Page

Author admin

Feira de Tecnologia traz inovações da Realidade Virtual e o do mundo dos Games para SP

A realidade virtual é uma das maiores apostas do setor de tecnologia. Nos próximos quatro anos, a venda de aparelhos dessa modalidade deve crescer a um ritmo anual de 84,5%, chegando a 50 milhões de unidades em 2020, de acordo com a consultoria ABI Research. E a tendência é que o segmento se popularize ainda mais. Segundo uma pesquisa da Advanced Imaging Society, de Hollywood, 70% dos americanos entre 18 e 60 anos se mostram extremamente interessados no assunto. No Brasil, a FITIC – Feira de Tecnologia e Inovação, que acontece em São Paulo, do dia 15 a 18 de dezembro, trará ao público um grande espaço inteiramente dedicado à categoria.

Na VR Experience Zone, os participantes terão acesso a uma área de experiência, em que os equipamentos poderão ser utilizados. Os visitantes terão, por exemplo, a oportunidade de experimentar óculos de realidade virtual que os levarão direto para a floresta Amazônica, com visão 360°. A atração é resultante de uma parceria com o Greenpeace e vai permitir que o público conheça um pouco mais da maior floresta tropical e reserva de biodiversidade do planeta, sem sair de São Paulo.

Entre as diversas atrações do segmento, uma parceria com a Vevo vai permitir que os visitantes participem de videoclipes e acompanhem todo o processo de montagem, efeitos e produção, por meio da realidade aumentada. O público ainda terá a oportunidade de viajar sem sair do lugar, se aventurar em tirolesas e conhecer as últimas novidades em games.

“Até bem pouco tempo atrás muitos pensavam que VR, ou realidade virtual, seria sempre um sonho de autores de ficção científica. Hoje em dia já é possível ver a tecnologia aplicada em diversos campos como turismo, entretenimento, educação e saúde. Suas vantagens se tornaram acessíveis ao público em geral, transformando-a numa opção de lazer e conhecimento”, declara Luís Prata, CEO da FITIC.

Os jogos são destaque

Durante a feira, a Messier, empresa brasileira de produção de games com experiência digital, levará aos visitantes três criações. Uma delas é a versão para o premiado mangá Holy Avenger, um jogo de aventura em 3D para PC e Consoles (XBOX e PlayStation), no estilo “Hack and Slash”, jogos que enfatizam o combate.

Outra atração no segmento é o Opus Castle, um horror game em realidade virtual gestual. A história acontece dentro de um pequeno castelo, onde uma família foi brutalmente assassinada. O jogador precisa escapar do local e enfrentar seus medos mais terríveis. Para isso, o jogador experimenta uma imersão sensorial que usa, além dos óculos de realidade virtual, dois controles, um em cada mão, sensíveis aos movimentos e aos toques. Os óculos de realidade virtual da HTC VIVE® possuem ainda duas telas de 1200×1080, uma para cada olho, com taxa de atualização de 90 hz que torna a experiência altamente realista.

Quem estiver na feira também poderá conhecer o Kriaturaz, jogo em que os personagens são parte de um novo conceito de lendas, mitos e folclore do Brasil. O jogador deve controlar e cuidar de uma criatura nascida de um pequeno ovo, que passará por diversas evoluções, começando por um nível completamente inferior (mirim) para o nível mais alto no panteão dos mitos, o Guardião das Lendas. Neste game totalmente em 3D, que mescla batalhas por turno e RPG clássico com a evolução do personagem, perda de itens ao morrer, e adição de pontos e atributos baseados em experiências, o jogador terá, ao longo de sua jornada, que desbravar cada região do Brasil, solucionando questões e enfrentando inimigos para que o mundo das lendas não entre em colapso com o mundo humano.

Viajando sem sair do lugar

Entre as várias experiências da feira, os visitantes poderão viajar para o interior de São Paulo sem sair do lugar com a Tirolesa VR, inédita no Brasil. Viabilizada pela VR Studios, em parceria com o município de Brotas (SP), a atração permitirá que o público se aventure em duas das tirolesas mais famosas da cidade: o Voo do Tarzan, com 1.100 metros de percurso e 1 minuto e 20 segundos de duração, e Voo do Vale, com 800 metros de percurso e 1 minuto de descida.

Os participantes ficarão suspensos em uma estrutura metálica exatamente como se estivessem em um equipamento real. Em seguida, usarão os óculos de realidade virtual, no qual verão uma gravação em 360º realizada nas tirolesas de Brotas. Fortes ventiladores simularão o vento da descida nos rostos das pessoas. Os visitantes também vão conhecer diversas soluções que podem ser aplicadas nos segmentos de turismo, educação, arquitetura e saúde.

Quem estiver na feira também poderá conhecer Foz do Iguaçu, no Paraná. No estande da AIS – Ambientes Virtuais, as pessoas poderão fazer um tour por pontos turísticos como Itaipu Binacional, Cataratas do Iguaçu e DreamLand.

Mais atrações

A empresa Esconderijo das Crianças levará a revista de realidade virtual Mundo360, que reúne um pacote de experiência completo interagindo óculos, revista e um aparelho celular. Essa iniciativa trouxe em um mesmo produto uma mídia que já tem mais de 350 anos juntamente com uma mídia que ainda está se desenvolvendo como mercado. A empresa apresentará, também, a melhor solução de sistema de votação online, a Chooicely, que recentemente apresentou resultados surpreendentes em um grande concurso de beleza fitness e que poderão ser conferidos em demos para os visitantes.

Para mais detalhes sobre as atrações, acesse a programação.

