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Dados revelam que o Brasil não pode mais ser apenas um produtor de commodities, afirma ABDI

Guto Ferreira, presidente da ABDI

Guto Ferreira, presidente da ABDI

“A queda de 6,6% na produção industrial em 2016 e o crescimento de 2,3% em dezembro são dados que deixam muito claro o que está acontecendo com o setor. O número positivo no mês passado não terá sustentação no longo prazo se não repensarmos a indústria brasileira. O sucateamento é algo claro, mas este não é o principal problema. Além do país precisar investir muito em tecnologia e inovação, através de políticas públicas, é preciso ampliar a visão do que é prioridade para o crescimento do Brasil e consequentemente para a geração de empregos. A produção e exportação de commodities já conseguiu o seu espaço na economia e hoje estamos entre os maiores do ranking global. Entretanto, exportamos produtos de baixo valor agregado e importamos produtos com alto valor. Como exemplo, cito que enviamos para fora do país o melhor café do mundo e importamos cápsulas do mesmo produto por um preço muito superior. Este processo vai contra a lógica de mercado. A ABDI tem com meta fomentar uma mudança drástica no setor, com a inclusão das “startups” dentro das indústrias. Precisamos pensar 20 anos para frente, para começar a recuperar os 20 anos que estamos para trás em relação ao resto do mundo”, comenta Guto Ferreira, presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI).

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Com medo da entrevista de emprego? Saiba como o aplicativo #BeFearless da Samsung pode ajudar

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É difícil encontrar uma pessoa que não tenha ficado com vergonha, tímida ou com medo de falar em uma entrevista de emprego. É comum que, nessas situações, a falta de confiança atrapalhe na conquista da tão sonhada vaga. Pensando em ajudar a superar fobias como a de falar em público, a Samsung lançou no país o programa #BeFearless, parte da campanha global Launching People, para ajudar pessoas a utilizarem a tecnologia como acelerador do potencial humano.

O aplicativo #BeFearless – módulo Medo de Falar em Público está disponível em três versões – uma delas conta com exercícios desenvolvidos para o universo profissional, que inclui entrevistas de emprego. Este programa de treinamento, que se utiliza da realidade virtual através do Gear VR, visa diminuir a ansiedade enquanto a pessoa estiver interagindo com uma audiência mais ampla.

A linguagem corporal e a autoconfiança são alguns dos focos trabalhados para que a pessoa transmita mais credibilidade nestas situações. Há grande interação durante o treinamento, já que é possível responder perguntas e receber feedback do entrevistador com base no tom de voz e no batimento cardíaco. Tudo isso é possível com o uso da realidade virtual. Se ele estiver distraído ou responder negativamente, quer dizer que a pessoa está com alto nível de tensão, precisa treinar mais e repetir a fase.

Além disso, dá para conferir o resultado depois de cada sessão realizada. Os índices de desempenho são personalizados, baseados no contato visual, volume da voz, frequência cardíaca e autoavaliação.

Como fazer?

Para começar esse programa de treinamento, o consumidor precisará de um smartphone Galaxy*, os óculos Gear VR e um fone de ouvido com microfone. Dá até para conectar o smartwatch Samsung Gear S para medir frequência cardíaca durante todo o processo e o Gear IconX, fone de ouvido totalmente sem fio, que tornará o som ainda mais próximo à realidade.

“O #BeFearless foi criado para incentivar as pessoas a desafiarem barreiras com a ajuda da tecnologia. É importante ressaltar que a realidade virtual é uma ferramenta de apoio, um complemento ao tratamento para superação de medos e fobias. O acompanhamento médico e terapêutico é fundamental na resolução de qualquer questão relacionada à saúde”, reforça Andrea Mello, Diretora de Marketing Corporativo e Consumer Electronics da Samsung Brasil.

Sobre o projeto

O programa #BeFearless, lançado no país no final de 2016, faz parte da campanha global Launching People, criada pela Samsung em 2013 para ajudar pessoas a utilizarem a tecnologia como um acelerador do seu potencial. Com o mote “#BeFearless: o medo acaba quando a coragem começa”, o projeto visa incentivar as pessoas a superarem o medo de altura e o medo de falar em público por meio da realidade virtual e das ferramentas que a tecnologia disponibiliza.

A nova campanha Launching People #BeFearless, que contará com três fases, ficará no ar até março de 2017.

Para outras informações acesse o site http://www.samsung.com/br/launchingpeople/

*O Samsung Gear VR é compatível com os smartphones Galaxy S7, Galaxy S7 edge, Galaxy S7 Edição Limitada Jogos Olímpicos, Galaxy Note5, Galaxy S6 edge+, S6 e S6 edge.

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Broadsoft mira o Brasil com soluções UCaaS

A BroadSoft, líder mundial em serviços de comunicações unificadas (UCaaS) na nuvem – com 41% do mercado, segundo a Global 100 da Total Telecom – investe em sua operação no Brasil com o objetivo de liderar o nicho no País. Globalmente, a empresa está presente em mais de 80 países e tem como clientes 26 das 30 maiores operadoras de telecomunicações (telcos) do mundo. No País, 75% das principais telcos brasileiras já são clientes da BroadSoft.

