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Marika Lulay sucede Ulrich Dietz como CEO da GFT Technologies SE

Marika-Lulay_Quote.jpg.2016-08-11-08-13-27 Durante a última reunião do Conselho de Administração da GFT Technologies SE (GFT), Ulrich Dietz, em consonância com o Conselho de Administração e por vontade própria, renunciou ao cargo de managing director e CEO da GFT Technologies SE com efeito a partir de 31 de maio de 2017.

Marika Lulay, nomeada por unanimidade pelo Conselho de Administração, irá assumir o cargo de nova CEO da GFT também a partir de 31 de maio de 2017. Como managing director, Marika ocupa atualmente o cargo de Chief Operating Officer (COO), sendo responsável pela área de business operations e também áreas-chave de tecnologia e gestão da qualidade. Além disso, o Conselho de Administração elegeu Ulrich Dietz como presidente do Conselho de Administração e Dr. Paul Lerbinger, o atual presidente, como vice-presidente.

Para garantir que o processo de transição seja harmonioso, os próximos quatro meses serão utilizados para apoiar o processo de transferência de atividades e business. A partir de 31 de Maio de 2017, Marika Lulay e o Dr. Jochen Ruetz, Chief Financial Officer (CFO) da empresa, irão formar o Conselho de Administração. Ulrich Dietz é e continuará a ser o principal acionista da GFT Technologies SE.

“Desde que fundou a empresa em 1987, Ulrich Dietz vem desenvolvendo e liderando de forma decisiva a GFT como seu acionista âncora e managing director / CEO. Em 1999, Dietz abriu o capital e desenvolveu a empresa para que esta se tornasse uma parceira de tecnologia líder para o segmento financeiro. Ulrich Dietz lançou as bases para o futuro da GFT e estamos gratos por todo o seu compromisso inabalável, visão ambiciosa e coragem para explorar novos caminhos”, afirma o Dr. Paul Lerbinger.

No futuro, Ulrich Dietz irá focar, em particular, na transformação digital da economia e na política tecnológica da Alemanha e da Europa. Além disso, ele continuará a desenvolver o ecossistema de inovação do concurso CODE_n e além de fortalecer o compromisso da GFT na área de inovação e tecnologia. O empresário pretende trabalhar mais ativamente como investidor privado em projetos promissores de capital de risco que apoiem empresas de tecnologia inovadoras.

“Sempre me empenhei em moldar o desenvolvimento estratégico da GFT e a incitar e mobilizar nossos stakeholders com relação à transformação digital. Como futuro presidente do Conselho de Administração, poderei dar continuidade a esse objetivo e, ao mesmo tempo, assumir novos desafios. É vital que nós não fiquemos para trás no processo de transformação digital”, afirma Dietz.

Marika Lulay vem liderando a área de operações da GFT desde 2002. Aos 54 anos, Marika tem mais de 25 anos de experiência na indústria de TI. Em 1996, ela liderou a entrada do integrador de sistemas da empresa americana Cambridge Technology Partners no mercado alemão. Lá Marika foi vice-presidente para a região da Europa Central e do Norte.

Na GFT, Marika tem focado no setor financeiro, bem como a internacionalização da empresa. Ela é a principal responsável pelo sucesso do “Modelo de Entrega Global” da GFT com centros de desenvolvimento nearshore e offshore. Seu principal objetivo é promover a transformação digital do setor financeiro e fomentar o crescimento internacional da GFT. O plano prevê que o faturamento da empresa atinja 800 milhões de euros até 2020.

“Por quase 15 anos, Marika Lulay vem impulsionando o desenvolvimento da GFT ao lado de Ulrich Dietz e Jochen Ruetz. Ela conhece a empresa extremamente bem e já gerencia mais de 4,5 mil funcionários na parte operacional dos negócios. Com um foco contínuo no cliente, ela representa continuidade e experiência. Ela é a pessoa ideal para assumir a gestão da empresa e suceder Ulrich Dietz após estes 30 anos”, afirma o presidente do Conselho de Administração, Dr. Paul Lerbinger.

“Como parte desta equipe altamente motivada, estou ansiosa para assumir as tarefas e desafios que estão à nossa frente. O foco principal é a trabalhar a transformação digital no mundo financeiro. Por um lado, isso exige um desejo constante por mudanças e, por outro lado, também cria inúmeras oportunidades. Nós precisamos nos manter atualizados sempre, mas também nos concentrarmos em ter um portfólio selecionado. As parcerias ágeis estão se tornando a chave para o sucesso e o futuro está na inovação aberta e na melhor combinação possível do know-how de nossos colaboradores em todo o mundo”, finaliza Marika.

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Projeto social de startup brasileira transforma realidade de jovens na África

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O que pode ser mais sincero e gratificante do que o sorriso de uma criança? Foi pensando nisso que Samuel Toaldo e Eugen Braun, sócios da startup Goleiro de Aluguel (www.goleirodealuguel.com.br), desenvolveram um projeto social ligado ao esporte que está mudando a vida de jovens carentes em Mali, África.

Para quem não conhece, pioneira no mundo desde janeiro de 2015, a Goleiro de Aluguel é um verdadeiro marketplace que reúne apaixonados por futebol que precisam de um goleiro para sua partida entre os amigos e goleiros amadores em busca de mais amizades e oportunidades de jogar com frequência.

A responsabilidade social está no DNA da empresa. Ambos os sócios, até mesmo antes de se unirem já realizavam trabalhos voluntários: “Ter um olhar para ajudar o próximo vem do desejo de mudar realidades. Foi também o que me uniu ao Eugen para chegarmos onde estamos com a startup”, conta o CEO Samuel Toaldo.

