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Sucesso ou fracasso determinados pela Gestão no Terceiro Setor

As entidades sem fins lucrativos empenhadas em ações sociais têm longa existência no Brasil, entretanto, nas últimas décadas, têm se multiplicado com rapidez, tornando o Terceiro Setor, um importante pilar da sociedade, ao lado do Estado e do setor privado.

O Terceiro Setor é composto por entidades sem fins lucrativos, que desenvolvem ações e atividades voltadas para o bem estar da população. Devido a essa característica, muitas vezes, a falta de gestão nessas entidades, podem levá-las ao fracasso.

Ao abrir ou administrar uma organização não governamental é necessário ter em mente que essas entidades, como qualquer outra empresa, necessita de uma gestão de qualidade, levando em conta conceitos como eficiência, eficácia e produtividade, ou seja, não basta apenas ter boa vontade em ajudar a sociedade, é preciso pensar de forma estratégica e profissional, para que os objetivos sejam atingidos.

Com o propósito de suprir necessidades não atendidas pelo governo, em áreas como cidadania, meio-ambiente, desenvolvimento social, entre outros assuntos que contribuam para o desenvolvimento sustentável da sociedade, essas organizações precisam e demandam de uma atuação profissional, com colaboradores capacitados e um plano de negócios bem definido. A ausência de uma gestão profissional desde a criação da ONG pode comprometer a realização do projeto.

Toda organização que visa obter sucesso no mercado onde atua precisa ter bem estabelecidos sua missão, visão, objetivos e metas. Pois, somente por meio da definição de onde se pretende chegar, será possível traçar um planejamento a fim de orientar o posicionamento da entidade, assim como definir e alcançar seus objetivos.

Cabe ressaltar também, que mesmo sendo uma entidade sem finalidade de lucro, nada implica em gerar excedentes financeiros, visando sua sustentabilidade e por isso, faz-se necessário a adoção de controles internos em suas gestões.

Por serem entidades do Terceiro Setor é importante ficar atento a quatro aspectos essenciais na gestão:

Transparência: refere-se ao cumprimento da responsabilidade da organização em prestar contas aos diversos públicos que têm interesses legítimos diante dela;
Sustentabilidade: trata-se da capacidade de captar recursos (financeiros, materiais e humanos), de maneira suficiente e continuada, permitindo assim que a organização alcance seus objetivos;

Qualidade de serviços: o aprimoramento da qualidade deve ser um objetivo contínuo das entidades, em prol da melhoria da sociedade;

Capacidade de articulação: esta característica depende da existência de interesses compartilhados, dos recursos necessários para promovê-la, mas também, de uma competência gerencial, que inclui técnicas e habilidades interpessoais desenvolvidas nos gestores de organizações do Terceiro Setor.

Portanto, pode-se dizer, que, como em qualquer outra empresa, as organizações de Terceiro Setor também devem fundamentar seu processo de gestão nas funções de planejamento, implementação e controle, não se limitando apenas à prestação de serviços de qualidade. É preciso existir planejamento e estratégias administrativas que viabilizem a captação de recursos junto a doadores e financiadores, o recrutamento e capacitação de colaboradores e voluntários, a atração do público alvo, o marketing, o relacionamento com o Estado e a sociedade.

Eliandra Cardoso (eliandra@egeriaconsultoria.com.br): Administradora, Empreendedora e Coach. Especialista em gestão de Organizações Sociais. Sócia Fundadora da Egéria Consultoria.

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Como ter mais agilidade e segurança no seu e-commerce?

Com a evolução e crescimento do comércio eletrônico, a FH, empresa de tecnologia especializada em processos de negócios e software, uma das únicas empresas no mundo e a primeira da América Latina a conquistar todas as certificações SAP Hybris, aposta agora também no mercado de infraestrutura e hospedagem de projetos e-commerce. No ano passado, segundo dados da Abrahosting (Associação Brasileira das Empresas de Infraestrutura e Hospedagem na Internet), a meta do setor era atingir uma receita global de R$ 1,2 bilhão.

Para suportar este crescimento e preencher uma lacuna existente no mercado, a FH, Partner SAP Hybris e a primeira empresa da América Latina a conquistar a Certificação PCoE de Hybris para seus serviços de outsourcing, oferece uma infraestrutura completa para a plataforma SAP Hybris, desde a implementação até o hosting. Afinal, que empresa não quer ganhos de produtividade, agilidade, flexibilidade, segurança de dados e Governança em TI? Estas são algumas facilidades ofertadas pelo Hosting Hybris.

