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ESPM melhora atendimento com solução de Service Desk da Algar Tech

A fim de organizar e definir processos, a Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), escolheu o Service Desk da Algar Tech, multinacional brasileira que integra soluções de Gestão do ambiente de TIC e Gestão de Clientes, como a solução ideal para melhoria no atendimento e satisfação dos usuários com o atendimento. A entidade, que conta com 11 milalunos e mais de 600 professores, passou a desenvolver vários tipos de análise além de mensurar a satisfação da experiência dos usuários.

A implantação de Service Desk foi integrada com a área de TI para gerenciar solicitações internas, estruturação de processos com nível de acordo de serviço (SLA), adoção de novas metodologias e definição de prioridades para os atendimentos. Como resultado, foi possível definir processos com uma equipe capacitada, integrada e em sinergia com o mercado, além de oferecer entregas de alta performance com foco em resolução. Com isso, foi possível realizar diversas análises, como quantidade de chamados recebidos, tempo de atendimento e espera, taxa de abandono, retrabalho, atendimento em primeiro nível, principais tipos, assuntos e usuários demandantes.

Após a consolidação do serviço outros resultados puderam ser avaliados. Os acordos de níveis de serviços são atendidos com excelência e em sua totalidade, o volume médio de chamados supera 2.000 por mês, o índice de satisfação do cliente excede 99% e os usuários passaram a ter cinco canais de contato com a instituição: Service Desk (Via telefone, E-mail ou pessoalmente) e Service Desk EAD (Via Telefone, E-mail, Skype, Chat Collaborate).

A ESPM é uma instituição de ensino superior com 65 anos de atuação e considerada uma das principais faculdades de Publicidade e Propaganda do país. Presente nas cidades de São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Porto Alegre (RS), possui 11 mil alunos de graduação e pós-graduação e mais de 600 professores.

O Service Desk da Algar Tech é o primeiro da América Latina com certificação ISO 20.000 e SCC (Support Center Certification) do HDI. Tem atendimento global, multicanal e em seis idiomas, soluções automatizadas com análise Big Data, que permitem ao usuário resolver o seu problema sem intervenção da equipe de TI. Conta com uma plataforma única de NOC – integrado e multidisciplinar – para monitoramento de todos os elementos da infraestrutura de TI, além de diversos especialistas certificados para projetos de alta complexidade de forma compartilhada ou dedicada.

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PagSeguro amplia canais de atendimento e lança chatbot via Messenger do Facebook

Sempre buscando inovar em serviços de qualidade para seus clientes, o PagSeguro, empresa do grupo UOL, que oferece soluções completas para pagamentos online e presencial para pessoas físicas ou jurídicas, amplia seus canais de atendimento com a implantação de chatbot via Messenger do Facebook.

A partir de agora, empreendedores das mais diversas áreas, desde profissionais liberais até micro e pequenos varejistas contam também com esse novo canal para tirar dúvidas sobre o processo de compra da maquininha, taxas, cadastro, entre outras questões. O chatbot do Facebook possibilita um atendimento online e eficiente com clientes e prospects, com interação instantânea que traz diversificação aos canais de atendimento e garante agilidade aos usuários que já estão conectados com a rede social.

“Continuamos inovando e conectados as principais tendências do mercado para atender com excelência os nossos clientes”, diz Juan Fuentes, diretor do PagSeguro.

O Chatbot é uma tendência mundial e uma ferramenta eficaz que vem sendo utilizada para diversas finalidades. O PagSeguro vem fazendo uso dessa tecnologia para estar cada vez mais presente no dia a dia das pessoas, atuando como facilitador para conectar a empresa com as necessidades de seus clientes.

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ABES se une à HPE para melhorar a segurança do software brasileiro

Com o objetivo de apoiar o desenvolvimento do software nacional, a ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software) fechou um acordo de cooperação técnica com a HPE (Hewlett Packard Enterprise) para oferecer, aos seus associados, o Certificado ABES Código Auditado. A certificação será emitida a partir de uma auditoria do código fonte das aplicações, realizada pela solução de segurança HPE Fortify on Demand.

De acordo com Francisco Camargo, presidente da ABES, um dos objetivos permanentes da ABES é auxiliar seus associados a melhorar a qualidade de seus produtos e a segurança de seus clientes. Atualmente, os ataques cibernéticos se concentram na camada de aplicação e garantir que esta não tenha vulnerabilidades críticas se tornou essencial para a segurança dos usuários dessas soluções.

