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ICI – Uma história de sucesso

O Instituto Curitiba de Informática está em sua segunda década, pesquisando, integrando, desenvolvendo tecnologias e implementando soluções e serviços públicos inteligentes, aliando cada vez mais tecnologia e capital intelectual para o fornecimento dessas soluções. Do atendimento ao cidadão, passando por prontuários da saúde, matrículas e boletins escolares, o ICI possui um arsenal de ferramentas que permitem realizar e garantir a evolução dos serviços oferecidos para os cidadãos, bem como estudar cenários preditivos que apoiam a tomada de decisão estratégica dos gestores públicos.

Quando foi criado, em 1998, o Instituto passou a fazer todo o gerenciamento de informática da Prefeitura de Curitiba, que fora conduzido até então pelo Centro de Processamento de Dados(CPD), o qual passou pela Secretaria Municipal de Administração, Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc) e Urbanização de Curitiba S.A. (Urbs).
O Centro de Processamento de Dados esteve sob a responsabilidade da Prefeitura de Curitiba até o fim dos anos 90. Em 1997, com base na Medida Provisória 1.591/97, a Prefeitura criou a Lei 9226/97, que instituiu o Programa Municipal de Publicização. O objetivo foi transferir para estruturas autônomas a responsabilidade pela prestação de serviços públicos considerados não
essenciais.

Em 1998, o Ministério da Administração e Reforma do Estado – conduzido pelo ministro Bresser-Pereira –, por meio da Lei Federal 9637/98, criou a qualificação das Organizações Sociais, que são pessoas jurídicas de direito privado, sem fins lucrativos, orientadas ao ensino, pesquisa, desenvolvimento científico e tecnológico, proteção ao meio ambiente, cultura e saúde.
Neste contexto, o ICI foi formalmente constituído em 1.º de junho de 1998; no dia 23 do mesmo mês, foi reconhecido como Organização Social, por meio do decreto 375/98. Finalmente, em 29 de julho de 1998, foi assinado o primeiro contrato de gestão com a Prefeitura de Curitiba.

O Instituto deu novos ares ao desenvolvimento da informática municipal. Já em 1999 desenvolveu, a pedido da Prefeitura de Curitiba, o Projeto de Modernização Tributária Municipal (PMTM), que visava integrar o cidadão ao processo administrativo e fiscal do município. O projeto permitiu a integração de todos os setores da Prefeitura numa única rede de dados.
Nesse mesmo ano, foi implantado para a Saúde, um sistema que permitia o acesso do médico a um banco de dados que armazenava todo o histórico médico-hospitalar do portador. Com a interligação de todas as unidades de saúde aos hospitais na rede pública, o paciente pode ser atendido em qualquer ponto da rede.

O ano 2000 marcou o lançamento do projeto Digitando o Futuro, da Prefeitura, cujo objetivo era a implantação de pontos de acesso à internet em Faróis do Saber, tornando Curitiba a primeira cidade brasileira com rede pública e gratuita de internet. No mesmo ano foi lançado o Cartão Qualidade, criado para os servidores do município. Trata-se de um cartão inteligente, dotado de um microchip que, além de atender os quesitos de identificação e de controle de acesso do colaborador, permite o armazenamento, com total segurança, de várias informações do portador.

Em 2002, foram desenvolvidos projetos de grande importância para o município, entre os quais o Sistema de Gestão Pública (SGP) e o E-compras, sistema de pregão eletrônico criado para a Secretaria Municipal de Administração.

Os totens multimídia chegaram em 2006, integrando o mobiliário urbano da cidade, com informações completas sobre serviços públicos, lazer, cultura e até a previsão do tempo.Em 2008, o ICI implantou os primeiros pontos de rede wi-fi gratuita da cidade – no Parque Barigüi, Mercado Municipal e Regional Matriz (Praça Rui Barbosa). Logo após, mais pontos passaram a contar com o serviço: Jardim Botânico, Largo da Ordem, Praça da Espanha, seis administrações regionais e o entorno de 80 escolas municipais.

Em 2012, o Instituto entrou no mercado de aplicativos para dispositivos móveis, lançando soluções voltadas a pesquisas de preços, rede de voluntariado, realidade aumentada, entre outros.
Em 2011 conquistamos o segundo lugar no Índice Brasil de Cidades Digitais (IBCD) e em junho de 2012 veio o principal reconhecimento do trabalho do ICI por Curitiba: o primeiro lugar no IBCD, ranking instituído pelo Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD) e a Momento Editorial, de São Paulo, que edita a revista Wireless Mundi. O ranking mede o nível de inovação e de digitalização das 100 cidades brasileiras que melhor utilizam as tecnologias de informação e comunicação.

O primeiro lugar no IBCD é resultado dessa trajetória de mais de 15 anos de trabalho. A organização, criada previamente para dar celeridade aos projetos de tecnologia da informação e comunicação, tornou-se uma das maiores integradoras de soluções para a gestão pública. Hoje, o ICI é referência em desenvolvimento e integração de software, o que promove o fortalecimento e valorização da cadeia produtiva local.
Internacionalmente, esse reconhecimento também acontece, tanto que a revista Forbes coloca Curitiba em terceiro lugar no ranking das cidades mais inteligentes do mundo.

Outros reconhecimentos obtidos em 2012 foram o prêmio Imre Simon, concedido ao ICI pela Assespro Nacional na categoria Prestação de Serviços ao Governo, e o Prêmio Conciliar é Legal, conferido pelo Conselho Nacional de Justiça ao programa Justiça no Bairro, do qual o ICI participa desde 2004.
Em 2013, chegamos novamente em primeiro lugar no prêmio Imre Simon, desta vez na categoria Iniciativa para a Construção de Cidades Digitais, com o projeto Inclusão Digital nas Proximidades das Escolas Municipais.

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A importância do Projeto de Lei da terceirização para o Mercado de TI

Por Jorge Sukarie, presidente da ABES – Associação Brasileira das Empresas de Software

A terceirização é uma realidade no país, utilizada por todos os setores da Economia e por todos os portes de empresas; no entanto, essa modalidade contratual tem gerado muitos conflitos judiciais porque ainda não existe no País regulamentação específica para essa forma de contratação.

A súmula 331 do Tribunal Superior do Trabalho (TST) – que tem sido a referência para reger essa modalidade no Brasil – reconhece como legítima a terceirização nos serviços especializados ligados à “atividade-meio” do tomador bem como na contratação de certos tipos de serviços tais como vigilância, conservação e limpeza, mas a súmula 331 nada diz a respeito da chamada terceirização da “atividade-fim” das empresas.

O problema se agrava porque não existe uma definição clara para o que se entende por atividade fim ou para seu contraponto que seria a atividade meio, e esta indefinição joga as empresas num cenário de incerteza que inibe investimentos e limita o crescimento do País.

