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Vivo emprega analytics para conhecer melhor os clientes e realizar campanhas de marketing assertivas

Incrementar as suas campanhas de marketing era a premissa principal da área de BI & Big Data da Vivo ao desenvolver o projeto Dashboards Online de CRM. Para sua concepção, a companhia apostou na combinação da capacidade do analytics e/ou BI (Business Intelligence) de lidar e tornar útil o enorme volume de informações, disperso em inúmeras bases e proveniente de “n” fontes, aliada a uma governança de CRM (Customer Relationship Management). O que faz toda a diferença no planejamento de ações de vendas e de comunicação. Os resultados, que foram sentidos em termos de ganhos financeiros, melhores índices de satisfação dos steakholders, como também nas contestações dos clientes, não poderiam ser mais vantajosos: mais conhecimento e informações sendo transformados em insights valiosos.

Desenvolvido com base na plataforma analítica da MicroStrategy, líder mundial no fornecimento de plataformas de software empresarial, o projeto permitiu consolidar todas as informações, viabilizar melhores decisões, prover insights para novos estímulos e acompanhar todas as campanhas BTL. E, ainda, disponibilizar essas informações em diversas plataformas – desktops, tablets, smartphones – para os principais steakholders da empresa, público para o qual o conhecimento precisava ser compartilhado, visando não só garantir a manutenção dos dashboards que seriam construídos, mas também estimular a construção de novos modelos.

“Reunir, organizar, analisar dados e gerar informações valiosas tornaram-se cruciais para a sobrevivência de qualquer organização. Além disso, os consumidores estão cada vez mais exigentes, aumentando ainda mais a necessidade de conhecimento. Não basta ter a oferta, é preciso saber o perfil do cliente, entender e se antecipar aos seus desejos, necessidades e expectativas”, enfatiza Acácio Pedro, da área de projetos e campanhas de CRM da Vivo.

Embora os resultados tenham sido sentidos de diversas formas pela Vivo, de acordo com Acácio, sem nenhuma dúvida, o principal impacto foi no SLA (Time to Market) das campanhas BTL. Ou seja, a melhoria foi percebida na porcentagem de entrega de cada campanha, conforme o prazo estipulado pela área solicitante, associada ao ganho de escala e produtividade, aspectos que são críticos em todo este processo de campanhas. Em janeiro de 2016, o SLA era de 24% para um volume de cerca de duas mil campanhas por mês. E oito meses depois (setembro 2016), este mesmo indicador já era de 94%, ou seja, um aumento de 291%, para um volume ainda maior, correspondente a mais quatro mil campanhas por mês.

“Claro que para chegar até isso, os desafios eram inúmeros. Incluindo, ajustar as diversas fontes de dados e diferentes métodos de consolidações das informações; alinhar os KPIs entre os usuários; e aproveitar o potencial máximo das principais funcionalidades da plataforma analítica da MicroStrategy. Para superá-los e viabilizar o projeto, foi preciso revisar 100% do processo de consolidação das informações e definir uma fonte única, bem como estabelecer um padrão para as inserções de todos os pedidos de geração das campanhas”, explica.

Também foi preciso definir os principais indicadores e alinhar os conceitos de cada um deles às expectativas dos steakholders em relação a como eles gostariam de consultar as informações. Após esta etapa, com base nas capacidades disponíveis da ferramenta, foram elaborados os dashboards de CRM. Sempre com a premissa de ser o mais intuitivo possível, e claro, disseminar o conhecimento para toda a empresa.

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Boleto registrado: os impactos no comércio eletrônico e as oportunidades Por Luiz Antonio Sacco

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Nos últimos dias, a Febraban (Federação Brasileira de Bancos) publicou as novas datas de implantação de sua nova plataforma de cobrança bancária para que as empresas se adequem às regras que determinam a necessidade de registro de informações sobre o cedente no documento fiscal – boleto registrado. É importante entender o que de fato muda neste cenário.

Os comércios terão um pouco mais de tempo para ajustarem-se, mas as mudanças virão, trazendo reflexos, nem sempre positivos, para as lojas online, como custo adicionais para os lojistas, especialmente os de pequeno e médio portes.

Se por um lado a nova plataforma de boletos com cobrança registrada tem o intuito de unificar, modernizar e tornar mais seguro o pagamento impresso, por outro é importante alertar que boletos não pagos pelo consumidor até o dia do vencimento ou alterações de dados no documento poderão ocasionar uma cobrança do banco emissor por esse título.

Como essa não era a prática até então, a loja deve levar em consideração esses e outros custos, principalmente se lembrarmos que a conversão de boletos no Brasil, quanto às vendas realizadas pela internet, não é superior a 50%, e ainda pode ser bem inferior a depender das categorias de produtos comercializadas.

Em um momento no qual o mercado debate os impactos dessa mudança no dia a dia das empresas, vale a pena refletir sobre os demais custos envolvidos no uso dos boletos, que são talvez até mais relevantes do que aqueles trazidos pela implantação do título registrado.

Quais são os custos

Tangíveis e intangíveis. Além dos valores adicionais que serão cobrados na nova modalidade de boleto registrado, cujo preço varia de acordo com a instituição financeira e do relacionamento do correntista. Não podemos esquecer também dos custos de alocação de estoque pelos dias de espera na informação de pagamento dos boletos pagos (ou não pagos). Além disso, a alocação de mercadoria que não será vendida traz o impedimento de se atender outro consumidor, trazendo frustração ao cliente e danos de imagem ao lojista. E, nesta questão logística, a solução passa sempre pela gestão eficiente de estoques a fim de não se comprometerem as margens operacionais já bastante comprimidas.

