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7 previsões da CNI para a economia brasileira em 2017

Estimativas da indústria mostram que o país começará a sair lentamente da recessão. Inflação deve fechar o ano próxima do centro da meta e o consumo das famílias provavelmente terá leve alta em relação a 2016

A economia brasileira crescerá apenas 0,5% neste ano, o que é muito pouco para o país se recuperar da pior crise da sua história, avalia a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Na Economia Brasileira 2016, edição especial do Informe Conjuntural, a instituição faz o balanço de 2016 e apresenta as perspectivas para a economia e a indústria em 2017. Veja o que a indústria espera deste ano:

1. Produto Interno Bruto (PIB)

Importante termômetro da economia, o PIB é a soma de todas as riquezas produzidas por um país em um determinado período. O crescimento elevado e contínuo do PIB mostra que a economia do país está se expandindo. Mas não é isso que ocorre hoje no Brasil. Os dados oficiais só serão divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 7 de março. Mas tudo indica que o PIB brasileiro terá uma queda de 3,6% em 2016, o que aprofundará ainda mais a crise, pois em 2015 a retração foi de 3,8%. Para 2017, a CNI estima um crescimento de 0,5% em relação a 2016.

2. PIB industrial

É um dos componentes do PIB, que soma as riquezas produzidas pela indústria de um país em um período determinado. No Brasil, o PIB industrial fechará 2016 com uma queda de 3,9%. Será a terceira retração consecutiva da indústria. No entanto, em 2017, a CNI projeta uma expansão de 1,3% no PIB industrial frente a 2016.

3. Consumo das famílias

É outro componente do PIB. O aumento do consumo estimula a atividade na indústria, no comércio e no setor de serviços, contribuindo para a expansão da economia. O consumo das famílias brasileiras deve ter uma redução de 4,5% em 2016. Será o segundo ano consecutivo de queda no indicador. Mas a estimativa da CNI é que o consumo pare de cair em 2017 e tenha uma leve alta de 0,2% em relação a 2016.

4. Formação bruta de capital fixo

São os investimentos feitos em um país em determinado período. No Brasil, os investimentos estão caindo desde 2014. Encolheram 13,9% em 2015 e devem ter uma queda de 11,2% em 2016. Neste ano, a CNI projeta uma expansão de 2,3% frente a 2016.

5. Taxa de desemprego

Também é um termômetro importante da economia. Uma taxa de desemprego baixa indica que as empresas estão criando oportunidades de trabalho e de renda para as pessoas. No Brasil, a taxa de desemprego não para de crescer e a média anual alcançou 11,2% em 2016. Para este ano, a previsão da CNI é que a média anual da taxa suba para 12,4%.

6. Inflação

A inflação baixa é sinal de estabilidade na economia. Facilita e dá segurança para as famílias e as empresas planejarem o orçamento, calculando desde gastos diários até compras de maior valor. Em 2015, a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) alcançou 10,7% e ficou muito acima do limite máximo de 6,5% estabelecido pelo governo. A CNI estima que a inflação fechará 2017 em 5%, próxima do centro da meta que é de 4,5% para o ano.

7. Dívida pública

O tamanho da dívida pública é um importante indicador do equilíbrio das contas do governo e da capacidade de um país em honrar seus compromissos com credores internos e externos. No Brasil, a expansão dos gastos públicos sem o correspondente aumento das receitas tem elevado a dívida pública, que deve alcançar 76,2% do PIB neste ano, conforme a projeção da CNI. Em 2014, a dívida equivalia a 57,2% do PIB.

SAIBA MAIS – Faça o download do estudo Economia Brasileira 2016 para conhecer mais detalhes da publicação.

Por Verene Wolke
Foto: Arquivo/CNI
Da Agência CNI de Notícias

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Stefanini implementa assistente virtual Sophie na Emprel, empresa de informática da Prefeitura de Recife (PE)

A Stefanini Woopi, braço de Pesquisa e Desenvolvimento da Stefanini, implementou a sua plataforma de inteligência artificial Sophie na operação da Emprel, Empresa Municipal de Informática da Prefeitura de Recife (PE). Com Sophie, a Emprel consegue reduzir custos e, ao mesmo tempo, aumentar o nível de qualidade e eficiência no atendimento aos usuários do Service Desk e Field Service do parque municipal.

Segundo Alexandre Winetzki, presidente da Stefanini Woopi, a plataforma é capaz de interagir com usuários humanos e sistemas. “Sophie é composta por um conjunto de softwares, sistemas e processos que permitem acelerar e melhorar o desempenho de sistemas que interagem com o consumidor ou usuário, seja por meio de voz ou texto”, explica.

O projeto da Sophie na Emprel teve início em setembro de 2016, com a instação e configuração do software em ambiente de homologação e, posteriormente, no de produção. “Agora estamos na fase de ‘ensinar’ a Sophie nossos scripts de atendimento e as particularidades dos serviços do nosso catálogo”, comenta Alexandre Herculano, diretor de relacionamento e atendimento ao cliente da Emprel.

Após este processo, Sophie será disponibilizada para os usuários internos, com o objetivo de aprimorar a ferramente, e depois será liberada para todos os usuários da Prefeitura de Recife. “Nossa expectativa é gerar uma experiência rápida e agradável no atendimento aos usuários, reforçando o conceito de ponto único de atendimento, mas com multicanais de acesso”, ressalta Herculano. Em dois meses, a Stefanini Woopi espera que Sophie passe a atender até 20% do total de chamadas da Emprel, que hoje gira em torno de 2.200 chamados mensais.

Para atuar na Emprel, a Stefanini venceu uma licitação de contratação para serviços que englobam todas as atividades de Service Desk e Field Service baseadas nas melhores práticas de mercado. Alexandre Herculano explica que as ações de planejamento e montagem da Emprel Atende, central de serviços de TI da empresa, tiveram início em 2014. “Fizemos o inventário das quase 5.000 máquinas do parque da Prefeitura, estruturamos todo o catálogo de serviços, instalamos e configuramos toda a suíte de software, montamos os espaços físicos, recrutamos e treinamos as pessoas que trabalham direta e indiretamente com a Central e elaboramos toda a campanha de divulgação para o início da operação”, comenta o diretor.

A operação da Emprel Atende começou em fevereiro de 2015 e, desde então, tem aumentado gradativamente a maturidade dos processos, a qualidade dos serviços e a satisfação dos usuários. “A Stefanini ajudou a formar este cenário, que gera eficiência, redução de custos e melhores serviços para os recifenses, que é nosso objetivo maior. Tudo isso eleva significativamente a imagem da Emprel e tem nos deixado muito satisfeitos com o nível de serviços prestados pela Stefanini”, ressalva o diretor.