“Como entidade setorial, um dos nossos principais esforços está no incentivo à produção nacional do software. Neste mercado, a segurança dos usuários é um dos fatores fundamentais para melhorar a penetração e venda dos programas desenvolvidos no Brasil. Essa proteção passa por vários eixos e o mais crítico é a introdução, não intencional, de vulnerabilidades no código, que pode ser explorada negativamente por hackers. A ideia é ajudar nossos associados a desenvolver, a custo baixo, produtos ainda mais seguros para seus clientes”, explica Camargo.

O Ciclo de Desenvolvimento Seguro de Aplicações exige tempo, treinamento, certificação e outros custos importantes, e pode atrasar o desenvolvimento de uma aplicação em meses. A solução HPE Fortify faz a análise inteligente do código fonte das aplicações para identificar e classificar as vulnerabilidades encontradas e sugerir as correções necessárias.

“Mais de 80% dos ciberataques são direcionados a aplicativos e a incidência é maior em aplicações web”, afirma Paulo Macedo, Diretor de Segurança da Hewlett Packard Enterprise para a América Latina. “Quando uma empresa desenvolve um aplicativo, seja internamente ou por meio de terceiros, é essencial garantir que pelo menos as vulnerabilidades críticas foram eliminadas, antes do produto ser colocado no mercado ou entregue ao cliente.”

Os associados da ABES interessados na solução poderão conseguir todas as informações necessárias no portal da entidade. O usuário receberá o Relatório de Vulnerabilidades, classificadas por criticidade e terá 30 dias para corrigi-las e submeter novamente o código fonte. Com o último relatório, a ABES fará a emissão do certificado, com validade de um ano, para a versão auditada.

Com este acordo de cooperação, as empresas de software associadas terão suporte técnico em Português, valores diferenciados e protegerão sua propriedade intelectual não mostrando seu código fonte aos clientes.

Mais informações sobre a solução HPE Fortify e o Certificado ABES, podem ser obtidas neste link: www.codigoseguro.org.br

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Em Feira do Empreendedor do Sebrae-SP, startup lança portal para orientar pequeno empreendedor sobre tecnologias

Durante a Feira do Empreendedor do Sebrae de São Paulo, que acontece entre os dias 18 e 21 de fevereiro, a startup Gestão TI4u lança o Tech PME (http://www.techpme.com.br/), primeiro portal de tecnologia do Brasil voltado exclusivamente para o pequeno empreendedor. A plataforma promete ajudar pequenos e médios empresários na busca por tecnologias que facilitem seu dia a dia nos negócios.

A TI4u, que atua como uma consultoria de soluções inovadoras para esse público, pretende provar que nem todos os sistemas e ferramentas são muito caros e complicados de se aplicar. Flávia Fonseca, fundadora da startup, explica que o portal terá dicas de quais soluções adotar no dia a dia e também de como economizar com cada uma delas.

“Muito se fala em tecnologia para empresas, mas ninguém apresenta soluções para os empresários de pequeno porte. Até hoje, não existe no Brasil um canal de comunicação que contenha esse tipo de informação. Esse é o desafio da Gestão TI4u, que possui um contato direto com esse público que, muitas vezes, não domina o mercado de tecnologia”, acrescenta Flávia.

O portal mostrará as facilidades que o bom emprego dessas tecnologias podem trazer à pequena e média empresa. “Escolhi trabalhar com quem mais precisa de ajuda: a pequena empresa! Afinal, a tecnologia deve resolver problemas ou criar oportunidades”, explica a fundadora, que por conta de seu trabalho na startup, foi convidada a lecionar na Fundação Instituto de Administração da Universidade de São Paulo (FIA/USP).

Com o novo canal, a Gestão TI4u também pretende aumentar a sua visibilidade, tanto para futuros clientes, como para possíveis patrocinadores e parceiros que contribuam com o portal.

Visite o stand 9 da Gestão TI4u na Feira do Empreendedor do Sebrae para conferir o lançamento do portal e as novidades do mercado de tecnologia. Durante o evento, profissionais qualificados também estarão à disposição do empreendedor para tirar dúvidas sobre tecnologias. “Cuidado! Antes de sair comprando sistemas por aí, melhor saber qual pode ser mais eficiente para o seu negócio”, alerta Flávia.

