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O futuro das estratégias omnichannel – Por Yuri Fiaschi

O cenário da mensageria passou por grandes mudanças em 2016, e essa evolução deve continuar até o ano que vem. O conceito de omnichannel já está bem disseminado, mas no ano passado ficou ainda mais conhecido, tornando-se fundamental para o crescimento da mensageria. Além disso, temos o fortalecimento dos apps de mensagens instantâneas, com o incremento do investimento de grandes corporações, o desenvolvimento de chatbots e a internet da coisas (IC), o que faz de 2017 o ano da comunicação em termos de inovação. Aqui estão algumas tendências que podem ajudar na elaboração de estratégias omnichannel:

Aumento do uso de apps de mensageria por grandes corporações: Aplicativos de mensagens instantâneas entrarão na era do application-to-person (A2P), continuando uma tendência já presente em 2016. Desde que a primeira mensagem de texto foi enviada, em 1992, o cenário desse mercado passou por transformações radicais. Nos últimos anos, a comunicação person-to-person (P2P) foi dominada por aplicativos como WhatsApp ou Viber. Em 2017, a previsão é de que as empresas incluam esses apps no seu mix de marketing. Para muitos deles, isso fará parte de uma ampla estratégia multicanal ou omnichannel. Porém, é improvável que um aplicativo de mensagens instantâneas seja bem-sucedido, se for a única ferramenta de comunicação. É necessário torná-lo parte de uma plataforma integrada de omnichannel. Isso deve levar os apps a buscar parcerias com os provedores de mensageria, que , por sua vez, ofereceriam seus melhores serviços para atrair grandes corporações.

A escalada do omnichannel: considerando o potencial de negócios, empresas de todos os tamanhos vão abraçar o omnichannel em 2017. A Juniper Research previu que 160 trilhões de mensagens on-line ou via celular serão enviadas por ano até 2019, e as via omnichannel serão responsáveis pela maior parte delas. Diferentes canais de comunicação serão unidos por meio de novas formas de gerenciamento tecnológico e métodos mais simples de integração.

Robôs conduzindo os negócios: o atendimento ao cliente será dominado por robôs? Um cenário que parecia distante ficará mais perto em 2017. A tendência é de que, em vez de as empresas forçarem seus clientes a esperar para falar com o contact center ou não disponibilizar atendimento fora do horário regular de trabalho, os robôs façam esse trabalho e melhorem a eficiência do negócio. Além disso, os robôs podem ser vistos como o próximo grande passo na ampliação e no desenvolvimento de plataformas de comunicação, com o potencial de impactar todo um ecossistema.

O crescimento da internet das coisas (IC) para conduzir integrações via APIs para SMS: as empresas estão buscando cada vez mais formas de conectar dispositivos em carros, casas e nos nossos bolsos. Este ano veremos o SMS profissional tornar-se o mecanismo de entrega de confiança para muitos desses aparelhos conectados. Seja para dar suporte a aspectos críticos de infraestrutura para a indústria, seja para conduzir cidades conectadas ou aplicações de IC com alto risco, o SMS será essencial para a entrega de mensagens. Neste ano, o potencial para APIs de SMS crescerá ainda mais com a IC e vai conduzir essa demanda para a integração de um componente de mensageria SMS em vários pontos de um ecossistema.

É importante que as empresas fiquem atentas a essas tendências, já que esse é o futuro da comunicação corporativa. O omnichannel, o chatbot e o SMS como ferramentas são uma realidade e estão cada vez mais presentes. As soluções fazem a diferença no atendimento aos clientes e maximizam a eficiência dos negócios. Em 2017, vamos ouvir falar muito dessas soluções.

Yuri Fiaschi, Sales Director Latam da Infobip

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Em visita ao Brasil, VP da Hitachi Data Systems aponta as principais tendências para o mercado em 2017

Shawn Rosemarin - Vice Presidente de Soluções e Produtos das Américas da Hitachi Data Systems (HDS)

Shawn Rosemarin – Vice Presidente de Soluções e Produtos das Américas da Hitachi Data Systems (HDS)

O Vice-Presidente de Soluções e Produtos das Américas da Hitachi Data Systems (HDS), Shawn Rosemarin, e o SVP e General Manager, Barry Morrison estão em uma rápida visita ao nosso país. Na oportunidade, eles apresentaram a visão da HDS para o futuro do mercado de tecnologia, como a estratégia de dados e o Big data como principais tendências de 2017.

Para a HDS, as empresas já possuem praticamente toda informação que necessitam. O próximo passo é colocar esses dados para trabalhar e, assim, criar estratégias eficazes para monetizar essas informações. O Big data continua em alta, principalmente com a economia gerada pela tecnologia Flash, mas a Transformação Digital depende do uso estratégico dos dados coletados e analisados. A Internet das Coisas (IoT) também terá um papel de destaque no ano, considerando principalmente que, em pouco tempo, os maiores geradores de informações não serão mais as pessoas, mas as máquinas.

“Olhando pela perspectiva da indústria, vemos que muitas coisas estão acontecendo ao mesmo tempo, mas é preciso focar no que é mais importante para garantir agilidade e economia”, explica o VP Shawn Rosemarin. “Ainda em 2017, nossa principal moeda serão os dados. Aqueles que conseguem monetizá-los com facilidade e rapidez com certeza terão uma importante vantagem competitiva.”

A questão agora não gira mais em torno da consolidação dos Data Centers, e sim sobre a consolidação de dados em múltiplos clouds (público e privado), além de aplicações como Enterprise e SaaS.

“A Hitachi não oferece apenas uma solução de armazenamento de dados para seus clientes. Nós apresentamos um caminho claro que passa pela gestão de dados, governança, mobilidade de acesso e data analytics. O sucesso de nossos clientes, nos mais diferentes setores, apenas ressalta o valor da nossa experiência e confirma que estamos trabalhando com a estratégia correta. Por isso, a Transformação Digital é uma de nossas apostas mais fortes para este ano”, comenta o VP da HDS.

