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Reserva e Fast Company criam colab para lançar negócio na moda

A Reserva, marca de roupas masculinas, em parceria com a Fast Company Brasil, lança 21 estampas de camisetas com frases e artes 100% ligadas ao universo de empreendedorismo, negócios e inovação. A ideia, pensada em conjunto, tem como objetivo ampliar os negócios do veículo de comunicação, que agregará uma loja online para a coleção em seu site, assim como no e-commerce da Reserva. Entre as estampas estão frases clássicas usadas pelos empreendedores, como “Big Ideas Only” (em português “apenas grandes ideias”) e imagens que representam importantes matérias da Fast Company.

Marcelo Lobianco, CEO da Fast Company no Brasil, teve a ideia de levar a marca editorial para além do conteúdo produzido em diversas plataformas online e offline. “Construímos um projeto de colaboração em conjunto, inicialmente focado em camisetas masculinas e femininas. Nosso público possui grandes semelhanças com o da Reserva, e acreditamos muito em nosso potencial conjunto de criar e impulsionar novos negócios”, explica Lobianco.

A aproximação entre as marcas iniciou-se em 2015, quando a Reserva foi apontada pela Fast Company Global como a única empresa brasileira no ranking das empresas mais inovadoras do mundo. Na época, uma das ações destacadas foi o jeito da Reserva de transformar ações negativas, como uma filmagem mostrando um assalto que ocorreu em uma de suas lojas, em uma publicidade positiva. “Esse prêmio foi um dos mais importantes que conquistamos. Hoje, selar uma parceria de produto com a marca que nos concedeu isso é um orgulho imenso”, diz Rony Meisler, CEO da AR&Co.

Conhecida mundialmente pela sua linha editorial única em inovação, negócios e tecnologia, a Fast Company iniciou sua atuação no Brasil em janeiro de 2021. Mantém os mesmos princípios da cobertura jornalística que realiza nos Estados Unidos, além de complementar com um acompanhamento profundo das principais inovações nos segmentos de marketing e finanças.

As peças estão disponíveis no site da Reserva e também no site Fast Company Brasil .

CNI e Federações oferecem assessoria gratuita para facilitar exportações

O processo de exportação exige preparação, envolve diversos atores, sistemas e procedimentos. Segundo o Ministério da Economia, das 19 milhões de empresas ativas em 2020, somente 28.746 exportaram. Uma das razões para isso é porque os empresários têm dúvidas ao preparar sua empresa para o mercado internacional e as respostas demoram, são complexas ou até incompletas.

Para ajudar as micros, pequenas e médias empresas (MPMEs) a exportarem com mais facilidade, a Confederação Nacional da Indústria (CNI), as Federações de Indústria nos estados e o Sebrae criaram o Ajude Aqui: uma consultoria virtual gratuita sobre comércio exterior. 

A partir de hoje, especialistas em comércio exterior estarão disponíveis para atender dúvidas sobre tributação internacional, sistemas aduaneiros, logística, formas de pagamento, entre outros assuntos sobre exportação e importação. 

Os atendimentos serão realizados por e-mail, telefone, WhatsApp e formulário on-line disponível no site do Indústria Global – programa realizado em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) para oferecer serviços de internacionalização.

“A CNI lançou mais um serviço para desenvolver a maturidade das pequenas empresas no processo de internacionalização. O objetivo é criar um canal de suporte às empresas e, a partir das dúvidas mais frequentes, promover melhorias no ambiente de negócios. O Ajude Aqui veio para impulsionar o crescimento de MPEs brasileiras fora do Brasil e, consequentemente, aumentar a competitividade das empresas no mercado interno, seja nos produtos, serviços e embalagens ou na própria gestão da marca”, destaca o coordenador de Serviços de Internacionalização da CNI, Felipe Spaniol.

Em conjunto com a assessoria virtual, as empresas atendidas podem buscar apoio no Centro Internacional de Negócios (CIN) da Federação de Indústrias do seu estado ou no Sebrae local.

Gympass, maior plataforma de bem-estar corporativo, dobra valuation para US$2,2 bilhões com retomada de atividades em academias

O Gympass, maior plataforma de bem-estar corporativo, anuncia hoje que os fundos Softbank, General Atlantic, Moore Strategic Ventures, Kaszek e Valor Capital Group se juntam à sua missão de tornar o bem-estar universal com uma nova rodada de investimento de U$S220 milhões.

À medida que as pessoas voltam às academias, o valuation do Gympass mais do que dobrou, para US$2,2 bilhões, refletindo a importância cada vez maior que as empresas estão dando para o bem-estar. Em maio, o Gympass registrou um recorde mensal de 4 milhões de visitas em sua rede de mais de 50.000 parceiros globais. Muitos dos clientes do Gympass têm observado que a utilização da plataforma já está acima dos níveis pré-pandemia, o que revela o tão esperado retorno às atividades físicas presenciais. Mercados como os Estados Unidos e o Reino Unido lideram, com um crescimento sem precedentes, a demanda por atividade física presencial, com uma tendência semelhante refletida na América Latina e na Europa. Atualmente, o Gympass registra um crescimento mensal de dois dígitos no número de usuários.

Mais de 1.000 novas empresas aderiram ao Gympass durante a pandemia para adaptar seus programas de bem-estar corporativo às soluções holísticas, flexíveis e equitativas e também ao novo modelo de trabalho híbrido. Alguns dos atuais clientes incluem Santander, Accenture, Unilever, KPMG e McDonalds. Além disso, o Gympass também trouxe para sua rede novos parceiros fitness nos Estados Unidos, como Barry’s, SoulCycle, F45 e Strava, além de incorporar aplicativos globais como Calm, LifeSum e Fabulous para acelerar sua rápida expansão para um portfólio completo e integral de bem-estar.

“Temos visto um aumento no número de visitas a academias e estúdios conforme os países começam a retomar suas atividades, e esperamos um avanço ainda maior à medida que as pessoas comecem a voltar aos escritórios”, disse o cofundador e CEO do Gympass, Cesar Carvalho. “Criamos a plataforma de bem-estar mais completa, cobrindo condicionamento físico, terapia, atenção plena e nutrição. O novo investimento nos ajudará a impulsionar ainda mais o crescimento nos Estados Unidos, a melhorar a experiência do produto e a expandir para novas categorias, dando continuidade à nossa missão de tornar o bem-estar universal.”

A expansão do Gympass para além da atividade física presencial já provou ser um sucesso. Desde março de 2020, o Gympass contabilizou 3,5 milhões de utilizações de suas ofertas digitais. Com o retorno das atividades presenciais, as soluções digitais do Gympass têm mantido níveis estáveis de engajamento, reforçando que o futuro do bem-estar corporativo é híbrido.

“Semelhante ao modelo de trabalho híbrido adotado por muitas empresas devido à pandemia, estamos vendo uma tendência semelhante em relação às atividades fitness e de bem-estar. Agora, as pessoas estão combinando visitas presenciais a academias e estúdios com o digital, usando aplicativos de meditação e nutrição, além de outras soluções de bem-estar oferecidas pelo Gympass. Vimos que esta é uma mudança que permanecerá no futuro e esperamos expandir nosso alcance e serviços para continuar a estimular o bem-estar geral das pessoas”, disse Carvalho.

“É incrível ver o Gympass crescer cada vez mais em um momento em que o ecossistema operacional tem sido tão difícil. O Gympass é a solução de bem-estar para o modelo de trabalho híbrido que estamos vendo agora, oferecendo aos colaboradores opções dentro e fora do escritório”, disse Shu Nyatta, do Softbank. “O crescimento da empresa nos últimos dois anos mostra o potencial que o Gympass tem e estou entusiasmado em continuar trabalhando com o Cesar e toda a equipe para acelerar sua estratégia de bem-estar.”