A assistente virtual Sophie é uma evolução da plataforma Parli, que foi lançada em 2014. “Para chegarmos ao nível que temos hoje, foram necessários sete anos de dedicação por parte de uma equipe de cientistas, programadores e designers brasileiros”, explica Alexandre Winetzki. “Aceitamos o desafio de aprimorar cada vez mais o serviço oferecido pela Emprel e estamos nos empenhando para isso. A plataforma Sophie já trouxe e trará ainda mais benefícios para a operação da Emprel”, finaliza Winetzki.

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Serviços de tradução impulsionam a internacionalização de empresas

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Com a crise econômica e a instabilidade política cada vez mais evidentes no Brasil, a internacionalização tem se tornado uma alternativa para as companhias brasileiras que tentam manter as suas contas operando no azul. Para se ter uma ideia, tal prática alcançou um crescimento de 7% no país em 2015. Os dados são de um estudo realizado pela Fundação Dom Cabral (FDC), que também investigou a capacidade das multinacionais brasileiras de se adaptarem à cultura dos países em que atuam.

De acordo com a pesquisa, a diferença cultural é, em muitos casos, subestimada pelas empresas, o que faz com que esse seja o principal fator que culmina nos fracassos das operações internacionais. “As primeiras barreiras a serem vencidas na hora de empreender em um novo país é o domínio do idioma e o entendimento da cultura local. E é aí que o serviço de tradução profissional entra em cena para ajudar”, diz Aleksander Honma, Diretor da Netwire, empresa especializada na área.

Websites, manuais técnicos, softwares, testes de produtos, embalagens, treinamentos, materiais de marketing, documentos e contratos estão entre os vários meios utilizados por uma companhia para ingressar em um novo mercado. Segundo Honma, a qualidade da versão traduzida desses materiais para qualquer idioma deve ser entendida como um quesito de extrema importância, levando em conta fatores que vão muito além de um texto bem escrito. O processo exige amplo conhecimento da cultura, da terminologia local e dos aspectos políticos, econômicos e legais do país do idioma de destino.

Como exemplo, ele cita a tradução de softwares, que precisa garantir que o público estrangeiro receba as mesmas instruções que o usuário do idioma de origem, porém com adaptações à sua realidade local. Para isso, a Netwire também adota como prática o chamado “Teste de Localização”, que avalia a tradução no ambiente do software, além de adaptar termos e conceitos específicos que se aplicam apenas ao país do idioma de destino.

“Essa é uma etapa muito importante para garantir o sucesso do trabalho, pois identifica os possíveis problemas antes do lançamento, adequando os aspectos técnicos de programação e layout, bem como questões culturais e linguísticas do país de sua utilização”, explica. “Fabricantes de softwares de todo o mundo já consideram o teste de localização – que deve ser feito por um profissional nativo – um fator primordial para romper com as barreiras do idioma e possibilitar o aumento de vendas”, conclui Honma.

Mercado promissor

Um estudo feito pela Common Sense Advisory, líder de pesquisa e análise independente do setor de tradução, estimou que o mercado global de serviços e tecnologia de idiomas faturou US$ 40 bilhões neste ano. Os dados ainda apontam que esse tipo de serviço está crescendo a uma taxa anual de 6,46%.

Entre os segmentos atendidos por esse mercado, o de TI se destaca como um dos mais promissores. Segundo a Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex), as empresas nacionais de TI exportaram R$ 4 bilhões no último ano. A entidade avalia, ainda, que o ano de 2016 deverá ser encerrado com um acréscimo de 12%.

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Entrega da RAIS: Certificado Digital é necessário para empresas com mais de 11 funcionários

No dia 17 de janeiro começa a temporada de entrega da RAIS (Relação Anual de Informações Sociais), ano-base 2016. As informações devem ser transmitidas até o dia 17 de março e as empresas que possuem mais de 11 empregados precisam utilizar o Certificado Digital ICP-Brasil e-CPF ou e-CNPJ para o envio dos dados. Para as demais, a utilização do Certificado é facultativa.

Certificado precisa estar válido

De acordo com Leonardo Gonçalves, diretor de Varejo e Canais da Certisign, para evitar contratempos é preciso checar a data de validade do Certificado Digital. “Por se tratar de um documento de identificação, o Certificado tem validade, assim como a CNH e o passaporte. Se expirado, ele perde totalmente as funcionalidades”.

Quem é obrigado a enviar a RAIS

Entre os obrigados a enviar a RAIS, segundo informações do site RAIS.GOV, estão: todos os empregadores, conforme definidos na CLT; todas as pessoas jurídicas de direito privado, inclusive as empresas públicas domiciliadas no País, com registro, ou não, nas Juntas Comerciais, no Ministério da Fazenda, nas Secretarias de Finanças ou da Fazenda dos governos estaduais e nos cartórios de registro de pessoa jurídica; empregadores urbanos pessoas físicas (autônomos e profissionais liberais) que mantiveram empregados no ano-base; entre outros.

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Novo Unisys Stealth(aware) automatiza a segurança por microssegmentação e torna a proteção digital acessível no combate ao cibercrime

A Unisys Corporation (NYSE: UIS) anuncia o lançamento do Stealth(aware), uma nova aplicação do software Unisys Stealth® que auxilia no combate ao cibercrime, permitindo que as organizações implementem facilmente recursos de segurança por microssegmentação ao longo de toda a rede.

Recentes e importantes violações de dados têm gerado maior preocupação em torno dos negócios digitais. Além disso, incidentes com ataques de negação de serviço (DNS), ameaças internas, ransomware, espionagem direcionada e brechas de privacidade devem aumentar nos próximos anos. Ao mesmo tempo, equipes de segurança sobrecarregadas e com poucos recursos estão se esforçando para detectar e reduzir os riscos. Com o Stealth(aware), a Unisys oferece a capacidade de instalar facilmente recursos avançados de segurança em qualquer organização, tornando a proteção avançada mais acessível para companhias de todos os tamanhos.

“Estamos empenhados em melhorar a qualidade de vida das pessoas por meio do aprimoramento da segurança digital. O lançamento do Unisys Stealth(aware) representa a mais nova maneira de continuarmos a entregar o que prometemos”, afirma Peter Altabef, Presidente e CEO da Unisys. “A melhor proteção em cibersegurança não deve apenas trabalhar em todos os lugares de forma eficiente e se manter à frente das ameaças, mas também precisa ser implementada facilmente. O Stealth(aware) cumpre esses requisitos em todos os domínios”, complementa.

“Com dados e sistemas protegidos pelo Unisys Stealth, os clientes ficam livres para inovar e promover o crescimento de seus negócios com um nível mínimo da preocupação, algo predominante no mundo digital. Na Unisys, chamamos isso de “proteger o seu amanhã”, conclui Peter.

Recursos de Analytics aceleram a implementação, enquanto a visualização faz tudo funcionar rapidamente

Com disponibilidade imediata e uma interface gráfica intuitiva e amigável, o Stealth(aware) amplia o portfólio de produtos de microssegmentação Unisys Stealth, que inclui aplicações essenciais focadas em nuvem, mobilidade, identidade e analytics. A microssegmentação consiste em criar pequenos segmentos dentro de uma organização, nos quais somente pessoas autorizadas podem acessar as informações. Os demais usuários, entre eles malwares, invasores e hackers, não conseguem sequer enxergar que esses segmentos existem.

