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Feira de Eventos em São Paulo aproveita boom do segmento e se prepara para a edição de 2014

De acordo com dados da 9ª Pacet – Pesquisa Anual de Conjuntura Econômica do Turismo, os organizadores de eventos ocupam a primeira posição entre os segmentos turísticos que mais aumentaram seu faturamento em 2012. O segmento cresceu 23,3% e está à frente de agências de viagem e promotores de feiras, com 21,9% e 14,9%, respectivamente nas segundas e perceira posições. O crescimento deve-se especialmente aos efeitos da exposição do Brasil na mídia internacional, devido à realização de megaeventos esportivos, como a Copa das Confederações e a Copa do Mundo. De acordo com os executivos das empresas entrevistadas, os promotores de feiras sentiram a tendência de aumento no número de visitantes e expositores e captaram novos clientes.

vendo este mercado tomar grandes proporções, a Feira EBS – Evento Business Show, feira que tem a proposta de promover o relacionamento entre Destinos, Espaços e Fornecedores para Eventos Corporativos, Esportivos, Shows e Gastronomia,organizada pelo Grupo EventoFacil, chega com sucesso em sua 12ª edição em 2014, consolidando-se como a principal feira do mercado de eventos do Brasil.

Em 2014, a feira acontecerá nos dias 26 e 27 de março, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo, SP,e e espera reunir mais de 150 expositores entre destinos, espaços e fornecedores de produtos e serviços para todos os profissionais que planejam, organizam e realizam eventos.

São esperados mais de 5 mil visitantes organizadores e promotores de eventos das áreas de marketing, comunicação, eventos, RH, compras, turismo de negócios e incentivo, dentre outros.

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Presidente da Anatel fala sobre 4G a empresários de Curitiba

O convidado para comandar a segunda edição do Estrela da Manhã 2013, evento promovido pela ADVB-PR (Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil – Seção Paraná), é o presidente da Anatel, João Rezende. O paranaense, nascido na cidade de Cambira, vai falar sobre “A comunicação e o futuro com a tecnologia 4G”. O Estrela da Manhã, que reúne executivos e empresários do Estado, acontece no dia 28 (sexta-feira), a partir das 8h, no Hotel Bourbon, em Curitiba.

O presidente da Anatel falará sobre o mercado das telecomunicações com a chegada da quarta geração de telefonia móvel, que permite conexões à internet por meio de dispositivos móveis, com velocidade até dez vezes superior às redes atuais. O serviço está em fase de implementação, mas já está presente em nove municípios brasileiros, incluindo Curitiba. Até o fim do ano, todas as cidades-sede da Copa do Mundo de 2014 terão o recurso do 4G.

Além disso, Rezende vai falar como a autarquia, que tem a missão de promover o desenvolvimento das telecomunicações do País, está fiscalizando as operadoras para que ofereçam à sociedade serviços adequados, diversificados e a preços justos, em todo o território nacional.

No Estrela da Manhã, empresários se reúnem para promover sua rede de relacionamentos, trocar ideias e acompanhar palestras com grandes nomes do mercado brasileiro. Os ingressos são limitados e custam R$ 50,00.

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Veja como o portal Baguete se transformou em referência para o setor de TI

O Portal Baguete é um dos principais canais de notícias sobre tecnologia da informação no Brasil. A iniciativa, que começou com o forte “sotaque gaúcho” de notícias locais, ganhou a simpatia de outros estados do sul e também do sudeste do país. Em uma entrevista para o programa de tv Valor Agregado, em Porto Alegre, os diretores do Baguete falam sobre a história da publicação e planos para o futuro.

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Área de TI busca gestores

Fonte: Gazeta do Povo

Vagas de emprego que demoram meses para serem preenchidas tem sido a dificuldade das empresas de Tecnologia da Informação (TI) que atuam no Paraná. O motivo: a soma de um mercado aquecido com a demanda por profissionais com competências gerenciais. A procura é por quem tem boa bagagem técnica, mas também saiba trabalhar em equipe.

A mudança de perfil dos profissionais desejados pelo mercado já se reflete nos salários pagos em Curitiba. O cargo de gerente de projetos de TI, função que exige essencialmente liderança de equipes e criatividade, teve a maior média salarial entre os contratados para os principais cargos da área de janeiro a abril deste ano, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego: R$ 3.404,45. O dado reflete apenas o salário-base inicial dos contratados – o mercado paranaense tem pagado pelo menos o dobro disso, calculam as empresas – mas serve de termômetro para a nova exigência profissional.

Leia a reportagem completa.

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Anjos do Brasil realiza seu 1º Congresso de Investimento Anjo

O evento acontece no próximo dia 2 de julho e trará reflexões que contribuirão tanto para investidores quanto para empreendedores de alto impacto do nosso país, reunindo personalidades, governo e entidades para essa discussão.

Promovido pela Anjos do Brasil, o evento que acontece na BM&FBOVESPA em São Paulo, discutirá temas reais que a economia brasileira vive e de que maneira a atuação dos investidores anjo contribui para o crescimento da economia e das organizações. “Queremos debater essas questões e envolver todo o ecossistema, incluindo os próprios investidores, os empreendedores, o governo e os fundos de investimento”, explica Cassio Spina, criador da entidade organizadora do evento.

A programação do evento refletirá sobre o importante momento que nossa economia vive e de que maneira a atuação dos investidores anjo contribui para o crescimento da economia e das organizações. Será um dia dedicado a debater as tendências e desafios, melhores práticas e o potencial do investimento anjo no Brasil. As palestras e painéis propiciaram um profundo entendimento sobre as ações necessárias para aprimorar o ambiente de investimento anjo e empreendedorismo de inovação no Brasil.

EVENTO: 1º CONGRESSO INVESTIMENTO ANJO

DATA: 2 de julho de 2013 – CIA – Congresso de Investimento Anjo 2013

LOCAL: auditório da BM&BOVESPA – São Paulo – SP Rua XV de Novembro, 275 – 1º andar

HORÁRIO: das 8h00 às 18h30

Quem quiser participar pode se inscrever no site do congresso

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Herman Miller apresenta o Living Office: A solução holística para os novos cenários do ambiente de trabalho

No início do século 21, somos testemunhas de um período de mudanças dramáticas: na economia global, nas estruturas e culturas das empresas, na demografia da força de trabalho, nas expectativas pessoais dos trabalhadores, e nas tecnologias e modos de trabalho. O resultado é um período de grande reflexão, com normas estabelecidas que dão lugar à perturbação e à incerteza.

