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Primeiro site de vagas especializado em e-commerce entra no ar

Com 718 mil vagas geradas em 2016, segundo a ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico), o setor de vendas via internet é um dos que mais estimulam a economia do país. Por conta da demanda de empresas que procuram por candidatos cada vez mais especializados, entra no ar o VC NO E-COMMERCE (www.vcnoecommerce.com.br), primeiro portal direcionado a vagas do setor.

Gratuito tanto para empresas como para os candidatos, o site de RH chega para facilitar o processo de recrutamento e seleção. “Recebíamos contatos diários de lojistas procurando por pessoas qualificadas e experientes. Mas a divulgação acabava ficando limitada aos contatos interpessoais. Com o VC NO E-COMMERCE, além de alcançar mais pessoas, o processo se tornou mais rápido”, afirma Rafael Campos, sócio-diretor da VTEX, plataforma líder em comércio eletrônico e apoiadora da iniciativa.

No ar há uma semana, o portal VC NO E-COMMERCE tem a expectativa de inserir cerca 500 vagas nos próximos meses. “Nos poucos dias após o lançamento, diversas empresas já recrutaram seus funcionários a partir do portal”, confirma Campos.

Segundo Rafael Bertolli, sócio fundador da empresa Yamí Consultoria “Em menos de dez minutos já tínhamos três currículos conosco. Todos eles de altíssima qualidade e com experiência prévia desejada em e-commerce”, diz.

Para os candidatos, a principal vantagem do VC NO E-COMMERCE é a segmentação do portal, pois os sites genéricos de empregos não possuem tanta penetração no e-commerce, o que restringe a oferta de funções e cargos disponíveis nessas páginas. O candidato poderá encontrar vagas em dezenas de categorias, todas elas de empresas reconhecidas do mercado de e-commerce.

Disponível para web e mobile, o site possui uma interface simples, rápida e intuitiva. Para se candidatar, basta criar seu perfil e em seguida e enviar o currículo para a empresa.

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Tecnologia para aumentar produtividade do agronegócio

Um dos principais motores da economia do país é o agronegócio, com grande destaque para a produção de soja. No ciclo atual, 2017, foram cultivados 2,52 milhões de hectares e a projeção da Associação dos Produtores de Soja de Mato Grosso do Sul (Aprosoja/MS), e a estimativa é de que a produtividade média seja a mesma da temporada passada: 51,5 sacas por hectare, mas que a produção cresça 2,4%, passando de 7,601 milhões de toneladas para 7,787 milhões de toneladas, um novo recorde para o estado.

No Brasil, atualmente, contamos com 33 milhões de hectares que produzem 104 milhões de toneladas de soja. Nos próximos 10 anos este número deve saltar para 43 milhões de hectares e o país deverá se tornar o maior produtor do insumo no mundo. Mesmo com a instabilidade econômica e política, o setor primário cresce com força e precisa investir cada vez mais na melhoria de sua gestão. Segundo o diretor da Cigam IC Planejamento, Ricardo Araújo, um bom software de gestão, o chamado ERP, pode aumentar nitidamente a produtividade e eficiência da operação do setor.

“É o momento de investir em melhorias de processos e fazer a empresa funcionar de uma maneira mais fácil. Com a solução da Cigam, ajudamos os players do setor facilitando a gestão financeira, de pessoas, estoques e produção” afirma Araújo.

E são muitos os motivos que justificam o uso da tecnologia na gestão do agronegócio. Com um sistema de gestão adequado às necessidades, é possível aumentar a produção, diminuir custos de insumos, manutenção e logística, tudo isso com sustentabilidade.

O produtor tem que fazer o Planejamento Estratégico da safra, desde a plantação até a colheita, gerenciamento de produtividade, armazéns, riscos financeiros e estar em conformidade com as obrigações tributárias e ambientais – estas duas últimas comumente passam por modificações de órgão públicos e agências reguladoras, como é o caso da Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), que passará a ser exigida pelo Governo, o que requer a atenção redobrada.

