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SoftBank promove iniciativa para formar talentos com mais equidade em ciência de dados

O SoftBank Group Corp. International (SoftBank) anunciou hoje seu apoio ao programa Data Science for All / Empowerment (DS4A / Empowerment), em português “Ciência de Dados para Todos / Empoderamento”, uma nova iniciativa destinada a aprimorar e preparar trabalhadores provenientes de comunidades carentes para carreiras em Ciência de Dados. Desenvolvido pela Correlation One, o DS4A / Empowerment visa treinar pelo menos 10.000 pessoas de comunidades sub-representadas – priorizando negros, latinos, LGBTQ+, e veteranos militares dos EUA – durante os próximos três anos, proporcionando novos caminhos para oportunidades econômicas nas indústrias que crescem mais rapidamente no mundo.

“Precisamos de talentos com profundo entendimento em ciência de dados para construir as empresas do futuro”, disse Marcelo Claure, CEO do SoftBank Group International. “Estamos orgulhosos de apoiar este programa, continuar aprimorando os talentos das empresas do nosso portfólio e treinar mais de 10.000 pessoas de comunidades sub-representadas com habilidades técnicas fundamentais”.

A Academia de inteligência artificial (IA) do SoftBank apoia programas que complementam o treinamento teórico de cursos tradicionais com aulas práticas, incluindo IA e habilidades de dados que podem ser imediatamente aplicadas às necessidades comerciais do dia a dia.

O DS4A / Empowerment proporcionará treinamento aos funcionários das empresas investidas do SoftBank Group International, incluindo o Opportunity Fund e o Latin America Fund, bem como a candidatos externos dos EUA e da América Latina. O programa foi projetado especificamente para abordar as lacunas de talento e equidade em um campo que historicamente tem sido inacessível para muitos trabalhadores, levando a uma significativa sub representação de mulheres e indivíduos que não sejam brancos. Os participantes do programa trabalham em estudos de casos reais que devem ter um impacto mensurável no desempenho operacional das empresas envolvidas.

O IDB Lab se unirá ao SoftBank nesta iniciativa, fornecendo mais de 10 bolsas de estudo integrais para candidatos sub-representados na América Latina, enquanto o Beacon Council fornecerá 4 bolsas de estudo completas para candidatos sub-representados baseados em Miami.

“As inequidades existentes no cenário da educação e do mercado de trabalho têm, por muito tempo, dificultado as oportunidades nos campos de maior crescimento econômico”, disse Rasheed Sabar, CEO e Co-Fundador da Correlation One. “Trata-se de construir novos caminhos para o emprego – e, consequentemente, para a mobilidade econômica – ao mesmo tempo em que permite que os líderes empresariais tratem das lacunas de talentos”.

Os participantes do programa receberão 13 semanas de treinamento em análise de dados (mais o treinamento opcional Python) enquanto trabalham em estudos de casos e projetos, incluindo alguns apresentados por empresas do portfólio do SoftBank. A iniciativa também conectará os participantes com mentores que oferecerão desenvolvimento profissional e coaching de carreira. Ao final do programa, os participantes externos estarão em contato com oportunidades de emprego no SoftBank e em empresas líderes nos setores de negócios, serviços financeiros, tecnologia, saúde, consultoria e consumo.

“A pandemia do COVID-19 acelerou a demanda por talentos em ciência dos dados e exacerbou as lacunas que mantiveram tantas pessoas sem acesso a oportunidades”, disse Sham Mustafa, CEO e Co-Fundador da Correlation One. “Somos gratos por trabalhar com organizações inovadoras como o SoftBank, que vêm desempenhando um papel mais direto em ajudar a força de trabalho a se preparar para os empregos do futuro”.

Detalhes sobre o Programa e Inscrições

O DS4A / Empowerment é um programa online conduzido em inglês durante um período de 13 semanas. As aulas serão realizadas aos sábados, das 12:00 às 22:00, a partir de 17 de abril de 2021.

As inscrições para o programa terminam em 7 de março de 2021. Podem se inscrever funcionários de empresas do portifólio do SoftBank na região, bem como engenheiros de software, gerentes técnicos de produto, técnicos de marketing e qualquer pessoa com formação em cursos ligados a Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática que esteja interessada em aprender análise de dados. Para se inscrever e obter mais informações sobre o programa, os candidatos interessados podem visitar o site oficial do DS4A Empowerment: https://www.correlation-one.com/ds4a-empowerment

IDC MarketScape posiciona VMware como líder de End-User Computing

 A VMware, Inc. (NYSE: VMW), líder inovadora em software corporativo, foi posicionada como líder em três avaliações recentes do IDC MarketScape relacionadas a End-User Computing (EUC):

  • IDC MarketScape: Avaliação global de fornecedores de software de Gerenciamento Unificado de Endpoint 2021 (doc #US46957820, Janeiro de 2021)
  • IDC MarketScape: Avaliação global de fornecedores de software de Gerenciamento Unificado de Endpoint para dispositivos Apple 2021 (doc #US46965620, Janeiro de 2021)
  • IDC MarketScape: Avaliação global de fornecedores de software de Gerenciamento Unificado de Endpoint para Implantações Robustas/Internet das Coisas 2021 (doc #US46957920, Janeiro de 2021)

A solução avaliada, VMware Workspace ONE, permite que os clientes gerenciem e protejam melhor todos os seus endpoints – incluindo desktops executados em qualquer sistema operacional (Windows 10, macOS e Chrome OS) e qualquer aplicação, em diversos casos de uso. Tudo a partir de uma plataforma integrada de espaço de trabalho digital.

O relatório de avaliação de fornecedores de UEM afirma: “Como uma plataforma UEM, o Workspace ONE cobre uma ampla variedade de dispositivos – desde as principais plataformas de usuário final até terminais mais robustos, especializados e de IoT. A VMware também fez um esforço para expandir sua base instalada de dispositivos móveis e alcançar mais dispositivos Windows e Mac, com foco específico em ajudar os dispositivos legados Windows 10 a migrarem para um estado moderno ou de co-gerenciamento”.

Ainda sobre seus recursos de segurança zero-trust, o relatório continua: “Em 2020, o Workspace ONE ampliou seu escopo de segurança. Com a tecnologia Carbon Black, a VMware integrou alertas de detecção de anomalias na plataforma, onde os comportamentos do usuário que se desviam das medições normais podem ser sinalizados (por meio da tecnologia Carbon Black AI) para uma inspeção mais profunda por equipes de TI ou de segurança. A funcionalidade de segurança também foi estendida para oferecer suporte a mais casos de uso doméstico/remoto com o Workspace ONE Tunnel, que transforma os recursos de detecção de anomalias em uma função de autenticação/verificação contínua, colocando em quarentena ou bloqueando usuários com base em irregularidades detectadas ou condições do dispositivo do usuário final que não foram consideradas seguras o suficiente.”

Por fim, em relação ao suporte do Workspace ONE para macOS e implementações robustas/IoT, o IDC MarketScape afirma: “A VMware expandiu seus recursos em torno do suporte de gerenciamento para macOS, com amplo suporte para recursos de gerenciamento do Mac baseado em agente, funções de script avançadas, patches de sistemas operacionais, aplicações de terceiros e inventário de dispositivos e softwares de Macs. A VMware continua oferecendo um forte suporte a casos de uso para a linha de frente, IoT e dispositivos robustos com o Workspace ONE, incluindo dispositivos Apple.”

Shankar Iyer, vice-presidente sênior e gerente geral de End-User Computing da VMware, comenta: “estamos orgulhosos do que construímos em nossa plataforma Workspace ONE. À medida que os funcionários passaram a trabalhar exclusivamente fora de uma rede corporativa no ano passado, nossos clientes dependiam da plataforma para melhor gerenciar, proteger e oferecer suporte remoto a uma variedade de dispositivos em diversos sistemas operacionais. O Workspace ONE está posicionado de forma única para ajudar o time de TI a apoiar uma força de trabalho totalmente distribuída, como foi reconhecido pelos principais analistas de hoje. ”

BTG Pactual digital anuncia abertura de vagas em Curitiba, Brasília e Goiânia

O BTG Pactual digital acaba de lançar o projeto BTG Perto de Você, iniciativa que que vai contratar Assessores de Investimento em diferentes estados do País. A ideia é contar com profissionais que estarão disponíveis para atender os clientes localmente, e assim, personalizar ainda mais o relacionamento. No momento, estão abertas 20 posições em três capitais: Curitiba, Brasília e Goiânia. Ao longo de 2021, o BTG Pactual digital contratará mais de 80 profissionais em diferentes localidades. A expectativa é ter presença em todas as regiões do Brasil até o final do ano. As vagas são no formato home-office.