Como resolver esse problema

É preciso ampliar os canais de recebimento e principalmente fomentar os pagamentos eletrônicos que proporcionam confirmações em tempo real. Além disso, em momentos onde o capital de giro é apertado, é fundamental buscar mais opções de pagamento à vista, afinal essa é a preferência de mais de 25% dos consumidores que compram on-line. No mercado, existem diversas Fintechs que otimizam esse processo, entre o banco e o e-commerce. Lembre-se que a tecnologia bancária no Brasil evoluiu fortemente e é uma das mais avançadas do mundo. Segundo a Febraban, 54% de todas as transações bancárias de 2015 foram realizadas via internet ou mobile banking.

É relevante notar também que os meios eletrônicos de pagamentos também são acessíveis à uma parte expressiva da população economicamente ativa, os que querem comprar no comércio eletrônico, mas não tem conta em banco, grupo que contempla um total de mais de 50 milhões de pessoas. É nesse cenário que as novas soluções chegam como alternativa também ao boleto impresso, já que permitem que os consumidores possam pagar em dinheiro e à vista, seja em casas lotéricas, agências bancárias ou em lojas de conveniência, e assim finalizar sua compra realizada na internet (de livros a passagens aéreas) com a confirmação de pagamento ao lojista em tempo real.

Portanto, diante dos desafios que se impõem aos empresários por conta da implantação do boleto registrado, abrem-se oportunidades de questionamento do uso deste modelo. Afinal, são incomparáveis os benefícios e conveniências trazidos pelos meios eletrônicos de pagamentos frente ao boleto que, independentemente de mudanças, ainda é uma plataforma de mais de 25 anos de existência, criada em um contexto econômico e de sociedade muito diferentes.

Luiz Antonio Sacco, Diretor-Presidente da SafetyPay para a América Latina, uma empresa de tecnologia voltada aos serviços financeiros (Fintech)

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Hug Pay firma parceria com CorpFlex para hospedar sua plataforma tecnológica em Nuvem

A CorpFlex, empresa especializada em cloud corporativa e outsourcing de TI, foi a empresa escolhida pela Hug Pay para hospedar sua plataforma tecnológica em Cloud Privada.

A Hug Pay foi criada em 2015 pelo empresário Thiago Moura que decidiu empreender depois de conhecer alguns modelos de negócios nos Estados Unidos de soluções para pessoas não bancarizadas e que teriam forte apelo em todo o Brasil. “Com a tecnologia que a Hug Pay já possuía, estávamos procurando um modelo de negócio onde tivéssemos cobertura nacional com um parceiro forte para atender a demanda da nossa plataforma”, explica Thiago Moura, CEO da Hug Pay.

De acordo com Moura, o app da Hug Pay trará a praticidade de uma plataforma de serviços financeiros na palma da mão do usuário com produtos inovadores, tais como cartão digital de débito (dispensando o uso do cartão de plástico), saque e depósito em dinheiro em qualquer lotérica do Brasil. Além disso, o aplicativo Hug Pay ainda possibilita emitir extrato da conta, pagamento de contas, recarga de celular pré-pago, entre outros produtos que já estão em desenvolvimento e trarão maior comodidade para o usuário Hug Pay.

O app HugPay permite também receber um saldo em conta e transferir para outro usuário Hug Pay para que ele também possa fazer o saque ou utilizar os recursos em outras funcionalidades do aplicativo. “Nossa proposta de serviços é inovadora; as lotéricas trazem capilaridade e facilidade aos usuários da Hug Pay para carregar sua conta para uso do Cartão Digital ou demais funcionalidades do app. Somos pioneiros nesse segmento e vamos quebrar paradigmas na prestação de serviços com uso da tecnologia e a CorpFlex foi o parceiro de TI ideal para viabilizar nossa solução em Nuvem, reduzindo nossos custos de infraestrutura e agregando segurança em nosso aplicativo”, comenta o CEO da Hug Pay.

O objetivo da parceria, acrescenta Thiago Moura, é beneficiar o desenvolvimento da central de produtos financeiros seguindo a tendência de serviços financeiros digitais. “Com a CorpFlex no projeto, a Hug Pay ganhou credibilidade, segurança e uma infraestrutura de TI avançada que agregou estabilidade e alta performance para a solução”, afirma.

“Apostamos no projeto da startup porque acreditamos no potencial de mercado da solução, pois se trata de uma ideia inovadora. Poder ter a liberdade de movimentar o seu próprio dinheiro sem a necessidade de ter um vínculo obrigatório com um banco dá ao cliente uma autonomia e praticidade enormes. Esse é o futuro”, diz Marcos Andrade, CMO da CorpFlex.

O aplicativo Hug Pay está em fase final de integração com os bancos, e a previsão é de que esteja operando normalmente no começo de 2017. Para saber mais, acesse: http://hugpay.com.br/

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Conheça os 7 erros mais comuns ao fazer uma videoconferência

O uso de videoconferência se tornou uma das maiores revelações do século 21. Afinal, é muito mais fácil para empresas e colegas de trabalho compartilharem ideias e discutir projetos de forma virtual do que se deslocarem para uma tradicional reunião presencial.

O join.me, ferramenta de reuniões online da LogMeIn, realizou uma pesquisa que afirma que 60% dos usuários que optam por uma videoconferência acham que o resultado é mais eficaz do que o uso do e-mail, telefone ou mesmo conversar no escritório.

Segundo a pesquisa, que ouviu 2 mil entrevistados com idade acima de 22 anos, 76% usam vídeo conferência para tratar de negócios, enquanto 96% afirmam que a videoconferência agrega valor às reuniões. Um dado curioso é que 93% dos usuários que fizeram reuniões online pela primeira vez vislumbraram diversas oportunidades para incorporar a prática de conferências on-line no futuro.

Com base nos dados da pesquisa, separamos os 7 principais erros que devem ser evitados por quem opta por reuniões online via vídeo:
? Nada de nudez: Use roupas. Todas as peças! Não apenas camisa bonita por cima com pijamas por baixo. 14% dos entrevistados afirmaram usar roupas inadequadas.

– A câmera não é um espelho: Não use a câmera de vídeo como se fosse um espelho. Você não está olhando apenas para você. 15% adoram usar a câmera como espelho.

