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Resource IT amplia parceria com IBM Cloud com ofertas de soluções em Infraestrutura como Serviço da Bluemix

A Resource IT, uma das principais e mais bem-sucedidas empresas brasileiras de serviços de TI, anuncia a ampliação de seu acordo com a IBM, existente há mais de 10 anos. Após a parceria para a oferta de aplicações baseadas na IBM em Bluemix de Plataforma como Serviço, a companhia passa a trabalhar também com ofertas fundamentadas em Infraestrutura como Serviço, uma das maiores e mais importantes soluções de hospedagem em Nuvem do mercado.

“Quando o assunto é Cloud Computing, logo se pensa nas ferramentas da IBM. Desenvolvemos e hospedamos um software nesse ambiente que alia alta capacidade de gestão e segurança. Nosso diferencial é entregar um serviço de infraestrutura gerenciado na IBM Bluemix, ou seja, vendemos a solução com a proposta de implementar, gerenciar, monitorar, fazer o backup e prestar todo o suporte necessário para nossos clientes”, afirma Fernando Medeiros, Diretor de Novos Negócios e Inovação da Resource IT no Vale do Silício. Além disso, segundo o executivo, a companhia é capaz de viabilizar todas as customizações que o cliente precisar e, graças à parceria, a Resource IT consegue expandir ou reduzir o uso de Cloud com muito mais agilidade.

De acordo com os principais institutos de pesquisa e consultoria globais, em função dos inúmeros benefícios que o investimento em tecnologia proporciona, a migração para serviços em Nuvem deve ser peça-chave nas estratégias de negócios de organizações que desejam entrar na chamada Era Digital. Segundo o Gartner, em 2020, uma política corporativa de não adoção de Cloud será tão rara quanto uma política de não uso da Internet nos dias atuais.

A utilização da computação em Nuvem traz mais produtividade ao negócio, aliada a uma redução em custos operacionais, mão de obra, gastos com TI e energia elétrica. Outro benefício é a possibilidade de acessar os arquivos de qualquer lugar, por qualquer dispositivo e a qualquer hora. É possível, ainda, compartilhar determinados arquivos com seus parceiros e fornecedores, economizando tempo e aumentando a eficiência da empresa. O investimento em Cloud pode também ser um grande aliado para a proteção do negócio, porque os provedores desses serviços precisam estar sempre atualizados com as melhores práticas relacionadas à segurança de dados. Com o desenvolvimento de criptografias e certificados, esses programas têm se tornado cada vez mais seguros. Outra vantagem da Nuvem é que ela acompanha a escalabilidade do negócio, ou seja, a qualquer momento é possível fazer um “upgrade” ou “downgrade” da solução, seguindo o crescimento da empresa.

“O mercado brasileiro de Cloud tem aumentado ano a ano e demonstrado cada vez mais maturidade, mas há muito ainda para avançar”, afirma Medeiros. Segundo ele, o Brasil reúne todas as condições para aprimorar sua colocação entre as nações que oferecem as melhores conjunturas para a oferta de computação em Nuvem. “A Resource IT é um dos principais parceiros para a implementação dessa e de outras soluções de tecnologia, com o objetivo sempre de ampliar a produtividade e aperfeiçoar o desempenho em suas operações, e com o diferencial de negociar em reais, evitando qualquer tipo de problema relacionado à flutuação do dólar”, completa o executivo.

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Pesquisa da Kaspersky Lab revela uso inadequado de senhas pelos usuários

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No mundo inteiro, usuários da Internet ainda precisam aprender a usar senhas para se proteger on-line de modo eficiente. Uma pesquisa da Kaspersky Lab mostrou que as pessoas colocam sua segurança online em risco ao tomar decisões incorretas e cometer erros simples em relação às senhas que usam, o que pode gerar consequências de longo alcance.

A pesquisa revelou três erros comuns no uso de senhas que colocam em risco um grande número de usuários da Internet: (1) as pessoas usam a mesma senha em diversas contas, o que significa que se uma delas for descoberta, todas elas poderão ser invadidas; (2) as pessoas usam senhas fracas, fáceis de decifrar e (3) as pessoas armazenam suas senhas sem segurança, invalidando totalmente o objetivo de ter uma senha.

“Considerando o volume de informações privadas e sigilosas que armazenamos online, as pessoas deveriam ter mais cuidado ao se proteger com eficácia utilizando senhas. Poder parecer óbvio, mas muitos parecem não perceber que cometem erros simples ao gerenciar senhas. Esses erros funcionam como se fossem uma porta aberta para o acesso a e-mails, contas bancárias, arquivos pessoais e outros”, explica Andrei Mochola, chefe de negócios ao consumidor da Kaspersky Lab.