Este cenário de trabalho em rápida evolução deixou muitas pessoas e empresas fora de sincronia e com suas necessidades profundamente não satisfeitas. Quase sempre os métodos estabelecidos e meios de provisão e gestão dos escritórios não são mais potencializadores e motivadores. As ferramentas e tecnologias não são otimizadas para o trabalho em mãos. Muitos locais de trabalho são—se não literalmente, então figurativamente—de outra era.

Como pioneira em oferecer soluções de design para escritórios modernos, a Herman Miller Inc. superou com sucesso este desafio. Primeiro a empresa se estabeleceu como líder mundial em design de locais de trabalho há mais de 40 anos, com seu sistema revolucionário Action Office, criando um novo paradigma de escritório dinâmico em uma era similar de transformação. Na vanguarda do setor da inovação em praticamente todos os ambientes de trabalho, a Herman Miller abraçou esta nova era de mudanças e desafios como uma oportunidade, com vistas a causar um impacto profundo e positivo nas vidas das pessoas e das empresas.

A empresa abordou esta revolução dos novos escritórios com os métodos comprovados de seu passado. Trabalhando com muitos especialistas e designers líderes no mundo todo, a Herman Miller está descobrindo novas percepções e aplicando seu vasto conhecimento sobre pessoas—como pensamos, como somos motivados, e como criamos e colaboramos—para o cenário emergente de trabalho.

Living Office

O resultado é uma abordagem diferente na gestão de pessoas e seu trabalho, das ferramentas e produtos que permitem tal trabalho, e os lugares onde as pessoas se juntam para fazê-lo. Uma integração desses elementos mais centrada no ser humano cria uma experiência de trabalho total que é mais natural e desejável, e dentro dela a oportunidade para que as pessoas e as empresas alcancem uma nova dinâmica de prosperidade compartilhada. A Herman Miller chama essa abordagem de Living Office e, na NeoCon 2013, a empresa apresentou seus novos conhecimentos e serviços, produtos e tecnologias para percepção dessa visão.

Construído com base no que é fundamental a todos os seres humanos, o Living Office ajudará tanto as pessoas como suas empresas a atualizar seus ambientes, ferramentas e gestão do ambiente de trabalho, a fim de expressarem de maneira singular e compartilhar características e objetivos.

Concepções do Living Office

O monopólio de longa data do escritório no trabalho está claramente rompido. Ferramentas móveis poderosas e redes de informações e comunicações sem interrupção permitem o trabalho em qualquer local e a qualquer momento. Em vista dessas realidades aceitas, a natureza fundamental do design do escritório está mudando. O que antes era secundário no trabalho—camaradagem, conexão, interação espontânea e expressão em grupo—tem se tornado cada vez mais algo essencial. Aproximar as pessoas, em colaboração próxima ou direta, e permitir que deem vazão ao máximo de criatividade e desempenho é o objetivo principal do ambiente de trabalho atual.

Por mais de dois anos, em seis continentes, com vários especialistas e empresas, e milhares de pontos de dados, a Herman Miller tem realizado pesquisas importantes na natureza evolutiva do trabalho e do ambiente de trabalho. No decorrer de sua pesquisa, a empresa também descobriu dados dramáticos a respeito do estado do uso e desempenho do espaço atual dos escritórios: normalmente os escritórios particulares estão com um espaço ocioso 77% do dia, enquanto as estações de trabalho estão desocupadas 60% do dia; salas de conferência raramente são usadas em sua capacidade total; e as pessoas escolhem espaços “sociais” em detrimento de áreas menos sociais.

Essas e outras concepções levaram a Herman Miller a projetar soluções baseadas em uma compreensão aprofundada das atividades diárias e dos novos padrões de necessidade em ferramentas e espaço de trabalho. Os níveis mais ricos de desempenho no ambiente de trabalho criarão maior satisfação tanto nas pessoas como nas empresas.

Criando um Living Office

A empresa identificou e definiu 10 modos de trabalho individual e em grupo, bem como 10 configurações relacionadas essenciais à experiência de trabalho mundial dos dias de hoje. A Herman Miller enfatiza que não há uma solução pronta, que sirva para todos os casos para obter um ambiente de trabalho excelente. Cada Living Office é único, com base nos diferentes objetivos, características e atividades de seus habitantes e nos ingredientes de design selecionados para atender às suas necessidades.

Ambientações

O Living Office oferece às pessoas uma variedade de espaços que são otimizados para dar suporte ao trabalho e à interação. Cada uma das 10 ambientações únicas é distinta em seus objetivos, escala e sociabilidade. Cada uma poderá ser executada de várias formas—com o portfólio mundial de produtos da Herman Miller—para alcançar os objetivos, expressar as características ou melhorar as atividades do trabalho.

Cenários

Compostos de uma seleção otimizada de configurações, cada cenário do Living Office tem como objetivo trazer à vida a estratégia de uma empresa. Para obter isso, o cenário deve capacitar e otimizar seus habitantes, oferecendo escolha e promovendo a comunidade—de modo não diferente de uma cidade vibrante. Em um Living Office, a Herman Miller prevê que as pessoas devem imediatamente compreender o que podem fazer, aonde podem ir, para que estão trabalhando e porque são como são.

Móveis

Desenvolvido com os melhores designers do mundo, os móveis da Herman Miller oferecem uma variedade incomparável de escolhas para facilitar as diversas experiências de trabalho e ambiente de trabalho—e para facilitar um Living Office. Desde cadeiras de desempenho, que dão suporte à mente e ao corpo, a sistemas adaptáveis que criam ambientes dinâmicos para interação e produtividade, elementos versáteis e atemporais da Geiger e a Coleção Herman Miller, as soluções em móveis servem como uma paleta do designer para criação de cada Living Office.

A Herman Miller também reconhece que o escritório vibrante de amanhã tem necessidades para as quais as soluções de hoje são menos do que totalmente otimizadas. A empresa contou com sua rede de criatividade mundial de designers independentes reconhecidos para todas as novas soluções.

