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Startup promove marketing do bem em São Paulo

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As causas sociais têm ganhado cada vez mais importância no mundo corporativo. Apesar disso, várias organizações e instituições não conseguem promover seus trabalhos, nem encontrar novos doadores e beneficiários.

Foi pensando na solução para esse problema que a empresa social Calhau Social foi fundada. Vencedora do Projeto Visionários 2016, a startup tem uma mecânica simples, mas inovadora: unir sites, portais e blogs com espaços publicitários não comercializados (que, no linguajar publicitário, se chamam “calhau”) com campanhas de ONGs. Assim, publishers parceiros, como Valor Econômico e Webmotors, cedem espaços para a veiculação de campanhas de causas e as instituições não pagam nada por isso.

A startup está entre as 50 empresas escolhidas para participar do SP Stars 2017, um dos maiores programas de conexão entre startups e mentores. Foram mais de 200 inscritos no programa, de iniciativa da Prefeitura de São Paulo, por meio da Tech Sampa, política de estímulo à inovação e ao desenvolvimento de startups, em parceria com o Ecossistema de Startups de São Paulo.

O Calhau Social já conta com mais de trinta ONGs parceiras, como a APAE, os Doutores da Alegria e o GRAAC e planeja aumentar esse número. Todas as instituições inscritas passam por um processo de verificação quanto à sua autenticidade e a validade de suas campanhas, para garantir que somente causas sérias sejam promovidas.

No site do Calhau social, ainda existe a opção de ajudar como pessoa física. Para isso, o internauta deverá ter uma conta no Facebook e promover post no seu perfil, compartilhando uma ou mais campanhas de ONGs com as quais se identifique.

Para saber mais sobre o Calhau Social, acesse o site em www.calhausocial.org.

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MWC 2017: Huawei discute novas oportunidades de crescimento para operadoras

888204_2 A Huawei realizou o briefing pré-MWC 2017, em Londres, no qual ressaltou que o Mundo Melhor Conectado está se aproximando rapidamente. Na ocasião, a Huawei mostrou a importância de se desenvolver soluções para habilitar a transformação digital e o sucesso comercial das operadoras.

Zou Zhilei, presidente da Huawei Carrier, enfatizou que a empresa está comprometida a se tornar parceira das operadoras e facilitadora de suas transformações digitais para alcançarem crescimento. De acordo com Zou, a estratégia das operadoras de telecomunicações está mudando de “orientada pelos investimentos” para “orientada pelo valor”, prestando mais atenção à experiência e serviços para o usuário final e criando mais valor com base em vantagens competitivas.

“Até 2025, teremos 100 bilhões de conexões globalmente; 85% de todos os aplicativos empresariais serão movidos para a nuvem; 100% das empresas usarão serviços em nuvem e a taxa de penetração da inteligência industrial ultrapassará 20%. Em um Mundo Melhor Conectado, as indústrias digitais criarão oportunidades ilimitadas. Nesse processo, o desenvolvimento das indústrias está além da nossa imaginação”, disse Zou.

888204_1 Ken Wang, presidente de marketing global e soluções da Huawei Carrier, ressaltou que as operadoras entrarão em uma era em que o vídeo se tornará um serviço básico. Além disso, as indústrias verticais que passarem pela transformação digital criarão um mercado de trilhões de dólares para as operadoras.

“Existem mais de 400 operadoras em todo o mundo com ativos de rede valendo trilhões de dólares. A Huawei trabalhará em parceria com os clientes para maximizar o valor da rede para aumentar a receita e melhorar a eficiência. Atingiremos essa era a partir da identificação de clientes, ampliação de serviços e construção de redes de alto valor”, disse Wang.

A Huawei, graças aos investimentos em inovações tecnológicas, se transformou em empresa líder no fornecimento de soluções globais de TIC. A empresa trabalha com parceiros para construir alianças comerciais, comunidades de código aberto e ecossistemas para desenvolvedores. Ao trabalhar dessa forma, a Huawei sustenta a criação de um ecossistema aberto e colaborativo que resulte em sucesso compartilhado.

O MWC 2017 será realizado entre os dias 27 de fevereiro e 2 de março. A participação da Huawei conta com discursos, fóruns e outras atividades com o tema “ROADS aberta para um mundo melhor conectado – ROADS para fomentar novas oportunidades de crescimento”. A empresa também demonstrará seus mais recentes produtos e soluções e, ao lado dos parceiros, fará demonstrações em múltiplos cenários ao lado dos parceiros.