Além de ampliar o time de Assessoria de Investimentos do canal B2C, representado pela plataforma aberta 100% digital, o objetivo do BTG Perto de Você é estreitar o relacionamento com clientes dessas localidades e, ao mesmo tempo, atrair talentos que residem fora do eixo Rio-São Paulo. Como parte do projeto, já foram contratadas 20 pessoas. Em cada uma das cidades onde abrir vagas, o BTG Pactual digital buscará inicialmente por um líder, que ficará responsável por montar o time local de Assessoria de Investimento.

“Sabemos que cada região do Brasil tem sua própria cultura e particularidades. Por isso, estamos ampliando o nosso time para estarmos mais próximos dos clientes de diferentes localidades. Em um cenário de juros baixos e tempos de grande volatilidade, o papel do assessor de investimentos é ainda mais importante, sendo peça chave para que os assessorados possam fazer as melhores escolhas. Para isso, nada melhor do que um relacionamento de longo prazo, baseado na confiança”, afirma Rogério Karp, Head de B2C do BTG Pactual digital.

Ele explica ainda que o fato de as vagas serem no formato home-office traz um ganho de escala, já que o número total de profissionais da área não fica limitado aos limites do espaço físico dos escritórios do BTG Pactual.

Para participar do processo seletivo, é necessário possuir conhecimento de produtos financeiros; a certificação CPA-20; e experiência na área de assessoria de investimentos. Em sua função, o(a) Assessor(a) deverá buscar as melhores estratégias para cada cliente do BTG Pactual digital com excelência, permitindo tomadas de decisões de forma autônoma e personalizada de acordo com cada perfil. Para as vagas, também é desejável experiência prévia em instituição financeira na gerência ou assessoria de clientes pessoa física ou jurídica.

As inscrições podem ser feitas por meio deste link.

STF conclui julgamento sobre disputa tributária em software

O Plenário decidiu que o ISS é tributável no licenciamento de software e excluiu a incidência de ICMS nessas operações.

Nesta quinta-feira (18), o Supremo Tribunal Federal (STF) excluiu a incidência do Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS) sobre o licenciamento ou a cessão de direito de uso de programas de computador (software). A Corte, no entanto, decidiu que, nessas operações, incide o Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS). A modulação dos efeitos da decisão será analisada na próxima semana.

A questão foi discutida no julgamento conjunto de duas Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs 5659 e 1945). A primeira, relatada pelo ministro Dias Toffoli, foi proposta pela Confederação Nacional de Serviços (CNS) contra o Decreto estadual 46.877/2015 de Minas Gerais e outros diplomas legais. A confederação alega que essas operações não poderiam ser tributadas pelo ICMS, pois sobre elas já incide o ISS. Na ADI 1945, da relatoria da ministra Cármen Lúcia, o Movimento Democrático Brasileiro (MDB) argumentava a inconstitucionalidade de dispositivos da Lei estadual 7.098/1998 de Mato Grosso, que consolidam normas referentes ao ICMS, por bitributação e invasão da competência municipal, já que o estado fez incidir o tributo sobre operações com programas de computador.

Voto-vista

A análise da questão foi retomada com o voto-vista do ministro Nunes Marques, que entendeu que o mero licenciamento ou a cessão de software por meio digital, sem que o produto esteja acompanhado de suporte físico, não faz surgir, por si só, a incidência de ISS. Por outro lado, considerou possível a incidência de ICMS sobre a circulação de mercadoria virtual, uma vez que, atualmente, são realizados negócios, operações bancárias, compra de mercadorias, músicas e vídeos, entre outros, em ambiente digital. Marques aderiu ao entendimento da corrente minoritária, iniciada pela ministra Cármen Lúcia. Também votaram nesse sentido os ministros Edson Fachin e Gilmar Mendes.

Entendimento majoritário

Porém, a maioria dos ministros (Alexandre de Moraes, Luís Roberto Barroso, Rosa Weber, Ricardo Lewandowski, Marco Aurélio e Luiz Fux) acompanhou a conclusão do ministro Dias Toffoli, para quem a elaboração de softwares é um serviço que resulta do esforço humano. No voto apresentado em novembro de 2020, Toffoli entendeu que tanto no fornecimento personalizado por meio do comércio eletrônico direto quanto no licenciamento ou na cessão de direito de uso está clara a obrigação de fazer na confecção do programa de computador, no esforço intelectual e, ainda, nos demais serviços prestados ao usuário.

Fonte: Supremo Tribunal Federal

E-commerce brasileiro registrou 75% de expansão em 2020, indica Mastercard SpendingPulse

Após um ano de intensa digitalização e mudanças nos hábitos dos consumidores em relação às compras online, o levantamento Mastercard, SpendingPulse™, que mede os gastos dos consumidores em todos os tipos de pagamento, incluindo dinheiro e cheque, revelou que as vendas do e-commerce* brasileiro durante o ano de 2020 – de janeiro a dezembro, cresceram 75% em comparação com o mesmo período de 2019.

Impulsionado pelo distanciamento social – que teve início no Brasil em março de 2020, e os novos protocolos de saúde da OMS, os setores que mais se destacaram no comparativo ano a ano, foram: hobby & livrarias com um crescimento de (+110%)e o de drogaria com (+88,7%) .


“Sabemos que esse crescimento exponencial do e-commerce foi intensamente acelerado pelo distanciamento social que vivemos em 2020 e a contínua necessidade do consumidor em comprar mesmo sem sair de casa.”, afirma João Pedro Paro Neto, Presidente da Mastercard no Brasil e ConeSul. “À medida que a realidade da pandemia e as novas preocupações com higiene entraram na vida do consumidor, as compras online se tornaram um modo de vida para quase tudo.”


Já o varejo físico brasileiro registrou expansão de 0,2% no ano de 2020 em comparação com 2019 – um número pequeno, mas positivo e que demonstra um crescimento importante para setor.

Locaweb anuncia duas importantes aquisições de Fintech e Plataforma de E-commerce logo após o Follow On

A Locaweb anuncia duas importantes aquisições logo após um bem-sucedido Follow On. A companhia que fez IPO há um ano e boa parte dos recursos foram utilizados em importantes aquisições, acaba de avançar na estratégia de M&A com as seguintes compras:

– Credisfera, Fintech que oferece soluções de crédito para PME’s, e permitirá que a Locaweb passe a oferecer mais esse serviço para os seus clientes de forma simples e integrada.

– Dooca , plataforma de e-commerce de fácil uso, moderna, com design avançado e que cresceu mais de 650% em 2020.

Com mais essas aquisições, a companhia segue consolidada como o mais completo ecossistema de soluções tecnológicas para e-commerces e PME’s.

“Há um ano fizemos o IPO, realizamos 6 importantes aquisições e construímos o mais completo ecossistema de soluções de e-commerce para PME’s do Brasil. Estamos animados em anunciar mais duas importantes aquisições, logo após o Follow On, fortalecendo a nossa estratégia de M&A.” afirma Fernando Cirne, CEO da Locaweb.

“Criamos uma metodologia muito acertada para fazer aquisições e integrá-las, o que foi reconhecido pelo mercado dado o sucesso do nosso Follow On.” completa Cirne.

A história da Credisfera começou em 2015, na cidade de São Paulo, quando os sócios enxergaram uma enorme oportunidade de mercado ao unir empresas que precisam de crédito com quem pode oferecer esses recursos. A ideia era relativamente simples, uma vez que quem precisava de dinheiro recorria somente as instituições financeiras tradicionais e quem tinha recursos para serem aplicados, também procuravam as mesmas instituições, que funcionavam como intermediários. Foi daí que surgiu a ideia de facilitar essa conexão entre as pontas, de forma simples, descomplicada e fazendo muito uso da tecnologia para gerar as melhores negociações.

Desde então, a companhia se especializou em atender PME’s e já fez importantes parcerias nesse sentido, oferecendo crédito para consultores de Venda Direta de renomadas companhias e vendedores de marketplaces.

Outro grande diferencial da Credisfera é a vasta experiência que os sócios fundadores têm no mercado de crédito. Eles tiveram importantes passagens por empresas como Itaú, Unicard, Banco Real, Unibanco AIG Seguros, entre outras.

