Page

Author admin

Brasil Fretes contrata CEO

8276a0d294b94f5a1760a391a19420f1

A Brasil Fretes, plataforma digital que facilita a negociação entre transportadores e embarcadores, anuncia a contratação de Adriano Del-Vecchio como CEO da empresa. O executivo, que que acaba de chegar na startup com menos de um ano de operação, é graduado em Administração de Empresas e pós-graduado em Marketing e Gestão de Clientes pela Universidade Gama Filho (RJ) e conta com mais de 20 anos de experiência em transporte e tecnologia, tendo atuado em importantes empresas dos setores.

“Meu maior desafio à frente da Brasil Fretes é aumentar a eficiência no processo de contratação de frete através da nossa plataforma digital, unindo os elos da cadeia logística (embarcadores, operadores logísticos, empresas de transporte e caminhoneiros) com maior agilidade na troca de informações a fim de gerar mais negócios para os usuários da ferramenta”, comenta Del-Vecchio.

Operando desde o início de 2016, a Brasil Fretes tem o propósito de conectar e facilitar o encontro entre o embarcador e o transportador, seja uma transportadora ou caminhoneiro, através de uma ferramenta de última geração, ágil, personalizada e eficiente, que atende as necessidades dos clientes do setor de transporte e logística.

É possível realizar negócios através do aplicativo, disponível para download gratuito na App Store e Google Play, como também em qualquer computador conectado à internet. A plataforma da Brasil Fretes oferece negócios para qualquer tipo de veículo e mercadoria, atua em todo o território nacional e ainda tem planos de expansão para o Mercosul em 2017.

Tags, , , ,

Como a indústria financeira tradicional pode encontrar uma oportunidade de desenvolvimento nas fintechs?

Por Marco Aurélio Rodrigues

Nos últimos dez anos, cerca de 20 startups foram abertas por dia em todo o mundo. Atualmente, são mais de 70 mil, muitas delas nas indústrias financeira e de varejo. Isto se deve às profundas transformações pelas quais passa o mundo hoje. A tecnologia permitiu que diversas atividades humanas mudassem: a comunicação, o modo de fazer compras, de ler livros e notícias, de ouvir música, de pedir comida, de pagar contas, dentre outros hábitos.

Lidar com toda esta transformação gerou crises em algumas indústrias, como a fonográfica, editorial, de varejo, de hospedagem, de transporte, e causa certo desconforto na financeira. Isto porque o cliente de hoje em dia é altamente conectado, ele tem novas necessidades que exigem uma nova forma de atendimento e entrega por parte das empresas.

Na indústria financeira do Brasil, as chamadas Fintechs avançam no mercado com seus produtos e serviços que simplificam a relação dos usuários com o dinheiro, seja na forma de um cartão de crédito ou um banco “full service” digital, sem cobranças ou com tarifas reduzidas, e com atendimento disponível no celular. Além disso, novas startups trazem serviços para controle de finanças pessoais, moedas virtuais, empréstimos, microempréstimos, pagamentos, crowdfunding e outros. De acordo com o relatório do FintechLab, o Brasil tem hoje 130 fintechs e metade delas já alcançou um faturamento acima de R$1 milhão.

Outro fenômeno tecnológico que tem chamado a atenção das instituições financeiras e até de governos é o Blockchain, a tecnologia por trás da moeda virtual bitcoin. Por meio desta plataforma, é possível montar um “livro caixa” virtual e distribuído, baseado em chaves criptográficas. Com esta virtualização de valores, desaparece a figura do intermediador, pois transações podem ser realizadas com segurança e confiança entre as partes.

Diante deste cenário, aparentemente ameaçador para os bancos, ao invés de lutar contra a corrente, é preciso que as instituições financeiras encarem este novo cenário como uma oportunidade de desenvolvimento. É importante conceber serviços financeiros que redefinam a interação entre clientes e bancos, e vão além dos serviços clássicos que são oferecidos atualmente, uma vez que aplicações digitais estão diminuindo os pontos de contato pessoais e novos players estão entrando no setor financeiro praticamente todos os dias, competindo pelos clientes bancários. Para tanto, existem algumas sugestões concretas, como:

– Criação de empresas independentes com o mesmo modus operandi das startups. É o caso do cartão Digio, uma associação de Bradesco e Banco do Brasil, para concorrer diretamente com a Nubank.
– Criação de ambientes internos de ideação, como nos casos do Bradesco e Santander, que possuem áreas internas para desenvolvimento de novos produtos.
– Criação de incubadora interna, solução do Itaú ao criar o Cubo, um ambiente para instalação de startups que poderão no futuro fornecer soluções para o banco.

