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5 em cada 10 empresas possuem plano para a retomada do trabalho presencial

Uma pesquisa nacional encomendada pela VR Benefícios, empresa que é sinônimo de categoria em vale-alimentação e vale-refeição, mostra como a gestão dos trabalhadores foi alterada com a pandemia e como as companhias estão planejando a retomada aos escritórios.

Segundo o levantamento, 81% das empresas entrevistadas consideram muito importante a implementação de um plano de retorno dos funcionários, de forma presencial. Porém, apenas 54% confirmaram que este planejamento já foi feito em suas companhias. Entre as medidas de proteção que as empresas vão adotar estão:

● 83% – disponibilidade de álcool em gel
● 76% – entrega de máscaras para o funcionário
● 72% – desinfecção do ambiente de trabalho
● 67% – afastamento e suporte para o funcionário que teve contato com alguém que ficou doente
● 63% – treinamento sobre boas práticas no ambiente de trabalho

E entre as iniciativas que as empresas menos pretendem criar no retorno aos escritórios estão novos serviços de:

● 45% – transporte
● 42% – assistência médica/psicológica
● 42% – de alimentação
● 33% – realização de testes/exames em todo o quadro de funcionários

Com apoio do Google.org e BID Lab, JA Brasil inicia inscrições para curso gratuito de suporte em TI

A JA Brasil, uma das maiores organizações mundiais voltada para o empreendedorismo juvenil, abre inscrições para o programa Tech.Já. Realizada com o apoio do Google.org e do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), a iniciativa busca capacitar estudantes na área de Tecnologia da Informação (TI). Este ano, são aproximadamente 500 vagas distribuídas entre os estados de São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Pernambuco, Distrito Federal, Amazonas e Paraná. As inscrições estão abertas até o dia 23 de fevereiro e devem ser realizadas pelo link: https://bit.ly/TechJa

Com duração de cinco meses, com dedicação de cinco dias por semana, o programa será realizado de forma totalmente online e gratuita. A iniciativa é destinada para jovens de baixa renda, que estudam ou foram formados em escolas da rede pública. Além disso, o interessado não pode ter tido ou estar vinculado a algum emprego com registro na carteira (CLT) ou em qualquer curso profissionalizante.

“O Brasil vive uma carência gigantesca de profissionais da área de tecnologia. São milhares de vagas não preenchidas pela falta de pessoas capacitadas para a ocupação desses cargos. Temos como missão transformar o futuro destes jovens, preparando-os para o mercado de trabalho e despertando neles o interesse pela área”, comenta Bety Tichauer, diretora-superintendente da JA Brasil.

Entre o total de alunos, o programa busca alcançar 35% de mulheres e 30% de jovens na qual a família possui até um salário mínimo per capita. O programa ainda dará prioridade para pessoas negras e LGBTQIA+ no processo seletivo. Além disso, outra ação de inclusão que será realizada pelo programa é o empréstimo de computadores e instalação de internet para os alunos que não possuem estes recursos.

“Enxergamos neste projeto a oportunidade de juntarmos forças com o Google.org e com o BID Lab para um objetivo único, o de criar caminhos para milhares de jovens brasileiros, contribuindo com o desenvolvimento do país como um todo. E fazemos questão de abrir a porta para aqueles que, por razões socioeconômicas, têm mais dificuldade de ingressar no mercado de trabalho”, conclui Bety Tichauer.

Ao final do curso, os alunos receberão um certificado profissional de suporte em TI do Google e uma certificação da JA Brasil. Os jovens que concluem o certificado passam a integrar bancos de talentos de empresas parceiras, como Localiza, Rappi, Coca-Cola Brasil, Google, Magazine Luiza e Telhanorte, podendo ser chamados para entrevistas no caso da disponibilidade de vagas.

“A pandemia causou um impacto enorme na economia, afetando principalmente os pequenos negócios, as pessoas de classes sociais mais baixas e os jovens que ainda estão buscando entrar no mercado de trabalho. Queremos ajudar essas pessoas a obter qualificação de alto nível no setor de tecnologia e, assim, contribuir com a recuperação econômica do país”, diz Jimena Tomás, gerente de marketing do Google Brasil.

Pilotos

O Tech.Já foi lançado no início do último ano, em formato piloto e presencial. O curso atendeu mais de 70 alunos em São Paulo, Porto Alegre, Recife e Florianópolis. A pandemia, no entanto, exigiu uma adaptação do programa para o formato online. A iniciativa rendeu à JA Brasil o ‘Prêmio Super-Heróis do Desenvolvimento 2020’, entregue pelo BID, pelo esforço e criatividade da instituição para manter suas atividades mesmo com as dificuldades impostas pelo avanço da covid-19. Entre os alunos formados em dezembro de 2020, alguns já conseguiram colocação no mercado.

