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Bots e APIs: o mundo é pequeno demais para os dois?

Por Luiz Piovesana, gerente de marketing da Sensedia

Lembra-se quando, há uns seis ou sete anos, você poderia testar sua conexão e configuração de áudio no Skype fazendo uma chamada com a Echo, a “assistente amigável”?

Em 2009, isso certamente chamou a minha atenção. Afinal, era um sistema automático, focado em te ajudar a resolver um problema de configuração no software. Nada de menus ou páginas de FAQ. Naqueles dias, parecia incrivelmente simples: uma ideia que poderia ser copiada!

Ao longo dos anos, a preocupação dos times em design cresceu muito, puxada por um cuidado cada vez maior com a experiência do usuário, dando poder a quem está usando – e não a quem está criando. Em 2009, quando o parâmetro de design ainda se limitava primariamente à interface visual, um assistente como a Echo (que não tinha nem cara, apenas uma voz) era o próximo passo natural.

Felizmente, a Internet evoluiu. Design é obrigação nos produtos de hoje. E enquanto a Echo ainda não tem cara, outros assistentes amigáveis se tornaram muito mais inteligentes, charmosos e interessantes. Temos a Siri da Apple, a Cortana da Microsoft e o assistente do Google, lançado esse ano. Mas o que realmente são esses assistentes? Eles realmente compõem alguma “classe” de softwares? O que eles têm em comum? Ou, dando um passo atrás, de onde vieram e por que se tornaram importantes?

Em linhas gerais, um bot é apenas um software que realiza a função de ser uma interface entre um software ou sistema e o usuário humano. Isso é, da mesma forma que menus, botões e telas são importantes em qualquer sistema user-friendly, um bot usa linguagem natural humana, ajudando o usuário a navegar e tirar o máximo proveito de um software.

É como se aqueles wizards de instalação e tour pelas funcionalidades tomassem “vida” e te mostrassem as funcionalidades de um produto, tirando suas dúvidas e conversando como se fosse alguém do time de suporte. É por isso que eles são uma feature de design.

E essa tendência cresceu tanto em 2016 porque chegamos ao momento da história em que a tecnologia permite isso em larga escala. Hoje, há sistemas de fácil implementação que oferecem funcionalidades de Inteligência Artificial e Aprendizado de Máquina, tudo via API. Isso é, qualquer programador que está lançando um software, e quer implementar um bot poderá fazê-lo com muito menos dificuldade do que ocorria há dois ou três anos.

Mas não se empolgue, nem se assuste: bots não são inteligentes, eles apenas se fazem parecer. Os robôs não estão vindo para nos dominar.

Mas talvez os bots estejam vindo para dominar as APIs.

Um novo paradigma: bots sobrepujam as APIs

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Se a dominação do mundo pelas máquinas está começando com uma “guerra civil” entre bots e APIs, é bom que nós humanos façamos uma análise cuidadosa da situação.

Afinal, os últimos anos têm mostrado um crescimento espantoso das APIs. E a tendência dos bots se expandiu de forma tão consistente que grandes veículos de mídia (como o Venture Beat) já decretaram o fim das APIs.

Calma, lá! Não acredito que o mundo seja assim tão pequeno para os dois. Vamos entender o motivo.

Em primeiro lugar, os bots receberam atenção da mídia com o lançamento de alguns produtos de grandes empresas. Como as já citadas Apple, Microsoft e Google, também vimos movimentações da Amazon com seu assistente doméstico (curiosamente nomeado Echo) e do Facebook. Não custa também comentar do Slack, que além de app para comunicação, não deixa de ser uma plataforma para desenvolvimento de bots.

Essas grandes empresas continuam planejando ações em torno da melhoria de suas interfaces e do design de seus produtos. Algo que elas sempre fizeram. Particularmente, a Apple sempre deu grande valor a isso, e não é coincidência que seu assistente foi um dos primeiros.

O segundo ponto é considerar que os bots são realmente úteis. Um assistente automático, que pode gerenciar tanto as funções de front-end, ajudando diretamente usuários, quanto de back-end, alterando configurações, coletando dados e aprendendo a ser melhor enquanto faz isso, é como se fosse o funcionário perfeito. E não reclama de nada!

Pensando por dois minutos e vendo os bots já criados, há diversos aspectos do dia a dia que podem ser impactados por uma tecnologia como essa:

● Suporte a serviços;

● Chats e apps de mensagem instantânea (Google Allo é a maior novidade, apesar de não ter tido um resultado tão bacana);

● Compras;

● Os já “quase populares” assistentes pessoais.

Quem pode colocar um bot em seu software provavelmente já está pensando em uma melhoria de médio a longo prazo. Um investimento real: os bots tornam-se um ativo para as empresas que os criam.

Terceiro lugar: os bots podem se comunicar entre si, possibilitando integrações ad hoc. Aqui a situação começa a ficar mais cabeluda (para as APIs).

Por exemplo, se eu pedir que meu assistente pessoal me diga os resultados das eleições no Zimbábue, talvez ele não tenha essa informação disponível de imediato, mas possa entrar em contato com outro bot que dá informações políticas sobre países africanos.

Outro exemplo menos mirabolante: um bot de assistência financeira criado por um banco, que entra em contato com os bots de diversos serviços, pedindo notas fiscais e outros documentos.

Assim, os bots poderiam reduzir a quantidade de padrões e complexidade em entender problemas, tanto para humanos quanto para outros bots, usando uma linguagem neutra. Instruções de integração com outras APIs e bots, escritas em inglês (ou outro idioma) serviriam tanto para humanos quanto bots.

Desse ponto de vista, fica bem claro que em termos de capacidade funcional, os bots compõem um conjunto que engloba as APIs. Em outras palavras, eles podem fazer tudo que as APIs fazem, e muito mais. Talvez até de forma automática e com menos intervenção humana.

Will Smith não gostava de robôs

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No filme Eu, Robô, o personagem de Will Smith não gostava dos robôs. Ele desconfiava fortemente de todas as suas ações e das palavras proferidas por eles, mesmo que em tese, não pudessem mentir.

E o que nós devemos sentir sobre os bots?

Bom, mesmo com todas as vantagens, realmente não acho que faz sentido colocar um fim nas APIs por conta da nova tendência. Trata-se sim de uma nova forma de integrar sistemas, talvez com capacidade de gerar inovações inexploradas para o mercado de APIs.

Dependendo de como as integrações forem feitas na prática pelos bots, é bem possível que as APIs continuem tendo exatamente o mesmo papel que tem. E os bots seriam uma evolução natural. Aquela camada de interface que não havia antes, e que passa a ser tão útil e necessária quanto são as telas intuitivas e os menus customizáveis hoje em dia.