“O nosso objetivo é agregar conhecimento tecnológico ao gerenciamento, que acompanhará todo processo operacional do plantio, cultivo e colheita. O ERP aumenta a confiabilidade das informações através da integração de setores, otimiza tempo, amplia a produtividade e reduz controles manuais”, afirma Araújo.

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Pesquisa da CONTEXT mostra consumidores latino-americanos prontos para a casa inteligente

Acima de três quartos dos consumidores pesquisados nas principais economias da América Latina afirmam que gostariam de saber mais sobre produtos da casa inteligente, de acordo com uma pesquisa anunciada hoje pela CONTEXT, a empresa de pesquisa de mercado de TI no Congresso GTDC Latino-americano em Miami, nos Estados Unidos. Segundo a Context, a potencial demanda pela nova tendência tecnológica global traz oportunidades significativas para o setor de TI na América Latina.

A pesquisa CONTEXT realizada em janeiro de 2017 abrangeu 2.000 consumidores no Brasil, México, Argentina e Chile. “Embora estes países demonstrem um nível encorajador de conscientização sobre a casa inteligente, devido à exposição limitada aos novos produtos ou ideias, esta conscientização não se baseia no conhecimento detalhado do conceito. Isto não surpreende pelo fato de nenhum setor ter explicado ou demonstrado claramente o conceito. O que as pessoas sabem sobre a casa inteligente tende a vir de sites online e não do contato pessoal com produtos expostos em lojas”, comentou Adam Simon, diretor global de comércio a varejo da CONTEXT.

A pesquisa indicou que 9 entre 10 pessoas tinham, no mínimo, uma dúvida sobre o conceito da casa inteligente, incluindo sobre o mau funcionamento do produto, questões sobre privacidade e roubo de identidade.

“Chegar em casa”, “acordar” e “segurança otimizada” estão entre os três principais cenários que motivam os usuários a comprar produtos relacionados à casa inteligente.

Quanto aos centros de interesse pelo produto, a Apple, Amazon e Google parecem ser os mais confiados. A Amazon lidera no Brasil, a Apple no México e Chile, e o Google na Argentina.

“Apesar da falta de um conhecimento mais profundo e das barreiras que isso acarreta, a boa notícia é que existe, em todos os países, o interesse de aprender mais”, disse Simon. “Saber mais especialmente sobre como se pode economizar dinheiro, e como tornar o ‘morar’ mais agradável, mais fácil e melhor.”

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PwC é considerada uma das 10 marcas mais poderosas do mundo

A PwC foi considerada uma das dez marcas mais poderosas do mundo e manteve sua posição como primeira colocada entre as marcas de serviço do ranking Brand Finance Index 2017, listagem anual que mede o valor de mais de 500 marcas mais conhecidas no mundo dos negócios.

Desde 2007 a firma é considerada uma das 100 maiores marcas globais e, mesmo competindo com companhias de tecnologia e consumo, permanece como líder na área de serviços.

Para chegar à lista das marcas mais valiosas, o Brand Finance Index utiliza uma série de métricas como conhecimento da marca, satisfação do cliente, recomendações, desempenho financeiro, investimento interno e participação no mercado. Também examina as práticas de governança e as visões de diferentes stakeholders das companhias.

“O ranking é uma classificação independente que confirma a força da marca PwC. O fato de permanecermos entre as dez marcas mais poderosas, – em um momento em que vários modelos de negócios são desafiados por empresas de vanguarda tecnológica -, mostra a solidez daquilo que construímos”, avalia Henrique Luz, sócio da PwC Brasil e membro de seu comitê de liderança no Brasil.

Acesso ao ranking completo: http://brandirectory.com/league_tables/table/global-500-2017

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SONDA anuncia novo diretor comercial para a área de Utilities

Com mais de 30 de anos de experiência no setor de energia, Miguel Sarmento chega à SONDA, maior companhia latino-americana de Tecnologia da Informação, para assumir a diretoria comercial da divisão de Utilities da integradora. O executivo ocupava a mesma posição na Axxiom, empresa de serviços de tecnologia para o setor elétrico, constituída pela Cemig e Light, onde permaneceu por oito anos.