– Não cutuque o nariz: Deixe seu rosto e seu corpo quietos. 9% acabam esquecendo que estão sendo vistos e mexem no nariz.

– Evite ruídos humanos: Por favor, não emita nenhum som estranho ou inapropriado. 10% acabam fazendo algum ruído durante a conferência.

– Saia da cama: Não faça reunião estando na cama. Use um escritório ou um ambiente mais profissional. 7% usam a cama como cadeira.

– Saia do banheiro: Parece óbvio, mas não é. 7% podem estar usando banheiro durante a reunião.

– Sem interrupções caninas ou felinas: Evite ter animais passando e fazendo ruídos na hora da reunião online. 12% deixam animais circulando na frente câmera.

Essas dicas podem parecer óbvias, mas estes são erros comuns que acontecem no dia-a-dia de quem participa de reuniões online! A tecnologia está revolucionando a forma como as pessoas interagem umas com as outras e aumentando a produtividade dos profissionais conectados.

As soluções de conferência online estão cada vez mais populares, sendo inclusive muitas delas gratuitas como o próprio join.me. Use e aproveite ao máximo as reuniões virtuais, mas lembre-se que, apesar da comodidade e facilidade, a maioria das conferências acontecem com intuito profissional!

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O futuro do varejo é o foco do NRF Retail BigShow 2017, em Nova York – Por Paulo Henrique Pichini

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Entre os dias 15 e 17 de janeiro, em New York, o mundo teve contato com o que de há mais avançado para a indústria de varejo. Tudo o que foi mostrado no NRF Retail BigShow 2017 – o maior evento de tecnologia para varejo do mundo –, desde o mais conceitual ao mais concreto, tinha um único objetivo: melhorar a experiência do usuário de modo a aumentar o volume de vendas e diminuir a desistência do cliente e a perda de oportunidades de negócios.

Para atingir essa meta, o mercado vem, há anos, passando por transformações profundas em seu modelo de atendimento ao cliente, sempre buscando formas de melhorar a experiência do consumidor, administrar o inventário, melhorar e facilitar a vida dos atendentes na loja.

Durante a NRF 2017, pudemos ver soluções tecnológicas que viabilizam estas transformações – ofertas prontas e com cases de sucesso pelo mundo, mas ainda imaturas no mercado brasileiro. Por esta razão, muitos dos fabricantes e integradores que atuam no Brasil estão criando áreas especificas para atendimento desta vertical que vem liderando em termos de importância.

A busca pela nova experiência no varejo é tal que, na exposição deste ano, o grande destaque ficou por conta de soluções espetaculares e geniais para o varejo. Neste ano, o show teve foco exclusivo em tecnologia e inovação. Nada de expositores mostrando ideias mais tradicionais como arquitetura de lojas, desenhos de torres de serviços, etc.

Como todos os principais players falaram sobre tecnologia, encontramos as maiores multinacionais de TI presentes ao evento, porem com discursos e soluções disruptivas para o momento atual de mercado no Brasil.

Neste cenário, uma classificação das principais inovações para varejo mostradas no NRF 2017 passaria por cinco categorias diferentes:

1 – Infraestrutura: A categoria inclui Wi-Fi, Beacon (Bluetooth) e câmeras para captação de vídeo usadas em aplicações de segurança, mapeamento de tráfego e reconhecimento facial. As soluções de infraestrutura mostradas no NFR 2017 listam, ainda, tecnologias de sensoriamento RFDI, QR Code, NFC. Outra área bem explorada cobre as redes de baixo custo, baixa velocidade e longo alcance LPwan, ideais para suportar dispositivos IoT.

2 – Soluções de engajamento do client/prospect: sempre desenvolvidas sobre a infraestrutura descrita acima, tratam-se de ofertas de provadores inteligentes com recurso de prova virtual de roupas a partir do uso de tecnologia de realidade aumentada. O resultado é que o consumidor experimenta virtualmente trajes diferentes. Os corredores do NRF 2017 traziam, também, soluções de interação com cliente que oferecem a ele, eletronicamente, roupas em tamanhos e cores diferenciadas. Há, ainda, soluções que reconhecem a chegada do cliente na loja e imediatamente começam a interagir com ele, oferecendo produtos de acordo com seu perfil, idade, preferências, etc.

Extremamente rica, essa categoria trouxe, também, soluções de checkout rápido e eficiente. Outra ênfase foi em ambientes interativos dentro dos provedores da loja.

Uma das novidades mais atraentes: quando o consumidor toca em um produto dentro da loja, ele passa a visualizar, via digital signage, mesas digitais ou por meio de seu smartphone, todas as informações sobre aquele objeto (preço, tamanhos disponíveis, cores).

Já existem no mercado, também, ofertas que permitem a unificação da experiência de compra que, agora, pode ser iniciada em um ambiente físico (loja) e continuar em meio digital (uma página de e-Commerce, por exemplo) e vice-versa.

3 – Soluções que dão poder aos vendedores da loja: Essa categoria inclui ofertas de inventário automático para controle de prateleiras. Ou seja: se um produto sai da prateleira, automaticamente chega outro para substituí-lo. É possível contar, também, com ferramentas para saber quem está loja, por onde está andando, onde está parado mais tempo e ainda qual sua idade média, gênero e até mesmo traços de seu estado de humor frente aquele produto (a solução indica se a pessoa está feliz, triste, surpresa)

A NRF 2017 mostrou, ainda, ferramenta de interação com cliente para informá-lo sobre numeração, cores e ainda alternativas a um produto – isso vale mesmo quando o consumidor ainda está dentro do provador.

4 – Soluções de controle de inventário: Categoria baseada no uso de IoT com diversas alternativas de sensores. A NRF 2017 trouxe preços do RFID muito menores, por volta de 0,10 cents cada etiqueta, além do uso de QR Code para identificação de produtos.