Da ideia ao início de uma revolução

Tudo começou com uma mensagem no Facebook enviada pelos sócios ao malês Vadjiguiba Diaby. O recado era de incentivo por seu empenho em buscar alternativas para ajudar jovens da sua localidade mesmo diante de tantas dificuldades. Samuel e Eugen descobriram pela própria rede social a iniciativa que Diaby estava realizando à sua forma – treinamento de goleiros com meninos da sua comunidade. “Nos surpreendemos ao perceber o que pode ser feito de bom aos jovens quando se quer de verdade. Esse é o caso do hoje nosso amigo Vadjiguiba. Por isso, não exitamos em encontrarmos uma maneira de ajudá-lo”, comenta Eugen.

O que os sócios souberam foi que Diaby mantinha um treinamento improvisado para jovens goleiros às custas de muita criatividade. Isso chamou muito a atenção de Samuel e Eugen e logo depois tiveram a ideia de ajudar a iniciativa. Foi como uma fagulha prestes a gerar uma grande fogueira de solidariedade, como conta Samuel: “Vimos muita paixão no projeto e não hesitamos em ajudar da forma como podíamos, mesmo no início das operações. Começamos a disponibilizar uma verba mensal que financiou até o momento o aluguel do campo de jogo e uma sala para guardar equipamentos. Já era um grande salto para quem tinha pouco ou quase nada mas queríamos mais”.

A startup trabalha com o modelo de negócios que incentiva não só os sócios mas como todos os envolvidos a contribuírem. Funciona assim: 60% do valor por partida realizada fica com os goleiros e 40% com a startup. Destes 40%, parte da receita fica para os custos com a operação e outra com a contribuição recorrente ao projeto.

Projeto ganha ainda mais corpo com evolução da startup

Com o lançamento do primeiro aplicativo no fim de agosto de 2016, (até então as convocações eram feitas via site e contato por apps de mensagens) há três opções de valores para realizar convocações de goleiros, todos relativos ao tempo de jogo: Por 60 minutos, o valor a ser pago por cada convocação é de R$ 30,00. Por 90 minutos, R$ 45,00 e se for mencionado o tempo de 120 minutos, o “aluguel” fica por R$ 60,00. Também é possível escolher entre um goleiro específico – busca por nome – ou aleatório, onde a demanda do jogo é enviada a todos os goleiros da base.

Para esse ano, não só a parceria foi mantida como ampliada em 350% com a oficialização da chamada “Escuela de Porteros” – ou escola de goleiros – trazendo muito mais estrutura a esses jovens. Logo após o primeiro mês de aumento dos valores doados, os organizadores já anteciparam o pagamento de 6 meses do aluguel do espaço utilizado para treinos.

E agora em janeiro foi feita mais uma grande doação de materiais esportivos e a efetivação do mantenedor como pertencente da equipe da Goleiro de Aluguel. Agora com a aquisição de materiais esportivos o projeto ganhou oficialmente a marca da startup e suas cores oficiais, roxo e verde Até o momento são ajudados mais de 40 jovens entre 6 e 14 anos.

Segundo Samuel, “Há pouco enviamos luvas exclusivas com nossa marca e bolas oficiais para o treino. Também fabricamos obstáculos específicos em madeira, substituindo o improviso criativo necessário para o projeto acontecer. Fazer o bem não tem preço e nos dá ainda mais força para seguir avançando com a Goleiro de Aluguel. E pensar que bem há pouco tempo estávamos começando essa trajetória com apenas uma fan page no Facebook, depois com nosso site e agora com o primeiro aplicativo, nossa ideia é alcançar ainda mais pessoas e buscar fazer nossa parte por um mundo menos desigual e com mais sorrisos como os que recebemos desses jovens”, assinala.

Ajudar ao próximo está no DNA da Goleiro de Aluguel

Os empreendedores já se envolveram em outras quatro ações sociais, onde patrocinaram a Seleção Brasileira Feminina de Futsal para surdos, que recebeu todos uniformes dos atletas, comissão técnica e condições financeiras de disputarem a Copa do Mundo da modalidade, se sagrando vice-campeã.

A mais recente está agora no ar com o apoio à CBDS (Confederação Brasileira de Desportos para os Surdos) onde a startup está colocando à venda a camisa oficial da delegação que participará esse ano das Surdo-olimpíadas na Turquia. Todo valor ganho com a venda será revertido aos surdo-atletas.

Outra iniciativa surgiu a partir do contato inspirador com o menino Gustavo, de apenas 5 anos que luta bravamente contra a Leucemia. Em conjunto com um dos goleiros de aluguel, Thiago Merigui, foi realizada uma campanha com a hashtag #‎goleirosanguebom para incentivar a doação de medula óssea.

A ideia ganhou corpo e foi aderida por muitas pessoas, inclusive grandes atletas e treinadores de clubes de série A como o goleiro Vanderlei e o técnico Dorival Júnior, ambos do Santos. Como incentivo, o goleiro Douglas Friedrich , à época no Grêmio – hoje no Avaí para a temporada 2017, enviou suas luvas de jogo. “A ideia inicial era sortear essa luva entre os goleiros de aluguel, mas decidimos manda-las para esse grande campeão”, assinala Eugen Braun, COO da Goleiro de Aluguel.

E a cidade de Campo Largo, região metropolitana de Curitiba, também se tornou palco para uma goleada de solidariedade. Lá, o Professor Ivo, de 77 anos, trabalha voluntariamente como treinador de mais de 100 crianças. Nesse projeto, todos os materiais esportivos, sejam eles uniformes, bolas, coletes, foram doados pela Goleiro De Aluguel.

