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Stefanini completa 20 anos de operação na Argentina e cresce 40% em 2016

A Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, comemora 20 anos de atuação na Argentina, sendo a primeira filial da companhia fora do Brasil. Apesar das taxas de inflação acima de 25% ao ano e da retração do câmbio, a Stefanini manteve sua visão de longo prazo e continuou investindo na região, o que permitiu crescer 40% em 2016.

Atualmente, a subsidiária argentina conta com 300 funcionários e 44 clientes ativos, que são atendidos pelos escritórios de Buenos Aires e Córdoba. “A Stefanini Argentina tornou-se um fornecedor bem-sucedido nas operações de TI e nos processos de negócios com clientes internacionais, mantendo o mesmo nível de qualidade e atendimento, independente do tamanho da empresa”, afirma Marcelo Ciasca, CEO da Stefanini na América Latina.

Para o próximo ano, a Stefanini Argentina espera manter seu crescimento de forma sustentável. “Nossa expectativa é positiva porque o país atingiu um padrão elevado na oferta de soluções de infraestrutura, internet de alta velocidade, penetração dos smartphones e utilização das redes sociais, beneficiando a indústria da terceirização”, comenta Ciasca.

De acordo com Damian Mendez, diretor geral da operação na Argentina, a Stefanini possui vasta experiência no fornecimento de soluções neashoring, alavancando operações maduras de prestação de serviços em todo o continente americano. “O fuso horário da Argentina tem pequena diferença do fuso de Nova York, o que facilita ajustes de turnos para coincidir com a carga horária de trabalho dos clientes”, ressalta.

“Queremos que o cliente tenha a mesma experiência, independente de onde o contrato foi fechado. Nossa meta é que ele nos reconheça, cada vez mais, como um parceiro estratégico, capaz de oferecer soluções inovadoras que poderão transformar seus negócios, garantindo maior eficiência operacional, menos custos e uma experiência diferenciada em todos os países em que atuamos”, enfatiza Marco Stefanini, CEO Global do Grupo Stefanini.

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Só no futebol? – Por Reinaldo Yocida

Na América Latina, notícias sobre a adoção de soluções tecnológicas em clubes de futebol despertam o interesse de torcedores e do mercado. Grandes times, como o River Plate, na Argentina; o Palmeiras, no Brasil, ou mesmo clubes de menor porte, como o do Botafogo de Ribeirão Preto (SP), já aderiram, usufruindo resultados positivos em sua gestão e análise do esporte.

Quinze anos atrás, o cenário era bem diferente. O uso de análises no Esporte ainda era algo estranho para o mercado. Até que os times começaram a vencer com a adoção do Big Data. Treinadores, jornalistas, empresas esportivas e profissionais de todas as áreas ligadas ao esporte acordaram para a nova estratégia. Hoje, estádios em todo o mundo usufruem de soluções tecnológicas complexas, mas de simples adoção e uso, que tornam não apenas o jogo mais competitivo mas também mais atraente para os torcedores, com informações online e muita interatividade. E proporcionam rentabilidade com soluções de e-commerce e ofertas personalizadas.

O que poucos ainda percebem, no Brasil, é que o futebol não é o único Esporte que pode usufruir desse versátil “120 jogador” em seus times. A tecnologia pode otimizar o desempenho de várias outras modalidades, melhorando a gestão de equipes, planejamento de treinamentos, gestão da condição física dos jogadores e a própria visão do desempenho.

Soluções de análise de dados proporcionam inúmeros benefícios, sob várias perspectivas. Os treinadores ganham em assertividade no preparo de treinos (customizados) para os atletas, avaliação de desempenho, desenvolvimento de programa de prevenção de lesões, gestão logística e engajamento das equipes, entre outras vantagens. Aplicativos também podem estimular o compartilhamento de interesses relacionados ao Esporte nas mídias sociais, permitindo que os torcedores acompanhem os jogos de onde estiverem, a partir de qualquer dispositivo, recebendo informações online e real time.

Basquete, Tênis, Vela, Hockey, são apenas algumas das modalidades para as quais já existem ferramentas de alta tecnologia – e simples aplicação – para otimização de seus resultados, o que aumenta o interesse de seus torcedores e estreita o relacionamento com os fãs. Novos sites, com informações detalhadas (associando vídeos e estatísticas) sobre as equipes e jogadores favoritos fazem sucesso em organizações como a NBA, que aumentou seu número de pageviews em 63% já na temporada 2014-2015. Na WTA (Associação de Tênis Feminino), desde 2014, softwares que proporcionam análises de desempenho de tenistas tanto em tempo real quanto após as partidas e aplicativos móveis engajam os torcedores oferecendo tudo que eles precisam saber sobre os eventos e conteúdos exclusivos.

Esportes marítimos também podem ganhar com a tecnologia. A seleção alemã de Vela adotou uma solução que permite aos velejadores analisar com precisão seu desempenho na água para se prepararem melhor. Os espectadores das regatas, por sua vez, acompanham as disputas em mar aberto em imagens 2D e 3D em tempo real, o que dá ainda mais vida aos comentários da TV além de poderem assistir ao evento online on-line, em dispositivos móveis ou em telões no local.

