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Intel lança plataforma ‘Diálogo TI’ voltada para profissionais em busca de novidades na área

Com o objetivo de divulgar as melhores práticas do segmento, treinamentos sobre as mais recentes tendências de uma maneira intuitiva e simples, além de conteúdo relevante para profissionais de TI, a Intel lança para toda a América Latina a plataforma Diálogo TI (http://DialogoTI.intel.com), um site com novos materiais que respondem às necessidades do setor.

Diálogo TI, que já estava disponível para países de língua espanhola há sete anos, junto com o site brasileiro Next Generation Center, forneceram mais de 41 mil cursos para os interessados no uso da tecnologia nos negócios em 2013. Os temas abordados foram desde Segurança da Informação, Gestão de TI, Empresas Digitais, Virtualização, Computação em Nuvem até ERP.

Como uma das mais completas fontes de capacitação relacionadas à tecnologia, a plataforma continua avançando regionalmente e dando suporte aos departamentos de TI das pequenas e médias empresas. De acordo com dados do programa regional IBERPYME para 2013, 11% das PMEs de todo o mundo se encontram na América Latina, das quais 716 mil são pequenas empresas e 145 mil são de médio porte. Estas empresas mantêm uma busca constante para melhorar as condições de suas estruturas de TI com soluções que aumentem a produtividade de forma estratégica.

“Para o modelo de negócio da Intel, é fundamental manter contato constante com os tomadores de decisões de TI. Continuar trocando ideias e conhecimento contribui para que os profissionais das áreas tecnológicas escolham os melhores produtos do mercado e economizem graças aos bons serviços e produtos”, explicou Bárbara Toledo, Gerente de Marketing de Negócios da Intel para o Brasil.

Atualmente as empresas precisam de um especialista em TI com um perfil de eficiência que integre todas as atividades das empresas. Para o desenvolvimento de um mercado mais dinâmico a cada dia, a Intel oferece, por meio da atualização da plataforma, um suporte de 360o que também abrange capacitação de Marketing, Liderança, Gestão de Equipes e Desenvolvimento.

“Por meio do ‘Diálogo TI’, a Intel consegue uma comunicação de mão dupla com um grande número de profissionais da região. Esta é uma oportunidade para que a Intel compartilhe seus conhecimentos sobre as soluções tecnológicas disponíveis no mercado e para que os usuários da plataforma continuem se atualizando sobre as melhores práticas e processos para suas equipes”, comentou Bárbara.

Com um sistema inteligente e intuitivo, a plataforma trará informações técnicas, ou recomendará treinamentos de acordo com o perfil do usuário cadastrado e os temas de seu interesse. Desta forma, a Intel poderá sugerir a cada um o melhor conteúdo, baseando-se no perfil profissional. Por exemplo, se o profissional demonstra interesse por novidades relacionadas às pequenas empresas, a plataforma o reconhecerá e enviará conteúdos sobre o tema de uma maneira mais personalizada. Para que isso seja realmente eficiente, é muito importante que o usuário faça sua inscrição completa no site, preenchendo todos os campos de seu perfil profissional e os temas de TI que mais lhe interessam, e faça seu login no site quando o visitar.

Diálogo TI oferece agora uma navegação mais amigável, com uma proposta interativa entre os próprios usuários e os especialistas da Intel, ampliando espaços para consultas, assim como a possibilidade de compartilhamento nas redes sociais (Facebook, Twitter ou LinkedIn). Desta maneira, os usuários poderão classificar, recomendar e compartilhar os conteúdos relevantes com seus contatos.

Diálogo TI: http://DialogoTI.intel.com.

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Cupom Fiscal Eletrônico: a importância do uso de sistemas de tecnologia eficientes

Carlos Drechmer da Acom Sistemas e Reinaldo Pires de Oliveira da Inventti falam sobre a importância do uso de sistemas de tecnologia eficientes para emissão do cupom fiscal eletrônico. Acompanhe a reportagem em v’ideo produzida para o programa de tv Valor Agregado.

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Inscrições abertas para a rodada de negócios internacional da BITS 2014 para empresas de TIC

A quarta edição da BITS – Business IT South America, versão Sul-Americana da CeBIT, que ocorre de 13 a 15 de maio, contará, novamente, com o BITS Business Matchmaking, rodada de negócios que promove o encontro entre empresas nacionais e internacionais trazendo novas oportunidades e estimulando parcerias na área de Tecnologia da Informação e da Comunicação. A Rodada acontece das 14h às 19h, no pavilhão de exposições.

O evento é uma iniciativa da Confederação Nacional da Indústria – CNI, da FIERGS, através do seu Centro Internacional de Negócios – CIN-RS, em parceria com a Apex-Brasil e Sebrae-RS. Pela primeira vez, também conta com a parceria do Enterprise Europe Network – EEN, maior rede de empresas da União Europeia. “Esta aliança será um grande meio de divulgação de oportunidades de negócios, para captar empresas internacionais e promover as empresas brasileiras inscritas no evento”, destaca Kurt Ziegler, Coordenador do CIN-RS.

Este ano, o Business Matchmaking também vai contar com maior espaço e comodidade no ambiente físico e forte interação com entidades e parceiros do mundo inteiro. A expectativa é contar com mais de 70 empresas de dez estados brasileiros e mais de 30 internacionais.

Em 2013, as rodadas de negócios internacionais da BITS reuniram 15 países e cerca de 100 empresas nacionais e internacionais. Ocorreram 323 reuniões, o que gerou uma expectativa de negócios de US$ 13 milhões de dólares.

As inscrições para as rodadas 2014 são gratuitas e podem ser feitas até 30 de abril no endereço: www.b2match.eu/bits2014

A BITS – Business IT South America é promovida e organizada pela Hannover Fairs Sulamérica, empresa do grupo Deutsche Messe AG, em parceria com a FIERGS – Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul.

Informações: www.bitsouthamerica.com.br

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Profissionais latino-americanos buscam domínio de um novo idioma e pós-graduação em 2014

Estudar um novo idioma, fazer uma pós-graduação e promover uma viagem de intercâmbio são alguns dos planos que os profissionais da América Latina pretendem colocar em prática neste ano. É o que revela pesquisa realizada pela Page Personnel, uma das maiores empresas globais de recrutamento especializado de profissionais técnicos e de suporte à gestão, parte do PageGroup. De acordo com o levantamento, que procurou identicar quais eram os planos de desenvovilmento de carreira para este ano, metade dos profissionais latino-americanos pretendem aprender outra língua em 2014.

“Com a falta de profissionais qualificados no mercado de trabalho, buscar mais qualificação é uma iniciativa mais que necessária para quem pretende conquistar novos objetivos na carreira. Esses dados mostram que as pessoas estão preocupadas com seu desenvolvimento e dispostas e mudra esse quadro”, explica Roberto Picino, director da Page Personnel.
Para elaborar o estudo, a Page Personnel consultou, em dezembro e janeiro, 800 profissionais que atuam no Brasil, Chile e México e ocupam cargos de analista, assistente, técnico, gerente e coordenador.

Aprender um novo idioma é o desejo de metade dos profissionais da América Latina. No Brasil, 53% informaram que pretendem adquirir novos conhecimentos de outra língua, percentual um pouco superior ao verificado no Chile (49%) e México (48%).
A pós-graduação foi o segundo item mais mencionado para evolução profisisonal, com 34% de menções. Os brasileiros também são os que mais desejam participar de um curso de extensão universitária (42%). Na sequência aparecem os mexicanos, com 32%, e chilenos, com 29%.

Melhorar o relacionamento e ampliar a rede de contatos é um tema importante nos planos dos três países pesquisados. Há 28% que planejam reforçar, melhorar e intensificar suas relações com colegas de trabalho e profissionais de suas áreas de atuação. Os mexicanos são os mais entusiasmados com esse quesito, com 34% de aceitação. Os brasileiros vêm logo atrás, com 30%, seguidos pelos chilenos, com 20%.

Investir mais em coaching está nos planos de 15% dos latino-americanos. Os mexicanos estão acima da média da região, com 20% de citação. Com 18% aparecem os brasileiros e, com 7%, os chilenos.
Quando a questão aponta sobre não ter nenhum plano para este ano, quem mais indicou não ter nada programado para 2014 foi o profissional chileno (4%). Brasileiros e mexicanos apresentaram o mesmo percentual: 2%.

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Sistema Fiep e CNI lançam pedra fundamental das novas instalações do Instituto Senai de Inovação do Paraná

Os presidentes da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, e do Sistema Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), Edson Campagnolo, lançaram, em Curitiba, a pedra fundamental das novas instalações do Instituto Senai de Inovação (ISI). Inaugurado oficialmente em setembro, quando entraram em operação os primeiros laboratórios, o ISI do Paraná é voltado para a área de Eletroquímica e faz parte de uma rede de 25 institutos que serão instalados pelo Senai em todo o país para alavancar a competitividade da indústria brasileira. No total, serão investidos R$ 50 milhões para a construção e aquisição de equipamentos da nova sede.

O presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, destacou a agilidade com que o Sistema Fiep implantou o ISI em Curitiba, o primeiro inaugurado no país. “Fico feliz em ver a forma competente e ágil com que o Paraná está conduzindo estes investimentos”, declarou. “Um dos obstáculos para a competitividade da indústria brasileira é a questão da tecnologia e inovação. Percebemos que esta era uma área na qual poderíamos agir sem a dependência do poder público”, afirmou Andrade, justificando o motivo que levou a CNI a lançar o projeto.