Startup do inovabra habitat contribui para inovar processo de recrutamento e seleção

Com mais de 2 mil testes disponíveis, a Rankdone se diferencia por sua diversidade, abrangência e segurança

Habitante do inovabra habitat, ambiente de coinovação do Bradesco, a Rankdone, plataforma de recrutamento e seleção de pessoas, foi a escolhida pelo Bradesco para auxiliar sua área de Recursos Humanos a selecionar os melhores profissionais do mercado por meio de testes digitais mais eficientes, democráticos, inovadores e seguros. A plataforma tem um modelo colaborativo e funciona como um marketplace onde profissionais de várias áreas e de qualquer lugar do mundo podem criar suas avaliações e compartilhá-las dentro da Rankdone. Hoje, a ferramenta oferece mais de 2 mil testes – de hard e soft skills -, com avaliações para os mais diferentes perfis, desde testes para quem vai trabalhar diretamente com o Covid-19 até para vagas mais disputadas, como cientistas de dados.

Para o Bradesco, participar deste processo evolutivo e ter a oportunidade de customização com a Rankdone, conforme sua necessidade, trouxe um ganho exponencial. O banco alcançou agilidade com qualidade, reduzindo em 60% o tempo da etapa de testes. Além disso, a adesão às avaliações aumentou em 70%, ampliando ainda mais as oportunidades para candidatos de todo o Brasil.

Além das avaliações técnicas, é possível também conhecer em que trilha de carreira a pessoa terá mais aderência, como técnica, administrativa ou comercial por exemplo, garantindo mais satisfação pessoal e assertividade na condução de sua jornada. Desde a contratação da Rankdone, cerca de 15 mil candidatos foram selecionados com resultados positivos, com mais qualidade, eficiência e eficácia nas contratações.

“A Rankdone se diferencia por diversos aspectos, começando por oferecer um sistema seguro para aplicação das avaliações, evitando fraudes, e por possuir um vasto portfólio. Os principais fatores de sucesso dessa parceria estão relacionados à flexibilidade e à convicção de que o futuro inicia na mutação do presente. A tecnologia é fundamental, mas são as pessoas os grandes agentes responsáveis pelas mudanças. E ter um parceiro que denota a competência de escutar, entender as nossas necessidades e oferecer soluções alinhadas às nossas demandas é e sempre será um diferencial competitivo”, destaca a diretora executiva do Bradesco, Glaucimar Peticov.

A parceria é uma via de mão dupla. O Bradesco contribuiu para que a Rankdone inovasse e desenvolvesse a correção de redações por meio de inteligência artificial. “Após uma conversa com o Bradesco, vimos uma oportunidade e criamos o primeiro teste de redação com correção por inteligência artificial para processos seletivos do mercado. Hoje, mais de 10 mil candidatos já foram testados com esse recurso em diferentes empresas”, comenta o CEO da Rankdone, Marcelo Marques.

Segundo ele, a parceria com o Bradesco vai além da relação cliente/fornecedor. “Os profissionais de RH do banco são antenados e entendem o conceito de inovação, em termos de tecnologia e RH. Isso gera uma troca de conhecimento e facilita o nosso trabalho, além de nos impulsionar a melhorar e inovar sempre, com desafios e propostas disruptivas”, completa Marques.

Além da Rankdone o inovabra habitat conta com outras 19 HR Techs, que oferecem produtos e serviços como modelos de gestão de metas e de desempenho, head hunting, desenvolvimento e capacitação, recolocação de profissionais 50+, automatização de processos relacionados à administração de pessoal, entre outros.

Coinovação na prática

O inovabra habitat é o ambiente de coinovação do Bradesco com atuação física e digital onde startups, investidores, tech partners, consultores e mentores, grandes empresas, além do próprio Bradesco, trabalham de forma colaborativa para inovar e gerar novos negócios.

O inovabra habitat promove o encontro de startups de alto potencial, habilitadoras da transformação digital das empresas, com demandas de negócios. Além disso, impacta e estimula a cultura de inovação dos funcionários, por meio de eventos e conteúdos organizados com curadoria de temas relevantes para este fim.

Ao apoiar o desenvolvimento de iniciativas para coinovar com o ecossistema, a equipe inovabra também tem papel fundamental para fomentar os negócios. Foram ampliados os encontros com as corporações, que antes eram mensais e, depois da pandemia, passaram a ser semanais. Nesses encontros, as empresas habitantes compartilham conhecimentos, apresentam cases de inovação e se conhecem mutuamente em atividades de cocriação. Há apresentações de profissionais de mercado sobre os mais variados temas e pitches de startups de todos os eixos de atuação. Em meio à crise e ao isolamento social, o inovabra habitat aumentou em 25% suas atividades e eventos de conteúdo – todos no formato virtual.

“Promovemos a geração de negócios por meio de eventos, atividades e networking entre as corporações, startups e o Bradesco de maneira constante. O nossa propósito é facilitar o acesso das empresas ao ecossistema e contribuir para acelerar as jornadas de transformação digital e cultural dos seus funcionários”, destaca a head do inovabra habitat, Renata Petrovic.

O inovabra habitat faz parte do ecossistema de inovação do Bradesco, o inovabra, que conta ainda com os programas: lab, ventures, internacional, hub, startups, polos e inteligência artificial. Mais informações em https://www.inovabra.com.br/habitat.

Pipefy tem 50 vagas abertas para atuação remota

O Pipefy, plataforma de gerenciamento de processos de negócio, está com 50 vagas abertas para as áreas de engenharia, customer operations e marketing. A empresa, com sede no Brasil e EUA, que estabeleceu para 2021 crescer em 40% o número de colaboradores, em junho de 2021 bateu a marca de 400 funcionários.

Conhecida por ser uma empresa “People First”, seus esforços estão em criar um ambiente diverso, inclusivo e que cause pertencimento, em todas as posições, áreas e oportunidades. Com o apoio do comitê de diversidade da empresa, chamado de D.I.B (Diversidade, Inclusão e Pertencimento, em tradução), o Pipefy encoraja diferentes perspectivas e na combinação única de cultura, raça, etnia, idade, gênero, orientação sexual, identidade ou expressão de gênero e capacidade física ou mental.

“Junho tem sido um mês super especial aqui na Pipefy. Além do aniversário de 6 anos da empresa e o mês do orgulho, alcançamos a incrível marca de 400 Honey Badgers. E não vamos parar por aí! São mais de 50 vagas abertas”, diz o fundador e CEO do Pipefy, Alessio Alionço.

As vagas abertas têm destaque para o trabalho remoto e dentre os benefícios estão plano de saúde, seguro de vida, Gympass e licença maternidade/ paternidade. Para saber mais sobre as vagas acesse o site da Pipefy .

Nova plataforma busca transformar a empregabilidade no setor de TI

A nível mundial, a pandemia teve um forte impacto na economia, gerando um aumento significativo da percentagem de desemprego em várias indústrias. No entanto, o setor de tecnologia enfrenta uma crise inversa: há muito mais vagas disponíveis do que profissionais treinados para ocupá-las. A disputa pelos únicos profissionais em atividade no mercado, provavelmente já incorporados à concorrência, encarece o processo a ponto de dificultar a gestão.

Neste cenário chega ao Brasil a Modern Talent Hub – startup formada por membros de diferentes nacionalidades e continentes especializada no mercado de tecnologia que visa reduzir a lacuna entre a oferta e a demanda de talentos, cobrindo as necessidades de toda a cadeia de recrutamento: identificação, recrutamento, seleção, treinamento e certificação oficial. O projeto é patrocinado pela Microsoft e já foi implementado na Colômbia, Argentina e Brasil como países pioneiros e, em seguida, continuará a ser escalado em toda a América Latina.

O Modern Talent Hub reúne em um único portal as vagas disponíveis no canal de parceiros Microsoft e os talentos interessados em preenchê-las. Adrián Sánchez, chefe da Modern Talent Hub na América Latina garante que “ter oferta e demanda em um único portal que também garanta a certificação e a capacitação necessária para construir ou continuar desenvolvendo uma carreira profissional significa, para o empregador, significativa economia de tempo e dinheiro e, para o talento, uma solução muito mais próxima e conectada com as reais necessidades do mercado”.

Até o momento, grandes empresas do setor de tecnologia assinaram uma aliança de trabalho com a Modern Talent Hub, que espera se tornar a maior parceira de recrutamento de Parceiros Microsoft na região. “Essa iniciativa surge a partir do feedback que recebemos de nossos parceiros de negócios e em resposta às necessidades de nossos clientes no mercado latino-americano, visando principalmente ampliar a base de recursos especializados disponíveis”, destaca Amin Chequer Partner Enablement and Innovation Director, Global Partner Solutions, LATAM.

