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Estratégia de Dados e Big Data são as principais tendências em TI para 2017 – Por Marcelo Sales

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Aproveitar dados, fazer uso deles e conseguir novas formas de aumentar receitas e reduzir custos. A Estratégia de Dados deve ser a principal tendência para os CIOs trabalharem em 2017. A consolidação do Cloud Computing e o trabalho integrado entre tecnologia e a área financeira, responsável por agregar mais valor ao negócio, também exigirão atenção em 2017.

2016 foi um ano de intensa aprendizagem em relação ao uso do Cloud Computing. Certamente teremos o controle de alguns dados dentro da empresa, enquanto outros estarão fora. É recomendável que, nos próximos anos, tenhamos como foco encontrar o equilíbrio entre as informações internas e os dados da nuvem. Com isso, vamos entender qual o nível de mobilidade que precisamos desses dados.

Outros temas muito fortes em 2016 foram: o armazenamento em flash, devido principalmente ao seu custo reduzido, e também a necessidade de adicionar valor ao negócio de TI. Graças à pressão das companhias para concretizar a Transformação Digital nas empresas, as áreas de negócios estão mais adiantadas que as de tecnologia. Isso exige que a TI tenha uma postura dedicada ao negócio tradicional, mas que também tenha foco em inovação.

Sabe-se que 82% de todos os recursos da TI são para manter os sistemas existentes. Precisamos pôr mais energia em inovar, por isso o papel do CIO deve mudar para que ele valorize ainda mais o negócio. Esse valor, muitas vezes, virá dos dados disponíveis, isto é, da capacidade das empresas de pegar dados estruturados e não estruturados, que venham de máquinas ou de pessoas, para integrá-los, analisá-los e, com isso, encontrar informação valiosa. Trata-se de uma análise que efetivamente permita gerar ações de negócios.

Hoje a maioria das empresas já possui os dados que necessitavam para trabalhar. O desafio agora é gerar real valor dessa informação. Temos estatísticas que apontam que só 3% dos dados de uma empresa são usados para análise, o que é muito pouco. Ainda temos muito a fazer.

Um dos principais desafios para os CIOs em 2017 será, certamente, implementar uma Estratégia de Dados efetiva, que vai do armazenamento, passa pelo gerenciamento de dados e garante a mobilidade e reuso dessas informações. No modelo tradicional, muitas vezes o CIO apenas armazena e cuida dos dados, mas não tira real proveito deles. A verdade é que a análise de dados vai muito além de gráficos e telas bonitas. É preciso coletar os dados, armazená-los, garantir sua segurança, dar acesso a eles, mobilidade e ainda promover o reuso. Poucas empresas são capazes de realizar todo este processo, e a Hitachi é uma delas.

Outro fator que merece destaque é que já a partir de 2017 a maior parte dos dados será gerada pelas máquinas, e não por pessoas. Serão os sensores, as câmeras de segurança, os aparelhos de saúde, entre outros, as principais fontes de informação. O verdadeiro Big Data vem das máquinas e o armazenamento dessas informações transforma a tecnologia da informação em verdadeiras empresas de inovação social, que busca soluções para beneficiar os negócios e fazer o melhor para a sociedade.

A TI deve ainda prestar atenção aos avanços do setor financeiro, que teve uma grande evolução tecnológica no último ano. Na América Latina, é preciso ficar atento também ao setor de agronegócio, pois ele está envolvido diretamente com os principais problemas que podemos ter no futuro: o fornecimento de água, alimentos e energia.

Ainda em 2017, os CIOs passarão a trabalhar com vários parceiros estratégicos, especialistas que irão assumir diferentes partes da operação. Essa é uma forma de delegar funções e, com isso, conseguir se concentrar na inovação.

Marcelo Sales, CTO Latam da Hitachi Data Systems.

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HID Global e HST Software firmam parceria no mercado de cartões personalizados e de crédito na América Latina

A HID Global, líder mundial em soluções confiáveis de identidade, acaba de anunciar uma parceria com a HST Software Solutions, especializada na oferta de softwares para a indústria financeira, para atender ao mercado latino americano de cartões personalizados e de crédito. Com a parceria, os sistemas da HST e as impressoras de cartões personalizados de identidade da linha FARGO® da HID Global oferecem às empresas dos setores de Finanças e Varejo uma solução completa de emissão segura.

Com a parceria entre HID Global e HST, agências bancárias e lojas contam agora com uma solução capaz de fazer a emissão de cartões instantaneamente e com total segurança, reduzindo o custo de envio de cartões por correio, evitando fraudes geradas por extravio de cartões e possibilitando ao cliente a compra imediata de produtos e serviços oferecidos por essas empresas, por meio da função crédito. Além disso, essa parceria trará mais agilidade nos processos necessários à certificação dos produtos, suporte local em português e espanhol e atendimento completo às demandas de implementação nas empresas.

“O cotidiano da emissão de cartões em instituições bancárias e varejistas é um fator que pode alavancar a produtividade das operações. Com essa nova aliança, o mercado de cartões tem um ganho expressivo, considerando que a HST Software e HID Global são players líderes em seus segmentos”, diz Fernando Giroto, diretor de Secure Issuance (Emissão Segura) da HID Global para o Brasil e Cone Sul. “O software da HST compõe uma solução madura e consolidada no mercado, totalmente customizável de acordo com as necessidades dos clientes. As impressoras HID serão instaladas nas agências bancárias e lojas, já alimentadas com os cartões pré-impressos com a arte dos clientes, oferecendo um ganho real de tempo no processo de ativação dos cartões.”