Mais do que empresas usando seus dados de forma estratégica, teremos a aplicação desses dados em verdadeiras Cidades Digitais, que funcionarão de acordo com os principais insights conseguidos através de estratégia de dados e big data. Teremos cada vez mais um trabalho integrado entre tecnologia, finanças e o desenvolvimento das cidades.

Crescimento

Vale mencionar também que na última pesquisa sobre grandes empresas de armazenamento de dados, a Hitachi foi a única com resultado positivo no setor, com um crescimento de 9,2% em sua renda. As outras empresas tiveram, em média uma queda de 3,2%. O quadro é ainda mais alarmante quando consideramos que a quantidade de dados armazenados aumentou 33,2%. Armazenar dados ficou mais barato, mas essa não é uma boa notícia para o setor.

O bom resultado da empresa deve-se muito ao seu papel de destaque no setor, além da sua ampla segmentação do espectro de trabalho. “A HDS apresenta um trabalho muito diversificado e acredito que isso é fundamental para criar a transformação digital que as empresas precisam e que a nossa sociedade merece”, comenta Shawn Rosemarin.

O VP de Soluções e Produtos, Shawn Rosemarin e o SVP e General Manager, Barry Morrison, fazem parte da equipe de líderes da Hitachi responsável pelas estratégias de marketing, desenvolvimento de negócios e estabelecimento de vendas e suporte.

Mesmo com mercado em queda, HDS tem crescimento de 9,2%, segundo a IDC

Empresas do mercado mundial de armazenamento de dados tiveram queda de receita de 3,2%

Apesar do rápido crescimento das demandas de Big Data e estratégia de dados, o mercado de armazenamento e cloud computing passaram por um momento financeiro complicado. Segundo dados da IDC, as empresas da área tiveram uma queda de 3,2% no faturamento, mesmo com o crescimento em 33,2% do total de bits armazenados. A única grande empresa do setor que teve um bom desempenho no período foi a Hitachi Data Systems (HDS), com um crescimento de 9,2% na sua receita, no Q3 (terceiro quarter) de 2016.

“Muitas empresas estão movendo seus dados para nuvens públicas, não pelo preço ou por performance, mas porque algumas das grandes empresas não estão conseguindo manter-se relevantes diante das estratégias de data center na nuvem pública”, explica o Vice-Presidente de Soluções e Produtos das Américas, Shawn Rosemarin. “A questão agora não é mais saber coletar e armazenar esses dados, mas encontrar oportunidades para transformar esse material em algo estratégico, verdadeiramente tangível e lucrativo. Os dados precisam apresentar valor para o seu negócio.”

Para Rosemarin, o bom resultado da HDS deve-se principalmente a sua variedade de serviços e produtos, além da sua visão de futuro. Trabalhando sempre com o objetivo principal de levar a Transformação Digital para todos os seus clientes, se posicionando naturalmente como um dos principais players desse mercado.

“Nossos clientes já possuem as ferramentas para obter dados e para armazená-los em segurança. O trabalho agora é garantir que eles tenham ferramentas que permitam transformar esses dados em verdadeiros insights, em oportunidades para melhorar sua dinâmica de trabalho e garantir maior lucratividade.”, explica o VP.

O papel atual da HDS não é mais consolidar os dados dentro dos Data Centers, mas sim criar uma consolidação desses dados através de múltiplas nuvens – sejam elas públicas ou privadas – e aplicações, como Enterprise ou SaaS.

“Conseguimos um resultado tão diferente das outras empresas justamente por pensarmos diferente. Nós apresentamos um caminho claro para nossos clientes, que passa pela gestão de dados, governança, mobilidade de acesso e data analytics. O sucesso de nossos clientes, nos mais diferentes setores, apenas ressalta o valor da nossa experiência e confirma que estamos trabalhando com a estratégia correta”, afirma o VP.

A Hitachi vem apostando cada vez mais no uso da tecnologia Flash, em sistemas que sejam facilmente compatíveis com novas tecnologias e que ajudem a melhorar ainda mais o ROI das companhias. Vale destacar também o trabalho com dados não estruturados, realizado com o Hitachi Content Platform (HCP), que tem impulsionado um novo crescimento na capacidade de armazenamento de seus clientes.

O crescimento diferenciado da HDS está totalmente relacionado ao fato da empresa encorajar seus clientes a irem muito além do armazenamento, trabalhando com a monetização de dados por meio de analytics e IoT. “Nossa meta é de sempre continuar a ajudar nossos clientes a entenderem que a informação é o recurso mais valioso que eles possuem, sendo um material indispensável para a construção de sua estratégia dentro do mundo 4.0”, finaliza o VP da HDS, Shawn Rosemarin.

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OLX planeja expandir equipe de tecnologia em 70%

A OLX, empresa líder no mercado de compra e venda online no Brasil, tem em seu DNA a tecnologia, que é 100% desenvolvida em território nacional. Demonstrando a importância dessa área para os negócios da empresa, em 2017, a OLX planeja aumentar em 70% sua equipe de tecnologia, dados e produtos. A empresa passou a investir pesado em contratações já em 2016, quando 250 pessoas foram contratadas (175 no RJ e 75 em SP). Só na área de tecnologia, foram 86 novos profissionais no ano passado.

“Queremos ficar ainda mais fortes no nosso core, que é a tecnologia”, afirma Simone Grossmann, Chief Human Resource Officer da OLX Brasil. No entanto, a executiva explica que essa evolução não atinge apenas a equipe de desenvolvimento de tecnologia da empresa. “Há previsão de crescimento em todas ás áreas da OLX. Fechamos 2016 com cerca de 460 pessoas no time e a expectativa para 2017 é terminar o ano com 610, ou seja, com um crescimento de 33% no total do número de colaboradores”, completa Simone. A executiva ressalta que a OLX “busca profissionais que prezam trabalhar com autonomia, que gostam de desafios, buscam fazer de forma inovadora e estejam alinhados com o propósito da empresa de unir brasileiros para transformar itens em felicidade”.

