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Embratel anuncia solução de Segurança em Cloud

A Embratel anuncia o lançamento da Internet Segura Embratel, uma solução completa de segurança totalmente gerenciada no ambiente Cloud Computing, indicada para clientes que desejam proteger o acesso de suas empresas à Internet. A nova oferta complementa e reforça o portfólio de Segurança da Embratel e poderá ser contratada a partir de R$ 239,90 por mês.

Com a Internet Segura, a Embratel integra diversas funcionalidades de segurança e controle de rede em um único dispositivo. A solução permite diversos benefícios como proteger informações e navegabilidade na Internet, criar regras específicas de acesso à Internet, priorizar o tráfego de aplicações e monitorar a rede de forma centralizada. Todas essas funcionalidades são feitas por meio de um equipamento de alto desempenho, o UTM (Gerenciamento Unificado de Ameaças).

“Esse lançamento reforça o portfólio de Segurança da Embratel e possibilita que os clientes protejam suas informações com um sistema moderno e de baixo custo”, diz Mário Rachid, Diretor Executivo de Soluções Digitais da Embratel. O executivo destaca que, na solução contratada, o cliente pode extrair relatórios facilmente pelo portal da oferta, para total visibilidade e controle de sua rede.

A nova solução da Embratel reúne as principais funcionalidades de segurança, como Firewall, QoS (regras de qualidade de serviço), filtro de conteúdo, filtro de segurança e soluções de SD-WAN (software-defined WAN). Para contratar a Internet Segura, o cliente pode escolher entre dois planos, Básico e Avançado. A nova oferta também permite a visão do tráfego por cliente, dispositivo, fabricante, aplicação e sistema operacional por meio de uma interface intuitiva. Além disso, exibe estatísticas de conectividade, principais ameaças de segurança e sites bloqueados. O cliente da Embratel também tem acesso a suporte técnico ininterrupto, 24 horas por dia, e tem a possibilidade de contratar recursos adicionais como inclusão e alteração de regras, e controles por grupos (usuários ou sub-redes).

Para contratar a Internet Segura Embratel é necessário ter um link de Internet da Embratel. Para mais informações, acesse: www.embratel.com.br/internetsegura.

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Riverbed nomeia Rosano Moraes como novo vice-presidente de vendas para a América Latina

A Riverbed Technology, fornecedora de soluções de infraestrutura que melhoram o desempenho de aplicações, nomeou Rosano Moraes como vice-presidente de Vendas para a América Latina. Moraes assume a estratégia e execução de vendas com foco em impulsionar a próxima fase de crescimento da Riverbed na região. O executivo chega à companhia num momento em que há um crescimento da oferta de soluções que visam a migração do hardware tradicional para uma nova abordagem definida por software e centralizada na nuvem, visando melhorar a experiência do usuário final e a permitir que as iniciativas de transformação digital do mercado corporativo sejam potencializadas.

Rosano Moraes é brasileiro, com mais de duas décadas de experiência em liderança de vendas de tecnologia em empresas como CA Technologies, Legent Corporation e Goal System. Teve forte atuação nas área de Gerenciamento Empresarial, Virtualização, Gerenciamento de Serviços, Automação de Serviços, Gerenciamento de Infraestrutura e Gerenciamento de Desempenho de Aplicações e Mobilidade em toda a América Latina, principalmente no Brasil, México, Argentina, Chile, Colômbia, Peru e América Central e Caribe.

“À medida que continuamos expandindo nossa plataforma e a nossa participação geográfica, Rosano traz à Riverbed um profundo conhecimento da América Latina que é fundamental ao crescimento dos nossos negócios na região”, afirma Rob Rosiello, vice-presidente sênior de vendas para as Américas na Riverbed. “É um líder de vendas qualificado e possui a expertise exigida por nossos clientes e parceiros na transição para rede definida por software e para ambiente de negócios baseado na nuvem”.

“A Riverbed tem se tornado cada vez mais relevante no apoio às empresas a realizarem suas iniciativas de transformação digital, agregando alta performance em redes baseadas na nuvem, aplicações e infraestrutura”, disse Moraes. “Estou honrado por fazer parte de uma empresa líder de inovação e uma marca de confiança e ansioso para ajudar mais clientes a se beneficiarem das soluções da Riverbed na região”, completa.

Antes de se unir ao time da Riverbed, Moraes estava na Econocom, integradora francesa, onde atuou como diretor de Inovação e Novos Negócios, estendeu a presença da empresa na América Latina e gerenciou a equipe de vendas e consultoria no Brasil. Anteriormente, atuou em vários cargos executivos e de gestão ao longo de sua carreira de 17 anos na CA Technologies.