Além destes casos, atualmente já existem iniciativas que ajudam os bancos a criar serviços remodelados que visam trabalhar a interação com clientes nos próximos 10 anos e além. Uma delas é um brainstorming online organizado numa plataforma de construção colaborativa que estabelece uma ligação virtual entre mais de 80 mil profissionais qualificados de espírito empreendedor e empresas que buscam soluções disruptivas.

Este tipo de movimentação do setor é desafiador, porém necessário e deve ser feito em conjunto com parceiros que ofereçam soluções focadas em alta conexão, segurança e facilidade – fatores que corroboram para a competitividade no mercado e criam um novo nível de relacionamento com o cliente.

Marco Aurélio Rodrigues, Diretor de Serviços Profissionais de Software da Diebold Nixdorf

Tags,

ABES apoia o lançamento do Guia “Empreendendo Direito: Aspectos Legais das Startups”

Com o apoio institucional da ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software), o escritório NELM Advogados acaba de lançar o “Guia Empreendendo Direito: Aspectos Legais das Startups”. Redigida de forma leve e objetiva, a publicação – que tem como público-alvo empreendedores, aceleradoras, investidores-anjo e outros atores do ecossistema das startups – busca seguir o processo de criação e desenvolvimento desse tipo de empresa, com informações e dicas para a abertura de uma empresa startup; negociação de contratos com investidores-anjo e aceleradoras; e aspectos importantes do dia-a-dia da empresa.

De acordo com Eduardo Felipe Matias, sócio responsável pela área de Startups do escritório Nogueira, Elias, Laskowski e Matias Advogados (NELM), muitas das empresas mais conhecidas da atualidade, como Google, Apple e Uber, foram um dia pequenas startups, empresas criadas com base em ideias inovadoras e muita vontade de empreender, muitas vezes na área de tecnologia.

Como qualquer empresa, no entanto, uma startup está sujeita a uma série de dilemas envolvendo leis e obrigações.

Perguntas como: “Quando devo registrar minha startup?”; “É possível proteger minha ideia?”; “Como definir o relacionamento com meus sócios de forma clara e segura?” são muito comuns entre esses empreendedores. E encontrar respostas para essas dúvidas pode não ser nada fácil para aqueles não familiarizados com esses temas.

“As startups são, hoje, uma das mais importantes fontes de inovação. Delas, poderão surgir as soluções tecnológicas necessárias para promover o desenvolvimento e, principalmente, a sustentabilidade de nossa economia e de nossa sociedade neste século. O objetivo desse material é servir como guia para que os interessados em startups possam navegar com mais facilidade por temas muitas vezes áridos para aqueles não familiarizados com o universo jurídico”, afirma o advogado Eduardo Felipe Matias.

Os capítulos iniciais do guia são dedicados ao relacionamento entre os empreendedores e à parte societária. São abordados, também, os principais aspectos do dia-a-dia nas áreas contratual, trabalhista e tributária, bem como a questão das marcas, patentes e domínio eletrônico – temas relevantes para as novas empresas de tecnologia.

O relacionamento da startup com novos investidores também é abordado na publicação, que analisa as principais estruturas para captação de investimentos, com destaque para o novo Contrato de Participação entre investidores-anjo e startups, fruto da recente Lei Complementar 155/2016.

“O guia é bastante completo e pode ser um grande apoio para os jovens empreendedores. Iniciativas como esta com o objetivo de fortalecer o Mercado Brasileiro de Tecnologia são sempre bem-vindas e devem ser incentivadas”, afirma Francisco Camargo, presidente da ABES.

A publicação está disponível para download no endereço www.startups.nelmadvogados.com, onde também é possível participar de um fórum de debates sobre aspectos jurídicos das startups e obter notícias sobre o tema.

Tags, , ,

Inteligência Artificial no ambiente de trabalho deve ser adotada, não temida!

unnamed

Por Wagner Tadeu

Há alguns anos, ninguém imaginaria ser possível um dia conversar com um computador capaz de entender perfeitamente a fala humana. E os romances de ficção científica sobre inteligência artificial (IA) não passavam de mera fantasia. Esse futuro porém já chegou. A IA deixou de ser um conceito distante e assistentes pessoais virtuais como a Alexa da Amazon e a Siri da Apple, ou mesmo carros que se dirigem sozinhos como os do Google ou Tesla, estão aí para mostrar que essa tecnologia está cada vez mais presente em nosso dia a dia.