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A simplicidade que encanta os consumidores – Por Fabio Lopez

A interação próxima e pessoal entre comerciantes e clientes, a disponibilidade de mercadorias e o bom atendimento eram situações comuns no passado, nos tempos em que as pessoas faziam suas compras nas lojas ou supermercados de bairro. Os comerciantes conheciam as preferências dos seus clientes mais fiéis, não havia longas filas e o dono do estabelecimento sempre estava disposto a ajudar e não deixar faltar produtos no estoque. O varejo cresceu, as grandes redes se popularizaram e aos poucos essa relação de proximidade com o consumidor foi se perdendo. Hoje, o varejo vive o desafio de resgatar o contato pessoal e personalizado, encantar o cliente com ações simples que eram tão habituais no passado e, finalmente, inovar e se diferenciar da concorrência.

Hoje, um dos problemas mais críticos do setor é a gestão das lojas físicas, que abrange o treinamento de funcionários para interagir, sanar dúvidas e melhorar o atendimento aos clientes, e, também, a disponibilidade de tecnologias que os auxiliem no atendimento a essas necessidades básicas dos consumidores. Afinal, não existe sensação pior para o cliente do que ter o carrinho cheio e uma fila de pagamento gigante à sua espera, funcionários com pouca ou nenhuma informação sobre o estoque ou ainda receber do varejista informações e ofertas não adequadas ao seu perfil de consumo.

Situações como essas fazem o consumidor lembrar nostalgicamente da infância (ou das histórias contadas por pais e avós sobre as infâncias deles), quando as compras na mercearia da rua eram prazerosas porque traziam um aspecto pessoal e personalizado. O dono do negócio conhecia o cliente pelo nome, os hábitos de compras da sua família e sempre avisava sobre a disponibilidade de um determinado produto. É essa a simplicidade que o varejo brasileiro precisa resgatar, e que não acontecerá apenas com as grandes marcas investindo em supermercados de bairro, sem pensar em ações para reter e fidelizar seu consumidor de forma pessoal.

Atualmente, a palavra ‘fidelização’ muitas vezes tem sido resumida a ‘cartões de fidelidade’ ou WiFi gratuito na loja, que as grandes marcas implantam a fim de oferecer conectividade, descontos e acúmulo de pontos. Essas ações sozinhas não retêm o consumidor, e por isso os varejistas precisam ir além para se destacar. Claro que estratégias digitais, como integração com canais de e-commerce ou mídias sociais, por exemplo, são importantes, mas elas precisam avançar na mesma proporção que as melhorias no ambiente físico. Hoje, o tempo de espera em uma fila impacta – e muito – os resultados do varejo. Não é raro um cliente desistir da compra se a fila estiver muito longa e demorada. A agilidade dos caixas, especialmente em seus dias e horários de pico, é um ponto crucial na satisfação e retenção de clientes. Soluções simples, como leitores bióticos, e também mais sofisticadas, como checkouts automáticos, podem reduzir significativamente o tempo de espera do consumidor e melhorar sua experiência de compra.

É preciso lembrar que a indisponibilidade de produtos na gôndola, fator conhecido como ruptura, também impacta fortemente o varejo no Brasil. Em alguns casos, essa taxa chega a ultrapassar os 20%. Com tecnologias e sistemas corretos, os vendedores podem ajudar a evitar longas filas e fornecer informações precisas ao consumidor sobre a disponibilidade de produtos. Isso sim pode, de fato, gerar valor ao negócio e ajudar o estabelecimento a encantar o cliente pela interação e atendimento personalizado.

Entendendo o consumidor

Outro ponto sensível para o varejo é entender os hábitos de compras do consumidor. É difícil fazer isso sem tecnologia, mas na era de big data e analytics o problema não está na disponibilidade de dados, mas na forma como eles são interpretados e usados a favor do consumidor. Um exemplo simples: o varejista pode oferecer ao cliente uma lista com os preços de produtos que ele compra mensalmente, ou até mesmo sugerir receitas simples que possam harmonizar bem com um vinho que costuma comprar, e enviar, ainda, a lista de ingredientes disponíveis na loja física. Hoje, o consumidor é fiel a uma loja não pela quantidade de pontos que ele pode acumular em seu cartão de fidelidade, mas por uma série de fatores que se complementam, como praticidade, agilidade, preço justo, atendimento personalizado, boa experiência de compra, ambiente agradável, entre outros. Se ele encontrar tudo isso em um só local, as chances de voltar e se tornar fiel são grandes!

Fabio Lopez, Diretor de Vendas da Datalogic para o Sul da América Latina

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Arrow ECS tem planos de expansão em 2017

A Arrow ECS (Enterprise Computing Solutions), distribuidora que comercializa soluções corporativas de TI, desafiou e superou os grandes obstáculos de 2016, crescendo com um programa de canais focado no relacionamento e construção de planos de negócios. Com a estratégia de amplificar no Brasil o modelo de negócios global que transformou a empresa em um dos maiores distribuidores do mundo, a Arrow fechou 14 parcerias somente em 2016, agregando ao seu portfólio fabricantes como Oracle, RedHat, A10, Lenovo e Alcatel-Lucent.