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DealShaker lança pacote para reformar a indústria de e-commerce

Uma das maiores redes de vendas diretas do mundo, a Rede OneLife está pronta para reformar os padrões do setor, com o lançamento da versão piloto de sua nova plataforma de e-commerce – DealShaker. A nova plataforma de publicidade, que foi oficialmente lançada em 16 de fevereiro, é a primeira de sua categoria a permitir que usuários aceitem a criptomoeda OneCoin (ONE) como pagamento para produtos e serviços. A seção de compras da plataforma é a mais esperada fase do projeto, depois que os registros iniciais de comerciantes e p rodutos/serviços começaram em janeiro de 2017.

Ao ingressar na DealShaker, todos os usuários registrados não somente se toram parte da OneLife Network (Rede OneLife), mas também ganham acesso a uma rede de milhões de usuários, possibilitando a todos o anúncio de seus negócios e produtos para um mercado mundial e para um substancialmente mais amplo público de clientes potenciais. O propósito da plataforma é permitir promoções de negócios cliente-a-cliente e empresa-a-cliente, em combinações de preços em OneCoins (ONE) e dinheiro em espécie. Os usuários poderão navegar através de uma extensa seleção de ofertas, incluindo entretenimento e hobby, viagens, saúde e serviços pessoais, alimentação e bebidas, acessórios, decoração, utensílios e mais.

Isto apresenta uma chance única para que todos os usuários aproveitem o potencial intocado de um mercado recém-aberto, oferecendo um modelo de preço único, exclusivo da OneLife Network, e também expandam seu alcance, aumentem sua visibilidade e ganhem renda adicional com a oferta de seus produtos e serviços para um pool de milhões de potenciais compradores.

O que é OneCoin?

A outra moeda usada para pagamentos através da DealShaker, além de dinheiro em espécie (EUR) é a OneCoin. Essa é uma moeda digital centralizada, baseada em criptografia e criada através de um processo chamado ‘mineração’. Lembrando o número de série de uma conta em papel, cada moeda digital é única. Com seus milhões de mineradores, a OneCoin rapidamente se tornou uma das criptomoedas mais famosas do mundo.

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Gartner nomeia Sophos como lider em plataforma de endpoint pela décima vez

A Sophos, fabricante especializada em segurança de rede e endpoint, pelo décimo ano consecutive foi nomeada líder no Quadrante Mágico do Gartner na categoria Plaformas de Proteção de Endpoint (EPP). Com o lançamento recente do Intercept X, solução anti-exploit de próxima geração, e o contínuo aperfeiçoamento da Sophos Central, a plataforma de gerenciamento baseada na nuvem, a empresa garante a posição de liderança com um amplo portfólio de produtos de segurança de endpoint para combater as ameaças sofisticadas atuais.

De acordo com o relatório, a próxima onda de ciberameaças será “fileless”, ou seja, existe apenas na memória e não chega a ser instalada no disco rígido do dispositivo da vítima. “Durante anos os hackers mais experientes executaram ataques baseados em script. Os utilitários comuns do Windows, como a interface de linha de comando, PowerShell, Perl, Visual Basic, Nmap e Windows Credential Editor, podem ser explorados para comprometer máquinas sem deixar cair os arquivos executáveis, driblando todos os tipos tradicionais de detecção de arquivos maliciosos. O Gartner recomenda que “os compradores do EPP procurem fornecedores que se concentrem na proteção de exploit de memória, análise de script e indicadores de comportamento de compromisso.

“Nos últimos anos, a Sophos desenvolveu produtos que integram prevenção de ataques, análise de comportamento e a heurística de pré-execução. O lançamento do Intercept X acrescentou recursos anti-exploit e anti-ransomware sem assinatura com análise de causa-raiz para complementar e executar em conjunto com as soluções já existentes”, afirma Dan Schiappa, vice-presidente senior e gerente geral dos grupos de segurança de rede e de endpoint na Sophos. “Acreditamos que nosso posicionamento contínuo como líder neste mercado altamente competitivo reflete nossa capacidade de inovar e oferecer produtos de qualidade em resposta à mudança do cenário de ameaças”, complementa.

A Sophos continua a cumprir sua estratégia de integrar plataformas de proteção de endpoint e recursos de detecção e resposta na plataforma Sophos Central para entregar uma solução mais eficaz, apostando que esta estratégia atenda às futuras demandas de acordo com a previsão do Gartner que afirma que até 2019, as EPP e EDR serão uma única oferta, eliminando a necessidade de comprar produtos para todos os ambientes, exceto os mais especializados”.

Para baixar o relatório do Gartner (em inglês), clique aqui.

