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Gerente de Projetos está entre profissões mais promissoras

O mercado pede os melhores profissionais. Clama pelas profissões mais consagradas. Valoriza os que detêm o conhecimento e que investem em desenvolvimento. Amplia as possibilidades de sucesso em negócios e em carreira. O mercado demanda. O profissional opta se ele será bem-sucedido ou não em sua vida. É uma questão de escolha!

Quando a demanda de mercado é constante para uma função e sua visibilidade e importância é reconhecida pelos profissionais e pelas organizações, uma profissão é classificada como promissora. Nesse caso, porém, os profissionais que a adotarem como direção de carreira, investirem em seu desenvolvimento e focarem esforços para serem bons em uma profissão consagrada terão sua probabilidade de sucesso e possibilidade de realização profissional maximizadas. Quem não sonha em ser assim?

Segundo a Revista Exame, entre as 40 profissões mais promissoras para o ano de 2014 está à profissão de Gerentes de Projetos, ocupando o 12º lugar. Na pesquisa, porém, a Exame justifica a classificação pela capacidade de organização dos profissionais especializados em projetos e por serem considerados demandas das empresas de todos os setores.

A revista explica que, responsáveis pela gestão de qualquer projeto em nível macro, os Gerentes de Projetos decidem e interagem com as áreas envolvidas, estabelecem o cronograma de ação, fazem a apresentação e o acompanhamento dos projetos, além de estabelecerem as implementações necessárias para a execução e finalização. Segundo a publicação, para trabalhar com esse segmento os profissionais precisam de certificações na área de Gerenciamento de Projetos. O profissional que deseja atuar em Gerenciamento de Projetos deve procurar os melhores institutos e treinamentos.

Para apoiar no início da carreira ou desenvolver os profissionais que já atuam na área e que desejam agregar conhecimentos e experiência, a Six Sigma Brasil traz um vasto portfolio de treinamentos em Gestão de Projetos, Processos e Qualidade, ministrados por profissionais renomados e reconhecidos pelo mercado.

Além disso, a empresa possui um portal que facilita a discussão, obtenção de informações sobre eventos, melhores práticas, certificados, treinamentos, publicações e vagas de trabalho na área. No portal, é possível também encontrar uma agenda dos próximos acontecimentos e saber mais sobre o VI Congresso Internacional Six Sigma Brasil 2014, que acontece nos dias 21 e 22 de maio e figura como uma ótima oportunidade para quem deseja se desenvolver profissionalmente e estiver antenado a tudo o que acontece nesse segmento.

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Solução de TI facilita melhoria salarial de servidores municipais em Curitiba

Parte da equipe responsável pelo projeto

Servidores da Prefeitura Municipal de Curitiba migraram de faixa salarial neste início de ano. O processo que beneficiou os servidores municipais que participaram do crescimento horizontal e os profissionais do magistério, que em 2013 se inscreveram para o crescimento vertical, foi feito por meio de sistema desenvolvido pelo ICI.

No caso específico dos professores, já que todos os servidores municipais tiveram a inscrição para o crescimento horizontal feita automaticamente pelo sistema, as inscrições para o crescimento vertical ocorreram pelo Gurhu Online (Gol), em versão atualizada especialmente para o processo. O acesso ao sistema se dá por meio de nome de usuário e senha, o que garante a confiabilidade do processo.

Após a fase de inscrições, cada servidor informou pelo Gol os cursos que fez fora da Prefeitura de Curitiba – os cursos feitos dentro da estrutura da prefeitura foram cadastrados automaticamente pelo sistema Aprendere, também criado pelo ICI.

Esses cursos realizados pelos profissionais foram avaliados na fase de validação e seleção das competências. Em seguida, ocorreu a etapa dos impedimentos, gerados a partir de regras sobre número de faltas, lotações em que se encontra, entre outras. Esta qualificação dos servidores para os crescimentos gerou pontuações, disponibilizadas virtualmente no formulário do Gol.

Com todo o processo finalizado, inclusive após a apresentação de recurso pelos interessados, o procedimento de crescimento horizontal e vertical foi encerrado na quinta-feira (8), o que gerou uma nova situação funcional para o servidor que subiu de faixa salarial. A classificação do crescimento vertical e a lista de todos os servidores contemplados com o horizontal foram publicadas no Diário Oficial do Município.

Fonte: ICI – Instituto Curitiba de Informática

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Engenheiro paranaense desenvolve solução para o trânsito

Os carros autônomos que deverão rodar no futuro sem motorista, apenas com passageiros, vão necessitar, além de radares e comandos no próprio carro, de uma série de sistemas nas ruas. Um deles começou a ser desenvolvido em Curitiba, no Paraná, pelo engenheiro eletricista Rafael Miggiorin, do Instituto de Tecnologia para o Desenvolvimento (Lactec), em conjunto com professores da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR). Ele desenvolveu um software que simula largadas e frenagens cooperadas, com os veículos conectados 
uns aos outros por 
meio de uma rede sem 
fio chamada de interveiculares ou Vehicle Ad hoc Networks (Vanet). Nessas redes os carros são equipados com um conjunto de sistemas de envio e recepção de sinais. “Isso possibilita a cada veículo conhecer sua posição, a velocidade e a direção de outros carros de um grupo e tomar decisões em conjunto ou individualmente”, explica Miggiorin. “Nesse caso, 
o semáforo seria uma espécie de gerente enviando comandos para os veículos largarem e frearem.”

Fonte: Revista Pesquisa – Fapesp

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60% das empresas na América Latina acreditam que BYOD é ameaça para segurança corporativa

A maioria das empresas considera a tendência Bring your own device (BYOD), em que os funcionários usam seus dispositivos móveis pessoais no trabalho, como uma ameaça crescente para a companhia. Mesmo assim, a porcentagem que toma medidas para minimizar essas ameaças é relativamente pequena, de acordo com os resultados da Pesquisa de Riscos Globais de Segurança Corporativa de TI de 2013, realizada pela B2B International em colaboração com a Kaspersky Lab. Essa pesquisa envolveu entrevistas com representantes de empresas em 24 países, incluindo Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru.

Globalmente, os entrevistados do Japão expressaram a maior preocupação em relação a essa tendência crescente e as ameaças associadas: 93% concordaram que o BYOD é uma ameaça para suas empresas. As empresas da América do Norte (69%) também mostraram um alto nível de preocupação, assim como os do Oriente Médio (65%),da Europa Ocidental (62%) e América Latina (60%). As empresas Russas foram as menos preocupadas, com 57% dos participantes reconhecendo a ameaça que as políticas BYOD representam.