Novo escritório

Para abrigar o crescimento da empresa e motivar a inovação e autonomia dos funcionários, a OLX investiu R$ 5 milhões em um novo escritório, no Rio de Janeiro, com 2.600m².

O local tem três andares interligados por escorregadores com uma piscina de bolinha. O andar central do escritório é exclusivo para convivência, com atmosfera geek, conta com salas de jogos, de TV, videogame, cadeiras de massagem, violão, cozinha e refeitório.

Além disso, o andar conta com diversas salas de reunião, salas individuais de conference calls, puffs, redes em ambientes confortáveis e até um palco para eventos internos, cursos, palestras e eventos de confraternização.

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Fintech lança desafio inédito para empreendedores sociais

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Quem sonha em empreender de um jeito diferente, inspirado nos impactos que os negócios podem ter na sociedade, mas ainda não sabe como colocar as ideias na prática, tem agora uma oportunidade. É o Triggers powered by Visionários, um programa inédito de educação e pré-aceleração de negócios sociais, que acaba de abrir suas inscrições pelo http://www.triggers.com.br/.

O projeto prevê ainda um aporte financeiro para a startup vencedora do desafio, além de um programa de aceleração de quatro meses, que inclui áreas como gestão, tecnologia, social e marketing.

Triggers powered by Visionários oferecerá aos participantes a mentoria de um time de notáveis, formado por lideranças de mercado, oficinas com o instituto Quintessa, e desafios de inovação ao lado de organizações como Graac, Escola de Notícias, HandTalk,, Instituto Fazendo História, Moradigna, So+Ma, Teto, Litro de Luz, Arrastão, Arredondar.

Entre os nomes que farão parte da mentoria das equipes, estão Célia Goldstein (Spotify), Cristiane Pedote (ex Barclays no Brasil), Neivia Justa (Johnson & Johnson), Renata Marques, (Whirlpool Latin America), Guilherme Muller (Trigg), Guilherme Ribenboim (Twitter), Mauro Rezende (YouTube), Roberto Grosman (F. Biz), Rodrigo Padron (Brain) e Vitor Elman (Cappuccino Digital)

Triggers powered by Visionários integra a estratégia da fintech Trigg, multiplataforma de serviços financeiros, para o lançamento de seu cartão de crédito, no mês que vem. Segundo Marcela Miranda, sócia e Head da Trigg, seus clientes poderão participar ativamente do desafio, de diferentes maneiras. “A inovação também está na lógica de uso do cartão. Cada cliente terá a opção de usar todo ou parte do dinheiro do cashback – um dos principais benefícios do cartão – que pode chegar a 1,3% do valor da fatura-, para apoiar o projeto vencedor”, explica.

“Entendemos que se trata de uma iniciativa sem paralelos no mercado brasileiro ou mundial. É um esforço coletivo para o desenvolvimento de ideias de negócios sociais e de formação de lideranças alinhadas à chamada “economia criativa ou de consciência”, completa Marcela.

“O programa ajudará a desenvolver as habilidades dos profissionais do futuro e empoderará a nova geração de líderes com causa, seja na criação de um novo negócio ou na renovação de seu trabalho dentro de uma empresa”, destaca Lilo Chachamovits, fundador do Visionários, parceiro da Trigg no projeto.

Triggers powered by Visionários é um desafio eliminatório, com seis grandes fases, que são: inscrição, seleção inicial, desafio de inovação, funil social, desenvolvimento de startup e premiação go-to-market.

Os interessados devem fazer suas inscrições no http://www.triggers.com.br/ até o dia 15 de março, para garantir sua participação no processo de seleção. A ideia vencedora receberá um aporte de, no mínimo, R$ 50 mil e um programa de aceleração de startups de quatro meses. Outros R$ 20 mil serão aportados para a organização envolvida com a ideia ganhadora.

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Estudo da Thomson Reuters aponta que gestão de impostos indiretos é um dos principais desafios para 9 em cada 10 empresas no Brasil

A Thomson Reuters conduziu um levantamento que apresenta os principais desafios que as corporações enfrentam na gestão de impostos indiretos. A sondagem de opinião realizada com 39 líderes de área de impostos e finanças de grandes empresas durante o Synergy 2016 – evento global que discute o papel da tecnologia na transformação da área contábil, fiscal e de gestão do comércio exterior – aponta que a automatização de processos é de grande relevância, já que com o formato manual há muita vulnerabilidade em um ambiente regulatório como o do Brasil.

Entre os entrevistados, 89% consideram a gestão de impostos indiretos um desafio para suas empresas. Os principais desafios e dificuldades estão em manter-se em compliance e evitar possíveis penalidades e juros, além da dependência do departamento de TI para atualizar a política fiscal.

O Brasil apresenta um alto volume de alterações tributárias: cerca de 17 mil alterações anuais – desse total, 60% são de tributos indiretos. Atualmente, a maioria das empresas realiza cálculos manuais destes tributos. “Neste cenário de constantes mudanças, os processos manuais ficam suscetíveis a erros, que por sua vez levam a inconformidades. Isso gera gastos desnecessários com multas, além de sobrecarga à equipe fiscal da empresa para regularização. Experiências com empresas de 189 países apontam que com automatização de processos é possível reduzir em até 70% o custo operacional relacionado aos impostos indiretos”, afirma Renato Promenzio, especialista em soluções fiscais e tributárias da Thomson Reuters.

Ainda de acordo com o estudo, 94,9% dos profissionais gostariam de dedicar mais tempo à análise de dados e tomada de decisões mais estratégicas para a gestão fiscal das empresas. Mais de um quarto dos profissionais (25,6%) afirma que de 40% a 60% do tempo de suas equipes é dedicado à atualização sobre políticas fiscais.

A relação da tecnologia para a gestão fiscal e tributária já praticamente uma unanimidade entre os profissionais, quase 100% acredita que a tecnologia simplifica a gestão de impostos indiretos e que a automação de impostos indiretos simplifica o processo de conformidade fiscal.

“Com uma gestão automatizada, a área fiscal elimina a necessidade de envolver o departamento de TI ou de contratar terceiros para realizar processos manuais. Assim, pode se dedicar à análise e ao planejamento e assumir um papel mais estratégico nas corporações”, conclui Promenzio.

