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CONARH 2021 acontecerá de 28 a 30 de julho

O 46ª CONARH (Gestão de Pessoas em Congresso), promovido pela ABRH Brasil, tem nova data. O maior evento do setor acontecerá entre 28 e 30 de julho, na cidade de São Paulo, e trará o tema “Transcendendo o RH: Repense, Reestruture, Realize, Repasse, Reconstrua”. A reprogramação do evento de abril para julho leva em conta o bem-estar dos participantes, sendo pautada nas orientações das autoridades da saúde, para um ambiente seguro para todos.

O objetivo do CONARH 2021 é mostrar, diante do cenário sem precedentes que estamos passando, que se reinventar é necessário. Considerando um mundo totalmente transformado, a ideia é apresentar como estão sendo construídas as novas formas de se relacionar e atuar no universo do trabalho e da gestão.

As interpretações das palavras que servem como base do CONARH 2021 e suas conexões com os cinco pilares de atuação da ABRH Brasil (Educação, Trabalho, Liderança, Produtividade e Competitividade) visam ressignificar o RH, para que profissionais da área e as lideranças sejam protagonistas das mudanças. Confira.

Repense – Para reafirmar seu lugar como parceiro estratégico das empresas, o RH precisa repensar suas bases, investindo em treinamento e educação para estar sempre à frente de suas dificuldades.

Reestruture – É necessário reestruturar políticas e benefícios pensando em como impactar positivamente a experiência do trabalho e, inclusive, da vida pessoal, que são indissociáveis.

Realize – Todas as mudanças e tendências que o mercado nos apresenta devem ser customizadas e realizadas internamente a fim de sermos essenciais para as lideranças e decisivos na produtividade das empresas.

Repasse – Empresas com boas práticas podem (e devem) compartilhá-las para que cada vez mais pessoas sejam beneficiadas. Assim, a empresa se torna competitiva e, com isso, ganha novos negócios.

Reconstrua – O novo mundo precisa de novas empresas, novos processos, novos horizontes. As mudanças de ponta a ponta nos forçam a reconstruir toda a cadeia de gerenciamento para sermos mais assertivos nos novos desafios.

“O mundo que vivemos não é mais o mesmo, seja nas relações pessoais ou profissionais. Mais do que nunca a ABRH Brasil entende a importância de reunir grandes nomes para guiar pessoas e organizações no cenário atual que se apresenta repleto de desafios. Acompanhamos a evolução da crise sanitária e, com isso, a melhor decisão foi reprogramar o CONARH para assegurar o bem-estar e a integridade de todos, e entregarmos um evento seguro e inovador”, destaca Paulo Sardinha, presidente da ABRH Brasil.

46º CONARH – Gestão de Pessoas em Congresso
Data: 28, 29 e 30 de julho de 2021
Local: São Paulo Expo – Pavilhões 7 e 8
Endereço: Rodovia dos Imigrantes, s/n – Km 1,5 – Vila Água Funda

Digitalização da Saúde: uma nuvem passageira ou o início de uma nova era?

Por Rafael Moraes, CMIO da Memed

Para nós entusiastas da digitalização da saúde e da consolidação definitiva de um ecossistema digital do setor, 2020 foi sem dúvidas um ano contraditório. Embora muito difícil, caracterizado pelo enfrentamento de uma crise mundial por conta da covid-19, foi também memorável do ponto de vista dos avanços notados através da adoção de novas tecnologias e da digitalização do setor.

Primeiro, a perspectiva pessoal. Em março de 2020, sentimos uma explosão. Fomos procurados por dezenas de instituições e players que queriam aderir à ferramenta de prescrição digital. O telefone tocava a cada 15 minutos.  Quadruplicamos os contratos de integração da nossa plataforma em comparação aos 12 meses de 2019. O número de cadastros mensais de médicos aumentou 12 vezes. O volume de contatos nos nossos canais de atendimento saltou de 100 para 5.000 por mês. Mais de 30 mil drogarias e farmácias nos procuraram para aderir à dispensação eletrônica de medicamentos.  Foram mais de 13 milhões de receitas digitais emitidas, apenas pela plataforma da Memed em 2020, um aumento superior a 100 % do volume do ano anterior.

Aos números “somaram-se” também os aspectos regulatórios. A liberação em caráter de urgência da telemedicina veio juntamente com a regulamentação da prescrição digital para medicamentos controlados (aqueles que necessitam de um receituário de controle especial branco em duas vias); além da extensão da validade das receitas.