Durante os testes, o Stealth(aware) foi capaz de completar as avaliações de redes corporativas, suas nuvens públicas associadas e fornecedores integrados em minutos – em vez de semanas de redesenho e configuração.

“A Unisys está desenvolvendo mais inteligência em seus produtos para aprimorar a experiência dos usuários e simplificar a implementação de recursos avançados de segurança”, afirma Tarek El-Sadany, Vice-presidente Sênior e CTO da Unisys. “Ao desenvolver o Stealth(aware), oferecemos aos nossos clientes a capacidade de elevar seus níveis de segurança com uma implementação mais rápida nos data centers e na nuvem. O Stealth(aware) cria uma solução de segurança para organizações, com uma interface simples que pode ser configurada por profissionais que não são especialistas em segurança”, explica.

O Stealth(aware) automatiza e personaliza o processo de instalação de recursos de segurança nas empresas com base em três componentes principais:

– Auto-Discover – Determina automaticamente quais os endpoints, sistemas e fluxos de dados associados que existem na rede.

– Auto-Configure – Utiliza as informações obtidas pelo Auto-Discover para gerar políticas de segurança.

– Auto-Deploy – Aplica a proteção por microssegmentação do Unisys Stealth com base nessas políticas de segurança – usando os níveis ideais de proteção para tráfegos de rede críticos e de alto valor.

“Com a disponibilidade do Stealth(aware), a Unisys oferece às empresas a oportunidade de obter os benefícios de algumas das mais avançadas técnicas de segurança disponíveis atualmente”, comenta Doug Cahill, analista sênior de segurança cibernética do Enterprise Strategy Group Inc. “À medida que as ameaças virtuais se tornam mais sofisticadas e danosas, ferramentas avançadas de segurança são essenciais para todas as organizações, sejam públicas ou privadas, independentemente de seus tamanhos ou recursos.”

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Seis razões que comprovam que a certificação de cabeamento é mais necessária que nunca

Por Richard Landim

O atual cenário de crise econômica que o país enfrenta demandou uma reestruturação dos orçamentos de TI. Reduzir custos é a prioridade número um das empresas, que precisam tomar decisões difíceis para reduzir despesas operacionais e de capital. No entanto, neste processo, é fundamental que os gerentes de TI não se esqueçam de que uma infraestrutura de rede saudável está diretamente ligada à produtividade, eficiência e expansão de serviços.

Uma opção tentadora para reduzir as despesas de TI pode ser adiar a manutenção. Embora nenhuma organização prorrogue uma manutenção realmente crítica, existem tarefas que podem ser adiadas, pois estão em uma zona cinzenta que pode ser considerada “opcional”. Trafegar nessas decisões não é fácil, mas seria um grave erro suspender os testes da fundação de cada rede: seu cabeamento de cobre e fibra.

O teste mais completo para o cabeamento de rede é a certificação. A certificação prova que um sistema de cabos adere a rigorosos padrões de desempenho e de execução da instalação, por isso, este procedimento requer técnicos treinados e equipamentos de teste especializados. Este é um esforço caro que pode ser adiado, certo? Errado.

O cabeamento é responsável por metade de todas as falhas na rede. Ao certificá-lo, as falhas são significativamente reduzidas. Em tempos financeiramente desafiadores, este é um benefício crucial que pode ser potencializado de seis maneiras:

1. Certificar é mais barato que reparar

A certificação de cabos de cobre e fibra previne problemas. Sem ela os reparos devem ser feitos em uma rede ativa ou pior, em uma rede que está sofrendo uma interrupção.

O tempo de inatividade da rede resulta em perda de receita e produtividade, redução de serviço ao cliente e desvantagem competitiva. Um estudo do Gartner estimou que uma hora de inatividade de uma rede corporativa custa, em média US$ 42.000, dependendo da indústria.

Se uma empresa é desafiada a melhorar seu tempo de atividade anual de 99,9% para 99,99%, ela precisa reduzir o tempo de inatividade por oito horas. Usando a estimativa do Gartner sobre o custo de inatividade, isso gera uma economia para a empresa de US$ 336.000 por ano. Mas como se chega lá?

Há muitas causas de inatividade. Um estudo do Gartner/Dataquest apontou que o erro humano e de aplicação são responsáveis por 80% das falhas. Mas se a rede representa apenas 20% da causa, ela responde por US$ 67.000 da exposição.

Compare isso com o custo da certificação. Uma rede com 600 linhas de cobre Categoria 6 passa por testes de certificação. Uma suposição realista é que 5% dos links falham no teste inicial e devem ser reparados e testados novamente. Usando um certificador de cabo moderno todo o processo levaria aproximadamente 11 horas. A uma taxa comercial de R$50 por hora, a despesa será de R$600. R$600 de despesa para economizar US$67.000. O caso de sucesso da certificação é auto evidente.

2. As garantias do produto estão limitadas

Em tempos difíceis um proprietário de rede pode ser tentado a usar a garantia de um fabricante por segurança. Isso é compreensível uma vez que a maioria dos fabricantes de cabos e conectores oferecem boas garantias e estão por trás de seus produtos. Entretanto, esses fabricantes não podem garantir a instalação final.

A qualidade de uma instalação de cabos está em grande parte nas mãos dos instaladores. Se a habilidade do profissional é fraca, mesmo produtos excelentes falham. As falhas e problemas associadas à rede estão fora do escopo de uma garantia de hardware, de modo que o proprietário da rede e o instalador devem negociar a correção.

A única maneira de assegurar que a obra do instalador atenda aos padrões e que as melhores práticas sejam seguidas é através dos testes de certificação. A certificação dá a proteção necessária contra custos imprevistos ao proprietário da rede e, quando os ventos da economia estão desfavoráveis, essa proteção é sempre bem-vinda.

3. Certificação e Recertificação serão a prova de futuro da infraestrutura

Você pode acreditar que um cabo, após instalado e certificado, nunca mais precisará de atenção. Isso pode ser imprudente. Uma planta de cabeamento recertificada pode provar ser compatível com o tráfego de alta velocidade que é implantado anos após o cabo ser instalado pela primeira vez. Quão importante é o suporte para velocidades mais altas? De acordo com um levantamento de datacenters pela empresa de pesquisa BSRIA, a tecnologia multigigabit é comum agora:

Quais são as implicações disto? O cabo de cobre da categoria 6 foi projetado para suportar uma taxa de dados de 1 Gigabit por segundo. Os recentes testes de certificação em campo indicam que boa parte do cabo Cat 6 usado nos datacenters está em conformidade com o padrão 10GBASE-T e pode suportar o serviço de 10 Gigabit em distâncias curtas a moderadas. Se você recertificar o cabo Cat 6 em seu datacenter pode encontrar um caminho eficiente para uma taxa de transferência de 10X, evitando alguns ou todos os custos de substituição de cabeamento. Além disso, quando a demanda por serviços de TI repercutir, a planta de cabos recertificados estará pronta para suportar novos equipamentos e expandir os serviços.