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Transformação digital eleva em 50% receita de empresas no Brasil

A CA Technologies, empresa norte-americana especialista em softwares para impulsionar a transformação digital de empresas, anunciou ontem os resultados de um estudo global que mensurou os ganhos das corporações com a adoção de tecnologia. A pesquisa foi conduzida pela Coleman Parkes a pedido da CA e ouviu 1.770 executivos de TI em 21 países, incluindo 76 profissionais brasileiros.

O estudo apontou que os investimentos em transformação digital aumentaram em 37% a receita de empresas globais e em 50% a das brasileiras. Isso é reflexo do incremento da eficiência operacional nessas companhias: os processos de trabalho fluem melhor, os funcionários trabalham estimulados e há economia em custos.

“A transformação digital mudou de uma vez por todas o papel da tecnologia dentro das empresas. Se antes as companhias eram feitas para durar, hoje, são feitas para mudar. A experiência do usuário está no centro desse movimento”, afirma João Fábio Valentin, vice-presidente de DevOps da CA na América Latina.

Francisco Dal Fabbro, vice-presidente de Agile Management da CA na região, reforça que a transformação não é só digital, mas cultural. “A inovação tem de chegar a produtos, processos, serviços e operações, de forma ágil. A transformação digital determina quem vai vencer os concorrentes e quem vai ser ultrapassado. ” A pesquisa aponta que 88% das empresas entrevistadas já adotaram Agile em algum nível, porém somente 6% o utilizam em toda a organização.

Mas nenhuma estrutura de tecnologia é suficiente se não for segura – e a segurança hoje não é mais aquela das barreiras, mas sim a que dá acesso de maneira rápida às informações exatas, para as pessoas certas, tendo como base a identidade do usuário e dispositivos, que acabam sendo os únicos pontos de controle confiáveis. A pesquisa da CA mostra que empresas que adotam segurança centrada em identidades, de forma transparente, têm clientes mais satisfeitos e fiéis, além de colaboradores mais produtivos.

“A visão moderna da segurança corporativa é de uma camada transparente que abrange todo o processo de criação e operação de um sistema ou aplicativo de forma automática e sem gerar dificuldades. Ela é construída para se auto conectar e, assim, proteger o que deve ser protegido. Com a diversidade de ambientes, dispositivos e tipos de dados crescendo cada vez mais, assegurar a confidencialidade e o acesso às informações é vital”, diz Denyson Machado, diretor sênior de Segurança da CA na América Latina.

Segundo o estudo, 82% dos entrevistados concordam que uma solução de segurança centrada em identidade é crítica para o negócio, porém apenas 25% já usam esse approach. Por outro lado, 75% admitem que seus ambientes são protegidos por sistemas de segurança básicos ou muito limitados.

VEJA OS DESTAQUES DO ESTUDO DA CA:

A Transformação digital:

• Aumentou em 37% Global / 50% Brasil as receitas das empresas;
• Aumentou a eficiência operacional em 38% Global / 52% Brasil;
• Proporcionou 40% Global / 58% Brasil clientes mais satisfeitos; E 38% Global / 50% Brasil de clientes mais fiéis;
• Tornou possível ter 38% Global/ 52% Brasil funcionários mais produtivos;
• Reduziu em 37% Global / 48% Brasil os custos com TI;
• 39% Global / 52% Brasil mais qualidade no desenvolvimento de apps;

Agile

• Usuários avançados de Agile agem 40% Global/ 28% Brasil mais rápido diante de oportunidades
• A pesquisa aponta que 88% das empresas entrevistadas já adotaram Agile em algum nível, porém somente 6% o utilizam em toda a organização

Devops

• Usuários avançados de Devops agem 42% Global/ 36% Brasil mais rápido diante de oportunidades;

Segurança

• Empresas que usam segurança centrada em identidade têm:
o Negócios que crescem 69% Global ;
o Empregados 67% Global / 65% Brasil mais produtivos;
o Clientes 69% Global / 78% Brasil mais satisfeitos;
• 82% dos entrevistados concordam que uma solução de segurança centrada em identidade é crítica para o negócio, porém apenas 25% já usam esse approach
• 75% admitem que seus ambientes são protegidos por sistemas de segurança básicos ou muito limitados

Dados gerais

• 71% Global / 78% Brasil das empresas aumentou alcance digital;
• 69% Global / 83% Brasil das companhias melhorou experiência do cliente;
• 66% Global/ 78% Brasil das empresas aumentou retenção do cliente;
• Para 82% Global / 88% Brasil segurança tem de ser centrada em identidade, mas só 25% Global / 23% Brasil são avançados nessa modalidade.

A pesquisa completa está disponível neste link: https://www.ca.com/us/rewrite/articles/agile/accelerating-velocity-and-customer-value-with-agile-and-devops.register.html

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FWC usa portal Ascenty Cloud para ganhar flexibilidade na oferta de serviços voltados aos clientes

A Ascenty, líder no mercado de data center nacional, apresenta os resultados da parceria com a FWC Group, empresa especializada na oferta de gerenciamento de ambiente de TI seguro e de alta performance com soluções em cloud computing, banco de dados e infraestrutura. Para atender às necessidades dos clientes da FWC, a Ascenty fornece serviços em cloud computing, firewall, balanceamento de carga, armazenamento de dados, backup, colocation, conectividade, entre outros.

Todas as soluções são entregues de forma transparente para o usuário e a contratação dos serviços é feita em função da demanda, gerada por meio do portal Ascenty Cloud, que facilita a aquisição desses serviços, bem como o gerenciamento dos ambientes de TI hospedados em seus data centers.

Entre os resultados positivos da parceria com a Ascenty, destaque para a redução significativa do número de chamadas para intervenções corretivas e agilidade nas decisões, uma vez que o portal Ascenty Cloud oferece grande autonomia aos usuários. O que significa que o ambiente está mais estável e com melhor desempenho.

