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Um cartão de credito e débito em forma de um adesivo levou o primeiro lugar no Hackathon WeAr + C&A

O time vencedor do primeiro Hackathon WeAr + C&A de wearables do Brasil foi o Freedom, composto por Evelyn Costa, Sarah Lopes e Gabrielle Pigato, que elaborou um dispositivo que se encaixa em patches e traz informações de identificação pessoal e pagamento, prático e fashion para ser usado no dia-a-dia. O patch foi bordado à mão por uma das designers, já que o grupo tem a preocupação de unir o processo artesanal a alta tecnologia. “A gente quer ir na balada ou sair para almoçar durante o trabalho e deixar a bolsa no escritório e assim criamos um patch com um adesivo que cola em qualquer peça de roupa”, diz Evelyn Costa, uma das integrantes do grupo.

Cada uma delas ganhou R$ 1 mil em compras na C&A, e uma bolsa de estudo para qualquer pós graduação do IED-SP. Entre os jurados estava a consultora de moda Gloria Kalil, além de profissionais da área de moda e varejo, que avaliaram os projetos segundo critérios de criatividade, design, execução, viabilidade de produção e eco-friendly.

Entre os projetos desenvolvidos está uma bolsa com dispositivo antifurto, que avisa quando o zíper está sendo aberto, além de uma coleção de acessórios, com anéis e pulseiras com botão de proteção pessoal.

A maratona de dois dias, com 235 inscritos, e os 44 participantes selecionados foram divididos em nove equipes, e tiveram como desafio criar e prototipar um item conceitual ou que esteja pronto para ser produzido para o mercado em grande escala. Para tanto, os presentes contaram com o auxílio de mentores especializados em moda, negócios e tecnologia, como o estilista Dudu Bertholini, que deu suporte na modelagem da ideia, prototipagem e com soluções em softwares e processos. Além disso, foram disponibilizados equipamentos de confecção, hardwares e componentes para a produção das peças no laboratório do IED.

O Hackathon WeAr + C&A teve co-patrocínio do cartão ELO, além do apoio do IED – Instituto Europeo di Design, Airfrance, Shop2gether, Basico.com, Santista Jeanswear e Metro Jornal.

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Aplicativos facilitam o mercado de gastronomia – Por Danilo Lastrucci

No ano de 2016, pela primeira vez no Brasil o número de acessos à internet por dispositivos móveis (celulares e tablets) ultrapassou o acesso via computador nas residências. Essa tendência mostra que cada vez mais as pessoas estão aproveitando as facilidades de ter tudo na palma da mão e na hora que quiser. De olho nessa onda, o mercado de delivery de alimentos segue em constante evolução.

A cultura do delivery vem se solidificando nos últimos anos, mesmo com a intensa crise econômica que assola os brasileiros. Em 2015, houve um aumento de 12,5% no serviço de alimentação delivery, segundo a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes. Para esse ano, ainda não tivemos projeções sobre o crescimento, mas já é um consenso que aumentará em relação ao ano passado. Isso se deve principalmente as facilidades empregadas nesse tipo de serviço para o consumidor.

Sabemos que sair de casa e se alimentar demanda tempo, paciência e custos extras, como estacionamento e taxa de serviço, por exemplo. Além disso, a variedade de opções oferecidas nos aplicativos, que vai de uma simples pizza, passando pelo tradicional churrasco, até chegar às culinárias mais requintadas do mundo, faz com que o consumidor opte cada vez mais por receber seu alimento em casa.

Hoje, os aplicativos são grandes aliados nesse crescimento do delivery de alimentos, mesmo ocupando apenas 10% dessa fatia do mercado. Isso mostra que há muitas possibilidades e a expectativa é de que o Brasil esteja entre os cinco maiores mercados do mundo nos próximos anos.

Além da comida pronta, há também a possibilidade de se comprar ingredientes para se preparar os alimentos em casa, isso dá mais liberdade para os clientes escolherem e planejarem suas compras, adequando-as no melhor horário e data. Hoje, você já pode, por exemplo, comprar todos os produtos necessários para se fazer um churrasco completo via celular e receber tudo no local que desejar. É assustador pensar que há cinco anos isso era inviável!

O próximo ano será de grandes investimentos e expansão do segmento de alimentos em todo Brasil, e esse é o momento para o comerciante que ainda não faz parte desse grande mercado, redirecionar seus esforços para essa área e aproveitar o extenso leque de possibilidades que a tecnologia oferece.

Danilo Lastrucci, co-fundador e Diretor Comercial do LikeChurras, primeiro aplicativo para vendas de carnes de qualidade e certificadas.

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Freelancer.com compra plataformas Nubelo e Prolancer

O Freelancer.com, maior plataforma do mundo de freelancer e crowdsourcing do mercado em número de usuários e trabalhos publicados, anuncia a aquisição da Nubelo e do Prolancer, detentoras dos maiores mercados freelancers em países de língua espanhola e portuguesa, atrás apenas do Freelancer.com, respectivamente. Esta aquisição leva a empresa à posição de líder absoluto no mercado latino-americano.