Uma vez tendo produtos sensorizados com possibilidades de leitura, é fácil juntar a essa plataforma soluções que inventariam o armazém. Isso pode ser feito por meio de torres móveis de leitura, capazes de analisar por sensor ou por vídeo a disponibilidade de produtos em cada prateleira da warehouse. A mesma operação pode ser realizada com a ajuda de um drone, algo que faz sentido especialmente no caso de armazéns com pé direito muito alto.

5 – Soluções de gestão estratégica com foco no Board da empresa de varejo: O conhecido NOC (Network Operation Center) conta agora mais um enorme número de ferramentas de software que permite a criação de um Board Room capaz de avaliar cada loja, seus resultados e vendas, estoque e comportamento de clientes. Essa análise pode ser feita a partir de “n” variáveis, em acessos totalmente online. Para isso, o uso de ferramentas de Analytics é fundamental. Durante a NRF 2017, ficou claro que essas ferramentas estão na mão dos grandes fabricantes globais.

A IBM, por exemplo, mostrou a eficiência do uso do Watson para planejamentos de marketing. É um novo motor de pesquisa voltado para construção de campanhas de marketing que, cedo ou tarde, irá concorrer com o Google.

O motor de busca do Watson pode melhorar previsões inclusive climáticas, aumentando a precisão das promoções sazonais (por exemplo, roupas de verão, roupas de inverno) do varejo. Isso pode aumentar a eficiência da operação.

Nos três dias do NRF 2017, ficou claro que a soma do BigData com Analytics com recursos de vídeo é o tipo de solução com maior maturidade e maior disponibilidade no mercado, principalmente no portfólio dos grandes fabricantes.

A hora e a vez do Onmi Channel

Em resumo, estamos no caminho do varejo omni channel. Isso está acontecendo, porém, com uma multiplicidade de alternativas e de custos extremamente grande.

Diante deste quadro, cada empresa deve planejar e determinar o plano de ataque para que a transformação digital aconteça de forma suave, transparente e com baixo impacto sobre a plataforma de negócios atual. É essencial olhar este mundo de soluções com o apoio de empresas de inovação e tecnologia com comprovada capacidade de entender o grau de maturidade destas tecnologias dentro do mercado brasileiro. Isso significa checar a adaptabilidade e a integração dessas inovações do varejo com os diversos ambientes e públicos que existem hoje no Brasil.

Esses são pontos críticos de sucesso.

As novas soluções de varejo devem ser tropicalizadas ao Brasil. O País é grande e diverso, com mercados e perfis de consumidores muito originais.

O processo de renovação tem como ponto crítico o desenho das fases de implementação e exige harmonia e sincronicidade entre o Board e as áreas comercial, de marketing e de TI. É bom lembrar que modelos financeiros baseados em OPEX vêm cada vez mais viabilizando as propostas e os planos de transformação digital. Esse é o momento para a mudança bem pensada e bem implementada. O resultado é, seguramente, o aumento da eficiência e das vendas, além do surgimento de novos serviços que podem ser implantados dentro da loja, fazendo toda a diferença.

Paulo Henrique Pichini, CEO & President da Go2neXt Cloud Computing Builder & Integrator

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Protiviti alerta sobre a gestão de vulnerabilidade em TI

Faturar bitcoins, vender dados e até mesmo realizar pagamentos, ou transferências, usando o ERP das empresas são alguns dos métodos habilidosos de invasão promovidas por hackers atualmente. A periculosidade é aumentada se pensar que tais ações contra a organização podem ser feitas por qualquer agente, seja um estranho ou até mesmo um colaborador mal-intencionado.

“A situação é preocupante porque as motivações de ciberataques deixaram de ser apenas para ganhos financeiros. São abordagens inovadoras que promovem danos físicos, roubam segredos comerciais, realizam invasões virtuais como forma de protesto e utilizam a infraestrutura comprometida para realizar outras invasões”, explica Marco Ribeiro, líder da prática de gestão de risco de TI da Protiviti, consultoria global especializada em Gestão de Riscos, Auditoria Interna, Compliance, Gestão da Ética, Prevenção à Fraude e Gestão da Segurança.

Como forma de alertar as empresas, a Protiviti aponta seis passos práticos cujo objetivo é avaliar e tratar os riscos de TI na identificação e correção de ataques por meio de uma auditoria baseada na gestão de vulnerabilidade. A estratégia da Protiviti é ressaltada num momento em que o custo médio devido a um vazamento chega a R$ 4.5 milhões, conforme dados do Ponemon Institute reportado no IBM cost of breach 2016. Já em fraudes relacionadas às vulnerabilidades de TI, a Association of Certified Fraud Examiners (ACFE) aponta prejuízos financeiros que chegam a 5% do faturamento anual das empresas.

Trazendo outros números para a realidade do Brasil, que é considerado o País mais atacado da América Latina, temos que os atacantes permanecem em média 242 dias sem serem identificados no ambiente e TI, sendo que outros 99 dias são necessários, em média, para que seja feita a contenção do ataque.

De acordo com a consultoria, a primeira medida preventiva é mapear a estrutura organizacional da empresa com atenção total para área de TI. O primordial nesta fase inicial é saber os motivos pelos quais os executivos acionam a área e conhecer todos os colaboradores e fornecedores, que têm passagens livres nos sistemas da companhia. Tendo este mapeamento em mãos, a segunda dica é saber como são executadas as atividades em Segurança da Informação. É pertinente nesse momento averiguar quais ações são inseridas nos processos de negócios da empesa. O terceiro passo é verificar se os riscos são medidos de acordo com o impacto ao negócio. E, principalmente, se há uma área da companhia dedicada à gestão de riscos.

A quarta etapa envolve a questão se os serviços fornecidos pela TI e SI estão definidos e catalogados, assim como, se estão estabelecidos através de processos e procedimentos. Um adendo importante neste estágio é saber se os controles são monitorados e se os eventuais incidentes são reportados aos responsáveis.