“A Credisfera é uma plataforma extremamente sofisticada de oferta de crédito para PMEs. A estratégia da Locaweb ao adquirir essa Fintech é oferecer uma solução integrada unindo a capacidade tecnológica e inteligência de crédito da Credisfera ao ecossistema de e-commerce da Locaweb.” afirma Rafael Chamas, CFO e Diretor de Relações com Investidores da Locaweb.

“A Locaweb possui uma base de mais de 400 mil empresas, muitas que já vendem online e precisam de crédito para evoluírem os seus negócios. Como temos bastante conhecimento e previsibilidade dessa base, teremos condições de oferecer empréstimos com taxas extremamente competitivas, de forma simples e integrada” completa Chamas.

Falando sobre a Dooca, a história também começou em 2015, na cidade de Novo Hamburgo no Rio Grande do Sul, quando os fundadores decidiram montar uma agência para criação sites e e-commerces. Percebendo uma latente demanda das pequenas empresas por lojas virtuais, decidiram criar uma plataforma que fosse fácil de usar, com boa experiência do usuário e descomplicada, para facilitar a entrada dessas no mundo digital.

Desde 2019, a Dooca vem consolidando um programa de parceria com agências de publicidade, que junto com outros canais de aquisição, teve um crescimento exponencial de mais 650% em números de clientes e um ARR (Receita Anual Recorrente) de R﹩ 5 milhões.

“A Dooca construiu uma plataforma extremamente fácil de usar e que permite que pequenas empresas se digitalizem e comecem a vender online rapidamente. Vamos aproveitar todo o potencial do atual ecossistema de e-commerce da Locaweb e agregaremos mais essa solução, oferecendo ao mercado o que há de melhor para quem pensa em vender online.” afirma Willians Marques, Diretor Geral da Locaweb Commerce, responsável por todas as unidades de soluções para e-commerce da companhia.

“As sinergias incluem a entrada da Dooca no robusto ecossistema de Commerce da Companhia, passando a oferecer para toda a sua base de clientes a solução de pagamentos Yapay, as integrações com mais de 30 marketplaces e Store-in-Store do Ideris, soluções de logística com o Melhor Envio, as APIs de pagamentos recorrentes da Vindi e todo o portfólio de marketing digital com a Social Miner e All In.” completa Marques.

Os fatores que motivaram os fundadores dessas duas empresas a venderem as suas operações foram muito parecidos. Ambos enxergam o enorme potencial de sinergia com a base de clientes da Locaweb, um forte alinhamento de cultura e principalmente, a autonomia para seguirem os seus planos e contarem com mais recursos para isso, sejam financeiros ou intelectuais.

“O incentivo a inovação, o cuidado com as empresas adquiridas e o foco no cliente foram fatores fundamentais na hora de escolhermos a Locaweb. A ideia começou como uma possibilidade de parceria estratégica e o match foi tão grande que evoluiu para uma aquisição.” Afirma Eduardo Peixoto, cofundador da Credisfera.

“Sabemos que o mercado de e-commerce ainda vai crescer muito nos próximos anos, mas precisávamos do suporte de um grande grupo para continuarmos a nossa jornada. Algumas empresas nos procuraram no último ano, mas escolhemos a Locaweb, que nos deixou extremamente tranquilos e com as expectativas alinhadas para mantermos o desenvolvimento do produto com toda a autonomia. Essa proposta de continuidade e evolução fez toda a diferença na hora de tomarmos a decisão.” afirma Dieter Fritsch, cofundador e CEO da Dooca.

Nas transações, a Locaweb adquire 100% das duas companhias, sendo R﹩ 26.6 milhões pela Credisfera e R﹩ 26.5 milhões pela Dooca. Os empreendedores ainda poderão ter direito a receber earnouts, que estarão vinculados ao atingimento de metas estipuladas pelo grupo.

Seguindo o modelo de atuação da Companhia em outras aquisições, os sócios fundadores das duas empresas permanecerão nas operações e manterão os times de colaboradores.

Uma das pioneiras em soluções Business to Business (B2B) para transformação digital de negócios no Brasil, a Locaweb nasceu para ajudar empreendedores e negócios a desenvolverem sua presença online e prosperarem na web. Ao longo dos últimos anos, a empresa realizou importantes aquisições, fortalecendo a atuação em diversos mercados como o de e-commerce, redes sociais, recorrência, marketing cloud, hospedagem, cloud computing, pagamentos e aplicativos mobile. A Locaweb possui cerca de 2 mil funcionários, quase 400 mil clientes e 20 mil desenvolvedores e agências parceiras. Com 23 anos de atuação, a empresa segue crescendo e inovando por meio de desenvolvimento e aprimoramento interno de produtos bem como de aquisições.

2021: a LGPD e os desafios da tecnologia 5G para a proteção de dados nas empresas

Por Maurício João Figueiredo


O setor brasileiro de telecomunicações se prepara para o lançamento da última geração de tecnologia sem fio: o 5G. O leilão do espaço do espectro exclusivo de rede no Brasil deve ocorrer no primeiro semestre de 2021 e, nesse momento, se torna extremamente necessário compreender os impactos positivos e negativos deste novo padrão de internet móvel, assim como os reais desafios impostos à privacidade e proteção de dados para as empresas, em especial àquelas que utilizam soluções tecnológicas de rede em sua operação.

O 5G cria a expectativa da construção de um mundo “hiper-conectado” com a convergência das redes sem fio (wireless) móvel, fixa e local. A maior velocidade e capacidade de conexão, além do aprimoramento da qualidade de rede em termos de latência, são benefícios para permitir que bilhões de dispositivos se conectem entre si, mudando de forma significativa o nosso modo atual de vida, possibilitando o desenvolvimento tecnológico e a popularização de novas soluções, como casas inteligentes (Smart Homes), Smart Workplaces, realidade virtual, carros autônomos e telemedicina, entre muitos outros novos atributos.

Nesse sentido, haverá a coleta massiva de dados em tempo real via dispositivos digitais sensoriais utilizados para alimentar sistemas de Inteligência Artificial por meio da também chamada de Internet das Coisas (IoT). Portanto, o celular, a geladeira, a televisão e até mesmo uma chaleira elétrica com conexão wireless poderá gerar muitos terabytes de dados dos usuários sobre sua rotina, hábitos de consumo, entre outros.

Isso exigirá maior transparência para os usuários em relação a como seus dados pessoais são processados, para qual propósito e por quanto tempo serão retidos. Portanto, as operadoras de rede no Brasil, assim como as empresas que utilizarão a tecnologia 5G, deverão criar processos para a gestão de direito de titulares e de consentimento, seguindo os parâmetros da nova Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Neste caso, há um risco inerente, pois a grande maioria dos fabricantes de dispositivos de IoT com rede 5G estão localizados fora do país, onde os dados pessoais são transferidos e, portanto, será necessário o ajuste dos padrões de proteção de dados, que podem não ser equivalentes aos adotados pela legislação brasileira.

Outro cuidado a ser tomado com este novo padrão de rede diz respeito às áreas cobertas pelo sinal de uma antena, chamadas de células, que são muito menores que das atuais tecnologias. Desse modo, a coleta de dados de geolocalização se torna muito mais precisa, pois a sequência de movimentos e os intervalos de tempos serão transmitidos de uma forma muito mais detalhada às operadoras, descobrindo com exatidão o local, horário e qual é a velocidade do usuário. Lembrando que dados de localização e rastreamento são informações extremamente valiosas para atividades monitoramento e advertising, aqui temos um enorme potencial ofensivo à privacidade dos indivíduos.

Considerando o impacto e a exposição, é importante destacar que o risco de um vazamento de dados com a 5G será maior. A gigantesca quantidade de dados processados relativos às atividades humanas, geolocalização, saúde, entre outros, torna um futuro vazamento muito mais danoso aos usuários se comparado aos que existem atualmente.

Assim como toda evolução tecnológica, sempre haverá pontos positivos e negativos. A tecnologia 5G trará inúmeros avanços à interconectividade entre seres humanos e à qualidade da prestação de serviços tecnológicos. No entanto, a partir requisitos da Lei Geral de Proteção de Dados do privacy by design e by default, assim como os relatórios de impacto de proteção de dados, cabe aos controladores e operadores de dados promover medidas tecnológicas e organizacionais para mitigar riscos à proteção de dados dos seus clientes e usuários.