A Nubelo foi fundada em 2012 pelo empresário espanhol Francesc Font e os irmãos gêmeos argentinos Nicolas e Jorge Araujo Muller. Sediada em Barcelona e financiada pela Caixa Capital Ris, Nero Ventures, South Ventures, Start-Up Chile, Cabiedes & Partners e Mountain Nazca & South Ventures, a Nubelo se tornou um dos maiores marketplaces de freelancers em países de língua espanhola depois do Freelancer.com. A empresa conta com 50 funcionários em Barcelona, na Espanha, Buenos Aires, na Argentina, Bogotá, na Colômbia, e São Paulo, no Brasil.

Em julho de 2015, a Nubelo assumiu o controle da brasileira Prolancer.com.br, fundada por Sergio Mendez Baiges, com sede em São Paulo, para expandir seu alcance no mercado brasileiro. Juntas, as empresas viram o sucesso de crescimento chegar a 750 mil usuários cadastrados e mais de 122 mil projetos publicados.

“Estamos animados para anunciar que a Nubelo foi comprada pelo Freelancer.com, líder mundial no mercado de freelancers. Nossa comunidade de profissionais cadastrados fez o sucesso da Nubelo possível, agora irá desfrutar de mais oportunidades, trabalhando com uma gama muito maior de empregadores e terá à sua disposição uma gama mais diversificada de áreas de trabalho. Esta aquisição será altamente benéfica para os nossos usuários e nos sentimos honrados que uma empresa como o Freelancer.com tenha reconhecido o nosso trabalho duro e valioso para transformar a Nubelo no líder do mercado espanhol que é hoje”, comenta Francesc Font, CEO da Nubelo.

“Depois de quatro anos de trabalho duro e intenso, estou certo de que esta aquisição feita pela maior e mais importante plataforma de freelancer e crowdsourcing do mundo levará nossos usuários a um próximo patamar em termos de oportunidades de trabalho e acesso aos melhores talentos do mundo”, afirma Sergio Mendez, CEO do Prolancer.

Após a abertura recente de seu escritório em Buenos Aires, ainda em 2016, o Freelancer.com vem investindo constantemente na expansão para mercados de línguas espanhola e portuguesa. Com essas aquisições, a empresa espera que o escritório na capital Argentina aumente ainda mais sua representatividade.

Este mercado de rápido crescimento fez com que a região se tornasse uma das mais estratégicas para a empresa. Em 2012, quando o Freelancer.com iniciou as operações na América Latina, o mercado da região representava menos de 0,2% das operações da empresa. Após quatro anos de crescimento, a região chegou a representar aproximadamente 10% da receita total do Freelancer.com, gerada por 1,8 milhão de usuários e mais de 502 mil projetos. A compra da Nubelo e do Prolancer devem ampliar ainda mais este crescimento.

“Esta aquisição reforça nossa presença global e expansão internacional, consolidando nossa plataforma como líder não só em língua inglesa, mas agora também em todos os países de língua espanhola e portuguesa. Damos as boas-vindas a todos os usuários da Nubelo e do Prolancer à nossa comunidade, onde encontrarão mais de 8 mil novos projetos publicados por dia e a possibilidade de trabalhar com nossa talentosa comunidade mundial de 22 milhões de usuários”, conclui Matt Barrie, CEO do Freelancer.com.

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Novo OpenScape Business Pay As You Go oferece opções de pagamento flexíveis para pequenas e médias empresas

A Unify, marca do grupo Atos especializada em softwares e serviços de comunicação, lança o produto OpenScape Business Pay As You Go. Voltada a pequenas e médias empresas, a plataforma é escalável, flexibilizando os custos e diminuindo o investimento inicial quando comparada a modelos tradicionais de CAPEX, já que a empresa não irá adquirir o equipamento e sim utilizá-lo conforme a demanda.

O OpenScape Business Pay As You Go está disponível sob um novo modelo OPEX de licenciamento por assinatura, capaz de proporcionar receitas recorrentes aos parceiros da Unify.

Para pequenas e médias empresas, a solução garante a flexibilidade aprimorada de um modelo de assinatura, cujo custo da manutenção é mensal. Isso reduz os custos do serviço para a empresa e garante que ela possa utilizar os recursos básicos da ferramenta. Desta forma, as companhias passam a investir apenas nos recursos ou nos usuários adicionais de que necessitem. Por exemplo, o aumento temporário ou sazonal de empregados.

O OpenScape Business Pay As You Go possui as mesmas características do OpenScape Business já lançado no mercado, mudando o modelo de entrega, pensado para atender aos canais. Com isso não é necessário investimentos adicionais de treinamento, já que existe familiaridade com o produto.

“Com o OpenScape Business Pay As You Go conseguimos oferecer aos nossos clientes um modelo de pagamento flexível, que leva em conta o uso mensal efetivo do serviço. Esse modelo interessante e único pode ser aplicado a todos os nossos clientes, seja os que operem o sistema dentro da sua própria empresa, seja aqueles que utilizem nossos Data Centers. O cliente mantém flexibilidade total e pode adaptar a solução às suas necessidades específicas a qualquer momento”, explica Ief Vancouillie, diretor-gerente da Fonitel.