A companhia possui mais de 500 milhões de licenças vendidas, sendo mais de 15 milhões somente no segmento B2B, o que tem gerado anualmente mais de US$ 7 bilhões em receita pela revenda de seus serviços pelas telcos para seus clientes, de acordo com a Frost&Sullivan. Classificada como “empresa visionária” pelo Gartner (24 Outubro, 2016 – Magic Quadrant for Contact Center as a Service, North America), com ações em constante trajetória de alta na NASDAQ (NASDAQ: BSFT), a empresa foi fundada em 1998 e tem registrado um crescimento anual em sua receita de aproximadamente 25%.

“Nos países da América Latina, temos tido um crescimento anual considerável. No Brasil, enxergamos um futuro muito positivo para o mercado das Comunicações Unificadas. Nossa expectativa de crescimento é acelerada, acima dos patamares da região devido à recuperação político-econômica do País e também ao tamanho do mercado brasileiro – o maior da América Latina”, afirma o Vice-Presidente de Vendas da Regional CALA (Caribbean and Latin America), Hector Sanchez.

A BroadSoft oferece soluções de (UCaaS). Por meio de um único aplicativo, como o BroadSoft UC One, instalado no PC e no celular ou tablet, usuários podem usufruir de uma experiência de voz totalmente integrada entre estes dispositivos e também entre seu ramal PABX e suas ferramentas de colaboração do trabalho (chat corporativo, áudio e videoconferência, compartilhamento de arquivos e de tela etc.).

“Dispor do seu ramal do PABX do trabalho tocando no seu telefone celular em horários determinados por você, e ferramentas de colaboração corporativa como chat, áudio e videoconferência também disponíveis no celular, permitem ao usuário uma experiência de mobilidade e flexibilidade inédita no mercado brasileiro”, explica Tábata Romero, Diretora de Go-To-Market da BroadSoft para Brasil e América Latina.

Sanchez explica que a empresa está investindo no Brasil e como objetiva ocupar a liderança do mercado. “Nosso modelo de negócio de venda de software como serviço (SaaS – Software as a Service), favorece as empresas que precisam modernizar suas soluções de comunicação, porém sem realizar grandes investimentos em bens de capital”, explica Hector.

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Com o aplicativo Free2Move, o Grupo PSA lança sua plataforma de serviços de mobilidade

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O aplicativo Free2Move foi pensado para facilitar a experiência de mobilidade dos usuários. Ele possibilita um acesso centralizado aos serviços de diversos operadores de compartilhamento de veículos através de um único aplicativo e reúne assim vários tipos de soluções de transporte. O usuário pode, desse modo, visualizar em uma única tela todos os veículos disponíveis nas proximidades, para se locomover de carro, de scooter ou de bicicleta. Ele pode comparar os preços, a localização e as características dos meios de transporte disponíveis para compartilhamento (marca, número de lugares, tipo de energia), para uma utilização imediata ou para fazer uma reserva.

O aplicativo para smartphone é acessível em diversas cidades da Alemanha, Itália, Áustria, Suécia e Reino Unido. Em breve, estará disponível na França, Espanha e Países Baixos.

Ele é gratuito e pode ser baixado na App Store, Play Store e Windows Phone.

Este lançamento concretiza a ambição do Grupo de ser um dos principais players em serviços de mobilidade em escala mundial, apoiado em sua marca Free2Move. Segundo análises feitas pela Frost & Sullivan1, o número de usuários de serviços de compartilhamento de veículos no mundo deve se multiplicar por 4,5 em 10 anos, passando de 8 a 36 milhões de pessoas entre 2015 e 2025.

Para marcar este momento, Grégoire Olivier, Diretor dos Serviços de Mobilidade do Grupo PSA, declarou: “O aplicativo Free2Move simplifica a experiência de mobilidade de nossos clientes ao oferecer uma escolha de soluções por meio de uma plataforma intuitiva. Isto é possível graças, essencialmente, a todos os nossos parceiros que promovem novas mobilidades. O Free2Move App oferece uma verdadeira liberdade de movimentos em um clique!”.

1 Frost & Sullivan, “Future of Carsharing Market to 2025”, Agosto de 2016.

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Eventbrite é terceira plataforma de tickets da Europa com a compra da Ticketscript

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A Eventbrite, plataforma líder mundial em tecnologia para eventos e venda de ingressos e inscrições, que dá suporte para mais de dois milhões de eventos por ano, adquiriu a Ticketscript, um dos maiores provedores de serviços de venda de ingressos self-service da Europa. A aquisição posiciona a Eventbrite como a terceira maior plataforma de emissão de tickets da Europa e amplia a importância global da empresa como líder em tecnologia para eventos de música ao vivo.

Só em 2016, as operações europeias da Ticketscript e da Eventbrite juntas processaram mais de 35 milhões de ingressos equivalentes a mais de 500 milhões de euros para quase um milhão de eventos. Após a aquisição, cerca de um quarto (23%) dos funcionários globais da Eventbrite trabalharão na Europa.