De acordo com o Head of Business Unit da FH, Eduardo Arantes, esse serviço evita o desgaste de contratar vários fornecedores de tecnologia, além de contar com um provedor de hospedagem de alta performance e confiabilidade, que possui capacidade elástica conforme as necessidades do cliente. “Isso é essencial para quem trabalha com comércio eletrônico, uma vez que a empresa depende exclusivamente do sistema online para gerar receita e controlar o seu negócio”, explica.

Arantes reforça, ainda, que, como os negócios online precisam estar disponíveis 24 horas por dia e sete dias por semana, é necessário garantir a disponibilidade e a integridade da solução. “Com a maior equipe de especialistas na plataforma SAP Hybris instalada no Brasil, projetamos pacotes de serviços gerenciados já inclusos no serviço de hosting como o monitoramento, suporte e gerenciamento de infraestrutura contínuos”, complementa.

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Setor produtivo reage contra retirada de recursos do Sebrae

Doze entidades que participam do Conselho Deliberativo do Sebrae Nacional (CDN) enviaram uma carta ao presidente Michel Temer manifestando-se contrárias à proposta da medida provisória do Turismo, que retira recursos do Sebrae para criar a Agência Brasileira de Promoção do Turismo (Abratur), de promoção do turismo no exterior. O documento faz um alerta sobre os “prejuízos que a medida trará para o Sistema Sebrae e para a economia nacional, em decorrência da subtração de recursos que hoje são empregados diretamente nas micro e pequenas empresas para alocá-los em iniciativas que já são desempenhadas, com êxito, pelo Sistema Sebrae e por outras entidades, como a Apex-Brasil”.

Na carta, é dito que o Sistema Sebrae investe há quase 30 anos no fomento e na capacitação dos pequenos negócios na área de turismo e, que, para 2017 estão previstos 149 projetos com investimentos diretos de R$ 78 milhões nas empresas do setor. O texto cita que o Sistema Sebrae é parceiro do Governo Federal na implantação de diversas políticas públicas para gerar emprego e renda por meio do empreendedorismo. “Assim, caso a citada proposta seja implementada, além de não se garantir a efetividade aos objetivos pretendidos, comprometerá o desempenho do Sebrae, instituição que apenas no ano passado, atendeu 2,2 milhões de empresas em todo o país”.

Assinam a carta titulares e suplentes da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Associação Brasileira dos Sebraes Estaduais (Abase), Associação Brasileira de Instituições Financeiras de Desenvolvimento (Abde), Associação Nacional de Pesquisa, Desenvolvimento e Engenharia das Empresas Inovadoras (Anpei), Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadoras (Anprotec), Banco do Brasil, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (Bndes), Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (Cacb), Caixa Econômica Federal, Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Confederação Nacional das Micro e Pequenas Empresas e dos Empreendimentos Individuais (Conampe) e a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

A MP do turismo será discutida amanhã (21), em Brasília, pelos ministérios do Planejamento, Fazenda e Turismo, e representantes do Sebrae e do Itamaraty.

Fonte: Agência Sebrae de Notícias

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Gartner: 20% das organizações substituirão cartões de acesso por smartphones até 2020

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, aponta que, em 2016, menos de 5% das organizações usavam smartphones para permitir o acesso a escritórios e outras instalações. Até 2020, a expectativa é que 20% das empresas utilizem celulares no lugar dos tradicionais cartões de acesso físico.

“Uma fração significativa das companhias adota tecnologias legadas de acesso físico, que são sistemas proprietários fechados e têm capacidade limitada para se integrar com a infraestrutura de TI. Hoje, a crescente disponibilidade de soluções portáteis e em Nuvem, oferecidas por muitos fornecedores de sistemas de controle de acesso físico (PACS, do termo em inglês Physical Access Control System), terá impactos importantes sobre como essas soluções podem ser implementadas e gerenciadas”, explica David Anthony Mahdi, Diretor de Pesquisas do Gartner.

Os PACS são amplamente implantados em diversas indústrias verticais e em várias regiões para garantir o acesso a uma extensa gama de instalações (edifícios, escritórios individuais, Data Centers, salas de máquinas, armazéns, entre outras), assegurando que apenas pessoas autorizadas, como funcionários, prestadores de serviço, visitantes e equipe de manutenção, entrem em locais específicos.