“Nosso objetivo é oferecer soluções de comunicação e colaboração adequadas para empresas de todas as formas e tamanhos. Acreditamos que o OpenScape Business Pay As You Go vai entregar tudo o que as pequenas empresas exigem para seus ambientes flexíveis, de rápido movimento, e, muitas vezes, em acelerado crescimento. Além disso, a solução também é interessante para nossos parceiros de canal, que estão constantemente procurando oferecer soluções inovadoras baseadas em nuvem, resultando em um crescimento consistente de receita para eles”, diz Luiz Domingos, Head da Product House da Unify.

“É fato, o mercado exige soluções on demand e é isso que a Unify traz, aliando tecnologia de ponta com modelo de negócio por assinatura. Com esta flexibilidade, é possível garantir eficiência de processos, redução de custos e ganhos de produtividade. O OpenScape Business Pay As You Go é uma oferta completa e arrojada que atende as diferentes necessidades de cada empresa”, conclui Andre Paulino, Head de Vendas da Unify Brasil.

Os benefícios para os clientes:

Flexibilidade no dia-a-dia, investimentos apenas em recursos ou usuários necessários.

Não há grande investimento inicial devido a uma opção de pagamento mensal com base nos custos operacionais (OPEX).

A solução oferece muito mais flexibilidade do que as ofertas tradicionais de nuvem pública (escolha de diferentes implementações, provedor preferencial e conjunto completo de recursos). O suporte de software está integrado e os clientes podem se beneficiar continuamente dos recursos mais recentes, softwares e atualizações de segurança.

Ideal para empresas com atividades sazonais (Call Centers, agentes), start-ups (baixo investimento), projetos temporários, freelancers, etc.

Os benefícios para os parceiros:

O Pay As You Go pode ser utilizado em seu próprio Data Center privado/ Cloud para oferecer uma solução Cloud aos seus clientes.

O serviço abre oportunidades de negócios e permite aos parceiros competir com os provedores de nuvem públicas.

Os parceiros Unify continuarão com a responsabilidade total sobre o cliente, incluindo a propriedade do contrato – ajudando a melhorar sua fidelização.

A solução gerará um fluxo de receita recorrente com oportunidades de negócios adicionais.

Com base em pesquisas intensivas, a Unify acredita que a solução vencerá as tradicionais ofertas de nuvem pública com seu modelo de assinatura flexível e a escolha de diferentes implementações.

Não haverá necessidade de os parceiros fazerem grandes investimentos iniciais em produtos, permitindo-lhes lidar com projetos maiores.

Devido à simplicidade do modelo, o Pay As You Go pode ser vendido como qualquer outro produto Unify – sem necessidade de um processo de certificação especial.

O OpenScape Business Pay As You Go está disponível para comercialização por parceiros autorizados. O serviço inclui suporte de idioma para alemão, espanhol, português e inglês. Para obter informações completas sobre os recursos e funcionalidades do Pay As You Go, visite o site da Unify.

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Adriano Krzyuy é novo presidente da Assespro-Paraná

Adriano Krzyuy - Assespro

O empresário Adriano Krzyuy é novo presidente da Assespro-Paraná. Ele foi eleito para comandar a entidade que representa empresas de tecnologia biênio 2017/2018.

Adriano ocupou o cargo de Vice-Presidente de Articulação Política na gestão anterior de Sandro Molés da Silva e trabalhou diretamente na criação do Comitê Estadual de Governança de TIC e na formação da Frente Parlamentar de Tecnologia da Informação e Comunicações da Assembleia Legislativa do Paraná. A bancada digital, criada nesta semana, conta com o apoio de mais de 20 parlamentares e é liderada pelo deputado Guto Silva. O grupo vai incentivar o desenvolvimento do setor, considerado estratégico para o crescimento da economia paranaense. O Comitê de Governança, em poucos meses de existência, já traçou uma meta ousada: fazer do Paraná um líder em negócios de tecnologia na América Latina até 2035.

“Durante nossa gestão, a Assespro-Paraná vai apoiar fortemente essa estratégia com visão de futuro. Precisamos estar conectados com os principais hubs de tecnologia globais. Vamos trabalhar com exportação e internacionalização de nossas empresas”, afirma Adriano Krzyuy.

O novo presidente da entidade também faz um apelo ao empresariado parananense: “peço que saiam da zona de conforto e participem das ações da Assespro como associados, interagindo com outros empresas em reuniões e eventos. Um setor forte se faz com empresários fortes”.

Veja a composição da Diretoria Executiva da Assespro-Paraná no biênio 2017/2018:

Presidente: Adriano Krzyuy (DF Systems)

Vice-Presidente de Associativismo e Sustentabilidade: Marcese Maschietto (Unimake Software)

Vice-Presidente de Comunicação e Marketing: Arthur Schuler da Igreja (Jazz Consultoria e Treinamento)

Vice-Presidente de Qualidade, Planejamento e Controle: Rodrigo Gallego ( QLA Soluções de Informática)

Vice-Presidente de Articulação Política: Eduardo Silva Aguiar (ITSoftin)

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Inteligência Artificial no dia a dia do consumidor – Por Guilherme Porto

Mesmo sem saber, a maioria dos brasileiros já foi atendida online por um robô, imaginando ter um atendente humano do outro lado do computador. A separação entre ficção e realidade é parte do passado com o uso da Inteligência Artificial no dia a dia dos serviços ao consumidor.