Para a nova edição do programa, a JA Brasil contratou a Numi Educação, visando uma remodelação do formato e dos conteúdos ministrados. A iniciativa tem como intuito propiciar aos alunos a melhor experiência de aprendizado no ambiente virtual. Para isso, a consultoria ouviu parte dos alunos que encerraram o curso em dezembro e também os professores, para compreender suas principais necessidades e ajustar o programa a suas rotinas.

Rede Brasil do Pacto Global nomeia presidente da SAP Brasil como sua mais nova ‘Liderança com Impacto’

Fortalecendo o compromisso da SAP Brasil com a sustentabilidade ampla (ambiental, social e de governança), a presidente da SAP Brasil, Adriana Aroulho, é a mais nova integrante do programa ‘Liderança com Impacto’, da Rede Brasil do Pacto Global, da ONU, que visa posicionar os CEOs como mobilizadores da sustentabilidade dentro de suas empresas, nas instituições empresariais nas quais participam, no relacionamento com sua cadeia de valor, com governos e com influenciadores em geral. A executiva assume o posto de porta-voz do ODS 10 (Redução das Desigualdades) da organização intergovernamental. 

Para Adriana Aroulho, presidente da SAP Brasil, uma cultura de inovação dentro de uma organização necessita de diversidade de pensamento. “As pessoas são o centro de qualquer negócio e um recurso indispensável. O ODS 10, de Redução das Desigualdades, é um tema que inspira a forma como eu trabalho a Diversidade, Equidade e Inclusão na empresa, sempre me envolvendo pessoalmente com as equipes e impulsionando essa pauta com todas as redes de colaboradores nos temas que envolvem mulheres, negros, a comunidade LGBTQIA+ e as pessoas com deficiência”. 

Tendo a pauta da sustentabilidade no centro da estratégia de seus negócios, a SAP conta com uma série de iniciativas sustentáveis e participação em projetos de responsabilidade corporativa, como o Equidade é Prioridade; (programa criado pela Rede Brasil do Pacto Global que visa elevar a quantidade de mulheres em cargos de alta liderança); o SDG Ambition (programa acelerador do United Nations Global Compact, da ONU, que visa a capacitação das empresas na gestão dos negócios com base nos ODS); o Circular Economy 100 (rede colaborativa de empresas, cidades e governos, universidades e líderes de empresas para acelerar a adoção de práticas e processos de economia circular); o Desafio SAP Leonardo Plastics (projeto de inovação colaborativo com o objetivo de fornecer soluções novas para enfrentar o desafio global da poluição por plástico por meio de uma abordagem de Design Thinking); o CEO Carbon Neutral Challenge (iniciativa que visa reduzir as emissões de carbono e implementar estratégia climática 360), o Climate 21 (programa de apoio aos clientes na busca de objetivos relacionados ao clima e redução de pegada de carbono), entre outros.   

“Integrar-me a este seleto grupo é uma enorme honra. As pautas ESG são uma prioridade estratégica global da SAP e são elas que norteiam nossos processos de inovação, que exige constantes formas de enfrentar os desafios de sustentabilidade e de diversidade. Como signatária do Pacto Global da ONU em mais de 60 países, a agenda 2030 vai ao encontro da abordagem global da SAP de reforçar as iniciativas para ajudar os clientes na transição para uma economia de baixa produção de carbono e alcançar suas metas climáticas. Este é o caminho que trilhamos na SAP”, afirma Adriana.  

SAP obtém as melhores classificações ESG de Corporate Knights e CDP 

Recentemente, a SAP obteve as melhores classificações ESG nos índices de dois relevantes institutos: a Corporate Knight e a CDP (Carbon Disclosure Project). 

  • Corporate Knight: a empresa canadense especializada em pesquisas financeiras, incluiu a SAP em seu relatório 2021 Global 100. O índice nomeia as cem corporações mais sustentáveis do mundo com base em seu desempenho ambiental, social e de governança (ESG). A SAP se destacou em sua estratégia de ‘nuvem verde’, que possibilita, cada vez mais, seus clientes a obterem serviços de TI sustentáveis. A análise levou em consideração 24 indicadores-chave de desempenho (KPIs) com foco na gestão de recursos, gestão de funcionários e financeira, receita limpa, investimento limpo e desempenho do fornecedor. 
  • CDP: O CDP, instituição de caridade internacional sem fins lucrativos que auxilia investidores, organizações, cidades, estados e regiões no gerenciamento de seu impacto ambiental, incluiu a SAP em sua avaliação anual de Mudanças Climáticas: a Lista A 2020. A empresa recebeu a classificação máxima por sua capacidade de apresentar uma conexão mensurável e profunda entre suas iniciativas de sustentabilidade em andamento e o impacto financeiro/ambiental, sendo reconhecida por seus esforços em lidar com as mudanças climáticas em curso no mundo. 