A pesquisa mostra que muitas pessoas (quase um quinto – 18%) já passaram por uma tentativa de invasão de conta, mas poucas tinham uma segurança por senha eficiente e inteligente em vigor. Por exemplo, apenas um terço (30%) dos usuários da Internet criam senhas novas para diferentes contas online, e uma em cada dez pessoas usa a mesma senha em todas as contas online. Se uma senha for descoberta, elas correm o risco de ter todas as contas invadidas e exploradas.

Além disso, os usuários não criam senhas fortes o suficiente para protegê-los de invasões e extorsões. Apenas metade (47%) deles usa combinações de letras maiúsculas e minúsculas nas senhas, e dois terços (64%) usam uma mistura de letras e números. Isso acontece porque os usuários acreditam que apenas que suas contas em bancos online (51%), de e-mail (39%) e em lojas virtuais (37%) precisam de senhas fortes.

O estudo também mostra que os usuários não cuidam muito bem de suas senhas, pois as compartilham com outras pessoas e utilizam métodos inseguros para lembrar-se delas. Quase um terço (28%) deles já compartilhou uma senha com um familiar próximo, e um décimo (11%) compartilhou uma senha com amigos, o que torna possível o vazamento não intencional das senhas. Mais de um quinto (22%) dos usuários também admitiu que anota as senhas em um caderno para não as esquecer. Mesmo que a senha seja forte, isso deixa o usuário vulnerável, pois outras pessoas podem vê-la e utilizá-la.

Mochola completa: “As pessoas ainda cometem erros simples em relação a suas senhas online. As melhores senhas não se encontram nos dicionários. Elas devem ser longas, incluir letras maiúsculas e minúsculas, números e sinais de pontuação. Porém, como hoje as pessoas têm muitas contas online, não é fácil lembrar de uma senha segura para cada uma delas. O uso de uma solução de gerenciamento de senhas ajuda a lembrar e gerar senhas fortes para minimizar o risco de invasão de contas.”

O Kaspersky Password Manager armazena todas as senhas, URLs e informações de cartões de crédito com segurança, e sincroniza tudo isso em vários dispositivos. O usuário só precisa lembrar-se de uma senha mestra.

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Ernst & Young: número de IPOS deve crescer em 2017

A confiança de empresários e investidores foi colocada à prova por contas das incertezas políticas e econômicas de 2016. Como resultado dessa instabilidade, o número de IPOs (ofertas públicas iniciais) teve uma redução significativa de 16% (1.055) com relação a 2015 e o capital levantado com essas operações caiu 33%, para US$ 132,5 bilhões. O volume de megadeals – IPOs com captação acima de US$ 1bi – foi de 21 ante 35 em 2015, uma queda de 40%. Todos esses dados estão presentes no estudo global produzido pela Ernst & Young (EY) sobre tendências para aberturas de capital.

“Esse foi um ano atípico, com um alto número de fatores que influenciaram negativamente o mercado. Para 2017, acreditamos que os grandes players continuarão preocupados com o futuro da União Europeia, com as políticas do novo governo norte-americano e com a curva do crescimento da China, mas, mesmo assim, teremos uma recuperação dos números”, afirma Carlos Asciutti, sócio líder de Serviços para Private Equity da EY Brasil.

O estudo da EY mostra que nos Estados Unidos, mercado que teve o pior ano desde a crise de 2009, tanto em números de IPOs quanto no montante de capital levantado, a reação do mercado financeiro à instabilidade geopolítica foi mais positiva do que as previsões.

“As operações patrocinadas por fundos de private equity e venture capital, diminuíram no último ano. Por isso, esperamos que a recuperação dos mercados, aliada à redução da volatilidade e ao forte apetite desses grandes investidores devem levar mais companhias ao mercado no próximo ano”, diz Asciutti.

Segundo os dados da pesquisa, o mercado da Ásia e Pacífico foi o epicentro das atividades de IPO em 2016, alcançando 60% do volume total de negociações e fazendo o mercado ser, pelo terceiro ano consecutivo, o principal em número de operações. O principal fator para esse crescimento foi o grande número de movimentações no primeiro semestre do ano provenientes da Grande China (China, Hong Kong, Macau e Taiwan).

“O mercado de Hong Kong teve uma performance de destaque dentro dessa região. Porém, por conta de fatores como o a queda de juros, o fortalecimento do ambiente norte-americano e as novas políticas de governo, não é possível ter um prognóstico para 2017. Japão, Austrália e Coreia do Sul também foram ativos, com um alto número de grandes transações e várias políticas de incentivos fiscais para a economia nacional”, reforça Asciutti.