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Proteção de Dados Pessoais e o Papel do Governo – Por Francisco Camargo

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Em 6 de janeiro de 1978 – uma data histórica para o mercado de tecnologia – a França se tornou o primeiro país do mundo a criar uma lei relativa à informática, arquivos e liberdades, segundo a nomenclatura da época.

Naquela ocasião, a preocupação era que, com a capacidade da tecnologia da informação, o governo francês conseguisse cruzar todas as bases de dados dos cidadãos e acabasse com a privacidade dos franceses. Essa lei deveria estabelecer limites para isso.

De lá para cá, os governos conseguem cruzar todos os dados sobre a nossa vida pessoal, sabem quanto gastamos durante o ano nos cartões de crédito, qual foi a nossa movimentação financeira, quantas multas levamos e, portanto, onde estivemos, os hotéis em que nos hospedamos, sabem o que acessamos na internet, etc.

Vamos supor que os governos agem de boa fé. Portanto, quem não deve não teme. O problema é que o governo é capaz de fazer tudo isso, mas organizações criminosas também o são, consequentemente, é necessário se levar isso em conta em qualquer política nacional de segurança da informação e privacidade dos dados.

Desde maio de 2016, discute-se o Projeto de Lei 5276/2016 que trata da Proteção de Dados Pessoais, assunto delicado, pois de um lado se quer ter o máximo de privacidade pessoal, com o máximo de conforto e sem atrapalhar o desenvolvimento do país, numa era em que a economia mundial se transforma em uma economia movida a dados.

De uma análise do projeto, chama a atenção o artigo 2º, item III:

A disciplina da proteção de dados pessoais tem como fundamento o respeito à privacidade e:

I- A autodeterminação informática;

II- A liberdade de expressão, de comunicação e de opinião;

III- A inviolabilidade da intimidade, da vida privada, da honra e da imagem;

IV- O desenvolvimento econômico e tecnológico; e

V- A livre iniciativa, a livre concorrência e a defesa do consumidor.

Bem como o artigo 5º, que descreve, no seu item I o seguinte:

I- Dados pessoais: dado relacionado à pessoa natural identificada ou identificável, inclusive números identificativos, dados locacionais ou identificadores eletrônicos quando estes estiverem relacionados a uma pessoa;

De fato, por privacidade, entende-se que ninguém vai irromper em sua casa ou trabalho para ameaçá-lo, roubá-lo, ou que ninguém vai usar o seu nome, roubar a sua identidade.

As três histórias a seguir, que vêm acontecendo constantemente, ilustram concretamente o item III do parágrafo 1º do PL 5276/16.

A aposentada:

O telefone toca, a aposentada atende e quem se apresenta diz que faz parte da Central de Bancos (?):

CB – Bom dia! Gostaria de falar com a Sra. Letícia.

Le – É ela.

CB – Bom dia, Dona Letícia. Aqui é o Alfredo, da Auditoria da Central de Bancos, e gostaria de confirmar se a senhora quer mesmo um Cartão MCard Black para aposentados, sem taxa de anuidade para o resto da vida e com limite de crédito de 20 mil reais?

Le – Bem, não tem custo mesmo?

CB – Absolutamente e a taxa de juros é a menor do mercado, 1,99% ao mês contra 14% dos outros cartões.

CB – Preciso confirmar alguns dados que já tenho com a senhora, pois necessito identificação positiva de que a senhora é mesmo a Dona Letícia. Eu falo e a senhora só confirma:

CB – Seu CPF é 202.728.497-08? A senhora reside à Rua Santa Antonia, 45 ? Sua mãe é a Senhora Judith? Sua conta no Banco Federal é na agencia 3045, conta 27889-5?

Le – Sim.

CB – Muito bom. A sua identificação está confirmada.

CB – Para finalizar e a senhora receber o seu MCard Black sem anuidade pelo resto da sua vida, precisamos de cópia da sua carteira de identidade, do seu CPF e de prova de residência, que pode ser a conta de luz.

CB – Como se trata de um Cartão MCard Black, enviaremos um mensageiro à sua casa para coletar os documentos. O cartão e a senha a senhora receberá pelo correio em envelopes separados.

Ela liga para o filho, pouco antes de entregar os documentos para o portador e ele consegue convencê-la que tudo não passa de um golpe, de mais um roubo de identidade.

Aparentemente, o único lugar em que os criminosos poderiam acessar todos esses dados é no cadastro do INSS. Será que os dados do cadastro foram hackeados?

A multa:

José recebe uma multa de trânsito por não respeitar o rodízio, em São Paulo: R$ 130,16. Verifica a foto e a placa. Tudo confere. Como é desconfiado, verifica o RENAVAN, que também confere.

Não lembra de andar com o carro na quinta-feira, mas pensa “pagamento dentro de 30 dias com desconto de 20%. Melhor paga logo em banco para se livrar do problema e economizar R$ 26,00”.

No licenciamento, meses depois, verifica que aquela multa nunca existiu.

Criminosos tiram fotos aleatórias, montam a multa, com um código de barras que leva à conta corrente bancária de algum “laranja”. Conseguiram todos os dados do José em algum lugar, a partir da placa chegaram ao RENAVAM, do RENAVAM ao seu endereço e enviaram a falsa multa.

Será que o cadastro do Detran ou do Contran foi hackeado?

