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Clara chega ao mercado como solução de mentoria digital para empreendedores em estágio inicial

Capacitar empreendedores para que eles possam causar impactos positivos na sociedade. Essa é a missão da Clara, que chega ao mercado como único chatbot a oferecer mentoria digital 24 horas por dia. Segundo o Global Entrepreneurship Monitor de 2015, mais da metade dos empreendedores em atividade no Brasil são iniciantes. Porém, a falta de conteúdo prático e aplicável para eles gera um enorme gap neste mercado. Foi pensando nisso que nasceu a Clara.

Com uma interface amigável e intuitiva, a Clara une conhecimento à vivência de gestores que sempre atuaram com tecnologia e aplicação de métodos inovadores. A plataforma surgiu para auxiliar e mudar a maneira dos empreendedores iniciantes adquirirem experiência sobre desafios de gestão que enfrentam no dia a dia à frente de seus negócios.

“Nós sempre acreditamos que o empreendedorismo move a sociedade para a frente, por isso, criamos a Clara. Ela funciona como uma mentora virtual que ajuda novos empreendedores no início de sua jornada profissional. Enquanto uma professora transmitiria um único conteúdo para todos usuários, a Clara recomenda conteúdo após conhecê-los melhor”, explica Daniel Pereira, CEO da plataforma.

Por meio da Clara, os profissionais dizem qual obstáculo estão enfrentando. A partir desse momento, eles receberão dois caminhos. O primeiro é a Jornada Empreendedora. Com foco educacional, essa opção cria a simulação de um caso real e o empreendedor passa a ter uma experiência mais prática para a solução de desafios. O segundo caminho são os Fóruns de Discussões dentro da plataforma, uma comunidade onde profissionais de diversos setores trocam conhecimentos e ideias de como superaram alguns desafios.

“Justamente pela nossa experiência de mais de 15 anos nesse mercado, sabemos que a jornada dos novos empresários acaba sendo muito solitária. Por isso, a plataforma une a inteligência artificial com o know-how humano, facilitando o contato com outros empreendedores e aprimorando cada vez mais o conhecimento de todo o ecossistema de ‘empreendizes’, como gostamos de chamar”, explica Pereira.

Lançada em janeiro de 2017, a Clara oferece acesso aos conteúdos por meio de uma assinatura mensal, na qual o usuário paga uma taxa de R$29,90 para usufruir de todas as funcionalidades. Além disso, a plataforma é totalmente compatível com devices mobiles, flexibilizando ainda mais a vida dos empreendizes. “Os empreendedores estão sempre na correria tentando fazer o seu negócio dar certo e têm pouco tempo para sentar à frente de um computador. Com a Clara, basta ter um smartphone conectado à internet para interagir e aprender soluções práticas para melhorar sua empresa”, comenta Pereira.

O time de gestores da Clara acredita também que a sociedade atual vive um momento de volta às origens. Durante muitos anos as pessoas resolveram tudo por meio da conversa e agora estão retomando essa prática com o advento da tecnologia e das plataformas de mensagens. “Justamente por isso, estamos confiantes de que a plataforma se transformará em um verdadeiro divisor de águas no caminho que empreendizes trilham até o sucesso”, avalia Pereira.

A expectativa é fechar 2017 com mais de 20 mil usuários e um faturamento de R$2 milhões. Além disso, o empreendedor que tiver interesse em conhecer a plataforma, pode usar sete dias de degustação gratuita e explorar a metodologia pedagógica criada pelos fundadores.

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Maior plataforma de avaliação de crédito da Ásia começa no Brasil projeto de conquistar a América

A Wecash está trazendo ao país seu modelo disruptivo de análise de risco, oferecendo às instituições financeiras brasileiras, um relatório de crédito gratuito 100 vezes mais profundo do que os produzidos pelos bureaus de crédito em atuação por aqui.

Listada entre as 100 maiores fintechs do mundo, a Wecash usa Inteligência Artificial, Machine Learning, Computação Cognitiva, Modelos Computacionais de Predição de Risco, Blockchain, Big Data, Mineração de Dados, Psicometria e Computação em Nuvem.

São Paulo, 17 de fevereiro de 2017. Após se transformar na maior plataforma de avaliação de risco de crédito da Ásia em 3 anos de existência, a Wecash chega ao Brasil com a meta de figurar, o mais rápido possível, entre as três maiores empresas de empréstimo das Américas. Considerada pela KPMG como uma das 100 melhores fintechs do mundo, a Wecash aposta na união entre as ferramentas tecnológicas mais avançadas do setor e um modelo disruptivo de negócios. Gratuito para instituições financeiras, o Relatório Wecash avalia inúmeras dimensões do relacionamento da pessoa com o dinheiro, que fica pronto em 15 minutos ou menos. Por ser gratuito, o relatório Wecash garante uma economia na ordem de bilhões de reais à receita dos bancos e instituições financeiras, mas também traz outros benefícios subjacentes, como dados pessoais validados de uma forma mais aprofundada.

O Chief Operating Officer (COO) da Wecash, o brasileiro Roger Madeira, e também responsável pela expansão da empresa na América Latina, explica que o próprio processo de remuneração da empresa é uma demonstração de confiança na eficiência de seu sistema de avaliação de crédito. Segundo ele, quando a Wecash emite seu relatório a respeito de uma pessoa para uma instituição financeira e esse cliente é aprovado para receber o empréstimo, a empresa só passa a receber uma comissão dos bancos à medida que o tomador de crédito pague as prestações assumidas. “A Wecash só é remunerada em caso de sucesso mensal da operação.”, ele diz.

Graças a este modelo, a Wecash já conta com mais de 63 milhões de usuários ativos e um valor de mercado próximo a R$ 1 bilhão. A empresa possui unidades no Vale do Silício (Estados Unidos), Pequim (China), Indonésia, Vietnam e São Paulo (Brasil).