Apesar do crescimento das atividades no último trimestre de 2016, a média de companhias que abriram capital na EMEIA (Europa, Oriente Médio, Índia e África) caiu 25% no período de um ano, com uma diminuição do valor de levantamento de capital de US$ 37,7 bilhões. Ainda que Índia e África tenham apresentado desempenho bastante positivo – a Índia teve um crescimento de 38% nos números de negócios concretizados, enquanto a África aumentou em 81% o número de capital movimentado – o mercado Europeu, por conta das instabilidades políticas, puxou os resultados do bloco para baixo.

Apesar de inúmeras situações que não eram esperadas para 2016, tais como a eleição de Donald Trump nos Estados Unidos e o Brexit na Europa, a reação do mercado a essas mudanças e incertezas foi mais positiva do que se previa, portanto, o que se espera para o próximo ano é uma maior movimentação no número de IPOs, puxados pelas novas regulamentações na China que favorecem a abertura de capital das empresas e a consolidação da região da Ásia e Pacífico.

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Evento discute potencialidades do E-commerce para 2017

Segundo a ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico), o e-commerce deve crescer 12% em relação a 2016 e faturar R$ 59,9 bilhões no Brasil em 2017. Conheça mais sobre o potencial do e-commerce em 2017 no evento “Alavancando Vendas Online”, uma parceria ERPFlex, Mercado Livre, Ecommerceflex, com apoio do Sebrae-SP. O encontro será realizado no dia 19 de janeiro, a partir das 17h, na sede do Mercado Livre na Av. das Nações Unidas, 3003, Osasco – SP. Os ingressos já estão no 2º lote e podem ser adquiridos aqui.

O objetivo do evento “Alavancando Vendas Online” é ajudar empreendedores e empresários a enxergar e alcançar o potencial do e-commerce no ano que se inicia com palestras de grandes especialistas no assunto.

“Em 2016 o e-commerce foi um dos poucos segmentos que realmente teve um crescimento forte, porque as pessoas estão começando a se habituar a fazer compras pela internet. As empresas também estão vendo nesse segmento uma forma prática de venda, uma vez que as formas de pagamento estão mais seguras e os sites estão mais amigáveis e com mais funcionalidades”, afirma Ernesto Haberkorn, fundador da ERPFlex e um dos palestrantes do evento.

As palestras confirmadas são: “Retrospectiva do Mercado de Vendas Online e Projeções para 2017”, que será ministrada por Jairo Migues consultor do Sebrae-SP; “Plataformas de e-commerce e seus benefícios” realizada por Graco Pádua, coordenador do EcommerceFlex; “Como construir uma máquina de geração de demanda para E-Commerce”, com o diretor de Marketing da ERPFlex, Thiago Reis e finalizando o encontro, teremos “Como expandir seu canal de venda e como funcionam os Marketplaces?” de Leandro Soares, diretor de marketplaces no Mercado Livre Brasil.

Cronograma

17h – Boas-vindas e credenciamento de convidados
19h – Abertura do evento – Ernesto Haberkorn
19h20 – Palestra Sebrae-SP – O que esperar do mercado de vendas online em 2017?
Retrospectiva do Mercado de Vendas Online e Projeções para 2017
19h50 – Palestra EcommerceFlex – Alavancando vendas com e-commerce
Entendimento sobre plataformas de e-commerce e seus benefícios
Como construir uma máquina de geração de demanda para e-commerce
20h30 – Coffee Break – Networking Time
21h – Palestra Mercado Livre – Alavancando vendas com marketplaces
Como expandir seu canal de venda e como funcionam os marketplaces?
21h45 – Encerramento

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A hora e a vez da economia compartilhada – veja três exemplos de economia ao consumidor

A economia colaborativa tomou o mercado, mudando conceitos antiquados. Em busca de alternativas que mesclam economia e qualidade os consumidores encontraram nessa nova realidade vantagens muito maiores. Esse é o caso de espaços de escritórios compartilhados, que também proporcionam um espaço de troca de conhecimentos e, principalmente, network.

Lógico que sempre existirão os insatisfeitos com essas mudanças, como é o caso dos taxistas em relação ao Uber, mas, essas melhorias dificilmente retrocederão.

O mercado constantemente atravessa mudanças radicais e, com o passar dos anos, ocorre uma readequação e realinhamento das relações de trabalho, prevalecendo a sobrevivência de quem se ajustou melhor, um tipo de seleção natural econômica.

“A economia compartilhada proporciona inúmeras vantagens, os benefícios são muitos, desde as taxas menores até diferenciais de atendimentos, aos quais a população não estava acostumada. Os prestadores de serviços no país nunca prezaram pelo bom atendimento, para comprovar isso, basta ver os sites que compartilham experiências de consumo”, explica Fernando Bottura, diretor executivo da Gowork, especializada em escritórios compartilhados.