Os bots aumentam as chances de aquecer a questão de integrações entre softwares e colocar o cliente (usuário direto ou indireto das integrações) como pilar central nessa nova economia. Uma vez que temos ainda mais preocupação com as necessidades e dores de nossos clientes, os bots poderão auxiliá-los na jornada dentro dos novos softwares.

Outro ponto ainda é o tipo e volume de dados trocados com essas integrações. Os assistentes que temos hoje em dia possuem uma série de serviços integrados – adivinhe – ponto a ponto. Isso é, a equipe do Google não ensinou seu assistente a fazer nada. Os bots ainda não estão aprendendo nada. A maioria dos bots comerciais como os do Slack e Telegram ainda não usam Machine Learning. Apesar de ser possível construir bots inteligentes, eles ainda são incomuns. O Google possui acesso aos dados do Google (busca, mapas, recomendações, tradução), além de algumas outras APIs externas. Com um polimento de linguagem natural humana, o bot pode fazer bastante coisa para os usuários. Mas ele aparenta ser mais do que realmente é.

Em termos das integrações bem estabelecidas, aquelas essenciais a um determinado negócio provavelmente receberão um carinho maior dos times de desenvolvimento, via APIs, como é hoje e dificilmente mudará. Já os bots podem acabar coletando informações pontuais e sugerindo novas possíveis integrações a partir de pedidos frequentes dos clientes.

Então, até que o atual paradigma de desenvolvimento e integração de software fique obsoleto, e até que comecemos a ver os bots agindo e aprendendo de fato, as APIs continuam como estão. Menos especulação e mais fatos, por favor!

E prever isso não é nenhum exagero: mesmo que os bots estejam crescendo, as APIs passaram a ganhar mais evidência em estratégias de negócios, e até agora não demonstraram nenhum sinal de queda.

A morte das APIs?

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Hoje, as APIs ocupam o espaço vago entre diferentes softwares. É claro que que se uma aplicação X está integrada com uma Y, então elas juntas podem oferecer vantagens que somente X e Y sozinhas não poderiam. Logo, se integrar é bom, APIs são ótimas!

Porém, nem sempre isso é fácil. E fazer integrações pontuais (escolhendo alguns parceiros para integrar, mas impossibilitando a inovação aberta) tem inúmeras vantagens, mas também alguns gargalos.

Afinal, integrar dois softwares é algo que demanda um certo nível de planejamento, estudo das APIs e implementação das integrações em si. Também é necessário ficar atento a mudanças nas APIs dos serviços, já que isso pode exigir que integrações sejam refeitas.

Em um mundo de bots inteligentes, as necessidades do parágrafo anterior podem sumir. Se um dado serviço ainda não é integrado, pode ser uma barreira de entrada para novos clientes, ou uma vantagem competitiva da concorrência. Os bots detectaram um aumento na quantidade de clientes pedindo pela integração Z? Então ela pode ser feita em back-end, por um “bot programador”, e voilá! Adeus integrações pontuais.

Além disso, alterações nas APIs já integradas podem ser mais facilmente corrigidas pelos bots, dependendo do tipo de alteração e de como a sua comunicação é feita. Até no caso em que os serviços não tenham API, mas bots capazes de reagir a estímulos externos, será possível trocar dados relevantes.

Talvez isso mude até a forma como encaramos a criação de APIs. Ao invés de uma ferramenta desenhada para implementação por um programador, elas podem ser simplificadas para serem acessadas por bots que falam linguagem humana. Pode ser uma redefinição do paradigma anterior.

Ou seja, a API deixa de ser central na questão de integrações, e passa a ser uma das alternativas possíveis, uma entre outras opções. Mesmo um bot sendo bem mais complexo de implementar, o ganho em eficiência, eficácia e flexibilidade pode compensar.

Talvez não das APIs, mas e o fim das apps?

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Outra previsão – na minha opinião, menos exagerada – é a de que os bots significarão o fim das aplicações. Hoje, temos um combo poderoso, em forma de sistema operacional e aplicações instaladas. Isso cria “estações particulares”, em que cada smartphone e desktop no mundo é diferente de todos os outros. Quase como uma impressão digital, as apps que você instalou no seu celular o diferenciam de 99,9% dos celulares da mesma marca e modelo.

Em boa parte, essa tendência está acompanhada dos web apps, acessíveis diretamente pelo seu navegador. Assim, mesmo um computador que tenha apenas um web browser instalado pode fazer muito.

E mesmo que tudo que sabemos sobre os bots não dê em nada, os downloads de apps estão diminuindo mês a mês. E a frequência de uso de apenas alguns apps, todos os dias, só aumenta. Pense bem: quantos apps você abre por dia?

Por outro lado, se o futuro dos bots realmente se concretizar, teremos uma lógica ainda mais flexível, levando a computação pessoal para o ponto em que cada pessoa no mundo interage com a Internet e seus dispositivos através de um (seu assistente pessoal) ou vários bots.

E de uma forma ou de outra, isso amarra a nossa discussão nesse artigo: no começo dele, citei os bots que estão em evidência. Siri, Cortana, Echo, Allo.

Não me parece coincidência que os maiores desenvolvedores de apps dos dias atuais são aqueles que mais estão investindo em seus setores de inteligência artificial para criação de bots cada vez mais úteis. A IBM tem feito coisas incríveis, sendo uma das mais recentes o trailer de um filme de terror completamente editado pelo IBM Watson. E o supercomputador conseguiu capturar muito bem a sensação de medo!

O que veremos nos próximos três ou cinco anos é imprevisível. Creio que as APIs continuarão crescendo, mas pode ser que a experiência de usuário mude muito. E pode ser que sua próxima experiência não seja nas telas de uma aplicação, mas sim conversando com um bot.

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Abandonar o dinheiro acrescentaria US$ 3,7 tri ao PIB dos países emergentes

Trocar o dinheiro pelos serviços financeiros digitais pode elevar o PIB dos países emergentes em 3,7 trilhões de dólares (quase 12 trilhões de reais) até 2025. Somente a economia brasileira ganharia 152 bilhões de dólares (ou 491 bilhões de reais) no período, caso o país adotasse mais ferramentas digitais para pagamentos, concessão de empréstimos, seguros, poupança e outros serviços bancários. Os dados são de estudo recente do McKinsey Global Institute (MGI) sobre finanças digitais.