Maurício João Figueiredo, advogado e consultor na área de Data Privacy da ICTS Protiviti,

Preço médio da gasolina no Brasil ultrapassa R$ 5, maior alta em mais de um ano

Este é o valor mais alto registrado pela ValeCard desde que iniciou a realização de levantamentos mensais de preços, em junho de 2019

O preço médio da gasolina comum no Brasil registrou alta de 4,08% na primeira quinzena de fevereiro e ficou acima de R$ 5, valor mais alto em mais de um ano. Nos primeiros quinze dias do mês, o litro do combustível foi comercializado a R$ 5,04, em média, segundo levantamento realizado pela ValeCard, empresa especializada em soluções de gestão de frotas. Em janeiro, o valor médio cobrado nos postos do País foi de R$ 4,844.  

Esta é a oitava alta seguida registrada no preço da gasolina. De junho de 2020 até a primeira quinzena de fevereiro deste ano, o combustível ficou 21,7% mais caro. O aumento no valor cobrado pelos postos acompanha a alta na venda do produto pelas refinarias. Em janeiro, a Petrobras anunciou dois acréscimos na venda da gasolina: o primeiro foi de 7,6%; e o segundo, de 5%. Já em fevereiro, novo reajuste: desta vez, o combustível ficou 8% mais caro para sair das refinarias. Segundo a estatal, os reajustes são reflexos da valorização do petróleo no mercado internacional e da desvalorização do câmbio brasileiro. 

São Paulo foi o estado com o menor valor médio da gasolina: o litro custou, em média, R$ 4,63 nos postos paulistas na primeira quinzena deste mês. Já o Acre registrou o litro mais caro, a R$ 5,48. A maior alta de preços na quinzena ocorreu no Amazonas (5,74%) e a menor, na Paraíba (2,7%). Todos os Estados tiveram aumento no valor médio do litro do combustível. 

Obtidos por meio do registro das transações realizadas de 1º a 14 de fevereiro com o cartão de abastecimento da ValeCard em cerca de 25 mil estabelecimentos credenciados, os dados mostram que, entre as capitais, Curitiba registrou a menor média na quinzena (R$4,597), e Rio de Janeiro, o valor mais elevado (R$5,335).  

Fonte: ValeCard

Preço médio por Estado (R$)  

Estado Média de Fevereiro (1ª Q)  Média Janeiro Variação (Valor) Variação Percentual 
AC                                  5,481                                                 5,269                                 0,2116  4,02% 
AL                                  5,242                                                 5,081                                 0,1611  3,17% 
AM                                  4,920                                                 4,653                                 0,2673  5,74% 
AP                                  4,745                                                 4,575                                 0,1703  3,72% 
BA                                  4,990                                                 4,780                                 0,2096  4,39% 
CE                                  5,093                                                 4,885                                 0,2075  4,25% 
DF                                  5,059                                                 4,827                                 0,2325  4,82% 
ES                                  5,056                                                 4,843                                 0,2131  4,40% 
GO                                  5,030                                                 4,884                                 0,1459  2,99% 
MA                                  5,039                                                 4,830                                 0,2083  4,31% 
MG                                  5,136                                                 4,945                                 0,1916  3,88% 
MS                                  5,026                                                 4,817                                 0,2096  4,35% 
MT                                  5,063                                                 4,872                                 0,1905  3,91% 
PA                                  5,214                                                 5,030                                 0,1837  3,65% 
PB                                  4,903                                                 4,774                                 0,1291  2,70% 
PE                                  5,045                                                 4,820                                 0,2250  4,67% 
PI                                  5,076                                                 4,864                                 0,2120  4,36% 
PR                                  4,722                                                 4,503                                 0,2192  4,87% 
RJ                                  5,349                                                 5,152                                 0,1967  3,82% 
RN                                  5,132                                                 4,955                                 0,1763  3,56% 
RO                                  5,174                                                 4,947                                 0,2275  4,60% 
RR                                  4,798                                                 4,599                                 0,1990  4,33% 
RS                                  4,978                                                 4,817                                 0,1611  3,35% 
SC                                  4,657                                                 4,461                                 0,1967  4,41% 
SE                                  5,074                                                 4,910                                 0,1643  3,35% 
SP                                  4,639                                                 4,461                                 0,1777  3,98% 
TO                                  5,191                                                 5,000                                 0,1914  3,83% 
Total Geral                                  5,042                                                 4,844                                 0,1977  4,08% 

Fonte: ValeCard  

Entre as capitais, Rio de Janeiro tem a gasolina mais cara do país 

A cidade do Rio de Janeiro (RJ) teve a gasolina mais cara nos postos de combustíveis do Brasil na primeira quinzena deste mês, a R$ 5,33 o litro, em média, seguida de perto pela capital do Acre, Rio Branco (R$ 5,31 o litro, em média).  

Já em Curitiba (PR) registrou o preço médio mais barato: R$ 4,59, acompanhada pela cidade de São Paulo, com R$ 4,63, em média, pelo litro de gasolina. 

Capital  Valor médio (R$)  
Aracaju  5,085  
Belém  5,207  
Belo Horizonte  4,996  
Boa Vista  4,832  
Brasília  5,054  
Campo Grande  4,980  
Cuiabá  4,801  
Curitiba  4,597  
Florianópolis  4,741  
Fortaleza  5,042  
Goiânia  4,897  
João Pessoa  4,817  
Macapá  4,779  
Maceió  5,152  
Manaus  4,854  
Natal  5,068  
Palmas  5,153  
Porto Alegre  4,888  
Porto Velho  5,037  
Recife  4,996  
Rio Branco  5,316  
Rio de Janeiro  5,335  
Salvador  4,913  
São Luís  4,986  
São Paulo  4,639  
Teresina  5,002  
Vitória  4,795  
Geral  5,011  

Fonte: ValeCard  

Pesquisa aponta que 72% dos pequenos negócios aumentaram as vendas pela internet durante a pandemia

No Brasil e no mundo, 2020 foi marcado pelo avanço na digitalização em diversos setores. Para as pequenas empresas, apesar da crise e do cenário econômico, o ano também foi de investimento e vendas em canais digitais. Para 2021, a tendência é que os empreendedores sigam apostando na Internet, e em especial nas redes sociais. É o que mostra uma pesquisa da ao³, uma marca que potencializa negócios de micro, pequenas e médias empresas e escritórios de contabilidade, realizada com donos de microempresas, empresários de pequeno porte e MEIs da indústria, varejo e serviços.

A “Pesquisa sobre as Perspectivas do Empreendedor Brasileiro para 2021” aponta que dos 140 empreendedores ouvidos, 60% vendem pela Internet. Entre os canais favoritos deles estão: Whatsapp (40%), redes sociais (27,7%), plataformas de terceiros (12,3%) e E-commerce (7,7%). Mesmo com a atual conjuntura econômica, 72% registraram mais vendas pela Web, sendo que 27% aumentaram as suas receitas em 10%, 21,6% em 20% e 21,6% em 50%.

Já em relação aos investimentos realizados na empresa, 44% mantiveram o valor aportado em 2019, 17,5% aumentaram em até 50% e 17,5% diminuíram em até 50%. Entre as razões que atrapalharam o crescimento dos negócios, as três mais mencionadas foram: pandemia (68%), carga tributária elevada (39%) e juros altos (28,5%).

Rumos para 2021

Sobre o crescimento econômico do País, a expectativa de 45% dos empreendedores é cautelosa, enquanto para outros 40% é favorável e para 13% desfavorável. Já quanto ao crescimento do próprio negócio, 50% dos pequenos empresários têm uma perspectiva cautelosa e 44% favorável. Para o faturamento, a projeção é positiva e 63% acreditam que irão faturar mais, 20% creem que a receita se manterá, enquanto 8% esperam um lucro menor.

Com relação a investimentos, os empreendedores se mostram mais otimistas: 45% respondentes pretendem injetar novos recursos na empresa, enquanto 34% não decidiram e 21%, não devem fazer investimentos. As áreas mais beneficiadas devem ser modernização (46%), marketing (46%) e nova linha de produtos (44,5%). Os canais digitais também estão entre as prioridades do ano: 60% dos entrevistados pretendem investir mais neles. Entre esses, as redes sociais serão o foco dos esforços de 49,5%, seguidas de e-commerce (24%) e plataformas de terceiros (10%).