Para mais informações sobre a Huawei no Mobile World Congress 2017, acesse: http://www.huawei.com/en/events/mwc/2017/.

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A procrastinação te distancia do sucesso – Por Jéssica Piovan

O lema da procrastinação dentro de um contexto profissional está altamente ligada a duas questões: a dificuldade e a falta de motivação.

Quando nos deparamos com uma tarefa desafiadora dentro do nosso dia a dia profissional, é muito comum que travemos e que iniciemos um processo de adiar aquilo que nos foi colocado. Isso está muito ligado com o medo de errar. Medo de que aquela tarefa não esteja correta e de que não conseguiremos atingir os nossos objetivos. A principal ação ligada ao medo é a paralisação. Esse é o lado negativo do medo.

E medo tem lado positivo? Sim. É a precaução. Quando temos medo, nosso senso de sobrevivência faz com que nos escondamos embaixo de algo e não nos deixamos utilizar o nosso pensamento e raciocínio para seguir em frente.

Quando sentimos que estamos a um passo da procrastinação, nós devemos parar e pensar: o que de pior pode acontecer se eu não conseguir fazer essa tarefa? O pior nem sempre é real. Assim devemos desenvolver um plano de ação para que a tarefa seja concluída. Isso pode levar mais tempo, pois provavelmente deveremos nos alinhar a novas técnicas, sim e não. Sim, pois você terá de aprender e não, pois quando entramos em um processo grande de produtividade e concluímos nossas tarefas, nós nos sentimos preenchidos com mais energia para desempenhar outras tarefas.

Isso já aconteceu com você? Se sim, você deve saber do que eu estou falando. É algo que acontece em nosso íntimo e que devemos internalizar.

Um segundo ponto que deve ser compreendido é o fato de deixarmos de realizar tarefas profissionais e as adiarmos por estarmos desmotivados. Você é um procrastinador de carteirinha? Sinto muito se você respondeu que sim, talvez você não esteja motivado por estar fazendo o que você faz hoje.

Enquanto a procrastinação ligada a desafios está intimamente atrelada ao medo, a procrastinação por desmotivação está ligada a tristeza. Talvez você não esteja feliz em fazer o que você faz hoje, o que gera esse tipo de comportamento e pior a um leve “coitadismo”… “ah.. eu não consigo fazer isso, pobre de mim.

O lado negativo da tristeza é a vitimização… pasme, a tristeza tem um lado positivo muito grande: reflexão. Quando estamos tristes devemos entrar nesse modo e não no modo do vitimismo, pois é só refletindo que iremos conseguir dar um passo em direção a um novo futuro. Caso você deseje mudar de carreira, pois entendeu que a sua procrastinação está mais ligada a tristeza, um bom processo de coaching pode auxilia-lo, pois é onde o coach (profissional encarregado do processo) irá lhe promover essa reflexão e elaborar um plano de ação para se movimentar. Não é simples e exige tempo para que esse processo ocorra, mas é você que toma as rédeas da situação para chegar lá.

Quando nos deparamos com a procrastinação, a primeira pergunta que devemos nos fazer é: estou com medo ou eu estou triste? Ou essa tarefa é muito desafiadora ou eu estou desmotivado?

A partir dessa resposta você pode tomar a iniciativa de desenvolver competências para trabalhar a sua procrastinação.

Jéssica Piovan, psicologa e coach e esta a frente do Instituto Itankale.

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Airborne Wireless Network anuncia a indicação de novo CEO

A Airborne Wireless Network (OTCQB: ABWN) anunciou hoje a indicação de Michael (Mike) J. Warren como diretor executivo.

Mike atuou recentemente como diretor regional de operações e segurança da ECC International, no Afeganistão. Nesse cargo, supervisionou a segurança de 18 grandes projetos de construção do Departamento de Defesa dos EUA, totalizando US$ 1.000.000.000, dentre eles um projeto de construção rodoviária de US$ 500 milhões do Banco de Desenvolvimento da Ásia, de construção do anel rodoviário de Herat até Mazar-e-Sharif e um projeto de desenvolvimento de infraestrutura da USAID, de US$ 50 milhões, com o Ministério de Minas, Petróleo e Gás do Afeganistão. Antes disso, Mike foi diretor de operações e segurança da Checchi & Company Consulting, Inc., no Afeganistão, concentrando-se no Programa de medição e avaliação sob contrato com a USAID. Antes disso, f oi gerente de programa dos Sistemas de Terreno Humano (Human Terrain Systems), pela Força de Assistência de Segurança Internacional da OTAN e do G-2 do exército dos EUA. Foi conselheiro da Embaixada dos Estados Unidos, da COMISAF e do curso CJ2X na sede da ISAF, em Cabul, Afeganistão.