Na SONDA, o objetivo de Sarmento é antecipar ao segmento de energia, saneamento e gás soluções e serviços que atendam às novas tendências. A primeira medida na sua gestão é reforçar o papel de provedora de ponta a ponta da SONDA em projetos de transformação digital nas concessionárias e distribuidoras atendidas ou não pela companhia. Para isso, o executivo aposta em conceitos como a Internet das Coisas (IoT), o Business Intelligence (BI), o Big Data, além das soluções tradicionais da SONDA, para sustentarem sua estratégia.

“Atualmente, há uma grande mudança do setor de saneamento focada em melhorar a gestão por meio da automação de processos com sistemas que geram menos perdas, porém maiores receitas, assim como no segmento de energia há uma atenção especial na adoção de tecnologias para análise (analytics). Queremos apoiar estes e outros mercados, como de iluminação pública e de gás, na melhor tecnologia para os seus negócios, seja em sistemas comerciais ou com ferramentas de on-site billing, por exemplo”, comenta o executivo.

Outro desafio de Sarmento é transpor o reconhecimento que a SONDA acumula no mercado de distribuição de energia, que soma 27 anos de atuação, detendo atualmente 25% do market share deste setor, para outras verticais de utilities que estão aderindo a movimentos de inovação, como saneamento, que vem buscando a melhoria em seus sistemas; distribuição de gás, que vem passando por uma revisão na regulação e deve gerar oportunidades a médio e longo prazos; e iluminação pública, na qual várias PPPs (Parcerias Público-Privada) estão em fase de definição tecnológica e iniciativas de IoT serão muito utilizadas.

“Hoje, somente na área de energia, atendemos mais de 16 milhões de unidades consumidoras, o que representa aproximadamente 40 milhões de habitantes, um saldo que também proporciona desenvolver produtos aderentes às necessidades não só no campo da energia elétrica, como em todo o universo de concessões e utilidades”, explica Sarmento, engenheiro eletrotécnico formado pelo Mackenzie e com passagens pela portuguesa EFACEC e pela alemã AEG.

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Startup LegalBot é a finalista brasileira do Open Innovation Business Contest no Japão

A startup LegalBot é a finalista brasileira do Open Innovation Business Contest, competição global que incentiva a inovação empresarial, promovida pela everis, multinacional de consultoria que oferece soluções de estratégia e de negócios, desenvolvimento e manutenção de aplicações tecnológicas e serviços de terceirização, e a NTT DATA. O anúncio da representante do Brasil aconteceu, no ISE Business School, em São Paulo.

A LegalBot disputou a semifinal da competição com outras cinco startups. Os projetos apresentados tinham foco em realidade virtual, aumentada e mista, Internet das Coisas (IoT) e inteligência artificial. Eles foram avaliados por um corpo de jurados de renomados profissionais do setor de tecnologia.

Dentro desse novo cenário disruptivo, a representante brasileira no Open Innovation Business Contest desenvolveu uma solução que visa democratizar o acesso à inteligência regulatória. Ela ganhou uma bolsa de estudos para o curso WeSTART do ISE Business School, um programa para empreendedores e investidores, e concorrerá na final, em Tóquio, no Japão, com outros nove projetos selecionados nas cidades de São Francisco, Londres, Tel Aviv, Tóquio, Toronto, Madri, Barcelona, Cingapura e Pequim.

O vencedor da grande final receberá um prêmio de US$ 30.000 e terá a oportunidade de trabalhar, por três meses, com uma equipe da NTT DATA – um dos principais fornecedores mundiais de serviços e inovação na área de TI – no desenvolvimento de um protótipo de serviço-produto, que será oferecido às empresas clientes da companhia.

Projeto finalista

Baseada em inteligência artificial, a plataforma da LegalBot auxilia os profissionais de governança, gestão de riscos e compliance na análise, seleção, classificação e organização dos diversos aspectos normativos.

