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Dinheiro é o mais importante para ser feliz no trabalho?

Uma rápida busca no Google sobre “felicidade” traz inúmeros resultados, desde livros – de autoria do Dalai Lama e Eduardo Giannetti a Lair Ribeiro e Gabriel Chalita –, seminários, workshops, palestras a reportagens jornalísticas sobre o tema. A questão ganhou tanta relevância que a ONU mantém, desde 1972, o indicador de Felicidade Interna Bruta (FIB), e há até uma companhia multinacional que possui seu próprio índice, que mede bimestralmente o nível de felicidade dos seus funcionários. Ou seja, querem quantificar o nível da “qualidade ou estado de feliz; estado de uma consciência plenamente satisfeita; satisfação, contentamento e bem-estar” deles, de acordo com a definição do Grande Dicionário Houaiss de Língua Portuguesa para o vocábulo.

Atualmente, o tema felicidade no trabalho é a bola da vez no mundo corporativo e uma das prioridades das áreas de Recursos Humanos. Muitas pesquisas têm sido feitas por diversas instituições exatamente para lançar algum entendimento sobre o tema que, por ser uma novidade, é bastante abstrato e até cercado de muito romantismo. Isso ocorre porque o assunto é de grande complexidade e invariavelmente é incluído entre os conceitos e melhores práticas de RH, como clima organizacional, engajamento e política de retenção de talentos profissionais.

Para tentar desvendar o significado de felicidade no trabalho, o Ateliê de Pesquisa Organizacional (www.ateliedepesquisa.com.br) divulga um estudo inédito sobre o tema. Com abordagens qualitativas (quatro grupos de discussão) e quantitativas (200 entrevistas), gestores e não gestores de companhias estabelecidas em São Paulo e no Rio de Janeiro responderam e indicaram o entendimento e a experiência que possuem da própria felicidade no trabalho. O propósito central do estudo foi conhecer e abordar, de forma dinâmica e profunda, como esses profissionais percebem e caracterizam a condição de felicidade nas empresas em que trabalham.

Em síntese ( veja mais detalhes da pesquisa, abaixo), o que a pesquisa revela sobre felicidade no trabalho para os profissionais ouvidos? Eles mesmos apontam: é ganhar dinheiro, relacionar-se com pessoas, ter desafios, trabalhar em equipe. É contar com relações seguras e confiáveis entre colegas, ser reconhecido, sentir-se motivado, satisfeito, competente e alegre na empresa, entre outros sentimentos.

Outro tema pesquisado, e também relevante, diz respeito à infelicidade no trabalho. Os participantes da pesquisa apontaram várias compreensões: ter disputas internas, sofrer pressões, ambiente tenso, colegas fingidos, adoecimentos, pouco tempo para coisas pessoais, ausência de reconhecimento e líderes inadequados, entre outros fatores.

O estudo produziu algumas conclusões. Uma delas indica os fatores individuais bastante presentes na determinação do estado de (in)felicidade dos profissionais, e também a influência dos fatores externos e coletivos, com ênfase, porém, um pouco menor do que se costuma considerar. Outra conclusão provoca uma reflexão sobre a novidade (ou não) do conceito de felicidade no trabalho, uma vez que os próprios profissionais quando a definem usam conceitos como motivação, realização no trabalho, clima e ambiente, que são velhos conhecidos da área de Recursos Humanos.
A seguir, os principais resultados e a metodologia do estudo inédito sobre felicidade no trabalho, desenvolvido pelo Ateliê de Pesquisa Organizacional.

PESQUISA “FELICIDADE NO TRABALHO” – PRINCIPAIS RESULTADOS

Felicidade em relação ao trabalho

– Para 78%, o dinheiro é um fator que se sobrepõe a todos os outros.

– Para 79% dos entrevistados, eles estão felizes ou muito felizes em relação ao trabalho; apenas 7% consideram-se infelizes ou muito infelizes.

– Para 46%, eles são os responsáveis e não a empresa pela própria felicidade no trabalho.

Mulheres vs. homens

– Entre as mulheres, 84% consideram-se felizes ou muito felizes em relação ao trabalho. – Entre os homens, 75% consideram-se felizes ou muito felizes em relação ao trabalho.

Paulistas vs. cariocas

– Os cariocas (85%) consideram-se felizes ou muito felizes em relação ao trabalho.

– Os paulistas (71%) consideram-se felizes ou muito felizes em relação ao trabalho.

– O dinheiro tem muito mais peso para os cariocas (84%) do que para os paulistas (73%).

Excesso de trabalho

– Trabalhar é importante para o crescimento pessoal e profissional, disseram 45% dos entrevistados; 44% disseram que trabalham para sentir-se realizado.

– Para 57%, trabalhar mais de 8 horas por dia é motivo de satisfação. Apenas 17% responderam que trabalhar além do horário é motivo de insatisfação.

O que deixa feliz no trabalho

– Para 49%, relacionar-se com pessoas é uma das situações que deixa feliz no trabalho. Para 41%, trabalhar em equipe é a principal situação.

– Para 68%, quando estão felizes no trabalho, sentem-se motivados.

– Para 36% (60% deles do Rio de Janeiro), nada os deixa infelizes no trabalho.

– Para 48%, a infelicidade no trabalho traz o sentimento de desmotivação.

Saúde

– A maioria dos entrevistados (63%), não tiveram qualquer problema de saúde nos últimos meses. Mas 37% deles apontaram estar sofrendo de dor de cabeça (43%), cansaço exagerado (25%) e dor de estômago (18%), entre outros adoecimentos.

Percepção dos entrevistados (Qualitativa)

Os profissionais entrevistados na etapa qualitativa expressaram sua percepção a respeito do tema felicidade e infelicidade, por meio de 80 fotos. Cada participante elegeu entre duas e três imagens que melhor representavam o sentimento de felicidade no trabalho. Depois, cada um explicava suas escolhas e associações.

– Imagens de dinheiro e sucesso foram selecionadas em todos os grupos.

– Houve total consenso de que as imagens traziam símbolos de felicidade.

Metodologia

– Entrevistados, por gênero: 40% mulheres e 60% homens.

– Faixa etária: 28 e 45 anos.

– Tempo de trabalho na empresa:8 a25 anos.

– Empresas com mais de mil funcionários (65%) e500 a1.000 funcionários (35%).