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Sua empresa está preparada para 4ª Revolução Industrial? – Por Cláudio Carvajal

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Segundo Klaus Schwab, fundador e presidente do Fórum Econômico Mundial e autor do livro The Fourth Industrial Revolution, nós já estamos vivendo a 4ª Revolução Industrial. Com ela, temos inúmeras oportunidades e desafios para as empresas. Mas afinal, você sabe o que é a 4ª Revolução Industrial? E a sua empresa? Ela está preparada para essa nova realidade?

A 1ª Revolução Industrial teve início na segunda metade do século XVIII – entre 1760 e 1840 – impulsionada pela máquina a vapor e pela construção das ferrovias e das rodovias. A 2ª Revolução começou no final do século XIX e início do século XX com a produção em massa, graças à energia elétrica e às técnicas de Administração e Produção. Já a 3ª Revolução Industrial aconteceu nos anos 1960 com a evolução da Tecnologia da Informação e da Comunicação. Finalmente, temos a 4ª Revolução Industrial – também chamada de Revolução Digital – que se iniciou na virada do milênio.

E qual é a grande novidade desta última Revolução Tecnológica? Ela tem um potencial muito maior do que as anteriores porque as tecnologias que estão sendo desenvolvidas e aplicadas na atualidade, como Inteligência Artificial, Big Data, IoT (Internet of Things), Robótica dentre outras, podem impactar diversas áreas da Ciência, de sequenciamento genético a nanotecnologia, numa velocidade muito maior do que evoluímos até o momento. A evolução científica passou a evoluir exponencialmente, enquanto no passado ela evoluía linearmente.

E como posso me preparar ou preparar minha empresa para aproveitar essas oportunidades e superar tantos novos desafios que aparecerão tão rapidamente?

Primeiro, é preciso compreender que esta Revolução está impactando os países e as empresas de modo heterogêneo. Há regiões e empresas em estágio mais avançado no uso das novas tecnologias, e outras regiões e empresas que ainda estão bem atrasadas. A primeira sugestão é analisar sua empresa e seus concorrentes para diagnosticar como ela está em relação ao uso de novas tecnologias e qual a sua capacidade de inovação em produtos e serviços.

O segundo passo é criar uma cultura organizacional favorável à criatividade e à inovação, especialmente a inovação tecnológica. O ambiente organizacional precisa se adequar aos novos tempos. E esse é um grande desafio porque envolve, em muitos casos, a reinvenção do próprio DNA da empresa, alterando a visão, a missão, os valores, a estrutura de poder, as políticas, as normas, as relações interpessoais, os processos etc. O foco principal desta transformação é tornar as organizações mais ágeis, flexíveis, dinâmicas, criativas e inovadoras de fato.

Em paralelo com o segundo passo, o terceiro passo consiste na busca pelo conhecimento das novas tecnologias – as tecnologias exponenciais – e como elas podem impactar seu negócio. É importante utilizar ferramentas de Open Innovation, inovação aberta, envolvendo pessoas e instituições externas do chamado ecossistema de empreendedorismo e inovação, para potencializar a capacidade de inovação da sua empresa. Existem metodologias e ferramentas para isso, como Hackatons (desafios de programação), Action Learning (Desafio de inovação em negócios), Labs de Inovação, dentre outras. Sua empresa precisa criar uma estratégia de inovação, incorporando essas metodologias ao seu modelo de negócios.

Finalmente, é importante criar indicadores e metas que permitam às empresas acompanhar os resultados obtidos com a gestão e a difusão da inovação corporativa. A inovação tem que estar alinhada à estratégia empresarial e à visão de futuro da empresa. Paradoxalmente, a estratégia precisa ser flexível, ajustável à rápida transformação social e econômica e ao comportamento dos concorrentes no mercado. As organizações exponenciais terão um ciclo muito menor entre a definição da estratégia, a mensuração dos resultados e o realinhamento estratégico. A busca pela potencialização da eficiência e eficácia contará cada vez mais com o apoio e a utilização das tecnologias exponenciais, como algoritmos de negócios, robôs e inteligência artificial: um novo mundo corporativo.

Prof. Dr. Cláudio Carvajal – Coordenador Acadêmico do curso de Administração, do curso de Gestão de Tecnologia da Informação, e professor nos programas de MBA da FIAP.

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Clara chega ao mercado como solução de mentoria digital para empreendedores em estágio inicial

Capacitar empreendedores para que eles possam causar impactos positivos na sociedade. Essa é a missão da Clara, que chega ao mercado como único chatbot a oferecer mentoria digital 24 horas por dia. Segundo o Global Entrepreneurship Monitor de 2015, mais da metade dos empreendedores em atividade no Brasil são iniciantes. Porém, a falta de conteúdo prático e aplicável para eles gera um enorme gap neste mercado. Foi pensando nisso que nasceu a Clara.