Claro que em um mundo ideal, tudo poderia ter sido mais suave. Mas aspectos críticos relacionados à saúde pública (e seu caráter de urgência), mobilizaram e demandaram uma enorme “energia” das empresas do setor. Tivemos que ofertar nossa tecnologia de prescrição digital para responder a esta avalanche de demandas em larga escala, e, literalmente, do dia para noite. Mas não podemos negar que tudo isso propiciou uma evolução da digitalização que o setor nunca havia alcançado antes.  A questão agora é: como seguiremos em 2021? Todo esse movimento foi uma apenas uma nuvem passageira ou veio para ficar?

Bom, antes de falar em pós-pandemia, é importante lembrar que ainda estamos em plena pandemia, infelizmente. Mesmo com as vacinas se tornando disponíveis e iniciando-se a vacinação em massa, o mundo ainda enfrenta um desafio complexo de saúde pública. Há risco de uma segunda onda, da mutação do vírus e existem dúvidas ainda a respeito da reinfecção. O cenário, portanto, ainda é bem incerto, e muito provavelmente teremos que conviver durante o ano de 2021 com a necessidade de isolamento social.

Esse ambiente, acaba impulsionando a organização de diversos serviços oferecidos à classe médica em um verdadeiro ecossistema digital de saúde: consultórios “inteligentes”, prontuários eletrônicos, serviços de telemedicina, plataformas de prescrição digital e e-commerce de medicamentos. A ponto da gigante Amazon anunciar sua entrada no varejo farmacêutico com uma subsidiária, a Amazon Pharmacy, cujo serviço de venda de medicamentos e entrega em domicílio teve início em novembro de 2020 nos Estados Unidos.

Outro indicativo de que a digitalização da saúde está se consolidando, é a possibilidade concreta da telemedicina ser regulamentada em caráter definitivo no Brasil. Segundo a Agência Senado, o Conselho Federal de Medicina (CFM) está em vias de regulamentar as consultas por meios digitais para vigorar também após o período da crise da Covid-19.

Mas, também do ponto de vista econômico, um retrocesso à uma estrutura de saúde fora dos imensos recursos investidos no mundo digital, obviamente, não faz mais sentido. De acordo com a segunda edição do relatório “Inside Healthtech Report”, lançado recentemente, o volume investido nas startups de saúde cresceu  em 2020, durante a pandemia, 68% comparado à 2019. Isso significa a entrada de mais de US $12 milhões nesse mercado, impulsionando um setor que se apresenta cada vez mais aquecido.

Até aqui, nem mencionamos os benefícios do uso da tecnologia para pacientes, médicos e demais profissionais, assim como para toda a cadeia da saúde, seja em termos de eficiência, agilidade, conveniência e segurança. Já publicamos outros artigos nos quais detalhamos as vantagens e conveniências que a tecnologia promove quando aplicada em benefício dos serviços de saúde.

A verdade é que já estamos vivendo uma nova era. O mundo está cada vez mais digital e isso amplia conexões entre pessoas e serviços. Um ecossistema digital de saúde se faz necessário para relacionar, conectar, validar e otimizar serviços digitais, fazendo-os funcionar de forma única, efetiva e transparente para os usuários. A digitalização da saúde não é uma nuvem passageira. Ela veio para somar e se estabelecer definitivamente.

Doctoralia abre 35 vagas

A Doctoralia, maior plataforma de agendamento de consultas do mundo, continua contratando, mesmo em meio à pandemia. Atualmente, a startup oferece 35 oportunidades de trabalho, nas áreas de Recursos Humanos, Customer Success & SalesIT, Product, Data e Marketing & PR. A lista com todas as vagas disponíveis pode ser conferida em https://www.doctoralia.com.br/carreira .

Com índice de satisfação dos funcionários de 94%, cinco pontos acima da média nacional, a pesquisa de clima realizada na Doctoralia, de acordo com a Great Place to Work (GPTW) 2020-2021, certificou a empresa como um excelente lugar para trabalhar. “O resultado é um reconhecimento do cuidado da empresa com o bem-estar dos colaboradores. Com essa cultura de valor, os funcionários se sentiram acolhidos e puderam entregar, em tempo recorde, soluções de tecnologia em saúde para ajudar a população a enfrentar a pandemia de Covid-19”, ressalta Rodolfo Kaelin Fiorderize, Head de People Experience na Doctoralia

Entre as contribuições da empresa em 2020, está a agilidade na implementação da telemedicina. Logo que aprovada pelo Ministério da Saúde em caráter excepcional, a Doctoralia disponibilizou a ferramenta para os médicos premium e a ofereceu, gratuitamente, para as prefeituras interessadas. De março a dezembro do ano passado, mais de meio milhão de teleconsultas foram agendadas pela plataforma.

bxblue recebe aporte Series A de R$ 38 milhões liderado pela Igah Ventures

Depois de um 2020 de crescimento exponencial e de chamar a atenção de grandes bancos do mercado, a bxblue inicia o ano com o recebimento de um aporte Series A no valor de R$ 38 milhões liderado pela Igah,Ventures, gestora de investimentos com foco em negócios disruptivos no Brasil e América Latina. A rodada teve ainda a participação de outros fundos de investimento, como Iporanga Ventures, FJ Labs e Funders Club. O montante será utilizado para ampliação da equipe, desenvolvimento de novas ferramentas no produto e integração com novos bancos.