Ao mesmo tempo, a maioria das empresas não planeja introduzir nenhuma medida de proibição contra o uso de dispositivos pessoais no local de trabalho. Pelo contrário, cerca de 31% dos entrevistados globais disseram que pretendem incentivar o uso de smartphones e tablets, já na América Latina essa porcentagem chega a 39%. 34% disseram que não acreditam que medidas proibitivas impediriam os funcionários de usar seus próprios dispositivos, na região latino-americana esse índice fica em 33%.

No entanto, o percentual de empresas que pretendem restringir o uso de dispositivos pessoais para fins de trabalho está em ascensão: o número de entrevistados na região que relatam planos para impor restrições cresceu de 22% em 2012 para 23% em 2013. A porcentagem de empresas que pretendem impor restrições mais severas contra o uso de dispositivos pessoais no trabalho subiu de 4% para 5%.

É fácil ver por que as empresas se preocupam cada vez mais com as ameaças que os dispositivos móveis representam: a pesquisa também mostra que o uso indevido desses dispositivos é uma causa frequente de incidentes de segurança de TI, resultando na perda de dados críticos da empresa. Quase 21% (2% a mais que em 2012) dos entrevistados na América Latina disseram que suas empresas sofreram vazamentos de dados confidenciais por meio de clientes de email para dispositivos móveis, mensagens de texto e outros canais disponíveis para os proprietários de smartphones e tablets.

Mas relativamente poucas empresas estão adotando produtos de software especializados para se proteger contra essas ameaças. Cerca de 38% das empresas usam soluções antivírus para integrar, proteger e gerenciar os dispositivos móveis na rede corporativa, e apenas 20% usam soluções de Gerenciamento de Dispositivos Móveis.

Conforme o BYOD torna-se mais comum e aumenta o número de incidentes envolvendo dispositivos móveis, assegurar o gerenciamento centralizado desses dispositivos e mantê-los seguros tornou-se uma necessidade importante e relevante. É igualmente importante que as soluções que executam essas funções sejam fáceis de usar, fáceis de gerenciar e fáceis de integrar na rede corporativa.

O Kaspersky Security for Mobile está disponível como uma solução direcionada ou como um componente do Kaspersky Endpoint Security for Business. Um agente móvel é instalado em nível de dispositivo para oferecer proteção avançada contra ameaças de malware, enquanto o Gerenciamento de Dispositivos Móveis faz com que a configuração segura dos dispositivos móveis seja simples e direta. Os dados corporativos podem ser isolados e criptografados em um contêiner no dispositivo pessoal e, graças às funções de Localização, Bloqueio e Limpeza Remota, esses dados poderão ser apagados, caso o dispositivo seja perdido ou roubado. Um único console administrativo unificado significa que todos os endpoints corporativos, incluindo dispositivos móveis BYOD, podem ser gerenciados em conjunto em uma única plataforma de segurança integrada.

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Endividamento de famílias brasileiras cai em 2013

Veja nesta edição do Informativo Semanal de Economia Bancária da FEBRABAN análise do perfil do endividamento das famílias da Confederação Nacional do Comércio (CNC), que corrobora a importante melhora dos indicadores de inadimplência e de atrasos, seja pela atuação dos bancos no saneamento das suas carteiras e na concessão de crédito em linhas menos arriscadas, seja pela própria melhora da situação financeira da população, como novos aumentos reais da renda e redução do comprometimento da renda. O percentual de famílias que informam na pesquisa não ter condições de pagar as dívidas teve melhora importante. Pela média anual, 6,9% das famílias disseram não ter condições de pagar as dívidas, ante 7,1% na média de 2012, 8% em 2011 e 8,8% em 2010. No dado mensal, o porcentual atingiu 6,5% em Dez/13, de 7% em Dez/12 e no segundo menor patamar dos últimos quatro anos, acima apenas de Mar/13, quando atingiu 6,3%. Como vemos abaixo, os números mensais de 2013 são consistentemente menores que os dos anos anteriores.

A despeito da metodologia totalmente diferente, o movimento corrobora os dados de inadimplência e atrasos do Banco Central, que mostraram um recuo consistente em 2013.

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Startup paranaense participa de imersão no Vale do Silício

A empresa curitibana Paas MDMA é a única representante paranaense entre as 19 startups selecionadas no projeto InovAtiva Brasil, da Secretaria de Inovação do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), que começam nesta segunda-feira (13) uma semana de imersão em Mountain View, no Vale do Silício (EUA). Os diretores das startups selecionadas conhecerão a experiência de inovação de empresas como Google e Badgeville.
Entre as 19 selecionadas há nove representantes de São Paulo, três do Rio Grande do Sul, dois do Rio de Janeiro, dois de Minas Gerais, uma de Pernambuco e um de Santa Catarina.

Foram 1.635 inscritos na primeira fase do programa que começou em janeiro de 2013. Para se chegar às 19 startups, foram feitas três fases de seleção com acesso a ações de capacitação, como sessões de coaching com especialistas e empreendedores experientes, além de apresentações sobre obtenção de recursos para financiar empresas, incluindo as formas de captação via financiamento público e as várias linhas de crédito existentes para fomento à inovação.

Entre os inscritos da primeira edição, o setor com maior representatividade foi o de internet e software (43% do total), seguido pelo de varejo e serviços (21%), meio ambiente (4%), indústria de transformação (3%), biotecnologia e fármacos (2%) e eletrônicos (2%).

Fonte: Gazeta do Povo

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Conheça as 8 competências da Inteligência Emocional

Inteligência emocional (IE) é a habilidade de integrar pensamentos e sentimentos com o objetivo de otimizar nossas decisões. Este conceito vem sendo difundido ao redor do mundo e grandes organizações têm compreendido a importância que a IE tem tanto na vida profissional quanto pessoal.

De acordo com o CEO do Grupo Kronberg, Carlos Aldan, compreender os mecanismos do quociente emocional propicia à pessoa aprender a lidar melhor com os sentimentos em momentos de stress. “Se você usar a IE de forma eficaz, será mais capaz de influenciar os outros de maneira positiva, de se comunicar e manter-se concentrado durante momentos críticos”.