Com uma interface amigável e intuitiva, a Clara une conhecimento à vivência de gestores que sempre atuaram com tecnologia e aplicação de métodos inovadores. A plataforma surgiu para auxiliar e mudar a maneira dos empreendedores iniciantes adquirirem experiência sobre desafios de gestão que enfrentam no dia a dia à frente de seus negócios.

“Nós sempre acreditamos que o empreendedorismo move a sociedade para a frente, por isso, criamos a Clara. Ela funciona como uma mentora virtual que ajuda novos empreendedores no início de sua jornada profissional. Enquanto uma professora transmitiria um único conteúdo para todos usuários, a Clara recomenda conteúdo após conhecê-los melhor”, explica Daniel Pereira, CEO da plataforma.

Por meio da Clara, os profissionais dizem qual obstáculo estão enfrentando. A partir desse momento, eles receberão dois caminhos. O primeiro é a Jornada Empreendedora. Com foco educacional, essa opção cria a simulação de um caso real e o empreendedor passa a ter uma experiência mais prática para a solução de desafios. O segundo caminho são os Fóruns de Discussões dentro da plataforma, uma comunidade onde profissionais de diversos setores trocam conhecimentos e ideias de como superaram alguns desafios.

“Justamente pela nossa experiência de mais de 15 anos nesse mercado, sabemos que a jornada dos novos empresários acaba sendo muito solitária. Por isso, a plataforma une a inteligência artificial com o know-how humano, facilitando o contato com outros empreendedores e aprimorando cada vez mais o conhecimento de todo o ecossistema de ‘empreendizes’, como gostamos de chamar”, explica Pereira.

Lançada em janeiro de 2017, a Clara oferece acesso aos conteúdos por meio de uma assinatura mensal, na qual o usuário paga uma taxa de R$29,90 para usufruir de todas as funcionalidades. Além disso, a plataforma é totalmente compatível com devices mobiles, flexibilizando ainda mais a vida dos empreendizes. “Os empreendedores estão sempre na correria tentando fazer o seu negócio dar certo e têm pouco tempo para sentar à frente de um computador. Com a Clara, basta ter um smartphone conectado à internet para interagir e aprender soluções práticas para melhorar sua empresa”, comenta Pereira.

O time de gestores da Clara acredita também que a sociedade atual vive um momento de volta às origens. Durante muitos anos as pessoas resolveram tudo por meio da conversa e agora estão retomando essa prática com o advento da tecnologia e das plataformas de mensagens. “Justamente por isso, estamos confiantes de que a plataforma se transformará em um verdadeiro divisor de águas no caminho que empreendizes trilham até o sucesso”, avalia Pereira.

A expectativa é fechar 2017 com mais de 20 mil usuários e um faturamento de R$2 milhões. Além disso, o empreendedor que tiver interesse em conhecer a plataforma, pode usar sete dias de degustação gratuita e explorar a metodologia pedagógica criada pelos fundadores.

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Maior plataforma de avaliação de crédito da Ásia começa no Brasil projeto de conquistar a América

A Wecash está trazendo ao país seu modelo disruptivo de análise de risco, oferecendo às instituições financeiras brasileiras, um relatório de crédito gratuito 100 vezes mais profundo do que os produzidos pelos bureaus de crédito em atuação por aqui.

Listada entre as 100 maiores fintechs do mundo, a Wecash usa Inteligência Artificial, Machine Learning, Computação Cognitiva, Modelos Computacionais de Predição de Risco, Blockchain, Big Data, Mineração de Dados, Psicometria e Computação em Nuvem.

São Paulo, 17 de fevereiro de 2017. Após se transformar na maior plataforma de avaliação de risco de crédito da Ásia em 3 anos de existência, a Wecash chega ao Brasil com a meta de figurar, o mais rápido possível, entre as três maiores empresas de empréstimo das Américas. Considerada pela KPMG como uma das 100 melhores fintechs do mundo, a Wecash aposta na união entre as ferramentas tecnológicas mais avançadas do setor e um modelo disruptivo de negócios. Gratuito para instituições financeiras, o Relatório Wecash avalia inúmeras dimensões do relacionamento da pessoa com o dinheiro, que fica pronto em 15 minutos ou menos. Por ser gratuito, o relatório Wecash garante uma economia na ordem de bilhões de reais à receita dos bancos e instituições financeiras, mas também traz outros benefícios subjacentes, como dados pessoais validados de uma forma mais aprofundada.