No atual cenário econômico e na era da globalização – onde dificilmente um produto é concluído por apenas uma empresa e existe uma grande cooperação de várias companhias de diversos países, proporcionada pelas cadeias de valor e a tecnologia da informação – fica praticamente impossível criar essa fronteira e separar o que seria atividade fim e atividade meio.

Atualmente, todos os setores passam por alguma solução de tecnologia em sua produção ou prestação de serviço. Um mercado bastante pujante, a TI faturou US$ 60,2 bilhões no Brasil e se posicionou como o 7º maior mercado mundial de TI, em 2012.

A indefinição das atividades que podem ou não ser terceirizadas causa uma grande insegurança jurídica, já que o entendimento é bastante subjetivo e inibe os investimentos em setores cuja dinâmica impulsiona a contratação de serviços terceirizados, como é o caso das atividades de Tecnologia da Informação.

Para garantir que o crescimento alcançado nos últimos anos continue e que o Brasil possa se destacar como um País inovador e tecnologicamente avançado é fundamental que o Congresso aprove uma lei com uma definição clara sobre as atividades que podem ser objeto da terceirização.

O Projeto de Lei 4330, que tramita no Congresso Nacional desde 2004, pode ser a solução para essa questão da terceirização no país. Ele dispõe sobre “o contrato de prestação de serviços a terceiros e as relações dele decorrentes”, permitindo a contratação de serviços terceirizados para qualquer atividade, estabelecendo as obrigações que devem ser atendidas por quem contrata esse tipo de serviço.

Caso o projeto de lei seja aprovado, o Brasil pode experimentar um novo momento de crescimento econômico, com investimentos internos e externos, segurança para que as empresas de diversos setores, e em especial de TI, possam operar sem riscos de terem suas relações com empresas terceirizadas questionadas no futuro. Podemos viver um momento de maior geração de postos de trabalho para aproveitar os próximos anos de boom demográfico que o país terá pela frente e gerar no Brasil novos pólos de tecnologia, com profissionais de alta especialização. O resultado disso será percebido diretamente pelo consumidor que poderá adquirir um serviço ou produto com melhor qualidade e menor custo.

De outro lado, enquanto perdurar a ausência da lei regulamentando a terceirização, o Brasil permanecerá num verdadeiro limbo jurídico, obrigando as empresas a contratarem serviços no exterior, se tornando importadoras de serviços – especialmente no setor de Tecnologia da Informação cujas atividades podem ser desenvolvidas a distância – gerando muitos empregos de alta qualidade em outros países.

A edição de lei estabelecendo que a terceirização pode se aplicar a qualquer atividade de uma empresa trará a segurança para os investimentos no país. Ganham todos e fortalecemos a própria democracia.

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Resiliência no trabalho pode ser o diferencial para manter um cargo de chefia

A resiliência é um conceito psicológico definido como a capacidade de o indivíduo lidar com problemas, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas como choque e estresse sem entrar em surto psicológico. Para o CEO do Grupo Kronberg, Carlos Aldan, a inteligência emocional , habilidade de integrar pensamentos e sentimentos com o objetivo de otimizar decisões, auxilia os líderes a obterem o equilíbrio, o que consequentemente os mantêm em seus cargos, já que é imprescindível o bom relacionamento entre os líderes e seus liderados.

“Quando o executivo assume essa nova posição suas expectativas mudam, por isso é tão importante o alinhamento imediato dos esforços de todos em torno da visão de futuro para a organização. A grande parte dos profissionais em posições de alta liderança carece dos principais componentes da inteligência emocional, principalmente da autoconsciência”, conta o CEO.

Ainda de acordo com Aldan, quanto maior for a autoconsciência (competência que nos possibilita identificar nossas emoções, inclinações, temperamentos, comportamentos e como estes nos afetam e afetam as pessoas à nossa volta) do líder, mais rapidamente conseguirá entender as próprias expectativas e de seus stakeholders.

Portanto, os líderes que têm desenvolvido os componentes da inteligência emocional, possuem uma capacidade de resiliência mais aflorada e produzem melhores resultados na sua vida pessoal e profissional.

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Lojas virtuais preparam Saldão de Natal entre os dias 20 e 27 de dezembro

Lojas virtuais brasileiras realizam de 20 a 27 de dezembro o Boxing Week – www.buscadescontos.com.br/boxingweek – ação focada em ofertas de Saldão de Natal. O objetivo dos 8 dias de promoção é acabar com o estoque de produtos não vendidos no fim de ano, como eletrônicos, informática, roupas, acessórios, entre outros. Trata-se da última oportunidade do ano para o consumidor comprar com descontos.

“As vendas de natal funcionam um pouco diferente para o e-commerce, pois as compras devem ser realizadas com prazo suficiente para entrega antes do dia 25, por isso, o saldão nesse setor começa com mais antecedência”, conta Pedro Eugenio, CEO do Busca Descontos – site que publicará ofertas de saldão de 30 lojas virtuais.

Dentre as lojas e marcas confirmadas na ação estão Dell, Kanui, Magazine Luiza, Alice Tesla, Estadão, Rakuten, Shopfato, Mega Mamute, Lebes, entre outras.

Para aproveitar as liquidações do Boxing Week os consumidores podem se cadastrar no site www.buscadescontos.com.br/boxingweek – que reunirá ofertas de saldão de natal de 30 lojas virtuais. Quem se cadastrar também participa de sorteios para concorrer a um smarthphone Samsung Galaxy S4 ou iPhone 5S, além de acessórios de grife como bolsa de mão Michael Kors, óculos de sol Rayban e relógio de pulso Thommy Hilfiger.

Otimista para o Boxing Week, a loja MegaMamute.com.br acredita que suas vendas durante a ação dobrem em relação ao mesmo período do ano passado. De acordo com Willian Costa, a loja virtual prepara ofertas em produtos das categorias de informática, smartphones e eletrônicos.

O Boxing Week é inspirado em uma data tradicional no Canadá, Austrália e em países da Europa – que acontece no primeiro dia útil depois do natal. No Brasil, a data aconteceu pela primeira vez em 2011, quando cerca de 20 lojas ofereceram produtos com descontos.

“O Boxing Week terá oito dias de liquidação, permitindo que os consumidores tenham mais tempo para se organizar e aproveitar os saldões de Natal”, afirma Pedro Eugenio, CEO do Busca Descontos.