Para os que ainda acreditam que a tecnologia representa apenas gastos com investimentos sem retorno, o aplicativo lançado no início deste ano pela equipe alemã de Hockey, Adler Mannheim, demonstra que ela pode ser uma grande aliada para geração de novos fluxos de receita. A solução oferece vendas on-line de ingressos, merchandising, consumo de alimentos e bebidas e dados contextuais em tempo real, recompensando os torcedores com pontos de fidelidade para cada compra, além de fornecer informações, estatísticas, live ticker e posts de mídias sociais.

O cardápio de Esportes é imenso. E soluções de análise de dados e aplicações em nuvem podem dar mais sabor a esse universo. O futuro, com certeza, é dos atletas, equipes e instituições esportivas digitais.

Reinaldo Yocida, vice-presidente de vendas de soluções analíticas da SAP Brasil

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ngena recebe parceiro latino-americano

Criada em fevereiro de 2016, durante o Mobile World Congress, a ngena (Next Generation Enterprise Network Alliance) está ampliando suas parcerias, chegando agora à América do Sul. A aliança acaba de confirmar a adesão da Neutrona Networks, companhia de telecomunicações sediada em Miami, que está se tornando um parceiro oficial da aliança.

A ngena nasceu da união de companhias líderes globais de telecomunicações, cada uma muito bem posicionada em sua região e com vaste experiência no mercado corporativo. O objetivo da aliança é fornecer aos seus clientes uma rede global que seja, além de segura, flexível e fácil de customizar e gerenciar.

A iniciativa partiu de quatro grandes players globais: CenturyLynk, o maior operador de fibra dos Estados Unidos; Reliance Jio, que está construindo uma rede que vai integrar 18 mil cidades na Índia; SK Telecom, a maior operadora de telecomunicações da Coreia do Sul; e a Deutsche Telekom, maior provedor europeu de serviços de telecomunicações.

“Durante nossa busca por um parceiro que pudesse atender o mercado latino-americano com uma solução one-stop, queríamos a melhor e mais eficiente operadora nessa área. Encontramos a Neutrona Networks como a melhor escolha para a ngena e seus parceiros por conta de sua extensa cobertura, alta qualidade e desempenho”, afirma Marcus Hacke, diretor geral da ngena. O novo parceiro foi recebeu recentemente o Capacity Media Awards como “Melhor Operadora da América Latina”.

“O foco da Neutrona em prover uma experiência superior aos seus clientes e ao nosso ecossistema de redes integradas na região latino-americana traz funcionalidades únicas para a ngena”, diz Mateo Ward, CEO da operadora. “Nós trazemos a confiabilidade que os parceiros da aliança demandam para atender o mercado formado por grandes corporações. É a perfeita combinação de cobertura, qualidade, agilidade e inovação demandadas para a criação de soluções globais”.

Desde sua criação, a ngena vem negociando a adesão de 20 novos parceiros em todo o mundo, complementando seus planos de entrar em operação no primeiro trimestre de 2017. Recentemente, a aliança anunciou também a entrada da PCCW Global, companhia de telecomunicações sediada em Hong-Kong, ampliando sua atuação também para o mercado asiático.

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Natal: a importância de se preparar para vender mais e atender os clientes

Já se sabe que as datas festivas aumentam as oportunidades de vendas, tanto dos comércios físicos como das lojas virtuais. O Natal é, por excelência, a data que potencializa o consumo, uma vez que uma de suas atividades principais – além de se tratar de uma comemoração religiosa – é presentear os entes queridos.

Segundo a Ebit, para este Natal, as vendas devem ser R$ 1 bilhão maior do que em 2015, o que representa um crescimento nominal de 14% para este final de ano. Sendo assim, como se preparar para vender mais e, também, prezar o melhor atendimento ao cliente? Os especialistas da plataforma de e-commerce Nuvem Shop recomendam:

Potencializar a visibilidade: assim como em todo o resto do ano, é importante ter um bom posicionamento orgânico em ferramentas de busca na internet (SEO). No Natal e Ano Novo, este aspecto se mantém, mas deve-se prestar maior atenção a certas palavras chave sazonais. É possível que muitos clientes em potencial busquem termos como: “liquidação em presentes”, “presentes baratos”, “ideias de presentes”, “presentes de natal originais”, entre outros. Detectar essas palavras chave e utilizá-las na hora de gerar conteúdo pode aumentar a probabilidade de ter a loja nos primeiros resultados de uma busca.

Planejar e organizar as ações: as datas festivas implicam em uma série de atividades, gestões e campanhas específicas. Preparar o material com antecedência, assim como as promoções, é essencial. Criar um calendário e agendar cada uma destas atividades permitirá explorar ao máximo a criatividade e bolar com antecedência as melhores propostas para o público.

Oferecer um e-commerce responsivo: as pessoas, hoje em dia, tem cada vez menos tempo para sentar à frente de um computador. A tendência é buscar e comprar através dos celulares e/ou tablets. Sendo assim, é indispensável contar com um design responsivo, o qual se adapte à navegação de qualquer dispositivo móvel. Segundo uma pesquisa da GBSN research, a maioria dos consumidores utilizará dispositivos móveis para as pesquisas das compras de Natal.

Implementar um checkout confiável: é importante analisar quantos clientes entram na loja e saem sem comprar. Caso a taxa de abandono esteja acima de 55% está na hora de repensar algumas questões: O checkout inspira confiança? Os meios de pagamento e envio estão visíveis e são claros? O cliente sabe de todos os custos que terá?