4. Cabeamento não certificado = Capital Subutilizado

É um fato: Recessões agitam o mercado, especialmente o imobiliário. Quando um novo inquilino entra em um edifício o estado de seu cabeamento apresenta uma série de questões. Quantos anos têm? Funciona? Para que foi usado? Quando? O novo inquilino pode ver a essa quantidade de cabos de cobre e/ou fibra como um mistério e não como algo bom.

Certificar 200 links de cabos custará menos de R$ 1000. A instalação de 200 novas linhas do novo cabo Cat 6 custará de R$ 5.000 a R$ 10.000. A escolha para o locatário é fácil.

A certificação é sinônimo de capital poupado para os proprietários de edifícios e inquilinos. A falta de certificação transforma o cabeamento legado em capital subutilizado: dinheiro gasto que não pode ser recuperado.

5. Reduzir resíduos é uma boa política

O argumento econômico para estender a vida dos cabos foi descrito no item 4, mas pode não ser o pior caso. O Código Elétrico Nacional (NEC 2002) requer a remoção de cabos abandonados que não sejam identificados para uso futuro. Sem certificação, o custo do cabo legado pode incluir a despesa com a remoção e reciclagem dos cabos e/ou o impacto ambiental da eliminação.

Maximizar o uso de cabos de cobre e fibra existentes é uma política de negócios consistente. Quando devidamente conservado tem uma longa vida útil. Com orçamentos limitados exigindo maior eficiência, faz sentido usar a certificação para implementar os três pilares da gestão ambiental: Reduzir, Reutilizar e Reciclar.

6. Comprador Cauteloso

Uma tendência inquietante na indústria de cabos refere-se a produtos das categorias 5, 6 e 6A. Estes cabos são muitas vezes fabricados fora do país e é mais barato se comparado ao de grandes fabricantes. Infelizmente, muito destes cabos baratos são produzidos com materiais inferiores e em processos de fabricação questionáveis.

Em 2008, a Communications Cable & Connectivity Association testou nove marcas de cabos sem nome em comercialização no mercado.. Nenhuma delas atingiu porém os requisitos físicos definidos no TIA 568-B.2; apenas cinco atenderam aos padrões de teste elétrico determinados no TIA 568-B.2; e somente uma atende aos pré-requisitos de segurança definidos pelas normas UL 1666 e NFPA 262. Mas como esse cabo tão fraco chega ao mercado? Isso acontece porque as agências de segurança realizam testes aleatórios na fábrica e não no campo. O abismo no processo de qualidade deixa os usuários finais expostos a riscos de segurança e desempenho totalmente evitáveis.

Para assegurar que não haja prejuízo ou riscos ocultos com cabos Cat 5, 6 e 6A de baixo custo, as empresas e instaladores devem se certificar de que o cabeamento esteja de acordo com os padrões da indústria.

Em suma, o cabeamento certificado tem muito mais valor. E pode variar dependendo da aplicação e da empresa. Considere as armadilhas dos cabos não certificados. Considere o trade-off entre os testes e “espere o melhor”. A esperança é raramente uma boa estratégia e, em uma economia desafiadora, é ainda mais perigosa.

Richard Landim, Especialista de Produtos da Fluke Networks Brasil, líder mundial no fornecimento de soluções de teste de rede e monitoramento.

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Philips apresenta inovações de soluções de saúde digital baseadas em nuvem durante a CES 2017

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Durante a CES 2017, que aconteceu de 5 a 8 de janeiro em Las Vegas, a Royal Philips (NYSE: PHG, AEX: PHIA) apresentou soluções e produtos de saúde inovadores e conectados, que permitem que os consumidores se envolvam com a gestão de sua saúde. Aproveitando-se da experiência da Philips com assistência médica profissional, análises avançadas e com o poder de computação da plataforma em nuvem HealthSuite, esses novos produtos e serviços conectados de saúde digital ilustram o compromisso da Philips com inovações significativas para todos os estágios da vida – desde o nascimento até a fase adulta e o envelhecimento saudável.

“As assistências médicas profissional e pessoal estão se fundindo com modelos tradicionais de cuidados médicos, que estão sendo constantemente desafiados. Agora, a tecnologia digital conectada é a chave para permitir que os consumidores cuidem da sua saúde e da saúde dos seus entes queridos”, disse Pieter Nota, diretora executiva dos negócios de saúde pessoal e diretora de marketing da Royal Philips. ” Na CES, a Philips está apresentando seu ecossistema de soluções conectadas nas áreas de saúde bucal, cuidados de mães e filhos, cuidados do sono e respiratórios, saúde do coração e monitoramento residencial, demonstrando a sua liderança no mundo da saúde digital”, completa.

Os novos serviços e produtos para a saúde do consumidor da Philips, fornecidos pela nuvem HealthSuite, permitem que os consumidores combinem seus dados de saúde e os use de maneira mais inteligente e significativa para apoiar um estilo de vida mais saudável, administrar as suas condições de saúde, conectar e compartilhar dados com os seus médicos.

Importantes inovações de produtos apresentadas na CES 2017:

Plataforma de educação digital Avent uGrow[1] da Philips – feita para ajudar os novos pais a entender e apoiar o desenvolvimento saudável do seu bebê, o aplicativo uGrow se conecta sem fio ao monitor de bebê Avent da Philips e ao termômetro inteligente para ouvido. Ele também compara dados inseridos manualmente, tais como padrões de alimentação e sono. Reconhecendo que cada bebê é único, o ecossistema uGrow cria um ambiente altamente personalizado de apoio em torno dos bebês e dos seus pais, com o aplicativo interativo que fornece artigos com base em uma visão de um painel de especialistas em aleitamento materno, sono e psicologia do desenvolvimento. A integração planejada dos novos dispositivos da Philips ao uGrow incluem a capa de mamadeira inteligente da Philips, que monitora a temperatura do leite e o volume consumido, um purificador de ar conectado para monitorar a qualidade do ar e o sistema de iluminação com Hue, que cria um ambiente calmo e relaxante. Em breve, inserir dados e informações de monitoramento no uGrow será mais fácil, com a ativação de voz Amazon Echo.

O Avent UGrow da Philips foi selecionado como um Homenageado do prêmio de inovação da CES 2017 na categoria de produto “Tecnologia para um mundo melhor”.