Ele destacou ainda que o Senai vem investindo fortemente na qualificação dos profissionais que vão atuar nos institutos. “Não basta apenas colocar recursos, construir prédios e comprar máquinas. Precisamos de pessoas, por isso buscamos no mercado profissionais da melhor qualidade para conduzir esses investimentos”, disse.

Integração

Robson Braga de Andrade ressaltou também que a intenção é que os 25 ISIs que serão implantados atuem em rede, atendendo indústrias de todo o país, independente da localização geográfica da empresa. Na região Sul, a busca por uma efetiva integração entre os ISIs já acontece. Tanto que a solenidade desta quarta-feira contou com a presença do presidente da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc), Glauco José Côrte. Na terça-feira (4), também com participação dos presidentes da CNI e da Fiep, foi inaugurado em Joinville o primeiro ISI em território catarinense, que se dedicará a pesquisas na área de Sistemas de Manufaturas. A aproximação vai facilitar o acesso de indústrias do Paraná e Santa Catarina a esses institutos.

A integração pode ocorrer também com outros setores da sociedade. O secretário municipal de Meio Ambiente de Curitiba, Renato Lima, que na solenidade representou o prefeito em exercício da capital, Paulo Salamuni, afirmou que o ISI instalado na cidade pode contribuir para o desenvolvimento do município. “Curitiba tem o desafio de ser modelo de desenvolvimento sustentável. E não há como ser modelo de desenvolvimento sustentável sem aplicar da melhor maneira o conhecimento. Quem quer estar na ponta, tem que ser inovador, e aqui (no ISI) está por excelência o desafio da inovação. Vejo toda a possibilidade de cooperação e coordenação entre essas iniciativas”, declarou.

Também participaram do lançamento da pedra fundamental das novas instalações do ISI do Paraná empresários de vários setores da indústria paranaense e diretores da Fiep.

Sobre o ISI do Paraná

O ISI do Paraná foi o primeiro a ser inaugurado no Brasil, em setembro de 2013. Nos primeiros laboratórios, já em funcionamento no Campus da Indústria, em Curitiba, foram investidos R$ 15 milhões, principalmente para aquisição de equipamentos de última geração. A pedra fundamental lançada nesta quarta-feira é da nova sede, que deverá ser entregue até 2015. Com investimento previsto de R$ 50 milhões – cujas obras devem ser iniciadas nas próximas semanas –, o novo prédio terá 10 mil metros quadrados, sendo que 2 mil metros quadrados serão destinados aos laboratórios do Instituto.
Com foco em Eletroquímica, o ISI tem como objetivo desenvolver soluções que fortaleçam a competitividade e a produtividade, principalmente nos segmentos de energia, construção civil, petroquímico, mineral e metalmecânico. Para 2014, a intenção é que o instituto realize ao menos cinco projetos de alto impacto, além de outras pesquisas, sempre em parceria com indústrias. Após a inauguração da nova sede, esse número deve dobrar para ao menos dez projetos de alto impacto ao ano.
Inéditos no Brasil e na pesquisa aplicada à indústria, os primeiros equipamentos para o ISI do Paraná já foram adquiridos. Ao todo, serão 36 aparelhos, escolhidos com a consultoria do Instituto Fraunhofer IPK, da Alemanha, que atenderão às áreas de nanotecnologia, energia, petróleo e gás, baterias e acumuladores de energia, corrosão, biocorrosão, sensores, tintas industriais e novos materiais.

Fonte: Sistema Fiep

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A viabilidade do Instituto Curitiba de Informática

Por Luís Mário Luchetta
publicado no portal Baguete

Indo direto ao ponto, a inovação concretizada por Curitiba com a criação do Instituto Curitiba de Informática – ICI, faz parte das mudanças que ocorrem no plano mundial neste início de século e do milênio, dentre as quais, talvez a mais significativa, a aliança estratégica entre Estado e Sociedade.

Isto porque, cada vez mais, nota-se a incapacidade do Estado em executar, por meios próprios, todas as políticas públicas demandadas pela sociedade. Cada vez mais a sociedade civil organizada é chamada a participar ativa e organizadamente da execução de serviços para viabilizar a máquina administrativa e a consecução das necessidades públicas.

Nesta seara, as instituições sem fins lucrativos sempre estiveram ao lado do Poder Público, numa espécie de “braço do governo”, desempenhando funções não exclusivas do Estado e absorvendo suas carências e incapacidades.
Ao final da década de 90, o terceiro setor adquire enorme relevância em razão da participação da sociedade civil na gestão pública, pois sob o manto legal, admite-se a capacidade destas de influirem concretamente nas decisões e nas atuações públicas, numa manifestação de “democracia participativa”, uma vez ultrapassada a fase da democracia meramente representativa.

Percebe-se, portanto, que não há impedimento constitucional algum à assunção a instituições sem fins lucrativos da tarefa e missão de interesse social em colaboração com a Administração Pública. Desde que cumpridos os requisitos de salvaguarda do interesse público. A cooperação é lícita e até mesmo estimulada pela Constituição da República.

Falando agora especificamente do “desenvolvimento científico, pesquisa e capacitação tecnológica nacional”, não restam dúvidas de que a tecnologia da informação representa um elemento transformador das relações entre governo e sociedade.

A Constituição Federal, no artigo 218, determina que o Estado deverá promover e incentivar a pesquisa e a capacitação tecnológicas para a solução dos problemas brasileiros e para o desenvolvimento do sistema produtivo nacional e regional.
Em seu artigo 219, reforçando o desenvolvimento de empresas nacionais na área de tecnologia, a CF disciplina que o mercado interno integra o patrimônio nacional e será incentivado a viabilizar a autonomia tecnológica do País.

O reflexo da norma acima almeja fomentar as empresas nacionais a buscar a independência em relação aos recursos tecnológicos estrangeiros, bem como a gerar capital intelectual de alto nível nas mais diversas áreas de produção industrial e comercial de tecnologia da informação e comunicação, a fim de proporcionar crescimento de toda a cadeia produtiva local, regional e nacional.
Projetos informatizados, soluções integradas de sistemas aplicativos específicos, ferramentas tecnológicas para aprimorar a gestão, etc. são assuntos estratégicos dentro de qualquer organização, seja pública ou privada, a ponto de não imaginarmos nossas vidas sem os recursos da tecnologia da informação.

Na seara do Poder Público, parece inconcebível imaginar como seria o atendimento do Instituto Nacional de Seguridade Social – INSS, por exemplo, sem a existência de um sistema informatizado de dados. E as informações relativas ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço? Como seriam armazenadas sem os recursos da tecnologia da informação?
Estes são apenas dois dos milhares de exemplos que nos levam a concluir que todos nós, pessoas físicas ou jurídicas, públicas ou privadas, estabelecemos uma relação umbilical de dependência com os bens e serviços de TI.

Não é por outra razão que se tem dito que a TI é o “coração” das organizações. Quando mal gerenciada, a TI pode causar a paralisia da instituição ou, de modo contrário, impulsioná-la.
Sob o ponto de vista econômico-financeiro, a área de TI também releva importância em termos de contratações de soluções. Para se ter uma ideia, o orçamento total previsto para a contratação de soluções de TI para a Administração Pública Federal para o ano de 2011 foi de aproximadamente 18 bilhões de reais!

Tudo isto porque os recursos e soluções de tecnologia da Informação permitem a obtenção de ganhos de produtividade, tempo, qualidade e segurança para agregar valor aos processos de trabalho da Administração e aos serviços prestados aos cidadãos.

Sendo assim, resta evidente que a Administração está cada vez mais dependente do bom e regular funcionamento dos serviços de Tecnologia da Informação. E a tendência é de aumento dessa dependência por razões lógicas: a cada ano são disponibilizados mais serviços aos cidadãos por meio de sistemas de informática, por isto, o “e-Gov” (Governo Eletrônico) tende a se ampliar.
Lembremo-nos que, há anos, por meio da Lei nº. 7.232, de 1984, o Congresso Nacional já declarava que a Política Nacional de Informática deveria se orientar pela “natureza estratégica da informação e a influência desta no esforço desenvolvido pela Nação para alcançar melhores estágios de bem estar social”.

Além disto, releva anotar que há, no país, cerca de 1.600 organizações desse tipo em funcionamento. Elas estão em 14 estados e em cerca de 160 municípios.

No nível federal, têm destaque instituições de pesquisa incluídas no Sistema Nacional de Ciência e Tecnologia, como o Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa), a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), o Laboratório Nacional de Luz Síncroton, o Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) e o Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá (no Amazonas), além da Associação das Pioneiras Sociais, gestora da Rede Sarah de Hospitais de Reabilitação e Hospital Sírio Libanês.
Observa-se, pelos exemplos acima, que as organizações sociais estão disseminadas em vários setores da sociedade, realizando relevantes e imprescindíveis serviços públicos, frise-se, serviços públicos, e não uma atividade econômica qualquer.

Por outro lado, apesar de prestarem efetivos serviços públicos, as organizações não titularizam qualquer espécie de prerrogativa de direito público. Não gozam de prerrogativas processuais ou prerrogativas de autoridade, respondendo apenas pela execução e regular aplicação dos recursos e bens públicos vinculados ao contrato de gestão que firma com o Poder Público.

E Curitiba inovou ao criar o Instituto Curitiba de Informática – ICI, ainda em 1998, e essa inovação permitiu estar sediado aqui o melhor modelo de implementação de sistemas e serviços de informática pública no Brasil, que levou Curitiba a ser a cidade mais digital do Brasil e terceira cidade mais inteligente do planeta.