É cada vez mais aplicável o uso de robôs para tarefas que até pouco tempo só podiam ser feitas por humanos. É o caso do Assistente Virtual Inteligente (AVI) e de ferramentas conhecidas como chatbots, que levam a Inteligência Artificial às centrais de atendimento ao cliente.

Nas versões mais avançadas, essas ferramentas conseguem dar respostas personalizadas para cada pessoa, levando em conta variáveis como sexo e idade, além de considerar interações anteriores e diferenciar emoções de acordo com palavras, pontuações e figuras usadas. A combinação da análise das particularidades de cada usuário com a programação de respostas informacionais, permite que a plataforma estabeleça uma conversa humanizada para responder perguntas complexas do consumidor. Geralmente essa conversa acontece por meio de um avatar e sem a necessidade de participação de um agente humano.

Outro caso de uso cotidiano dessas tecnologias são os assistentes digitais como o Siri da Apple (para iOS) e o Google Now do Google (para Android). Esses sistemas reconhecem instruções de voz e conectam diferentes termos de pesquisa com conjuntos de dados para oferecer aos usuários informações relevantes em formato de áudio, imagem ou texto.

Apesar de todos esses avanços terem sido colocados em prática há poucos anos, a ideia de que os computadores poderiam servir de interlocutores em conversas com seres humanos foi concebida há mais de cinco décadas, pelo matemático britânico Alan Turing (1912-1954). Naquela época, no entanto, a tecnologia disponível impediu que esses planos se concretizassem.

Hoje, com a vantagem de estarem sempre disponíveis, temos os chats robotizados atuando como verdadeiros “concierges” personalizados para apoio ao cliente nos seus mais variados anseios. Além do atendimento customizado, as chamadas “tecnologias de quarta geração” já podem efetuar transações como vendas e estabelecer conversas em linguagem natural para dar suporte ao usuário, disponibilizar informações e efetuar cobranças.

Para aqueles que acreditavam que isso poderia ser mais uma tendência passageira, um estudo do Gartner prevê que, até 2020, 40% das interações com dispositivos móveis serão feitas a partir de softwares de Inteligência Artificial e que as pessoas vão conversar mais com bots do que com seus cônjuges. Apenas a recente chegada dos bots no Messenger do Facebook, por exemplo, tornou a tecnologia de chat robotizado mais próxima de quase dois bilhões de usuários no mundo inteiro.

O melhor de tudo isso é a possibilidade que as empresas têm de oferecerem um atendimento mais ágil e simples aos consumidores de todo o mundo, sem barreiras de linguagem nem erros de informação e com acesso fácil a todo o conhecimento que um humano, mesmo em décadas, não conseguiria oferecer.

Guilherme Porto, CEO da Plusoft

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Gartner afirma que toda organização precisa de uma estratégia de plataforma digital

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, afirma que, quando os negócios digitais expandem, fazem com que as oportunidades, ameaças e restrições dos ecossistemas de negócios evoluam. Com mais de 30 bilhões de dispositivos conectados à Internet até 2020, a complexidade só aumentará e os CIOs (Chief Information Officers) desempenharão um papel integral na definição da abordagem de negócios.

“Nem toda organização deve assumir um papel de liderança em um ecossistema de negócios, porém, todas elas precisam de uma estratégia de plataforma digital. Para engajar e gerenciar os ecossistemas de negócios, as empresas estão criando e se integrando com plataformas digitais de negócios para compartilhar fatores determinantes”, afirma Don Scheibenreif, Vice-Presidente de Pesquisas e Analista Emérito do Gartner.

A estratégia deve integrar as necessidades de negócios e de TI, além de estabelecer uma visão de liderança coletiva

A estratégia de plataforma digital irá variar de empresa para empresa. Algumas organizações desenvolverão um modelo de plataforma de negócios que englobará fornecedores, consumidores e funcionários para criar ou trocar bens, serviços e interação social. Outras podem interagir com plataformas digitais de diferentes organizações. Independente da configuração, a estratégia deve integrar os negócios e as necessidades de TI, além de estabelecer uma visão de liderança coletiva. As empresas devem decidir o que faz sentido para a sua organização e os objetivos de negócio em longo prazo.

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A participação em um ecossistema de negócios afetará a forma como os CIOs determinam investimentos estratégicos e operacionais. Esses ecossistemas devem ser deliberadamente integrados para melhorar a estratégia corporativa global. Os CIOs precisam colaborar com seus parceiros para decidir se o principal objetivo é criar um ecossistema ou integrar-se com os de outras empresas. As organizações maiores podem suportar uma combinação de abordagens, enquanto as de alto desempenho geralmente aproveitam os ecossistemas para cocriar soluções.

É importante considerar os cenários em como os ecossistemas de negócios evoluirão no futuro, tanto da perspectiva de negócios quanto de TI. Os CIOs podem trabalhar com parceiros para guiar a discussão sobre os serviços e produtos necessários.