A expectativa da bxblue é quintuplicar a receita da empresa ao longo de 2021 com o impulsionamento da nova rodada. Desde o início de sua operação e primeiros investimentos, a startup já intermediou mais de R$ 500 milhões em contratos de empréstimo consignado.

“Servidores públicos e aposentados merecem opções acessíveis e transparentes quando buscam crédito para realizar seus sonhos ou resolver eventuais imprevistos. Ao mesmo tempo, os nossos bancos parceiros buscam se posicionar na vanguarda e oferecer experiências inovadoras de contratação de consignado para seus clientes. A bxblue conecta ambos numa plataforma que permite aos usuários comparar ofertas, encontrar a melhor e contratar digitalmente, enquanto reduz custo e aumenta eficiência do sistema financeiro”, analisa Gustavo Gorenstein, CEO da bxblue.

Dois dados corroboram a confiança de seu fundador. Quase 20% dos clientes da bxblue já contrataram empréstimos mais de uma vez na plataforma, uma taxa alta que indica o potencial da empresa em um momento econômico inédito. Além disso, a bxblue mantém um elevado grau de satisfação entre um público exigente: seu NPS (métrica adotada por inúmeras startups para compreender contentamento de seus clientes) se manteve próximo de 90 no último ano, número considerado muito acima da média do mercado das fintechs.

“Em um ano desafiador de pandemia, conseguimos atingir um crescimento que representa oito vezes o número de 2019. Esse é um indicador que trouxe a confiança de nossos investidores e também confirmou nossa missão de estar disponível com as melhores alternativas de consignado, na mão do usuário, provendo taxas competitivas para usuários espalhados por todo o país”, finaliza Gorenstein.

“Estamos bastante animados em liderar essa rodada, com uma empresa que vai impulsionar o segmento de concessão de crédito por meio de uma plataforma 100% digital, em um modelo de marketplace que conecta as pessoas aos bancos. O mercado de crédito consignado tem lacunas importantes de eficiência no Brasil, e a bxblue traz a capacidade de execução e o crescimento escalável necessários neste momento. É o perfil de negócio que Igah busca em suas investidas: empresas que combinam tecnologia e inovação para endereçar soluções diferenciadas em suas áreas de atuação”, destaca Márcio Trigueiro, sócio-diretor da Igah,Ventures.

Pandemia faz ritmo de lançamento de produtos cair 9,4% em 2020

A indústria de transformação, aquela que produz os bens de consumo mais comuns, não conseguiu fechar o ano com desempenho positivo no lançamento de produtos. O Índice de Atividade Industrial, calculado mensalmente pela Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil, demonstra que o recuo nos últimos 12 meses foi de 9,4% devido à crise econômica provocada pela pandemia.


O segundo trimestre de 2020 foi o de pior desempenho na intenção da indústria em lançar produtos, já que o impacto do distanciamento social foi mais intenso nessa época. Foi quando o índice acumulou queda de 31,5%. O índice que apresentou sua menor marca mensal histórica em junho deste ano, com -22,4%. Já entre os meses de setembro e dezembro, houve uma inversão da tendência de queda no indicador, fazendo que o resultado anual fosse de -9,4%.

Regiões


Após o terceiro trimestre, algumas regiões atingiram níveis positivos, mas não o bastante para suprir as quedas apresentadas no início do ano. A região que fechou 2020 mais próxima de uma recuperação foi a Sul, com um resultado de queda 7,3% na comparação com o ano anterior. Depois temos as regiões Sudeste, -9,1%; Norte, -14,1%; Nordeste, -15,2%; e Centro-Oeste com queda de 18,5%.

Setores


Da mesma forma que nas regiões, os dois primeiros trimestres do ano foram negativos para os cinco setores destacados pelo índice – Bebidas, Vestuário, Têxtil, Alimentos e Produtos diversos. Após o terceiro trimestre, todos tiveram resultados positivos na comparação com o mesmo período de 2019. Porém, no acumulado do ano de 2020, o único setor que apresentou resultado positivo foi Bebidas, que conseguiu recuperar as perdas e fechou o ano 0,7% acima do resultado de 2019. Na sequência, os outros setores fecharam no vermelho, como Vestuário, -1%; Têxtil, -3,8%; Alimentos, -12,1%; e Produtos Diversos (artigos de joalheria, brinquedos, instrumentos musicais entre outros), com -14,2% na comparação com o ano anterior.