*Luís Mário Luchetta é presidente do ICI e da Federação Assespro

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Celepar nega invasão a e-mails

Fonte: Gazeta do Povo

A Companhia de Tecno­logia da Informação e Comunicação do Paraná (Celepar) negou, ontem, que tenha invadido os e-mails das forças de segurança do estado. No domingo, a Gazeta do Povo mostrou que documentos sigilosos revelam que um “usuário secreto” teve acesso a várias contas de e-mail das polícias Científica, Militar e Civil, contrariando os argumentos da Companhia.

A Celepar alega que há uma análise técnica no histórico de acesso às contas, realizada no mesmo dia em que a reportagem saiu, que comprovaria que não houve invasão. A Companhia afirma que “um representante da área de Segurança Pública do Estado” acompanhou a análise. A nota ainda afirma que não há reclamação de usuários sobre tal violação. “Não existe ‘usuário secreto’. A conta de e-mail mencionada pela imprensa é de Administração do Sistema de e-mails Expresso e está em uso desde 2004. Sua finalidade é de gestão do serviço”, diz a nota da Companhia. Leia a reportagem completa em http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&id=1444706&tit=Celepar-nega-invasao-a-e-mails

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Consulado Britânico seleciona empresas de TI para visita ao Reino Unido. Veja como participar em Curitiba.

O Consulado Britânico de São Paulo está selecionando 10 empresas brasileiras para participar da segunda edição da Competição de Tecnologia da Informação e Inovação do UK Trade & Investment. As empresas selecionadas vã o ganhar uma viagem de uma semana para conhecer os principais centros tecnológicos do Reino Unido, entre os quais o Tech City, o polo tecnológico de Londres que atualmente hospeda 1400 empresas, desde startups até gigantes do setor, como Google, Facebook, Intel e Twitter.

Das 10 empresas que irão para o Reino Unido, 3 já foram selecionadas: Meu Peludo, Crowdmobi e System Haus. Elas foram vencedoras do Salão de Inovação que ocorreu no Rio de Janeiro no ano passado. Agora serão realizadas sete etapas regionais em Campinas, Rio de Janeiro, Recife, Porto Alegre, Curitiba, Campo Grande e Belo Horizonte. As empresas interessadas poderão efetuar suas inscrições por meio da rede de agências de inovação, incubadoras e parques tecnológicos parceiros do Consulado Britânico nesta iniciativa. Para participar, as emp resas devem realizar suas inscrições pelo site do instituto parceiro do UKTI mais próximo a sua região.

Um representante de cada empresa selecionada vai receber passagens aéreas e hospedagem patrocinadas pela Campanha GREAT Britain, a mais ambiciosa iniciativa mundial de marketing do governo britânico. Os empresários brasileiros terão a oportunidade de participar do Rio Info Europa, um encontro entre clientes e investidores da área de TI com o objetivo de fortalecer a atuação de empresas brasileiras de tecnologia no cenário internacional. O evento é liderado pela empresa RioSoft, parceira do UKTI nesta iniciativa, e ocorrerá no mês de maio nas cidades de Londres e Manchester.

A competição está aberta para empresas de TI de qualquer tamanho, desde startups a grandes empresas. Em Curitiba, o evento é apoiado pelo Parque de Software de Curitiba, Assespro-PR e IBQP – Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade. As inscrições vão até dia 12 de fevereiro pelo link http://parquedesoftwaredecuritiba.jimdo.com/ukti/

Em 2013, a equipe do UKTI visitou várias capitais brasileiras. O vídeo a seguir mostra como foi o encontro no Parque de Software de Curitiba.

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Brasileiros insatisfeitos reclamam mais na internet

As reclamações nas redes sociais sobre experiências insatisfatórias por parte dos consumidores continuam muito elevadas em todo o mundo. É o que releva a pesquisa Accenture Global Consumer Survey, realizada há nove anos pela empresa de consultoria, tecnologia e outsourcing, e que em 2013 entrevistou 12 mil consumidores em 32 países (500 deles no Brasil, equivalentes a 4% da pesquisa global) – a maior amostragem de todas as edições desde que este estudo começou a ser realizado, em 2005.

De acordo com os dados da edição 2013 da pesquisa, 39% dos consumidores de países emergentes que responderam a consulta escreveram posts negativos em alguma rede social, sobre a experiência que tiveram com as empresas, 1% a menos do que em 2012. E exatos 88% contaram aos familiares e amigos sobre a experiência ruim que tiveram como clientes, 3% a menos do que na edição anterior.

Já entre os consumidores brasileiros a insatisfação é ainda mais elevada. Os dados da pesquisa da Accenture relativos ao nosso país estão acima da média, com 42% dos entrevistados postando reclamações sobre alguma experiência ruim em suas relações de consumo nas redes sociais. A média global para esse item é de 29%. O meio on-line também foi o mais utilizado pelos entrevistados, em 2013, para buscar informações. Mais de um terço dos consumidores em todo mundo também informa utilizar uma ou mais fontes on-line para aprender sobre os produtos e serviços das empresas e acessar os sites por meio do telefone celular ou tablet. Isso acontece com mais frequência nos mercados emergentes do que nos mercados maduros.

Um dado importante trazido pelo levantamento e que pode interessar muito às organizações, é sobre a percepção dos consumidores em relação às atitudes das empresas em função do uso crescente da tecnologia no seu relacionamento com os clientes. Mais da metade dos consumidores em mercados emergentes (54%) diz acreditar que as empresas estão efetivamente usando interações em dispositivos móveis para fornecer aos clientes experiências aprimoradas e adaptadas, contra 32% dos consumidores dos mercados maduros com a mesma percepção. E exatos 70% dos entrevistados em todo o mundo fizeram uso de (pelo menos) um canal on-line para obter um serviço ou fazer contato com o “suporte ao cliente” de determinada empresa.

Quando os consumidores desistem da marca

No Brasil, 62% dos entrevistados disseram que o preço é o principal motivo para escolherem uma nova empresa – 4% menos do que em 2012 – mas ainda é o motivo mais forte para migrar de fornecedor. Mas entrevistas com todos os consumidores (dos 32 países) trouxeram um dado alarmante para as organizações: o processo de mudança motivado por experiências negativas acontece em todos os setores e é percebido com maior preocupação nos mercados emergentes, onde quatro em cada cinco consumidores (81% do público entrevistado) revelaram ter optado pela mudança em função de uma experiência negativa de compra.

Os dados globais da pesquisa também mostram que os consumidores estão cada vez mais desmotivados com o nível de serviços oferecidos. Em uma escala de zero até cinco – onde cinco significa extremamente frustrante – 96% dos entrevistados revelaram frustração acentuada, com respostas entre os níveis três e cinco, por terem de contatar uma empresa diversas vezes pelo mesmo motivo. Destes, 65% disseram estar extremamente frustrados. 96% também se dizem igualmente frustrados (respostas entre os índices três e cinco) por serem colocados em espera por um longo período.

Para 60% da amostragem total é “extremamente frustante” ter uma promessa não cumprida pela empresa. Perceber que não pode confiar em como a empresa irá usar os seus dados pessoais é o segundo item considerado “extremamente frustante” por 54% dos entrevistados.

Bancos, varejo e provedores de serviço de internet são os segmentos com maior rejeição – tornando as empresas destes setores mais vulneráveis.

Sobre a pesquisa
A Accenture Global Consumer Survey é uma pesquisa anual que avalia as atitudes dos clientes para marketing, vendas, práticas de serviço ao cliente e comportamentos dos consumidores em resposta às práticas das empresas. A pesquisa de 2013 inclui respostas on-line de mais de 12.000 clientes em 32 países: Argentina, Austrália, Bélgica, Brasil, Canadá, Chile, China, República Checa, Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, Índia, Indonésia, Irlanda, Itália, Japão, Malásia, México, Holanda, Noruega, Filipinas, Rússia, Cingapura, África do Sul, Coreia do Sul, Espanha, Suécia, Turquia, Emirados Árabes Unidos, Reino Unido e os Estados Unidos. Os entrevistados foram solicitados a avaliar as suas experiências com até quatro empresas em 10 setores: hotéis e hospedagem, prestadores de seguro geral e contra acidentes e danos à propriedade, produtos de consumo ao varejo, fabricantes de produtos eletrônicos, bancos, prestadores de serviços de internet, fornecedores de cabo e serviços via satélite, empresas de telefonia fixa, telefone móvel e gás e utilidades elétricas.

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Empresas brasileiras ampliam investimento em segurança da informação

No ano de 2013, os riscos de ataques cibernéticos aumentaram. Essa é a percepção de 54,2% dos empresários brasileiros que participaram da 16ª Pesquisa Anual Global sobre Segurança Cibernética da EY (antiga Ernst & Young), que tem como objetivo identificar o nível de conscientização das empresas e as ações adotadas por elas em resposta a ameaças cibernéticas.

Para se proteger 62,2% das companhias ouvidas afirmam que vão aumentar o investimento em segurança da informação em 2014, enquanto 30,4% irão mantê-lo.

O mesmo levantamento, que ouviu 1000 executivos em 64 países, mostra que 90,2% das empresas brasileiras respondentes aumentaram ou mantiveram o investimento em segurança da informação no ano passado, sendo que 33,7% das brasileiras responderam que o investimento médio em segurança da informação na sua empresa é de US$ 500 mil até US$ 2 milhões.