“Em 2020, avançamos pelo menos duas décadas em termos de transformação digital. Essa mudança acelerada pressiona as empresas a se reinventarem. Quando pensamos no microempreendedor pode ser ainda mais desafiador, pois sabemos que ele desempenha muitas funções na empresa: faz a gestão, atende o cliente, fecha o caixa, fala com fornecedor, cuida das vendas, entre outras funções. Tudo isso, na maioria dos casos, sozinho. Por isso, nós acreditamos na importância da tecnologia simples, fácil de usar e eficaz para resolução de problemas e ajudar na digitalização dos pequenos negócios para que eles possam acompanhar as mudanças e evoluir”, diz Jorge Santos Carneiro, presidente da ao³.

NRF 2021: experiência e agilidade para o varejo do futuro

Por Tiago Mello, diretor de Produtos da Linx Digital

Pela primeira vez em 110 anos, a NRF teve sua primeira edição digital por conta da pandemia, mas, se pararmos para pensar no momento em que vivemos, de digitalização das coisas, o modelo on-line se encaixou perfeitamente. Foram seis dias intensos de conteúdo, um momento rico para olharmos o que as grandes marcas de varejo fizeram e estão fazendo na pandemia, uma vez que o comportamento de consumo mudou do dia para a noite.

Essa mudança, na verdade, já vinha acontecendo, mas sem dúvidas foi acelerada pelo isolamento social da Covid-19. De acordo com o Jornal Europeu de Psicologia, uma pessoa leva de 18 a 254 dias para formar um novo hábito. Já passamos esse prazo, o que quer dizer que os nossos hábitos de consumo já mudaram.

Nesse novo comportamento do consumidor, um a cada cinco clientes vai mudar como e onde compra; 80% vão continuar comprando digitalmente; 48% descobriram novas marcas através das mídias sociais e, para mim, o número mais marcante, 4 em cada 10 clientes fizeram uma compra online pela primeira vez durante a pandemia – esses foram alguns dos dados mais importantes do evento.

Mas o que esses indicadores nos dizem sobre o novo consumidor? O primeiro insight é que o varejo deve se tornar mais do que uma compra ou serviço: ele deve se desenvolver como experiência. O cliente não quer mais se sentir parte de uma massa de compradores, mas, sim, único e importante para a marca. Alguns modelos, como assinatura mensal de produtos personalizados ou pacote de benefícios se firmam como uma boa opção para o varejista fidelizar seus clientes.

Nesse sentido, a retomada do comércio físico deve ser adaptada. O conceito que chamamos de Phygital tem tudo para se firmar: a ideia é integrar o ambiente do e-commerce com a loja física, num modelo em que o vendedor não espera mais o consumidor vir até a loja, ele leva a loja até o consumidor a partir de uma equipe de vendas digitalizada. Mais do que isso, essa união dos canais tem potencial para levar a tal da experiência para o cliente, criando oportunidades para que ele use o produto comprado, mas também possa experimentar outros modelos – potencialmente uma venda futura. É o caso da Nike e seus clubes de corrida, por exemplo.

Do outro lado, o meio digital buscou uma forma de levar experiência ao cliente – característica das lojas físicas – pensando em conquistá-lo, já que havia uma crescente onda nesse modelo. Um bom exemplo de experiência no digital são as Dark Stores, com atendimento live streaming por cliente, mostrando que ele não é só mais um consumidor.

Ao mesmo tempo em que a experiência virou o centro, o cliente também se transformou em “now costumer” – algo como consumidor imediatista. Esse é o consumidor ansioso que se consolidou na pandemia, que quer tudo para agora e agilidade é regra para ele. É um cliente que não compara os produtos entre as marcas e, sim, as experiências que elas ofertaram. Por exemplo, se uma marca entrega um mesmo produto em dois dias, por que ele deve esperar 10 para comprar com você? Neste caso, algo que já está acontecendo é as lojas atuarem como mini centros de distribuição, uma solução que vem chamando a atenção dos varejistas pelos benefícios logísticos e financeiros e que serve para adaptar a loja a essa velocidade no delivery.

Para o futuro, em uma das palestras foi citada uma empresa holandesa que percebeu que o setor de mercearia foi o último a se digitalizar. Então, a empresa, por meio da análise de dados e de demandas, montou algumas rotas com carros elétricos que rodam uma vizinhança, por exemplo, com itens mais propensos a serem comprados naquele local. Quando uma venda (digital) acontece, o carro entrega os produtos na sua casa entre cinco e vinte minutos. É o mundo hyper local em ação.

O now costumer espera que o varejista esteja online para atendê-lo rapidamente, espera que seja ominichannel e, se essas experiências estiverem dentro do padrão de consumo que ele está acostumado, ele irá recompensar comprando na loja. Neste contexto, os programas de fidelidade também surgem como uma vantagem competitiva. Afinal, se o varejista não conseguir fazer o cliente voltar para comprar de novo, ele não o merece.

Os consumidores ditam como o varejo deve caminhar. O varejista que quer performar bem enquanto a pandemia não acaba, mas também estar preparado para quando o mundo físico, presencial voltar, precisará buscar a combinação mágica entre experiência diferenciada e agilidade. Se Darwin me permite parafraseá-lo, no mundo [do varejo], quem sobrevive não é o mais forte e sim aquele que consegue se adaptar mais rapidamente [ao mercado]. A adaptabilidade dos varejistas definirá o futuro dos negócios.

Digital Innovation One recebe aporte de R$ 3,5 mi da DOMO Invest para ampliar a formação de novos programadores

A Digital Innovation One, plataforma de educação em desenvolvimento de software que conecta empresas com os melhores programadores, acaba de receber um aporte de R$ 3,5 milhões da gestora de fundos venture capital DOMO Invest. Com uma comunidade de mais de 300 mil pessoas que aprendem de forma colaborativa e gratuita na plataforma, a startup acelera a formação de talentos através de bootcamps e cursos online, dessa forma, potencializa as empresas a contratar programadores e desenvolver seus colaboradores em tecnologias emergentes para criar times ágeis de software.

Fundada em 2018 por Iglá Generoso, Gustavo Pereira e Pablo Zaniolo, a DIO tem o propósito de promover transformação social através da democratização do conhecimento em desenvolvimento de software e da conexão de talentos com as oportunidades do mercado de trabalho. Atualmente possui parcerias para formação de talentos em programas gratuitos coordenados pelos Governos Estaduais de São Paulo, Minas Gerais, Maranhão e Alagoas, além de 160 instituições de ensino de todo o Brasil. Em 2019, a startup recebeu investimento do fundo internacional TheVentureCity e iniciou o seu processo de internacionalização. Capacitando talentos para grandes empresas globais como everis, Avanade, GFT, Impulso, Banco Carrefour e Carrefour, a startup alcançou um crescimento de 700% no faturamento de 2020 e com o novo aporte quer alcançar um milhão de talentos em 2021.

“Além de intensificar os programas de formação e aceleração de talentos em tecnologias emergentes junto com grandes empresas, vamos ampliar os programas educacionais e a colaboração com instituições de ensino de nível superior e técnico de todo país, empoderando e potencializando o talento de professores e estudantes de tecnologia para reduzir a lacuna de conhecimento e criar atalhos para o mercado de trabalho”, comemora Iglá Generoso, co-fundador e CEO da startup.

A rápida evolução e adoção da tecnologia cria um déficit contínuo de conhecimento no setor e tem exigido que empresas e instituições de ensino desenvolvam melhores programas para formação e aperfeiçoamento profissional contínuo. A falta de mão de obra qualificada é o principal fator que levou mais de 1 milhão de vagas de tecnologia não serem ocupadas no ano de 2020 em todo o mundo. Apesar desse contexto desfavorável no tocante à formação de profissionais, entidades projetam o alto crescimento da demanda no setor. No Brasil a Brasscom estima que até 2024 o segmento precisará de 420 mil novos profissionais. Nos Estados Unidos, o U.S. Bureau of Labor Statistics projeta um crescimento de 22% na carreira de desenvolvimento de software até 2029. Ou seja, terá uma alta mais rápida do que a média de todas as ocupações do país.

“Desde 1998, quando fundei o Buscapé, a demanda por desenvolvedores de software só aumentou. Com a criação de centenas de novas tecnologias esse mercado ficou mais exigente e sofisticado, e os programadores passaram a ser vistos como peça fundamental na evolução da área digital das empresas. Hoje em dia, é impossível imaginar um grande player do mercado ou até mesmo uma startup que está apenas começando, sem a presença de um programador ou um time desses profissionais. A demanda por especialistas nessa área está maior e também por já ter vivenciado isso ao longo da minha carreira, nós da DOMO acreditamos que o serviço oferecido pela DIO é de de grande importância para o cenário atual e para o futuro”, conta Rodrigo Borges, fundador do Buscapé e atual sócio da DOMO Invest.