A tecnologia móvel já é largamente utilizada para o controle de acesso lógico (quando a verificação é feita por meio de inserção de login e senha ou por identificação biométrica). Os métodos de autenticação por telefone continuam a ser a escolha preferida na maioria das novas e atualizadas implementações de token como alternativa aos tradicionais hardware de senha única (OTP, do termo em inglês one-time password). Segundo o Gartner, os mesmos tipos de benefícios de custo e experiência de usuário (UX) conduzirão o uso crescente de smartphones no lugar de cartões de acesso físico discretos. Celulares usando tecnologias e protocolos como Bluetooth, Bluetooth LE e Near Field Communication (comunicação por campo de proximidade) podem trabalhar com vários leitores e PACS.

Uma das maneiras mais fáceis de usar as credenciais de acesso de um smartphone é integrá-las – por meio de um canal de dados via satélite ou Wi-Fi – ao sistema de controle de acesso (ACS, do termo em inglês access control system) e “destravar a porta” remotamente (assim como um administrador do ACS pode fazer). Essa abordagem não requer nenhuma alteração no hardware do leitor.

O uso de smartphones também pode simplificar a integração de tecnologias biométricas. “Em vez de ter que adicionar dispositivos biométricos nos leitores ou em conjunto com eles, o próprio telefone pode ser facilmente usado como um aparelho de captura para rosto ou voz (ou ambos), com comparação e correspondência feitas localmente no celular ou em uma central”, afirma Mahdi. “Essa abordagem também mitiga os riscos de um invasor obter posse do telefone de uma pessoa.”

As limitações da tecnologia continuam sendo um desafio. Há, por exemplo, uma disparidade significativa na funcionalidade entre smartphones, e alguns líderes de gerenciamento de segurança e de risco devem estar cientes de que seus leitores de cartões físicos e PACS podem exigir atualizações para usar telefones para acesso físico. “No entanto, a substituição de cartões tradicionais por celulares possibilita reduções de custos e benefícios de UX amplamente procurados. Os gerentes de segurança e de risco devem trabalhar em estreita colaboração com equipes de segurança física para avaliar cuidadosamente os benefícios de UX e custo total de propriedade ao usar credenciais de acesso em smartphones para substituir os cartões existentes”, completa Mahdi.

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Startup de Gestão e RH se apresenta na Open Innovation Week

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Frente à natureza tecnológica baseada em People Analytics para atrair e reter talentos, a Pin People participa, pelo segundo ano consecutivo, da Open Innovation Week. Além de promover o encontro e união de startups, grandes empresas e da comunidade científica, o evento incentiva o debate em torno de novas práticas e metodologias pautadas em modelos inovadores de negócio no Brasil e no exterior. O evento está em sua nona edição e acontece na capital paulista.

“Participamos mais uma vez do evento, pois o mesmo nos abriu muitas portas no ano passado. Na ocasião, conversamos com quase 20 empresas de peso e queremos seguir nesse ritmo de novo. Afinal, acreditamos no potencial das conexões entre as comunidades e, por isso, estaremos à disposição, durante todo o evento, para prover conhecimento a respeito no segmento de Gestão e RH no qual atuamos. Temos uma solução poderosa de People Analytics em mãos, que permite o matching entre a cultura e os valores da empresa e do candidato, tanto na fase de contratação, como na etapa de retenção desse talento no dia-a-dia corporativo”, explica Isabella Botelho, CEO da Pin People.

A Pin People participa do evento como uma das 100 Open Startups selecionadas pela Wenovate, organizadora do evento, tendo a oportunidade de se conectar com dezenas de grandes empresas ao longo dos dias 21 e 22 de fevereiro. Na ocasião, os fundadores da Pin People, Isabella Botelho e Frederico Lacerda, apresentarão as soluções baseadas em People Analytics com o objetivo de encontrar novos parceiros para o desenvolvimento de projetos-piloto.

Open Innovation Week 2017

Data: 21 a 22 de fevereiro
Horário: 8h às 19h
Local: Centro de Convenções Rebouças
Endereço: Av. Rebouças, 600 – Pinheiros
Inscrições: http://www.oiweek.com.br/2017/

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UL é homologada para certificar biometria dos bancos brasileiros

A UL do Brasil, por meio de sua divisão Transaction Security (TS), foi homologada recentemente para prestar serviços de certificação dos processos internos de biometria aos bancos do país. A validação, que foi concedida após analise da capacidade técnica da UL e de sua equipe no Brasil e exterior, tem caráter indicativo, não gerando qualquer obrigação de contratação por parte das entidades financeiras.