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Primeiros meses do ano são bons para buscar novas oportunidades de trabalho

O início do ano é o momento ideal para muitos profissionais buscarem novas oportunidades de trabalho, atingir metas e alcançar novos objetivos na carreira. Muitas empresas utilizam os primeiros meses do ano para avaliar o tamanho da equipe e procurar novos perfis para ajustar o time para os desafios do novo ano.

“É ritual: todo janeiro e fevereiro, as empresas se auto-avaliam e percebem que, passado um ano, continuam com algumas equipes menores do que precisam. Certamente é um momento para ficar de olho nas oportunidades que aparecerem e se preparar para os processos seletivos que abrirão ao longo do ano”, explica Paulo Silveira, sócio-fundador da Alura, instituição de ensino com cursos online em tecnologia.

Para isso, na opinião do especialista, é necessário estar atento às novidades e aprimorar constantemente as habilidades. Paulo explica que cursos livres e pontuais ajudam bastante nessa busca, pois atualiza os conhecimentos e as habilidades, mantendo o profissional sempre alerta às novas tecnologias.

“Quem respira tecnologia sabe que esse estudo acaba se tornando em diversão e uma forma de ser um grande profissional, e não apenas um dever para obter um emprego melhor,” diz.

Caso o profissional deseje ingressar em uma nova área, a dica é procurar as tecnologias mais quentes e demandadas pelo mercado. “É preciso encontrar e focar em algo com o seu perfil e, para isso, você pode se questionar: eu prefiro o lado do design? sou mais curioso em saber como os aplicativos são feitos? quero entender como aumentar minhas vendas online? como posso aprimorar a experiência do usuário em alguma plataforma?. A partir daí, você consegue definir o que precisa estudar para se destacar no mercado de trabalho,” orienta.

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SONDA nomeia novo diretor para as áreas de Data Center e Cloud Computing

d780724a98d638ebae83d5415c4bd827A SONDA, maior companhia latino-americana de Tecnologia da Informação, anuncia Bruno Faustino como novo diretor geral das áreas de Data Center e Cloud Computing. O executivo entra no lugar de Luiz Henrique Caloi, que atuava na integradora há 17 anos e agora assume o papel de diretor executivo na Ativas, empresa mineira de serviços de Data Center e Cloud Computing, adquirida pela SONDA em agosto de 2016.

A meta de Faustino no novo cargo é dar sequência ao plano de reiterar a posição inovadora da SONDA no mercado de serviços gerenciados para data center, nuvem e armazenamento de dados, sempre focando em vendas consultivas. Na prática, o executivo intensificará a presença da companhia no mercado brasileiro com base na estratégia latino-americana da SONDA de buscar o entendimento do negócio do cliente e ofertar soluções de forma escalável, integrada e flexível.

“O desafio é expandir as ofertas de Cloud e Serviços Gerenciados para atender os desafios de negócios dos clientes como redução de custo, maior flexibilidade e suportar as áreas de TI para transformaram-se em unidades de inovação. Faremos isso através de novas tecnologias, governança e gestão eficiente, frente a um mercado competitivo e que está em constante evolução”, revela Faustino, que é formado em Sistemas da Informação pelo Mackenzie e tem MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas.

No período em que esteve como diretor de Tecnologia & Produtos da área de Data Center e Cloud Computing, Faustino gerenciou projetos para transformar o portfolio desta divisão alinhado com as ofertas regionais da SONDA, com foco em tornar-se a maior integradora de soluções para cloud híbrida na América Latina. As iniciativas de maior referência durante a sua estão gestão foram o desenvolvimento de novos produtos mais competitivos para o mercado brasileiro e a expansão de parceiros em Cloud, que gerou novos contratos e aumento da base de clientes.

Anteriormente à SONDA, empresa que está há dois anos, Bruno Faustino atuou em serviços de outsourcing na IBM por dez anos.

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Cinco tendências para o futuro do serviço em campo – Por Wagner Tadeu

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No mercado competitivo de hoje, os fornecedores de serviços devem repensar constantemente na melhor maneira de oferecer e aprimorar os serviços prestados. Esse processo deve ser algo constante, pois o melhor de hoje corre o risco de não ser bom o bastante amanhã.

O cenário empresarial está mudando e as empresas estão adaptando-se a este novo panorama, no qual o serviço de qualidade é o principal diferenciador, especialmente em um mercado saturado. Os consumidores, que hoje possuem expectativas elevadas, passaram a conduzir a economia. No mercado brasileiro o cenário não é diferente.

Um estudo conduzido pela Accenture revelou que, somente em 2015, as empresas brasileiras perderam cerca de 217 bilhões de dólares como consequência de clientes que migraram para a concorrência insatisfeitos com os serviços prestados. O levantamento destacou ainda que, em função do mau atendimento, 86% dos consumidores locais passaram a comprar de outros fornecedores – debandada que poderia ter sido evitada pelas companhias em 92% dos casos.

Nesse contexto, todas as empresas de serviços em campo precisam fazer das exigências do cliente a sua prioridade. Fica claro que o gerenciamento móvel é a chave para conduzir o valor do negócio e é fundamental considerar essas cinco tendências para compreender o futuro do serviço em campo:

1. Serviço como um diferencial

Qualidade e confiabilidade são pontos chave que demandam mais atenção das empresas de serviços, especialmente quando se trata de produtos de consumo. O serviço é o fator determinante entre ganhar um novo cliente ou perder uma parcela de mercado. As organizações de serviços precisam estar à frente quando os consumidores comparam serviço semelhantes – e ter os recursos necessários para atendê-los, especialmente em um mercado cada vez mais competitivo.