Tecnologia CPAP portátil DreamStation Go da Philips – Compacto, leve e pequeno o suficiente ser transportado em uma mala de mão ou em uma maleta, o DreamStation Go da Philips, que será lançado em breve, significa que os usuários nunca terão que perder a terapia de CPAP (pressão positiva contínua da via aérea) ao viajar. Uma bateria recarregável opcional permite a utilização em locais com poucos recursos durante uma viagem de aventura, tal como caminhadas, pescas e acampamentos. O dispositivo foi feito para uma fácil triagem ao passar pela segurança do aeroporto. Seguindo a tradição da Philips de tornar a terapia de CPAP mais confortável, discreta e fácil de utilizar, o DreamStation Go possui um microtubo flexível, um design moderno e elegante, e uma interface de usuário. Como outras soluções de CPAP da Philips, ele se conecta sem fio ao aplicativo móvel DreamMapper da Philips, que fornece relatórios diários do progresso, monitoramento de metas, dicas e lembretes aos usuários para ajudá-los a manter a terapia. Como líder global em soluções de terapia do sono, a Philips tem uma longa história de inovação em dispositivos e soluções de informática para ajudar as pessoas a melhorar o sono e, principalmente, a viver uma vida mais saudável.

Programa de saúde do coração Philips – o programa de saúde do coração Philips é um programa de mudança de comportamento baseado em aplicativos, que visa reduzir os fatores de risco induzidos pelo estilo de vida para doenças cardiovasculares em adultos. Ele oferece um plano personalizado aos usuários, com base em orientações médicas e no seu perfil de saúde, que os orienta a aumentar os seus níveis de atividade física, adotar uma dieta saudável, conseguir dormir melhor, reconhecer os causadores de estresse e alcançar um peso saudável. Medições clinicamente validadas de um ecossistema de dispositivos de saúde conectados de classe médica, como o relógio de saúde da Philips, ajudam os usuários em suas tomadas de decisão diárias. A orientação do estilo de vida e a mudança de comportamento passo a passo, baseadas em psicologia, os mantêm motivados e comprometidos com a sua jornada de saúde do coração.

Plataforma de administração digital da higiene bucal Philips – com a introdução da nova escova de dentes conectada Sonicare FlexCare Platinum da Philips e do sistema de cuidados da respiração Sonicare da Philips, a Philips oferece serviços e tecnologias conectadas exclusivas para inspirar e capacitar as pessoas a cuidarem melhor da sua saúde bucal em uma única plataforma. A escova de dentes conectada Sonicare FlexCare Platinum da Philips usa uma tecnologia exclusiva com sensores inteligentes dentro da escova de dentes e orientações personalizadas que ajudam a melhorar a técnica de escovação, enquanto o sistema de cuidados da respiração Sonicare da Philips, que possui o nosso novo analisador de respiração conectado, mede, monitora e ajuda os usuários a melhorar a sua qualidade de respiração e hábitos de higiene bucal. Ambos os produtos sincronizam perfeitamente com o aplicativo Sonicare da Philips, fornecendo dados e orientações aos usuários que os capacitam a administrar e melhorar a sua saúde bucal de forma proativa. O aplicativo Sonicare da Philips é, agora, um ‘centro virtual’ para a saúde bucal pessoal, que permite que os usuários administrem a sua qualidade de escovação e respiração diariamente, compartilhem resultados com os seus dentistas e tenham orientação e assessoria personalizadas nas pontas dos seus dedos.

A escova de dentes conectada Sonicare Flexcare Platinum da Philips foi selecionada como uma Homenageada do prêmio de inovação da CES 2017 na categoria de produto “Fitness, esportes e biotecnologia”.

Além disso, a Daimler e a Philips fizeram uma parceria estratégica com relação ao projeto “Mercedes-Benz Fit & Healthy” para fornecer informações essenciais aos motoristas sobre a sua saúde – dentro do carro e muito mais. O relógio de saúde da Philips permite que os motoristas monitorem os seus principais indicadores de saúde, tais como a frequência cardíaca. Esse recurso de segurança e saúde in-car[2] eleva o nível de monitoramento contínuo da saúde, ou seja, as pessoas podem revisar os seus dados e ajustar a sua forma de dirigir, se necessário – por exemplo, fazer uma pausa, se um nível de estresse for detectado. Isso poderia transformar o carro no maior dispositivo de mobilidade e bem-estar. Como líderes mundiais no monitoramento da saúde, a Philips entende o poder da informação para melhorar os hábitos e os resultados da saúde. Pegamos essa mistura de tecnologia, experiência e precisão de classe médica e a aplicamos em programas de saúde pessoal da Philips, dando aos usuários as informações necessárias para administrar a sua saúde, onde quer que estejam.

Além de inovações nas áreas de produto destacadas acima, outras inovações apresentadas pela Philips na CES 2017 deste ano incluem soluções de monitoramento residencial avançadas, que permitem que as pessoas morem de forma independente em suas casas, e novos eletrodomésticos conectados.

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O data center e a transformação digital: a hora e a vez da refrigeração de precisão

Por Sérgio Ribeiro

A história da tecnologia é repleta de casos em que uma solução era, em seus inícios, aplicada de forma indiscriminada a “n” desafios. Essa regra vale para os sistemas de refrigeração para data centers. Embora ainda existam empresas que prefiram usar sistemas de ar condicionado de conforto para refrigerar seus centros de processamento de dados, esse quadro está mudando. A razão para essa evolução é simples. Os sistemas de ar condicionado de conforto foram desenvolvidos para realizar a climatização de ambientes com pessoas, não com máquinas. Em tempos de transformação digital, em que processos analógicos são aceleradamente substituídos por serviços online, a continuidade dos negócios depende do data center e só pode ser garantida pelo estado da arte em refrigeração: a tecnologia de refrigeração de precisão.

Relatório da empresa de análise de mercado TechNavio mostra que, até 2019, o market share global de sistemas de precisão crescerá 14% ao ano. Por trás desta tendência estão fatores como a valorização do green data center e o uso intensivo de soluções DCIM (Data Center Infrastructure Management) para monitorar e configurar as novas tecnologias de refrigeração.

Em todos os casos, a base para a escolha do sistema de refrigeração de um data center é compreender que os tipos de calor e os índices de umidade gerados por seres humanos não são iguais aos das máquinas.

Pessoas e máquinas: diferentes desafios de climatização

Os data centers não geram umidade e emanam muito mais calor por metro quadrado. É a situação oposta de um ambiente típico de conforto contendo pessoas em interação. Enquanto as máquinas necessitam de sistemas de refrigeração que sejam capazes de vencer uma carga de calor sensível, os ambientes de conforto necessitam de sistemas de refrigeração capazes de vencer uma carga de calor latente. O ar condicionado de conforto tem a missão, também, de combater os altos índices de umidade, visando fazer com as pessoas se sintam confortáveis nos ambientes que ocupam.

Segundo dados da Emerson Network Power, os sistemas de ar condicionado de conforto têm uma taxa de calor sensível de 0,6 a 0,7. Isso significa que, de sua capacidade total, apenas uma faixa de 60% a 70% está dedicada à carga térmica sensível (calor emitido por máquinas e equipamentos). O restante está dedicado para uma carga latente (calor com umidade, gerado por pessoas).