“Estamos muito satisfeitos com os resultados de 2016, as metas foram alcançadas e o período de transição já passou. Estamos muito bem estabelecidos no país”, afirma Ronaldo Miranda, vice-presidente para América Latina e gerente geral da Arrow ECS no Brasil. “Nosso portfólio de fabricantes permite aos canais a oferta de soluções completas aos clientes finais, com a grande vantagem de ter o apoio de valor agregado da Arrow”.

O ano de 2016 foi um marco para as conquistas da Arrow ECS no Brasil. A inauguração do novo escritório em São Paulo com uma estrutura completa para atender os parceiros e suportar o crescimento da empresa nos próximos anos, seguindo a estratégia Global “5 Years Out”, como explica Miranda, “a Arrow é uma gigante global com mais de 100 mil clientes entre fabricantes e revendas porque pensa sempre à frente, criando uma comunidade sólida de desenvolvimento continuado com nossos parceiros. Isso é 5 Years Out, estimular os parceiros a pensar cinco anos a frente para criar soluções integradas para o mercado”.

Adilson Mulha, diretor Comercial da Arrow ECS, enfatiza que a empresa vai consolidar no Brasil sua habilidade e liderança mundial em Megatendências. Durante o Arrow-Roadshow 2016, que passou por várias cidades do país, o foco foi em como trabalhar a estratégia “5 Years Out” para colaborar com as revendas no movimento de transformação do mundo atual com soluções em Segurança, Cloud, Datacenter/Hiperconvergência, Big Data/Social Media e Internet das Coisas (IoT).

Além do novo escritório, a Arrow modernizou sua operação logística, por meio de investimentos e da mudança de seus warehouses de Itatiaia (RJ) e Miami (EUA). Também foi criado um novo warehouse em Cajamar (SP) para suportar o crescimento acelerado do portfólio dos fabricantes parceiros.

“2017 será fundamental para as revendas se desenvolverem nestas tendências e investirem na capacitação para oferecer ao cliente final soluções completas. Neste contexto entra a Arrow e seu portfólio cross solutions para ajudar os parceiros não apenas com benefícios de financiamento e compra, mas também com suporte em treinamentos, demonstração de novas soluções, consultorias e todo o nosso expertise e contato direto com fabricantes”, comenta Ronaldo Miranda.

Governo

Para os canais que focam seus negócios no setor público, foi criada em 2016 a diretoria de Governo, composta por especialistas em pregões, licitações, editais e processos regulatórios. Este é um diferencial de mercado da distribuidora para atender a grande demanda das revendas.

A Diretoria de Governo da Arrow oferece um suporte administrativo, jurídico e comercial para as revendas atuarem no setor público e participarem de processos de venda utilizando a estrutura da Arrow. Lisia Souza, diretora para Governo da Arrow ECS destaca, “desde sua criação, a diretoria aumentou em mais de 100% o faturamento nesta modalidade de negócios. Hoje, temos diversas Atas de Registro de Preços de vários fabricantes e uma abrangência comercial em todas as regiões do país para dar suporte às suas revendas”.

Com um portfólio de 33 fabricantes, oferecendo soluções de ponta a ponta, a Arrow ECS Brasil possui sede em São Paulo e times regionais no Nordeste, Sul, Centro-Oeste e Norte. Neste ano deverão ser anunciados mais quatro fabricantes ainda no primeiro trimestre.

Ronaldo Miranda finaliza: “estamos prontos para mais um ano de crescimento com foco no relacionamento e negócios crescentes com as revendas e com os fabricantes do nosso portfólio”.

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Para pequenas empresas, o ano não pode começar só depois do Carnaval – Por Cristiano Mendes

No Brasil, existe um ditado que diz que o ano só começa depois do Carnaval, pois o ritmo do mercado é mais lento nos dois primeiros meses do ano. Por isso, o mês de Janeiro e parte de Fevereiro são subestimados por serem um período de mercado devagar, entre as festas de final de ano e o Carnaval. Porém, este é o momento para as pequenas empresas colocarem essa ideia de lado. Inclusive, os negócios se deram melhor em 2014, ano em que o Carnaval atrasou para Março, o faturamento das micro e pequenas empresas de São Paulo em Fevereiro aumentou 9,7%, se comparado ao mesmo mês no ano anterior, segundo levantamento do SEBRAE-SP. Isso prova que os consumidores estão dispostos e interessados no mercado antes do Carnaval, por isso os pequenos negócios devem estar preparados para atendê-los.