Para entender melhor como funciona a economia compartilhada conheças alguns dos principais exemplos relacionados:

Escritório compartilhado

Os escritórios compartilhados, ou Coworking’s, são formatos que possibilitam o compartilhamento de espaços e recursos de escritórios entre as pessoas, reduzindo muito os gastos operacionais. Essas opções se estabeleceram no mercado pelas suas acessibilidades e praticidades.

“Hoje existem várias ofertas por esse tipo de serviço, existindo até os gratuitos, mas o grande destaque fica para os espaços locados, pois neles as pessoas podem contar com toda uma infraestrutura profissional de um escritório de alto padrão. Podendo até mesmo utilizar o coworking como endereço fiscal da empresa ou de uma filial”, explica Bottura. Que observa um crescimento em média de 20% ao ano na Gowork (www.gowork.com.br).

Transporte compartilhado

Esse conceito ganhou visibilidade com o Uber, revolucionando o transporte de passageiros, assim, a partir de aplicativo, qualquer pessoa com um smartphone consegue chamar um carro com motorista para se locomover. Hoje já existem outras alternativas ao Uber, mas, o importante é que em poucos minutos, um veículo chega ao local definido, muitas vezes, com preços entre 15% a 25% mais barato. Isso fez com que nos principais centros urbanos essa ferramenta se tornasse prioritária para muitos consumidores.

Existem também os aplicativos de caronas prometem o uso mais sustentável dos veículos e economia para todos que participam dessa rede. O princípio é simples: já imaginou ir para o trabalho ou para a faculdade sem precisar ficar horas em pé no ônibus? São várias versões Bynd, Caronetas, Blablacar, Mobiag, Carona Direta. Essas redes de caronas solidárias prometem reduzir custos mais ainda que o Uber e enfrentam até mesmo os ônibus em viagens rodoviárias, tendo como benefícios os custos e a facilidade de deslocamento.

Estadia compartilhada

Para quem quer viajar e economizar em estadia, já existem serviços de compartilhamento de casas ou apartamentos para a estadia, como é o caso do Airbnb, um aplicativo que permite anfitriões compartilharem seus espaços em 190 países e mais de 34.000 cidades. Tudo o que você precisa fazer é inserir seu destino e as datas da viagem na caixa de busca.

São exibidas fotos de acomodações, perfis de anfitriões e comentários para ajudar a tomar decisões conscientes ao considerar o espaço. Os filtros de busca possibilitam limitar os resultados pelo tipo de acomodação, preço e local. Por exemplo, se estiver em busca de novas amizades e quiser que o anfitrião esteja presente, basta selecionar Quarto Inteiro ou Quarto Compartilhado.

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A Cibersegurança está redefinindo o mercado de videovigilância – Por Sergio Fukushima

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Estamos entrando em uma Era em que milhões de dispositivos serão capazes de armazenar e transmitir dados através da internet. Recentemente, a Consultoria Gartner, em um prognóstico, afirma que até o final do ano haverá 6,4 milhões de ‘coisas’ conectadas globalmente e, com a crescente quantidade de dados gerados, compartilhados e guardados através do modelo de computação em nuvem, é fundamental proteger-se contra possíveis vulnerabilidades de soluções conectadas à rede – incluindo o acesso não autorizado às imagens de câmeras de videovigilância em instalações importantes por parte de grupos de hackers independentes ou supostamente atendendo ao interesse de governantes.

Além de crescente, a preocupação com a cibersegurança de câmeras é tecnicamente fundamentada porque, de maneira geral, qualquer dispositivo conectado à rede é passível de ser explorado por pessoas não-autorizadas. No entanto, isso não quer dizer que qualquer câmara de qualquer fabricante está igualmente sujeita a potenciais ataques – existem dispositivos bastante vulneráveis e outros muitos menos vulneráveis. Além disso, há uma série de medidas preventivas que fabricante e usuários podem tomar.

Na realidade, possuir uma proteção mais alta contra ameaças cibernéticas depende da política de TI de cada empresa ou organização governamental, combinada com uma análise de risco. É possível criar sistemas mais seguros ao reduzir áreas expostas e mitigar riscos, incluindo considerações sobre o compromisso do fabricante com o tema, e a importância dada à proteção da privacidade e ao respeito à inacessibilidade das imagens das câmeras por agentes externos mal-intencionados.

Dado que os sistemas de videovigilância estarão cada vez mais conectados devido aos inúmeros benefícios da tecnologia IP, como o acesso remoto ou a integração, é importante realizar uma avaliação de riscos e implementar políticas de segurança no desenvolvimento e implantação de um sistema de vídeo IP. As avaliações de risco têm sido uma prática comum no planejamento de sistemas de videovigilância e configuração de dispositivos de vídeo em rede.