Centro de Excelência da Votorantim seleciona profissionais com salário de R﹩ 6 mil

Com inscrições abertas até 19 de fevereiro, talentos irão atuar em projetos de inovação e tecnologia. Processo seguirá 100% online

O Centro de Excelência da Votorantim está com inscrições abertas até o dia 19 de fevereiro para o Programa Jovens Talentos 2021. Ao todo são sete vagas para estudantes que concluíram ensino superior entre 2017 e 2020, (bacharel ou tecnólogo) e tenham vocação para trabalhar em projetos de tecnologia. As vagas são para atuação em Curitiba e São Paulo, nas áreas de Planejamento e Gestão, Data Analytics, Arquitetura e Soluções ou Gestão e Transformação de RH.

Os profissionais do Programa, que tem duração de um ano, receberão salário de R﹩ 6 mil, além de benefícios como assistência médica Bradesco Saúde e odontológica Bradesco Dental, Telemedicina, Previdência privada, seguro de vida, Vale Refeição ou Alimentação, Dress code flexível, reembolso creche, Flexibilidade de horário, Gympass, Convênios com Instituições de ensino e Ônibus fretado. Todo o processo seletivo será feito à distância e o trabalho, a princípio, será home office.

O programa ainda dispõe de uma trilha exclusiva de desenvolvimento focada na aceleração comportamental e técnica dos participantes. Os profissionais participarão de: Jobs específicos da área, possibilitando desenvolvimento técnico; Jornada de treinamentos para aprimoramento de soft skills e networking; Vivências pedagógicas com práticas que promovem a assimilação de conceitos e exercício de competências específicas; Mentoring para proporcionar a aculturação e o direcionamento a partir de experiências dos mentores; Encontros com RH com temas pré-definidos para acompanhamento do programa; Acompanhamento do gestor com reuniões periódicas para apoio no desenvolvimento do Programa; Conhecer os negócios com visitas programadas às empresas Votorantim para conhecer diferentes negócios e estimular o orgulho de pertencer.

As inscrições podem ser feitas até dia 19 de fevereiro e a previsão de início dos trabalhos é início de abril de 2021. Para mais informações e inscrições acesse o site https://jobs.kenoby.com/coejovenstalentos

Agrotools abre mais de 30 vagas

Na contramão do cenário socioeconômico do Brasil, o agronegócio vem mantendo crescimento contínuo mesmo durante o período de crise. A Agrotools, maior plataforma digital para o mercado corporativo agro, acompanha essa tendência e segue com desenvolvimento em ritmo acelerado. Em 2020 as vendas da empresa deram um salto de mais de 350% em relação ao ano anterior, e as expectativas para 2021 é de um crescimento ainda maior, na casa de dos três dígitos. Como resultado dessa movimentação, a Agrotools anuncia mais 30 vagas de diversos cargos e áreas de especialidade. Desde o início da quarentena e das medidas de isolamento social, a agtech já ampliou em 32% o quadro de colaboradores e com as novas contratações o time crescerá um total aproximado de mais de 60% desde o início do isolamento social.

A Agtech busca profissionais diversos, como desenvolvedores, programadores, executivo de vendas, de produtos e cientistas de dados, em cargos e níveis profissionais nos mais variados graus de conhecimento. “A Agrotools está sempre em busca de profissionais engajados, com visão de líder e que sejam apaixonados por tecnologia e inovação. Agora, mais do que nunca, contaremos com esses novos talentos para continuarmos crescendo exponencialmente. Queremos atrair pessoas que estejam dispostas a crescer junto com a Agrotools”, destaca Sergio Rocha, CEO da Agrotools.

Desde o início da pandemia, a empresa tem feito contratações sem fronteiras (pessoas que continuarão em regime remoto, mesmo após a volta aos escritórios) e presenciais, nos escritórios de São Paulo e São José dos Campos. Os novos contratados passarão por todo o processo seletivo e de integração de maneira remota. Os interessados podem saber mais sobre as 30 posições abertas e se candidatar em: https://agrotools.gupy.io/

Iniciativas durante a pandemia e liderança jovem

Certificada em 2020 pelo Great Place to Work e B Corp, a Agrotools tem suas pessoas como um pilar central, sempre trabalhando pela segurança e bem-estar de todo seu time. Desde a transição para o home-office, a empresa tem dado todo o apoio necessário nas limitações de cada um de seus mais de 100 colaboradores. A AgTech adotou estratégias para manter a união e bem-estar, como a disponibilização de aulas de yoga e meditação, psicólogos e materiais para adaptação do local de trabalho em casa, além de happy hours virtuais e campanhas de inovação.