Formação conectada com o mercado de trabalho

Com foco na demanda de profissionais e na especialização requerida por grandes empresas, a Digital Innovation One cria trilhas imersivas de treinamento em desenvolvimento de software com experts do mercado e especialistas das empresas integrantes da plataforma. O objetivo é reduzir a lacuna de conhecimento e criar atalhos para que os profissionais conquistem oportunidades mais rapidamente. Com o resultado conquistado em 2020, a startup renovou o contrato com todos os clientes e fechou novas parcerias. Assim, em 2021, serão distribuídas milhares de bolsas de estudo para toda a comunidade aprender e se especializar nas tecnologias usadas por grandes empresas como everis, Avanade, GFT, Impulso, Banco Carrefour, Carrefour, Órbi, Localiza, Banco Inter, MRV, entre outras.

A metodologia educacional usada pela startup é proprietária e foi personalizada depois de um profundo estudo sobre melhores práticas e casos de sucesso na formação de talentos em ecossistemas tecnológicos de alto nível na China, USA, Europa e Brasil. Com cursos, mentorias, projetos práticos e desafios de codificação, a plataforma potencializa os estudantes de forma prática, imersiva e gamificada, identificando os principais talentos e recomendando-os para que as empresas tenham acesso aos candidatos mais qualificados e reduzam o tempo de contratação. As pessoas não admitidas recebem recomendações de desenvolvimento, criando um ambiente sustentável de aprendizagem continuada conectado com uma grande comunidade colaborativa e oportunidades de trabalho.

Na busca por aproximar ainda mais os alunos do mercado e promover a capacitação contínua de professores, instituições de ensino como o Centro Paula Souza do Estado de São Paulo, o Instituto Federal do Estado do Rio de Janeiro, o CEFET do Estado de Minas Gerais, entre outras, fecharam contratos de parceria não onerosos com a startup e estão acelerando a conexão de milhares de novos talentos com oportunidades de aprendizagem e trabalho promovidos pela Digital Innovation One.

Startup do Cietec fornece proteínas para viabilizar teste rápido de Covid-19

Para facilitar a testagem da Covid-19 no Brasil, a Biolinker, startup de biotecnologia residente na Incubadora USP/IPEN-Cietec, forneceu a proteína sintetizada do coronavírus para pesquisadores do Instituto de Química de São Carlos (IQSC) da Universidade de São Paulo (USP), com o objetivo de ajudar na viabilização da aplicação em massa do teste rápido da doença.

A tecnologia também será capaz de revelar se a pessoa que tomou uma determinada dose de vacina já produziu anticorpos, podendo auxiliar o médico a identificar a necessidade de acompanhamento do paciente no processo de imunização. Além disso, o dispositivo permitirá ainda o rastreamento de imunidade de variantes do vírus.

Como funciona

O dispositivo analisa uma gota de sangue retirada do paciente em busca de anticorpos que permitam detectar a doença. Para baratear sua produção, os pesquisadores utilizaram a estratégia de otimizar a quantidade de insumos do material e utilizar nanopartículas para a localização dos anticorpos.

As nanopartículas são imprescindíveis na reação que indica a presença dos anticorpos na corrente sanguínea do paciente. A molécula que contém a proteína do coronavírus foi sintetizada no laboratório da Biolinker, na Incubadora USP/IPEN- Cietec.

Os pesquisadores utilizam a informação genética do vírus e inserem em bactérias que se multiplicam e produzem a proteína em larga escala, em seguida, ela é purificada. Esta técnica difere bastante das que costumam ser usadas nos testes importados. “A produção em bactérias é muito mais barata e escalável do que a produção em células humanas, e isso reduz muito o custo”, afirma Mona Oliveira, CEO da Biolinker.

Além da USP, outras universidades brasileiras estão usando as proteínas da Biolinker para projetos de P&D na área do Covid-19.

O estudo

A pesquisa foi financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES).

O estudo foi coordenado pelo professor do IQSC, Frank Crespilho. Além do docente e sua equipe, a Biolinker e a doutoranda do IQSC, Karla Castro, pesquisadora da rede MeDiCo, também participaram da pesquisa e desenvolveram o teste no tempo recorde de cerca de quatro meses.

O grupo do Prof. Frank Crespilho é referência internacional em desenvolvimento de biossensores e nosso colaborador em projetos de pesquisa aplicada e inovação. Com a pandemia, vimos uma excelente oportunidade em participar do desenvolvimento dos bioligantes (moléculas sondas) para detecção de anticorpos do coronavírus”, informa Mona.

Próxima etapa

O teste já está pronto para produção em larga escala e passará, em breve, pela regulamentação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).

A empresa prevê que o custo para o consumidor seja de R$30,00, praticamente cinco vezes menos do que os testes disponíveis hoje no mercado, vendidos por cerca de R$ 140,00. “Para que o produto possa ser escalonado, é preciso buscar parcerias com grandes indústrias”, ressalta a CEO da Biolinker.

Para Sergio Risola, diretor-executivo do Cietec, é preciso que o Brasil aumente significativamente seu investimento em ciência e inovação e fortaleça a chamada Tríplice Hélice, que conecta empresas, universidades e governo, permitindo a geração e a transferência de conhecimento científico para atender as demandas da sociedade. “Claro que essa necessidade depende da realidade que vivemos, da situação orçamentária federal e estadual, mas acreditamos que este cenário atual de pandemia aumentará a união da triple-hélice, bem como os investimentos em pesquisas científicas”, finaliza Risola.

O trabalho remoto na low touch economy

Por Daniel Schwebel, Country Manager da Workana no Brasil

Devido às restrições para evitar a disseminação do coronavírus, deixamos os escritórios às pressas para trabalhar de casa. Essa nova realidade agradou 94,2% dos profissionais com carteira assinada que disseram querer continuar trabalhando remotamente após a pandemia, como revelou o relatório anual da Workana , maior plataforma que conecta freelancers a empresas da América Latina. Com isso, considerando a redução das interações pessoais, pude notar que, no vácuo dessa transformação remota, cresceu a economia de pouco contato, na qual as negociações e relações de trabalho se dão sem a necessidade de presença física – low touch economy -, que eu acredito ter vindo para ficar.

É fato que, por uma questão de responsabilidade social, muitas pessoas continuam seguindo os protocolos de saúde. Mas os profissionais se adaptaram tão bem aos novos hábitos, e ficou tão claro às empresas que não é necessário estar em um espaço físico para manter suas equipes produtivas – além do tempo que todos ganham por não precisarem se deslocar até o local de trabalho -, que ainda de acordo com o relatório 23,8% dos líderes apostam no fim ou redução dos escritórios, e 63,2% deles disseram ter notado que a produtividade dos funcionários aumentou ou permaneceu a mesma. Entre a maioria dos profissionais, o sentimento também foi de um melhor desempenho no home office. 81,9% acreditam que a produtividade foi excelente ou muito boa .

Claro que, para viabilizar isso, é vital fornecer aos trabalhadores todas as ferramentas tecnológicas possíveis, como equipamentos, softwares de trabalho colaborativo , e abrir canais online de acesso direto ao consumidor, combinando modelos que eram tipicamente B2B com estratégias B2C. Mas há muitos outros desafios, pontos que merecem atenção em tempos de low touch economy, para que o desenvolvimento se dê de forma sustentável. A começar pela saúde mental, que foi algo que pesou para 43,7% dos profissionais que sentiram que esse novo modelo de trabalho comprometeu seu psicológico.

Daí a importância de repensarmos nossa rotina de modo a equilibrar vida pessoal e profissional, melhorarmos nosso ambiente de trabalho em casa para manter a boa produtividade e, no caso dos gestores, posicionar sempre os colaboradores como centro de tudo, o que chamo de professional centric, que é voltar o olhar às necessidades e anseios dos profissionais, atendê-los para, como consequência disso, obter bons resultados, e não focar nos resultados esquecendo aqueles que os tornam possíveis.

91% dos trabalhadores CLT acreditam não precisar trabalhar exatamente 8 horas por dia, todos os dias, em um escritório, para obter bons resultados. Acredito ser um ótimo momento para os líderes ouvirem mais as demandas dos funcionários e buscarem maneiras de proporcionar mais qualidade de vida a eles.