Melhorar a segurança: segurança é um item que define uma compra. Oferecer dados de contato, citar um endereço físico e mostrar testemunhos de clientes são algumas das táticas para melhorar este aspecto.

Potencializar a experiência de compra: além de oferecer um produto atrativo através de uma loja bem posicionada, há fatores que permitem se diferenciar e melhorar a experiência do usuário. Se destacar através de uma embalagem especial para a ocasião, realizar o envio dos produtos antes de determinada data, estabelecer políticas de devolução claras e visíveis e adicionar presentes ou promoções às compras efetuadas podem ser incentivos especiais para aumentar a satisfação e fidelizar o consumidor.

Gerar campanhas de marketing online: para alguns, pode ser algo óbvio e para outros um mundo ainda desconhecido. O certo é que gerar campanhas de marketing online é um recurso efetivo e alcançável para todos. Algumas formas de fazer uma campanha efetiva é construir e categorizar uma base de dados, onde se envie newsletters, analise medidas, trabalhe estratégias de SEO e crie conteúdos para blog e redes, entre outras coisas.

Intensificar as redes sociais: antes das datas especiais, os seguidores devem estar mais ativos que o habitual. Por isso, é um bom momento para incentivá-los a compartilhar conteúdo, encorajar a participação através de hashtags, compartilhar vídeos e implementar anúncios patrocinados no Facebook. As opções são infinitas e, por este motivo, a criatividade é um grande aliado para a geração de conteúdo atrativo.

Priorizar e reforçar a atenção ao cliente: é importante ressaltar que atender ao cliente não é algo circunstancial e deve estar dentro das prioridades durante todo o ano. Entretanto, em épocas de celebração é natural que o tráfego e as consultas aumentem. Portanto, deve estar previsto reforçar a capacidade de resposta e suporte nesse contexto. Se necessário, é importante analisar a possibilidade de contratar recursos extras para assegurar uma atenção ainda mais especial.

Antecipar-se ao aumento da demanda e preparar estrategias de marketing permite explorar ao máximo as oportunidades de venda e oferecer uma atenção excelente.

Ainda com dúvidas? Clique aqui e acesse um e-book criado especialmente para essa época do ano, repleto de dicas para te ajudar a ter ainda mais sucesso com as vendas no Natal.

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GS1 Brasil lança “Índice de Atividade Industrial”

A Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil inova ao criar o “Índice GS1 Brasil de Atividade Industrial”, para medir a intenção de lançamento de novos produtos no Brasil a partir dos pedidos de códigos barras pelas empresas. Desenvolvido em parceria com a 4E Consultoria, o índice será divulgado em todo o primeiro dia útil de cada mês e será o primeiro indicador antecedente da produção industrial.

Recuo em novembro – A intenção de lançamento de novos produtos pela indústria brasileira, medida pelo Índice GS1 Brasil de Atividade Industrial, recuou 3,1% em novembro comparativamente a outubro, para o dado livre de efeitos sazonais. Na comparação com novembro de 2015, o indicador apresentou recuo de 20,7%. Faltando um mês para o fechamento do ano, o resultado agregado do Índice aponta queda de -7,3% frente os 11 primeiros meses de 2015.

Na divulgação desse mês, substituímos a base do número índice de “dezembro/2001 = 100” para “média 2012 = 100” a fim de facilitar a comparação com os dados da PIM do IBGE, que são divulgados nessa base.

Em linha com os principais índices de confiança da indústria disponíveis no mercado, o Índice GS1 Brasil ensaiou uma recuperação no segundo trimestre de 2016, o que não se sustentou nos meses seguintes. Com o ambiente político ainda muito conturbado, a indústria nacional parece relutante em investir para renovação de portfólio, impactando o ritmo de pedidos de códigos junto à GS1 Brasil e indicando possível novo arrefecimento da atividade industrial.

O Índice GS1 Brasil de Atividade Industrial é calculado mensalmente pela organização em parceria com a 4E Consultoria, e é um indicador antecedente de indústria baseado no fluxo de pedidos de códigos de barras por empresas do setor industrial associadas à GS1.

A Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil, é uma organização multissetorial sem fins lucrativos que representa nacionalmente a GS1 Global. Em todo o mundo, a GS1 é responsável pelo padrão global de identificação de produtos e serviços (Código de Barras e EPC/RFID) e comunicação (EDI e GDSN) na cadeia de suprimentos. Além de estabelecer padrões de identificação de produtos e comunicação, a associação oferece serviços e soluções para as áreas de varejo, saúde, transporte e logística. A organização brasileira tem 58 mil associados. Mais informações em www.gs1br.org.

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Startup catarinense Sensorweb é reconhecida pela Anprotec como melhor incubada do Brasil

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A Sensorweb, startup que desenvolve soluções em Internet das Coisas (IoT) para o mercado de Saúde, encerra 2016 comemorando o reconhecimento como melhor incubada no Brasil pelo Prêmio Nacional de Empreendedorismo Inovador 2016. Promovido pela Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec), em parceiria com o Sebrae, a iniciativa prestigia projetos, incubadoras de empresas, parques tecnológicos e empresas graduadas e incubadas, que, por meio de suas ações, serviços e produtos, fortalecem o movimento empreendedor no Brasil. A Sensorweb, que hoje é a responsável pela unidade de conectividade da FANEM, tem sede em Santa Catarina e nasceu dentro do MIDI Tecnológico, também premiado na ocasião como a melhor incubadora orientada ao desenvolvimento local e setorial (DLS).