O atraso do feriado em 2014 proporcionou mais tempo para as pequenas empresas que demonstraram bom desempenho e lucro. Naquele ano, já que esperar o Carnaval passar não era uma opção, pois significaria começar com força total apenas na metade para o final de Março, quase 3 meses depois do início do ano.

O começo do ano pode ser muito produtivo para um pequeno empreendedor, que pode, por exemplo, aproveitar para organizar a situação financeira e a declaração de imposto de renda do negócio, evitando potenciais processos burocráticos no período de pico de vendas. Pode também criar ou aprimorar a presença online, o que não necessita de altos investimentos. Mesmo se precisar construir sua identidade digital, aproveite para adquirir um domínio, um e-mail profissional e um site para promover seus serviços e produtos online para potenciais clientes pelo Brasil e pelo mundo. Até mesmo se você já possui uma página na web, foque em atualizar seu site, montar uma estratégia de mídias sociais e marketing digital que te aproxime dos seus clientes. Assim, com uma presença online consistente e pronta para atender os consumidores no momento certo, quando o mercado volta à ativa.

Portanto, os dois primeiros meses do ano podem ser um diferencial para ajudar o seu pequeno negócio a sair na frente da concorrência, porque você já pode iniciar a produção nesse momento de baixa de mercado, aproveitando o ritmo mais lento para focar em atividades estratégicas e de planejamento para sua empresa. Assim, quando o mercado voltar em força total, você já vai estar pronto, afinal, a melhor onda é de quem chega primeiro na praia.

Cristiano Mendes, Diretor de Produtos da GoDaddy para América Latina

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Ingram Micro contrata Celso Fulan e fortalece a área de Advanced Solutions

unnamed (2) A Ingram Micro Brasil, subsidiária brasileira da maior distribuidora global de tecnologia, continua investindo no crescimento da área de Advanced Solutions, promovendo seus talentos internos e repatriando bons profissionais que já passaram pela casa. Agora, por exemplo, para reforçar ainda mais a equipe dedicada a oferecer suporte na arquitetura de soluções para seus parceiros, a distribuidora anuncia Celso Fulan como head de Canais, Indústrias e Soluções.

A movimentação marca a continuidade de investimentos e o regresso de Fulan à Ingram Micro. Segundo o diretor da área, Luis Lourenço, “o time tem a missão de fortalecer e estreitar o relacionamento da Ingram Micro com revendedores de todo o país por meio de programas diferenciados que serão reforçados ao longo deste ano, apoiar o desenvolvimento dos parceiros e gerar demanda com clientes finais”.

“Estou muito feliz com a oportunidade de contribuir para o crescimento contínuo das operações de canais da Ingram Micro no país”, diz Fulan, que é graduado em engenharia mecânica e possui MBA executivo, com foco em TI, pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Com 16 anos de experiência na área de vendas, desenvolvimento de canais e relacionamento com fabricantes, Fulan trabalhou na Ingram Micro entre os anos de 2000 e 2010, exercendo os cargos de gerente de pré-venda da IBM Servidores, Storage e Software e gerente de Unidade de Negócio da HP Servidores e Storage. Antes passou por empresas como General Electric (GE) e Network1.
A área de Advanced Solutions da Ingram Micro existe desde 2010, com portfolio de grandes marcas como Cisco, Emerson, IBM, Juniper, Oracle e Vmware, entre outras. Além disso, oferece suporte na arquitetura de soluções para acelerar a concretização de projetos e negócios de seus revendedores parceiros, tanto no mercado privado como na esfera de governo, em conjunto com os escritórios e atendimentos regionais.

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Cia Hering junta-se a startup brasileira de chat inteligente para mensurar resultados de treinamento do time comercial

Emmanuel Denaui

Durante o lançamento da coleção Inverno 2017 das marcas da Cia Hering, colaboradores de todo o Brasil tiraram seus smartphones dos bolsos para acelerar seu entendimento sobre os novos produtos que em breve vão estar à venda nas 824 lojas físicas (franquias e lojas próprias) e em mais de 11.000 lojas multimarcas e e-commerce. O time comercial contou com a plataforma Indica, da Hondana, usada para avaliar a compreensão dos colaboradores e garantir que todos estejam devidamente preparados para vender as novas peças.

