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Gartner: melhores práticas de infraestrutura unificada levam a economias de seis dígitos

De acordo com o Gartner, líder mundial em pesquisa e aconselhamento sobre tecnologia, as empresas estão se contentando com descontos de 10% a 20% mais baixos do que poderiam ser alcançados na convergência de Data Centers. O Gartner afirma que se as empresas desenvolverem uma estratégia negociada e apoiada pela TI e pela área de contratos, irão obter economias significativas com infraestrutura unificada. Durante a Conferência Gartner Infraestrutura de TI, Operações e Data Center, que acontece nos dias 9 e 10 de abril, o analista Caio Misticone mediará uma mesa redonda, com usuários finais, sobre o futuro das infraestruturas unificadas, para que compartilhem suas experiências e abordagens na seleção e gestão de provedores, incluindo quais cargas de trabalho serão migradas ou foram recentemente hospedadas e que nível de sucesso tem sido alcançado no atendimento a ROIs projetados ou outras métricas.

O Gartner define este tipo de infraestrutura como uma área emergente de integração vertical entre hardware e software com automação no topo, que promete auxiliar as organizações de TI a realizarem sua visão de um Data Center otimizado dinamicamente. Ela é diferente da computação unificada, por permitir que os elementos tecnológicos existentes sejam agrupados e “embalados” em um ambiente habilitado para tal, a fim de atingir a convergência de infraestrutura.

“Os contratos de TI são, muitas vezes, relegados a um papel subsidiário, depois que a gestão de TI e negócios fez a maior parte das negociações com fornecedores. Em alguns casos, estes pressionam os usuários e a TI a ignorarem RFPs (sigla para Request for Proposal, concorrência, em português) competitivas para agilizar a integração, envio e configuração da solução. Com infraestruturas unificadas e convergentes, o processo de contratos deve ser monitorado e executado com diretrizes cuidadosas para que todas as partes envolvidas na execução entendam quais são os compromissos e as implicações de longo prazo do contrato de infraestrutura unificada”, afirma Caio Misticone, analista do Gartner que apresentará a mesa redonda temática no evento.

O Gartner recomenda 11 etapas para avaliar, selecionar e negociar contratos de soluções de infraestrutura, unificada ou convergente. “Se elas forem seguidas, há espaço para benefícios adicionais e descontos acima dos 20% do preço de tabela, dependendo da natureza e estágio do contrato. Quando as soluções convergentes são solicitadas, frequentemente, vemos contratos na faixa de US$ 2 milhões a US$ 3 milhões. Até 10%, poderia ter um potencial para economias de US$ 200 mil a US$ 300 mil”, diz Misticone.

A primeira etapa consiste em certificar-se que o departamento de contratos, que está negociando os termos e condições para ter o máximo de descontos e benefícios, esteja envolvido no esforço desde o início. Se os gerentes de contrato forem envolvidos após os contatos iniciais com fornecedores, poderão se sentir constrangidos em modificar os acordos verbais ou ficarão receosos que o processo de aquisição seja estendido além da data desejada.

A última recomenda que, quando o fornecedor for escolhido, a busca não deve ser finalizada – tecnologias são dinâmicas, então, é preciso comparar, continuamente, o ritmo de inovação tecnológica de fornecedores. Colete análises de dados de mercado e posicionamento competitivo. Examine recentes divulgações financeiras públicas e fale com outras empresas que adotaram a tecnologia. Use esta informação juntamente com a análise no acompanhamento das negociações.

O processo completo, composto por nove etapas, será apresentado, em detalhes, durante a Conferência Gartner Infraestrutura de TI, Operações e Data Center.

Anote em sua agenda – Conferência Gartner Infraestrutura de TI, Operações e Data Center
Site: www.gartner.com/br/datacenter
Datas: 9 e 10 de abril
Local: Sheraton São Paulo WTC Hotel – Avenida das Nações Unidas, nº 12.551
Horário: a partir das 8h

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CeBIT 2013: Mais de 200 contatos de negócios para as empresas brasileiras

O Brasil encerrará neste sábado, 9, na Alemanha, a sua 14ª participação consecutiva na CeBIT, a maior feira e congresso de tecnologias digitais do mundo. Nesta edição, o pavilhão Brasil IT+, marca que identifica o setor de tecnologia da Informação (TI) nacional no exterior, contou com a presença de 17 empresas.

A iniciativa ocorreu, uma vez mais, no âmbito do programa de internacionalização competitiva de software e serviços de Tecnologia da Informação (TI) coordenado pela Associação para Promoção do Software Brasileiro – SOFTEX (www.softex.br) e desenvolvido em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos – Apex-Brasil ( www.apexbrasil.com.br).

“Um país que espera se posicionar como um player global, como é o caso do Brasil, precisa estar na CeBIT, afinal ela é a grande vitrine mundial do setor. O objetivo principal da participação das companhias nacionais no evento é a prospecção de novos negócios, a formação de parcerias e a realização de benchmarking de forma a ampliar a sua rede de relacionamento internacional”, avalia Rubén Delgado, presidente da SOFTEX, lembrando que a delegação retornará ao país com mais de 200 contatos de negócios realizados com executivos de 28 países.

Entre elas está a gaúcha K&D Tecnologia. Dedicada ao desenvolvimento de projetos baseados em sistemas RFID (identificação automática por sinais de rádio), a empresa levou para a CeBIT duas soluções. A primeira permite ao passageiro de uma companhia aérea monitorar por mensagens de texto enviadas para o seu aparelho celular todo o processo de embarque de sua bagagem, do check-in até a aeronave, por meio de um chip colocado em sua mala. A segunda possibilita que uma companhia aérea efetue o controle, em tempo real, de todos os seus passageiros após ele ter efetuado o check-in.

“A adoção do RFID é uma tendência crescente não apenas no Brasil, mas também no exterior. Já temos parceiros comerciais na França, na Alemanha e também em Portugal, mas apostamos na CeBIT como o ambiente ideal para apresentarmos essas duas aplicações a um universo maior de clientes e canais internacionais”, explica seu diretor, Afrânio Kieling, destacando os contatos positivos realizados com empresários da Arábia Saudita, do Egito da China.

Especializada no fornecimento de ferramentas de ensino para a educação básica, a pernambucana Educandus realizou recentemente um investimento de mais de US$ 1 milhão para agilizar o processo de localização de seus produtos para outros idiomas e para tornar o ambiente customizável às necessidades de cada qualquer escola.

“Apesar de atuarmos em um nicho de mercado extremamente específico, retornaremos para o Brasil com boas perspectivas de parcerias de intercâmbio tecnológico e comercial com organizações da Índia, da China e também da Alemanha”, revela José Valber Costa Cavalcante, diretor comercial da Educandus.

Para Igor Brandão, gestor de projetos da Apex-Brasil, a participação nacional refletiu a diversidade e a maturidade das empresas brasileiras de software e serviços de TI. “O evento continua sendo uma plataforma importante para o mercado europeu e para o alemão, em particular. Esta edição foi uma oportunidade para consolidarmos a imagem positiva sobre o Brasil construída no ano passado, quando comparecemos à CeBIT com o status de país parceiro”, conclui.