Mike se aposentou pelo Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA no posto de Tenente Coronel em 1994. No cargo de oficial da infantaria, suas atribuições incluíam a função de oficial executivo, 3o grupo do reconhecimento e vigilância em Okinawa; na função de comandante do maior quartel de segurança da Marinha, na estação das armas navais de Concord, Califórnia, e em várias posições de comando no campo de treinamento do Marine Corps Recruit Depot de San Diego. Natural de Illinois, é bacharel em Ciências Políticas pela Universidade de Missouri. Mike também graduou-se pelo Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA e pela Staff College. Tem ainda certificação em Planejamento Antiterrorismo, como especialista COIN (antiguerrilha,) e em inúmeros cursos de segurança.

Mike tem vasta experiência em gerenciamento de projetos e trabalhou em várias empresas do setor de hardware e software, desempenhando um papel fundamental no crescimento e na expansão dessas empresas.

J. Edward Daniels, o presidente da Airborne Wireless Network disse: “Mike será muito útil no avanço da nossa tecnologia para a próxima fase de crescimento. Sua experiência e especialização em operações de segurança, tanto no setor civil como governamental, será inestimável, à medida que continuamos a divulgar intensivamente a rede sem fio Infinitus Super Highway?. Acreditamos que a experiência única dele, assim como sua habilidade de transformar visão em ações de alto nível serão exatamente o que precisamos ao entrarmos na próxima fase da empresa”.

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14º Prêmio Ebit: conheça os melhores do e-commerce brasileiro em 2016

Votação popular, que elegeu a loja mais querida, contou com a participação de mais de 1 milhão de consumidores

A Ebit, empresa referência em informações sobre o comércio eletrônico brasileiro, anunciou nesta quinta-feira (16) os grandes vencedores do 14º Prêmio Ebit. Foram premiadas as melhores lojas virtuais, plataformas e executivos do setor.

Pedro Guasti, CEO da Ebit, destacou a participação dos consumidores, que elegeram a loja mais querida do e-commerce. “Registramos uma participação recorde, com mais de 1 milhão de votos. Isso mostra a força da premiação e do e-commerce, que em 2016 foi um dos setores que andou na contramão da crise econômica e registrou crescimento de 7,4%. Para a Ebit, é uma honra fazer parte desse movimento”, disse.

Nas demais premiações, cujos vencedores foram escolhidos por meio de critérios técnicos e julgados por uma comissão de especialistas, as disputas também foram acirradas. “Tivemos categorias decididas por diferenças mínimas, uma delas por apenas dois votos. O nível desta edição foi altíssimo”, explicou.

A 14ª edição do Prêmio Ebit contou com o patrocínio de Rede, Dotz, PwC e Lomadee, além do apoio de 2Get, Impacta, Digitalks e Buscapé. Saiba mais em: http://www.ebit.com.br/premio-ebit/2017

Confira abaixo a lista de vencedores:

14º Prêmio Ebit – Vencedores

Melhores Lojas – Critérios Técnicos

Diamante Laranja
Submarino

Top 5 Diamante

Americanas.com
KaBuM!
Magazine Luiza
Submarino
Walmart

Ouro
Sépha

Prata
Oculum

Bronze
JF Sun Polarizados

Lojas Mais queridas – Votação Popular

Diamante
Americanas.com

Alimentos e Bebidas
Delivery Extra

Bebês e Cia
RiHappy

Casa, Decoração e Jardinagem
Loja do Mecânico

Cosméticos e Perfumaria
Natura

Livros
Saraiva

Moda e Acessórios
Posthaus

Pet Shop
Petlove

Saúde
Drogasil

Top 5 Mais Votadas

Americanas.com
KaBuM!
Natura
Nerdstore
Saraiva

Melhores Executivos de E-commerce

Diamante
Carla Maria Mita Nogueira Schymura – Shopfácil

Ouro
Debora Capobianco – Privalia

Empreendedorismo
Tiago Dalvi – Olist

Melhores Plataformas de E-commerce

Lojas grande porte
Oracle ATG

Lojas médio porte
Vtex

Lojas pequeno porte
Loja Integrada

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Embratel anuncia solução de Segurança em Cloud

A Embratel anuncia o lançamento da Internet Segura Embratel, uma solução completa de segurança totalmente gerenciada no ambiente Cloud Computing, indicada para clientes que desejam proteger o acesso de suas empresas à Internet. A nova oferta complementa e reforça o portfólio de Segurança da Embratel e poderá ser contratada a partir de R$ 239,90 por mês.