Alexandre Bess, CEO da startup, explica que a regulação é hoje um problema global, que impacta diretamente a competitividade das empresas e dos países, inclusive, pode gerar enormes prejuízos. “Um dos principais problemas enfrentados pelos que atuam nessa área é o grande volume de normativas. No mercado financeiro, por exemplo, surgem mais de 300 regulações todos os meses”, comenta.

Para facilitar o contato e a experiência dos profissionais com as normativas de seus segmentos, a plataforma desenvolvida pela startup busca, analisa e interpreta as informações por meio de algoritmos. Dessa forma, cada usuário, conforme sua seleção, tem acesso aos dados pela web e aplicativo, ou seja, a tecnologia leva ao usuário o que ele realmente precisa saber sobre regulação.

“A sensação de ser o representante brasileiro na final do Open Innovation Business Contest é maravilhosa, pois sabemos o quanto a tecnologia é relevante para o mundo e teremos a oportunidade de apresentá-la para um público internacional”, comemora Bess.

Para Roberto Pereira, executivo responsável pelas iniciativas de Inovação na everis Brasil, o projeto da LegalBot tem total sinergia com a companhia, uma vez que a tecnologia de inteligência artificial oferece aos clientes maior agilidade para entrarem em novos mercados, principalmente no setor financeiro e de seguros, que são altamente regulados. “O fato de podermos acelerar o entendimento da regulação e aportar novas tecnologias, novos serviços e soluções, é importantíssimo”, destaca.

A semifinal brasileira do Open Innovation Business Contest, segundo Pereira, mostrou a força do ecossistema de inovação e o quanto é importante entender as novas tecnologias desde o início, para desenvolver capacidades, parceiros e identificar possíveis problemas durante a adaptação. “Por ser nosso modelo de negócios B2B2C, precisamos compreender o que nossos clientes pretendem ofertar aos clientes deles para que, juntos, possamos levar à sociedade soluções mais robustas”, observa.

Os outros cinco projetos semifinalistas

Plataforma de Realidade Virtual 360º na Nuvem – Beenoculus
Produto de economia criativa, com foco em potencializar o ecossistema de produção e distribuição de conteúdo 360º e o mercado publicitário.

Plataforma de Realidade Virtual para Projetos Imobiliários – VR Monkey
Permite que arquitetos e profissionais em geral do setor imobiliário façam visitas aos empreendimentos imobiliários, usando as mais recentes tecnologias de realidade virtual.

IOBike – Plataforma IoT para Bicicletas em Áreas Urbanas – LightUp
Solução de iluminação que conecta bicicletas à IoT (Internet das Coisas), proporcionando aos ciclistas segurança e interatividade, além da possibilidade de geomarketing a anunciantes.

Simulador integrado à gamificação que promove a reabilitação de pessoas com deficiência por meio da experiência de imersão produzida por realidade virtual – Fisioatual
Utiliza o entretenimento dos jogos integrado a uma plataforma instável, equipada com sensores. Funciona como um simulador de exercícios por meio da imersão na realidade virtual.

Plataforma de Realidade Virtual Inside Places – Inside Places
Com o uso desta ferramenta, arquitetos, designers de interiores e construtoras dão aos seus clientes a oportunidade de estarem dentro de seus imóveis antes mesmo de ficarem prontos.

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Gartner: despesas mundiais de capital com semicondutores devem crescer 2,9% em 2017

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, afirma que as despesas mundiais de capital com semicondutores devem aumentar 2,9% em 2017, alcançando US$ 69,9 bilhões, um crescimento menor se comparado aos 5,1% registrados em 2016 (ver Tabela 1).

“O crescimento mais forte em 2016 foi alimentado pelo aumento dos gastos no final do ano que pode ser atribuído a uma demanda por NAND flash (chip para armazenamento de dados que não necessita de eletricidade constante), que foi mais intensa nesse período e vai persistir durante a maior parte de 2017. Essa procura se deve a um mercado melhor que o esperado para smartphones, que está conduzindo uma atualização de gastos com NAND em nossa última previsão”, explica David Christensen, Analista Sênior de Pesquisas do Gartner. “Os gastos com NAND aumentaram US$ 3,1 bilhões em 2016 e diversos segmentos relacionados à fabricação de equipamentos wafer (fina fatia de material semicondutor) mostraram crescimento mais forte do que a nossa previsão anterior. Em 2017, os segmentos térmico, track e implante devem avançar 2,5%, 5,6% e 8,4%, respectivamente.”