No Brasil, as aplicações de inteligência artificial já são bastante diversas e os jovens cientistas brasileiros são considerados internacionalmente promissores. O neurocientista Miguel Nicholelis é reconhecido em todo mundo pelo desenvolvimento do exoesqueleto humano e muito premiado por suas pesquisas sobre biotecnologia. No Ministério da Transparência (antiga Controladoria Geral da União – CGU), um sistema de IA capaz de mapear o risco de servidores públicos federais envolverem-se em casos de corrupção possui um alto índice de assertividade. No projeto, 18 bancos de dados fornecem 4,4 mil atributos únicos sobre os funcionários públicos. Quando combinadas, essas informações geram mais de 60 mil atributos, que são analisados, baseados em perfis já existentes, e determinam as chances de alguém se envolver em uma falcatrua. Outro exemplo de sucesso no uso da IA no país é o projeto desenvolvido pela startup Nama, que facilita a comunicação entre fornecedor e cliente por meio de uma plataforma robotizada disponível 24h. A ferramenta permite a automatização de conversas por texto ou voz ao simular uma conversa humana, em que o computador oferece soluções de atendimento através de inteligência artificial. Com auxílio dos robôs que funcionam como atendentes 24h, os clientes são atendidos mais rápido, as conversas ficam registradas e caso apareça algum problema, uma pessoa real pode assumir o atendimento.

Como vimos, até no Brasil a inteligência artificial já é uma realidade. Todos os dias essa tecnologia cresce, torna-se mais inteligente e cada vez mais semelhante à inteligência humana. Com tudo o que a IA pode fazer hoje, é natural perguntar-se: A inteligência artificial vai tomar o meu emprego?

Não tenha medo. A inteligência artificial vai expandir o potencial humano em vez de assumir os nossos empregos. De acordo com Andy Peart de Soluções Artificiais: “Em 2020 a IA será tão crítica para os negócios do serviço ao cliente quanto o website foi há 20 anos, ou o aplicativo móvel foi há cinco anos”. Já o Gartner prevê que, até 2018, os robôs irão supervisionar mais de três milhões de trabalhadores humanos.

A inteligência artificial já desempenha um papel significativo nas indústrias, globalmente. O Babylon é um médico IA capaz de diagnosticar sintomas que possam surgir. Já a Ellie é uma terapeuta IA que pode ler a linguagem corporal e os pacientes sentem-se mais confortáveis e abertos para conversar com ela. O escritório de advocacia Baker & Hostetler acabou de contratar o Ross, o primeiro advogado IA do mundo. E o Ross não precisou passar no exame da ordem para ser contratado.

Então, é hora de limpar sua mesa e esperar pelo pior? Ainda não. Não se preocupe, ainda há um lugar muito especial para o ser humano no mercado de trabalho.

Em primeiro lugar, a inteligência artificial não tem o toque humano. As máquinas podem nos ajudar a entender os dados, mas somente os seres humanos podem entender as pessoas em um nível emocional. E os clientes percebem quando suas interações com as empresas carecem de um elemento humano.

Você já se sentiu frustrado ao contatar o serviço de atendimento ao cliente e não conseguir falar com um ser humano? Computadores simplesmente não entendem os seres humanos como os humanos. Hoje as empresas não podem se dar ao luxo de afastar seus clientes. Já é difícil competir em preços e qualidade, por isso, um serviço ao cliente de qualidade pode ser o diferencial para a sua empresa destacar-se nesse mercado cada vez mais competitivo.

Da mesma forma, a inteligência artificial carece de criatividade. As máquinas podem realizar tarefas rotineiras, manuais, porém, sem a criatividade humana, o desenvolvimento é impossível. Lembre-se que são as mentes humanas que criaram a inteligência artificial e geraram as ideias inovadoras.

Veja o exemplo do design gráfico. Os computadores de hoje podem gerar logos e nomes de marcas sem a ajuda humana, mas a arte real requer pensamento, emoção e a criatividade humana.

É hora de acabar com a competição entre humanos e máquinas e focar no trabalho conjunto. A IA é capaz de coisas que os humanos não são – como processar grandes quantidades de dados em segundos. Entretanto, os seres humanos têm a empatia e a criatividade que as máquinas não têm. São habilidades complementares, por isso, a IA não deve substituir os seres humanos e sim expandir o seu potencial.

O CEO da BetterWorks, Kris Duggan, resumiu o benefício do trabalho conjunto entre seres humanos e máquinas: “[Inteligência Artificial] não é útil quando está sozinha…precisamos do cérebro humano para fazer o comando…A inteligência artificial nunca deve ser sobre o corte de mão de obra, isso é dar um passo para trás. Una essa inteligência com o cérebro humano e você estará no caminho certo para resolver os problemas que ainda estão por vir”.