Confira o modelo das oito competências da Inteligência Emocional elaborado pela Six Seconds, a maior organização do mundo especializada em quociente emocional, representada pelo Grupo Kronberg no Brasil:

1 – Melhorar o aprendizado emocional – reconhecer com precisão sentimentos;
2 – Reconhecer padrões – identificar reações e comportamentos recorrentes;
3 – Refletir consequências – avaliar os custos e benefícios de suas escolhas;
4 – Navegar emoções – medir, aproveitar e transformar emoções como um recurso estratégico;
5 – Motivação interna – obter energia de valores pessoais em compromissos ao invés de ser conduzido por forças externas;
6 – Otimismo – ter uma perspectiva pró-ativa de esperança e possibilidades;
7 – Melhorar a empatia – reconhecer e responder apropriadamente às emoções dos outros;
8 – Buscar metas nobres – conectar suas escolhas diárias com o seu senso de propósito geral.

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Brasileira cria local no Vale do Silício que oferece hospedagem e programação diversificada para estimular novos negócios

A hospitalidade e vocação para acolher pessoas da brasileira Andrea Litto foram essenciais para, em conjunto com Henrique Setton, fundar a SiliconHouse, um ambiente criado para receber empreendedores, estudantes e executivos, propício para geração de negócios, construção de parcerias e desenvolvimento de propostas ousadas e inovadoras no Vale do Silício. Segundo Andrea, a paixão por conectar pessoas vem do ambiente no qual foi criada no Brasil, “meu pai, americano radicado no Brasil há 53 anos, sempre recebia pessoas do mundo todo, cientistas, artistas, políticos e aventureiros; ele era um exemplo de anfitrião”. Leia a reportagem completa.

Fonte: www.tibrasileira.com.br

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Vendas de imóveis residenciais novos crescem em São Paulo

A venda de imóveis novos residenciais na cidade de São Paulo fechou em alta no mês de novembro de 2013 e confirmou a expectativa de crescimento prevista no segundo semestre do ano pelo Secovi-SP (Sindicato da Habitação).

De acordo com a Pesquisa do Mercado Imobiliário elaborada e divulgada mensalmente pelo Departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP, foram vendidas em novembro 2.777 unidades, volume 28,6% maior que o observado no mês de outubro, que registrou 2.160 vendas.

Monetariamente, a comercialização de novembro do ano passado foi de R$ 2,02 bilhões, resultado 79,8% maior que o do mês anterior, quando as vendas somaram R$ 1,12 bilhão.

Destaques de novembro – Durante o lançamento – período que corresponde aos seis primeiros meses de oferta das unidades no mercado –, foram vendidas 2.332 unidades, representando 84,0% do total comercializado durante o penúltimo mês de 2013.

Unidades de três dormitórios destacaram-se com as vendas de 1.044 unidades, ou seja, 37,6% do volume total. Novembro foi o segundo melhor mês do ano para imóveis dessa tipologia, ficando atrás apenas de junho, quando foram escoados 1.081 apartamentos.

Apesar do destaque, imóveis de dois dormitórios lideraram as vendas de novembro, com 1.124 unidades comercializadas e participação de 40,5% do total.

O indicador VSO (Vendas Sobre Oferta) acumulado no período de dezembro de 2012 a novembro de 2013 foi de 63,5%, relativamente inferior aos 66,3% de outubro de 2013, porém superior ao registrado em novembro de 2012 (58,7%) e dezembro de 2012 (56,7%).

A oferta final do mês de novembro de 2013 foi de 18.701 unidades, segundo maior volume registrado no ano, ficando atrás somente de março (18.883 imóveis).

Lançamentos residenciais na Capital – De acordo com dados da Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos do Patrimônio), foram lançadas 4.997 unidades residenciais novas em novembro de 2013. Comparativamente às 2.954 lançadas em outubro, o crescimento foi de 69,2%. Esse foi o melhor resultado em termos de volume de lançamentos registrado desde dezembro de 2011, mês em que foi ofertado o volume recorde de 7.240 unidades novas.

Diferentemente das vendas, os imóveis de três dormitórios representaram o maior número de lançamentos no mês de novembro, com 1.932 unidades e participação de 38,7% do total. Em seguida, vêm os apartamentos de dois dormitórios, com 1.817 lançamentos (36,4%).

Lançamentos residenciais na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) – A Região Metropolitana de São Paulo, que é composta por 39 municípios e a Capital, foi responsável por 6.375 vendas em novembro de 2013, resultado 38,1% superior ao de outubro do mesmo ano, com 4.616 unidades.

Destaques da RMSP – Os lançamentos atingiram 8.805 unidades novas, um crescimento de 30,4% em relação a outubro (6.750 imóveis).
Imóveis de dois dormitórios apresentaram o maior volume de lançamentos, com 4.736 unidades novas e participação de 53,8% do total, e de vendas, com a comercialização de 4.011 unidades (62,9% do total).

Acumulado na cidade de São Paulo – As vendas acumuladas no período de janeiro a novembro de 2013 atingiram 30.528 unidades, resultado 27,1% superior se comparado à comercialização de 24.028 unidades no mesmo período de 2012.

Nos 11 meses do ano passado, o volume de vendas foi de R$ 17,8 bilhões (valores de novembro atualizados com base na variação do INCC-DI). O montante é 37,4% maior em relação aos R$ 12,9 bilhões somados de janeiro a novembro de 2012.

No acumulado de janeiro a novembro de 2013, foram lançados 29.175 imóveis residenciais, elevação de 19,7% frente às 24.381 unidades ofertadas no mesmo período de 2012.

Acumulado na RMSP – Em 11 meses, foram vendidas 52.402 unidades – incluídos os números da Capital. Com isso, o crescimento nas vendas de 2013 foi de 20,9% comparativamente ao resultado do mesmo período de 2012, quando foram comercializados 43.326 imóveis novos.

No mesmo período, os lançamentos de 2013 (49.572 unidades) foram 15,8% superiores aos de 2012 (42.811 imóveis).

Considerações Finais – As quase cinco mil unidades lançadas na cidade de São Paulo no mês de novembro do ano passado comprovam a capacidade de o empreendedor imobiliário desenvolver produtos aderentes à demanda trazida por um novo tipo de comprador. “Esse foi o melhor resultado dos últimos 23 meses”, afirma Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP.

Novembro de 2013 representou a retomada dos apartamentos de três dormitórios, tanto em volume de lançamentos quanto de vendas. “Esse tipo de produto representou, aproximadamente, 40% da oferta total”, lembra Petrucci, completando que a cidade de São Paulo participou com 56,8% dos lançamentos da RMSP, e 43,6% das vendas.

“Mesmo com o alto custo da terra, as empresas do mercado estão formatando produtos adequados à demanda e ao poder aquisitivo dos compradores. Se o Plano Diretor Estratégico, que está na Câmara de Vereadores, aprimorar os mecanismos de incentivo à produção imobiliária, a tendência é que possamos ter maior oferta de produtos, o que é bom para o mercado”, opina Claudio Bernardes, presidente do Sindicato da Habitação.