Ao exposto, o executivo acrescenta que a “Modern Talent Hub proporciona um mecanismo inovador, incorporando no mesmo local tanto a captação de procura de cargos especializados, como a identificação de talentos potenciais e existentes nos mercados-alvo, criando assim uma sinergia para resolver esse problema”.

Juan José Collado, Diretor Partner Channel Marketing Microsoft destaca que, “nos sentimos honrados de participar em iniciativas como esta, que ajudam a impulsionar o talento local e, em última instância, a recuperação econômica dos nossos países. O trabalho de Modern Talent Hub se alinha com nosso objetivo de ajudar a que o aprendizado técnico seja acessível para todos os que queiram adquirir uma habilidade e buscar uma nova carreira profissional para ter sucesso na economia digital atual.” 

Digitalização e geração de empregos

Existe uma relação direta entre o nível de digitalização das empresas e a criação de empregos. Na verdade, 80% das empresas mais digitalizadas são aquelas com maior capacidade de preservação e criação de empregos no mundo.

“No momento, os grandes parceiros da Microsoft têm dezenas e até centenas de cargos em aberto que precisam ser preenchidos com pessoal treinado”, explica Adrián Sánchez. Os cargos mais procurados, garante ele, são: engenheiros e analistas de segurança; cientistas, engenheiros e analistas de dados; Engenheiros e desenvolvedores DevOps.

O gestor espera uma grande recepção do mercado brasileiro, pois, sem ter lançado o portal, em poucas semanas já recebeu mais de 50.000 visitantes e tem cerca de 2000 candidatos inscritos.

Tendência: agregar habilidades sociais e tecnológicas

Para fazer a combinação perfeita, o modelo Modern Talent Hub incorpora centros de treinamento parceiros onde as pessoas selecionadas podem ser treinadas ou atualizadas em habilidades técnicas, com certificações oficiais nas mais recentes soluções desenvolvidas pela Microsoft.

Metade do tempo, além disso, é dedicado ao desenvolvimento das habilidades sociais que foram definidas para cada função, tais como: Resolução Criativa de Problemas (CSP), trabalho em equipe, desenvolvimento ágil e autogestão, comunicação eficaz e assertiva, negociação e resolução de conflitos, criatividade e inovação e Design Thinking, entre outros.

“A tecnologia evolui tão rapidamente e a necessidade de talentos é tal que o desenvolvimento de soft skills é cada vez mais valorizado como complemento da formação e das certificações técnicas”, afirma Sánchez.

Os programas de treinamento duram entre 4 e 8 semanas e são gratuitos para os candidatos selecionados, pois são financiados diretamente pelos parceiros Microsoft no processo de incorporação em suas organizações.

Diversidade e inclusão para uma contratação mais ética

Alinhado aos princípios do Pacto Global da ONU assumido pela Microsoft, o Modern Talent Hub tem desenhado mecanismos para abordar realidades sociais como a diversidade e a inclusão, promovendo a presença feminina nas empresas de tecnologia e incorporando pessoas com necessidades especiais.

“Está provado que equipes mais diversificadas geram soluções mais inovadoras e disruptivas”, diz Sánchez, “pessoas com autismo, por exemplo, tendem a ser grandes desenvolvedores, uma das posições mais solicitadas”.

Até o momento, o portal conta com 25% de candidatos com perfis muito elevados. O objetivo do Modern Talent Hub é trabalhar proativamente com comunidades de mulheres tecnólogas para continuar avançando em direção à paridade.

Easysapers cria plataforma de recrutamento conecta consultores de TI com empresas

A startup Easysapers criou uma plataforma digital para ajudar empresas a resolver uma dor: buscar e contratar profissionais de TI especializados em tecnologias SAP. Chamada de Easy Hiring, seu diferencial é usar algoritmos, alinhados às melhores práticas de recrutamento e seleção, para simplificar esse processo.

A plataforma faz uma análise dinâmica de perfil entre os profissionais cadastrados para encontrar o candidato ideal para determinada vaga, levando em consideração vários aspectos como nível de experiência, conhecimento ou vivência na área de atuação da contratante, qualificação (certificações técnicas), entre outros.

Na prática, os algoritmos agilizam o processo de triagem ao fazer um match dos requisitos das oportunidades e a cultura da empresa contratante com o conhecimento (habilidades técnicas e interpessoais) e a experiência dos profissionais. Atualmente, existem mais de 1.200 consultores especializados cadastrados na plataforma Easy Hiring.

“É cada vez mais difícil para as empresas encontrar talentos no mercado de TI devido à falta de mão de obra qualificada. A Easy Hiring foi criada para tornar o processo de contratação de profissionais SAP mais eficiente e assertivo”, afirma o cofundador e chefe de operações da startup, Fabiano Sandaniel, lembrando que também ocorre o oposto. “Há casos específicos em que há muitos profissionais para uma área, então, conseguimos otimizar a triagem da seleção”.

De acordo com o executivo, geralmente, as empresas terceirizam a atividade de recrutamento e seleção porque é algo que demanda muito tempo. “É muito comum uma vaga de consultor SAP demorar mais de 60 dias para ser preenchida”, ressalta Sandaniel.

Segundo um levantamento da Brasscom (Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação), até 2024, no Brasil, haverá demanda para 700 mil profissionais por ano na área de TI. Contudo, hoje, de acordo com a entidade, o Brasil forma apenas 46 mil profissionais com perfil tecnológico anualmente.

Central de Recrutamento

A plataforma Easy Hiring centraliza todas as atividades para um processo de recrutamento e seleção eficiente. Nela, os próprios recrutadores das empresas cadastram as oportunidades de trabalho, que ficam visíveis em um mural de vagas. Além disso, os profissionais cadastrados que se encaixam no perfil de uma determinada vaga são notificados para conferir as informações e decidir se irão se candidatar ou não. Os recrutadores também podem realizar entrevistas por vídeo diretamente pela plataforma.

As empresas podem usar a plataforma de duas formas: para pesquisar proativamente os candidatos e selecionar aqueles que mais combinam com o perfil da oportunidade ou para cadastrar vagas e deixar a tecnologia trabalhar para fazer a pré-seleção dos candidatos mais aderentes ao perfil desejado.

Os selecionadores também têm acesso a uma lista de candidatos onde podem obter mais detalhes sobre o perfil de cada um deles, além de usar a plataforma para agendar e realizar uma entrevista virtual.

Preferência de brasileiros por compras feitas por dispositivos móveis cresce mais de 30%, indica estudo da Visa

A adoção de smartphones e uma infraestrutura de pagamentos digitais em rápido desenvolvimento colocam o Brasil em destaque em relação a economias de países mais desenvolvidos, principalmente quanto à forma e preferência dos consumidores para realizar suas pesquisas de preço e compras. O Índice Global de Compras Digitais – Edição Brasil*, elaborado pela Cybersource, solução da Visa especializada em gerenciamento de pagamentos digitais, em colaboração com a PYMNTS.com, mostra que a penetração de equipamentos móveis por aqui é ampla e se dá principalmente por parte dos jovens de alta renda.

O estudo mostra que o Brasil é o mercado analisado que mais faz uso de dispositivos móveis para realização de compras online (20% mobile versus 10% computador), quando comparamos com Reino Unido (17% versus 22% respectivamente), Estados Unidos (16% – 25%) e Austrália (13% – 18%). E a preferência por compras digitais e pelo celular continua a crescer, aumentando 33%, com um incremento de 36% especificamente para compras realizadas via mobile, desde o início da pandemia no país.

Houve ainda um declínio de 17% na proporção de consumidores brasileiros que preferem comprar em lojas físicas, muito por conta da comodidade que as compras online proporcionam. Essas mudanças foram observadas, principalmente, entre pessoas com idade média de 42 anos: 39% das que migraram para o digital eram de menor renda e 35% de alta renda.

No entanto, a pesquisa sugere que os mais jovens (até 37 anos) e com renda mais elevada estão liderando a adoção digital no país. Cerca de 50% dos jovens de alta renda realizaram suas últimas compras por meio de canais móveis ou online, uma participação quase duas vezes maior do que a de outros brasileiros. Além disso, 74% afirmaram que preferem esse ambiente para fazer compras.