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Pesquisa levanta dados do comportamento mobile no Brasil

Compras pelo celular, momentos de uso do aparelho, aplicativos, navegação. Tudo isso foi explorado na mais recente pesquisa lançada pela Mobile Marketing Association, encomendada a Nielsen. O objetivo da pesquisa é o mais claro possível: entender cada vez mais o real comportamento e os principais hábitos do consumidor na esfera móvel – em detalhes. “São esses detalhes que darão ao anunciante uma condição estratégica muito mais favorável na hora de incrementar suas campanhas”, diz Fabiano Destri Lobo, Diretor da MMA para América Latina. “Em que momento seu consumidor está navegando pelo celular? O que ele busca quando acessa seu aparelho? Quais os aplicativos que mais usa e quando usa? Respondendo a essas perguntas, vamos munir as marcas com informações para que elas tomem decisõ es objetivas”, afirma.

Comunicação individual e certeira

Lançar campanhas que envolvam os dispositivos móveis já faz parte da realidade da maioria das marcas, já que os números de penetração dos smartphones e do acesso à internet pelo celular cresceram exponencialmente nos últimos anos. “Mesmo sabendo que se comunicar com o consumidor pelo canal mobile é fundamental, as marcas ainda traçam caminhos desconhecidos e é este o momento de captar o máximo possível de informação”, afirma Fabiano. “Cada marca deve conhecer o seu público específico dentro dessa população explorada na pesquisa da MMA, para traçar formatos de engajamento certeiros, já que o celular é o objeto mais individual que existe”.

Momentos

Seguindo a premissa e o próprio slogan da MMA: “Every moment is mobile” (todo momento é móvel), a pesquisa buscou informações sobre os momentos em que os consumidores utilizam mais seus celulares.
55% utilizam em momentos de espera: médico, trânsito ou cinema. 47%, antes de dormir. 36% logo após acordar. E ainda, 24% usam o aparelho enquanto assistem à TV, 21% quando estão no banheiro, 19% enquanto trabalham, 19% na faculdade e 16% durante as refeições.
“Realmente, todo momento é móvel. Estar no mobile é estar presente em todos os momentos do seu consumidor, ou seja, imprescindível”, reafirma Fabiano.

Usabilidade em Números

O smartphone é a principal forma de acesso à internet para 25% dos usuários.

Navegador ou aplicativo? Entre outras informações sobre essa comparação, a pesquisa revela que 40% consomem notícias por meio de navegador, 10% consomem por aplicativo e 24%, por ambos. 40% jogam games por aplicativos, 11% jogam no navegador e 13%, por ambos
35% entram em redes sociais por aplicativos, 19% entram por navegador e 31%, por ambos.

Facebook sai na frente como a principal ferramenta mobile de relacionamento, tendo 94% dos usuários. Whatsapp vem em segundo lugar, com 53% e Instagram com 36%. Ainda aparecem empatados o Skype e o Twitter com 35%.

Onde estou? Localização é a segunda ferramenta mais utilizada pelos usuários: 50%. A primeira são as notícias, com 54%. Música aparece em terceiro com 38%.

Comportamento em números

24% dos usuários de smartphones usam o aparelho quando veem TV. Compras pelo smartphone já se tornaram hábito: entre setembro e outubro, 13% dos donos de smartphone compraram pelo aparelho. Destes, 26% adquiram roupas ou calçados. 27% compraram ingressos.
37% admitiram que já deixaram de comprar em uma loja física após consultar o preço pelo smartphone – 22% visitaram uma loja física por influência de uma propaganda vista no aparelho

Essa e outras pesquisas realizadas pela MMA ganham versões estendidas compartilhadas com seus mais de 700 membros em todo o mundo. “Nosso programa de educação com as palestras em empresas também levanta resultados de pesquisas locais e globais. Mas no fim das contas, o que precisamos, além desses números, são lideranças engajadas no mobile. Já não tem mais volta para as empresas e marcas. Todos precisam ter presença móvel, ou não farão parte do dia a dia de seus clientes”, finaliza.

Sobre a Mobile Marketing Association

A Mobile Marketing Association (MMA) é a Associação global que tem como objetivo fomentar o crescimento do Marketing Mobile no mundo e suas tecnologias. A MMA quer derrubar os obstáculos para o desenvolvimento desse mercado, estabelecer orientações e melhores práticas para mídias mobile, educando o mercado para o uso dos canais móveis. Os mais de 700 membros representam mais de 40 países ao redor do mundo. O escritório central da MMA está localizado nos EUA e suas unidades regionais incluem América do Norte, Europa, América Latina e Ásia. www.mmaglobal.com

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Câmara Municipal: empresas de TI pedem criação de comissão com foco no setor

Por iniciativa dos vereadores Dona Lourdes (PSB) e Felipe Braga Côrtes (PSDB), a Tribuna Livre da Câmara Muncipal de Curitiba recebeu representantes do Arranjo Produtivo Local (APL) de Software de Curitiba. Na oportunidade, os convidados falaram da importância das empresas de tecnologia da informação (TI) para o desenvolvimento econômico da capital e pediram a criação de uma comissão permanente com foco no setor.

Cerca de 40 empresas ligadas ao setor estão reunidas no APL de Software de Curitiba. A cidade é considerada o segundo polo de desenvolvimento tecnológico do Brasil e segundo maior mercado de interesse no país para a Google, atrás apenas de São Paulo (SP). Em 2012, foi considerada pela Revista Forbes, uma das 10 cidades mais inovadoras do mundo.

Representante da entidade, Izoulet Côrtes Filho disse, ainda, que Curitiba é referência internacional no fornecimento de serviços de tecnologia e na formação de profissionais da área. “Estamos trazendo grandes empresas para cá e levando nossas empresas para o exterior. O setor de TI paga salários maiores e absorve profissionais qualificados, além de ser grande gerador de impostos”, ressaltou.

Os dados são importantes, mas, segundo o convidado, não garantem um crescimento contínuo. As empresas instaladas em Curitiba têm perdido espaço para outras capitais brasileiras, como Florianópolis (SC) e Recife (PE). “Não digo que o setor está estagnado em si, mas se olharmos à nossa volta, a taxa de crescimento dos outros setores também é superior. Portanto, precisamos reagir para crescer mais. Outras cidades crescem num ritmo muito maior que o nosso”, frisou.

Apoio do Executivo e do Legislativo

Izoulet Filho destacou, ainda, que o apoio do poder público é fundamental. Uma medida importante é a iniciativa da Prefeitura de Curitiba pela criação de uma Secretaria Municipal de Informática e Tecnologia. O projeto de lei está em tramitação na Câmara Municipal, mas para o representante da APL, o trabalho do Legislativo pode ir além da análise de matérias relacionadas ao setor. Ele sugeriu a instalação de uma comissão permanente com foco em tecnologia da informação e comunicação.

“De tudo que nos rodeia hoje, toda e qualquer parte tem uma ponta tecnológica. Participamos transversalmente de mais de 80% da cadeia produtiva. Precisamos desse reconhecimento interno, desse apoio. O futuro de Curitiba está nas nossas mãos e também está nas mãos da Câmara Municipal. Gostaríamos, imensamente, de contar com o apoio, com essa parceria, para começar imediatamente com uma ação setorial”, disse Izoulet.