Além disso, a companhia aposta em jovens talentos para continuar crescendo com seu DNA ligado a inovação e ousadia, hoje 41% dos líderes da companhia estão abaixo dos 35 anos. “Devemos encorajar os jovens a trabalhar assumindo riscos sem perder a precisão e a busca por resultados. As gerações anteriores de liderança da empresa devem apoiar essa nova cultura, e se incluir nela, ou seja, aprender e botar em prática esse mindset jovem, que rompe diversos paradigmas”, finaliza o CEO da Agrotools.

PicPay amplia área de tecnologia e anuncia 450 vagas para o primeiro trimestre

O PicPay abrirá, ao longo do primeiro trimestre, mais de 450 posições em Tecnologia, como forma de dar mais robustez à área e atendendo à demanda acelerada de crescimento da empresa. As oportunidades estão direcionadas a profissionais que buscam participar de desafios tecnológicos e científicos para contribuir com a estratégia de negócio do PicPay, empresa de tecnologia que vem se consolidando como o super-app com maior número de usuários do País, com mais de 40 milhões.

As 450 vagas abertas são voltadas, principalmente, para profissionais de ciência de dados e de engenharia de software. Serão selecionadas pessoas em diferentes estágios de carreira, incluindo posições de liderança. As oportunidades serão anunciadas na página de carreira do PicPay ( https://picpay.com/jobs) e também no Linkedin da companhia.

As posições também estão abertas para regime remoto. Ou seja, candidatos de qualquer região do Brasil – ou até de fora do País – podem concorrer às vagas.

O PicPay tem se dedicado à construção de times ainda mais diversos e estimula a candidatura de profissionais de grupos que compõem um ambiente equitativo. “O PicPay está à procura de profissionais com diferentes origens e formações, que tenham visão de negócio e que possam contribuir ativamente com a companhia em seu esforço contínuo de promover a inovação, pesquisa e experimentação, com foco no desenvolvimento de novas tecnologias e na ampliação de produtos e serviços”, reforça Diogo Carneiro, Head de Tecnologia do PicPay.

A área de Tecnologia da empresa compreende as disciplinas de Desenvolvimento de Software, Produto, Design de Produto, Inteligência Artificial e Engenharia de Dados. Segundo o executivo, os profissionais da área são constantemente estimulados a entender profundamente do produto e do mercado, com autonomia para propor diferentes soluções e liderar projetos que promovam a evolução da plataforma.

Cultura voltada à Inovação

Como uma empresa de tecnologia, o PicPay possui uma cultura voltada para a inovação, que estimula a experimentação e a agilidade no desenvolvimento de suas soluções e também dos colaboradores em um cenário dinâmico, guiado pelo propósito de deixar a vida das pessoas mais fácil.

“O crescimento acelerado da empresa só é possível com um propósito claro e uma cultura forte que orienta nosso comportamento desde a priorização do negócio até a seleção de pessoas. Desta forma, promovemos times diversos, porém com valores compartilhados”, declara a Head de Pessoas e Cultura, Mariana Damiati.

O ambiente descontraído, que promove a construção coletiva com squads multidisciplinares, também contribui para o alto engajamento dos profissionais. Pesquisa realizada com os funcionários mostrou que 80% dos colaboradores entendem que a cultura do PicPay é o principal diferencial da empresa. Para Damiati, “este resultado demonstra que, ainda que de forma remota, conseguimos manter práticas diárias que traduzem nossos valores no dia a dia. Essa cultura forte pode ser vista como uma vantagem competitiva, pois nos permite crescer exponencialmente sem perder a identidade, sendo, inclusive, a grande motivadora do alto engajamento”. Em 2020, a empresa teve, na média, apenas 1% de desligamentos voluntários.

Bruno Degani assume área de tecnologia da Cultura Inglesa

A Cultura Inglesa, maior escola de inglês sem franquias no Brasil, acaba de contratar Bruno Degani como Head de Tecnologia da Informação. Este movimento está alinhado com a estratégia da instituição de oferecer uma experiência digital cada vez mais integrada e inteligente aos alunos, por meio da intensificação do movimento de transformação digital nas operações das escolas em 2021. O executivo é formado em Ciência da Computação pelo IME-USP, tem Mestrado em Engenharia da Computação pelo IPT-USP e MBA em Gestão Empresarial pela FGV. Em sua carreira, liderou equipes de desenvolvimento web, mobile, e-commerce e engenharia de dados. Sua última posição foi como Head de Engenharia Digital no Grupo Fleury, tendo ampla experiência anterior em empresas como Multiplus e Claro.