A revista:

Maria recebe propaganda da Revista no seu e-mail, mas em nome do seu falecido pai. Estranho, porque ele nunca teve e-mail na vida. Maria reflete sobre o problema e lembra que o único lugar em que informou o seu e-mail como sendo o do pai foi no Imposto de Renda.

Como a Revista teve acesso aos registros do seu pai na Receita Federal?

Como agora o debate sobre privacidade e proteção de dados permeia a sociedade, o Congresso, Executivo e Judiciário, está na hora de voltar às origens do problema e discutir, claramente, o que são dados pessoais, metadados e o que de fato se entende por privacidade e o real papel do Governo.

Ninguém quer que seus dados pessoais sirvam para criminosos roubarem a sua identidade, nem invadirem a sua casa quando saem de férias, sequestrarem os seus filhos na escola, e mesmo divulgarem a sua intimidade.

O artigo 5º do PL 5276/16, item I lembra que são dados pessoais: inclusive números identificativos.

O mais importante dado pessoal que cada um tem no Brasil, seu único número identificativo é o número do seu CPF e, por incrível que pareça, esse é um dado público.

Faça uma pesquisa do Google colocando no campo de busca o seu nome seguido pelo seu CPF e você, certamente, encontrará o seu CPF.

Outro dado pessoal muito importante é a sua residência. Use o mesmo site de busca e você encontrará facilmente o seu endereço.

Os mais importantes dados pessoais (CPF e Residência) estão em Bancos de Dados Públicos, que não são criptografados ou não têm acesso controlado. Qualquer funcionário com as credenciais adequadas pode acessá-lo e ninguém controla a necessidade desse acesso.

Qualquer ação na Justiça que você faça parte tem o seu CPF disponível para quem quiser ver.

Existe mesmo a lenda de que é possivel comprar o cadastro de contribuintes e do INSS na Rua Santa Efigênia, em São Paulo, com os dados cadastrais e mesmo de renda de qualquer um.

Evidentemente, que a Justiça tem que ser transparente, mas, com a tecnologia de hoje é possível criptografar os dados e, na hora da apresentação, usar a tecnologia Format Preserved Encription, e os dados aparecem com o formato preservado, como já fazem os cartões de crédito:

José Antonio Silva, CPF 201.XX9.XX7-49, residente e domiciliado à ALXMXXA XOX NXXBIQXXS n. 0X7X, e-mail JXXXXO.XXXA@UOL.COM.BR.

Esses dados seriam suficientes para identificar o Sr. Silva, mas não o suficiente para roubar a sua identidade.

Incomoda-me receber e-mails não desejados, pois o emissor não está respeitando o Código de Ética, mas incomoda-me muito mais ter a minha identidade roubada, cartões de crédito emitidos em meu nome e uma dívida desconhecida aparecer no fim do mês.

A tecnologia não pode nem deve atropelar a privacidade individual, mas ao contrário. No Brasil de hoje, certamente, com mais tecnologia, mais criptografia e apresentação mascarada de dados com o formato preservado ajudariam de fato a defender a nossa privacidade.

O ataque à privacidade não vem só dos sites de auxílio à navegação, nem dos de ofertas de sapatos, mas vem, principalmente, da falta de tecnologia e segurança dos bancos de dados dos governos, nos três níveis.

A proteção dos dados começa com a segurança dos dados em poder dos governos.

Embora o Governo Federal tenha avançado na gestão e na segurança da informação, com o lançamento de uma política e de uma estratégia nacional de governança da informação, em 2016, há muito a fazer nessa área, tanto no governo federal como nos governos estaduais e municipais.

Falta uma norma nacional para todos os níveis de governo, algo com a PCI, que é a norma internacional para cartões de crédito (Payment Card Industry Data Security Standard), que defina os padrões mínimos para o armazenamento e exposição dos dados privados em poder dos Governos. Sem isso, a privacidade não estará garantida.

Francisco Camargo, Presidente da ABES – Associação Brasileira de Empresas de Software

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TI Híbrida está no Topo da Agenda de Redes das Empresas em 2017

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O estudo foi baseado nas respostas de 150 profissionais de tecnologia sobre como os tomadores de decisão estão utilizando e planejando utilizar suas redes de forma mais estratégica e efetiva sob uma estrutura de TI híbrida.

Principais Conclusões:

TI Híbrida é muito ou razoavelmente familiar à vasta maioria do público de TI e redes, tendo como principais benefícios agilidade (59 por cento), alinhamento entre TI e objetivos de negócio (53 por cento), disponibilidade/desempenho de aplicativos (42 por cento) e segurança (37 por cento).

Quase metade dos participantes da pesquisa está usando serviços de nuvem para as cargas de trabalho mais importantes, um forte indicador de que a computação em nuvem está no centro dos esforços de transformação digital de muitas organizações.

Segurança, tempos de atividade confiáveis, capacidades de banda e baixa latência são os atributos principais que os participantes buscam nas redes de suas empresas ao acessar serviços em nuvem.

Na maioria, as empresas estão razoavelmente satisfeitas com a forma com que suas redes correspondem às exigências de rede mais mencionadas, apesar de relativamente poucas admitirem estar muito satisfeitas. A Level 3 pediu aos participantes para classificar a importância de uma variedade de atributos, assim como sua satisfação com o desempenho destes atributos pelos provedores de serviço, e encontrou na média um índice de satisfação 11 por cento mais baixo do que o índice de importância.

As empresas ainda não transformaram dramaticamente suas conectividades de rede para a nuvem e TI híbrida, mas esperam fazer melhoras significativas em suas conectividades de rede nos próximos 12 meses.