Braga Côrtes corroborou a necessidade de um debate permanente na Casa. “É importante que este setor seja valorizado. A novidade é o projeto do Executivo. Aqui, nós queremos abrir o espaço para discussão do setor, talvez em formato de comissão permanente ou em frente parlamentar”, defendeu Braga Côrtes. “O fato do prefeito ter encaminhado mensagem para criação da pasta de tecnologia sinaliza que o setor precisa de incentivo”, complementou o líder da maioria, Pedro Paulo (PT).

“O apoio para nosso crescimento deve ser garantido com ações de curto, médio e longo prazo. É preciso fomentar a discussão de políticas públicas voltadas à TI”, finalizou o convidado. O debate contou, ainda, com as manifestações de Serginho do Posto e Professor Galdino, do PSDB; Helio Wirbiski (PPS) e Bruno Pessuti (PSC).

APL

O “Arranjo Produtivo Local” é uma organização de cadeia produtiva de determinado setor, liderada por empresários e que tem o apoio do poder público e de instituições de crédito, fomento, ensino e pesquisa. O APL não é cooperativa, associação ou órgão representativo. As empresas inseridas mantém atividades de articulação, cooperação e de aprendizagem. Esta organização está aberta a todas as empresas ligadas à área de TI que atuem na capital e região metropolitana.

Fonte: Câmara Municipal de Curitiba

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TI x Negócios na adoção do Big Data

A adoção de soluções de Big Data não é exatamente uma novidade no Brasil. É fato que um volume de empresas cada vez maior enxerga o enorme potencial dessa tecnologia e opta por implementá-la para aprimorar processos, expandir negócios, ou até mesmo imprimir novos ritmos em suas operações.

Embora mudanças processuais sejam previstas com a adoção dessa plataforma, transformações organizacionais, até então inesperadas, também estão surgindo. E junto com elas chegam as dúvidas e a necessidade de novos posicionamentos.

Um dos desafios mais emblemáticos, impulsionado pela adoção do Big Data, é o embate entre as áreas de TI e Negócios. Esses profissionais vivenciam discussões diárias, que vão desde a melhor tecnologia a ser adquirida até a discordância a respeito de quem tem o domínio sobre os imensos volumes de dados das empresa.

Apesar de não existir uma única receita para o uso estratégico do Big Data, é impossível responder a questão sobre a propriedade de dados – e a impossibilidade parte de um princípio simples: dados, estruturados ou não, são ativos de toda uma companhia e não apenas informação privilegiada de um determinado setor ou colaborador.

Seria difícil, para não dizer improvável, que essa conclusão fosse diferente, já que o Big Data oferece aos profissionais a oportunidade de tornarem-se usuários self-service. Isso significa garantir a um funcionário da empresa a liberdade de criar análises a qualquer momento e a partir de suas necessidades. Não há mais motivos para longas esperas ou processos burocráticos; as respostas estão em poucos cliques e à distância de segundos.

Atualmente, as fontes de coleta de informações são praticamente ilimitadas, assim como ininterruptas. Por qual razão então esses dados deveriam manter-se restritos a apenas uma área? Podemos ir além: por que não utilizar plataformas móveis para criar um processo de comunicação colaborativa, em que as informações de interesse da empresa são difundidas em tempo real e até mesmo de forma interativa?

Para que tudo isso seja viável, porém, os investimentos em capacitação são fundamentais. Treinar e orientar profissionais quanto aos processos internos da companhia e ao uso de uma tecnologia dessa magnitude é tão relevante quanto a decisão da empresa em adotar uma plataforma de negócios como o Big Data. O caminho, neste caso, pode até parecer mais longo, mas os resultados valem o esforço.

Por Marcos Pichatelli – Gerente de Produtos de High-Performance Analytics do SAS, líder de mercado em soluções e serviços de Business Analytics e o maior fornecedor independente no mercado de Business Intelligence.

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Representantes do Sebrae-PR visitam o ICI

O presidente do Instituto Curitiba de Informática Luís Mário Luchetta recebeu representantes do Sebrae-PR e da empresa Competitiveness, organização especializada na construção de parcerias público-privadas para a melhoria da competitividade das empresas regionais. Os visitantes tiveram a oportunidade de conhecer o trabalho do ICI, que é referência nacional em pesquisa, integração, desenvolvimento e implementação de soluções completas para a gestão governamental. Luís Mário Luchetta explanou, por exemplo. sobre a contribuição do ICI para que Curitiba já tenha sido reconhecida como a cidade mais digital do Brasil. Participaram do encontro Émerson Cechin, coordenador estadual do programa de TIC do Sebrae-PR , Izoulet Cortes Filho, consultor do Sebrae-PR e Inés Sagrio, da Competitiveness.

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Aplicativos móveis: veja como foi o evento da Cenetic

A Central de Negócios de TI de Curitiba realizou evento sobre aplicativos móveis em parceria com a Universidade Positivo. Os participantes puderam acompanhar cases de de empresas como Mapway, Vitrina, Guia Unimed/Visionnaire, SnowMan Labs. Também houve palestra com Giuliano Morais, que apresentou tendências e ferramentas para desenvolvimento da IBM Brasil.

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O que os homens de negócios podem aprender com as mulheres

A busca por igualdades salariais continua, mas a verdade é que como profissionais de vendas, as mulheres são mais eficazes do que os homens. Segundo Cláudio Tomanini, Professor de MBA da FGV e especialista em Vendas e Marketing, isso acontece por conta das características intrínsecas da mulher, inclusive aquelas provenientes da herança pré-histórica que tornam homens e mulheres tão diferentes. “Em meus trabalhos de consultoria e palestras, instigo os homens a aprenderem mais com suas colegas e a desenvolverem características essencialmente femininas, mas que se usadas no trabalho, são armas extremamente eficazes de networking e vendas”, diz Tomanini.

Visão periférica

Por ser biologicamente programada para proteger a prole, a mulher desenvolve a visão periférica, enquanto o homem, que tinha como dever ir à caça de comida, desenvolveu a visão de mira, linear e focada em um único ponto. Para as mulheres essa é uma arma e tanto nas vendas. “Com mais pessoas em um ambiente ou em eventos sociais, as mulheres são capazes de identificar oportunidades em todo o seu redor, dosando conversas e otimizando o tempo de contato com cada interlocutor. Por isso elas são excelentes fazendo networking.”, explica Tomanini.