De acordo com o levantamento, 2 bilhões de pessoas em todo o mundo não possuem conta bancária – mais da metade, mulheres. A digitalização dos serviços ajudaria a incluir no sistema financeiro 1,6 bilhão de pessoas, beneficiando sobretudo as mulheres pobres. Em países emergentes, elas têm 20% menos chances de possuir uma conta do que os homens, segundo o estudo.

No Brasil, 32% da população adulta não têm conta bancária. “Sistemas obsoletos fazem com que, nos países em desenvolvimento, as instituições financeiras sirvam principalmente os indivíduos mais ricos, grandes negócios e instituições públicas que movimentam grandes quantias de dinheiro”, diz o relatório do MGI. Outro dado positivo da digitalização dos processos é o combate à corrupção, uma vez que as transações em dinheiro são mais difíceis de serem rastreadas.

Como resultado, 200 milhões de pequenas empresas ficam sem acesso a crédito, por exemplo. Uma vez que o crescimento econômico está associado à geração de empregos, o levantamento aponta que 95 milhões de vagas formais de trabalho poderiam ser criadas nesse cenário.

Os países de menor renda, como Etiópia, Índia e Nigéria têm o maior potencial, com a oportunidade de adicionar 10 a 12% ao seu PIB. O Paquistão tem um potencial de PIB um pouco menor, com 7%. Os países de renda média como o Brasil, a China e o México poderiam somar de 4% a 5% do PIB – ainda um aumento substancial. O estudo leva em conta tanto a maior adoção de aplicações digitais por bancos ou corretoras quanto as chamadas fintechs, empresas financeiras totalmente baseadas no mundo digital – e que oferecem, portanto, custos menores.

Ainda segundo o estudo, para que essa evolução ocorra, é preciso investir em uma infraestrutura digital abrangente. Para alcançar esse potencial, os governos devem criar “regulamentações de serviços financeiros proporcionais aos riscos” e ambientes que promovam “ambientes digitais generalizados”, diz o relatório.

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BMW Group, Intel e Mobileye terão veículos autônomos em teste nas ruas no segundo semestre de 2017

BMW Group, Intel e Mobileye anunciaram hoje, durante a CES 2017, que uma frota de aproximadamente 40 veículos autônomos da BMW estará nas ruas até o segundo semestre de 2017, demonstrando os significativos avanços alcançados pelas três empresas rumo à condução totalmente autônoma. As empresas ainda explicaram que o BMW Série 7 empregará tecnologias de ponta de Intel e Mobileye durante os testes globais, começando nos EUA e Europa.

Este anúncio é continuidade da parceria que foi anunciada em julho do ano passado. As empresas desenvolveram uma arquitetura escalável que pode ser adotada por outros desenvolvedores automotivos e fabricantes de carros para realizar projetos em estado da arte e criar marcas diferenciadas. As ofertas variam dos principais módulos individuais integrados à uma completa solução fim a fim que fornece uma ampla gama de experiências diferenciadas para os consumidores.

“Transformar a condução autônoma em realidade é a ambição compartilhada por trás da nossa cooperação com Intel e Mobileye. Esta parceria conta com todas as habilidades e talentos necessários para superar os enormes desafios tecnológicos que teremos pela frente, bem como para a comercialização de veículos autoconduzidos. Por isso, já estamos pensando em termos de escalabilidade e em dar as boas-vindas para outras empresas – fabricantes, fornecedores ou empresas de tecnologia – para participar e contribuir para a nossa plataforma autônoma. Este ano, a nossa frota de veículos já testará esta tecnologia conjunta globalmente sob condições reais de trânsito. Este é um significativo passo adiante rumo ao lançamento do BMW iNEXT em 2021, que será o primeiro veículo totalmente autônomo do BMW Group”, declarou Klaus Fröhlich, Membro do Conselho Administrativo do BMW AG para Desenvolvimento.

“Do ponto de vista da indústria, já observamos economia, com o compartilhamento de custos, e produtividade com a aceleração do desenvolvimento de uma plataforma completamente autônoma. O sistema automotivo na nuvem terá um comportamento consistente e previsível e está validado para o mais alto nível de segurança”, disse o CEO da Intel, Brian Krzanich. “É por isso que esta parceria está inovando. Criamos uma equipe dedicada com objetivos claros e compartilhados, além de uma cultura de inovação, agilidade e responsabilidade”.

“Ao longo dos últimos seis meses, tivemos um ótimo progresso no projeto de uma solução em estado da arte para a condução autônoma tanto em estradas, quanto em áreas urbanas. A solução foi definida de uma maneira escalável para permitir que os fabricantes de carros afiliados atendam seus requisitos únicos”, disse o Cofundador, Chairman e CTO da Mobileye, o Professor Amnon Shashua.

Como parte dessa parceria, o BMW Group será responsável pelo controle e dinâmica da condução e avaliação da segurança funcional geral, incluindo a configuração de um mecanismo de simulação de alto desempenho, a integração geral de componentes, a produção de protótipos e, eventualmente, a ampliação da plataforma por meio dos parceiros de implantação.

A Intel traz para esta parceria elementos da computação de alto desempenho que abrangem do veículo ao data center. A recém lançada solução Intel® GO™ para a condução autônoma oferece processador e tecnologias FPGA de classe mundial para o equilíbrio mais eficiente de desempenho e poder, ao mesmo tempo em que atende os exigentes requisitos de temperatura e segurança da indústria automotiva. Dentro do carro, a solução Intel GO oferece uma plataforma computacional e de desenvolvimento escalável para funções críticas, incluindo união de sensores, política de condução, modelagem do ambiente, planejamento do caminho e tomada de decisões. No data center, a Intel GO oferece uma ampla gama de tecnologias que variam dos processadores de alto desempenho Intel® Xeon® aos FPGAs Intel® Arria® 10, aos Intel® Solid State Drives e à plataforma Intel® Nervana™ para inteligência artificial, que fornece um mecanismo poderoso, treinamento em aprendizagem profunda e a infraestrutura de simulação necessários para a indústria de condução autônoma.

A Mobileye contribui com o seu processador de visão computacional de alto desempenho EyeQ®5 proprietário, que oferece segurança funcional automotiva e desempenho com baixo consumo de energia. O EyeQ®5 é responsável pelo processamento e interpretação da entrada dos sensores de visão do entorno em 360 graus, bem como a localização. O EyeQ®5, em conjunto com as tecnologias de CPU e FPGA da Intel, forma a Plataforma Computacional Central que será integrada em cada veículo autônomo.

A Mobileye colaborará ainda mais com o BMW Group para desenvolver uma solução de união de sensores, criando um modelo completo do ambiente que cerca o veículo, usando dados de entrada dos sensores de visão, radar convencional e a laser. Além disso, estabelece uma política de condução, incluindo os algoritmos de reforço do aprendizado da Mobileye usados para dotar o sistema do veículo com a Inteligência artificial necessária para negociar com segurança situações complexas de condução.