Como medida de proteção, é de suma importância reduzir a área de exposição a estes riscos e diminuir a níveis mínimos a superfície de ataque. Se estes dispositivos, serviços e aplicativos não precisam estar interconectados, o usuário deverá limitar a conectividade entre eles. Além disso, segmentar o sistema de vídeo do núcleo minimiza os riscos de adversidades entre os equipamentos.

O reforço à segurança de um sistema ainda deve incluir uma estratégia de configuração adaptada às necessidades específicas do usuário para enfrentar o panorama volúvel de ameaças. O primeiro passo é compreender o uso de protocolos de segurança propostos pela indústria, incluindo a autenticação/autorização de usuário multinível por contrassenha, criptografia SSL/TS, 802.1X, filtragem de IP e gestão de certificados.

Por fim, é fundamental que o fabricante de câmeras inteligentes atualize continuamente o firmware com novas características, correções de erros e patches de segurança. Para combater a maior variedade de ameaças, os usuários têm que estar alertas às atualizações de seus provedores e prestar especial atenção às melhores práticas para a prevenção de ataques através dos sistemas de câmeras em rede. A tranquilidade no futuro depende das escolhas realizadas no presente e, se não é possível blindar-se 100% contra ataques, é certo que o mercado apresenta caminhos mais vulneráveis e outros menos.

Sergio Fukushima, gerente técnico da Axis Communications

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Wix.com Integrates with Square to Make Shopping Easier for Businesses and their Customers

Wix.com Ltd. (Nasdaq: Wix) today announced its integration with Square to give Wix merchants and entrepreneurs in North America a new way to accept online and in-person credit card payments.

Wix’s Square integration improves payment processing and allows both online and in-person payments, via mobile device based POS. Any online Wix Store can become a physical store instantly via the Wix App, which automatically and fully syncs the point of sale (POS) with the Wix online catalog and inventory. Wix is aiming to expand the relationship across verticals, including Wix Bookings, over the coming months.

“We are constantly enhancing our ecommerce experience for our subscribers and their shoppers. We know that for small businesses both ecommerce and mobile functionality are crucial,” said David Schwartz, VP of ecommerce, at Wix. “Growth of our ecommerce and transaction-enabled subscriptions continues to exceed our overall subscriptions growth, highlighting our broad reach with small businesses. Today, Wix manages more than 305,000 ecommerce subscriptions globally. Now, by integrating the Wix App with the Square POS, users can accept payments in any location.”

How it Works: Setup to Sale

The Square integration builds on many of the most popular and powerful features of Wix Stores: a stunning website, easily created using Wix’s drag and drop Editor and powerful, easy to setup ecommerce functionality such as order management, promotional tools, customizable tax and shipping rules, and 24/7 support.

Now Wix merchants have even more POS options with the addition of Square. New users can create a stunning Wix Store and, with a few clicks, manage the store and its catalog on the Wix App with the ability to accept payments online or in-person with Square.

Existing subscribers can add Square as an available payment option. Once subscribers complete a quick onboarding process via a secure website, the subscriber will be able to receive payments from major credit cards.

Since the Wix App is an extension of the online store, everything is synced, and merchants can manage their catalog from the Wix mobile app. The app allows them to receive orders both online and in-person by accepting payments through a mobile device with Wix.

“Wix allows any seller to run an omnichannel business,” said Pankaj Bengani, Square’s Partnerships Lead. “By integrating with Square, businesses can track sales data and manage inventory both online and in-person in one place, making it easier to make smart decisions to grow their business.”

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Saraiva adota solução para preservar dados de clientes nas compras por telefone

A Saraiva e Siciliano S.A, uma das maiores varejistas de conteúdo, cultura e educação – adotou a solução VOS PCI da VoxAge – desenvolvedora e fornecedora de soluções multicanal de relacionamento com o cliente – a fim de garantir a preservação dos dados de seus clientes que realizam compras pelo serviço de televendas. A implantação faz parte de um conjunto de ações tomadas pela companhia para tornar este canal ainda mais seguro, uma vez que ele chegou a registrar perda de 8% nas vendas para o e-commerce da Saraiva, em razão dos consumidores não quererem verbalizar suas informações sigilosas (número do cartão de crédito e código de segurança).