Mais delicadeza e atenção

O instinto feminino de cuidar, sempre com delicadeza e atenção aos detalhes (no caso de bebês, por exemplo), as torna extremamente flexíveis na hora de lidar com diferentes perfis de clientes. Vendedores agressivos costumam ter sua parcela de clientes fiéis, porém, a atenção que as mulheres dedicam às regras é imbatível e transforma seu trabalho em uma atividade super profissional.

Emoção

As mulheres são mais emotivas que os homens, o que significa que elas agem mais movidas a emoção do que razão – o contrário dos homens, que possuem o lado pragmático muito mais desenvolvido.

“É essa emoção que move as conquistas femininas. Elas sabem usufruir de suas realizações, gostam de assumir suas vitórias e se deleitam em querer mais, justamente por saberem aproveitar o prazer da conquista”, diz Tomanini. “Além disso, atender um cliente com emoção aumenta as chances do vendedor de proporcionar uma verdadeira experiência de compra e não uma simples transação comercial”. Ou seja, a emoção ajuda na geração de Relacionamento – fundamental para a manutenção da fidelidade do cliente.

Empatia

Condicionadas a compreender as necessidades da família mesmo antes da capacidade de verbalizar dos filhos, as mulheres têm o poder de ler nas entrelinhas das atitudes e linguagem corporal das pessoas. Essa característica possibilita que durante uma venda, a mulher consiga se alinhar mais rapidamente e objetivamente com o cliente, acertando em cheio ao ler suas reais necessidades. “Vender pelas características do produto nunca foi suficiente. É preciso vender pelas necessidades do consumidor, entendê-lo e saber o que o seu produto pode oferecer para ajudá-lo a atingir seus objetivos”, explica Cláudio Tomanini.

Saber ouvir

Mulheres sabem ouvir. Falam muito, mas também ouvem mais. “Ouvir é uma condição básica nas vendas. Como é que você vai dizer que o cliente precisa daquilo, se não sabe o que ele quer?”, completa Tomanini. “Só por isso, as mulheres já saem na frente”.

A boa notícia é que estudos recentes comprovam que tanto homens quanto mulheres podem ter comportamentos mais femininos ou mais masculinos de acordo com a quantidade de testosterona a qual são expostos durante a gravidez. A ideia de que as mulheres desenvolvem mais o lado direito do cérebro e os homens o esquerdo já não é tão contundente assim. “Ou seja, muitos homens possuem essas habilidades tipicamente femininas, e eles devem colocá-las em prática no trabalho e no relacionamento com clientes”.

Enquanto os homens aprendem a elaborar certos comportamentos e estratégias de vendas baseados em características tipicamente femininas, Cláudio aconselha todos fazerem o mesmo em suas palestras e aulas.

* Cláudio Tomanini é professor de MBA da Fundação Getúlio Vargas e autor do livro “Venda Muito Mais” (Editora Gente, 2012). Tem mais 25 anos de experiência nas áreas de vendas e marketing. Atuou em empresas como Johnson & Johnson, ADP Systems, Grupo Verdi e VR. Tomanini possui uma peculiar visão do mercado, criando novos conceitos e desenvolvendo soluções, utilizadas e adaptadas por diversas empresas e outros consultores.

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TOTVS adquire Ciashop da Ideiasnet e ingressa no segmento de e-commerce

A TOTVS, brasileira líder no desenvolvimento de softwares de gestão empresarial, anuncia a compra de até 72% do capital social da Ciashop – Soluções para Comércio Eletrônico S.A., desenvolvedora de soluções para o segmento de e-commerce. Com a aquisição, a TOTVS recebe 50% das ações da Ciashop detidas pela Ideiasnet e 18,5% das ações detidas pelos administradores.

A TOTVS irá também investir até R$ 3 milhões na companhia no próximo ano, podendo elevar sua participação para até 72% do capital social da Ciashop. O restante das ações permanece com os atuais administradores. A Ideiasnet pode receber até R$ 2 milhões adicionais nos próximos 30 meses, o qual deverá ser desembolsado de acordo com o cumprimento de determinadas metas estabelecidas para a Ciashop.

A Ciashop é pioneira em comércio eletrônico no país com a plataforma na nuvem no modelo software as a service (SaaS). Com mais de 70 funcionários e 1.000 lojas on-line ativas, a empresa possui um modelo de negócio de recorrência superior a 80% da receita atingida em 2012 (R$ 6,3 milhões em receita líquida).
Ao longo dos seus 13 anos, a empresa vem ofertando tecnologia inovadora baseada em arquitetura aberta e altamente escalável. Seu desenvolvimento contínuo reflete em soluções inovadoras para o mercado. Na última quarta-feira (27/11), por exemplo, lançou uma store de aplicativos que permite ao cliente incrementar e personalizar sua loja com soluções desenvolvidas por um ecossistema de parceiros. A união com a TOTVS tem como objetivo aproveitar ainda mais o acelerado ritmo de adoção do e-commerce no Brasil e na América Latina.

“A sociedade com a Ideiasnet foi fundamental para a Ciashop crescer e ganhar maturidade e agora nos sentimos prontos para dar este novo passo! A parceria com a TOTVS é estratégica para consolidar o nosso crescimento. Por meio de nossa tecnologia proprietária e inovação, temos capacidade para atender às mais diferentes demandas de e-commerce dos clientes da TOTVS”, afirma Maurício Trezub, CEO e fundador da Ciashop.

A transação marca a entrada da TOTVS no segmento de e-commerce e fortalece a estratégia da empresa de se tornar cada vez mais essencial para seus clientes ao ampliar seu portfólio de soluções para o varejo.
“Com a inclusão da plataforma de comércio eletrônico da Ciashop ao portfólio da TOTVS, passamos a oferecer aos nossos clientes, de diversos portes e segmentos, uma solução poderosa de vendas on-line”, informa Alexandre Dinkelmann, vice-presidente Executivo de Estratégia e Finanças da TOTVS.

Em maio de 2011, a Ciashop recebeu um investimento da Ideiasnet, empresa pioneira em investimentos no setor de tecnologia no Brasil. Com a aquisição de 50% da empresa, a Ideiasnet visava apoiar os empreendedores no desenvolvimento da empresa e aumentar sua exposição no mercado de software, que é prioritário em sua tese de investimentos.

“Estamos felizes em apoiar o desenvolvimento de empresas como a Ciashop, frente à escassez de opções adequadas de financiamento no mercado de capitais local. Os empreendedores podem se beneficiar muito com esse tipo de parceria. Estou certo de que a entrada da TOTVS facilitará a expansão da Ciashop no mercado”, diz Sami Haddad, CEO da Ideiasnet. “Durante esses dois anos e meio de investimento, a Ciashop reforçou sua posição no mercado por meio de crescimento orgânico e investimento em inovação em produtos e modelos de distribuição. Estamos gratos a toda equipe da Ciashop por seu trabalho árduo e dedicação”, complementa Everson Lopes, Managing Director da Ideiasnet.