“Com a análise do Índice, fica claro que o consumidor brasileiro tem preferência pelo ambiente virtual e pelo uso de smartphones para consultas e realização das suas compras diárias. Uma oportunidade significativa para o comércio varejista digital no Brasil impulsionar as vendas no mobile, criando conteúdo e design específicos, além de ofertas de meios de pagamento seguros a serem disponibilizados nos dispositivos móveis. Tudo para proporcionar uma experiência fluida e segura para o consumidor”, comenta Fernando Pantaleão, vice-presidente de Vendas e Soluções da Visa do Brasil.

Pagamento via mobile – da pesquisa à compra


O hábito de usar dispositivos móveis para as compras impacta desde o estágio inicial até a conclusão dos pedidos de muitos brasileiros: 48% deles usam smartphones para consultar sobre produtos antes de tomar qualquer decisão. Isso é quase o dobro da participação encontrada nos outros mercados mencionados (Reino Unido, EUA e Austrália), onde os consumidores são muito mais propensos a tomar suas decisões indo à loja.

Ao observar ainda as formas de pagamento mais utilizadas em cada canal, o cartão de crédito é amplamente usado no e-commerce por 62% dos brasileiros, enquanto o débito online é usado por 14%. Já os pagamentos com carteiras digitais e card on file (cartões cadastrados em sites ou aplicativos), correspondem a 7% (versus 10% nos EUA) e 4% (versus 20% nos EUA), respectivamente. Já nas compras em lojas físicas, constatou-se que a preferência por meios eletrônicos de pagamento (cartões de crédito e débito) somam quase 55% da preferência dos consumidores, versus pouco mais de 31% de preferência por dinheiro em espécie.

Segurança que faz a diferença


O novo padrão de autenticação 3DS 2.0, que autentica o pagador em compras online, trazendo ainda mais segurança no início do processo de pagamento, tem contribuído para o crescimento do pagamento digital no e-commerce, possibilitando ainda a aceitação de cartões débito nesse canal. A solução possibilita aos estabelecimentos comerciais online enviar até 10 vezes mais dados sobre a transação para o emissor do cartão, o que gera mais confiança na hora de aprovar esses pagamentos. Hoje no Brasil, 93% das credenciais Visa estão habilitadas para autenticação e vários marketplaces já fazem uso da solução.

“A partir desse processo de autenticação, e por conta de outras soluções que temos implantado, tanto do lado do emissor, quanto dos e-commerces, as transações online tornam-se a cada dia mais seguras e rápidas, privilegiando a experiência do consumidor. Estamos apostando alto nessa evolução e lançando cada vez mais soluções desenvolvidas para melhorar a experiência do cliente”, completa o executivo.

*A pesquisa foi realizada com 2.105 consumidores no Brasil, entre 25 de novembro e 16 de dezembro de 2020, e com e 502 estabelecimentos, de 4 de novembro a 18 de dezembro de 2020.

BRQ contrata novo CEO North America com objetivo de crescer 5 vezes nos próximos anos

João Perez assume posição de CEO North America da BRQ e declara estratégia de colocar a operação norte americana como protagonista da operação global da empresa.

Após fechar o ano de 2020 com uma receita líquida de R﹩ 513,7 milhões, representando um crescimento de 22,9% em relação ao ano anterior, a BRQ Digital Solutions anuncia a chegada de João Pedro Perez, novo CEO North America da empresa, que atuará diretamente nos Estados Unidos.

Desde 2000 morando nos EUA, João Perez consolidou sua carreira internacional liderando negócios globais acima de US﹩ 5 bilhões e 17 grandes operações de fusões e aquisições (M&A), com Enterprise Value combinado acima de US﹩ 2 bilhões. João conquistou uma extensa network global nas principais indústrias, em mais de 100 países.

“Temos uma incrível oportunidade de expansão dos negócios da BRQ no mercado global de tecnologia, que hoje equivale a US﹩ 5 trilhões. O mercado de tecnologia americano é gigantesco, cerca de 20 vezes o mercado brasileiro, e com amplo potencial de crescimento. Nosso objetivo é nos tornarmos uma das líderes globais em transformação digital, estimulando o potencial inovador e criativo e evoluindo negócios, vidas e a sociedade”, afirma.

Com a previsão de IPO ainda em 2021, o plano da BRQ é levantar fundos para expandir os negócios nos EUA. Nosso plano é faturar 5 vezes mais em 5 anos, por meio de crescimento orgânico e inorgânico”, explica o novo CEO North America da BRQ. “A estratégia da BRQ é colocar a operação norte-americana no centro da estratégia e protagonista da operação global da empresa. Um movimento ousado que poucas empresas nacionais fizeram. “A BRQ e o Brasil possuem profissionais altamente qualificados, inovadores e resilientes que têm sido muito reconhecidos e valorizados no exterior”, completa João.

“Tivemos um ótimo desempenho operacional, com alta de 22,9% na receita líquida, aumento de 54,3% no EBITDA recorrente e 23% de crescimento na receita operacional bruta comparado a 2019. O IPO para nós é uma missão, essa expansão para novas fronteiras reforça nossos objetivos de ser a líder em transformação digital”, comenta Benjamin Quadros, fundador da empresa e CEO da BRQ.

Com um cenário muito promissor após a criação de novas áreas como a Experience Agency e investimentos em Cloud Computing e Analytics, a empresa conta com aceleradores para potencializar esse processo: o Innovation Hub, com mais de 10 startups e soluções que se conectam diretamente com os desafios de negócio dos clientes, e parcerias estratégicas com líderes mundiais como Google e AWS, que ajudam a acelerar o time to market expandindo o catálogo de ferramentas e soluções e com toda essa estratégia. Isso faz com que a BRQ evolua ainda mais, integrando agora estratégia global de negócios ao seu amplo portfólio de produtos e serviços de transformação digital.

Com isso, novas oportunidades de crescimento se abrem não só para a BRQ, mas para todos os stakeholders envolvidos na jornada de expansão. “Tenho certeza de que o desafio de levar a expertise da BRQ Brasil para os clientes americanos vai se materializar em muita colaboração, aprendizado, inovação e ótimos resultados para todos”, finaliza João.

Positivo Tecnologia oferece 80 oportunidades de emprego em todas as regiões do país

O setor de tecnologia vem sentindo a crescente demanda por mão de obra especializada e, segundo a plataforma GeekGunter, que realiza contratações desses profissionais, a área de Tecnologia da Informação teve um aumento de oportunidades de 310% no ano passado, em comparação com 2019. Para atender à demanda deste mercado, que também cresceu na preferência dos consumidores, a Positivo Tecnologia abre aproximadamente 80 vagas de emprego em todas as regiões do país e em diversas áreas como Logística, Tecnologia, Marketing, Novos Negócios, Recursos Humanos e Administrativo. O candidato que tiver interesse em conhecer as vagas e em se inscrever na vaga que tenha maior compatibilidade, deve acessar https://positivotecnologia.gupy.io.

Há 30 anos no mercado, a Positivo Tecnologia é uma empresa genuinamente brasileira com o propósito de tornar a vida das pessoas melhor e mais inteligente com tecnologia. Em 2020, a companhia recebeu a certificação Great Place to Work (GPTW), reconhecida internacionalmente como uma das melhores empresas para se trabalhar, a partir de avaliações realizadas por meio dos próprios colaboradores.

“A companhia vem em um movimento de crescimento muito forte. Queremos ser a grande empresa de desenvolvimento de tecnologia no Brasil. Buscamos pessoas que enxerguem nesse propósito, uma grande oportunidade de carreira e crescimento profissional e pessoal. Nossas Avenidas de Crescimento estão a todo vapor, com inúmeros projetos e desafios em todas as áreas da Positivo Tecnologia. Temos convicção de que as pessoas que integrarem o nosso time, vivenciarão um forte desenvolvimento profissional,” afirma Adner Uema, diretor de Gente & Gestão da Positivo Tecnologia.