Computação na nuvem: a maior aliada do e-commerce

Por Fabio Alves, diretor de Infraestrutura e Governança de TI na Linx

Em 2020, o e-commerce apresentou a maior alta de faturamento de sua história, de 122% no acumulado até novembro, segundo a Câmara Brasileira da Economia Digital e a Neotrust. De acordo com a 42ª edição do Webshoppers, a alta de adeptos das vendas on-line foi de 40%, totalizando 41 milhões de pessoas, e tudo indica que em 2021 falaremos de números ainda maiores.

Com tamanho sucesso, pouco se fala sobre quem sustenta todas essas operações nos bastidores: a infraestrutura de TI, sobretudo os softwares de gestão na nuvem. A hospedagem dos e-commerces na nuvem é essencial para garantir lojas processando pedidos e pagamentos sem parar, sem erros e com altos níveis de eficiência. Por isso, indico a seguir cinco pontos que mostram como e por que apostar na computação na nuvem para vender e operar em 2021

  1. Mais segurança e armazenamento, menos riscos

Antigamente, as empresas precisavam investir em servidores potentes para armazenar todas as informações e garantir disponibilidade e velocidade. Os espaços físicos eram grandes, custosos e ainda vulneráveis a danos. Com a computação na nuvem, hospedada em servidores compartilhados e terceirizados por empresas de tecnologia, além de eliminar todos esses riscos, a capacidade de armazenamento é muito maior, praticamente ilimitada, já que para aumentar o espaço basta contratar um novo disco ou sinalizar o aumento da demanda ao fornecedor. Se um dispositivo apresentar alguma falha de processamento, isso também não afetará a base de dados principal, pois são armazenadas em servidores distantes entre si, garantindo o backup e evitando grandes dores de cabeça.

Desta forma, é muito mais fácil se adequar às necessidades de infraestrutura do momento e se planejar para eventuais aumentos nas demandas dos servidores, algo especialmente valioso para quem é dono de um e-commerce. Explico a seguir![

2. Disponibilidade nos picos de demanda

Garantir que as vendas aconteçam é uma das principais vantagens que a tecnologia na nuvem oferece, e isso pode ser observado de perto em datas-chave, com aumento de demanda dos servidores, verdadeiros testes para as infraestruturas de TI. Na Black Friday, por exemplo, a Linx aumentou em 100% os recursos em nuvem para os clientes. Mesmo com o pico de requisições por minuto chegando a 3,9 milhões e o aumento de 32% nas vendas quando comparadas ao ano anterior, não houve falhas ou interrupções nos sistemas, problemas que poderiam minar o desempenho dos lojistas na data mais importante para vender do ano.

Em datas como essas ou em ações promocionais e ofertas, é importante fazer um plano de contingência com antecedência para evitar que a loja, ou outras da rede, fiquem indisponíveis, pois mesmo 10 minutos offline podem impactar o faturamento significativamente.

3. Menos custos, mais eficiência

De acordo com um estudo da International Data Corporation (IDC) e da Cisco realizado em 2015, aumentar o nível de maturidade do uso de tecnologia na nuvem do menor (“ad hoc”) ao maior (otimizado) permite um aumento de receitas de 10,4% e redução de custos de TI em 77%. Ainda falando de dinheiro, uma pesquisa conduzida pela Computerworld em 2016 indica que a economia das empresas ultrapasse 25% com a tecnologia na nuvem.

Do lado da eficiência, deixo mais números falarem por mim: outro estudo da IDC, este de 2013, conclui que a tecnologia na nuvem permite com que a TI cresça 52% em agilidade e produtividade e reduza as paradas do sistema em até 72%.

4. Agilidade e visão estratégica da loja

Outra vantagem é que, com a estrutura da loja armazenada em servidores na nuvem, os dados podem ser acessados e inseridos a partir de qualquer dispositivo e com visibilidade completa do negócio, garantindo mobilidade para os gestores e até a possibilidade de compartilhar novos dados com outros colaboradores conectados na rede simultaneamente, tudo sem perder informação. Se voltarmos no tempo em apenas alguns anos, é possível ver o tamanho desta revolução tecnológica.

5. Governança de TI aliada à computação na nuvem

Por último, mas não menos importante, deixo uma recomendação para otimizar o uso da computação na nuvem. No mundo dos negócios e da tecnologia, é sempre importante se adequar às melhores práticas de segurança e de estratégia para vendas. Por isso, é preciso integrar a computação na nuvem a uma governança de TI de alto nível, com diretrizes, políticas, normas e processos claros e eficientes, que garantam a segurança, otimizem custos e direcionem o uso da tecnologia, assim como todo o trabalho de TI, para um nível muito mais estratégico e alinhado aos objetivos do negócio.