FITIC – Feira de tecnologia e inovação
Data: 15 a 18 de dezembro
Local: Centro de Exposições de São Paulo
Endereço: Rod. dos Imigrantes, s/n – Água Funda, São Paulo – SP
Mais informações: www.fitic.com.br

Tags,

Peixe Urbano bate recorde de vendas na Black Friday 2016

O Peixe Urbano, maior plataforma de ofertas locais do Brasil, registrou, na Black Friday 2016 (dia 25 de novembro), o dia de maior volume de vendas na história da empresa, batendo o recorde anterior, que pertencia à Black Friday de 2015. O alto volume de vendas nesse período, contribuiu para que, já em novembro, a empresa ultrapassasse o melhor semestre de vendas da companhia, registrado em 2015.

Em comparação ao dia da Black Friday de 2015, o Peixe Urbano teve aumento de 97% em receita e 42% no volume de cupons vendidos. Outro destaque são os números do aplicativo que aumentaram em 51% em vendas e 34% em novas instalações, no dia 25. O número de pedidos de compra no site e no aplicativo da empresa na data foi aproximadamente três vezes maior do que a média de outros dias do ano, e, considerando apenas a categoria de produtos, o registro foi de quase dez vezes mais pedidos.

“A Black Friday é uma importante data no varejo online brasileiro, mas ainda assim é uma operação de risco. Os números positivos demonstram o grau de maturidade da empresa – que a cada ano supera as suas vendas – e nossos esforços na manutenção da lucratividade”, diz Adalberto Da Pieve, CMO do Peixe Urbano.

Os mais vendidos

Pelo segundo ano consecutivo, a Black Friday do Peixe Urbano uniu o online e o off-line, com ofertas não apenas de produtos eletrônicos como celulares, relógios e videogames, como também opções de viagens, restaurantes e clínicas de estética.

Em 2016, os smartphones foram os campeões de vendas, seguidos pelos serviços de fotografia, como revelação de fotos, videogames e a novidade deste ano, o skate elétrico. Entre as viagens mais vendidas, o pacote para Ilha Bela/SP liderou, seguido de Cancun, no Caribe, e Bonito, em Mato Grosso. Já entre as ofertas locais mais vendidas, a fondue do Chalezinho de São Paulo foi o campeão, seguida da churrascaria carioca Mocellin e o ingresso para cinema do Cinemark.

Tags, ,

Computação Cognitiva: nem tudo é TI, e não, você não vai perder o seu emprego

Por Ankur Prakash, VP de New Growth e Emerging Markets da Wipro

Desde o início dos tempos, a humanidade investe tempo e esforço na criação e desenvolvimento de ferramentas que facilitem sua vida. Essas ferramentas impulsionaram nosso aperfeiçoamento e evolução, e modificaram as formas de convivência, comunicação, hábitos, e até características de trabalho e consumo. O principal instrumento dessa jornada é a tecnologia, que não apenas impacta a vida humana, mas também reflete na maneira como as organizações têm buscado novas formas de conquistar mercado, automatizar processos, alavancar eficiência, reduzir custos e aprimorar a experiência dos usuários, enfim, se reinventar. A busca constante por mudança e avanço tecnológico é, hoje em dia, impulsionada pela chamada Era Digital.

Nunca antes o conceito de experiência do consumidor, otimização de processos e ganho de vantagem competitiva estiveram tanto em evidência, e sendo impulsionados por tecnologias como big data, analytics, digitalização, internet das coisas, entre outras. Nesse contexto, um dos meios encontrados para a mudança e adequação à nova era foi o emprego de tecnologias inteligentes, conhecidas, pelo termo geral, como “Computação Cognitiva”, que nada mais são que interação e resposta – em tempo real – da tecnologia às necessidades humanas. Chegou a hora de nos acostumarmos com os termos machine learning, deep learning e inteligência artificial, e começar a emprega-los de forma real em projetos. Não que estejamos avançados na implementação de tais tecnologias, mesmo que a tendência mostre que caminhamos cada vez mais para seu uso. Vale ainda lembrar da Lei de Moore, que aponta que a evolução tecnológica dobra a cada 18 meses, ou seja, o mercado vai precisar correr.

Quando consumidores e clientes notaram que o poder estava, na verdade, em suas mãos – escolha e influência – suas exigências passaram a ser maiores. Ou seja, conhecer hábitos e proporcionar experiências personalizadas a cada cliente tornou-se vital às empresas. E como fazer isso? Seria preciso analisar todos os dados compartilhados e gerados por cada consumidor. Eis que surgiu, então, um novo dilema. Reunir, analisar – as muitas – informações; gerar insights e aplicar estratégias frente aos novos cenários.

De qualquer forma, falar só de Big Data já é quase obsoleto, visto a quantidade de dados e a velocidade com que as coisas acontecem. Agora imagine: uma simples informação postada no Facebook atinge o ‘global’ em minutos, e talvez esse post aponte também um importante dado sobre o seu consumidor. Onde você vai estar quando isso acontecer? Espero que não produzindo aquele antigo relatório de vendas. Essa mera postagem pode revolucionar os seus planos, além de mostrar se aquele cliente ainda pertence ao seu core, ou se está disponível para uma nova oferta. E é importante frisar; para que todo esse processo funcione, um toque de rapidez e automação são necessários, ou seja a utilização de computação cognitiva.

Pense em um sistema de help desk; uma mesma reclamação leva exatamente sete dias úteis para se resolver. Com a implementação de uma solução cognitiva isso pode ser automatizado e o tempo de resposta diminuído consideravelmente. Depois de coletar e entender as informações, a máquina pode resolver e concluir os chamados de determinados problemas, ou seja, se for o caso, acionar um técnico humano para indicar a melhor solução. Agora pense no impacto percebido para os usuários desse sistema, suas solicitações serão respondidas mais rapidamente, com solução personalizada e efetiva, isso aumentará a satisfação e engajamento.