A implementação desse tipo de climatização não seria adequada aos data centers, ambientes que apresentam uma taxa de calor sensível superior à 90% em sua carga térmica total. Nesse sentido, o ar condicionado de precisão oferece benefícios maiores, porque foi projetado para oferecer uma taxa sensível de 0,85 a 1. Isso significa que de 80% a 100% do seu esforço é direcionado ao combate do calor sensível.

O sistema de ar condicionado de precisão é desenvolvido para manter um rígido controle de temperatura e umidade 24 horas por dia, 365 dias por ano.

Se, no entanto, alguém insistir em usar um ar condicionado de conforto para refrigerar um data center, será obrigado a adquirir mais aparelhos deste tipo para atender à demanda das máquinas. Se, em vez disso, esse gestor implementasse um sistema de ar condicionado de precisão, com toda certeza o número de equipamentos ou a capacidade dos mesmos seriam reduzidas consideravelmente. Uma análise de custo/benefício ampla, focada no levantamento do TCO (Total Cost of Ownership) do sistema de refrigeração que será adotado, comprovará essa realidade. Para citar apenas alguns, um sistema de ar-condicionado de conforto tem uma taxa de vazão de ar na faixa de 350 a 400 CFM, enquanto um de precisão circula entre 500 a 600 CFM, o que contribui para maior filtragem e tratamento do ar.

Sistemas de precisão têm operação multimodal

Erros no controle da umidade podem gerar danos substanciais aos equipamentos, causar descargas estáticas, afetar os circuitos e ameaçar os dados disponíveis. Geralmente, os sistemas de ar condicionado de conforto não têm controle de umidade, tornando-se difícil manter uma umidade relativa estável. O ar condicionado de precisão, ao contrário, tem operação multimodal, para fornecer uma gama adequada de resfriamento, umidificação e desumidificação.

O monitoramento do entorno é uma variável interessante a destacar entre os sistemas de conforto e os de precisão. Os primeiros se caracterizam por apresentar procedimentos precários e limitados, trabalhando dentro de faixas de temperatura muito mais amplas e menos precisas.

Os sistemas de precisão, por outro lado, contam com plataformas de controle térmico que permitem aos gerentes de data centers monitorar remotamente as instalações em tempo real. Essas soluções de software não só ajudam a economizar energia como, também, aumentam significantemente o Tempo Médio Entre Falhas (em inglês, MTBF) e a capacidade de redundância de fontes de energia elétrica.

Quanto à eficiência no tempo, o ar condicionado de precisão também é superior. Isso acontece porque seus componentes são projetados para atender à demanda e operar continuamente 8.760 horas por ano.

Free Cooling reduz consumo de energia em 40%

Outra diferença notável é que, atualmente, os equipamentos de ar condicionado mais modernos contam com técnicas muito avançadas, conhecidas como Free Cooling. A prática da Free Cooling consiste em aproveitar temperaturas externas favoráveis para reduzir o funcionamento do compressor. Isso diminui o consumo de energia em até 40%, garantindo a climatização adequada sem consumir água, mesmo em climas quentes. Isso faz com que o Free Cooling seja uma alternativa amigável ao meio ambiente. Por exemplo, um data center de médio porte, que consome 500 KW/hora, pode economizar até USD 131.400 adotando as melhores práticas de eficiência energética. Isso se considerado um custo médio de USD 0,10 por KW/h.

É importante reconhecer que alguns data centers mantem-se fieis ao ar condicionado de conforto devido ao preço inicial dessa tecnologia. Em longo prazo, no entanto, o sistema de conforto incorrerá em maior dispêndio de dinheiro, não somente pela quantidade de energia consumida – uma despesa crítica de qualquer data center –, mas, também porque seu sistema de regulação pode afetar a vida útil dos equipamentos. Neste sentido, se um ar condicionado de conforto danificar um dispositivo/máquina de um data center, não só será necessário investir dinheiro em reparos, mas também pagar pela perda de dados e pela interrupção de serviços.

A criticidade de um data center exige a presença de uma solução de refrigeração que contribua para a continuidade dos negócios do data center e de seus clientes. O tempo não para, e a evolução da tecnologia, também.

Eng° Sérgio Ribeiro, consultor em sistemas de gerenciamento térmico da Vertiv.

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Salesforce divulga pesquisa sobre o futuro do atendimento ao cliente

A Salesforce [NYSE: CRM], líder mundial em plataformas de gerenciamento de relacionamento de clientes (CRM), acaba de lançar o segundo relatório anual State of Service. Foram entrevistados mais de 2.600 profissionais de atendimento ao cliente em todo o mundo para descobrir como as tecnologias inteligentes estão influenciando os protocolos de atendimento e como os líderes da área estão respondendo às demandas cada vez maiores dos consumidores. O relatório concluiu que um atendimento ao cliente excepcional exige uma abordagem unificada em toda a organização, atendentes munidos das ferramentas e dos treinamentos certos e inteligência artificial para entregar uma experiência mais especializada.

Os clientes de hoje estão superconectados, hiperinformados e mais capacitados do que nunca. Na verdade, 70% dos consumidores e 82% dos compradores corporativos afirmam que a tecnologia facilitou imensamente a mobilidade dos serviços, fazendo da experiência do cliente mais do que uma indicação de fidelidade, mas uma maneira de se diferenciar da concorrência. Essa mudança no setor transformou o atendimento ao cliente, antes visto como uma função retrógrada e cara, em um importante diferencial.

“A experiência do cliente é a linha que separa as empresas bem-sucedidas daquelas que ficam para trás”, diz Adam Blitzer, vice-presidente executivo de Sales and Service Clouds da Salesforce. “É essencial que as empresas deem prioridade à experiência do cliente, capacitando seus atendentes a entregar um atendimento personalizado, inteligente e conversacional”.

Grandes expectativas: o atendimento dita o rumo da experiência do cliente

A entrega de uma experiência perfeita exige colaboração entre todos os setores de uma empresa. O atendimento colaborativo ao cliente aumenta as oportunidades de venda cruzada e casada, além de proporcionar experiências mais consistentes e eficientes.

● É essencial promover a colaboração entre as áreas de vendas, atendimento e marketing: 78% das equipes de atendimento acreditam que todos os funcionários são agentes de atendimento.

● As áreas de vendas e atendimento precisam trabalhar melhor juntas: 63% das equipes de atendimento possuem processos formais de colaboração com a equipe de vendas, e 65% delas são capazes de fornecer aos seus colegas de vendas informações relevantes sobre os problemas e as necessidades dos clientes.

● A colaboração entre equipes pode aumentar as vendas: 59% dos atendentes acreditam ser capazes de gerar orçamentos e pedidos de renovação de complementos diretamente no CRM.

● Experiência do cliente é um diferencial essencial para as empresas, e o investimento em excelentes níveis de atendimento é crítico: 81% das equipes de atendimento acreditam que essa é a área de maior impacto sobre a percepção da marca. Além disso, ao longo dos últimos dois anos, 89% das equipes tiveram seus orçamentos mantidos ou aumentados.