Planeje

As estratégias de plataforma digital exigem que os CIOs integrem os negócios e o planejamento tecnológico. Esses executivos precisam conectar a ideia de evoluir os planos de plataforma digital com o aprimoramento da estratégia de negócios, definindo uma instrução de alto nível para alinhar o objetivo de negócio com a estratégia do ecossistema e garantindo a inclusão de itens viáveis e reflexos tecnológicos e de negócios. Ao planejar, é preciso estar atento a quais negócios e cenários de planejamento estratégico de TI são mais ou menos prováveis de ocorrerem e rever as implicações, limitações, interdependências e risco da estratégia de plataforma digital.

Entregue

Riscos e oportunidades de negócios e de tecnologia influenciarão significativamente como os CIOs apoiam as plataformas digitais. As plataformas de negócios digitais devem criar valor para os funcionários, clientes e parceiros. Mais importante: elas devem atrair clientes que desejam utilizar o ecossistema. Os CIOs devem lembrar que, se criar ecossistemas é difícil, gerenciá-los será um desafio ainda maior. Isso significa uma necessidade de elaborar novos requisitos para integração, segurança, conformidade e risco de reputação junto a uma governança que garanta o comportamento igualitário dos participantes na plataforma.

Os CIOs devem criar uma equipe principal para fortalecer a estratégia de plataforma digital e identificar táticas potenciais de monetização e impactos sobre o risco. Além disso, é preciso definir claramente os resultados orientados aos negócios, decidir se a empresa tem tolerância ao risco e analisar se tem tempo para construir uma plataforma própria ou deve procurar adquirir uma.

Evolua

Assim como os ecossistemas de negócios se expandem, os CIOs terão que gerenciar arquiteturas de plataforma digital cada vez mais complexas. Esses executivos devem trabalhar com seus parceiros de negócios para descobrir quais próximos cenários são mais prováveis para as plataformas digitais e selecionar o tipo de arquitetura necessária para apoiar planos futuros. Isso inclui definir se os ecossistemas serão apoiados internamente ou externamente e os papeis do provedor principal da plataforma digital, do consumidor e do proprietário da plataforma. Os CIOs devem se concentrar no crescimento tecnológico, mas também em fazer com que a arquitetura de negócios evolua para oferecer suporte à governança, confiança, estratégia, reputação, segurança e economia.

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Banco Societé Générale Brasil terceiriza Infraestrutura de TI para a T-Systems

A T-Systems, provedora alemã de soluções e serviços de TI, é a responsável pela Operação do Data Center, por Service Desk &Field Services e pelo Suporte aos Sistemas Aplicativos do Banco Societé Générale (BSG) no Brasil. Fundado em 1864, o segundo maior banco francês tem sede em Paris e cerca de 12 mil funcionários em mais de 37 países em sua divisão de Corporate & Investment banking, incluindo o Brasil.

O movimento de terceirização começou há cerca de quatro anos, quando o banco tomou a decisão de fazer o outsourcing de alguns serviços que sua área de TI oferecia aos usuários. “Isso incluía o service desk, toda a parte de serviços de campo e a migração de nosso data center para um ambiente mais seguro”, lembra o CIO do BSG no Brasil, Mario Lopes. A ideia era passar toda a operação de job schedulling para outra empresa, terceirizando o suporte de aplicações, algo inédito na operação global do banco.

Adilson Lessio, Head de Complex Deals & Alliances da T-Systems Brasil, lembra que o BSG tinha a necessidade de aprimorar a infraestrutura e os processos de TI, elevando o padrão da infraestrutura e tornando-a compatível com os requisitos de Continuidade de Negócios. “Para o suporte de seus sistemas o BSG demandava uma modelo de operação que pudesse entender suas aplicações e garantir a evolução conforme requisitos de prazo e qualidade condizentes com as necessidades do negócio. Era preciso que o banco atrelasse SLAs ao serviço de suporte dos sistemas”, lembra.

Tomada a decisão, o BSG lançou uma RFP (Request for Proposal) bastante extensa e com critérios bem definidos. “O BSG precisava acima de tudo de um provedor que fosse capaz de entender a criticidade da operação e garantir permanente e adequado nível de relacionamento. A proximidade entre nossa equipe e a equipe do prestador deveria ser garantida por um modelo formal da gestão dos serviços ”, afirma Lopes. Ao final do processo, a escolha recaiu sobre a T-Systems por conta de sua presença global e do histórico de prestação de serviços apresentado.

Projeto

Depois da escolha, as equipes do BSG e da T-Systems ficaram quase um ano em projeto, garantindo que a migração ocorresse de forma tranquila. Feita a migração, o BSG começou a operar no data center da T-Systems em outubro de 2013. Lopes lembra que, no início do processo, o objetivo não era a redução de custos, mas a melhoria da qualidade e da segurança para o negócio.

Para isso, a T-Systems desenhou a solução entendendo as diretrizes do banco: precisavam de uma infraestrutura dedicada e desenvolvida de acordo com suas necessidades. “Isso foi seguido na parte de data center. Também montamos um modelo de serviços aderente às necessidades de sistemas”, informa Lessio.