Há área financeira, o que pode ser melhor do que saber a hora exata em que um correntista procura um financiamento imobiliário, já que vai se casar no próximo ano. Melhor que isso é surpreender o cliente com a oferta certa no momento mais oportuno. É conhecer de ponta a ponta a vida e a jornada do seu cliente.

Note que a questão não é puramente TI, mas sim o modelo de negócio. Por que as fintechs fazem tanto sucesso? Mesmo com toda inovação que aplicam, seu modelo prioriza o cliente, o core de sua estratégia pode ser resumido em algumas palavras: usabilidade e experiência do cliente combinada com analytics, ou seja, inovação baseada em dados. Mas se é só isso, por que a solução cognitiva? Para que haja capacidade de processamento e análise de informações de forma mais precisa e inteligente.

A tecnologia não vai tirar o seu emprego

Não espere ver as estimativas de desemprego subindo com o uso de tecnologias cognitivas, ao contrário, aguarde por um mar de oportunidades. Projetos para conhecer a fundo e alavancar o ciclo de vida do cliente só estão em níveis insipientes por falta de recursos qualificados. Ou seja, a mão de obra do futuro. O cientista de dados, por exemplo, será, sem dúvida, um dos cargos – se já não o é – de maior necessidade nas empresas. Esse profissional é um estatístico que possui conhecimento de negócios, um ser humano que não vai apenas analisar dados, ele vai estudar e entender como pode gerar valor e receita para a organização.

A computação cognitiva chegou para facilitar o nosso trabalho, seu uso é dedicado à realização de atividades repetitivas e com baixo conhecimento intelectual. E daqui para frente, ainda que essas máquinas estejam em um momento de aprendizado, até o instante em que imagens, sentimentos e ações puderem ser interpretadas, os seres humanos estarão em posições estratégicas. Soluções cognitivas existem para ocupar gaps e auxiliar o mercado a direcionar os talentos humanos para competências que requeiram altos níveis de conhecimento. Não se preocupe, as máquinas serão suas colegas de trabalho, mas não ocuparão a sua mesa.

Tags, ,

Desafios para sistemas tributários em empresas do setor de telecomunicações – Por Diego Yegros

Dizer que que os encargos tributários no nosso País são pesados é chover no molhado. Além de financeiramente onerosos, temos também uma grande quantidade de obrigações acessórias com fim fiscalizatório. Isso quer dizer que além de pagarmos muito, demoramos demais (e gastamos mais dinheiro ainda no processo) só para determinar o quanto devemos pagar de impostos. Junte isto a uma operação que lida com milhões de fatos geradores e temos um cenário extremamente desafiador.

Esta é a realidade do setor de telecomunicações em nosso país. Em nosso mundo moderno não há dúvidas de que o setor de telecomunicações se tornou um pilar da economia, já que nossa vida em sociedade hoje praticamente depende dos serviços de telecomunicações para funcionar. Para se ter uma ideia, havia no Brasil em 2006 cerca de 99 milhões de linhas de celular. Este número simplesmente triplicou na última década: hoje, há mais de um celular por pessoa no Brasil.

Como se não bastassem os desafios ligados à telefonia, temos ainda o acesso à internet. Em 2015 metade da população brasileira tinha acesso à Internet por qualquer dispositivo. Quase todas as 30 milhões de residências que têm conexão à internet – mais de 97% – estão conectadas via banda larga. Esta realidade parece estar a anos luz da década de 90 e início dos anos 2000, época na qual praticamente todo o acesso era via linha discada. Isto representa outro desafio para o setor, exigindo que uma infraestrutura totalmente nova seja instalada e mantida para atender à crescente demanda.

Fora isto, todo um arcabouço regulatório começa a nascer para tutelar as relações entre provedores e consumidores destes novos serviços: marco civil, novas demandas da ANATEL e, como sempre, novas obrigações acessórias para garantir a arrecadação estatal surgem a cada dia.

Com volumes de dados colossais envolvidos é imprescindível que as ferramentas envolvidas no atendimento a estas obrigações sejam rápidas, seguras e fáceis de usar. Há janelas cada vez mais curtas para o processamento desta montanha de dados que não para de crescer. O cumprimento de obrigações tributárias acessórias é especialmente sensível e é aqui que talvez resida o maior desafio para os provedores de softwares tributários.

O big data é a palavra da moda. Nada ilustra melhor este conceito do que a avalanche de dados brutos gerados nas empresas de telecomunicações. A performance é um ponto crítico, muitas vezes impeditivo para os softwares fiscais envolvidos. Soluções de computação paralela e dados in-memory vêm se mostrando eficazes para lidar com o desafio de trabalhar com volumes que até alguns anos atrás pareciam coisa de ficção.

Não basta ser rápido, tem que ser simples. O mais simples possível. Esqueça os menus suspensos, listas intermináveis de códigos de transação e sistemas de configurações complexos. O software precisar pensar nas necessidades de utilização do dia a dia, trazendo as informações de maneira simples, mas completa. Tudo na tela do dispositivo, que não precisa mais ser um computador ou notebook, pode ser um tablet ou smartphone. Mas por que isso? Temos soluções robustas e confiáveis que atendem ao setor faz décadas, por que mudar agora? O que se ganha?

A resposta é simples: ganha-se tempo, e tempo é dinheiro. Facebook, Google, Microsoft e outras gigantes gastam milhares de horas apenas assistindo como os usuários utilizam seus produtos. E isso é útil, e muito. Isto permite fazer ajustes nas interações para que o usuário consiga realizar suas tarefas mais rapidamente e com poucas dúvidas sobre como fazer determinada ação dentro do sistema. É por isso que você provavelmente nunca leu o manual do Facebook e mesmo assim o usa todos os dias. Esta realidade precisa chegar ao mundo de aplicativos corporativos de gestão e às outras soluções de processos de negócio.