Para os dirigentes da entidade, os resultados de novembro de 2013 fortalecem as expectativas de fechar o ano com 33 mil novas unidades lançadas, e chegar a um volume de vendas entre 34 mil e 35 mil unidades. “Acreditamos que o comportamento do mercado imobiliário em 2014 será bastante próximo ao do ano passado. Apesar de tantos eventos importantes, como Copa do Mundo e eleições, esperamos um crescimento de 5% a 10%, tanto para vendas quanto para lançamentos”, conclui Bernardes.

Clique e confira o relatório completo (gráficos, tabelas e mapas)

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CES 2014: novo computador da Intel tem tamanho de cartão SD

A Intel anunciou nesta semana, durante o CES, o Intel® Edison, um novo computador baseado na tecnologia de processadores Quark. O Intel Edison tem o tamanho e o formato de um cartão SD com capacidades wireless integradas e suporte para múltiplos sistemas operacionais. Do protótipo à produção, o Intel Edison habilitará a rápida inovação e o desenvolvimento de dispositivos por uma gama de inventores, empreendedores e designers de produtos.

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O Poder de Compra dos consumidores populares

Há 20 anos não convivemos mais com a inflação galopante. Se você não sabe o que é a sensação de viver com as variações constantes de preços, decididos por quaisquer produtores, distribuidores ou intermediários que tinham autoridade sobre as mercadorias, preste atenção às pessoas vítimas do vício de drogas pesadas, como o crack, por exemplo.

Reajustar os preços era uma compulsão semelhante às que acometem os infelizes viciados. E era de tal envergadura e tão coletivo o vício que ninguém mais discutia se o preço refletia ou não o valor da mercadoria ou serviço.
Simplesmente se pagava o que estava marcado, nos bens ou serviços, porque não dava tempo de comparar um preço com o outro. E qualquer demora em decidir poderia ser fatal. Ou se perdia a mercadoria para um consumidor mais antenado (ou necessitado) ou seria obrigado a pagar um preço mais alto.

Ai chega o Plano Real em 1994. Controlada a inflação, entraram em cena os consumidores populares que antes viviam nos subterrâneos da economia. Eram homens e mulheres, os mesmos que hoje frequentam aeroportos, tem um carrinho popular, uma moto e um celular, que começaram a sair dos cortiços, das periferias e das favelas.

Completamente destreinados na arte de negociar e de pechinchar. Mas mesmo assim, às apalpadelas, aprenderam rapidamente a trocar os Reais que sobravam por frango, laticínios, mortadela e iogurte para seus filhos. Sim, com a inflação sob controle começou a sobrar uns caraminguás, que mantinham seu valor por um período bastante prolongado.

Aprenderam, rapidamente, a distribuir a compra ao longo do mês. Já não eram mais reféns de fornecedores que os obrigavam a gastar todo o salário ou renda no mesmo dia que entrava nos seus bolsos. Porque, com a inflação à toda, se deixassem para o dia seguinte, comprariam menos.

E a melhor experiência de fracionar a compra ao longo do mês é ter a possibilidade de comparar preço da mesma mercadoria hoje, com a mesma mercadoria depois de amanhã. Com a moeda estabilizada era possível além de comparar preços, e, principalmente, de acumular Poder de Compra.

Porque se muitos consumidores comprassem da mesma loja que adotasse preços mais em conta, transferiam para aquela loja ou rede a possibilidade de ampliar suas vendas, gerar mais lucratividade e, quem sabe, continuar a manter os preços mais em conta.
Por tentativas e erros e com prejuízos que se transformavam em dívidas e prestações que sobreviviam e ainda sobrevivem aos bens comprados, os consumidores populares continuam, 20 anos depois, a ser tratados como egressos dos subterrâneos da economia. Os comerciantes, lojistas, distribuidores e fabricantes ainda os tratam como reféns que compram por necessidade suas mercadorias.
Para melhorar a aceitação desse exército de desarrumados, desdentados e de alta concentração de analfabetismo funcional, os estrategistas do mercado pregaram-lhes a alcunha de “classe média”.

Mesmo sabendo que têm, individualmente, pouco dinheiro e compreensão de seus direitos de consumidores meio bamba das pernas. Mas a soma dos bolsos coletivos interessa. Mas como são feios, sujos e desinformados, chamá-los de classe média apazigua espíritos e ajuda a se sentirem importantes enquanto entregam para os lojistas e distribuidores seus reais ainda relativamente estabilizados.
Mas esses feios, sujos e vítimas do analfabetismo funcional aprendem rápido. E estão mudando rapidamente a dinâmica do mercado interno. E o Poder de Compra que aos poucos acumulam hoje atinge, aproximadamente, 600 bilhões de dólares.
E a desinformação que era a norma ao longo dos últimos 20 anos fica cada vez mais para trás. Hoje esses homens e mulheres estão conectados através de seus smartphones e redes sociais.

E desenvolveram dialetos próprios, maneiras específicas de comparar e de confirmar compras, que escapa aos grandes estrategistas ou luminares das agências de propaganda que os denominaram “classe média”.

Mas aí são outros quinhentos. E as empresas que sobreviverem ao tsunami que surgirá com o pleno exercício do Poder de Compra dos Consumidores Populares (PCCP), talvez invistam para traduzir suas estratégias de venda para um novo mercado pujante e poderoso.

E que, pasmem, fala português e que somam 40 milhões de corações e mentes, que decidem silenciosa e implacavelmente qual empresa, produto ou mercadoria sobreviverá no nosso mercado interno. E apesar de muito lojista, distribuidor ou fabricante ainda não enxergar, são esses homens e mulheres que realimentarão a renovação do mercado, aqui mesmo no Brasil. Bem pertinho da gente.

Fonte: Agência Consumidor Popular

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ICI lança nova solução de georreferenciamento

Wagner Correia apresenta solução S3i Geo

O Instituto Curitiba de Informática (ICI) oferece um novo serviço para gestão pública, que utiliza geotecnologia para agregar informações de diversos sistemas e bancos de dados de um município em mapas temáticos. O Serviço Integrado de Inteligência da Informação – S3i Geo permite sobreposição de mapas e cruzamento de informações em tempo real para melhorar o planejamento e acompanhamento de ações dos gestores públicos.