Atendimento dos bancos tradicionais perde para fintechs e soluções digitais

Instituições tradicionais solucionam 74,4% dos problemas, enquanto bancos digitais alcançam 80,4% e empresas de soluções financeiras 89%, conforme índice do site Reclame Aqui.

Manter a qualidade no atendimento sempre é um desafio para as empresas, ainda mais para aquelas que são responsáveis por lidar com o dinheiro das pessoas. Não é à toa que os bancos estão entre os campeões nas reclamações dos usuários, junto com telefonia e energia. No entanto, as novas iniciativas digitais têm aproveitado essa falha das grandes instituições financeiras para investir no atendimento. No Reclame Aqui, uma das maiores plataformas de reputação de empresas nacionais, enquanto os bancos tradicionais têm nota média de 7,24, os bancos e cartões digitais ficam com 7,78, e as soluções financeiras – compostas principalmente por fintechs – com 8,35*.

Um dos motivos que colaboram para esses resultados é a praticidade dos serviços digitais, que hoje já oferecem praticamente os mesmos recursos dos bancos tradicionais de forma mais facilitada, sem que seja necessário nem mesmo sair de casa ou enfrentar grandes filas. 

“Uma fintech precisa ter entre seus diferenciais a agilidade e a inovação. É isso que nos distancia da burocracia das agências bancárias, sem falar nos serviços especializados e renovados conforme a demanda do nosso público”, explica Piero Contezini, CEO da fintech Asaas, que venceu a categoria de empresa que mais evoluiu no Prêmio ReclameAQUI 2020 e ficou entre as dez finalistas de soluções financeiras.

Segundo um estudo da plataforma Capterra, 71% das pequenas e médias empresas (PMEs) que utilizam fintechs têm um nível de confiança alto ou muito alto nos serviços contratados, enquanto as PMEs que se apoiam em instituições financeiras tradicionais totalizam apenas 32% nesses níveis.

Evitar problemas é importante, mas resolvê-los também é essencial

Outro sinal que demonstra o atraso das instituições financeiras tradicionais é o índice de soluções dos problemas apontados por seus clientes. No Reclame Aqui, esses bancos ficam com uma média de 74,4%, enquanto os digitais alcançam 80,4% e, as soluções financeiras, quase 89%. 

“É importante que o cliente saiba que está sendo ouvido e que estamos dispostos a ajudá-lo da melhor forma possível. As pessoas responsáveis pelo atendimento devem se colocar na situação do cliente e mostrar que o compreendem de forma clara. Mesmo que a reclamação não tenha uma solução, o companheirismo e a demonstração de que estamos buscando melhorar também é uma boa prática”, comenta Maiara Gonçalves Vieira, responsável pela Ouvidoria no Asaas.

Para alcançar os níveis de atendimento que têm hoje no Reclame Aqui – nota 9,4, 100% das reclamações respondidas e índice de solução de 97,9% -, a empresa investiu em um sistema próprio de integração que automatizou todos os canais de atendimento: chat, ligação, e-mail e WhatsApp. “Nosso sistema define automaticamente quais são as prioridades para que todas as demandas sejam distribuídas para cada setor do Asaas de acordo com a urgência. Isso  evita que mensagens deixem de ser respondidas e problemas não sejam solucionados, mesmo tendo apenas duas pessoas na Ouvidoria da empresa“, reforça Maiara.

Nos últimos 12 meses, o Asaas teve um crescimento de 100% no número de clientes, passando de 27 mil para 54 mil usuários em sua plataforma, que já transacionou mais de 3 bilhões de reais. Mesmo assim, o atendimento nunca deixou de ser prioridade. Atualmente, a fintech recebe uma média de 850 ligações e mensagens no chat por dia, além dos contatos por outros canais.

* Os dados foram levantados levando em consideração a média das notas das empresas apontadas pelo Prêmio ReclameAQUI 2020 como finalistas nas categorias “bancos”, “bancos e cartões digitais” e “soluções financeiras”. 

Cisco abre inscrições para programa de capacitação gratuita em segurança cibernética

A Cisco do Brasil está lançando uma nova etapa do Programa CiberEducação, que oferece capacitação profissional em segurança digital. A iniciativa, que combina os esforços da estratégia de aceleração digital “Cisco Brasil Digital e Inclusivo” e a oferta educacional do programa global de responsabilidade social Cisco Networking Academy, está com inscrições abertas entre 1 de fevereiro a 8 de março.

