só no Brasil, serão criados aproximadamente 70 mil empregos na área de TI por ano, até 2024. Uma das empresas que está surfando nessa onda é a Take Blip, plataforma líder de Comércio Conversacional no Brasil e uma das empresas mais inovadoras do universo de comunicação digital. 

Neste ano, a startup atingiu o marco histórico de 1.000 funcionários contratados, apresentando crescimento de 120% em contratação, se comparado a julho de 2020. Além disso, Take Blip tem mais de 290 vagas abertas na área de Tecnologia. Dessas, 63 são especificamente para pessoas desenvolvedoras. As vagas contemplam todos os níveis de senioridade, Chapter Leader e Tech Lead – umas das posições mais buscadas atualmente.

“Nosso time está constantemente evoluindo e, consequentemente, elevando o nível de suas entregas. Estamos em um momento de muito crescimento e evolução. Em janeiro, tínhamos 589 pessoas no time, agora, em julho, batemos o marco de mil funcionários”, ressalta Daniel Costa, co-fundador e Diretor de RH Take Blip.

No ano passado, Take Blip recebeu um aporte de US$ 100 milhões – o maior aporte Series A da história do Brasil – e com o investimento a empresa tem apostado cada vez mais na evolução do time, produtos, marketing, atendimento e em novas contratações. Ainda, tem em seus planos uma expansão internacional para mercados como Estados Unidos, Europa e México. 

Para quem for ocupar as posições na área de tecnologia em Take Blip, a missão junto ao time será a de construir e evoluir a plataforma que já trafega milhões de mensagens em contatos inteligentes por semana e possui uma arquitetura escalável para gestão dos bots. Grande parte das vagas são para atuar no modelo remoto e é necessário experiência com linguagens orientadas a objeto (preferencialmente C#, .Net Core); prática de Continuous Integration e Continuous Deploy; além de domínio e experiência na construção de APIs REST. 

As vagas estão disponíveis no link https://takeblip.gupy.io/ onde o profissional também pode visualizar um pouco mais sobre a cultura da startup e o perfil desejado para as posições. A contratação conta com diversos benefícios, entre eles: vale alimentação ou vale refeição, vale transporte, vale cultura, plano de saúde, auxílio odontológico, seguro de vida, PL e PLR, horário flexível e apoio em capacitações (cursos, treinamentos e eventos). 

Após a inscrição, os candidatos irão preencher um questionário e, em seguida, poderá ser solicitada uma apresentação pessoal em vídeo. Após isso, vem o processo de testes técnicos e comportamentais, entrevista com o time e, por fim, entrevista de fit cultural. “Apesar da rápida expansão, queremos trazer pessoas alinhadas com nossa cultura e que tenham verdadeira paixão pela inovação”, destaca Daniel.

BNDES anuncia série de eventos gratuitos para nova edição do programa de aceleração focado em startups de impacto

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) abre inscrições para os cinco dias de eventos que têm como objetivo atrair e sanar dúvidas de empreendedores interessados em participar da edição 2021 do BNDES Garagem – Negócios de Impacto. O programa irá acelerar startups de impacto que queiram contribuir para a resolução de desafios sociais ou ambientais, com prioridade aos que tenham soluções voltadas à Educação, Saúde, Sustentabilidade, Govtech e às Cidades Sustentáveis .

Conduzido pelo Consórcio AWL (formado por Artemisia , Wayra e Liga Ventures ) os eventos são gratuitos e acontecerão de 26 a 30 de julho, on-line. Cada um dos eventos será focado em uma região do Brasil, buscando movimentar os ecossistemas regionais e expandir o conhecimento sobre o programa, tornando-o acessível para empreendedores de todo o país. O objetivo principal é criar um canal de comunicação entre a equipe responsável pela seleção das startups e os empreendedores locais, para o esclarecimento de dúvidas a respeito do BNDES Garagem – Negócios de Impacto, que irá selecionar e acelerar 45 negócios para este ciclo.

Entre os temas que serão abordados durante cada evento regional, estão os benefícios do programa aos selecionados, os critérios de participação, metodologia aplicada no processo de aceleração e outras informações relevantes para os interessados na iniciativa. Cada um dos painéis contará ainda com a presença de empreendedores regionais, que já passaram por processos de aceleração e poderão compartilhar suas experiências e contar como aproveitaram a oportunidade para o fortalecimento de seus negócios.