Gigantes como a SAP e a Oracle estão investindo pesado em User Experience para melhorar seus produtos. As desenvolvedoras de soluções fiscais – que nada mais são do que respostas a um problema brasileiro – devem adotar este mesmo tipo de filosofia para não ficarem para trás. Se o usuário sabe como as obrigações funcionam, então aprender a usar a solução fiscal deverá ser simples e sua utilização será orgânica. Isto economiza muitas horas de treinamento e suporte aos usuários. Este ganho na usabilidade, aliado à velocidade que as novas tecnologias (database in-memory, parallel computing, etc.) proveem, permite aos usuários executarem suas tarefas em menos tempo, o que gera ainda mais economia.

Diego Yegros, coordenador de arquitetura de aplicativos fiscais da Sonda IT,maior integradora latino-americana de soluções de Tecnologia da Informação

Tags,

Crise, CRM e descaroçador de algodão

Por João Lee

Em 1794, no sul dos Estados Unidos, Eli Whitney, um recém-formado em engenharia pela Universidade de Yale, registrava a patente do seu descaroçador de algodão: uma combinação de manivela, tela de arames e pequenos ganchos, que aumentava em dezenas de vezes a produtividade das fazendas de algodão.

O sucesso foi tanto que, em pouco tempo, os fazendeiros adotaram a invenção e logo a produção e a exportação de algodão explodiram. Como consequência, o produto se tornou por muitos anos uma das bases da economia americana.

Parece um tempo distante, mas o mercado brasileiro vive um momento bem parecido com o dos Estados Unidos em 1794. No lugar de arames, máquinas a vapor e metal fundido, estão os servidores em nuvem, microprocessadores e telefones celular com acesso à internet; e, no lugar de algodão, bancos de dados densos, prontos para serem descaroçados e interpretados.

O desafio que vivemos hoje em um universo de dados e consumidores conectados: como enviar a mensagem correta para o consumidor correto, no momento correto, fazendo o investimento correto?

Em um ano de crise, não podemos desperdiçar nossos esforços nos comunicando com um público que não quer receber nossa mensagem. Também não podemos adotar uma linguagem genérica, enquanto temos consumidores cada vez mais heterogêneos. Para isto, contamos com o CRM (costumer relationship managment), que são sistemas que automatizam os processos.

Se você não conhece o termo, tudo bem! Certamente já foi impactado por ele. Lembra de ter recebido um e-mail com um desconto exatamente no produto que você estava procurando? Ou de receber uma recomendação de O Poderoso Chefão, depois de assistir Scarface? Estes são exemplos de sistemas de CRM básicos funcionando.

Bons sistemas de CRM são capazes de analisar banco de dados de clientes (quem são, onde vivem, o que compram…) e, com base nisto, entrar em contato com eles por diversos pontos de contato no momento certo e com a informação correta.

E como o mundo e o mercado não param, hoje as ferramentas de CRM podem (e devem!) ser integradas aos ambientes de Big Data e de mídias digitais. Esta abordagem nos permite, por exemplo, o envio automático de mensagens diferentes para um menino de 17 anos, uma mulher de 40 anos e para um consumidor que não interage com a marca há mais de 10 dias.

Para quem quer ir ainda mais longe, podemos integrar estes sistemas de disparo de mensagem à uma plataforma que use algoritmos complexos, redes neurais e recursos matemáticos processados na nuvem para descobrirmos que toda quarta-feira o João gosta de comer carne moída e, por isso, ofertar o produto para ele às terças.

Este mesmo sistema torna possível gerir e otimizar dinamicamente o investimento em mídia. Podemos então escolher se queremos investir nosso dinheiro em consumidores mais engajados com nossas marcas, ou nos que ainda não a conhecem melhor, e tudo isso pode ser medido e controlado.

Falamos então de segmentação, personalização, big data e investimento em mídia. No final do dia é isto: Novas tecnologias auxiliam o desenvolvimento dos negócios enquanto tornam a vida cotidiana de milhões de consumidores mais fácil e divertida! Se há 200 anos o descaroçador mudou o mercado de algodão, hoje o CRM transforma o mercado de comunicação e amanhã outras inovações nos aguardam! E agora, what’s next?

João Lee, Head de CRM & Plataformas da ID\TBWA

Tags, , ,

Aché investe R$ 500 milhões em expansão de operações para Nordeste e Norte

unnamed-79

O Aché Laboratórios Farmacêuticos anuncia a expansão de suas operações industrias e de distribuição para Pernambuco. O acordo com o Estado foi selado em cerimônia na manhã de hoje, no Palácio do Campo das Princesas, em Recife, com a presença do governador Paulo Câmara, secretários do governo, representantes da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (AD Diper) e executivos do laboratório farmacêutico. O Aché vai investir mais de R$ 500 milhões com a construção de uma fábrica de medicamentos em uma área de 250 mil m², além de um Centro de Distribuição na região metropolitana de Recife.

O projeto será desenvolvido em fases. A expectativa é de que a nova unidade, quando estiver em plena operação, em 2021, aumente a capacidade produtiva instalada do Aché em aproximadamente 50%, suportando o crescimento projetado para os próximos 15 anos. A previsão é que as novas operações gerem cerca de 500 empregos diretos, além de, aproximadamente, 2.500 postos de trabalho indiretos.

“Já presente na região, o Aché vai ampliar sua atuação no Nordeste e Norte, mercados em pleno crescimento e de extrema importância para a companhia. A nova fábrica em Recife também se configura como importante plataforma de exportação, acelerando nosso programa de internacionalização. A iniciativa está em linha com a estratégia de crescer por meio da inovação e excelência operacional com foco nos clientes e consumidores de uma forma sustentável, levando mais vida às pessoas onde quer que elas estejam”, afirma Paulo Nigro, presidente do Aché”.