Já a quinta atitude é compreender as vulnerabilidades e os riscos que passam no ambiente de TI da empresa. De que forma a infraestrutura, os sistemas e as informações são protegidas? Há rotina de testes técnicos e de seus controles na operação de TI? São as duas indagações chaves a serem feitas.

Por fim, o sexto e último passo mostra como reportar os riscos ao board. A consultoria orienta três ações básicas: consolidar as vulnerabilidades em riscos relacionados a TI; associar quais riscos estão ligados às demandas de negócios e operacionais; e manter um dashboard periódico com riscos e planos de mitigação.

Portanto, a área de de TI das empresas pode servir de recurso para atacantes cometerem crimes eletrônicos e fraudes no ambiente interno ou em terceiros, sem que tenhamos conhecimento. Ataques como contra a DynDNS que comprometeu sites e serviços como o Twitter e o Spotify, promovido pela botnet Mirai, confirmam esta tendência. “O alerta é similar às instituições com ambientes na nuvem e que enfrentam os mesmos riscos dos ambientes convencionais. No entanto, devido ao grande volume de dados armazenados de várias origens, o cloud se torna um pool atrativo para os cibercriminosos. É preciso enfrentar esta realidade”, finaliza Ribeiro.

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Modern Logistics agiliza processos com cloud computing da Ascenty

A Ascenty, líder no mercado de data center do Brasil, anuncia os resultados da parceria com a Modern Logistics, primeira companhia brasileira de logística integrada, que conta com frota aérea própria. No primeiro semestre de 2016, grande parte dos sistemas de informação da Modern Logistics foram migrados para a infraestrutura da Ascenty e o resultado é o aumento da disponibilidade do ambiente de TI, agilidade no processamento e na gestão das transações, além da redução de custos.

A Modern Logistics tinha a necessidade de um controle maior de seus serviços, em função da grande amplitude geográfica do território brasileiro e do gradativo aumento das operações da companhia. O objetivo da migração foi tornar o serviço oferecido para seus clientes mais eficiente e competitivo.

“Optamos por deixar toda a infraestrutura com um parceiro especialista, isso nos permite voltar todos os esforços para o core business e expansão da companhia”, explica Eduardo Seidenberger, gerente de TI da Modern Logistics. “Desde o início, com a migração dos dados, todos os processos ocorrem de forma rápida e eficiente, por isso temos total segurança que escolhemos o parceiro certo, completa Seidenberger.

“A Ascenty é referência no mercado de data center do Brasil e deu todo o suporte para que o processo acontecesse de forma ágil e com total disponibilidade”, afirma Daniel Rosa, diretor de tecnologia da Kernel Solutions – empresa parceira, que auxiliou no processo de realocação dos dados e na gestão do projeto.

A iniciativa é parte da construção do novo posicionamento da Modern Logistics no Brasil, com foco na modernização e ampliação das operações. Esta estratégia tem trazido benefícios diretos para clientes, colaboradores e parceiros.

“A parceria garante conexão permanente de alta performance e disponibilidade entre a sede da Modern e o data center da Ascenty. Entregamos um serviço de cloud computing, hospedando a maioria dos sistemas na nossa infraestrutura e garantindo escalabilidade em função do crescimento da empresa”, afirma Roberto Rio Branco, Diretor Comercial, de Marketing e Institucional da Ascenty.

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Micro e pequenas empresas podem gerar resultados efetivos e sustentáveis através de fidelização

A concorrência tende a ficar mais forte a cada momento e, por isso, as empresas precisam buscar meios criativos para oferecer experiências marcantes para os seus clientes. Esse conjunto de ações, que visa a fidelização, atrai mais consumidores e, quem já conhece o serviço ou produto, torna-se fã e até advoga em prol daquela marca.

Alexandre Slivink, especialista em gestão de pessoas, excelência em serviços e experiência de clientes, pela Universidade de Harvard, explica que para transformar este ideal em realidade, é preciso ter que ajustar alguns pontos e rever questões que envolvem engajamento, equipe e liderança. “Os gestores devem fazer o questionamento se os seus colabores estão treinados e motivados para criar uma conexão emocional através da empatia, o que significa entender a necessidade do cliente e se colocar no lugar dele, para analisar como deve seguir com o atendimento”, aponta.

A fidelização é um tema muito presente em todas as empresas, dos mais diversos portes e segmento. “ Gosto de dar como exemplo do que acontece em Orlando. Cerca de 90 % dos hóspedes que estão nos hotéis da Disney, já se hospedaram lá. Cerca de 70% das pessoas que estiveram nos parques, estão visitando o local pela segunda vez. Quem é fã traz novos clientes. A prospecção ocorre de forma natural e praticamente instantânea. Isso faz com que sua marca, serviços e produtos sejam desejados e buscados ”, analisa o especialista.

Esse, é um clássico exemplo de como a técnica pode ajudar as empresas a se perpetuarem no mercado. “A partir daí atinge-se uma alta taxa de fidelização, permitindo até mesmo diminuir os investimentos em marketing e destinar verba para treinamento e disseminação da cultura corporativa, peças fundamentais para o sucesso deste processo”, aponta o especialista.

Mas por onde começar? O encantamento do cliente interno (colaborador) é o primeiro passo para que a fidelização ocorra com sucesso. “ Na esmagadora maioria das vezes, os gestores focam somente consumidor, que compra e garante a continuidade dos negócios, mas esquecem de olhar com carinho para os colaboradores. Quando encantamos nosso pessoal, fica mais fácil executarem o trabalho de forma comprometida e alinhado à cultura da empresa. Isso gera venda, recursos, e faz a magia acontecer”, finaliza.

Alexandre separou dicas fundamentais, e que devem ser seguidas para conquistar a fidelização

1.Engajamento da equipe – a essência do negócio está na forma de como o colaborador atende ao cliente. Os pequenos detalhes fazem a grande diferença.