Bianca Proença, Gerente do BNDES Garagem, reforça que o BNDES Garagem – Negócios de Impacto busca empreendedores e empreendedoras de todo o Brasil que tragam soluções para os desafios sociais e ambientais do nosso país e que tenham o potencial de transformar positivamente a vida dos brasileiros. “Convido a todos que estejam começando a empreender com impacto ou que já tenham um negócio de impacto a participarem dos nossos eventos. Será a oportunidade de conhecer mais detalhes sobre o processo de aceleração, tirar dúvidas e avaliar se o seu negócio se encaixa no perfil do programa.”

A inscrição é gratuita e os empreendedores interessados em participar do evento em sua região podem se inscrever no link .

Confira abaixo a agenda de eventos:

• Data: 26/07 – Região Sudeste• Horário: 17h
• Participantes: Maira Pimentel da Tamboro – plataforma gamificada que usa inteligência de dados para avaliar, treinar e desenvolver o potencial máximo de equipes – do operacional ao estratégico – aferindo o impacto de ações ligadas a treinamento e desenvolvimento de soft e hard skills na melhoria do resultado do negócio de forma rápida e efetiva (participante da primeira edição do BNDES Garagem) e Rogério Cavalcante da Um Grau e Meio – negócio que atua com inteligência a serviço da redução das emissões de CO2 originadas por incêndios florestais. A solução monitora e detecta, de maneira automática, incêndios em florestas, plantações e áreas de proteção ambiental, reduzindo o tempo de detecção para apenas 3 minutos (participante da primeira edição do BNDES Garagem).
• Mediador: Felipe Alves, da Artemisia.

• Data: 27/07 – Região Sul
• Horário: 17h
• Participantes: Felipe Miranda Costa da Cloudia – chatbot que automatiza a comunicação entre estabelecimentos de saúde e pacientes. Desta forma, os estabelecimentos de saúde ficam disponíveis a qualquer hora do dia e qualquer dia da semana para marcação de consultas e esclarecimento de dúvidas simples dos pacientes (participante da primeira edição do BNDES Garagem e acelerado Artemisia) e Guilherme Braga da Egalitê – plataforma que inclui pessoas com deficiência (PCD) no mercado de trabalho e prepara empresas (gestores e área de recursos humanos) para receberem esses profissionais (rede de aceleradas Artemisia).
• Mediador: Natasha Meyer, da Liga Ventures.

• Data: 28/07 – Região Centro-Oeste
• Horário: 17h
• Participantes: Evelin Mello da Digna Engenharia – negócio de impacto social que oferece reformas habitacionais internas para a população de baixa renda, levando material de construção, mão de obra, gerenciamento da obra e com condições de pagamento, cuja missão é oferecer moradias dignas a todos (rede de aceleradas Artemisia) e Rafael Mascarenhas da Br.ino Robótica Educacional – startup com a missão de democratizar o ensino de tecnologia e o seu uso em prol da aprendizagem. Atuando em cooperação com escolas, educadores e outras instituições, Br.ino oferece soluções para integrar robótica e outros setores de inovação em sala de aula, trazendo a educação 4.0 à realidade.
• Mediador: Matheus Cardoso Lavorenti, da Wayra.

• Data: 29/07 – Região Norte
• Horário: 17h
• Participantes: Tainah Fagundes Da Tribu – empreendimento social de moda, cuja produção se baseia nos princípios da sustentabilidade, com foco na valorização dos saberes tradicionais dos povos da floresta. Produzem biomateriais a partir da Borracha Amazônica como fios e tecidos emborrachados para a criação de bolsas, joias, sapatos, roupas, etc, colaborando para o fortalecimento da sociobiodiversidade por meio de parcerias com famílias de comunidades ribeirinhas. (rede de aceleradas Artemisia) e Artur Bicelli Coimbra da Na’kau Chocolates – iniciativa de impacto socioambiental que nasceu da necessidade em resgatar a cultura cacaueira do Amazonas, atender a crescente e exigente demanda por produtos orgânicos, com rastreabilidade garantida e respeito com os fornecedores da base. (rede de aceleradas Artemisia)
• Mediador: Daniel Grossi, da Liga Ventures.