A organização do pavilhão brasileiro foi conduzida pela SOFTSUL, agente SOFTEX no Rio Grande do Sul, e a participação nacional na CeBIT 2013 contou também com o apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), do Ministério das Comunicações (MiniCom) e da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP).

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Riscos e cuidados com armazenamento em nuvem

Por Mariano Sumrell

O uso de serviços em nuvem data dos primórdios da internet com o e-mail, numa época em que a expressão computação na nuvem ainda não era usada.

De lá para cá é difícil encontrar alguém ou alguma empresa que não utilize esse tipo de ferramenta da Google, Microsoft, Amazon, Dropbox, Evernote e milhares de outros fornecedores. O uso inclui agendas pessoais e corporativas, armazenamento e compartilhamento de arquivos, ERP (Sistemas Integrados de Gestão Empresarial), CRM (Gestão de Relacionamento com o Cliente) e muitos outros.

Mas as constantes notícias sobre falhas de segurança de servidores em nuvem, como a recente notícia de violação de senhas do Evernote, colocam em xeque a credibilidade desses serviços. Uma pesquisa da IBM, divulgada no início de 2012, também é motivo de preocupação: mais da metade dos entrevistados afirmaram que sua política de segurança de TI não é suficiente para atender às necessidades de cloud computing e de social business. Mas quais são os riscos e o que podemos fazer para minimizar a possibilidade de ataques?

O primeiro ponto a ser considerado é que a computação em nuvem traz mais riscos aos usuários. Isso ocorre porque os centros de processamentos de dados tradicionais podem bloquear os acessos vindos de fora desses centros, diminuindo as possibilidades de invasão, apesar de limitar as possibilidades de uso. Já na nuvem, pessoas de todo o mundo se conectam, ou seja: todos os usuários são “de fora”, impossibilitando o uso desse filtro aplicado em sistemas tradicionais de armazenamento.

Com isso em mente, como os sistemas são atacados? Duas formas podem ser exploradas. A primeira é simplesmente invadir os servidores da nuvem explorando falhas de segurança na configuração ou na programação. A segunda forma é atacar a partir da violação da senha do usuário ou do ataque ao computador usado por ele.

Dessa forma, os sistemas em nuvem acabam sendo uma porta de entrada para uma modalidade de ameaça conhecida como APT (Advanced Persistent Threats). Tendo como foco os dados armazenados por órgãos governamentais, empresas multinacionais, de infraestrutura e serviço público, esse tipo de malware instala-se nos equipamentos e, de forma silenciosa, coletando dados e manipulam sistemas. Grande parte dos APTs começa com campanhas pishing, portanto a segurança dos países, de instituições governamentais e particulares está também nas mãos de seus colaboradores, que podem ser os “transmissores” de sérias ameaças.

Como se proteger?
Se o serviço for terceirizado, a segurança dos servidores na nuvem dependerá do próprio fornecedor e é possível contratar empresas especializadas para fazer auditoria de segurança, inclusive testes de invasão.

Mas a proteção dos dados armazenados em nuvem também depende dos usuários, que devem proteger suas senhas e seus computadores. Temos algumas dicas:
• Opte por senhas não comuns como “1234”, “qwerty”, data de nascimento ou palavras em qualquer língua;
• Use senhas diferentes para serviços diferentes. Assim, se a senha de um serviço for comprometida, os outros serviços continuam seguros;
• Lembre-se de que não há privacidade em mensagens de e-mail. Portanto, muito cuidado ao enviar informações sensíveis;
• Use um bom antivírus;
• Faça as atualizações periódicas de segurança do antivírus, sistema operacional, navegadores e todos os aplicativos.
Ao armazenar seus dados em nuvem, verifique as configurações de segurança do serviço contratado, mantenha um back-up das informações mais importantes e lembre-se de que a proteção dos seus dados também depende de você. Navegue na internet com atenção e prudência para aproveitar os benefícios da conectividade com tranquilidade.
*Mariano Sumrell é Diretor de Marketing da AVG Brasil

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Dica de livro: ITIL – GUIA DE IMPLANTAÇÃO – por Paulo Cougo

PAULO SÉRGIO COUGO possui formação Superior em informática pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduação em Análise de Sistemas na Administração de Empresas pela PUC-PR, trabalhando como professor universitário e instrutor certificado para ITIL Foundations e Cobit Foundations. Possui experiência há 30 anos em Sistema de Informação, sendo 28 anos na área de suporte a usuários. Consultor em processos de operação de centrais de atendimento, o autor é membro do HDI, do ITSMF-Brasil e do ISACA, assim como sócio e diretor técnico da empresa Tree Tools Informática e projetista das soluções HD-3 e Servicebot-3. Além disso, é certificado em ITIL Service Manager (V2), ITIL Expert (V3), Cobit Foundations 4.1. e como Consultant/Manager em ITSM baseado em ISO-20.000 pelo EXIN.

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Mesmo com mais consumidores on-line, Brasil fatura menos de 10% do que o Reino Unido

Embora o comércio eletrônico tenha expectativa de crescer 25% neste ano, com previsão de faturamento de R$ 28 milhões, de acordo com o e-bit, o Brasil ainda está distante de alcançar os resultados obtidos por outros países. Com 70 milhões de usuários, 43 milhões deles adeptos ao comércio eletrônico, o País fatura menos de 10% do que o Reino Unido, que possui 50 milhões de internautas, 37 milhões deles consumidores on-line, segundo dados da Câmera Brasileira de Comércio Eletrônico. Enquanto o faturamento aqui é estimado em R$ 22,5 bilhões, o dos europeus alcança R$ 234 bilhões.

Para matérias sobre comércio eletrônico, coloco à disposição Gustavo Furtado, Ceo da Tricae (www.tricae.com.br) – loja virtual de artigos infantis, especializada em produtos para crianças de 0 a 10 anos, lançada pelo grupo alemão Rocket Internet (responsável por sucessos como Dafiti e Groupon). Para agendar de entrevista, entre em contato comigo pelos telefones 3046-9574/96447-0027 ou por email michelle@misasi.com.br

Sobre o especialista
Gustavo Furtado é formado em engenharia elétrica com ênfase em Telecomunicações pela POLI – USP, cursou MBA em gestão de negócios na Kellogg Management School (EUA). Iniciou a carreira numa start-up de infraestrutura para internet. Atuou também como trainee na área de vendas técnicas da Siemens, onde aos 24 anos foi promovido e enviado para a Alemanha para ser responsável por esse setor para a América Latina, Portugal e Espanha. Foi gerente de marketing da Microsoft na área de desenvolvimento de aplicativos para Smartphones durante um ano, quando então, foi convidado pela Rocket Internet para liderar a Tricae.

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IDC: software não original custa bilhões em tempo e dinheiro para consumidores e empresas

A Microsoft divulga hoje estudo encomendado para a IDC intitulado: O Mundo perigoso do software falsificado e pirateado. Essa ação faz parte de uma iniciativa global chamada Play it Safe, que tem o objetivo de alertar sobre questões relacionadas à utilização de software não original por consumidores e empresas.