Para fomentar ainda mais o desenvolvimento da plataforma autônoma, a parceria planeja lançar amostras de hardware e atualizações de software nos próximos anos. O modelo iNEXT da BMW, que será lançado em 2021, será a base da estratégia de condução autônoma do BMW Group. Depois deste veículo, uma gama de modelos altamente automatizados de todas as marcas do BMW Group será lançada.

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IBM reveals five innovations that will help change our lives within five years

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IBM (NYSE: IBM) unveiled today the annual “IBM 5 in 5” (#ibm5in5) – a list of ground-breaking scientific innovations with the potential to change the way people work, live, and interact during the next five years.

– With AI, our words will open a window into our mental health

– Hyperimaging and AI will give us superhero vision

– Macroscopes will help us understand Earth’s complexity in infinite detail

– Medical labs “on a chip” will serve as health detectives for tracing disease at the nanoscale

– Smart sensors will detect environmental pollution at the speed of light

In 1609, Galileo invented the telescope and saw our cosmos in an entirely new way. He proved the theory that Earth and other planets in our solar system revolve around the Sun, which until then was impossible to observe. IBM Research continues this work through the pursuit of new scientific instruments – whether physical devices or advanced software tools – designed to make what’s invisible in our world visible, from the macroscopic level down to the nanoscale.

“The scientific community has a wonderful tradition of creating instruments to help us see the world in entirely new ways. For example, the microscope helped us see objects too small for the naked eye and the thermometer helped us understand the temperature of the Earth and human body,” said Dario Gil, vice president of science & solutions at IBM Research. “With advances in artificial intelligence and nanotechnology, we aim to invent a new generation of scientific instruments that will make the complex invisible systems in our world today visible over the next five years.”

Innovation in this area could enable us to dramatically improve farming, enhance energy efficiency, spot harmful pollution before it’s too late, and prevent premature physical and mental health decline as examples. IBM’s global team of scientists and researchers is steadily bringing these inventions from the realm of our labs to the real world.

The IBM 5 in 5 is based on market and societal trends as well as emerging technologies from IBM’s Research labs around the world that can make these transformations possible. Here are the five scientific instruments that will make the invisible visible in the next 5 years:

With AI, our words will open a window into our mental health

Brain disorders, including developmental, psychiatric and neurodegenerative diseases, represent an enormous disease burden, in terms of human suffering and economic cost.1 For example, today, one in five adults in the U.S. experiences a mental health condition such as depression, bipolar disease or schizophrenia, and roughly half of individuals with severe psychiatric disorders receive no treatment. The global cost of mental health conditions is projected to surge to US$ 6 trillion by 2030.

If the brain is a black box that we don’t fully understand, then speech is a key to unlock it. In five years, what we say and write will be used as indicators of our mental health and physical wellbeing. Patterns in our speech and writing analyzed by new cognitive systems will provide tell-tale signs of early-stage developmental disorders, mental illness and degenerative neurological diseases that can help doctors and patients better predict, monitor and track these conditions.

At IBM, scientists are using transcripts and audio inputs from psychiatric interviews, coupled with machine learning techniques, to find patterns in speech to help clinicians accurately predict and monitor psychosis, schizophrenia, mania and depression. Today, it only takes about 300 words to help clinicians predict the probability of psychosis in a user.2

In the future, similar techniques could be used to help patients with Parkinson’s, Alzheimer’s, Huntington’s disease, PTSD and even neurodevelopmental conditions such as autism and ADHD. Cognitive computers can analyze a patient’s speech or written words to look for tell-tale indicators found in language, including meaning, syntax and intonation. Combining the results of these measurements with those from wearable devices and imaging systems and collected in a secure network can paint a more complete picture of the individual for health professionals to better identify, understand and treat the underlying disease.

What were once invisible signs will become clear signals of patients’ likelihood of entering a certain mental state or how well their treatment plan is working, complementing regular clinical visits with daily assessments from the comfort of their homes.

Hyperimaging and AI will give us superhero vision

More than 99.9 percent of the electromagnetic spectrum cannot be observed by the naked eye. Over the last 100 years, scientists have built instruments that can emit and sense energy at different wavelengths. Today, we rely on some of these to take medical images of our body, see the cavity inside our tooth, check our bags at the airport, or land a plane in fog. However, these instruments are incredibly specialized and expensive and only see across specific portions of the electromagnetic spectrum.

In five years, new imaging devices using hyperimaging technology and AI will help us see broadly beyond the domain of visible light by combining multiple bands of the electromagnetic spectrum to reveal valuable insights or potential dangers that would otherwise be unknown or hidden from view. Most importantly, these devices will be portable, affordable and accessible, so superhero vision can be part of our everyday experiences.

A view of the invisible or vaguely visible physical phenomena all around us could help make road and traffic conditions clearer for drivers and self-driving cars. For example, using millimeter wave imaging, a camera and other sensors, hyperimaging technology could help a car see through fog or rain, detect hazardous and hard-to-see road conditions such as black ice, or tell us if there is some object up ahead and its distance and size. Cognitive computing technologies will reason about this data and recognize what might be a tipped over garbage can versus a deer crossing the road, or a pot hole that could result in a flat tire.

Embedded in our phones, these same technologies could take images of our food to show its nutritional value or whether it’s safe to eat. A hyperimage of a pharmaceutical drug or a bank check could tell us what’s fraudulent and what’s not. What was once beyond human perception will come into view.

IBM scientists are today building a compact hyperimaging platform that “sees” across separate portions of the electromagnetic spectrum in one platform to potentially enable a host of practical and affordable devices and applications.

Macroscopes will help us understand Earth’s complexity in infinite detail

Today, the physical world only gives us a glimpse into our interconnected and complex ecosystem. We collect exabytes of data – but most of it is unorganized. In fact, an estimated 80 percent of a data scientist’s time is spent scrubbing data instead of analyzing and understanding what that data is trying to tell us.

Thanks to the Internet of Things, new sources of data are pouring in from millions of connected objects – from refrigerators, light bulbs and your heart rate monitor to remote sensors such as drones, cameras, weather stations, satellites and telescope arrays. There are already more than six billion connected devices generating tens of exabytes of data per month, with a growth rate of more than 30 percent per year. After successfully digitizing information, business transactions and social interactions, we are now in the process of digitizing the physical world.