“Trata-se de um passo muito importante para avançarmos nas discussões com o mercado sobre os benefícios e desafios que a biometria está trazendo”, avaliou Marcos Nunes, diretor de segurança digital da UL na América Latina. “Nosso objetivo a médio prazo é incentivar e ajudar ativamente na implementação de um padrão brasileiro para o uso da biometria por bancos e demais entidades financeiras, como já está em discussão em outros países”. Atualmente, a UL colabora com a FIDO Alliance (consórcio internacional integrado por bancos, operadores de cartões de crédito e empresas de tecnologia) para a padronização de práticas e processos relativos à biometria em transações financeiras.

Ao utilizar dados físicos como a impressão digital ou traços faciais para confirmar a identidade de uma pessoa, a biometria alia segurança a conveniência. “Processos para identificação e liberação de pagamentos que hoje exigem a checagem de diversas senhas e dados pessoais, exigindo tempo e paciência do cliente, podem ser simplificados ao ponto de, no futuro, as pessoas não precisarem mais carregar consigo uma carteira”, analisa Marcos.

Mas, para atingir este ponto, a tecnologia deve avançar e o uso da biometria deve ser combinado com outras formas de validação. Em um hackathon dedicado a biometria realizado pela UL em julho do ano passado, um grupo conseguiu enganar sistemas de segurança baseados na leitura de impressões digitais com o uso de películas em alto relevo simulando os traços do dedo de outra pessoa, feitos a partir de simples imagens do polegar. “Os sistemas baseados na biometria também possuem falhas e nosso papel é ajudar as instituições a aperfeiçoarem suas práticas e garantirem os benefícios desta tecnologia a seus clientes”, afirmou Chen Chi, líder de Advisory e Inovação da UL Transaction Security na América Latina.

PADRÃO NACIONAL – A possibilidade de haver trocas seguras de informações entre os diferentes players é outra importante prática para reduzir fraudes. “Por exemplo, seria impossível uma mesma pessoa abrir contas em bancos diferentes usando dados e documentação falsa se estas entidades trocassem dados biométricos entre si”, considera Marcos. “Para isso, é fundamental termos um padrão único no Brasil, que garanta a diversidade de soluções, mas integre a base de dados. Vemos a preocupação do setor em homologar empresas para a certificação de processos internos de biometria como um primeiro e importante passo neste sentido”, complementa Chen.

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Aumento das compras em sites internacionais prejudica desempenho do varejo nacional, aponta FecomercioSP

Em 2016, 21,2 milhões de brasileiros compraram em sites internacionais. É o que aponta a 35ª edição do relatório bianual WebShoppers desenvolvido pela Ebit. Entre os destaques deste ano estão os dados da pesquisa Cross-Border, que avaliou o comportamento de compras em sites internacionais.

Se em 2015, 54% dos consumidores afirmaram ter comprado em sites internacionais, em 2016, mesmo com um cenário cambial não muito favorável, onde a cotação do dólar ultrapassou a casa dos R$ 4 nos primeiros meses do ano, o quadro se manteve estável e esse número alcançou 53%. Foram gastos em torno de R$ US$ 2,4 bilhões em sites fora do País, um crescimento de 17% frente ao ano de 2015.

Segundo dados da Ebit, o fator determinante para o crescimento do faturamento das compras em sites internacionais, em 2016, foi o aumento do número de consumidores. Em compensação, caiu a frequência da média de compras por consumidor, passando de 3,8 para 3,7. Por outro lado, o gasto individual dos compradores (tíquete médio) permaneceu estável, registrando US$ 35,69.

Para Pedro Guasti, presidente do Conselho de Comércio Eletrônico da Pedro Guasti e CEO da Ebit, o aumento das compras em sites internacionais pode ser prejudicial para alguns varejistas nacionais: “Existe uma concorrência desleal em favor das empresas estrangeiras pelo fato de grande parcela dos produtos atravessarem as fronteiras sem recolhimento de impostos de importação, o que os torna muito mais baratos se comparados com os nacionais”, afirma.

De acordo com o relatório, os sites chineses, como o Aliexpress.com, ainda dominam a preferência dos compradores on-line (45%). Já a Amazon.com, que deteve 40% das preferências, ficou em segundo lugar e ultrapassou o Ebay, (26%). O único site que apresentou aumento em relação ao ano anterior na preferência do consumidor foi a Apple (Internacional) que alcançou 10%.