Os interessados devem se identificar com as competências buscadas pela empresa como Adaptabilidade (inovador e flexível), Parceria (foco no coletivo), Inteligência Emocional (empatia e controle emocional), Protagonismo (responsável por sua rotina e carreira), Liderança (conduzir, mobilizar e inspirar) e, por último, mas não menos importante, que sejam pessoas que façam acontecer, ou seja, que tirem seus projetos do papel. “Temos um universo de oportunidades dentro da nossa companhia. São muitos projetos espalhados em todas as áreas. Procuramos profissionais com brilho nos olhos e que acreditem em sua capacidade de levar a tecnologia para a vida de todos os brasileiros. Nossa cultura é de acreditarmos que quando vamos juntos, podemos ir mais longe”, finaliza Adner.

Startup cearense recebe investimento de R$ 1 milhão

Com forte expansão no Nordeste, Sunne utiliza modelo de economia compartilhada e conecta usinas de geração de energia de fontes renováveis a consumidores

O grupo de investidores anjo GVAngels e a Eneva, maior operadora privada de gás natural do Brasil e uma empresa integrada de energia, acabam de aportar R$1 milhão na startup cearense Sunne. A companhia, que começou a operar em 2018, tem a proposta de levar energia limpa e renovável para pequenas e médias empresas, um mercado em expansão no Brasil. Nos últimos 10 anos, o Brasil recebeu cerca de US$ 20 bilhões em investimentos estrangeiros em energia renovável e a expectativa é que até 2050, esses investimentos cheguem a US$150 bilhões.

Com forte atuação no Nordeste, a Sunne utiliza o modelo de economia compartilhada, conectando usinas de geração de energia de fontes renováveis a consumidores.  A startup fecha contratos com os produtores de energia e compartilha essa capacidade na forma de créditos, que são descontados da conta de luz da concessionária que atende o cliente, gerando uma economia que pode variar entre 10% e 30%.

“Estamos acelerando o empoderamento do consumidor final que, parecido com ocorrido em outros mercados, começa a ser um agente também ativo. Hoje, o único vínculo que o consumidor tem com sua concessionária local é de receber uma conta todo mês que não entende, e mesmo assim tem que pagar para não ficar sem luz. Focando na experiência e em entregar economia a esse consumidor, queremos disruptar o mercado”, afirma Yuri Frota, CEO e fundador da Sunne.

“Além disso, é um mercado imenso, com bastante ineficiência, pouco tocado por tecnologia, e com monopólios que estão sendo desfeitos aos poucos. Acreditamos que é possível mudar positivamente a forma como o consumidor consome e se relaciona com energia. Dentro de poucos anos, o mercado de energia no Brasil será 100% livre, e cada consumidor poderá escolher com quem deseja comprar energia, nesse momento, queremos nos posicionar como a concessionária do futuro, 100% digital e sem ativos de geração de energia”, completa Frota.

A companhia, considerada uma concessionária do futuro, com uso de energia limpa, também atua no desenvolvimento de projetos de novas usinas e tem um software de gestão oferecido no modelo SaaS, que é uma forma de disponibilizar soluções de tecnologia por meio da internet, como um serviço. Atualmente com mais de 300 unidades consumidoras, incluindo residências, a empresa não tem usina de geração própria, o que lhe permite trabalhar com um modelo de negócio mais flexível, que pode oferecer para o consumidor a melhor opção de acordo, seja em economia ou até mesmo contratos sem prazo de fidelidade, por exemplo.

“O mercado de energia está em plena transformação e faz sentido para o GVAngels se posicionar frente a esse tipo de mudança. Entendemos que a Sunne apresenta, além de um excelente produto, também um ótimo empreendedor disposto a atingir esse sonho grande. Em termos de arquitetura de solução tudo parece adequado aos desafios da estratégia escolhida, por isso estamos seguros de que haverá uma disrupção, com resultados positivos para o mercado e todos os envolvidos”, destaca Francisco Aguiar, investidor que liderou o aporte pelo GVAngels.

Esse é o primeiro investimento da Eneva em uma startup e foi realizado por meio da Eneva Ventures, iniciativa da companhia para fomentar negócios inovadores. A aposta da empresa é que o modelo de comercialização da Sunne ganhará cada vez mais espaço no mercado. “Há várias tendências que vem moldando o setor de gás e de energia, com intenso debate para soluções mais limpas e eficientes. Diante disso, a Eneva vem buscando oportunidades de negócios em sua lente de inovação a partir de temas relevantes, como a sustentabilidade dos ativos, a digitalização das operações, descentralização da cadeia e descarbonização do setor. Acreditamos que a Sunne congrega esses atributos e oferece um modelo de comercialização que tende a crescer no país”, afirma Marcelo Habibe, CFO da Eneva.

Especializada em acelerar o crescimento do varejo e de outros mercados, startup Sellbie recebe nova rodada de investimento da KPTL

Uma plataforma omnichannel ponta a ponta para automação de marketing e aceleração de vendas que integra todo o ciclo de relacionamento com o cliente. Esse é um resumo brevíssimo do que faz a Sellbie, empresa fundada em 2016, no Rio de Janeiro, e que acaba de receber nova rodada de investimento da KPTL, uma das principais gestoras de fundos de Venture Capital do Brasil. Com recursos do Fundo Criatec 3, o novo aporte alcançou R﹩ 1,5 milhão.

Desenvolvida para aumentar o fluxo nos pontos de venda físicos e online, a Sellbie é uma Plataforma Software as a Service (SaaS) de gestão de relacionamento com o consumidor (CRM, na sigla em inglês). Possui ferramentas e apps inteligentes, simples e fáceis de usar para multiplicar o crescimento de seus clientes. Em um só lugar, une um conjunto completo de soluções omnichannel e de gestão indispensáveis para o relacionamento com consumidores e equipe de vendas.

Segundo o CEO da Sellbie, Patrick Selener, o aporte recebido permitirá investir na expansão da área comercial, em novos produtos e na formação de um ecossistema de parceiros. O resultado já vem aparecendo e a marca registrou crescimento mesmo nos períodos de pandemia, ampliando em 70% o valor recorrente mensal em comparação com o primeiro semestre do ano passado.

Hoje, já são mais de 60 clientes, incluindo grandes nomes do varejo, como Sonho dos Pés, Via Mia, First Class e Bagaggio, além de Lenny Niemeyer, L’Occitane, Liritty, Mazzini, Morana e Euro Colchões, que aderiram recentemente à plataforma. Aliás, somente em 2020, as soluções da Sellbie foram responsáveis por um impacto positivo de mais de R﹩ 300 milhões na receita de seus clientes.

A ideia é seguir ampliando esses números. “Ainda mais agora que estamos incrementando nosso portfólio de produtos, com esses lançamentos como Cashback e Motor de Promoção, nos consolidando como uma ‘Plataforma Figital’, que une as experiências dos mundos físico e digital, de ponta a ponta, para automação de marketing e aceleração de vendas”, detalha Selener.

Segundo Caio Carvalho, Head de Investimentos do Criatec 3 para Rio de Janeiro e Espírito Santo na KPTL, a Sellbie trouxe para o mercado uma abordagem inovadora para ajudar marcas a se relacionarem melhor com seus clientes. “O que vimos na Sellbie foi uma abordagem de ciclo completo: ajudando as empresas a se comunicarem com o cliente certo, na hora certa, com a oferta certa, em diversos canais de comunicação. Assim, o cliente final tem uma experiência mais positiva, e, a marca, uma comunicação mais eficiente, o que acaba se traduzindo em melhores resultados”, desenvolve Carvalho.

A experiência Sellbie

Atualmente, a Sellbie já está presente em mais de 4 mil lojas por todo o Brasil, com cerca de 10 mil vendedores utilizando suas soluções diariamente. O pacote inicial oferece modernas ferramentas, como Client IQ, a central de dados do cliente com visualização imediata. Já o CRM+ integra o físico e o digital com dados sobre comportamento de compra e hábitos de navegação. Focado na criação, disparo e acompanhamento de campanhas e jornadas de clientes, o Go Marketing aumenta o tráfego e a conversão nos pontos de venda físicos e online.