Public Office Landscape™ projetado por Yves Behar / fuseproject

O Public Office Landscape é um sistema de componentes que oferece superfícies, estantes e cadeiras que permitem uma imensidão ambientações de trabalho—desde enclaves colaborativas de grupo, espaços de circulação a pontos de trabalho individual. Fricções no ambiente de trabalho, a partir da ausência de espaços disponíveis para reuniões a falhas técnicas incompatíveis, interrupção da produtividade. O Public foi projetado para manter um escritório no estado de “fluxo”, onde as pessoas estejam envolvidas, focadas e capazes de se movimentar livremente entre as conversas e as tarefas. A Cadeira Social do Public é o bloco de construção do sistema, fornecendo escala e linguagem de design sobre o qual todos os outros módulos estão baseados. Ela também introduz um novo nível profundo de desempenho ergométrico para cadeiras casuais, que deixam a pessoa conectada, relaxada e permite o fluxo de ideias. O Publico deve estar no mercado no final de 2013.

Metaform Portfolio™ projetado pelo Studio 7.5

O Metaform Portfolio oferece uma coleção de blocos modulares para delinear o espaço e criar uma ampla variedade de cadeiras para o Living Office. Ele vem com uma coleção de acessórios com finalidades definidas para melhorar a utilidade dos blocos. Convida à participação e proporciona produtividade, as peças leves e intuitivas do Metaform são facilmente configuradas e reconfiguradas, no momento, pelas pessoas que as utilizam, sem a necessidade de ferramentas ou regras. Considerado pelos designers como um equipamento, não um móvel, o Metaform segue os passos dos estilos, posturas, atividades e tecnologias em constante mudança. O Metaform também estimula a criatividade e produtividade com display ativo do progresso do trabalho, telas e tomadas ajustáveis para manter tudo ao alcance. O Metaform deve chegar ao mercado a partir de junho de 2013.

Locale™ projetado por Sam Hecht e Kim Colin

O Locale permite a criação de uma vizinhança de trabalho dinâmica e de alto desempenho em ambientes abertos. Em combinação e proximidade, a composição dos elementos do Locale motiva a mudança livre e intuitiva do trabalho individual para atividades colaborativas e sociais e leva a uma interação de sucesso. A sútil curvatura das superfícies do Locale mostra abertura, convida à interação e foi projetada para acomodar generosamente vários colaboradores, estilos e ferramentas de trabalho. As pessoas se movimentam e mudam de posição naturalmente devido à estrutura centralizada e às superfícies cantiléveres. Com a adição de ajuste de altura, basta pressionar um botão para permitir que a pessoa sente e foque no trabalho ou se levante para colaborar com os colegas. A ajustabilidade não está limitada à altura da superfície, as mesas, telas e cavaletes móveis podem ser utilizados, conforme a necessidade. Ao facilitar as transições físicas e experimentais, o design consistente e inteligente do Locale contribui para uma experiência de trabalho mais perfeita. O Locale deve chegar ao mercado no final de 2013.

Cada um desses designs está baseado nos comportamentos e preferências naturais, e servem como modos intuitivos e ambientações de trabalho e criação de cenários perfeitos por todo o Living Office. A Herman Miller também tem ambições futuras para ferramentas e tecnologias ainda mais complementares, atualmente em desenvolvimento.

O Futuro é Hoje

No novo cenário de trabalho, a criatividade e ideias geram valores. A humanidade é a capacidade distintiva. Os processos não criam ideias, não concebem novos produtos nem mantêm relacionamentos; pessoas sim. Por extensão, os escritórios de hoje precisam atrair, alimentar, capacitar e reter o talento que gerará inovação e execução, e trazer à vida a estratégia de uma empresa. Por sua vez, eles devem oferecer às pessoas algo que não pode ser conseguido em nenhum outro lugar: uma conexão pessoal, até mesmo espiritual com o trabalho e colegas; uma plataforma para aumento na produtividade e eficiência; e uma experiência naturalmente humana de interação e criação.
Esta é a visão do Living Office da Herman Miller; ver estes princípios ganharem compreensão e adoção universal enquanto ajudam pessoas, como indivíduos em empresas, a personalizar seus métodos, ferramentas e locais de trabalho, a fim de expressarem e compartilharem características e objetivos. O Living Office é um ambiente de trabalho mais natural e desejável que promove uma maior conexão, maior criatividade, maior produtividade e por fim, maior prosperidade para todos.

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Entidades setoriais apoiam lançamento da CERTICS

Em cerimônia no Auditório do CTI Renato Archer, em Campinas, foi lançada oficialmente a CERTICS – Certificação de Tecnologia Nacional de Softwares e Serviços Correlatos. O evento contou com as presenças de Virgílio Almeida, secretário de Política de Informática do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (Sepin/MCTI); Rafael Moreira, coordenador-geral de software e serviços de TI; e Victor Mammana, diretor do CTI Renato Archer, além dos presidentes das principais entidades setoriais.

A CERTICS, uma das iniciativas do programa TI Maior anunciado em agosto de 2012, foi criada com o objetivo de potencializar a capacidade de transformação do mercado brasileiro de TI. Sua principal meta é alavancar a autonomia tecnológica, a capacidade de inovação e a geração de negócios baseados em conhecimento, que são os princípios do desenvolvimento nacional sustentável. Ela tem como público-alvo organizações desenvolvedoras de software instaladas em território nacional, dos mais diferentes portes, nichos de mercado e modelos de negócios. A certificação é voluntária e serve de instrumento às empresas que buscam a qualificação para a preferência em compras públicas* e diferenciação no mercado.

A indústria brasileira de software e serviços de tecnologia da informação, através de suas mais representativas entidades – Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação – Assespro; Federação das Empresas de Informática – FENAINFO; Associação para a Promoção da Excelência do Software Brasileiro – SOFTEX; e Associação de Usuários de Informática e Telecomunicações – SUCESU – tornaram público o seu apoio à iniciativa CERTICS por entenderem que se trata de uma linha de ação que terá impacto positivo na indústria nacional, bem como na ampliação da base tecnológica brasileira, fortalecendo a competitividade do país e a geração de produtos e serviços de alto valor tecnológico.