O COO comenta que a chegada do modelo de negócios da Wecash ao Brasil ataca diretamente o primeiro problema do modelo de análise de crédito praticado no país, que é o custo da consulta à negativação das pessoas. Segundo ele, este fator resulta num prejuízo anual de bilhões de reais à receita bancária. “Esse custo encarece a concessão de crédito na medida em que ele é transferido para a taxa de juros do empréstimo. No fim, quem paga a conta é o próprio tomador”, explica.

Para o COO, o modelo de negócios da Wecash ganha relevância num momento de estagnação na concessão de crédito, como esse que estamos vivendo no Brasil atualmente. Segundo ele, ao diminuir o risco dos bancos oferecendo uma informação mais confiável e ao mesmo tempo um custo menor para a avaliação de crédito, a Wecash une com sucesso as duas pontas, o banco que deseja emprestar e a pessoa que precisa do empréstimo, porém com juros mais baixos.

Para alcançar tais resultados, a empresa construiu uma infraestrutura tecnológica para extrair, processar, relacionar e validar mais de oito mil variáveis e dados sobre cada consumidor em tempo real, o que possibilita gerar um relatório altamente detalhado sobre o perfil de risco de uma pessoa. Isto é feito com o suporte de uma plataforma integrada de avaliação de crédito e análise de risco que combina as tecnologias mais avançadas do setor: Inteligência Artificial, Machine Learning, Computação Cognitiva, Modelos Computacionais de Predição de Risco, Blockchain, Big Data, Mineração de Dados, Psicometria e Computação em Nuvem.

O produto extraído da plataforma, ou o Relatório Wecash, contém então milhares de informações extraídas de múltiplas fontes, como as relações sociais e familiares, os hábitos de consumo e gerenciamento financeiro, além de milhares de dados comportamentais. Somando tudo, o resultado é uma estratégia que reduz assimetria, inconsistência, fraudes e erros de interpretação, com uma efetividade superior a 95%. De acordo com o executivo, por meio desta gestão, as instituições conseguem ampliar suas margens de faturamento, ao mesmo tempo em que baixam as taxas de juros, reduzem custos operacionais e o tempo de aprovação, evitando a fuga de clientes e diminuindo os índices de inadimplência.

“Os bancos brasileiros atualmente consultam dois ou três sistemas, que fornecem uma visão bidimensional do risco, ou seja, apontam o tempo e as ocorrências negativas de crédito dos últimos cinco anos. Por não identificar padrões de relacionamento saudáveis da pessoa com o dinheiro, este tipo de leitura traz uma visão limitada sobre o verdadeiro potencial de consumo de crédito ou o risco do cliente”, explica o COO. “Utilizar apenas essa referência pode induzir a erros. É preciso mais dados para se tomar uma decisão lucrativa. Na Wecash, avaliamos o relacionamento que a pessoa tem com suas finanças, considerando todos os canais pelos quais a pessoa gerencia sua renda, como cartão de crédito, conta bancária, empréstimos e ativos próprios”.

A solução tecnológica da Wecash foi validada na China, um dos mercados economicamente mais complexos e competitivos do mundo. E a Wecash vislumbra o mesmo ritmo de crescimento no Brasil e espera ampla adesão dos bancos, projetando rápida expansão para Argentina, Uruguai, Chile e México.

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FEBRABAN lança canal “Você e o Banco”

O portal Meu Bolso em Dia, da FEBRABAN – Federação Brasileira de Bancos, colocou no ar o canal “Você e o Banco”. Servindo como um amplo guia informativo sobre o papel dos bancos na vida das pessoas, na economia e na sociedade de modo geral, a plataforma traz a história dos bancos no País, detalhes sobre o funcionamento das agências e todos os demais canais de atendimento bancário, informações sobre os produtos e serviços oferecidos, entre outros assuntos importantes.

“Nosso objetivo também é facilitar o esclarecimento das dúvidas que as pessoas geralmente possuem quanto a questões que envolvem segurança bancária, meios eletrônicos, o que são os juros e como os bancos funcionam, por exemplo. Cada aspecto é explicado com uma linguagem direta, simples e dinâmica e que também possibilita um aprofundamento no tema, caso o leitor deseje”, afirma o diretor de Educação Financeira da FEBRABAN, Fábio Moraes.

O “Você e o Banco” oferece ainda links de acesso a informações relevantes no portal do Banco Central, de outras entidades do setor financeiro, além de demais conteúdos no próprio portal Meu Bolso em Dia, revista Ciab FEBRABAN e site da FEBRABAN. A ideia é oferecer caminhos para os interessados aprofundarem seus conhecimentos sobre os assuntos apresentados de maneira mais prática e lúdica por meio do portal.

Sobre o Programa Meu Bolso em Dia

Lançado em março de 2010, o Programa Meu Bolso em Dia oferece informações didáticas sobre finanças pessoais para que as pessoas possam tomar decisões conscientes, quando relacionadas ao uso do dinheiro, do crédito e de bens financiados. O portal oferece ferramentas como o simulador de sonhos, tabelas para controlar os gastos de acordo com o público (estudantes, donas de casa, famílias e aposentados), enquetes, dicas de economia, aplicativos que ajudam no planejamento financeiro e orçamentário da pessoa, da família e do negócio, aplicativos que estimulam o consumo consciente, além de um canal com conteúdo exclusivo para empreendedores.

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Programa global da SAP abre oportunidades de estágio para pessoas com autismo no Rio de Janeiro

Em parceria com a Specialisterne, empresa que proporciona a inclusão de pessoas com autismo em ambientes corporativos, a SAP dá início, no Rio de Janeiro, a partir de março, ao programa Autism at Work. A iniciativa promove cursos de formação de consultores para pessoas com diagnóstico de TEA (Transtorno do Espectro do Autismo). Nessa primeira etapa, os que se formarem já concorrem a duas vagas de estágio. Em todo o mundo, desde seu lançamento em 2013, o Programa Autism at Work promoveu a contratação de 100 empregados nas subsidiárias SAP, seis deles no Brasil.