“Temos uma sinergia bastante afinada com a Ascenty e um objetivo em comum: atender rapidamente, e de forma adequada, às necessidades dos nossos clientes e do mercado em geral”, afirma Marco Duarte, Diretor de Negócios da FWC. “Disponibilidade de ambiente e segurança são requisitos fundamentais para todos os clientes da empresa, especialmente os que possuem aplicações de missão crítica – como é o caso dos que atuam nas áreas de saneamento, logística e transporte, por exemplo”, completa.

Os negócios gerados pelos clientes da FWC exigem flexibilidade na cesta de produtos contratada, que inclui serviços variados, desde administração da infraestrutura ao gerenciamento do ambiente de banco de dados, além da segurança e alta disponibilidade.

“Essa é uma peça fundamental, que vem nos ajudando a oferecer escalabilidade e disponibilidade aos nossos clientes”, explica Duarte “O cliente compra o serviço na modalidade cloud, o que traz flexibilidade, redução de custos, segurança, agilidade para crescimento e permite o foco no core business, por tirar a preocupação da infraestrutura de TI. Exatamente o que os clientes buscam ao contratar a FWC, que atende empresas com diversos perfis de negócios, seja de pequeno, médio ou grande porte, de variados segmentos como construção, manufatura, combustíveis, serviços e agronegócio”, acrescenta.

“A flexibilidade e a disponibilidade de soluções híbridas, que combinam recursos distintos, são os grandes destaques da nossa estratégia na área de serviços gerenciados”, ressalta Roberto Rio Branco, Diretor Comercial, Marketing e Institucional da Ascenty. “Com a inauguração do data center em Maracanaú, na região metropolitana de Fortaleza, a Ascenty reforçou essa estratégia com o conceito de cloud distribuído, oferecendo aos clientes a possibilidade de escolher onde querem operar seus ambientes de TI (em São Paulo ou no Nordeste), sempre com a garantia do mesmo padrão de qualidade internacional. Para a FWC, essa opção é um diferencial importante, uma vez que permite reduzir a latência para os seus clientes do Nordeste”, conclui.

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As tendências em TI para 2017 – Por Scott Hoffpauir, CTO da BroadSoft

Scott Hoffpauir, CTO da BroadSoft

Scott Hoffpauir, CTO da BroadSoft

A troca de telefonia fixa para a nuvem vai acelerar significativamente em 2017

O sistema de telefonia PBX está se tornando uma relíquia do passado para as empresas: caro para manter e difícil de atualizar e escalar de acordo com as mudanças de necessidades. Um número crescente de empresas tem de substituir o equipamento órfão inesperadamente e estas companhias estão sob pressão para permanecerem dinâmicas em um cenário cada vez mais competitivo.
De acordo com a Gartner, as soluções de comunicação unificada (Unified Communication ou apenas UC) em nuvem “se tornaram a escolha preferida devido à economia, flexibilidade, confiabilidade, segurança e escalabilidade superiores”. Além disso, as funcionalidades avançadas de UC oferecidas na nuvem são difíceis e caras para serem oferecidas no modelo on-premises (instalações fixas no ambiente do cliente).
A comunicação unificada na nuvem responderá por 25% das remessas de linhas em 2017, de acordo com a MZA, firma de análise de TI e telecomunicações. E, globalmente, estimamos que a nuvem irá superar as instalações fixas dentro de 4-5 anos. Dado esses prazos, os riscos e oportunidades em jogo, os decisores de TI das empresas devem tomar saber que 2017 pode muito bem ser o ano para agir.

Telecomunicadoras oferecerão experiência nativa de telefonia móvel de ponta a ponta em 2017

A mobilidade está bem estabelecida como uma prioridade fundamental para as empresas. Isto levou a uma proliferação de dispositivos móveis, e o telefone móvel tornou-se talvez a ferramenta de negócios mais indispensável. Mas a experiência do usuário de comunicações unificadas em tempo real em dispositivos móveis não tem acompanhado o ritmo suficientemente.
Hoje, muitos aplicativos UC são chamados “over the top” – aplicativos para download que usam qualquer conexão de dados disponível. Isso é adequado para mensagens e compartilhamento de arquivos, mas muitas vezes fica aquém de funções críticas em tempo real, como voz e vídeo. Dados móveis de baixa qualidade ou conexões WiFi levam a conexões irregulares que não são apropriadas para uso comercial.
No entanto, em 2017 esperamos ver um progresso dramático, liderado por operadores móveis e fabricantes de dispositivos que estão implementando soluções que oferecem conexões móveis nativas de alta qualidade e recursos integrados de negócios em dispositivos móveis. Serviços como o One Net da Vodafone na Alemanha e o Verizon One Talk nos EUA permitem associar um único número a vários dispositivos em conexões móveis com um padrão de alta qualidade. Além disso, os fabricantes de dispositivos estão expandindo o discador nativo com recursos empresariais e fornecendo ferramentas para a integração perfeita de aplicativos de negócios. Exemplos notáveis são os dispositivos com suporte de discagem nativa para o Verizon One Talk e as ferramentas de integração do Kit de chamadas recentemente lançadas pela Apple.
À medida que essas capacidades forem lançadas em 2017, elas permitirão que os operadores móveis finalmente entreguem serviços de negócios claramente diferenciados de seus concorrentes OTT.

AI e Análise Preditiva: alterando o jogo UC e Call Center

A inteligência artificial (AI) e a análise preditiva não se restringem há muito tempo à pesquisa e às aplicações altamente especializadas. Recentemente, elas têm encontrado uso generalizado em aplicações de consumo, como o assistente Siri da Apple. E agora elas estão sendo comercializadas rapidamente para uma variedade de aplicativos comerciais padrão.
Em 2017, as comunicações unificadas e os aplicativos de colaboração em equipe também começarão a se beneficiar significativamente. A AI abordará muitos pontos de produtividade que os colaboradores enfrentam hoje – especialmente as 2,5 horas por dia que um profissional gasta apenas procurando informações, de acordo com a IDC. A AI integrada será capaz de pesquisar através de todos os aplicativos de nuvem de um colaborador para encontrar documentos, mensagens, perfis sociais e qualquer conteúdo relevante para a conversa ou reunião que ele estiver tendo. Isso permitirá que os funcionários colaborem efetivamente dentro de um aplicativo de UC enquanto têm o conteúdo relevante na ponta dos dedos – reduzindo assim as distrações e a perda de produtividade que podem resultar de tentativas fracassadas de multitarefa.