A Sellbie ainda oferece plug-ins complementares recém-lançados para conectar à solução e potencializar ainda mais os resultados de acordo com as necessidades de cada cliente. As opções incluem o Clienteling, verdadeiro app do time de vendas, com agenda de contatos e orientações de ação para transformar todo vendedor em canal de comunicação e atração para as lojas. Destaque, também, para o Sellbie Cashback, que fideliza e aumenta a frequência de compra, com geração e resgate de cashback em lojas físicas e online com toda segurança e à prova de fraudes.

Há, ainda, o Motor de Promoção, com flexibilidade total para as marcas criarem suas próprias promoções, com controle total em loja e resultados por ação e campanha, além do Flex, aplicativo que vende o estoque das lojas físicas pelo WhatsApp. O Manager, para gestão do time de vendas, completa esse portfólio completo da Sellbie, que une ferramentas de CRM, experiência em loja e análise e inteligência de dados (Business Intelligence).

Nesse sentido, Selener vê ainda uma grande oportunidade no perfil de pessoalidade do mercado brasileiro no que diz respeito ao relacionamento com o consumidor. “Historicamente, esse vínculo estava concentrado no time de vendas, e não era apropriado pela marca. O que a Sellbie propõe é a profissionalização do atendimento sem perder o caráter de pessoalidade, além de dar ao varejista informações em tempo real que possam auxiliar na tomada de decisões e até mesmo antecipar os desejos de seus consumidores”, explica.

Os próprios clientes da Sellbie comprovam suas palavras. Roger Sabbag, CEO da Via Mia, por exemplo, destaca sua experiência com a plataforma Sellbie integrada aos disparadores de e-mail e SMS. Cliente há quatro anos, ele diz que sua marca não só passou a conhecer melhor seus clientes, como passou a fazer comunicações mais assertivas.

“Também usamos os apps Clienteling e Flex para os vendedores se relacionarem de forma mais próxima com os clientes via WhatsApp. Trabalhando as campanhas em múltiplos canais pela Sellbie, conseguimos um aumento de conversão superior aos 25%. A captação de cadastros nas lojas ainda cresceu 33%, nos permitindo acompanhar o comportamento de mais clientes. O que é super valioso pra gente seguir usando as ferramentas da Sellbie para fidelizá-los e ampliar ainda mais nossos números”, conclui Sabbag.

O trabalho de rebranding

Para reforçar sua oferta de tudo que o mercado precisa em uma plataforma única e inteligente, a Sellbie investiu em um trabalho de rebranding. Por meio de uma profunda pesquisa e imersão interna, definiu novo posicionamento único e competitivo, elegendo os territórios onde tem credibilidade para ocupar e se consolidar como uma nova categoria no setor.

“Organizamos a oferta e arquitetura de produtos, criamos uma nova identidade visual e definimos nosso posicionamento, com pilares proprietários, um tom de voz particular e diferenciador e nossos novos manifesto e propósito, para guiar e direcionar nossos esforços e explicar quem somos, o que nos move e para que viemos ao mundo”, explica Fernanda Veirano, Head de Marketing & Comunicação.

Afinal, como diz o novo propósito mencionado pela executiva, a Sellbie nasceu, justamente, para facilitar a tecnologia, simplificar a informação, atrair e fidelizar e fazer a diferença!

Softex une-se à Microsoft para capacitar 100 mil mulheres em tecnologia

Programa Ela Empoder@ é o mais novo parceiro da Microsoft na missão de aumentar a participação feminina no mercado de tecnologia

São Paulo, 28 de junho de 2021 – Em mais uma iniciativa conjunta com a Microsoft, a Softex, por meio do programa Ela Empoder@, seu braço de empreendedorismo feminino e diversidade, está trabalhando para fortalecer a representatividade feminina na tecnologia.

Esse novo esforço ocorre por meio da parceria firmada com a plataforma digital MaisMulheres.Tech e com a comunidade de tecnologia WoMakersCode. Seu objetivo é capacitar 100 mil mulheres em todo Brasil através de cursos técnicos e orientação de carreira para fomentar a empregabilidade na indústria.

Segundo dados do Relatório Especial de Empreendedorismo Feminino no Brasil, divulgado no ano passado pelo Sebrae, 48% dos MEIs (Microempreendedores Individuais) são mulheres. Entretanto, no setor de TI, a participação feminina ainda é pequena: apenas 20% da força de trabalho do mercado formal de tecnologia da informação é formada por mulheres, de acordo com a pesquisa “Mulheres na TI”, realizada pela Softex. 

O MaisMulheres.Tech reúne seis trilhas de capacitações gratuitas e online para mulheres que estão no mercado de tecnologia ou em transição de carreira. São elas: Computação em Nuvem, Infraestrutura, Segurança da Informação, DevOps, Desenvolvimento e Ciência de Dados e Inteligência Artificial. Com duração entre 4 horas e 8 horas, todos os cursos são ministrados por mulheres e garantem às participantes declaração de conclusão. Após o preenchimento do cadastro, as aulas devem ser finalizadas em até 30 dias.

“Para enfrentar essa disparidade entre homens e mulheres no mercado de tecnologia, precisamos ampliar as oportunidades de formação e construção de carreira nesse setor. Na Softex, acreditamos no poder da diversidade e do empreendedorismo feminino como um impulsionador do empoderamento.  As vagas em TI cresceram 310% no ano passado, há uma alta demanda de trabalho e as empresas estão interessadas em apostar em novos profissionais. Nunca houve um momento tão favorável para enfrentamos esse gap da presença feminina na área de tecnologia”, avalia Rayanny Nunes, gerente de inovação da entidade.

No primeiro ano de pandemia, confiança na Ciência cresce no Brasil, segundo pesquisa da 3M

Em sua quinta edição, o Índice Anual do Estado da Ciência (State of Science Index – SOSI), pesquisa global realizada pela 3M, revela que a confiança dos brasileiros na ciência e nos cientistas obteve um aumento significativo (de 87% na pesquisa pré-pandemia para 91%) durante o primeiro ano de pandemia no país.

O levantamento realizado pela Ipsos em 17 países, incluindo o Brasil, tem como tema principal a “Esperança” e aborda quatro pilares-chaves, que foram explorados durante a aplicação da pesquisa. Entre esses pilares estão a Imagem da ciência, Equidade nas áreas de STEM (sigla em inglês para Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática), Sustentabilidade e Responsabilidade Compartilhada. A pesquisa foi realizada de fevereiro a março de 2021 com 1.000 pessoas em cada país.

A pesquisa revela que 92% dos brasileiros (vs 88% da média global) concordam que as vacinas são essenciais para a ciência lidar com os desafios na saúde pública. À medida que as atenções se voltam para elas, os brasileiros contam também com a ciência para ajudar a restaurar suas vidas. Entre as principais atividades que os brasileiros estão esperando realizar ao fim da pandemia são:

• Abraçar as pessoas com segurança: 64%

• Deixar de usar máscaras: 61%

• Ir para eventos culturais: 46%

• Viajar com os amigos e familiares: 43%

No Brasil, as pessoas acreditam que, além da saúde, a ciência pode resolver outras questões como sustentabilidade e lacunas de equidade em STEM. Algumas delas são:

• 93% reconhecem os cientistas como críticos para o nosso bem-estar futuro diante da pandemia (vs. 91% globalmente)

• 65% concordam que os jovens estão mais engajados do que nunca em ciências e questões relacionadas ao assunto (vs. 69% globalmente)

• 78% acreditam que durante a pandemia, cientistas e profissionais médicos estão inspirando uma nova geração a seguir uma carreira baseada na ciência no futuro (vs. 62% globalmente)

• Os pais (85%) e as gerações mais jovens (82% entre os 18-34 anos) são ainda mais propensos a acreditar nisso.

“Na pesquisa deste ano, a esperança foi o principal sentimento pela ciência que identificamos. Os brasileiros estão acreditando no protagonismo da área no país e contando com os cientistas para ajudar a restaurar nossas vidas e recuperar nossa rotina. Nós da 3M, como empresa de ciência e inovação, temos um importante papel de incentivar e apoiar ao tema por meio de iniciativas e programas que fomentamos” diz Paulo Gandolfi, diretor de Inovação, Pesquisa & Desenvolvimento da 3M para a América Latina.