Resultados globais

Para 83% dos participantes ouvidos, a área de segurança da de suas organizações é ineficaz, por isso 93% das empresas estão mantendo ou aumentando seus investimentos em segurança. Além disso, 31% deles relatam que a quantidade de incidentes relacionados à segurança aumentou pelo menos 5% nos últimos 12 meses em suas empresas.

Sergio Kogan, Líder de Segurança da Informação da EY no Brasil, afirma: “O crime cibernético é a maior ameaça à sobrevivência das organizações hoje. Embora uma parcela cada vez maior do orçamento venha sendo destinada à inovação em segurança, muitos profissionais da área ainda acreditam que seu orçamento não seja suficiente para lidar com riscos cibernéticos, que crescem cada vez mais tornando o cenário da resposta muito mais desafiador”.

Dos orçamentos planejados para os próximos 12 meses, 14% estão destinados a inovação em segurança e tecnologias emergentes. À medida que as tecnologias atuais se tornam ainda mais arraigadas à rede e à cultura das organizações, estas precisam ficar atentas ao modo como seus empregados utilizam os dispositivos, tanto no local de trabalho quanto em suas vidas pessoais. Isso se aplica principalmente às mídias sociais, uma área identificada pelos entrevistados como a que os deixa mais inseguros quanto à sua capacidade de enfrentar riscos.

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A hotelaria e o turismo no Brasil

O mercado hoteleiro no Brasil cresce todos os anos e depois de ser escolhido como a sede dos maiores eventos esportivos da atualidade, a Copa do Mundo de futebol, em 2014, e as Olimpíadas, em 2016, o pais acelera ainda mais a expansão nessa área.

O problema é se a demanda será atendida de forma adequada aos padrões internacionais e se teremos a chance de mostrar aos turistas uma boa imagem ou não. É aí que esbarramos na necessidade de melhorias, não apenas na hotelaria nacional, mas também em todo o setor do turismo.

Para começar, o Brasil não possui quase nada de hotelaria de luxo. O que temos, atualmente, são muitos hotéis que cobram alto e que não entregam os mesmos serviços de um hotel de luxo no exterior, e que geralmente cobram bem menos.

Hotéis considerados de luxo, nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, por exemplo, são apenas upscal nos EUA e em países da Europa. Se avaliarmos o tamanho do Brasil há poucas bandeiras “de luxo” para atender uma demanda grande e atual. As principais bandeiras que atendem esses clientes não estão no país por conta do chamado “custo Brasil”.

Além disso, faltou planejamento e investimento por parte do governo para que o setor estivesse mais a frente, contando com serviços modernos e soluções inovadoras. O setor hoteleiro no Brasil anda estagnado há muito tempo, sem inovação ou novidades. Ha quatro anos, quando foi anunciado que o país sediaria os jogos olímpicos e a Copa, foi quando os profissionais hoteleiros e os investidores viram a necessidade de melhorias nessa área. Infelizmente, muito tarde para se equiparar aos padrões internacionais e por essa razão os preços também dispararam e são cobrados valores muito acima do real.

Ainda que faltem hotéis de luxo e investimento nessa área, o que vemos é a falta de escolas e base de conhecimento para muitos profissionais do setor. Atualmente, a infraestrutura hoteleira é reduzida, não há inovação e o que surpreenda os hóspedes. Um clássico exemplo é o wi-fi, cobrado na maioria dos hotéis brasileiros e disponível gratuitamente na maioria das ruas e dos hotéis de cidades como Nova York. É claro que ainda nem todos os lugares disponibilizam o serviço gratuitamente, mas poderíamos sair na frente e já disponibilizar este serviço sem custo algum aos hóspedes.

Outro problema e a língua. Muitos brasileiros não falam inglês, na verdade apenas 5% dominam o idioma, de acordo com levantamento feito pelo British Council. Isso faz com que seja difícil a comunicação dos turistas nos hotéis e nas cidades, que também não contam com placas informativas em inglês.

Ainda há a falta de moeda nacional disponível para saque nos bancos, falta de guias turísticos, entre outros. Ou seja, falta estrutura para o turismo nacional, não apenas novidades na hotelaria, mas também novidades em todas as áreas que envolvem o turismo.

O necessário é estudar diferentes perfis de turistas, para conhecer melhor as culturas e saber como recebe-los de forma adequada, sempre surpreendendo positivamente. Ainda é preciso investir em educação hoteleira, formação de profissionais e seguir novas escolas do conhecimento, modernizar e se inspirar em modelos internacionais de sucesso. Só assim, poderemos nos equiparar aos padrões internacionais de hotelaria.

Fonte: Vaysse Consultoria

Com mais de duas décadas de experiência no setor, Patrick Vaysse lança a Vaysse Consultoria com o objetivo de revolucionar o segmento hoteleiro nacional. A empresa possui clientes e parceiros importantes no setor em que atua, além de manter contato direto com diversos investidores e empresários hoteleiros. Levando as novidades impactantes do setor e mostrando aos clientes como lidar com todas as situações que envolvem o cotidiano de um empreendimento hoteleiro, com mais de um ano de atuação no mercado brasileiro, a Vaysse apresenta as belezas inspiradas nos melhores empreendimentos do mundo afora, com um toque do que há de mais especial aqui no país. A Vayse Consultoria presta ainda serviços para bandeiras internacionais e empresas como o Grupo Accor e tem como objetivo dar todo o suporte necessário para diversos projetos hoteleiros, proprietários de hotéis e potenciais donos, a consultoria acompanha de perto o mercado mundial para sempre desenvolver novidades e soluções ideais para os seus clientes, por meio dos seus profissionais experientes, que possuem grande bagagem cultural e profissional. A empresa é a responsável por criar novos conceitos de hospedagem, restaurantes, alimentos e bebidas, hospitalidade, entre outros. Para lançar um novo empreendimento hoteleiro no mercado, revitalizar ou investir em um determinado público são necessários diversos estudos que identifiquem a melhor forma de atender a esses hóspedes. Por isso a Vaysse Consultoria traz ao mercado o foco nos investidores hoteleiros, bandeiras em funcionamento e todos os empresários da em seu empreendimento.

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Perspectivas em 2014 para a terceirização no Brasil

Há tempos há uma discussão a respeito da regulamentação, por meio de Lei, da terceirização de serviços no Brasil. Atualmente, ela é regida somente pela Súmula 331 do Tribunal Superior do Trabalho (TST), o que é muito pouco para um assunto de tamanho impacto nas relações de trabalho. Diante desse cenário, o Projeto de Lei 4.330/04 está em tramitação na Câmara dos Deputados e deveria ter sido votado em julho de 2013, o que não ocorreu.

Rita de Cássia Rangel Simões, Consultora Trabalhista e Previdenciária da De Biasi Auditores Independentes, explica que a maioria dos ministros do TST é a favor dos empregados e contra o Projeto, porque acredita que sua aprovação gerará diversos danos aos trabalhadores. Isso porque, para o Tribunal, o mesmo se destina a reduzir o custo do trabalho, além de gerar a precarização das condições de trabalho, pois permitirá a terceirização da atividade fim da empresa, o que atualmente é proibido.

Em contrapartida, a Confederação Nacional das Indústrias entende que para as empresas terem melhorias em sua gestão e obterem avanços tecnológicos, a alternativa mais viável é a terceirização. Assim, os bens produzidos e os serviços prestados teriam mais qualidade, pois contratariam mão de obra qualificada e ofereceriam preços mais competitivos.

“Destacamos como um ponto positivo do Projeto a previsão de que a empresa contratante que fiscalizar o recolhimento ou pagamento dos direitos trabalhistas pela contratada será responsável subsidiária. Em contrapartida, nos casos em que a contratante não fiscalizar as obrigações, será responsável solidária”, aponta a especialista. E conclui: “há uma urgência em se regulamentar a terceirização, mas como ainda há conflitos entre os representantes de empresas e de empregados, pode ser que isso não ocorra tão logo.”

Para o sócio do escritório Baraldi Mélega Advogados, Danilo Pieri Pereira, a atual diversidade de entendimentos a respeito do assunto gera instabilidade econômica e insegurança jurídica. “É um bom momento para se tentar adequar o modelo econômico adotado no país à realidade. As normas trabalhistas vigentes foram importantes em determinado momento, mas hoje se mostram insuficientes dada a multiplicidade de relações sociais e econômicas do mundo moderno”, afirma.

Danilo Pereira acredita que, com a aprovação do projeto, o Judiciário passa a ter menos espaço para a criatividade jurídica, enquanto empresas e trabalhadores tendem a ganhar no quesito segurança das relações. “Esse pode ser o primeiro passo rumo a um desenvolvimento econômico há muitos anos ansiado pela comunidade jurídica. A terceirização é uma realidade mundial, capaz inclusive de gerar muitos empregos, desde que seus mecanismos e limitações sejam apresentados em regras claras”, diz o advogado, que também é membro do Comitê de Direito Processual do Trabalho da OAB-SP.

Neste ponto ainda não houve avanço, mas já estão em vigor algumas mudanças no campo trabalhista. A partir deste ano, as empresas estarão obrigadas a enviar suas informações trabalhistas, previdenciárias, tributárias e fiscais relativas à contratação e utilização de mão de obra onerosa, com ou sem vínculo empregatício, e padronizadas as obrigações acessórias para os empregadores, por meio do Sistema de Escrituração Fiscal Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial), novo módulo do Projeto SPED.