Segundo o estudo, embora alguns usuários procurem ativamente por softwares piratas com a intenção de reduzir custos, as chances de infecção por malwares inesperados atingem um a cada três consumidores e três a cada 10 empresas. Como resultado destas contaminações, a pesquisa mostra que os consumidores vão gastar 1,5 bilhão de horas e US$ 22 bilhões para identificar, reparar e recuperar seus equipamentos do impacto dos códigos maliciosos (malware), enquanto que empresas transnacionais irão gastar US$ 114 bilhões para lidar com o impacto de um ataque cibernético induzido por malware.

O estudo global analisou 270 sites e redes peer-to-peer (P2P), 108 downloads de software, 155 CDs ou DVDs e entrevistou 2.077 consumidores e 258 gerentes de TI ou CIOs no Brasil, China, Alemanha, Índia, México, Polônia, Rússia, Tailândia, Reino Unido e Estados Unidos. Os pesquisadores descobriram que se o software falsificado não vem com o computador, em 45% das vezes ele vem da Internet. Destes, 78% são baixados de sites ou redes P2P, neles foi identificado algum tipo de spyware, enquanto que em 36% deles foram detectados Trojans e adware.

A realidade do cybercrime é que falsificadores interferem no código do software para inserir o malware e alguns deles registram cada toque de tecla que uma pessoa faz, permitindo que criminosos virtuais tenham acesso a informações pessoais e financeiras ou ativem remotamente o microfone de um computador infectado ou a câmera de vídeo. A melhor maneira de proteger é exigir software genuíno ao comprar um computador.

Abaixo seguem os destaques da pesquisa realizada com consumidores:

• 60% dos entrevistados sabiam que estavam utilizando software falsificado e tiveram problemas com segurança.

• Em 45% do tempo, o software falsificado havia diminuído a velocidade de seus PCs e o software teve que ser desinstalado.

• 48% dos entrevistados disseram que sua maior preocupação com o uso de software não licenciado era a perda de dados.

• 29% eram mais preocupados com roubo de identidade

Analisando os dados da pesquisa no Brasil, é possível identificar que em dois anos, 50% dos consumidores com software pirata tiveram que reinstalar o programa e 57% optaram por desinstalar o programa porque estava prejudicando a performance da máquina. Além de perderem mais de 61 milhões de horas de consumo devido ao malware.

“A utilização do software não original prejudica não só a experiência e segurança do consumidor, como pode causar uma situação de concorrência desleal entre as empresas”, afirma Eduardo Paranhos, diretor de propriedade intelectual da Microsoft Brasil. “E as despesas das corporações que optam por utilizar o produto não licenciado é muito alto, pois precisam lidar com malware e o gasto nos últimos dois anos no Brasil, segundo a pesquisa do IDC, foi de US$ 6,4 bilhões”.

A incorporação de software falsificado com malware é o novo método que criminosos utilizam para afetar usuários que não conhecem o perigo potencial destes tipos de programas.

Impacto também nos negócios

A pesquisa da consultoria IDC também explorou o nível surpreendente de instalações de software feitas pelo usuário final em computadores corporativos, expondo um outro método para a introdução de programas maliciosos no ecossistema local de trabalho. Embora 38% dos gerentes de TI reconheçam que isso acontece, 57% dos trabalhadores admitem que instalem software pessoal em seus computadores de trabalho. O que é alarmante é que os inquiridos disseram ao IDC que apenas 30% dos programas eram livres de malware. 65%dos gerentes de TI concordam que o software instalado pelo usuário aumenta os riscos de segurança na empresa. Para muitos, estes programas são uma brecha na segurança da rede das companhias.

Incentivamos os usuários a visitar a página www.microsoft.com/security para ter acesso a mais informações sobre malware e garantir que suas máquinas não estejam infectadas, se o malware estiver presente, o site oferece ferramentas para a remoção da infecção. Clientes que estão em busca de um novo computador são incentivados a comprar a partir de uma fonte respeitável para garantir que eles recebam um software Microsoft genuíno.

Mais informações sobre o estudo da IDC estão disponíveis no site da Microsoft Play Fair Day http://www.play-it-safe.net, e newsroom, www.microsoft.com/news/ipcrimes.

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Aplicativo do Guia Delivery agrada aos curitibanos

Pensando no número crescente de consumidores que possuem o hábito de pedir comida em casa ou no trabalho, a Gazeta do Povo lançou o Guia Delivery no final de 2012 com o melhor mix de restaurantes e os mais diversos estabelecimentos de alimentação com serviço delivery de Curitiba. O produto multiplataforma está disponível na revista impressa, no site, no celular e no tablet. Em sua segunda edição, o Guia Delivery já tem mais de oito mil downloads do aplicativo para smartphone e tablet.

Com download gratuito, o aplicativo para smartphone permite a busca dos estabelecimentos por nome, especialidade e bairro. Disponível para sistemas IOS e Android, o aplicativo teve a concepção e arquitetura de informação da própria equipe da Gazeta do Povo e desenvolvido pela agência Ad Rocker. Há ainda opção de ‘favoritar’ os estabelecimentos, consultar o histórico de pedidos, além de ver o cardápio completo, com preços e fotos. No tablet, o Guia pode ser encontrado na loja da Apple e do Google Play. O menu está separado por especialidades ou ordem alfabética e os anúncios podem ter fotos, áudio e vídeo.

Além da facilidade por estar disponível em quatro plataformas, o Guia Delivery agradou os consumidores pela distribuição dos restaurantes no mapa da cidade. O consumidor encontra pelo menos uma opção que atenda a região onde mora ou trabalha. Marcus Yabe, coordenador de Plataformas Digitais da Gazeta do Povo, destaca que há um grande trabalho de inteligência para a equipe identificar onde estão os leitores e onde estão os anunciantes e quais regiões atendem, para que cada edição do Guia Delivery tenha ainda mais opções para o público que o consulta.

Atualmente, na plataforma mobile são 8.244 mil usuários e no site houve um aumento de 60% no número de pageviews desde o lançamento do Guia Delivery. Com tiragem de 50 mil exemplares, a revista impressa é a única do mercado distribuída para a base de assinantes da Gazeta do Povo. Os anunciantes ganham visibilidade para um público qualificado, já que 126 mil leitores da Gazeta e mais 61 mil leitores do site pediram comida em casa por telefone nos últimos 15 dias, segundo dados Ipsos Marplan, de 2011.