2. Um novo cliente: o CFO

As empresas de serviços não somente vendem seus produtos ao usuário final. Primeiramente, precisam estar aptas a oferecer uma nova oferta de serviços de campo que atenda os anseios dos mais altos níveis da organização. O que inclui o diretor financeiro (CFO), que detém o poder de compra. Ao apresentar ferramentas de gestão de serviço em campo a uma determinada organização, é fundamental compreender o ambiente competitivo em que ela se encontra. E os CFOs precisam ser informados do que a concorrência está fazendo e entender os benefícios da solução sugerida. Por meio da educação será possível atingir este objetivo.

3. A tomada de decisão: o que impulsiona a mudança?

Quando as empresas investem em uma solução de gerenciamento de serviço em campo (FSM), surgem muitas especulações em torno desta mudança. É um grande investimento, por isso é tão importante ter uma visão sobre todos os aspectos periféricos. O único tópico em comum em toda esta discussão revelou-se a importância da visibilidade como um catalisador para a mudança. Afinal, você não pode gerenciar ou melhorar aquilo que você não vê, que não pode quantificar desde o início. Isso significa que o debate sobre as soluções FSM e resultados afastou-se da equipe de entrega do projeto e dos usuários corporativos do dia-a-dia. E subiu para o topo da cadeia de negócios, para o nível de vice-presidente e CEO. Trata-se muito mais da necessidade de ver o quadro completo.

4. O défice de capacidades é uma lacuna geracional

Não é segredo que a nova geração ama aplicativos, afinal foi criada na era digital e os utilizam desde sempre. Entretanto, eles não têm habilidades aguçadas de engenharia. Por outro lado, as gerações mais velhas de profissionais de serviços entendem a mecânica e os elementos elétricos de forma mais apurada, mas tendem a resistir a soluções tecnológicas como, por exemplo, aplicativos para celular. As novas tecnologias como a realidade aumentada, poderiam preencher a lacuna entre os diferentes conjuntos de habilidades dos técnicos de serviço em campo?

5. Extrair o máximo das soluções de gerenciamento da força de trabalho móvel por meio da personalização

As empresas que investem em uma solução sofisticada de FSM podem gerar uma grande economia de custos e maior eficiência. Trata-se de um projeto de grande escala, que começa com a escolha da solução mais adequada e termina com a implantação e treinamento. As organizações visam ganhar o máximo valor de seus investimentos. Entretanto, as empresas têm diferentes necessidades, por isso não há solução padrão. A personalização é a chave para obter o máximo de sua solução FSM.

Repensar a melhor maneira de fornecer serviços é um desafio constante para empresas de todos os tamanhos. Investimento em soluções de apoio que melhoram a experiência com o consumidor através de respostas mais rápidas e maiores realizações de nível de serviço – ao mesmo tempo em que reduzem custos e aumentam a eficiência dos recursos de campo – é algo que está rapidamente se tornando a norma. Tais soluções preveem, planejam e gerenciam forças de trabalho móveis em termos dos serviços que eles realizam, assim como quando e onde eles são realizados. Esse é o futuro do serviço em campo

Wagner Tadeu é Gerente Geral da ClickSoftware para América Latina, líder no fornecimento de soluções para a gestão automatizada e otimização da força de trabalho e serviços em campo.

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Shaw Academy lança uma nova plataforma personalizada de tecnologia educacional

A Shaw Academy, a maior educadora online ao vivo do mundo lançou sua própria plataforma educacional para atender ao contínuo aumento de alunos que se beneficiam de seu conteúdo. A empresa irlandesa com escritórios no Reino Unido, EUA e Índia oferece educação online ao vivo sobre uma ampla gama de matérias com foco em habilidades práticas. O número de estudantes triplicou nos últimos doze meses e houve um aumento de 322%, em média, no volume comparado ao ano anterior desde seu início em 2011.

O rápido crescimento da Shaw Academy, fundada por James Egan e Adrian Murphy, é baseado nos princípios básicos do fornecimento de uma educação excelente, disponível e acessível a todos, com o suporte de uma tecnologia proprietária. Seus cursos são selecionados e desenvolvidos por especialistas, e entre as matérias práticas oferecidas estão marketing, tecnologia, design, finanças, vendas, nutrição e fotografia, entre outras. As aulas são ao vivo, garantindo as tendências mais atualizadas e a interação dos alunos em tempo real e no horário de sua preferência.

A nova plataforma Phoenix possibilita à Shaw Academy ensinar simultaneamente ao vivo e online um número maior de alunos do que nunca, oferecendo um serviço muito mais automatizado, mas também personalizado aos seus alunos. Ao se inscrever no curso escolhido, o assinante será conduzido por um caminho que se baseia e se concentra em resultados. A Shaw Academy pode agora adaptar completamente as informações aos alunos com base na escolha da matéria, nível de experiência e carreira desejada. Inúmeros elementos envolvendo jogos também serão utilizados no período de estudo relevante à matéria, estimulando ainda mais as taxas de conclusão. A nova tecnologia aprimorará a experiência ao vivo permitindo que o aluno receba respostas detalhadas imediatamente, e colabore com pesquisas e enquetes em tempo real dur ante as sessões ao vivo possibilitando aos educadores da Shaw Academy modificar e melhorar o conteúdo, elevar os níveis de satisfação e consequentemente as pontuações da ferramenta NPS.