In five years, we will use machine learning algorithms and software to help us organize the information about the physical world to help bring the vast and complex data gathered by billions of devices within the range of our vision and understanding. We call this a “macroscope” – but unlike the microscope to see the very small, or the telescope that can see far away, it is a system of software and algorithms to bring all of Earth’s complex data together to analyze it for meaning.

By aggregating, organizing and analyzing data on climate, soil conditions, water levels and their relationship to irrigation practices, for example, a new generation of farmers will have insights that help them determine the right crop choices, where to plant them and how to produce optimal yields while conserving precious water supplies.

In 2012, IBM Research began investigating this concept at Gallo Winery, integrating irrigation, soil and weather data with satellite images and other sensor data to predict the specific irrigation needed to produce an optimal grape yield and quality. In the future, macroscope technologies will help us scale this concept to anywhere in the world.

Beyond our own planet, macroscope technologies could handle, for example, the complicated indexing and correlation of various layers and volumes of data collected by telescopes to predict asteroid collisions with one another and learn more about their composition.

Medical labs “on a chip” will serve as health detectives for tracing disease at the nanoscale

Early detection of disease is crucial. In most cases, the earlier the disease is diagnosed, the more likely it is to be cured or well controlled. However, diseases like cancer can be hard to detect – hiding in our bodies before symptoms appear. Information about the state of our health can be extracted from tiny bioparticles in bodily fluids such as saliva, tears, blood, urine and sweat. Existing scientific techniques face challenges for capturing and analyzing these bioparticles, which are thousands of times smaller than the diameter of a strand of human hair.

In the next five years, new medical labs “on a chip” will serve as nanotechnology health detectives – tracing invisible clues in our bodily fluids and letting us know immediately if we have reason to see a doctor. The goal is to shrink down to a single silicon chip all of the processes necessary to analyze a disease that would normally be carried out in a full-scale biochemistry lab.

The lab-on-a-chip technology could ultimately be packaged in a convenient handheld device to allow people to quickly and regularly measure the presence of biomarkers found in small amounts of bodily fluids, sending this information securely streaming into the cloud from the convenience of their home. There it could be combined with real-time health data from other IoT-enabled devices, like sleep monitors and smart watches, and analyzed by AI systems for insights. When taken together, this data set will give us an in depth view of our health and alert us to the first signs of trouble, helping to stop disease before it progresses.

At IBM Research, scientists are developing lab-on-a-chip nanotechnology that can separate and isolate bioparticles down to 20 nanometers in diameter, a scale that gives access to DNA, viruses, and exosomes. These particles could be analyzed to potentially reveal the presence of disease even before we have symptoms.

Smart sensors will detect environmental pollution at the speed of light

Most pollutants are invisible to the human eye, until their effects make them impossible to ignore. Methane, for example, is the primary component of natural gas, commonly considered a clean energy source. But if methane leaks into the air before being used, it can warm the Earth’s atmosphere. Methane is estimated to be the second largest contributor to global warming after carbon dioxide (CO2).

In the United States, emissions from oil and gas systems are the largest industrial source of methane gas in the atmosphere. The U.S. Environmental Protection Agency (EPA) estimates that more than nine million metric tons of methane leaked from natural gas systems in 2014. Measured as CO2-equivalent over 100 years, that’s more greenhouse gases than were emitted by all U.S. iron and steel, cement and aluminum manufacturing facilities combined.

In five years, new, affordable sensing technologies deployed near natural gas extraction wells, around storage facilities, and along distribution pipelines will enable the industry to pinpoint invisible leaks in real-time. Networks of IoT sensors wirelessly connected to the cloud will provide continuous monitoring of the vast natural gas infrastructure, allowing leaks to be found in a matter of minutes instead of weeks, reducing pollution and waste and the likelihood of catastrophic events.

Scientists at IBM are tackling this vision, working with natural gas producers such as Southwestern Energy to explore the development of an intelligent methane monitoring system and as part of the ARPA-E Methane Observation Networks with Innovative Technology to Obtain Reductions (MONITOR) program.

At the heart of IBM’s research is silicon photonics, an evolving technology that transfers data by light, allowing computing literally at the speed of light. These chips could be embedded in a network of sensors on the ground or within infrastructure, or even fly on autonomous drones; generating insights that, when combined with real-time wind data, satellite data, and other historical sources, can be used to build complex environmental models to detect the origin and quantity of pollutants as they occur.

For more information about the IBM 5 in 5, please visit: http://ibm.biz/five-in-five

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Braspag lança solução que identifica divergências entre vendas e valores a receber no e-commerce

Gerenciar as transações de uma loja online pode parecer simples, mas conciliar todas as vendas realizadas com cartão de crédito, por exemplo, e o que foi recebido de cada uma destas operadoras que também atuam com taxas diferentes, é um processo que requer uma disponibilidade que o lojista não pode desperdiçar se quiser alavancar seu negócio. A adição de outros procedimentos necessários para gerenciar estas transações, bem como a possibilidade de perdas financeiras devido a erros por uma gestão manual, torna esse processo complexo inclusive para pequenos negócios.

Para resolver estas questões, a Braspag, empresa do grupo Cielo e líder em soluções de pagamento para e-commerce na América Latina, lança o novo Conciliador Braspag. A solução permite receber todas as transações de maneira mais rápida, permitindo a importação de dados de diversos softwares ERP disponíveis no mercado ou mesmo de planilhas elaboradas em Excel. Com isso, elimina-se a necessidade de grandes interfaces com a área de TI para integrar as transações – o que requer mais tempo, equipe e dinheiro – tornando o processo de gestão de caixa mais ágil e eficaz.

O novo Conciliador Braspag também possui a nova funcionalidade Extrato Banco, que concilia o extrato de recebimento das vendas feitas por cada adquirente* e o extrato bancário do lojista. Desta maneira, o lojista pode comparar os valores a receber com o que foi pago e ajustar possíveis inconsistências, a fim de ter maior controle financeiro do seu negócio.

“O ideal para o lojista é que os três pilares da gestão de vendas estejam integrados: extrato de venda, relatórios de adquirentes e extrato bancário. Ao lançar o novo Conciliador Braspag, disponibilizamos esta integração automatizada e mantemos o nosso compromisso de ajudar o lojista a elevar a conversão, uma vez que permite que ele se dedique 100% ao seu negócio, sem perder tempo com questões burocráticas”, explica Gastão Mattos, CEO da Braspag.