– Grau de instrução: 100% com formação superior.

– Segmento das empresas: indústria (51%), comércio (31%) e serviços (18%).

– Remuneração anual: R$ 50 mil a R$ 150 mil (84%); R$ 150 mil a mais de R$ 300 mil (16%).

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Catho é eleita pelo 6º ano seguido TOP of Mind de RH

A Catho, site líder de empregos no Brasil, conquistou pela sexta vez consecutiva o prêmio Top of Mind Estadão de RH na categoria Site de Recrutamento. A premiação ocorreu na noite de ontem durante evento na casa de shows HSBC Brasil, em São Paulo, numa promoção da Fênix Editora em parceria com o Grupo Estado. O prêmio, considerado o Oscar do RH, chegou a sua 16ª edição e tem como objetivo identificar e reconhecer as empresas e profissionais mais lembrados do setor.
Esta premiação ocorre no momento em que a Catho acaba de consolidar sua unidade de negócios Catho Empresas. Com o slogan “Recrutar é um Talento”, a Catho Empresas chega para reforçar ainda mais a relação com os recrutadores, com uma equipe comercial de atendimento segmentada, nova estrutura de treinamento de recrutadores e de suporte e pós-venda, além de mais ferramentas e serviços exclusivos que vão facilitar o dia a dia do profissional de RH.

“Receber seis vezes seguidas este prêmio consolida nossa posição de liderança neste mercado e evidencia o reconhecimento por parte dos nossos clientes, o que nos impulsiona a cada vez mais investir para facilitar o dia a dia destes profissionais em busca de talentos e também daqueles que procuram a vaga ideal”, ressaltou Luis Testa, diretor de Marketing e Estratégia da Catho.

A votação do Top of Mind Estadão de RH foi realizada em três etapas: na primeira, foi levantada a indicação por lembrança espontânea, com a eleição no período de janeiro a março; na segunda, já com os cinco melhores de cada categoria selecionados, foi realizado o voto pela preferência, entre os meses de maio e setembro; na terceira e última, foi feita a nomeação das marcas e profissionais mais lembrados.

“A premiação é resultado de diversos fatores, mas, de modo geral, podemos destacar a preocupação da Catho em inovar constantemente para atender às necessidades e demandas dos RHs, e, o nosso time, que se empenha para oferecer um serviço que faça a diferença”, complementou Sandra Lucena, diretora Comercial B2B da Catho.

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Em 2020, déficit de profissionais de TI pode chegar a 408 mil

A mesa debate “Por que há escassez de pessoal preparado para os novos desafios tecnológicos? Como construir um sistema educacional antenado no futuro?”, é um dos destaques da programação do segundo dia do II Encontro do Observatório. O evento, promovido pela Associação para Promoção da Excelência do Software (Softex), através do NISB/Observatório Softex, unidade de inteligência, estudos e pesquisas da entidade, tem por objetivo fomentar a troca de ideias sobre temas de interesse em software e serviços de TI e será realizado em Campinas nos dias 31 de outubro e 1° de novembro.

Na oportunidade, Paulo Villela, professor da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), analisará e quantificará o atual cenário de falta de mão de obra qualificada para o setor de TI no Brasil, tema de recente Caderno Temático publicado pelo NISB/Observatório Softex. “O trabalho aponta para um déficit aproximado de 408 mil profissionais em 2020. Mas o mais importante não são os números em si e sim a tendência de agravamento da situação de escassez de mão de obra qualificada. Se nada for feito para reverter este quadro, a situação tende a piorar. Essa é a principal conclusão do estudo”, analisa Paulo Vilela.

Para o professor da UFJF, essa carência decorre, em grande parte, da falta de sintonia entre o perfil profissional que as empresas precisam e o que as escolas técnicas e as de nível superior formam. “O número de profissionais graduados seria suficiente para atender à demanda do mercado de trabalho. Porém, nem todos que se formam atendem às expectativas dos empregadores”, pondera.

Paulo Villela comenta ainda que a área acadêmica forma um profissional mais abrangente e não voltado para tecnologias e necessidades específicas e imediatas, justamente o que a indústria requer. Por outro lado, ele lembra ser difícil formar um profissional para tecnologias específicas, uma vez que elas mudam radicalmente a cada dois ou três anos.

Villela entende que o problema não está na formação tradicional e sim na formação complementar necessária à adaptação do profissional que sai da escola ao perfil de cada empresa. “Talvez a indústria devesse assumir um papel mais ativo e ser incentivada pelo Governo a participar mais diretamente dessa formação complementar”, sugere. “O incentivo se justifica porque a formação de mão de obra custa caro e também envolve riscos diversos. Por exemplo: a empresa gasta dois anos para formar um bom profissional e no terceiro ele muda de emprego. E aí, quem paga essa conta?”, indaga.

“Como um exemplo a ser seguido, Paulo Vilela cita a parceria entre a Embraer e o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) para a criação do Mestrado Profissional em Engenharia Aeronáutica. Na visão do professor da UFJF, o desafio consiste em ampliar essas ações numa escala nacional para solucionar os problemas de escassez de mão de obra das micro e pequenas empresas. “A dificuldade do Brasil é saber transformar as boas experiências de pequena escala em programas com as grandes dimensões que um país continental como o nosso exige. Não basta saber fazer, tem que saber fazer grande e isso não é uma tarefa fácil”, conclui.

Na mesa de debates com Paulo Villela estarão vários convidados, incluindo o pesquisador Paulo Nascimento, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea); Roberto Mayer, vice-presidente da Assespro; e Silvio Meira, professor titular de Engenharia de Software do Centro de Informática da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), que na oportunidade lançará o livro “Novos Negócios Inovadores de Crescimento Empreendedor no Brasil”.

A programação do segundo dia do Encontro também discutirá as relações entre academia, institutos de ciência e tecnologia e empresas. Serão apresentados esforços de construção de parcerias entre empresas de TIC e a academia realizados na Argentina pela Fundación Sadosky, e no Brasil, pela INOVA/Unicamp e pelo CTI Renato Archer. O bloco contará também com a participação de Luiz Marcio Spinosa, diretor da Agência PUC e do PUCPR Tecnoparque; Renato Garcia, professor do Departamento de Engenharia de Produção da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP); e Mariana Yazbeck, diretora de Operações da Softex.