Entre as categorias mais compradas em sites internacionais, podemos destacar Eletrônico (34%), Informática (25%), Moda e Acessórios (24%) e Telefonia e Celulares ( 18%). De acordo com o relatório, outra categoria que apre¬sentou crescimento expressivo foi a de acessórios automotivos, que ganhou três pontos porcen¬tuais em 2016. Traçando um pa¬ralelo com as compras em sites nacionais, o aumento no fatura¬mento em 2016 foi impulsiona¬do pela retração nas vendas de veículos novos e a consequente necessidade de realizar manu¬tenção na frota de automóveis usados (crescimento nominal de 58% em relação a 2015).

Segundo Guasti, o que leva os brasileiros às compras internacionais virtuais é o preço mais baixo dos produtos. Em alguns casos essa diferença chega a superar os 80%, o que faz o consumidor muitas vezes preferir comprar e esperar a entrega em um período muito superior se comprasse em sites nacionais. O segundo fator mais importante são novos lançamentos ou produtos que ainda não estão disponíveis no Brasil.

De acordo com o WebShoppers, em 2016, 79% dos consumidores afirmaram ter recebido o produto no prazo prometido, sendo que a média para entrega chegou a 36 dias.

Fiscalização

Pedro Guasti acredita que para o e-commerce brasileiro concorrer de forma justa com o mercado internacional, a Receita Federal deveria implementar um sistema de fiscalização mais rigoroso obrigando a todos que compram fora pagar imposto de importação. Além disso, as empresas estrangeiras que vendem no Brasil deveriam oferecer os mesmos direitos de empresas locais como garantia, troca, devolução e direito de arrependimento.

Mesmo com a alta do dólar, 67% dos brasileiros entrevistados continuam comprando em sites internacionais, mesmo porcentual apresentado em 2015 e alegam que o preço mais baixo é a principal razão para realizar as compras.

Além disso, outros fatores que contribuíram para as compras em sites internacionais foram frete e impostos. Mais da metade dos entrevistados não pagaram frete (52%), enquanto 53% afirmaram que não pagaram impostos em sua última compra internacional em 2016.

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CA Technologies anuncia Alexandre Scaglia para comunicação da América Latina

A CA Technologies, empresa de tecnologia presente no Brasil há mais de 35 anos, anunciou a contratação de Alexandre Scaglia para o cargo de diretor de comunicações para a América Latina. Jornalista formado pela PUC-SP, Alexandre possui mais de 20 anos de experiência no setor de tecnologia, com passagens pelo Diário do Grande ABC, Caderno Informática, do jornal O Estado de São Paulo, e revistas InformationWeek Brasil e Computerworld.

Em 2007, passou a atuar em comunicação corporativa, como gerente de relações com a imprensa da TIM Brasil.

Mais recentemente, gerenciava a área de relações com a imprensa da Hewlett Packard Enterprise, fruto da separação da HP Brasil, onde estava há cerca de 6 anos.

Alexandre coordenará as áreas de relações com a imprensa, comunicação interna, social media e responsabilidade social para toda a região.

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Embratel Star One inicia operação comercial do novo satélite Star One D1

A Embratel Star One, a maior operadora de satélites da América Latina, inicia hoje (20 de fevereiro) a operação comercial do Star One D1. O novo satélite é resultado de cerca de US$ 400 milhões de investimento e garantirá uma entrega de nova capacidade satelital no Brasil e nas Américas do Sul, do Norte e Central. Está equipado com Bandas C, Ku e Ka para permitir novos serviços corporativos, distribuição e contribuição de vídeo e backhaull de celular via satélite.

“Vamos atender regiões que precisam de interconexão de redes celulares via satélite, além de prover diversos serviços corporativos, tais como interligação de empresas à Internet”, diz Gustavo Silbert, Presidente da Embratel Star One.

O Star One D1 é o maior já construído pela Embratel Star One e o nono satélite da frota da empresa, que é a maior da América Latina. Faz parte da quarta geração, designada como Família D, e complementa a estrutura já composta por cinco satélites em órbita geoestacionária (Star One C1, C2, C3, C4 e C12) e por três em órbita inclinada (Brasilsat B2, B3 e B4).