A Ticketscript, fundada em 2006, tem sede em Amsterdã e atua em cinco países europeus: Reino Unido, Alemanha, Holanda, Espanha e Bélgica.

Frans Jonker, CEO da Ticketscript, que se juntará à Eventbrite como diretor geral para a Europa continental, disse: “Temos construído presença significativa no mercado europeu há dez anos, com foco em tickets de autosserviço para eventos musicais. Nós compartilhamos a paixão da Eventbrite em permitir que os organizadores de eventos controlem seu marketing, gerenciamento de eventos e emissão de ingressos. Juntando forças com a Eventbrite, líder global em inovação em tecnologia para eventos, sem dúvida ajudará a acelerar ainda mais a transformação digital da indústria europeia de experiências ao vivo “.

A Eventbrite processou 150 milhões de ingressos para mais de 600.000 organizadores de eventos em 180 países no ano passado. Fundada em São Francisco em 2006, a empresa abriu seu primeiro escritório internacional em Londres em 2011 e mantém escritórios em oito países. As outras operações europeias da empresa se encontram na Irlanda, Alemanha e, mais recentemente, nos Países Baixos.

Julia Hartz, CEO e cofundadora da Eventbrite, disse: “Esta aquisição eleva a presença da Eventbrite na Europa e adiciona dez anos de experiência no mercado europeu da música para o nosso negócio. Esta aquisição está perfeitamente alinhada com a nossa visão estratégica para se tornar líder do mercado mundial de experiências ao vivo, e adiciona ativos significativos e poder técnico à nossa plataforma. Estamos ansiosos para esta nova parceria que combina as melhores soluções de ambas as empresas, e levá-los aos nossos clientes em todo o mundo. ”

Para o country manager da Eventbrite Brasil, Hugo Bernardo, a novidade não afeta apenas o mercado de eventos europeu e sim as operações de todo mundo, inclusive do Brasil, uma vez que a empresa está bastante focada em sua expansão no mercado de música no país. “Muitas marcas internacionais estão apostando em nosso mercado e muitos produtores brasileiros também estão trazendo novos conceitos para os eventos de música no país. Com a aquisição teremos ainda mais poder técnico e inovação para oferecer aos nossos clientes, parceiros e a todos os organizadores e produtores de eventos do Brasil”, finalizou.

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Startup de saúde cria a primeira enfermeira digital do Brasil

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Segundo levantamento do Ministério da Saúde, mais de 40% da população adulta brasileira, o equivalente a mais de 58 milhões de pessoas, possui pelo menos uma doença crônica não transmissível. Estas doenças são responsáveis por mais de 72% das causas de morte no Brasil.

As pessoas estão vivendo mais e melhor, porém, ligado ao aumento da expectativa de vida está o crescimento das doenças crônicas, como diabetes, hipertensão e infarto, por exemplo.

Havendo uma doença, para evitar complicações de saúde, é comum que os pacientes recebam tratamentos médicos, normalmente à base de medicamentos, para estabilizar a condição e permitir que os mesmos tenham mais qualidade de vida. Porém a grande verdade é que: É chato e é difícil gerenciar um tratamento e, por conta disso, menos de 50% dos pacientes seguem o tratamento como deveriam. Um bom exemplo de dificuldades é da avó de um dos sócios do CUCO, que toma mais de 10 diferentes medicamentos durante a semana. Já imaginou como é difícil saber qual medicamento deve ser tomado em qual horário? E como a família pode administrar o controle da medicação e saber se ela está tomando na hora certa? O ideal seria que alguém auxiliasse em tempo integral estes pacientes. Foi justamente para mudar esse cenário que surgiu o CUCO.

Como um assistente de saúde digital, carinhosamente chamado de “Enfermeira Digital”, por conta do papel da área de enfermagem de cuidar da vida, o aplicativo é uma oportunidade de oferecer o auxílio em tempo integral, acompanhando o tratamento de saúde dos pacientes, lembrando-os da hora certa de tomar seus medicamentos, educando-os com conteúdos de saúde de acordo com suas doenças e tratamentos, e informando familiares e amigos quando o paciente esqueceu de tomar o remédio na hora certa, para que estes possam tomar uma atitude e contribuir no cuidado.

Por meio de conceitos de games, a nova versão do aplicativo foi lançada esta semana e permite que o paciente acompanhe seu histórico de saúde e seja estimulado a seguir o tratamento corretamente até o final, evitando que o mesmo desista no meio do caminho.

“Lembrar o paciente na hora certa de tomar seu medicamento aumenta consideravelmente os níveis de adesão ao tratamento, o que pode ser comprovado pelos números de adesão dos mais de 6.000 usuários diários do CUCO em sua primeira versão”, aponta Gustavo Comitre, diretor de produto da empresa.