O Chief Operating Officer (COO) da Wecash, o brasileiro Roger Madeira, e também responsável pela expansão da empresa na América Latina, explica que o próprio processo de remuneração da empresa é uma demonstração de confiança na eficiência de seu sistema de avaliação de crédito. Segundo ele, quando a Wecash emite seu relatório a respeito de uma pessoa para uma instituição financeira e esse cliente é aprovado para receber o empréstimo, a empresa só passa a receber uma comissão dos bancos à medida que o tomador de crédito pague as prestações assumidas. “A Wecash só é remunerada em caso de sucesso mensal da operação.”, ele diz.

Graças a este modelo, a Wecash já conta com mais de 63 milhões de usuários ativos e um valor de mercado próximo a R$ 1 bilhão. A empresa possui unidades no Vale do Silício (Estados Unidos), Pequim (China), Indonésia, Vietnam e São Paulo (Brasil).

O COO comenta que a chegada do modelo de negócios da Wecash ao Brasil ataca diretamente o primeiro problema do modelo de análise de crédito praticado no país, que é o custo da consulta à negativação das pessoas. Segundo ele, este fator resulta num prejuízo anual de bilhões de reais à receita bancária. “Esse custo encarece a concessão de crédito na medida em que ele é transferido para a taxa de juros do empréstimo. No fim, quem paga a conta é o próprio tomador”, explica.

Para o COO, o modelo de negócios da Wecash ganha relevância num momento de estagnação na concessão de crédito, como esse que estamos vivendo no Brasil atualmente. Segundo ele, ao diminuir o risco dos bancos oferecendo uma informação mais confiável e ao mesmo tempo um custo menor para a avaliação de crédito, a Wecash une com sucesso as duas pontas, o banco que deseja emprestar e a pessoa que precisa do empréstimo, porém com juros mais baixos.

Para alcançar tais resultados, a empresa construiu uma infraestrutura tecnológica para extrair, processar, relacionar e validar mais de oito mil variáveis e dados sobre cada consumidor em tempo real, o que possibilita gerar um relatório altamente detalhado sobre o perfil de risco de uma pessoa. Isto é feito com o suporte de uma plataforma integrada de avaliação de crédito e análise de risco que combina as tecnologias mais avançadas do setor: Inteligência Artificial, Machine Learning, Computação Cognitiva, Modelos Computacionais de Predição de Risco, Blockchain, Big Data, Mineração de Dados, Psicometria e Computação em Nuvem.

O produto extraído da plataforma, ou o Relatório Wecash, contém então milhares de informações extraídas de múltiplas fontes, como as relações sociais e familiares, os hábitos de consumo e gerenciamento financeiro, além de milhares de dados comportamentais. Somando tudo, o resultado é uma estratégia que reduz assimetria, inconsistência, fraudes e erros de interpretação, com uma efetividade superior a 95%. De acordo com o executivo, por meio desta gestão, as instituições conseguem ampliar suas margens de faturamento, ao mesmo tempo em que baixam as taxas de juros, reduzem custos operacionais e o tempo de aprovação, evitando a fuga de clientes e diminuindo os índices de inadimplência.

“Os bancos brasileiros atualmente consultam dois ou três sistemas, que fornecem uma visão bidimensional do risco, ou seja, apontam o tempo e as ocorrências negativas de crédito dos últimos cinco anos. Por não identificar padrões de relacionamento saudáveis da pessoa com o dinheiro, este tipo de leitura traz uma visão limitada sobre o verdadeiro potencial de consumo de crédito ou o risco do cliente”, explica o COO. “Utilizar apenas essa referência pode induzir a erros. É preciso mais dados para se tomar uma decisão lucrativa. Na Wecash, avaliamos o relacionamento que a pessoa tem com suas finanças, considerando todos os canais pelos quais a pessoa gerencia sua renda, como cartão de crédito, conta bancária, empréstimos e ativos próprios”.

A solução tecnológica da Wecash foi validada na China, um dos mercados economicamente mais complexos e competitivos do mundo. E a Wecash vislumbra o mesmo ritmo de crescimento no Brasil e espera ampla adesão dos bancos, projetando rápida expansão para Argentina, Uruguai, Chile e México.

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FEBRABAN lança canal “Você e o Banco”

O portal Meu Bolso em Dia, da FEBRABAN – Federação Brasileira de Bancos, colocou no ar o canal “Você e o Banco”. Servindo como um amplo guia informativo sobre o papel dos bancos na vida das pessoas, na economia e na sociedade de modo geral, a plataforma traz a história dos bancos no País, detalhes sobre o funcionamento das agências e todos os demais canais de atendimento bancário, informações sobre os produtos e serviços oferecidos, entre outros assuntos importantes.