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GOL implementa nova identidade visual nos aeroportos

A GOL Linhas Aéreas Inteligentes iniciou a implementação de uma nova identidade visual nos aeroportos onde opera. A primeira base a passar pela mudança foi a de Confins, em Belo Horizonte, em seguida Congonhas. Até o dia 30 de novembro, todos os aeroportos já estarão com o novo visual.

O projeto foi construído com o objetivo de tornar a identidade nos aeroportos mais simples e com as informações de check-in, bagagem, autoatendimento, entre outras, mais claras aos clientes. “Essa iniciativa nos auxilia a garantir que o fluxo dos clientes desde a chegada no check-in até o embarque aconteça de forma simples e rápida, uma vez que as informações e direcionamentos estão dispostos de uma forma mais clara e com fácil visualização”, destaca André Lima, Diretor de Aeroportos da GOL.

A nova identidade privilegia a sinalização, com ícones para fácil entendimento e um visual assertivo que, além da beleza, contribui para a agilidade dos processos no aeroporto. “Queremos ser a melhor companhia aérea para viajar e, esse trabalho de revitalização da identidade visual nos aeroportos é essencial para essa conquista”, explica Florence Scappini, diretora de Marketing da GOL. “Somos uma marca jovem e próxima e a nova identidade busca transmitir exatamente isso”.

Com foco em proporcionar além de clareza das informações um ambiente acolhedor, a companhia apostou em fundos de madeira, com painéis e detalhes nas cores da companhia – laranja e cinza claro. Além disso, utiliza os espaços disponíveis nas lojas e auto atendimento para incentivar e orientar o cliente a utilizar outras plataformas de check in, como pela internet e celular.

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Direitos e deveres da contratação de empregados temporários

Por Adriana Saab

Com a chegada das festas de final de ano, novas oportunidades de emprego surgem. São as chamadas contratações de mão de obra temporária. Em São Paulo, a previsão é de que 46.794 trabalhadores temporários sejam contratados em 2013. Entretanto, 19 mil têm chance de serem efetivados no emprego, segundo o Sindicato das Empresas de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário do Estado de São Paulo (Sindeprestem).

A contratação de trabalhadores temporários é uma alternativa que a lei confere em caso de necessidade transitória de substituição de empregado regular e permanente ou de acréscimo extraordinário de serviços. Ela está prevista na Lei 6019, de 3 de janeiro de 1974, regulamentada pelo Decreto 73.841, de 13 de março de 1974.

Para que a empresa possa contratar este tipo de profissional, deve ter o registro prévio como empresa de trabalho temporário no Ministério do Trabalho e Emprego, estando habilitada para contratação e registro de pessoal especializado para atender às necessidades transitórias da empresa cliente.

O contrato de trabalho temporário entre a empresa especializada e a empresa cliente, em relação a um mesmo empregado, deve ser necessariamente por escrito e conter expressamente todos os direitos assegurados pela referida Lei. Importante, também, que conste o prazo de duração, que não poderá exceder três meses, conforme preceitua o artigo 2º, da Portaria 550/2010 do Ministério do Trabalho e Emprego, bem como, o motivo justificador da demanda da mão de obra temporária.

O prazo de vigência poderá ser ampliado para até seis meses em apenas duas hipóteses: a) prorrogação do contrato de trabalho temporário, limitada a uma única vez, ou, b) na ocorrência de circunstâncias que justifiquem a celebração do contrato de trabalho temporário por período superior a três meses. Em ambas as situações, a empresa deverá obter autorização prévia junto à Seção ou Setor de Relações do Trabalho – SERET – da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego do Estado da Federação onde for prestado o serviço.

A ausência destes requisitos formais do contrato temporário implica a conversão automática para contrato de trabalho por tempo indeterminado entre o trabalhador e a empresa tomadora de serviços.

Os direitos dos trabalhadores temporários estão definidos no artigo 12 da Lei 6.019/74, que prevê:

– Remuneração equivalente à percebida pelos empregados da mesma categoria da empresa cliente;
– Jornada regular diária de oito horas;
– Adicional de horas extras não excedentes de duas, com acréscimo de 50%;
– Férias proporcionais de 1/12 por mês de serviço ou fração igual ou superior a 15 dias;
– Repouso semanal remunerado;
– Adicional noturno;
– Seguro contra acidentes do trabalho;
– Proteção previdenciária;
– Indenização por dispensa sem justa causa ou término normal do contrato de trabalho.

Além desses direitos, a Constituição Federal contemplou outros à categoria de trabalhadores temporários, como o FGTS. Alguns doutrinadores e juristas entendem que a indenização por dispensa no término normal do contrato de trabalho, que trata a alínea “f” do artigo 12º, da Lei 6.019/74, foi revogada, por ter sido substituída pelo depósito do FGTS, que poderá ser sacado pelo empregado ao término do contrato, conforme inciso IX, do artigo 20, da Lei 8.036/90.

Por outro lado, na hipótese de dispensa sem justa causa, antes do término do contrato, mantém-se a aplicação da indenização da alínea “f”, do artigo 12, da lei em conformidade com a Súmula 125 do Tribunal Superior do Trabalho, que firmou entendimento pela compatibilidade entre as verbas da indenização por dispensa antecipada (artigo 479 da CLT) e o FGTS.

Ressalte-se, ainda, que o trabalhador temporário que sofrer acidente do trabalho, ou tiver reconhecida doença profissional pelo INSS, ou ainda estiver gestante antes do término do contrato, será detentor de estabilidade provisória, de acordo com a nova redação do item III da Súmula 378, bem como da Súmula 244, ambas do Tribunal Superior do Trabalho (TST).

Ademais, na hipótese de falência da empresa de trabalho temporário, a empresa tomadora é solidariamente responsável pelo pagamento da remuneração e da indenização devidas ao trabalhador.

Portanto, os empresários que pretendem a contratação de mão de obra temporária devem observar as relevâncias atinentes a esse tipo de contrato. Diante no não cumprimento de quaisquer dos requisitos impostos pela Lei 6.019/74, o contrato de trabalho temporário será convertido automaticamente em contrato por prazo indeterminado, com formação de vínculo de emprego diretamente com a empresa tomadora de serviços, bem como com o pagamento dos direitos legais assegurados ao empregado comum.