Referindo-se ao lançamento da plataforma Phoenix, James Egan, cofundador e CEO disse: “A criação da Phoenix é uma evolução empolgante da Shaw Academy. Nós temos agora nossa própria plataforma educacional escalável e ao vivo que se auto-aperfeiçoa continuamente. Permite personalizar e aprimorar ainda mais a experiência de aprendizado dos alunos, cujas metas, sonhos e aspirações são a nossa prioridade principal. Nosso crescimento contínuo significa que até o fim de 2017, nós estaremos ensinando dois milhões de novos alunos a cada mês. A Phoenix nos permite demonstrar uma verdadeira inovação no fornecimento de educação, ensinar milhões de novos estudantes e continuar a reduzir o custo da educação”.

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Infraestrutura de TI é pilar básico das operações públicas, diz especialista

O volume de dados em trânsito nas redes corporativas é imenso: previsões das maiores consultorias de tecnologia do mundo dão conta de que em 3 anos a onda de informações circulantes na Internet deverá atingir o patamar das dezenas de milhares de petabytes/dia, conforme explica o diretor da LTA-RH, Alexander Costa Barcelos.

“Este crescimento exponencial se deve a tecnologias e tendências como Big Data, BYOD, IoT, wearables, entre outras. E, ao mesmo tempo em que avança avassaladoramente, esta onda de dados transforma o mercado corporativo, já que as empresas terão de adaptar suas estruturas – e, principalmente, suas infraestruturas, para acompanhar este movimento” revela.

O data center é a peça chave deste cenário. Ter capacidade de armazenamento, redundância, contingência e gerenciamento preditivo para suportar a grande leva de informações circulantes, bem como dar suporte para rodagem perfeita de sistemas e aplicativos, é fundamental para empresas e instituições de qualquer setor ou porte.

“E se no setor privado esta demanda é urgente, na área pública é ainda mais – afinal, são dados, documentos e processos pertinentes a toda uma população, seja em instância municipal, estadual ou federal, que estão em jogo neste segmento”, completa o especialista.

Nas redes de órgãos públicos, os dados chegam das mais diversas fontes – contribuintes, repartições vinculadas das áreas de saúde, educação, transporte, segurança, saneamento, urbanismo etc. Os sistemas também são variados, compondo uma teia de softwares de gestão de nichos, banco e gestão de dados diversificados, aplicações online de contato com os cidadãos e servidores, aplicações da área financeira e de pessoal, entre muitos outros.

Além disso, há toda uma gama de equipamentos, como computadores, notebooks, tablets, smartphones, coletores de dados, sensores, dispositivos de campo ligados a web e inúmeros outros devices que requerem conexão forte para se manterem em operação contínua.

“Tudo isso requer uma infraestrutura robusta, capaz de sustentar o tráfego e garantir o andamento das aplicações e operações, permitindo aos órgãos desenvolverem suas atividades e prestarem seus serviços sem interrupções”, explica Barcelos.

Um data center bem estruturado, baseado em equipamentos e sistemas de qualidade, é o pilar básico para manter esta continuidade. Mas, para que esta infraestrutura funcione adequadamente, é preciso o alicerce de fornecedores capacitados, incluindo fabricantes das soluções, canais revendedores e prestadores de serviços como instalação, implementação, migração e suporte das ferramentas.

É nestes profissionais que está a base de uma infraestrutura confiável, pois não há servidor, storage ou ativo de rede (como, por exemplo, switches e roteadores) que funcione sem a intervenção humana qualificada para dar o start.

“Um data center é, por definição, o local onde empresas públicas ou privadas concentram os equipamentos que usam para processamento e armazenamento de dados. Mas muito além disso, é o cerne do negócio, é a força motriz que garante a continuidade das operações sem as tão prejudiciais paradas – que podem variar de um incômodo passageiro, quando resolvidas rapidamente, a um verdadeiro pesadelo, quando muito duradouras ou acompanhadas de incidentes de segurança que expõem e põem em risco dados e aplicações”, acrescenta.

Construir uma infraestrutura de TI robusta, adotar soluções que permitam gerenciar tanto os ativos físicos quanto os sistemas e dados desta estrutura, assim como monitorar máquinas, conteúdos e operações, contando com estratégias inteligentes e funcionais de backup e planejamento que englobe questões como segurança, governança, conformidade, economia e performance, não é tarefa fácil: é algo para profissionais especializados.

Por isso, a escolha do fornecedor de infraestrutura de TI é crucial para o negócio, tanto de uma empresa pública quanto de uma privada. Não é possível decidir somente com base em um quesito, seja ele preço, localização, equipe, parceiros. Um conjunto de todos estes fatores e outros mais, como a qualificação dos times de pré e pós-venda, estrutura de suporte, garantias e aval de fabricantes, deve ser levado em conta para uma tomada de decisão segura.

“Só assim se estará garantindo a produtividade das equipes, a satisfação dos usuários e o sono tranquilo dos administradores de rede. Data center é vital, e a escolha de um fornecedor capacitado é a veia pulsante desta vida”, conclui.

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Óculos de realidade virtual da Nasa garante sensações de exploração espacial no Kennedy Space Center ou qualquer lugar da Terra

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Quem estiver passeando no Kennedy Space Center (Complexo de Visitantes do Centro Espacial Kennedy) e quiser se sentir um verdadeiro astronauta pode “viajar” com as sensações de exploração espacial que o novo Visor Espacial da Nasa proporciona.

O artefato é um conjunto de óculos de realidade virtual e fone de ouvido, que permite experimentar o espaço como só os astronautas da Nasa o fazem, e sem deixar o conforto de sua sala de estar.

Disponível para compra no Complexo de Visitantes do Centro Espacial Kennedy, ou na página TheSpaceShop.com, os óculos da Nasa imergem os usuários em uma caminhada pela Estação Espacial Internacional, onde eles podem explorar e aprender sobre cada módulo dessa grande “cidade” que orbita em torno da Terra.