A solução também está disponível para plataformas de e-commerce que queiram oferecer o serviço a futuros comerciantes online. “É uma maneira de trazer ao novo lojista um serviço diferenciado e se destacar no mercado”, afirma Gastão. “Muitas vezes, os modelos de plataformas comercializados compreendem itens básicos, supondo que o pequeno lojista não precisa ou não pode ter uma boa infraestrutura para gerir o seu negócio, esquecendo que os microempreendedores têm um papel fundamental na economia do país e representam a maioria. A tecnologia existe para facilitar processos que até pouco tempo eram complexos e evitar o barato que sai caro. Assim, estas empresas também têm a chance de atingir novos patamares e beneficiar a imensa cadeia do comércio eletrônico”, conclui.

O novo Conciliador Braspag contará com uma interface totalmente repaginada em 2017, tornando o processo mais intuitivo. Para saber mais detalhes, acesse: www.braspag.com.br

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2017, um ano de novas possibilidades para a publicidade – Por Celso Vergeiro

A mudança de ano é um período para renovar as esperanças e também traçar planos, metas e estratégias para o novo ciclo. 2017 promete ser de grandes avanços para o mercado publicitário, mesmo que ainda enfrentemos os velhos problemas do ano que acaba, como a grave crise econômica e a intensa instabilidade política que está longe de chegar ao fim. Isso faz com que a busca por alternativas que possam elevar a qualidade dos serviços, sem aumentar os custos internos, se torne a grande meta para o próximo ano.

As soluções tecnológicas seguem como grandes aliadas para quem busca o aprimoramento e a otimização de processos. Agências, anunciantes e emissoras de rádio e TV precisam urgentemente entender a importância da distribuição de conteúdo por meio de streaming. Digo isso, pois essa é uma facilidade que traz enormes benefícios, não só na redução de custos, mas principalmente na melhoria do serviço, trazendo segurança, agilidade e qualidade.

Além de ser um facilitador, a distribuição de conteúdo por meio digital vem de encontro com o processo de desligamento do sinal de TV analógica no país. Segundo estimativas do governo Federal, em 2017 o estado de São Paulo e outras 378 cidades de diversos estados terão apenas o sinal digital.

Com essas mudanças, será preciso uma maneira diferente de se apresentar ao público. A TV digital traz novas possibilidades, como a interatividade, já que o televisor deixa de ser uma simples caixinha receptora de conteúdo, no qual o consumidor não tem poder algum. Por isso, temos que repensar a forma de seduzir a demanda de público. A entrega de conteúdo digital é uma grande aliada, pois por meio de uma única plataforma é possível gerir seus conteúdos, escolhendo os locais que serão exibidos e ainda ter a possibilidade de ver seus resultados em tempo real. Isso não é incrível?

Comecei esse artigo falando sobre planos, metas e estratégias e é isso que as agências e anunciantes devem fazer neste momento! É preciso criar campanhas atraentes, que despertem a atenção do público e te conectem a ele. Esse trabalho em conjunto com uma boa ferramenta de distribuição, trará uma nova maneira de lidar com o consumidor final, proporcionando maior eficiência, resultados mais abrangentes e redução drástica em seu custo final.

Celso Vergeiro, CEO da AdStream, maior plataforma de armazenamento e distribuição de conteúdo publicitário do mundo

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Legrand apresenta suas últimas inovações conectadas na CES 2017

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Pelo terceiro ano consecutivo, a Legrand, como especialista global em infraestruturas elétricas e digitais para prédios, está participando da Exposição de Eletrônicos de Consumo (CES — Consumer Electronics Show) em Las Vegas, de 5 a 8 de janeiro de 2017. Para ilustrar a implementação acelerada de seu programa Eliot, a Legrand está apresentando uma nova solução de controle de casa conectada, Céliane com Netatmo, um novo sistema de entrada de porta conectada, Classe 300, e o sistema de Gerenciamento Digital de Iluminação, uma solução de gerenciamento profissional de iluminação conectada. O foco no programa Eliot é ainda mais acentuado por destacar as parcerias da Legrand. Vinda na esteir a do recente lançamento do Eliot nos EUA, a participação na CES 2017 evidencia a dinâmica da inovação alimentada pela Legrand em relação à Internet das Coisas e a noção de interoperabilidade.

“Nossa presença na CES 2017 reflete nossas ambições globais sobre o mercado de prédios inteligentes”, declara o presidente e CEO da Legrand, Gilles Schnepp. “Nossa estratégia envolve o desenvolvimento de soluções conectadas inovadoras, estabelecendo infraestrutura apropriada e promovendo a interoperabilidade através de parcerias, de forma a se adaptar a todos os requisitos”.

O programa Eliot em ação na CES 2017 — produtos e soluções conectados para uma experiência do usuário gradualmente aperfeiçoada

Como os dispositivos conectados representam uma das três pedras fundamentais do programa Eliot, a Legrand decidiu expor produtos especialmente para a casa conectada. A variedade de Céliane com Netatmo de switches e tomadas conectadas incorpora o esforço da Legrand para inovar e popularizar a casa inteligente. Essa nova variedade torna mais fácil instalar luzes, venezianas rolantes ou termostatos conectados e controlá-los localmente ou remotamente, usando um interruptor ou um smartphone, ou simplesmente por comando de voz.

Em seu estande, a Legrand também está exibindo o novo sistema de entrada de porta conectada, o Classe 300, que tem se comprovado altamente bem-sucedido desde seu lançamento na Europa em outubro de 2016. Ele possibilita aos usuários agir (ver, falar, dar acesso) a qualquer tempo, de um tablet ou smartphone, através do aplicativo Door Entry, que pode ser baixado gratuitamente, e sem qualquer assinatura.

Especificamente para o mercado americano, a Legrand também está promovendo sua solução conectada de gerenciamento digital de iluminação (DLM — Digital Lighting Management), para gerenciamento profissional de iluminação de prédios do setor comercial, tais como lojas).

Iluminação com suporte de infraestrutura elétrica e digital que é sempre mais escalável, robusta e segura

Para dispositivos conectados se comunicarem, eles precisam não apenas de redes de alto desempenho, mas também de uma infraestrutura dentro do prédio, que permita conectá-los a essas redes. Essa é a segunda pedra fundamental do programa Eliot. A Legrand está aperfeiçoando sua infraestrutura com um toque na nuvem, ao colocar toda sua variedade de produtos em uma única Nuvem da Legrand e lançando sua API própria.