Segundo dados da ONU, um em cada 68 indivíduos apresenta algum transtorno do espectro do autismo, sendo que 80% está desempregado. O projeto da SAP tem como objetivo promover a inclusão dos diagnosticados com TEA no mercado de trabalho.

Informações gerais:

Duração do programa: 4 semanas, com possibilidade de contratação, ao final, para um estágio
Idade mínima: 18 anos
Perfil do público: estudantes com motivação para estagiar na SAP, com diagnóstico de TEA. É desejável que o candidato tenha conhecimento em Excel e na língua Inglesa.
Formação necessária: cursando Ensino Superior – a partir do primeiro semestre.
Para participar do programa, os interessados devem entrar em contato com Fernanda Lima, diretora de formação, pelo e-mail: fernanda.lima@specialisterne.com

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Volume de impostos no Simples Nacional inviabiliza crescimento de provedor regional, aponta estudo da ABRINT e do IBPT

Um estudo divulgado nesta quinta-feira (16) indica que o lucro presumido de um provedor de internet regional, que passa pelo desenquadramento do Simples Nacional, fica cerca de 1% acima da inflação. A pesquisa é uma parceria entre a Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações (ABRINT) e o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT).

Quando a empresa deixa de ser enquadrada no Simples Nacional, isto é, quando deixa de ser de micro ou pequeno porte, a cobrança dos impostos passa de cerca de 4% para 24%, baixando o lucro de aproximadamente 20% para 7,5%, pouco acima da inflação do país, que fechou 2016 a 6,3%. Essa margem impossibilitaria a existência do negócio, fazendo do crescimento da empresa um obstáculo para sua continuidade.

“Os números são assustadores para os provedores locais. Essas empresas estão ameaçadas pela carga tributária, o que coloca em risco o desenvolvimento da banda larga no país. De acordo com a ANATEL, os provedores regionais foram responsáveis por 35% dos novos acessos em 2016”, ressalta Erich Rodrigues, presidente da ABRINT.

O levantamento também traz questões ligadas à empregabilidade, segundo os quais o setor de setores Serviço de Comunicação Multimídia (SCM) e Serviço de Valor Agregado (SVA) apresentaram alta de 42,9% de 2012 para 2016. Já Tecnologia da Informação teve aumento de 6,15% no mesmo período.

Além disso, o crescimento do número de empresas foi de 28,6%%, de 81,1 mil em 2012 para 104,3 mil empresas; em 2016, sendo que os setores SCM e SVA cresceram 40,4% e, de Tecnologia da Informação 27,6%. Quando analisado por Estado, São Paulo tem o maior número: 17,9% das empresas das atividades SCM e SVA e 49,9% das empresas de Tecnologia da Informação. A soma das cinco Unidades Federais com maior concentração (SP, RJ, MG, PR e RS) correspondem a 79,2% do total de empresas do segmento em 2016.

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Gartner explica o papel dos CIOs na conscientização do uso seguro da Nuvem

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento imparcial em tecnologia, explica que, em um mundo no qual os furos de segurança nas grandes empresas dominam as manchetes, o desafio não está na proteção da Nuvem em si, mas nas políticas e tecnologias para defesa e controle da tecnologia Cloud.

Embora a maioria das empresas esteja familiarizada ou pelo menos tenha uma ideia do que é Cloud Computing (Armazenamento em Nuvem), ainda há muita confusão e conceitos equivocados sobre o que a plataforma tem a oferecer. Os analistas do Gartner debaterão a ambiguidade que cerca a computação em Nuvem na Conferência Infraestrutura, Operações de TI e Data Center 2017, que acontece em São Paulo nos dias 25 e 26 de abril. Na visão dos especialistas do Gartner, o mercado brasileiro precisa acabar com as incertezas que possui em relação à Cloud para que as companhias cresçam usando essa tecnologia.

“A computação em Nuvem continua sendo popular e amplamente incompreendida. Os questionamentos sobre o que ela entrega para uma empresa são um misto de preocupações reais e fictícias com relação à segurança e ao controle dos seus diferentes modelos”, explica Jay Heiser, Vice-Presidente de Pesquisas do Gartner.

Estudos do Gartner apontam que, até 2018, 60% das empresas que implementarem ferramentas apropriadas de visibilidade e controle da Nuvem obterão um terço a menos de falhas. A migração das cargas de trabalho para essa plataforma não implica em perda da segurança. Na verdade, os fornecedores de IaaS em Nuvem oferecem recursos que garantem aos usuários acesso às informações de que eles precisam e permitem que eles acompanhem detalhes sobre “quem, o que, quando e onde”. As empresas ganham muito com a segurança em Cloud.

O Gartner prevê que, até 2020, a Nuvem Pública para infraestrutura como serviço (IaaS, do termo em inglês Infrastructure as a Service) apresentará no mínimo 60% menos incidentes de segurança do que os Data Centers convencionais. O Gartner também concluiu que a estratégia dos grandes fornecedores da plataforma é tão boa ou até melhor do que a da maioria dos Data Centers corporativos e que a segurança não deve ser mais considerada uma razão forte contra a adoção de serviços em Nuvem Pública. Entretanto, essa mudança não é tão simples quanto migrar atividades de dentro da companhia para Cloud e as equipes de segurança precisam alavancar a infraestrutura programática do modelo IaaS na Nuvem Pública. A automação máxima dos processos removerá o potencial erro humano, normalmente responsável por ataques de segurança desastrosos. Os Data Centers corporativos também poderiam ser automatizados, mas normalmente não oferecem a infraestrutura programática necessária.