Outras expedições virtuais incluem um tour de carro lunar pela superfície do satélite, uma espiada nas áreas de acesso restrito de naves como as cápsulas do Gemini 9 e Apollo 14 e muitas histórias sobre nosso sistema solar.

Os óculos podem ser adquiridos no KSCVC por US$ 59,99, e são a companhia ideal para tornar a experiência do Centro de Visitantes do complexo ainda mais impactante. De posse dos óculos, o usuário pode baixar os aplicativos gratuitos KSC 360 Expedition, Space Dreams e Edge of Home, na Apple Store ou no Google Play.

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Nova plataforma de investimentos segue conceito one stop shop e revoluciona B2B em fintech

A Órama Investimentos lança seu novo portal, com navegação mais leve, intuitiva, ferramentas exclusivas e acesso simplificado aos melhores fundos e títulos de renda fixa do mercado. A plataforma, que pode ser totalmente customizada pelos parceiros do B2B (consultores, gestores e agentes autônomos de investimento), revoluciona o modo de investir no segmento de fintech. Já premiada pela Amazon Web Services, em 2012, como uma das empresas mais inovadoras em serviços financeiros, a Órama segue investindo pesado em serviços e tecnologia para que os clientes tomem decisões financeiras alinhadas a seus objetivos e obtenham os melhores retornos.

Desenvolvida com base em criterioso estudo de usabilidade, a nova plataforma de investimentos é alinhada ao conceito one stop shop. Em uma só tela, o cliente tem acesso à sua posição consolidada e consegue realizar facilmente todas as operações referentes às suas aplicações na Órama. Ele tem ainda sugestões de investimento, elaboradas de acordo com o seu perfil e as suas prioridades, e visualiza o conteúdo educacional e informativo mais recente do portal.

“Estamos sempre buscando as melhores tecnologias, investindo em um time super qualificado para oferecer aos nossos clientes a melhor experiência. Apresentamos agora um novo portal, intuitivo, inovador, com ferramentas e robôs para auxiliar a tomada de decisão, tudo pensado com o foco na necessidade do investidor, para realmente facilitar sua vida financeira”, diz Habib Nascif, CEO da Órama.

Uma das novas ferramentas, o Top FGC, sugere para cada cliente os melhores investimentos em títulos de renda fixa disponíveis na Órama e o valor para que suas aplicações não ultrapassem a garantia de R$ 250 mil do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), por emissor e por CPF. O Top FGC já faz o cálculo considerando a rentabilidade projetada no vencimento dos papéis e a posição do cliente na plataforma.

Se o portal é inovador para o cliente final, é ainda mais revolucionário no B2B. Além de ter acesso a todos os benefícios do B2C (cliente final), os parceiros do B2B encontram algo exclusivo e inédito no segmento de fintech. Cada parceiro pode montar seu próprio espaço dentro do ambiente eletrônico da Órama, com sua marca fortalecida e a seleção de produtos que deseja oferecer. Com essa possibilidade de total customização, a plataforma valoriza a identidade do parceiro e privilegia seu relacionamento direto com os clientes. Todos ganham juntos.

“Para nossos parceiros, apresentamos uma plataforma ainda mais revolucionária, cada um tem seu próprio espaço, personalizável, com sua marca fortalecida e liberdade para oferecer aos clientes os produtos do portfólio Órama que julgar mais convenientes, mais adequados às necessidades do investidor. Exercemos na essência o significado da palavra parceria, vamos colher juntos o fruto desse grande investimento que fizemos”, diz Nascif, ressaltando que a empresa espera, com os lançamentos B2C e B2B, dobrar o tráfego no curto prazo.

Acesso personalizado
O cliente preenche o cadastro totalmente online e já pode começar a investir. Em seguida, passa a navegar por uma interface personalizada, com gráficos, tabelas e dados sobre suas aplicações financeiras. Tudo com acesso a partir de uma só tela, que inclui ainda os próximos eventos agendados e conteúdo educacional.

Top FGC
O Top FGC é uma ferramenta única, que seleciona automaticamente as melhores opções de títulos de renda fixa sem ultrapassar a garantia de R$ 250 mil do FGC (Fundo Garantidor de Créditos), calculando o valor aplicado acrescido da rentabilidade projetada no vencimento de cada papel. As indicações da ferramenta consideram a carteira de títulos que o cliente já tem na Órama. Assim, o investidor fica sabendo exatamente o quanto pode aplicar por título, entre os cinco mais rentáveis ofertados naquele dia, levando-se sempre em conta a garantia de até R$ 250 mil do FGC, por emissor e por CPF. É a certeza de rentabilidade com segurança.

Top Fundos
O ranking Top Fundos lista os cinco fundos de melhor desempenho nos últimos 12 meses, adequados ao perfil de investidor do cliente.

Parceiros/B2B (consultores, gestores e agentes autônomos de investimento)
No espaço dedicado à navegação dos parceiros, eles podem usufruir de todos os novos recursos do site, como os rankings de investimento, filtros para facilitar buscas e layout organizado dos títulos de renda fixa disponíveis. E tudo isso de um modo personalizável.

A plataforma online disponibiliza para cada tipo de parceiro um espaço único, onde ele pode se relacionar com seus clientes com absoluta liberdade, oferecendo os produtos que julgar mais convenientes (mesmo que não estejam disponíveis para o B2C da Órama), mais adequados ao perfil de seu público. Além disso, ele pode montar seu próprio portfólio.

Educação financeira
O novo portal também permite maior facilidade para acessar o conteúdo de educação financeira da Órama: e-Books, vídeos com especialistas, artigos, consultoria online e um canal no YouTube, o Órama Educação, todos disponíveis gratuitamente na plataforma.