Realizado de forma 100% remota, o CiberEducação conta com quatro fases, iniciando com uma maratona de conhecimento, o Learn-A-Thon, em março. O objetivo é estimular e capacitar alunos no curso exploratório do Networking Academy, “Fundamentos de Cibersegurança”. Aberta aos alunos das academias Cisco participantes e o público em geral, esta etapa será uma maratona de aprendizado autodidata com duração de três semanas e sua finalização é pré-requisito para os melhores alunos concorrerem às 1.300 bolsas gratuitas para cursos profissionalizantes, oferecidas pela Cisco e seus parceiros.

Além do Learn-A-Thon, o programa CiberEducação tem mais as seguintes fases:.

  • Capacitação Profissionalizante de Alunos: 1.300 estudantes selecionados do Learn-A-Thon serão capacitados no curso profissionalizante CCNA 1, focado em redes, e no ”Network Security”, que prepara para carreiras especializadas em segurança de infraestrutura. Esta fase também incluirá formações complementares em conjunto com parceiros educacionais do Cisco Networking Academy.
  • Capacitação de Instrutores: o programa também incluirá a formação de professores no novo curso Network Security. Este curso irá substituir o atual CCNA Security. O objetivo desta fase é criar uma cadeia sustentável de educadores brasileiros em Segurança Cibernética, onde os instrutores atuarão como multiplicados de conteúdo da Networking Academy nas suas instituições.
  • Oportunidade de Estágio e Emprego: na última fase os melhores alunos poderão colocar em prática os conhecimentos adquiridos. Os melhores talentos terão acesso a um programa de estágio ou emprego, posições que serão oferecidas por parceiros e clientes Cisco.

Formando a próxima geração de profissionais de segurança digital

O Programa CiberEducação, que  conta com parceiros estratégicos: Centro Paula Souza, Senai Nacional, Escola de Comunicações do Exército Brasileiro e SENAC Minas Gerais, tem o objetivo de ampliar o número de profissionais capacitados para o mercado de trabalho na área de cibersegurança, uma das que mais crescem e que mais ofertam novas vagas no país.

A primeira onda de formação, lançada em julho de 2020 atingiu mais de 17 mil estudantes de todo o país, que participaram da maratona do conhecimento. A fase final formou 513 estudanes nos programas profissionalizantes de cibersegurança. Os 100 melhores alunos da turma de 2020 vão ganhar um voucher integral para aplicarem à prova de certificação CyberOps Associate. Ao todo, mais de 80 academias Cisco Networkng Academy de 20 Estados participaram do Programa CiberEducação.

“Temos trabalhado na Cisco para construiur um futuro inclusivo para todos e o Programa CiberEducação tem um papel muito importante para dar oportunidade para que jovens de todo o país possam ingressar em um segmento em constante crescimento, que é o de cibersegurança. Ficamos muito satisfeitos em contribuir com a inclusão de milhares de estudantes que já passaram pelo nosso programa no ano passado e com os próximos que chegarão nesta nota etapa”, afirma Gabriel Bello Barros, líder do Cisco Networking Academy no Brasil.  

Um evento virtual vai celebrar a formatura dos jovens profissionais, no dia 9 de fevereiro as 17h30, e ainda marcará o lançamento da nova etapa do Programa CiberEducação, com a presença de executivos da Cisco e seus parceiros. Para acompanhar o evento ao vivo, acesse https://youtu.be/HOvR-nC_tlA.

O estudantes interessados pelo Programa CiberEducação podem buscar as academias do Cisco Networking Academy ou inscrever-se pelo site: https://community.cisco.com/t5/documentos-de-geral/programa-cibereducação-cisco-do-brasil/ta-p/4279701

Para mais informações sobre o programa CiberEducação Cisco Brasil acesse: https://www.cisco.com/c/m/pt_br/brasil-digital-e-inclusivo/cibereducacao.html.

Saiba quais são os sites de compras com os melhores preços no Brasil

A consultoria Price Survey realizou uma pesquisa de comparação de preços nos dez maiores marketplaces que atuam no Brasil. Marketplace é o nome dado aos sites de compras online que permitem a diversos lojistas venderem seus produtos dentro de sua plataforma. A apuração, realizada entre 18 e 28 de dezembro de 2020, revela que o AliExpress oferece os preços mais baratos em 85% dos itens pesquisados e, na média, os valores praticados pelo AliExpress são 39,2% mais baixos que os praticados nos outros serviços analisados.