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Empresários participam de curso gratuito de “Gestão da Inovação”

Empresários e colaboradores de micro e pequenas empresas industriais e de tecnologia da informação e comunicação (TICs) de Curitiba e região participaram no último dia 23, na sede da Fiep, no Jardim Botânico, do minicurso gratuito de “Gestão da Inovação”. Promovido pelo Núcleo de Apoio à Gestão da Inovação do Paraná (NAGI) em parceria com o Senai Inovação, o treinamento abordou conceitos básicos e o processo de gestão da inovação, além da importância da inovação e as condições para se inovar no ambiente de negócios paranaense e brasileiro.
Também foram apresentados cases de sucesso, novas oportunidades de negócios e instrumentos de fomento e apoio à inovação. O minicurso foi ministrado pelo especialista em gestão industrial em conhecimento e inovação, Rodrigo de Barros.
Nova turma
O curso terá nova turma em Curitiba no próximo dia 06. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no site www.nagipr.org.br. Mais informações pelo telefone (41) 3271-9101.
A capacitação também acontece nas cidades de Arapongas, Francisco Beltrão, Londrina, Pato Branco, Cascavel, Foz do Iguaçu e Campo Mourão.
Sobre o NAGI
O Núcleo de Apoio à Gestão da Inovação do Paraná está presente em diversas cidades do Estado e realiza atendimento empresarial com o objetivo de transferir ferramentas e conhecimentos aplicados à gestão da Inovação às empresas. Em parceria com o Sistema Fiep, por meio da Fiep e Senai Inovação, o NAGI atende de forma personalizada a indústria paranaense com consultores e metodologias aplicáveis ao contexto de cada empresa. O núcleo também abrange instituições de ensino, pesquisa e tecnologia para fomentar ainda mais a inovação no Paraná. Saiba mais.

Fonte: www.fiepr.org.br

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63% dos brasileiros recomendam produtos pelas redes sociais

Uma pesquisa global divulgada pela Rakuten aponta um crescimento mundial da prática chamada como ‘social shopping’. Segundo dados apresentados, 45% dos consumidores ativos das redes sociais recomendam e adquirem produtos por esses canais. No Brasil, 63% das pessoas disseram que recomendam produtos por meio das redes sociais. O país com a maior porcentagem de recomendação é a Indonésia (67,3%), e o com menor, o Japão (7,7%).

“As redes sociais facilitam o compartilhamento de informações de produtos, marcas e serviços, funcionando como uma propaganda gratuita e eficaz para as lojas”, afirma Pedro Eugenio, CEO do Busca Descontos – www.buscadescontos.com.br – portal que reúne cupons de descontos grátis e responsável pelo Black Friday no comércio eletrônico brasileiro.

Os dados são do E-commerce Index, uma pesquisa global independente sobre as tendências de compras no comércio eletrônico. O levantamento também aponta o gasto médio nos mercados pesquisados: Reino Unido, Alemanha, Áustria, França, Espanha, Estados Unidos, Brasil, Taiwan, Japão, Indonésia, Tailândia e Malásia. Os consumidores mais “gastões” são os britânicos, com gasto médio por pessoa de US$ 1.700, seguido pela Alemanha com US$ 1.006. No Brasil, o consumidor gastou cerca de US$ 657 (aproximadamente R$ 1.300) ao longo de 2012. A Indonésia ficou com a menor média, US$ 239 por pessoa.

Mobile Commerce

Em relação a compras realizadas em dispositivos móveis, a Indonésia lidera o ranking, já que 14% dos entrevistados relatam que fazem a maioria de suas compras online usando um smartphone, tablet ou outro dispositivo móvel. No Brasil, somente 4% dos consumidores afirmaram usar regularmente um dispositivo móvel para fazer compras. Superam o Brasil nesse quesito países como Reino Unido (12%), os EUA (10%) e a Espanha (9%).

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CIO: Como encontrar talentos de TI no LinkedIn

O problema dos sites de emprego, como Monster e HotJobs, é terem uma audiência focada basicamente na procura de um novo emprego. Portanto, a única opção para as empresas é publicar um anúncio e esperar.

Essa dinâmica impede o acesso a candidatos passivos ou seja aqueles que não estão ativamente à procura de trabalho, mas podem estar interessados em uma oportunidade de carreira. E é aí neste aspecto que o LinkedIn está a mudando o cenário.

Agora, é possível identificar candidatos talentosos, que não estejam necessariamente à procura de emprego. Quando se encontra alguém com um conjunto adequado de habilitações, experiência e cultura, é possível iniciar conversações para convidá-lo a integrar o time de um projeto.

Confira sugestões no portal CIO.

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MCTI – Start-up Brasil anuncia nove aceleradoras selecionadas

As nove aceleradoras selecionadas na primeira etapa do programa Start-up Brasil foram anunciadas hoje pelo secretário de Política de Informática do Ministério da Ciência e Tecnologia e Inovação (MCTI), Virgilio Almeida, em São Paulo. As empresas contempladas são: 21212, Aceleratech, Microsoft, Papaya, Pipa, Wayra, Fumsoft, Outsource e Start You Up.

O fato de nove aceleradoras terem sido credenciadas em vez de seis, como previsto inicialmente, foi creditado à qualidade e à variedade das propostas apresentadas, além da agilidade do ecossistema do setor em se adaptar ao projeto. “O mercado brasileiro amadureceu. As propostas recebidas apresentaram qualidade de benchmarket internacional”, disse o secretário Virgilio.
Ele destacou também o entusiasmo do ministro Marco Antonio Raupp com “o impacto que o Start-up Brasil traz dentro do conceito de inovação tecnológica que está sendo implantado pelo Programa Estratégico de Software e Serviços de Tecnologia da Informação, o TI Maior”.

O total de investimento privado entre as aceleradoras selecionadas está previsto em R$ 36 milhões, sendo R$ 25 milhões para o aporte financeiro e o restante, para business services (serviços variados como infraestrutura, equipamento etc.). “As aceleradoras terão o compromisso de colocar as start-ups com ideias inovadoras, rapidamente no mercado”, disse o representante da pasta federal.

“O nosso papel no MCTI é justamente criar um ambiente favorável no setor de TI para estimularmos o nascimento de novas empresas. O governo quer criar start-ups capazes de competir em nível internacional e fazer do Brasil um player global no setor de software e serviços.”

Cada uma das aceleradoras credenciadas deverá apoiar entre oito e dez empresas nascentes, totalizando até 100 start-ups. Cada start-up receberá também R$ 200 mil em recursos federais para desenvolver o negócio em até 12 meses.

Risco compartilhado
Virgilio explicou ainda que nesse processo, o poder público reduz todo o risco tecnológico e o poder privado assume os riscos de negócio. “É por isso que o MCTI coordenou uma banca com representantes reconhecidamente experientes e altamente capacitados em diversos segmentos do negócio, que pudessem avaliar e garantir aceleradoras qualificadas para executar o programa.”
“Estamos vivendo a transição da economia de commodities para uma economia do conhecimento”, acrescentou. “O governo está orquestrando os recursos para que as empresas executem e desenvolvam, com excelência, toda a cadeia produtiva do setor.”
Os estados brasileiros representados entre as nove empresas contempladas são: Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e São Paulo. O domínio da região Sudeste entre as propostas selecionadas foi considerado “natural” pelo secretário Virgilio, uma vez que o perfil do negócio ainda está concentrado nos grandes centros do país.

“É o cenário atual. Mas, certamente é um processo que vai se expandir para outras regiões, que poderão apresentar propostas mais competitivas no futuro”, comentou o secretário. “Outra coisa é que já criamos um portfólio de desenvolvimento interno, em parceria com o Sebrae, para preparar um hub [polo] fora do eixo Sudeste/Sul. Então, para as próximas edições, podemos sim esperar a participação inusitada de cidades mais afastadas”, concluiu.