Se existe uma tecnologia capaz de proporcionar à mente humana um maior conhecimento sobre o fluxo de trabalho, por que não adotá-la? Não temos que desistir de nossos trabalhos para a IA. Os seres humanos e máquinas devem trabalhar em conjunto, afinal, a inteligência artificial precisa de nós tanto quanto precisamos dela.

Wagner Tadeu, Gerente Geral da ClickSoftware para América Latina, líder no fornecimento de soluções para a gestão automatizada e otimização da força de trabalho e serviços em campo.

Tags,

A gigantesca complexidade do mercado B2C para uma startup

Por Zhen Zhang

Empreender no mercado B2C tem suas dificuldades, principalmente em nosso país, porém quando a startup cresce e se consolida entre os consumidores finais, os resultados são sustentáveis e a rentabilidade do negócio agrada a qualquer investidor. Como exemplo temos o AirBnB e Uber e o brasileiro Easy Taxi que já dominam mercados internacionais.

A primeira dificuldade que podemos citar é que uma startup, por apresentar um modelo de negócio disruptivo, precisa praticamente criar um novo mercado do zero. Por exemplo, como o AirBnB fez para convencer pessoas que estavam acostumadas com as facilidades e confiabilidade de um hotel a mudar de prática e se hospedarem na casa de hóspedes que nunca viram antes?

Para isso é preciso educar seu consumidor e fazê-lo repensar seus hábitos. Tem que ser um público disposto a tentar algo novo, uma solução que vai facilitar sua vida. Muitas vezes o seu consumidor nem sabe que tem um problema (problema esse que sua startup resolve), então como fazê-lo tomar ciência disso, conhecer sua solução e concordar em utilizá-la?

Quando afunilamos o assunto e chegamos ao Brasil, a dificuldade só aumenta. Além do ecossistema empreendedor ser recente em nosso país e precisarmos aprender na base dos erros, caímos de novo no problema do consumidor que não está preparado para mudanças de hábito. Isso é algo que vemos com frequência na Mobocity.

Em artigo prévio eu comentei que o Brasil tem uma grande vantagem para empreender em comparação com a China devido à renda per capita e à afinidade desse público com transações online. Porém, para uma startup iniciante, o desafio está exatamente em alcançar esse consumidor. É um público que costuma ter más experiências online, como problemas com logística de entrega, clonagem de cartão de crédito e falta de confiança no estabelecimento. Isso leva esse consumidor a olhar com desconfiança para novas soluções digitais.

Ou seja, além de buscar as formas mais eficientes de alcançar esse público e estimulá-lo a começar a utilizar seu produto ou serviço, é necessário inspirar confiança antes, durante e após a primeira transação e para isso é preciso tempo. Sendo assim, além de precisar ter verba para investir em publicidade e conquistar uma boa base de usuários, é necessário que a startup tenha recursos para se manter sem lucro por um tempo considerável, até que os primeiros resultados apareçam.

Apesar de apenas cerca de 4% das compras no Brasil serem feitas online, temos grandes startups que têm se destacado nesse mercado, como o Buscapé e Tricae. Sendo assim, cabe às novas startups aprenderem com casos de sucesso como esses citado e também explorar parcerias que tragam benefícios para os dois lados, pois tanto o “novato” quanto o “veterano” do mercado têm o que aprender e o que ensinar.

Para empreender no mercado B2C é essencial, também, ter um amplo conhecimento desse público e seu comportamento. Gostar muito de um determinado ramo pode não ser o suficiente para que sua startup tenha o destino que você tanto sonha. Ou seja, criar uma startup de sucesso no Brasil visando alcançar o consumidor final é um caminho extenso a ser percorrido e tenho ciência disso por termos, aqui na Mobocity, duas soluções nesse mercado: O Mobobox e o Mobonus. Mas também posso te afirmar que com persistência, aprendizado e muita estratégia, é possível obter o resultado esperado e alcançar sua meta.

Zhen Zhang, empreendedor chinês, CEO da Mobocity, startup criada no Brasil e com equipe nos dois continentes.

Tags,

Delta investe em programa de startup para impulsionar sua estratégia de inovação

A Delta está expandindo sua capacidade de desenvolver maneiras inovadoras para aprimorar a experiência oferecida ao cliente ao investir em um programa que oferece apoio aos principais startups de tecnologia de Atlanta.