Os brasileiros continuam atentos ao impacto que a ciência tem no mundo

Em sua grande maioria, os brasileiros entrevistados concordam que o mundo precisa de mais pessoas em carreiras relacionadas à STEM. Três a cada cinco brasileiros se sentem mais inspirados a seguir carreiras na área.

A confiança na ciência cresceu significativamente no Brasil após um ano de convivência com uma pandemia – e podemos assumir um paralelo entre a esperança e o aumento da confiança.

• 91% dos brasileiros confiam na ciência hoje – um aumento significativo de 4 pontos percentuais desde a Pesquisa Pré-Pandemia de 2020

• E aqueles que confiam na ciência e nos cientistas estão no mais alto percentual desde o início da SOSI, em 2018.

A alta confiança na ciência em todos os níveis podem estar influenciando os comportamentos dos brasileiros durante a pandemia, em comparação com o restante do mundo:

• Usar máscara em ambientes públicos: 89% (vs. 83% globalmente)

• Lavar as mãos frequentemente: 84% (vs. 78% globalmente)

• Evitar aglomerações: 83% (vs. 79% globalmente)

A pandemia renovou o foco em STEM no Brasil – especialmente entre as gerações mais jovens

• Quase todos os brasileiros concordam que o mundo precisa de mais pessoas buscando carreiras relacionadas às STEM (92% vs. 90% globalmente)

• Devido à pandemia, três em cada cinco estão mais inspirados a seguir uma carreira STEM (56% contra 60% globalmente) – o que salta para 63% entre os Millennials

• 78% acreditam que, durante a pandemia, cientistas e profissionais médicos estão inspirando uma nova geração a seguir uma carreira baseada na ciência no futuro (vs. 62% globalmente)

Além do mais, o protagonismo feminino foi um destaque entre os respondentes brasileiros: 87% acreditam que as mulheres precisam ser mais encorajadas a seguir carreiras relacionadas a ciência, 81% reconhecem que grupos sub-representados muitas vezes não recebem acesso igualitário à educação STEM e, ainda, homens e mulheres concordam que mais precisa ser feito para lidar com as desigualdades de STEM que as mulheres enfrentam.

A pandemia tornou muitos brasileiros mais conscientes no ponto de vista ambiental

Além do aumento das medidas protetivas, os brasileiros estão mais sustentáveis. As principais preocupações relacionadas ao meio ambiente a serem solucionadas pelos cientistas são a COVID-19, o descarte de plásticos nos oceanos e o acesso a energias sustentáveis e renováveis.

• A maioria dos brasileiros sente que a pandemia os tornou mais conscientes do ponto de vista ambiental (82% contra 77% globalmente)

• Eles acreditam que as pessoas devem seguir a ciência para ajudar a tornar o mundo mais sustentável (92% vs. 89% globalmente)

• Há um senso de urgência em torno das mudanças climáticas: uma grande maioria concorda que melhores soluções para mitigar as mudanças climáticas precisam ser postas em prática imediatamente (91%)

Para saber mais sobre a pesquisa, acesse www.3M.com/scienceindex.

Ecossistema de Tecnologia e Inovação chega para atender as necessidades de escolas públicas e privadas

Escolas públicas e privadas determinadas a fazer parte de um momento transformador na educação já podem contar com o Educacional – Ecossistema de Tecnologia e Inovação, que chega para ajudar a promover os avanços que há anos o setor carece e que ficaram mais latentes com a pandemia. É também uma das estratégias de diversificação de negócios da Positivo Tecnologia S.A., empresa brasileira de tecnologia que mantém um programa de tecnologia educacional desde 1994. O Educacional é uma área de negócios dedicada com um modelo inédito e inovador, que integra e conecta as melhores soluções, escolas, editoras, empresas nacionais e internacionais, edtechs, ONGs e fundações para, juntos, transformarem o processo de ensino-aprendizagem de acordo com a necessidade de cada instituição ou rede de ensino, de maneira personalizada e na velocidade que as mudanças acontecem.


“Conhecemos profundamente os desafios da educação brasileira. Há quase três décadas produzimos soluções educacionais para as diferentes necessidades e sabemos a importância de conectar tudo e todos para fazer a educação acontecer. Estamos colocando em prática um novo jeito de pensar e fazer a educação no Brasil”, diz Alvaro Cruz, vice-presidente do Educacional – Ecossistema de Tecnologia e Inovação.

Para atingir esse objetivo, além de oferecer seu portfólio atual (modelo de negócio tradicional), o Educacional estruturou suítes pedagógicas e de hardware compostas por soluções próprias e de terceiros voltadas para a educação básica de Língua Portuguesa, Matemática e STEAM (acrônimo em inglês para Artes, Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática) e que atendem as escolas públicas e privadas com curadoria, flexibilidade e inteligência. O Educacional tem o objetivo de integrar instituições de ensino, edtechs, alunos, pais, professores, ONGs e Fundações num mesmo ecossistema para juntos potencializar a educação no país.


Segundo Alvaro, há uma variedade enorme de soluções – só edtechs são mais de 500 -, e as escolas têm dificuldade para identificar e escolher as mais compatíveis e alinhadas com sua metodologia e estrutura. Têm dificuldade também para avaliar o impacto de softwares e aplicativos no desempenho dos alunos e como este desempenho reflete nos indicadores que são mapeados e acompanhados pela própria instituição e pelos governos. Além disso, não raramente, as escolas ficam presas com contratos longos às soluções que não as atendem mais.


“As suítes do Educacional foram pensadas para apoiar nessas dificuldades, pois incluem diagnóstico, curadoria e, se for preciso, indicação e mudança de rota, tudo baseado em análises e indicadores estratégicos integrados”, explica o vice-presidente do Educacional. Ou seja, se no meio do caminho uma ferramenta deixar de atender a determinada necessidade ou outra melhor surgir, o modelo flexível da suíte permite alterar sua composição sem prejuízo ao investimento, que se dá por meio de assinatura única. As suítes do Ecossistema também atendem à escola na questão de gestão de acesso, que ganhou ainda mais relevância com a LGPD, pois com apenas um login e uma senha, ativados pelo Hub.Educacional, é possível acessar todas as soluções digitais da suíte. O Hub.Educacional é uma tecnologia gratuita para instituições de ensino que integra aplicações educacionais em ambiente seguro com senha única e relatórios consolidados.


Quanto às edtechs, também se beneficiam do modelo do Ecossistema, uma vez que o Educacional promove seu acesso à área pública, permitindo que elas participem de licitações e contratos por meio da estrutura, garantia e solidez da Positivo Tecnologia S.A. e que municípios e estados também possam contratar as melhores plataformas de apoio ao aprendizado em Língua Portuguesa, Matemática e STEAM.


“Mas não vamos só unir softwares e apps, por exemplo. Vamos conectar o ecossistema de edtechs para que acessem os mercados público e privado de educação que tanto conhecemos, e tornar a gestão da escola mais estratégica na medida em que os professores poderão acessar indicadores de engajamento e performance dos estudantes em tempo real, com informações personalizadas para avaliar quais os melhores caminhos para se desenvolverem”, explica Alvaro. Segundo ele, queremos unir nesse ecossistema alunos, pais, professores e escolas públicas e privadas às soluções ideais para cada necessidade com inteligência, estratégia e empatia.


A rede pública de ensino atende mais de 81% de todos os alunos matriculados em 2020 na educação básica do país e, de acordo com o vice-presidente do Educacional, não é possível transformar a educação se não olhar para a área pública. “Por isso, o foco do Educacional vai além das escolas particulares. Nossa missão só se realizará quando a inovação na educação chegar para todos e todas”, afirma.


O Educacional já está em operação e pronto para atender às escolas públicas, privadas, edtechs e todos os interessados em se integrar ao Ecossistema de Tecnologia e Inovação. “Juntos, queremos que a jornada de ensino e aprendizagem seja surpreendente e engajadora,” conclui Alvaro Cruz.

JP Morgan compra 40% do C6 Bank

O JPMorgan Chase (NYSE: JPM) anuncia hoje a compra de uma participação de 40% no C6 Bank. O investimento estratégico está sujeito a aprovações regulatórias. Os termos financeiros da transação não foram divulgados.