“Ao longo desses anos temos trabalhado fortemente para proporcionar qualidade de vida, conectando ambientes, dispositivos e pessoas na área da saúde. Esse reconhecimento só fortalece e reafirma nossa preocupação em oferecer serviços de excelência aos clientes. Mais do que resultados financeiros, o impacto positivo que nossas soluções proporcionam ao mercado de saúde foram essenciais para essa conquista”, afirma Douglas Pesavento, CEO da Sensorweb.

Além do prêmio recebido, a startup encerra 2016 com um incremento de 50% em seus negócios e projeta até 2021 um crescimento aproximado de 80% ao ano. De acordo com CEO, Douglas Pesavento, os planos para os próximos anos incluem ingressar em novas áreas da saúde, como a neonatal e os gases medicinais. Já para 2017 o foco é aumentar a presença nos principais hospitais do país, em especial no estado de São Paulo, atingindo quatro mil pontos monitorados.

Fundada em 2009, a Sensorweb tem alcançado resultados expressivos desde então. Ao todo, a startup cresceu mais de 2000% neste período de incubação, permitindo uma economia de mais de R$5 milhões em seus clientes, sendo este valor investido em medicamentos e insumos críticos na área de saúde que tiveram suas perdas evitadas com o uso da solução. Em 2014, a empresa associou-se a Fanem, multinacional brasileira que fabrica produtos nas áreas de neonatologia e de laboratórios, o que a permitiu alavancar novos mercados.

Atualmente, a Sensorweb tem mais de 2,5 mil sensores em operação espalhados em várias regiões do país, número que demonstra o grau de confiabilidade e robustez da solução entregue aos clientes, entre eles estão Grandes Hospitais, Clínicas Oncológicas, Bancos de Sangue, Institutos e Laboratórios de Pesquisa. As soluções completas da Sensorweb atuam de maneira significativa na preservação de produtos e insumos sensíveis à temperatura e umidade, tais como sangue, vacinas, medicamentos, pesquisas, reagentes e ambientes. São mais de 260 mil bolsas de sangue, R$120 milhões em medicamentos, especialmente os que se destinam a tratamentos como câncer que possuem um alto custo, além de amostras biológicas com valores inestimáveis, como embriões, medulas e pesquisas. Por exemplo, atualmente a pesquisa da chikungunya são monitoradas pela solução.

“Entregamos uma solução completa de tecnologia e serviços de forma a garantir um monitoramento à distância preciso, seguro e contínuo. Assim os clientes reduzem seus riscos de perdas com o disparo de alertas eficientes e podem contar com nossa equipe capacitada atuando para o funcionamento integral do sistema. Nossa solução não é somente tecnologia, vai muito além disso, pois a mesma necessita de engajamento dos usuários e um suporte rápido e continuado para permitir o sucesso na sua aplicação”, finaliza.

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O blockchain está à altura das expectativas? – Por Karl Rieder

Desde 2015, temos visto a tecnologia blockchain gerar grandes expectativas no mercado. Após a ascensão do bitcoin, essa tecnologia tem causado furor no setor de TI, com um efeito semelhante ao big data há cerca de três ou quatro anos. As expectativas são tão altas que especialistas como Mike Gault, CEO da GuardTime, tem afirmado que a aplicação desta tecnologia poderia “inaugurar uma nova era de finanças democráticas e distribuição de poder.”

É evidente que a tecnologia blockchain – assim como as tecnologias de ledger distribuído (DLT) em geral, tem um grande potencial baseado na distribuição do crédito e na descentralização, o que pode mudar muitas das práticas correntes no setor dos serviços financeiros.

Trata-se de um setor no qual a confiança desempenha um papel importante. O mercado depende de terceiros que fornecem créditos para diferentes participantes e players. Neste sistema, os bancos agem como intermediários, colocando em contato mutuários com credores e compradores com os vendedores, legitimando as transações financeiras entre todos os participantes do mercado.

Sem dúvida, o blockchain oferece uma oportunidade de mudança radical do modelo atual. As tecnologias DLT podem ser utilizadas para tirar os intermediários da jogada, facilitando a interação direta entre as partes finais. Assim, é possível cortar custos, economizar tempo, melhorar a eficiência, além de gerar oportunidades de mercado, ou seja, revolucionar o cenário que conhecemos e estamos habituados.

A mudança será especialmente sentida por aqueles mercados de alto custo e que são centralizados e sensíveis à fraude, pois exigem o rastreamento de ativos físicos ou lógicos e se beneficiariam de uma maior transparência e democracia. Eles podem ser públicos, como no caso de bitcoin, ou privados, com um número limitado de participantes. Na verdade, os mercados privados já estão prontos para aplicar a tecnologia blockchain.

Em todos estes casos, o blockchain permite que várias partes compartilhem uma única visão das operações financeiras, com transparência e segurança. Ao compartilhar os dados, muitos serviços são utilizados para registrar, validar, autenticar ou aprovar transações financeiras não são mais necessários.

A tecnologia blockchain também pode ser aplicada no segmento de bancos de varejo, principalmente na área de pagamentos e remessas bancárias. Atualmente, pagamentos e transferências para exterior são lentos e caros. O blockchain oferece uma maneira mais direta de fazer pagamentos internacionais. Na verdade, hoje encontramos uma extensa lista de empresas que oferecem este serviço por meio do blockchain.