De acordo com Karin Friese Soliva Soria, Supervisora na Consultoria Previdenciária e Trabalhista da De Biasi Auditores Independentes, a expectativa é de que, com o advento do eSocial, haja um aumento relevante no número de autuações trabalhistas e previdenciárias, em decorrência da transparência das informações prestadas. “Muitas irregularidades poderão ser detectadas automaticamente pelos órgãos envolvidos, por meio de fiscalização eletrônica, sem que seja necessária a visita de um Auditor-Fiscal da Receita Federal ou do Ministério do Trabalho e Emprego nas empresas. Inclusive um dos objetivos descritos no Manual 1.1, do eSocial, é o de viabilizar a garantia de direitos previdenciários e trabalhistas dos trabalhadores”, explica.

Como exemplos de irregularidades trabalhistas que poderão ser identificadas pelo envio das informações, a consultora cita: jornada contratual irregular, sem pagamento de horas extras; ausência de pagamento do adicional de insalubridade e/ou de periculosidade; pagamento de salário por valores inferiores ao piso da categoria ou piso estabelecido em Lei; e ausência de integração dos adicionais no cálculo do descanso semanal remunerado, das férias e do 13º salário.

Mas embora tenha sido divulgada a Minuta do Manual de Orientação do eSocial, o citado documento ainda não tem efeito normativo, pois depende de edição de Portaria Interministerial. A expectativa é de que a obrigatoriedade do envio das informações ao eSocial se inicie a partir de abril, nos seguintes calendários: abril de 2014, para produtores rurais pessoas físicas e segurados especiais; julho de 2014, para empresas tributadas pelo Lucro Real; novembro de 2014, para empresas tributadas pelo Lucro Presumido, Entidades Imunes e Isentas e optantes pelo Simples Nacional, Micro Empreendedor Individual (MEI), contribuinte individual equiparado à empresa e outros equiparados a empresa ou a empregador; e janeiro de 2015, para os órgãos da administração direta da União, Estados, Distrito Federal e Municípios, bem como suas autarquias e fundações.

“Após a implantação integral do eSocial, prevê-se que os trabalhadores também tenham acesso aos seus dados contratuais, remuneratórios e de segurança e medicina do trabalho informados no eSocial. Acreditamos que, com isso, os trabalhadores também irão fiscalizar os seus patrões”, finaliza Karin.

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IDC: 2014 será um ano de crescimento, inovação e transformação no uso de tecnologias

De acordo com a IDC, empresa líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências para os mercados de Tecnologia da Informação e Telecomunicações. o investimento em TI na região será de US$ 139 bilhões, com um crescimento de 8,4% em comparação com o fechamento de 2013. Já os gastos com serviços de telecomunicações alcançarão US$ 219 bilhões, um crescimento de 8%. Os tablets, smartphones, serviços de TI, armazenamento e software embutido serão as categorias de crescimento mais rápido de TI, com 34%, 18%, 11%, 11% e 10% respectivamente. As previsões para 2014 foram apresentadas pela IDC América Latina. As previsões específicas para o Brasil serão apresentadas na primeira semana de fevereiro, pela IDC Brasil.

“A inovação e o valor são dois fatores chave para gerar competitividade sustentável na América Latina durante 2014; onde as Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) desempenharão um papel cada vez mais importante. A migração para a terceira plataforma (uma mudança arquitetônica baseada em quatro pilares: Cloud, Big Data, Mobilidade e tecnologias sociais) será o centro da transição entre o valor e a inovação, impulsionada pela transformação dos processos nas organizações, onde a mobilidade será a prioridade desta nova geração de consumidores”, disse Ricardo Villate, Vice-presidente do Grupo na IDC LA.

Com base nas percepções dos principais analistas da IDC América Latina, 2014 será um ano de crescimento mais moderado em comparação com os anteriores, em que as empresas e as indústrias começarão a transformação completa das soluções de outras plataformas que tiveram início em 2013. Além dos dois motores da região (Brasil e México), os fornecedores estarão realizando apostas de longo prazo nos países que vêm mostrando uma clara preferência pelas políticas de livre comércio que incentivam o aumento dos investimentos em TI, tais como Colômbia, Chile e Peru.

Principais previsões para América Latina para 2014:

1. Mudando o poder de compra: Os executivos seniores (C-Suite) continuarão ganhando importância nas decisões de TI
A terceira plataforma tecnológica mostrou que a nova dinâmica do mercado está sendo de ruptura, uma vez que foram minimizadas as conversações técnicas e os processos de negócios estão se tornando o centro das atenções. É importante destacar que, longe de diminuir a relevância da tecnologia, este cenário a transforma até o ponto em que ela mesma já não seja uma ferramenta de negócios, senão, no próprio negócio.

A relevância dinâmica da terceira plataforma é tal que implica em uma transformação integral das linhas de negócios, gerando uma nova forma de pensar sobre como relacionar este novo processo de pensamento de TI. Áreas como marketing, vendas e recursos humanos aumentarão seu envolvimento na aquisição de tecnologia em até 60% em 2014, e cerca de 20% de todo o investimento em hardware, software e serviços das empresas serão ancorados pelos orçamentos das linhas de negócios, resultando em quase US$ 10 bilhões de investimentos.

2. A terceira Plataforma Tecnológica aumentará a pressão sobre a capacidade da rede
Em 2013, a IDC previu o aumento das tecnologias da terceira plataforma e seus quatro pilares: mobilidade, cloud, Big Data e Social; no entanto, a rede não esteve à margem das pressões adicionais de conectividade colocadas pelas novas tecnologias de ponta.
As novas tecnologias que consideram cada vez mais a integração de conceitos tais como globalização, produtividade, colaboração, inovação e orientação para os negócios, conduziram as tendências que demandam melhorias na rede para gerenciar o crescimento de voz e vídeo sobre IP, bem como a proliferação de dispositivos wireless conectados à rede, virtualização e crescimento de cloud computing.
De acordo com uma pesquisa recente da IDC, realizada com líderes de tecnologia na região, mais de 53% das empresas disseram que requerem uma rede mais robusta na América Latina e 61% deles afirmaram que a disponibilidade de banda larga é uma das principais preocupações.
A estratégia da tecnologia será um híbrido e implicará uma série de estratégias combinadas, onde a tecnologia fixa (fibra – FTTx) e a tecnologia móvel (3G – 4G) irão complementar-se. De um ponto de vista técnico, o Wi-Fi aparecerá como uma solução chave para a saturação da rede e do espectro, o que se mostrará como uma opção atrativa, com custos baixos de instalação e de taxas regulamentares.
Em 2014, os mercados da América Latina começarão a ver os planos de multimídias integradas com a Mbps como a unidade de consumo dos preços, bem como mais e mais modelos de serviços transacionais. A IDC visualiza que mais de 70% das empresas da América Latina levará em conta a melhoria da segurança em WAN como seu principal objetivo dentro de seus planos de otimização da rede.

3. O gerenciamento das cargas de trabalho definirá a infraestrutura, facilitando o caminho da Infraestrutura Convergente (IC) e o Software Define Everything – SDx (Tudo definido por software).
A adoção dos sistemas integrados foi pouco acelerada; no entanto, o mercado continua a evoluir, a complexidade do sistema cresce, e as implantações de data centers se expandem. Da mesma forma, as empresas da América Latina começaram a acelerar a opção deste tipo de arquiteturas em 2013. O crescimento dos investimentos em infraestrutura convergente aumentou mais de 60% durante o primeiro semestre de 2013. A crescente adoção da Infraestrutura Convergente foi especialmente rápida nos mercados verticais como finanças, telecomunicações, varejo e manufatura.

A IDC estima um crescimento de dois dígitos da IC para 2014, derivada de uma proposta de valor direcionada pela indústria, bem como a maior capacidade de integração através da camada de middleware. Em muitos casos, as arquiteturas da IC estão posicionadas como um passo seguinte no caminho para a virtualização, em um contexto de fornecimento dinâmico, em que a carga de trabalho e, portanto, o software, é o que irá definir a demanda de infraestrutura.
Em 2014, a expressão “fornecimento dinâmico” será comum e estará fortemente relacionada com qualquer iniciativa de entrega como serviço (as a Service) de uma carga de trabalho; ultimamente, o caminho é do fornecimento dinâmico que também levará ao que se denomina tudo definido por Software (SDx).

O SDx permite que as infraestruturas de computação sejam visualizadas e entregues como um serviço onde a computação, redes, armazenamento ou inclusive o serviço completo de data center são automatizados por software programável, o que resulta em soluções mais dinâmicas e rentáveis. O SDx é apresentado como um conceito de gestão de rede mais simples, ressaltando atributos como a otimização da capacidade da rede, integração além do core da rede, melhores padrões de interoperabilidade, soma de novas camadas de inteligência da rede, e, portanto, novas métricas de desempenho desta.

O SDx facilitará a otimização da capacidade da rede, integração além do core da rede, melhores padrões de interoperabilidade, soma de novas camadas de inteligência da rede, e, portanto, novas métricas de desempenho desta.
A captação dos sistemas de infraestruturas convergentes é resultado da demanda de pressão para a otimização da gestão da carga de trabalho, independentemente de que se trate de riscos de processamento de dados na indústria financeira, gestão de dados de clientes nos setores de telecomunicações ou das indústrias de varejo, ou da análise de negócios em organizações de manufatura ou de serviços.