“Nosso objetivo também é facilitar o esclarecimento das dúvidas que as pessoas geralmente possuem quanto a questões que envolvem segurança bancária, meios eletrônicos, o que são os juros e como os bancos funcionam, por exemplo. Cada aspecto é explicado com uma linguagem direta, simples e dinâmica e que também possibilita um aprofundamento no tema, caso o leitor deseje”, afirma o diretor de Educação Financeira da FEBRABAN, Fábio Moraes.

O “Você e o Banco” oferece ainda links de acesso a informações relevantes no portal do Banco Central, de outras entidades do setor financeiro, além de demais conteúdos no próprio portal Meu Bolso em Dia, revista Ciab FEBRABAN e site da FEBRABAN. A ideia é oferecer caminhos para os interessados aprofundarem seus conhecimentos sobre os assuntos apresentados de maneira mais prática e lúdica por meio do portal.

Sobre o Programa Meu Bolso em Dia

Lançado em março de 2010, o Programa Meu Bolso em Dia oferece informações didáticas sobre finanças pessoais para que as pessoas possam tomar decisões conscientes, quando relacionadas ao uso do dinheiro, do crédito e de bens financiados. O portal oferece ferramentas como o simulador de sonhos, tabelas para controlar os gastos de acordo com o público (estudantes, donas de casa, famílias e aposentados), enquetes, dicas de economia, aplicativos que ajudam no planejamento financeiro e orçamentário da pessoa, da família e do negócio, aplicativos que estimulam o consumo consciente, além de um canal com conteúdo exclusivo para empreendedores.

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Programa global da SAP abre oportunidades de estágio para pessoas com autismo no Rio de Janeiro

Em parceria com a Specialisterne, empresa que proporciona a inclusão de pessoas com autismo em ambientes corporativos, a SAP dá início, no Rio de Janeiro, a partir de março, ao programa Autism at Work. A iniciativa promove cursos de formação de consultores para pessoas com diagnóstico de TEA (Transtorno do Espectro do Autismo). Nessa primeira etapa, os que se formarem já concorrem a duas vagas de estágio. Em todo o mundo, desde seu lançamento em 2013, o Programa Autism at Work promoveu a contratação de 100 empregados nas subsidiárias SAP, seis deles no Brasil.

Segundo dados da ONU, um em cada 68 indivíduos apresenta algum transtorno do espectro do autismo, sendo que 80% está desempregado. O projeto da SAP tem como objetivo promover a inclusão dos diagnosticados com TEA no mercado de trabalho.

Informações gerais:

Duração do programa: 4 semanas, com possibilidade de contratação, ao final, para um estágio
Idade mínima: 18 anos
Perfil do público: estudantes com motivação para estagiar na SAP, com diagnóstico de TEA. É desejável que o candidato tenha conhecimento em Excel e na língua Inglesa.
Formação necessária: cursando Ensino Superior – a partir do primeiro semestre.
Para participar do programa, os interessados devem entrar em contato com Fernanda Lima, diretora de formação, pelo e-mail: fernanda.lima@specialisterne.com

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Volume de impostos no Simples Nacional inviabiliza crescimento de provedor regional, aponta estudo da ABRINT e do IBPT

Um estudo divulgado nesta quinta-feira (16) indica que o lucro presumido de um provedor de internet regional, que passa pelo desenquadramento do Simples Nacional, fica cerca de 1% acima da inflação. A pesquisa é uma parceria entre a Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações (ABRINT) e o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT).

Quando a empresa deixa de ser enquadrada no Simples Nacional, isto é, quando deixa de ser de micro ou pequeno porte, a cobrança dos impostos passa de cerca de 4% para 24%, baixando o lucro de aproximadamente 20% para 7,5%, pouco acima da inflação do país, que fechou 2016 a 6,3%. Essa margem impossibilitaria a existência do negócio, fazendo do crescimento da empresa um obstáculo para sua continuidade.

“Os números são assustadores para os provedores locais. Essas empresas estão ameaçadas pela carga tributária, o que coloca em risco o desenvolvimento da banda larga no país. De acordo com a ANATEL, os provedores regionais foram responsáveis por 35% dos novos acessos em 2016”, ressalta Erich Rodrigues, presidente da ABRINT.

O levantamento também traz questões ligadas à empregabilidade, segundo os quais o setor de setores Serviço de Comunicação Multimídia (SCM) e Serviço de Valor Agregado (SVA) apresentaram alta de 42,9% de 2012 para 2016. Já Tecnologia da Informação teve aumento de 6,15% no mesmo período.

Além disso, o crescimento do número de empresas foi de 28,6%%, de 81,1 mil em 2012 para 104,3 mil empresas; em 2016, sendo que os setores SCM e SVA cresceram 40,4% e, de Tecnologia da Informação 27,6%. Quando analisado por Estado, São Paulo tem o maior número: 17,9% das empresas das atividades SCM e SVA e 49,9% das empresas de Tecnologia da Informação. A soma das cinco Unidades Federais com maior concentração (SP, RJ, MG, PR e RS) correspondem a 79,2% do total de empresas do segmento em 2016.