Com a Internet Segura, a Embratel integra diversas funcionalidades de segurança e controle de rede em um único dispositivo. A solução permite diversos benefícios como proteger informações e navegabilidade na Internet, criar regras específicas de acesso à Internet, priorizar o tráfego de aplicações e monitorar a rede de forma centralizada. Todas essas funcionalidades são feitas por meio de um equipamento de alto desempenho, o UTM (Gerenciamento Unificado de Ameaças).

“Esse lançamento reforça o portfólio de Segurança da Embratel e possibilita que os clientes protejam suas informações com um sistema moderno e de baixo custo”, diz Mário Rachid, Diretor Executivo de Soluções Digitais da Embratel. O executivo destaca que, na solução contratada, o cliente pode extrair relatórios facilmente pelo portal da oferta, para total visibilidade e controle de sua rede.

A nova solução da Embratel reúne as principais funcionalidades de segurança, como Firewall, QoS (regras de qualidade de serviço), filtro de conteúdo, filtro de segurança e soluções de SD-WAN (software-defined WAN). Para contratar a Internet Segura, o cliente pode escolher entre dois planos, Básico e Avançado. A nova oferta também permite a visão do tráfego por cliente, dispositivo, fabricante, aplicação e sistema operacional por meio de uma interface intuitiva. Além disso, exibe estatísticas de conectividade, principais ameaças de segurança e sites bloqueados. O cliente da Embratel também tem acesso a suporte técnico ininterrupto, 24 horas por dia, e tem a possibilidade de contratar recursos adicionais como inclusão e alteração de regras, e controles por grupos (usuários ou sub-redes).

Para contratar a Internet Segura Embratel é necessário ter um link de Internet da Embratel. Para mais informações, acesse: www.embratel.com.br/internetsegura.

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Riverbed nomeia Rosano Moraes como novo vice-presidente de vendas para a América Latina

A Riverbed Technology, fornecedora de soluções de infraestrutura que melhoram o desempenho de aplicações, nomeou Rosano Moraes como vice-presidente de Vendas para a América Latina. Moraes assume a estratégia e execução de vendas com foco em impulsionar a próxima fase de crescimento da Riverbed na região. O executivo chega à companhia num momento em que há um crescimento da oferta de soluções que visam a migração do hardware tradicional para uma nova abordagem definida por software e centralizada na nuvem, visando melhorar a experiência do usuário final e a permitir que as iniciativas de transformação digital do mercado corporativo sejam potencializadas.

Rosano Moraes é brasileiro, com mais de duas décadas de experiência em liderança de vendas de tecnologia em empresas como CA Technologies, Legent Corporation e Goal System. Teve forte atuação nas área de Gerenciamento Empresarial, Virtualização, Gerenciamento de Serviços, Automação de Serviços, Gerenciamento de Infraestrutura e Gerenciamento de Desempenho de Aplicações e Mobilidade em toda a América Latina, principalmente no Brasil, México, Argentina, Chile, Colômbia, Peru e América Central e Caribe.

“À medida que continuamos expandindo nossa plataforma e a nossa participação geográfica, Rosano traz à Riverbed um profundo conhecimento da América Latina que é fundamental ao crescimento dos nossos negócios na região”, afirma Rob Rosiello, vice-presidente sênior de vendas para as Américas na Riverbed. “É um líder de vendas qualificado e possui a expertise exigida por nossos clientes e parceiros na transição para rede definida por software e para ambiente de negócios baseado na nuvem”.

“A Riverbed tem se tornado cada vez mais relevante no apoio às empresas a realizarem suas iniciativas de transformação digital, agregando alta performance em redes baseadas na nuvem, aplicações e infraestrutura”, disse Moraes. “Estou honrado por fazer parte de uma empresa líder de inovação e uma marca de confiança e ansioso para ajudar mais clientes a se beneficiarem das soluções da Riverbed na região”, completa.

Antes de se unir ao time da Riverbed, Moraes estava na Econocom, integradora francesa, onde atuou como diretor de Inovação e Novos Negócios, estendeu a presença da empresa na América Latina e gerenciou a equipe de vendas e consultoria no Brasil. Anteriormente, atuou em vários cargos executivos e de gestão ao longo de sua carreira de 17 anos na CA Technologies.