Entenda o Índice GS1


Índice antecedente de produção industrial que mede a intenção de lançamento de produtos no Brasil, por meio dos pedidos de códigos barras pelas empresas.


• ORIGINAL – dado bruto reflete as solicitações de GTIN mês a mês.
• DESSAZONALIZADO – série livre de efeito sazonal, exclui efeitos típicos de meses específicos e permite uma avaliação mais intuitiva de tendência do crescimento da série entre os meses (ex. comportamento histórico de aumento de pedidos por conta de datas comemorativas).
• O Índice GS1 Brasil de Atividade Industrial será divulgado:
• Todo 1º dia útil do mês
• Primeiro indicador antecedente de Indústria a ser divulgado
• Poder explicativo adicional – não direto – com significância estatística
• Relacionado com Inovação – portfólio de produtos das empresas
• Setores relacionados com CNAE – Divisão 10 a 33
• Número Índice (Base: média de 2012 = 100)

Organizações prontas para o digital podem contribuir com o crescimento global em US﹩ 5 trilhões, revela Accenture

A adoção de soluções digitais na pandemia e as novas formas mais ágeis de operação, se aplicadas de forma ampla, poderão permitir que as empresas destravem US$ 5,4 trilhões em crescimento rentável, de acordo com o novo estudo da Accenture (NYSE: ACN).

Com base em um estudo global realizado com 1.100 executivos de alto escalão e dados financeiros com validação externa, o levantamento analisou o impacto da obtenção de níveis progressivos de maturidade das operações de negócios. Quanto mais maduras, maior o nível das capacidades digitais das empresas, como inteligência artificial (IA), nuvem e data analytics.

As conclusões da Accenture indicam que até mesmo no atual cenário de incerteza econômica, um pequeno grupo formado por empresas espalhadas pelo mundo todo – cerca de 7% – praticamente dobrou a sua eficiência e aumentou em três vezes a lucratividade em relação aos seus concorrentes. No Brasil, as organizações que estão prontas para o futuro (ou “future-ready”, em inglês) devem representar 42% do total de empresas no país até 2023 – um aumento de 21 vezes sobre os 2% atuais.

“Com as incertezas atuais passamos a valorizar ainda mais as formas diferentes e ágeis de fazer as coisas, reforçando a ideia de que as operações podem ser verdadeiras catalisadoras para a vantagem competitiva, valor transformacional e crescimento”, afirma Manish Sharma, diretor geral da Accenture Operations. “Mas isso só dá certo quando as empresas pensam grande – transformando a maneira como o trabalho é realizado em termos de tecnologia, processos e pessoas.”

Alex Colcher, líder da Accenture Operations na América Latina, completa: “As organizações que estão preparadas para o futuro sabem que o importante é maximizar os talentos, já que estamos falando de uma era que o fator humano é a chave para o sucesso. Elas estão impulsionando o futuro por meio da reformulação dos modelos operacionais, de forma a capitalizar a criatividade humana e a inteligência das máquinas para transformar a maneira como as pessoas trabalham e fazem negócios.”

Cenário brasileiro

As empresas prontas para o futuro transformam a forma de execução do trabalho usando um grande volume de dados na tomada de decisão, ampliando as capacidades dos funcionários com o uso de inteligência artificial (IA) e empregando modelos ágeis na força de trabalho. O estudo, que contou com a participação de 50 companhias com sede no Brasil, analisou os níveis crescentes de maturidade digital e operacional dessas organizações. As áreas de atenção incluem:

• Nuvem: Ao todo, 74% das empresas no Brasil usam a infraestrutura na nuvem em larga escala, enquanto 64% também buscam novas áreas para escalonar e maximizar valor.

• Inteligência da Máquina: Com foco na ampliação das capacidades humanas por meio de tecnologia, 40% das organizações no Brasil já adotaram totalmente os recursos de IA e ciência de dados – um aumento de 20 vezes em relação a apenas 2% três anos atrás – e 24% das organizações planejam expandir suas práticas de IA até 2023.

• Automação em Escala: Apenas 2% das organizações já conquistaram a maturidade nas operações. Um terço (36%) espera alcançá-la até 2023.