O executivo da T-Systems lembra que a empresa desenhou e construiu a solução com uma “combinação das melhores tecnologias que tínhamos em uso na nossa estrutura compartilhada. Escolhemos o que de melhor havia no mercado para a construção dessa solução”.

“Hoje, avaliando os custos, percebemos que também ali houve uma melhora. Mas o mais importante é a agilidade que conseguimos no atendimento aos nossos clientes”, diz Lopes, lembrando que nas duas últimas pesquisas de satisfação com o usuário – realizadas semestralmente – o índice de bom e muito bom chegou a 95%.

Lopes explica que a terceirização da estrutura tem ajudado o banco a desenvolver seus negócios. Além disso, houve ganhos tremendos em governança. “Hoje temos indicadores de desempenho que nos permitem gerenciar bem melhor os níveis de serviço. Isso garantiu também que a equipe de TI do banco se focasse somente na criação de novos produtos e serviços, transformando a experiência de nossos usuários internos e de nossos clientes”, diz.

Sobre o service desk, Lopes lembra que no modelo anterior o contato dos usuários era feito diretamente com a área de suporte do BSG. Com a terceirização, a área passou a contar com métricas que ajudam a gerenciar melhor os serviços prestados às demais áreas do banco. “Hoje a T-Systems toca meu dia a dia para que eu possa pensar serviços novos para os clientes. Tenho processos mais ágeis, disponibilização de informações de forma mais rápida e mais precisa”, comemora.

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Adyen e VTEX se unem para internacionalizar o e-commerce brasileiro

A Adyen, fintech de pagamentos que impulsiona o comércio global para empresas como Uber e Netflix, anuncia a parceria global com a VTEX, empresa líder no fornecimento de tecnologias para o comércio eletrônico. O contrato impulsionará a abertura de fronteiras para o e-commerce brasileiro expandir seus negócios a outros mercados em que a VTEX e a Adyen estão presentes, como EUA e Europa.

A VTEX é reconhecida internacionalmente pela oferta modular e escalável de Cloud Software para e-commerce, sendo a pioneira e líder com 84% de marketshare no Brasil, segundo dados da Datanyze. Com a parceria estratégica, a Adyen ofertará o processamento de pagamentos global dos clientes da plataforma, oferecendo aumentos significativos nas taxas de conversão, com mais de 150 moedas e 250 opções de métodos de pagamento disponíveis.

Segundo o vice-presidente sênior da Adyen para a América Latina, Jean Christian Mies, isso significa que o e-commerce brasileiro terá a oportunidade de expandir para os principais mercados do mundo, com uma gestão integrada e centralizada de pagamentos. “Estamos quebrando barreiras para atingir novos mercados e incentivar o crescimento do setor, que contará com a qualidade e o suporte global desta importante parceria entre duas empresas inovadoras”, diz Mies.

Em outubro deste ano, a Adyen inovou ao se tornar a primeira adquirente no Brasil com integração de todas as etapas do processo de pagamento – englobando gateway, gestão de risco e adquirência. Com isso, ela oferece uma comunicação direta entre lojistas e as bandeiras, agregando controle, confiabilidade e uma visão completa da operação para clientes. “Como única adquirente no mercado capaz de gerar faturamento adicional através do uso de tecnologia avançada, oferecemos uma plataforma capaz de aumentar consideravelmente a receita online, ao mesmo tempo em que permitimos que os comerciantes deem uma experiência de compra simples e segura a seus consumidores”, explica Mies.

Para Mariano Gomide de Faria, co-CEO da VTEX, essas qualidades tornam a parceria fundamental para complementar a oferta de valor ao e-commerce. “O Brasil é um dos mais competitivos países do mundo tratando-se de política de incentivos fiscais para exportação. Tornar líquida a venda de produtos de empresas brasileiras para mais de 120 países do mundo é um primeiro passo pragmático para colocarmos o Brasil no mapa do varejo no mundo.”

Um exemplo do potencial do mercado exterior para empresas brasileiras foi observado na Black Friday deste ano. Na data, a VTEX gerou 379 mil pedidos, dos quais menos de 0,05% foram para o exterior. O mercado de cross border no exterior chega a representar até 25%, e as marcas brasileiras são muito competitivas também fora do país. Com a abertura de transações internacionais, a expectativa é de acelerar a descoberta desse potencial pelos empresários brasileiros.

“O brasileiro por muito tempo acreditou que o nosso país era grande o suficiente. Não é. Ou abrimos a economia para o mundo e nos tornamos competitivos globalmente ou sofreremos as consequências”, afirma Mariano. “Existe uma demanda latente de empresas que pensam no futuro que esta parceria com a Adyen despertará e estamos muito animados pelo que a parceria vai representar para o comércio brasileiro”, completa

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CEO global da Huawei discursa sobre colaboração e desenvolvimento da Indústria 4.0

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O CEO da Huawei, Ken Hu, discursou sobre a Indústria 4.0 na 15ª Conferência de Empresas Alemãs da Ásia-Pacífico (APK 2016). Incentivando líderes de negócios, tecnologia e governos a trabalharem juntos, Hu afirmou que é necessário identificar e concordar sobre as capacidades fundamentais que fomentarão o desenvolvimento dessa iniciativa.