A utilização de IaaS terá uma taxa de adoção lenta e nem todos os fornecedores de IaaS terão soluções compatíveis com a plataforma em Nuvem Pública. Os líderes de segurança e gerenciamento de riscos devem usar os recursos nativos dos fornecedores de IaaS e integrar testes de aplicações e outras funcionalidades de reconhecimento de vulnerabilidade ao ciclo de implementação.

A computação em Nuvem reduz o escopo da segurança em geral e exige que os clientes gerenciem parte da estrutura de computação de acordo com o modelo de responsabilidade compartilhada. É uma boa oportunidade para novos tipos de abordagens e para a adoção de um novo método para proteger as informações. A Nuvem requer uma postura diferente em relação à segurança, e os hábitos e formatos para proteção dos dados dentro da empresa não vão funcionar bem para as informações armazenadas nessa nova plataforma.

Os líderes de segurança e gerenciamento de riscos devem orientar e ensinar suas equipes e times de Infraestrutura e Operações (I&O) sobre os recursos de controle e de visibilidade nativa oferecidos pelos fabricantes de ambientes em Nuvem. É preciso procurar ferramentas habilitadas que melhorem a visibilidade para que a segurança diária fique a cargo das equipes de Segurança e de I&O, e não dos desenvolvedores.

Executivos de TI interessados no tema poderão obter mais informações na Conferência Gartner Infraestrutura de TI, Operações & Data Center 2017 que ajudará os líderes estratégicos de TI na busca pela excelência operacional com a oferta de serviços confiáveis, melhorando os níveis de produtividade e inovação. O evento vai abordar onde Cloud se encaixa na estratégia de Data Center, implicações da agenda do CIO nas áreas de Infraestrutura e Operações, o cenário de armazenamento para os próximos cinco anos, desafios e oportunidades no mercado de TI no Brasil e como alavancar os serviços de Cloud e Data Center para transformar as empresas em um negócio digital.

Conferência Gartner Infraestrutura de TI, Operações & Data Center 2017

Data: 25 e 26 de abril (Terça e Quarta-feira)
Local: Sheraton São Paulo WTC Hotel – Av. das Nações Unidas, nº 12.559, São Paulo/SP
Site: http://www.gartner.com/events/pt/la/data-center

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Indústria brasileira de Defesa discute maior presença no mercado internacional

O Brasil tem uma ativa indústria da defesa e os números atestam isso. Só em 2014, por exemplo, o faturamento do setor foi de aproximadamente R$ 200 bilhões, representando 3,7% do PIB. Segundo informações da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Defesa e Segurança (ABIMDE), o setor emprega 150 mil trabalhadores e, para cada R$ 1 investido no segmento, o governo arrecada R$ 0,55 em impostos, índice acima da média nacional.

Mesmo com os bons resultados internos, a meta é, no entanto, tornar o país um dos cinco maiores players de defesa do mundo. O Instituto de Pesquisa sobre a Paz Internacional de Estocolmo, na Suécia (Sipri, em inglês), aponta que o Brasil, entre 2001 e 2015, colocou-se como o 25º maior exportador de produtos de defesa na lista da entidade.

O desafio é grande, mas o potencial também, já que a base industrial de defesa brasileira é composta por áreas que exigem alta tecnologia tais como sistemas eletrônicos e sistemas de comando e controle, plataformas militares naval, aeroespacial e terrestre e propulsão nuclear. Vale lembrar que algumas tecnologias que hoje são parte do dia-a-dia de civis foram desenvolvidas para fins militares como forno de microondas, GPS ou mesmo as câmeras digitais.

E como tornar, então, a indústria nacional mais competitiva e com presença no mercado internacional? Estas são questões que fazem parte do V Seminário de Defesa LAAD, encontro que acontece de durante a LAAD Defence & Security 2017, em Abril, no Rio de Janeiro e abordará temas como “Estratégia para a Implementação de Acordos de Compensação (Offset) nas Aquisições Internacionais” e o “O Braço Empresarial das Forças Armadas e o Papel da Indústria de Defesa na Economia Globalizada”.

“Discutir a participação da indústria brasileira no comércio mundial de produtos de defesa é um aspecto importante, tanto do ponto de vista estratégico quanto econômico, uma vez que o setor emprega cerca de 150 mil trabalhadores com um salário médio de R$ 4.100, enquanto a média nacional é de R$ 1.943,00”, observa Sergio Jardim, diretor geral da Clarion Events Brasil, organizadora do evento, pontuando informações divulgadas recentemente pela ABIMDE.

Os outros temas que compõem a programação do V Seminário de Defesa LAAD são: “Atuação das Forças Armadas na Garantia da Lei e da Ordem (GLO)”, “Guerra Híbrida no Contexto Brasileiro”, “Os Projetos Estratégicos de Defesa das Forças Armadas”, “Política Nacional de Inteligência (PNI) e SISBIN”, “Segurança das informações nas transmissões e as evoluções com o novo Satélite de comunicação e defesa brasileiro” e “Ampliação da Projeção do Brasil no cenário internacional por meio da Cooperação Militar”.

Já confirmaram presença no seminário o superintendente do DGEPEM (Diretoria de Gestão de Programas Estratégicos da Marinha), contra-almirante Petrônio Augusto Siqueira de Aguiar; o general de Divisão da Reserva do Exército Brasileiro, Carlos Alberto Silva Pinto; Antonio Jorge Ramalho da Rocha, da Escola Sul-Americana de Defesa da Unasul; o vice-chefe de Logística do Ministério da Defesa, general Adalmir Manoel Domingos; o comandante do Centro Conjunto de Operações de Paz do Brasil (CCOPAB), coronel Carlos Augusto Ramires Teixeira; o coordenador geral para Assuntos de Defesa do Ministério das Relações Exteriores, coronel Hélio Franchini Neto; e o general da Primeira Divisão do Exército, Mauro Sinott Lopes.