O Engage, programa de aceleração baseado em Atlanta, foi anunciado na última quinta-feira pelo prefeito da cidade, Kasim Reed, pelo Instituto de Tecnologia da Geórgia e pelos CEOs das empresas Delta, AT&T, Chick-fil-A, Cox Enterprises, Georgia Pacific, Georgia Power, Intercontinental Exchange (ICE), Invesco Ltd., The Home Depot e UPS, e tem o objetivo único de oferecer mentoria, educação e oportunidades de colaboração com as 10 empresas fundadoras para até 48 startups durante os próximos três anos.

“Inovação sempre foi um fator importante do sucesso da Delta”, disse Gil West, vice-presidente executivo sênior e diretor operacional. “Mas, em uma era onde os recursos tecnológicos mudam rapidamente, a Delta vê um grande valor em trabalhar com startups de alta tecnologia para alinhar a experiência do cliente Delta às maiores marcas do mundo. O Engage oferecerá à Delta a possibilidade de ajudar e trabalhar com startups com grande potencial, construir relacionamentos e desenvolver o ecossistema de inovação de Atlanta – é uma vitória para todos os envolvidos, e por fim, para os clientes da Delta”.

Cada empresa investiu US$ 1,5 milhão ao projeto.

Em 2015, a Delta e Delta Foundation lançaram um centro de pesquisa colaborativo no Instituto de Tecnologia da Geórgia, onde a companhia aérea, com um incentivo de US$ 5 milhões, financiou projetos para aprimorar suas operações e experiência do cliente. Desde então, tem trabalhado utilizando o Delta Global Innovation Center, The Hangar para colaborar com os estudantes do Georgia Tech para solucionar diversos desafios incluindo a maximização do espaço de armazenamento nas cozinhas de aeronaves, com o objetivo de oferecer o melhor produto e serviço de bordo. A Delta também realizou um “hackathon” em setembro para criar maneiras inovadoras de aprimorar a experiência de viagem para os clientes.

Tags, ,

Redes autônomas, escolha e muito mais: Cinco previsões para redes de telecomunicações em 2017

Por Hector Silva, diretor de tecnologia da Ciena para a América Latina

Ao vemos um novo ano começando, vislumbramos muitas evoluções empolgantes e promissoras em nosso setor e em nossa região. Aqui listamos as cinco previsões da Ciena para 2017:

1. A estreia da rede autônoma: A rede autônoma. Lembre-se desse termo porque com certeza você vai ouvi-lo muitas vezes esse ano. Embora sejam esperadas algumas atualizações e melhoramentos incrementais nas redes, de vez em quando, esse novo nível de automação e inteligência na camada óptica será verdadeiramente notável. Pela primeira vez, começaremos a ver a coleta de big data na rede juntamente com análises em tempo real, possibilitando tomadas de decisão automatizadas e inteligentes.

Enquanto vimos muitos dos operadores de rede fazendo os seus planejamentos de rede baseados em certas premissas e depois tendo que reagir ao real montante de dados recebido, em 2017 nós começaremos a ver a rede tornar-se mais autônoma e consciente dos seus recursos, de modo a prever e reconfigurar sua capacidade, otimizando os recursos e proporcionando melhor experiência e maior rentabilidade.

Isso é particularmente importante em mercados como o mexicano, que, de acordo com um relatório produzido pelo Instituto Federal de Telecomunicações daquele país, apresentou um aumento de 12% na adoção de banda larga no segundo trimestre de 2016 em relação ao mesmo período do ano anterior. Na verdade, o México ocupa o segundo lugar entre os países com maior crescimento na adoção da banda larga fixa e 56% da população local possui banda larga móvel. A abordagem de tais níveis de crescimento de maneira escalável e economicamente viável requer o tipo de otimização de recursos proporcionada pelas redes autônomas.

2. OTT continuará pressionando a rede: Devido ao aumento do uso do streaming de vídeo e do consumo público de mídia sob demanda, 2017 deverá ser mais um ano crucial para o crescimento dos serviços over-the-top (OTT). Contudo, qualquer aumento na adoção e no consumo desse tipo de serviço deverá colocar mais pressão financeira e de infraestrutura nos operadores de rede. Com o 5G já aparecendo no horizonte, 2017 provavelmente verá um maior esforço desse grupo e de outros prestadores de serviços para se associarem e se tornarem provedores de soluções OTT próprias a fim de reforçarem as receitas, pressionarem os preços para baixo e fidelizarem os clientes. Especialmente entre provedores triple-play e quad-play atuais e emergentes, o acréscimo de serviços OTT por operadores deverá expandir o mercado e direcionar parte do gasto global a eles relacionados, estimado em US$ 62 bilhões até 2020, de volta para as redes subjacentes.