CEO da Huawei, Ken Hu

A Indústria 4.0, também conhecida como a quarta revolução industrial, tem origem na Alemanha e tem sido adotada pelas principais potencias industriais do mundo. Porém, ainda não existem padrões unificados em torno da Indústria 4.0. “A Indústria 4.0 promoverá o desenvolvimento social e terá um grande impacto sobre a competitividade de cada economia, mudando o cenário da indústria. Acreditamos que a Tecnologia da Informação e Comunicações (TIC) seja um habilitador central desta transformação. A Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês), uma robusta infraestrutura de nuvem e o desenvolvimento de software avançado, em particular, são três capacidades fundamentais que farão isto acontecer”, disse Hu.

• IoT – Mais conexões, mais dados

Hu explicou que a IoT é a base da Indústria 4.0 e do mundo inteligente. A fim de libertar totalmente o potencial da quarta revolução industrial, as indústrias precisam de maior inovação em torno de sensores, chipsets e redes de banda larga.

• All Cloud

A Huawei estima que, até 2025, mais de 85% das operações empresariais estarão na nuvem. Para atender esta demanda, nuvens específicas para a indústria começarão a surgir. Com serviços especiais para indústrias como as de finança, transporte e manufatura, as nuvens se diferenciarão entre si e fornecerão mais valor agregado do que as atuais soluções de nuvens públicas e privadas projetadas para uso geral.

• Gerando valor dos dados

A Indústria 4.0 também exigirá software avançado e capacidades de desenvolvimento de aplicativos para obter valor dos dados na nuvem. “Isto transformará todo o sistema em um sistema inteligente onde a análise de Big Data e a inteligência artificial serão peças fundamentais desse quebra-cabeça”, completou Hu.

Hu também falou sobre a importância da integração da Tecnologia Operacional (OT, na sigla em inglês) com a TIC, e da maior integração dentro da própria indústria de TIC. Em relação à integração da OT com a TIC, habilidades profissionais e fontes de dados são as principais forças dos fabricantes, considerando que as empresas de TIC tenham fortes capacidades de rede, big data e inteligência artificial. Para a integração da TIC, a convergência das telecomunicações, softwares e aplicativos ajudarão a fornecer serviços em nuvem do tipo one-stop que poderão ser personalizados para uso empresarial.

“Na era da Indústria 4.0, desenvolver as pessoas é tão importante quanto desenvolver a tecnologia. Na era da Indústria 3.0, as máquinas faziam as coisas que as pessoas não conseguiam fazer. No entanto, de agora em diante, as máquinas realizarão tarefas que as pessoas podem fazer e é provável que façam melhor. Neste tipo de ambiente, é importante focar no desenvolvimento de nossas capacidades inerentemente humanas, mantendo as pessoas inspiradas e garantindo que elas tenham um forte senso de realização no que fazem”, Hu concluiu.

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Rede Bourbon lança aplicativos para seus resorts

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Os Resorts Bourbon contam agora com uma novidade, para trazer ainda mais tranquilidade e conforto aos seus clientes: aplicativos Bourbon Cataratas e Bourbon Atibaia, já disponíveis para Android e iPhone. Neles é possível cadastrar diversas preferências, para que sejam indicadas atividades baseadas no perfil de cada hóspede. Para instalar, basta procurar por “Bourbon” na Google Play ou na AppStore.

Ainda, se a viagem de lazer for feita em grupo, os aplicativos permitem o cadastro de informações também dos outros integrantes, para que sejam enviadas opções de atividades que agradem a todos. Determinar temas favoritos e acompanhar em uma linha do tempo as próximas atrações, além de classificá-las por faixa etária, são outras vantagens dos aplicativos.

O lançamento desse recurso faz parte de uma diversidade de melhorias e inovações, que a Bourbon Hotéis & Resorts tem realizado há algum tempo, na área digital. “Estamos sempre procurando nos atualizar e trazer facilidades aos nossos clientes. Dessa maneira, nos tornamos mais próximos, identificando necessidades e mostrando que estamos atentos às mudanças e tendências de mercado”, explica Adriana Cardoso, diretora de marketing e produto da Rede Bourbon.

Das novidades que a Rede trouxe nos últimos anos, está o Web-Check in, uma ferramenta online que agiliza o ingresso dos hóspedes, nas unidades do Brasil, Argentina e Paraguai. Esse sistema diminui o tempo de espera na admissão de grupos e evita o acúmulo de pessoas nos lobbies e recepções dos hotéis. O acesso a ele é feito por meio de um link enviado para o e-mail do cliente, junto com o voucher de reserva, ou através do Site Bourbon (www.bourbon.com.br). Além disso, o Site foi todo reformulado e oferece uma home com destaques mais visíveis; maior conveniência com uma página de promoções organizada por temas, destinos e empreendimentos; traz a possibilidade da reserva com aéreo no Bourbon Barra Premium Residence, e disponibiliza uma área restrita para investidores.

A Bourbon criou ainda, um site exclusivo do Clube Bourbon e a Turma da Mônica (www.clubebourbon.com.br), onde as crianças cadastradas no programa de relacionamento podem aproveitar jogos e conhecer mais dos espaços Turma da Mônica, instalados nos resorts. E também está no ar o site do Mandí Nature Spa (www.mandinaturespa.com.br), espaço inaugurado em Foz do Iguaçu, Atibaia e Assunção, neste segundo semestre de 2016.