Por meio de sua frota, a Embratel Star One oferece capacidade satelital para as maiores empresas do Brasil, principais emissoras de TV, canais independentes, bancos e diversos órgãos do Governo Brasileiro, recebendo e transmitindo sinais de televisão, rádio, telefonia, Internet e dados para aplicações de entretenimento, telemedicina, tele-educação e atividades empresariais. “Com o Star One D1, vamos assegurar ao mercado a continuidade dos serviços em Banda C e ampliar as ofertas disponíveis de dados, vídeos, celular e Internet de alta velocidade”, diz Silbert.
O Star One D1 ocupa a posição orbital de 84° W e está equipado com as Bandas C, Ku e Ka – sendo esta última, uma tecnologia que disponibiliza novas aplicações satelitais a custos mais atrativos. Com massa de lançamento de 6,3 toneladas, o novo satélite possui 28 transponders (receptores e transmissores de sinais) em Banda C para garantir a disponibilidade de sinais de voz, TV, rádio e dados, incluindo Internet. Possui 24 transponders na Banda Ku para assegurar a oferta de serviços de transmissão de vídeos, além de Internet e telefonia para localidades remotas.
Está equipado com cerca de 300 transponders equivalentes em Banda Ka, que permitem interligar pontos remotos ao backbone celular via satélite e a transmissão de dados em altíssima velocidade. Com a Banda Ka, ampliará também o uso de aplicações corporativas em praticamente todo o território brasileiro e criará uma nova estrutura de backhaul de telefonia celular para toda a América Latina, integrando o backbone do Grupo América Móvil com suas redes periféricas, criando, assim, uma infraestrutura de telecomunicações ainda maior.

“O Star One D1 inicia a quarta geração de satélites da empresa e se destaca por oferecer capacidade satelital desde o México até o sul da Argentina”, afirma o executivo, que destaca que a Embratel Star One é a maior operadora de satélites do Brasil e da América Latina. Criada em dezembro de 2000 como uma subsidiária da Embratel, possui uma frota com nove satélites. Além do Star One D1, controla cinco satélites em órbita geoestacionária (Star One C1, C2, C3, C4 e C12) e três em órbita inclinada (Brasilsat B2, B3 e B4). O controle e monitoramento dessa frota é feito a partir do Centro de Guaratiba (RJ), que tem um dos maiores parques de antenas da América Latina e tecnologias para uso por empresas dos mais diversos setores e por órgãos do governo, com total segurança e controle. A Embratel Star One foi a primeira empresa no mundo a receber o certificado ISO 9001:2000 pelo serviço de gerenciamento satelital a partir de seu Centro de Controle de Guaratiba. Essa certificação coloca a companhia como uma das mais confiáveis do mercado devido à qualidade de seus sistemas e sua equipe altamente capacitada, toda ela formada por profissionais de nacionalidade brasileira. A Embratel Star One é credenciada de acordo com as normas do Inmetro (Brasil), da Ansi-Rab (Estados Unidos) e RVA (Holanda).

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SoftExpert anuncia novos diretores

Josiani Silveira, Diretor Comercial da SoftExpert

Josiani Silveira, novo Diretor Comercial da SoftExpert

Fernando Camargo é o novo Diretor de Desenvolvimento de Produto da SoftExpert, empresa especializada em softwares para automação e aprimoramento de processos de negócio, conformidade regulamentar e governança corporativa.

Com cerca de 15 anos de experiência na área de sistemas e software, Camargo ingressou na SoftExpert há 9 anos. O executivo é formado em Engenharia de Produção e Sistemas e especialista e Gestão da Qualidade em Produtos e Processos.

Além dele, a companhia anuncia Josiani Silveira como seu novo Diretor Comercial. Ele, que atuava como Diretora de Desenvolvimento de Produto da SoftExpert há 12 anos, assume o posto deixado por Kelson Lunardelli, que acaba de passar para o comando da SoftExpert nos Estados Unidos.

As mudanças no quadro executivo fazem parte de uma estratégia de expansão nacional e internacional da SoftExpert. A empresa, que recentemente abriu escritórios nos Estados Unidos e México, além de firmar parceria para revenda de suas soluções na Colômbia, conta com mais de 300 mil usuários de 2 mil empresas clientes em todos os continentes e faturou R$ 12 milhões só com exportações no ano passado.

Em todas as operações, o foco é o SoftExpert Excellence Suite (SE Suite), principal produto da SoftExpert. O sistema é uma plataforma corporativa para a automação e aprimoramento de processos, conformidade regulamentar e excelência na gestão, aplicável a clientes dos mais variados portes e ramos de atuação, como manufatura, governo, farmacêutico, hospitais e laboratórios, serviços financeiros, alta tecnologia e TI, educação, energia e utilidade pública, logística, varejo e serviços.