Adriana Saab é sócia do escritório Rodrigues Jr. Advogados e pós-graduada em MBA em Direito Empresarial pela Faculdade Getúlio Vargas (FGV/RJ)

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BPM Day Curitiba acontece dia 29 no Cietep

Curitiba vai receber a terceira edição do BPM Day. Os participantes vão poder conhecer os cases sobre Gestão de Processos de Negócio (BPM) de empresas de referência como: HSBC, Kavo do Brasil, Natura, Neogrid, e Censi Incorporadora do RS.

O evento é gratuito e as inscrições podem ser feitas no site
http://www.abpmp-br.org/index.php?option=com_content&view=article&id=155:bpm-day-pr

As vagas são limitadas.

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IBM abre inscrições para que cidades e órgãos governamentais regionais se candidatem ao programa Smarter Cities Challenge 2014

A IBM anuncia a abertura das inscrições do projeto Smarter Cities Challenge 2014 (SCC), programa mundial da companhia que tem por objetivo auxiliar no desenvolvimento socioeconômico das cidades e capacitar líderes globais.

No próximo ano, o programa será ampliado e, além das prefeituras, os órgãos governamentais regionais, incluindo cidades, municípios, prefeituras, bairros e distritos, também poderão concorrer. Para participar da iniciativa, os interessados precisam se inscrever pelo site www.smartercitieschallenge.org, até o dia 8 de novembro, e apresentar projetos em áreas que envolvam a melhoria da qualidade de vida e o desenvolvimento econômico da região.

A cidade vencedora receberá uma equipe de executivos da IBM, de diferentes nacionalidades e áreas de atuação, que permanecerá por cerca de um mês na região trabalhando nos projetos municipais, contribuindo com experiência, conhecimento e prática nas questões críticas.

Ao ampliar o programa, a IBM acredita na importância e sucesso que o Smarter Cities Challenge conquistou em seus três primeiros anos de existência. A companhia investe, além do dinheiro – cerca de US$ 400.000 -, no treinamento dos executivos envolvidos, que são preparados para a convivência com os costumes locais. São três meses de capacitações, nos quais estes profissionais têm a oportunidade de se familiarizar com a cultura, realidade política e socioeconômica da região. Estudar a fundo os problemas indicados e contribuir para que a cidade possa lidar com os principais desafios nas áreas de desenvolvimento econômico, água, energia e meio ambiente, serviços sociais e de saúde, transporte e segurança pública fazem parte da missão destes executivos.

No Brasil, em 2013, Porto Alegre foi a cidade escolhida e como desafio foi proposto um plano para torná-la mais cognitiva. Curitiba e Rio de Janeiro também já foram contempladas com a vinda dos executivos nos anos anteriores. “Um dos objetivos do Smarter Cities Challenge é ajudar líderes de cidades a reunir dados e organizar a comunidade em torno de um conjunto de fatos comuns. Nós acreditamos que nosso programa possa ser um recurso especialmente valioso para os novos prefeitos, com quem podemos compartilhar estratégias de sucesso colocadas em prática em outros lugares. Estamos muito felizes com a recepção que este programa tem conquistado em todo o mundo ao longo desses três anos”, afirma Alcely Barroso, executiva de Cidadania Corporativa da IBM Brasil.

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Positivo lança curso de sistemas para smartphones e tablets

A área de desenvolvimento de sistemas para dispositivos móveis está em franco crescimento no Brasil e no mundo. E, para qualificar profissionais que atendam a essa demanda e que estejam em sintonia com as diferentes exigências provenientes de mudanças sociais e do mercado de trabalho, o Centro Tecnológico Positivo lançará, no dia 16 de outubro, a partir das 19h30, o Curso Superior de Tecnologia Sistemas para Smartphones e Tablets, que será ofertado na unidade Batel da instituição, a partir de 2014. O evento é gratuito e aberto à comunidade. As inscrições devem ser feitas pelo site www.ctpositivo.com.br/smartphonesetablets.

Empresários, alunos e interessados estarão presentes no evento de lançamento, que contará com palestras sobre os temas: Plataforma Android: Presente e Futuro – Situação e Tendências em Aplicações Móveis e Embarcadas e Mobilidade: Microsoft com o Windows Phone e Windows 8. Ao fim do evento, haverá sorteio de um tablet Positivo Ypy para os participantes.

O curso de Sistemas para Smartphones e Tablets tem o objetivo de formar profissionais capacitados para analisar, projetar, documentar, testar, implantar e manter sistemas de informação e jogos que envolvem a utilização de dispositivos móveis, como celulares, tablets e assistentes pessoais digitais em geral. Para o desenvolvimento de sistemas voltados para esses dispositivos, o profissional utiliza tecnologias de última geração adotadas nas principais empresas do mundo no setor, como: ambientes de desenvolvimento e linguagens para as principais plataformas de dispositivos móveis, computação em nuvem, convergência digital, análise de experiência de usuários, usabilidade de dispositivos móveis e redes específicas para dispositivos móveis, entre outras. O curso tem a duração de 2,5 anos.

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Para Abert, destinar faixa de 700 MHz para 4G antes dos testes é "quebra de confiança" do governo

O presidente da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), Daniel Slaviero, considerou uma “quebra de confiança na relação entre governo e radiodifusão” se a faixa de 700 MHz for destinada para o serviço de banda larga móvel de quarta geração (4G) antes da conclusão do replanejamento de canais para a TV digital e dos testes de interferência.

A afirmação foi feita nesta terça-feira, 8, em audiência pública na Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara dos Deputados, que reuniu parlamentares, representantes do Ministério das Comunicações, da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e de entidades representativas do setor de radiodifusão pública e privada.

“Haverá uma quebra de confiança na relação entre o setor de radiodifusão e o governo que vem sendo bem conduzida nos últimos meses. É inaceitável colocar a TV brasileira em risco, uma vez que esses dois fundamentos, o replanejamento de canais e as medidas contra interferência, não foram devidamente solucionados”, alertou Slaviero. Para ele, o governo tem tratado a radiodifusão e a telefonia de forma “anti-isonômica”.

A minuta do regulamento que trata das condições do uso da faixa já está na mesa do relator, pronta para ser votada na próxima reunião do Conselho Diretor da Anatel, marcada para 17 de outubro, informou o superintendente de Outorgas e Recursos à Prestação, Marconi Maya, que também participou da audiência.