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DealShaker lança pacote para reformar a indústria de e-commerce

Uma das maiores redes de vendas diretas do mundo, a Rede OneLife está pronta para reformar os padrões do setor, com o lançamento da versão piloto de sua nova plataforma de e-commerce – DealShaker. A nova plataforma de publicidade, que foi oficialmente lançada em 16 de fevereiro, é a primeira de sua categoria a permitir que usuários aceitem a criptomoeda OneCoin (ONE) como pagamento para produtos e serviços. A seção de compras da plataforma é a mais esperada fase do projeto, depois que os registros iniciais de comerciantes e p rodutos/serviços começaram em janeiro de 2017.

Ao ingressar na DealShaker, todos os usuários registrados não somente se toram parte da OneLife Network (Rede OneLife), mas também ganham acesso a uma rede de milhões de usuários, possibilitando a todos o anúncio de seus negócios e produtos para um mercado mundial e para um substancialmente mais amplo público de clientes potenciais. O propósito da plataforma é permitir promoções de negócios cliente-a-cliente e empresa-a-cliente, em combinações de preços em OneCoins (ONE) e dinheiro em espécie. Os usuários poderão navegar através de uma extensa seleção de ofertas, incluindo entretenimento e hobby, viagens, saúde e serviços pessoais, alimentação e bebidas, acessórios, decoração, utensílios e mais.

Isto apresenta uma chance única para que todos os usuários aproveitem o potencial intocado de um mercado recém-aberto, oferecendo um modelo de preço único, exclusivo da OneLife Network, e também expandam seu alcance, aumentem sua visibilidade e ganhem renda adicional com a oferta de seus produtos e serviços para um pool de milhões de potenciais compradores.

O que é OneCoin?

A outra moeda usada para pagamentos através da DealShaker, além de dinheiro em espécie (EUR) é a OneCoin. Essa é uma moeda digital centralizada, baseada em criptografia e criada através de um processo chamado ‘mineração’. Lembrando o número de série de uma conta em papel, cada moeda digital é única. Com seus milhões de mineradores, a OneCoin rapidamente se tornou uma das criptomoedas mais famosas do mundo.

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Gartner nomeia Sophos como lider em plataforma de endpoint pela décima vez

A Sophos, fabricante especializada em segurança de rede e endpoint, pelo décimo ano consecutive foi nomeada líder no Quadrante Mágico do Gartner na categoria Plaformas de Proteção de Endpoint (EPP). Com o lançamento recente do Intercept X, solução anti-exploit de próxima geração, e o contínuo aperfeiçoamento da Sophos Central, a plataforma de gerenciamento baseada na nuvem, a empresa garante a posição de liderança com um amplo portfólio de produtos de segurança de endpoint para combater as ameaças sofisticadas atuais.

De acordo com o relatório, a próxima onda de ciberameaças será “fileless”, ou seja, existe apenas na memória e não chega a ser instalada no disco rígido do dispositivo da vítima. “Durante anos os hackers mais experientes executaram ataques baseados em script. Os utilitários comuns do Windows, como a interface de linha de comando, PowerShell, Perl, Visual Basic, Nmap e Windows Credential Editor, podem ser explorados para comprometer máquinas sem deixar cair os arquivos executáveis, driblando todos os tipos tradicionais de detecção de arquivos maliciosos. O Gartner recomenda que “os compradores do EPP procurem fornecedores que se concentrem na proteção de exploit de memória, análise de script e indicadores de comportamento de compromisso.

“Nos últimos anos, a Sophos desenvolveu produtos que integram prevenção de ataques, análise de comportamento e a heurística de pré-execução. O lançamento do Intercept X acrescentou recursos anti-exploit e anti-ransomware sem assinatura com análise de causa-raiz para complementar e executar em conjunto com as soluções já existentes”, afirma Dan Schiappa, vice-presidente senior e gerente geral dos grupos de segurança de rede e de endpoint na Sophos. “Acreditamos que nosso posicionamento contínuo como líder neste mercado altamente competitivo reflete nossa capacidade de inovar e oferecer produtos de qualidade em resposta à mudança do cenário de ameaças”, complementa.

A Sophos continua a cumprir sua estratégia de integrar plataformas de proteção de endpoint e recursos de detecção e resposta na plataforma Sophos Central para entregar uma solução mais eficaz, apostando que esta estratégia atenda às futuras demandas de acordo com a previsão do Gartner que afirma que até 2019, as EPP e EDR serão uma única oferta, eliminando a necessidade de comprar produtos para todos os ambientes, exceto os mais especializados”.