Não é porque a digitalização se tornou obrigatória e a interação presencial inviável, que a comunicação deve diminuir e todos os processos se tornarem quase que robóticos. Trabalhar em casa significa desconstruir a barreira do privado, para sermos capazes de gerar mais empatia. Em tempos de low touch economy, fazer networking, exercer sua profissão e fechar negócios online precisa ser solução, e não problema.

Posicionamento da Anjos do Brasil sobre o texto do Marco Legal das Startups em tramitação no Senado Federal

O Marco Legal de Startups, aprovado em votação pela Câmara dos Deputados e agora em discussão no Senado Federal, tem uma enorme importância para o desenvolvimento do ecossistema de startups Brasileiro. Estas empresas inovadoras apresentam modelos de negócios, estruturas de investimento e relações de trabalho que são específicas e necessárias para o crescimento do negócio.

Dentro da proposta percebemos ter avanços significativos, mas não podemos deixar de mencionar que a redação final do texto deixa de lado quatro pontos essenciais para que o Marco Legal das Startups tenha um real impacto positivo para o ecossistema empreendedor inovador:

Ponto 1 – Inclusão da Possibilidade de Startups organizadas na forma de Sociedades Anônimas aderirem ao Simples Nacional

Ponto 2 – Equiparação tributária dos investimentos em Startups aos investimentos em imóveis ou no agronegócio (LCI/LCA)

Ponto 3 – Garantir o caráter mercantil das opções de compra distribuídas em Planos de Opções de Ações (Stock Option Plans) distribuídas a colaboradores, prestadores de serviço ou outros

Ponto 4 – Garantir a dispensa das publicações legais, ou a publicação exclusivamente no site da empresa, e os livros digitais para as Startups constituídas na forma de Sociedades Anônimas, sem limite de sócios

Cassio Spina, presidente e fundador da Anjos do Brasil, afirma que estes pontos já haviam sido discutidos durante toda elaboração deste Projeto de Lei. “A aprovação deste PLP sem os mesmos implicará que o mesmo terá pouca relevância para estimular o desenvolvimento do empreendedorismo inovador brasileiro.”

Saiba mais na Nota técnica para o Senado, assinada por 37 organizações do ecossistemahttp://bit.ly/NotaTecnicaPLP146-MLS

Tmov, marketplace de cargas da Sotran, recebe investimento de R$100 milhões do Arlon e Grupo Fitpart

Aporte irá viabilizar o crescimento do principal marketplace de logística do agronegócio no Brasil, além de impulsionar em 70% o número de contratações para a área de tecnologia da empresa

A Sotran, logtech líder do setor de transporte rodoviário de cargas para o agronegócio, anuncia investimento de R$ 100 milhões liderado pelo Arlon Group, fundo de private equity norte-americano, e pelo grupo FitPart, investidor de longo prazo. Este é o segundo investimento que a companhia recebe.   

Com o aporte, a Sotran tem planos de escalar ainda mais o seu marketplace de logística do agronegócio, o Tmov, ampliar e fidelizar a base de motoristas e lançar novos produtos digitais focados em caminheiros, embarcadores e transportadoras. Para isso, os planos são audaciosos e os números confirmam. A Sotran atingiu 1.3 bilhão de faturamento, em 2020, e a estimativa é crescer 40% em receita ainda este ano. A receita da empresa ligada à sua plataforma digital Tmov cresceu 201% de 2019 para 2020, tendo em vista a atuação da empresa com foco na digitalização da jornada da sua base de mais de 180 mil caminheiros.

Ao olharmos para o mercado mundial de logística e seus principais players, iremos perceber que existem dois modelos que competem. De um lado, as transportadoras digitais, e de outro, as empresas que oferecem um conceito de arquitetura aberta para anúncio online de cargas. A Sotran, com toda a sua expertise e tecnologia de ponta, entra nessa guerra ideológica com soluções para os dois públicos, oferecendo a solução de uma transportadora digital e acesso a uma plataforma de marketplace de logística para embarcadores e transportadoras que desejam digitalizar as suas operações. 

“A visão da Sotran é abrir o caminho digital para um futuro melhor dos caminheiros. Nos últimos anos, tivemos muito sucesso em alavancar tecnologia para aumentar a receita e o lucro dos milhares dos motoristas que utilizam a nossa plataforma a cada mês. E no processo, reinventamos a jornada trazendo maior visibilidade e transparência na cadeia para os nossos clientes embarcadores. Com este aporte, vamos ter recursos para expandir a nossa base e investir ainda mais no nosso principal produto, o Tmov, agora em soluções de marketplace para embarcadores e transportadoras. Também ampliaremos o time de tecnologia em mais de 70%”, afirma Charlie Conner, CEO da Sotran Logística.

No portfólio da Sotran estão mais de 900 clientes, como Seara, Cargill, Coamo, Coopersucar, Yara e BRF. O agronegócio é o carro-chefe, tendo como maior demanda da empresa o transporte de soja, açúcar e milho, mas a Sotran opera com o transporte de cargas em outros segmentos também, a exemplo de fertilizantes.

A maré está para as logtechs

O setor de logística tem sido alvo de forte disrupção nos últimos anos, no mundo inteiro, dada a importância para as economias, as ineficiências das cadeias em muitos países e a capacidade da tecnologia de melhorar a experiência do usuário e aumentar a eficiência. No Brasil, a Sotran é uma das principais protagonistas da transformação digital neste segmento. A plataforma Tmov é um exemplo de marketplace que oferece uma das poucas soluções integradas, de ponta a ponta.

O app conecta motoristas e cargas disponíveis, em tempo real e em todo o território nacional, em poucos cliques e de forma automatizada, permitindo velocidade e precisão nas entregas. Além disso, oferece aos caminhoneiros e gestores de frota uma gestão logística completa, incluindo gerenciamento de risco inteligente, serviços financeiros e uma carteira digital em que os motoristas podem receber pelo frete, fazer saques, fazer uma gestão financeira e reduzir o custo do diesel.

Empresas já conhecidas, como Uber Freight, Convoy, Full Truck Alliance e Blackbuck, são exemplos bem-sucedidos nos mercados dos EUA, China e Índia.

Atualmente, o Tmov já soma mais de 100 mil downloads, 60 mil usuários mensalmente ativos e mais de 75 mil contas no cartão de débito da plataforma. A Sotran tem em seus planos continuar investindo em produtos digitais e na expansão da base de caminheiros para o transporte rodoviário de cargas, que representa mais de R$ 400 bilhões no País e só o setor de agro rodoviário corresponde a R$ 40 bilhões.

“Acreditamos no potencial do Tmov para elevar o nível de inovação na logística. O mercado pode esperar novidades em termos de produtos digitais para motoristas, frotistas, embarcadores e grandes empresas que precisam transportar sua matéria prima, principalmente, com as últimas safras recordes que o Brasil teve e as próximas que já são esperadas”, aponta Bruno Martins Silva, Managing Principal da Arlon.

O Lazard atuou como assessor financeiro exclusivo da Sotran para a operação.

Final Level anuncia aporte de R$ 8.5 milhões

A Final Level, maior plataforma de entretenimento gamer do Brasil, anuncia aporte de R$ 8.5 milhões co-liderado por sócios da Atmos Capital, Outfield Capital, a inglesa 1st11, além de family offices, como a Kaducaio Holding, do gestor Kadu Cunha, sócio do Grupo Mantiqueira. Após se firmar com a proposta única de valor de ser o ponto de encontro de todas as comunidades gamers e principal parceiro de negócios do mercado para criadores de conteúdo nos segmentos de games e esports, a Final Level tem como objetivo se aproximar ainda mais do consumidor final e fortalecer o desenvolvimento da cultura gamer e o gaming lifestyle por meio da tecnologia.


“Nosso propósito desde o início foi reunir tudo o que o fã de games busca e deseja. A ‘porta de entrada’ num ambiente extremamente pulverizado e dinâmico, com oferta infinita de conteúdo em diversas plataformas. A empresa, que nasceu com forte vocação publicitária e inovou com a criação de pacotes de conteúdo anuais, atraiu marcas como Oi, Ame Digital, Coca Cola, além das mais diversas publishers”, afirma Fernanda Lobão, cofundadora e CEO da Final Level. “A próxima fase toma partido de todas as forças que construímos de branding, hub de criadores de conteúdo, comunidade e engajamento para estabelecer uma relação direta com a comunidade gamer e expandir o ecossistema Final level com novos produtos e serviços que ampliam a experiência do fã nesse ambiente de pura paixão”.