• Dados mais inteligentes: Na China, 64% das organizações usam analytics de forma ampla, enquanto 40% planejam expandir seu uso até 2023 – combinando-os a dados diversos – a fim de apoiar processos de tomada de decisão e gerar insights cada vez mais úteis.

• Força de trabalho ágil: No Brasil, 46% das organizações planejam escalonar as estratégias voltadas a uma força de trabalho mais ágil até 2023, permitindo a atração de especialistas a partir de uma base de talentos expandida. Trata-se de um aumento de 11 vezes em comparação com os 4% de hoje.

Ao avaliar o que a Accenture chama de “valor transformacional” – um conceito que leva em consideração o desempenho financeiro e a experiência diferenciada oferecida pela companhia – a pesquisa descobriu que os esforços de progressão para o futuro alcançaram ganhos médios de eficiência de 13,1% e aumento na lucratividade da ordem de 6,4%.

No Brasil, as organizações que avançaram no nível de maturidade operacional ao longo dos últimos três anos relataram melhorias na experiência do cliente (78%), eficiência operacional (68%), velocidade de inovação em produtos e serviços (64%), prazo para comercialização (58%), parcerias dentro do ecossistema (56%), valor de negócios gerado a partir de dados (54%), mix de talentos de funcionários e esforços de requalificação (50%) e engajamento e retenção de funcionários (40%).

Metodologia

A Accenture entrevistou 1.100 executivos de nível sênior no mundo todo, 44% dos entrevistados eram executivos C-suite de 13 indústrias espalhados por 11 países (Alemanha, Austrália, Brasil, Canadá, China, Espanha, EUA, França, Itália, Japão e Reino Unido). O estudo, conduzido em 2020, analisou quatro níveis de maturidade na operação de negócios – estável, eficiente, preditivo e pronto para o futuro. Cada nível tem como base o processo das capacidades digitais, como IA, nuvem e dados. O impacto nos negócios foi avaliado por meio de uma combinação entre as respostas da pesquisa com dados financeiros avaliados externamente de 810 das 1.100 organizações pesquisadas.

Quais os desafios dos CIOs no pós-pandemia?

Por Thiago Lopes, Country Manager Brasil da Quest Software

O primeiro movimento da pandemia foi ter lançado todo mundo para trabalhar em casa. As empresas brasileiras, inclusive, mesmo com algumas falhas, são bons exemplos de eficiência neste processo. Agora, para este pós-pandêmia que se avizinha, espera-se que o próximo movimento seja uma volta gradual e parcial para os padrões anteriores. Em resumo, o ano de 2021 será tão desafiador para os Chief Information Officer (CIOs), quanto este que passou.

De acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), em maio (pico da pandemia),  cerca de 20 milhões de trabalhadores brasileiros passaram ao modelo remoto com sucesso, observando aumento nos índices de rendimento, redução de estresse e diminuição dos custos para as empresas.

Segundo uma pesquisa divulgada em dezembro de 2020 e realizada pela companhia global de serviços imobiliários comerciais, Cushman & Wakefield, no Brasil, 73,8% das empresas pretendem instituir um regime de teletrabalho de forma permanente. Ou seja, os grandes players, provavelmente, suportarão mais tempo em regime de teletrabalho aproveitando-se do seu lastro tecnológico e pelo punch de investimentos anteriormente realizados. Com isso, continuarão apostando em soluções disruptivas, principalmente nas áreas de segurança e gestão, focados bastante em controle de acesso, gerenciamento anywhere e uma camada de governança “away from office”, tendo como principal diretriz a maleabilidade do negócio.

No entanto, a possibilidade das pequenas e médias empresas voltarem ao modelo tradicional, ou um intermediário entre o trabalho remoto e escritório, é maior. Por não terem realizado com mais afinco a jornada para uma Transformação Digital mais veloz, deverão apostar neste período ainda de crise no que já conhecem. Ou seja: em um modelo que já controlam.

Os CIOs precisam estar preparados para superar uma demanda volátil. Mesmo depois dos programas de vacinação, existe uma boa chance de enfrentarem picos durante o ano, com flexibilização de trabalho local e o já conhecido movimento de onda. Estas oscilações serão constantes até encontrarem em um curto prazo (porém intenso) ponto de equilíbrio.

Mais do que nunca, o CIO precisará ter ter uma visão diferenciada, sentir a dor da empresa, dos funcionários e dos clientes, identificando processo e jornada. Seja qual for o tamanho da companhia, é fundamental entender e realizar um mapeamento de diversos tipos de jornadas e investir em uma infraestrutura que suporte os importantes novos tempos que virão.