Os resultados de vendas de uma empresa como a Cia Hering estão diretamente atrelados à capacitação dos seus colaboradores e à visibilidade do entendimento de toda a equipe. A plataforma Indica levou informações sobre as novas campanhas e validou os resultados de maneira igualmente rápida, em tempo real, alcançando uma resposta positiva dos colaboradores de 98% graças ao formato inovador da plataforma, parecido com uma conversa de Whatsapp.

“Foi um prazer ajudar a Cia Hering atingir toda a equipe, não importa onde esteja, e conquistar tamanha adesão voluntária a um projeto como este”, comenta Greg Bateman, Diretor Executivo da Hondana. “Esta tendência de capacitação através de “chat” que trouxemos dos EUA permitiu que a Cia Hering tivesse uma participação e engajamento 450% maior por se tornar um hábito tão comum para os colaboradores quanto checar o celular.”

Previamente um programa fechado para empresas globais, a Hondana abriu sua carteira em 2017 para receber novos clientes. Saiba mais no site www.hondana.com.br.

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Apenas um em cada cinco bancos e seguradoras acredita ser capaz de detectar uma violação de segurança cibernética

Os bancos e as seguradoras têm um nível significativamente elevado de confiança dos consumidores em relação à segurança cibernética de seus sistemas (83%) do que qualquer outro setor (com 28% no caso de empresas de comércio eletrônico e 13% em relação às de telecomunicações e varejo). No entanto, o setor de serviços financeiros não partilha do mesmo sentimento. Apenas um em cada cinco executivos bancários (21%) está altamente confiante de sua capacidade de detectar uma violação – mas nem todos saberão se defender dela. Esta é a constatação de um estudo publicado pela Capgemini, intitulado ‘The Currency of Trust: Why Banks and Insurers Must Make Customer Data Safer and More Secure’.

“Os bancos estão evoluindo suas capacidades para combater a ameaça sofisticada que os cibercriminosos representam, mas a compreensão pública das ameaças e desafios permanece baixa”, explica Maliha Rashid, líder de Cibersegurança da Capgemini.

O estudo conduzido com 7,6 mil consumidores e mais de 180 profissionais de privacidade e segurança de dados de bancos e de seguradoras de oito países (Alemanha, Espanha, Estados Unidos, França, Holanda, Índia, Reino Unido e Suécia) destaca o nível de confiança creditada aos bancos pelos clientes.

Consumidores veem confiança nos bancos e seguradoras como vital

A maioria dos consumidores considera a privacidade e a segurança de dados como um fator extremamente importante na escolha de seu banco (65%). A lacuna entre a percepção dos consumidores e a realidade talvez possa ser explicada pelo fato de que, apesar de uma em cada quatro instituições financeiras já ter sido vítima de ataque, apenas 3% dos correntistas sabem que seu próprio banco foi violado.

Instituições de serviços financeiros são desafiadas a proteger dados

Enquanto as instituições financeiras, especialmente os bancos, estão investindo uma quantia surpreendente de dinheiro para assegurar seus sistemas, o número e a frequência de violações de dados ainda está subindo. A natureza evolutiva da ameaça e a falta de clareza entre os líderes talvez explique porque, apesar dos altos níveis de investimento, 71% das organizações não têm uma estratégia de segurança equilibrada e nem práticas consolidadas de privacidade de dados.

Nova regulamentação europeia deve aumentar sensibilização do público sobre eventuais violações

O Regulamento Geral de Proteção de Dados (da sigla em inglês GDPR – General Data Protection Regulation), legislação europeia que entrará em vigor em maio de 2018, forçará as organizações a divulgarem violações de dados dentro de 72 horas – ou sofrerão penalidades. Embora seja uma lei relativa à União Europeia, ela se aplicará a qualquer empresa que detenha dados sobre um cidadão europeu ou que opere neste mercado, o que também deverá afetar bancos e seguradoras de outros países. Embora o cumprimento seja mandatória e falte pouco mais de um ano para seu lançamento, entre os executivos pesquisados, apenas um terço (32%) respondeu que sua organização tenha feito os avanços para a implementação das diretrizes iniciais.

Caso a confiança nas instituições financeiras seja abalada, os consumidores a deixarão

Embora muitos confiem nos bancos e seguradoras quanto à segurança dos seus dados, uma vez que essa confiança for quebrada, correntistas e segurados estarão suscetíveis a agir. Três quartos dos consumidores (74%) mudariam de instituição em caso de violação de dados. Entre aqueles que permaneceriam com seu banco ou seguradora caso suas informações fossem comprometidas, mais de um quarto passaria a ser mais cauteloso sobre investimentos adicionais.