“Trata-se de um instrumento de extrema importância dentro do Programa Estratégico de Software e Serviços de Tecnologia da Informação (TI Maior) para impulsionar a indústria brasileira de software e serviços de TI, uma das maiores do mundo, reconhecida internacionalmente por sua criatividade, competência e fonte de talentos. Além de facilitar a aquisição de programas pela administração pública direta ou beneficiar as empresas com a linha de crédito do Prosoft, específica para o setor, a CERTICS tem como uma de suas principais finalidades a geração de competências tecnológicas no país”, avalia Ruben Delgado, presidente da SOFTEX.

Para Luís Mário Luchetta, presidente da ASSESPRO Nacional, desde o lançamento do plano TI Maior, o governo brasileiro reconheceu publicamente a importância estratégica do setor nacional de tecnologia da informação, para todos os demais setores da economia, produtivos e não produtivos, e a CERTICs, vem ao encontro da demanda setorial que temos, de valorizar a produção nacional. “Ainda veremos as regras que serão anunciadas, e esperamos que o MCTI tenha aproveitado todas sugestões que encaminhamos, inclusive através da resposta a consulta pública”, complementa.

Edson Leal, presidente da SUCESU Nacional, acredita que “esta iniciativa é uma oportunidade para as empresas de TI instaladas no país melhorarem os seus produtos e processos, priorizando a inovação e a competitividade, propiciando ao Brasil papel de destaque no cenário mundial de exportação de produtos do segmento de TI”.

Na visão de Márcio Girão, presidente da FENAINFO, a CERTICS é um instrumento importante para estabelecer um equilíbrio entre a demanda de produtos nacionais e importados de software. “Além disso, traz no seu bojo um fator de certificação não só do produto, mas de sua qualidade, fazendo com que os compradores públicos e privados tenham um referencial oficial e formal sobre a qualidade da solução que está sendo adquirida”, conclui.

O mercado brasileiro de software – O mercado brasileiro de software e serviços de TI é o maior da América Latina e figura entre os dez maiores do mundo. Segundo dados do Observatório SOFTEX, unidade de estudos e pesquisas da entidade, mesmo com uma forte demanda interna as companhias brasileiras vêm ampliando cada vez mais a sua presença nos principais mercados mundiais e, no ano passado, a receita líquida do país com exportação atingiu a cifra de US$ 1,9 bilhão.

Aproximadamente 73 mil empresas, em sua maioria de micro e pequeno porte, compõem esta indústria e mais de 95% delas possuem menos de 20 pessoas ocupadas. No período 2003 a 2009, o número de empresas cresceu a uma taxa anual de 4,3%. Cerca de 604 mil pessoas, entre sócios e assalariados, atuam nesse setor econômico considerado prioritário pelo Governo Federal.

*Decreto nº 7.174/10 e à Lei nº 12.349/2010, que estabelecem preferência de compras para produtos e serviços resultantes de desenvolvimento e inovação tecnológica realizadas no Brasil (Poder de Compra Governamental)

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Sebrae/PR tem novo comando

O Conselho Deliberativo do Sebrae/PR elegeu nesta segunda-feira, dia 17, nova Diretoria Executiva. Vitor Roberto Tioqueta, que ocupava a Diretoria de Gestão e Produção, é o novo diretor-superintendente do Sebrae/PR, no lugar de Allan Marcelo de Campos Costa, que deixa a organização para dedicar-se à iniciativa privada.

Julio Cezar Agostini permanece como diretor de Operações do Sebrae/PR e José Gava Neto, que até então respondia como gerente de Programas Estaduais, assume como diretor de Gestão e Produção.
A eleição, seguida de posse, foi na sede do Sebrae/PR, em Curitiba, e contou com a presença de representantes das 13 entidades do Conselho Deliberativo do Sebrae/PR, um colegiado formado por segmentos do setor produtivo, instituições de crédito e poder público que dita diretrizes a serem seguidas pela Diretoria Executiva.

A escolha de Vitor Tioqueta, Julio Agostini e José Gava teve apoio unânime dos conselheiros do Sebrae/PR. João Paulo Koslovski, presidente do Conselho Deliberativo, destacou o nível de profissionalização do Sebrae/PR. “O Conselho Deliberativo está prestigiando, mais uma vez, profissionais da Casa, pessoas que de fato estão preparadas para assumir e para conduzir ações em favor do empreendedorismo e das micro e pequenas empresas, razão de o Sebrae existir.”

O novo diretor-superintendente do Sebrae/PR, Vitor Tioqueta, diz que o Projeto Sebrae 2022, que prepara a organização para daqui dez anos, quando completa 50 anos, será uma das prioridades da Diretoria Executiva. “Os pequenos negócios empregam mais que as médias e grandes empresas, geram renda e movimentam a economia. Por isso, merecem um tratamento especial. O Sebrae, parceiro das micro e pequenas empresas e especialista em pequenos negócios, deve evoluir junto. Precisa estar sempre atento e aparelhado para atender as necessidades de empresários e potenciais empresários.” Para o diretor-superintendente, as propostas, com foco em 2022, podem ser trabalhadas, concomitantemente, com outras ações e sempre em parceria com as entidades que compõem o Conselho Deliberativo.

Julio Cezar Agostini, que já ocupa há seis anos a função de diretor de Operações, entende que o papel do Sebrae/PR, e por consequente de sua Diretoria, é ajudar a tornar realidade o ‘sonho empreendedor’, das pessoas que desejam ser donas do próprio negócio, e fazer com que as micro e pequenas empresas sejam cada vez mais potencializadoras do desenvolvimento do Paraná e do Brasil, gerando mais riquezas para a sociedade. É necessário ainda oferecer, no seu entendimento, novas soluções para os pequenos negócios, que estão cada vez mais expostos à economia internacional.

Para o novo diretor de Gestão e Produção do Sebrae/PR, José Gava, o empreendedorismo e as micro e pequenas empresas não são mais os mesmos de dez anos atrás. “Hoje, os empreendedores estão mais de olho nas oportunidades, estão mais preparados, têm necessidades que precisam ser atendidas em tempo menor e de forma diferente, e isso, por consequência, exige mais de organizações como o Sebrae. Nossa responsabilidade aumenta à medida que o empreendedorismo se torna cada vez mais uma alternativa para a nova geração”, assinala Gava.