2.Antecipar-se aos problemas – muitas vezes, os colaboradores têm medo de encarar os problemas e resolvê-los. O que os líderes precisam fazer é encorajá-los para que tudo possa ser tranquilizado tornando o desconforto cada vez menor.

3. Criar empatia – isso significa entender a necessidade do consumidor, se colocar no lugar dele. Eu olho o problema do cliente como oportunidade de mostrar o meu valor e a minha competência, e assim, eu consigo criar a empatia. Isso gera resultado, empatia vende. Por isso, o grande valor das empresas está nas pessoas que as representam.

4. Criar conexão emocional – Fundamental para as empresas que desejam prosperar e se firma no mercado de hoje, e isso significa criar experiências inesquecíveis. Daqui um tempo o cliente sai, mas ele pode indicar para outras pessoas, ele vai falar bem do seu atendimento ou produto. Ele fará, para você, o marketing e irá prospectar novos clientes.

Alexandre Slivnik é autor de diversos livros, entre eles do best-seller O Poder da Atitude. É sócio-diretor do IBEX – Institute for Business Excellence, instituição sediada em Orlando / FL (EUA),

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Startup catarinense lança aplicativo para vendas

A Hiper, startup catarinense dedicada à gestão de micro e pequeno varejo, começa 2017 com o lançamento de seu aplicativo exclusivo para vendas, o Hiper Vendas. Trata-se de um avanço relevante para esse segmento do varejo, uma vez que, com tal facilidade, a ferramenta permite mais eficiência para o lojista fazer vendas sem precisar estar, necessariamente, no estabelecimento comercial. Além de ser fácil de manusear, o app também permite computar pedidos on e off-line.

“Todo o nosso time se dedicou bastante na confecção do aplicativo, tendo em vista os benefícios que conseguimos oferecer aos nossos clientes com a efetivação de vendas à distância. Entendemos a rotina atribulada do micro e pequeno lojista e, por isso, queremos garantir mais praticidade e segurança para evolução do negócio. Para tanto, uma ferramenta como o app Hiper Vendas se torna essencial na rotina desse varejista”, explica o CEO da Hiper, Tiago Vailati.

O aplicativo do Hiper é ideal para o vendedor que se movimenta, seja dentro ou fora da loja. Além de viabilizar pedidos on e off-line, permite a consulta de produtos e estoque, a consulta e o cadastro de clientes, o cadastro de pedidos e orçamentos e a seleção por filial da loja. E, para realizar o faturamento de vendas com emissão de NFC-e (incluindo o modo contingência) e SAT, é só utilizar o aplicativo ‘Hiper Frente de Caixa’.

Vale ressaltar que a questão tecnológica já se tornou realidade nessa camada do varejo. Segundo pesquisa do Sebrae, apresentada em agosto de 2016 e realizada em parceria com o E-Commerce Brasil, 90% das vendas feitas pela web provêm de micro e pequenos lojistas. Conforme Afif Domingos, presidente da entidade, trata-se de uma alternativa de baixo custo para identificar e acessar os clientes estratégicos, uma vez que os recursos existentes de redes sociais, a exemplo de Facebook e Instagram, possibilitam a exposição dirigida da marca.

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FINTECH AWARDS LATAM 2017 premiará as melhores soluções de fintechs da América Latina

Estão abertas até o próximo dia 31 de janeiro as inscrições para o prêmio FINTECH ARWARDS LATAM 2017, promovido pela Cantarino Brasileiro, empresa especializada em comunicação e marketing de relacionamento para o setor financeiro.

Com avaliações feitas por especialistas, investidores e mentores do setor, a premiação visa não apenas encontrar as melhores soluções financeiras com o potencial para revolucionar o mercado, mas também desenvolver o ecossistema de fintechs na América Latina.

Os contínuos avanços tecnológicos, o advento da digitalização, do mobile, da conectividade entre pessoas e coisas geram cada vez mais novos mercados e oportunidades de negócios, onde se destacam aqueles que oferecerem mais eficiência e praticidade em seus sistemas.

Responsável pela área de inovação da Cantarino Brasileiro, João Pedro Brasileiro, destaca que as fintechs já assumem esse papel, com a intenção de mudar profundamente cada aspecto da relação de pessoas e empresas com sua vida financeira. “As fintechs surgem justamente para atender o novo perfil de consumidor, que busca empresas que reflitam suas convicções e valores, que entendam seu comportamento e ofereçam produtos e serviços que superem as expectativas, disponibilizando soluções mais eficientes, baratas e que cultivam uma conexão mais próxima e transparente”, afirma o executivo.

O crescimento e a expansão destas novas soluções progridem de forma exponencial na América Latina. No entanto, ainda não se pode comparar a mercados como Londres, Singapura e China, que hoje são referências mundiais em startups financeiras, pois ainda é necessário um amadurecimento e, uma melhor interação entre empreendedores, bancos e investidores.

É justamente com a iniciativa de promover e expor as melhores soluções da América Latina, que o Fintech Awards Latam pretende proporcionar a união e o desenvolvimento desse ecossistema, diminuindo a distância entre os pilares do setor, para garantir um real avanço das fintechs nos países da região. Com 20 países participantes, o evento está reunindo os principais especialistas, mentores e investidores em fintechs do mundo para avaliar os projetos inscritos e, darão um feedback aos melhores cases, considerando a expansão dos negócios para outros países. “Constatamos que em diversos países existem muitos investidores buscando iniciativas estrangeiras para aplicar seus recursos, assim como existem muitas fintechs com interesse e potencial de expandirem seus negócios. Esse é o empurrão que faltava”, completa Brasileiro.

De fato, o mercado se apresenta muito promissor para as fintechs, especialmente no Brasil, país com maior número de startups na área financeira da América Latina. A área de atuação é muito ampla e vai desde operações independentes, até ações conjuntas com grandes instituições financeiras, com a proposta de complementar os serviços já oferecidos.