Parceria e interoperabilidade: no cerne da estratégia de IoT da Legrand

A terceira pedra fundamental do programa Eliot, a interoperabilidade, está no cerne da abordagem da Legrand. Como isso é uma pré-condição essencial para o desenvolvimento de dispositivos conectados, a Legrand está agindo de múltiplas formas, para ajudar a definir os padrões a esse respeito. Em jogo está a capacidade de promover o uso de linguagens abertas, capazes de se integrar com sistemas terceirizados e intercambiar dados. É por isso que a Legrand está se posicionando como uma geradora de serviços terceirizados, ao fornecer as instalações elétricas confiáveis e duráveis, sem as quais muitos serviços não podem ser disponibilizados aos usuários. A Legrand é uma parte em diversas parcerias com associadas como, por exemplo, The French IOT, Zigbee Alliance, Thread Group ou la Poste.

Legrand na CES

Legrand: Sands Expo, A-D Hall: estande número 43900 / Legrand & Netatmo: Sands Expo, A-D Hall: estande número 43700

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Direto na nuvem: parceria entre Brasoftware e Acqio aumenta agilidade e impulsiona crescimento

A Acqio, empresa de tecnologia e pagamentos, é especializada em sistemas online de grande porte destinados a processar centenas de transações financeiras por segundo para a realização de pagamentos eletrônicos. Para dar conta desta intensa demanda de modo a alcançar melhores resultados, a Brasoftware, uma das principais provedoras de tecnologias do país, apresentou a plataforma Microsoft Azure, um conjunto de serviços de nuvem integrados, como backup, infraestrutura na nuvem, banco de dados, serviços móveis, armazenamento entre outros.

Apesar do difícil cenário econômico atual, o uso de meios de pagamentos eletrônicos tem crescido significativamente no Brasil. Segundo pesquisa do Banco Central, foram gastos R$ 678 bilhões em transações com cartão de crédito e R$ 390 bilhões com cartão de débito em 2015, representando um aumento de 9% e 12%, respectivamente, de 2014 para 2015.

O estudo mostrou também que, no ano passado, foram realizadas 5,78 bilhões de transações com cartões de crédito (aumento de 3% de 2014 para 2015) e 6,5 bilhões com cartão de débito (acréscimo de 15%). Em contrapartida, o uso de cheques constatou queda, com redução de 12% de 2014 para 2015.
Já em 2014, com o início das operações, a Acqio utilizava a plataforma da Microsoft, mas em 2016 através da parceria com a Brasoftware, a empresa passou a contar com uma estrutura de atendimento focada nas suas necessidades de negócio e um suporte que contaria com a sugestão das melhores tecnologias.

A Acqio viu o número de vendas crescer significativamente, com o ajuste dos gastos e a constante avaliação das necessidades da infraestrutura.

As mudanças causadas pelo uso dos serviços do Microsoft Azure e a parceria com a Brasoftware trouxeram resultados significativos. Houve um aumento de cinco vezes o volume de transações e clientes no período de janeiro a setembro de 2016. “A Acqio conseguiu ajustar as despesas e trabalhar mais facilmente com o aumento da demanda com o novo contrato de pagamento por utilização. A migração proporcionou a melhoria dos processos bem como mais segurança, já que trabalhamos com dados sensíveis e o Azure tem proteção comprovada”, afirma Gustavo Andrade, sócio fundador da Acqio.

Operação em expansão

Com matriz em Recife, a empresa possui escritórios no estado paulista e as principais bases de clientes estão em cidades das regiões Centro Oeste, Sudeste e Nordeste. O caso chama a atenção pela variedade de mercados e, para Gustavo, a contratação do Azure foi essencial para essa expansão. “Empresas deste ramo e que não usam um sistema parecido têm que investir um volume muito grande de dinheiro em infraestrutura, que demoram anos para se pagar”, aponta Gustavo sobre os diferenciais dos serviços da Brasoftware.

“Em um negócio como a Acqio, a velocidade é muito importante – fator possibilitado pela migração para a nuvem –, mas a segurança de dados é essencial quando se lida com dados bancários, e o Azure, com a certificação PCI – Payment Card Industry garante essa proteção”, expõe Ivon de Sousa, Gerente de Soluções Cloud da Brasoftware.

As vantagens com a contratação do Azure fornecido pela Brasoftware também geraram ganho de escalabilidade, ou seja, a possibilidade de acompanhar com afinco o crescimento da empresa, bem como no controle do ambiente comercial. A plataforma da Microsoft facilita o trabalho nos três âmbitos operacionais existentes: um é reservado para a realização de transações, outro para lojistas (onde são gerados os relatórios) e o último é o POS (Point of Sale), que atua junto aos pontos de venda para fazer autorizações.

“Essa dinâmica vai de acordo com crescimento da Acqio, uma vez que a complexidade dos dados aumenta com o maior fluxo de transações, e a atuação em diferentes instâncias facilita o acesso a informações por parte dos usuários”, conta Gustavo.

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KODAKIT Launches Global On-Demand Photography Service for Businesses

Today at the Consumer Electronics Show, Kodak announced the global launch of KODAKIT, Kodak’s on-demand photography service platform designed for businesses. KODAKIT is now live globally across 37 countries and 92 metropolitan areas, including New York, San Francisco, Paris, London, Hong Kong, Singapore and Delhi, among others.

“Companies understand the power and benefits of high quality photography. Consistent high-quality images are vitally important for brands, especially when selling products and services online. Yet this has been a time-consuming challenge for companies to manage, especially across borders of currency and language. Similarly, for photographers, global brands generate a lot of work, but it’s hard for individual photographers to connect with them and find a platform that manages all aspects of their operations,” said Eric-Yves Mahe, chief executive officer of KODAKIT. “We saw a need for an all-encompassing service, especially in the travel, food, and real estate markets that rely on high-quality digital images to drive their business goals. We’ve been able to incubate and innovate within Kodak and are excited to launch KODAKIT as a central hub for photographers and businesses worldwide.”

KODAKIT solves pain points for both photographers and companies alike by managing all operations and logistics end-to-end. For photographers, KODAKIT offers connections to high quality, high volume global brands, and eliminates the nitty gritty of marketing, booking, pricing, scheduling, invoicing, and payments. For companies, KODAKIT offers access to a pre-screened global network of local talent. Companies only need to indicate when, where and how they want a photo shoot to be conducted. KODAKIT handles all other aspects of the process and delivers the images in a dedicated private cloud.

According to research from MDG Advertising, companies with compelling, professional photography see their business soar. In the travel market, businesses using quality photography see a 46 percent increase in conversion rates. In real estate, properties with quality photos see a 47 percent higher asking price per square foot and stay on the market an average of 10 days less than those without quality photos.

Photography is a $30 billion business globally, but has remained a hyperlocal business. Companies need to ensure a consistent high quality of brand and imagery across many markets, and before KODAKIT that was a time-consuming challenge. KODAKIT makes that not just possible but easy and for photographers it provides a steady flow of assignments they wouldn’t otherwise have access to.