“Quando a nova regulamentação estiver vigente as respectivas violações divulgadas, muitas pessoas ficarão surpresas. Será uma excelente oportunidade para a transformação de negócios de bancos e seguradoras, permitindo que se tornem verdadeiras fortalezas digitais”, afirma Zhiwei Jiang, líder global de serviços financeiros, Insights e Dados da Capgemini.

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A importância do mobile para os negócios – Por Marcílio Junior

Atualmente, os smartphones fazem mais parte da vida das pessoas do que seus computadores. De acordo com uma pesquisa feita pelo IBGE, desde 2014, o celular é o principal meio de acesso à internet da população brasileira. Portanto, é muito importante para qualquer negócio estar também nos smartphones de seus clientes. Além de todas as vantagens que um aplicativo pode trazer para os usuários, investir em mobile também pode significar boas reduções de custos. Muitos enxergam esse investimento como uma excelente saída para os tempos de crise que temos vivido em nosso país.

Porém, muito deve ser considerado ao tomar a decisão de investir em aplicativos. Não é algo que você irá fazer da noite para o dia. É de extrema importância conhecer bem seus usuários, mercado e traçar de forma correta seus objetivos, já que seguir caminhos errados em fases iniciais de estudos podem comprometer toda sua ideia e o sucesso do seu projeto. O ideal é ponderar bem sobre seus objetivos gerais, priorizar e atacar um a um de forma organizada e simples. Não adianta ter em mãos um aplicativo que você acha que irá resolver todos os problemas de uma única maneira.

Lançar seus apps sempre começando com MVPs (Produto Mínimo Viável), também é uma ótima ideia para conhecer bem seus consumidores e aprender durante o processo de desenvolvimento da sua ideia. Muitas vezes o foco inicial de um produto é alterado depois de fases iniciais de testes com os usuários reais.

Por isso, a UX (User Experience) tem um papel de extrema importância no sucesso ou fracasso de um aplicativo. Usuários não buscam apenas aplicativos com um apelo visual grande ou somente uma interface bonita. A experiência proporcionada no uso do mesmo é tão importante quanto sua funcionalidade.

Quem quer criar um app não pode pensar em apenas resolver um problema, isso muitos já fazem. É necessário ter uma experiência mais fluída possível, fazendo que com que o usuário utilize o aplicativo na forma mais fácil e rápida, já que com os dias corridos que temos atualmente, ninguém quer passar tempo demais procurando menus escondidos ou pulando de tela em tela para fazer uma simples tarefa. Então, pode-se dizer com certeza que quanto melhor a experiência do seu app, maior será sua possibilidade de sucesso.

Por fim, você pode estar pensando, mas afinal, qual é o momento certo de investir no mobile? A resposta é simples: A-G-O-R-A! Se você ainda não começou a planejar a criação de um aplicativo para melhorar a experiência dos seus clientes, você está ficando para trás. Pense nisso!

Marcílio Júnior, desenvolvedor mobile na HE:labs. Mineiro, graduado em Ciência da Computação e especialista em Estratégias em Arquitetura de Software, atua com desenvolvimento desde 2007 e com iOS desde 2012. Com experiência em clientes de diversos tipos e tamanhos, descobriu o como é bom trabalhar ao entrar na HE e viver uma experiência de trabalho inovadora!

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IBM Delivers Watson for Cyber Security to Power Cognitive Security Operations Centers

IBM X-Force Command Centers

IBM Security (NYSE: IBM) today announced the availability of Watson for Cyber Security, the industry’s first augmented intelligence technology designed to power cognitive security operations centers (SOCs). Over the past year, Watson has been trained on the language of cybersecurity, ingesting over 1 million security documents. Watson can now help security analysts parse thousands of natural language research reports that have never before been accessible to modern security tools.

According to IBM research, security teams sift through more than 200,000 security events per day on average, leading to over 20,000 hours per year wasted chasing false positives.1 The need to introduce cognitive technologies into security operations centers will be critical to keep up with the anticipated doubling of security incidents over the next five years and increased regulation globally.2

Watson for Cyber Security will be integrated into IBM’s new Cognitive SOC platform, bringing together advanced cognitive technologies with security operations and providing the ability to respond to threats across endpoints, networks, users and cloud. The centerpiece of this platform is IBM QRadar Advisor with Watson, the first tool that taps into Watson’s corpus of cybersecurity insights. This new app is already being used by Avnet, University of New Brunswick, Sopra Steria and 40 other customers globally to augment security analysts’ investigations into security incidents.