Comparado ao início de 2016, o panorama de semicondutores melhorou, especialmente em dispositivos de memória, devido aos preços mais altos e a um mercado melhor que o esperado para smartphones. Uma recuperação antecipada nos chips de armazenamento de dados deve impulsionar o crescimento em 2017 e ser ligeiramente reforçada por mudanças em aplicações-chave.

As fundições continuam a superar o mercado geral de semicondutores com processadores móveis da Apple, Qualcomm, MediaTek e HiSilicon como impulsionadores da demanda do processo de fabricação avançado de wafers. Em particular, a rápida migração para o 4G e os processadores mais poderosos resultaram em tamanhos de matrizes maiores do que os processadores de aplicativos da geração anterior, exigindo wafers com mais de 28 nanômetros (nm), 16/14 nm e 10 nm das fundições. As tecnologias secundárias continuarão a ser fortes com os controladores e circuitos integrados de driver de vídeo e chips de identificação de impressão digital com matriz ativa de emissão de luz orgânica por diodos (da sigla em inglês AMOLED).

Essa análise é realizada pelo programa de Fabricação de Semicondutores do Gartner. O projeto de pesquisas, que faz parte do grupo global de estudo de semicondutores, fornece uma visão abrangente de toda a indústria, desde a produção até as tendências do mercado de dispositivos e aplicações.

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Energisa aposta em analytics para detecção de fraudes e prevenção de perdas

O Grupo Energisa, um dos principais conglomerados privados do setor elétrico do país, é um exemplo real de que o apoio da tecnologia analítica é extremamente positivo e rentável. Visando gerir as chamadas perdas não técnicas de maneira mais eficiente, a companhia concebeu, desenvolveu e implantou um ambiente analítico corporativo, fundamentado na arquitetura de Data Warehouse e apoiado na plataforma analítica da MicroStrategy. Graças à análise e cruzamento de informações históricas disponibilizadas de maneira rápida, precisa e consistente, foi possível à Energisa identificar desvios de maneira antecipada.

O Grupo Energisa controla 13 distribuidoras, localizadas nos estados de Minas Gerais, Paraíba, Sergipe, Rio de Janeiro, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Paraná e São Paulo, em uma área de 1.630 mil km². Presente em 788 municípios, emprega cerca de 12 mil colaboradores e atende 6,4 milhões de unidades consumidoras, o que corresponde a um total de mais de 16 milhões de pessoas – 8,1 % da população brasileira.

De acordo com Francisco Setubal de Rezende Silva, gerente corporativo de BI da Energisa, o processo de gestão de perdas não técnicas na companhia envolve decisões em níveis estratégico, tático e operacional, baseadas em dados de diversos sistemas transacionais, tais como cadastro de consumidores, faturamento, consumo, cadastros de medidores e geoelétrico, fiscalização, atendimento e perdas técnicas. Esse tipo de perda, também denominado perda comercial, resulta principalmente da ação de consumidores através de desvios de energia, ligações clandestinas e manipulações nos equipamentos medidores, mas também decorre de falhas nos processos de faturamento e cobrança. Os famosos “gatos” cresceram em todo o país. Somente de 2014 para 2015, aumentou em 6% a quantidade de energia consumida e não paga.

Ao longo dos quatro anos seguintes à implantação do projeto, denominado DW Energisa, o grupo apurou uma redução de 3,2% no índice relacionado às perdas não técnicas, representando aproximadamente 365 Gigawatt-hora (GWh), montante suficiente para atender 2,4 milhões de consumidores residenciais durante um mês. Além disso, a solução passou a direcionar de maneira mais assertiva as ações de combate às perdas, contribuindo para um aumento de 370% na quantidade de energia recuperada faturada, em comparação ao ano anterior ao projeto.