• Data: 30/07 – Região Nordeste
• Horário: 17h
• Participantes: Paulo Melo da Pickcells – startup de healthtech que faz parte do Parque Tecnológico do Porto Digital e usa hardware e inteligência artificial em exames de análises clínicas, patológicas e ciências da vida, além de Data Science em negócios de saúde (participante da primeira edição do BNDES Garagem e acelerada Artemisia) e Rômulo Martins da Niduu – aplicativo para capacitação de colaboradores a qualquer hora e lugar usando a gamificação para oferecer alto engajamento (rede de aceleradas Liga Ventures).
• Mediador: Aline Corrêa, da Artemisia.

Sobre o BNDES Garagem – Negócios de Impacto

O BNDES Garagem é uma iniciativa do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) que tem a missão de desenvolver e fomentar o empreendedorismo no Brasil por meio do apoio a startups. Esta edição conta com a parceria da Artemisia, Wayra e Liga Ventures, e tem como foco impulsionar empreendedores que queiram contribuir para a resolução de desafios sociais ou ambientais. As startups que se destacarem no processo de aceleração – uma em cada categoria – podem receber um prêmio no valor de R$ 20 mil e R$ 30 mil, respectivamente. As inscrições estão abertas até 5 de agosto e podem ser feitas pelo site garagem.bndes.gov.br.

VALOREO encerra Série A de US﹩30 milhões de capital em tempo recorde e quer expandir operação no Brasil

A VALOREO, pioneira na construção de holding de marcas de e-commerce do século 21 na América Latina, arrecadou US﹩ 30 milhões de capital em uma nova rodada de investimentos Série A, que serão usados para manter o ritmo de aquisições no Mexico, no Brasil e na Colômbia.

“Como pioneiros na construção de uma holding de marcas de e-commerce na América Latina, nosso principal objetivo é agregar valor ao ecossistema da região, onde vemos um crescimento exponencial. Por exemplo, o Brasil atingiu R﹩ 87 bilhões no comércio eletrônico no ano passado, segundo a pesquisa Webshoppers, da consultoria Ebit/Nielsen em parceria com Bexs Banco. Nosso objetivo é oferecer produtos de valor e excelente qualidade a preços acessíveis aos milhões de consumidores latino-americanos e, ao mesmo tempo, dar oportunidade aos vendedores de marketplaces de receber liquidez pela aquisição de suas marcas”, comentou Stefan Florea, cofundador e codiretor geral da VALOREO.

Com sede no México, na Colômbia e no Brasil e considerada uma das startups de mais rápido crescimento em toda a região, a empresa adquire, desenvolve, opera e faz crescer negócios de e-commerce que apresentam vendas e avaliações notáveis a partir de produtos distintos. Até esta data, a VALOREO contratou cerca de 100 colaboradores em toda a região e já concluiu a aquisição de marcas locais líderes na Amazon e no Mercado Livre, em setores como beleza, fitness e casa.

A VALOREO, fundada no final de 2020. Em fevereiro de 2021, arrecadou US﹩ 50 milhões em capital e dívidas em uma das maiores rodadas semente de capital da história da América Latina. O valor foi investido na aquisição de novas marcas e no fortalecimento da sua equipe de ‘superestrelas’ (como seus colaboradores são chamados). Com visão internacional, a empresa é especialista em Aquisições, Operações, Cadeia de Suprimentos, Publicidade, Desenvolvimento de Marcas e Produtos, Finanças, jurídico, entre outros, bem como nas melhores marcas de consumo e plataformas de e-commerce da América Latina. Em apenas quatro meses, a VALOREO participou com sucesso de uma rodada de investimentos semente e levantou capital em tempo recorde nesta Série A.

A companhia conta com investidores de todo o mundo, principalmente da Europa, dos Estados Unidos e da América Latina. No caso particular da Série A, participaram principalmente Presight Capital e Kingsway Capital, além de outros investidores como KASZEK (empresa de capital de risco líder na América Latina), Upper90 e FJ Labs que aumentaram suas apostas e sua participação na empresa.

“Somos testemunhas da paixão dos fundadores da VALOREO e esse é um elemento importante no crescimento que alcançaram nesses meses. Sem dúvida, eles nos inspiram a seguir apostando no ecossistema empreendedor da América Latina. Vemos talento e grandes ideias para explorar”, comentou Hernan Kazah, cofundador e sócio-gestor da KASZEK.