Thiago Lopes é Country Manager Brasil da Quest Software

Locaweb anuncia a aquisição da ConnectPlug e entra para o mercado de PDV

 A Locaweb avança na sua estratégia de M&A e anuncia a aquisição da ConnectPlug, plataforma que reúne soluções de PDV, ERP e autoatendimento para restaurantes, comercio e varejo em geral.

Fundada em 2015 em Curitiba, a ConnectPlug é uma plataforma SaaS com um sistema de ponto de venda (PDV) e uma completa plataforma de gestão. Com ampla presença no segmento de food services, a ConnectPlug oferece importantes ferramentas como a integração de pedidos em diversos marketplaces, plataformas de autoatendimento e soluções para cardápios e comandas digitais totalmente integrados com o sistema de gestão de cozinha (KDS – kitchen display system). A solução, que a princípio foi desenvolvida para o mercado de food services, ficou completa e robusta e passou a atender outros segmentos com grande foco em pequenas e médias empresas.

Com essa aquisição, a Locaweb, que já tem o mais completo ecossistema de soluções tecnológicas para PME’s e forte atuação no mercado de food services com a Delivery Direto, reforça o seu portfólio e entra para o importante mercado de soluções de tecnologia para comércio físico, e segue se consolidando como a melhor opção para digitalizar as empresas do Brasil, ampliando as possibilidades de cross-sell com a base de lojistas da Tray.

“Já começamos 2021 dando boas notícias ao mercado. Desde a abertura do capital, fizemos 5 aquisições e o mercado, tanto clientes quanto investidores, receberam muito bem essas transações, entendendo qual a nossa estratégia. Agora tenho o imenso prazer de anunciar não só mais uma aquisição, mas uma importante entrada da Locaweb no segmento de PDVs e digitalização do comércio físico, o que amplia as soluções de omnicanalidade do grupo, principalmente para integrar com as lojas da Tray e com os restaurantes atendidos pela Delivery Direto. A ConnectPlug vem para atender a essas demandas”, afirma Fernando Cirne, CEO da Locaweb.

Assim como a Locaweb, a ConnectPlug apresentou forte crescimento em 2020 e gerou receita anual recorrente (ARR) de R$ 4 milhões. Neste período, a companhia também teve um papel fundamental ajudando milhares de empresas a se transformarem digitalmente e, mesmo após a reabertura do mercado, esse crescimento segue consistente. Entendemos que esse movimento é reflexo de uma conscientização dos varejistas, comerciantes e restaurantes de que sistemas de gestão são extremamente importantes para a gestão dos seus negócios.

“Temos grande potencial de sinergia com a nossa base de clientes. Oferecer as soluções da ConnectPlug para todos os restaurantes que utilizam o Delivery Direto e para as dezenas de milhares de lojas da plataforma Tray, já será algo natural nesse primeiro momento. Além desses, temos uma oportunidade enorme de integração com demais serviços e unidades de negócios da companhia”, afirma Higor Franco, diretor geral dos segmentos Be Online & SaaS da Locaweb. “Outro ponto que nos chamou a atenção, é a grande capacidade do time super enxuto desenvolver uma solução tão completa e robusta”, completa Franco.

O setor de bares e restaurantes está investindo muito em tecnologia para se reinventar perante os desafios dos novos padrões de atendimento e tornar-se mais eficiente. Somente com o Delivery Direto, que é melhor solução de aplicativo próprio para delivery do mercado e tem tido bastante sucesso nesse segmento, a nossa base de clientes mais que dobrou de tamanho entre setembro de 2019 e setembro de 2020.

Com esta aquisição a Locaweb atinge um novo mercado e amplia a capacidade do grupo de oferecer soluções omnichannel. A ConnectPlug permite que o lojista usufrua de todas as funcionalidades que um sistema SaaS entrega, com uma vasta capacidade de emissão de notas fiscais de todo Brasil, relatórios de inteligência para o negócio e possibilidade de trabalhar offline para casos de acesso à internet mais remotos.

“Criamos a plataforma para atender a demanda de um dos sócios, que tinha um restaurante e estava muito insatisfeito com as soluções disponíveis no mercado e com o modelo de atuação delas, que eram desenhados principalmente para atender grandes empresas. Como não encontrou nada satisfatório, resolvemos revolucionar o mercado e criar a nossa, com preço justo, totalmente digital e atendendo de ponta a ponta”, afirma Rafael Hasson, cofundador e CEO da ConnectPlug.

Seguindo o modelo de atuação da companhia em outras aquisições, os fundadores Rafael Hasson, Bernardo Marques e Edson Procópio, permanecerão na operação e manterão o time de colaboradores.