4. Big Data/Analytics evoluirá da doutrina à realidade
Em 2013, a América Latina entrou em uma fase de educação, em que se refere às tecnologias de Big Data, onde os players do mercado dedicaram grandes esforços para criar uma consciência em torno dos benefícios da implantação de uma inteligência superior ao longo das redes e sistemas. Tais ações de mercado deram seus frutos até o ponto em que os investimentos relacionados com o Big Data (em hardware, software e serviços) foram elevados para US$ 450 milhões na América Latina, somente em 2013. Este nível de investimento pode ser comparado às tecnologias relacionadas com a nuvem durante 2011.
Em 2014, o Big Data se tornará um mercado com massa crítica na América Latina, uma vez que as forças subjacentes que promovem a adoção do Big Data são mais fortes na América Latina que nas regiões desenvolvidas no mundo. Além disso, os dados não estruturados como aqueles gerados nas redes sociais encontram um terreno fértil em uma região como a América Latina, que tem a maior penetração do Facebook em comparação com outras regiões do mundo. As pesquisas da IDC com usuários finais mostram que a maior parte das organizações já captura dados de áudio e vídeo na América Latina, em comparação com os Estados Unidos, e, para 2014, mais de 20% das empresas de médio e grande porte da região estarão analisando o bate-papo social, vídeo e dados de geração por sensor.
Em 2014, as organizações empresariais latino-americanas irão acelerar sua curva de aprendizado para derivar, em última instância, as estratégias de marketing baseadas em métricas e análises sociais. A IDC espera que mais de 60% das empresas na região começarão a utilizar em 2014 as redes sociais públicas para a comercialização / atendimento a clientes / vendas.
A IDC prevê o crescimento sustentável do Big Data na América Latina, onde a soma de hardware, software e serviços em torno do Big Data atingirá US$ 819 milhões durante 2014.

5. A modernização dos aplicativos continuará liderando o caminho para a adoção da nuvem pública.
Em 2013, mais de 60% das principais empresas na América Latina estavam construindo, transformando e ampliando sua rede e infraestrutura para dar suporte às soluções da terceira plataforma e estavam implementando o uso da nuvem pública. A partir do primeiro semestre de 2013, mais de 34% das empresas na região estavam divulgando e/ou tinham planos concretos para mover algumas cargas de trabalho para a nuvem até 2014, tendo um impacto sobre a infraestrutura do data center, uma vez que implica em requisitos adicionais de capacidade. Isto foi validado pelos líderes tecnológicos latino-americanos entrevistados pela IDC, os quais expressaram que, nos próximos cinco anos, a demanda dos data centers aumentará em mais de 80%, o que acrescenta uma pressão extra sobre as redes para oferecer uma capacidade segura, disponível e superior.
Em 2014, os data centers na região continuarão centralizando suas capacidades na prestação de serviços de nuvem pública para as organizações latino-americanas. Os players mais importantes da região no setor de telecomunicações manterão fortes investimentos em infraestrutura moderna, bem como na preparação de recursos humanos, especialmente em relação às certificações de segurança e gestão.
A IDC considera que o crescimento do mercado de serviços de nuvem pública na região será um dos mais elevados em todos os setores de tecnologia, crescendo cerca de 67% até 2014, atingindo mais de US$ 1 bilhão. As empresas mais beneficiadas pela utilização destas soluções serão aquelas que já se inseriram no caminho da nuvem através das opções privadas e estarão prontas para assumir novas mudanças em ambientes de nuvem pública.

6. Do BYOD ao “Mobile First”: as ferramentas de gerenciamento móvel irão empurrar a estratégia de negócios para o próximo nível.
No final de 2012, as empresas na América Latina deram um passo para trás no Bring your Own Device (traga seu próprio dispositivo – BYOD) devido ao crescimento dos dispositivos móveis levados pelos funcionários, então a taxa de empresas que permitiu o uso de dispositivos móveis pessoais na organização foi de 33%; contudo, para o fechamento de 2013 houve uma recuperação, chegando a 43% de crescimento.
Atualmente, as organizações alcançaram melhor compreensão da importância de desenvolver uma estratégia de mobilidade integrada que inclua não apenas os dispositivos, mas todo o ecossistema móvel. Isto se reflete no fato de que a metade das empresas que permitem o uso dos dispositivos pessoais com responsabilidade está incorporada dentro de uma plataforma de movile device management (MDM).
O grande crescimento da base instalada de dispositivos trouxe um forte impacto em correlação com o tráfego de consumidores. De acordo com uma pesquisa recente da IDC, os tomadores de decisão em TI esperam que o tráfego derivado da utilização de tablets cresça 55% em 2014, enquanto o tráfego de smartphones e laptops aumente 34% e 26%, respectivamente.
Esta tendência de mercado está mostrando uma crescente maturidade em termos de usos de dispositivos móveis e ferramentas que conduzirão os conceitos BYOD/consumo da América Latina para se tornarem “Mobile First”. Este conceito requer uma abordagem diferente para a estratégia móvel, para que a gestão móvel se torne a base fundamental para garantir a gestão dos diferentes componentes: dispositivo, conectividade, aplicativos, segurança, acesso, identidade, conteúdo, controle de informação, análise e apresentação de relatórios.

7. A próxima onda de Mobilidade Empresarial: Do E-mail para os aplicativos corporativos
A adoção de aplicativos móveis na América Latina é bastante convencional, sendo o e-mail a principal (e na maioria dos casos a única) ferramenta que está sendo mobilizada em mais de 90% das empresas da região. A mobilização dos aplicativos relacionados ao negócio, tais como o ERP, gestão de relações com clientes (CRM), automação de força de vendas, automação de trabalhos de campo, ainda representa não mais que 20% da adoção em 2013.
No entanto, há inúmeros fatores que permitem prever um padrão diferente para 2014. Em primeiro lugar, os gigantes da indústria de TI estão focando fortemente oferta de mobilidade. Em segundo lugar, a força de trabalho móvel está experimentando um grande crescimento ano após ano no mundo, e a América Latina não é a exceção. No final de 2014, mais de 40% dos funcionários na região será móvel, o que significa que trabalharão longe de suas mesas e o uso de dispositivos móveis será essencial para as rotinas diárias. Além disso, a crescente base de dispositivos com responsabilidade pessoal aponta para um crescente poder de computação nas mãos dos funcionários, que ao mesmo tempo ajudarão as empresas a serem mais produtivas e competitivas, tendo em vista a crescente pressão dos clientes, sócios e funcionários para a inovação.
A IDC espera que mais de 30% das organizações empresariais latino-americanas mobilizem aplicativos relacionados com a empresa, como a automação de serviços de campo, automação do fluxo de trabalho, CRM e ERP durante 2014.

8. A Internet das coisas (Internet of Things – IoT) irá acelerar através do B2B
Muito se falou em 2013 sobre a Internet das coisas (IoT), ampliando a capacidade dos dispositivos conectados praticamente até o infinito. A IoT engloba as soluções tecnológicas que permitem uma comunicação contínua e autônoma entre as máquinas. Neste contexto, é fácil prever que o maior volume de negócios relacionados com a IoT será de empresa ao consumidor (Business to Consumer – B2C) com conceitos como “lar conectado”, “carro conectado”, “carteira móvel”, “roupa inteligente”, entre outros; onde milhões de conexões inteligentes entre os dispositivos irão impulsionar a dinâmica do mercado. No entanto, segundo a IDC, “na América Latina estamos em etapas muito incipientes, de fato que é no campo das empresas (Business to Business – B2B) onde vemos mais oportunidades de negócios criados através da Iot. Em 2014, veremos as organizações evoluindo neste conceito de conectividade através de quatro modelos diferentes de conexão: dados através de redes, pessoas através de dispositivos, processos através de aplicativos e coisas através de máquinas”.
Para 2014, somente na América Latina, a IDC espera que 17,5 milhões de dispositivos novos estejam conectados entre si de forma autônoma. Em termos de receitas, a IDC projeta que no mercado da América Latina, a IoT se tornará um negócio de cerca de US$ 4 bilhões em 2014 (englobando não somente a conectividade, mas também hardware, software, plataformas, integrações e ferramentas de análise), com um crescimento anual de 30% até 2017.

9. As razões para a adoção de dispositivo se distanciarão dos dispositivos, centralizando-se no uso e criação de conteúdo.
O comportamento bipolar do mercado de dispositivos de consumo no último ano não é nenhum segredo. Enquanto o mercado tradicional de PC desktop / portátil tem estado em crise a nível global, na América Latina não foi diferente, já que teve uma redução de 7%, o que representou 34 milhões de unidades vendidas em 2013. Por outro lado, as tecnologias de alta mobilidade (tablets e smatphones) continuaram vendo um forte crescimento de 80%, representando 111 milhões de dispositivos. Cifras que não devem mudar muito em 2014. Quanto à categoria de PCs, está previsto que em 2014 continuem diminuindo (8%); ao contrário dos smartphones/tablets que crescerão 28%, para 142 milhões de unidades.
Este movimento do PC para outros tipos de dispositivos continuará mudando o paradigma do que o ecossistema considera dispositivos essenciais de computação, onde a criação e uso do conteúdo não necessariamente se centralizarão no dispositivo; mas que isso se incluirá além do sistema operacional do dispositivo e tomará forma no contexto do aplicativo e do conteúdo.
2014 será um ano de maior expansão dos diferentes provedores de conteúdo na América Latina, o que os impulsionará a modificar seus modelos de negócios para determinar o conteúdo ideal para fornecer preço e custo, bem como para forjar alianças, como os tradicionais modelos de hardware nestes diversos e rentáveis ecossistemas novos.