Fabricio Ormeneze Zanini, diretor técnico do ICI, comenta que a solução em plataforma web integra recursos de georreferenciamento para permitir uma análise espacial de eventos e informações da administração pública. “Diferentes mapas com informações, gerados a partir de vários sistemas transacionais, podem ser carregados com detalhes que mostrem, simultaneamente, a localização de pontos de internet wi-fi, obras ou equipamentos públicos para tomada de decisões”, explica o diretor. “Há detalhamento de logradouros, lotes, imagens dos locais e até informações fiscais, andamento de obras ou históricos de ocorrências de pedidos de serviços públicos”, completa.

Uma grande vantagem do uso do S3i Geo é a possibilidade de gerar e analisar mapas e informações de qualquer ponto com acesso à internet. O gestor público pode saber com detalhes o que acontece em cada obra ou instalação do município no próprio local ou à distância, sem a necessidade de estar no próprio gabinete ou escritório. É a ferramenta ideal para a administração municipal quando a pergunta “onde?” é relevante para tomada de decisões, como em que bairro ou região realizar mais obras ou ampliar serviços disponíveis para a população.

Outra vantagem do S3i Geo é fazer a integração dos mapas com a base já instalada de qualquer prefeitura que utilizar o serviço. Apresenta recursos semelhantes aos utilizados por grandes capitais, mas tem custo compatível com o orçamento de prefeituras de municípios menores.

Não há licença específica para uso da ferramenta, o que garante ampliação do número de usuários sem aumento de custos. Pode ser definido também controle de acesso de cada usuário, desde um prefeito com todas as informações do município até um administrador regional ou servidor público com informações referentes, apenas, à própria área de atuação.

Esse tipo de aplicação já é utilizada em demandas pontuais, mas a integração de vários sistemas e bancos de dados com mapas temáticos em tempo real é uma inovação que o ICI apresenta para suprir a carência dos gestores públicos por soluções mais robustas e complexas de análise e planejamento estratégico.

O gerente de Atendimento e Gestão de Projetos do ICI, Wagner Morais Correia, ressalta que “o S3i Geo disponibiliza um novo modelo de governança, com maior transparência e assertividade na justificativa da aplicação dos recursos públicos”. Ao saber, exatamente, o que cada morador de cada bairro da cidade necessita e o que cada bairro ou região oferece de recursos, o administrador pode fazer a melhor utilização da arrecadação do município em benefício da população. E em um futuro próximo, a tendência é de que boa parte desses recursos também possa ser disponibilizada aos cidadãos, aumentando ainda mais a transparência da administração pública.

A nova ferramenta de georreferenciamento reforça o papel do ICI de integrador de soluções tecnológicas de ponta para melhorar a gestão pública. Há quinze anos, o Instituto Curitiba de Informática pesquisa, integra, desenvolve tecnologias e implementa soluções e serviços públicos inteligentes.

Fonte: Comunicação ICI

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Pesquisa da Catho aponta que brasileiro não quer ficar acomodado em 2014

Com a chegada de um ano novo é natural fazer promessas e evitar algumas posturas do ano anterior. Pelo menos no que se refere à carreira, o brasileiro já está bem seguro do que não quer fazer de novo em 2014: ficar acomodado.

Foi o que apontou pesquisa feita pela Catho, site de empregos líder no Brasil, no fim de 2013 com 416 profissionais. Quase 70% dos respondentes, empregados e desempregados, escolheram esta como a primeira opção à pergunta: o que você promete não repetir em 2014? Trabalhar em algo que não gosta ficou em segundo lugar no ranking, seguido por trabalhar muito além do horário.

O levantamento também quis saber o que o profissional espera da carreira este ano. Os trabalhadores empregados ficaram divididos entre mudar de emprego (50,2%) e equilibrar vida pessoal e profissional (50,2%). Receber um aumento (33,7%) e ser promovido (25,1%) eram os itens seguintes. Já os desempregados querem, naturalmente, conseguir um novo emprego (73,2%). Equilíbrio entre trabalho e vida pessoal também ficou em segundo lugar (53,5%), seguido de conquistar um cargo mais alto (19,7%) e abrir o próprio negócio (16,9%).

Depois da expectativa para 2014 e do que não repetir no ano que chega, a pergunta era sobre promessas: “Que compromisso você pretende assumir?”. A resposta principal para esta pergunta foi investir em qualificação profissional, tanto para empregados, quanto para desempregados.

EMPREGADOS

DESEMPREGADOS

A última pergunta era sobre a empresa dos sonhos. A valorização profissional ainda é o sonho buscado pela maioria. “Importante que esta valorização não é apenas financeira. Atualmente o funcionário quer se sentir útil e desafiado e perceber que a empresa vê valor naquilo que ele exerce”, ressalta Angélica Nogueira, gerente de RH da Catho.

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Celular: a porta de entrada para a Internet

A 13ª edição do F/Radar, estudo sobre internet realizado pela F/Nazca Saatchi & Saatchi em parceria com o Instituto Datafolha, constatou que 41 milhões de pessoas acessam a Internet pelo celular hoje no Brasil. Estima-se que 3,8 milhões de brasileiros tenham tido seu primeiro contato com a Internet pelo dispositivo móvel, número que deve continuar crescendo em 2014.

Segundo a pesquisa, os principais motivos apontados pelas pessoas que não acessam a internet hoje, mas pretendem “entrar” na rede, são o fato de não possuírem um computador (47%) e acharem a internet algo “difícil ou complicado”. O celular tende a ser um solucionador nos dois casos.

O estudo aponta que adquirir um celular com acesso à internet hoje se prova uma alternativa mais econômica em relação aos computadores de mesa, tanto na aquisição do aparelho como no valor do plano de dados. Dos brasileiros que acessam a internet pelo celular, 63% o fazem com o plano pré-pago, ainda mais econômico que o pós-pago. Já 19% dos brasileiros sequer possuem um plano de dados, ou seja, seu acesso à internet está condicionado ao uso do wi-fi nos locais em que se encontra.

Os consumidores também apontam a facilidade de manuseio do aparelho e a conveniência de acessar a internet em qualquer lugar como os maiores motivos para o acesso à rede pelo celular, o que deve motivar futuros internautas a se aventurarem na rede pelo dispositivo.

O F/Radar também traça um perfil do usuário de internet móvel no país. Dos internautas que utilizam celular e tablet para se conectarem, 54% são do sexo masculino, 68% possuem entre 16 e 34 anos, 48% são da classe A/B e 54% completaram o ensino médio.