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Gartner explica o papel dos CIOs na conscientização do uso seguro da Nuvem

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, explica que, em um mundo no qual os furos de segurança nas grandes empresas dominam as manchetes, o desafio não está na proteção da Nuvem em si, mas nas políticas e tecnologias para defesa e controle da tecnologia Cloud.

Embora a maioria das empresas esteja familiarizada ou pelo menos tenha uma ideia do que é Cloud Computing (Armazenamento em Nuvem), ainda há muita confusão e conceitos equivocados sobre o que a plataforma tem a oferecer. Os analistas do Gartner debaterão a ambiguidade que cerca a computação em Nuvem na Conferência Infraestrutura, Operações de TI e Data Center 2017, que acontece em São Paulo nos dias 25 e 26 de abril. Na visão dos especialistas do Gartner, o mercado brasileiro precisa acabar com as incertezas que possui em relação à Cloud para que as companhias cresçam usando essa tecnologia.

“A computação em Nuvem continua sendo popular e amplamente incompreendida. Os questionamentos sobre o que ela entrega para uma empresa são um misto de preocupações reais e fictícias com relação à segurança e ao controle dos seus diferentes modelos”, explica Jay Heiser, Vice-Presidente de Pesquisas do Gartner.

Estudos do Gartner apontam que, até 2018, 60% das empresas que implementarem ferramentas apropriadas de visibilidade e controle da Nuvem obterão um terço a menos de falhas. A migração das cargas de trabalho para essa plataforma não implica em perda da segurança. Na verdade, os fornecedores de IaaS em Nuvem oferecem recursos que garantem aos usuários acesso às informações de que eles precisam e permitem que eles acompanhem detalhes sobre “quem, o que, quando e onde”. As empresas ganham muito com a segurança em Cloud.

O Gartner prevê que, até 2020, a Nuvem Pública para infraestrutura como serviço (IaaS, do termo em inglês Infrastructure as a Service) apresentará no mínimo 60% menos incidentes de segurança do que os Data Centers convencionais. O Gartner também concluiu que a estratégia dos grandes fornecedores da plataforma é tão boa ou até melhor do que a da maioria dos Data Centers corporativos e que a segurança não deve ser mais considerada uma razão forte contra a adoção de serviços em Nuvem Pública. Entretanto, essa mudança não é tão simples quanto migrar atividades de dentro da companhia para Cloud e as equipes de segurança precisam alavancar a infraestrutura programática do modelo IaaS na Nuvem Pública. A automação máxima dos processos removerá o potencial erro humano, normalmente responsável por ataques de segurança desastrosos. Os Data Centers corporativos também poderiam ser automatizados, mas normalmente não oferecem a infraestrutura programática necessária.

A utilização de IaaS terá uma taxa de adoção lenta e nem todos os fornecedores de IaaS terão soluções compatíveis com a plataforma em Nuvem Pública. Os líderes de segurança e gerenciamento de riscos devem usar os recursos nativos dos fornecedores de IaaS e integrar testes de aplicações e outras funcionalidades de reconhecimento de vulnerabilidade ao ciclo de implementação.

A computação em Nuvem reduz o escopo da segurança em geral e exige que os clientes gerenciem parte da estrutura de computação de acordo com o modelo de responsabilidade compartilhada. É uma boa oportunidade para novos tipos de abordagens e para a adoção de um novo método para proteger as informações. A Nuvem requer uma postura diferente em relação à segurança, e os hábitos e formatos para proteção dos dados dentro da empresa não vão funcionar bem para as informações armazenadas nessa nova plataforma.

Os líderes de segurança e gerenciamento de riscos devem orientar e ensinar suas equipes e times de Infraestrutura e Operações (I&O) sobre os recursos de controle e de visibilidade nativa oferecidos pelos fabricantes de ambientes em Nuvem. É preciso procurar ferramentas habilitadas que melhorem a visibilidade para que a segurança diária fique a cargo das equipes de Segurança e de I&O, e não dos desenvolvedores.

Executivos de TI interessados no tema poderão obter mais informações na Conferência Gartner Infraestrutura de TI, Operações & Data Center 2017 que ajudará os líderes estratégicos de TI na busca pela excelência operacional com a oferta de serviços confiáveis, melhorando os níveis de produtividade e inovação. O evento vai abordar onde Cloud se encaixa na estratégia de Data Center, implicações da agenda do CIO nas áreas de Infraestrutura e Operações, o cenário de armazenamento para os próximos cinco anos, desafios e oportunidades no mercado de TI no Brasil e como alavancar os serviços de Cloud e Data Center para transformar as empresas em um negócio digital.