O SE Suite é composto por 38 módulos nativamente integrados que formam as 12 principais soluções da plataforma: SE BPM (Gestão de Processos de Negócio), SE CPM (Gestão do Desempenho Corporativo), SE EAM (Gestão dos Ativos Empresariais), SE ECM (Gestão do Conteúdo Empresarial), SE EHSM (Gestão do Meio Ambiente, Saúde e Segurança), SE EQM (Gestão da Qualidade Empresarial), SE ERM (Gestão de Riscos Corporativos), SE GRC (Gestão de Governança, Riscos e Regulamentos), SE HDM (Gestão do Desenvolvimento Humano), SE ITSM (Gestão de Serviços de TI), SE PLM (Gestão do Ciclo de Vida do Produto) e SE PPM (Gestão de Projetos e Portfolios).

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BLOCKBIT aposta nos setores Enterprise e Governo e prevê crescimento de 30% em 2017

A BLOCKBIT, empresa global de produtos de cibersegurança, com escritórios na América do Norte, América Latina e Europa, vai focar sua estratégia de 2017 na expansão do negócio com foco nos setores de Enterprise e Governo. Fundada a menos de um ano, a partir da compra da BRconnection, a BLOCKBIT espera com essa estratégia um incremento de 30% em sua operação. Para atingir essa meta, a companhia pretende intensificar os investimentos no Programa de Canais, que já soma mais de 100 parceiros distribuídos por todas as regiões do país e lançar novos produtos.

“Estamos muito satisfeitos com os resultados de 2016. Apesar das dificuldades enfrentadas, foi um ano de consolidação da empresa no mercado de cibersegurança e agora estamos prontos para ampliar a expansão da nossa operação. Nosso plano é aumentar a presença do canal, não apenas de um fornecedor de software e hardware para o cliente final, mas como um integrador que realmente agrega valor à oferta, entrega a solução adequada para a necessidade de cada cliente, fidelizando-o”, diz Cleber Ribas, vice-presidente da BLOCKBIT. “Neste ano nosso foco vai para os segmentos de Enterprise, Governo e Telecomunicações, sempre mantendo a atenção em nossa base já estabelecida que conta com mais de 2.000 clientes”, acrescenta.

De acordo com o vice-presidente da BLOCKBIT, estão previstos novos investimentos em capacitação dos canais com a ampliação dos treinamentos online, avaliações de performance e certificação. “O ensino a distância irá reduzir custos e agilizar as operações, principalmente de parceiros que atuam em regiões afastadas das grandes capitais”, completa.

Para os canais que atendem o setor público, a BLOCKBIT montou uma equipe de atendimento específica para estes os negócios, como explica Ribas, “podemos ajudar nossos parceiros nos projetos para governo apoiando desde a analise até a participação em processos licitatórios. Estamos entusiasmados com as recentes liberações de verba para aquisição de tecnologia e este deve ser um setor promissor este ano”.

Outro alvo no radar da empresa de cibersegurança são as operadoras de Telecom que estão adicionando às suas ofertas ao cliente final o componente de segurança. “Vamos buscar parcerias estratégicas e investir em ofertas e soluções sob medida. As operadoras irão funcionar como um canal, integrando nossas ferramentas aos projetos em 2017”.

Tendências de mercado e Novos produtos

A BLOCKBIT investiu ao longo de 2016 na contratação de especialistas experientes no mercado e em Pesquisa e Desenvolvimento. Ribas comenta ainda que “formamos uma equipe local de pesquisa de malwares e vulnerabilidades; são técnicos que entendem o mercado de segurança brasileiro. Isso é uma medida crucial para prevenir ataques”. Falando de produtos, Ribas destaca também o lançamento em novembro do ano passado da versão 1.2 do BLOCKBIT UTM, carro chefe da empresa, e adianta que uma nova versão já está em fase de desenvolvimento e chegará ao mercado muito em breve.

Outra solução de destaque é o BLOCKBIT VCM, ferramenta que faz uma varredura dos sistemas das empresas para correção de falhas e vulnerabilidades. Segundo Ribas, a solução trabalha de forma proativa, não somente na segurança de perímetro de firewalls tradicionais, mas também avaliando os riscos para gerenciar e monitorar mudanças em configurações, hardening, patches, vulnerabilidades e políticas de conformidade dos ativos de TI e aplicações web.