Despedida
Allan Marcelo de Campos Costa renunciou à Superintendência do Sebrae/PR, para dedicar-se à iniciativa privada e a projetos pessoais, depois de 20 anos de Casa, seis anos à frente da superintendência. Num discurso emocionado, logo após a eleição realizada na Sala do Conselho, em Curitiba, o ex-superintendente se despediu. “Saio com o coração partido, mas feliz do dever cumprido e certo que o SEBRAE/PR ficará em boas mãos, com profissionais competentes. Foi um orgulho desempenhar um papel tão relevante nesta instituição.” Allan Costa destacou o trabalho desenvolvido pelos colaboradores do SEBRAE/PR. “Quem faz as coisas acontecerem são as pessoas. Nosso time de consultores e credenciados não mediu esforços.”

Na gestão de Allan Costa – com Julio Agostini e Vitor Tioqueta, como diretores de Operações e Gestão e Produção, respectivamente -, a organização deu um salto no número de atendimentos, batendo por dois anos consecutivos, em 2011 e 2012, a marca de 100.000 empresas atendidas. Também houve avanço na qualidade dos serviços prestados. Os empreendedores atendidos em 2012, por exemplo, atribuíram nota 9,5 aos serviços prestados.

Foi na gestão de Allan Costa, como diretor-superintendente, que nasceu, em 2011, o Projeto Sebrae 2022. João Paulo Koslovski e Vitor Tioqueta entregaram uma placa de agradecimento em nome do Conselho Deliberativo do Sebrae/PR.

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Mercado paulista de Contact Center projeta crescimento em média de 20% de profissionais acima dos 40 anos até o final de 2013

O setor de serviços está aquecido e em constante desenvolvimento em São Paulo. A expansão deste segmento impacta na ascensão do mercado paulista de Contact Center, e consequentemente, na oferta de vagas. Como está faltando profissionais qualificados nesta área, a solução encontrada por muitas empresas é a contratação de colaboradores acima dos 40 anos. “A expectativa é que entre 2011 e 2013, a participação desta faixa etária apresente crescimento em média de 20% afirma Stan Braz, diretor presidente executivo do Sintelmark (Sindicato Paulista das Empresas de Telemarketing, Marketing Direto e Conexos).

“A experiência e maturidade destas pessoas e a necessidade de qualificação, e responsabilidade são os principais motivos desta busca pelas empresas”, ressalta Braz. O executivo ainda complementa “para este público, trabalhar significa que estão ativos, motivados e que realizam tarefas importantes no seu dia-a-dia”.

A Trade Call Service tem iniciativas para estes profissionais mais experientes “nós tivemos uma grata surpresa, porque constatamos que os mais velhos ouvem mais e, por isso, apreendem muito mais”, afirma Moracy das Dores – Consultor da empresa.

O executivo ainda acrescenta: “estes colaboradores não costumam faltar, nem costumam atrasar. Também constatamos que o turn over da empresa diminuiu em 75% e o comprometimento desses profissionais é bem maior, se comparado às novas gerações. Informamos que, atualmente, em todas as empresas que damos Consultoria de Implantação e/ou Reorganização de Contact Center, orientamos que se contratem profissionais com mais de 35 anos. Mas, de preferência, com mais de 45 anos, sem limite de idade máxima. Basta, em qualquer faixa etária, selecionar e treinar bem. Estamos comprovando que se um quadro de Teleoperadores for mesclado, com ‘jovens’ e ‘não tão jovens’, tendo a maioria de profissionais maduros, os resultados são excelentes, porque parece que nasce uma cumplicidade entre as gerações e, consequentemente, uma maior integração da Equipe”.

Somente no estado de São Paulo foram contabilizados em 2012, 356 mil profissionais atuam na área.

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Ministro anuncia medidas para desburocratizar o setor de rádio e TV

O ministro das Comunicações Paulo Bernardo anunciou nesta terça-feira, 11, um conjunto de medidas que simplificará a tramitação dos processos de radiodifusão. Em reunião realizada em Brasília e com a presença de representantes de rádio e televisão, Bernardo assinou a primeira das três portarias que beneficiam o setor.

A primeira delas entra em vigor já nesta quarta-feira, 12, com a sua publicação no Diário Oficial da União. As outras duas estão sendo preparadas pela Secretaria de Comunicação Eletrônica e deverão sair nos próximos dias.

De acordo com a portaria assinada nesta terça-feira pelo ministro, todas as emissoras de rádio e televisão que possuem outorgas, mas que dependem da aprovação do seu projeto técnico, poderão funcionar provisoriamente. Assim, geradoras, retransmissoras, rádios AM e FM estão autorizadas a operarem em caráter provisório até que se faça a completa análise dos processos. Segundo o ministério, a medida atinge cerca de 800 empresas nesta situação e diminui em até dois meses o tempo de espera para início de seu funcionamento.

Segundo a medida, fica autorizada a funcionar em caráter provisório a entidade que já tiver cumprido as seguintes condições: decreto legislativo publicado após deliberação do Congresso Nacional ou ato de outorga no caso de retransmissoras de televisão; contrato de concessão ou permissão celebrado com o Ministério das Comunicações, quando for o caso; e requerimento de aprovação dos locais de instalação e uso de equipamentos protocolado no Ministério das Comunicações.

Caso o ministério, durante a análise do requerimento da aprovação dos locais de instalação e de uso de equipamentos verifique que o projeto técnico apresentado não atende às exigências das normas em vigor ou contenha falhas ou incorreções, a autorização para funcionamento em caráter provisório fica automaticamente revogada.

O presidente da Abert, Daniel Slaviero, destacou o trabalho do ministro Paulo Bernardo para “descentralizar e desburocratizar a gestão no Minicom”.

RETRANSMISSORAS – Outra medida beneficia cerca de cinco mil retransmissoras que funcionam sem registro do ministério. O Minicom realizará um mutirão para regularizá-las, começando pelos estados de Minas Gerais (Julho), Bahia (Agosto) e Paraná (Setembro). Os mutirões nos estados serão realizados nas primeiras e últimas semanas de cada mês e até o fim do ano deve atender a todos os estados, segundo o ministro.