Para Paul Savill, vice-presidente sênior, Global Core Product Management para a Level 3, “TI Híbrida é a fundação para uma transformação digital de sucesso. Para reforçar seus programas de TI híbrida, as empresas precisam alavancar as novas tecnologias disponíveis para aprimorar sua infraestrutura de rede e obter maior segurança, flexibilidade e automação”.

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Tecnologia inteligente é o futuro da indústria que atende o comércio internacional

O investimento cada vez maior em tecnologia é visto por muitos especialistas como tendência nos setores de comércio exterior, logística e transporte de cargas. Integrando a chamada “Indústria 4.0” ou “Quarta Revolução Industrial”, que prevê a evolução e a transformação dos mercados no âmbito de novas soluções e de tecnologias inteligentes, grandes empresas apostam no desenvolvimento de softwares e serviços automatizados e integrados para reduzir custos, aumentar a eficiência, a produtividade e a competitividade.

Uma delas é a Bysoft/NSI. De acordo com a CEO da empresa, Edneia Moura Chebabi, a Bysoft não desenvolve apenas sistemas que visam a gestão dos processos relacionados ao comércio exterior, mas soluções cognitivas, com foco na produtividade e na redução de custos de todos os intervenientes da cadeia: agentes de carga, exportadores, importadores e despachantes aduaneiros. “Todas as nossas soluções são integradas, de maneira inteligente, provendo informações online e em tempo real que são distribuídas pela cadeia e permitem a rápida tomada de decisões tanto pela indústria quanto pelo prestador de serviços”, afirma.

A executiva acrescenta ainda que, controlar os prazos de cada fase do processo de desembaraço aduaneiro é a expertise da companhia e cita alguns exemplos dos serviços oferecidos. “Os processos da indústria farmacêutica são um exemplo, pois envolvem o controle por parte da Anvisa. Contribuímos para que o prazo de liberação dos produtos seja infinitamente menor, proporcionando o peticionamento de forma automatizada. Outro exemplo são as contenções de multas, em processos que envolvem o Siscarga (sistema de controle de cargas da Receita Federal), no qual ofertamos uma ferramenta de integração em tempo real, com alertas automáticos”, ressalta a CEO da Bysoft, que será uma das expositoras da Intermodal South America, de 4 a 6 de abril, em São Paulo (SP).

Por outro lado, quando o assunto é a tecnologia aplicada ao segmento portuário, a T2S Tecnologia aposta no desenvolvimento de softwares customizados para os principais portos e terminais do país. Segundo o diretor comercial da empresa, Ricardo Pupo Larguesa, o ano de 2016, na contramão da crise econômica, foi muito bom para a T2S. “Expandimos nossa atuação para diversos outros estados. Em um comparativo de 2015 para 2016, esse foi um dos fatores que fez com que registrássemos um crescimento de mais de 60% em nosso faturamento”, comemora.

Larguesa destaca também alguns cases que contribuíram para que a empresa pudesse alcançar este resultado. “Fizemos algumas grandes implementações no último ano, como a troca do sistema de controle operacional do terminal de contêineres do porto de Paranaguá, no Paraná, por um software norte-americano, o Navis, do qual somos parceiros. Paralelamente, realizamos também a substituição do sistema operacional do terminal de contêineres do porto de Suape, em Pernambuco, que entrará em produção agora em fevereiro”.

“Outras implementações que estão em andamento são as dos novos sistemas de operações dos terminais da Wilson Sons em Rio Grande, no Rio Grande do Sul, e em Salvador, Bahia, com conclusões previstas para o final do primeiro semestre e para o fim do segundo semestre deste ano, respectivamente”, completa o diretor comercial da T2S Tecnologia, que também irá apresentar suas novidades na Intermodal.

“A inserção dos conceitos de Sistemas Ciber-Físicos, Internet das Coisas e Computação em Nuvem não só nos portos, mas em todas as vertentes dos setores de transportes de carga, logística e comércio exterior é, felizmente, um caminho sem volta. A iniciativa privada vem estudando e implementando muitas possibilidades. Só na Intermodal temos mais de 12empresas de tecnologia expondo soluções. O setor acadêmico também contribui. Vale lembrar que, já em 2008, a Escola Politécnica (Poli) da USP começava a desenvolver, por exemplo, uma tecnologia de rastreamento da cadeia logística da carne bovina, que agiliza o processo de exportação, e que hoje é o sistema oficial utilizado pelo Ministério da Agricultura”, reforça Ricardo Barbosa, gerente do evento.

Tendências – De olho no futuro da inovação no transporte, armazenagem e distribuição de cargas, a 23ª edição da Intermodal promoverá o evento “Tendências Tecnológicas na Logística”, em um encontro que reunirá especialistas, executivos e representantes do setor, onde serão apresentadas e discutidas as últimas tendências e estratégias em conceitos, modelos, processos e tecnologias inteligentes.

Com início às 08h30 do dia 6 de abril, o evento contará com uma repleta grade de programação. Às 09h, a gerente de logística da Ajinomoto, Maristella Andrade, palestrará sobre a aplicação do footprint como solução integrada para otimizar a cadeia de suprimentos. Às 09h40, o diretor industrial da Lóreal, Antônio Grandini, e o professor de logística e orientador de gestão empresarial da consultoria Premiatta, Paulo Bertaglia, dissertarão sobre “a quarta revolução industrial” e a “logística 4.0”.