Segurança total
A segurança nos investimentos e a privacidade dos dados do cliente continuam sendo pilares da plataforma.

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Mais de um terço dos brasileiros não querem compartilhar seus dados pessoais, diz GfK

Mais de um terço (34%) dos internautas brasileiros não estão dispostos a compartilhar suas informações pessoais em troca de benefícios como descontos, bônus ou serviços diferenciados. A informação é de uma recente pesquisa global da GfK realizada em 17 países. Os mais de 22 mil entrevistados indicaram, numa escala de 1 a 7 o quanto concordam ou discordam da afirmação: “estou disposto a compartilhar meus dados pessoais (saúde, finanças, trajetos, uso de energia, etc) para obter vantagens como descontos ou serviços personalizados”.

Terceiro lugar

Na média global, 27% dos consumidores concordam, enquanto 19% discordam da afirmação apresentada pela GfK. Na comparação entre os países, atrás da Alemanha (40%) e da França (37%) o Brasil é o terceiro país em que as pessoas se dizem menos dispostas a compartilhar suas informações pessoais para obter benefícios ou vantagens, sendo que entre as mulheres brasileiras os índices de discordância são ainda mais altos, chegando aos 37%. Na outra ponta da escala, os consumidores chineses (38%), mexicanos (30%), russos (29%) e italianos (28%), são que mais se dizem dispostos a compartilhar seus dados pessoais.

Ao usar as informações da GfK, as empresas podem otimizar tempo e recursos ao reconhecer antecipadamente quais públicos-alvo responderão a ofertas de compartilhamento de dados e targets exigirão ofertas mais alinhadas com suas características específicas.

Para baixar os resultados completos para cada um dos 17 países, visite www.gfk.com/global-studies/global-study-overview/

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Pequena cidade mineira se torna um dos principais hubs de startups na América Latina

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Localizada aos pés da Serra da Mantiqueira, no sul de Minas Gerais, a pequena Santa Rita do Sapucaí é uma cidade singular. Com apenas 40 mil habitantes, é também conhecida como Vale da Eletrônica, polo empreendedor em tecnologia com uma concentração de empresas do ramo que supera qualquer outra cidade da América Latina: quatro empreendimentos para cada mil habitantes. O vale mineiro coleciona casos de sucesso, como o desenvolvimento da urna eletrônica usada nas eleições brasileiras, do chip do passaporte eletrônico, do sistema brasileiro de TV Digital, além de potências que nasceram e cresceram ali, como a DL, que hoje lidera o mercado de tablets no Brasil, na frente de Apple e Samsung, com um produto frugal para a classe C e D. No total, são 160 empresas de tecnologia, entre startups e indústrias, com um faturamento de mais de 3 bilhões de Reais no último ano, segundo dados do Sindicato das Indústrias do Vale da Eletrônica (Sindvel). A força é tamanha, que o montante é o dobro do que faturou no mesmo ano o Porto Digital, de Recife, um dos hubs mais conceituados do país. O histórico de desenvolvimento e produção de hardware, entretanto, definiu um rumo distinto para as startups do Vale da Eletrônica.

A cena de Santa Rita contempla projetos de serviços digitais, mas em sua maioria está ligada a negócios que se baseiam em hardware. “É um polo de alta tecnologia”, afirma o dinamarquês Jesper Rhode, coordenador da escola de inovação Hyper Island no Brasil. “Historicamente o país tem um viés muito forte para software e programação. Com a Internet das Coisas e a impressora 3D, entretanto, a prototipagem rápida para desenvolver hardware e dispositivos está ganhando importância na economia digital. Santa Rita está no miolo desta revolução no Brasil”, conta Rhodes. “Várias startups estão abordando inteligência artificial, inclusive deep learning para análise de imagens, colocando o Brasil no mapa global do desenvolvimento de soluções para o futuro digital”, destaca. Para Fábio Veras, da Federação das Indústrias de Minas Gerais (FIEMG), o desenvolvimento de hardware é habilidade singular. “Startups e indústrias farão de Santa Rita a região com maior valor agregado de inovação e valor financeiro por metro quadrado de produção do Brasil nos próximos cinco anos”, complementa.

Empresas com potencial não faltam para exemplificar tais afirmações. O empreendedor Marcos David, da startup Dágora, cita nomes. Uma delas é a Das Coisas, que criou uma plataforma inovadora para IoT (Internet das Coisas) e vem trabalhando em projetos escaláveis com grandes multinacionais para levar conectividade a qualquer objeto. Outra é a Spark Telecom, que desenvolveu um sistema de conectividade para organizar o estacionamento de carros em espaços públicos e privados, já em teste em algumas cidades, além da BitVale, responsável por um caixa eletrônico de Bitcoin com enfoque na usabilidade para democratizar a moeda virtual no Brasil. David também ressalta a Photon Tic, que utiliza de IoT e deep learning para ajudar a monitorar e economizar no uso de energia elétrica, além da Inova GS, startup que oferece um sistema para que estudantes possam fazer estágio à distância. Também se destacam a 4intelligence, plataforma de Big Data para tomada de decisões empresariais, e a própria Dágora, que oferece uma plataforma de aprendizado coletivo.

“Esse movimento não começou de uma hora para outra”, conta João Rubens Costa, do Inatel. “A história peculiar do polo teve início com uma senhora muito rica que apostou em uma ideia futurística para a época e deu origem à primeira escola de eletrônica da América Latina. Foi o ponto inicial disso tudo, em meados do século passado. Nos anos 60, foram criados o Inatel, uma potência em engenharia, e a FAI, com ensino de qualidade em gestão e computação. Isso sem contar as cidades vizinhas, como Pouso Alegre e Itajubá, que formam programadores, publicitários e designers, e tem em Santa Rita seu principal mercado de trabalho. Em seguida, vieram as incubadoras e a consolidação do polo de industrias de alta tecnologia. Foi quando o Vale da Eletrônica ganhou notoriedade internacional”, ressalta.