A programação completa do V Seminário de Defesa pode ser consultada em http://www.laadexpo.com.br/files/forms/v-seminario-defesa-laad-2017.pdf

LAAD Defence & Security 2017 – Feira Internacional de Defesa e Segurança

Data: 04 a 07 de abril
Local: Riocentro – Av. Salvador Allende, 6.555 – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro – RJ
Horário da Exposição: 04 a 06 de Abril – das 10h às 18h / 07 de Abril – das 10h às 17h
Horário dos Seminários: 04 de Abril – das 14h às 17h / 05 e 06 de Abril – das 10h às 17h

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Eicon visa rede transparente dos sistemas públicos

A Eicon, empresa provedora de soluções inteligentes para gestão pública no Brasil, há 16 anos vem elaborando e atualizando os seus sistemas para, cada vez mais, trazer para a sociedade brasileira a credibilidade dos serviços públicos. Atualmente, a empresa atua em 130 municípios no país e pretende crescer 70% até 2018 em função de novas soluções lançadas para gestão pública.

“O nosso objetivo é oferecer um serviço interativo, ágil, eficiente e intuitivo para que a sociedade se aproxime das operações do serviço público”, diz Luiz Alberto Rodrigues, CEO da Eicon. “A transparência é a solução e a maior aliada para os processos administrativos e práticas anticorrupção do país”, completa Rodrigues.

Os sistemas da Eicon proporcionam auditorias automáticas, evitam fraudes e apontam contradições do sistema público, como os métodos inteligentes que mensuram todos os processos e contam com ferramentas para avaliar quais fornecedores oferecem os melhores preços e serviços para a realização de uma boa gestão. “Tirar a pessoalidade dos procedimentos públicos é a resposta para os problemas das prefeituras do Brasil. Todos serão iguais perante o sistema”, ressalta Rodrigues.

A tecnologia desenvolvida pela empresa além de ajudar na administração e melhor distribuição do dinheiro público, monitora e reporta diretamente para as prefeituras, via aplicativo, a existência de problemas sociais, como buracos no asfalto, lâmpadas queimadas nos postes, acompanhamento de obras públicas e privadas, sempre com base nas leis municipais, entre outras possibilidades.Com esse novo método, o cidadão também pode acompanhar o processo, do começo ao fim, das questões identificadas por ele e assim ter certeza de que o problema foi solucionado por inteiro.

Cidades como Olímpia e São José do Rio Preto, ambas no interior de São Paulo, já perceberam a necessidade de se conectarem com os cidadãos por meio de dispositivos móveis e implantaram soluções que tornam essa conectividade possível.

No caso de Olímpia, o município optou por beneficiar os cidadãos e a administração pública com mais agilidade e segurança na emissão de alvarás e acompanhamento das obras. A prefeitura lançou, no final de 2015, o Programa Obra Fácil. Por meio da ACTO Obras e Habite-se, a plataforma permite que as informações e os documentos necessários em cada obra sejam anexados e enviados à administração pública por meio de um formulário dinâmico preenchido online.

Em São José do Rio Preto, foi a implementada a plataforma ACTO Fiscalização, que ajuda o trabalho dos agentes fiscais e pode ser adaptada de acordo com os principais processos de fiscalização.

De acordo com o CEO da organização, a criação desse tipo de tecnologia diminui expressivamente o acobertamento de atitudes erradas dentro das prefeituras do país.

“A verdade é que a tecnologia já está presente no cotidiano das pessoas, no entanto ela precisa passar também a contribuir para a gestão pública, oferecendo ferramentas para que a população seja cada vez mais ouvida – e atendida – pelos administradores”, diz Rodrigues.

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IBM and Visa Turn Automobiles, Appliances and All Other Connected Devices into Potential Points of Sale with Watson Internet of Things

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IBM (NYSE: IBM) and Visa Inc. (NYSE: V) today announced the industry’s first collaboration that brings the point of sale everywhere Visa is accepted, by allowing businesses to quickly introduce secure payment experiences for any device connected to the Internet of Things (IoT).

The collaboration brings together IBM’s Watson IoT platform and cognitive capabilities, with Visa’s global payments services that are used by more than 3 billion consumers globally. IBM’s Watson IoT Platform allows businesses to connect to billions of connected devices, sensors and systems around the world and then draw actionable insights. Today the platform is used by more than 6,000 IBM clients that are helping customers connect to millions of devices.

IBM and Visa share a vision and commitment to embed payments and commerce into any device – from a watch, to a ring, an appliance or a car. Under this collaboration, companies can infuse secure payments across their entire product lines using the Visa Token Service, a new security technology that replaces sensitive payment account information found on payment cards with a unique digital identifier, via IBM’s Watson IoT platform. As a result, IBM and Visa could support payments and commerce on many of the 20 billion connected devices estimated to be in the global economy by 2020i.

“IoT is literally changing the world around us, whether it’s allowing businesses to achieve unimaginable levels of efficiency or enabling a washing machine to ensure we never run out of detergent. And behind this transformation are companies like Visa and technologies like IBM’s Watson IoT platform,” said Harriet Green, general manager, IBM Watson IoT. “This combination of IBM’s industry leading IoT technologies with Visa payment services, signifies the next defining moment in commerce by allowing payments on any connected object, with new levels of simplicity and convenience for everyone.”

Examples of Commerce-based IoT:

Consider the consumer’s car. Experts estimate there will be 380 million connected cars by 2021ii. As the car ecosystem connects to the Watson IoT Platform, a driver would be alerted when the car’s warranty or certification is about to expire or if specific car parts need replacing. With this information, the driver can order parts with the push of a button, or schedule a service appointment at their preferred local garage. The driver could even pay for gas through a direct interaction between the car and the gas pump.