A plataforma da Ciashop é comercializada por 70 canais de venda. A partir de agora, a solução será revendida também pelas franquias da TOTVS, conferindo capilaridade e maior força de venda à solução.
A operação está sujeita à aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica – CADE.

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Facebook faz ajustes no feed de notícias

Facebook anunciou nesta segunda-feira (dia 2) por meio do seu blog, ajustes no seu feed de notícias, que tem o objetivo de mostrar o conteúdo certo para as pessoas certas e no momento certo. A rede social está aprimorando a ferramenta para mostrar conteúdo de alta qualidade para os usuários da plataforma, como artigos relevantes e notícias do que está acontecendo ao redor do mundo.

Em 2012, a plataforma em que os internautas mais acharam notícia, foi através do Facebook. De fato, conforme dados relatados em outubro pela própria rede social, o tráfego médio de referência no Facebook para sites de mídia aumentou mais de 170% ao longo do ano passado. Agora o Facebook está fazendo ajustes no feed de notícias para trazer conteúdo de alta qualidade para os membros da plataforma.
Para Rafael Brito, especialista em Social Media da Goomark, agência de Comunicação e Marketing para pequenas e médias empresas, o conteúdo relevante é a chave para manter o usuário conectado. “É normal ao passar do tempo as pessoas se cansarem de uma rede social, principalmente com o surgimento de outras plataformas e apps que tiram a atenção e consomem o tempo dos usuários de outra maneira. O Facebook está se preocupando cada vez mais com a qualidade do conteúdo e mostrando conteúdo de interesses, como notícias sobre seu time favorito, novela, viagens, entre outros assuntos, pode tornar a plataforma cada vez mais relevante na vida dos usuários”, diz Brito.

Will Cathcart, gerente de produto do Facebook para feed de notícias, diz que a empresa uma ferramenta para analisar simultaneamente as interações dos seus mais de 1,5 bilhão de usuários, para saber o que realmente as pessoas querem ver em seus feeds.

O Facebook já está trabalhando em cima desses ajustes, as mudanças poderão ser percebidos pelos usuários que ao clicarem em um artigo sugerido, serão sugeridos mais três outros textos relativos ao tema.

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Pesquisa revela hábitos dos brasileiros no uso de tablets

O aumento na variedade de modelos disponíveis no mercado brasileiro e a presença de produtos em todas as faixas de preço estão colocando o tablet na mão de muitos brasileiros – o produto deve ser um dos campeões de vendas neste natal. Um levantamento feito pela IPSOS, a pedido da Intel Brasil, mostrou que 47% dos brasileiros gostariam de ter um tablet, o que confirma a popularidade do dispositivo móvel. No entanto, na opinião de 80% deles o tablet não substitui o PC. Apenas 3% disseram que optariam por levar um tablet no momento em que estavam comprando um computador.

“É um fenômeno natural que a pessoa tenha mais de um dispositivo de acesso à Internet, e o tablet ganha espaço pelo uso intuitivo, mobilidade e interação com outros dispositivos”, conta Rodrigo Tamellini, gerente de smartphones e tablets da Intel América Latina. “As pessoas querem ter as mesmas experiências que elas já tem em um desktop ou notebook, e a expectativa é de que o tablet ofereça a melhor relação entre desempenho e comodidade.”

O mercado brasileiro já oferece uma gama de opções para tablets, com variados preços, tamanhos e características. Para 42% dos brasileiros, não há uma preferência clara pela marca neste segmento. De acordo com a pesquisa da Intel, 49% dos que disseram que pretendem comprar um tablet consultam antes um amigo ou alguém da família que esteja familiarizado com o dispositivo móvel. Por outro lado, 28% deles admitiram escolher o produto de acordo com a indicação do lojista.

Aliando conveniência à independência
Outro estudo realizado pela TNS a pedido da Intel mapeou quais as expectativas das pessoas antes de comprar o dispositivo, e também o modelo de uso após a compra. A pesquisa ouvir 38 mil pessoas em 43 países, entre eles o Brasil.

O PC continua sendo a peça central da vida digital da maioria dos brasileiros – é o equipamento utilizado para efetuar a maioria das atividades online, como acesso a redes sociais, assistir vídeos ou ler notícias. Entretanto, tablets estão se configurando como uma “segunda tela” onde as pessoas encontram não só mobilidade, mas também conveniência.

O acesso à Internet foi apontado como a principal razão para se comprar um tablet por 47% dos entrevistados. A possibilidade de usar o dispositivo a qualquer hora e lugar (39%) e a maior conveniência em relação ao PC (37%) também são fatores de compra decisivos. Embora atinja um público de todas as idades, o tablet tem maior popularidade entre os usuários de 16 a 24 anos. A geração Y usa o dispositivo principalmente para acessar redes sociais e e-mails.

Uma vez adquirido o equipamento, a atividade mais realizada pelos brasileiros é a de tirar fotos, apontada como muito frequente por 50% dos entrevistados – contra apenas 34% na média global. Acesso à internet via wi-fi e e-mails estão tecnicamente empatados como segunda atividade mais desenvolvida com 46% e 45%, respectivamente. Outras atividades preferidas pelos brasileiros são escutar música (33%), uso corporativo (33%), navegar na Internet (32%), apps de mensagens instantâneas (31%) e fazer vídeos (30%).

Embora deem valor à mobilidade, o uso principal do dispositivo se dá dentro do lar – 63% dos donos de tablets usam seus dispositivos à noite, em casa, enquanto 42% têm como local preferido para usar o dispositivo a cama, antes de dormir. As pessoas também preferem usar o tablet enquanto assistem TV (31%), no trabalho (31%), na fila ou aguardando alguma coisa (banco, consultório, supermercado, etc) e até ao mesmo tempo em que usam o telefone (19%). “Fica claro o modelo de uso como tela complementar no seu dia a dia – é todo um novo modelo de uso calcado na praticidade e no imediatismo. O consumidor quer ter a independência e a conveniência dos tablets, em especial se eles entregarem funcionalidades parecidas com as dos PCs”, comentou Tamellini.

Buscando o desempenho superior

2013 marcou a chegada de tablet com processadores Intel ao Brasil, aumentando o leque de opções disponíveis ao consumidor e trazendo equipamentos diferenciados, incluindo modelos 2 em 1 que funcionam como tablets quando o usuário deseja, e como notebook quando necessário. Na opinião de 39% dos brasileiros entrevistados, comprar um tablet com processador Intel seria a primeira opção.
Durante a Computex 2013, em junho, a Intel anunciou a próxima geração da tecnologia da Intel de 22nm para tablets e dispositivos ultraportáteis baseada na nova microarquitetura Silvermont. Com ela, as fabricantes poderão oferecer designs elegantes com 8 ou mais horas de duração da bateria e semanas em modo standby, além de ser compatível para Android e Windows 8.1. Aproveitando o progresso do processador Intel® Atom™ Z2760, os novos produtos baseados no Atom oferecerão um eficiente processamento quad core que dobra o desempenho em relação à geração anterior.