Uma das pioneiras em soluções Business to Business (B2B) para transformação digital de negócios no Brasil, a Locaweb nasceu para ajudar empreendedores e negócios a desenvolverem sua presença online e prosperarem na web. Ao longo dos últimos anos, a empresa realizou importantes aquisições, fortalecendo a atuação em diversos mercados como o de e-commerce, redes sociais, recorrência, marketing cloud, hospedagem, cloud computing, pagamentos e aplicativos mobile. A Locaweb possui cerca de 2 mil funcionários, quase 400 mil clientes e 19 mil desenvolvedores parceiros. Com 23 anos de atuação, a empresa segue crescendo e inovando por meio de desenvolvimento e aprimoramento interno de produtos, bem como de aquisições.

Gastos com delivery aumentam em 187% desde o início da pandemia no Brasil

A Mobills, startup de gestão de finanças pessoais, analisou dados de mais de 46 mil usuários do aplicativo Mobills entre os meses de janeiro e dezembro de 2020, e constatou que os gastos com os principais aplicativos de entregas focados no delivery de comida (Rappi, Ifood e Uber Eats) cresceram 149%.

A partir do levantamento é possível notar que o mês de dezembro foi considerado o mês com mais despesas com delivery em 2020. Além disso, comparado ao mês de março, início da pandemia e de maior queda nas despesas por aplicativo no Brasil, o aumento foi de 187%. Para o CEO da Mobills, Carlos Terceiro, a queda no mês de março está relacionada com o medo das pessoas diante da incerteza da pandemia e já o mês de dezembro representa uma volta à normalidade, mesmo com o alto índice de casos de Covid no Brasil.

Falando especificamente sobre os aplicativos de delivery, o Ifood foi o que apresentou maior aumento de despesas. Comparando janeiro a dezembro, o app teve crescimento de 172%. Já o Rappi e o UberEats tiveram aumento de 121% e 37%, respectivamente.

Valor gasto por transação de janeiro a dezembro

O estudo dos dados também analisou a evolução no ticket médio dos pedidos realizados em cada um dos aplicativos.

A Rappi, que além do delivery alimentício oferece entrega de supermercado, farmácia e compras em geral, se destacou sendo o aplicativo que teve maior aumento no ticket médio. Em janeiro, o valor médio das transações era R$ 50,51, já em setembro – mês com maior valor de despesa médio por transação – o ticket médio do aplicativo passou a ser R$ 103,96, aumentando 105%. A média de gastos entre janeiro e dezembro de 2020 foi de 61%. “Analisamos que essa alta se deve ao aumento de pedidos não apenas de restaurantes, mas também de outros itens de necessidade básica que são entregues pela plataforma”, explica Terceiro.

O Ifood manteve o ticket médio estável até março, quando começou a apresentar crescimento. Em janeiro e março, os gastos em média eram de R$ 35,00, em junho, o valor cresceu para R$ 43,36 que sofreu pequena variação até dezembro de 2020, representando 22% de aumento em comparação a janeiro. O Uber Eats apresentou um crescimento de 11,45% em dezembro, com relação a março; e apenas 3,25% quando comparado ao mês de janeiro.

Huawei confirma liderança em 5G em estudo de consultoria internacional

A tecnologia 5G já é realidade em diversas partes do mundo, com redes operando e já atendendo milhões de usuários. A vantagem mais visível a todos é a velocidade da internet nos celulares. As redes de telecomunicações são vitais e responsáveis pela qualidade das conexões e, sem elas, não seria possível acessar a rede em nossos aparelhos.

Trabalhando no desenvolvimento da tecnologia 5G desde 2009, a Huawei já investiu um total de US$ 4 bilhões na iniciativa, sendo a líder em número de patentes (com mais de 4 mil pedidos). Agora, a empresa começa a ver o seu pioneirismo sendo recompensado na prática. A consultoria Ookla realizou um estudo em diversos países para medir o desempenho da rede 5G em aparelhos celulares e a Huawei foi a provedora com os melhores resultados.

O estudo foi realizado com base nos dados da Speedtest Intelligence, considerando as cidades de Seul, Dubai, Riad, Sidney, Helsinki, Tóquio, Berlin, Londres, Zurique, Roma, Hong Kong, Amsterdam, Madrid, Nova York e Singapura. Dentre as 15 cidades, a Huawei foi a fornecedora com a maior velocidade de 5G em 11, comprovando a liderança global da empresa na tecnologia.

Entre as cidades, Seul foi a que se mostrou com a melhor estrutura de 5G, com velocidade média de 472,28 Mbps nos downloads e 49,09 Mbps nos uploads. E a capital sul-coreana foi um dos locais onde a Huawei se destacou entre os fornecedores, chegando a 625,03 Mbps nos downloads e 57,78 nos uploads.