Para baixar o relatório do Gartner (em inglês), clique aqui.

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Sua empresa está preparada para 4ª Revolução Industrial? – Por Cláudio Carvajal

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Segundo Klaus Schwab, fundador e presidente do Fórum Econômico Mundial e autor do livro The Fourth Industrial Revolution, nós já estamos vivendo a 4ª Revolução Industrial. Com ela, temos inúmeras oportunidades e desafios para as empresas. Mas afinal, você sabe o que é a 4ª Revolução Industrial? E a sua empresa? Ela está preparada para essa nova realidade?

A 1ª Revolução Industrial teve início na segunda metade do século XVIII – entre 1760 e 1840 – impulsionada pela máquina a vapor e pela construção das ferrovias e das rodovias. A 2ª Revolução começou no final do século XIX e início do século XX com a produção em massa, graças à energia elétrica e às técnicas de Administração e Produção. Já a 3ª Revolução Industrial aconteceu nos anos 1960 com a evolução da Tecnologia da Informação e da Comunicação. Finalmente, temos a 4ª Revolução Industrial – também chamada de Revolução Digital – que se iniciou na virada do milênio.

E qual é a grande novidade desta última Revolução Tecnológica? Ela tem um potencial muito maior do que as anteriores porque as tecnologias que estão sendo desenvolvidas e aplicadas na atualidade, como Inteligência Artificial, Big Data, IoT (Internet of Things), Robótica dentre outras, podem impactar diversas áreas da Ciência, de sequenciamento genético a nanotecnologia, numa velocidade muito maior do que evoluímos até o momento. A evolução científica passou a evoluir exponencialmente, enquanto no passado ela evoluía linearmente.

E como posso me preparar ou preparar minha empresa para aproveitar essas oportunidades e superar tantos novos desafios que aparecerão tão rapidamente?

Primeiro, é preciso compreender que esta Revolução está impactando os países e as empresas de modo heterogêneo. Há regiões e empresas em estágio mais avançado no uso das novas tecnologias, e outras regiões e empresas que ainda estão bem atrasadas. A primeira sugestão é analisar sua empresa e seus concorrentes para diagnosticar como ela está em relação ao uso de novas tecnologias e qual a sua capacidade de inovação em produtos e serviços.

O segundo passo é criar uma cultura organizacional favorável à criatividade e à inovação, especialmente a inovação tecnológica. O ambiente organizacional precisa se adequar aos novos tempos. E esse é um grande desafio porque envolve, em muitos casos, a reinvenção do próprio DNA da empresa, alterando a visão, a missão, os valores, a estrutura de poder, as políticas, as normas, as relações interpessoais, os processos etc. O foco principal desta transformação é tornar as organizações mais ágeis, flexíveis, dinâmicas, criativas e inovadoras de fato.

Em paralelo com o segundo passo, o terceiro passo consiste na busca pelo conhecimento das novas tecnologias – as tecnologias exponenciais – e como elas podem impactar seu negócio. É importante utilizar ferramentas de Open Innovation, inovação aberta, envolvendo pessoas e instituições externas do chamado ecossistema de empreendedorismo e inovação, para potencializar a capacidade de inovação da sua empresa. Existem metodologias e ferramentas para isso, como Hackatons (desafios de programação), Action Learning (Desafio de inovação em negócios), Labs de Inovação, dentre outras. Sua empresa precisa criar uma estratégia de inovação, incorporando essas metodologias ao seu modelo de negócios.

Finalmente, é importante criar indicadores e metas que permitam às empresas acompanhar os resultados obtidos com a gestão e a difusão da inovação corporativa. A inovação tem que estar alinhada à estratégia empresarial e à visão de futuro da empresa. Paradoxalmente, a estratégia precisa ser flexível, ajustável à rápida transformação social e econômica e ao comportamento dos concorrentes no mercado. As organizações exponenciais terão um ciclo muito menor entre a definição da estratégia, a mensuração dos resultados e o realinhamento estratégico. A busca pela potencialização da eficiência e eficácia contará cada vez mais com o apoio e a utilização das tecnologias exponenciais, como algoritmos de negócios, robôs e inteligência artificial: um novo mundo corporativo.

Prof. Dr. Cláudio Carvajal – Coordenador Acadêmico do curso de Administração, do curso de Gestão de Tecnologia da Informação, e professor nos programas de MBA da FIAP.