“A principal vantagem do BLOCKBIBT VCM é a análise da parte humana envolvida no processo de segurança de TI, ou seja, a partir da detecção de uma vulnerabilidade, quais as ações devem ser tomadas para corrigir a falha, qual equipe irá resolver o problema, qual o SLA desta equipe e, por fim, consolidar todas as conclusões em um relatório auditável de todo o processo”, destaca Ribas.

Ainda em 2017, será apresentada a solução mobile da BLOCKBIT, com todas as ferramentas do BLOCKBIT UTM para Android. Entre as principais funcionalidades, estarão presentes a detecção de ameaças, análise de downloads, gerenciamento centralizado, inserção de regras e políticas do negócio, controle de banda, entre outras. Também será lançada uma versão freemium para o usuário final que contará com detecção de ameaças, vulnerabilidades e proteção em redes Wi-Fi desconhecidas.

Hoje a BLOCKBIT conta com 100 colaboradores, um crescimento de 20%, desde o início das operações e avisa aos interessados que está ampliando a equipe nesse primeiro trimestre de 2017.

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Últimas semanas para inscrição no programa mundial de aceleração de startups da EDP

Startups com ideias inovadoras para o setor elétrico terão até o dia 28 de fevereiro para se inscreverem no Free Electrons Global Accelerator, iniciativa do Grupo EDP realizada em parceria com outros sete players mundiais do mercado energético.

Com o programa, a EDP, empresa que atua nas áreas de geração, distribuição, comercialização e soluções em energia elétrica, visa o fomento à criação de projetos inovadores relacionados à energia limpa, eficiência energética, mobilidade elétrica, digitalização, serviços de apoio ao cliente e internet das coisas. O período de seleção ocorrerá em março e as 12 selecionadas serão divulgadas no início de abril. Os interessados podem se candidatar pelo sitewww.freelectrons.co.

“Visando uma estratégia de escopo global, a EDP tem monitorado o ecossistema empreendedor a fim de trazer transformações significativas para o Setor de Energia, capazes de impulsionar a competitividade da companhia. Já as Startups terão a oportunidade de estarem inseridas em um programa de alto nível para seu desenvolvimento nos principais polos de empreendedorismo do mundo” afirma Livia Brando, gestora de Estratégia e Inovação.

As startups escolhidas participarão de um programa de aceleração com duração prevista de seis meses e passarão por três módulos de um processo de “customer adoption” focado em empresas do setor de infraestrutura. Com duração de uma semana cada, as três fases serão realizadas em São Francisco/Silicon Valley, Lisboa/Dublin e Singapura.

Os 12 selecionados competirão ainda por dois prêmios que somam US$ 200 mil. O primeiro, de US$ 25 mil, será entregue aos empreendedores com o melhor pitch durante um concurso em Dublin. Por fim, ao término do programa, a equipe mais bem avaliada em todas as fases receberá US$ 175 mil e o título Free Electrons de Melhor Startup de Energia do Mundo.

O Free Electrons é resultado da parceria entre oitocompanhias internacionais: AusNet Services, Dubai Electricity and Water Authority (DEWA), ESB (Electricity Supply Board), EDP (Energias de Portugal), Innogy, Origin Energy, Singapore Power (SP) e Tokyo Electric Power Company (TEPCO). A iniciativa conta ainda com o apoio das aceleradoras New Energy Nexus e da Swissnex San Francisco.

Os parceiros do programa são líderes do movimento de transição para uma matriz energética limpaem mais de 40 países, representando cerca de US$ 148 bilhões em faturamento e permitindo o acesso dos empreendedores a mais de 73 milhões de clientes finais em todo o mundo.

Uma abordagem vantajosa para ambas as partes

As empresas e os aceleradores que apoiam o programa Free Electrons assumiram o compromisso de promover um futuro em que a energia é inteligente, limpa e acessível a todos. A iniciativa foi desenvolvida para que startups ligadas ao setor energético possamaperfeiçoar seus produtos e serviços, testá-los e desenvolver uma carteira de clientes global. Para isso, os parceiros disponibilizarão os seus conhecimentos, recursos e acesso à sua carteira clientes em troca de oportunidades de investimento e de parceria.

EDP e Empreendedorismo

O Grupo EDP, por meio do seu Ecossistema de Inovação e do EDP Open Innovation,apoia o empreendedorismo no setor de energia desde 2007. Nesse sentido, a empresa conta cominiciativas como o EDP Ventures (fundo de capital de risco corporativo), a EDP Starter (programa de incubação de negócios) e o desenvolvimento de diversos projetos piloto e de demonstração tecnológica via programas como P&D da Aneel, dentre outros.

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