“Criamos a parceria com uma empresa que acredita na inovação e em novos processos para ganhos de produtividade. Estou muito confiante que vamos progredir com parcerias, trabalho e com pessoas que acreditam que investir em Pernambuco vale a pena. A partir de hoje, o Aché passa a ser uma empresa pernambucana e de todos os pernambucanos”, afirma Paulo Câmera, governador de Pernambuco.

Crescendo de Norte a Sul

O plano de expansão é fruto do Planejamento Estratégico do Aché, criado em 2015 para direcionar o crescimento da companhia até 2030. A expectativa é de dobrar a receita líquida da empresa a cada cinco anos, defendendo o core business, fundamentado em medicamentos sob prescrição, além de ampliar a presença em outros segmentos em que o Aché atua, como MIP (medicamentos isentos de prescrição), Genéricos, Nutracêuticos, Dermocosméticos e Cuidados Especiais.

Para impulsionar seu crescimento, a companhia iniciou um processo de reestruturação dividindo o País em duas regiões: uma que compreende o Sul/Sudeste; e a outra o Nordeste/Norte. Isso permitirá ao laboratório fortalecer sua atuação por meio de grande capilaridade nacional.

Em abril de 2016, o Aché realizou a aquisição da Nortis Farmacêutica, de Londrina (PR), para ampliar e fortalecer sua presença em antibióticos, alcançando capacidade de produção mensal de 1,2 milhão de blísteres e 400 mil frascos. Em junho, a companhia anunciou também a aquisição da divisão farmacêutica do laboratório Tiaraju, empresa gaúcha voltada à produção de fitomedicamentos. Ao adquirir a divisão de fitomedicamentos da Tiaraju, o Aché, já estabelecido como indústria nacional de ponta, inovadora e com amplo e completo portfólio para tratamento nas mais variadas classes terapêuticas, demonstra seu compromisso com a prevenção de doenças, orientando e motivando a população a adotar um comportamento saudável, para se ter uma vida mais longa e com qualidade.

Em sua atuação como empresa corresponsável pelo desenvolvimento social, o Aché avaliará junto à sociedade local o interesse na implantação de programas voltados ao esporte, em escolas municipais, no entorno de sua futura fábrica. Com isso, reafirma seu propósito de levar mais vida às pessoas onde quer que elas estejam, acreditando no poder transformador da cultura, das artes, da educação e do esporte para uma vida mais plena e feliz.

Tags, , ,

Stefanini intensifica investimentos em ofertas voltadas à transformação digital

A Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, encerra o ano com resultados similares ao do ano passado, totalizando um faturamento de cerca de R$ 2,6 bilhões. Apesar da crise no Brasil, a companhia continuou investindo em novas oportunidades de negócios focadas em inovação.

Ao longo do ano, a Stefanini realizou algumas movimentações importantes. No primeiro semestre, a VANguard, coligada especializada em governança de TI, Segurança e Service Management, se fundiu com a Scala IT, um dos principais parceiros da IBM em software. Atualmente, a Stefanini Scala já atende a quase 100% do portfólio de software da IBM no Brasil.

Na área de segurança cibernética, a Stefanini anunciou a joint-venture com uma das maiores empresas de defesa israelense, a Rafael. A Stefanini Rafael terá uma atuação importante na segurança da automação industrial, especialmente com o crescimento de projetos envolvendo a Internet das Coisas (IoT).

Outra movimentação de destaque foi a aquisição da empresa colombiana Sysman, que trabalha com uma oferta diferenciada de ERP para Governo e complementou o portfólio de soluções do Grupo, dentro de seu projeto de expansão na América Latina.

Desde o ano passado a Stefanini vem intensificando seu processo de aquisições, fusões e joint-ventures. Em 2015 a multinacional brasileira realizou a fusão com a IHM Engenharia, que tem forte atuação no setor industrial. Também promoveu a joint-venture com a Tema Sistemas para criação da Stefanini Capital Market, além de lançar a Stefanini Inspiring, que nasceu como um braço de telecomunicações do grupo. A empresa ainda abriu um escritório em Ontário, no Canadá, e adquiriu 40% da gaúcha Saque e Pague com o objetivo de oferecer serviços inovadores para o varejo.

Antenada às principais tendências tecnológicas, a companhia conta com uma estrutura robusta para implementar mudanças importantes para que os clientes se preparem para a era da Internet das Coisas e da Indústria 4.0, também chamada de 4ª Revolução Industrial. A base tecnológica desta revolução é a utilização dos sistemas ciberfísicos, internet das coisas e computação em nuvem, além de uma rede de informações em tempo real, para que os processos de produção se tornem cada vez mais eficientes, autônomos e customizáveis.

“Hoje, conseguimos montar um banco 100% digital para qualquer instituição, promover o engajamento dos clientes com campanhas de fidelização, oferecer uma assistente virtual capaz de compreender e processar solicitações via texto e voz de maneira rápida, eficiente e intuitiva, além de garantir mais eficiência operacional para as estruturas de backoffice”, destaca Marco Stefanini, CEO global do Grupo Stefanini.

Segundo o executivo, quem atua no setor de prestação de serviços em TI, como é o caso da Stefanini, tem um desafio ainda maior: promover o Business Transformation. Para auxiliar seus clientes no processo de transformação digital, a Stefanini reúne o que há de mais moderno em inteligência cognitiva, plataformas de fidelização, Robotics, BPO, dentre outras soluções.

A Stefanini Inspiring, um dos centros de excelência e inovação do grupo, conta com soluções escaláveis que tratam grandes volumes de informações, transformando a jornada do cliente e, consequentemente, os negócios das empresas. Com o monitoramento em tempo real dos dados e personalização das informações, os clientes da Stefanini constroem a base para sua transformação digital, de maneira mais rápida e eficiente.