Criada em 2018, a Final Level formou um hub com os melhores creators de games do mercado, pioneiro no mundo, que já soma mais de 60 milhões de inscritos nas redes sociais e quase 500 milhões de views mensais apenas no YouTube. São números expressivos que mostram a dimensão de um mercado que movimentou US$ 180 bilhões globalmente no ano passado, mais do que as indústrias do cinema e da música juntas. Os dados são da consultoria IDC. Estima-se ainda que, em todo mundo, mais de 2,7 bilhões de pessoas joguem algum game, seja no PC, no celular ou em consoles.


Os chamados eSports, por sua vez, atraem quase meio bilhão de espectadores e o ano de 2021 marca o fortalecimento da divisão de eSports da Final Level, com time próprio, os Gamelanders, para disputar competições, line up feminino e a organização de campeonatos

em parceria com grandes marcas, como a gigante dos shopping centers brMalls, e alguns dos mais relevantes influenciadores gamers, como Rakin e Baiano, referências nos cenários de Valorant e League of Legends, respectivamente. Por aqui, o mercado de games movimentou US$ 1,5 bilhão no ano passado, cerca de R$ 5,6 bilhões, segundo dados da Newzoo, e conta com aproximadamente 75,7 milhões de players. Mais de 90% deles assistem a vídeos de games na internet. Não por acaso, o dream team de influenciadores da Final Level atua na co-criação de conteúdo autêntico, inédito e diário para múltiplas plataformas, como YouTube, Instagram, TikTok, Spotify, Facebook, Twitter e Telegram, engajando assim toda a comunidade de maneira disruptiva.


“A Final Level é um exemplo perfeito do novo modelo de mídia e de construção de comunidades. Acreditamos muito no potencial de crescimento do negócio, por conta da visão inovadora sobre como interagir com a comunidade gamer, sempre criando conteúdos de qualidade e retratando como ninguém esse lifestyle. Os games são a principal plataforma de entretenimento do mundo e a Final Level está muito bem posicionada para ser uma das protagonistas desse mercado”, afirma Pedro Oliveira, cofundador da OutField Capital. O fundador e chefe de operações da 1st11 no Brasil, Flávio Maria, reforça esse pensamento. “Fazer um investimento no Final Level é uma declaração considerável e um incentivo importante para nossos planos nos próximos 5 anos”, comenta.


Os novos investidores se unem assim aos outros sócios de peso da Final Level, como Felipe Neto, maior youtuber do Brasil e segundo mais assistido do mundo em 2019, João Pedro Paes Leme, ex-diretor executivo de esportes da Rede Globo, o técnico e empresário Bernardinho, bicampeão olímpico, e Marcos Vinicius Freire, ex-diretor executivo do COB.


O bem sucedido modelo da Final Level vem chamando a atenção de players de diversos países e a primeira parada da marca fora do Brasil será na Espanha. Recentemente, a Final Level anunciou uma parceria com a produtora de conteúdo Grupo Xanela Producciones, responsável pela plataforma na capital da Espanha. O plano é “exportar” o modelo, a exemplo do que fez a Endemol, produtora holandesa por trás do Big Brother e Masterchef. A expectativa é que a estreia na Espanha ocorra no segundo semestre deste ano. Como se vê, o jogo da Final Level está apenas começando.

Descomplica recebe aporte de R﹩ 450 milhões, maior rodada de investimento de uma EdTech na América Latina

O Descomplica, primeira EdTech brasileira a ingressar no mercado de ensino superior, fechou nova rodada de R﹩450 milhões, co-liderada pelos fundos de investimento Invus Opportunities e SoftBank, com participação do fundo Valor Capital Group, da Península Participações, a Chan Zuckerberg Initiative (CZI) e Amadeus Capital Partners. The Edge, guitarrista da banda irlandesa de rock U2, também participou da rodada.

Maior rodada de investimentos de uma EdTech na América Latina, os recursos serão direcionados para a Faculdade Descomplica, além de aquisições, crescimento de portfólio e desenvolvimento de produto. “Queremos construir a maior faculdade do Brasil, chegando rapidamente a um milhão de alunos no modelo 100% digital. Oferecemos modelos inovadores e capazes de inserir o aluno diretamente no mercado de trabalho”, diz Marco Fisbhen, CEO do Descomplica. “Nossa pedagogia digital é totalmente habilitada por tecnologia. Durante todas as aulas, nossos estudantes reagem em tempo real ao conteúdo e recebem materiais apropriados, de acordo com os seus sentimentos e nível de compreensão da matéria. Essa é apenas a ponta do iceberg e, ao operar na fronteira entre tecnologia, educação e mídia, somos muito orgulhosos do nosso propósito, de que aprender é realmente pra todo mundo, independente das realidades socioeconômicas de cada um”.

“O Descomplica é um salto enorme na educação do Brasil, com potencial para ajudar milhões de pessoas a entrarem no mercado de trabalho e mudando efetivamente a vida delas para uma realidade que antes julgavam inacessível”, comenta David Kahane, Sócio da Invus Opportunities.

“Estamos entusiasmados em apoiar o Descomplica, que leva educação de qualidade para o mercado de massa, movido por tecnologia, a milhões de brasileiros”, diz Paulo Passoni, Managing Investment Partner do SoftBank.

“O Descomplica há anos vem mudando o panorama da educação no Brasil e estamos muito comprometidos com seu crescimento nos próximos anos. Acreditamos numa estratégia de investimento de ciclo de vida completo e apoiamos a empresa desde o início”, comenta Antoine Colaço, Sócio-Diretor do Valor Capital Group.

Crescimento

Com 5 milhões de alunos por mês em todas as suas frentes educacionais, o Descomplica atua de maneira 100% online. “Consolidamos definitivamente um novo modelo de Faculdade, diferenciando-o do ensino a distância atual, aliando professores de qualidade, entretenimento e tecnologia de ponta”, comenta o Presidente da Faculdade Descomplica, Daniel Pedrino. “Ao lançar a Faculdade Descomplica no ano passado, estreamos com a nota máxima concedida pelo MEC, enquanto nossa pós-graduação também se firmou: cresceu mais de 10 vezes e hoje conta com 30 mil alunos. Toda a inovação em educação e tecnologia que estamos levando ao mercado nos permite vislumbrar a entrega de um ensino inovador a milhões de estudantes”.

Ao longo do ano, o Descomplica dobrou o número de funcionários e hoje já chega a quase 600 colaboradores – além de contar com 100 vagas abertas no momento. A EdTech está presente em múltiplas vertentes de ensino, entre elas: Enem e Vestibulares, graduação e pós-graduação. Com a rodada, o Descomplica busca acelerar ainda mais a sua atuação no ensino superior, prevendo a expansão acelerada de cursos de graduação e pós-graduação, crescendo organicamente e também por meio de aquisições de tecnologias e faculdades.

ABES Academy abre vagas para primeira turma de 2021 do curso de LGPD

A ABES ACADEMY, setor de educação e formação continuada da ABES – Associação Brasileira das Empresas de Software, está com inscrições abertas para a primeira turma de 2021 do curso Lei Geral de Proteção de Dados: fundamentos e implementação. Com modalidade 100% online, o curso será ministrado por profissionais altamente qualificados que trazem conhecimento e experiência jurídica, técnica e prática em relação à proteção de dados, privacidade e segurança da informação. Serão 8 aulas, das 16 às 19 horas, de 22/02 a 04/03, com carga horária total de 24 horas. As vagas são limitadas e as inscrições estão disponíveis no site: https://www.sympla.com.br/curso-lgpd—lei-geral-de-protecao-de-dados-fundamentos-e-implementacao__1105713

De acordo com Thomaz Côrte Real, consultor jurídico da associação e um dos palestrantes do curso, é importante fomentar o interesse das empresas no assunto para orientá-las sobre como cumprir a lei. “Esse curso é um dos poucos que contempla tanto as questões que envolvem a implementação jurídica quanto a técnica, então é uma ferramenta completa para quem precisa aprender e ficar em conformidade. Não há mais tempo a perder, as organizações precisam se adequar o mais rápido possível”, afirma.

Curso: “Lei Geral de Proteção de Dados: Fundamentos e Implementação”

Data: 22/02 a 04/03

Hora: 16h às 19h

Inscrições: https://www.sympla.com.br/curso-lgpd—lei-geral-de-protecao-de-dados-fundamentos-e-implementacao__1105713