O aplicativo, que é gratuito para pacientes, possui diversas funcionalidades que ajudam pacientes e familiares em seus desafios de saúde, confira algumas delas:

• Lembre-se de tomar seus medicamentos com o CUCO (despertador de remédios);

• Lista de Medicamentos da Anvisa;

• Histórico do seu Tratamento sempre em mãos;

• Mensagens e dicas sobre tratamentos e doenças;

• Crie seu time de saúde no aplicativo e receba alertas quando alguém do seu time esquecer de tomar o remédio;

• Uma incrível Enfermeira Digital para pacientes de operadoras de saúde e hospitais parceiros do CUCO, o qual utiliza tecnologias do IBM Watson;


Além do CUCO para pacientes, a empresa CUCO Health possui também diversas soluções que atendem Operadoras de Saúde, Hospitais e Prefeituras, permitindo acompanhar e melhorar a adesão ao tratamento de seus pacientes, reduzindo custos e trazendo mais saúde, informação e qualidade de vida a seus beneficiários.
Quer ajuda com seu tratamento ou tem alguém da sua família que precisa ser monitorado? Então baixe agora mesmo a nova versão do aplicativo CUCO para celulares Android clicando aqui. Em março a nova versão para iOS (iPhone) também estará disponível, mas por enquanto você pode baixar a versão antiga aqui.

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Pesquisa MindMiners/PayPal: carteiras digitais já fazem parte das opções de pagamento de 17% dos brasileiros que viajam ao exterior

Cartão de crédito ainda é a forma de pagamento mais usada lá fora (73%), seguido pela moeda local (69%) e pelo cartão de débito (45%). Em viagens domésticas, 39% dos entrevistados já se mostram dispostos a utilizar e-wallets

Em plena época de férias escolares (e, muitas vezes, familiares), a MindMiners, empresa especializada em big data, tabulou pesquisa sob encomenda do PayPal Brasil. Missão? Fazer uma ampla radiografia de preferências, costumes e preocupações dos brasileiros com relação aos serviços usados quando viajam pelo País e também internacionalmente.

E alguns dados chamam a atenção: apesar do momento econômico ainda complexo, 79% dos entrevistados garantem que têm a intenção de viajar para fora do País em 2017 – sendo Europa e EUA os destinos mais citados. E 92% garantem que vão tentar viajar domesticamente ainda este ano – sendo as praias do Rio de Janeiro e do Nordeste os destinos mais citados.

Além disso, 17% já adicionaram às opções de pagamento convencionais as chamadas carteiras digitais (e-wallets) para comprar serviços relacionados a turismo – da passagem aérea à hospedagem e também passeios e alimentação no exterior.

Quando questionados sobre se estariam dispostos a incluir as carteiras digitais também em suas opções de pagamento por serviços turísticos domésticos, 39% dos entrevistados se disseram bastante inclinados a fazê-lo – principalmente pela questão da praticidade. Um ponto fundamental para que o cartão de crédito continue sendo o preferido de quem viaja (tanto no Brasil quanto para fora do País) é a possibilidade de parcelamento. O quanto os entrevistados consideram atrativo o parcelamento? Para 47% dos turistas internacionais, trata-se de uma modalidade “muito atrativa”; somente 5% acham “nada atrativa”. Já entre os viajantes domésticos, os índices são de 46% e 11%, respectivamente.

O estudo foi realizado entre os dias 12 e 18 de janeiro e ouviu turistas brasileiros das classes ABC e de todas as regiões do País. Os highlights você confere abaixo:

Novidades

Pergunta feita pela MindMiners e cujas respostas sugerem uma mudança de paradigma quanto ao pagamento de serviços turísticos foi “Quais formas de pagamento você levou para sua última viagem a lazer internacional?”. O cartão de crédito foi o mais citado (73%), seguido pela moeda local (69%), pelo cartão de débito (45%) e pelos cartões pré-pagos (23%). A surpresa ficou por conta das carteiras digitais (e-wallets), citadas por 17% dos entrevistados. Os traveler’s checks foram opção para somente 5% dos brasileiros.

• Quando questionada sobre o principal meio de transporte usado durante a última viagem internacional a lazer que fizeram, a maioria respondeu avião (65%). Muita gente também usou carro (23%) para se deslocar; e apenas 11% marcaram a opção ônibus. Já quando a pergunta se refere à última viagem nacional a lazer, a vitória passa a ser do carro, com 45% das respostas. Ônibus e avião foram os meios de transporte mais usados por 27% dos pesquisados (cada um).

• A respeito do meio de pagamento usado para comprar a passagem aérea – no caso de viagem internacional -, a maioria (58%) marcou cartão de crédito; outros 19% pagaram em dinheiro; 11%, com cartão de débito; e 7% usaram um mix de dinheiro e milhas acumuladas. No caso de viagens de avião domésticas, o cartão de crédito ampliou a vantagem: 60% dos entrevistados optaram por essa modalidade. Dinheiro foi citado por 23%; e as milhas e/ou pontos foram a preferência de 8%.

• Cerca de 38% dos pesquisados informaram ter comprado as passagens aéreas internacionais diretamente no site da cia. aérea; e 32% usaram os serviços de operadoras de turismo. Quando a medição foi feita com as passagens nacionais, 58% disseram ter comprado os tíquetes diretamente nos sites das empresas aéreas; e somente 23% usaram os serviços de alguma operadora turística.