O presidente da Comissão, o deputado Jorge Bittar (PT-RJ), afirmou que pedirá ainda nesta semana uma audiência com o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, e com o presidente da Anatel, João Rezende, para evitar a aprovação precipitada do regulamento. “Vimos na audiência que os problemas podem gerar dispêndios elevados. Essa decisão iminente [da Anatel] gerou intranquilidade e é sobre isso que vamos conversar com o ministro Paulo Bernardo e o presidente da Anatel”, afirmou.

Com a mesma preocupação, a deputada Luiza Erundina (PSB-SP), que solicitou a audiência, disse que a notícia sobre a votação do regulamento já na semana que vem “assustou” os deputados da comissão. Segundo ela, a Câmara não participou dos debates sobre a destinação do uso da faixa de 700 MHz. “Esta Casa ficou absolutamente omissa, sem nenhum papel junto ao governo. É claro que a prerrogativa é do Executivo, mas numa democracia os poderes dialogam e se ajudam em decisões estratégicas como essa”, afirmou.

O deputado Sandro Alex (PPS-PR) sugeriu ainda que a Comissão entre com um pedido de decreto legislativo para sustar o ato do Executivo de “exorbitar” em seu papel regulatório, diante da insegurança da população em ter acesso ao sinal de televisão

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IBEF-PR realiza palestra sobre Governança de TI

O IBEF-PR reuniu executivos da área de TI para uma palestra com Wandair José Garcia, diretor de Tecnologia da Informação da WEG Equipamentos Elétricos S/A. Ele falou sobre o case da WEG em implantação de ERP, relacionamento com o CFO da empresa, vantagens e desvantagens da Governança de TI para as empresas e a geração de valor através da governança de TI. Ao abrir o evento, o presidente do IBEF-PR Clécio Chiamulera destacou a importância de um bom relacionamento da área de TI de cada empresa com as diretorias que interage para aprovação e implantação de projetos de tecnologia.
O evento aconteceu no Palacete dos Leões, sede do BRDE em Curitiba e foi patrocinado pela 4Results.

Clécio Chiamulera, presidente do IBEF-PR, na abertura do evento.

Francisco Rogério do IBEF-PR, Wandair José Garcia da WEG e Cristiane Werner da 4Results.

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Metade dos usuários de smartphones dorme com aparelhos por perto

Atualmente, o relacionamento entre os consumidores e os seus equipamentos móveis, principalmente smartphones, ficou mais pessoal do que nunca. O Norton Report 2013, estudo da Norton, marca da Symantec, revela que o 50% dos pesquisados dormem com seus telefones ao alcance das mãos. Cerca de 25% consultam seus dispositivos durante um jantar com amigos e 49% se aborrecem caso esqueçam o seu celular depois que saiu de casa.

Em meados da década de 80, quando os PCs começaram a sua trajetória de popularização nos lares mundo a fora, esta relação dos usuários com os seus equipamentos não era tão intensa e próxima. Neste sentido, hoje, as pessoas estão mais cientes dos perigos online para computadores e seguem à risca precauções para protege-los das ameaças digitais. 70% dos entrevistas utilizam uma solução de segurança em seus computadores, é o que aponta o relatório da Norton.

Porém, quando ingressam no ambiente móvel, os usuários ainda não tomam as medidas básicas de segurança digital: quase metade dos brasileiros (47%) não tem conhecimento da existência de soluções de segurança para smartphones e tablets. Além disso, não usam nenhum método de proteção dos dispositivos móveis, como senhas e software de segurança ou realizam backup de arquivos.

Neste contexto, os smartphones e tablets devem ser vistos como mini-computadores que possuem dados pessoais e sigilosos armazenados, o principal ativo de interesse dos criminosos virtuais. Ao todo, no Brasil, 57% dos internautas móveis foi vítima de algum tipo de crime online a partir de celular conectado à Internet. Veja baixo o infográfico que a Symantec elaborou sobre o Norton Report 2013.

Relatório completo: http://www.symantec.com/pt/br/about/news/resources/press_kits/detail.jsp?pkid=norton-report-2013

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Corinfo contrata para desenvolvimento e manutenção em PHP e MySQL

A Corinfo Gestão e Tecnologia está em busca de talentos que possuam experiência no desenvolvimento e/ou manutenção de aplicações em linguagem PHP e base de dados MySQL, que saibam trabalhar em grupo e queiram contribuir para a indústria paranaense de software. Já estamos em processo adiantado de entrevistas, portanto, quem estiver interessado, favor preencher o formulário para participação de processo seletivo: http://www.corinfo.com.br/curriculo/

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IEL e CNPq oferecem bolsas para inovação

Empresas paranaenses interessadas em desenvolver produtos, processos e serviços inovadores terão mais um incentivo a partir de agora. Até 19 de dezembro estão abertas as inscrições para o Inova Talentos, uma iniciativa do Instituto Euvaldo Lodi (IEL) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) que oferecerá, até 2015, mil bolsas em todo o Brasil para estudantes do último ano da graduação e para recém-formados, para que desenvolvam inovações nas empresas. No Paraná serão oferecidas cerca de 30 bolsas. As inscrições devem ser realizadas pelo site www.portaldaindustria.com.br.

Para contar com o apoio dos bolsistas, as empresas deverão propor projetos de inovação. As que tiverem projetos aprovados receberão profissionais financiados pelo CNPq, que investirá R$ 29 milhões no pagamento das bolsas. Os candidatos escolhidos receberão bolsas que vão de R$ 1,5 mil a R$ 3 mil mensais pelo período de um ano. O processo de recrutamento, seleção, treinamento e acompanhamento dos profissionais será realizado pelo IEL e custeado pela empresa.

Os estudantes que desejarem concorrer às bolsas deverão apresentar soluções inovadoras para os projetos propostos pelas empresas selecionadas. Os projetos serão avaliados por uma banca examinadora formada por especialistas no tema.

“O Inova Talentos é uma aliança inteligente, estratégica e técnica entre empresários, o Sistema Fiep, por meio do IEL, universidades e o poder público, visto que esses talentos serão subsidiados com bolsas do CNPq”, afirmou o superintende do IEL no Paraná, José Antônio Fares. Segundo ele, o programa é uma oportunidade para que o empresário descubra novos talentos e prepare profissionais que poderão integrar seu quadro de colaboradores.