Similarly, with a fitness device, an avid runner with a wireless running chip, could receive a digital alert when it’s time to replace her running shoes, including a recommendation of the best model, at the best price, from a preferred retailer. Additional relevant and tailored recommendations could be offered, including nutrition and equipment recommendations, based on individual performance, local climates and shopping preferences.

“The Internet of Things is not only driving a more connected world, it’s changing the way we live, shop and pay, by moving data and the point-of-sale to wherever the consumer wants it to be,” said Jim McCarthy, executive vice president, innovation and strategic partnerships, Visa Inc. “With the power of Watson’s cognitive technologies and IBM’s leadership in IoT and security, they are the ideal partner to help us deliver secure payments to ‘virtually anywhere’ and on the enormous scale of the IoT.”

How it Works:

In the future with this collaboration, all of IBM’s Watson IoT Platform customers will have access to Visa payment services via the IBM Cloud. As a result, rather than approaching businesses on a one-by-one basis, IBM and Visa will provide all customers with access to these capabilities, so they can begin to build personalized commerce experiences and proactively make recommendations based on consumers’ unique needs.

As part of this collaboration, the companies will also ensure that all consumer information remains secure by leveraging Visa’s Token Service, which replaces sensitive account information found on payment cards, such as the 16-digit account number, expiration date and security code, with a unique digital identifier that can be used to process payments without exposing actual account details. The Visa Token Service is accessible through a network of token service providers (TSPs) as part of the Visa Ready partnership program, which certifies the next generation of third-party payment solutions to ensure they meet Visa’s security standards and specifications, and will have seamless and secure global acceptance.

Today IBM is working with more than 6,000 clients, around the globe and across industries, to help them truly realize the benefits of IoT. Many of these innovations are on display at IBM’s Watson IoT headquarters in Munich where today IBM, customers, partners and influencers are gathering for the first ever Genius of Things Summit. At Genius of Things, attendees will examine how Watson IoT clients are implementing IoT solutions to drive exceptional outcomes.

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Siscoserv reúne dados sobre serviços e intangíveis no exterior

Exportar serviços é um salto no processo de internacionalização, e com isso surgem novos deveres. Um deles é o registro das transações no Siscoserv – Sistema Integrado de Comércio Exterior de Serviços, Intangíveis e Outras Operações que Produzam Variações no Patrimônio. O governo federal criou esse sistema para identificar operações de empresas e indivíduos domiciliados no Brasil com o exterior e, com esses dados, fomentar a inserção do Brasil no comércio internacional.

O público-alvo do Siscoserv são pessoas jurídicas tributadas no Lucro Presumido e Lucro Real e, também, pessoas físicas cujas operações excedam 30 mil dólares mensais. Entidades enquadradas no Simples Nacional e Microempreendedores Individuais (MEI) estão dispensados da obrigação.

O que reportar no Siscoserv

A venda ou aquisição de serviços no mercado externo – consultoria e frete, por exemplo – e a transferência ou compra de intangíveis, como direito de propriedade intelectual, marcas, patentes e autorização para explorar recursos naturais.

Joice Izabel, sócia da Drummond Advisors, lembra que também é obrigatório registrar no sistema outros tipos de operações no comércio exterior que não correspondem a serviços nem a intangíveis. “Essas transações, realizadas por agentes situados no Brasil, podem envolver licenciamento, contratos de franquia, arrendamentos, operações financeiras, entre outros”, esclarece a contadora.

Como fazer o registro

O Siscoserv é acessado pelo Centro de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC), no site da Receita Federal e da Secretaria de Comércio e Serviços.

Mas, antes de tudo, é necessário ter o certificado digital E-CPF do administrador da empresa, documento emitido por autoridades certificadoras habilitadas pelo fisco brasileiro. O E-CNPJ não possibilita a entrega da obrigação.

Quando a informação for prestada por pessoa jurídica ou representante legal de terceiros, também é exigida a procuração eletrônica.

Prazo de entrega

O prazo de entrega da obrigação termina no último dia útil do terceiro mês após a data de início da prestação de serviço ou da comercialização do intangível.

Quais são as penalidades?

A legislação prevê três situações passíveis de multas, que podem ser aplicadas de forma concomitante:

• Apresentação fora do prazo – multa de R$ 100,00 a R$ 1.500,00, por mês-calendário ou fração de atraso;

• Não atender à intimação para cumprir obrigação acessória ou para prestar esclarecimentos nos prazos estipulados pela autoridade fiscal – multa de R$ 500,00, por mês-calendário;

• Informações inexatas, incompletas ou omitidas – multa de 1,5% a 3% do valor das transações comerciais ou das operações financeiras relacionadas ao registro.

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Hitachi anuncia seu novo software de análise de vídeo

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A Hitachi Insight Group, que é responsável por conduzir as iniciativas globais unificadas da Internet das coisas (IoT, ou internet of things) e a estratégia de direcionamento ao mercado (GTM, ou go-to-market) para a Hitachi, Ltd. (TSE:6501), anunciou hoje um novo software de análise de vídeo que tem a finalidade de aperfeiçoar e expandir seu portfólio de soluções para Smart City (cidades inteligentes) e Public Safety (segurança pública). O Hitachi Video Analytics (HVA) combina visão computacional e análises avançadas, a fim de extrair percepções ricas e gerar alertas em tempo real, que podem oferecer a cidades, aeroportos, campi, agências de transporte e empresas os seguintes recursos:

Inteligência operacional e de negócios: contagem de pessoas, detecção de filas, análise de atividades, contagem direcional e aprimoramento de imagens proporcionam percepções que ajudam as cidades e outras organizações a melhorarem suas operações e as experiências dos clientes. Também ajudam a proteger a privacidade individual, o que auxilia na redução de seus riscos e de sua responsabilidade.