“Todas as nossas soluções podem ser conectadas, o que garante uma oferta inovadora, que eleva os níveis de excelência com redução de custos. Tentamos compreender as dores do cliente para mostrar de que forma a tecnologia poderá ajudá-lo. Nesse sentido, apresentamos ofertas direcionadas por segmentação, capazes de trazer resultados mais eficazes para nossos clientes”, afirma Monica Herrero, CEO da Stefanini no Brasil.

Inteligência Artificial

Batizada de Sophie, a plataforma inteligente da Stefanini é capaz de compreender e processar solicitações via texto e voz de maneira rápida, eficiente e intuitiva. Evolução da plataforma Parli lançada inicialmente em 2014, se tornou uma ferramenta voltada para operações globais da Stefanini, assim como uma personalização da tecnologia de forma a torná-la mais adequada para um número maior de processos de atendimento, independente de seu volume.

De acordo com Alexandre Winetzki, presidente da Woopi, empresa de pesquisa e desenvolvimento da Stefanini e responsável pela implementação da tecnologia no Brasil, os benefícios da plataforma inteligente podem ser obtidos por qualquer empresa ou corporação que deseje aumentar sua capacidade de interagir com seus usuários, por meio de um conjunto de canais mais amplo que um call center tradicional.

Segundo estudo divulgado recentemente pela consultoria Research and Markets, o mercado mundial de produtos de inteligência artificial deve movimentar cerca de 23,4 bilhões de dólares até 2025.

Soluções de BPO

Para garantir que os processos sejam mais ágeis e eficazes, as ofertas de Business Process Outsourcing (BPO) podem ser uma boa solução. A demanda por elas tem crescido tanto que a Stefanini anunciou o processo de internacionalização das ofertas, que contará com quatro delivery centers principais – Brasil, Filipinas, México e Romênia, que são países com operações consolidadas e com grande oportunidade para agregar valor às ofertas de BPO.

“Nossa oferta está bem madura no Brasil, com uma média de crescimento acima do mercado. Por isso, decidimos ampliá-la para outros países, dentro da nossa estratégia de expansão acelerada da área de BPO”, afirma Wander Cunha, diretor da Business Consulting da Stefanini.

De acordo com ele, o grande diferencial da oferta de BPO da Stefanini é o alto nível de automação, que inclui soluções de robotização, analytics e inteligência artificial. “Como a área de BPO é uma das que mais crescem dentro da Stefanini, queremos aproveitar esse momento e a sinergia de gestão para gerar modelos de negócios avançados, que priorizem a eficiência operacional”, detalha. Em momentos de crise, quando as empresas precisam reduzir custos e ganhar produtividade, as soluções de terceirização se apresentam como uma tendência, pois permitem que seus gestores se concentrem nas decisões estratégicas de negócio.

20 anos de internacionalização

A Stefanini Argentina, primeira filial fora do Brasil, completa 20 anos. Apesar das taxas de inflação acima de 25% ao ano e da retração do câmbio, a companhia manteve sua visão de longo prazo e continuou investindo na região, o que permitiu crescer 40% em 2016.
Atualmente, a subsidiária argentina conta com 300 funcionários e 44 clientes ativos, que são atendidos pelos escritórios de Buenos Aires e Córdoba.

“A internacionalização é um dos pilares de crescimento da Stefanini. Estamos sempre observando novas oportunidades que possam agregar soluções inovadoras ao portfólio da companhia, de forma a promover o business transformation dos negócios de nossos clientes, tanto do ponto de vista da qualidade da oferta quanto da redução de custos”, afirma Marco Stefanini, CEO global do Grupo Stefanini.

Pelo segundo ano consecutivo, a Stefanini aparece no Ranking FDC das Multinacionais Brasileiras 2016, divulgado pela Fundação Dom Cabral, como a 5ª empresa brasileira mais internacionalizada. Segundo a pesquisa, a Stefanini avançou nos critérios de avaliação sobre o número de países onde a empresa está presente e índice de ativos, ocupando a liderança do ranking nessas duas categorias.

Presença global da Stefanini

– Atuação em 39 países, 96 escritórios em 87 Cidades, 35 idiomas
– Mais de 21.000 funcionários
– Brasil: 12.000
– América Latina: 2600
– América do Norte: 2500
– EMEA: 2.300
– APAC: 1.800
– 1ª filial foi inaugurada em 1996, na Argentina, projetando a Stefanini como a primeira multinacional brasileira da área de tecnologia
– A Stefanini chegou aos Estados Unidos em 2001
– Na Europa, a primeira filial foi na Espanha, em 2003
– Chegou na Índia em 2006 e nas Filipinas em 2011
– Em 2010 a Stefanini dá um importante passo rumo à internacionalização ao adquirir a Tech Team

Em 2015 foram cinco movimentações:

1. Fusão com a IHM Engenharia (Fevereiro)
2. Joint-venture com a Tema Sistemas para criação da Stefanini Capital Market (Março)
3. Lançamento da Inspiring, braço de telecomunicações da Stefanini (Junho)
4. Criação do escritório em Ontário, no Canadá (Junho)
5. Aquisição de 40% da Saque e Pague (Agosto)

Em 2016:

1. Aquisição da empresa colombiana Sysman, especializada em ERP para Governo;
2. Fusão com a Scala IT (por meio da coligada VANguard)
3. Joint-venture com a israelense Rafael

Tags, , , , , ,

Claro e PayPal anunciam o lançamento do Claro pay

A Claro e o PayPal anunciam o lançamento do serviço Claro pay, uma carteira digital em que o PayPal será o meio de pagamento para os clientes da operadora adquirirem recargas e outros produtos e serviços. O aplicativo é voltado a todos os clientes Claro que utilizam o smartphone como plataforma de consumo digital.