Fares acrescenta que a iniciativa é um movimento diferenciado do IEL no mercado de trabalho, disponível para empresas e indústrias do Estado, incentivando a inovação, que na sua visão, é um dos maiores instrumentos para o desenvolvimento e crescimento das empresas.

INOVAÇÃO – O Inova Talentos integra a agenda da Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI), coordenada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), com o objetivo de fortalecer e ampliar a inovação nas empresas brasileiras. O programa também atende ao objetivo de aumentar a formação de recursos humanos para a inovação, levando trabalhadores qualificados para melhorarem a inovação e aumentarem a competitividade e produtividade das empresas, pontos prioritários dentro da MEI.

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Empresa incubada no Senai é finalista de prêmio nacional

A Vision to Business (V2B) Tecnologia é uma empresa de desenvolvimento e serviços voltada à área de Tecnologia de Informação e Negócios. Localizada no Campus da Indústria, dentro da Incubadora do Senai, a V2B é uma das finalistas da edição 2013 do Prêmio Nacional de Empreendedorismo Inovador, na categoria Melhor Empresa Incubada.

Promovido pela Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec), em parceria com o Sebrae, o prêmio reconhece e prestigia projetos, incubadoras de empresas, parques tecnológicos e empresas graduadas e incubadas, que, por meio de suas ações, serviços e produtos, fortaleçam o desenvolvimento sustentável do país. O resultado final da premiação será conhecido no dia 17 de outubro de 2013, em Recife-PE, durante o XXIII Seminário Nacional de Parques Tecnológicos e Incubadoras de Empresas.

V2B

O mercado de Enterprise Resource Planning (ERP), softwares de gestão transacional têm um crescimento médio de 11% ao ano. Porém ainda existe uma grande dificuldade em cruzar informações de diferentes setores nas empresas, de forma acessível para os gestores. Para solucionar esse problema, muitas indústrias geram e customizam os relatórios manualmente ou buscam soluções de business intelligence, ambas com custo elevado. Fundada em 2010, a V2B, visando suprir essa necessidade, criou um software capaz de captar grandes volumes de dados e apresentá-los na forma de indicadores estratégicos.

Em 2012, a empresa se instalou na incubadora do Senai. Roberto Galli, diretor da V2B, conta que a oportunidade foi de encontro ao momento vivido pela empresa na época. “Já oferecíamos um produto inovador. Buscamos levar para as indústrias uma solução de business intelligence de alta tecnologia, mas ao mesmo tempo simples e que não requer grande investimento do cliente, pois é entregue em forma de serviço”, explica o diretor.

Segundo Galli, a empresa encontrou na incubadora uma forma de acelerar e expandir seu negócio. “Através do Senai, pudemos apresentar nosso produto para as indústrias paranaenses, ter acesso a práticas de gestão e mais contato com investidores. A incubadora é uma grande vitrine para a V2B”, conclui. A Incubadora é uma iniciativa no Senai Centro Internacional de Inovação que promove o empreendedorismo em startups e spin offs que possuem um negócio com perspectiva de mercado e crescimento em escala.

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Começa a Expo.Logística 2013, o mais tradicional evento de Supply Chain do Brasil

EXPO.LOGÍSTICA 2013 CHEGA A 14ª EDIÇÃO REUNINDO AS EMPRESAS LÍDERES EM LOGÍSTICA E SUPPLY CHAIN

Em paralelo à feira, Fórum Internacional de Logística apresentará cinco pesquisas inéditas

O mais conceituado e tradicional evento de Supply Chain do Brasil chega a 14ª edição consolidado como o palco de apresentação das tendências e discussão de temas que estão no topo da agenda dos altos executivos do setor. O XIX Fórum Internacional de Supply Chain e a feira Expo.Logística 2013, acontecerão simultaneamente de 9 a 11 de outubro no Hotel Royal Tulip, em São Conrado, no Rio de Janeiro. O evento é realizado pelo ILOS – Instituto de Logística e Supply Chain, com promoção e organização da Fagga | GL events Exhibitions.

A Expo.Logística apresentará novidades em produtos e serviços através dos principais players dos segmentos de transporte, armazenagem, distribuição, automação, comércio exterior, consultoria, gerenciamento de risco, seguros e tecnologia da informação. Paralelamente à feira, o Fórum Internacional de Logística apresentará cinco pesquisas inéditas que serão discutidas por especialistas renomados, nacional e internacionalmente, sendo duas em âmbito global. Serão apresentados, por exemplo, os resultados da pesquisa 2013 “Custos logísticos no Brasil”.

Diretor de negócios do evento, Victor Montenegro destaca a extensa possibilidade que o encontro entre executivos no evento proporcionará. “Além de unir a exposição ao conhecimento, o evento é, principalmente, um grande espaço para novas oportunidades de negócios. Os principais empresários e contratantes do setor de logística estarão por lá”, garante.

Em 2012, mais de 2 mil visitantes marcaram presença. Foram 34% de presidentes, CEOs e diretores do setor, que figuraram entre os principais visitantes, seguidos de gerentes sêniores (28%), gerentes (22%) e demais visitantes, que representaram 16%.

“A Expologística é uma grande fórum de debate para a JSL, participamos do evento desde o seu início e é sempre uma grande oportunidade para fazermos contatos, mostrar a nossa expertise em logística com a apresentação de um case e entender um pouco mais das necessidades do setor de logística”, destaca Fábio Velloso, diretor da JSL, empresa com o mais amplo portfólio de serviços logísticos do Brasil e líder no segmento.

Referência em capacitação de executivos nas áreas de logística, operações e serviços, o Fórum conta com nove palestrantes internacionais. A programação de 2013 irá incorporar workshops que vão tratar de temas emergentes, além das Mega Sessões, Sessões Gerais, Cases e Tutoriais.

“É o segundo ano que participamos. Este é um evento que reúne os principais executivos do mercado logístico do Brasil, uma excelente oportunidade para a GEODIS divulgar seus novos serviços e estabelecer seu nome como um grande player nacional entre os 3PLs (em inglês Third-Party logistics – operadores logísticos terceirizados)”, afirma Wagner Covos, diretor regional da Geodis Wilson, multinacional entre as maiores do mundo em gerenciamento de fretes.