“Todos esses programas pioneiros se mantêm em constante reinvenção, e hoje se misturam a eventos e programas disruptivos em empreendedorismo e inovação”, completa Costa. O Startup Hub Vale da Eletrônica é um deles. A comunidade é inspirada no grupo de desenvolvedores do Google e no do Facebook, ambos presentes em Santa Rita. O Hub vem unindo não somente as próprias startups, mas todos os demais protagonistas do polo, como a academia, a indústria e o poder público, para trocar conhecimento, realizar eventos e mentorias, formar parcerias estratégicas e, principalmente, atrair investidores. Carlos Henrique Vilela, executivo da Leucotron, empresa pioneira no Vale, destaca outros movimentos de alto impacto, como o Cidade Criativa, Cidade Feliz, plataforma colaborativa de lançamento para novos projetos criativos, a Inatel Business School, que segue uma linha global de núcleos de gestão, e o Hack Town, festival de inovação e empreendedorismo reconhecido com um dos mais inovadores do país.

Outro destaque é o projeto de geração de startups do Inatel, que envolve feiras de projetos estudantis, oficinas de Design Thinking, estudos dos Global Goals da Organização das Nações Unidas (ONU) para identificar problemas relevantes que possam ser solucionados por meio da tecnologia, hackathons, o Crowdworking criado em parceria com a Wayra e a Ericsson, além de constantes edições do Startup Weekend. João Rubens Costa ressalta que outro ponto que vem ajudando a impulsionar o ecossistema empreendedor do Vale da Eletrônica é a relação próxima com ex-alunos do Inatel que hoje ocupam cargos estratégicos nas principais empresas de tecnologia do mundo. “Estamos falando do CEO do AirBnB Brasil, CEO da Ericsson LatAm, de altos executivos do Facebook, do Google e da Qualcomm, entre vários outros, que reconhecem o Inatel e estão sempre de olho no que rola em Santa Rita”, lembra Costa.

“Com a proximidade que temos da capital paulista (cerca de 200 km), talentos de sobra, custo de vida baixo em relação aos grandes centros, qualidade de vida de interior, belezas naturais, e todos esses programas de alto nível”, destaca, “fica difícil segurar o Vale da Eletrônica. É por isso que nossa cena de startups vem não só crescendo, mas ganhando mais relevância e atenção a cada dia que passa”, finaliza Costa.

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NIX, nova plataforma do Grupo Nexxera, possibilita as transações financeiras do app do Show do Milhão

O famoso programa comandado pelo apresentador brasileiro Silvio Santos, o Show do Milhão, está acessível para qualquer pessoa que tenha um smartphone. Já disponível para Android no Google Play e AppStore para iOS, o aplicativo permite que o usuário tenha uma experiência similar ao programa de maior sucesso na TV brasileira.

O Grupo Nexxera, sendo o principal gateway, de serviços e soluções para gestão e execução de transações financeiras do mercado nacional, participa deste projeto do SBT por meio da plataforma de soluções NIX. A tecnologia oferece meios de pagamentos com cartões de crédito e débito dentro do aplicativo, além de proporcionar integração ERP e uma solução para emissão de nota fiscal. Por meio da NIX, as transações financeiras no aplicativo do Show do Milhão acontecerão de forma segura, ágil e inovadora.

Recentemente lançada, a NIX é a mais nova aposta do Grupo Nexxera para atuar no cenário financeiro-digital brasileiro. Um de seus principais diferenciais é o fator de segurança em transações de dados financeiros eletrônicos, além de experiência do usuário, facilidade de cobrança por parte do vendedor e propiciar novas formas de cobrança no mercado. “A percepção da mudança no hábito de consumo foi o que nos motivou a criar plataformas tecnológicas seguras que facilitassem transações financeiras, tanto para o vendedor quanto para o comprador”, explica o presidente do Grupo Nexxera, Edson Silva.

Sobre o a parceria entre as companhias, o Diretor de Multiplataforma do SBT, Rodrigo Navarro Marti, afirma que foi importante contar com o Grupo Nexxera na empreitada. “Neste negócio estratégico e inovador da Emissora, é muito importante poder contar com uma empresa que alia confiabilidade com flexibilidade em soluções em processos críticos que envolvem o Contábil, Financeiro e o Tributário”, explica Marti.

O app Show do Milhão

Os usuários do Show do Milhão podem se divertir com o aplicativo de duas maneiras: gratuitamente, que proporciona ao usuário participar de 10 rodadas por dia, com presença de publicidade; e a versão PRO, que oferece o dobro de partidas sem publicidade. Ademais, na versão PRO e dependendo do desempenho na rodada, o usuário ganhará cupons para concorrer a prêmios que podem chegar até R$ 1 milhão. A versão PRO custa R$9,90 reais por 30 dias de acesso, permitindo 20 partidas por dia.

Por meio das máquinas de redes de captura parceiras, os usuários poderão comprar em dinheiro e ativar a versão PRO do aplicativo através da compra de códigos de ativação (cartão presente) no mesmo modelo de recarga de celular pré-pago. O objetivo é permitir que o usuário possa ter acesso a esta modalidade de compra em cada padaria, farmácia ou comercio mais próximo da sua residência ou local de trabalho.

Além dos atuais estabelecimentos credenciados, novos pontos de vendas serão ativados ao longo de 2017.

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