Já às 10h50 será a vez do professor e coordenador do laboratório em logística e transporte da Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo da Universidade Estadual de Campinas (FEC/UNICAMP), Orlando Fontes Lima, que apresentará o raio x da logística do futuro e as macro tendências tecnológicas que podem transformar o cenário logístico atual. Por fim, às 11h40, o diretor de logística e transporte da Pirelli na América Latina, Rodolfo Giotto, debaterá sobre o que as empresas estão fazendo para inovar em momentos de crise.

Para mais informações sobre essa e outras conferências da Intermodal 2017, acesse – http://www.intermodal.com.br/pt/conferencia-2/primeiro-dia

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Teradata é lider em Big Data e Analytics

A Teradata (NYSE: TDC), empresa líder em soluções analíticas, teve sua posição de liderança reconhecida no mais recente relatório, entitulado “Big Data Warehouse Landscape”, um estudo elaborado anualmente pela The Information Difference, empresa internacional de análise de gerenciamento de dados. A Teradata foi considerada a empresa número um em tecnologia e satisfação do cliente. A empresa também ficou entre os quatro maiores players em presença de mercado. A pesquisa tem como base a avaliação dos 25 maiores fornecedores globais de data warehouse. O relatório da pesquisa mostra provedores de data warehouse posicionados em um diagrama de eixos em duas categorias: Tecnologia e Força de Mercado.

“Nossas avaliações descobriram que a tecnologia da Teradata lidera o mercado global de dados nas categorias: satisfação do cliente, maturidade e funcionalidade”, disse Andy Hayler, diretor executivo e co-fundador da The Information Difference. “A força de mercado da Teradata também continua a ser sólida no começo de 2017, já que a empresa marca presença em todos os líderes de mercado de varejo, finanças, ecommerce, manufatura e outras verticais em todo o mundo”.

Hayler observou que os clientes consultados nesse relatório afirmam que estão mais do que satisfeitos com a tecnologia, serviços e expertise de implantação da Teradata. Hayler felicitou a Teradata no relatório por ter “os clientes mais felizes” entre os 25 maiores fornecedores de Analytics do mundo.

“A Teradata está animada por ter sido nomeada líder tecnológica entre tantos provedores nesse mercado. A análise de dados é a nossa paixão e estamos extremamente focados na inovação, desenvolvendo novas tecnologias que permitam aos nossos clientes gerar resultados extraordinários”, disse Oliver Ratzesberger, Vice-Presidente Executivo e Chief Product Officer da Teradata. “Estamos ainda mais satisfeitos com a liderança na pesquisa da The Information Difference, já que o levantamento teve como base critérios que analisaram a funcionalidade e maturidade das aplicações. Estes são atributos importantes em um momento em que a onda de inovações no mercado pode obscurecer o valor do conhecimento que é gerado pela análise de dados, prejudicando o retorno sobre o investimento que beneficiam os clientes de Teradata. ”

De olho nas inovações de mercado a Teradata lançou em 2016 o Teradata Everywhere , o banco de dados analítico de processamento paralelo mais completo do mundo, atendendo várias nuvens públicas, nuvem gerenciada e ambientes locais, incluindo o Amazon Web Services, o Microsoft Azure, o Teradata Managed Cloud, software de virtualização VMware® e a plataforma Teradata IntelliFlex . Outra novidade é a capacidade de processamento do Teradata “Borderless Analytics” (ou Análise sem Fronteiras), que teve muitos ganhos com as últimas versões do software Teradata QueryGrid para análise em data warehouses heterogêneos que contam com vários sistemas em sua composição. Outra novidade apresentada em 2016 foi o software Teradata Unity para orquestração automatizada e sem interrupções de um ambiente Teradata de nuvem híbrida.

Nesse novo relatório da The Information Difference o posicionamento de cada fornecedor é derivado de um conjunto ponderado de pontuações com base nos seguintes fatores: a satisfação do cliente medida por meio de um levantamento de “clientes referência”, opinião de analistas da tecnologia, maturidade da tecnologia e amplitude tecnológica em termos de sua cobertura se comparada ao modelo de funcionalidade da Information Difference.

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Business Intelligence ganha espaço no setor imobiliário

Menor número de lançamentos, estoque de empregos baixo e pouca confiança dos empresários. Esses são os reflexos da crise econômica no Brasil, sentidos principalmente pelo setor imobiliário, que nos últimos anos buscou novas ferramentas para se manter lucrativo. É o caso da incorporadora EBM, que decidiu investir na solução de Business Intelligence da Targit para impulsionar o seu negócio.

Em síntese, a partir da integração realizada em fevereiro de 2016 e com as análises do BI, a EBM conseguiu se estruturar em meio às incertezas econômicas e planeja crescer. A visão holística dos negócios trouxe a oportunidade de investimento em novos projetos como a diversificação de seu portfólio e na interiorização de seus empreendimentos. Para 2017, a incorporadora estima faturar R$ 400 milhões, além de já ter acumulado R$ 1 bilhão em Valor Geral de Vendas (VGV) de terrenos comprados em todo território brasileiro para lançamentos previstos para sair do papel nos próximos três anos.

“Enfrentamos o período de crise com muita cautela e uma das dificuldades que tínhamos era o gerenciamento e consolidação das informações de toda a holding para a análise e gestão da diretoria. São milhares de dados espalhados em infindas planilhas e conseguir ser assertivo na tomada de decisão não era tarefa fácil. Foi quando nos surgiu a ideia de fazer uma gestão por meio do Business Intelligence”, explica Bruno Thomaz, Gerente Financeiro e de Controladoria da EBM.