• Os motivos que levaram os entrevistados a escolherem uma cia. aérea em detrimento de outra? Nos voos internacionais, 42% foram levados pelo preço (“passagens mais baratas”); 41%, pela boa oferta de voos; 31%, pelos descontos oferecidos; outros 31%, pela facilidade de pagamento; e 16%, por causa do programa de fidelidade. Já entre os turistas domésticos, 68% disseram ter escolhido a cia. aérea por causa dos preços baixos; 43% citaram a boa oferta de voos; 15%, o programa de fidelidade; outros 15%, a facilidade de pagamento; e mais 15%, os descontos oferecidos.

• Tablets, PCs, smartphones e notebooks foram os mais usados pelos pesquisados na hora de adquirir os bilhetes aéreos internacionais nos sites das companhias aéreas: 69%. Cerca de 25% fizeram a compra pessoalmente, em uma loja; e 6% usaram apps via smartphone e/ou tablet. Em relação à compra de passagens nacionais, os tablets, PCs, smartphones e notebooks bateram a casa dos 75% de preferência (compras no site). Outros 20% disseram ter comprado os bilhetes diretamente em uma loja; e 5% optaram pelos apps via smartphone e/ou tablet.

• Uma diferença entre viagens internacionais e domésticas chamou a atenção. Quando perguntados sobre onde se hospedaram na última viagem de lazer fora do País, 69% disseram ter ficado em hotéis; 12%, em casa de parentes e/ou amigos; e 9% em hostels. Já a maioria dos viajantes nacionais ficou na casa de amigos e/ou parentes (34%); 32% escolheram hotéis; 25%, pousadas; e 4%, hostels.
• Fora do Brasil, o meio de pagamento mais usado para hospedagem foi o cartão de crédito (59%); outros 24% pagaram com dinheiro vivo; 12%, com cartão de débito; e 4%, via carteiras digitais. Já entre os turistas domésticos, o dinheiro vivo foi usado por 49% dos entrevistados; 36% preferiram os cartões de crédito; e 10%, os cartões de débito.

• As e-wallets também foram citadas por 4% dos entrevistados quando a pergunta foi sobre o meio de pagamento de pacotes de passeios no exterior. O líder nessa modalidade foi o cartão de crédito, com 47%, seguido por dinheiro em espécie (27%) e pelo cartão de débito (19%).

• O que mais encanta o viajante brasileiro no exterior? Os pontos turísticos históricos (78%); centros de compras, como shoppings e ruas comerciais famosas (71%); parques (69%); museus (47%); exposições (29%); e as praias (27%). No turismo doméstico, os líderes são os pontos turísticos históricos (64%), seguidos pelas praias (61%); pelos parques (45%); centros de compras (43%); exposições (19%); e museus (15%).

• Em relação à organização da viagem, 55% dos turistas internacionais garantem que fizeram tudo sozinhos; e 32% escolheram pacotes fechados, contratados antes da viagem. Já no caso dos turistas domésticos, 79% preferiram organizar tudo sozinhos; e apenas 13% contrataram pacotes fechados.

• Uma vez no destino, que tipos de transporte os turistas usam com mais frequência? Internacionalmente, o taxi foi citado por 51% dos entrevistados, seguido pelos ônibus públicos e pelo metrô (ambos com 38%); e pelo carro alugado (37%). Já nas viagens domésticas, os ônibus públicos foram citados por 32% dos turistas, seguidos por carros alugados (22%); e táxis (21%).

• Outra pergunta que chamou a atenção dos entrevistadores da MindMiners versou sobre se os brasileiros contratavam algum tipo de seguro para a viagem. Cerca de 44% dos que viajaram para fora do País o fizeram (sendo que 85% deles contrataram seguro de saúde/acidente; e 62%, de extravio de bagagem). Já os turistas domésticos ignoram essa necessidade: 95% responderam que não haviam contratado qualquer tipo de seguro.

“A pesquisa da MindMiners é mais uma prova de que o mercado de pagamentos eletrônicos está se tornando importante no Brasil – e de que as carteiras digitais têm tudo para se tornarem a maior amiga do turista, tanto em viagens internacionais quanto em suas aventuras domésticas. Até porque, se os cartões de crédito são lembrados pelo fato de que seus usuários podem parcelar as compras, isso também é possível com PayPal, por exemplo. Por isso nos dedicamos tanto às parcerias e focamos sempre em praticidade, mobilidade e segurança. Sabemos que nossos clientes querem investir tempo na hora de comprar produtos e serviços”, afirma Sheynna Hakim Rossignol, diretora Comercial do PayPal Brasil.

“Alguns pontos de nosso estudo chamaram muito a atenção dos entrevistadores. Não imaginávamos, por exemplo, que as carteiras digitais já fizessem parte das opções de pagamento de tantos brasileiros. Há um mercado gigantesco em perspectiva para quem enxergar a mudança de paradigma que já estamos vivenciando”, diz Katya Mora, gerente de Atendimento MindMiners.