Totalmente PCI-DSS Compliance, certificação que estabelece as regras e normas que garantem a segurança durante o manuseio dos dados de cartões de crédito em transações eletrônicas, a solução VOS PCI permite coletar de forma sigilosa os dados do cartão de crédito do cliente para viabilizar uma transação financeira por telefone. Por meio deste sistema, ao invés de falar para o operador os seus dados, o consumidor digita os números nas teclas do telefone e a solução, que é integrada com as operadoras de cartão de crédito, os submete para aprovação, processamento e conclusão da compra, com total confidencialidade. Na tela do operador de televendas aparecem apenas os asteriscos (*) e, portanto, ele não tem acesso aos dados do cartão do consumidor.

Além da segurança das informações, o VOS PCI possibilita ainda que o atendente fique em contato permanente com o cliente durante todo o processo de atendimento e coleta dos dados sigilosos para fornecer algum tipo de informação ou orientação e, desta forma, não perder o contato até a conclusão da transação.

De acordo com Mouraci dos Santos, gestor de Clientes, B2B e Televendas da Saraiva, antes do conjunto de ações que envolveram o VOS PCI, havia uma parcela de clientes que não concluíam as compras por telefone, por não quererem passar seus dados ou por não se sentirem seguros, e acabavam preferindo efetuar a compra pelo e-commerce ou até mesmo desistiam nesse meio do caminho. “Isso, refletia em uma perda de 8% nas transações pela área de televendas. A partir da solução da VoxAge, este cenário mudou e o VOS PCI se tornou um diferencial para nós. Temos a solução implantada em 15 PAs (pontos de atendimento) que realizam o atendimento por telefone, comercializando todos os produtos que estão disponíveis no site da Saraiva”, conta.

Com a solução, o atendimento do televendas se tornou mais eficaz e confiável, além de ser um canal para o cliente que deseja auxilio no momento da sua compra ou mesmo se sente mais seguro em realizar transações tendo um operador humano do outro lado da linha. “O retorno dos clientes tem sido muito positivo. No momento da ligação, alguns deles fazem questão de mencionar o quanto ficam satisfeitos em termos um sistema eficiente e que torna o processo mais seguro. A solução se tornou, inclusive, um argumento para os que os consumidores se sentissem seguros ao comprar por telefone”, afirma Santos.

Ainda de acordo com o gestor, a implementação do VOS PCI foi tranquila e o retorno dos funcionários muito positivo, uma vez que a solução é bastante amigável, intuitiva e fácil de utilizar, o que reflete diretamente no aumento das vendas realizadas via telefone.

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7 previsões da CNI para a economia brasileira em 2017

Estimativas da indústria mostram que o país começará a sair lentamente da recessão. Inflação deve fechar o ano próxima do centro da meta e o consumo das famílias provavelmente terá leve alta em relação a 2016

A economia brasileira crescerá apenas 0,5% neste ano, o que é muito pouco para o país se recuperar da pior crise da sua história, avalia a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Na Economia Brasileira 2016, edição especial do Informe Conjuntural, a instituição faz o balanço de 2016 e apresenta as perspectivas para a economia e a indústria em 2017. Veja o que a indústria espera deste ano:

1. Produto Interno Bruto (PIB)

Importante termômetro da economia, o PIB é a soma de todas as riquezas produzidas por um país em um determinado período. O crescimento elevado e contínuo do PIB mostra que a economia do país está se expandindo. Mas não é isso que ocorre hoje no Brasil. Os dados oficiais só serão divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 7 de março. Mas tudo indica que o PIB brasileiro terá uma queda de 3,6% em 2016, o que aprofundará ainda mais a crise, pois em 2015 a retração foi de 3,8%. Para 2017, a CNI estima um crescimento de 0,5% em relação a 2016.

2. PIB industrial

É um dos componentes do PIB, que soma as riquezas produzidas pela indústria de um país em um período determinado. No Brasil, o PIB industrial fechará 2016 com uma queda de 3,9%. Será a terceira retração consecutiva da indústria. No entanto, em 2017, a CNI projeta uma expansão de 1,3% no PIB industrial frente a 2016.

3. Consumo das famílias

É outro componente do PIB. O aumento do consumo estimula a atividade na indústria, no comércio e no setor de serviços, contribuindo para a expansão da economia. O consumo das famílias brasileiras deve ter uma redução de 4,5% em 2016. Será o segundo ano consecutivo de queda no indicador. Mas a estimativa da CNI é que o consumo pare de cair em 2017 e tenha uma leve alta de 0,2% em relação a 2016.

4. Formação bruta de capital fixo

São os investimentos feitos em um país em determinado período. No Brasil, os investimentos estão caindo desde 2014. Encolheram 13,9% em 2015 e devem ter uma queda de 11,2% em 2016. Neste ano, a CNI projeta uma expansão de 2,3% frente a 2016.