“Estamos felizes em fazer essa parceria com um dos bancos digitais que mais crescem no Brasil”, disse Sanoke Viswanathan, CEO de Varejo Internacional do JPMorgan Chase. “Admiramos a estratégia e a gestão do C6 Bank. Com uma plataforma impressionante de produtos e serviços, eles estão bem posicionados para manter a trajetória de crescimento e construir uma grande franquia. Vamos apoiar a aceleração do crescimento do banco em sua ambição de se tornar um líder em serviços financeiros no Brasil.”


Lançado em 2019, o C6 Bank soma mais de 7 milhões de clientes na sua plataforma digital. Posicionado como uma marca aspiracional, o C6 Bank oferece uma oferta completa de produtos, incluindo conta multimoeda, cartões de débito e crédito, programa de fidelidade, plataforma de investimento e crédito para pessoas físicas e jurídicas.


“A parceria com o JPMorgan Chase, o maior banco do Hemisfério Ocidental e uma das marcas de banco mais prestigiosas do mundo, é um divisor de águas”, diz Marcelo Kalim, CEO e cofundador do C6 Bank. “Essa parceria estratégica nos permite ganhar ainda mais escala no nosso negócio e continuar oferecendo aos consumidores brasileiros os melhores produtos financeiros.”


O Brasil é um país promissor para serviços financeiros e já é um dos maiores mercados para o segmento de varejo no mundo. Uma modernização regulatória sem precedentes estimulou a competição no setor e os consumidores têm acelerado a adoção de serviços digitais. Graças principalmente ao uso de mobile banking, mais de 60% das transações bancárias no Brasil são feitas digitalmente¹, um número que tem crescido nos últimos anos.


“Estamos entusiasmados para usar nossas competências globais e a expertise do JPMorgan Chase para acelerar o crescimento do C6 Bank”, diz Daniel Darahem, Senior Country Officer para o Brasil no J.P. Morgan Chase. “Estamos satisfeitos também em apoiar os esforços do país para desenvolver e transformar o segmento de varejo.”


O JPMorgan Chase está presente no Brasil há quase 60 anos, oferecendo expertise em Investment Banking, Corporate Banking, Markets, Wholesale Payments, Private Banking e Asset Management. O segmento de varejo, com a marca Chase, oferece uma ampla plataforma de produtos bancários para consumidores nos Estados Unidos e tem mais de 55 milhões de clientes ativos digitalmente.

O JP Morgan atuou como assessor financeiro exclusivo do JP Morgan Chase e o Credit Suisse atuou como assessor financeiro do C6 Bank.

Alelo tem 36 vagas abertas para área de Tecnologia

Com seu DNA inovador, a Alelo, bandeira especializada em benefícios, incentivos e gestão de despesas corporativas, investe cada vez mais em tecnologias para acompanhar as rápidas mudanças do mercado, aprimorar sua oferta de produtos e serviços e se tornar cada vez mais próxima dos seus clientes e consumidores. Pensando nisso, e impulsionados pelo processo de transformação digital vivido pela empresa, a Alelo tem mais de 36 vagas de emprego abertas com home office para a área de tecnologia.

Por conta da possibilidade de trabalhar de forma 100% remota e com processo seletivo totalmente on-line, profissionais de qualquer região do país podem se candidatar. As oportunidades são para cargos de analista, cientista de dados, desenvolvedor, engenheiro, especialista, dentre outros.

Entre os requisitos buscados pela empresa estão a capacidade de trabalhar em um ambiente multifuncional, rápido e colaborativo; a autenticidade e coragem para questionar e abraçar o conflito de ideias; e a procura por aprendizagem contínua. Todas as vagas possuem benefícios como vale-refeição, vale-alimentação, auxílio farmácia, convênio médico e odontológico, auxílio creche, acesso à plataforma de saúde mental, descontos em academias de todo o país e horário flexíveis de trabalho.

“A Alelo estimula a criatividade e a autonomia e investe no aprendizado dos seus colaboradores. Com a transformação digital, a empresa está aprimorando sua capacidade de escuta dos clientes, trazendo ainda mais valor na entrega de novas soluções, eficiência nos processos e evolução de tecnologias”, diz Soraya Bahde, diretora de Gente e Transformação da Alelo. “Essa jornada tem auxiliado a companhia a se posicionar cada vez mais como uma gestora de ecossistemas, que entrega uma inteligência que conecta pessoas e negócios”, complementa.

Para se candidatar, basta acessar o site: https://jobs.kenoby.com/alelo

Grupo Educacional Irlandês investe R$ 3 milhões em startup de empregabilidade para profissionais de TI no exterior

Com modelo de negócio inovador, StarHire 365 prepara os profissionais para o mercado de TI de graça e só recebe da empresa quando um aluno é contratado

Essenciais na era da digitalização, os profissionais de TI estão cada dia mais escassos. De acordo com um levantamento do Banco Mundial, a expectativa é que até 2024 sejam necessários 420 mil novos profissionais nessa área. São muitas vagas sendo criadas, mas poucos profissionais para preenchê-las.

Visando resolver esse problema, o Grupo Educacional SEDA, de origem irlandesa, acaba de fazer um aporte de R$ 3 milhões na startup StarHire 365, que visa capacitar profissionais nas principais habilidades demandadas pelas profissões do futuro e ainda conectá-los às empresas contratantes no Brasil e no exterior.

A plataforma foi pensada tanto para quem está chegando agora ao mercado de trabalho quanto para quem deseja fazer uma mudança de carreira para uma área extremamente promissora. “Precisamos de um investimento urgente na capacitação desses profissionais. Caso contrário, teremos um verdadeiro apagão na área de TI, comprometendo o desenvolvimento de empresas de todos os portes e segmentos”, revela o CEO do Grupo SEDA, Tiago Mascarenhas.

Cabe destacar que a escassez de profissionais de TI não é exclusividade do Brasil. Segundo a IDC, o mercado mundial de TI tem um déficit de 570 mil profissionais em 2021. Mesmo países que são internacionalmente reconhecidos como polos de tecnologia e inovação, como Irlanda, EUA, Canadá, Inglaterra, Portugal e Alemanha enfrentam problemas para suprir a mão de obra necessária para seus projetos. “É essa equação que a StarHire 365 pretende resolver”, conta Vanderlei Abrantes, cofundador da empresa.

Um dos diferenciais da startup é ir além da capacitação técnica. A empresa atua em três frentes: aprimoramento de hard skills – que inclui cursos de desenvolvimento Apple, Android e Design UX/UI; aprimoramento de soft skills – com desenvolvimento de habilidades como inteligência emocional, resiliência e gestão do tempo; e curso de inglês do básico ao avançado, visando a preparação desses profissionais para o mercado exterior.

O modelo de negócio também se destaca. O cliente na verdade, são as empresas que contratam os profissionais capacitados pela StarHire 365. “Muitas vezes, o aluno não tem condições de investir em sua própria carreira. Mas, se ele tem força de vontade para se desenvolver e existem empresas dispostas a pagar pela sua contratação”, afirma Abrantes.

Como o grande recurso da startup são seus alunos, o segredo do sucesso está na escolha de seus candidatos. Por isso, há um processo seletivo no qual os interessados pagam uma taxa de apenas R$ 97 reais e fazem uma prova de conhecimentos gerais. Sendo aprovado, o aluno terá acesso a todos os conteúdos e ao mural de vagas, que o colocará na vitrine de empresas do Brasil e do exterior que estiverem contratando.

Quem concluir um curso de hard skill, dois de soft skill e um módulo de inglês, irá ainda concorrer a bolsas para uma imersão em Dublin, com um mês de aulas de inglês na SEDA College, eleita por três anos consecutivos como a melhor escola da Irlanda, e ainda visitar empresas da região. “O Grupo SEDA acredita muito no potencial da startup e decidiu patrocinar o programa de bolsas a fim de possibilitar que mais brasileiros trabalhem no exterior”, diz Mascarenhas.

Além das ofertas iniciais, em breve, a StarHire 365 deve agregar mais opções de programas de hard skill, além de curso de inglês específico para profissionais de tecnologia. Já no próximo ano, a empresa pretende lançar também um curso em espanhol, a fim de também conectar os estudantes latino-americanos ao exterior.