Os call centers são outro domínio de aplicação chave para a AI. Agora, todo o histórico de interação dos clientes pode ser combinado com diversas fontes de informação externas e internas para fornecer uma rica orientação para roteamento e manipulação de cada chamada. Acreditamos que 2017 será o ano em que essas tecnologias se tornem mainstream, e que se liguem ao nosso primeiro tema: elas serão introduzidas principalmente via serviços em nuvem, devido à facilidade de implantação.

Redução de PSTN: progresso e oportunidades

A Rede Telefônica Pública Comutada (PSTN), o principal suporte das comunicações há mais de 100 anos, está sendo eliminada. Trata-se de uma rede antiquada de uso único com altos custos de manutenção, enorme consumo de energia e cada vez menos peças de reposição.

Os avanços nas redes IP terrestre e móvel tornaram-se de longe o meio preferido para todas as comunicações, incluindo a banda larga de voz e vídeo em tempo real. Esta transição tecnológica é também impulsionada por poderosas mudanças de comportamento dos usuários finais: substituição da telefonia fixa pela móvel e a demanda por serviços multimídia HD.
Reguladores e prestadores de serviços já têm agido: a Deutsche Telekom parou de vender ISDN na Alemanha, migrou completamente a Macedônia, a Eslováquia e a Croácia para IP, e a migração total está prevista para 2018. Nos EUA, vários estudos de transição estão em andamento e as principais operadoras, como a AT & T, estão prevendo o ano de 2020 para uma transição completa. E, especificamente, em 2017, espera-se que a Swisscom se torne uma fornecedora de IP.

Esperamos dois grandes impactos em 2017: um deles será uma recuperação significativa em projetos de transformação de redes. O segundo será fornecer mais mecanismos para que as empresas migrem para as soluções UC e UC em nuvem.

Além de mensagens corporativas: colaboração de equipe integrada e UC

Os aplicativos de troca de mensagens estão se tornando chave para o modo como as forças de trabalho se comunicam e colaboram agora e no futuro. No relatório de tendências da Internet de Mary Meeker 2016, Kleiner Perkins Caufield & Byers (KPCB) observa que “as mensagens estão evoluindo de simples conversas sociais para conversas de negócios”.

Algumas empresas tentaram reduzir o uso intensivo de e-mails por meio da implantação de aplicativos de mensagens independentes, mas a incapacidade destes aplicativos de se integrar com outros serviços de comunicação e colaboração significa que a força de trabalho gasta mais tempo alternando entre aplicativos do que usando-os de forma produtiva. Para não mencionar o volume de mensagens que os trabalhadores de linha devem gerenciar e responder rapidamente que excedeu o número de e-mails.

Equipes e indivíduos precisam mover-se fluidamente entre mensagens, compartilhamento, chamada e conferência usando vários meios de comunicação. E ao longo dessas interações eles precisam acessar um contexto sólido e compartilhado: e-mails, documentos, contatos e histórico de comunicação do passado.

Enquanto os players de aplicativos de mensagens de nicho continuarão a desenvolver ou adquirir os componentes de comunicações em falta, as empresas em 2017 irão gravitar para soluções maduras e abrangentes que podem integrar mensagens e colaboração com telefonia, conferência e outros processos principais de negócios.

Nuvem multi-tenant pública irá se tornar a opção preferencial do mercado

Algumas empresas, particularmente as grandes empresas, têm relutado em adotar serviços de nuvem multi-tenant pública. Preocupações sobre segurança, confiabilidade e controle levaram a preferência para implantações de nuvem privada. Isso, por sua vez, significou a ausência de alguns dos benefícios mais fundamentais da revolução na nuvem: redução drástica de custos, facilidades de gerenciamento, e escalabilidade e elasticidade essencialmente ilimitadas.

Essas barreiras também impactaram o Unified Communications as a Service (UCaaS): apenas empresas muito grandes poderiam justificar implantações de nuvem privada e os provedores de serviços confiaram em sua própria nuvem privada para a prestação de serviços.

Agora, o ímpeto da nuvem pública está aumentando com as empresas e os provedores de serviços. Isto é impulsionado principalmente por uma mudança na percepção sobre a segurança. Está tornando-se claro que a nuvem pública é de fato superior: sua escala permite medidas de segurança avançadas e robustas, tanto computacionais como físicas. E as novas tecnologias, como a criptografia de pontaa-ponta, tornam a localização de dados irrelevante do ponto de vista da segurança.

Em 2016, o investimento na nuvem pública foi quase o dobro da nuvem privada, de acordo com o Gartner. Em 2017, esperamos ver alguma migração de nuvem privada para nuvem pública e forte preferência por nuvens públicas em novas implantações. Isso reduzirá os custos e acelerará o tempo de escalonar o mercado.

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Startups das áreas de saúde e bem-estar trazem inovações para a população na Oiweek 2017

No segundo dia da 9ª Open Innovation Week 2017, as startups com soluções em saúde e bem-estar demonstram como a tecnologia pode contribuir para a melhoria em diversas áreas da sociedade. Neste ano, o evento conta com 50 projetos que vão desde simulador que ajuda no treinamento do futuro médico a testes em pele artificial para desenvolvimento de cosméticos. Conheça algumas das novidades

MedRoom – desenvolve simuladores para treinamento médico com realidade virtual, recriou uma sala cirúrgica, onde o aluno pode treinar na prática como fazer procedimentos diversos, como drenagem torácica, intubação, entre outros. A empresa vem para revolucionar a maneira como os estudantes aprendem e praticam a clínica médica.