É preciso trabalhar para superar todas as expectativas e colocar a tecnologia blockchain em prática. Para conseguir isso, o blockchain tem que ser testado em diversas tecnologias, metodologias e ferramentas, além de provas de conceito. Ao rastrear a posse e a localização de ativos, o blockchain proporciona maior transparência e eficiência, assegurando que a posse, o preço e a documentação sejam aceitos no mercado; além de reduzir os custos e o risco de fraude, acelerando os processos nas instituições.

Karl Rieder, executive consultant da GFT, companhia de Tecnologia da Informação especializada em digital para o setor financeiro.

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Nfe, Dimob, eSocial e Boleto Registrado: prazos para 2017

Algumas obrigações fiscais e sociais vão passar por mudanças a partir de 2017. Outras estão com o prazo chegando. Você sabe se sua empresa está preparada para cumprir todas as responsabilidades?

A partir de janeiro de 2017 a Emissão de Nota Fiscal Eletrônica e cobrança a partir de boletos vão passar por mudanças determinadas pelo governo. O cadastro do eSocial e a entrega final da Dimob também têm prazo para o próximo ano.

Emissão de Nota Fiscal Eletrônica – NF-e

A Secretaria da Fazenda de São Paulo disponibiliza um software gratuito para a emissão de Notas Fiscais Eletrônicas, mas ele será descontinuado. A partir de janeiro de 2017, as empresas que desejam emitir Notas Fiscais Eletrônicas devem encontrar outro software que não o gratuito da Sefaz para realizar essa tarefa.

Por que essa mudança?
O motivo para parar de oferecer o sistema, a Sefaz alega, é que mais de 90% das empresas já utilizam softwares próprios para emitir suas NFes. A sua empresa já usa um software específico? Vai ser necessário se adaptar!

Qual o impacto da extinção do emissor da Sefaz?
Será necessário adotar outro software para emissão de notas fiscais eletrônicas. Um ERP ou software específico, como o Sienge, oferecem esta função

Como fazer para se adaptar?
Todas as suas notas fiscais eletrônicas podem continuar sendo emitidas, mas é preciso migrar os cadastros para outro software.

Boleto de cobrança registrada

Os boletos de cobrança sem registro devem acabar em Janeiro de 2017, por isso todos os boletos emitidos pelas empresas deverão ser registrados. Essa medida faz parte de um projeto da Febraban (Federação Brasileira de Bancos) chamado Nova Plataforma de Cobrança, que está mudando muitos processos para melhorar a segurança das transações.

Por que essa mudança?
Muitas empresas já sofreram algum tipo de golpe em que infratores alteram números do código de barras do boleto e desviam o pagamento para suas contas, roubando o dinheiro do pagamento do título.

Para boletos não registrados, fica difícil contestar o não recebimento do valor e reaver a quantia desviada. Já com a cobrança registrada, o boleto faz as vezes de título de protesto. Outra vantagem é que o boleto registrado dificulta a alteração de dados para a declaração de imposto de renda, afinal dividendos de uma empresa estarão registrados no sistema bancário nacional.

Qual o impacto da exigência do boleto registrado?
Dados da Febraban mostram que 3,6 bilhões de boletos são emitidos anualmente no Brasil, 40% deles sem registro. Desde junho de 2015 a rede bancária já deixou de ofertar o produto cobrança sem registro. Ou seja, novas contas já estão atualizadas quanto à emissão de boletos. Mas para contas e contratos antigos, é preciso entrar em contato com seu banco para verificar a situação.

O que é preciso fazer para se adaptar?
Para se adaptar, você deve verificar a sua carteira de clientes e entrar em contato com seu banco. Cheque clientes e contratos antigos para os quais você emite boletos não registrados e registre-os junto ao seu banco de preferência.

Dimob

A Dimob (ou Declaração de Informações sobre Atividades Imobiliárias) é uma obrigação que as construtoras e incorporadoras devem emitir para a Receita Federal informando os detalhes sobre as transações imobiliárias realizadas. Deve ser detalhada com informações sobre os contratantes, compradores, especificações dos imóveis, datas, valores das operações e comissões cobradas.

Obrigatoriedade de entrega da Dimob
O programa da Declaração de Informações sobre Atividades Imobiliárias (Dimob) possibilita o preenchimento e gravação das declarações relativas aos 5 (cinco) últimos anos-calendário, a serem entregues à Secretaria da Receita Federal do Brasil pelas pessoas jurídicas e equiparada.

Quais são os prazos?
A Dimob será entregue, até o último dia útil do mês de fevereiro do ano subsequente ao que se refiram as suas informações, por intermédio do programa Receitanet disponível na Internet.

Para a entrega da Dimob referente às movimentações feitas a partir do ano-calendário 2010 é obrigatória a assinatura digital da declaração mediante utilização de certificado digital válido*.

*Empresas que adotaram o Simples Nacional precisam entregar a Dimob também, mas não precisam do certificado digital.