5. Taxa de desemprego

Também é um termômetro importante da economia. Uma taxa de desemprego baixa indica que as empresas estão criando oportunidades de trabalho e de renda para as pessoas. No Brasil, a taxa de desemprego não para de crescer e a média anual alcançou 11,2% em 2016. Para este ano, a previsão da CNI é que a média anual da taxa suba para 12,4%.

6. Inflação

A inflação baixa é sinal de estabilidade na economia. Facilita e dá segurança para as famílias e as empresas planejarem o orçamento, calculando desde gastos diários até compras de maior valor. Em 2015, a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) alcançou 10,7% e ficou muito acima do limite máximo de 6,5% estabelecido pelo governo. A CNI estima que a inflação fechará 2017 em 5%, próxima do centro da meta que é de 4,5% para o ano.

7. Dívida pública

O tamanho da dívida pública é um importante indicador do equilíbrio das contas do governo e da capacidade de um país em honrar seus compromissos com credores internos e externos. No Brasil, a expansão dos gastos públicos sem o correspondente aumento das receitas tem elevado a dívida pública, que deve alcançar 76,2% do PIB neste ano, conforme a projeção da CNI. Em 2014, a dívida equivalia a 57,2% do PIB.

SAIBA MAIS – Faça o download do estudo Economia Brasileira 2016 para conhecer mais detalhes da publicação.

Por Verene Wolke
Foto: Arquivo/CNI
Da Agência CNI de Notícias

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Stefanini implementa assistente virtual Sophie na Emprel, empresa de informática da Prefeitura de Recife (PE)

A Stefanini Woopi, braço de Pesquisa e Desenvolvimento da Stefanini, implementou a sua plataforma de inteligência artificial Sophie na operação da Emprel, Empresa Municipal de Informática da Prefeitura de Recife (PE). Com Sophie, a Emprel consegue reduzir custos e, ao mesmo tempo, aumentar o nível de qualidade e eficiência no atendimento aos usuários do Service Desk e Field Service do parque municipal.

Segundo Alexandre Winetzki, presidente da Stefanini Woopi, a plataforma é capaz de interagir com usuários humanos e sistemas. “Sophie é composta por um conjunto de softwares, sistemas e processos que permitem acelerar e melhorar o desempenho de sistemas que interagem com o consumidor ou usuário, seja por meio de voz ou texto”, explica.

O projeto da Sophie na Emprel teve início em setembro de 2016, com a instação e configuração do software em ambiente de homologação e, posteriormente, no de produção. “Agora estamos na fase de ‘ensinar’ a Sophie nossos scripts de atendimento e as particularidades dos serviços do nosso catálogo”, comenta Alexandre Herculano, diretor de relacionamento e atendimento ao cliente da Emprel.

Após este processo, Sophie será disponibilizada para os usuários internos, com o objetivo de aprimorar a ferramente, e depois será liberada para todos os usuários da Prefeitura de Recife. “Nossa expectativa é gerar uma experiência rápida e agradável no atendimento aos usuários, reforçando o conceito de ponto único de atendimento, mas com multicanais de acesso”, ressalta Herculano. Em dois meses, a Stefanini Woopi espera que Sophie passe a atender até 20% do total de chamadas da Emprel, que hoje gira em torno de 2.200 chamados mensais.

Para atuar na Emprel, a Stefanini venceu uma licitação de contratação para serviços que englobam todas as atividades de Service Desk e Field Service baseadas nas melhores práticas de mercado. Alexandre Herculano explica que as ações de planejamento e montagem da Emprel Atende, central de serviços de TI da empresa, tiveram início em 2014. “Fizemos o inventário das quase 5.000 máquinas do parque da Prefeitura, estruturamos todo o catálogo de serviços, instalamos e configuramos toda a suíte de software, montamos os espaços físicos, recrutamos e treinamos as pessoas que trabalham direta e indiretamente com a Central e elaboramos toda a campanha de divulgação para o início da operação”, comenta o diretor.

A operação da Emprel Atende começou em fevereiro de 2015 e, desde então, tem aumentado gradativamente a maturidade dos processos, a qualidade dos serviços e a satisfação dos usuários. “A Stefanini ajudou a formar este cenário, que gera eficiência, redução de custos e melhores serviços para os recifenses, que é nosso objetivo maior. Tudo isso eleva significativamente a imagem da Emprel e tem nos deixado muito satisfeitos com o nível de serviços prestados pela Stefanini”, ressalva o diretor.

A assistente virtual Sophie é uma evolução da plataforma Parli, que foi lançada em 2014. “Para chegarmos ao nível que temos hoje, foram necessários sete anos de dedicação por parte de uma equipe de cientistas, programadores e designers brasileiros”, explica Alexandre Winetzki. “Aceitamos o desafio de aprimorar cada vez mais o serviço oferecido pela Emprel e estamos nos empenhando para isso. A plataforma Sophie já trouxe e trará ainda mais benefícios para a operação da Emprel”, finaliza Winetzki.