Com o Claro pay, os clientes podem, entre outras facilidades, realizar recarga rápida ou recorrente de seu celular, além de solicitar créditos para familiares ou amigos. A solução também permite pagar outros serviços, como entrega de refeições e de mobilidade urbana.

Uma das grandes vantagens do serviço, é que os clientes pré, pós e controle podem acessar o Claro pay sem consumir sua franquia de dados. Além disso, o aplicativo conta com ofertas exclusivas, como descontos em ingressos online, entre outras parcerias e benefícios, atualizadas mensalmente.

“Na Claro temos a inovação como direcionamento estratégico dos nossos negócios, sempre buscando oferecer os melhores serviços aos clientes”, afirma Rodrigo Vidigal, diretor de marketing Claro. “A ideia é transformar o Claro pay em um hub de facilidades com serviços da Claro e de parceiros de diversos segmentos, trazendo mais segurança para o cliente realizar transações digitais”.

“A parceria une a força da marca Claro em internet móvel e a liderança global do PayPal em pagamentos online, para levar aos clientes da operadora inovação e praticidade”, afirma Mario Mello, diretor geral do PayPal para a América Latina. “Os acessos móveis vão proporcionar mais mudanças no comércio durante a próxima década do que temos visto nos últimos cem anos, e o PayPal vai continuar liderando essa revolução ao investir em parcerias deste porte com importantes players de diferentes setores”.

Usar o Claro pay é muito simples: o primeiro passo é baixar o aplicativo no Google Play, em seguida criar uma conta no PayPal ou utilizar uma conta já existente. No lançamento, o app estará disponível para usuários Android.

Tags, ,

Microsoft escolhe solução da SAP na nuvem para gerenciar Recursos Humanos

A SAP anunciou que a Microsoft escolheu o pacote SAP SuccessFactors HCM Suite, que inclui o SAP SuccessFactors Employee Central, para gestão de seus 114.000 funcionários de tempo integral. A Microsoft escolheu a solução por seus recursos, flexibilidade, capacidade de extensão e estratégia de plataforma aberta. A empresa espera reduzir custos e ganhar maior eficiência operacional, além de proporcionar uma experiência aprimorada aos funcionários de forma coerente com sua filosofia “mobile-first, cloud-first” focada em atrair e reter talentos, promover o engajamento dos profissionais e gerar melhores resultados de negócios.

A Microsoft é a mais nova integrante de um grupo de organizações globais que elegeu as soluções de gestão de capital humano (HCM) SAP SuccessFactors na nuvem. Hoje, já são 135 grandes empresas que adotaram a plataforma para ajudar a padronizar, simplificar e otimizar os processos de RH.

“O RH se tornou hoje excessivamente complexo, especialmente em grandes empresas globais que precisam lidar com centenas de jurisdições legais e regulatórias”, afirma Roberto Spuri, vice-presidente de vendas de solução de gestão de capital humano da SAP. “A Microsoft reconhece que essa transformação requer a simplificação do ambiente, e a importância de oferecer a seus profissionais soluções baseadas na nuvem que sejam interessantes e fáceis de usar. Estamos muito satisfeitos em poder apoiar essa jornada da Microsoft.”

As soluções SAP SuccessFactors na nuvem proporcionam uma experiência similar à “de consumidores”, incluindo design moderno para interface do usuário e recursos incorporados de colaboração, fornecidos no dispositivo de escolha de cada um. Dessa forma, a Microsoft pode garantir níveis maiores de adoção por parte de seus usuários. O SuccessFactors SAP HCM Suite vai proporcionar as ferramentas para aprimorar o padrão de engajamento dos profissionais, beneficiar os negócios e melhorar o retorno para os investimentos feitos em tecnologias de RH.

Além da Microsoft, a Ernst & Young (EY) e a CPFL também selecionaram as soluções SAP SuccessFactors durante o terceiro trimestre de 2016, período em que a SAP registrou um forte crescimento de dois dígitos na nuvem. A SAP tem atualmente mais de 4.100 clientes usando SAP S/4HANA globalmente e milhares de cliente na América Latina e que escolheram soluções da SAP para ajudar em suas jornadas de transformação digital.

Microsoft Azure se torna parceiro preferencial da SAP

A adoção da solução SuccessFactors dá continuidade a uma longa parceria entre a SAP e a Microsoft, que inclui a recente escolha do Microsoft Azure como serviço de nuvem pública preferencial para as soluções SAP de gestão de capital humano. A SAP vai disponibilizar a suíte SAP SuccessFactors HCM baseada em nuvem no Microsoft Azure pelos próximos cinco anos.

“Esse acordo constitui o primeiro passo da SAP para complementar sua infraestrutura e operar as soluções SAP SuccessFactors em uma nuvem pública de terceiros”, destaca Roberto Spuri. “Com a Microsoft Azure, que tem 90% dos Fortune 500 como clientes, garantindo nível empresarial de segurança, plataforma aberta para desenvolvedores e serviços de dados avançados para todas as organizações, a SAP tem uma nuvem global confiável e uma poderosa plataforma de dados para ajudar a impulsionar a transformação de recursos humanos das empresas”, destaca.

Mike Ettling, presidente da SAP SuccessFactors, salienta que o SAP SuccessFactors experimenta um crescimento exponencial nos últimos dois anos, atingindo 42 milhões de usuários. “Ao selecionar a Azure, poderemos expandir nosso alcance ainda mais, com a confiabilidade necessária para essas aplicações de missão crítica, e continuaremos inovando e aprimorando os serviços para atender às necessidades dos clientes em ambientes adicionais “.