Gerenciamento mais inteligente de transportes, tráfego e estacionamento: contagem de veículos, análise de tráfego, detecção de espaço em estacionamentos e reconhecimento de placas de licenciamento ajudam as cidades e as companhias a melhorarem o tráfego e o estacionamento para moradores, profissionais que viajam e clientes.

Segurança pública mais eficiente: detecção de intrusão, detecção de objetos perdidos, reconhecimento facial e alertas de adulteração de câmeras oferecem um multiplicador de forças para departamentos de segurança pública, a fim de ajudar a manter seguras as pessoas e as propriedades.

“As cidades e organizações que procuram se beneficiar totalmente com a transformação digital precisam de visibilidade em diversas percepções de dados. E à medida que ataques e desastres naturais em áreas públicas e privadas continuam a aumentar, a segurança se torna uma prioridade principal. Embora recursos de vídeo sejam uma oportunidade significativa de aumentar a eficiência operacional, garantir a segurança e servir como um multiplicador de forças para as municipalidades e as equipes de segurança e de cumprimento das leis, a proliferação do uso de tecnologias de vídeo continua a aumentar as preocupações referentes à privacidade”, comentou Ruthbea Yesner Clarke, diretora global para estratégias destinadas a cidades inteligentes da IDC. “Com sua pilha de vídeos integral, a Hitachi está ajudando as companhias dos setores público e privado a utilizarem melhor o pleno potencial de seu patrimônio em vídeo”.

O HVA impulsiona o potencial de análise de vídeo oferecendo um recurso de proteção de privacidade que pode ser utilizado em conjunto com todos os seus robustos alertas e percepções. Com esta preocupação reduzida, o HVA pode ajudar os clientes a utilizarem melhor seus dados de vídeo proporcionando inteligência crítica que pode aprimorar as operações e proteger melhor as pessoas e os ativos. Cidades, aeroportos, sistemas de transporte, campi, fabricantes e varejistas são exemplos de todos os tipos de organizações que podem se beneficiar da poderosa solução de análise de vídeo da Hitachi.

Por exemplo, aeroportos podem utilizar o HVA para auxiliar a garantir a segurança de viajantes e também detectar longas filas e otimizar os profissionais nos postos de segurança ou melhorar os processos de controle de passaportes na alfândega. Como resultado, os passageiros podem ser liberados mais rapidamente e aproveitar seu tempo fazendo compras, jantando ou se divertindo nas atrações dos terminais. Os varejistas também podem tirar proveito do HVA para obter de suas propriedades físicas o mesmo nível de percepção acionável que é obtido de seus websites; percepção esta que poderá ajudá-los a entender de onde os visitantes estão vindo, como eles aproveitam seu tempo em lojas e quais promoções ou colocações de produtos ajudam a aumentar as vendas. E as cidades podem utilizar o HVA para aprimorar a segurança, a eficiência operacional e a transparência, ao mesmo tempo em que oferece melhores serviços públicos por meio de medidas — tais como tráfego de transeuntes combinado com análise de tráfego em áreas no centro das cidades — que podem ajudar as companhias locais a tomarem decisões melhores sobre como posicionar suas lojas e fazer negócios.

O HVA fornece avançadas metodologias analíticas e recursos únicos para a abrangente pilha de monitoramento e segurança de vídeo, da Hitachi, que melhora a experiência do usuário, proporciona dados de vídeo de melhor qualidade para análises e ajuda a proteger a privacidade. Estes recursos incluem:

Detector de objetos: a maioria das soluções de análise de vídeo disponíveis atualmente avalia somente pixels de vídeo ou fornece uma metodologia simples, que pode resultar na obtenção de altas taxas de falsos positivos. Por outro lado, a tecnologia de Detector de Objetos, do HVA, oferece reconstrução em 4-D de imagens de vídeo bidimensionais utilizando partículas, perspectiva, velocidade, desvio de caminho e viagem por distâncias, visando aumentar a previsão e reduzir drasticamente o número de incidentes de falsos positivos — mesmo no caso de visibilidade ruim devido a mau tempo.

Análise com base em cenários: assegura que cada módulo analítico utilize um algoritmo personalizado para o mecanismo analítico, a fim de aumentar o desempenho e a precisão na redução do risco de incidentes de falsos positivos.

Protetor de privacidade: cidades, agências governamentais e corporações privativas dividem uma preocupação em comum referente à privacidade de seus constituintes e clientes ao utilizar tecnologias de segurança e monitoramento de vídeo. Para resolver isto, o HVA oferece proteção de identidade automatizada e aprimorada. Muitas tecnologias hoje fornecem somente a capacidade de pixelar rostos, o que ainda pode revelar informações pessoalmente identificáveis (PII, ou personally identifiable information), como roupas ou áreas do corpo. O recurso Protetor de Privacidade, do HVA, detecta e protege automaticamente figuras humanas inteiras. Além disso, rastreia e registra todo o acesso a dados de vídeo para ajudar na compatibilidade com a transparência e a combater o mau uso. Este recurso também pode ser crucial para organizações como hospitais e escolas, onde a privacidade de pacientes e menores de idade é vital, e a proteção de PII em dados de vídeo pode ajudar a reduzir riscos e responsabilidades.

Aprimorador de vídeo: filtra interferências como chuva e neve, que podem afetar negativamente a resolução do vídeo, a fim de proporcionar imagens mais nítidas, compatibilidade com monitoramento de vídeo de alta qualidade e análises mais precisas.

Monitor de saúde de câmera: oferece detecção automática de danos ou adulterações de câmeras. O monitor de saúde de câmera, do HVA, enviará um alerta, caso surjam problemas, para garantir que valiosos dados de vídeo sejam mantidos pelo maior tempo possível.