Guepardo Sistemas – apresenta o protótipo Gproxy, um sistema de transmissão de exames de imagens médicas, que utiliza a internet 3G. O equipamento cabe na palma da mão e é integrável a qualquer sistema PACS existente no mercado.

New Tissue – startup de biotecnologia que desenvolve testes em pele artificial para desenvolvimento de novas formulações farmacêuticas e cosméticas. Assim, a empresa busca reduzir o uso de animais necessários para testes de produtos.

Nuclearis – software dedicado para medicina nuclear que incorpora metodologias para aquisição e processamento de imagens de medicina nuclear que garantem o aumento da produtividade, redução de custos e padronização da qualidade dos exames. Com as informações disponíveis em tempo real, ressalta-se o ganho de eficiência operacional, sem a necessidade de recorrer a sistemas genéricos desconectados, ou de fazer cálculos manuais para gerenciar a agenda e rotina de exames com máxima eficiência.

Sensorweb – monitora a temperatura, umidade, energia e abertura de portas em câmaras, estufas, freezers, ambientes e geladeiras com um serviço contínuo e online. São mais de 2.500 pontos de monitoramento de temperatura em clientes de diferentes portes em setores da saúde, alimentos e ciências da vida, com atuação em todo o Brasil.

Sugarzyme – startup de biotecnologia que desenvolve produtos para a indústria cosmética e farmacêutica, utilizando resíduos agroindustriais (biomassa), visando agregar valor a toda cadeia produtiva e contribuindo para a diminuição do impacto ambiental.

Audicor – wearable de monitoramento cardíaco que pode ser integrado. A Tecnologia permite detectar, gravar documentar e analisar os sons cardíacos, associando-os a funções cardíacas normal e anormal. O sensor pode ser integrado a uma vestimenta.

AltaMedia – Plataforma de monitoramento e análise cognitiva em tempo real da exposição da reputação em todas as mídias. Monitora e aplica ferramentas cognitivas para interpretar em tempo real a qualidade de exposição da reputação em todas as mídias on e offline, incluindo redes sociais. Estabelece uma ruptura para a área de comunicação, ao propiciar análise automática de grandes volumes de dados, gerar indicadores confiáveis e orientar ações de alta efetividade para a promoção de marcas.

Ambra Saúde – especializada em tecnologia de informação em saúde, dedicada a tornar o compartilhamento de imagens médicas (DICOM) mais simples e acessível. Ao simplificar o processo de compartilhamento de imagens médicas, conecta instituições de saúde, médicos e pacientes em todo o mundo. A plataforma continua em constante evolução para posicionar o seu hospital, clínica ou serviço de diagnóstico por imagem com um sistema robusto, prático e ágil de transmissão, armazenamento e visualização de imagens e laudos médicos para transformar o seu modo de praticar a Medicina.

Esses e outros projetos estão sendo apresentados na etapa final do Movimento 100 Open Startups, durante a 9ª Open Innovation Week (Oiweek), principal evento de empreendedorismo e inovação aberta entre startups e grandes empresas, que acontece até amanhã, 22/2, em São Paulo.

Com o tema central “Novos modelos de negócios para inovação”, a Oiweek reunirá mais de 150 startups e 100 grandes companhias. As startups que tiverem melhor desempenho na Open Innovation Week irão compor o ranking do Movimento 100 Open Startups 2017.

Faça seu credenciamento: http://migre.me/w3Uzl

Veja a agenda completa no site: www.oiweek.com.br/2017

Serviço: 9ª edição da Open Innovation Week

Dias: 21 e 22 de fevereiro – das 8:00 às 19:00

Local: Centro de Convenções Rebouças: Av. Rebouças, 600 – São Paulo

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Cleartech cria Escritório de Processos

A Cleartech, empresa brasileira reconhecida pela excelência na prestação de serviços de grande relevância no mercado de TI/Telecom e também na gestão de grandes projetos, como a solução tecnológica da portabilidade numérica brasileira e também do sistema de negociação de ofertas de atacado, está colocando em operação o seu Escritório de Processos. A iniciativa é uma evolução da Gerencia de Processos e Qualidade (GPQ), área criada pela empresa no início de 2015.

“A GPQ surgiu com o objetivo principal de realizar o mapeamento de processos internos da Cleartech e, a partir deste mapeamento, padronizar a execução de atividades dentro da empresa”, explica Gustavo Coelho, gerente de processos e qualidade da Cleartech.

Gustavo lembra que esse trabalho consistiu em uma sólida base de conhecimento, uma vez que naturalmente o time, pautado na melhoria contínua, evoluiu as práticas aplicadas na organização para gerenciamento de processos.

E foi nesse contexto, aliado a uma oportunidade de capacitação em BPM indicada por um especialista no assunto, Me. Marcos Vanine P. Nader, que a área alcançou a condição de Escritório de Processos, para o que realizou uma reestruturação interna baseada em boas práticas de mercado. “Passamos a responder plenamente aos requisitos necessários para a operarmos como Escritório de Processos”, comemora.

Foram três os requisitos trabalhados:

Ferramental – hoje a Cleartech conta com ferramentas de mercado para desenho e automação dos processos, tecnologia para repositório de documentos, além de parcerias com empresas consolidadas no ramo;

Conhecimento em BPM – adquirido a partir da capacitação interna e externa da equipe. De acordo com Gustavo, seu time hoje conhece as melhores práticas de mercado e, a partir delas, criou diretrizes de acordo com a necessidade da empresa e seus clientes;

Engajamento – a Cleartech está engajada, em todos os seus níveis, com a atuação baseada em processos.

Nesse contexto, o foco atual da área está no redesenho dos processos (TO BE), pelo que se tem alcançado uma série de benefícios para a organização e seus clientes, tais como, eliminação de atividades de baixo valor agregado, simplificação em conjunto com aumento de produtividade, eliminação de impressos e integrações.

“Hoje pegamos o processo atual, aplicamos técnicas e ferramentas e encontramos um processo melhorado em relação ao que era antes. Além disso, fazemos um trabalho de automação, facilitando a execução e o controle das atividades na organização”, comenta.