Por meio da solução é possível, além de gerir e acompanhar as perdas não técnicas, conhecer profusamente o perfil dos fraudadores e gerar listas, alimentadas semanalmente, que permitem a configuração de um plano de medidas a serem adotadas, quais delas são rentáveis, se estão permitindo uma atuação no lugar certo, entre outros detalhes.

“O DW Energisa não só proporcionou a integração das informações relevantes para a gestão de perdas não técnicas que estavam dispersas em uma série de fontes, como possibilitou um acompanhamento diário e mais preciso das ações corretivas, graças aos relatórios de controle das atividades. A diversidade, abrangência e volume dos dados armazenados e a possibilidade de cruzar informações que antes se encontravam descentralizadas e realizar análises estatísticas avançadas com base em dados históricos, foi outra vantagem alcançada que contribuiu para o sucesso do projeto. Sem falar na transparência e confiabilidade dos resultados, aspectos sustentados pela consolidação de um ambiente analítico e corporativo”, finaliza.

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Visa e Kyvo lançam programa de aceleração focado em fintechs brasileiras

[embedyt] http://www.youtube.com/watch?v=cr1K1EYAIpQ[/embedyt]

A Visa e Kyvo, parceira da GSVlabs no Brasil, se unem em busca de até 5 fintechs com potencial para revolucionar a indústria de pagamentos eletrônicos no país e no mundo. Por meio do programa “Track” de aceleração de startups e do Visa’s Everywhere Initiative, implementado pelas duas empresas, Visa e Kyvo supervisionarão os empreendedores na definição do modelo de negócio e no aprendizado de técnicas e ferramentas nas áreas de produto, serviço, design e marketing. No total, serão até 6 meses de programa – sendo aproximadamente três de aceleração e outros três meses de incubação. E o mais importante: dos meses de aceleração, dois deles serão no Brasil e um no Vale do Silício (EUA). O Visa’s Everywhere Initiative é um programa criado em 2015 para impulsionar novos relacionamentos com talentos emergentes na comunidade startup e trazer novas ideias para melhorar o ecossistema de pagamento.

Após selecionar os melhores participantes, as startups passam por períodos de imersão, bootcamp e elaboração de estratégias. Os participantes ainda poderão ter acesso ao conteúdo, às práticas, aos estudos de casos da GSVlabs e a uma rede estratégica de 170 mentores da comunidade Global Silicon Valley. Ao final do programa, cada startup poderá apresentar seu pitch para um comitê nomeado pela Visa, Kyvo e GSVlabs no Demo Day, que deve acontecer em outubro de 2017. As inscrições devem ser realizadas até o dia 31 de março no site oficial do programa. As startups selecionadas poderão receber o equivalente a aproximadamente R$ 235 mil cada em tecnologias e em serviços profissionais que vão ajudá-las a entrar no mercado.

“Estamos nessa missão para sermos tão bem sucedidos no mundo digital quanto somos no físico, o que significa que estamos em busca de parceiros capazes de trabalhar com flexibilidade e rapidez”, conta Percival Jatobá, Vice-presidente de produtos da Visa do Brasil. “O Visa’s Everywhere Initiative é a forma que encontramos para integrar essa nova mentalidade da comunidade de startups com o plano digital da Visa. Queremos parceiros inovadores que façam a diferença”.

Observando o grande potencial do mercado brasileiro, a GSVlabs fechou parceria, em 2016, com a Kyvo Design-Driven Innovation. A GSVlabs contará com o conhecimento da Kyvo sobre o mercado local e seu relacionamento com investidores, mentores e empresas para apoiar o desenvolvimento de startups. O objetivo é criar uma ponte com o Vale do Silício e dar suporte ao ecossistema que está se desenvolvendo rapidamente no Brasil. “O empreendedor terá à disposição toda a rede de mentores e técnicas empregadas no Vale do Silício a partir do Brasil, com a vantagem de poder otimizar a concepção e o planejamento da empresa para o mercado nacional”, diz Hilton Menezes, sócio-fundador da Kyvo.