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Indústria de materiais de construção vê perspectiva de melhora no setor

O fechamento das vendas de materiais de construção em fevereiro deve ter bom desempenho, segundo Termômetro da ABRAMAT – Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Construção, que representa cerca de 70% das indústrias de materiais de construção do país.

A margem de vendas ao mercado interno, para fevereiro, é de 18,5% (bom), mantendo mesmo nível referente a janeiro deste ano. Para fevereiro de 2017, o pessimismo do empresariado é de 3,7% (muito ruim) e 14,8% (ruim). Se comparado a janeiro do mesmo ano, o pessimismo da indústria de material de construção sofreu redução significativa.

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As vendas para o mercado externo, em fevereiro, também tem boas perspectivas, segundo levantamento da ABRAMAT. Ao todo, 6,3% consideram o desempenho muito bom e 31,2% bom para o segundo mês do ano.

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“A indústria de materiais apresenta uma pequena melhora nas expectativas de vendas para o mês de fevereiro, mas ainda predominando a opinião sobre vendas apenas regulares. O empresário também indica uma melhora na expectativa de ações governamentais, embora ainda predomine uma visão de indiferença nesse tópico. As pretensões de investimento continuam num patamar baixo, na medida que somente 48% das empresas apontam intenção de investir, predominantemente em modernização dos meios de produção. Nesse inicio de ano a perspectiva é de um ano de demanda enfraquecida, principalmente em função da continuidade do desemprego, a escassez de crédito combinada com juros elevados e a desaceleração de programas de infraestutura, ressalta Walter Cover, presidente da ABRAMAT.

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Cisco anuncia novos líderes em Transformação Digital e Centro de Inovação

Rodrigo Uchoa

Rodrigo Uchoa

Com o objetivo de acelerar e contribuir com a transformação digital e inovação no Brasil, a Cisco anuncia Rodrigo Uchoa como novo Diretor de Negócios para Transformação Digital. O executivo vai trabalhar em colaboração com os segmentos de vendas, negócios, o Centro de Inovação e o ecossistema de parceiros Cisco, na definição e coordenação das iniciativas estratégicas de digitalização para os principais segmentos de mercado no Brasil.

Em sua nova posição, Uchoa será responsável por impulsionar o crescimento e inovação da Cisco e dos clientes estratégicos e entidades do Governo. O especialista também vai integrar e orientar as iniciativas com o Centro de Inovação da Cisco, localizado no Rio de Janeiro e continuará a se reportar ao presidente da empresa no país, Laercio Albuquerque.

Uchoa tem mais de 25 anos de experiência no setor de Tecnologia e Comunicações (TIC), sendo 17 deles na Cisco Brasil. Nos últimos quatro anos foi responsável pela coordenação geral do patrocínio da Cisco aos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, incluindo o projeto de tecnologia, ativações de marketing e das iniciativas de desenvolvimento de negócios e projetos de legado dos Jogos. Antes da Cisco, o novo diretor de negócios passou por grandes empresas de tecnologia e telecomunicação, desenvolvendo atividades na área de planejamento e engenharia de redes de comunicação, Internet e serviços avançados. Rodrigo Uchoa é graduado em Engenharia da Computação pela Universidade Federal de Goiás, com mestrado em Telecomunicações e Sistemas Distribuídos pela PUC Rio de Janeiro.

Leandro Barbeita

Leandro Barbeita

Um recurso importante da Cisco no processo de transformação digital do País e da América Latina, o Centro de Inovação também conta com um novo líder: Leandro Barbeita, que será responsável por impulsionar a co-inovação dos clientes, trabalhando em colaboração com as equipes de vendas, desenvolvimento de negócios, engenharia e canais de toda América Latina.

Graduado em Sistemas de Informação com especialização em Negociação e MBA em Gestão Estratégica de Negócios, ambos pela FGV, Barbeita tem mais de 16 anos de experiência no setor de Tecnologia e está na Cisco há cinco anos, trabalhando desde o início do projeto do Centro de Inovação. O especialista era responsável pelos programas e iniciativas de inovação do Centro no Brasil e na América Latina, focado na transformação dos negócios dos clientes através de soluções inovadoras desenvolvidas com startups, fundos de venture capital, institutos de P&D, entre outros parceiros de inovação. O executivo substitui Nina Lualdi que assumirá novas funções na Cisco, nos Estados Unidos.

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O que mudou na DIRF 2017? – Por Fábio Negrini

Quem lida com o mercado contábil fiscal sabe que todos os anos o Fisco aumenta a complexidade e o volume de obrigações fiscais a serem entregues. Este ano não será diferente, a DIRF 2017 chegou com duas novidades: um novo prazo e uma nova obrigatoriedade.