Os critérios usados para definir a ordem dos estados atendidos são: quantidade de demandas por outorgas, disponibilidade no espectro e população atingida. “Normalmente, são estações implantadas pelas prefeituras locais, com o intuito de atender as suas populações, portanto, sem caráter comercial”, explicou o ministro Paulo Bernardo. A ideia é regularizar essas retransmissoras para evitar que sejam lacradas pela Anatel.

Outra medida transfere para a Anatel a competência de analisar e autorizar pedidos de colocação de link por um radiodifusor que passa a ser considerado serviço de telecomunicações de interesse restrito. A colocação de link se enquadra na outorga de um Serviço Auxiliar de Radiodifusão e Correlatos (SARC). A portaria deverá fixar em R$ 400 como valor de outorga de SARC.

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Computadores ficaram 61% mais baratos nos últimos 10 anos

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a taxa oficial de inflação no Brasil, contabiliza um aumento de 81,04% no custo de vida dos brasileiros nos últimos 10 anos². Os computadores, entretanto, puxados por iniciativas públicas e privadas, teve uma das maiores quedas de preço entre os eletroeletrônicos na última década, com o preço médio caindo em 61,32%.
De uma forma geral, os eletroeletrônicos – TV, som e informática – foram uma das categorias com maior queda no preço na última década – 52,62% de decréscimo na média. O computador fica ainda abaixo desse índice, graças a uma série de fatores que incluem a isenção de impostos sobre os produtos de informática; aumento da fabricação local de componentes; queda do dólar; aquecimento da economia local e o próprio aumento da escala do mercado brasileiro, que hoje disputa as primeiras posições mundiais em consumo de PCs.
Como base de comparação no mesmo período, o preço do carro novo teve um aumento de 6,23% no mesmo período. Mesmo com aumento no volume de vendas e queda no IPI (Imposto sobre Produto Industrializado). “A queda de preço do computador, aliado à maior diversificação dos produtos no mercado brasileiro e um esforço conjunto de todo o ecossistema tornaram o projeto de inclusão digital do Brasil um estrondoso sucesso – nunca o computador foi tão acessível para as camadas mais baixas da população”, comentou Fernando Martins, presidente da Intel Brasil. “Dez anos atrás, ter um computador em casa era o sonho de muitas famílias na classe C. Hoje, este sonho nunca esteve tão próximo da realidade.”

A queda no preço significa que até mesmo computadores com a mais recente tecnologia estão disponíveis a um preço acessível para a população. Enquanto em 2003 um computador com configuração básica, equipado com processador Intel Celeron de 1.3 GHz, 128 MB de memória e sistema operacional Windows XP, custava entre R$ 1.890 a R$ 2.300 no grande varejo, atualmente já é possível adquirir computadores modernos, com tela sensível ao toque e o novo sistema operacional Windows 8 por preços que começam a partir de R$ 1.300,00.
Segundo Fernando Martins, presidente da Intel Brasil, essa drástica redução no preço dos computadores é possível porque com o aumento do número de pessoas com renda para consumir tecnologia, é possível reduzir o preço ao consumidor. “Atualmente, o consumo de produtos eletrônicos e de tecnologia crescem no Brasil porque estão bem no alto da lista de prioridades de consumo das famílias”, afirma o presidente.

Acumulado jan 2003 a abril 2013

Índice geral 81,05%

TV, som e informática -52,62%
Microcomputador -61,32%
Veículo próprio 27,67%
Automóvel novo 6,23%
Compra de automóvel usado -18,58%

*fonte: IBGE

Mais acessibilidade atrai as classes C e D

Em pesquisa recente realizada pela Intel famílias das classes ABCD em que as pessoas já utilizam computadores, seja no trabalho, em LAN Houses, ou na casa de familiares e amigos – 24% das famílias ainda não possuem computador . Para essas famílias, o computador é a compra mais adequada por atender de forma completa às necessidades de todos os membros da família.

Entre essas famílias que ainda não possuem computador em casa, 46% pretendem comprar um dentro de 18 meses. Dessas, 52% consideram comprar um notebook e 48% consideram a compra de um desktop; enquanto apenas 8% pensam no tablet como o primeiro dispositivo computacional e 5% consideram a compra de um smartphone.

O computador figura como prioridade nas compras de eletrônicos dessas famílias, e seis em cada dez entrevistados declararam sua intenção de comprar um computador ainda em 2013.“O que torna o computador atraente para as famílias na classe C e D não é somente o preço, que nunca esteve tão acessível, mas também a capacidade do computador de mudar a realidade das famílias, por meio do acesso à informação, educação, lazer e cultura”, afirmou Fernando Martins. “O investimento realizado em um computador retorna de muitas maneiras, tornando a compra uma prioridade para o brasileiro médio.”

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PayPal investe na qualidade de atendimento para conquistar consumidor brasileiro

O mercado de sistemas de pagamentos no Brasil é um dos mais concorridos do mundo. A disputa por atrair e reter os novos e-consumidores do país é um dos principais desafios dos players para garantir o crescimento do volume de negócios online. Apostando na satisfação dos consumidores como a melhor forma de vencer neste mercado, o PayPal, líder mundial em pagamentos online, tem realizado uma série de investimentos para criar a melhor experiência de pagamentos pela Internet para seus clientes.

Entre os investimentos estão uma central de atendimento com 150 pessoas dedicadas à resolução de problemas e dúvidas dos consumidores, e que agora passa a funcionar em horário ampliado, de segunda a domingo, entre 08h e 22h. “O PayPal já era o único entre os principais sistemas de pagamento que oferecia atendimento por telefone aos consumidores, e agora amplia ainda mais sua capacidade de suportar nossos clientes e parceiros com um horário estendido de atendimento”, afirma Fernando Pantaleão, diretor geral do PayPal no Brasil.

A equipe de atendimento também monitora de forma ativa as dúvidas de usuários nas principais redes sociais, e conta com um aplicativo de atendimento disponível diretamente em sua fanpage no Facebook. Hoje, o PayPal tem mais de 440 mil seguidores em sua página brasileira da rede social.

Toda esta preocupação com o auxílio aos consumidores tem gerado frutos. “Temos prazos agressivos de resposta e resolução de problemas dos consumidores, o que se reflete, por exemplo, em um alto índice de avaliação no Reclame Aqui e baixo nível de reclamações no Procon”, explica Pantaleão.