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Unisys lança serviço de resiliência cibernética que utiliza metodologias de jogos virtuais de guerra

A Unisys Corporation (NYSE: UIS) anuncia o lançamento de um novo conjunto de serviços de resiliência cibernética para auxiliar seus clientes a se protegerem de possíveis crises relacionadas a ataques cibernéticos, simulando ameaças reais e utilizando-as para desenvolver procedimentos e políticas eficazes para prevenção e resposta.

Para desenvolver estes novos serviços, a Unisys customizou a metodologia de jogos cibernéticos de guerra utilizada pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos, combinada com normas publicadas pelo Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia dos Estados Unidos e o adaptou para ser utilizado por empresas e governos. A ferramenta da Unisys identifica rapidamente os desafios “mais prováveis”, “mais perigosos” e “incomuns/que nunca vão acontecer” das operações dos usuários. Além disso, também ajuda a avaliar o grau de preparação do cliente para gerenciar uma crise, bem como todo o plano de resposta a incidentes.

Os participantes se organizam em equipes para atingir os objetivos de cada ocorrência em uma simulação com estratégias de ataques reais, enquanto respondem a diversas alterações nas condições operacionais e do ambiente. Ao final deste exercício, a Unisys fornece um plano detalhado para o cliente, incluindo uma análise da simulação e recomendações práticas.

“Os riscos são extremamente altos para os executivos responsáveis por evitar qualquer crise que possam resultar em danos à marca, desvalorização de mercado ou perda de clientes”, afirma Tom Patterson, Chief Trust Officer da Unisys. “Os serviços de resiliência da Unisys são parte do nosso completo portfólio de serviços de segurança, incluindo consultoria personalizada, produtos avançados, entre eles Unisys Stealth® e ClearPath Forward, serviços gerenciados e soluções confiáveis tanto para segurança física quanto cibernética”, completa.

A Unisys oferece três opções de serviços de resiliência altamente estruturados, dependendo das necessidades do cliente, que abrangem desde atividades básicas até as mais complexas. Todas as opções são baseadas em propriedades intelectuais da Unisys, além disso são personalizadas e aplicadas de acordo com as especificidades de cada cliente, por profissionais experientes, com foco em elementos de negócios, tecnologia e risco humano.

Para obter mais informações sobre os serviços de simulação de jogos cibernéticos de guerra da Unisys, visite: http://www.unisys.com/offerings/security-solutions/point%20of%20view%20paper/cyber-resilience-services-id-3044

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A NATS, provedora de controle de tráfego aéreo do Reino Unido, escolhe a Rohde & Schwarz para implementar seu segundo sistema de voz

A NATS escolheu o sistema de comunicações por voz baseado em IP R&S VCS-4G da Rohde & Schwarz como seu segundo sistema de voz para suas comunicações de controle de tráfego aéreo (ATC — air traffic control) no espaço aéreo do Reino Unido. Dentro do contexto da iniciativa Céu Único Europeu (SES — Single European Sky), a NATS irá modernizar toda sua infraestrutura de administração de tráfego aéreo (ATM — air traffic management) nos próximos anos. O diretor de Administração da Cadeia de Suprimentos da NATS, Tim Bullock, explica: “A NATS controla mais de 2,4 milhões de voos por ano. Nossos sistemas precisam ser flexíveis e capazes de lidar com altas cargas de trabalho, para garantir operações efici entes às companhias aéreas e seus passageiros. Encontramos na Rohde & Schwarz uma parceira inovadora e confiável. Nós a integramos à equipe colaborativa de fornecedores que se associaram a nós nessa jornada de transformação da ATM para a implementação do sistema SESAR”.