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Mobilidade, All-in-ones e Internet das coisas são apostas da Intel para 2014

Com o avanço nas tecnologias para computação pessoal, 2014 será um ano de grandes novidades na indústria. Performance e uso mais intuitivo ganharão mais força como diferenciais, já que os recursos dos dispositivos têm convergido nos últimos anos. Frente a este movimento do mercado, a Intel vai reforçar os investimentos, oferecendo à indústria mais ferramentas para explorar formatos diversos, com baixo consumo de energia e agilidade de processamento.

A Intel apostará no desenvolvimento dos systems on a chip (SoCs), e formatos ainda menores movimentarão a indústria no próximo ano. Os novos modelos de 14nm chegarão ao mercado em 2014, enquanto os de 10nm em 2015. Sistemas mais compactos e eficientes alimentarão uma nova onda de tablets, sistemas 2 em 1, Ultrabooks™ e outros dispositivos poderosos.

No campo dos PCs, o desktop vai mostrar que sua história continua forte. De fato, os computadores estão 1,8 vezes mais rápidos do que eram há 4 anos. 2014 verá um aumento positivo para este mercado, mas haverá uma mudança na preferência do consumidor. Os All-in-Ones irão despontar como o novo desktop para toda a família, por ser mais compacto e prático. Este modelo vem reforçar o papel do PC como o “centro” das cassa brasileiras, integrando parte da decoração do imóvel.

A demanda corporativa por computadores também continuará crescendo em 2014. Os gestores de TI estão mais conscientes do impacto de um PC em bom estado para o rendimento do trabalho e haverá disposição para a troca dos computadores mais antigos que atrapalham a produtividade das empresas. Outro fator que deve acelerar esse movimento é o fim do suporte ao Windows* XP no primeiro semestre do próximo ano. As empresas devem migrar para sistemas operacionais mais recentes, como o Windows 8, o que gera demanda por máquinas com melhor desempenho.

Também é esperada uma grande procura por dispositivos móveis. A demanda por tablets em 2014 será bastante grande. Com a grande variedade de fabricantes e modelos disponíveis, o consumidor passará a escolher dispositivo em função dos recursos e desempenho. Em 2013, o mercado brasileiro conheceu os primeiros modelos de tablets com Intel Inside, movimento que deve continuar com bastante força em 2014.

Outro modelo que ganha popularidade é o 2 em 1, por sua versatilidade: funciona como laptop quando é necessário trabalhar ou estudar, e um tablet quando se precisa de maior mobilidade. Em 2014, o mercado de 2 em 1 ficará muito mais competitivo, porque a tendência é a fabricação local, que vai reduzir os preços e aumentar a procura.

“Com a chegada de novos modelos de computadores pessoais com a mais recente geração de processadores da Intel, o usuário terá cada vez mais facilidade para explorar conteúdo nos mais diversos formatos, desde documentos off-line até conteúdo multimídia com maior complexidade”, afirma Fernando Martins Presidente e Diretor Geral da Intel Brasil. “A eficiência e versatilidade dos equipamentos será diferencial para manter os PCs relevantes”, completa Martins.

E já que os novos processadores de 4° geração oferecem melhor funcionamento, a usabilidade dos dispositivos tende a ficar cada vez mais simples e intuitiva, para atender as diversas necessidades dos usuários. Isso não significa que os modelos de usabilidade mais recentes, como o touch, irão dominar o mercado. Os dispositivos estão caminhando para uma versatilidade que dá ao usuário a opção pelo modelo de uso, de acordo com a atividade que está desempenhando.

Internet das Coisas – A Intel acredita que 2014 trará um rápido avanço das tecnologias emergentes, com as máquinas compreendendo melhor as necessidades dos usuários. A Internet das Coisas vai transformar a forma como a tecnologia é encarada, tornando inteligentes os equipamentos usados diariamente, com soluções para o auxílio ao usuário, a tradução de falas, a realidade aumentada, o controle de gestos e as interfaces usadas pelos usuários nas vestimentas.

“A indústria hoje está trabalhando para oferecer mais dispositivos conectados e inteligentes, que se comunicam e compartilham dados uns com os outros e a nuvem. As tecnologias que irão convergir para a internet das coisas vão facilitar a vida, desde soluções para tarefas domésticas, até dispositivos sofisticados para indústrias” diz Fernando Martins. “A Intel está focada em estimular a inteligência em novos dispositivos para ajudar a conectar os bilhões de dispositivos existentes”.

E à medida que a tecnologia progrida e a inovação continue em 2014, surgirão novos conceitos de entretenimento. 2014 verá um novo segmento para o entretenimento doméstico. Com cada vez mais programas de TV, filmes e conteúdo sendo criados para dispositivos móveis, a indústria da mídia está passando por uma grande mudança em todo o mundo.

A perspectiva é que os fabricantes de hardware levem as verdadeiras capacidades da TV para os all-in-ones. Será criado um dispositivo múltiplo e pessoal para que cada membro da família tenha sua própria tela de login com seus próprios programas e previsões intuitivas sobre o que a pessoa poderia querer assistir com base em seu histórico de visualização.

Vestíveis – Os últimos 12 meses viram uma explosão de lançamentos com esta tecnologia vestível. Esta tendência continua para os próximos anos. O baixo consumo de energia será essencial para o futuro de dispositivos e sensores em vestimentas para espaços inteligentes, onde o carregamento frequente ou mesmo os cabos seriam inconvenientes ou até mesmo impossíveis.

Entre as aplicações mais promissoras de tecnologia para vestíveis estão no segmento de saúde. “Dispositivos em vestimentas já podem informar o ritmo cardíaco e à medida que os serviços médicos chegam à Internet, nossos dispositivos poderão disparar um alerta para os serviços de emergência. Este será um verdadeiro ponto de inflexão para os sistemas de saúde, quando testemunharmos a interação direta com os profissionais em medicina nos momentos de necessidade”, afirma Fernando Martins.

Big Data – Iniciando em 2014, os próximos anos verão a barreira dos 15 bilhões de dispositivos conectados ultrapassada no mundo inteiro. A grande questão é para onde os dados vão quando esses dispositivos se conectam e a melhor forma de usar essa informação.

A indústria vai crescer bastante em torno da análise preditiva e dados brutos. O Big Data ajudará as empresas a serem mais inteligentes e progressivas, dando a elas vantagens competitivas. O setor público, do mesmo modo, deve seguir a tendência. A análise de dos dados disponíveis é emergente, mas também estratégica. A oportunidade está em fazer com que os dados realmente funcionem para criar valor para consumidores, empresas e governos.

“Isso resultará em um imenso volume de dados e uma necessidade correspondente por análises inteligentes. A Intel está trabalhando com as principais empresas, provedores de serviços de telecomunicações e nuvem para oferecer tecnologia para que ferramentas de Big Data cada vez mais eficientes”, finalizou Martins.