Dentre os impostos, todas as pessoas físicas e jurídicas que pagam ou creditam rendimentos com retenção de IR e as empresas que contratam serviços com retenção de PIS, COFINS, e CSLL entregam um demonstrativo para a Receita Federal Brasileira que inclui: a relação de todos os salários pagos aos colaboradores, impostos de renda retidos na fonte, situações sem retenção na fonte, valor distribuído aos sócios da empresa – tanto a título de pró-labore quanto de distribuição de lucro – e pagamentos para serviços de terceiros sem vínculo empregatício com nota fiscal.

A DIRF 2016 contou com a inclusão de pagamentos realizados às operadoras de planos de saúde na modalidade coletivo-empresarial. Agora, a DIRF 2017 obriga a identificação de todos os sócios das Sociedades em Conta de Participação.

Tendo em vista que o detalhamento das informações exigidas pelo Fisco reflete em todas as etapas para a entrega da DIRF 2017, a chegada do SPED EFD Reinf desafiará as empresas no controle de suas operações.

Para garantir a entrega segura dessas informações, o segredo é automatizar as apurações por meio de uma solução fiscal flexível que reúna todas as retenções, calcule os vencimentos, rastreie as informações por meio de relatórios analíticos e gere guias de recolhimento com memórias de cálculo.

O gerenciamento periódico das memórias dessas informações fará com que a geração da DIRF 2017 ocorra de maneira rápida e livre de divergências entre o que está sendo declarado e o que ocorreu dentro da organização. Deste modo, os gastos com retrabalho e multas serão descartados.

O prazo da entrega da DIRF 2017 encerra no dia 27 de fevereiro. A entrega deve ser feita via internet, pelo Programa Gerador de Declarações DIRF 2017, contendo as informações do ano-calendário de 2016. Quem não entregar no prazo, está sujeito a pagar multa de 2% ao mês-calendário ou fração, independente se o montante de tributos e contribuições já tenha sido pago.

Fábio Negrini, Gerente de Novos Desenvolvimentos da Solução Fiscal GUEPARDO da FH, empresa de tecnologia especializada em negócios e soluções em TI.

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Level 3 Publica o Primeiro Índice de Segurança da Informação no Brasil

download (2) A Level 3 Communications, está compartilhando o Level 3 Security Index, estudo realizado pela IDC, líder de inteligência de mercado, para identificar a maturidade da segurança da informação e da infraestrutura corporativa de TI das organizações brasileiras. O Brasil recebeu uma pontuação geral de 64,9 pontos em um total possível de 100 pontos.

Descobertas Relevantes:

– Na média, empresas no Brasil têm dois profissionais dedicados à segurança da informação.
– Cerca de 57 por cento das organizações entrevistadas já utiliza Serviços Gerenciados de Segurança (Managed Security Services – MSS) como resposta à falta de profissionais qualificados.
– Aproximadamente 25 por cento das empresas não conseguem medir os impactos resultantes dos incidentes relacionados à segurança da informação.
– Apenas 42 por cento das organizações alega praticar e gerar métricas sobre o cumprimento de suas políticas de segurança da informação.

O relatório pesquisou quarto tópicos: Conscientização, Ferramental, Prevenção, Mitigação.

Conscientização:

– O estudo mostrou que as grandes empresas têm maior dificuldade com a visibilidade dos problemas de segurança.
– Esta falta de visibilidade está relacionada à complexidade de seus ambientes e sistemas.
– Em relação à conscientização na quantificação de ataques sofridos ou mitigados, 34 por cento têm visibilidade completa; as outras 66 por cento têm visibilidade parcial ou nenhuma.
– Quando perguntadas sobre a mensuração do impacto de incidentes de segurança, 25,5 por cento não sabem e 32 por cento sabem apenas superficialmente, enquanto 42,2 por cento podem detalhar o impacto em cada sistema ou nos sistemas críticos.

Ferramentas:

– O estudo mostrou que ferramentas internas de tecnologia são a área de maior desafio para a segurança.
– Isto deve-se ao fato de que a aquisição de ferramentas de tecnologia voltadas para segurança, em certa medida, estão ligadas à capacidade de investimento das empresas.
– De acordo com a pesquisa, mais de 61 por cento das empresas acredita que apenas poucos profissionais estão plenamente qualificados ou que o nível de treinamento de suas equipes está abaixo do ideal para a utilização das ferramentas disponíveis.

Prevenção:

– As grandes empresas são ativas na prevenção, estabelecendo e monitorando controles com maior atenção, possibilitando um nível melhor de desempenho.
– Quando perguntadas sobre políticas e padrões de segurança da informação estabelecidos e documentados, 28 por cento não possuem um cronograma definido para revisar e atualizá-los, enquanto 33 por cento os revisam e atualizam apenas uma vez ao ano

Mitigação:

– O estudo mostra que as habilidades de comunicação e estrutura de ativação são, em muitos casos, informais e não estão bem documentadas.
– 46 por cento das empresas não mantêm uma frequência na revisão de procedimentos de contingência e segurança.
– Quando perguntadas sobre o grau de alinhamento em segurança da informação, no item “controles internos para detecção e prevenção de fraude são validados periodicamente”, 41 por cento consideram que isso é realidade em suas empresas, enquanto 59 por cento dos participantes ainda consideram isso distante.