Especialista neste mercado e integrante do corpo de jurados do FINTECH AWARDS LATAM 2017, Marcelo Bradaschia, fundador do FintechLab, ressalta a curva crescente do setor e a importância do surgimento dessas novas startups. “Imagino que a crise econômica não afetou o mercado, pois estimamos que o investimento em fintechs em 2015 foi de aproximadamente R$ 200 milhões, sendo que em 2016 devemos chegar a R$ 450 milhões. Destaco também que premiações e eventos como o Fintech Awards são fundamentais para solidificar ainda mais a presença dessas empresas no mercado, com total credibilidade, além de oferecer a oportunidade de apresentarem seus projetos a possíveis investidores”, destaca Bradaschia.

O prêmio FINTECH AWARDS LATAM 2017 está dividido em cinco categorias, cada uma com seu critério e linha de análise. As startups podem utilizar a mesma inscrição em todas as categorias, que são:

User Experience – Projeto que tenha a melhor interatividade para seu usuário, analisando a facilidade para navegar pelo produto ou serviço.

Inclusão financeira – Iniciativa que tenha proporcionado acesso a serviços financeiros para empresas ou indivíduos.

Tração – Projeto que apresente sustentabilidade da ideia em relação ao cenário do mercado em que atua.

Modelo de negócios – Solução que tenha criado valor da melhor maneira para seu público de interesse.

Disrupção – Case de negócios que tenham atingido um novo mercado de consumidores, remodelando o nicho em que atuam.

O corpo de jurados é altamente qualificado, composto por especialistas do setor de diversos países como Singapura, Canadá, Argentina, Perú, Brasil, entre outros. Os cases enviados até dia 31 de janeiro passarão por uma pré-seleção, onde será observada a sustentabilidade do projeto e transferência de valor para a sociedade. Na etapa seguinte, os jurados farão a análise final dos projetos apresentados e selecionarão os vencedores em cada categoria.

Premiação

– Apresentação da Fintech em jantar para investidores, durante o Fintech World, em Abril.
– Feedback do corpo de jurados considerando a visão de cada país
– 2 entradas para cursos na Blockchain Academy
– R$ 30.000,00 em ações de marketing da Cantarino Brasileiro

O FINTECH ARWARDS LATAM 2017 tem por objetivo, não apenas premiar as melhores plataformas, mas conhecer as mais diversas e variadas soluções para o setor em toda América Latina.
Mais informações: http://www.fintechawardslatam.com/
Regulamento: http://www.fintechawardslatam.com/regulamento/

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80% dos hóspedes querem usar seus smartphones para acelerar o check-in, segundo estudo da Zebra Technologies

A Zebra Technologies Corporation (NASDAQ: ZBRA), líder global em soluções e serviços que dão às empresas visibilidade em tempo real sobre suas operações, divulgou hoje os resultados do Zebra Hospitality Vision Study, um estudo que analisou o setor hoteleiro e de resorts, tendências nas preferências dos turistas e requisitos tecnológicos que afetam a satisfação geral deles.

O estudo revelou que mudanças nas expectativas dos consumidores em relação a WiFi rápido, bom atendimento para hóspedes e recompensas pela fidelidade têm exigido da indústria de hospitalidade investimentos em tecnologia que aprimorem a experiência do hóspede e ofereçam maior conveniência como check-in via smartphone, ofertas e serviços baseados na localização e programas de fidelidade habilitados digitalmente.

Hotéis/resorts na América Latina estão se movendo mais rápido na direção da implementação de tecnologias baseadas na localização; nessa região, os hóspedes também têm as expectativas mais elevadas em termos do atendimento pessoal recebido das equipes dos hotéis/resorts.

Maior acesso

• Para ajudar a equipar os funcionários com computadores portáteis para maior interação com os hóspedes, expandir os serviços de localização para hóspedes e garantir acesso sem fio confiável, 77% dos hotéis/resorts pesquisados em todo o mundo estão expandindo a cobertura Wi-Fi.

• 66% dos hóspedes relatam que têm uma melhor experiência quando os atendentes usam as mais recentes tecnologias e 80% dos hóspedes expressaram o desejo de usar seus smartphones para acelerar o check-in.

Ofertas personalizadas e programas de fidelidade

• Quase três quartos (72%) dos hóspedes entrevistados gostam de hotéis que personalizam mensagens e ofertas, e 75% estão dispostos a compartilhar informações pessoais, como gênero, idade e endereço de e-mail, em troca de promoções e cupons personalizados, serviços de prioridade ou pontos em programas de fidelidade.

Serviços baseados na localização

• Para criar vantagens e ofertas altamente personalizadas, 83% dos hotéis/resorts pesquisados estão planejando implementar tecnologias baseadas na localização dentro do próximo ano – priorizando o reconhecimento de hóspedes e recursos analíticos, ofertas móveis orientadas pela posição geográfica, promoções especiais e upgrades.

• O estudo mostra que os hóspedes se sentem menos confortáveis em compartilhar sua localização do que informações pessoais, embora as atitudes sejam diferentes entre gerações. Uma parcela de 34% da Geração Milênio se sente confortável em compartilhar sua localização atual em comparação com a fatia de 13% de pesquisados com 50 a 64 anos de idade.

“O setor de hospitalidade está se tornando um mercado cada vez mais competitivo, especialmente com o aumento de hotéis de nicho e sites de casas de aluguel. Para continuar a atrair hóspedes, hotéis e resorts estão fazendo investimentos significativos em tecnologia para melhorar seus serviços. Isso inclui permitir que os hóspedes – 92% dos quais carregam um smartphone – usem seus celulares para fazer tudo, desde pedir comida até receber mensagens de texto sobre a preparação dos quartos e possíveis upgrades. Embora o impacto da tecnologia varie de acordo com mercado, a revolução digital está mudando o modo como os hotéis interagem com seus hóspedes em todas as regiões. A Zebra continuará fornecendo soluções que ajudem a tornar as equipes dos hotéis mais eficientes e mais engajadas com os hóspedes”, explica Jeff Schmitz, vice-presidente sênior e diretor de marketing da Zebra Technologies.