Tags, ,

5 dicas para o décimo terceiro salário render

unnamed-33

Com o fim do ano chegando, muitas pessoas não veem a hora de receber o tão aguardado décimo terceiro salário e ter dinheiro extra para as compras de Natal, viagens, pagar contas atrasadas ou até realizar um investimento. Mas, qual é a melhor estratégia para planejar o orçamento financeiro nessa época do ano?

Para sanar essa dúvida, a especialista em educação financeira e consultora da empresa GC-5 Soluções Corporativas, Márcia Tolotti, elaborou algumas dicas que vão ajudar a administrar o décimo terceiro, pagando as contas e ainda sobrando um extra para aproveitar as festas! Confira:

1. Gaste uma parte com o que quiser

Você trabalhou duro o ano todo e seria ótimo gastar o 13° para realizar alguns sonhos, certo? Mas, calma, é possível comprar supérfluos sem gastar todo o dinheiro extra. Separe 20% do seu 13° para aquele item da vitrine que há tempos vem sendo desejado, porém, não enlouqueça! 20% é o máximo do salário que deve ser gasto com esses presentes.

2. Pague contas atrasadas

Tem dívidas? Aproveite o dinheiro extra do fim do ano para sair do sufoco e pagar suas contas atrasadas ou ainda antecipar o pagamento de contas como IPVA e IPTU para garantir descontos. Isso mesmo, evite perder dinheiro em juros! A especialista recomenda que, no máximo, 40% do 13º seja utilizado para quitar dívidas.

3. Compre os presentes de Natal à vista

Essa dica é ainda mais importante para quem está endividado. Se essa é a sua situação, nem pense em parcelar qualquer presente, isso pode ser uma armadilha! Márcia Tolotti explica que o ideal é fazer uma lista dos “presenteáveis” e utilizar somente 15% do décimo terceiro para esta finalidade. Use a imaginação, economize e comemore sem dívidas!

4. Guarde dinheiro para as contas do início do ano

As festas mal acabam e o início do ano já chega cheio de novas contas a serem pagas, como IPVA e IPTU. Comece com o pé direito, sem dívidas e sem dor de cabeça, reservando 15% do seu décimo terceiro para pagar essas contas.

5. Comece sua poupança

Poupar pode se tornar um hábito, o importante é dar o 1º passo. E que tal utilizar parte do 13° para isso? 10% do seu dinheiro extra já é uma ótima forma de começar sua poupança. Aproveite a virada de ano e comece a construir sua liberdade financeira!

Tags, , , , , , ,

BT tem novo diretor geral no Brasil

Alex Inglês é o novo Diretor Geral da BT (British Telecom) no Brasil. Ele ingressou na empresa há oito anos, quatro baseado em Londres e os últimos quatro em São Paulo. Antes de assumir o novo cargo, atuava como Diretor de Atacado para América Latina, à frente dos negócios da BT com operadoras de telecomunicações em toda a região.

Em Londres, exerceu diversas funções, tendo trabalhado inclusive na preparação da infraestrutura de telecomunicações para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Londres 2012. Mudou-se para São Paulo para assumir o posto de Diretor de Operações (COO) para a América Latina, e depois o de Diretor de Desenvolvimento de Negócios e Operação de Vendas para a região.

Antes de trabalhar na BT, Alex acumulou na Accenture vasta experiência em consultoria para a área de Tecnologia da Informação.

Alex possui MBA pela London Business School e é formado em Engenharia da Computação pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Trabalhou em 15 países e é fluente em quatro idiomas. Alex nasceu no Rio de Janeiro e atualmente vive em São Paulo.

Jorge Najera, que acumulava a função de Diretor Geral da empresa no Brasil e de Vice-Presidente para o sul da América Latina, continua no cargo de VP, com responsabilidade por Brasil, Argentina, Bolívia, Chile, Paraguai e Uruguai. Jorge também vive em São Paulo.

Tags, ,

Startup: saiba se chegou a hora de expandir seus negócios para o exterior – Por Daniel Hoe

Sua empresa está decolando e você quer explorar novos horizontes? Ou a crise afetou o seu negócio e investir em outro país parece ser a única saída? Antes de tomar a sua decisão, é importante analisar detalhadamente o cenário e o público-alvo em que pretende apostar, bem como os concorrentes diretos e indiretos. Decisão tomada, confira algumas dicas para ter sucesso nessa aventura:

– Recicle propostas: dependendo do seu negócio, é possível adaptar planos e projetos para mercados ou públicos semelhantes, reduzindo tempo e gastos.

– Foque no principal: vivemos a era do cliente e a compreensão sobre suas necessidades e demandas passa por uma solução de gestão de relacionamento com clientes.

– Aposte na diversidade: formar uma equipe com profissionais de nacionalidades diferentes, novos pontos de vista e experiências complementares traz inovação enovas oportunidades para a empresa.

– Atenda bem para atender sempre: o contato com o cliente deve ser assertivo elevar à satisfação, independentemente do mercado onde você atuar. A visão única do cliente também precisa estar evidente nesses contatos para que a experiência com a marca siga consistente.

– Mantenha o espírito de startup: colha o retorno de clientes sobre sua proposta de valor e faça ajustes, seja na abordagem ou na sua oferta.

– Aprenda com o passado: acertos e erros anteriores facilitam decisões futuras.

– Customize o que precisar: articule com sua equipe e parceiros para que as customizações nos sistemas, inclusive os de gestão de clientes, estejam adaptadas para as necessidades dos novos mercados. E-learning gratuito para fazer isso pode ser bem vantajoso, como é o caso do Trailhead.

– Continue nas nuvens: Software as a Service seguirá crescendo, provendo a escalabilidade que os negócios precisam hoje e amanhã.

– Procure ajuda: consulte entidades de classe para entender qual seu atual nível de internacionalização e o que mais você precisará para se preparar.

Tags, , , ,