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Clara chega ao mercado como solução de mentoria digital para empreendedores em estágio inicial

Capacitar empreendedores para que eles possam causar impactos positivos na sociedade. Essa é a missão da Clara, que chega ao mercado como único chatbot a oferecer mentoria digital 24 horas por dia. Segundo o Global Entrepreneurship Monitor de 2015, mais da metade dos empreendedores em atividade no Brasil são iniciantes. Porém, a falta de conteúdo prático e aplicável para eles gera um enorme gap neste mercado. Foi pensando nisso que nasceu a Clara.

Com uma interface amigável e intuitiva, a Clara une conhecimento à vivência de gestores que sempre atuaram com tecnologia e aplicação de métodos inovadores. A plataforma surgiu para auxiliar e mudar a maneira dos empreendedores iniciantes adquirirem experiência sobre desafios de gestão que enfrentam no dia a dia à frente de seus negócios.

“Nós sempre acreditamos que o empreendedorismo move a sociedade para a frente, por isso, criamos a Clara. Ela funciona como uma mentora virtual que ajuda novos empreendedores no início de sua jornada profissional. Enquanto uma professora transmitiria um único conteúdo para todos usuários, a Clara recomenda conteúdo após conhecê-los melhor”, explica Daniel Pereira, CEO da plataforma.

Por meio da Clara, os profissionais dizem qual obstáculo estão enfrentando. A partir desse momento, eles receberão dois caminhos. O primeiro é a Jornada Empreendedora. Com foco educacional, essa opção cria a simulação de um caso real e o empreendedor passa a ter uma experiência mais prática para a solução de desafios. O segundo caminho são os Fóruns de Discussões dentro da plataforma, uma comunidade onde profissionais de diversos setores trocam conhecimentos e ideias de como superaram alguns desafios.

“Justamente pela nossa experiência de mais de 15 anos nesse mercado, sabemos que a jornada dos novos empresários acaba sendo muito solitária. Por isso, a plataforma une a inteligência artificial com o know-how humano, facilitando o contato com outros empreendedores e aprimorando cada vez mais o conhecimento de todo o ecossistema de ‘empreendizes’, como gostamos de chamar”, explica Pereira.

Lançada em janeiro de 2017, a Clara oferece acesso aos conteúdos por meio de uma assinatura mensal, na qual o usuário paga uma taxa de R$29,90 para usufruir de todas as funcionalidades. Além disso, a plataforma é totalmente compatível com devices mobiles, flexibilizando ainda mais a vida dos empreendizes. “Os empreendedores estão sempre na correria tentando fazer o seu negócio dar certo e têm pouco tempo para sentar à frente de um computador. Com a Clara, basta ter um smartphone conectado à internet para interagir e aprender soluções práticas para melhorar sua empresa”, comenta Pereira.

O time de gestores da Clara acredita também que a sociedade atual vive um momento de volta às origens. Durante muitos anos as pessoas resolveram tudo por meio da conversa e agora estão retomando essa prática com o advento da tecnologia e das plataformas de mensagens. “Justamente por isso, estamos confiantes de que a plataforma se transformará em um verdadeiro divisor de águas no caminho que empreendizes trilham até o sucesso”, avalia Pereira.

A expectativa é fechar 2017 com mais de 20 mil usuários e um faturamento de R$2 milhões. Além disso, o empreendedor que tiver interesse em conhecer a plataforma, pode usar sete dias de degustação gratuita e explorar a metodologia pedagógica criada pelos fundadores.

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Maior plataforma de avaliação de crédito da Ásia começa no Brasil projeto de conquistar a América

A Wecash está trazendo ao país seu modelo disruptivo de análise de risco, oferecendo às instituições financeiras brasileiras, um relatório de crédito gratuito 100 vezes mais profundo do que os produzidos pelos bureaus de crédito em atuação por aqui.

Listada entre as 100 maiores fintechs do mundo, a Wecash usa Inteligência Artificial, Machine Learning, Computação Cognitiva, Modelos Computacionais de Predição de Risco, Blockchain, Big Data, Mineração de Dados, Psicometria e Computação em Nuvem.

São Paulo, 17 de fevereiro de 2017. Após se transformar na maior plataforma de avaliação de risco de crédito da Ásia em 3 anos de existência, a Wecash chega ao Brasil com a meta de figurar, o mais rápido possível, entre as três maiores empresas de empréstimo das Américas. Considerada pela KPMG como uma das 100 melhores fintechs do mundo, a Wecash aposta na união entre as ferramentas tecnológicas mais avançadas do setor e um modelo disruptivo de negócios. Gratuito para instituições financeiras, o Relatório Wecash avalia inúmeras dimensões do relacionamento da pessoa com o dinheiro, que fica pronto em 15 minutos ou menos. Por ser gratuito, o relatório Wecash garante uma economia na ordem de bilhões de reais à receita dos bancos e instituições financeiras, mas também traz outros benefícios subjacentes, como dados pessoais validados de uma forma mais aprofundada.