Em outra frente, o PayPal também está aperfeiçoando seu programa de proteção ao consumidor para compras realizadas no Brasil e no exterior. Mais completo, o consumidor pode abrir uma disputa para ter seu pagamento devolvido não apenas caso não receba o produto adquirido, mas também se o que for enviado não estiver de acordo com a descrição realizada pelo vendedor.

“Nossa preocupação é oferecer a melhor experiência possível aos nossos usuários, antes, durante a após a utilização do nosso serviço, aumentando os índices de satisfação, recompra e retenção dos nossos clientes”, finaliza o executivo.

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IDC: mais de 14 milhões de aparelhos celulares vendidos no primeiro trimestre de 2013 no Brasil

De acordo com estudo realizado pela IDC, líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações, o mercado brasileiro de telefones celulares atingiu a marca de 14,1 milhões de aparelhos vendidos no primeiro trimestre de 2013, o que significa um crescimento de 15% em relação ao mesmo período de 2012.

Do total de aparelhos vendidos durante o primeiro trimestre de 2013, 5,4 milhões são smartphones e 8,7 milhões são feature phones. “O bom resultado alcançado no trimestre é atribuído a fatores como o aumento do mix de produtos por parte dos principais fabricantes que, atentos aos mercados emergentes, começaram a oferecer aparelhos voltados para diversos bolsos e necessidades, acelerando a competição entre eles e gerando uma redução de preço para o consumidor final”, diz Leonardo Munin, analista de mercado da IDC Brasil.

O estudo da IDC mostrou que o preço médio do smartphone passou de US$439 no primeiro trimestre de 2012, para US$384 no primeiro trimestre de 2013. “Vale lembrar que no primeiro trimestre de 2013 ainda não estava em vigor a ‘MP do Bem’ para smartphones”, reforça o analista da IDC, completando que a medida deverá reduzir os preços destes dispositivos em até R$199. Na média, a redução será de R$69”.

Além do movimento crescente de vendas através do varejo físico e on-line apresentado durante os últimos períodos de análises, o primeiro trimestre de 2013 também ficou marcado pela retomada de compra de aparelhos por parte das operadoras junto aos fabricantes. Esse segmento representou 50% das vendas nos últimos três meses do ano passado, saltando para 60% no primeiro trimestre de 2013.

Já em abril de 2013, o estudo mostrou que o mercado de celulares no Brasil apresentou um crescimento de 5% frente a março de 2013, alcançando a marca de 5.8 milhões de unidades vendidas neste período. “Esse crescimento ocorreu devido ao abastecimento de produtos por parte dos fabricantes aos seus canais de vendas, visando às vendas do dia das mães em maio”, afirma Munin. Do total de 5.8 milhões de aparelhos, 48% foram smartphones, e 52% foram feature phones.

Até o fim do ano, a IDC espera que sejam comercializados pouco mais 28 milhões de celularesinteligentes no Brasil, o que representaria 45% de penetração de mercado para este tipo de aparelho e um crescimento de 79% frente ao ano de 2012.

No mundo

No cenário mundial, a venda de smartphones também é positiva. De acordo com a IDC, a expectativa é que os dispositivos inteligentes representem mais de 52% do mercado de celulares em 2013. Em 2012, esse tipo de aparelho tinha menos de 42% de penetração. Ainda segundo a consultoria, mais de 950 milhões de smartphones devem ser vendidos este ano, o que representaria um crescimento de 33% frente ao ano passado.

“Podemos dizer que os motivos desse crescimento em todo o mundo começam pela queda nos custos, passando pela melhoria na qualidade dos produtos e ofertas de serviços das operadoras. Mas, principalmente, porque os smartphones são vistos e utilizados em países emergentes como a primeira opção de computação, muito em função de seu menor preço, se comparado com outros dispositivos com funções semelhantes”, acredita o analista.

O estudo da IDC concluiu ainda que os países emergentes tem sido, e continuarão sendo, peças fundamentais para esse forte crescimento das vendas de smartphones. “Em 2013 os países emergentes devem fechar o ano representando 65% das vendas dos celulares inteligentes no mundo, um crescimento de 45% frente a 2012, e praticando um preço médio de U$307. Já os países desenvolvidos devem fechar o ano com um crescimento de 14% frente a 2012, com o smartphone com um preço médio de US$491”, conclui.

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Luís Mário Luchetta fala sobre importância da Assespro

Em uma entrevista para o programa de tv Valor Agregado, o presidente nacional da Assespro Luís Mário Luchetta fala sobre o papel da entidade na representação do setor de tecnologia da informação. Ele também conta como surgiram os Arranjos Produtivos Locais de Software do Paraná, considerados grandes exemplos de associativismo para outras regiões do Brasil. Acompanhe o vídeo:

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Cresce 300% o número de CEOs mulheres no Brasil

A quantidade de mulheres ocupando o posto de CEO no Brasil cresceu consideravelmente no último ano, segundo o International Business Report 2013 (IBR). Os dados revelam que, em 2013, 14% das mulheres em cargos de liderança são CEOs, 300% acima do registrado no ano passado, quando apenas 3% possuíam essa posição. A movimentação no mundo mostrou a mesma tendência. Globalmente 14% das mulheres são CEOs atualmente, ante 9% apurado em 2012. A pesquisa foi feita com 12.500 empresas em 44 economias. No Brasil foram pesquisadas 300 empresas.

O País com maior número de CEOs mulheres é Tailândia (49%), seguida pela Dinamarca (45%), Alemanha (40%), Latvia (38%), Estônia (30%) e Itália (29%). Na contramão, aparecem Reino Unido, Polônia, Hong Kong e Índia (todos com 4%).
De acordo com o IBR, no Brasil apenas 23% das mulheres ocupam cargos de liderança, percentual semelhante ao resultado global (24%) e menor (3 p.p) do apresentado no passado.

Apenas 14% das companhias pesquisas revelaram ter planos específicos para contratar ou promover mulheres para cargos de liderança nos próximos 12 meses. Além disso, 33% disseram não ter nenhuma mulher em posição de liderança.
“Na prática ainda é um dilema a mulher assumir cargos de liderança, tendo em vista seu perfil multitarefas. O mercado ainda exige que as mulheres tenham um perfil masculino para chegar lá. No entanto as mulheres estão correndo atrás e buscando se aperfeiçoar cada vez mais para galgar melhores colocações dentro das empresas.”, diz Ana Claudia Oliveira, sócia da Grant Thornton Brasil.