A Rohde & Schwarz irá começar a implementação do segundo sistema de voz em 2017. A empresa irá fornecer resiliência avançada para comunicações por rádio baseadas em voz no espaço aéreo do Reino Unido. Os centros de controle de tráfego aéreo em Swanwick e Prestwick, bem como o centro corporativo e técnico da NATS em Whiteley, serão todos equipados em uma implementação por fases que será concluída em 2020. O pedido inclui a entrega, implementação e suporte vitalício de mais de 450 posições de trabalho de controladores (CWP — controller working positions) R&S VCS-4G. Até 1.700 rádios e várias linhas terra-terra serão conectadas ao sistema.

Conforme o tráfego aéreo se torna mais cheio, há uma demanda crescente por realocação de recursos flexível, baseada em carga, ao mesmo tempo que assegura um controle do tráfego aéreo eficiente e sustentável, atendendo os mais altos padrões de segurança. A Rohde & Schwarz vence esse desafio com o R&S VCS-4G totalmente baseado em VoIP, com uma arquitetura distribuída e redundante.

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Internauta prefere mobile e adota novos hábitos de segurança ao navegar e comprar online

O Dia Internacional da Internet Segura, comemorado hoje, 7 de fevereiro, traz à tona uma questão recorrente: como aproveitar as vantagens de uma vida conectada com segurança e tranquilidade? Para entender os hábitos dos internautas, o Mercado Pago, empresa de tecnologia financeira com forte expertise em meios de pagamento, realizou uma pesquisa com 543 consumidores online. O primeiro destaque vai para o mobile.

O estudo constatou que 85% dos entrevistados utilizam o celular para acessar a internet, um crescimento de 10 pontos percentuais em relação ao mesmo estudo realizado no ano passado. A navegação durante deslocamentos, com conexão 3G ou 4G, passou de 15%, em 2016, para 46% em 2017. O levantamento apontou ainda que 58% dos respondentes, além de usarem navegadores, têm o costume de baixar aplicativos. Com uma população mais conectada, maior a necessidade de informação e adesão às práticas de segurança disponíveis.

A pesquisa mostrou que alguns cuidados já viraram hábito. Por exemplo: 76% dos entrevistados afirmam que usam antivírus no computador e 68% observam se o site é seguro ao acessá-lo, ou seja, se apresenta a sequência “https://” antes da url da página. Medidas mais recentes, como o uso de tokens, também vêm ganhando cada vez mais adeptos. O estudo revelou que a utilização desses dispositivos de autenticação subiu de 30%, no ano passado, para 44% em 2017. Um aliado a mais para o usuário da rede.

Na hora de comprar online, o levantamento identificou ainda que a maior parte dos consumidores já adota pelo menos três medidas básicas de proteção online: buscar lojas conhecidas (77%), usar um meio de pagamento de confiança, como o do Mercado Pago, (73%) e checar se o site é realmente seguro, exibindo o “https://” (62%). Além dessas práticas, outros cuidados adicionais podem ajudar o internauta a aproveitar todos os benefícios que a internet oferece com tranquilidade.

Confira algumas dicas

– Sempre que possível, faça as suas compras a partir de celulares, tablets, notebooks ou computadores próprios. Máquinas públicas, como de faculdades, bibliotecas e lan houses, ou dispositivos compartilhados podem não ter recursos de segurança essenciais, como atualizações de sistema operacional e antivírus;

– As conexões públicas e abertas também são mais frágeis. Portanto, prefira redes particulares ao comprar online;

– Mantenha o sistema operacional e os programas, principalmente navegadores, do seu computador e notebook, além dos aplicativos dos seus dispositivos móveis, sempre atualizados. Inclua nessa lista também o antivírus;

– Não esqueça de verificar os selos e certificados de segurança da loja online, na hora de comprar, e busque utilizar um meio de pagamento conhecido. Essas plataformas garantem que seus dados pessoais e bancários sejam criptografados, seguindo padrões de segurança internacionais;

– Esteja atento a emails com características de SPAM ou mensagens suspeitas via app e redes sociais. Não clique ou insira seus dados, caso não confie 100% no conteúdo e no destinatário;
– Crie senhas diferentes para cada serviço, esse cuidado extra dificulta o acesso aos seus dados por usuários não autorizados.

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