No evento acontecerá também a tradicional cerimônia de entrega do Prêmio ILOS – Os Melhores Prestadores de Serviços Logísticos do Brasil, em sua 13ª edição. Os 10 prestadores de serviços logísticos que mais se destacaram no mercado brasileiro são escolhidos por 300 profissionais atuantes nas maiores indústrias do País.

Neste ano, a abertura do XIX Fórum Internacional de Supply Chain & Expo.Logística comentará a provável transformação da infraestrutura logística no Brasil, por conta de processos de concessões e privatizações. Para tratar do tema, a abertura terá duas palestras como Sessão Keynote (de 8h30 às 9h50). Sob moderação de Paulo Flaury, CEO do ILOS, os assuntos serão: “Crescimento Econômico e Infraestrutura no Brasil: tendências recentes e perspectivas futuras”, com Cláudio Frischtak, economista e head da Inter.B Consultoria Internacional de Negócios; e “Infraestrutura Logística e Prosperidade das Nações: desafios e oportunidades”, com Jean-François Arvis, economista sênior do World Bank.

A programação inclui outras sessões sobre o tema. Confira a programação completa do Fórum.

Fonte: Comunicação Fagga

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Itaipu e Renault assinam acordo para desenvolver veículos elétricos no Brasil

Itaipu e Renault assinam acordo de cooperação tecnológica que prevê a montagem de 32 Twizys no Centro de Pesquisa Desenvolvimento e Montagem de Veículos Elétricos de Itaipu (CPDM-VE/IB), em Foz do Iguaçu (PR). Os veículos, vendidos pela Renault, chegarão ao País desmontados, em kits mecânicos, e servirão para uso restrito da Itaipu e instituições parceiras do Programa VE.

Os principais pontos do acordo contemplam estudos para a elevação gradual do índice de nacionalização dos componentes utilizados nos veículos elétricos da Renault e a preparação de subfornecedores de peças para o mercado regional.
A partir de agora, a Renault também passa a integrar oficialmente o time de parceiros do Programa Veículo Elétrico (VE), iniciativa liderada pela Itaipu Binacional e a empresa suíça Kraftwerke Oberhasli AG/KWO.

“O acordo com a Renault une grandes empresas, líderes em seus segmentos, que têm o desejo de desenvolver tecnologias limpas, que não agridem o meio ambiente com a emissão de gases poluentes”, afirmou Jorge Samek, diretor geral Brasil da Itaipu Binacional. “Tenho a convicção de que o veículo elétrico estará presente no futuro da mobilidade”, completou.

“A Aliança Renault-Nissan está investindo 4 bilhões de Euros no desenvolvimento dessa tecnologia. Acreditamos que o futuro da mobilidade passa, necessariamente, por veículos zero emissão”, afirmou Olivier Murguet, presidente da Renault do Brasil.

O chefe da Assessoria de Mobilidade Elétrica Sustentável de Itaipu, engenheiro Celso Novais, destacou que o acordo prevê estudos de nacionalização de componentes e a identificação de futuros fornecedores no Brasil e no Paraguai.

“Queremos aproveitar o grande know-how da Renault em veículos elétricos para ajudar a desenvolver um braço importante da cadeia produtiva, que é o segmento de subfornecedores de peças”, disse o engenheiro.

O documento foi assinado ontem, em São Paulo, pelos diretores gerais de Itaipu, Jorge Samek (Brasil) e James Spalding Hellmers (Paraguai), e pelo presidente da Renault do Brasil, Olivier Murguet.

No mercado internacional, a Renault já lançou os modelos elétricos Fluence ZE, top de linha; o comercial leve Kangoo ZE (cargo); o hatch Zoe; além do Twizy.

“Nós decidimos começar a parceria pelo Renault Twizy porque a montagem desse modelo é menos complexa. Apesar disso, é um carro que agrega muita tecnologia e inovação, sendo um autêntico city car, feito para duas pessoas. Assim, teremos menos dificuldade para a absorção da tecnologia”, acrescentou Celso Novais.

Na Europa, o Twizy compõe uma categoria especial de veículos, para uso exclusivo em cidades e rodovias de perímetro urbano. Os modelos não podem ser utilizados em rodovias expressas.

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Intel e IDC revelam as tendências da mobilidade corporativa no Brasil

Em evento realizado hoje em São Paulo, a Intel e a IDC revelaram dados preliminares da pesquisa “Mobilidade Corporativa”, que revela tendências sobre a adoção de dispositivos móveis – tablet e smartphones – dentro das empresas. A pesquisa também levantou dados sobre a consumerização e a falta de gerenciamento de dispositivos pessoais usados pelos colaboradores que carregam dados das empresas. A pesquisa entrevistou 288 profissionais entre os meses de Agosto e Setembro de 2013, na sua maioria gerentes de TI, CIOs ou CTOs, em empresas com mais de dez funcionários. Foram consultadas empresas nas verticais de finanças, manufatura, setor público, comércio, saúde, educação e serviços.

Para a IDC, 90% do crescimento da TI entre 2013 e 2020 será relacionado à Terceira plataforma, que agrega computação em nuvem, dispositivos e aplicações móveis, tecnologias sociais e big data. “A terceira plataforma é formada por soluções, e não somente Hardware ou Software” explicou Bruno Freitas, analista de mercado da IDC Brasil. “As grandes oportunidades nesta plataforma estão na combinação de componentes de acordo com as necessidades do negócio. E a mobilidade passa a ser cada vez mais importante à medida que o foco dos profissionais passa a ser as atualizações em tempo real das informações relevantes para a tomada de decisão.”

Em 2013, os smartphones e tablets seguem um movimento de alta popularização, tanto no mercado consumidor quanto no corporativo e governo. A IDC estima que 14% do total da venda de tablets em 2013 irá para o segmento corporativo. Entretanto, por conta da consumerização, o número de dispositivos sendo usado para fins de trabalho será ainda maior. No Brasil, 30% das empresas permitem que os colaboradores acessem dados corporativos em seus smartphones, e 27% permitem o acesso em tablets. O Brasil está marginalmente atrás de outros países na América Latina, onde o acesso de dados corporativos em smartphones chega a 33%, e em tablets, 28%.