Próxima etapa
A segunda etapa do programa envolve o lançamento de edital do Conselho Nacional de Dewsenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI) para definir as regras de seleção das start-ups que serão aceleradas pelas nove empresas selecionadas. Dessas start-ups, até 25% poderão ser de origem internacional. Na etapa, a agência de fomento e o MCTI disponibilizarão R$ 14 milhões no primeiro ano para o desenvolvimento da tecnologia e seus serviços.

O edital deve ser anunciado até o fim de março. “Estamos trabalhando em conjunto para os ajustes finais”, informou Virgilio Almeida. “As aceleradoras assinarão um termo de compromisso de metodologia e tempo de aceleração. Nós temos tido compromisso especial com o cronograma o para que todo o processo seja leve, fácil e eficiente.”

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Richa regulamenta parcerias para o desenvolvimento tecnológico do PR

O governador Beto Richa assinou nesta quarta-feira (27), em Curitiba, o decreto que regulamenta a Lei de Inovação no Paraná. A legislação cria benefícios e estabelece mecanismos de cooperação entre os setores público e privado e universidades para pesquisa e desenvolvimento científico e tecnológico.

Entre as medidas regulamentadas, está a participação técnica e econômica do Estado em projetos de empresas paranaenses, cuja atividade principal seja a inovação tecnológica. “Com entendimento e diálogo, realizamos audiências públicas para conseguir elaborar uma legislação moderna e abrangente. Investimento em inovação é um compromisso nosso”, disse o governador.

O Paraná era o único Estado das regiões Sul e Sudeste que ainda não tinha aprovado a legislação, aguardada pela comunidade empresarial e científica porque oferece segurança jurídica e define a política de propriedade intelectual. “Entendemos que o Paraná só será desenvolvido com investimentos em educação, ciência e inovação”, avaliou Richa.

PARCERIA – Com a regulamentação da lei e sua publicação, o Estado pode participar ainda no capital das empresas e abrir seus laboratórios para uso da indústria. “Essa legislação preenche um vácuo na área científica e cria dispositivo legal eficiente que contribuirá para a inovação no Paraná”, disse o diretor-presidente do Tecpar (Instituto de Tecnologia do Paraná), Júlio Felix, um dos elaboradores do texto da Lei.

De acordo com o secretário de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Alípio Leal, a legislação aproveita o que existe de melhor nas leis federais, estaduais e municipais de incentivo à inovação. Ele explica que é necessário o Estado apoiar a inovação para que possa crescer e desenvolver sua área científica.

“Inovação demanda investimentos e riscos, mas não garante lucros. O incentivo estadual é inteligente, pois gera empregos, competitividade e fortalece a parceria público-privada”, destaca o secretário. A Lei de Inovação, como qualquer outra, não é autoaplicável. Requeria a regulamentação de temas específicos para poder entrar em vigor.

RECURSOS – O decreto define que 2% do orçamento estadual sejam destinados à inovação, sendo 10% desse valor para recursos de subvenção econômica. O valor será de R$ 300 milhões por ano. “Trata-se de apoio à empresa na sua inovação, com recursos públicos sem retorno. Não é financiamento, é fomento”, disse Felix.

“O grande marco desse decreto é acabar com a dicotomia na relação universidade e empresa. Sempre foi desafio conseguir com que a universidade e a empresa tenham um único linguajar e objetivos comuns. A Lei de Inovação destrava essa relação, tira as pedras do caminho”, avaliou Júlio Felix.

AVALIAÇÃO – Para o coordenador do Fórum Permanente Futuro 10, Guilherme Cunha Pereira, a regulamentação da legislação transforma o Paraná em referência para o Brasil. “É uma lei moderna e completa, desenvolvida em sintonia com a sociedade civil. Sabemos que podemos contar com o governo estadual para o desenvolvimento do Paraná”, declarou. Ele elogiou o governador pela abertura a sugestões de empresários e entidades para formulação da lei.

O presidente da Associação Comercial do Paraná, Edson José Ramon, também destacou os modernos mecanismos de cooperação previstos pela Lei de Inovação. “Essa legislação é exemplo para o Brasil e atrairá mais investimentos, empreendedores e competitividade ao Paraná”, disse.

De acordo com o presidente da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), Edson Campagnolo, em três anos a entidade investirá R$ 185 milhões em inovação. “Em parceria com o Estado, estamos estimulando a interação para que inovação seja realidade no Paraná”, afirmou. Realizada no auditório do Tecpar, a reunião contou com a presença de reitores de universidades e empresários.

Intel aumenta presença em computação móvel

A Intel Corporation anunciou hoje uma gama de novos produtos e esforços para o ecossistema e habilitação que acelerarão ainda mais a presença da empresa no segmento de mobilidade e ajudarão a oferecer novos dispositivos e experiências ainda melhores com Intel Inside®.

Os anúncios incluem uma nova plataforma SoC Atom™ dual-core (“Clover Trail+”) para smartphones e tablets Android*, a primeira solução LTE multimode-multiband global da empresa que entrará em produção no primeiro semestre desse ano. Outros anúncios incluíram o momento do “Bay Trail”, esforços para habilitação de dispositivos móveis e a continuidade do ótimo momento nos mercados emergentes com a plataforma baseada no processador Intel® Atom™ Z2420.

“Os anúncios de hoje refletem o crescente portfólio de dispositivos da Intel para uma gama de segmentos do mercado de mobilidade”, disse Heramnn Eul, vice-presidente e gerente geral do Grupo de Comunicações e Mobilidade da Intel. “Em menos de um ano trabalhamos de perto com nossos clientes para levar os smartphones baseados na Intel ao mercado em mais de 20 países de todo o mundo e também lançamos uma solução SoC Atom™ para Tablets líder da indústria e de baixo consumo rodando o Windows*8, que já está sendo enviada para os principais clientes OEM. Para o futuro, aproveitaremos essa base e trabalharemos com nossos parceiros do ecossistema, em diferentes sistemas operacionais, para oferecer os melhores produtos e experiências móveis para os consumidores com a Intel Inside”.
Nova e eficiente plataforma SoC Atom™

A nova plataforma do processador Atom™ da Intel (“Clover Trail+”) e o design de referência para smartphones oferecem desempenho líder da indústria com baixo consumo e longa duração da bateria que rivaliza com os telefones Android* mais populares do momento. O produto traz os clássicos pontos fortes da Intel, incluindo alto desempenho que permite que você desfrute uma ótima navegação, filmes Full HD vibrantes e sem falhas e uma experiência com os aplicativos Android* que carregam rápido e rodam perfeitamente.
Os processadores dual core de 32nm Intel® Atom™ – Z2580, Z2560, Z2520 – estão disponíveis em velocidades de 2.0 GHz, 1.6GHz e 1.2Ghz, respectivamente. O processador também conta com suporte para a Tecnologia Intel® Hyper-Threading, suportando quatro threads simultâneos para aplicativos e melhorando ainda mais a eficiência geral dos núcleos Atom.

A plataforma integrada também inclui um mecanismo Intel® Graphics Media Accelerator com os núcleos gráficos suportando até 533Mhz com modo boost, e oferecendo até três vezes o desempenho gráfico¹ para visuais de ótima qualidade, ótima resposta dos jogos e reprodução perfeita acelerada por hardware para a codificação e decodificação full 1080p a 30 qps.