Qual a importância na prática?
Se a Dimob não for entregue dentro do prazo, pode ser aplicada a multa por atraso na entrega conforme previsto no art. 57 da Medida Provisória nº 2.158-35, de 24 de agosto de 2001.

eSocial

O eSocial é um projeto instituído pelo Decreto nº 8.373/2014 idealizado em conjunto pela Receita Federal do Brasil, Ministério do Trabalho e Emprego, Ministério da Previdência Social, INSS e Caixa Econômica Federal, que visa reunir as informações referentes às várias obrigações acessórias hoje existentes.

Na prática, o eSocial deve simplificar o cadastro e ajudar a diminuir inconsistências entre os mais diversos formulários entregues atualmente.

Por que essa mudança?
O Governo justifica que o principal ganho para as empresas é a diminuição do tempo gasto coletando dados e enviando-os aos órgãos responsáveis. Para os órgãos que administram esses dados, a consistência da informação aumenta e diminui o tempo para consolidar os dados.

O que muda na prática?
Na prática , o que deve acontecer é uma mudança de cultura, pois é preciso adaptar a obtenção de dados financeiros e contábeis para uma plataforma digital em que seja possível organizar todas essas informações. Com esta centralização DIRF, RAIS, GFIP, CAGED, PPP, entre outros, serão gradativamente dispensados.

Veja quais são os 2 prazos para 2017:

Empresas com faturamento maior do que R$78 mi em 2014
As empresas que tiveram faturamento superior a R$ 78 milhões no ano de 2014 serão obrigadas – a partir da competência Janeiro de 2017 – a utilizar o eSocial para transmitir informações sobre monitoramento da saúde do trabalhador e condições do ambiente de trabalho, bem como comunicação de acidente de trabalho.

Outras empresas
A partir da competência Janeiro de 2017 os demais empregadores deverão enviar as informações sobre os seus empregados por meio do eSocial, inclusive microempresas e pequenas empresas.

E então? Sua empresa está preparada?

Fonte: Sienge-Softplan

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ANS anuncia vencedores do Hackathon da saúde suplementar

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) anunciou nesta terça-feira (13/12) o resultado do 1º Hackathon ANS. A maratona de programação reuniu profissionais de diversas áreas para desenvolver aplicativos para celulares e tablets para o setor de planos de saúde. Os protótipos foram elaborados pelos participantes ao longo de dois dias. Ao final, os competidores apresentaram as iniciativas à comissão avaliadora, que julgou e escolheu os vencedores.

Os aplicativos deveriam se enquadrar em um dos seguintes temas: qualidade; interação entre operadoras, prestadores e beneficiários; ou interação entre a ANS e beneficiários. Sete equipes, totalizando 29 profissionais – entre especialistas em informática, programadores, desenvolvedores, designers e profissionais de saúde – competiram na maratona. No dia 5/12, eles participaram de um pré-evento para que pudessem conhecer melhor os desafios do setor e depois se reuniram para os dois dias de maratona, ocorrida nesta segunda e terça-feira no Rio de Janeiro.

“Ao idealizarmos este evento, buscamos aproveitar a criatividade e o talento dos profissionais que atuam no desenvolvimento de softwares e aplicativos e também as tecnologias existentes para aumentar a transparência da informação na saúde suplementar e criar ferramentas úteis aos beneficiários de planos de saúde e ao setor de maneira geral”, explica a diretora de Desenvolvimento Setorial da ANS, Martha Oliveira.

“A experiência que tivemos com a realização desse primeiro Hackathon foi muito positiva. Os protótipos elaborados nos ajudaram a avaliar lacunas existentes na interação entre a ANS, os beneficiários, as operadoras e os prestadores de saúde e apontaram soluções para melhorar essa relação e processos relacionados. Além disso, a maratona trouxe outros ganhos paralelos, para além do que foi produzido, especialmente ao agregar conhecimento e inovação”, aponta a diretora.

Os quatro projetos vencedores receberam prêmios em dinheiro no valor de R$ 5 mil a R$ 15 mil. A licença é de domínio público e o código-fonte dos apps já está disponível na internet.

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1º lugar: ANS + Simples (187 pontos)
Equipe: Anderson Freitas, Cícero Campanharo, Diogo Alves, Ricardo Morais e Luis de Carvalho.
O que propõe: A ferramenta foca no beneficiário e, segundo os desenvolvedores, busca traduzir o grande volume de dados de operadoras e prestadores, dando poder ao usuário de plano de saúde. A ideia é que, com o aplicativo, o beneficiário tenha facilmente à mão todas as informações do seu plano e consiga buscar planos por hospitais e por operadora, verificar prazos de atendimento e atributos de qualidade das operadoras, fazer reclamações e acionar rapidamente o plano em situações de emergência.
Link: github.com/diogoalves/hackthon_ans_2016

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2º lugar: Sannas (173 pontos)
Equipe: Jhonny Mosquera, Anderson Christian, Victor Carlos, Washington Luiz e Maickel Ewerson
O que propõe: Melhorar a interação entre operadoras, prestadores e beneficiários. Para isso, o aplicativo busca ampliar o conhecimento dos beneficiários em relação ao plano, oferecendo informações sobre cobertura assistencial e rede de atendimento. Para os prestadores, prevê novas possibilidades de autorização/prestação de atendimento, mais transparência dos serviços, redução de custos e melhoria da qualidade. E para as operadoras, pode auxiliar nas obrigações frente à ANS, verificar a satisfação dos beneficiários e identificar problemas e obter melhor controle e utilização do plano.
Link: github.com/victor-carlos/sannas