10. Os projetos relacionados à educação e à geração “Y” irão impulsionar o crescimento dos dispositivos computacionais na América Latina
Durante a última década, a sociedade da informação na América Latina se beneficiou de inúmeras iniciativas, tanto do setor público como privado, destinadas a ampliar a base instalada de PC e contribuir para fechar a brecha digital. Neste sentido, houve maior diversificação destes meganegócios, onde os PCs de negócios deram lugar aos tablets, notebooks e netbooks nos projetos governamentais e educacionais em geral.
A diversificação destes dispositivos, não só está atraindo os usuários finais na região por causa dos aplicativos versáteis, mas também para os investidores (governos) devido a um custo mais baixo para implantar megaprojetos. Isto nos leva a pensar que se os pontos de preço da tabela continuarem diminuindo em comparação com os preços médios atuais dos netbooks, sua absorção irá acelerar significativamente. A IDC espera que em 2014 tenhamos 1,3 tablets vendidos para cada notebook na América Latina. Mais de 52% dos tablets vendidos em 2014 estarão abaixo de US$ 249, preço que será similar para um laptop de baixo custo.
A América Latina tem sido o lar de muitos megaprojetos para a educação nos últimos anos, sendo a Argentina e Venezuela os campeões claros neste caso, com a entrega de milhões de netbooks aos alunos em um período relativamente curto. Enquanto isso, o governo federal mexicano anunciou que 4,1 milhões de PCs serão implantados em cinco anos.

SOBRE O ESTUDO DE PREVISÕES 2014
Este estudo é parte de uma série de publicações no mundo todo que a IDC realiza todos os anos, em que seus principais analistas compartilham sua opinião sobre as perspectivas para o ano novo sobre os mercados de TI e Telecomunicações. Com a colaboração de mais de 100 analistas da América Latina, este documento analisa os eventos que se espera que transformem o mercado durante 2014 sob a forma de uma lista com “As 10 previsões”. Para obter mais informações, acesse: www.idclatin.com/predictions

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Cursos de especialização na área de tecnologia da informação estão com inscrições abertas na Universidade Positivo

Estão abertas as inscrições para os cursos de Especialização na área de Tecnologia da Informação (TI) da Universidade Positivo. Ao todo são 14 cursos multidisciplinares que mesclam ciência da computação, inovação, engenharia, programação de jogos digitas e administração, para que o profissional esteja preparado para atuar na análise, desenvolvimento e gestão dos mais variados sistemas de informação. As inscrições vão até fevereiro de 2014 e o estudante pode contar, ainda, com o Programa de Financiamento Estudantil (FIR) da instituição.

Os programas de Especialização em TI da UP contam com professores altamente qualificados e têm à disposição laboratórios completo e inovadores, que auxiliam o estudante no desenvolvimento de habilidades e conhecimento. Nos cursos relacionados à área de jogos digitais, Aplicativos de Jogos Digitais – Game Design e Arte, e Aplicativos de Jogos Digitais – Game Design e Programação, a UP tem parceria com grandes empresas como Microsoft Brasil, Positivo Informática e NeoPlay. Outro curso que relaciona a maior empresa mundial de softwares e tecnologia é o curso de Desenvolvimento de Soluções em Plataforma Microsoft, que habilita o profissional a desenvolver soluções que utilizem a metodologia, ferramentas e as melhores práticas da Microsoft para a produção de sistemas.

Além disso, os cursos de Especialização em TI da UP estão voltados para as maiores e principais tendências da área, como é o caso dos cursos Big Data, Aplicativos Móveis e Computação em Nuvem, IT Operations e Desenvolvimento em Linguagem Java. Os cursos também se voltam ao mundo dos negócios, como é o caso dos cursos de Master Business Administration (MBA): MBA em Business Intelligence e Business Analytics e MBA em Gestão da Tecnologia da Informação (Parceria com a Microsoft). Fazem parte, ainda, da lista de cursos na área de TI: Engenharia de Software, Sistemas Embarcados, Sistemas de Gestão Empresarial, Governança de TI (oferecido na unidade CIC) e Testes de Software (oferecido na unidade Batel). Todos os demais cursos são oferecidos no câmpus Ecoville da Universidade Positivo.

Para os alunos que comprovarem insuficiência financeira, a Universidade Positivo dispõe do Programa de Financiamento Estudantil (FIR). Ou seja, a instituição financiará 50% do valor da mensalidade por um prazo equivalente ao prazo restante para a conclusão do curso no momento do financiamento. As inscrições para a Pós-Graduação podem ser realizadas por meio do site www.up.com.br/pos, até 23 de fevereiro de 2014.

SERVIÇO
Inscrições abertas para os cursos de Pós-Graduação da UP
INSCRIÇÕES: até 23 de fevereiro de 2014
INFORMAÇÕES: www.up.com.br/pos ou (41) 3250-3737

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Quatro motivos para as PMEs adotarem a computação em nuvem

O conceito de Cloud Computing (Computação em Nuvem) é considerado por muitos especialistas a maior tendência do mercado de TI dos últimos anos. A crescente adoção do modelo nas empresas não deixa dúvidas de que eles estão certos. “Seja em grandes corporações ou em pequenas e médias empresas, a computação em nuvem se tornou uma importante aliada no combate à redução de custos e na otimização da gestão do ambiente de TI e dos negócios”, ressalta Gleydson Barbosa, COO do Vouclicar.com. Só em 2013, o uso da nuvem cresceu 74% no País, em relação ao ano anterior, e movimentou US$ 302 milhões – segundo estimativa da consultoria Frost & Sullivan.

Com um potencial de crescimento promissor, a Cloud Computing ainda trará grandes mudanças para o setor nos próximos tempos. Para o mercado de PME, no qual a necessidade de se manter competitivo é ainda mais urgente, a computação em nuvem apresenta importantes benefícios ao desenvolvimento do negócio.

Confira abaixo as principais vantagens da nuvem para as PMEs, segundo Gleydson Barbosa:

Segurança
Na computação em nuvem, o provedor é responsável pela segurança do data center onde as informações da empresa são armazenadas. Todos esses ambientes possuem segurança máxima, com tecnologias de ponta para combater possíveis ameaças e equipamentos especializados para proteger as instalações físicas.

Agilidade
Por ser um modelo de alta tecnologia, a computação em nuvem permite uma prestação de serviço mais rápida do que aquela que utiliza tecnologias mais tradicionais. Além disso, as tarefas de armazenamento e recuperação de informações são facilitadas.

Mobilidade
Com as informações centralizadas na internet, gestores e colaboradores podem acessar dados estratégicos de todas as áreas de negócio da empresa a qualquer hora, em qualquer lugar. Além de otimizar a rotina de trabalho no escritório, a nuvem também permite que funcionários trabalhem de forma remota, aumentando a produtividade.

Custo acessível
Ao contrário de outras soluções tecnológicas, a computação em nuvem possui um preço atrativo aos pequenos e médios negócios, já que custam menos do que manter uma infraestrutura própria. Ao hospedar as informações no data center, o pequeno empresário também diminui despesas com hardware e software.

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Tecnologias digitais assumem papel crucial na inovação de grandes empresas, aponta Accenture Technology Vision 2014

Os dias das startups inovadoras, focadas em tecnologia, como os únicos agentes de disruptura no mercado e com crescimento mais rápido do que seus concorrentes maiores e mais tradicionais podem estar perto do fim. De acordo com novo relatório da Accenture (NYSE: ACN), as grandes empresas começam a aproveitar de seus tamanhos, capacidades e escala para se transformar em companhias verdadeiramente digitais e garantir inovações aliadas à resultados de negócios.

O Accenture Technology Vision 2014 identifica seis tendências tecnológicas que possibilitam às grandes empresas juntar-se às startups – previamente reconhecidas como agentes que ultrapassam os limites da inovação e tiram partido das tecnologias digitais para ter vantagens competitivas. O relatório constata que as empresas mais importantes buscam por estratégias digitais por meio da mobilidade, Analytics e computação em nuvem para melhorar processos de negócios, tirar proveito da inteligência em tempo real, expandir os limites das forças de trabalho tradicionais e transformar a forma como os dados são gerenciados e aplicados.

“Vemos grandes empresas com recursos, escala e estímulo que se reinventam graças à transformação digital e que agora reafirmam a liderança em seus mercados”, explica Paul Daugherty, diretor-global de tecnologia da Accenture. “As empresas líderes tem adotado tecnologias digitais para estimular seus processos de forma mais eficaz e transformar a maneira como elas encaram o mercado, colaboram com seus parceiros, envolvem-se com os clientes e gerenciam transações. A tecnologia digital torna-se rapidamente parte da estrutura de seu DNA operacional e elas estão prestes a se tornar as donas do poder digital do futuro”.

As seis tendências identificadas são:

A união entre o mundo físico e digital – Quando a inteligência chega ao limite: O mundo real se funde com o on-line com dispositivos móveis, objetos e dispositivos inteligentes que fornecem informações em tempo real. Esta nova camada de inteligência conectada aumenta as capacidades da força de trabalho, automatiza processos e incorpora as máquinas em nossas vidas. Para os consumidores, isso proporciona novos níveis de capacitação; para as organizações, receber dados relevantes em tempo real significa que máquinas e funcionários podem agir e reagir de forma mais rápida e mais inteligente em praticamente qualquer situação. Na área da saúde, por exemplo, a Philips criou um aplicativo piloto do Google Glass (TM) que permite que os médicos usem o visor para monitorar simultaneamente os sinais vitais de um paciente e reagir às evoluções de processos cirúrgicos, sem a necessidade de afastar-se do paciente ou procedimento.