Por fim, Gustavo afirma que o próximo passo do Escritório será realizar outsourcing em três grandes frentes: desenho (AS IS), redesenho (TO BE) e automação (TO DO) de processos, fechamos o ciclo de fornecimento”.

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Telefónica Open Future_ e Parque Tecnológico da UFRJ criam espaço para empreendedores digitais

O Telefónica Open Future_, programa global de inovação aberta e apoio ao empreendedorismo do Grupo Telefónica (controlador da Vivo), fechou parceria com o Parque Tecnológico da UFRJ para a criação de um espaço de crowdworking para empreendedores digitais. O Crowd Rio, como o espaço foi denominado, é a primeira iniciativa do Open Future no Rio de Janeiro e já está com inscrições abertas para a primeira seleção de startups de base tecnológica.

O Crowd funcionará nas dependências do Parque Tecnológico da UFRJ e estará à procura de projetos nas áreas de IoT (Internet das Coisas) e tecnologias digitais, tais como soluções em Telecom, Fintech (área de Finanças), Agtech (Agropecuária), SaaS (Soluções em Software), Big Data, Machine Learning, Inteligência Artificial, E2E (End to End), Edtech (Educação), Segurança, Vídeo, Media, Mobile (aplicativos para celular) e Games. As inscrições estarão abertas por meio da plataforma Openfuture.org ou acessando diretamente o link www.openfuture.org/pt/call/chamada-do-programa-crowdrio/3/6bcc8183369fbaa3461dd3abdd24f33d até o dia 10 de março. Serão selecionadas 10 startups para um período de pré-aceleração de até 12 meses.

Trata-se do quinto Crowd implantado pelo Open Future no País. A ideia é ajudar a impulsionar o talento local e incentivar jovens com vocação empreendedora a colocar em prática suas iniciativas, fornecendo infraestrutura de espaço, suporte técnico e mentoria. Caso o projeto avance, terá a oportunidade de continuar a ser apoiado por meio da Wayra, a aceleradora de startups ligada ao programa, onde poderá receber financiamento da ordem de US$ 50 mil em dinheiro e outros US$ 50 mil em infraestrutura e ações de desenvolvimento.

“Vamos utilizar uma metodologia de desenvolvimento de negócios moderna e já testada, além de ajudar a ampliar os contatos dos empreendedores com um ecossistema mundial de inovação”, afirma Renato Valente, Country Manager do Open Future e diretor da Wayra Brasil. “A parceria é importante pois ela fomenta uma das missões mais relevantes do Parque, que é incentivar o desenvolvimento de startups e promover a integração entre as pequenas empresas e as grandes companhias residentes no Parque e que colaboram com as atividades do nosso ambiente de inovação”, afirma José Carlos Pinto, diretor do Parque Tecnológico da UFRJ.

Parcerias com a Vivo

O programa Open Future_ atua com o conceito de inovação aberta e um de seus propósitos é promover parcerias entre a Vivo e as startups na oferta de serviços ao cliente ou de processos inovadores para a gestão da própria empresa. Hoje, 20% das startups investidas pelo Open Future_ fazem negócio com a operadora.

O primeiro espaço, chamado Crowd Vale da Eletrônica,foi lançado no início de 2016 junto ao Inatel – Instituto Nacional de Telecomunicações, de Santa Rita do Sapucaí (MG) e em parceria com a Ericsson. Em maio, foi anunciada a criação do Crowd Londrina, em parceria com a UEL – Universidade Estadual de Londrina e o Sebrae Paraná. Em São Paulo, a parceria com o Senac Santo Amaro deu origem ao Crowd Senac e, mais recentemente, em dezembro, foi anunciado o Crowd Hotmilk Curitiba, em conjunto com a Pontifícia Universidade Católica – PUCPR.

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Fintech Wecash anuncia Ítalo Lare como novo head de desenvolvimento de negócios no Brasil

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A Wecash S.A., fintech de origem chinesa listada entre as 100 maiores do mundo, acaba de anunciar a chegada de Ítalo Lare, que assume a posição de head de Desenvolvimento de Negócios e Vendas no Brasil. A empresa tem como objetivo, além de se tornar referência no mercado nacional de serviços e produtos de crédito, reconfigurar o modelo de análise para concessão de crédito.

Lare chega depois de três anos como gerente de Produtos no Banco Original onde ajudou a estruturar o produto cartão de crédito, foi responsável pela criação do cartão de crédito virtual e participou do desenvolvimento do programa de rewards. Ele também teve passagens pela processadora Fidelity, onde era responsável pela captação de novos negócios, gestão e relacionamento dos clientes parceiros, além de suporte nos projetos de implementação de novos produtos.

O novo contratado é formado em Sistemas da Informação pela Universidade Anhembi Morumbi e está finalizando seu MBA em Marketing pela Universidade de São Paulo (USP).

O executivo avalia que sua chegada à Wecash tem a conveniência de unir objetivos profissionais à busca por propósitos ligados à cidadania: “À medida que fornecemos relatórios mais completos por menores custos para o mercado financeiro, a Wecash colabora para que um número maior de pessoas tenha acesso a crédito, com menores taxas. Isto contribui de forma potencial para a economia do país”, diz.

A Wecash construiu uma infraestrutura tecnológica para extrair, processar, relacionar e validar mais de oito mil variáveis e dados sobre cada consumidor em tempo real, o que possibilita gerar um relatório altamente detalhado sobre o perfil de risco de uma pessoa. Isto é feito com o suporte de uma plataforma integrada de avaliação de crédito e análise de risco que combina as tecnologias mais avançadas do setor: Inteligência Artificial, Machine Learning, Computação Cognitiva, Modelos Computacionais de Predição de Risco, Blockchain, Big Data, Mineração de Dados, Psicometria e Computação em Nuvem.

O Relatório Wecash fica pronto em 15 minutos ou menos e, por ser gratuito, garante uma economia na ordem de bilhões de reais à receita dos bancos e instituições financeiras. A Wecash só passa a receber uma comissão dos bancos à medida que o tomador de crédito pague as prestações assumidas em dia.

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