“A segunda geração do nosso produto fornece o dobro do desempenho computacional e até três vezes a capacidade gráfica¹, ao mesmo tempo em que mantém a competitividade no baixo consumo” disse Eul. “À medida que fazemos a transição para os SoCs Atom de 22nm ainda nesse ano, aproveitaremos totalmente o amplo espectro de capacidades habilitado pelo nosso design, arquitetura, tecnologia do transistor tri-gate de 22nm e a liderança em manufatura para fortalecer ainda mais a nossa posição”.

A nova plataforma também conta com avançadas capacidades de imagem, incluindo suporte para duas câmeras, com o sensor da câmera principal de até 16 megapixels. O sistema de imagem também oferece captura panorâmica, modo de sequência com até 15 fotos por segundo para fotos de 8 megapixels, detecção e reconhecimento facial em tempo real, captura de imagem HDR móvel e sistema para aumentar a nitidez das fotos.

A plataforma também é equipada com a Tecnologia Intel® Identity Protection (Intel IPT), ajudando a oferecer uma forte autenticação de dois fatores para proteger serviços em nuvem, como bancos online, comércio eletrônico e redes sociais contra uso não autorizado. Já que a Intel IPT está embarcada no chip, ao invés do hardware ou de “tokens” baseados no telefone, ela pode fornecer uma maior proteção e facilidade no uso para o acesso às nuvens. A Intel está trabalhando com parceiros que incluem Feitian*, Garanti Bank*, MasterCard*, McAfee*,SecureKey* Technologies Inc., Symantec*, Vasco Data Security International* Inc. e Visa* Inc. para incorporar esse tecnologia em seus serviços.

Com suporte para monitor WUXGA de 1900 x 1200, a plataforma também possibilitará designs de tablets Android* com telas maiores. Ela também inclui suporte para Android* 4.2 (Jelly Bean), a Tecnologia Intel Wireless Display, HSPA+ de 42Mbps com a solução Intel® XMM 6360 slim modem e o novo padrão da indústria UltraViolet™ Common File Format.

Os clientes que anunciaram suporte para a plataforma “Clover Trail+” para telefones e tablets incluem ASUS*, Lenovo* e ZTE*.
Estreando na CES no mês passado, o Lenovo* IdeaPhone K900* é baseado no processador Intel® Atom™ Z2580 e fornece ótimas capacidades gráficas, de vídeo e com conteúdo Web a velocidades fantásticas. O IdeaPhone tem 6.9mm de espessura e também conta com a primeira tela do mundo com 5.5 polegadas de full high-definition 400+ PPI para a maior nitidez de texto e imagens. O K900 será o primeiro produto a ser lançado no mercado baseado no processador Atom Z2580. A Lenovo planeja lançar o smartphone no segundo trimestre de 2013 na China, seguindo em pouco tempo para outros mercados internacionais.

Aproveitando a plataforma do processador Atom (“Clover Trail+”), a Intel também destacou o seu próximo SoC Atom™ de 22nm para smartphones (“Merrifield”). O produto é baseado no inovador processo de 22nm e em uma microarquitetura totalmente nova que ajudará a habilitar melhor desempenho, eficiência no consumo de energia e duração de bateria para smartphones.

Evolução em longo prazo (4G LTE)

A estratégia da Intel é fornecer uma solução global de modem, líder em baixo consumo e voltada para múltiplas bandas, modos, regiões e dispositivos.

A Intel XMM 7160 é uma das menores² e de mais baixo consumo soluções LTE multimode-multiband (LTE/DC-HSPA+/EDGE), suportando múltiplos dispositivos, incluindo smartphones, tablets e Ultrabooks™. O modem global 7160 suporta 15 bandas LTE simultaneamente, mais do que qualquer outra solução disponível no mercado. Ela também conta com uma arquitetura RF altamente configurável rodando algoritmos em tempo real para rastreamento do envelope e ajuste da antena que habilita configurações multiband com ótimo custo-benefício, maior duração da bateria e roaming global em uma única SKU.

“A 7160 é uma solução 4G LTE altamente competitiva e que chegou na hora certa. Esperamos que ela atenda as crescentes necessidades do emergente mercado global 4G”, disse Eul. “Analistas independentes consideraram nossa solução como sendo de classe mundial e estou confiante que nossas ofertas levarão a Intel a novas soluções multicomunicações. Com as conexões LTE devendo dobrar ao longo dos próximos 12 meses para mais de 120 milhões de conexões, acreditamos que nossa solução dará aos desenvolvedores e prestadores de serviços uma única oferta competitiva ao mesmo tempo em que oferece aos consumidores a melhor experiência 4G global. Com base nisso, a Intel também acelerará o fornecimento de novos recursos avançados para serem lançados juntamente com futuras e avançadas redes 4G”.

A Intel atualmente está fornecendo a sua solução single mode 4G LTE e começará o fornecimento da multimode ainda no primeiro semestre desse ano. A empresa também está otimizando suas soluções LTE e seus planos para produtos SoC a fim de assegurar o fornecimento de inovadoras soluções de baixo consumo ao mercado.

Plataforma Intel® Atom™ Z2420

À medida que a Intel amplia a sua presença geográfica, a empresa enxerga uma tremenda oportunidade para fornecer ótimas experiências móveis baseadas na Intel aos consumidores dos mercados emergentes.

Como parte de sua estratégia para aproveitar o rápido crescimento do mercado de smartphones nos mercados emergentes, que alguns analistas estimam chegará a 500 milhões de unidade até 2015, a Intel destacou a continuidade do bom momento da plataforma do Processador Intel Atom Z2420 (anteriormente conhecida como “Lexington”). Desde que foi anunciada pela primeira vez na CES, Acer* (Tailândia e Malásia), Lava (Índia) e Safaricom* (Quênia) anunciaram novos dispositivos.

Etisalat Misr., uma operadora de telecomunicações líder na Egito e subsidiária do Etisalat Group UAE, em colaboração com a Intel, anunciou hoje planos para o Etisalat E-20 Smartphone com a Intel Inside. Previsto para estrear no Egito em abril, o dispositivo baseado na Intel será o primeiro na região do Oriente Médio e Norte da África, e o segundo lançamento na África até o momento, seguindo o recente lançamento da Safaricom* no Quênia.

Demonstrando a flexibilidade da plataforma SoC Atom para acomodar uma gama de dispositivos e segmentos de mercado, a ASUS* anunciará hoje o novo tablet Android* baseado no Processador Intel® Atom™ Z2420.

Tablets com Intel Inside®

Aproveitando o bom momento dos dispositivos e a liderança da indústria em eficiência no consumo de energia, o premiado processador Atom Z2760, o primeiro SoC Atom quad-core (”Bay Trail”) será o processador Atom mais poderoso até hoje – dobrando o desempenho computacional da atual geração da oferta da Intel para tablets, fornecendo ao ecossistema uma forte base tecnológica e um conjunto de recursos sobre a qual inovar. A plataforma “Bay Trail”, programada para chegar ao mercado no final de 2013, já está funcionado com Windows* e Android* e ajudará a habilitar novas experiências em designs com até 8mm de espessura e bateria com duração para um dia inteiro de uso e semanas em standby.