Após a procura por diversas opções de tecnologia para otimizar os processos internos e tornar a administração dos conglomerados mais dinâmica, a incorporadora decidiu adquirir o recurso de Inteligência de Negócios da multinacional dinamarquesa Targit. A ideia era integrar uma tecnologia que conseguisse cruzar as informações de todas as áreas – desde as despesas administrativas até o faturamento final.

O executivo explica que os ganhos foram inúmeros após a implantação, por exemplo, redução de tempo, fechamento contábil trimestral (antes era realizado anualmente) e cruzamento de despesas administrativas versus faturamento. “Foi possível reduzir custos inerentes ao tempo, além de melhorar a produtividade da incorporadora em todos os âmbitos. Hoje, nós temos um conjunto de dados mais precisos, onde o acompanhamento de todos os projetos é realizado diariamente dentro do projeto macro, que é o de Business Intelligence. A princípio, a ferramenta foi aplicada nas áreas financeira e comercial. Hoje, todas as áreas foram integradas ao BI”, avalia.

Com a sede matriz em Goiânia, atualmente a EBM configura-se como uma empresa de real state. Atua como incorporadora e construtora, além de possuir unidades de negócios focadas nas incorporações, propriedades, urbanismo, loteamento e imóveis destinados à venda. “Atuamos desde 2009 mais fortemente em Goiânia e Brasília. Agora, estamos com projetos para o interior de São Paulo em cidades como São Carlos, Araraquara e Campinas”, finaliza Thomaz.

Profissionalizar foi um desafio

Para que o ganho fosse efetivo, capacitar os profissionais internos era um dos desafios da empresa, que optou por treinamentos direcionados aos profissionais de TI e Controladoria, com a intenção de deixa-los a cargo dos “cubos” – nome dado à criação dos projetos dentro da ferramenta de BI da Targit. A implantação foi iniciada em fevereiro de 2016, com a capacitação da equipe junto aos seus respectivos gestores, entre eles os Analistas e Especialistas no desenvolvimento dos Cubos, Rodolfo Miranda e Felipe Assis, e o Analista e Especialista em Infraestrutura de TI, Fabio Alencar. A estratégia adotada foi de caráter experiencial e a principal ação era a montagem de análises, onde eram necessárias a utilização de planilhas bastante complexas de DRE (Demonstração de Resultado do Exercício).

“Esses tipos de planilhas são difíceis de serem manuseadas porque a nossa empresa é bastante completa em termos de software. Temos vários sistemas que coletam informações de viés financeiro, comercial, contábil, além de folha de pagamento e vendas. E como fazer para que todos esses sistemas se comuniquem de forma a levantar as informações para a planilha de DRE? Como gerar gráficos e informações gerenciais? A resposta foi bem fácil. Em termos de custo-benefício, a ferramenta de BI foi capaz de integrar todos os nossos sistemas para que se tornassem um só”, diz Kaio Sousa, Coordenador de TI da EBM.

Allan Pires, CEO da multinacional dinamarquesa Targit para a América Latina & Texas, comenta que um dos ganhos com o Business Intelligence está na construção e/ou migração das informações – de maneira fácil e rápida – de outros softwares para dentro da plataforma da Targit, ou seja, a solução de BI possibilita a não dependência de outros sistemas para a construção das análises micro e macroeconômicas. A migração é instantânea.

Agora, tanto a diretoria quanto os gestores de cada área podem visualizar e realizar as mudanças em tempo real de um projeto como a mudança nas datas de lançamento de um empreendimento. Além disso, a EBM possui um comitê responsável pela formatação e escolha dos layouts dos gráficos, entre outras ações exercidas dentro da ferramenta.

Allan ressalta que o mercado está cada vez mais receptivo para ferramentas de exploração de dados. “Com o BI, as empresas não precisam mais olhar o futuro pelo retrovisor. É possível trazer áreas extremamente complexas para o mundo dos gráficos e dos números gerenciais e este processo só tende a melhorar com o tempo. Os novos formatos oferecem mais subsídios para os empresários, tendo em vista as suas capacidades competitivas”.

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Dados revelam que o Brasil não pode mais ser apenas um produtor de commodities, afirma ABDI

Guto Ferreira, presidente da ABDI

Guto Ferreira, presidente da ABDI

“A queda de 6,6% na produção industrial em 2016 e o crescimento de 2,3% em dezembro são dados que deixam muito claro o que está acontecendo com o setor. O número positivo no mês passado não terá sustentação no longo prazo se não repensarmos a indústria brasileira. O sucateamento é algo claro, mas este não é o principal problema. Além do país precisar investir muito em tecnologia e inovação, através de políticas públicas, é preciso ampliar a visão do que é prioridade para o crescimento do Brasil e consequentemente para a geração de empregos. A produção e exportação de commodities já conseguiu o seu espaço na economia e hoje estamos entre os maiores do ranking global. Entretanto, exportamos produtos de baixo valor agregado e importamos produtos com alto valor. Como exemplo, cito que enviamos para fora do país o melhor café do mundo e importamos cápsulas do mesmo produto por um preço muito superior. Este processo vai contra a lógica de mercado. A ABDI tem com meta fomentar uma mudança drástica no setor, com a inclusão das “startups” dentro das indústrias. Precisamos pensar 20 anos para frente, para começar a recuperar os 20 anos que estamos para trás em relação ao resto do mundo”, comenta Guto Ferreira, presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI).