Atendentes capacitados: empresas aumentam o investimento no sucesso dos atendentes

As melhores equipes de atendimento são aquelas com acesso às melhores ferramentas e tecnologia, mas também as mais bem treinadas e que possuem uma visão global do cliente:

● Uma visão global do cliente pode aumentar drasticamente a produtividade do atendente: 79% das equipes de atendimento concordam que uma visão holística e compartilhada capacita os atendentes a oferecer consistência e continuidade em todas as interações.

● Atendentes capacitados trazem vantagens não só para o consumidor, mas também para a empresa: 64% dos consumidores e 80% dos compradores corporativos esperam que as empresas respondam às solicitações em tempo real. Para tanto, é cada vez mais importante que os times de atendimento se adaptem a essa realidade.

● Dar aos atendentes o acesso às ferramentas necessárias traz benefícios de longo prazo, inclusive para a retenção de funcionários. Dentre as equipes de atendimento mais bem-sucedidas, 90% dos colaboradores planejam estar na mesma empresa daqui um ano.

● A lógica analítica tornou-se uma ferramenta essencial para os atendentes. Entre 2015 e 2016, o uso de lógica analítica no atendimento aumentou 166%.

Métricas emergentes: KPIs de atendimento giram em torno do sucesso do cliente

No passado, o foco das equipes de atendimento ao cliente era no fechamento do maior número de casos no menor tempo possível. Entretanto, no mundo atual, centrado no cliente, o atendimento tornou-se um mecanismo de crescimento dos negócios, gerando novas oportunidades de vendas e melhores experiências com as marcas.

● As KPIs são cada vez mais focadas no cliente: 79% das equipes priorizam as necessidades dos consumidores em detrimento de suas métricas de desempenho. Além disso, 46% das equipes possuem um KPI relacionado ao monitoramento da empatia entre atendente e cliente.

● Interações por telefone e e-mail são apenas a ponta do iceberg. Interagir com os clientes da maneira que ele prefere é cada vez mais importante: mais de 50% das equipes já interagem com o cliente em pelo menos cinco canais diferentes.

● A utilização de aplicativos móveis, em especial, quase triplicaram. Entre 2015 e 2016, houve um aumento de 196% no uso de aplicativos por equipes de atendimento.

Tecnologias inteligentes promovem novas formas de conexão

Para atender às expectativas dos clientes, os times estão ampliando o uso de inteligência artificial (IA) e preditiva.

● Essas tecnologias trazem benefícios não somente para os clientes, mas também para os atendentes, ao permitir que se concentrem nos problemas mais complexos, compreendam melhor o cliente e entreguem uma experiência mais personalizada. Na verdade, 77% dos principais times de atendimento fazem um excelente uso de IA, proporcionando uma experiência aprimorada aos consumidores.

● A construção de relações mais profundas com os clientes é essencial para as empresas em busca de sucesso. Atualmente, 67% dos times de alto desempenho usam inteligência conversacional em tempo real (por exemplo, analisando palavras e tons para recomendar as próximas etapas de atendimento) para estabelecer melhores relações com os clientes.

● 51% dos consumidores e 75% dos compradores corporativos esperam que até 2020 as empresas
antecipem suas necessidades e façam sugestões relevantes antes que eles resolvam entrar em contato.

● Há muito espaço para melhorar a funcionalidade do atendimento inteligente: somente 37% das equipes conseguem coletar insights durante todo o ciclo de vida do cliente e realizar análises de próximos passos que permitam que os times de vendas, atendimento e marketing antecipem as necessidades dos clientes e priorizem tarefas.

Baixe a versão completa do segundo relatório anual de pesquisa State of Service: https://www.salesforce.com/form/pdf/2017-state-of-service.jsp?&nc=7010M000002MKxkQAG

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Startup lança ferramenta para aumentar conversão em sites

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Quem nunca desistiu de uma compra online porque o site era difícil de usar? Nos meios digitais é muito fácil mudar de site ou desinstalar um aplicativo ao esbarrar em dificuldades. Mas porque as pessoas abandonam o fluxo de compra? O que acontece e como resolver? São essas questões que o TESTR – uma ferramenta de teste de usabilidade online – se propõe a responder.

Quem cuida de produtos digitais (sites, lojas virtuais, apps etc.) sabe que aumentar a conversão é essencial para obter bons resultados. As principais ferramentas disponíveis para isso são análise de métricas e testes A/B, mas elas só apontam onde estão os problemas e onde as pessoas abandonam a compra – não explicam o porquê.

Teste de usabilidade é uma técnica de pesquisa que mostra o que está por trás do problema e o que pode ser feito para resolvê-lo. Com ele é possível ver as pessoas usando um site ou aplicativo, realizando tarefas e comentando sobre a experiência – o que costuma revelar ótimos insights.

Segundo Elisa Volpato, especialista em pesquisa que trabalha há 11 anos com experiência do usuário (UX) e cofundadora do TESTR, é importante fazer testes de usabilidade porque “em geral a equipe que cria um produto digital não é a audiência desse produto, e isso faz uma grande diferença. O repertório de internet de um designer é diferente do repertório da Dona Maria, que vai interagir com o produto de outra forma. Testar com o público correto é essencial para obter bons resultados”.

O problema é que testes de usabilidade dependem de uma logística de organização, recrutamento e equipamentos, que deixam os projetos caros e demorados. É aí que entra o TESTR. A grande diferença é que agora é possível usar a tecnologia como aliada para eliminar a parte trabalhosa do processo, deixando o teste muito mais rápido e mais barato.

“Um teste de usabilidade convencional com 10 participantes custa a partir de R$ 25.000. Utilizando o TESTR, custa 14 vezes menos. Isso permite que empresas que não faziam testes antes passem a se beneficiar dos seus resultados, e empresas que já faziam aumentem a frequência”, explica Elisa.

Outra grande vantagem é a abrangência nacional. Testes de usabilidade normalmente são feitos em salas próprias para pesquisa e o time acaba conversando apenas com pessoas de uma só cidade. Com o TESTR é possível ter uma amostra muito mais diversa, com pessoas em várias cidades do país. E como os participantes fazem os testes em seu contexto natural de uso, elas ficam muito mais à vontade e os resultados são mais próximos de uma situação real.

COMO FUNCIONA

O TESTR é uma ferramenta self-service. No sistema, o cliente cria o roteiro de tarefas e perguntas e define o perfil dos participantes que devem ser chamados. O sistema encontra as pessoas ideais e envia um convite. Enquanto o participante faz as tarefas pedidas (como encontrar um produto ou simular uma compra), o TESTR grava a navegação na tela, a webcam e o áudio. O cliente recebe o vídeo e as respostas do participante por escrito, organizadas em gráficos e tabelas para facilitar a análise.

A ferramenta funciona na nuvem e não requer instalação nem compra de software. “A contratação é feita de forma avulsa por participante, sem necessidade de mensalidade. É possível também adquirir créditos de forma antecipada para ir utilizando conforme a necessidade”, explica Anderson Sales, cofundador da startup.