Próximos Passos:

Para aprimorar a maturidade geral da segurança da informação em empresas brasileiras, o estudo recomenda:

– Pensar em contratar serviços terceirizados e gerenciados.
– Investir em ferramentas que possibilitem melhor controle, visibilidade e automação para maximizar a eficiência da equipe de segurança da informação.
– Priorizar investimentos de acordo com a prioridade de cada ambiente, avaliação de riscos e impactos.
– Mostrar os benefícios da segurança da informação utilizando métricas bem definidas.
– Conduzir testes de segurança com mais frequência e com maior abrangência.

Perspectiva para 2017:

– O estudo mostrou uma perspectiva mais proativa para a segurança da informação em 2017.
– Mais de 42 por cento das empresas pesquisadas pretende aumentar seu orçamento de TI em 2017, em comparação a 2016.
– O modelo de Infraestrutura como um Serviço (IaaS) está ganhando tração não só em computação, mas também em armazenamento – um fator que aumenta as preocupações em relação à segurança e governança de informação.

“O índice mostra que o Brasil ainda tem um longo caminho a percorrer no amadurecimento da área de segurança. As empresas precisam entender a importância de cada uma das áreas analisadas no índice e equilibrar seus investimentos baseadas nele. Para avançar a partir do nível atual, existem ações que precisam ser empreendidas em relação à especialização das equipes, revisão de processos e adoção de ferramentas de última geração. A evolução da Segurança da Informação é um tema que precisa ser abordado continuamente”, diz Luciano Ramos, Coordenador de Pesquisa de Software, IDC Brasil

“Com o rápido crescimento de ameaças de cibersegurança no Brasil, que está acima da média mundial, percebemos a necessidade de desenvolver um estudo que revelasse o atual grau de maturidade das práticas de segurança em corporações brasileiras. A partir deste índice, podemos colaborar com o mercado brasileiro para focarmos nas principais oportunidades de evolução da cibersegurança para seus negócios e clientes”, afirma André Magno, Diretor de Data Center e Segurança, Level 3 Brasil

Metodologia:

Para atingir este resultado, a IDC entrevistou 100 empresas baseadas no Brasil com mais de 250 funcionários (a maioria com mais de 1.000 funcionários), observando as quatro dimensões do estudo: conscientização, ferramentas, prevenção e mitigação. Durante as entrevistas com líderes de Segurança da Informação, os pesquisadores avaliaram seu grau de conhecimento sobre o impacto da segurança no negócio, habilidades de detecção e capacidade para medir ameaças a seus sistemas, entre outros tópicos. Também analisaram dados disponíveis na IDC global e Brasil, e o mercado para obter mais informação qualitativa. O índice final é a ponderação matemática dos quatro temas propostos nas entrevistas.

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Chatbot exclusivo para restaurantes chega ao mercado

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A inteligência artificial está revolucionando o jeito como as marcas se comunicam com consumidores, simplificando, até mesmo, hábitos como pedir uma pizza. Com o lançamento do Gigio, nome dado ao chatbot pronto para receber encomendas de comidas, desenvolvido pela Hive Marketing Technology, solicitar uma refeição se tornou algo tão simples quanto enviar mensagem para um amigo. A ferramenta, de interface simples e intuitiva, já está sendo usada por restaurantes no Brasil e nos Estados Unidos.

O Gigio funciona integrado ao Facebook Messenger sendo uma alternativa aos aplicativos em geral, cada vez menos baixados nos dispositivos móveis. “Não há mais necessidade de baixar um app e passar por várias telas para pedir uma refeição. Basta, simplesmente, abrir o contato do restaurante preferido, no Facebook Messenger, e fazer o pedido”, explica Mitikazu Lisboa, CEO da Hive.

Pedir uma pizza no Gigio, por exemplo, leva menos de um minuto, incluindo tarefas desde a escolha do sabor até a forma de pagamento. Enquanto a solicitação está sendo feita, o restaurante acompanha todo o processo por um administrador ou email e autoriza o pedido. Já nos próximos contatos, o chatbot saberá exatamente quem é o cliente e seu endereço. Além disso, apresenta os produtos do cardápio e preços sem que o cliente precise perguntar a um atendente ou visitar um site.

“As diferenças na eficiência entre um atendimento via telefone e um feito pelo Gigio são inúmeras. Quando o consumidor escreve ‘oi’, o chatbot já sabe quem é e quais foram seus últimos pedidos. O atendente humano ainda tem que anotar detalhes dos pedidos e dados de localização e telefone do cliente, além de, muitas vezes, ter que atender mais de uma ligação por vez”, explica Lisboa.

A tecnologia funciona por meio de assinatura e foi construída para ser usada por centenas de estabelecimentos, de forma totalmente individualizada. Ela pode ainda ser moldada de acordo com a demanda de cada empresa. Segundo Lisboa, a plataforma pronta reduz o seu custo de aquisição. “O cliente não paga pelo desenvolvimento da tecnologia do zero. O investimento seria muito alto e acabaria inviabilizando o negócio”, destaca.

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