Dentre as que estão no alto escalão no País, grande parte ocupa cargos em Recursos Humanos (32%) e como diretora de vendas e Chief Finance Officer (CFO) (ambos com 27%). A pesquisa mostrou também que apenas 13% de mulheres ocupam posição no conselho das empresas brasileiras. Ainda sim, 57% apoiam a introdução de quotas em grandes companhias abertas para participação de mulheres nos boards.

Globalmente, o setor de saúde é o que possui maior percentual de mulheres em posição de liderança (45%), seguido pelo de educação e serviços sociais (44%) e hospitalidade (41%). Os segmentos de construção e imobiliário e mineração são os que menos possuem mulheres liderando (ambos com 19%).

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Serviços de TI: Brasil movimentou US$ 26,8 bilhões em 2012

A IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, consultoria e eventos nos mercados de Tecnologia da Informação e Telecomunicações, acaba de concluir seu relatório executivo sobre o mercado de serviços de TI no Brasil em 2012. Os dados consolidados do ano revelam um crescimento de 8,4% em relação a 2011, com uma receita total de R$ 26,8 bilhões. O segmento de serviços já corresponde a 26% do mercado de TI, posicionando o Brasil como o mercado mais maduro entre os países emergentes – na Índia, os serviços são 22% do mercado de TI, na Rússia, 19% e na China, 10%.

“Historicamente, o mercado de serviços de TI apresenta índices anuais de crescimento que correspondem ao dobro ou triplo da variação do PIB no mesmo período. Em 2012 esse mercado descolou positivamente, crescendo nove vezes mais do que o PIB”, destaca Anderson Figueiredo, gerente de pesquisa e consultoria da IDC Brasil. Segundo ele, o bom desempenho da linha de negócios de Outsourcing, cujo market share chegou a 37,3%, com crescimento de 12,2% em relação a 2011, é outro indicador importante da maturidade do mercado brasileiro.

Os segmentos de Integração e Desenvolvimento, com 27,1%, e Implementação e Suporte, com 22%, também continuam muito representativos, mas apresentaram crescimento menor – 7,3% e 4,5%, respectivamente. Já o segmento de Consultoria, com 10,9% de participação de mercado, também cresceu acima da média geral – 9,3%.

Entre os mercados verticais, quem mais comprou serviços foram os setores de Finanças (28,7% do total), Manufatura (19,3%), Telecom (16,3%), Governo (8,1%) e Serviços (7,9%). Este último cresceu 13,4% em 2012, atingindo praticamente o mesmo patamar do Governo. O setor de Comércio ainda tem uma participação menor no mercado, mas apresentou o maior crescimento em 2012 (16,9%).

Embora as grandes empresas respondam por 64,1% do mercado, as pequenas e médias vêm comprando mais e apresentaram as taxas de crescimento mais altas em 2012 – 9,6% as pequenas, e 9,4%% as médias.
“Os setores de serviço e comércio concentram as pequenas e médias empresas, e assim os dados que indicam as maiores taxas de crescimento em relação a mercados verticais e porte das empresas que compram serviços são convergentes”, analisa Figueiredo. “O mesmo movimento de mudança de classe social entre as pessoas físicas está acontecendo entre as empresas, e assim as microempresas viram pequenas empresas e passam a consumir serviços”, conclui.

O estudo IDC Brazil IT Services Tracker é realizado com base em metodologias de pesquisa usadas mundialmente pela companhia e informações levantadas junto a diversas fontes, entre elas executivos de aproximadamente 80 das maiores empresas prestadoras de serviços de TI no país, que respondem por mais de 75% da receita total deste mercado.

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Brasil lidera o número de sites infectados por códigos maliciosos em JavaScript na América Latina

Ao analisar as principais ameaças virtuais que infectaram os sites da América Latina desde meados de maio, os pesquisadores da ESET – fornecedora de soluções para segurança da informação – identificaram que 82% dos sites infectados na região estão em JavaScript. Ainda segundo o relatório, o Brasil lidera esse tipo de ataque na América Latina, com 52% do total de sites infectados na região.

O JavaScript é uma linguagem de programação que nasceu para permitir a inserção de conteúdos dinâmicos em páginas web. Essa linguagem permite que se execute o código diretamente no navegador do usuário e tornou-se extremamente popular no mercado. Com isso, malwares que se propagam por meio desse tipo de código têm potencial de afetar um grande número de internautas.

Os pesquisadores da ESET apontam que as ameaças disseminadas por meio do JavaScript têm objetivos distintos: obter as credenciais de acesso dos usuários a determinados sites, roubar senhas diversas, capturar informações, entre outros. E os cibercriminosos disseminam os ataques tanto com a criação de sites próprios com o código malicioso quanto inserindo scripts em sites de terceiros e que exploram a vulnerabilidade XSS.

Abaixo, segue a lista de países infectados por malwares em JavaScript, identificadas pelos pesquisadores da ESET na América Latina:

“Esse relatório serve de alerta para os internautas brasileiros, que precisam redobrar os cuidados com a navegação na internet”, ressalta Camillo Di Jorge, Country Manager da ESET Brasil. “Para evitar esse tipo de ataque é recomendável ter uma solução proativa de segurança instalada no computador e atualizar todas as aplicações de terceiros usadas como Java que podem ter vulnerabilidades”, complementa.

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Cloud Computing é “questão de tempo” para empresas de TI

A Celepar – Companhia Paranaense de Tecnologia da Informação e Comunicação sediou o Seminário Computação em Nuvem no Brasil: Aspectos Técnicos e Regulatórios. O evento reuniu empresários, técnicos e acadêmicos, que acompanharam um debate de especialistas e uma palestra de Raimundo Nonato da Costa, diretor nacional de tecnologia para o setor público da Microsoft Brasil. O presidente da Assespro-PR Sandro Molés da Silva ressaltou que trabalhar na nuvem é “questão de tempo” para as empresas de TI brasileiras. Acompanhe a reportagem do programa de tv Valor Agregado e uma entrevista especial com o palestrante.

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