IBM has also invested in research to bring cognitive tools into its global X-Force Command Center network, including a Watson-powered chatbot currently being used to interact with IBM Managed Security Services customers. IBM also revealed a new research project, code-named Havyn, pioneering a voice-powered security assistant that leverages Watson conversation technology to respond to verbal commands and natural language from security analysts.

“Today’s sophisticated cybersecurity threats attack on multiple fronts to conceal their activities, and our security analysts face the difficult task of pinpointing these attacks amongst a massive sea of security-related data,” said Sean Valcamp, Chief Information Security Officer at Avnet. “Watson makes concealment efforts more difficult by quickly analyzing multiple streams of data and comparing them with the latest security attack intelligence to provide a more complete picture of the threat. Watson also generates reports on these threats in a matter of minutes, which greatly speeds the time between detecting a potential event and my security team’s ability to respond accordingly.”

The IBM Cognitive SOC
As security teams evolve their strategies and tactics to thwart cybercriminals, the introduction of cognitive technologies into today’s security operations centers will be critical to keep pace. A recent IBM study found that only 7 percent of security professionals are using cognitive tools today, but that usage is expected to triple over the next 2-3 years.3

The IBM Cognitive SOC platform puts cognitive technologies into security analysts’ hands, enhancing their ability to fill gaps in intelligence and act with speed and accuracy. The IBM QRadar Advisor with Watson app brings cognitive capabilities to aid security analysts in their investigations and remediation through IBM’s QRadar security intelligence platform. The solution assists in the investigation of potential threats by correlating Watson’s natural language processing capabilities across security blogs, websites, research papers along with other sources, with threat intel and security incident data from QRadar, which can shorten cyber security investigations from weeks and days, to minutes.

“The Cognitive SOC is now a reality for clients looking to find an advantage against the growing legions of cybercriminals and next generation threats,” said Denis Kennelly, Vice President of Development and Technology, IBM Security. “Our investments in Watson for Cyber Security have given birth to several innovations in just under a year. Combining the unique abilities of man and machine intelligence will be critical to the next stage in the fight against advanced cybercrime.”

To extend the ability of the Cognitive SOC to endpoints, IBM Security also is announcing a new endpoint detection and response (EDR) solution called IBM BigFix Detect. The solution helps organizations gain full visibility into the constantly changing endpoint threat landscape while bridging the gap between malicious behavior detection and remediation. BigFix Detect is making EDR accessible and actionable, providing security analysts with the ability to see, understand and act on threats across their endpoints through a single platform, and delivers targeted remediation on impacted endpoints enterprise-wide in minutes.

When paired with the orchestration and automation capabilities of IBM Resilient’s Incident Response Platform (IRP), clients can turn cognitive SOC insight into action across enrichment, remediation, and mitigation functions. The IBM Cognitive SOC also brings together other technologies from IBM Security including i2 for cyber threat hunting and IBM X-Force Exchange.

Cognitive Security Services and Innovations
IBM will also help clients design, build and manage cognitive security operations centers globally through IBM Managed Security Services. Over the past five years, IBM has built over 300 security operations centers for clients in dozens of industries, including consumer packaged goods, retail, banking and education. Clients can choose to have IBM build their cognitive SOC on-premise or manage it virtually via the IBM Cloud as part of the IBM X-Force Command Center network.

IBM’s global network of X-Force Command Centers are using IBM’s cognitive capabilities like QRadar Advisor with Watson to enhance the investigation of security events. Another promising use case is a new research project code-named Havyn, which brings a voice to the cognitive SOC. The goal of Havyn is to create a voice-powered security assistant that can interact with security analysts on topics such as real-time threat updates and information on an organization’s security posture.

The Havyn project uses Watson APIs, BlueMix and IBM Cloud to provide real-time response to verbal requests and commands, accessing data from open source security intelligence, including IBM X-Force Exchange, as well as client-specific historic data and their security tools. For example, Havyn can provide security analysts with updates on new threats that have appeared and recommended remediation steps. Havyn is currently being tested by select researchers and analysts within IBM Managed Security Services.

Watson is also currently engaging with clients daily via a new chatbot tool deployed in IBM’s X-Force Command Center network, which manages over 1 trillion security events per month. Clients can choose to ask Watson questions via instant messaging about their security posture or network configurations. For example, clients can ask Watson questions about a device or ticket status. The tool is also capable of executing commands from IBM MSS customers, such as reassigning a ticket to a new owner.

For more information on Watson for Cyber Security and the IBM Cognitive SOC, visit: http://www-03.ibm.com/security/cognitive/

 



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