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3º lugar: Meu Plano (171 pontos)
Equipe: Álvaro Andrioli, Diego Marcílio, Gabriel Rodrigues, Marcos Rodrigues e Tales Porto
O que propõe: Facilitar a busca por procedimentos cobertos pelo plano e por prestadores. Entre as facilidades, permite ao beneficiário indicar erros de rede, solicitar informações e avaliar prestadores e operadoras e, às empresas, possibilita identificar problemas na rede de atendimento. Esse app já está disponível inclusive para download: http://play.google.com/store/apps/details?id=br.com.rhases.app.my_plan&hl=pt_BR
Link: github.com/rhases/meu-plano-app e github.com/rhases/meu-plano-ws

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4º lugar: Qualiguia Suplementar (162 pontos)
Equipe: Gustavo Braga, Gustavo Brito, Gustavo Laviola, Luã Lucian e Wellington Jorge
O que propõe: Um guia de Saúde Suplementar que reúne informação, agilidade e qualidade a partir da percepção e interação dos usuários. Entre as funcionalidades, permite ao beneficiário fazer o agendamento de consultas diretamente pelo App, contato com a operadora e a ANS na tela após o login e, à operadora, receber o resultado com o feedback dos prestadores pelos beneficiários.
Link: github.com/gustavobragac/aplicativo/tree/master/Aplicativo e github.com/gustavolavi/ApiBase

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As apresentações, os links e as notas de todas as equipes serão disponibilizados na página do evento. Clique aqui para acessar.

A comissão avaliadora foi formada por 10 profissionais ligados às seguintes instituições: ANS, Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge), Abramge/RJ, Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp), Federação Nacional de Saúde Suplementar (Fenasaúde), Live Healthcare Media, W3C – World Wide Web Consortium e Proteste. Eles avaliaram quatro critérios: interesse público, criatividade (inovação), qualidade técnica e adequação ao tema.

O 1º Hackathon ANS tem como parceiros a Abramge, a Abramge/RJ, a Associação Nacional das Administradoras de Benefícios (Anab), a Anahp e a Fenasaúde.

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“Robô Valet” estaciona carro sozinho

A Hikvision, eleita pela revista FORBES como uma das 100 empresas mais inovadoras do mundo em 2016, participou da 3ª Conferência Mundial de Internet, realizada no início de novembro em Xangai. Neste encontro estavam presentes grandes empresas, como a Microsoft.

O projeto inovador desenvolvido pela Hikvision foi nomeado como robô de estacionamento inteligente, e já está em operação na China. Com uma margem de erro de menos de 5mm, o robô de estacionamento inteligente pode elevar, carregar, girar e posicionar veículos de 2000 kg e ajudar motoristas a estacionar em apenas dois minutos. Os motoristas não precisam entrar em um estacionamento, mas apenas receber um QR CODE que será fornecido através de um monitor touch que estará na entrada do local. O sistema de estacionamento inteligente lembra automaticamente o motorista de confirmar se o carro foi desligado corretamente. Depois que o carro estiver vazio, sem os passageiros, o sistema é ativado e gera um código QR para o motorista solicitar o carro na volta ao local. O sistema de estacionamento inteligente planeja a posição do veículo, calcula o caminho ideal para o curso do robô, e o orienta dirigindo desde a área de partida até o local onde o veículo ficará estacionado.

A empresa Hikvision, atualmente é líder mundial no segmento de segurança eletrônica, e investe fortemente em alta tecnologia e inovação em suas divisões de CFTV, robótica e super drones inteligentes. Os robôs inteligentes para estacionamento também podem ser utilizados em fábricas e centros logísticos, automatizando assim todo o fluxo operacional. Segundo a Hikvision, a tecnologia está disponível somente na China, porém em breve estará disponível para o mercado internacional.

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Startup permite contratar serviços domésticos em 24 horas com garantia

Após um vazamento em sua cozinha, vários orçamentos de profissionais nas plataformas de freelancers e um serviço mal executado que lhe tirou o sono, o jovem empreendedor Edmee Moreira percebeu uma lacuna no enorme mercado de reparos domésticos: uma plataforma que encontre e garanta a qualidade do serviço executado, escolhendo apenas profissionais certificados.

Foi assim que, com mais dois sócios, lançou a startup BemCombinado (www.bemcombinado.com). Na plataforma, o cliente encontra empresas certificadas para 12 categorias e mais de 300 serviços – como marcenaria, hidráulica, instalações, montagens e reparos emergenciais – que a empresa já negociou o preço antecipadamente.

O agendamento é online e a execução do trabalho é realizada em até 24 horas, com garantia de três meses. O usuário paga direto na plataforma e como os preços são pré-estabelecidos por serviço, não tem aquele “vai e vem” de orçamento via e-mail ou WhatsApp. “Nossa ideia sempre é facilitar a vida para quem já está com um problema”, diz Edmee Moreira, CEO da startup.

“O BemCombinado resolve as duas principais dores de cabeça dos pequenos reparos e manutenções: primeiro não precisa escolher o profissional. O preço é tabelado e nós enviamos o prestador de serviço mais qualificado e próximo da sua casa. Outra dor de cabeça é a segurança do serviço: todos os profissionais são certificados e garantimos a qualidade. Tudo isso com um preço justo”, completa.