“A Intel e seus parceiros estão ouvindo o mercado e buscando entregar dispositivos que aliem comodidade, velocidade e conectividade. Com diferenciais em desempenho e em economia de bateria, os tablets equipados com processadores Intel já estão disponíveis em todas as faixas de preço e prontos para atender ao modelo de uso dos brasileiros”, enfatiza Tamellini.

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Profissionais de TI podem concorrer à bolsa para mestrado no exterior

O Programa Ciência sem Fronteiras começa a oferecer bolsas de estudo no exterior para mestrado profissional, conforme informou a presidenta Dilma Rousseff. Anunciado em outubro pelo ministro da Educação, Aloizio Mercadante, esse tipo de curso – diferentemente do mestrado acadêmico – prevê formação mais específica, voltada para o mercado de trabalho. O curso tem duração aproximada de dois anos.

“Ele é perfeito para quem já concluiu o curso superior e precisa desenvolver ou aperfeiçoar seu conhecimento para aplicá-lo na sua vida profissional, na empresa ou na indústria onde trabalha. Nós precisamos desse tipo de profissional para que a ciência desenvolvida nas universidades e nos centros de pesquisa seja transformada e rapidamente aplicada, melhorando os nossos produtos e serviços, gerando mais tecnologia, mais riqueza para o nosso país”, disse Dilma, ao participar nesta segunda-feira do programa semanal Café com a Presidenta, produzido pela EBC Serviços, em parceria com a Secretaria de Comunicação da Presidência da República.

Ela explicou que as bolsas oferecidas inicialmente serão para importantes universidades dos Estados Unidos, como Harvard, Columbia, Stanford e Yale, e para as mesmas áreas prioritárias do Ciência sem Fronteiras, como engenharia, matemática, química, física, ciências médicas e da computação. Informações sobre o programa, incluindo as inscrições, podem ser obtidas no site do programa. Leia a reportagem completa em http://computerworld.uol.com.br/carreira/2013/12/02/profissionais-de-ti-podem-concorrer-a-bolsa-para-mestrado-no-exterior/

Fonte: COMPUTERWORLD

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Comércio eletrônico brasileiro movimenta R$ 424 milhões no Black Friday 2013

De acordo com a ClearSale, líder brasileira em soluções para autenticação de vendas no e-commerce, as vendas da edição 2013 do Black Friday, realizado na última sexta-feira (29/11), movimentaram R$ 424 milhões no comércio eletrônico brasileiro. O montante representa um valor 95% superior ao apresentado na mesma data do ano passado, quando foram movimentados R$ 217 milhões. A previsão inicial do Busca Descontos – criador do site www.blackfriday.com.br – era de uma movimentação de R$ 340 milhões.

“O Black Friday mais uma vez superou nossas expectativas e estabeleceu o recorde de vendas na história do comércio eletrônico”, afirma Pedro Eugenio, Presidente do Busca Descontos.

Os R$ 424 milhões movimentados no Black Friday superam em 552% as vendas de uma sexta-feira comum (08/11/2013). Ainda na mesma comparação dos dois dias, o número de pedidos efetuados no Black Friday foi 432% maior.

Ainda segundo dados levantados pela ClearSale, foram efetuados 969 mil pedidos de compra pela internet no dia 29 de novembro (crescimento de 79% em relação ao Black Friday 2012), com ticket médio de 437, 9% superior ao de 2012 e 23% maior do que uma sexta-feira comum.

“Uma característica forte do dia do Black Friday, é que há uma atividade intensa dos consumidores durante a madrugada. Em um dia normal, o horário entre 3 e 6 horas da manhã representa 1% das transações do dia. No ano passado, durante o Black Friday, esse horário representou 4% do total. Mas, esse ano, os sites se estruturaram melhor e durante a madrugada se concentraram quase 8% do total de transações, explica Bernardo Lustosa, vice-presidente da ClearSale.

Consumidores da região Sudeste responderam pela maior parte das vendas (68%), seguidos de Sul e Nordeste, ambos com 12%, Centro-Oeste (6%) e Norte (2%).

Analisando o perfil socioeconômico dos compradores, os mais atraídos pelas ofertas foram os jovens e adultos de até 30 anos. Enquanto em um dia normal, esse público é responsável por 39%. Durante o Black Friday desse ano, eles foram quase metade do volume: 45%. Adultos de 31 à 40 anos responderam por 29% das compras, enquanto as pessoas de 41 anos ou mais, foram responsáveis por 26% das aquisições.

No site www.blackfriday.com.br – criado pelo Busca Descontos e que reuniu ofertas de 109 de lojas virtuais – as categorias mais procuradas pelos consumidores foram:

1 – Telefonia

2 – Eletrodomésticos

3 – Eletrônicos

4 – Informática

5 – Games

O desconto médio no preço de produtos e serviços das lojas publicados no site www.blackfriday.com.br foi de 20%. As informações são de uma análise feita pela Sieve – empresa especializada em inteligência de precificação no comércio eletrônico – que comparou a média histórica de preços nos últimos 90 dias com os preços das lojas disponíveis no site.

O levantamento considera somente os produtos e serviços publicados pelas lojas no site www.blackfriday.com.br – que reúne ofertas de 109 varejistas virtuais. Segundo as informações, as categorias que tiveram os maiores descontos foram: Papelaria (31%); Moda e Acessórios (30%); e Casa e Decoração (28%).

Tradicional data do varejo americano, o Black Friday chegou ao comércio eletrônico brasileiro em 2010. Em sua primeira edição, a data movimentou aproximadamente R$ 3 milhões de reais. No ano seguinte, em 2011, foram movimentados R$ 100 milhões, segundo o e-bit. Já em 2012, a ação rendeu R$ 217 milhões em vendas no e-commerce, de acordo com dados da ClearSale.

Black Friday nos Estados Unidos

Nos EUA, as vendas no varejo online no dia 29 de novembro representaram cerca de US$ 1,93 bilhão, de acordo com a fabricante de softwares Adobe, que analisou 400 milhões de visitas em aproximadamente de 2.000 sites de compras americanos. O resultado mostra um aumento de 39% em relação a mesma data em 2012.