Histórico e metodologia da pesquisa

• Cerca de 1.200 profissionais de TI, operações, marketing ou serviços para hóspedes de hotéis e resorts e mais de 1.680 consumidores foram entrevistados dois estudos globais separados.

• O primeiro estudo se concentrou na visão do setor de hotéis/resorts sobre demandas dos hóspedes, tecnologias e planos de serviços estratégicos e visão de futuro. O segundo estudo mensurou as preferências, requisitos tecnológicos e opiniões dos turistas sobre fatores que influenciam sua satisfação geral em hotéis e resorts.

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Os (des)caminhos da aprovação de uma Lei – Por Jorge Sukarie

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Este artigo é um elogio à democracia, ao processo Legislativo, ao papel do Executivo e ao associativismo, que sinalizando problemas que passaram despercebidos ao legislador, beneficia não só os associados, mas a sociedade como um todo, desde o consumidor que acaba pagando menos pelo serviço, ao Judiciário, já assoberbado, que receberia milhares de novos processos para julgar.

Sua inspiração foi o caso recente quando o Senado Federal aprovou em 15/12/2016, o SCD n° 15, de 2015, em substituição ao PLS n° 386, de 2012, introduzindo mudanças na Lei Complementar nº 116/03 que dispõe sobre o Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza, com o objetivo de garantir o cumprimento do piso constitucional de 2% (dois por cento) estabelecido para a cobrança do ISS e, dessa forma, buscar dar fim à guerra fiscal entre os municípios.

A ABES e as demais entidades representativas do setor acompanharam atentamente o desenrolar deste projeto de lei, desde a sua autoria em 2012, participando de audiências públicas, debates, reuniões com assessoria dos parlamentares. Sempre com a intenção de contribuir com sugestões para o aperfeiçoamento do texto, ainda em discussão naquela época.

Porém fomos surpreendidos no último dia 16 de dezembro com a redação final da lei aprovada no Senado que seguiu para o sansão presidencial. A mesma continha a manutenção de dois dispositivos que impactariam muito negativamente no ambiente de negócios no Brasil.

O primeiro deles diz respeito à inversão da atribuição da competência para cobrança do ISS do município do prestador para o do tomador do serviço quando houvesse descumprimento da regra da alíquota mínima de 2% por parte do ente tributante originário.

O segundo dispositivo, e ainda mais perverso, da “substituição tributária” autoriza os municípios a atribuir a responsabilidade pelo crédito tributário à uma terceira pessoa, tornando-as obrigadas ao recolhimento integral do imposto devido, multa e acréscimos legais, independentemente de ter sido efetuada sua retenção na fonte.

De forma resumida isto significa dizer que todas as pessoas jurídicas tomadoras de serviços (empresas, fundações, autarquias, entidades de classe etc.), ainda que imunes ou isentas, seriam obrigadas a conhecer a legislação do ISS de quaisquer um dos atuais 5.570municípios brasileiros nos quais seus prestadores de serviços mantenham estabelecimentos. E, ainda, interpretar essas normas municipais, de modo a concluir se violam as normas que determinam que o ISS não terá alíquota inferior a 2%, e se for o caso reter na fonte e recolher o imposto, sob pena de tornarem-se responsáveis diretas pelo recolhimento do mesmo.

A Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES), a Federação das Associações das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação (ASSESPRO) e a Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (BRASSCOM) reconhecem a importância e defendem as medidas que eliminem ou reduzam conflitos federativos, assim como reiteram seu apoio às mudanças na legislação que harmonizem as legítimas aspirações dos poderes públicos nas três esferas federativas, em especial dos municípios brasileiros. As entidades entendem a importância do aprimoramento do ambiente de negócios por meio de regras tributárias claras e que tragam maior segurança jurídica aos empreendimentos privados, essenciais para o desenvolvimento social, econômico e tecnológico do País.

Porém fica claro o quão difícil, para não dizer inexequível, seria esta tarefa para qualquer empresa, independente do seu porte. Além desta obrigação, realizar esta tarefa potencializa a prática da bitributação, já que estimularia o conflito de entendimento entre os municípios.

A insegurança juridica obrigaria o apelo ao Judiciário, já completamente assoberdado por questões tributárias e muitas empresas prefeririam pagar os impostos nos dois municipios, ocasionando aumento de custo do serviço para o consumidor final.

Novamente estas entidades se mobilizaram e aproveitaram uma reunião previamente agendada pela ABES na Casa Civil, no último dia 22/12, às vésperas do Natal, onde se iniciou o encontro com a solicitação de uma inversão de pauta para trazer à discussão um manifesto assinado por ABES, ASSESPRO e BRASSCOM, sinalizando os problemas e solicitando o veto aos dois dispositivos acima mencionados.

Foi prazeroso constatar, no dia 30 de dezembro, quando publicada a Lei Complementar 157, que os problemas sinalizados foram entendidos pelos orgãos do Executivo e os vetos solicitados pelo setor, foram todos acatados pela Presidência da República.

Importante lembrar que estes vetos não criaram nenhum benefício aos contribuintes, mas evitaram que uma situação danosa ao País se instalasse de forma a criar mais uma obrigação acessória para as empresas, que assumiriam também a responsabilidade pela fiscalização, e criaria uma insegurança jurídica sem precedentes.

Podemos afirmar que as conquistas ao longo dos últimos 30 anos de atuação da ABES, trouxe muito mais resultados positivos e que contribuíram para a redação de leis que não prejudiquem a sociedade e o ambiente de negócios do Brasil, do que propriamente na produção de Leis que tenham trazido benefícios específicos para nosso setor de atuação.

Jorge Sukarie, Presidente do Conselho da ABES – Associação Brasileira das Empresas de Software.

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