3. As redes submarinas continuarão ressurgindo: Depois de anos pouco faladas ou subestimadas, as redes de cabos submarinos e especialmente aquelas multi-terabits apresentaram recentemente um súbito ressurgimento, impulsionado pela demanda em escala Web e por planos globais de players como Facebook, Microsoft e Google e consequentemente um novo reconhecimento dessa infraestrutura essencial.

Com a América Latina em posição de ter mais implantações de cabos submarinos do que qualquer outro lugar do mundo, a região vai continuar sendo um espaço propício para a inovação, especialmente com as novas e aperfeiçoadas arquiteturas de redes transoceânicas e software de próxima geração capazes de oferecer velocidades de até 200G por grandes distâncias. Some-se a esse mix os benefícios do mundo real na forma de reduções de CAPEX, energia e pegada ecológica, as redes submarinas continuarão fazendo marolas em 2017 – tanto com novas construções como com a atualização dos sistemas existentes para prolongar a vida daqueles já em uso.

4. “Escolha” se torna a palavra do momento na América Latina: À medida que a inovação aumenta e a construção de redes com maior escolha de fornecedores, muitos operadores em regiões como a América Latina dependerão de provedores que possuam não apenas excelente tecnologia, capacidade de orquestração e valor, mas também conhecimento profundo e os recursos humanos necessários para ajudá-los a executar seus projetos.

Mesmo não acontecendo em outras partes do mundo, já é realidade em nossos mercados no que se refere à transformação da operação e à garantia de tempo de colocação no mercado. As velhas formas de comprar e operar vão se tornar cada vez mais desatualizadas e inadequadas com o passar dos anos. Ao embarcarem nessa jornada para virtualizar suas redes, os operadores da América Latina procurarão parceiros que não só os ajudem a tirar proveito de um ecossistema aberto, como igualmente desenvolvam e executem uma estratégia de colocação no mercado.

5. A infraestrutura legada ganha uma segunda chance de vida: Está bem, talvez não seja uma vida inteiramente nova, mas o software certamente está empurrando para a frente as datas de validade e encontrando mais valor nesses ativos não tão novos e estruturas de fibra deficientes que prevalecem na região de uma maneira antes considerada impossível.

Tecnologias como orquestração multi-domínio permitem que os operadores integrem o novo mundo do SDN e do NFV às suas implantações degradadas. Dessa forma, a inovação dos novos serviços e a automatização de redes podem aproveitar a base instalada, tanto para os dispositivos de rede quanto para sistemas OSS/BSS legados, para que os operadores de rede possam obter mais valor de seus investimentos atuais. E, veja bem, estamos todos agora um ano mais velhos, então o que há para não se gostar em uma história sobre longevidade e maior agilidade na “terceira idade”?

Feliz Ano Novo e muito sucesso em 2017.

Tags, ,

Fabiana Manfredi é a nova diretora de agências do Twitter Brasil

unnamed-94

Fabiana Manfredi (@fabimanfredi) é a nova diretora de agências do Twitter Brasil. A executiva, que desempenhava a função de diretora de desenvolvimento de contas na empresa desde julho de 2015, será agora responsável pelo relacionamento com agências de publicidade para uso do Twitter em todo o seu potencial e de forma sempre alinhada com os objetivos de negócios das marcas.

Em seu papel anterior, Fabiana conduzia a gestão do processo de implementação de campanhas, com otimização de resultados, análises de pós-venda, geração de insights estratégicos e treinamentos relacionados à plataforma.

A executiva tem mais de 14 anos de experiência e, antes de ingressar no Twitter, foi diretora-geral de mídia na mcgarrybowen, tendo passado também pela DM9DDB. Em sua carreira em agências, atendeu clientes como Johnson & Johnson, Itaú, ABInbev, Telefônica/Vivo, Microsoft, Intel, Disney Parks, Bradesco, Lupo, Burberry, BRF, Cisco, entre outros.

Tags,

‘Geo-politics’ dominates World Economic Forum attendee tweets leading into Davos

The topic of ‘geo-politics’ has dominated the Twitter accounts of World Economic Forum (WEF) participants attending this year’s Annual Meeting taking place in Davos, Switzerland from 17-20 January 2017.

Mentions of ‘Trump’, ‘Brexit’ and ‘Elections’ were among the top keywords driving this geo-political conversation by those registered to attend the event thus far. 2017 WEF participants have published more than 108,000 tweets over the past 4 months.

This activity also suggests that the theme of the 2017 event, “Responsive and Responsible Leadership”, resonates well with WEF attendees, clearly voicing their sentiments as they relate to political leadership and the rise of populism throughout the globe.