Infosys anuncia Angelo Mazzocchi como novo country manager no Brasil

A Infosys (NYSE: INFY), líder global em consultoria e serviços digitais de última geração, anuncia Angelo Mazzocchi como novo country manager no Brasil. A partir deste mês, o executivo assume a gestão das operações no País, à frente de todas as estratégias e focado na manutenção da alta qualidade de atendimento e no fortalecimento da Infosys no Brasil e região. Mazzocchi tem ampla experiência no mercado de tecnologia da informação e atua na Infosys há mais de cinco anos.

“Ao assumir com entusiasmo a gestão das operações no Brasil, firmo o compromisso de seguir garantindo a alta qualidade de atendimento que a corporação emprega em sua atuação ao redor do mundo. Após os desafios enfrentados e superados em 2020, nosso foco é firmar novas estratégias e avançar em nossa jornada de crescimento, para atender os clientes que  contam com o amplo portfólio de serviços globais da Infosys”, comenta Mazzocchi.

Ao longo dos últimos 40 anos, a Infosys se consolidou no mercado internacional, auxiliando organizações em todo o mundo em seu processo de transformação digital. Presente na América Latina desde 2007, a companhia tem a região como polo estratégico em sua expansão global. Neste ano, o foco é ampliar as ofertas em cloud computing, com treinamentos, provas de conceito e parcerias de olho nas verticais de recursos naturais, energia, serviços, bens de consumo, logística e manufatura. 

“O Brasil continua se destacando como um polo estratégico para a Infosys; trata-se de um país-chave para nossos clientes globais e regionais. Nas Américas, atua como um nearshore para os mercados norte-americano e canadense. Além disso, também é um hub para projetos na América Latina. Em 2021, podemos vislumbrar grandes oportunidades a caminho”, completa o novo country manager.

Mazzocchi ingressou na Infosys em 2015 como associate partner; em 2018, assumiu a função de gerente de desenvolvimento de negócios e operações; desde 2020, atuava como líder dos setores de Varejo, Consumo e Logística (RCL) e Comunicação, Mídia e Entretenimento (CME) na América do Sul. Antes de ingressar na Infosys, o executivo atuou como CEO e vice-presidente de vendas na NTT Data; foi diretor da BearingPoint Brasil e ocupou o mesmo cargo na Ernst & Young, além de operar em outras posições seniores no mercado.

TOPMIND abre vagas para especialistas em TI, Vendas e RH

A TOPMIND, uma das principais empresas de prestação de serviços de TI no Brasil, anuncia a abertura de mais de 60 novas vagas para profissionais de Tecnologia da Informação (TI), Vendas, Processos e Recursos Humanos para atuação em diversas regiões do Brasil e em projetos em diversos países da América Latina. A lista completa de oportunidades e as características de cada posição estão disponíveis no link: www.topmind.com.br/trabalhe-conosco

“Estamos sempre em busca de talentos que nos ajudem a oferecer a inovação que nossos clientes precisam. A TOPMIND trabalha para atrair e reter cada vez mais profissionais que brilhem diante dos desafios que a era digital apresenta diariamente”, afirma Sandra Maura, CEO da companhia. Com sólida atuação no Brasil e em toda a região das Américas, a TOPMIND intensificando a busca por profissionais com perfil analítico e interessadas em aprendizado contínuo.  

As oportunidades oferecidas para a área de TI são para posições como Analista Desenvolvedor de BaaN, Desenvolvedor para dot Net, Analista de Suporte Sênior, Coordenador de Service Delivery, Consultores SAP, Gerente de Projetos, Scrum Master e DevOps Analyst, entre outras. Além disso, a companhia também possui vagas para a área de Vendas, com cargos para Analistas de Negócios e Assistentes, e para Recursos Humanos, incluindo a posição de Analista e Assistente de Departamento Pessoal. 

Para todas as vagas, a TOPMIND busca profissionais que possuam as habilidades e os conhecimentos específicos necessários para suas áreas de atuação, capacidade para resolução estratégica de problemas e trabalho em equipe e bom relacionamento interpessoal. Em algumas oportunidades, outro requisito importante é conhecimento avançado em Inglês. 

Vale destacar, ainda, que as oportunidades vão desde contratos temporários, com possibilidade de prorrogação, até posições fixas, incluindo benefícios compatíveis com o mercado. Além disso, o profissional contará com a possibilidade de crescimento dentro de uma empresa que tem expandido suas operações no Brasil e Américas Latina e do Norte. 

Os candidatos interessados devem enviar seu currículo atualizado para o e-mail rh@topmind.com.