A Intel atualmente está trabalhando com Compal*, ECS*, Pegatron*, Quanta* e Wistron* para acelerar o lançamento do tablets “Bay Trail” no mercado. A Intel também está ampliando seu trabalho com OEMs líderes globais, aproveitando a forte base dos designs para tablets baseados no processador Intel Atom Z2760, como Acer*, ASUS*, Dell*, Fujitsu*, HP*, Lenovo*, LG Electronics e Samsung*.
Habilitando dispositivos móveis com a Intel Inside®

A Intel anunciou hoje uma expansão de seus esforços de habilitação do ecossistema para fornecer novos dispositivos e inovações ao mercado para dispositivos móveis baseados no Windows* e no Android*.

A plataforma da Intel e os programas de habilitação com os principais OEMs e ODMs focarão a aceleração do tempo para lançamento no mercado de dispositivos móveis inovadores baseados na arquitetura Intel. O programa focará primeiro os tablets, seguido por telefones, fornecendo soluções pré-qualificadas com building blocks simplificados para ampliar a quantidade de designs rapidamente para mercados maduros e emergentes. O processador Atom Z2760 e o próximo SoC Atom de 22nm da empresa, codinome “Bay Trail”, serão a base inicial desse esforço.

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PR investirá R$ 22,5 milhões para inovação de micro e pequenas empresas

A Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná receberá até R$ 15 milhões da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, para estimular e financiar a inovação nas pequenas e micro empresas de base tecnológica do Estado. Como contrapartida, o governo contribui com recursos da ordem de R$ 7,5 milhões, por meio do Fundo Paraná de Ciência e Tecnologia, totalizando investimentos de R$ 22,5 milhões.

A secretaria vai operar o programa, chamado Tecnova-PR, como uma unidade descentralizada das ações da FINEP. Para isso, conta com parceria da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep) para a identificação e seleção, junto ao setor, produtivo, das empresas que serão beneficiadas.

São classificadas como pequenas e micro empresas aquelas que faturam até R$ 3,6 milhões por ano. Elas terão direito a receber entre R$ 120 mil e R$ 400 mil não-reembolsáveis, de acordo com o projeto, e devem oferecer contrapartida financeira de 5% do valor recebido. O programa prevê a aplicação dos recursos em 36 meses (de 2013 a 2015).

“A secretaria vai conduzir o repasse dos recursos de subvenção econômica como instrumento de política do governo estadual”, explica o secretário da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Alípio Leal. De acordo com ele, os recursos vêm em boa hora, já que a Lei de Inovação será sancionada na próxima semana pelo governador Beto Richa. A lei dará apoio e segurança jurídica para esse tipo de atuação do Estado, integrando parceiros da área produtiva à área do desenvolvimento da ciência, tecnologia, ensino superior e inovação.

Os projetos de inovação tecnológica a serem subvencionados devem atender a áreas estratégicas no desenvolvimento de novos produtos, serviços e processos que agreguem valor aos negócios e aumentem a competitividade das empresas. As áreas são Petróleo, Gás, Energias Alternativas e Tecnologia da Informação e Comunicação; Ciências Biológicas e Biotecnologia (agrícola, pecuária, florestal e saúde); cadeia da agroindústria; mobilidade, metalmecânica, Ciências e tecnologias ambientais e fortalecimento dos ativos portadores de desenvolvimento tecnológico (conforme estudos do Observatório da Indústria SENAI-FIEP).

INTEGRAÇÃO – A ser implementado por meio da Fundação Araucária de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Paraná, entidade vinculada à Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná, o programa Tecnova-PR prevê também a capacitação de parceiros, sempre levando em conta os processos de inovação, as competências e os modelos de negócio, de forma a assegurar a eficácia no uso dos recursos de subvenção.

A ideia, de acordo com Alípio Leal, é integrar essas empresas ao Parque Tecnológico Virtual do Paraná (PTV-PR), que está sendo estruturado pela secretaria, reunindo universidades, os polos e órgãos de pesquisa e desenvolvimento tecnológico em todo o território paranaense. Será uma plataforma de apoio para os projetos contratados, que agregará especialistas, sistemas de indicadores, gerenciamento de projetos e disponibilização de serviços técnicos e jurídicos dos agentes institucionais e parceiros associados.

Outro órgão vinculado à secretaria, o Instituto de Tecnologia do Paraná (TECPAR) vai atuar no programa com apoio à execução técnica das propostas das empresas e suporte na área de avaliação de inovações de produtos, processos e serviços e na integração com a plataforma do Parque Tecnológico Virtual.

Barcelona recebe TI brasileira durante o Mobile World Congress

Em mais uma iniciativa do programa de internacionalização competitiva de software e serviços de Tecnologia da Informação (TI) coordenado pela Associação para Promoção do Software Brasileiro – SOFTEX em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos – Apex-Brasil ( www.apexbrasil.com.br), uma delegação de sete empresas participará de 25 a 28 de fevereiro em Barcelona, na Espanha, do Mobile World Congress .

Considerado o principal encontro mundial da indústria de comunicação móvel, o Mobile Congress recebeu mais de 67 mil visitantes no ano passado e já tem confirmada a presença de 1.500 fornecedores de dispositivos móveis, serviços e tecnologias nesta edição.

No estande Brasil IT+, marca que identifica a indústria de TI nacional no exterior, FITec , Ícaro Technologies , MC1, MG System , Nana Pocket , Navita , e STA Holding apresentarão um diversificado portfolio de serviços e soluções para o setor de TI e Telecomunicações, entre as quais aplicações móveis corporativa, soluções de gerenciamento de sistemas e segurança, e CRM (Gestão de Relacionamento com o Cliente).

Especialista em soluções multiplataforma para mobilidade corporativa e serviços de gestão de Telecom, a Navita já possui clientes em mais de 20 países. Parceira de fabricantes de smartphones e tablets, além das principais operadoras no Brasil e na América Latina, a empresa apresentará aos visitantes da mostra sua ampla gama de serviços: Navita Mobile, plataforma para o desenvolvimento de aplicativos corporativos e para o usuário final; Navita SGM (Serviços Gerenciados de Mobilidade), para a gestão de smartphones e tablets corporativos; e Navita SGT (Serviços Gerenciados de Telecom), para o gerenciamento, prevenção e redução de custos de telecomunicação em tempo real.

“O Mobile World Congress é o evento de mobilidade mais importante neste semestre e nosso objetivo é utilizá-lo como plataforma para a divulgação dos nossos serviços de gerenciamento de Mobilidade e Telecom para o mercado internacional. Essa participação integra nossa estratégia de reforçar a marca junto às grandes empresas multinacionais”, detalha Roberto Dariva, diretor-executivo da Navita.