Investimento online

Para conversar com um público que interage cada vez mais nas redes sociais e tem inserida em sua rotina as vantagens do meio online, a Rede Bourbon tem investido em ações de marketing digital, utilizando principalmente o Site Bourbon. Durante este ano foram dois os destaques nessa área: o Temporada de Ouro, que na época das Olimpíadas no Rio 2016, ofereceu aos clientes que fizessem reservas por meio do site, a cortesia de porta-copos de uma coleção inspirada em bolas esportivas de esportes olímpicos; e em novembro, para a Black Friday, as reservas feitas na página da Rede, contavam com promoções exclusivas.

Outro setor que tem se beneficiado desse engajamento em ações online, é o setor de recrutamento e seleção, que tem estado mais presente e ativo nas páginas de Facebook e LinkedIn, à procura de novos talentos para os hotéis existentes e as unidades que estão por vir.

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Algar lança programa de aceleração em parceria com Endeavor

Algar, por meio de sua iniciativa de Corporate Venture Capital – Algar Ventures, acaba de firmar parceria com a Endeavor para realizar um programa de inovação aberta que vai acelerar scale-ups (empresas de alto crescimento) nos setores de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), Agronegócios, Turismo, Entretenimento e Energias Renováveis. O objetivo é encontrar soluções totalmente novas para seus produtos atuais, se antecipando na busca de oportunidades de novos negócios. O programa chamado Algar Ventures Open vai selecionar 15 scale-ups para um processo de aceleração com duração de seis meses que será lançado no dia 9 de dezembro, em São Paulo. Por ser um Grupo empresarial diversificado – atua nas áreas de TIC, Agro, Turismo e Serviços – os temas de interesse da Algar são:

– Plataformas que promovam a melhor experiência do consumidor final (online e offline)

– Soluções que promovam o ganho de produtividade na gestão do ambiente de tecnologia de empresas (Big data, Analytics, Cloud)

– Inteligência cognitiva que facilite o relacionamento entre empresa e consumidor

– Ferramentas e tecnologias para a gestão eficiente das cidades e de ambientes urbanos (iot)

– Soluções inteligentes para a gestão da saúde e bem estar

– Soluções para geração distribuída de energias renováveis e smart grid

– Experiência do consumidor para complexos turísticos

– Alimentos funcionais que tragam benefícios para a saúde humana

– Tecnologia para nutrição animal

Os interessados terão até o dia 5 de março de 2017 para se inscreverem no site http://algarventuresopen.scaleupendeavor.org.br/. Os critérios de seleção serão direcionados a: aspectos do empreendedor, como papel de liderança e impacto no ecossistema; características do negócio, como potencial para escalar, inovação, track record e investor appeal; e o timing do negócio, que analisa o crescimento do faturamento ou do número de usuários.

Para Clau Sganzerla, vice-presidente de Estratégia e Inovação da Algar, além da busca de negócios inovadores, a iniciativa consolida a imagem do Grupo como player relevante no ecossistema empreendedor. “Além da mentoria de padrinhos Endeavor, as empresas poderão dispor da experiência dos principais executivos do Grupo na orientação dos negócios, apoio operacional, tecnológico e contar com business networking entre o próprio grupo de empreendedores. Com isso, esperamos que elas possam crescer de forma acelerada e sustentável”, informou.

“A Endeavor trabalha para apoiar empreendedores que estão fazendo a diferença nos setores em que atuam. A parceria com o Grupo Algar chega para fortalecer esse trabalho de encontrar as scale-ups que mais têm potencial de gerar empregos para o país e se tornarem os exemplos que irão inspirar a futura geração”, afirma Marcela Zonis, diretora de Relações Institucionais da Endeavor.

Fazem parte do programa as etapas de Aceleração, Conexão Algar Ventures e Networking. A primeira compreende todo o trabalho de mentoria – serão feitos “matchings” entre cada uma das 15 scale-ups e um mentor-padrinho, da rede da Endeavor, para acompanhá-las ao longo do processo e auxiliar na superação de seus maiores desafios de crescimento. Já no Conexão Algar Ventures os participantes terão acesso às unidades de negócios e executivos do Grupo Algar, possibilitando a troca de conhecimento entre as empresas e eventuais investimentos por parte da Algar Ventures. O Networking acontecerá durante todo o programa, por meio das conexões e trocas de experiência entre os participantes.

As mentorias acontecerão presencialmente, em São Paulo, e de forma online, de acordo com a demanda e os acordos entre mentores e acelerados. O programa terá o custo de R$ 3 mil para cada empresa participante, sendo que o valor poderá ser parcelado em até seis vezes.

Principais datas do Algar Ventures Open:

· Lançamento – 09/12/16

· Inscrições – 09/12/16 a 05/03/17

· Divulgação dos selecionados – 31/03/17

· Evento de Abertura em SP – 19/04/17

· Evento de Conexões Algar – 26/04/17

· Encerramento em Uberlândia – 20/10/17

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