Da força de trabalho ao crowdsourcing – A ascensão da empresa sem fronteiras: imagine uma força de trabalho que transcende seus funcionários, formada de qualquer indivíduo disposto e conectado à Internet. A tecnologia agora permite que as organizações aproveitem grandes conjuntos de recursos em todo o mundo, assim como empresas como a MasterCard Incorporated e o Facebook Inc. fazem através de organizações como Kaggle Inc. – uma rede global de cientistas da computação, matemáticos, e cientistas de dados, que competem para resolver problemas que vão desde encontrar os melhores voos até otimizar localizações de lojas de varejo. Canalizar esses esforços para alcançar os objetivos de negócio é um desafio, mas a oportunidade é enorme: aproveitar uma força de trabalho imensa e ágil que está não só bem adequada para a resolução de alguns dos mais difíceis problemas de negócios de hoje, mas que também, em muitos casos, está motivada o suficiente para fazê-lo gratuitamente.

Cadeia de fornecimento de dados – Mudar a forma como os dados são tratados para ampliar a circulação das informações: As tecnologias de dados evoluem rapidamente, mas a maioria vem sendo adotada de forma fragmentada. Como resultado, os dados empresariais são muito subutilizados. No momento, apenas uma em cada cinco organizações integra dados em toda a empresa. Para obter o verdadeiro valor em potencial dos dados, as empresas devem começar a tratá-los mais como uma cadeia de fornecimento, permitindo seu fluxo fácil e útil através de todas as suas organizações, e, eventualmente, também ao longo de seus ecossistemas. Empresas como Google Inc. e Walgreens Co. adotaram esta abordagem através da abertura de APIs (interfaces de programação de aplicativos); mais de 800 mil websites já utilizam os dados do Google Maps TM, e desenvolvedores terceirizados são capazes de incluir em seus aplicativos a capacidade de ler códigos de barras de frascos de remédios sob prescrição do Walgreens, para que as pessoas possam fazer um novo pedido para as receitas.

Aproveitando a hiperescala – o hardaware está de volta (e, na verdade, nunca havia desaparecido): O mundo do hardware é agora um caldeirão de inovação, à medida que a demanda por centros de dados maiores e mais rápidos, aumenta. Os avanços em áreas como consumo de energia, processadores, memória de estado sólido, e arquiteturas de infraestrutura, estão dando às empresas novas e maciças oportunidades ampliar suas escalas, aumentar a eficiência, reduzir custos, e permitir que seus sistemas executem em níveis mais elevados do que nunca. À medida que as empresas digitalizam seus negócios, cada vez mais elas verão o hardware como fundamental para possibilitar sua próxima onda de crescimento.

Negócios de Aplicativos – Software como uma competência essencial no mundo digital: Ao imitar a mudança no mundo do consumidor, as empresas estão adotando rapidamente aplicativos para ter maior agilidade operacional. De acordo com a pesquisa da Accenture, 54% das equipes de TI de melhor desempenho já implementaram lojas de aplicativos corporativos, facilitando esta mudança para aplicativos simples e modulares para os funcionários. Os líderes de TI e os líderes de negócios devem estabelecer o papel de cada um no desenvolvimento de aplicativos em suas novas organizações digitais, pois a pressão para a mudança é motivada pelo negócio. Eles também devem transformar o próprio processo de desenvolvimento de aplicativos, a fim de tirar partido das novas tecnologias rapidamente, apoiar iterações regulares de software, e, em última análise, acelerar o crescimento de negócio.

Arquitetando a resiliência – “Criado para sobreviver ao fracasso” é o mantra do negócio incessante: Na era digital, as empresas devem apoiar as exigências incessantes impostas sobre seus processos, serviços e sistemas. Isso gera um efeito cascata em toda a organização, especialmente no escritório do Diretor de Informação onde a necessidade de infraestrutura “sempre ligada”, pode significar a diferença entre “business as usual” (em inglês, tudo como sempre) e a erosão do valor da marca. Empresas, como a Netflix, Inc. que usa ferramentas de teste automatizadas para atacar, deliberadamente, seus sistemas, como um meio para aumentar a sua resiliência, estão entre os líderes de TI atuais. Essas empresas garantem que seus sistemas sejam projetados e criados para o fracasso, tirando partido das tecnologias modulares e processos de teste avançados em vez de projetar especificações.

“Essas tendências-chave são baseadas naquelas que temos visto ao longo dos últimos dois anos”, continuou Daugherty. “No ano passado, declaramos que todo negócio é um negócio digital, seja ele reconhecido por seus líderes ou não. Agora, vemos que as tecnologias digitais percorrem todos os aspectos dos negócios com o mais alto desempenho. Analisando as mudanças na tecnologia e o impacto que estão tendo sobre as estratégias e prioridades operacionais das organizações em todo o mundo, acreditamos que há enormes oportunidades para todos os executivos do alto escalão serem agentes de perturbação digital – para reinventar e redefinir seus negócios e criar uma vantagem competitiva duradoura.”

Há quase 15 anos a Accenture faz uma análise sistemática sobre o cenário empresarial, para identificar as tendências de TI emergentes que possuem o maior potencial de provocar mudanças nas empresas e indústrias.

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Maioria das empresas brasileiras se sente insegura em transações pela internet

Dados preliminares de uma pesquisa com empresas brasileiras, realizada pela Alvarez & Marsal, consultoria global especializada em recuperação, gestão interina, melhoria de desempenho e cibersegurança, mostram que para 66% dos entrevistados, o caso NSA/Snowden, que revelou espionagem dos Estados Unidos ao governo brasileiro, tem impactado o nível de segurança das organizações em transações pela internet.

Na avaliação do sócio da Alvarez & Marsal, William Beer, a segurança da informação é um dos principais riscos enfrentados por corporações de todos os portes, sendo que a maioria das empresas brasileiras carece de uma estratégia focada em cibersegurança.

Pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) realizada em 2012 aponta que o Brasil possui 83 milhões de pessoas conectadas à internet, um aumento de 6,8% em relação a 2011 (77,7 milhões). Ou seja, o acesso à rede cresce a cada ano, enquanto o debate sobre segurança da informação ainda enfrenta alguma resistência dentro das corporações nacionais.

Nesse cenário, a Alvarez & Marsal propõe uma abordagem inteligente sobre o investimento na segurança da informação. Beer destaca a importância da participação dos CEOs e COOs nesse processo, assim como a maioria dos entrevistados (52%), que consideram a cibersegurança como preocupação prioritária dos líderes empresariais.

“A internet e a maneira como é utilizada estão mudando, assim como a abordagem à cibersegurança também precisa mudar. Este é um movimento que foi observado há alguns anos em outros países e é uma oportunidade para que os executivos mudem a postura da organização em relação ao tema e se envolvam cada vez, entendendo não apenas dos riscos do negócio, mas também dos riscos de tecnologia”, afirma o executivo.

Mas como fazer com que os CEOs e COOs participem ativamente do processo de cibersegurança da empresa? Beer alerta para o cargo de Chief Information Security Officer (CISO), profissional responsável por intermediar assuntos relacionados à TI e negócios. “O CISO deve entender a linguagem e os desafios de ambas as áreas e utilizar o seu conhecimento para dar suporte ao diretor executivo da empresa”.

A pesquisa ainda relevou que 74% das organizações brasileiras afirmam que o aumento do orçamento irá reduzir o seu nível de risco em segurança da informação. No entanto, 60% delas acreditam não ter os recursos necessários para se proteger e para responder a um ataque. “Uma vez que a base de uma política eficaz em cibersegurança é realizada corretamente, a organização tem a oportunidade de avaliar as melhorias, que podem ser atingidas a partir de um novo investimento adicional”, comenta o diretor da Alvarez & Marsal. A pesquisa completa e os resultados globais serão lançados no início de 2014.

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Intec recebe nova empresa incubada

A Incubadora Tecnológica de Curitiba (Intec), que funciona no Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), conta com uma nova incubada, a SaaS Ambiental, empresa constituída em Joinville, desde 2010, que produz um software especialista voltado para atendimento da norma NBR ISO/IEC 17025:2005 para laboratórios analíticos e de medição.
Desde sua fundação, a SaaS Ambiental vem investindo em projetos de apoio à pesquisa. De 2010 a 2012 a empresa não atuou comercialmente no mercado, dedicando-se exclusivamente à construção e a implantação do software.
Em 2013 se estabeleceu no mercado local, aumentando consideravelmente a carteira de clientes. A empresa considera que em 2014, com a incubação, terá o aumento de novos projetos. Para o diretor comercial da SaaS Ambiental, Julio Cezar Sary, a parceria será um sucesso. “Entendemos que uma visão crítica da Intec pode nos dar a certeza que estamos no caminho certo. Trouxemos dois projetos para a incubadora e esperamos mais visibilidade no mercado”, diz Sary.
Segundo o diretor-presidente do Tecpar, Júlio Felix, o sucesso da empresa é o sucesso do Tecpar. “Desejamos uma boa estadia na Intec e o bom desempenho da empresa é reflexo do nosso trabalho. Nós queremos que os negócios da SaaS Ambiental virem um “case” de sucesso. A área da saúde é uma área relevante para o Tecpar e um dos principais campos de atuação”.
A Intec
A Intec é incubadora pioneira no Paraná, considerada uma das melhores do Brasil. Os cinco critérios principais para pleitear uma vaga são: inovação (desenvolvimento de produto novo, complementar a algum existente, nacionalização de tecnologias ou desenvolvimento de similar), disposição de capital mínimo para investimento inicial, plano de negócios desenvolvido, equipe com formação em áreas complementares e, ainda, é importante que a empresa já tenha alguma iniciativa preliminar – no caso de produto, seria um protótipo ou uma requisição de patente.

Fonte: Tecpar

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