“Os setores de TI e Telecom são estratégicos para alavancar o crescimento do Brasil. Nossa presença em um evento com essa relevância mundial é fundamental para apresentarmos a especialização de nossas companhias no desenvolvimento de soluções de comunicação móvel a um público altamente qualificado e tomador de decisões em suas organizações, para o mapeamento de oportunidades e também das principais tendências do mercado mundial, bem como para o fortalecimento da presença de nossas companhias no mercado internacional”, explica Maurício Fernandes, consultor da SOFTEX responsável pela organização da presença brasileira na mostra.

Brasil IT+ no Mobile World Congress
Data: 25 a 28 de fevereiro
Local: Fira Gran Via – Av. Joan Carles I, 64 – Barcelona
Estande: Hall 5 estandes 5I50 – 5I54

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CIO: Nove metas para os profissionais de TI em 2013

Um novo ano está quase começando. 2012 provou ser um ano tumultuado para os profissionais de TI, e 2013 aparenta ser tão desafiador quanto. Contudo, o mercado de trabalho da TI tem, lentamente, ganhado força à medida que mais empresas começam a crescer e a adicionar funcionários, empregados que esperaram por esta mudança e estão se preparando para iniciar seus trabalhos.

Mesmo que você esteja feliz com seu trabalho ou papel na TI atual, existe uma chance de que você possa se ver buscando por um novo cargo este ano devido ao outsourcing ou reorganização.

De acordo com estatísticas recentes, o trabalhador de TI normalmente permanece em seu cargo atual por não mais que 4,4 anos. Então o que você pode fazer para proteger-se? Preparar-se para tudo. Você não pode impedir o progresso, a única escolha é evoluir com a tecnologia ou ficar para trás.

Veja lista de nove metas relacionadas à carreira para serem conquistadas em 2013 em reportagem da CIO.

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Aplicativo de pagamento mobile chega ao mercado Brasileiro

Facilidade, simplicidade e inovação. Os consumidores estão cada vez mais em busca dessas vantagens. E é exatamente isso que o Snappin traz. Lançado oficialmente nesta semana, trata-se de um aplicativo inédito que permite o pagamento do consumo, através do celular, em casas noturnas, bares, e futuramente em grandes shows e festivais. Esta é a primeira solução de “mobile payment” com essa proposta. Com ele, o usuário poderá conferir o valor consumido a qualquer momento, realizar o pagamento de forma segura através de seu smartphone, e, assim, agilizar sua saída.

O Snappin é uma empresa constituída, e tem como sócios o Grupo Fit, que tem larga experiência no ramo de entretenimento, e a OZ Technology, empresa de tecnologia com know-how em sistemas de pagamentos para casas noturnas/bares. O aplicativo foi conceituado pela agência Ogilvy & Mather, que, ao lado da OZ e da I.ndigo, desenvolveu todo o APP, assim como a integração dos sistemas. Parte do Grupo WPP, maior grupo de comunicação do mundo, a Ogilvy tem grande expertise digital. Um exemplo disso é que em Recife, no porto digital, a agência tem um dos maiores e mais modernos centros de inovação, pesquisa e desenvolvimento da Ogilvy Worldwide.
O aplicativo, que está disponível para celulares iOS e Android, já poderá ser usado em mais de 20 estabelecimentos até o final de março de 2013, incluindo casas noturnas e bares, em 4 Estados brasileiros (SP, RJ, MG e SC). Funciona de forma simples: em primeiro lugar, o usuário baixa o Snappin e preenche seu cadastro, podendo registrar até três cartões de crédito. Quando ele vai a um estabelecimento filiado ao Snappin, faz seu check-in, e imediatamente o sistema associa uma comanda de consumo ao seu smartphone. A partir daí, ele consome, checa sua conta, pode receber ofertas personalizadas e aproveitar a noite até o final. Ao pagar sua conta com o aplicativo, o usuário está apto a retirar seu cupom de saída e, automaticamente, está liberado. Sem filas imensas e grandes esperas. O aplicativo está disponível para download nas lojas APP Store e no Google Play.

“A ideia surgiu a partir da experiência que vivenciamos nas nossas casa. Sempre que uma atração está para acabar, como o show de uma banda ao vivo, por exemplo, as pessoas vão pra fila do caixa, pra já conseguir pagar a comanda e levar menos tempo para sair. Consequentemente, a fila se forma, gerando uma experiência negativa para os nossos clientes. Com isso, tivemos a ideia do Snappin. Assim, as pessoas podem se divertir e curtir até o final, de forma segura e sem filas imensas no final”, explica Ernest Saraiva Petty, sócio do Grupo Fit e do Snappin.

O fator segurança foi primordial no desenvolvimento do aplicativo. Todas as informações sensíveis são criptografadas e armazenadas pela empresa Braspag, responsável por serviços financeiros dos principais e-commerce do Brasil e líder na América Latina. “A segurança do APP faz parte dos nossos maiores objetivos”, ressalta Edilson Osorio Junior, CIO da OZ Technology, que ainda comenta que pretende filiar cerca de 1.000 estabelecimentos oferecendo o pagamento através do Snappin até o final de 2014.

“O que nos encantou desde o começo com esse desafio foi projetar todo o conceito de marca e a experiência de uso, pensando como a tecnologia poderia facilitar a vida das pessoas em um momento de descontração. É um projeto revolucionário que servirá como ignição para a massificação do mobile payment no Brasil. Acreditar em uma ideia, desenvolver e poder oferecer isso aos brasileiros é uma grande alegria para a Ogilvy” explica Daniel Tartaro, diretor de integração digital da Ogilvy & Mather.

“O número de frequentadores da noite brasileira cresce a cada ano. Assim como o número de brasileiros que possuem smartphones. Para se ter ideia, em números absolutos, são mais de 250 milhões de linhas de celulares no País. Hoje, 73% dos consumidores de smartphones no Brasil acessa a internet através do aparelho. O Snappin traz simplicidade e comodidade na palma da mão destes consumidores, na hora em que ele escolher” comenta Elisson Osorio, CEO da Oz Technology e sócio do Snappin.

São inúmeros os benefícios para as marcas que se associam ao aplicativo. “Esse é um projeto que também inova na relação das marcas com seus consumidores através do mobile, será também um serviço que agregara muito ao Trade. A capacidade de segmentar a comunicação com ofertas especiais de acordo com o local de consumo e o perfil do usuário, irá trazer benefícios para toda a cadeia”, explica Letícia Arslanian, diretora-geral da OgilvyAction, unidade de negócio de Shopper, Trade e Ativação de marcas do Grupo Ogilvy.

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IDGNOW: Microsoft oferece capacitação em tecnologia para estudantes de nove Estados

A Microsoft Brasil, em parceria com instituições de ensino, governos e empresas de nove Estados, anuncia a abertura de inscrições para a 11ª edição do programa de capacitação para o mercado de tecnologia Students to Business – S2B. O objetivo é auxiliar jovens interessados em seguir carreira na área de TI a conquistar boas oportunidades no mercado.

Os alunos poderão se capacitar em soluções Microsoft nas áreas de Infraestrutura de TI e Desenvolvimento de Softwares. Outras tecnologias serão ofertadas de acordo com a demanda de cada localidade. As inscrições estão abertas e vão até o dia 18/03 no site do programa.

Leia a reportagem completa do IDGNOW.

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