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Luís Mário Luchetta apresenta case do ICI em congresso

O diretor-presidente do ICI, Luís Mário Luchetta, foi um dos palestrantes do I Congresso Paranaense de Cidades Digitais, que ocorre hoje (28) em Curitiba. Ele participou do painel “Soluções para Cidades Digitais”, no qual apresentou o case “Por que Curitiba é a cidade mais digital do Brasil”, que fala sobre os projetos desenvolvidos pelo ICI para a Prefeitura de Curitiba.
O evento é promovido pela Rede Cidade Digital em parceria com o Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBQP); ocorre durante toda esta quinta-feira (28) no Auditório FESP. Tem como objetivo trazer discussões e experiências sobre projetos de TIC para gestão pública.
Em sua apresentação, Luchetta destacou o caráter inovador da cidade de Curitiba em relação aos serviços de tecnologia da informação e comunicação. “A Prefeitura inovou em 1998, quando qualificou o ICI como Organização Social”, disse o presidente. “Isso trouxe celeridade na contratação e implantação dos serviços.”
Ele falou também sobre o “papel constitucional da iniciativa privada no desenvolvimento do país”. “As cidades são a razão de ser de uma nação. O que há de mais prioritário é o desenvolvimento das cidades”, concluiu.
Para Luchetta, é “muito importante” participar de eventos como o Congresso Paranaense de Cidades Digitais, que reúne representantes de diversos municípios do estado e convidados de outras regiões brasileiras. “É um momento espetacular para Curitiba, uma oportunidade excelente para mostrar seus projetos a outras cidades e instituições”, comentou.
O Congresso
Abrir espaço para diálogos a respeito do melhor uso que pode ser feito da infraestrutura tecnológica utilizada em municípios que implantaram, ou irão implantar, iniciativas desta natureza. Este é um dos focos do Congresso, abordado em palestra da secretária nacional de Inclusão Digital do Ministério das Comunicações, Lygia Pupatto.
Um dos mais importantes debates deve ocorrer durante a tarde e trata da função social das cidades digitais, fugindo da ideia de priorização apenas dos progressos tecnológicos. O assunto será abordado pelo Prof. Dr. Leonardo Mendes, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
Participam ainda do evento representantes do Governo do Estado do Paraná, Prefeitura de Curitiba, Serpro, Anatel, Viga, Furukawa, Genez, Celepar.

Rodadas Regionais
As atividades do Congresso tiveram início em maio deste ano, percorrendo o estado por meio de Rodadas Regionais, recolhendo informações e experiências. Os municípios que receberam esses encontros foram Curitiba (23/05), Londrina (27/06), Foz do Iguaçu (29/08), Ponta Grossa (26/09) e Campo Mourão (24/10). Cerca de 150 cidades participaram dos eventos regionais.

Autor: ICI e Rede Cidade Digital

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Design Thinking: Criatividade nos Negócios e Inovação nas Organizações

O mundo mudou radicalmente desde a Revolução Industrial; MBAs lançados em 1881 e atuais técnicas de negócios não são mais tão eficazes no mundo complexo e desafios sistêmicos enfrentados pelas empresas e seus gestores. Modelos de negócios como, por exemplo, os da indústria musical se tornaram obsoletos frente a novos modelos como o da Apple (iPod+iTunes), a qual oferece músicas a menos de US$ 1,00 cada através de uma experiência que encanta usuários no mundo inteiro. Até mesmo a indústria da pirataria sentiu os efeitos desta inovação. “Os executivos, gestores e colaboradores de todos os níveis de uma organização que considera a inovação como aliada para vencer a concorrência, minimizar custos e maximizar resultados, podem usufruir do modelo mental e metodologia presentes no Design, afirma Gustavo Machado, Design Thinker que integra o time da Razão Humana Consultoria.

O Design Thinking tem trazido clareza de maneira visual a temas complexos há algum tempo. Mais recentemente, a aplicação da Criatividade e de ferramentas visuais nos Negócios e Inovação em Produtos e Serviços passou a ser adotada por organizações de todos os setores da economia mundo afora. Pode ser utilizado para desenvolvimento de novos produtos, readequação dos atuais, na melhoria de processos, na comunicação interpessoal, redução de custos, soluções gerenciais, problemas da sociedade, incluindo soluções de impacto globais, entre outros.

O termo foi cunhado por Tim Brown, CEO da IDEO, para conseguir expressar a diferença entre ser designer e pensar como designer. E em momento algum os designers tradicionais, que projetam layouts, produtos, sites e embalagens vão perder espaço. Pelo contrário, os designers terão mais oportunidades e ampliarão o campo de atuação dentro dos novos ambientes de negócios com visão estratégica propiciada pelo Design Thinking.

Metodologia do Design Thinking
O modelo possui várias formas de aplicabilidade tais como: Cursos in company básico, intermediário e avançado; desenvolvimento de projetos sob medida para as necessidades de cada empresa, formação de multiplicadores internos e assessoria a implementação do processo. O treinamento é expositivo, com discussões, prática (Design Thinking), dinâmica de grupo, análise de filmes, cases, leitura de artigos. A carga horária é de 16 horas para o Básico e 24 horas para Intermediário.
Para mais informações, acesse: http://www.razaohumana.com.br

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Brasil é o país que melhor remunera os gerentes na América Latina

Apesar do baixo crescimento do PIB brasileiro e o ritmo mais conservador da economia, o Brasil ainda é o país que melhor remunera os profissionais de gestão na América Latina. É o que aponta o Estudo de Remuneração da Michael Page 2013/14, que avaliou a remuneração de 31 cargos nos países que a empresa atua na América Latina – Brasil, México, Argentina, Chile, Peru e Colômbia. De acordo com a pesquisa, em 48% de todas as posições avaliadas, o Brasil tem as melhores remunerações para a média e alta gerência, seguido do Chile, com 29% e Peru, com 10% das posições avaliadas. Na contramão, a Colômbia apresentou os menores salários nas posições avaliadas pelo estudo.Os valores apresentados foram retirados dos Estudos de Remuneração e desenvolvidos por cada um dos países pesquisados. Na pesquisa, foram avaliados 14 setores: Bancos, Engenharia e Manufatura, Finanças, Saúde, RH, Seguros, Jurídico, Óleo e Gás, Propriedade e Construção, Varejo, Vendas, Suprimentos, Tributos e TI.

Segundo Patrick Hollard, diretor do PageGroup para América Latina, mesmo com as incertezas econômicas que o país enfrentou, o Brasil tem setores que vão muito bem e que demandam profissionais em grande escala, o que impulsiona os salários dos executivos. Nas áreas de construção e impostos, por exemplo, os profissionais chegam a ter remunerações muito maiores que os outros países da AL.Outro ponto de destaque segundo Hollard é a economia mexicana, que apresentou crescimento de 4% no PIB em 2012. “O México embora tenha uma economia 50% menor que a nossa vem apresentando bons resultados e isso estimula as empresas a contratarem os melhores profissionais”, explica.

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