Outro estudo da IDC também indica que o uso de tablets caminha lado a lado com os PCs: 44% dos usuários de desktops e 33% dos usuários de notebooks passaram a usar menos os PCs após a adoção do tablet, mas não os substituíram – usuários de desktops diminuíram o uso do PC em 32%, e os de notebooks em 26%. “Esses dados vão ao encontro com a visão da Intel de que o tablet é um dispositivo adicional, e não um substituto, dos computadores”, comentou Rodrigo Tamellini, gerente de produtos para tablets e smartphones da Intel para a América Latina. “O tablet oferece muita versatilidade para o usuário, mas não consegue entregar toda a produtividade de um computador. Uma opção interessante para as empresas são os dispositivos 2 em 1, que funcionam como notebook e como tablet, entregando assim o melhor dos dois mundos para os profissionais.”

Softwares corporativos apresentam oportunidades

Apesar do crescente número de pessoas utilizando dispositivos móveis para funções de trabalho, as aplicações corporativas adaptadas para dispositivos móveis ainda não decolaram no país. Das empresas com mais de 250 funcionários, apenas 19% utilizam algum tipo de aplicação corporativa móvel, como CRM, ERP ou SFA. Nas empresas com menos de 250 funcionários, a número cai para 12%. Aqueles que usam aplicações corporativas, preferem fazê-lo nos tablets do que nos smartphones – estes são preferencialmente utilizados para acesso a email (72%) e Internet (63%).

“Tablets de uso corporativo devem aumentar sua penetração nas empresas de acordo com o avanço dos aplicativos de negócios”, disse Bruno Freitas. “Verificamos que há bastante interesse por parte das empresas em adotar este tipo de aplicação, o que abre enormes oportunidades para empresas de software.”

“O mercado de software brasileiro sempre foi bastante forte no segmento corporativo, e a Intel está ajudando estas empresas a realizarem o salto em direção à mobilidade”, disse Rodrigo Tamellini. “Estamos ajudando os desenvolvedores a extraírem todo o potencial dos processadores Intel para as aplicações móveis, e mantemos comunidades bastante ativas relacionadas à mobilidade, como as comunidades de Android e HTML5. Por meio de programas de apoio, a Intel tem entregado a seus parceiros benefícios diversos, entre eles recursos de marketing e vendas, acesso a papers e materiais técnicos e comunidades online”

Consumerização não é uma escolha para a TI

A consumerização e o BYOD (traga seu próprio dispositivo, na sigla em inglês) continuam a crescer dentro das empresas brasileiras: em 2013, 38% das empresas permitiam o acesso aos dados corporativos em smartphones pessoais, contra 30% em 2012. No caso dos tablets, a permissão para uso no ambiente corporativo cresceu de 27% em 2012 para 29%. “Em 2012-2013, as empresas pararam de permitir o uso de smartphones pessoais enquanto criavam una estratégia integral de mobilidade. Em 2013, com um cenário mais claro, a tendência voltou a crescer, disse Bruno Freitas.

Entretanto, o modelo continua trazendo dor de cabeça aos departamentos de TI, em especial com relação riscos de segurança e de privacidade. No Brasil, apenas 40% dos dispositivos pessoais são inclusos nas plataformas de MDM (gerenciamento de dispositivos móveis, na sigla em inglês). O Brasil se encontra atrás da média da América Latina (47%), e de países como Argentina (64%) e Chile (45%).

A Intel defendeu um novo modelo para as empresas, o CYOD (escolha seu próprio dispositivo, em inglês), ao invés do BYOD. No CYOD, a empresa seleciona um leque de dispositivos de consumo e dá ao colaborador a chance de escolher o que mais lhe agrada. “O CYOD é um caminho do meio, onde a TI adquire um excelente grau de controle sobre os dispositivos que acessam dados corporativos e ao mesmo tempo satisfazem as demandas dos usuários”, explicou Rodrigo Tamellini. “Ignorar o fenômeno da consumerização não é uma opção: as empresas precisam criar políticas claras para os usuários e assegurar o controle dos dados corporativos.”

Nem todos os tablets nascem iguais

A Intel salientou a importância de escolher o dispositivo certo para o uso corporativo. O uso indiscriminado de produtos orientados ao mercado de consumo pode causar perda de produtividade, riscos de segurança e problemas de compatibilidade com os sistemas da empresa.

Os tablets orientados ao uso corporativo são pensados desde o início como uma ferramenta de trabalho eficiente, e que se adequa ao ambiente de TI da empresa. Estes produtos normalmente oferecem opções de gerenciamento remoto e níveis de segurança mais elevados. Também suportam aplicativos de escritório e possuem portas para conexão com periféricos. Como produtividade é essencial, esses modelos contam com maior capacidade de processamento.

A empresa demonstrou diversos novos dispositivos móveis com processadores de alta velocidade e grande capacidade de bateria, preparados para atender as demandas do mercado corporativo. A Intel destacou os benefícios de dispositivos 2 em 1 como boas opções para as empresas, devido a sua capacidade de funcionar como uma estação de trabalho móvel que entrega a mesma performance de um notebook moderno, sem perder a mobilidade dos tablets.

“Para muitos gestores de TI, o 2 em 1 é a solução perfeita, pois reduz o custo total de propriedade, diminui o inventário de dispositivos e entrega uma experiência que é altamente satisfatória e produtiva para o usuário”, concluiu Tamellini.

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Em ritmo de expansão, Solyos apresenta novidades ao mercado

Especializada em soluções tecnológicas para o atendimento de entidades empresariais como a Federação do Comércio do Paraná, a empresa curitibana Solyos desenvolve softwares para internet que também atendem a diversos setores. Domina o mercado em certificados de origem, documentos eletrônicos expedidos por entidades brasileiras para atestar que determinado produto ou serviço é produzido no país e pode contar com benefícios estabelecidos em acordos de comércio exterior. A empresa serve o setor de transportes com Conhecimento de Transporte Eletrônico e vai lançar software para gerenciamento de receitas de hotéis. Daniel Weimer, diretor executivo da Solyos, ainda reforça o interesse da empresa em expandir não só na conquista de clientes em diversos estados, mas também na abertura de escritórios fora do Paraná. “Nosso escritório em Porto Alegre, por exemplo, reforça o atendimento do Rio Grande do Sul e trabalha na revenda de um software jurídico”. Daniel adianta que, “com o fechamento de novos contratos, a empresa já se prepara para aumento do número de colaboradores e melhorias na estrutura física do escritório em Curitiba”.

Saiba mais sobre a Solyos em www.solyos.com.br

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