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Serviços de tradução impulsionam a internacionalização de empresas

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Com a crise econômica e a instabilidade política cada vez mais evidentes no Brasil, a internacionalização tem se tornado uma alternativa para as companhias brasileiras que tentam manter as suas contas operando no azul. Para se ter uma ideia, tal prática alcançou um crescimento de 7% no país em 2015. Os dados são de um estudo realizado pela Fundação Dom Cabral (FDC), que também investigou a capacidade das multinacionais brasileiras de se adaptarem à cultura dos países em que atuam.

De acordo com a pesquisa, a diferença cultural é, em muitos casos, subestimada pelas empresas, o que faz com que esse seja o principal fator que culmina nos fracassos das operações internacionais. “As primeiras barreiras a serem vencidas na hora de empreender em um novo país é o domínio do idioma e o entendimento da cultura local. E é aí que o serviço de tradução profissional entra em cena para ajudar”, diz Aleksander Honma, Diretor da Netwire, empresa especializada na área.

Websites, manuais técnicos, softwares, testes de produtos, embalagens, treinamentos, materiais de marketing, documentos e contratos estão entre os vários meios utilizados por uma companhia para ingressar em um novo mercado. Segundo Honma, a qualidade da versão traduzida desses materiais para qualquer idioma deve ser entendida como um quesito de extrema importância, levando em conta fatores que vão muito além de um texto bem escrito. O processo exige amplo conhecimento da cultura, da terminologia local e dos aspectos políticos, econômicos e legais do país do idioma de destino.

Como exemplo, ele cita a tradução de softwares, que precisa garantir que o público estrangeiro receba as mesmas instruções que o usuário do idioma de origem, porém com adaptações à sua realidade local. Para isso, a Netwire também adota como prática o chamado “Teste de Localização”, que avalia a tradução no ambiente do software, além de adaptar termos e conceitos específicos que se aplicam apenas ao país do idioma de destino.

“Essa é uma etapa muito importante para garantir o sucesso do trabalho, pois identifica os possíveis problemas antes do lançamento, adequando os aspectos técnicos de programação e layout, bem como questões culturais e linguísticas do país de sua utilização”, explica. “Fabricantes de softwares de todo o mundo já consideram o teste de localização – que deve ser feito por um profissional nativo – um fator primordial para romper com as barreiras do idioma e possibilitar o aumento de vendas”, conclui Honma.

Mercado promissor

Um estudo feito pela Common Sense Advisory, líder de pesquisa e análise independente do setor de tradução, estimou que o mercado global de serviços e tecnologia de idiomas faturou US$ 40 bilhões neste ano. Os dados ainda apontam que esse tipo de serviço está crescendo a uma taxa anual de 6,46%.

Entre os segmentos atendidos por esse mercado, o de TI se destaca como um dos mais promissores. Segundo a Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex), as empresas nacionais de TI exportaram R$ 4 bilhões no último ano. A entidade avalia, ainda, que o ano de 2016 deverá ser encerrado com um acréscimo de 12%.

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Entrega da RAIS: Certificado Digital é necessário para empresas com mais de 11 funcionários

No dia 17 de janeiro começa a temporada de entrega da RAIS (Relação Anual de Informações Sociais), ano-base 2016. As informações devem ser transmitidas até o dia 17 de março e as empresas que possuem mais de 11 empregados precisam utilizar o Certificado Digital ICP-Brasil e-CPF ou e-CNPJ para o envio dos dados. Para as demais, a utilização do Certificado é facultativa.

Certificado precisa estar válido

De acordo com Leonardo Gonçalves, diretor de Varejo e Canais da Certisign, para evitar contratempos é preciso checar a data de validade do Certificado Digital. “Por se tratar de um documento de identificação, o Certificado tem validade, assim como a CNH e o passaporte. Se expirado, ele perde totalmente as funcionalidades”.

Quem é obrigado a enviar a RAIS

Entre os obrigados a enviar a RAIS, segundo informações do site RAIS.GOV, estão: todos os empregadores, conforme definidos na CLT; todas as pessoas jurídicas de direito privado, inclusive as empresas públicas domiciliadas no País, com registro, ou não, nas Juntas Comerciais, no Ministério da Fazenda, nas Secretarias de Finanças ou da Fazenda dos governos estaduais e nos cartórios de registro de pessoa jurídica; empregadores urbanos pessoas físicas (autônomos e profissionais liberais) que mantiveram empregados no ano-base; entre outros.

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