Outside of the political realm, discussions on the topic of ‘women’ also surfaced to the top of participant Twitter activity, with content highlighting important issues around workplace inequality, as well as those related to the UN Sustainable Development Goals and the impact of things such as safe drinking water on the lives of the world’s most vulnerable women.

Of those WEF participants registered for Davos 2017, singer, songwriter and education advocate Shakira (@Shakira), who will be receiving an award at Davos for her leadership in improving the state of the world, tops the list of the most influential WEF participant on Twitter. Bill Gates (@BillGates), co-founder of Microsoft and devoted philanthropist, and Cory Doctorow (@doctorow), Canadian-British blogger, journalist and science fiction author, ranked second and third respectively.

In terms of the location of the Twitter engagements (retweets, replies and likes) of the participants’ tweets, the US, the UK, India and Mexico were the top four contributing countries, suggesting that these locations are most affected by current geo-political topics.

What topics will emerge as the most important at the 2017 meeting and throughout the year? Follow the social media conversation on WEFLIVE.com – your window into Davos.

Tags, ,

Avalara Brasil nomeia Marcelo dos Santos como diretor de marketing

A Avalara, Inc., fornecedora líder de automação de conformidade tributária baseada em nuvem para empresas de todos os portes, anuncia a contratação de Marcelo dos Santos como diretor de marketing da Avalara Brasil.

Santos tem como missão promover a marca no Brasil como sinônimo de simplificação e redução dos encargos necessários para as empresas estarem em conformidade com o Fisco.

A experiência que o executivo traz em sua bagagem apoiará o crescimento da Avalara no País. Santos ocupou cargos de liderança em vendas e marketing e na expansão de negócios na ContaAzul, onde foi responsável por desenvolver a ContaAzul para contadores, e atuou como diretor de marketing na Datasul e na Totvs. Em cada uma dessas funções o executivo implantou estratégias de marketing para apoiar a expansão bem sucedida desses negócios.

“Estou muito satisfeito por me juntar a uma companhia global líder em automação de conformidade fiscal. O Brasil tem um dos requisitos mais complexos do mundo em relação às obrigatoriedades fiscais, por isso há um vasto mercado para ser trabalhado levando as soluções da Avalara, que são baseadas em nuvem”, explica o executivo.

Vale ressaltar que o Brasil lidera mundialmente o quesito de complexidade no cumprimento de impostos e nas exigências de relatórios governamentais. De acordo com uma análise realizada pela PricewaterhouseCoopers, a carga fiscal anual para empresas que operam seus negócios no Brasil é de aproximadamente 2.600 horas, ou seja, oito vezes maior do que é exigido nos Estados Unidos ou na União Européia.

Através de aquisições e do crescimento orgânico, a Avalara aumentou sua equipe de liderança brasileira e a base de clientes, assim como ampliou sua oferta, tornando-se o primeiro provedor completo de soluções na modalidade SaaS (Software as a Service) para atender às demandas de compliance fiscal, o que inclui um portfólio com doze produtos e serviços.

“Nossa tarefa é simplificar a experiência do usuário e reduzir o fardo da conformidade fiscal através da automação. E a chegada de um novo executivo de marketing ajudará na propagação dessa mensagem de forma rápida e eficaz”, finaliza Rodrigo Zerlotti, gerente geral da Avalara na América Latina.

Tags, , ,

T-Systems e Roambee unem forças para liderar os mercados de logística inteligente e monitoramento de ativos

A T-Systems, provedora alemã de soluções e serviços de TI, e a Roambee, empresa de IoT sediada no Vale do Silício, acabam de anunciar uma parceria global para a oferta de soluções de visibilidade em tempo real para os mercados de bens de consumo e ativos das Américas, África, Ásia e Europa. Juntas, as duas empresas vão utilizar o modelo de negócios “on-demand” para entregar uma solução fim-a-fim que possibilitará visibilidade, rastreamento e monitoramento de produtos embarcados e ativos em trânsito ou em campo.

Para isso, a Roambee vai prover aplicativos oferecidos no modelo de software como serviço (SaaS), que incluem sensores portáteis sem fio e software baseado em nuvem, relatórios robustos e análise preditiva. A solução será oferecida a partir de uma plataforma altamente escalável da T-Systems, oferecendo acesso a uma infraestrutura global de data centers altamente seguros e soluções em nuvem de seu ecossistema de parceiros.

Como parte do acordo, a Deutsche Telekom Strategic Investments aportou US$ 3,1 milhões na Roambee.