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Com medo da entrevista de emprego? Saiba como o aplicativo #BeFearless da Samsung pode ajudar

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É difícil encontrar uma pessoa que não tenha ficado com vergonha, tímida ou com medo de falar em uma entrevista de emprego. É comum que, nessas situações, a falta de confiança atrapalhe na conquista da tão sonhada vaga. Pensando em ajudar a superar fobias como a de falar em público, a Samsung lançou no país o programa #BeFearless, parte da campanha global Launching People, para ajudar pessoas a utilizarem a tecnologia como acelerador do potencial humano.

O aplicativo #BeFearless – módulo Medo de Falar em Público está disponível em três versões – uma delas conta com exercícios desenvolvidos para o universo profissional, que inclui entrevistas de emprego. Este programa de treinamento, que se utiliza da realidade virtual através do Gear VR, visa diminuir a ansiedade enquanto a pessoa estiver interagindo com uma audiência mais ampla.

A linguagem corporal e a autoconfiança são alguns dos focos trabalhados para que a pessoa transmita mais credibilidade nestas situações. Há grande interação durante o treinamento, já que é possível responder perguntas e receber feedback do entrevistador com base no tom de voz e no batimento cardíaco. Tudo isso é possível com o uso da realidade virtual. Se ele estiver distraído ou responder negativamente, quer dizer que a pessoa está com alto nível de tensão, precisa treinar mais e repetir a fase.

Além disso, dá para conferir o resultado depois de cada sessão realizada. Os índices de desempenho são personalizados, baseados no contato visual, volume da voz, frequência cardíaca e autoavaliação.

Como fazer?

Para começar esse programa de treinamento, o consumidor precisará de um smartphone Galaxy*, os óculos Gear VR e um fone de ouvido com microfone. Dá até para conectar o smartwatch Samsung Gear S para medir frequência cardíaca durante todo o processo e o Gear IconX, fone de ouvido totalmente sem fio, que tornará o som ainda mais próximo à realidade.

“O #BeFearless foi criado para incentivar as pessoas a desafiarem barreiras com a ajuda da tecnologia. É importante ressaltar que a realidade virtual é uma ferramenta de apoio, um complemento ao tratamento para superação de medos e fobias. O acompanhamento médico e terapêutico é fundamental na resolução de qualquer questão relacionada à saúde”, reforça Andrea Mello, Diretora de Marketing Corporativo e Consumer Electronics da Samsung Brasil.

Sobre o projeto

O programa #BeFearless, lançado no país no final de 2016, faz parte da campanha global Launching People, criada pela Samsung em 2013 para ajudar pessoas a utilizarem a tecnologia como um acelerador do seu potencial. Com o mote “#BeFearless: o medo acaba quando a coragem começa”, o projeto visa incentivar as pessoas a superarem o medo de altura e o medo de falar em público por meio da realidade virtual e das ferramentas que a tecnologia disponibiliza.

A nova campanha Launching People #BeFearless, que contará com três fases, ficará no ar até março de 2017.

Para outras informações acesse o site http://www.samsung.com/br/launchingpeople/

*O Samsung Gear VR é compatível com os smartphones Galaxy S7, Galaxy S7 edge, Galaxy S7 Edição Limitada Jogos Olímpicos, Galaxy Note5, Galaxy S6 edge+, S6 e S6 edge.

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Broadsoft mira o Brasil com soluções UCaaS

A BroadSoft, líder mundial em serviços de comunicações unificadas (UCaaS) na nuvem – com 41% do mercado, segundo a Global 100 da Total Telecom – investe em sua operação no Brasil com o objetivo de liderar o nicho no País. Globalmente, a empresa está presente em mais de 80 países e tem como clientes 26 das 30 maiores operadoras de telecomunicações (telcos) do mundo. No País, 75% das principais telcos brasileiras já são clientes da BroadSoft.

A companhia possui mais de 500 milhões de licenças vendidas, sendo mais de 15 milhões somente no segmento B2B, o que tem gerado anualmente mais de US$ 7 bilhões em receita pela revenda de seus serviços pelas telcos para seus clientes, de acordo com a Frost&Sullivan. Classificada como “empresa visionária” pelo Gartner (24 Outubro, 2016 – Magic Quadrant for Contact Center as a Service, North America), com ações em constante trajetória de alta na NASDAQ (NASDAQ: BSFT), a empresa foi fundada em 1998 e tem registrado um crescimento anual em sua receita de aproximadamente 25%.

“Nos países da América Latina, temos tido um crescimento anual considerável. No Brasil, enxergamos um futuro muito positivo para o mercado das Comunicações Unificadas. Nossa expectativa de crescimento é acelerada, acima dos patamares da região devido à recuperação político-econômica do País e também ao tamanho do mercado brasileiro – o maior da América Latina”, afirma o Vice-Presidente de Vendas da Regional CALA (Caribbean and Latin America), Hector Sanchez.

A BroadSoft oferece soluções de (UCaaS). Por meio de um único aplicativo, como o BroadSoft UC One, instalado no PC e no celular ou tablet, usuários podem usufruir de uma experiência de voz totalmente integrada entre estes dispositivos e também entre seu ramal PABX e suas ferramentas de colaboração do trabalho (chat corporativo, áudio e videoconferência, compartilhamento de arquivos e de tela etc.).

“Dispor do seu ramal do PABX do trabalho tocando no seu telefone celular em horários determinados por você, e ferramentas de colaboração corporativa como chat, áudio e videoconferência também disponíveis no celular, permitem ao usuário uma experiência de mobilidade e flexibilidade inédita no mercado brasileiro”, explica Tábata Romero, Diretora de Go-To-Market da BroadSoft para Brasil e América Latina.