Conferência Gartner Infraestrutura de TI, Operações & Data Center 2017

Data: 25 e 26 de abril (Terça e Quarta-feira)
Local: Sheraton São Paulo WTC Hotel – Av. das Nações Unidas, nº 12.559, São Paulo/SP
Site: http://www.gartner.com/events/pt/la/data-center

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Indústria brasileira de Defesa discute maior presença no mercado internacional

O Brasil tem uma ativa indústria da defesa e os números atestam isso. Só em 2014, por exemplo, o faturamento do setor foi de aproximadamente R$ 200 bilhões, representando 3,7% do PIB. Segundo informações da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Defesa e Segurança (ABIMDE), o setor emprega 150 mil trabalhadores e, para cada R$ 1 investido no segmento, o governo arrecada R$ 0,55 em impostos, índice acima da média nacional.

Mesmo com os bons resultados internos, a meta é, no entanto, tornar o país um dos cinco maiores players de defesa do mundo. O Instituto de Pesquisa sobre a Paz Internacional de Estocolmo, na Suécia (Sipri, em inglês), aponta que o Brasil, entre 2001 e 2015, colocou-se como o 25º maior exportador de produtos de defesa na lista da entidade.

O desafio é grande, mas o potencial também, já que a base industrial de defesa brasileira é composta por áreas que exigem alta tecnologia tais como sistemas eletrônicos e sistemas de comando e controle, plataformas militares naval, aeroespacial e terrestre e propulsão nuclear. Vale lembrar que algumas tecnologias que hoje são parte do dia-a-dia de civis foram desenvolvidas para fins militares como forno de microondas, GPS ou mesmo as câmeras digitais.

E como tornar, então, a indústria nacional mais competitiva e com presença no mercado internacional? Estas são questões que fazem parte do V Seminário de Defesa LAAD, encontro que acontece de durante a LAAD Defence & Security 2017, em Abril, no Rio de Janeiro e abordará temas como “Estratégia para a Implementação de Acordos de Compensação (Offset) nas Aquisições Internacionais” e o “O Braço Empresarial das Forças Armadas e o Papel da Indústria de Defesa na Economia Globalizada”.

“Discutir a participação da indústria brasileira no comércio mundial de produtos de defesa é um aspecto importante, tanto do ponto de vista estratégico quanto econômico, uma vez que o setor emprega cerca de 150 mil trabalhadores com um salário médio de R$ 4.100, enquanto a média nacional é de R$ 1.943,00”, observa Sergio Jardim, diretor geral da Clarion Events Brasil, organizadora do evento, pontuando informações divulgadas recentemente pela ABIMDE.

Os outros temas que compõem a programação do V Seminário de Defesa LAAD são: “Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO)”, “Guerra Híbrida no Contexto Brasileiro”, “Os Projetos Estratégicos de Defesa das Forças Armadas”, “Política Nacional de Inteligência (PNI) e SISBIN”, “Segurança das informações nas transmissões e as evoluções com o novo Satélite de comunicação e defesa brasileiro” e “Ampliação da Projeção do Brasil no cenário internacional por meio da Cooperação Militar”.

Já confirmaram presença no seminário o superintendente do DGEPEM (Diretoria de Gestão de Programas Estratégicos da Marinha), contra-almirante Petrônio Augusto Siqueira de Aguiar; o general de Divisão da Reserva do Exército Brasileiro, Carlos Alberto Silva Pinto; Antonio Jorge Ramalho da Rocha, da Escola Sul-Americana de Defesa da Unasul; o vice-chefe de Logística do Ministério da Defesa, general Adalmir Manoel Domingos; o comandante do Centro Conjunto de Operações de Paz do Brasil (CCOPAB), coronel Carlos Augusto Ramires Teixeira; o coordenador geral para Assuntos de Defesa do Ministério das Relações Exteriores, coronel Hélio Franchini Neto; e o general da Primeira Divisão do Exército, Mauro Sinott Lopes.

A programação completa do V Seminário de Defesa pode ser consultada em http://www.laadexpo.com.br/files/forms/v-seminario-defesa-laad-2017.pdf

LAAD Defence & Security 2017 – Feira Internacional de Defesa e Segurança

Data: 04 a 07 de abril
Local: Riocentro – Av. Salvador Allende, 6.555 – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro – RJ
Horário da Exposição: 04 a 06 de Abril – das 10h às 18h / 07 de Abril – das 10h às 17h
Horário dos Seminários: 04 de Abril – das 14h às 17h / 05 e 06 de Abril – das 10h às 17h

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