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Mercado de recrutamento e seleção não sabe o que é crise

Na opinião da Talent Group, empresa de recrutamento, seleção e terceirização de mão de obra, o ano do setor foi positivo, mesmo com o relativamente fraco desempenho da economia brasileira. Um indicativo desse cenário seria o nível de emprego do Brasil. No acumulado de janeiro a outubro desse ano, segundo dados do Ministério do Trabalho, a geração de colocações formais somou 1,46 milhão de vagas, representando um aumento de 18,29% em comparação com o mesmo período de 2012.

“Percebemos nitidamente que o departamento de Recursos Humanos das empresas está cada dia mais preocupado com as questões estratégicas das organizações, focando o desenvolvimento de seus funcionários e a redução do turnover, que é elevada no Brasil”, conta Luiz Carlos Manni, diretor de estratégia e marketing da Talent Group.

Ele aponta que as consultorias de R&S já são vistas como parceiras do RH para o preenchimento dessas vagas, justificando o crescimento na carteira de consultoria da Talent Group, que teve um aumento real de 36,2% em comparação com 2012.

Retrospectiva
Como não poderia deixar de ser, o mercado ainda se recente da crise financeira internacional, que teve efeitos danosos na Europa. Menos abalados, os Estados Unidos demonstram sinais de reação e a China tem registrado expansão inferior aos últimos anos.

Manni lembra que, no caso do Brasil, o governo adotou uma série de medidas para estimular a economia ainda em 2012, gerando reflexos durante todo esse ano. Alguns exemplos são a desoneração de folha de pagamento em vários setores, a redução do IOF para empréstimos de pessoas físicas e a desoneração da linha branca e de automóveis.

Dificuldades
O diretor de estratégia e marketing da Talent Group ressalta que o principal desafio enfrentado na área de R&S durante o ano foi a escassez de mão e obra. Segundo um relatório divulgado recentemente pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), as empresas enfrentam dificuldades para contratar pessoal qualificado às suas necessidades em diferentes níveis, do mais básico à gerência. A pesquisa constatou que 81% das empresas de grande porte estão insatisfeitas com a oferta de profissionais no mercado, mesma queixa apontada por 77% das médias e 64% das pequenas.

“Complementarmente, o maior desafio de empresas como a Talent Group sempre será acompanhar de perto o seu mercado e buscar a mais rápida e consistente formação de seus novos profissionais, para poder acompanhar o crescimento da demanda de seus clientes”, conta Manni.

Expectativas para o próximo ano
O mercado de R&S em 2014 deve ser marcado pela estabilidade, tanto no que diz respeito aos salários como ao número de vagas, excetuando-se os setores envolvidos mais diretamente com a Copa do Mundo. Segundo a Talent Group, as empresas continuarão a lutar pela retenção de talentos e pela contratação de profissionais com perfil adequado às suas necessidades. Nesse sentido, identificar os fatores que motivam o profissional na busca da felicidade e realização pode representar a diferença entre ter ou não ter a mão de obra necessária para os objetivos empresariais.

Nesse mercado, Manni aponta que a Talent Group encara 2014 como uma oportunidade de crescimento. “Nossa meta para 2014 é ter um crescimento de ao menos 10%, focando inicialmente no crescimento interno, já necessário para atender à atual demanda crescente do nosso mercado. Pretendemos ter uma equipe interna maior e cada vez mais forte, mais preparada, e mais coesa, o que resultará na percepção de nossos clientes, nos nossos resultados e no crescimento das parcerias”, finaliza.

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ICI – Uma história de sucesso

O Instituto Curitiba de Informática está em sua segunda década, pesquisando, integrando, desenvolvendo tecnologias e implementando soluções e serviços públicos inteligentes, aliando cada vez mais tecnologia e capital intelectual para o fornecimento dessas soluções. Do atendimento ao cidadão, passando por prontuários da saúde, matrículas e boletins escolares, o ICI possui um arsenal de ferramentas que permitem realizar e garantir a evolução dos serviços oferecidos para os cidadãos, bem como estudar cenários preditivos que apoiam a tomada de decisão estratégica dos gestores públicos.

Quando foi criado, em 1998, o Instituto passou a fazer todo o gerenciamento de informática da Prefeitura de Curitiba, que fora conduzido até então pelo Centro de Processamento de Dados(CPD), o qual passou pela Secretaria Municipal de Administração, Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc) e Urbanização de Curitiba S.A. (Urbs).
O Centro de Processamento de Dados esteve sob a responsabilidade da Prefeitura de Curitiba até o fim dos anos 90. Em 1997, com base na Medida Provisória 1.591/97, a Prefeitura criou a Lei 9226/97, que instituiu o Programa Municipal de Publicização. O objetivo foi transferir para estruturas autônomas a responsabilidade pela prestação de serviços públicos considerados não
essenciais.

Em 1998, o Ministério da Administração e Reforma do Estado – conduzido pelo ministro Bresser-Pereira –, por meio da Lei Federal 9637/98, criou a qualificação das Organizações Sociais, que são pessoas jurídicas de direito privado, sem fins lucrativos, orientadas ao ensino, pesquisa, desenvolvimento científico e tecnológico, proteção ao meio ambiente, cultura e saúde.
Neste contexto, o ICI foi formalmente constituído em 1.º de junho de 1998; no dia 23 do mesmo mês, foi reconhecido como Organização Social, por meio do decreto 375/98. Finalmente, em 29 de julho de 1998, foi assinado o primeiro contrato de gestão com a Prefeitura de Curitiba.

O Instituto deu novos ares ao desenvolvimento da informática municipal. Já em 1999 desenvolveu, a pedido da Prefeitura de Curitiba, o Projeto de Modernização Tributária Municipal (PMTM), que visava integrar o cidadão ao processo administrativo e fiscal do município. O projeto permitiu a integração de todos os setores da Prefeitura numa única rede de dados.
Nesse mesmo ano, foi implantado para a Saúde, um sistema que permitia o acesso do médico a um banco de dados que armazenava todo o histórico médico-hospitalar do portador. Com a interligação de todas as unidades de saúde aos hospitais na rede pública, o paciente pode ser atendido em qualquer ponto da rede.