“KODAKIT has boiled down a complicated process into a user-friendly platform that addresses a huge and growing need in the market,” said Jeff Clarke, chief executive officer of Kodak. “Kodak Founder George Eastman once said, ‘You press the button, we do the rest.’ For photographers and companies, KODAKIT operates on this same principle. Building upon our longstanding legacy as one of the most trusted names in film and photography, KODAKIT will revolutionize how photographers and businesses work together, creating the photography ecosystem of the future.”

For more details on KODAKIT and to see a list of cities where the service is available, visit www.kodakit.com.

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Startup mineia cria plataforma de divulgação de ofertas

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A partir de fevereiro, consumidores mineiros terão um novo aliado na hora de reduzir os custos com as compras em supermercados, lojas e farmácias. Por meio da plataforma InstaOfertas, os consumidores receberão na palma da mão ofertas exclusivas disponíveis por bairro ou região. O usuário ainda poderá cadastrar os principais produtos de interesse e encontrar os melhores preços e promoções antes mesmo de sair de casa. Garantia de economia financeira e no tempo gasto com as compras.

A ideia é de dois jovens empreendedores mineiros, o engenheiro Eduardo Sampaio e o administrador Gabriel Fernandes, que enxergaram um gargalo no mercado e aproveitaram a oportunidade para construir um negócio juntos. “O consumidor brasileiro está cada dia mais atento às ofertas relacionadas aos produtos que compra e esse interesse aumenta ainda mais em tempos de crise”, conta Eduardo.

Com o crescimento do acesso da população a smartphones e a conexão constante com a internet, surge na economia um espaço para desenvolver novos hábitos junto ao consumidor moderno. Para atender às necessidades desses compradores, o varejo precisa se adaptar e prover novas formas de atingir os consumidores. Nesse sentido, o InstaOfertas traz uma solução dinâmica e diferente do que os varejistas utilizam atualmente. “O folheto de ofertas distribuído na rua gera custos e tem um baixo retorno, pois é entregue para qualquer pessoa. Uma solução digital possibilita um maior retorno ao varejista por focar exatamente no nicho de consumidores de cada produto e região”, explica.

A solução estará disponível incialmente na região metropolitana de Belo Horizonte (MG), e a previsão é expandir por todo o país até o fim do próximo ano. Enquanto a novidade não vai ao ar, os consumidores interessados já podem fazer o pré-cadastro no site www.instaofertas.com.br.

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Indústrias podem perder R$ 67 bilhões com feriados nacionais de 2017, diz FIRJAN

A indústria brasileira poderá perder R$ 66,8 bilhões com os nove feriados nacionais e três pontos facultativos deste ano. O valor representa 4,4% do PIB industrial do país, o maior percentual registrado desde 2008. É o que aponta o estudo “O Custo Econômico dos Feriados Nacionais para a Indústria”, divulgado nesta quarta-feira, dia 4, pelo Sistema FIRJAN (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro).

O levantamento tem como base a relação de feriados e pontos facultativos divulgada pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. O estudo não contabiliza a Quarta-feira de Cinzas, por ser ponto facultativo até as 14h, e o Dia do Servidor Público. A Federação das Indústrias ressalta que o país ainda convive com mais de 40 feriados estaduais e milhares de municipais.

Dos 12 dias não trabalhados no país, apenas um será num fim de semana. Dos outros 11, cinco caem na terça ou na quinta-feira, o que facilita o “enforcamento” de um dia. Mesmo que não sejam contabilizados como feriados, observa a FIRJAN, esses “enforcamentos” certamente desestimulam a atividade produtiva, resultando em perda de produtividade.

A Federação lembra, ainda, que as perdas não se restringem às empresas. As paralisações na atividade industrial provocam uma grande queda de arrecadação tributária para o governo. O Sistema FIRJAN estima que essa perda pode chegar a R$ 27,6 bilhões este ano, o equivalente a R$ 2,5 bilhões a cada feriado nacional, considerando os tributos federais, estaduais e municipais.

Sendo assim, entre as propostas da Federação está a de que os feriados que caem no meio de semana sejam deslocados para segunda ou sexta-feira. Segundo a FIRJAN, a medida contribuiria para a redução do “custo Brasil” e para o aumento da competitividade da indústria. Além disso, que em meses com a ocorrência de dois ou mais feriados, estes ocorram no mesmo dia, de forma a preservar o número de dias úteis. A FIRJAN reitera, ainda, que em vista da urgente necessidade de estimular a atividade produtiva e, ao mesmo tempo, ajustar as contas públicas, a mudança seria extremamente oportuna.

O estudo “O Custo Econômico dos Feriados Nacionais para a Indústria” pode ser acessado através deste link: http://ow.ly/c7XH307FXl0 .

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Contax abre mais de 600 vagas em São Paulo e Rio de Janeiro

Em meio à crise no mercado de trabalho, na qual a taxa de desemprego atingiu 11,9%, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), a Contax, líder em CRM e BPO do País, oferece mais de 600 oportunidades de trabalho. A empresa disponibiliza 320 vagas de operador de Atendimento em São Paulo e 335 no Rio de Janeiro.

Os interessados podem realizar agendamento do processo seletivo pelo site da Contax, na aba Trabalhe Conosco: www.contax.com.br/trabalheconosco ou pelo aplicativo Trabalhe Conosco no Facebook: www.facebook.com.br/contaxoficial/trabalheconosco. Para se candidatar, é necessário ter idade mínima de 18 anos, ensino médio completo e conhecimentos básicos de informática. Não é exigida experiência no setor.

“Buscamos profissionais dinâmicos, comprometidos e que – de preferência -, tenham conhecimento das novas tecnologias e canais de relacionamento, como mídias digitais, chats, aplicativos etc”, informa Andrei Passig, diretor de Recursos Humanos da Contax.

Além dos salários, a empresa oferece vale transporte, vale alimentação e/ou refeição, assistência médica e odontológica, treinamento remunerado, além da possibilidade de desenvolvimento e crescimento profissional, por meio de diversos programas. Um deles é o Trilha de Carreira, criado em 2016 com o objetivo de apoiar os colaboradores no processo de transformação profissional.

Com mais de 55 mil colaboradores, distribuídos em 10 estados brasileiros, a Contax contratou mais de 20 mil profissionais em 2016, consolidando-se como uma das maiores empregadoras do País.

“O mercado de trabalho segue em um momento delicado no País e, por conta disso, a missão da Contax é inserir os jovens no ambiente profissional, além de recolocar outros perfis, capacitando milhares de pessoas”, acrescenta Passig.

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