O estudo comparou os preços oferecidos em todos os sites pesquisados para 328 produtos comuns, ou seja, que podem ser encontrados com as mesmas características e versões em vários serviços de compras. Foram analisados os dez sites com maior participação de mercado no e-commerce brasileiro, como o AliExpress, Americanas.com, Casas Bahia, Extra, Kabum, Magazine Luiza, Mercado Livre, Ponto Frio, Shoptime e Submarino. Depois do AliExpress, o marketplace com melhores preços é o Mercado Livre, seguido por Ponto Frio. Na média, um item disponível no AliExpress é 36,49% mais barato que o Mercado Livre e 37,91% mais barato que o Ponto Frio, aponta a análise.

Os itens avaliados foram divididos em 11 categorias diferentes e, em todas elas, o AliExpress apareceu com os melhores preços. A maior diferença de preços ocorreu na categoria “Beleza e Saúde”, em que os itens vendidos no AliExpress apareceram com preços 74% mais baixos, na média, que os oferecidos por outros serviços.

Além de Beleza e Saúde, foram avaliadas categorias como Relógios (economia de 53,27% no AliExpress), Esportes e Entretenimento (-49,5%), Equipamentos/Acessórios para Carros/Motos (-46,92%), Brinquedos e Hobbies (-46,88%), Telefones e Telecomunicações (-44,32%), Eletrodomésticos (-39,45%), Computador e Escritório (-37,03%), Eletrônicos (-36,62%), Mães e Filhos (-25,35%) e Casa e Jardim (-20,17%).

“A variação de preços no e-commerce pode ser grande, sobretudo em marketplaces, que possuem uma grande variedade de ofertas, de diversos vendedores. A diferença pode chegar a mais de 80% em alguns produtospor isto é sempre importante o consumidor pesquisar antes de comprar”, destaca Maycon Andrade, CEO da Price Survey.

NRF 2021: três pontos para se adaptar ao novo consumidor

A primeira fase da NRF 2021, principal evento do varejo no mundo e onde as principais tendências do setor são debatidas, teve o cenário de pandemia da Covid-19 como pano de fundo. Tiago Mello, diretor de estratégia e produtos da Linx Digital e curador do evento, afirma que as mudanças de consumo no período estiveram entre os temas mais importantes dos debates, e indica três pontos importantes para os varejistas se atentarem no novo cenário.

1) Pensar no digital primeiro

O digital vem se consolidando como a força motriz do varejo – em 2020, o e-commerce obteve o maior faturamento de sua história: 122% até novembro, segundo a Neotrust e a Câmara Brasileira da Economia Digital. Para Mello, se antes a loja virtual era pensada como complemento à loja física, agora o caminho inverso deve ser feito, pois mesmo que a maior parte da venda do varejista seja feita na loja física, é no on-line que o cliente, sempre conectado, vai estar na maior parte do tempo. “O papel da loja física está mudando e ela será super importante na jornada do consumidor, mas hoje grande parte das vendas do varejo físico são influenciadas pelo digital, ou seja, o cliente faz a compra após visualizar os produtos em canais digitais da marca”, afirma.

2) Lojas Phygital e experiência do cliente

A integração das lojas físicas e virtuais está se popularizando no conceito de loja phygital, no qual loja física se torna mais um ponto de contato com o cliente, um espaço para a marca na comunidade. “Mais do que vender, a loja física hoje representa uma experiência para o cliente. Já para o varejista, é a oportunidade de fortalecer a marca, criando um espaço de comunidade sólida. Ou seja, o cliente, além de consumidor, faz parte de algo maior, como a Lululemon, que cria um universo da yoga dentro da própria loja, ou a Nike e seus clubes de corrida”, comenta o executivo, ressaltando que a loja deve estar totalmente integrada aos canais digitais do varejista, funcionando como um mini centro de distribuição da loja virtual e um espaço para atendimento dos clientes físicos ou digitais.

3) Serviço como diferencial competitivo

Para o executivo, apostar nos serviços como um diferencial foi um dos caminhos para se manter competitivo durante a pandemia – e continuará sendo assim em 2021. Ele cita que todo varejista que vende algum produto deveria estar pensando em qual serviço pode começar a oferecer nas suas lojas. A subscrição, por exemplo, pode ser uma aposta de sucesso dentro desse campo. “Serviços de subscrição, onde o cliente paga um valor recorrente por determinada contrapartida, pode tanto garantir uma receita recorrente e aumentar o faturamento da empresa, quanto fornecer uma experiência sem atrito para o cliente e gerar maior fidelização. O Amazon Prime é um bom exemplo, pois já possui mais de 150 milhões de membros e gera para Amazon cerca de R$ 100 bilhões em receita a partir das subscrições, sem oferecer um produto, mas um serviço que oferta frete grátis para receber suas compras em até um dia e serviços de streaming e armazenagem na nuvem. O segredo é analisar profundamente o negócio para entender o que se pode oferecer como diferencial”, finaliza.