O Chief Operating Officer (COO) da Wecash, o brasileiro Roger Madeira, e também responsável pela expansão da empresa na América Latina, explica que o próprio processo de remuneração da empresa é uma demonstração de confiança na eficiência de seu sistema de avaliação de crédito. Segundo ele, quando a Wecash emite seu relatório a respeito de uma pessoa para uma instituição financeira e esse cliente é aprovado para receber o empréstimo, a empresa só passa a receber uma comissão dos bancos à medida que o tomador de crédito pague as prestações assumidas. “A Wecash só é remunerada em caso de sucesso mensal da operação.”, ele diz.

Graças a este modelo, a Wecash já conta com mais de 63 milhões de usuários ativos e um valor de mercado próximo a R$ 1 bilhão. A empresa possui unidades no Vale do Silício (Estados Unidos), Pequim (China), Indonésia, Vietnam e São Paulo (Brasil).

O COO comenta que a chegada do modelo de negócios da Wecash ao Brasil ataca diretamente o primeiro problema do modelo de análise de crédito praticado no país, que é o custo da consulta à negativação das pessoas. Segundo ele, este fator resulta num prejuízo anual de bilhões de reais à receita bancária. “Esse custo encarece a concessão de crédito na medida em que ele é transferido para a taxa de juros do empréstimo. No fim, quem paga a conta é o próprio tomador”, explica.

Para o COO, o modelo de negócios da Wecash ganha relevância num momento de estagnação na concessão de crédito, como esse que estamos vivendo no Brasil atualmente. Segundo ele, ao diminuir o risco dos bancos oferecendo uma informação mais confiável e ao mesmo tempo um custo menor para a avaliação de crédito, a Wecash une com sucesso as duas pontas, o banco que deseja emprestar e a pessoa que precisa do empréstimo, porém com juros mais baixos.

Para alcançar tais resultados, a empresa construiu uma infraestrutura tecnológica para extrair, processar, relacionar e validar mais de oito mil variáveis e dados sobre cada consumidor em tempo real, o que possibilita gerar um relatório altamente detalhado sobre o perfil de risco de uma pessoa. Isto é feito com o suporte de uma plataforma integrada de avaliação de crédito e análise de risco que combina as tecnologias mais avançadas do setor: Inteligência Artificial, Machine Learning, Computação Cognitiva, Modelos Computacionais de Predição de Risco, Blockchain, Big Data, Mineração de Dados, Psicometria e Computação em Nuvem.

O produto extraído da plataforma, ou o Relatório Wecash, contém então milhares de informações extraídas de múltiplas fontes, como as relações sociais e familiares, os hábitos de consumo e gerenciamento financeiro, além de milhares de dados comportamentais. Somando tudo, o resultado é uma estratégia que reduz assimetria, inconsistência, fraudes e erros de interpretação, com uma efetividade superior a 95%. De acordo com o executivo, por meio desta gestão, as instituições conseguem ampliar suas margens de faturamento, ao mesmo tempo em que baixam as taxas de juros, reduzem custos operacionais e o tempo de aprovação, evitando a fuga de clientes e diminuindo os índices de inadimplência.

“Os bancos brasileiros atualmente consultam dois ou três sistemas, que fornecem uma visão bidimensional do risco, ou seja, apontam o tempo e as ocorrências negativas de crédito dos últimos cinco anos. Por não identificar padrões de relacionamento saudáveis da pessoa com o dinheiro, este tipo de leitura traz uma visão limitada sobre o verdadeiro potencial de consumo de crédito ou o risco do cliente”, explica o COO. “Utilizar apenas essa referência pode induzir a erros. É preciso mais dados para se tomar uma decisão lucrativa. Na Wecash, avaliamos o relacionamento que a pessoa tem com suas finanças, considerando todos os canais pelos quais a pessoa gerencia sua renda, como cartão de crédito, conta bancária, empréstimos e ativos próprios”.

A solução tecnológica da Wecash foi validada na China, um dos mercados economicamente mais complexos e competitivos do mundo. E a Wecash vislumbra o mesmo ritmo de crescimento no Brasil e espera ampla adesão dos bancos, projetando rápida expansão para Argentina, Uruguai, Chile e México.

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