O HVA é a mais recente adição ao portfólio de soluções para Smart City (cidades inteligentes) e Public Safety (segurança pública), da Hitachi, e tem como base o amplo conhecimento da companhia referente à internet das coisas (IoT) e a tecnologias de vídeo. O HVA integra e amplia a Plataforma de Gerenciamento de Vídeo da Hitachi (VMP): um poderoso dispositivo de armazenamento virtualizado, operações em rede e computação, que oferece alta disponibilidade, tolerância a falhas, e escalabilidade simples e econômica. Ela também pode ser utilizada com a Hitachi Visualization Suite, que integra dados da internet das coisas (IoT) a partir de câmeras de vídeo e outros sistemas e sensores distintos para proporcionar uma visão unificada com base em mapas para maior conscientização de situações. Juntas, estas soluções formam uma abrangente pilha de vídeos projetada para ajudar os clientes corporativos e governamentais da Hitachi a captarem maior valor e melhor percepção de dados de vídeo visando aumentar a eficiência operacional, aprimorar as experiências dos clientes e elevar o nível de segurança.

“O vídeo é uma ferramenta efetiva para manter pessoas e propriedades seguras, mas atualmente ainda é uma fonte muito subtilizada para a segurança operacional, pública e de negócios. Em um mundo no qual as câmeras de segurança são fundamentais e as implementações estão crescendo exponencialmente, nossos clientes querem obter maior valor e percepção de seus ambientes de vídeo”, afirmou Mark Jules, vice-presidente do setor de soluções para segurança pública e cidades inteligentes, no Hitachi Insight Group. “O Hitachi Video Analytics é uma solução inteligente para as organizações do setor público e privado extraírem ricas percepções operacionais e de segurança a partir de dados de vídeo, ao mesmo tempo em que ajuda a preservar a privacidade de seus clientes, funcionários, e os cidadãos que eles protegem. Com este avanço em nosso portfólio para cidades inteligentes e segurança pública, a Hitachi está definindo um nível mais elevado para a inovação que desafia a indústria a evoluir e oferecer maior valor aos seus clientes”.

Disponibilidade

Atualmente, o HVA está amplamente disponível por intermédio da Hitachi e de parceiros selecionados, na América do Norte e do Sul, no Reino Unido e em todos os países da região Ásia-Pacífico, excluindo o Japão. A Hitachi irá expandir sua disponibilidade para mais mercados na Europa, no Oriente Médio e na África, ainda neste ano.

Para obter mais informações sobre o Hitachi Video Analytics e o Hitachi Video Management Platform, acesse o site: https://www.hitachiinsightgroup.com/en-us/smart-cities.html#video-security-and-analytics.

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Eduardo Fleury assume como Country Manager do KAYAK Brasil

view Com 21 anos de experiência no mercado brasileiro de Internet, executivo será responsável pelas operações da companhia no país. A empresa também contratou uma Gerente de Comunicação e Marketing para a América Latina e está a procura de um profissional para o mesmo cargo no Brasil

O KAYAK (www.kayak.com.br), líder global em pesquisas de viagens online, anuncia a contratação de Eduardo Fleury como Country Manager Brasil. O executivo trabalhará na equipe de Nicolas Scafuro, vice-presidente do KAYAK para a América Latina, e será responsável por coordenar as operações no Brasil e ampliar a visibilidade e parcerias da empresa com o trade local. Também entra na equipe da companhia Carolina Montenegro, gerente de comunicação e marketing para a América Latina.

Com 21 anos de experiência no mercado brasileiro de Internet, Fleury foi fundador do site ObaOba da For Fun Entretenimento e atuou como diretor de negócios até o final de 2008, quando vendeu para o Grupo RBS um dos maiores grupos de mídia do Brasil, no qual continuou atuando no cargo de diretor comercial digital até 2011. Além disso atuou em diversas empresas líderes digitais como Pontomobi, Hands Mobile, E-midia, Portal Minha Vida e Agência Mirum (WPP). Atuante no IAB desde a fundação, foi presidente do Comitê Mobile em 2013 e do Comitê de Igualdade de Gêneros em 2015.

Entre suas principais competências estão o planejamento estratégico, desenvolvimento de negócios e parcerias, criação de produtos e serviços baseados em web/mobile, desenvolvimento de equipes e mentoring.

“Estou muito contente por fazer parte da equipe do KAYAK e poder liderar as operações da empresa no Brasil. Em um ano de recuperação econômica lenta e muitos feriados no Brasil, um recurso de metabusca e comparação de preços de viagens como o KAYAK vai ajudar o brasileiro a viajar mais, mesmo com o orçamento mais apertado. Hoje já estamos entre os cinco maiores mercados fora dos Estados Unidos, e pretendemos continuar com o crescimento acelerado que tivemos nos últimos dois anos e aumentar ainda mais a relevância do Brasil na operação mundial”, explica Fleury.

Além disso, a companhia contratou Carolina Montenegro, que será responsável pela área de Comunicação e Marketing para América Latina. A gerente ficará no escritório da empresa em Miami, também sobre supervisão de Scafuro. Montenegro possui formação em Administração de Empresas pela University of Miami – School of Business, e teve passagens em grandes empresas como Yahoo!, HBO e TracFone Wireless.

A empresa também está em busca de um Gerente de Marketing e Comunicação no Brasil. Para se candidatar, os interessados devem se inscrever pelo link:
https://jobs.jobvite.com/kayak/job/onkB4fw6

Presente no país desde maio de 2014, o KAYAK processa 1,5 bilhão de pesquisas de viagem anualmente e está disponível em mais de 40 sites internacionais e 20 idiomas. O site foi fundado em 2004 nos Estados Unidos, e é um dos primeiros buscadores de viagem do mundo.

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