Sanchez explica que a empresa está investindo no Brasil e como objetiva ocupar a liderança do mercado. “Nosso modelo de negócio de venda de software como serviço (SaaS – Software as a Service), favorece as empresas que precisam modernizar suas soluções de comunicação, porém sem realizar grandes investimentos em bens de capital”, explica Hector.

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Com o aplicativo Free2Move, o Grupo PSA lança sua plataforma de serviços de mobilidade

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O aplicativo Free2Move foi pensado para facilitar a experiência de mobilidade dos usuários. Ele possibilita um acesso centralizado aos serviços de diversos operadores de compartilhamento de veículos através de um único aplicativo e reúne assim vários tipos de soluções de transporte. O usuário pode, desse modo, visualizar em uma única tela todos os veículos disponíveis nas proximidades, para se locomover de carro, de scooter ou de bicicleta. Ele pode comparar os preços, a localização e as características dos meios de transporte disponíveis para compartilhamento (marca, número de lugares, tipo de energia), para uma utilização imediata ou para fazer uma reserva.

O aplicativo para smartphone é acessível em diversas cidades da Alemanha, Itália, Áustria, Suécia e Reino Unido. Em breve, estará disponível na França, Espanha e Países Baixos.

Ele é gratuito e pode ser baixado na App Store, Play Store e Windows Phone.

Este lançamento concretiza a ambição do Grupo de ser um dos principais players em serviços de mobilidade em escala mundial, apoiado em sua marca Free2Move. Segundo análises feitas pela Frost & Sullivan1, o número de usuários de serviços de compartilhamento de veículos no mundo deve se multiplicar por 4,5 em 10 anos, passando de 8 a 36 milhões de pessoas entre 2015 e 2025.

Para marcar este momento, Grégoire Olivier, Diretor dos Serviços de Mobilidade do Grupo PSA, declarou: “O aplicativo Free2Move simplifica a experiência de mobilidade de nossos clientes ao oferecer uma escolha de soluções por meio de uma plataforma intuitiva. Isto é possível graças, essencialmente, a todos os nossos parceiros que promovem novas mobilidades. O Free2Move App oferece uma verdadeira liberdade de movimentos em um clique!”.

1 Frost & Sullivan, “Future of Carsharing Market to 2025”, Agosto de 2016.

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Eventbrite é terceira plataforma de tickets da Europa com a compra da Ticketscript

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A Eventbrite, plataforma líder mundial em tecnologia para eventos e venda de ingressos e inscrições, que dá suporte para mais de dois milhões de eventos por ano, adquiriu a Ticketscript, um dos maiores provedores de serviços de venda de ingressos self-service da Europa. A aquisição posiciona a Eventbrite como a terceira maior plataforma de emissão de tickets da Europa e amplia a importância global da empresa como líder em tecnologia para eventos de música ao vivo.

Só em 2016, as operações europeias da Ticketscript e da Eventbrite juntas processaram mais de 35 milhões de ingressos equivalentes a mais de 500 milhões de euros para quase um milhão de eventos. Após a aquisição, cerca de um quarto (23%) dos funcionários globais da Eventbrite trabalharão na Europa.

A Ticketscript, fundada em 2006, tem sede em Amsterdã e atua em cinco países europeus: Reino Unido, Alemanha, Holanda, Espanha e Bélgica.

Frans Jonker, CEO da Ticketscript, que se juntará à Eventbrite como diretor geral para a Europa continental, disse: “Temos construído presença significativa no mercado europeu há dez anos, com foco em tickets de autosserviço para eventos musicais. Nós compartilhamos a paixão da Eventbrite em permitir que os organizadores de eventos controlem seu marketing, gerenciamento de eventos e emissão de ingressos. Juntando forças com a Eventbrite, líder global em inovação em tecnologia para eventos, sem dúvida ajudará a acelerar ainda mais a transformação digital da indústria europeia de experiências ao vivo “.

A Eventbrite processou 150 milhões de ingressos para mais de 600.000 organizadores de eventos em 180 países no ano passado. Fundada em São Francisco em 2006, a empresa abriu seu primeiro escritório internacional em Londres em 2011 e mantém escritórios em oito países. As outras operações europeias da empresa se encontram na Irlanda, Alemanha e, mais recentemente, nos Países Baixos.

Julia Hartz, CEO e cofundadora da Eventbrite, disse: “Esta aquisição eleva a presença da Eventbrite na Europa e adiciona dez anos de experiência no mercado europeu da música para o nosso negócio. Esta aquisição está perfeitamente alinhada com a nossa visão estratégica para se tornar líder do mercado mundial de experiências ao vivo, e adiciona ativos significativos e poder técnico à nossa plataforma. Estamos ansiosos para esta nova parceria que combina as melhores soluções de ambas as empresas, e levá-los aos nossos clientes em todo o mundo. ”

Para o country manager da Eventbrite Brasil, Hugo Bernardo, a novidade não afeta apenas o mercado de eventos europeu e sim as operações de todo mundo, inclusive do Brasil, uma vez que a empresa está bastante focada em sua expansão no mercado de música no país. “Muitas marcas internacionais estão apostando em nosso mercado e muitos produtores brasileiros também estão trazendo novos conceitos para os eventos de música no país. Com a aquisição teremos ainda mais poder técnico e inovação para oferecer aos nossos clientes, parceiros e a todos os organizadores e produtores de eventos do Brasil”, finalizou.

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