O ano 2000 marcou o lançamento do projeto Digitando o Futuro, da Prefeitura, cujo objetivo era a implantação de pontos de acesso à internet em Faróis do Saber, tornando Curitiba a primeira cidade brasileira com rede pública e gratuita de internet. No mesmo ano foi lançado o Cartão Qualidade, criado para os servidores do município. Trata-se de um cartão inteligente, dotado de um microchip que, além de atender os quesitos de identificação e de controle de acesso do colaborador, permite o armazenamento, com total segurança, de várias informações do portador.

Em 2002, foram desenvolvidos projetos de grande importância para o município, entre os quais o Sistema de Gestão Pública (SGP) e o E-compras, sistema de pregão eletrônico criado para a Secretaria Municipal de Administração.

Os totens multimídia chegaram em 2006, integrando o mobiliário urbano da cidade, com informações completas sobre serviços públicos, lazer, cultura e até a previsão do tempo.Em 2008, o ICI implantou os primeiros pontos de rede wi-fi gratuita da cidade – no Parque Barigüi, Mercado Municipal e Regional Matriz (Praça Rui Barbosa). Logo após, mais pontos passaram a contar com o serviço: Jardim Botânico, Largo da Ordem, Praça da Espanha, seis administrações regionais e o entorno de 80 escolas municipais.

Em 2012, o Instituto entrou no mercado de aplicativos para dispositivos móveis, lançando soluções voltadas a pesquisas de preços, rede de voluntariado, realidade aumentada, entre outros.
Em 2011 conquistamos o segundo lugar no Índice Brasil de Cidades Digitais (IBCD) e em junho de 2012 veio o principal reconhecimento do trabalho do ICI por Curitiba: o primeiro lugar no IBCD, ranking instituído pelo Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD) e a Momento Editorial, de São Paulo, que edita a revista Wireless Mundi. O ranking mede o nível de inovação e de digitalização das 100 cidades brasileiras que melhor utilizam as tecnologias de informação e comunicação.

O primeiro lugar no IBCD é resultado dessa trajetória de mais de 15 anos de trabalho. A organização, criada previamente para dar celeridade aos projetos de tecnologia da informação e comunicação, tornou-se uma das maiores integradoras de soluções para a gestão pública. Hoje, o ICI é referência em desenvolvimento e integração de software, o que promove o fortalecimento e valorização da cadeia produtiva local.
Internacionalmente, esse reconhecimento também acontece, tanto que a revista Forbes coloca Curitiba em terceiro lugar no ranking das cidades mais inteligentes do mundo.

Outros reconhecimentos obtidos em 2012 foram o prêmio Imre Simon, concedido ao ICI pela Assespro Nacional na categoria Prestação de Serviços ao Governo, e o Prêmio Conciliar é Legal, conferido pelo Conselho Nacional de Justiça ao programa Justiça no Bairro, do qual o ICI participa desde 2004.
Em 2013, chegamos novamente em primeiro lugar no prêmio Imre Simon, desta vez na categoria Iniciativa para a Construção de Cidades Digitais, com o projeto Inclusão Digital nas Proximidades das Escolas Municipais.

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A importância do Projeto de Lei da terceirização para o Mercado de TI

Por Jorge Sukarie, presidente da ABES – Associação Brasileira das Empresas de Software

A terceirização é uma realidade no país, utilizada por todos os setores da Economia e por todos os portes de empresas; no entanto, essa modalidade contratual tem gerado muitos conflitos judiciais porque ainda não existe no País regulamentação específica para essa forma de contratação.

A súmula 331 do Tribunal Superior do Trabalho (TST) – que tem sido a referência para reger essa modalidade no Brasil – reconhece como legítima a terceirização nos serviços especializados ligados à “atividade-meio” do tomador bem como na contratação de certos tipos de serviços tais como vigilância, conservação e limpeza, mas a súmula 331 nada diz a respeito da chamada terceirização da “atividade-fim” das empresas.

O problema se agrava porque não existe uma definição clara para o que se entende por atividade fim ou para seu contraponto que seria a atividade meio, e esta indefinição joga as empresas num cenário de incerteza que inibe investimentos e limita o crescimento do País.

No atual cenário econômico e na era da globalização – onde dificilmente um produto é concluído por apenas uma empresa e existe uma grande cooperação de várias companhias de diversos países, proporcionada pelas cadeias de valor e a tecnologia da informação – fica praticamente impossível criar essa fronteira e separar o que seria atividade fim e atividade meio.

Atualmente, todos os setores passam por alguma solução de tecnologia em sua produção ou prestação de serviço. Um mercado bastante pujante, a TI faturou US$ 60,2 bilhões no Brasil e se posicionou como o 7º maior mercado mundial de TI, em 2012.

A indefinição das atividades que podem ou não ser terceirizadas causa uma grande insegurança jurídica, já que o entendimento é bastante subjetivo e inibe os investimentos em setores cuja dinâmica impulsiona a contratação de serviços terceirizados, como é o caso das atividades de Tecnologia da Informação.

Para garantir que o crescimento alcançado nos últimos anos continue e que o Brasil possa se destacar como um País inovador e tecnologicamente avançado é fundamental que o Congresso aprove uma lei com uma definição clara sobre as atividades que podem ser objeto da terceirização.

O Projeto de Lei 4330, que tramita no Congresso Nacional desde 2004, pode ser a solução para essa questão da terceirização no país. Ele dispõe sobre “o contrato de prestação de serviços a terceiros e as relações dele decorrentes”, permitindo a contratação de serviços terceirizados para qualquer atividade, estabelecendo as obrigações que devem ser atendidas por quem contrata esse tipo de serviço.

Caso o projeto de lei seja aprovado, o Brasil pode experimentar um novo momento de crescimento econômico, com investimentos internos e externos, segurança para que as empresas de diversos setores, e em especial de TI, possam operar sem riscos de terem suas relações com empresas terceirizadas questionadas no futuro. Podemos viver um momento de maior geração de postos de trabalho para aproveitar os próximos anos de boom demográfico que o país terá pela frente e gerar no Brasil novos pólos de tecnologia, com profissionais de alta especialização. O resultado disso será percebido diretamente pelo consumidor que poderá adquirir um serviço ou produto com melhor qualidade e menor custo.

De outro lado, enquanto perdurar a ausência da lei regulamentando a terceirização, o Brasil permanecerá num verdadeiro limbo jurídico, obrigando as empresas a contratarem serviços no exterior, se tornando importadoras de serviços – especialmente no setor de Tecnologia da Informação cujas atividades podem ser desenvolvidas a distância – gerando muitos empregos de alta qualidade em outros países.

A edição de lei estabelecendo que a terceirização pode se aplicar a qualquer atividade de uma empresa trará a segurança para os investimentos no país. Ganham todos e fortalecemos a própria democracia.

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