Lançada há dois meses com incentivo da Oxigênio Aceleradora, a startup também ajuda as empresas que prestam serviços a conseguirem mais clientes, já que os parceiros não precisam pagar mensalidade para estar na plataforma – que fica com 15% de cada serviço prestado.

Atualmente, o BemCombinado atende a Grande São Paulo e deve expandir para outras capitais no primeiro trimestre de 2017. “Por enquanto estamos atuando nas grandes cidades de SP, mas a ideia é chegar em todo país, inclusive, nos tornando uma franquia”, conta Edmee.

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Gartner aponta queda de 5,8% na receita mundial de servidores no terceiro trimestre de 2016

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, aponta uma queda de 5,8% na receita mundial de servidores no terceiro trimestre de 2016 em comparação ao mesmo período de 2015. As remessas globais caíram 2,6% comparado ao ano anterior. Entre os cinco maiores fornecedores, apenas a Cisco obteve um aumento na receita, enquanto a Huawei e a Inspur Electronics registraram crescimento nas remessas. HPE, Dell e Lenovo sofreram declínios tanto na receita quanto nas remessas desses equipamentos.

“O mercado de servidores foi impactado durante o terceiro trimestre de 2016 por planejamentos de gastos mais conservadores mundialmente. Isso foi agravado pela capacidade dos usuários finais de alavancar máquinas virtuais adicionais em servidores x86 já existentes (sem novos hardwares) para atender às suas necessidades de aplicações de servidor. Os provedores de servidores precisarão revigorar e melhorar suas proposições de valor para ajudar os usuários finais a justificar as substituições e o crescimento de hardware do servidor caso queiram levar o mercado de volta a uma situação positiva”, afirma Jeffrey Hewitt, Vice-Presidente de Pesquisas do Gartner.
Todas as regiões apresentaram declínio em remessas, exceto a Europa Oriental, que apresentou crescimento de 0,9%. Em receita, todas as regiões sofreram queda, com exceção do Japão, que cresceu 1,3%.

Os servidores x86 tiveram redução de 2,3% nas remessas e de 1,6% na receita no terceiro trimestre de 2016. Entre os cinco maiores fornecedores, somente a Cisco não apresentou declínio na receita. Já nas remessas, apenas a Huawei e a Inspur Electronics tiveram crescimento.

Apesar de uma diminuição de 11,8%, a HPE continua liderando o mercado mundial de servidores (com base na receita), com participação de mercado de 25,5% (veja Tabela 1). A Dell teve queda de 7,9%, mas manteve o segundo lugar no mercado com 17,5% de participação. A Lenovo ficou com o terceiro lugar, com 7,8%. Já a IBM caiu para a quinta posição e teve o maior declínio entre os cinco principais fornecedores.

A HPE liderou o ranking durante o terceiro trimestre de 2016, com 18,3% de participação no mercado (veja Tabela 2). Apesar de uma queda de 9,8%, a Dell obteve a segunda posição, com 16,8% do mercado. Já a Huawei e a Inspur foram as únicas entre as cinco maiores a aumentarem a remessa de servidores no período.

Na Europa, Oriente Médio e África (EMEA), as remessas de servidores totalizaram 481 mil unidades no terceiro trimestre de 2016, uma queda de 9,7% ano após ano (veja Tabela 4). A receita de servidores chegou a US$ 2,6 bilhões, um declínio de 12,1% comparado ao mesmo período de 2015 (veja Tabela 3).

“Esse é o terceiro trimestre consecutivo de diminuição de receita no mercado EMEA. Os padrões de gastos dos grandes provedores de Cloud dificultaram a repetição do desempenho do terceiro trimestre de 2015 em alguns países, porém, a realidade é que a demanda tem sido fraca em toda a região”, explica Adrian O’Connell, Diretor de Pesquisas do Gartner.

Em relação à receita, quatro dos cinco maiores fornecedores sofreram uma queda no terceiro trimestre de 2016. A HPE continuou no primeiro lugar, mas teve uma diminuição da receita de 1,8% no período. A Dell também apresentou queda nesse segmento, embora sua parcela tenha permanecido estável, diminuindo a diferença entre as duas empresas. A receita da IBM caiu 20%, visto que a companhia ainda sente os efeitos da alienação de seu x86. Ela também não conseguiu manter seu desempenho do ano passado neste trimestre, quando se beneficiou de vendas de reposição relativamente fortes. Já a Lenovo ficou com o terceiro lugar em receita, mas continuou a observar uma queda de 16,4%.

A HPE apresentou um desempenho fraco de remessas, perdendo mais de três pontos percentuais na parcela do mercado. A Dell e a Lenovo, respectivamente na segunda e terceira posição, conseguiram manter sua parcela de mercado alinhando suas quedas de remessas às do mercado global. Considerando as condições globais de remessa, foi um resultado positivo. Somente os fornecedores de white box na categoria “Outros” conseguiram aumentar sua participação.

“Isso não configura uma desaceleração repentina após o resultado do referendo britânico, mas um sinal da demanda fraca contínua em todo o mercado EMEA, com poucos fabricantes com efeito positivo. Com servidores que não são x86 caindo para menos de 12% da receita global, o mercado está altamente exposto aos efeitos negativos que a virtualização e os serviços externos de Nuvem podem ter sobre plataformas x86 mais baratas. É provável que o EMEA continue sendo uma região muito difícil para os fornecedores de servidores,” completa O’Connell.

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