“Um dos nossos maiores desafios foi criar uma solução leve e fácil de utilizar para os participantes”, comenta Fabio Trentini, sócio responsável pela tecnologia.

INOVATIVA BRASIL E LANÇAMENTO

Foram 1.148 startups inscritas, 300 selecionas e 125 classificadas para a fase final do Inovativa Brasil, o maior e melhor programa de aceleração do Brasil. Após meses de aceleração, o TESTR participou do Demoday Inovativa e foi eleito entre as 12 melhores startups de todo o programa.

A plataforma será lançada para o mercado na versão desktop em 09 de janeiro de 2017, e os fundadores preveem uma versão para testes em celulares no primeiro trimestre de 2017.

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Indústria 4.0: a visão do integrador de soluções – Por Jorge Brito

Indústria 4.0, Manufatura Avançada e Manufatura Digital são termos bastante utilizados nos dias de hoje para fundamentar a chamada Quarta Revolução Industrial, que dá continuidade aos antigos movimentos marcados pela evolução das máquinas.

A Primeira Revolução Industrial surgiu na Inglaterra em meados do século XVIII, tendo como fator preponderante a mecanização dos processos fabris. A Segunda, por sua vez, foi caracterizada pela eletrificação das indústrias. Já a Terceira trouxe a eletrônica e o IT para o chão de fábrica.

Finalmente, a Quarta Revolução Industrial está associada ao desenvolvimento de sensores, processos, ITC e soluções/aplicações de alta disponibilidade, o que garante maior conectividade entre as máquinas de uma fábrica e, por consequência, maior assertividade na tomada de decisões.

Esse mais recente movimento tecnológico também pode ser chamado de Revolução da Informação, visto que há uma integração de dados no desenvolvimento de novos produtos e soluções.

Sendo assim, a Quarta Revolução Industrial nos apresenta o dado certo, do local certo, no momento certo e no dispositivo certo. Tal cenário exige uma rastreabilidade na cadeia de processo, dado que o empresário, o diretor industrial e o Plant Manager se preocupam em obter a informação adequada a tempo de tomar decisões e potencializar seu negócio. Isso pode ser resumido em duas palavras: visibilidade e, mais importante ainda, previsibilidade.

A seguir, alguns pontos de interesse do mercado e fatores de sucesso para a Manufatura Avançada:

– Análise preditiva (M2M mais IoT e Big Data);
– Produtos, processos e máquinas conectados (M2M mais IoT);
– Fábricas inteligentes – Smart Factories (M2M mais IoT);
– Integração e soluções completas (E2E);
– Alto conhecimento no negócio do cliente (Core Business);
– Alto conhecimento das tecnologias envolvidas, tais como: Agile Methodology, RFID, Mobiles;
– Projetos que utilizam tecnologias abertas (Open Source Technology);
– Alto poder computacional com alta disponibilidade (Cloud Computing, High Availability Data Center).

Jorge Brito, Head M2M, IoT, I4.0 e Inovação na T-Systems do Brasil

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Capgemini acelera iniciativa global de FinTech para atender às demandas de inovação do mercado

A Capgemini, um dos líderes globais de serviços de consultoria, tecnologia e terceirização, lança sua iniciativa global voltada a FinTechs com o objetivo de apoiar seus clientes de serviços financeiros. A iniciativa se baseia na expertise em integração da companhia para checar, selecionar e evoluir a inovação de seus clientes por meio das tecnologias das FinTechs, a partir de um intenso processo de curadoria e colaboração conduzido pelos Applied Innovation Exchanges (AIEs), que são os centros de inovação da Capgemini no mundo.

“Seja gerando uma experiência excepcional ao cliente ou melhorando sua eficiência operacional, a inovação das FinTechs é um catalisador para o setor. Como o ritmo de inovação da tecnologia de serviços financeiros acelerou, a Capgemini decidiu desenvolver esta iniciativa para conectar seus clientes com a inovação das FinTechs também de forma mais rápida”, explicou Thierry Delaporte, líder da unidade de negócios de serviços financeiros globais da Capgemini e membro do board executivo do Grupo.

A iniciativa FinTech da Capgemini é única porque vai além do conceito tradicional de incubadora, abrangendo etapas de conexão, curadoria, incubação e investimento. Desta forma, a Capgemini se diferencia como participante ativo no processo de validação, evoluindo as principais propostas de valor das FinTechs participantes em colaboração com seus clientes do setor. Adicionalmente, a companhia endereçará os maiores desafios da inovação externa, eliminando lacunas de adoção como dificuldades de integração, gerenciamento de dados e mudanças de processo, além de requisitos de conformidade e regulatórios.

As empresas participantes da iniciativa experimentarão o processo de curadoria da Capgemini, que verifica e seleciona inovações que ajudarão a atender às demandas do mercado. Serão tomadas providências para que todas as categorias de FinTechs, bem como startups orientadas para a tecnologia empresarial, candidatem-se para participar da iniciativa de alavancar a inovação no setor de serviços financeiros.

Uma vez selecionadas pelo processo de curadoria, as inovações das FinTechs serão refinadas e evoluídas por meio de uma incubação conduzida em colaboração com os clientes. A iniciativa FinTech global abrangerá todos os segmentos e áreas de processo abordados pela prática de serviços financeiros da Capgemini. A rede global de AIEs da companhia não serão utilizados apenas nas fases de curadoria e incubação, mas também como canais para a realização de bootcamps, hackathons e innovation days. Além disso, os participantes terão acesso a uma grande comunidade de conselheiros, clientes e parceiros da Capgemini para co-criar modelos de negócios, proporcionando oportunidades para ganhar vantagens competitivas.

A Capgemini trabalhou em parceria com o MaRS Discovery District, um hub global de inovação sediado em Toronto, que abriga o maior cluster de tecnologia financeira do Canadá. “Esta relação é um forte reconhecimento da qualidade da inovação da FinTech no país. O processo de curadoria da Capgemini certamente proverá novos canais para que as FinTechs canadenses identifiquem oportunidades de negócios e investimentos em mercados globais emergentes”, explicou Adam Nanjee, líder de tecnologia financeira da MaRS.

A Bluechain, que foi formada em 2015 para comercializar uma tecnologia de pagamento inovadora, projetada para aumentar a segurança em uma ampla gama de situações de pagamento, está participando da iniciativa FinTech da Capgemini. De acordo com Mike McAuley, CEO da Bluechain, “nossa tecnologia vai transformar o futuro dos pagamentos. Quando operamos no espaço de tecnologia de pagamentos de nicho na Austrália, ficamos muito satisfeitos por trabalhar com a Capgemini, como conselheiros e parceiros de canal global para a distribuição de soluções de pagamentos baseadas em nossa tecnologia”.

Para obter mais informações sobre a iniciativa, entre em contato pelo e-mail: financialservices@capgemini.com

O World FinTech Report, estudo recém-lançado da Capgemini, pode ser baixado no website: www.br.capgemini.com

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