“As soluções da Roambee trazem mais valor para nosso ecossistema global de parceiros em internet das coisas. Isso combinado com a nossa estrutura multi-cloud e experiência em integração de sistemas, vai nos permitir transformar empresas em todo o mundo com aplicações IoT”, afirma Anette Bronder, diretora da Divisão Digital da T-Systems.

Paul Warrenfelt, vice-presidente sênior de vendas e gerenciamento de serviços da T-Systems para as Américas, disse estar “animado com a tremenda gama de produtos, serviços e tecnologias que estamos trazendo juntos para o mercado e que vão ajudar nossos clientes e ampliar sua eficiência para atingir excelência operacional”.

“Com mais de 100 clientes ao redor do mundo, a Roambee está vivendo um momento de crescimento acelerado no mercado de IoT. Com a T-Systems como nosso parceiro estratégico, seremos capazes de ampliar o atendimento a nossos clientes e conquistar novos. Agora não temos que nos preocupar em construir nossa própria estrutura global de serviços, que é necessária para manter a qualidade e a riqueza de experiência de nossos clientes”, afirma Sanjay Sharma, CEO e fundador da Roambee.

Solução

A solução da Roambee é formada por equipamentos equipados com sensores portáteis sem fio, chamados “Bees” e uma plataforma de software baseado em nuvem. Os Bees e o software coletam grandes volumes de dados dos sistemas de gestão (ERPs), dos sensores e externos para entregar análise preditiva que amplia a eficiência operacional, reforça o engajamento dos clientes, reduz riscos e garante métricas para o cálculo de retorno sobre o investimento (ROI).

Beneficiando uma grande gama de segmentos, a solução permite, por exemplo, o monitoramento em tempo real da temperatura e o status de localização de medicamentos sensíveis durante seu transporte, isso com o uso de dados e alertas em tempo real, que permitem ações imediatas em caso de necessidade.

Melhorar o monitoramento de ativos em campo requer alto nível de confiança no sistema de monitoração, nos relatórios e na conformidade regulatória. A tecnologia Roambee entrega tudo isso, tornando simples para os negócios ampliar sua eficiência, implementar o gerenciamento de risco e transformar dados em valor mensurável.

A T-Systems vai operar o serviço a partir de seu data center na Alemanha, atendendo a regulamentação de privacidade de dados. Os clientes receberão alertas em tempo real, relatórios, históricos e análises de dados que atenderão aos mais altos padrões de segurança de dados.

Tags, , , , , , , , , ,

Twitter transmite ao vivo cerimônia de posse do novo presidente dos Estados Unidos

O PBS NewsHour, programa diário de notícias da rede de TV americana PBS, transmitirá ao vivo pelo Twitter a cobertura da cerimônia de posse do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, em 20 de janeiro, das 14h às 20h (horário de Brasília). Para acompanhar, basta acessar o link inauguration.twitter.com ou o perfil do programa PBS NewsHour (@NewsHour). Além da posse de Trump e de seu vice, Mike Pence, a transmissão vai incluir o primeiro discurso do novo presidente e a chegada à Casa Branca.

“Estamos muito felizes em fazer essa parceria com o Twitter para a cobertura da cerimônia de posse do presidente”, diz Sara Just, produtora executiva da NewsHour e vice-presidente sênior da WETA. “A transição pacífica do poder de um presidente a outro é algo poderoso no processo democrático americano. E, neste ano, vem em um momento em que o país está envolvido no discurso político, como raramente vemos. A transmissão ao vivo pelo Twitter permitirá que mais americanos acompanhem o evento e participem da discussão sobre ele.”

Anthony Noto, COO do Twitter, ressalta o papel do Twitter na discussão do noticiário, inclusive político. “O Twitter é onde as notícias e a política são discutidas em tempo real todos os dias. Estamos entusiasmados em colaborar com a PBS Newshour neste evento histórico, trazendo ao público a cobertura ao vivo pelo Twitter”, afirma. “A transmissão do PBS Newshour integrará uma cobertura confiável e completa às conversas em tempo real que acontecem no Twitter”, acrescenta.

A cobertura será liderada pela editora Judy Woodruff, acompanhada dos colunistas David Brooks (New York Times), Mark Shields, Amy Walter (the Cook Political Report), Jeff Greenfield (correspondente especial da PBS NewsHour Weekend), Lara Brown (TBC) e Karine Jean-Pierre (TBC).

O canal PBS é o parceiro de streaming exclusivo do Twitter para a cerimônia de posse. Como parte da transmissão ao vivo, pacotes de patrocínio estarão disponíveis via Twitter.

Tags, , , , ,